Você está na página 1de 11

ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO

Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

Capítulo 2:

1. Área definida de terra ou de água destinada total ou parcialmente à chegada, partida e


movimentação de aeronaves na superfície. ( Pág.12)
a) Área de Manobra
b) Aeródromo
c) Área de Pouso
d) Aproximação

2. Distância vertical de um nível, ponto ou objeto considerado como ponto e uma determinada
referência. ( P.14)
a) Altitude
b) Longitude
c) Latitude
d) Altura

3. Aproximação em vôo IFR, quando parte ou a totalidade do procedimento de aproximação por


instrumentos não se completa e se realiza com referencia visual do solo. ( p. 16)
a) Aproximação de radar
b) Aproximação por instrumentos
c) Aproximação visual
d) Aproximação para Circular

4. Situação na qual existe apreensão quanto à segurança de uma aeronave e à de seus ocupantes.
(p. 20)
a) Fase de Alerta
b) Fase de Perigo
c) Fase de Incerteza
d) Fase de Emergência

5. Informação emitida por um órgão de vigilância meteorológica e relativa à existência, real ou


prevista, de fenômenos meteorológicos em rotas especificadas, que possam afetar a segurança
das operações de aeronaves. ( p. 22)
a) Informação de tráfego
b) Informação Airmet
c) Informação de vôo
d) Informação Sigmet

6. Informação emitida por um órgão de meteorologia referente a ocorrência observada ou


prevista, de fenômenos meteorológicos específicos em rota que podem afetar a segurança das
operações de aeronaves em níveis baixos e que ainda não foram incluídas na previsão emitida
para vôos em niveis baixos na região de informação de vôo envolvida ou em um setor dessa
região. ( p. 21)
a) Informação de tráfego
b) Informação Airmet
c) Informação de vôo

1
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

d) Informação Sigmet

7. Parte de um procedimento de aproximação por instrumentos que termina em um ponto nas


imediações de um aeródromo, no qual pode ser efetuado um pouso ou iniciado um
procedimento de aproximação perdida, e que começa no fixo ou ponto de aproximação final
publicado ou, caso tal fixo ou ponto não esteja publicado. (p.15)
a) APROXIMAÇÃO DE PRECISÃO
b) APROXIMAÇÃO DIRETA
c) APROXIMAÇÃO FINAL
d) APROXIMAÇÃO PARA CIRCULAR

8. Órgão responsável por promover a eficiente organização dos Serviços de Busca e Salvamento e
coordenar as operações de Busca e Salvamento dentro de uma SRR (Região de Busca e
Salvamento) ( p. 17)
a) CENTRO DE COORDENAÇÃO DE SALVAMENTO (RCC)
b) CENTRO DE CONTROLE DE ÁREA
c) CENTRO METEOROLÓGICO
d) CENTRO DE APROXIMAÇÃO

9. Condições meteorológicas expressas em termos de visibilidade, distância de nuvens e teto,


inferiores aos mínimos especificados para o voo visual. (P.18)
a) CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VOO VISUAL
b) CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VOO POR INSTRUMENTOS

10. Condições meteorológicas, expressas em termos de visibilidade, distância de nuvens e teto,


iguais ou superiores aos mínimos especificados. (p.18)
a) CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VOO VISUAL
b) CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS DE VOO POR INSTRUMENTOS

11. Expressão genérica que significa, segundo o caso, fase de incerteza, fase de alerta ou fase de
perigo. (p.20)
a) Fase de Alerta
b) Fase de Perigo
c) Fase de Incerteza
d) Fase de Emergência

12. Luzes aeronáuticas de superfície distribuídas de modo a indicar os limites longitudinais da


pista.(p.22)
a) LUZES DE PISTA
b) LUZES DE OBSTÁCULOS
c) LUZES DE CABECEIRA
d) LUZ AERONÁUTICA DE SUPERFÍCIE

13. Luzes aeronáuticas de superfície dispostas ao longo da pista, indicando sua direção e limites
laterais. (p.22)
a) LUZES DE PISTA

2
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

b) LUZES DE OBSTÁCULOS
c) LUZES DE CABECEIRA
d) LUZ AERONÁUTICA DE SUPERFÍCIE

14. Trajetória de voo perpendicular à pista em uso, compreendida entre a perna do vento e a reta
final. ( p. 25)
a) PERNA BASE
b) PERNA DO VENTO

