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The Good, the Bad and the Ugly

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The Good, the Bad and the Ugly (em italiano: Il buono, il
The Good, the Bad and the Ugly
brutto, il cattivo ; em alemão: Zwei glorreiche Halunken ; no Brasil: (Il buono, il brutto, il cattivo)
Três Homens em Conflito; em Portugal: O Bom, o Mau e o
O Bom, o Mau e o Vilão[1][2] (PRT)
Vilão) é um filme épico de spaghetti western teuto-americano-
Três Homens em Conflito[3][4] (BRA)
hispano-italiano de 1966, dirigido por Sergio Leone e estrelado por
Clint Eastwood, Lee Van Cleef e Eli Wallach como o trio-título.[9] O
roteiro foi escrito por Age & Scarpelli, Luciano Vincenzoni e Leone
(com material de roteiro adicional pelo não creditado Sergio
Donati),[5] baseado na história criada por Vincenzoni e Leone. O
diretor de fotografia, Tonino Delli Colli, foi responsável pela
cinematografia widescreen e Ennio Morricone compôs a trilha
sonora, incluindo seu tema principal. O filme foi co-produzido entre
companhias da Itália, da Espanha, da Alemanha Ocidental e dos
Estados Unidos.

O filme é conhecido pelo uso de long shots e close-ups na


cinematografia, bem como sua utilização característica da violência,
tensão e tiroteios. A trama gira em torno de três pistoleiros
competindo para descobrir um fortuna em ouro confederado
enterrado em meio ao violento caos de tiroteios, enforcamentos,
batalhas da Guerra Civil dos Estados Unidos e campos de
Cartaz original italiano
prisioneiros.[10] O filme foi a terceira parceria entre Leone e Clint
Itália
Eastwood, e a segunda entre o diretor e Lee Van Cleef.
Espanha
Alemanha Ocidental
Il buono, il brutto, il cattivo é o último da Trilogia dos Dólares, que
Estados Unidos[5]
inclui Per un pugno di dollari (1964) e Per qualche dollaro in più 1966 • cor • 161 min
(1965). Em seu lançamento, o filme tornou-se um sucesso comercial, Direção Sergio Leone
arrecadando mais de $25 milhões em bilheteria. Por conta da
Produção Alberto Grimaldi
desaprovação geral do gênero Spaghetti Western na época, a
Roteiro Agenore Incrocci
recepção crítica no lançamento do longa-metragem foi mista, mas ele Furio Scarpelli
ganhou aclamação da crítica anos mais tarde. Il buono, il brutto, il Luciano
Vincenzoni
cattivo é considerado, hoje, um exemplo de grande influência do Sergio Leone
gênero faroeste. Sergio Donati
(não creditado)

História Luciano
Vincenzoni
Índice Sergio Leone
Elenco Clint Eastwood
Enredo Lee Van Cleef
Elenco Eli Wallach
O trio Mario Brega
Aldo Giuffrè
Coadjuvantes
Gênero faroeste
Desenvolvimento filme épico
Pré-produção
Produção Música Ennio Morricone
Temas e cinematografia Direção de fotografia Tonino Delli Colli
Música Figurino Carlo Simi
Lançamento Edição Eugenio Alabiso
Mídia caseira Nino Baragli
Companhia(s) Produzioni
Recepção
produtora(s) Europee
Recepção da crítica Associati (PEA)
Reavaliação e legado Arturo González
Producciones
Na cultura popular Cinematográficas
Sequência Constantin Film
United Artists
Referências
Bibliografia Distribuição PEA
United
Ligações externas
Artists
Lançamento 23 de
dezembro de
Enredo 1966[6]
15 de
Em plena Guerra Civil dos Estados Unidos, três homens, Tuco, dezembro de
Lourinho e Angel Eyes, buscam um tesouro enterrado em um 1967
29 de
cemitério, mas dois deles (Tuco e Lourinho) apenas têm dezembro de
conhecimento de uma parte da sua localização(Tuco só sabe o nome 1967
do cemitério e ignora o nome do túmulo, enquanto Lourinho só sabe
11 de janeiro
de 1968[6]
o nome do túmulo onde o ouro está enterrado, mas não em que
7 de agosto
cemitério, ao passo que Angel Eyes ignora ambas as informações), e de 1968
dependem um do outro para chegar ao tesouro, de modo que Idioma italiano
ninguém pode morrer ou o remanescente perderá informações inglês
imprescindíveis. O terceiro, Angel Eyes, apenas persegue os outros Orçamento $1.2 milhão[7]
dois para tentar chegar ao tesouro, sem ter conhecimento de onde ele Receita $25.1 milhões[8]
se encontra. Não há limites para trapaças e tentativas de um
Cronologia
sobrepujar o outro em seu intento. Clint Eastwood apresenta a figura
Per qualche dollaro
do pistoleiro de modos refinados, chamado por Tuco de "Lourinho"
in più (1965)
("Blondie", no original). Seu verdadeiro nome não é mencionado
Página (http://www.imdb.com/title/tt00
uma vez sequer no filme. Mesmo aplicando pequenos golpes para 60196/) no IMDb (em inglês)
ganhar dinheiro (inclusive alguns deles aliado a Tuco), ele fica com a
figura de o Bom, por ser o mais ético e menos sanguinário dos três pistoleiros, só matando outra pessoa como último
recurso, como quando é necessário para salvar a própria vida. Eli Wallach faz o papel do canastrão e nada requintado
Tuco (cujo nome real no filme é Benedito Pacífico Juan Maria Ramírez), que fica com a alcunha de o Feio, devido a
seus trejeitos rudes e sua aparência descuidada. Lee Van Cleef interpreta o pistoleiro que usa pseudônimo "Angel
Eyes" (também chamado de "Sentenza", na versão italiana) que é o Mau. Trata-se de um mercenário sem o menor
senso ético, que, por vezes, trabalha como agente duplo, exterminando tanto o alvo que foi contratado para eliminar,
como o mandante do crime, caso isso possa lhe render mais dinheiro. Mesmo com personalidades tão diferentes, os
três têm uma característica em comum: todos são pistoleiros excepcionalmente hábeis, com incrível precisão de
pontaria e enorme rapidez e agilidade no manejo das armas.[11]

