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MANUAL DE INSTALAÇÃO OPERAÇÃO

E MANUTENÇÃO

FREIO ELETROMAGNÉTICO 3C

506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 – 1


"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.
ÍNDICE

Pág.
1. INTRODUÇÃO ................................................................................................3
2. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA ...................................................................3
3. ESTADO DE ENTREGA DOS FREIOS...........................................................3
4. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ..............................................4
5. DETALHES CONSTRUTIVOS ........................................................................4
6. INSTALAÇÃO .................................................................................................5
6.1. MONTAGEM DO DISCO / SUPORTE ........................................................5
6.2. MONTAGEM DO FREIO ..............................................................................5
7. LIGAÇÃO ELÉTRICA ..................................................................................10
7.1. INTERLIGAÇÃO DO FREIO COM CONVERSOR ....................................10
7.2. SENSOR DE ABERTURA E FECHAMENTO DO FREIO (OPCIONAL) ....12
8. REGULAGEM DO TORQUE DE FRENAGEM..............................................13
9. SUBSTITUIÇÃO DE PASTILHAS.................................................................16
10. SOLUÇÃO DE POSSÍVEIS DEFEITOS .....................................................19
11. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE RECUPERAÇÃO AUTOMÁTICA DE
DESGASTE DE PASTILHAS ..............................................................................20
12. MANUTENÇÃO PREVENTIVA ..................................................................25
13. PEÇAS SOBRESSALENTES DO FREIO 3C.............................................26

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.
1. INTRODUÇÃO

Para garantir o bom funcionamento do freio e segurança do pessoal envolvido na


instalação, operação e manutenção do mesmo, é preciso que todos os procedimentos contidos
neste manual sejam seguidos corretamente e, ocorrendo qualquer dúvida, favor entrar em
contato com a SIME DO BRASIL.

2. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

Todos os envolvidos na instalação, operação e manutenção do freio deverão ser


informados sobre as normas de segurança que regem o serviço.
Recomenda-se que todos estes serviços sejam executados por pessoas qualificadas,
ou seja, pessoas que em função de seu treinamento, experiência, conhecimento das
condições de operação e normas de segurança tenham sido autorizadas para realizar os
serviços e prevenir acidentes.

IMPORTANTE: Se os freios forem utilizados incorretamente ou se receberem


manutenção deficiente por pessoas não qualificadas, poderão causar sérios danos
materiais ou pessoais.

3. ESTADO DE ENTREGA DOS FREIOS


Os freios eletromagnéticos a disco Sime saem de fábrica testados e em perfeitas
condições de operação.
Logo após a recepção da embalagem deve-se checar o equipamento a fim de constatar
possíveis danos ocasionados pelo transporte. Caso seja detectada qualquer avaria deve-se
avisar imediatamente à empresa transportadora e a SIME DO BRASIL.
Os freios eletromagnéticos 3C são entregues abertos manualmente, ou seja, com a
porca de desbloqueio (15) apertada, entreferro nulo e pastilhas montadas, visando facilitar a
instalação.

IMPORTANTE: Após montagem desapertar,


porca de desbloqueio (15) até encostar-se à
arruela de trava (16) pois se o freio operar com
a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o
mesmo fechar, ou seja, desenergizado, as
molas prato se distendem fechando o freio, o
eixo central (12) receberá o impacto da força
das molas e poderá romper-se com o tempo.

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.
NOTA IMPORTANTE: Os freios SIME são fornecidos com jogos de pastilhas isentos de
Amianto e com características técnicas pré-definidas para atender o conjunto freio,
disco e torque de frenagem calculado e especificado para sua aplicação.
A SIME considera-se isenta de qualquer responsabilidade caso o cliente venha a utilizar
no equipamento qualquer material estranho de sua linha normal de fabricação sem seu
prévio consentimento. A SIME não possui empresas autorizadas a produzir, reformar e
comercializar qualquer peça de reposição de sua linha de fabricação.

4. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS


- Frenagem por molas;
- Desfrenagem eletromagnética;
- Recuperação manual de desgaste das pastilhas.
- Opcional:
• Sensor de indicação de freio aberto / fechado.
• Sensor indicador de desgaste de pastilha (CDPG)

5. DETALHES CONSTRUTIVOS
Os freios eletromagnéticos a disco, modelo 3C, possuem duas construções
semelhantes, porém distintas, que têm como objetivo facilitar sua instalação e o trabalho da
equipe de manutenção dos nossos clientes.
Para melhor entendimento mostramos a seguir as duas configurações existentes
possíveis:

FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO

Sensor
Sensor
indutivo
(OPCIONAL) indutivo
(OPCIONAL)

Posição do Posição do
observador observador
Para a perfeita compreensão devemos observar que se olhando por detrás dos freios,
ora a bobina está do lado direito, ora do lado esquerdo, definindo assim a forma construtiva
dos freios.

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6. INSTALAÇÃO
6.1. MONTAGEM DO DISCO / SUPORTE
Respeitar as prescrições indicadas no desenho abaixo (cotas, tolerâncias e acabamento
superficial);

Para a instalação do disco/cubo, verificar com o auxílio de uma chave dinamométrica se


o aperto dos parafusos de fixação dos discos correspondem aos valores de torque indicados
na tabela da página 19 ou 20;
Depois da instalação, verificar com relógio comparador se a torção do disco não excede
0,2 mm;
Limpar a pista de frenagem do disco para retirar todo tipo de sujeira, tais como: óleo,
graxa, oxidação, poeira, etc. Terminar a limpeza com solvente (Tricloroetileno ou similar).

6.2. MONTAGEM DO FREIO


NOTA: O freio deve ser montado e fixado, preferivelmente aparafusado numa sobrebase
rígida (precisão do plano de fixação + 1mm) através de quatro parafusos M 20 (classe de
resistência mínima admissível 8.8). Em caso de interferência prever rasgo de passagem
do disco na sobrebase.

1º - Verificar se a porca de desbloqueio manual (15) está apertada; caso não esteja, proceder
tal operação, pois do contrário torna-se impossível a montagem do equipamento;

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2º - Assegurar-se de que os três parafusos (24) da roda livre (6) estejam soltos, de forma a
permitir uma maior abertura dos braços e sapatas do freio;
3º - Retirar o parafuso de bloqueio (30) do came fixo (32);

4º - Mantendo o came excêntrico (31) na “Posição Máxima”, girar o came fixo (32) de sua
“Posição de Trabalho” para a “Posição A” indicadas na figura abaixo; com a realização deste
procedimento abre-se uma folga ideal entre as pastilhas, facilitando assim a instalação do freio
no disco;

5º - Após posicionar o freio no disco, retornar os cames na posição normal, ou seja, girar o
came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” e mantendo-o nesta posição, retornar o came
fixo (32) para a “Posição de Trabalho”, ou seja, até poder colocar o parafuso (30) e fixá-lo;

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4º - Antes de fixar definitivamente o suporte do freio é fundamental:
- verificar se as medidas “F” e “G” indicadas na figura e tabela abaixo estão sendo respeitadas,
pois caso contrário, quando do funcionamento do freio poderá ocorrer sérios problemas.

DISCO DIMENSÕES INÉRCIA PESO TORQUE DE REAÇÃO NO


(mm) (mm) (kg.m²) (kgf) FRENAGEM (Nm) EIXO (N)
D d E F G L J P TF RE
445 0 - 70 100 80 285 90 0,54 34 1.600 9.500
495 0 - 100 120 100 295 115 0,88 49 1.850 9.500
550 0 - 100 150 130 305 145 1,29 56 2.100 9.500
625 0 - 100 185 165 315 180 2,15 69 2.500 9.500
705 0 - 120 225 205 330 225 3,56 92 2.900 9.500
795 0 - 130 265 245 345 265 6,00 122 3.350 9.500

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- com o auxílio de um esquadro, verificar se a haste superior (9), figura abaixo, está
perpendicular ao plano de simetria do disco;

- verificar se os eixos de simetria (eixos elípticos) do freio, situados na parte inferior das
sapatas, estão eqüidistantes do disco conforme representado nas figuras abaixo, pois caso
contrário haverá dificuldades quando da troca das pastilhas;