15. Trajetória de voo paralela à pista em uso, no sentido contrário ao do pouso. ( p.25)
a) PERNA BASE
b) PERNA DO VENTO

16. Serviço prestado com a finalidade de: a) prevenir colisões: - entre aeronaves; e - entre
aeronaves e obstáculos na área de manobras; e b) acelerar e manter ordenado o fluxo de
tráfego aéreo. (p.32)
a) SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS
b) SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VOO
c) SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO
d) SERVIÇO DE CONTROLE DE ÁREA

17. Serviço prestado com a finalidade de proporcionar avisos e informações úteis para a realização
segura e eficiente dos voos. (p.32)
a) SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS
b) SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VOO
c) SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO
d) SERVIÇO DE CONTROLE DE ÁREA

18. Serviço de controle de tráfego aéreo para a chegada e partida de voos controlados.(p.32)
a) SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES AERONÁUTICAS
b) SERVIÇO DE INFORMAÇÃO DE VOO
c) SERVIÇO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO
d) SERVIÇO DE CONTROLE DE APROXIMAÇÃO

19. Altura, acima do solo ou água, da base da mais baixa camada de nuvens, abaixo de 6000m
(20.000 pés) que cobre mais da metade do céu. (p.33)
a) TORRE DE CONTROLE DE AERÓDROMO
b) SPECI
c) TETO
d) ALTITUDE

20. Transmissor-receptor de radar secundário de bordo que, automaticamente, recebe sinais de


rádio dos interrogadores de solo e que, seletivamente, responde, com um pulso ou grupo de
pulsos, somente àquelas interrogações realizadas no MODO e CÓDIGO para os quais estiver
ajustado. (p.34)
A) TRANSPONDER

3
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

B) SART
C) EPIRB
D) METAR

21. Voo efetuado de acordo com as regras de voo por instrumentos (p.35)
a) VOO VFR
b) VOO IFR

22. Voo efetuado de acordo com as regras de voo visual. (p.35)


a) VOO VFR
b) VOO IFR

23. Hora estimada na qual a aeronave iniciará o deslocamento relacionado com a partida.( P.21)
A) HORA ESTIMADA DE CALÇOS FORA
B) HORA ESTIMADA DE CHEGADA
C) HORA ESTIMADA DE APROXIMAÇÃO

24. Para voos IFR, a hora em que se prevê que a aeronave chegará sobre um ponto designado,
definido com referência aos auxílios à navegação, a partir do qual se planeja que um
procedimento de aproximação por instrumentos será iniciado, ou, se o aeródromo não está
equipado com auxílios à navegação, a hora em que a aeronave chegará sobre o aeródromo
(p.21)
A) HORA ESTIMADA DE CALÇOS FORA
B) HORA ESTIMADA DE CHEGADA
C) HORA ESTIMADA DE APROXIMAÇÃO

25. Espaço aéreo controlado que se estende para cima a partir de um limite especificado sobre o
terreno.(p.16)
a) ÁREA DE MANOBRAS
b) ÁREA DE POUSO
c) ÁREA DE MOVIMENTO
d) ÁREA DE CONTROLE

26. Pressão barométrica de um determinado ponto do solo (estação ou aeródromo), reduzida ao


nível médio do mar, expressa em hectopascais; quando introduzida no altímetro de bordo, este
indicará a altitude do aeródromo, quando a aeronave ali pousar. (p.14)
a) AJUSTE A ZERO
b) AJUSTE DE ALTÍMETRO

27. Pressão barométrica em determinado ponto do solo (estação ou aeródromo), expressa em


hectopascais; quando introduzida no altímetro de bordo, este indicará a altura zero, quando a
aeronave ali pousar. (p.14)
a) AJUSTE A ZERO
b) AJUSTE DE ALTÍMETRO

4
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

28. Aproximação na qual todo o procedimento é executado com referência a instrumentos. (p.16)

a) APROXIMAÇÃO RADAR
b) APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS
c) APROXIMAÇÃO VISUAL
d) APROXIMAÇÃO PERDIDA

29. Aproximação em voo IFR, quando parte ou a totalidade do procedimento de aproximação por
instrumentos não se completa e se realiza com referência visual do solo. (p.16)
a) APROXIMAÇÃO RADAR
b) APROXIMAÇÃO POR INSTRUMENTOS
c) APROXIMAÇÃO VISUAL
d) APROXIMAÇÃO PERDIDA

