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ATPS FÍSICA

PROJETO SARA SUBORBITAL

Allef Duarte de A. Evangelista RA: 9911176327

Érika F. de Brito Machado RA: 8874426871

Mateus Henrique Mazer RA: 8870412628

Renan Simões Rodrigues RA: 8832394243

Thiago Ferreira da Silva RA: 8824345979

Victor Rodolfo B. Donegar RA: 8824350263

Professor Antônio Matias


Engenharia 1º B

Ribeirão Preto - 2014


Introdução Teórica

Não conseguimos definir grandeza, nem espécie de grandeza, porque são conceitos
primitivos, quer dizer, termos não definidos, assim como são ponto, reta e plano
na Geometria Elementar. É suficiente que tenhamos a ideia do que seja o comprimento,
o tempo, o ponto, a reta, pois já os compreendemos sem a necessidade de uma formulação
linguística. É através das grandezas físicas que nós medimos ou quantificamos as
propriedades da matéria e da energia.
Medir uma grandeza física significa compará-la com uma outra grandeza de mesma
espécie tomada como padrão. Este padrão é o que chamamos de unidade de medida.
Muitas vezes, ao procedermos à medida de uma certa grandeza física, notamos que
ela deve ser expressa por um número muito superior ou, dependendo do caso, muito
inferior ao padrão ou unidade.
Para uma melhor apresentação e um fácil entendimento do resultado para todos foi
elaborada uma forma, chamada de notação científica, onde um número N é representado
de uma forma que, com o auxílio de uma potência de 10, acompanhado do número n
indicará o número de vezes que a grandeza medida é maior ou menor que a unidade ou
padrão, sendo que esse número é 1 < n < 10.
Com o rápido desenvolvimento da Física e a difícil comunicação entre os estudiosos
no final do século XIX, foi aparecendo uma variedade muito grande de medidas para se
comparar as mesmas grandezas, surgindo então uma necessidade de se elaborar um
sistema onde todos utilizassem as mesmas medidas evitando assim inúmeras unidades
para a mesma grandeza. Foi então que surgiu o Sistema Internacional de Medidas (S.I.),
que não é nada mais do que um conjunto de unidades que se prestam para medir, comparar
todas as espécies de grandezas, possibilitando ainda a operação com seus múltiplos e
submúltiplos.

Grandezas escalares

Grandeza escalar é aquela que fica totalmente definida apenas utilizando um


número e uma unidade de medida.
Exemplos de Grandezas Escalares:
Área é uma grandeza escalar, pois está devidamente
definida com o número 800 e a unidade de medida metro
quadrado (m2), como nesse exemplo.

Temperatura é uma grandeza escalar, pois está devidamente


definida pelo número 29 e a unidade de medida grau célsius
(ºC), como nesse exemplo.

A massa também é uma grandeza escalar. Por esse exemplo


percebemos que ela fica totalmente definida pelo número 30 e
pela unidade de medida de massa quilograma (kg).
Também são exemplos de grandezas escalares: tempo, energia,
volume e outros.

Grandezas vetoriais

A grandeza escalar é definida quando o seu módulo e sua unidade de medida estão
especificados, não tendo a necessidade de uma orientação; já uma grandeza vetorial é
representada por um “ente” matemático denominado vetor.

Exemplos de Grandezas Vetoriais:


Imagine que, no cruzamento ilustrado na figura acima, quatro carros partam, cada
um, simultaneamente a 40 km/h, nos sentidos norte, sul, leste e oeste. Embora suas
velocidades tenham valores iguais, podemos considerá-las diferentes, pois esses
automóveis, num mesmo intervalo de tempo, chegarão a posições completamente
distintas.
Para grandezas como velocidade e deslocamento, apenas o valor não é suficiente
para provocar uma perfeita compreensão daquilo que se deseja transmitir. Nesses casos,
além do valor, é indispensável uma orientação. Dessa forma, dizer que a velocidade de
um móvel é de 40 km/h de norte para sul constitui-se numa afirmação mais precisa.