CORRETO ERRADO

Folga repartida igualmente Folga não repartida

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- verificar se nenhum elemento da instalação impede o movimento completo dos braços ou de
qualquer outro componente;
- verificar o alinhamento do disco com relação às sapatas do freio (ver figura abaixo à
esquerda);
- verificar se as pastilhas estão montadas corretamente em seus alojamentos, e se os
parafusos de fixação das mesmas (34) estão bem apertados.
ERRADO CORRETO

6º - Apertar firmemente os três parafusos (24) da roda livre (6);

7º - Ainda com o freio aberto, ou seja, porca (15) apertada, encostar as pastilhas no disco (sem
travá-lo) com o auxílio o cabo de força da chave cachimbo ou outra chave qualquer,
articulando os braços do freio na sua parte traseira no sentido “G”, conforme indicado na fig. 2.
Este procedimento visa diminuir a distância do entreferro evitando que o freio não abra quando
for energizado (liberado para o trabalho);

8º - Desapertar a porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de trava (16) pois se o
freio operar com a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o mesmo fechar, ou seja,
desernegizado, as molas prato se distendem fechando o freio, o eixo central (12) receberá o
impacto da força das molas e poderá romper-se com o tempo.

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7. LIGAÇÃO ELÉTRICA
Os freios eletromagnéticos a disco SIME trabalham com uma bobina de corrente
contínua comandada por um Conversor Estático Retificador de Comando.
A função principal deste Conversor, consiste em transformar a tensão alternada
(220/380/440/480Vca) em tensão contínua.
Os terminais da bobina são alimentados em dois estágios: “tensão de chamada” e
“tensão de economia”.
Denomina-se “tensão de chamada”, a tensão inicial fornecida ao freio, cuja duração
situa-se entre 0,7 e 1,0 segundo, o suficiente para vencer a força do empilhamento de molas-
prato e realizar a abertura do freio. Logo a seguir o Conversor passa a fornecer uma tensão
menor, denominada “tensão de economia”, que mantém o freio aberto até que o comando de
fechamento lhe seja enviado, possibilitando um menor consumo de energia e
consequentemente menor acréscimo de temperatura, prolongando a vida útil da bobina.
O Conversor é complementado por um circuito de corte que descarrega o campo
magnético da bobina em um curto espaço de tempo, agilizando assim o fechamento do Freio.
Nota: Os conversores sime não requerem qualquer ajuste quanto às tensões de saída
(bornes 7 e 8).
Antes de alimentar o conversor, observar na plaqueta de identificação da régua de
bornes a respectiva tensão de alimentação (bornes 1 e 2), visando eliminar todo e
qualquer risco de queima do conversor.

7.1. INTERLIGAÇÃO DO FREIO COM CONVERSOR


1º - Instalar na entrada do Conversor (bornes 1 e 2), fusíveis de proteção contra eventuais
sobrecargas e picos no sistema elétrico (conforme especificado no manual do Conversor
Estático Retificador de Comando);
2º - Para a interligação entre o Conversor (bornes 7 e 8) e a bobina do freio verifique a tabela
abaixo:

DISTÂNCIA BITOLA DO CABO


Até 10 m 6 mm²
De 10 m a 25 m 8 mm²
De 25 m a 50 m 10 mm²
De 50 m a 100 m 16 mm²

3º - Energizar 3 ou 4 vezes o Conversor em intervalos de dois a três segundos, verificando as


tensões de chamada e de economia, assim como o bom funcionamento do freio.
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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.
IMPORTANTE:

- Após montagem desapertar, porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de


trava (16) pois se o freio operar com a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o
mesmo fechar, ou seja, desenergizado, as molas prato se distenderão fechando o
freio e o eixo central (12) receberá o impacto da força das molas e poderá romper-se
com o tempo.

- Antes da liberação do freio para operação, realizar alguns testes com carga,
iniciando-os com baixa velocidade e espaços de frenagem curtos, a seguir aumentá-
los gradativamente.

- Energizar a bobina do freio algumas vezes para verificar seu bom funcionamento e
sua conservação na posição aberta sempre que esta estiver alimentada
eletricamente.

- Somente após a constatação da perfeita e eficiente frenagem do conjunto, liberá-lo


para o funcionamento.