No filme, os fatos se sucedem da seguinte maneira: Angel Eyes persegue o homem que foi contratado para matar, que
usa o nome de Bill Carson, enquanto Lourinho e Tuco enganam o sistema judiciário estadual. A artimanha funciona da
seguinte forma: Lourinho entrega Tuco, um criminoso muito procurado e que vale uma recompensa, aos xerifes,
recebe o dinheiro, mas sempre salva o comparsa do enforcamento no exato momento da execução, cortando a corda
da forca com um tiro, e ambos fogem e dividem o dinheiro. Eventualmente, Lourinho, cansado das reclamações de
Tuco sobre como o dinheiro era dividido, desfaz a sociedade, deixando Tuco abandonado a 100 quilômetros da cidade
mais próxima. Tuco, porém, sobrevive à dura caminhada e persegue Lourinho até, afinal, conseguir capturá-lo. Ele
planeja executar sua vingança forçando Lourinho a caminhar por 200 quilômetros no meio do deserto, até matá-lo por
desidratação. Porém, quando Lourinho já está próximo da morte, eles encontram uma diligência à deriva no deserto,
cujo único sobrevivente presente é exatamente Bill Carson, o alvo de Angel Eyes. Gravemente desidratado, Carson
propõe revelar a Tuco a localização de um túmulo que esconde 200 mil dólares em ouro se ele puder lhe arranjar água.
Já muito debilitado, ele chega a revelar o nome do cemitério (Sad Hill), mas não o nome do túmulo. Tuco então corre
para buscar a água. Ao voltar, Lourinho está próximo da diligência, e Bill Carson já está morto. Irritado, Tuco ameaça
Lourinho, mas este lhe revela que Bill Carson lhe falou o nome do túmulo. Tuco, assim, não tem alternativa a não ser
mantê-lo vivo. Aflito para salvar Lourinho da morte, Tuco veste em si e no antigo comparsa os uniformes dos mortos
(que eram do exército da Confederação), e ambos rumam para um mosteiro, onde Lourinho é tratado e, aos poucos,
recupera as forças.[11]

Angel Eyes, porém, sabendo do segredo de ambos, não está disposto a deixar o tesouro escapar. O exército do norte
(União) prende Tuco e Lourinho. Angel Eyes, infiltrado na União, ordena que Wallace, o mais forte militar do grupo,
torture Tuco até que ele revele o que sabe sobre o dinheiro. Como só sabe a metade do segredo (o nome do cemitério),
ele acaba por revelar que Lourinho sabe o nome da sepultura. Angel Eyes, então, sabendo que Lourinho não revelaria
seu segredo tão facilmente, propõe dividir o ouro com ele, que finge aceitar. Wallace algema seu pulso ao de Tuco, a
fim de levá-lo para a prisão, mas, no meio da viagem de trem, Tuco consegue matá-lo, saltando do vagão, e então pega
o trem que segue na direção contrária, voltando para o lugar de onde havia saído. Lourinho e Angel Eyes chegam à vila
onde Tuco se encontra, e como ela está sob intenso bombardeio, Lourinho consegue despistar Angel Eyes e aliar-se
outra vez ao antigo parceiro.[11]

Desta vez, ambos se alistam no exército do norte como forma de esconder suas verdadeiras intenções e chegar ao
cemitério. Quando dinamitam uma ponte, revelam um ao outro a informação de que dispõem. Tuco fala o nome do
cemitério de Sad Hill, ao passo que Lourinho fala que o nome do túmulo é Arch Stanton. Na primeira chance que tem,
Tuco foge e vai ao cemitério e, após procurar exaustivamente, encontra o túmulo de Arch Stanton e cava-o
freneticamente. Quando está quase abrindo o caixão, porém, Lourinho surge e joga-lhe uma pá. Tuco tenta sacar a
arma, mas Lourinho mostra-lhe que também está armado. Ambos são, subitamente, surpreendidos por Angel Eyes,
que joga uma pá para Lourinho, ordenando-lhe que também cave. Lourinho nem faz menção de pegar a pá, e, quando
Angel Eyes ameaça alvejá-lo, ele apenas diz: "Se atirar em mim, não vai ver um centavo desse dinheiro". Quando Angel
Eyes pergunta o por quê, Lourinho chuta a tampa do caixão, revelando que nada há dentro além de um esqueleto,
mostrando que não disse a verdade a Tuco e ainda encarando-o com um sorriso irônico. Tuco, por sua vez, se enfurece
e ameaça golpeá-lo com a pá, mas se detém.[11]

Lourinho então propõe um duelo triplo, do tipo 'impasse


mexicano' para ver quem merece o ouro. Diz que escreverá o
nome da sepultura correta embaixo de uma pedra, e, então,
todos seguem para o círculo central do cemitério. Lourinho
deixa a pedra bem no centro do círculo, e então segue-se uma
das cenas mais famosas dos filmes de faroeste, com os três
pistoleiros encarando-se friamente por vários minutos, ao
som da música "Il Triello" ("O Trio"), de Ennio Morricone. O icônico impasse mexicano, com Tuco à
esquerda, Angel Eyes no centro e Lourinho à
Ao longo da cena do impasse, Tuco e Angel Eyes demonstram
direita. A cena é acompanhada pela música "Il
apreensão e nervosismo flagrantes, ao passo que Lourinho é
Triello" ("O Trio"), de Ennio Morricone.
visivelmente o menos tenso dos três duelistas. Angel Eyes é o
primeiro a tentar sacar a arma, mas Lourinho é mais rápido e
o acerta, ainda sem matá-lo. Tuco também tenta atirar em Angel Eyes, mas sua arma está descarregada. O mercenário,
embora ferido, ainda tenta outra vez atirar em Lourinho, mas este novamente é mais rápido e, desta vez, o tiro é
certeiro. Com o segundo tiro, Angel Eyes cai dentro de uma cova aberta, morto. Lourinho revela a Tuco que
descarregou sua arma na noite anterior e ordena-lhe que cave a sepultura certa, onde está escrito "Desconhecido", ao
lado da de Arch Stanton.[11]