Grandezas derivadas

São definidas por relação entre as grandezas fundamentais. Exemplos: velocidade,


força, potência.
O movimento retilíneo é a forma mais simples de deslocamento, visto que os
movimentos são ao longo de uma reta, quer seja horizontal, movimento de um carro, quer
seja vertical, queda ou lançamento de um objeto. Como tudo ocorre em uma dimensão
pode-se dispensar o tratamento vetorial mais rebuscado e tratarmos em termos de
grandezas escalares, com o devido cuidado de analisar os sentidos de velocidades e as
mudanças de sinais que são freqüentes quando redefinimos o eixo de referência.
Estudaremos o movimento uniforme, uniformemente variado, lançamento vertical
e uma composição de movimento vertical com o horizontal chamado de lançamento de
projétil.
Movimento Retilíneo e Uniforme
O movimento retilíneo e uniforme tem as seguintes características:
Velocidade constante, daí o termo uniforme.
-Distâncias iguais são percorridas para o mesmo intervalo de tempo;
-Aceleração nula.

Equação no MRU

Considere um móvel percorrendo uma trajetória retilínea com respeito a um


referencial adotado, por exemplo, a origem do eixos dos x. No instante de tempo t0 = 0,
o móvel encontra-se ems0 (posição inicial) e no instante de tempo, t, o móvel está na
posição s. Como a velocidade média para o movimento retilíneo e uniforme é idêntica a
velocidade em qualquer tempo, vm = v, tem-se da definição de velocidade escalar média,
então isolando-se s temos a equação horária do MRU dada pela equação:
A variação do espaço s = s - s0 = vt é numericamente igual a área sob a curva do
gráfico da velocidade contra o tempo (gráfico de vxt).

Movimento Uniformemente Variado

O movimento uniformemente variado tem as seguintes características: aceleração


constante; a velocidade varia uniformemente com o tempo; o espaço percorrido aumenta
proporcionalmente ao quadrado do tempo.
Equação de velocidade no MUV
Seja v0 a velocidade inicial do móvel no instante de tempo t0 = 0 e v a sua
velocidade no instante de tempo t, então a aceleração média am = a por (2.10) vale: de
onde se encontra após isolarmos v, a equação de velocidade do MUV dada pela equação.
Equação de Movimento no MUV
Seja s0 a posição inicial do móvel e v0 a velocidade inicial no instante de tempo t0 =
0. Considere também s e v como sendo a posição e a velocidade do móvel no instante de
tempo t. Sabendo-se que s = s - s0 é a área abaixo da curva de v(t)xt (um trapézio)
e v = v - v0 sendo a velocidade v dado pela equação pode-se escrever de onde tiramos a
equação horária do MUV dada pela equação.

Equação de Torricelli

Para o MUV pode-se relacionar velocidade, aceleração e espaço percorrido


isolando-se a variável tempo na equação de velocidade e substituindo na equação de
posição onde obtém-se a equação de Torricelli.

Desafio

Este desafio é baseado no projeto SARA (Satélite de Reentrada Atmosférica)


desenvolvido no instituto de aeronáutica e espaço em São José dos Campos destinado a
operar em órbita baixa, circular, a 300 km de altitude. O projeto ainda se encontra em fase
inicial denominado SARA SUBORBITAL em que seus subsistemas serão verificados em
voo.
Os principais cálculos a serem realizados, mostrarão resultados, envolvendo
algumas grandezas físicas como: medição, velocidade média, aceleração e equações do
movimento.

Imagem Projeto SARA

O projeto SARA compreende a fase de modelagem e


ensaios tanto no solo quanto em voo. Seu lançamento
será a partir do Centro de Lançamento de Alcântara
(CLA) no Maranhão. O clã tem capacidade de colocar
em órbita satélites com missões pacíficas e
integradoras, favorecendo, assim, a comunicação e a
pesquisa, de forma a contribuir para a melhoria da
qualidade de vida do homem. Objetivo do Desafio.
Elaborar um memorial descritivo de cálculos,
envolvendo o voo de um satélite lançado por um
veículo de sondagem (VS-40).