Obs.: Se as porcas dos tirantes do braço forem soltas, poderá ocorrer


travamento do freio, desgaste prematuro das pastilhas e aquecimento
excessivo do disco. Somente soltá-las em caso de reforma do freio.

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7.2. SENSOR DE ABERTURA E FECHAMENTO DO FREIO (OPCIONAL)
O sensor indutivo tem a finalidade de sinalizar a posição do freio, ou seja, com o freio aberto o
contato do sensor estará fechado e com o freio fechado o contato estará aberto.
Este sensor sai de fábrica testado e regulado, porém caso seja necessário trocar este sensor
ou por algum motivo o mesmo perca a regulagem, este deverá ser regulado da seguinte
maneira:
- Com a bobina do freio energizada (freio aberto), rosquear o sensor até que o led do mesmo
acenda, rosquear mais ¼ de volta.
- Aproximar a contra-porca do sensor e apertá-la.
- Desenergizar a bobina do freio (freio fechado) e verificar se o led do sensor apaga, energizar
novamente a bobina e verificar se o led do sensor acende, repetir esta operação mais duas ou
três vezes para certificar-se do perfeito funcionamento do sensor.
- Liberar o freio para operação.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO SENSOR INDUTIVO
Fabricante: IFM
Modelo do sensor: IG0348
Tensão de Operação [V] 20...250 AC/DC
Corrente de Saída (CONTÍNUA) [mA] 350AC(...50°C)/250AC(.../80ºC)/100DC
Corrente de Saída (PICO) 20ms/ 0,5Hz 2,2 A
Classe de Proteção IP 67,I
Temperatura do Ambiente de Operação -25ºC...+80ºC
Sensor AC 2 Fios NA
Cód. Sime 1.420.055

IMPORTANTE: A ligação do sensor de sinalização de freio aberto (SA) deve ser feita
conforme esquema abaixo, ou seja, devemos alimentar verm./branco do sensor com uma fase
(quando ligado em 110 ou 220Vca) ou um positivo (quando ligado entre 20 e 250Vcc) e o fio
verm./preto deve ser ligado ao A1 da carga (A1 ponto da bobina do contator ou relé) e a outra
fase (neutro ou o negativo) da tensão de alimentação deverá ser ligado ao A2 (A2 ponto da
bobina do contator ou relé), isto deve ser feito para cada sensor. Utilizar o contato auxiliar do
rele ou contator para intertravar o sistema caso o sensor SA não atue, impossibilitando desta
forma a partida do equipamento. A Sime do Brasil assim como os fornecedores de sensores
indutivos não aconselham o uso dos mesmos em série, desta forma isenta-se de qualquer
falha dos mesmos se utilizados com dois ou mais sensores em série.
Lembramos ainda que em instalações com grande freqüência de ruídos, deve ser prevista a
utilização de cabos blindados, evitando desta forma possíveis intermitências no sinal dos
sensores.
X1
L 1/+
01
verm./branco

SA = SENSO R DE ABERTURA
C A = C O N TATO R O U R E LÉ
X1 X1 = BO RNES
03
INTERTRAVAMENTO

13

CA SA
14 A L IM E N T A Ç Ã O
2 0 ...2 5 0 V c a /V cc
verm./preto

X1
04
A1

CA
A2

X1
L 2 /N / -
02

O B S .: E S Q U E M A A P E N A S R E P R E S E N T A T IV O A S N O M E N C L A T U R A S D O S C O M P O N E N T E S
A S S IM C O M O A S N U M E R A Ç Õ E S D O S B O R N E S D E V E R Ã O S E R F E IT A S D E A C O R D O C O M
A R E A L ID A D E D E C A D A C L IE N T E .

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8. REGULAGEM DO TORQUE DE FRENAGEM
IMPORTANTE: O procedimento de regulagem do torque só é recomendado nos casos
em que a frenagem demonstre-se insatisfatória (muito estanque ou suave demais) após
a instalação do freio.
Os freios eletromagnéticos 3C são entregues regulados com seu torque nominal, que é
calculado para cada aplicação, no entanto, é possível diminuí-lo em 30% ou aumentá-lo em
20% em relação ao nominal, dependendo das necessidades de campo.
FERRAMENTAS NECESSÁRIAS À REGULAGEM:
- Chave 10 mm
- Chave soquete 36 mm
- Luva de regulagem de torque
- Chave tipo gancho de 68 - 75 mm (ou saca-pino) e um martelo de aço.
NOTA: A luva de regulagem de torque (17) não faz parte do escopo de fornecimento dos
freios Sime.