Tuco afinal desenterra o ouro, mas Lourinho está precavido, pois não confia nele. Uma forca está preparada, e
Lourinho, com a arma carregada, faz com que Tuco coloque sua cabeça no laço. Após amarrar suas mãos, Lourinho
pega sua metade do ouro e vai embora cavalgando, enquanto Tuco grita desesperado, chamando-o de volta. Seu
pânico ao gritar é tamanho que, por vezes, ele quase se desequilibra da cruz que lhe serve de apoio, o que decretaria
seu fim. Depois de alguns minutos, Lourinho para o cavalo e atira de longe, cortando a corda e mostrando que, de fato,
não queria matar o antigo aliado, mas sim, apenas desforrar-se da tortura a que Tuco o submetera no deserto e, ao
mesmo tempo, impedi-lo de o perseguir para roubar o ouro que levava, pois Tuco estava com as mãos amarradas e a
pé, enquanto Lourinho estava a cavalo. Na cena final do filme, após se levantar do tombo sobre as moedas de ouro e
ainda com as mãos amarradas, Tuco dispara impropérios contra Lourinho, que vai embora cavalgando
tranquilamente.[11]

Elenco

O trio
Clint Eastwood como "Lourinho" (também conhecido como o pistoleiro sem nome): O Bom, um caçador de
recompensas convencido que faz uma parceria com Tuco, e também com Angel Eyes temporariamente, para
encontrar o ouro enterrado. Lourinho e Tuco têm uma parceria ambivalente. Tuco sabe o nome do cemitério
onde o ouro está enterrado, mas Lourinho sabe o nome da cova onde o tesouro está, forçando-os a trabalhar
juntos para encontrá-lo. Apesar da missão gananciosa, a pena de Lourinho pelos soldados morrendo no
massacre caótico da guerra é evidente. "Nunca vi tantos homens serem desperdiçados desse jeito", comenta.
Ele também conforta um soldado morrendo colocando seu casaco sobre ele e deixando-o fumar seu cigarro.

Rawhide terminou sua exibição como série em 1966, quando nem Per un pugno di dollari
nem Per qualche dollaro in più haviam sido lançados nos Estados Unidos. Quando Leone
ofereceu a Clint Eastwood um papel em seu próximo filme, foi a única oferta para um
grande filme que teve; entretanto, Eastwood ainda precisava ser convencido a fazê-lo.
Leone e sua esposa viajaram até a Califórnia para persuadi-lo. Dois dias depois, ele
concordou em fazer o filme pelo valor de $250,000,[12] além de 10% dos lucros dos países
norte-americanos, deixando Leone insatisfeito.[13]
No roteiro original do filme, em italiano, ele se chama "Joe" (seu apelido em Per un pugno di
dollari), mas ele é chamado de Lourinho nos diálogos em italiano e em inglês.[5]

Lee Van Cleef como Angel Eyes: O Mau, um mercenário sociopata, cruel e insensível, que sempre termina um
trabalho para o qual é pago (que geralmente é encontrar – e matar – pessoas). Quando Lourinho e Tuco são
capturados enquanto disfarçavam-se de soldados confederados, Angel Eyes é o sargento da União que interroga
e faz Tuco ser torturado, eventualmente descobrindo o nome do cemitério onde o ouro está enterrado, mas não o
nome da lápide. Angel Eyes forma uma curta parceria com Lourinho, mas este e Tuco viram-se contra Angel
Eyes quando conseguem uma chance.

Originalmente, Leone queria que Charles Bronson interpretasse Angel Eyes, mas ele já
estava comprometido com o filme The Dirty Dozen (1967). Leone pensou em trabalhar com
Lee Van Cleef novamente: "Eu disse para mim mesmo que Van Cleef havia interpretado um
personagem romântico em Per qualche dollaro in più. A ideia de fazê-lo atuar como um
personagem cuja personalidade era oposta não me pareceu má".[14]
No roteiro original, Angel Eyes foi nomeado "Banjo", mas era chamado de "Sentenza"
("Sentença" ou "Julgamento") na versão italiana. Clint Eastwood sugeriu o nome Angel Eyes
no set, por sua aparência magra e pontaria mortal.[5]

Eli Wallach como "Tuco", alcunha de Benedito Pacífico Juan María Ramírez (também conhecido como "Rato", de
acordo com Lourinho): O Feio, um criminoso mexicano de trejeitos engraçados, um tanto rústico e falastrão.
porém muito ousado e corajoso em suas ações criminosas, o que o torna um homem perigoso. Ele é
exaustivamente procurado pelas autoridades por uma longa lista dos mais variados crimes. Tuco consegue
descobrir o nome do cemitério onde o ouro está enterrado, mas não sabe o nome do túmulo – apenas Lourinho
sabe. Isso força Tuco a uma parceria relutante com Lourinho.

O diretor originalmente considerou Gian Maria Volonté para o papel de Tuco, mas sentiu
que o papel requeria alguém com um "talento cômico natural". No fim, Leone escolheu Eli
Wallach por conta de seu papel em A Conquista do Oeste (1962), mais especificamente, por
sua atuação na cena "As Estradas de Ferro".[14] Em Los Angeles, Leone conheceu Wallach,
que estava cético a respeito de fazer o mesmo tipo de personagem de novo, mas, após
Leone mostrar a sequência de abertura de Per qualche dollaro in più, Wallach disse:
"Quando você precisará de mim?"[14] Os dois homens se deram muito bem, compartilhando
o mesmo senso de humor bizarro. Leone permitiu que Wallach fizesse alterações em seu
personagem nas roupas e nos gestos. Eastwood e Van Cleef perceberam que o
personagem de Tuco estava perto do coração de Leone, e o diretor e Wallach tornaram-se
bons amigos. Eles comunicavam-se em francês, que Wallach falava mal, e Leone, bem. Van
Cleef comentou: "Tuco é o único do trio sobre o qual os espectadores aprendem tudo.
Conhecemos seu irmão e descobrimos de onde ele veio e por que se tornou um bandido.
Mas os personagens de Clint e de Angel permanecem um mistério".[14]
No trailer para cinemas, Angel Eyes é referido como O Feio, e Tuco, como o Mau.[15] Isso
se deve a um erro de tradução; o título da versão italiana é traduzido literalmente como "O
Bom, o Feio, o Mau".

