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MANUAL DO PROPRIETÁRIO – RESIDENCIAL CANADÁ - Composto por 79 páginas – revisão R00 – 23/07/2018

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ÍNDICE

1. APRESENTAÇÃO................................................................................................................................5

2. LOCALIZAÇÃO ...................................................................................................................................6

3. GLOSSÁRIO .......................................................................................................................................7

4. OBJETIVO DO MANUAL ....................................................................................................................9

5. DATAS IMPORTANTES ......................................................................................................................9

PARTE I – INÍCIO DE OPERAÇÃO DO IMÓVEL - DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................... 10

6. PEDIDOS DE LIGAÇÕES INDIVIDUAIS ............................................................................................. 10

6.1. Água....................................................................................................................................... 10

6.2. Telefone e internet................................................................................................................ 10

6.3. Luz ......................................................................................................................................... 10

6.4. Gás ......................................................................................................................................... 12

7. MODIFICAÇÕES E REFORMAS NOS APARTAMENTOS E ÁREAS COMUNS ..................................... 12

8. SERVIÇOS DE MUDANÇA E TRANSPORTE DE MÓVEIS .................................................................. 16

PARTE II – USO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO IMÓVEL................................................................... 18

9. SISTEMAS....................................................................................................................................... 18

9.1. Estruturas / vedações verticais (paredes) ............................................................................. 18

9.2. Revestimentos Cerâmicos / Rejuntes ................................................................................... 21

9.3. Instalações hidráulicas – Água potável ................................................................................. 23

9.4. Instalações hidráulicas – Água não potável .......................................................................... 26

9.5. Acabamentos hidráulicos ...................................................................................................... 29

9.6. Principais problemas de hidráulica e como resolvê-los ........................................................ 31

9.7. Instalações hidráulicas – Sistema de combate ao incêndio .................................................. 32

9.8. Instalações elétricas .............................................................................................................. 35

9.9. Principais problemas elétricos e correções:.......................................................................... 40

9.10. Sistema de proteção contra descargas atmosféricas – SPDA ........................................... 40

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9.11. Sistema de telefonia e interfones ..................................................................................... 41

9.12. Antena coletiva de TV ....................................................................................................... 42

9.13. Instalações de gás combustível ......................................................................................... 42

9.14. Impermeabilização ............................................................................................................ 44

9.15. Esquadrias de madeira ...................................................................................................... 47

9.16. Esquadrias de alumínio ..................................................................................................... 48

9.17. Pintura interna .................................................................................................................. 51

9.18. Vidros ................................................................................................................................ 53

9.19. Forros ................................................................................................................................ 54

PARTE III – INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES ................................................................................... 56

10. USO RACIONAL DE ÁGUA .......................................................................................................... 56

11. USO RACIONAL DE ENERGIA ..................................................................................................... 56

12. COLETA SELETIVA ...................................................................................................................... 58

13. PREVENÇÃO E CUIDADOS CONTRA ACIDENTES DOMÉSTICOS ................................................. 58

14. EM CASO DE INCÊNDIO ............................................................................................................. 59

PARTE IV - GARANTIAS E RESPONSABILIDADES .................................................................................... 60

15. TIPOS DE DEFEITOS E SUAS GARANTIAS ................................................................................... 60

16. VÍCIOS APARENTES .................................................................................................................... 61

17. VÍCIOS OCULTOS........................................................................................................................ 61

18. SOLIDEZ DA CONSTRUÇÃO, SEGURANÇA DO TRABALHO, UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS E SOLO 61

19. RESPONSABILIDADES TÉCNICAS E FORNECEDORES .................................................................. 62

19.1. Equipe de obra .................................................................................................................. 62

19.2. Responsabilidades técnicas - PROJETOS ........................................................................... 62

19.3. Responsabilidades - FORNECEDORES DE MÃO-DE-OBRA ................................................. 63

19.4. Responsabilidades - FORNECEDORES DE MATERIAIS ....................................................... 63

20. VIDA ÚTIL PROJETADA............................................................................................................... 64

21. PRAZOS DE GARANTIA............................................................................................................... 66

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22. COBERTURA DA GARANTIA ....................................................................................................... 71

23. ASSISTÊNCIA TÉCNICA ............................................................................................................... 72

24. ATENDIMENTO AO CLIENTE ...................................................................................................... 72

25. PERDA DE GARANTIA ................................................................................................................ 73

25.1. PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA............................................................................ 74

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1. APRESENTAÇÃO

Prezado proprietário,

A Citta Construções e Empreendimentos, em nome de todos que participaram da execução


do RESIDENCIAL CANADÁ, tem muito orgulho em entregar aos seus cuidados um imóvel
com garantia de qualidade, para realização do sonho da casa própria.

