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MANUAL DE INSTALAÇÃO OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO FREIO ELETROMAGNÉTICO 3C 506 - Manual Freio 3C-RA.doc -

MANUAL DE INSTALAÇÃO OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

MANUAL DE INSTALAÇÃO OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO FREIO ELETROMAGNÉTICO 3C 506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00

FREIO ELETROMAGNÉTICO 3C

506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 – 1

"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

ÍNDICE Pág. 1. INTRODUÇÃO 3 2. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA 3 3. ESTADO DE ENTREGA DOS

ÍNDICE

Pág.

1.

INTRODUÇÃO

3

2.

INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

3

3.

ESTADO DE ENTREGA DOS FREIOS

3

4.

PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

4

5.

DETALHES CONSTRUTIVOS

4

6.

INSTALAÇÃO

5

6.1.

MONTAGEM DO DISCO / SUPORTE

5

6.2.

MONTAGEM DO FREIO

5

7.

LIGAÇÃO ELÉTRICA

10

7.1.

INTERLIGAÇÃO DO FREIO COM CONVERSOR

10

7.2.

SENSOR DE ABERTURA E FECHAMENTO DO FREIO (OPCIONAL)

12

8.

REGULAGEM DO TORQUE DE FRENAGEM

13

9.

SUBSTITUIÇÃO DE PASTILHAS

16

10.

SOLUÇÃO DE POSSÍVEIS DEFEITOS

19

11.

MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE RECUPERAÇÃO AUTOMÁTICA DE

DESGASTE DE PASTILHAS

20

12. MANUTENÇÃO PREVENTIVA

25

13. PEÇAS SOBRESSALENTES DO FREIO 3C

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

1. INTRODUÇÃO

1. INTRODUÇÃO Para garantir o bom funcionamento do freio e segurança do pessoal envolvido na instalação,

Para garantir o bom funcionamento do freio e segurança do pessoal envolvido na instalação, operação e manutenção do mesmo, é preciso que todos os procedimentos contidos neste manual sejam seguidos corretamente e, ocorrendo qualquer dúvida, favor entrar em contato com a SIME DO BRASIL.

2. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA

Todos os envolvidos na instalação, operação e manutenção do freio deverão ser informados sobre as normas de segurança que regem o serviço. Recomenda-se que todos estes serviços sejam executados por pessoas qualificadas, ou seja, pessoas que em função de seu treinamento, experiência, conhecimento das condições de operação e normas de segurança tenham sido autorizadas para realizar os serviços e prevenir acidentes.

IMPORTANTE: Se os freios forem utilizados incorretamente ou se receberem manutenção deficiente por pessoas não qualificadas, poderão causar sérios danos materiais ou pessoais.

3. ESTADO DE ENTREGA DOS FREIOS

Os freios eletromagnéticos a disco Sime saem de fábrica testados e em perfeitas condições de operação. Logo após a recepção da embalagem deve-se checar o equipamento a fim de constatar possíveis danos ocasionados pelo transporte. Caso seja detectada qualquer avaria deve-se avisar imediatamente à empresa transportadora e a SIME DO BRASIL. Os freios eletromagnéticos 3C são entregues abertos manualmente, ou seja, com a porca de desbloqueio (15) apertada, entreferro nulo e pastilhas montadas, visando facilitar a instalação.

nulo e pastilhas montadas, visando facilitar a instalação. IMPORTANTE: Após montagem desapertar, porca de desbloqueio

IMPORTANTE: Após montagem desapertar, porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de trava (16) pois se o freio operar com a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o mesmo fechar, ou seja, desenergizado, as molas prato se distendem fechando o freio, o eixo central (12) receberá o impacto da força das molas e poderá romper-se com o tempo.

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

NOTA IMPORTANTE: Os freios SIME são fornecidos com jogos de pastilhas isentos de Amianto e

NOTA IMPORTANTE: Os freios SIME são fornecidos com jogos de pastilhas isentos de Amianto e com características técnicas pré-definidas para atender o conjunto freio, disco e torque de frenagem calculado e especificado para sua aplicação. A SIME considera-se isenta de qualquer responsabilidade caso o cliente venha a utilizar no equipamento qualquer material estranho de sua linha normal de fabricação sem seu prévio consentimento. A SIME não possui empresas autorizadas a produzir, reformar e comercializar qualquer peça de reposição de sua linha de fabricação.

4. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

- Frenagem por molas;

- Desfrenagem eletromagnética;

- Recuperação manual de desgaste das pastilhas.

- Opcional:

Sensor de indicação de freio aberto / fechado.

Sensor indicador de desgaste de pastilha (CDPG)

5. DETALHES CONSTRUTIVOS

Os freios eletromagnéticos a disco, modelo 3C, possuem duas construções semelhantes, porém distintas, que têm como objetivo facilitar sua instalação e o trabalho da equipe de manutenção dos nossos clientes. Para melhor entendimento mostramos a seguir as duas configurações existentes possíveis:

FREIO ESQUERDO Sensor indutivo (OPCIONAL)
FREIO ESQUERDO
Sensor
indutivo
(OPCIONAL)
FREIO DIREITO Sensor indutivo (OPCIONAL)
FREIO DIREITO
Sensor
indutivo
(OPCIONAL)

Posição do

Posição do

observador

observador

Para a perfeita compreensão devemos observar que se olhando por detrás dos freios, ora a bobina está do lado direito, ora do lado esquerdo, definindo assim a forma construtiva dos freios.