Coadjuvantes
Aldo Giuffrè como Capitão Clinton. Um soldado alcoólatra da União que se torna amigo de Tuco e Lourinho. Ele
acredita que o confronto sangrento em que seus homens estão envolvidos é inútil, e tem o sonho de destruir a
Ponte Branston – um desejo realizado por Lourinho e Tuco. Mortalmente ferido na batalha subsequente, morre
sorrindo logo após saber que a ponte foi destruída.
Mario Brega como Cabo Wallace. Um guarda de prisão que trabalha para Angel Eyes e brutalmente tortura Tuco
para descobrir a localização do tesouro. Angel Eyes deixa Tuco com Wallace, para que ele pudesse entregar
Tuco pelo dinheiro da recompensa, Tuco, entretanto, mata Wallace e foge.
Luigi Pistilli como padre Pablo Ramírez. Irmão de Tuco, um frade católico. Ele despreza a escolha de Tuco de
viver como um bandido, mas o ama.
Al Mulock como Elam, um caçador de recompensas que perde o braço direito após ser ferido por Tuco no
começo do filme. Ele busca vingança, mas é morto por Tuco, que então afirma: "Quando tiver que atirar, atire.
Não fale."
Antonio Casas como Stevens. Morto por Angel Eyes, que foi pago para matá-lo por Baker.
Antonio Casale como Bill Carson/Jackson.
Sergio Mendizábal como o caçador de recompensas loiro. Um dos três caçadores de recompensas mortos por
Lourinho durante uma tentativa de prender Tuco.
John Bartha como o Xerife. Leva Tuco para a cadeia. Tem seu chapéu atingido por um tiro de Lourinho.
Antonio Molino Rojo como Capitão Harper, o capitão bondoso do campo de prisioneiros da União que está
lentamente perdendo a perna para necrose gangrenosa. Harper avisa Angel Eyes para não ser desonesto em
seu trabalho, mas Angel Eyes deliberadamente ignora suas ordens.
Lorenzo Robledo como Clem, capanga enviado para seguir Lourinho quando ele deixa o esconderijo de Angel
Eyes, após Tuco matar o caçador de recompensas. Lourinho descobre-o e acerta um tiro em seu estômago.
Enzo Petito como Sr. Milton, o honesto dono de loja roubado por Tuco.
Livio Lorenzon como Baker, o soldado confederado envolvido no esquema de dinheiro com Stevens e Carson.
Morto por Angel Eyes, que foi pago para matá-lo por Stevens.

Desenvolvimento

Pré-produção
Depois do sucesso de Per qualche dollaro in più, executivos da United Artists entraram em contato com o roteirista do
filme, Luciano Vincenzoni, para assinar um contrato pelos direitos do filme e também para o próximo. Ele, o produtor
Alberto Grimaldi e Sergio Leone não tinham planos, mas, após algum tempo, Vincenzoni imaginou "um filme sobre
três trapaceiros que estão buscando algum tesouro na época da Guerra Civil dos Estados Unidos".[14] O estúdio
concordou, mas queria saber o custo de produção do filme. Enquanto isso, Grimaldi estava tentando negociar seu
próprio acordo, mas a ideia de Vincenzoni era mais lucrativa. Os dois homens firmaram um acordo com a United
Artists por um orçamento de um milhão de dólares, com o estúdio adiantando $500,000 e ficando com 50% dos
lucros fora da Itália. O orçamento total eventualmente chegou a $1.2 milhão.[5]

Leone desenvolveu o roteiro com base no conceito original do roteirista de "mostrar o absurdo da guerra... a Guerra
Civil em que os personagens se encontram. No meu ponto de vista, é inútil, estúpida: ela não envolveu uma 'boa
causa'".[14] Um ávido fã de história, Leone afirmou: "Eu li em algum lugar que 120,000 pessoas morreram nos campos
de prisioneiros do sul, como o de Andersonville. Não estou ignorante ao fato de que havia campos no norte. Você
sempre escuta sobre o comportamento vergonhoso dos derrotados, nunca dos vencedores."[14] O Campo de
Batterville, onde Lourinho e Tuco são presos, foi baseado nas gravuras em aço de Andersonville. Muitas filmagens
foram influenciadas pelo arquivo de fotografias de Mathew Brady. Como o filme ocorre durante a Guerra Civil, ele
serve como uma prequela para os outros dois filmes da trilogia, que se passam após a guerra.[16]

Enquanto Leone desenvolveu a ideia de Vincenzoni em um roteiro, o roteirista recomendou a equipe de Agenore
Incrucci e Furio Scarpelli, especializada em comédia, para trabalhar junto com Leone e Sergio Donati. De acordo com
Leone, "eu não poderia usar nada que eles tinham escrito. Foi a maior decepção da minha vida".[14] Donati concordou,
dizendo que "não havia quase nada escrito por eles no roteiro final. Eles apenas escreveram a primeira parte. Só uma
linha".[14] Vincenzoni afirma que escreveu o roteiro em 11 dias, mas ele logo deixou o projeto depois de sua relação
com Leone piorar. Os três personagens principais contêm elementos autobiográficos de Leone. Em uma entrevista, ele
disse que "[Sentenza] não tem alma, ele é um profissional no sentido mais banal do termo. Como um robô. Com os
outros dois, não ocorre o mesmo. No lado metódico e cuidadoso de meu personagem, eu estaria mais próximo de il
Biondo (Lourinho), mas minha simpatia profunda sempre estará do lado de Tuco... ele pode ser tocante com todo o
seu carinho e sua humanidade ferida".[14]

Eastwood recebeu um salário baseado em porcentagem, diferente dos dois primeiros filmes, em que recebeu um
salário fixo. Quando Lee Van Cleef foi chamado para atuar em outro filme da Trilogia dos Dólares, brincou, afirmando
que "a única razão pela qual me trouxeram de volta é porque esqueceram de me matar em Per qualche dollaro in
più".[16]