ETAPA 1

Aula-tema: Grandezas Físicas e Movimento Retilíneo.


Essa etapa é importante para aprender a fazer conversões de unidades, pois a coerência
entre os sistemas de unidades envolvidas é necessária para garantir o sucesso na solução
da situação-problema. Através da leitura do texto, você compreenderá a importância
científica, tecnológica e social para o Brasil desse importante projeto.
Destacamos também que nessa etapa é importante que estudar e compreender o
conceito de velocidade média. Uma técnica eficiente para a solução de qualquer problema
parte de um sólido entendimento do conceito e posteriormente a aplicação correta da
expressão matemática adequada.
Para realizá-la, execute os passos a seguir.

Passo 1

Realizar a conversão da altura máxima 300 km (apogeu) baseado nas informações


acima para a unidade pés (Consultar uma tabela para fazer essa conversão).
Solução:

𝐶𝑜𝑛𝑠𝑖𝑑𝑒𝑟𝑎𝑟 → 1 𝑝é = 0,3048 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠


1 𝑝é 0,3048 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠 300.000 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠
= →𝑋= → 𝑋 = 984.251,96 𝑝é𝑠
𝑋 300.000 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠 0,3048 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠

Passo 2

Considerar as informações do projeto amerissagem na água (pouso). Será a 100 km


da cidade de Parnaíba. Fazer a conversão da distância para milhas náuticas.

𝐶𝑜𝑛𝑠𝑖𝑑𝑒𝑟𝑎𝑟 → 1 𝑀𝑛 = 1.852 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠


1𝑀𝑛 1.852 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠 100.000 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠
= →𝑋= → 𝑋 = 53,99 𝑀𝑛
𝑋 100.000 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠 1.852 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠
𝑜𝑢 𝑠𝑒𝑗𝑎 100 𝐾𝑚 = 54 𝑀𝑖𝑙ℎ𝑎𝑠 𝑛á𝑢𝑡𝑖𝑐𝑎𝑠

Passo 3

Fazer uma leitura do texto “O projeto SARA e os hipersônicos”.

Passo 4

Considerar que a operação de resgate será coordenada a partir da cidade de


Parnaíba, a 100km do local da amerissagem. Supondo que um avião decole do aeroporto
de Parnaíba, realizar a viagem em duas etapas, sendo a metade 50 km a uma velocidade
de 300 km/h e a segunda metade a 400 km/h. Determinar a velocidade média em todo o
trecho.

∆𝑆1 ∆𝑆1 50 𝑘𝑚
𝑉𝑚1 = = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡1 = 0,167 ℎ
∆𝑡1 𝑉𝑚1 300 𝐾𝑚⁄ℎ

∆𝑆2 ∆𝑆2 50 𝑘𝑚
𝑉𝑚2 = = → ∆𝑡2 = → ∆𝑡2 = → ∆𝑡2 = 0,125 ℎ
∆𝑡2 𝑉𝑚2 400 𝐾𝑚⁄ℎ

∆𝑆𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 100 𝐾𝑚
𝑉𝑚𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = = → 𝑉𝑚𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 =
∆𝑡𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 (0,167 + 0,125) ℎ𝑜𝑟𝑎𝑠
100 𝐾𝑚
𝑉𝑚𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = → 𝑉𝑚𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = 342 𝐾𝑚⁄ℎ
0,292 ℎ𝑜𝑟𝑎𝑠

ETAPA 2

Essa etapa é importante para aprender a fazer conversões de unidades, pois a


coerência entre os sistemas de unidades envolvidas é necessária para garantir o sucesso
na solução da situação problema. Através da leitura do texto, compreender a importância
científica, tecnológica e social para o Brasil desse importante projeto.
Para realizá-la, executar os passos a seguir.