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6. INSTALAÇÃO

6.1. MONTAGEM DO DISCO / SUPORTE

6. INSTALAÇÃO 6.1. MONTAGEM DO DISCO / SUPORTE Respeitar as prescrições indicadas no desenho abaixo (cotas,

Respeitar as prescrições indicadas no desenho abaixo (cotas, tolerâncias e acabamento superficial);

abaixo (cotas, tolerâncias e acabamento superficial); Para a instalação do disco/cubo, verificar com o auxílio

Para a instalação do disco/cubo, verificar com o auxílio de uma chave dinamométrica se o aperto dos parafusos de fixação dos discos correspondem aos valores de torque indicados na tabela da página 19 ou 20; Depois da instalação, verificar com relógio comparador se a torção do disco não excede 0,2 mm; Limpar a pista de frenagem do disco para retirar todo tipo de sujeira, tais como: óleo, graxa, oxidação, poeira, etc. Terminar a limpeza com solvente (Tricloroetileno ou similar).

6.2. MONTAGEM DO FREIO

NOTA: O freio deve ser montado e fixado, preferivelmente aparafusado numa sobrebase rígida (precisão do plano de fixação + 1mm) através de quatro parafusos M 20 (classe de resistência mínima admissível 8.8). Em caso de interferência prever rasgo de passagem do disco na sobrebase.

1º - Verificar se a porca de desbloqueio manual (15) está apertada; caso não esteja, proceder tal operação, pois do contrário torna-se impossível a montagem do equipamento;

contrário torna-se impossível a montagem do equipamento; 506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 –

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2º - Assegurar-se de que os três parafusos (24) da roda livre (6) estejam soltos,

2º - Assegurar-se de que os três parafusos (24) da roda livre (6) estejam soltos, de forma a permitir uma maior abertura dos braços e sapatas do freio;

3º - Retirar o parafuso de bloqueio (30) do came fixo (32);

4º - Mantendo o came excêntrico (31) na “Posição Máxima”, girar o came fixo (32) de sua “Posição de Trabalho” para a “Posição A” indicadas na figura abaixo; com a realização deste procedimento abre-se uma folga ideal entre as pastilhas, facilitando assim a instalação do freio no disco;

5º - Após posicionar o freio no disco, retornar os cames na posição normal, ou seja, girar o came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” e mantendo-o nesta posição, retornar o came fixo (32) para a “Posição de Trabalho”, ou seja, até poder colocar o parafuso (30) e fixá-lo;

ou seja, até poder colocar o parafuso (30) e fixá-lo; 506 - Manual Freio 3C-RA.doc -

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4º - Antes de fixar definitivamente o suporte do freio é fundamental: - verificar se

4º - Antes de fixar definitivamente o suporte do freio é fundamental:

- verificar se as medidas “F” e “G” indicadas na figura e tabela abaixo estão sendo respeitadas, pois caso contrário, quando do funcionamento do freio poderá ocorrer sérios problemas.

do funcionamento do freio poderá ocorrer sérios problemas. DISCO   DIMENSÕES   INÉRCIA PESO

DISCO

 

DIMENSÕES

 

INÉRCIA

PESO

TORQUE DE FRENAGEM (Nm)

REAÇÃO NO

(mm)

(mm)

 

(kg.m ² )

(kgf)

EIXO (N)

D

 

d

E

F

G

L

J

P

TF

RE

445

0 - 70

100

80

285

90

0,54

34

1.600

9.500

495

0

- 100

120

100

295

115

0,88

49

1.850

9.500

550

0

- 100

150

130

305

145

1,29

56

2.100

9.500

625

0

- 100

185

165

315

180

2,15

69

2.500

9.500

705

0

- 120

225

205

330

225

3,56

92

2.900

9.500

795

0

- 130

265

245

345

265

6,00

122

3.350

9.500

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- com o auxílio de um esquadro, verificar se a haste superior (9), figura abaixo,

- com o auxílio de um esquadro, verificar se a haste superior (9), figura abaixo, está perpendicular ao plano de simetria do disco;

abaixo, está perpendicular ao plano de simetria do disco; - verificar se os eixos de simetria

- verificar se os eixos de simetria (eixos elípticos) do freio, situados na parte inferior das sapatas, estão eqüidistantes do disco conforme representado nas figuras abaixo, pois caso contrário haverá dificuldades quando da troca das pastilhas;

CORRETO ERRADO
CORRETO
ERRADO

Folga repartida igualmente

Folga não repartida

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- verificar se nenhum elemento da instalação impede o movimento completo dos braços ou de

- verificar se nenhum elemento da instalação impede o movimento completo dos braços ou de qualquer outro componente;

- verificar o alinhamento do disco com relação às sapatas do freio (ver figura abaixo à esquerda);

- verificar se as pastilhas estão montadas corretamente em seus alojamentos, e se os parafusos de fixação das mesmas (34) estão bem apertados.