O título do filme enquanto estava sendo produzido era I due magnifici straccioni (Os Dois Vagabundos Magníficos).
Foi modificado pouco antes das filmagens começarem, quando Vincenzoni pensou em Il buono, il brutto, il cattivo (O
Bom, o Feio, o Mau), título que Leone adorou.[15]

Produção
As filmagens começaram no estúdio Cinecittà, em Roma, na metade de maio de 1966, incluindo a cena de abertura
entre Clint e Wallach quando o Pistoleiro Sem Nome captura Tuco pela primeira vez para mandá-lo para a cadeia.[17]
A produção, então, foi até a região de planalto da Espanha próxima de Burgos no norte, seguindo para o sudoeste dos
Estados Unidos, e após para Almeria, no sul da Espanha.[18] Desta vez, a produção precisou de cenários mais
elaborados, incluindo uma cidade sob fogo de canhões, um campo de prisioneiros e um campo de batalha da Guerra
Civil dos Estados Unidos. E, para o clímax, algumas centenas de soldados espanhóis foram contratados para criar um
cemitério com milhares de lápides para assemelhar-se a um antigo circo romano.[18] A cena em que a ponte foi
destruída teve que ser gravada duas vezes, pois, da primeira vez, todas as três câmeras foram destruídas pela
explosão.[19] Eastwood lembra que "Eles se importariam se você estivesse fazendo uma história sobre espanhóis e
sobre a Espanha. Então, eles escrutinariam você, mas, como você está fazendo um filme de faroeste que deve se passar
no sudoeste dos Estados Unidos ou no México, eles não poderiam se importar menos sobre sua história ou tema."[14]
O cinematógrafo italiano Tonino Delli Colli foi trazido para fazer as filmagens e Leone pediu-lhe que prestasse mais
atenção à luz do que nos dois filmes anteriores; Ennio Morricone compôs a trilha sonora novamente. Leone pediu a
Morricone que compusesse uma música para o impasse mexicano da cena final no cemitério, dizendo que deveria ter
uma sensação de que "os corpos estivessem rindo de dentro de suas
tumbas", e pediu a Delli Colli para criar um efeito hipnótico rodopiante
com close ups dramáticos, para dar aos espectadores a impressão de um
balé visual.[18] As filmagens terminaram em julho de 1966.[12]

Eastwood inicialmente não gostou do roteiro e estava preocupado com o


fato de poder ser ofuscado por Wallach, e disse a Leone que "No primeiro
filme, eu estava sozinho. No segundo, nós éramos dois. Agora, nós seremos
três. Se continuar desse jeito, no próximo eu estarei estrelando com toda a
cavalaria dos Estados Unidos".[20] Como Eastwood dificultou sua aceitação
para participar do filme (inflando seus ganhos para $250,000, outra
Ferrari[21] e 10% dos lucros nos Estados Unidos quando lançado lá), o ator
novamente deparou-se com disputas de publicidade entre Ruth Marsh, que
disse para ele aceitar atuar no terceiro filme da trilogia, e a Agência
William Morris e Irving Leonard, que estavam insatisfeitos com a
influência de Marsh sobre seu cliente.[20] Eastwood avisou a Marsh para
não contatá-lo novamente.[20] Por algum tempo, a publicidade de
Cenário de Il buono, il brutto, il
Eastwood foi administrada por Jerry Pam, da Gutman and Pam.[17]
cattivo com o terreno acidentado
característico ao fundo.
Wallach e Eastwood viajaram juntos para Madri e, entre as cenas de
tiroteios, Eastwood relaxaria e praticaria seu swing de golfe.[22] Wallach
quase foi envenenado durante as filmagens quando ele acidentalmente bebeu de uma garrafa com ácido que um
técnico de filmagem deixou perto de sua garrafa de refrigerante. Wallach mencionou isso em sua autobiografia[23] e
reclamou que, apesar de Leone ser um diretor brilhante, era muito relaxado a respeito de garantir a segurança de seus
atores durante cenas perigosas.[14] Por exemplo, em uma cena em que ele estava amarrado depois de uma pistola ser
disparada, o cavalo no qual estava montado deveria fugir. Apesar de a corda em torno do pescoço de Wallach ser
cortada, o cavalo assustou-se demais e galopou por cerca de 1,5 km, com Wallach ainda montado e suas mãos atadas
atrás das costas.[14] A terceira vez em que a vida de Wallach esteve em perigo foi durante a cena em que ele e Mario
Brega – que estavam acorrentados um ao outro – pulam de um trem em movimento. A parte da queda ocorreu
conforme o planejado, mas a vida de Wallach foi ameaçada quando seu personagem tenta quebrar a corrente
prendendo-o ao capanga (já morto). Tuco coloca o corpo nos trilhos de trem, esperando o trem passar por cima da
corrente e rompê-la. Wallach, e presumivelmente toda a equipe do filme, não sabiam dos degraus de ferro pesados que
ficavam na parte de fora de todos os vagões. Se Wallach tivesse se levantado no momento errado, um dos degraus
poderia ter batido em sua cabeça.[14]

A ponte do filme foi reconstruída duas vezes por sapadores do exército espanhol após ser destruída por explosivos. Na
primeira vez, um operador de câmera italiano sinalizou que estava pronto para gravar, o que foi mal interpretado por
um capitão do exército por conta da semelhança sonora da palavra espanhola que significa "começar". Felizmente,
ninguém ficou ferido com a explosão no momento errado. O exército reconstruiu a ponte enquanto outras cenas foram
gravadas. Como era uma estrutura pesada e resistente, explosivos poderosos foram necessários para destruí-la.[14]
Leone disse que aquela cena foi, em parte, inspirada pelo filme mudo de Buster Keaton, The General.[5]