PROCEDIMENTO DE REGULAGEM DO TORQUE DE FRENAGEM:


1º - Retirar a tampa de proteção (14) utilizando a chave de 36 mm;
2º - Retirar a arruela de trava (16) soltando seu parafuso (2) utilizando a chave de 10 mm;
3º - Retirar a porca de desbloqueio manual (15) utilizando a chave 36 mm,
4º - Retirar o rolamento axial (18),
5º - Retirar a arruela de desbloqueio (36),
6º - Retirar a mola helicoidal (27);

36 27
15 18
14 2 16

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7º - Colocar a luva de regulagem de torque (figura 1) no alojamento das molas prato de forma a
encostá-la na última mola do empilhamento conforme figura 2;

FIGURA 1 FIGURA 2
8º - Recolocar o rolamento axial (figura 3);
9º - Recolocar a porca de desbloqueio manual (15) (figura 4);

18 15

FIGURA 3 FIGURA 4
10º - Retirar, ou soltar, a contraporca (28) utilizando a chave tipo gancho (figura 5);
11º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de
36 mm para apertar a porca de desbloqueio manual (15) até que a porca de regulagem do
torque (29) encontre-se completamente solta (figura 6);

29
28

FIGURA 5 FIGURA 6
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12º - Para aumentar o torque de frenagem, girar a porca de regulagem de torque (29) no
sentido horário, e para diminuí-lo, girá-la no sentido anti-horário (figura 7).
Independentemente de estar aumentando ou diminuindo o torque de frenagem jamais
ultrapassar o limite de duas voltas completas, pois do contrário poderá acarretar problemas
ao freio.

29

FIGURA 7
13º - Retirar a porca de desbloqueio manual (15), o rolamento axial (18) e a luva de torque;
14º - Recolocar e reapertar a contra-porca (28);
15º - Recolocar a mola helicoidal (27), a arruela de desbloqueio (36), o rolamento axial (18), a
porca de desbloqueio manual (15), a arruela de trava (16) e a tampa de proteção (14);
16º - Antes de liberar o freio para o funcionamento:
- desapertar a porca de desbloqueio manual (15) até encostar-se à arruela de trava (16),
desta forma o freio estará fechado, pois caso contrário, o equipamento ficará sem freio;
- realizar alguns testes com carga, iniciando-os com baixa velocidade e espaços de
frenagem curtos, a seguir aumentá-los gradativamente;
- energizar a bobina do freio algumas vezes para verificar seu bom funcionamento e sua
conservação na posição aberta sempre que esta estiver alimentada eletricamente;
- Somente após a constatação da perfeita e eficiente frenagem do conjunto, liberá-lo para o
funcionamento.

A cota ‘d’, indicada no desenho acima, é função da regulagem do torque de frenagem. A


medida marcada na face da contra porca (28) indica a medida da cota ‘d’ regulada com a força
nominal do freio.
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9. SUBSTITUIÇÃO DE PASTILHAS
NOTA: As pastilhas devem ser trocadas sempre que estiverem com 2 mm de material
de fricção, ou seja, 80% gastas.

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS :
- Chave 19 mm
- Chave soquete 36 mm
- Chave combinada 10 mm
PROCEDIMENTO:
1º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de 36
mm para retirar a tampa de proteção (14) e apertar a porca de desbloqueio manual (15) para
abrir o freio manualmente (fig. 1) até que o que o entreferro seja zero (disco esteja totalmente
livre do contato com as pastilhas);
2º - Soltar a roda livre (6), desapertando os três parafusos (24) (fig. 2);

FIGURA 1 FIGURA 2
3º - Retirar o parafuso (30) do came fixo (32) utilizando a chave de 19 mm (fig. 3);
4º - Girar o came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” (fig. 4) e mantendo-o nesta posição,
girar o came fixo (32) para a “Posição A”, desta forma abre-se uma folga ideal para a troca das
pastilhas;