30. Órgão estabelecido para prestar serviço de controle de tráfego aéreo aos voos controlados nas
áreas de controle sob sua jurisdição. (p.17)
a) CENTRO METEOROLÓGICO
b) CENTRO DE COORDENAÇÃO DE SALVAMENTO (RCC)
c) CCR
d) CENTRO DE CONTROLE DE ÁREA

31. Palavra-código usada para designar uma fase de perigo (p.19)


a) DETRESFA
b) INCERFA
c) SARTESFA
d) DISTRESS

32. Palavra-código usada para designar uma fase de alerta (p.14)


a) DETRESFA
b) INCERFA
c) SARTESFA
d) ALERFA

33. Área de Controle, ou parte dela, disposta em forma de corredor. ( p.13)


a) AEROPORTO
b) AEROVIA
c) TORRE
d) AERÓDROMO

34. Espaço aéreo de dimensões definidas, dentro do qual se presta o serviço de controle de tráfego
aéreo de conformidade com a classificação do espaço aéreo. (p.19)
A) ESPAÇO AÉREO CONTROLADO
B) ESPAÇO AÉREO ATS
C) ESPECIFICAÇÃO DE NAVEGAÇÃO
D) ESTAÇÃO AERONÁUTICA

5
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

35. Espaços aéreos de dimensões definidas, designados alfabeticamente, dentro dos quais podem
operar tipos específicos de voos e para os quais são estabelecidos os serviços de tráfego aéreo e
as regras de operação. (p.19)
A) ESPAÇO AÉREO CONTROLADO
B) ESPECIFICAÇÃO DE NAVEGAÇÃO
C) ESPAÇO AÉREO ATS
D) ESTAÇÃO AERONÁUTICA

36. Palavra-código usada para designar uma fase de incerteza (p.21)


a) DETRESFA
b) INCERFA
c) SARTESFA
d) ALERFA

37. Superfície de pressão atmosférica constante, relacionada com uma determinada referência de
pressão, 1013.2 hectopascais, e que está separada de outras superfícies análogas por
determinados intervalos de pressão. (p.24)
a) NÍVEL DE VOO
b) NÍVEL DE TRANSIÇÃO
c) NÍVEL MÍNIMO DE ESPERA
d) NÍVEL DE CRUZEIRO

38. Aviso que contém informação relativa ao estabelecimento, condição ou modificação de


qualquer instalação aeronáutica, serviço, procedimento ou perigo, cujo pronto conhecimento
seja indispensável para o pessoal encarregado das operações de voo. (p.24)
a) PRENOTAM
b) SPECI
c) METAR
d) NOTAM

39. Documento utilizado para inclusão, exclusão, modificação e /ou divulgação de informações no
AIP, ROTAER, AIP MAP, NOTAM E Suplemento AIP. ( Serviço de Informação Aeronáutica P.08)
a) NOTAM
b) PRENOTAM
c) METAR
d) SPECI

40. Informe meteorológico especial de aeródromo. ( p.33)


a) NOTAM
b) PRENOTAM
c) METAR
d) SPECI

CAPÍTULO 3

6
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

41. Partes do espaço aéreo onde são providos os serviços de informação de voo e de alerta. (p.40)
a) Áreas de Controle e Zonas de Controle
b) Regiões de Informação de Voo

42. Partes do espaço aéreo na FIR onde é provido o serviço de controle de tráfego aéreo para os
voos IFR ou VFR, conforme a classificação do espaço aéreo (p.41)
a) Áreas de Controle e Zonas de Controle
b) Regiões de Informação de Voo

43. As partes do espaço aéreo em torno de um aeródromo dentro das quais determinou-se
a aplicação de requisitos especiais para proteção do tráfego do aeródromo são designadas
como _____________________. ( p.41)
a) Áreas de Controle e Zonas de Controle
b) Regiões de Informação de Voo
c) Zonas de Tráfego de Aeródromo ( ATZ)
d) Aerovias

44. Limite Vertical Superior : Ilimitado


Limite Vertical Inferior : FL 245 exclusive
Limites Laterais: 43NM de largura
Esses parâmetros definem as dimensões das aerovias: (p. 42)
a) Inferiores
b) Superiores