ERRADO CORRETO
ERRADO
CORRETO

6º - Apertar firmemente os três parafusos (24) da roda livre (6);

7º - Ainda com o freio aberto, ou seja, porca (15) apertada, encostar as pastilhas no disco (sem travá-lo) com o auxílio o cabo de força da chave cachimbo ou outra chave qualquer, articulando os braços do freio na sua parte traseira no sentido “G”, conforme indicado na fig. 2. Este procedimento visa diminuir a distância do entreferro evitando que o freio não abra quando for energizado (liberado para o trabalho);

8º - Desapertar a porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de trava (16) pois se o freio operar com a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o mesmo fechar, ou seja, desernegizado, as molas prato se distendem fechando o freio, o eixo central (12) receberá o impacto da força das molas e poderá romper-se com o tempo.

impacto da força das molas e poderá romper-se com o tempo. 506 - Manual Freio 3C-RA.doc

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7. LIGAÇÃO ELÉTRICA Os freios eletromagnéticos a disco SIME trabalham com uma bobina de corrente

7. LIGAÇÃO ELÉTRICA

Os freios eletromagnéticos a disco SIME trabalham com uma bobina de corrente contínua comandada por um Conversor Estático Retificador de Comando.

A função principal deste Conversor, consiste em transformar a tensão alternada

(220/380/440/480Vca) em tensão contínua. Os terminais da bobina são alimentados em dois estágios: “tensão de chamada” e “tensão de economia”. Denomina-se “tensão de chamada”, a tensão inicial fornecida ao freio, cuja duração

situa-se entre 0,7 e 1,0 segundo, o suficiente para vencer a força do empilhamento de molas- prato e realizar a abertura do freio. Logo a seguir o Conversor passa a fornecer uma tensão menor, denominada “tensão de economia”, que mantém o freio aberto até que o comando de fechamento lhe seja enviado, possibilitando um menor consumo de energia e consequentemente menor acréscimo de temperatura, prolongando a vida útil da bobina.

O Conversor é complementado por um circuito de corte que descarrega o campo

magnético da bobina em um curto espaço de tempo, agilizando assim o fechamento do Freio.

Nota: Os conversores sime não requerem qualquer ajuste quanto às tensões de saída (bornes 7 e 8). Antes de alimentar o conversor, observar na plaqueta de identificação da régua de bornes a respectiva tensão de alimentação (bornes 1 e 2), visando eliminar todo e qualquer risco de queima do conversor.

7.1. INTERLIGAÇÃO DO FREIO COM CONVERSOR

1º - Instalar na entrada do Conversor (bornes 1 e 2), fusíveis de proteção contra eventuais sobrecargas e picos no sistema elétrico (conforme especificado no manual do Conversor Estático Retificador de Comando);

2º - Para a interligação entre o Conversor (bornes 7 e 8) e a bobina do freio verifique a tabela abaixo:

7 e 8) e a bobina do freio verifique a tabela abaixo: DISTÂNCIA BITOLA DO CABO

DISTÂNCIA

BITOLA DO CABO

Até 10 m

6

mm²

De 10 m a 25 m

8

mm²

De 25 m a 50 m

10

mm²

De 50 m a 100 m

16

mm²

3º - Energizar 3 ou 4 vezes o Conversor em intervalos de dois a três segundos, verificando as tensões de chamada e de economia, assim como o bom funcionamento do freio.

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

IMPORTANTE:

IMPORTANTE : - Após montagem desapertar, porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de trava

- Após montagem desapertar, porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de trava (16) pois se o freio operar com a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o mesmo fechar, ou seja, desenergizado, as molas prato se distenderão fechando o freio e o eixo central (12) receberá o impacto da força das molas e poderá romper-se com o tempo.

- Antes da liberação do freio para operação, realizar alguns testes com carga, iniciando-os com baixa velocidade e espaços de frenagem curtos, a seguir aumentá- los gradativamente.

- Energizar a bobina do freio algumas vezes para verificar seu bom funcionamento e sua conservação na posição aberta sempre que esta estiver alimentada eletricamente.

- Somente após a constatação da perfeita e eficiente frenagem do conjunto, liberá-lo para o funcionamento.

frenagem do conjunto, liberá-lo para o funcionamento. Obs.: Se as porcas dos tirantes do braço forem
frenagem do conjunto, liberá-lo para o funcionamento. Obs.: Se as porcas dos tirantes do braço forem

Obs.: Se as porcas dos tirantes do braço forem soltas, poderá ocorrer travamento do freio, desgaste prematuro das pastilhas e aquecimento excessivo do disco. Somente soltá-las em caso de reforma do freio.

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7.2. SENSOR DE ABERTURA E FECHAMENTO DO FREIO (OPCIONAL) O sensor indutivo tem a finalidade

7.2. SENSOR DE ABERTURA E FECHAMENTO DO FREIO (OPCIONAL)

O sensor indutivo tem a finalidade de sinalizar a posição do freio, ou seja, com o freio aberto o contato do sensor estará fechado e com o freio fechado o contato estará aberto. Este sensor sai de fábrica testado e regulado, porém caso seja necessário trocar este sensor ou por algum motivo o mesmo perca a regulagem, este deverá ser regulado da seguinte maneira:

- Com a bobina do freio energizada (freio aberto), rosquear o sensor até que o led do mesmo

acenda, rosquear mais ¼ de volta.