FIGURA 3 FIGURA 4

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5º - Retirar os parafusos de fixação das pastilhas (34) (figura 5);
6º - Substituí-las, verificando seu correto posicionamento nos alojamentos das sapatas (fig. 6),
e recolocar os parafusos de fixação (34);

FIGURA 5 FIGURA 6

7º - Girar o came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” e mantendo-o nesta posição, retornar
o came fixo (32) para a “Posição de Trabalho”, ou seja, até poder colocar o parafuso (30) e
fixá-lo;

FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.
8º - Reapertar os três parafusos (24) da roda livre (6) (fig. 10);
9º - Ainda com o freio aberto, ou seja, porca (15) apertada, encostar as pastilhas no disco (sem
travá-lo) com o auxílio do cabo de força da chave cachimbo ou outra chave qualquer,
articulando os braços do freio na sua parte traseira, conforme indicado na fig. 9. Este
procedimento visa diminuir a distância do entreferro evitando que o freio não abra quando for
energizado (liberado para o trabalho);

FIGURA 9 FIGURA 10

10º - Desapertar a porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de trava (16) pois se o
freio operar com a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o mesmo fechar, ou seja,
desenergizado, as molas prato se distenderão fechando o freio, o eixo central (12) receberá o
impacto da força das molas e poderá romper-se com o tempo;
11º - Recolocar a tampa de proteção (14);
12º - Energizar a bobina do freio algumas vezes para verificar seu bom funcionamento e sua
conservação na posição aberta sempre que esta estiver alimentada eletricamente.

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10. SOLUÇÃO DE POSSÍVEIS DEFEITOS

DEFEITOS CAUSAS PROVÁVEIS SOLUÇÕES


- A tensão de chamada fornecida - Verificar a tensão de entrada, e se
pelo Conversor está muito baixa necessário substituir a placa de
(insuficiente); temporização do Conversor;
- A bobina do freio está com - Verificar suas conexões, medir a
defeito (mau contato nos terminais resistência ôhmica da bobina, e caso
ou entrou em curto); necessário substituí-la;
O freio não abre. - A ligação freio/conversor está - Verificar o estado do cabo de
com defeito; ligação entre o conversor e o freio;
- Os fusíveis estão queimados; - Trocar os fusíveis;
- Os três parafusos de trava da - Refazer procedimento de troca de
roda livre estão soltos; pastilhas (pág. 16);
- Roda livre danificada; - Repará-la ou trocá-la (pág. 23);
- Came excêntrico danificado; - Repará-lo ou trocá-lo (pág. 21);
O disco se aquece - O disco está empenado, - Reusinar o disco;
muito com o freio - O disco está mal posicionado. - Verificar a montagem correta do
energizado (aberto). freio e disco (pág. 5).
- A porca de desbloqueio manual - Desapertar a porca de desbloqueio
(15) está apertada, ou seja, o freio manual (15) até encostar-se à arruela
O freio não fecha. está aberto manualmente; de trava (16);
- O conversor está fornecendo - Verificar o contator de entrada do
tensão à bobina. conversor.
- As pastilhas estão gastas; - Trocar as pastilhas do freio;
- Os discos ou as pastilhas estão - Limpar o disco com solvente e trocar
sujos (com graxa ou óleo); as pastilhas;
- A porca de desbloqueio manual - Desapertar a porca de desbloqueio
A frenagem é (15) está levemente apertada; manual (15) até encostar-se à arruela
insuficiente. de trava (16);
- A força de frenagem do freio está - Regular o torque de frenagem
muito baixa para o sistema; conforme descrito na página 13;
- O tempo de resposta do - Substituir o circuito de corte do
conversor é superior a 1 segundo. conversor.
- A tensão de economia fornecida - Substituir a placa de temporização
- O freio abre e logo
pelo conversor é insuficiente; do conversor;
depois se fecha.
- A força de frenagem está alta. - Regular o torque de frenagem.
Nota: Nos casos em que o Freio apresentar outros problemas que não os relacionados acima, ou que
mesmo depois de realizadas as providências de correção estes não forem eliminados, favor nos
contatar pelo tel.: (011) 4594-7300.