O presente Manual de Uso, Operação e Manutenção Preventiva das Áreas Privativas


(Manual do proprietário) foi elaborado objetivando transmitir-lhe, a partir do momento da
entrega da sua unidade do RESIDENCIAL CANADÁ, todas as informações necessárias e
detalhadas, de modo prático e objetivo, destacando as condições de garantia e orientação
sobre o uso, operação e manutenção preventiva para facilitar a utilização e manutenção do
seu imóvel. O manual reúne importantes informações e orientações, e seu cumprimento é
fundamental para o bom funcionamento de todos os sistemas que contemplam a sua
unidade e condomínio, bem como para a saúde e segurança de todos os moradores.

Sua elaboração está de acordo com as Normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas
Técnicas, NBR 14037/2011 - versão corrigida 2014, NBR 5674/2012 e NBR 15575/2013.

Este manual deve ser utilizado pelo usuário da unidade e, sua utilização, de acordo com as
informações nele constantes, garantirá uma melhor utilização e conservação da edificação,
com as necessárias intervenções e ações no devido tempo.

No entanto, para que possa usufruir ao máximo do seu imóvel, é imprescindível uma
minuciosa leitura, para que você fique atento às necessidades de manutenções preventivas
e entenda o funcionamento de todos os sistemas que compõe o seu imóvel. Lendo este
manual e procedendo de acordo com as recomendações, você estará garantindo a
funcionalidade e durabilidade do imóvel e dos sistemas que o compõem, de forma a viver
confortável e seguro no seu apartamento.

No caso de venda do imóvel, esse manual deve ser repassado ao futuro proprietário para
que continue sendo utilizado da melhor maneira possível e, havendo qualquer alteração no
imóvel, a atualização deste manual é responsabilidade do usuário/proprietário. E é
fundamental que esse manual permaneça na unidade habitacional para consulta.

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2. LOCALIZAÇÃO

Empreendimento: RESIDENCIAL CANADÁ

Endereço: RUA YOSHIAKI NAGANO, 510 (SUBCONDOMÍNIO 1), RUA YOSHIAKI NAGANO, 260
(SUBCONDOMÍNIO 2)