- Aproximar a contra-porca do sensor e apertá-la. - Desenergizar a bobina do freio (freio fechado) e verificar se o led do sensor apaga, energizar novamente a bobina e verificar se o led do sensor acende, repetir esta operação mais duas ou três vezes para certificar-se do perfeito funcionamento do sensor. - Liberar o freio para operação.

CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DO SENSOR INDUTIVO

 

Fabricante:

 

IFM

Modelo do sensor:

 

IG0348

Tensão de Operação [V]

 

20

250

AC/DC

Corrente de Saída (CONTÍNUA) [mA]

350AC(

50°C)/250AC(

/80ºC)/100DC

Corrente de Saída (PICO) 20ms/ 0,5Hz

 

2,2 A

Classe de Proteção

 

IP 67,I

Temperatura do Ambiente de Operação

 

-25ºC

+80ºC

 

Sensor AC 2 Fios

 

NA

Cód. Sime

 

1.420.055

 

A ligação do sensor de sinalização de freio aberto (SA) deve ser feita

conforme esquema abaixo, ou seja, devemos alimentar verm./branco do sensor com uma fase (quando ligado em 110 ou 220Vca) ou um positivo (quando ligado entre 20 e 250Vcc) e o fio verm./preto deve ser ligado ao A1 da carga (A1 ponto da bobina do contator ou relé) e a outra fase (neutro ou o negativo) da tensão de alimentação deverá ser ligado ao A2 (A2 ponto da bobina do contator ou relé), isto deve ser feito para cada sensor. Utilizar o contato auxiliar do rele ou contator para intertravar o sistema caso o sensor SA não atue, impossibilitando desta forma a partida do equipamento. A Sime do Brasil assim como os fornecedores de sensores indutivos não aconselham o uso dos mesmos em série, desta forma isenta-se de qualquer falha dos mesmos se utilizados com dois ou mais sensores em série. Lembramos ainda que em instalações com grande freqüência de ruídos, deve ser prevista a utilização de cabos blindados, evitando desta forma possíveis intermitências no sinal dos sensores.

IMPORTANTE:

X1 L1/+ 01 X1 SA = SENSOR DE ABERTURA CA = CONTATOR OU RELÉ X1
X1
L1/+
01
X1
SA = SENSOR DE ABERTURA
CA = CONTATOR OU RELÉ
X1 = BORNES
03
13
CA
SA
ALIM ENTAÇÃO
14
20
250Vca/Vcc
X1
04
A1
C A
A2
X1
L2/N/ -
02
OBS.: ESQ UEM A APENAS REPRESENTATIVO AS NOM ENCLATURAS DOS COM PONENTES
ASSIM CO M O AS NUM ERAÇÕES DOS BORNES DEVERÃO SER FEITAS DE ACO RDO COM
A REALIDADE DE CADA CLIENTE.
INTERTRAVAMENTO
verm./preto
verm./branco

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8. REGULAGEM DO TORQUE DE FRENAGEM IMPORTANTE: O procedimento de regulagem do torque só é

8. REGULAGEM DO TORQUE DE FRENAGEM

IMPORTANTE: O procedimento de regulagem do torque só é recomendado nos casos em que a frenagem demonstre-se insatisfatória (muito estanque ou suave demais) após a instalação do freio.

Os freios eletromagnéticos 3C são entregues regulados com seu torque nominal, que é calculado para cada aplicação, no entanto, é possível diminuí-lo em 30% ou aumentá-lo em 20% em relação ao nominal, dependendo das necessidades de campo.

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS À REGULAGEM:

- Chave 10 mm

- Chave soquete 36 mm

- Luva de regulagem de torque

- Chave tipo gancho de 68 - 75 mm (ou saca-pino) e um martelo de aço.

NOTA: A luva de regulagem de torque (17) não faz parte do escopo de fornecimento dos freios Sime.

PROCEDIMENTO DE REGULAGEM DO TORQUE DE FRENAGEM:

1º - Retirar a tampa de proteção (14) utilizando a chave de 36 mm; 2º - Retirar a arruela de trava (16) soltando seu parafuso (2) utilizando a chave de 10 mm; 3º - Retirar a porca de desbloqueio manual (15) utilizando a chave 36 mm, 4º - Retirar o rolamento axial (18), 5º - Retirar a arruela de desbloqueio (36), 6º - Retirar a mola helicoidal (27);

27 36 15 18 14 2 16
27
36
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14 2 16

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7º- Colocar a luva de regulagem de torque (figura 1) no alojamento das molas prato

7º- Colocar a luva de regulagem de torque (figura 1) no alojamento das molas prato de forma a encostá-la na última mola do empilhamento conforme figura 2;

na última mola do empilhamento conforme figura 2; FIGURA 1 8º - Recolocar o rolamento axial
na última mola do empilhamento conforme figura 2; FIGURA 1 8º - Recolocar o rolamento axial