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.
11. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE RECUPERAÇÃO AUTOMÁTICA DE
DESGASTE DE PASTILHAS
Em casos de travamento mecânico do freio, verificar:

- se as pastilhas estão com mais de 80% de material de fricção gastos (espessura do material
de fricção 10 mm), se estiverem, trocá-las e verificar o funcionamento do freio;
- se os três parafusos de trava da roda livre estão apertados; se não estiverem refazer
procedimento de troca de pastilhas (ver página 16).

Se após realizar as verificações acima e o problema persistir, realizar as


operações descritas a seguir:

1º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de 36
mm para retirar a tampa de proteção (14) e apertar a porca de desbloqueio manual (15) para
abrir o freio manualmente até que o que o entreferro seja zero (disco esteja totalmente livre do
contato com as pastilhas);

2º - Girar o came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” e verificar:

- se ao girá-lo há movimento entre as sapatas, se houver, a roda livre esta danificada (trocar a
roda livre, ver página 23);
- ao soltá-lo, este deve se movimentar devido à ação de sua mola espiral interna; se não
ocorrer, retirá-lo e repará-lo (trocar came excêntrico ver página 21).

FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO


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11.1 – TROCA DO CAME EXCÊNTRICO
FERRAMENTAS NECESSÁRIAS :
- Chave 10 mm e 19 mm
- Chave tucho 36 mm
- Chave Allen 5 mm
PROCEDIMENTO:
1º - Retirar a tampa de proteção (14) utilizando a chave de 306mm;
2º - Retirar a arruela de trava (16) soltando seu parafuso com a chave de 10 mm;
3º - Apertar a porca de desbloqueio manual (15) até abrir o freio utilizando a chave 36 mm,
4º - Soltar os três parafusos (24) da roda livre (6) com a chave 10 mm;
5º - Retirar o parafuso (30) do came fixo (32) utilizando a chave de 19 mm;
6º - Retirar as molas helicoidais de tração (23);
7º - Soltar o parafuso (35) com a chave tucho de 36 mm;
8º - Retirar o eixo (parafuso 35) e o came excêntrico (31);
9º - Retirar o parafuso limitador (39);

FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO

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10º - Montar o came excêntrico (31), observando seu correto posicionamento, ou seja:

FREIO DIREITO FREIO ESQUERDO


Tampa do excêntrico virada para baixo Tampa do excêntrico virada para cima
11º - Recolocar o parafuso (35) e antes de fixá-lo posicione o came excêntrico na “Posição de
Montagem”;
12º - Retirar o parafuso (36) do came excêntrico;
13º - Girar o came excêntrico (31) uma volta para tensionar a mola espiral interna, recolocar o
parafuso limitador (39) e o parafuso (36);
14º - Girar o came excêntrico (31) até a posição máxima, e mantendo-o nesta posição, girar o
came fixo (32) até poder recolocar o parafuso (30) e fixá-lo;
15º - Recolocar as molas helicoidais de tração (23);
16º - Reapertar os três parafusos (24) da roda livre (6);
17º - Ainda com o freio aberto, ou seja, porca (15) apertada, encostar as pastilhas no disco
(sem travá-lo) com o auxílio do cabo de força da chave cachimbo ou outra chave qualquer,
articulando os braços do freio na sua parte traseira;
18º - Desapertar a porca de desbloqueio manual (15), até encostar-se à arruela de trava (16) e
recolocar a tampa de proteção (14). Feito isto o freio estará fechado e pronto para o trabalhar.

FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO


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11.2 – TROCA DE RODA LIVRE
FERRAMENTAS NECESSÁRIAS:
- Chave L 10 mm
- Chave tucho 36 mm
- Martelo e saca-pino.
PROCEDIMENTO:
1º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de 36
mm para retirar a tampa de proteção (14) e apertar a porca de desbloqueio manual (15) para
abrir o freio manualmente até que o que o entreferro seja zero (disco esteja totalmente livre do
contato com as pastilhas);

2º - Retirar os dois parafusos (3) que prendem a chapa de encosto utilizando a chave L 10 mm;
3º - Sacar o eixo (37)do cachimbo;
4º - Retirar os três parafusos (24) da roda livre (6);
5º - Retirar a tampa (7) do eixo da roda livre;
6º - Sacar o eixo da roda livre;
7º - Retirar a roda livre (6);