Passo 1

Considerar que um avião de patrulha marítimo P-95 “Bandeirulha”, fabricado pela


EMBRAER, pode desenvolver uma velocidade média de 400 km/h. Calcular o tempo
gasto por ele para chegar ao pondo de amerissagem, supondo que ele decole de Parnaíba
distante 100 km do ponto de impacto.
Bandeirante “BANDEIRULHA”
Solução:
∆𝑆 ∆𝑆 100 𝑘𝑚
𝑉𝑚 = = → ∆𝑡 = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡 = 0,25 ℎ
∆𝑡 𝑉𝑚 400 𝐾𝑚⁄ℎ

Conversão de horas para segundos


1 ℎ𝑜𝑟𝑎 3600 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠
= → 𝑋 = 0,25 × 3600 → 𝑋 = 900 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠
0,25 ℎ𝑜𝑟𝑎𝑠 𝑋

Conversão de segundos para minutos


1 𝑚𝑖𝑛𝑢𝑡𝑜 60 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠 900
= →𝑋= → 𝑋 = 15 𝑚𝑖𝑛𝑢𝑡𝑜𝑠
𝑋 900 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠 60

Transformando 900s para minutos o resultado é 15 minutos


Considerar também que um helicóptero de apoio será utilizado na missão para monitorar
o resgate. Esse helicóptero UH-1H-Iroquois desenvolve uma velocidade de 200 km/h.
Supondo que ele tenha partido da cidade de Parnaíba, calcular a diferença de tempo gasto
pelo avião e pelo helicóptero.
Helicóptero
Solução:
∆𝑆 ∆𝑆 100 𝑘𝑚
𝑉𝑚 = = → ∆𝑡 = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡 = 0,50 ℎ
∆𝑡 𝑉𝑚 200 𝐾𝑚⁄ℎ

Conversão de horas para segundos


1 ℎ𝑜𝑟𝑎 3600 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠
= → 𝑋 = 0,50 × 3600 → 𝑋 = 1800 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠
0,50 ℎ𝑜𝑟𝑎𝑠 𝑋

Conversão de segundos para minutos


1 𝑚𝑖𝑛𝑢𝑡𝑜 60 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠 1800
= →𝑋= → 𝑋 = 30 𝑚𝑖𝑛𝑢𝑡𝑜𝑠
𝑋 1800 𝑠𝑒𝑔𝑢𝑛𝑑𝑜𝑠 60

Transformando 1800s para minutos o resultado é 30 minutos


Diferença de tempo gasto avião/helicóptero.

∆𝑡𝐷𝑖𝑓𝑒𝑟𝑒𝑛ç𝑎 = ∆𝑡𝐻𝑒𝑙𝑖𝑐ó𝑝𝑡𝑒𝑟𝑜 + ∆𝑡𝐴𝑣𝑖ã𝑜 → ∆𝑡𝐷𝑖𝑓𝑒𝑟𝑒𝑛ç𝑎 = 30 − 15 → ∆𝑡𝐷𝑖𝑓𝑒𝑟𝑒𝑛ç𝑎 = 15

A diferença de tempo gasto pelo avião e pelo helicóptero é de 15 minutos.

Passo 2
Considerar que no momento da aterrissagem, o satélite envia um sinal elétrico, que
é captado por sensores localizados em três pontos mostrados na tabela.
Considerando esse sinal viajando a velocidade da luz, determinar o tempo gasto
para ser captado nas localidades mostradas na tabela. (Dado: velocidade da luz: 300.000
km/s)

Alcântara – ponto de impacto 338 km


Parnaíba – ponto de impacto 100 km
São José dos Campos – ponto de impacto 3000 km

Solução:
Alcântara

∆𝑆 ∆𝑆 338 𝑘𝑚
𝑉𝑚 = = → ∆𝑡 = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡 = 0,00112 𝑠
∆𝑡 𝑉𝑚 300.000 𝐾𝑚⁄𝑠

Parnaíba
∆𝑆 ∆𝑆 100 𝑘𝑚
𝑉𝑚 = = → ∆𝑡 = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡 = 0,00033 𝑠
∆𝑡 𝑉𝑚 300.000 𝐾𝑚⁄𝑠

São José dos Campos

∆𝑆 ∆𝑆 300 𝑘𝑚
𝑉𝑚 = = → ∆𝑡 = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡 = 0,01 𝑠
∆𝑡 𝑉𝑚 300.000 𝐾𝑚⁄𝑠

Passo 3

Calcular:

1. A velocidade final adquirida pelo Sara suborbital, que atingirá uma velocidade média
de Mach 9, ou seja, nove vezes a velocidade do som, partindo do repouso até a sua altura
máxima de 300 km. Considerar seu movimento um MUV.
Dado: velocidade do som = Mach 1= 1225 km/h.