FIGURA 1 8º - Recolocar o rolamento axial (figura 3); 9º - Recolocar a porca de desbloqueio manual (15) (figura 4);

FIGURA 2

18
18

FIGURA 3

15
15

FIGURA 4

10º - Retirar, ou soltar, a contraporca (28) utilizando a chave tipo gancho (figura 5); 11º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de 36 mm para apertar a porca de desbloqueio manual (15) até que a porca de regulagem do

torque (29) encontre-se completamente solta (figura 6);

28
28

FIGURA 5

29
29

FIGURA 6

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

12º - Para aumentar o torque de frenagem, girar a porca de regulagem de torque

12º - Para aumentar o torque de frenagem, girar a porca de regulagem de torque (29) no sentido horário, e para diminuí-lo, girá-la no sentido anti-horário (figura 7). Independentemente de estar aumentando ou diminuindo o torque de frenagem jamais ultrapassar o limite de duas voltas completas, pois do contrário poderá acarretar problemas ao freio.

29
29

FIGURA 7 13º - Retirar a porca de desbloqueio manual (15), o rolamento axial (18) e a luva de torque; 14º - Recolocar e reapertar a contra-porca (28); 15º - Recolocar a mola helicoidal (27), a arruela de desbloqueio (36), o rolamento axial (18), a porca de desbloqueio manual (15), a arruela de trava (16) e a tampa de proteção (14); 16º - Antes de liberar o freio para o funcionamento:

- desapertar a porca de desbloqueio manual (15) até encostar-se à arruela de trava (16), desta forma o freio estará fechado, pois caso contrário, o equipamento ficará sem freio;

- realizar alguns testes com carga, iniciando-os com baixa velocidade e espaços de frenagem curtos, a seguir aumentá-los gradativamente;

- energizar a bobina do freio algumas vezes para verificar seu bom funcionamento e sua conservação na posição aberta sempre que esta estiver alimentada eletricamente;

- Somente após a constatação da perfeita e eficiente frenagem do conjunto, liberá-lo para o funcionamento.

frenagem do conjunto, liberá-lo para o funcionamento. A cota ‘d’, indicada no desenho acima, é função

A cota ‘d’, indicada no desenho acima, é função da regulagem do torque de frenagem. A medida marcada na face da contra porca (28) indica a medida da cota ‘d’ regulada com a força nominal do freio.

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9. SUBSTITUIÇÃO DE PASTILHAS

9. SUBSTITUIÇÃO DE PASTILHAS NOTA: As pastilhas devem ser trocadas sempre que estiverem com 2 mm

NOTA: As pastilhas devem ser trocadas sempre que estiverem com 2 mm de material de fricção, ou seja, 80% gastas.

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS :

- Chave 19 mm

- Chave soquete 36 mm

- Chave combinada 10 mm

PROCEDIMENTO:

1º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de 36

mm para retirar a tampa de proteção (14) e apertar a porca de desbloqueio manual (15) para

abrir o freio manualmente (fig. 1) até que o que o entreferro seja zero (disco esteja totalmente

livre do contato com as pastilhas);

2º - Soltar a roda livre (6), desapertando os três parafusos (24) (fig. 2);

livre (6), desapertando os três parafusos (24) (fig. 2); FIGURA 1 FIGURA 2 3º - Retirar

FIGURA 1

(6), desapertando os três parafusos (24) (fig. 2); FIGURA 1 FIGURA 2 3º - Retirar o

FIGURA 2

3º - Retirar o parafuso (30) do came fixo (32) utilizando a chave de 19 mm (fig. 3); 4º - Girar o came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” (fig. 4) e mantendo-o nesta posição, girar o came fixo (32) para a “Posição A”, desta forma abre-se uma folga ideal para a troca das pastilhas;

forma abre-se uma folga ideal para a troca das pastilhas; FIGURA 3 FIGURA 4 506 -

FIGURA 3

abre-se uma folga ideal para a troca das pastilhas; FIGURA 3 FIGURA 4 506 - Manual

FIGURA 4

506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 – 16

"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

5º - Retirar os parafusos de fixação das pastilhas (34) (figura 5); 6º - Substituí-las,

5º - Retirar os parafusos de fixação das pastilhas (34) (figura 5); 6º - Substituí-las, verificando seu correto posicionamento nos alojamentos das sapatas (fig. 6),

e recolocar os parafusos de fixação (34);

(fig. 6), e recolocar os parafusos de fixação (34); FIGURA 5 FIGURA 6 7º - Girar

FIGURA 5

6), e recolocar os parafusos de fixação (34); FIGURA 5 FIGURA 6 7º - Girar o

FIGURA 6

7º - Girar o came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” e mantendo-o nesta posição, retornar

o came fixo (32) para a “Posição de Trabalho”, ou seja, até poder colocar o parafuso (30) e

fixá-lo;

ou seja, até poder colocar o parafuso (30) e fixá-lo; FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO 506 -