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8º - Antes de trocar a roda livre, verificar a medida “A”, conforme figura abaixo e ajustá-la em
caso de inconformidade;

10º - Posicionar a roda livre (6) corretamente entre os braços do freio, ou seja:
- Freio Direito: face tipada com a letra “D” voltada para cima;
- Freio Esquerdo: face tipada com a letra “E” voltada para cima.
11º - Recolocar o eixo do cachimbo e recolocar os dois parafusos (3) que prendem a chapa de
encosto utilizando a chave L 10 mm;
12º - Recolocar o eixo e a tampa da roda livre e os três parafusos (24) de trava sem apertá-los;
13º - Encostar as pastilhas no disco;
14º - Apertar os três parafusos (24) de trava da roda livre;
15º - Desapertar a porca de desbloqueio manual (15), até encostar-se à arruela de trava (16) e
recolocar a tampa de proteção (14). Feito isto o freio estará fechado e pronto para o trabalho.

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12. MANUTENÇÃO PREVENTIVA
CADA SEMANA
Verificar a espessura das pastilhas, substituindo-as sempre que a espessura do material
de fricção alcance 2 mm aproximadamente.

CADA MÊS

Verificar visualmente o estado da superfície do disco (ranhuras, sujeiras, etc).


Os discos saem de fábrica usinados com rugosidade de 3,2 µm. Quando a rugosidade
da pista de frenagem dos discos excede, estes devem ser reusinados observando um máximo
de 1 mm de passe de cada lado. Nos casos em que não for possível a realização desta
operação, respeitando tal especificação, substitua os discos.

LUBRIFICAÇÃO
CADA TRÊS MESES
Utilizar um spray lubrificante nas articulações.

EM CASO DE MANUTENÇÃO:

TROCA DO EMPILHAMENTO DE MOLAS PRATO: Utilizar as seguintes graxas


MARCA TIPO
MOLIKOTE BR2
IPIRANGA SUPER GRAXA BSM
SHELL RETINAX AM
CASTROL M53 GREASE

TROCA / LIMPEZA DOS EIXOS: Aplicar as seguintes graxas


MARCA TIPO
SKF 65
IPIRANGA ISAFLEX 2
SHELL ALVANIA R2
CASTROL LM GREASE

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13. PEÇAS SOBRESSALENTES DO FREIO 3C

POS. DESIGNAÇÃO CÓDIGO QTDE.


1 JOGO DE PASTILHAS C/ SENSOR DESGASTE 9.200.002 1
JOGO DE PASTILHAS S/ SENSOR DESGASTE 9.200.001 1
2 SAPATA DIREITA 3.116.005 1
3 SAPATA ESQUERDA 3.116.006 1
4 CAME EXCÊNTRICO COMPLETO 3.105.001 1
5 CAME FIXO 3.105.002 1
6 RODA LIVRE COM CACHIMBO 3.115.005 1
7 BUCHA DA ARMADURA 2.109.013 2
8 JOGO DE VEDAÇÃO 9.201.009 1
9 ANEL DE VEDAÇÃO 2.126.002 1
10 MOLAS DE FRENAGEM (EMPILHAMENTO) 3.112.005 1
11 SENSOR INDUTIVO 3.224.008 1
12 EIXO 30 x 223 2.119.014 1
13 EIXO DA SAPATA 2.119.016 2
14 EIXO 30 x 129 2.119.015 1
15 PORCA DE DESBLOQUEIO MANUAL 2.131.006 1
16 ABRAÇADEIRA 3.121.003 2
17 CARCAÇA COMPLETA C/BONINA (DIREITA) 3.106.005 1
18 EIXO CENTRAL 2.215.032 1
19 ARMADURA COMPLETA 2.104.004 1
20 TIRANTE DO BRAÇO 2.215.031 2
21 MOLA DE COMPRESSÃO 2.150.032 1
22 MOLA DE TRAÇÃO 2.150.033 1
23 ARRUELA DE TRAVA 2.146.002 1
24 TAMPA DE PROTEÇÃO DA PORCA DE DESBLOQUEIO 3.219.003 1
25 ARRUELA DE DESBLOQUEIO 2.146.007 1
26 ROLAMENTO AXIAL 9.817.003 1

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