45. Limite Vertical Superior : FL 245 inclusive


Limite Vertical Inferior : 150m ( 500) pés abaixo do FL mínimo
Limites Laterais: 16NM (30 km) de largura
Esses parâmetros definem as dimensões das aerovias: (p. 43)
a) Inferiores
b) Superiores

46. As várias circunstâncias em que ocorrem casos de emergência impedem o estabelecimento


de procedimentos detalhados e exatos a serem seguidos. Quando o piloto em comando de uma
aeronave solicitar o acionamento dos recursos de salvamento e de prestação de socorro, para o
atendimento de uma situação de emergência, caberá a / ao ___________ repassar todos os
dados recebidos, referentes à emergência em questão, à administração aeroportuária, a fim de
serem acionados os recursos pertinentes para o atendimento da emergência. (p.48)

a) AFTN
b) ATS
c) ACC

47. Numa condição de emergência qual a frequencia ar-terra a aeronave deverá utilizar para
transmitir MAYDAY ou PAN PAN? ( p.49)
a) 120.5 Mhz

7
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

b) 130.5 Mhz
c) 121.5 Mhz
d) 4040 Mhz

48. É uma notificação padronizada, transmitida por uma aeronave em voo ao órgão ATS
apropriado, destinada a fornecer elementos essenciais à segurança do tráfego aéreo. (p.55)
a) Mensagem de posição
b) Mensagem de comando
c) Mensagem de segurança

49. O balanço violento, a perda de altura ou de velocidade ascensional e os esforços de


estrutura são os três efeitos básicos de que fenômeno na aeronave? (p.56)
a) esteira de convergência
b) elevador de turbulência
c) esteira de turbulência

CAPÍTULO 6
50. Transmitirá informações e autorizações às aeronaves sob seu controle para
conseguirem um movimento de tráfego aéreo seguro, ordenado e rápido no aeródromo e
em suas proximidades com o objetivo de evitar abalroamento entre as aeronaves. (p.111)

a) TWR
b) APP
c) Acc

51. É o órgão oficial de informação a respeito das horas de saída e de chegada das
aeronaves e de encaminhar essas e outras informações necessárias ao ACC a que estiver
subordinado. (p.111)

a) TWR
b) APP
c) Acc

52. Os mínimos meteorológicos de aeródromo para operações VFR são os seguintes: (P.112)
a) Teto – 450m (1.500 pés) e Visibilidade- 4.500 metros.
b) Teto – 400m (1.000 pés) e Visibilidade- 4.500 metros.
C) Teto – 450m (1.500 pés) e Visibilidade- 5.000 metros.

53. Órgão credenciado para avaliar as condições meteorológicas nos setores de


aproximação e de decolagem. ( p.112)
a) TWR
b) APP
c) Acc

8
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

Capítulo 1: ( Apenas)

1. Inspeção Não-Programada com o objetivo de verificar o cumprimento do Plano de


Ações Corretivas relativas à inspeção anterior.
a) INSPEÇÃO SISTÊMICA
b) INSPEÇÃO NÃO-PROGRAMADA
c) INSPEÇÃO DE SEGUIMENTO
ICA 121-10 1.3.13

2. Inspeção em um provedor de serviço onde os levantamentos da fase de Inspeção


Local são realizados por pessoal técnico da própria organização inspecionada.
a) INSPEÇÃO SISTÊMICA
b) INSPEÇÃO NÃO-PROGRAMADA
c) INSPEÇÃO DE SEGUIMENTO
ICA 121-10 1.3.18

3. Inspeção que não foi prevista no Plano Anual de Inspeções.


a) INSPEÇÃO SISTÊMICA
b) INSPEÇÃO NÃO-PROGRAMADA
c) INSPEÇÃO DE SEGUIMENTO
ICA 121-10 1.3.15

4. Documento resultante da juntada das Fichas de Não-Conformidades produzidas


na inspeção com as considerações do Chefe da Equipe.
a) RELATÓRIO DE INSPEÇÃO
b) PRENOTAM
c) CERTIFICADO DE PRÉ-INSPEÇÃO
ICA 121-10 1.3.36