Como um elenco internacional foi empregado, os atores executavam seus papéis em suas línguas nativas. Eastwood,
Van Cleef e Wallach falavam em inglês, e foram dublados para o italiano por conta do lançamento de estreia em Roma.
Para a versão estadunidense, as vozes dos papéis principais foram usadas, mas os coadjuvantes foram dublados para o
inglês.[24] O resultado é perceptível na má sincronização de vozes com os movimentos labiais na tela; nenhum diálogo
é completamente sincronizado porque Leone raramente gravava suas cenas com som sincronizado.[25] Várias razões
foram mencionadas por esse fato: Leone frequentemente tocava as músicas de Morricone nas cenas e possivelmente
gritava coisas aos atores para deixá-los no clima. Leone preocupava-se mais com os visuais do que com os diálogos
(seu inglês era bastante limitado). Dadas as limitações técnicas da época, seria difícil gravar o som de forma clara na
maior parte das gravações a grandes distâncias que Leone frequentemente usava. Além disso, era uma técnica padrão
dos filmes italianos na época a de gravar primeiro e dublar posteriormente. Seja qual for a razão, todos os diálogos do
filme foram gravados na pós-produção.[26]

Leone não conseguiu encontrar um cemitério real para a cena final em Sad Hill, por isso, o chefe de pirotecnia
espanhol contratou 250 soldados espanhóis para construir um em Carazo, perto de Salas de los Infantes, que foi
completado em dois dias (em 41° 59′ 25″ N, 3° 24′ 29″ O).[27]

Ao final das gravações, Eastwood teve o bastante do perfeccionismo da direção de Leone. O diretor, muitas vezes
energicamente, insistia em gravar cenas de vários ângulos diferentes, prestando atenção a todos os detalhes, o que
esgotava os atores.[22] Leone, um glutão, também era fonte de divertimento por seus excessos, e Eastwood encontrou
uma forma de lidar com o estresse de ser dirigido por ele fazendo piadas sobre o diretor e apelidando-o de "Eufrazino"
por seu temperamento ruim.[22] Eastwood nunca mais foi dirigido por Leone, recusando o papel de Harmonica em
C'era una volta il West (1968), sendo que Leone pessoalmente viajou para Los Angeles para lhe dar o roteiro.
Eventualmente, o papel foi dado a Charles Bronson.[28] Anos mais tarde, Leone vingou-se de Eastwood, durante as
filmagens de Era uma vez na América (1984), quando descreveu a capacidade de Eastwood como um bloco de
mármore ou cera e inferior à capacidade de atuar de Robert De Niro, dizendo que "Eastwood se mexe como um
sonâmbulo entre explosões e chuvas de balas, e ele é sempre a mesma coisa: um bloco de mármore. Bobby, em
primeiro lugar, é um ator; Clint, em primeiro lugar, é uma estrela. Bobby sofre, Clint boceja".[29]

Temas e cinematografia
O diretor Sergio Leone afirmou que o tema principal do filme é seu enfoque na violência e na desconstrução do
romantismo do Velho Oeste. Como muitos de seus filmes, Il buono, il brutto, il cattivo foi considerado por Leone uma
sátira do gênero faroeste.[30] O crítico Drew Marton descreveu-o como uma "manipulação barroca" que critica a
ideologia estadunidense do faroeste,[31] substituindo o cowboy heroico, popularizado por John Wayne, por anti-heróis
moralmente complexos. Temas negativos como o capitalismo e a ganância também tiveram enfoque, e foram
características compartilhadas pelos três protagonistas na história. Muitos críticos também notaram o tema antiguerra
do filme.[32][33] Passando-se durante a Guerra Civil dos Estados Unidos, o filme assume o ponto de vista de pessoas
como civis, bandidos e soldados e apresenta suas dificuldades diárias durante a guerra. Apesar de não lutarem na
guerra, os três pistoleiros gradualmente envolvem-se nas batalhas que se seguiram (similar a A Grande Guerra, em
que os roteiristas Luciano Vincenzoni e Age & Scarpelli também contribuíram).[5]

Em sua representação da violência, Leone usou seu estilo de filmagem característico com long shots e close-ups,
misturando filmagens que mostravam apenas o rosto do personagem com outras a grandes distâncias. Com isso,
Leone conseguiu criar sequências épicas em que apenas se viam olhos ou rostos, ou mesmo mãos lentamente
chegando a uma arma no coldre.[32] Isso aumentou a tensão e o suspense ao permitir que os espectadores vissem, em
detalhes, performances e reações dos personagens e, ao mesmo tempo, dando a Leone a liberdade de gravar belas
paisagens.[32] Leone também adicionou músicas para aumentar a tensão e a pressão antes e durante os muitos
tiroteios do filme.[5]

Ao filmar os tiroteios principais, Leone removeu quase todos os diálogos para se focar nas ações dos personagens, o
que foi importante durante o icônico impasse mexicano. Este modelo é fortemente representado por Lourinho, que é
descrito pelos críticos como um personagem cujas ações o definem mais do que suas palavras.[31] Além de Lourinho,
os outros dois personagens foram anti-heróis que matavam para ganho pessoal. Leone também empregou tiroteios
com estilo, como Lourinho tirando o chapéu da cabeça de uma pessoa ou rompendo uma corda de forca com um tiro
preciso, em muitos dos tiroteios icônicos do filme.[34]

Música
Tema principal de Il buono, il
A trilha sonora foi composta pelo colaborador frequente de brutto, il cattivo
Leone Ennio Morricone, cujas composições originais 0:00 MENU
características, contendo disparos de armas, assovios (por John Da trilha sonora de Il buono, il
O'Neill) e iodelei permeiam o filme. O tema principal, que se brutto, il cattivo, composta por
assemelha ao uivo de um coiote (que se mistura ao uivo de um Ennio Morricone
coiote real na primeira cena após os créditos de abertura), é uma
melodia de duas notas que é um motivo frequente, e é usada para Problemas para escutar este arquivo? Veja a
os três personagens principais. Um instrumento musical ajuda.
diferente foi usado para cada um: flauta para Lourinho, ocarina
para Angel Eyes e vozes para Tuco.[35][36][37][38] A trilha sonora complementa o cenário da Guerra de Secessão do
filme, contendo a balada melancólica La Storia Di Un Soldato (A história de um soldado), que é cantada pelos
prisioneiros de guerra enquanto Tuco é torturado por Angel Eyes.[10] O clímax do filme, um impasse mexicano com os
três protagonistas, começa com a melodia de L'estasi dell'oro (O Êxtase do Ouro) e é seguido por Il Triello (O trio).
Atualmente o tema icônico é considerado uma das maiores composições musicais para filmes de todos os tempos.[39]