FREIO ESQUERDO

FREIO DIREITO

506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 – 17

"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

8º - Reapertar os três parafusos (24) da roda livre (6) (fig. 10); 9º -

8º - Reapertar os três parafusos (24) da roda livre (6) (fig. 10); 9º - Ainda com o freio aberto, ou seja, porca (15) apertada, encostar as pastilhas no disco (sem travá-lo) com o auxílio do cabo de força da chave cachimbo ou outra chave qualquer, articulando os braços do freio na sua parte traseira, conforme indicado na fig. 9. Este procedimento visa diminuir a distância do entreferro evitando que o freio não abra quando for energizado (liberado para o trabalho);

não abra quando for energizado (liberado para o trabalho); FIGURA 9 FIGURA 10 10º - Desapertar

FIGURA 9

quando for energizado (liberado para o trabalho); FIGURA 9 FIGURA 10 10º - Desapertar a porca

FIGURA 10

10º - Desapertar a porca de desbloqueio (15) até encostar-se à arruela de trava (16) pois se o freio operar com a porca de desbloqueio (15) apertada, quando o mesmo fechar, ou seja, desenergizado, as molas prato se distenderão fechando o freio, o eixo central (12) receberá o impacto da força das molas e poderá romper-se com o tempo; 11º - Recolocar a tampa de proteção (14); 12º - Energizar a bobina do freio algumas vezes para verificar seu bom funcionamento e sua conservação na posição aberta sempre que esta estiver alimentada eletricamente.

aberta sempre que esta estiver alimentada eletricamente. 506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 –

506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 – 18

"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

10. SOLUÇÃO DE POSSÍVEIS DEFEITOS   DEFEITOS CAUSAS PROVÁVEIS SOLUÇÕES   - A tensão de

10. SOLUÇÃO DE POSSÍVEIS DEFEITOS

 

DEFEITOS

CAUSAS PROVÁVEIS

SOLUÇÕES

 

-

A tensão de chamada fornecida

Verificar a tensão de entrada, e se necessário substituir a placa de temporização do Conversor;

-

pelo Conversor está muito baixa (insuficiente);

-

A bobina do freio está com

-

Verificar suas conexões, medir a

defeito (mau contato nos terminais

resistência ôhmica da bobina, e caso

ou entrou em curto);

necessário substituí-la;

O

freio não abre.

 

A ligação freio/conversor está com defeito;

-

-

Verificar o estado do cabo de

 

ligação entre o conversor e o freio;

 

-

Os fusíveis estão queimados;

-

Trocar os fusíveis;

Os três parafusos de trava da roda livre estão soltos;

- Roda livre danificada;

-

Refazer procedimento de troca de pastilhas (pág. 16);

- Repará-la ou trocá-la (pág. 23);

-

- Came excêntrico danificado;

- Repará-lo ou trocá-lo (pág. 21);

O

disco

se

aquece

- O disco está empenado,

- Reusinar o disco;

muito

com

o

freio

- O disco está mal posicionado.

Verificar a montagem correta do freio e disco (pág. 5).

-

energizado (aberto).

 

- A porca de desbloqueio manual

-

Desapertar a porca de desbloqueio

(15) está apertada, ou seja, o freio

manual (15) até encostar-se à arruela

O freio não fecha.

 

está aberto manualmente;

O conversor está fornecendo tensão à bobina.

-

de trava (16);

Verificar o contator de entrada do conversor.

-

 

-

Os discos ou as pastilhas estão sujos (com graxa ou óleo);

-

As pastilhas estão gastas;

-

Limpar o disco com solvente e trocar as pastilhas;

-

Trocar as pastilhas do freio;

-

A porca de desbloqueio manual

-

Desapertar a porca de desbloqueio

A frenagem

é

(15) está levemente apertada;

manual (15) até encostar-se à arruela de trava (16);

Regular o torque de frenagem

conforme descrito na página 13;

-

insuficiente.

 
 

A força de frenagem do freio está muito baixa para o sistema; - O tempo de resposta do conversor é superior a 1 segundo.

-

Substituir o circuito de corte do conversor.

-

 

-

A tensão de economia fornecida

Substituir a placa de temporização do conversor;

-

-

depois

O

freio abre

se fecha.

e logo

pelo conversor é insuficiente;

-

A força de frenagem está alta.

-

Regular o torque de frenagem.

Nota: Nos casos em que o Freio apresentar outros problemas que não os relacionados acima, ou que mesmo depois de realizadas as providências de correção estes não forem eliminados, favor nos contatar pelo tel.: (011) 4594-7300.