5. Planejamento em que a ASOCEA prevê a realização de Inspeções Programadas


ao DECEA e às demais organizações do SISCEAB para um período de um ano.
a) PROVEDOR DE SERVIÇOS
b) PLANO DE AÇÕES CORRETIVAS
c) PLANO ANUAL DE INSPEÇÕES
ICA 121-10 1.3.26

6. Documento assinado por autoridade do SISCEAB que contém informações de


interesse da navegação aérea, ou seja, aquelas que possam influir direta ou
indiretamente na segurança, eficiência e regularidade da navegação aérea.
a) RELATÓRIO DE INSPEÇÃO
b) PRENOTAM
c) CERTIFICADO DE PRÉ-INSPEÇÃO
ICA 121-10 1.3.30

7. GEIV – O que significa?

a) Grupo Extraordinario de Inspeção em Vôo

9
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

b) Grupo Especial de Investigacao em Vôo


c) Grupo Especial de Inspeção em Vôo
ICA 121-10 1.4

8. Servico de Busca e Salvamento:


a) SBS
b) SAR
c) CCBB
ICA 121-10 1.4

CAPITULO 2 (SOMENTE)
1. Qualquer aparelho que possa sustentar-se na atmosfera a partir de reações do ar
que não sejam as reações do ar contra a superfície da terra.
a) AEROPLANO (AVIÃO)
b) AERONAVE
c) AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA
ICA 100-12 2.1.5

2. Espaço aéreo de dimensões definidas, sobre o território ou mar territorial brasileiro,


dentro do qual o voo de aeronaves é proibido.
a) ÁREA PROIBIDA
b) ÁREA DE SINALIZAÇÃO
c) ÁREA DE POUSO
ICA 100-12 2.1.20

3. Espaço aéreo de dimensões definidas, sobre o território ou mar territorial brasileiro,


dentro do qual o voo de aeronaves é restringido conforme certas condições definidas.
a) ÁREA PROIBIDA
b) ÁREA RESTRITA
c) ÁREA DE POUSO
ICA 100-12 2.1.21

4. Órgão estabelecido para prestar serviço de controle de tráfego aéreo aos voos
controlados nas áreas de controle sob sua jurisdição.
a) CONTROLE DE APROXIMAÇÃO
b) CONTROLE DE TORRE
c) CENTRO DE CONTROLE DE ÁREA
ICA 100-12 2.1.24

5. Órgão estabelecido para prestar serviço de controle de tráfego aéreo aos voos
controlados que cheguem ou saiam de um ou mais aeródromos.
a) CONTROLE DE APROXIMAÇÃO
b) CONTROLE DE TORRE
c) CENTRO DE CONTROLE DE ÁREA
ICA 100-12 2.1.27

10
ICA 100-37 SERVIÇOS DE TRÁFEGO AÉREO
Preparado Por RPM Albuquerque ( FPSO Saquarema) 2016

6. Termo genérico referente à posição vertical de uma aeronave em voo, que significa,
indistintamente, altura, altitude ou nível de voo.
a) NÍVEL DE CRUZEIRO
b) NÍVEL DE VOO
c) NÍVEL
ICA 100-12 2.1.39

7. Área definida, em um aeródromo terrestre, destinada a abrigar as aeronaves para fins


de embarque ou desembarque de passageiros, carga ou descarga, reabastecimento,
estacionamento ou manutenção.
a) PISTA
b) RUMO
c) PÁTIO
ICA 100-12 2.1.44

8. Área retangular definida, em um aeródromo terrestre, preparada para o pouso e


decolagem de aeronaves.
a) PISTA
b) RUMO
c) PÁTIO
ICA 100-12 2.1.47

9. Projeção sobre a superfície terrestre da trajetória de uma aeronave cuja direção, em


qualquer ponto, é expressa geralmente em graus a partir do Norte (verdadeiro ou
magnético).
a) ROTA
b) RUMO
c) NIVEL

ICA 100-12 2.1.60

10. Para fins aeronáuticos, _______ é o maior valor entre os seguintes:


a maior distância em que um objeto de cor escura e de dimensões
satisfatórias, situado perto do chão, pode ser visto e reconhecido, quando
observado contra um fundo luminoso; ou a maior distância em que as luzes de 1000
candelas, nas vizinhanças, podem ser vistas e identificadas contra um fundo não
iluminado.
a) Iluminacao
b) Visibilidade
c) Amplitude
ICA 100-12 2.1.83

11