O tema principal, também chamado "Il buono, il brutto, il cattivo", foi um sucesso em 1968 com o álbum da trilha
sonora entre os mais vendidos durante mais de um ano,[38] chegando à quarta posição na revista Billboard na lista de
mais vendidos do gênero pop.[40] Na cultura popular, o grupo de new wave estadunidense Wall of Voodoo realizou
um pot-pourri dos temas de Ennio Morricone em filmes, incluindo o tema deste filme. A única gravação conhecida é
uma apresentação ao vivo no álbum The Index Masters. A banda de punk rock Ramones tocou essa música como
abertura em seu álbum ao vivo Loco Live, bem como em outras apresentações, até sua separação em 1996. A banda de
heavy metal britânica Motörhead tocou o tema como abertura na turnê de 1981 No Sleep 'til Hammersmith. A banda
de heavy metal estadunidense Metallica tocou o tema L'estasi dell'oro como prelúdio para suas apresentações desde
1985 (exceto de 1996 a 1998), e, em 2007, gravou uma versão instrumental para uma compilação em homenagem a
Morricone.[41] O programa The Opie & Anthony Show, da rádio XM Satellite, também usava L'estasi dell'oro como
tema de abertura. A música Urban Struggle, da banda de punk rock estadunidense The Vandals, começa com o tema
principal. A banda electronica Bomb the Bass usou o tema de Il buono, il brutto, il cattivo como um de seus samples
em sua música de 1988 Beat Dis, juntamente com partes do diálogo de Tuco prestes a ser enforcado na música
Throughout The Entire World, faixa de abertura de seu álbum de 1991 Unknown Territory. Uma canção da banda
Gorillaz chama-se Clint Eastwood e conta com referências ao ator, com o grito icônico ouvido no tema do filme.[42]

Lançamento
Il buono, il brutto, il cattivo estreou na Itália em 15 de dezembro de 1966, e faturou $6.3 milhões na época.[43]

Nos Estados Unidos, Per un pugno di dollari foi lançado em 18 de janeiro de 1967 (28 meses após o lançamento
original na Itália);[44] Per qualche dollaro in più foi lançado em 10 de maio de 1967 (17 meses depois do lançamento
original);[45] e Il buono, il brutto, il cattivo foi lançado em 29 de dezembro de 1967 (12 meses após o lançamento
original).[8] Assim, os três filmes da Trilogia dos Dólares foram lançados nos Estados Unidos no mesmo ano. A versão
original doméstica italiana tinha 177 minutos de duração;[46] mas a versão internacional teve diversos tempos de
duração. Muitas cópias tinham uma duração de 161 minutos – 16 minutos mais curta do que a versão italiana – mas
outras chegaram a ter apenas 148 minutos.[47]

Mídia caseira
O primeiro lançamento do filme em DVD foi feito pela MGM em 1998. Os bônus incluem 14 minutos de cenas que
foram removidas da versão norte-americana do filme, incluindo uma cena que explica como Angel Eyes chegou ao
campo de prisioneiros da União para esperar por Lourinho e Tuco.[47]
Em 2002, o filme foi relançado nos Estados Unidos com os 14 minutos de cenas inseridos no filme. Clint Eastwood e
Eli Wallach foram contratados para dublar seus personagens mais de 35 anos após o lançamento do filme original. O
dublador Simon Prescott substituiu Lee Van Cleef, que morreu em 1989. Outros dubladores substituíram atores que já
haviam morrido. Em 2004, a MGM relançou essa versão em uma edição especial de dois discos em DVD.[48]

O disco 1 contém comentários em áudio com o roteirista e crítico de cinema Richard Schickel. O disco 2 contém dois
documentários, "Leone's West" ("O Oeste de Leone") e "The Man Who Lost The Civil War" ("O Homem que Perdeu a
Guerra Civil"), além de um vídeo chamado "Restoring 'The Good, the Bad and the Ugly'" ("Restaurando 'Il buono, il
brutto, il cattivo'"); uma galeria animada de sequências deletadas intitulada "The Socorro Sequence: A
Reconstruction" ("A Sequência de Socorro: Uma Reconstrução"); uma versão estendida da cena de tortura de Tuco;
um vídeo chamado "Il Maestro" ("O Maestro"); uma gravação em áudio chamada "Il Maestro, Part 2"; um trailer
francês; e uma galeria de pôsteres.[48]

O DVD foi, em geral, bem recebido, apesar de alguns puristas terem criticado a trilha sonora remixada em estéreo com
diversos novos efeitos sonoros (uma das mudanças mais notáveis foi a substituição dos disparos de armas), sem uma
opção para se utilizar o som original. Pelo menos uma cena que foi inserida no DVD foi cortada por Leone antes do
lançamento italiano do filme, mas foi mostrada uma vez na estreia na Itália. De acordo com Richard Schickel,[48]
Leone tirou a cena por vontade própria por questões de ritmo; portanto, restaurá-la era contra a vontade do
diretor.[49] A MGM relançou a edição de 2004 em DVD na sua "Antologia de Sergio Leone" em 2007. Também foram
incluídos os outros dois filmes da Trilogia dos Dólares e Giù la testa. Em 12 de maio de 2009, a versão estendida do
filme foi relançada em Blu-ray.[25] Ela contém todos os bônus da edição especial de 2004 em DVD, além de adicionar
um vídeo com os comentários do historiador de cinema Sir Christopher Frayling.[5]

Recepção

Recepção da crítica
No lançamento original, Il buono, il brutto, il cattivo recebeu críticas por sua representação da violência.[50] Leone
explica que "as mortes em meus filmes são exageradas porque eu queria fazer uma sátira aos filmes de faroeste
comuns... o oeste foi criado por homens violentos e descomplicados, e são estas força e simplicidade que eu tento
mostrar em meus trabalhos".[51] Hoje, a tentativa de Leone de revigorar o faroeste desgastado pelo tempo é
amplamente conhecida.[30]