1 𝑀𝑎𝑐ℎ 1225 𝐾𝑚/ℎ


= → 𝑋 = 1225 × 9 → 𝑋 = 11.025 𝐾𝑚/ℎ
9 𝑀𝑎𝑐ℎ 𝑋

∆𝑆 ∆𝑆 300 𝑘𝑚
𝑉𝑚 = = → ∆𝑡 = → ∆𝑡1 = → ∆𝑡 = 0,027 ℎ
∆𝑡 𝑉𝑚 11.025 𝐾𝑚⁄ℎ

1 1
𝑆 = 𝑆0 + 𝑉0 × 𝑡 + × 𝑎𝑡 2 = → 300 = 0 + 0(0,027210884) + × 𝑎(0,027)2
2 2

0,729 × 10−3 600


300 = × 𝑎 → 600 = 0,729 × 10−3 × 𝑎 → 𝑎 =
2 0,729 × 10−3

𝐾𝑚
𝑎 = 823045,26 , 𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎𝑛𝑑𝑜 → 𝑎 = 228,62𝑚/𝑆2
ℎ2

𝑉 = 𝑉0 + 𝑎𝑡 → 𝑉 = 0 + (823,04 × 103 ) × (0,027) → 𝑉 = 22222 𝐾𝑚⁄ℎ

A velocidade final adquirida pelo Sara suborbital é de 22222 km/h


2. A aceleração adquirida pelo SARA SUBORBITAL na trajetória de reentrada na
troposfera, onde o satélite percorre 288 km, aumentando sua velocidade da máxima
atingida na subida calculada no passo anterior para Mach 25, ou vinte e cinco vezes a
velocidade do som. Comparar essa aceleração com a aceleração da gravidade cujo valor
é de 9,8 m/s2.

1 𝑀𝑎𝑐ℎ 1225 𝐾𝑚/ℎ


= → 𝑋 = 1225 × 25 → 𝑋 = 30625 𝐾𝑚/ℎ
25 𝑀𝑎𝑐ℎ 𝑋

𝑉 2 = 𝑉0 2 + 2𝑎 × (𝑆 − 𝑆0 ) → 306252 = 222222 + 2𝑎 × (288 − 0)


937890625 = 493817284 + 576a → 576a = 937890625 − 493817284
444073341
a= → a = 770960,66 Km⁄ℎ2
576
770960,66
a= = 214155,73 m⁄𝑠 2
3,6

3. Calcular o tempo gasto nesse trajeto de reentrada, adotando os dados dos passos
anteriores.

∆𝑉 ∆𝑉 30625 − 22222
𝑎= → ∆𝑡 = → ∆𝑡 = → ∆𝑡 = 0,01 ℎ
∆𝑡 𝑎 770960,66

Passo 4

Relatório/Conclusão

Foram desenvolvidos e aplicados os conceitos para os cálculos de velocidade,


aceleração, espaço e tempo, grandezas físicas, como também em alguns casos ocorreu a
necessidade de transformar unidades.
Também foram aprendidas as aplicações que o futuro engenheiro utilizará em seu
desenvolvimento profissional, já que foram realizados cálculos afim de determinar a
precisão do tempo, espaço, o MRU, assim necessários para completar o desafio proposto.

Referências:
http://www.infoescola.com/fisica/grandeza-escalar/ (24/11/2014)
http://www.coladaweb.com/fisica/fisica-geral/grandezas-fisicas (24/11/2014)
Halliday & Resnick, Fundamentos de Física, volume1, PLT 690, Rio de Janeiro: LTC.