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

11. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE RECUPERAÇÃO AUTOMÁTICA DE DESGASTE DE PASTILHAS Em casos de travamento

11. MANUTENÇÃO DO SISTEMA DE RECUPERAÇÃO AUTOMÁTICA DE DESGASTE DE PASTILHAS

Em casos de travamento mecânico do freio, verificar:

- se as pastilhas estão com mais de 80% de material de fricção gastos (espessura do material de fricção 10 mm), se estiverem, trocá-las e verificar o funcionamento do freio;

- se os três parafusos de trava da roda livre estão apertados; se não estiverem refazer procedimento de troca de pastilhas (ver página 16).

as

operações descritas a seguir:

Se

após

realizar

as

verificações

acima

e

o

problema

persistir,

realizar

1º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de 36 mm para retirar a tampa de proteção (14) e apertar a porca de desbloqueio manual (15) para abrir o freio manualmente até que o que o entreferro seja zero (disco esteja totalmente livre do contato com as pastilhas);

2º - Girar o came excêntrico (31) até a “Posição Máxima” e verificar:

- se ao girá-lo há movimento entre as sapatas, se houver, a roda livre esta danificada (trocar a roda livre, ver página 23); - ao soltá-lo, este deve se movimentar devido à ação de sua mola espiral interna; se não ocorrer, retirá-lo e repará-lo (trocar came excêntrico ver página 21).

e repará-lo (trocar came excêntrico ver página 21). FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO 506 - Manual Freio

FREIO ESQUERDO

FREIO DIREITO

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11.1 – TROCA DO CAME EXCÊNTRICO FERRAMENTAS NECESSÁRIAS : - Chave 10 mm e 19

11.1 – TROCA DO CAME EXCÊNTRICO

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS :

- Chave 10 mm e 19 mm

- Chave tucho 36 mm

- Chave Allen 5 mm

PROCEDIMENTO:

1º - Retirar a tampa de proteção (14) utilizando a chave de 306mm;

2º - Retirar a arruela de trava (16) soltando seu parafuso com a chave de 10 mm;

3º - Apertar a porca de desbloqueio manual (15) até abrir o freio utilizando a chave 36 mm,

4º - Soltar os três parafusos (24) da roda livre (6) com a chave 10 mm;

5º - Retirar o parafuso (30) do came fixo (32) utilizando a chave de 19 mm;

6º - Retirar as molas helicoidais de tração (23);

7º - Soltar o parafuso (35) com a chave tucho de 36 mm;

8º - Retirar o eixo (parafuso 35) e o came excêntrico (31);

9º - Retirar o parafuso limitador (39);

excêntrico (31); 9º - Retirar o parafuso limitador (39); FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO 506 - Manual

FREIO ESQUERDO

FREIO DIREITO

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

10º - Montar o came excêntrico (31), observando seu correto posicionamento, ou seja: FREIO DIREITO

10º - Montar o came excêntrico (31), observando seu correto posicionamento, ou seja:

(31), observando seu correto posicionamento, ou seja: FREIO DIREITO Tampa do excêntrico virada para baixo FREIO

FREIO DIREITO Tampa do excêntrico virada para baixo

seja: FREIO DIREITO Tampa do excêntrico virada para baixo FREIO ESQUERDO Tampa do excêntrico virada para

FREIO ESQUERDO Tampa do excêntrico virada para cima

11º - Recolocar o parafuso (35) e antes de fixá-lo posicione o came excêntrico na “Posição de Montagem”; 12º - Retirar o parafuso (36) do came excêntrico; 13º - Girar o came excêntrico (31) uma volta para tensionar a mola espiral interna, recolocar o parafuso limitador (39) e o parafuso (36); 14º - Girar o came excêntrico (31) até a posição máxima, e mantendo-o nesta posição, girar o came fixo (32) até poder recolocar o parafuso (30) e fixá-lo; 15º - Recolocar as molas helicoidais de tração (23); 16º - Reapertar os três parafusos (24) da roda livre (6); 17º - Ainda com o freio aberto, ou seja, porca (15) apertada, encostar as pastilhas no disco (sem travá-lo) com o auxílio do cabo de força da chave cachimbo ou outra chave qualquer, articulando os braços do freio na sua parte traseira; 18º - Desapertar a porca de desbloqueio manual (15), até encostar-se à arruela de trava (16) e recolocar a tampa de proteção (14). Feito isto o freio estará fechado e pronto para o trabalhar.

isto o freio estará fechado e pronto para o trabalhar. FREIO ESQUERDO FREIO DIREITO 506 -

FREIO ESQUERDO

FREIO DIREITO

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

11.2 – TROCA DE RODA LIVRE FERRAMENTAS NECESSÁRIAS: - Chave L 10 mm - Chave

11.2 – TROCA DE RODA LIVRE

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS:

- Chave L 10 mm

- Chave tucho 36 mm

- Martelo e saca-pino.

PROCEDIMENTO:

1º - Assegurando-se de que não haja qualquer risco de acidente, utilizar a chave soquete de 36 mm para retirar a tampa de proteção (14) e apertar a porca de desbloqueio manual (15) para abrir o freio manualmente até que o que o entreferro seja zero (disco esteja totalmente livre do contato com as pastilhas);

2º - Retirar os dois parafusos (3) que prendem a chapa de encosto utilizando a chave L 10 mm;

3º - Sacar o eixo (37)do cachimbo;

4º - Retirar os três parafusos (24) da roda livre (6);

5º - Retirar a tampa (7) do eixo da roda livre;

6º - Sacar o eixo da roda livre;

7º - Retirar a roda livre (6);

Sacar o eixo da roda livre; 7º - Retirar a roda livre (6); 506 - Manual

506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 – 23

"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

8º - Antes de trocar a roda livre, verificar a medida “A”, conforme figura abaixo