A opinião da crítica sobre o lançamento inicial do filme foi mista, pois muitos avaliadores na época desprezavam
Spaghetti Westerns. Em uma avaliação negativa no The New York Times, a crítica Renata Adler disse que o longa-
metragem "deve ser o filme mais caro e repulsivo na história desse gênero peculiar".[52] Charles Champlin, do Los
Angeles Times, escreveu que a "tentação é irresistível de chamar O Bom, o Mau e o Feio de O Mau, o Maçante e o
Interminável, simplesmente porque é o que ele é".[53] Roger Ebert, que depois incluiu o filme em sua lista de Grandes
Filmes,[54] afirmou, a respeito de sua avaliação original, que ele tinha "descrito um filme quatro estrelas, mas apenas
dei-lhe três estrelas, talvez porque era um Spaghetti Western e, por isso, não poderia ser arte". Ebert também destaca
a perspectiva única de Leone que permite que o público fique mais perto dos personagens, pois vemos o que eles
veem.[55]

“ Sergio Leone estabeleceu uma regra que ele segue, do começo ao fim, em Il
buono, il brutto, il cattivo. A regra é que a capacidade de ver é limitada pela câmera.
Em momentos importantes do filme, o que a câmera não pode ver, os personagens

não podem ver, e isso dá a Leone a liberdade de nos surpreender com entradas
que não podem ser explicadas logicamente. Há um momento, por exemplo, em que
homens não notam um grande acampamento do Exército da União até
"tropeçarem" nele; um momento num cemitério em que um homem se materializa
do nada, mesmo devendo estar visível muito tempo antes; e o jeito em que homens
andam por uma rua e ninguém consegue acertá-los (talvez porque a câmera não
grava os homens e os atiradores ao mesmo tempo).[55]

Reavaliação e legado
Apesar da recepção inicial negativa por alguns críticos, hoje, o filme acumulou diversas avaliações positivas. O site
WatchMojo.com colocou-o em primeiro lugar em sua lista de 10 melhores filmes de faroeste,[56] tendo vantagem sobre
outras obras do gênero, como The Searchers, de John Ford, além de ser descrito como "possivelmente o filme mais
legal já feito" e ter sido elogiado pela influência do icônico impasse mexicano na história do cinema, chamando-o de "o
maior confronto já colocado num filme". WatchMojo também listou o filme como sendo o maior de Clint Eastwood,
tornando-o um nome conhecido.[57]

Está listado entre os "100 maiores filmes do século XX" na revista Time, lista feita pelos críticos Richard Corliss e
Richard Schickel.[30] O agregador de avaliações Rotten Tomatoes relata que 97% dos críticos de filmes deu-lhe uma
nota positiva.[58][59][60] Il buono, il brutto, il cattivo foi descrito como a melhor representação do gênero faroeste no
cinema da Europa,[61] e Quentin Tarantino considerou-o "o filme mais bem dirigido de todos os tempos" e "a maior
conquista na história do cinema".[62] Isto foi refletido em seus votos nas enquetes de 2002 e 2012 da revista Sight &
Sound, nas quais votou em Il buono, il brutto, il cattivo como o melhor filme já feito.[63]

A revista Empire adicionou Il buono, il brutto, il cattivo à sua coleção de obras-primas na edição de setembro de 2007,
e em sua votação dos "500 Maiores Filmes", o longa-metragem ficou em 25º lugar. Em 2014, Il buono, il brutto, il
cattivo ficou em 47º lugar na lista da Empire dos "301 Maiores Filmes de Todos os Tempos", como votado pelos
leitores da revista.[64]

Na cultura popular
O título do filme entrou no idioma inglês como uma expressão idiomática. Tipicamente usada ao descrever alguma
coisa, a expressão refere-se ao lado positivo, ao lado negativo e ao que poderia ser feito melhor, mas não foi.[65] O
filme foi romanceado em 1967 por Joe Millard como parte da série "Dollars Western" baseada no Pistoleiro Sem
Nome. O filme sul-coreano Joheun nom nabbeun nom isanghan nom (2008, lançado no Brasil como Os Invencíveis)
é inspirado pelo filme de Leone, com grande parte de seu enredo e elementos dos personagens emprestados de Il
buono, il brutto, il cattivo.[66] Em sua introdução à edição revisada de 2003 de seu romance A Torre Negra: O
Pistoleiro, Stephen King revelou que o filme foi uma influência primária para a série A Torre Negra, e que o
personagem de Eastwood, especificamente, inspirou a criação do protagonista de King, Roland Deschain.[67]

Sequência
Il buono, il brutto, il cattivo é o último filme da Trilogia dos Dólares e, por isso, não tem nenhuma sequência oficial.
Após o lançamento do filme, Leone dirigiu mais dois longas-metragens de faroeste (C'era una volta il West e Giù la
testa) e esteve envolvido na produção de outros Spaghetti Westerns, mas nenhum deles teve relações com seus filmes
anteriores.

Entretanto, o roteirista Luciano Vincenzoni afirmou, em diversas ocasiões, que ele havia escrito um esboço para uma
sequência, provisoriamente intitulada Il buono, il brutto, il cattivo n. 2. De acordo com Vincenzoni e Eli Wallach, o
filme passaria-se 20 anos depois do original e seu enredo seria sobre Tuco seguindo o neto de Lourinho pelo ouro.
Clint Eastwood mostrou interesse em trabalhar na produção do filme, inclusive atuando como narrador. Joe Dante e
Leone também foram convidados para dirigir e produzir o filme, respectivamente. Eventualmente, entretanto, o
projeto foi vetado por Leone, pois ele não queria que o título do filme original ou seus personagens fossem
reutilizados, assim como não queria estar envolvido em outro filme de faroeste.[68]
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Bibliografia
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Cumbow, Robertl (2008). The Films of Sergio Leone. [S.l.]: Scarecrow Press. ISBN 978-0810860414

Ligações externas
O livro de Il buono, il brutto, il cattivo (http://www.gbu-book.net) (em inglês)
Fistful-of-Leone.com (http://www.fistful-of-leone.com) (em inglês)
Clint Eastwood.net (http://www.clinteastwood.net) (em inglês)

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