8º - Antes de trocar a roda livre, verificar a medida “A”, conforme figura abaixo e ajustá-la em caso de inconformidade;

figura abaixo e ajustá-la em caso de inconformidade; 10º - Posicionar a roda livre (6) corretamente

10º - Posicionar a roda livre (6) corretamente entre os braços do freio, ou seja:

- Freio Direito: face tipada com a letra “D” voltada para cima; - Freio Esquerdo: face tipada com a letra “E” voltada para cima. 11º - Recolocar o eixo do cachimbo e recolocar os dois parafusos (3) que prendem a chapa de encosto utilizando a chave L 10 mm; 12º - Recolocar o eixo e a tampa da roda livre e os três parafusos (24) de trava sem apertá-los; 13º - Encostar as pastilhas no disco; 14º - Apertar os três parafusos (24) de trava da roda livre; 15º - Desapertar a porca de desbloqueio manual (15), até encostar-se à arruela de trava (16) e recolocar a tampa de proteção (14). Feito isto o freio estará fechado e pronto para o trabalho.

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

12. MANUTENÇÃO PREVENTIVA CADA SEMANA Verificar a espessura das pastilhas, substituindo-as sempre que a espessura

12. MANUTENÇÃO PREVENTIVA

CADA SEMANA

Verificar a espessura das pastilhas, substituindo-as sempre que a espessura do material de fricção alcance 2 mm aproximadamente.

CADA MÊS

Verificar visualmente o estado da superfície do disco (ranhuras, sujeiras, etc). Os discos saem de fábrica usinados com rugosidade de 3,2 µm. Quando a rugosidade da pista de frenagem dos discos excede, estes devem ser reusinados observando um máximo de 1 mm de passe de cada lado. Nos casos em que não for possível a realização desta operação, respeitando tal especificação, substitua os discos.

LUBRIFICAÇÃO

CADA TRÊS MESES Utilizar um spray lubrificante nas articulações.

EM CASO DE MANUTENÇÃO:

TROCA DO EMPILHAMENTO DE MOLAS PRATO: Utilizar as seguintes graxas

MARCA

TIPO

MOLIKOTE

BR2

IPIRANGA

SUPER GRAXA BSM

SHELL

RETINAX AM

CASTROL

M53 GREASE

TROCA / LIMPEZA DOS EIXOS: Aplicar as seguintes graxas

MARCA

TIPO

SKF

65

IPIRANGA

ISAFLEX 2

SHELL

ALVANIA R2

CASTROL

LM GREASE

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"A SIME DO BRASIL se reserva o direito de alterar instruções, dimensões e formas construtivas sem prévio aviso”.

13. PEÇAS SOBRESSALENTES DO FREIO 3C POS. DESIGNAÇÃO CÓDIGO QTDE. 1 JOGO DE PASTILHAS C/

13. PEÇAS SOBRESSALENTES DO FREIO 3C

13. PEÇAS SOBRESSALENTES DO FREIO 3C POS. DESIGNAÇÃO CÓDIGO QTDE. 1 JOGO DE PASTILHAS C/ SENSOR

POS.

DESIGNAÇÃO

CÓDIGO

QTDE.

1

JOGO DE PASTILHAS C/ SENSOR DESGASTE

9.200.002

1

JOGO DE PASTILHAS S/ SENSOR DESGASTE

9.200.001

1

2

SAPATA DIREITA

3.116.005

1

3

SAPATA ESQUERDA

3.116.006

1

4

CAME EXCÊNTRICO COMPLETO

3.105.001

1

5

CAME FIXO

3.105.002

1

6

RODA LIVRE COM CACHIMBO

3.115.005

1

7

BUCHA DA ARMADURA

2.109.013

2

8

JOGO DE VEDAÇÃO

9.201.009

1

9

ANEL DE VEDAÇÃO

2.126.002

1

10

MOLAS DE FRENAGEM (EMPILHAMENTO)

3.112.005

1

11

SENSOR INDUTIVO

3.224.008

1

12

EIXO 30 x 223

2.119.014

1

13

EIXO DA SAPATA

2.119.016

2

14

EIXO 30 x 129

2.119.015

1

15

PORCA DE DESBLOQUEIO MANUAL

2.131.006

1

16

ABRAÇADEIRA

3.121.003

2

17

CARCAÇA COMPLETA C/BONINA (DIREITA)

3.106.005

1

18

EIXO CENTRAL

2.215.032

1

19

ARMADURA COMPLETA

2.104.004

1

20

TIRANTE DO BRAÇO

2.215.031

2

21

MOLA DE COMPRESSÃO

2.150.032

1

22

MOLA DE TRAÇÃO

2.150.033

1

23

ARRUELA DE TRAVA

2.146.002

1

24

TAMPA DE PROTEÇÃO DA PORCA DE DESBLOQUEIO

3.219.003

1

25

ARRUELA DE DESBLOQUEIO

2.146.007

1

26

ROLAMENTO AXIAL

9.817.003

1

506 - Manual Freio 3C-RA.doc - R00 –22/02/087 – 26

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