Bairro: CAPELA VELHA

CEP: 83.706-750

Cidade: ARAUCÁRIA-PR

SUBCONDOMÍNIO 1

SUBCONDOMÍNIO 2

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3. GLOSSÁRIO

CONCEITOS, LEIS E REFERÊNCIAS NORMATIVAS


É a Norma Brasileira número 5674 da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que regulamenta,
ABNT NBR 5674
define e obriga a manutenção de edificações.
É a norma técnica que estabelece requisitos mínimos para elaboração e apresentação dos
ABNT NBR 14037 conteúdos a serem incluídos no manual de uso, operação e manutenção das edificações
elaborado e entregue pelo construtor/incorporador.
É a norma que estabelece requisitos para os sistemas de gestão de controle de processos,
ABNT NBR 16280
projetos e execução, aplicada exclusivamente às reformas de edificações.
CAU Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo
CREA Conselho Regional de Engenharia e Agronomia
É a lei 10406/10 de Janeiro 2002, que regulamenta a legislação aplicável às relações civis em geral,
dispondo, entre outros assuntos, sobre o Condomínio em edificações. Nele são estabelecidas as
CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO
diretrizes para elaboração da Convenção de Condomínio e ali estão também contemplados os
aspectos de responsabilidades, uso e administração das edificações.
É a lei 8078/90, que institui o Código de Proteção e Defesa do Consumidor, melhor definindo os
CÓDIGO DE DEFESA DO
direitos e obrigações de consumidores e fornecedores, como empresas construtoras e/ou
CONSUMIDOR
incorporadoras.
LEI 4591, DE 16 DE DEZEMBRO É a lei que dispões sobre as incorporações imobiliárias e, naquilo que não regrado pelo Código
DE 1964 Civil, sobre o Condomínio em edificações.
Período de tempo em que é elevada a probabilidade de que eventuais vícios ou defeitos em um
PRAZO DE GARANTIA sistema, em estado de novo, venham a se manifestar, decorrentes de anomalias que repercutam
em desempenho inferior àquele previsto.
É o registro documental do recebimento do imóvel e da inspeção/verificação em relação à
TERMO DE ENTREGA
existência de defeitos/vícios aparentes no imóvel.
Documento utilizado na vistoria de recebimento do imóvel onde devem ser registradas as
FICHA DE PENDÊNCIAS DO
pendências identificadas. A construtora fará o reparo dos problemas apontados em prazo a
TERMO DE ENTREGA
combinar, desde que sejam procedentes.
Período de tempo previsto em lei que o comprador dispõe para reclamar dos vícios (defeitos)
PRAZO DE GARANTIA LEGAL verificados na compra de produtos duráveis. Este prazo começa a valer a partir da data do
CVCO/Habite-se.
Período de tempo, igual ou superior ao prazo de garantia legal, oferecido voluntariamente pelo
fornecedor (incorporador, construtor ou fabricante) na forma de certificado ou termo de garantia
PRAZO DE GARANTIA
ou contrato, para que o consumidor possa reclamar dos vícios aparentes ou defeitos verificados
CONTRATUAL
na entrega de seu produto. Este prazo pode ser diferenciado para cada um dos componentes do
produto a critério do fornecedor.
Alvenaria estrutural ou autoportante é a alvenaria com função estrutural, sendo a parede um
ALVENARIA ESTRUTURAL elemento estrutural que irá receber os esforços, predominantemente de compressão, sob o efeito
de cargas horizontais.
DESEMPENHO Comportamento em uso de uma edificação e de seus sistemas.
Chave de liga/desliga, localizada nos quadros. Substitui o antigo fusível, pois ocorrendo algum
DISJUNTOR
curto circuito, ele desarma e interrompe a passagem de corrente elétrica.
São anomalias que podem causar danos efetivos ou representar ameaça potencial de dano a
DEFEITOS
saúde ou segurança do proprietário (NBR 13756 da ABNT).
DR Disjuntor diferencial residual.
É constituída pelo pessoal permanente disponível no empreendimento, usualmente
EQUIPE DE MANUTENÇÃO
supervisionada por um zelador/gerente predial. Essa equipe deve ser adequadamente treinada
LOCAL
para a execução da manutenção rotineira.
Compromisso de funcionamento adequado de uma edificação, componente, instalação,
GARANTIA
equipamento, serviço ou obra, emitido pelo seu fabricante ou fornecedor.
Estado em que um determinado objeto ou parte dele apresenta aberturas finas e alongadas na
FISSURA sua superfície. As fissuras são geralmente superficiais não implicando necessariamente em
diminuição da segurança de componentes estruturais.
Caixa geralmente metálica, localizada nas áreas comuns da edificação onde se localizam os
HIDRANTE DE INCÊNDIO
registros e as mangueiras de incêndio.
INSPEÇÃO PREDIAL DE USO E Análise técnica, através de metodologia específica, das condições de uso e de manutenção
MANUTENÇÃO preventiva e corretiva da edificação.
INTERRUPTOR Chave de luz que se localiza nas paredes e serve para acender e desligar as lâmpadas.

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Conjunto de atividades a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da


edificação e de suas partes constituintes para atender as necessidades de segurança de seus
MANUTENÇÃO
usuários. De acordo com os padrões aceitáveis de uso, de modo a preservar utilidade e
funcionalidade. A manutenção deve ser feita nas unidades autônomas e nas áreas comuns.
Nos termos da NBR 5674, compreende a manutenção rotineira, que é caracterizada pela
realização de serviços constantes e simples que possam ser executados pela equipe de
manutenção local, e a manutenção planejada, cuja realização é organizada antecipadamente,
MANUTENÇÃO PREVENTIVA
tendo por referência solicitações dos usuários, estimativas de durabilidade esperada dos
componentes das edificações em uso ou relatórios de vistorias técnicas (inspeções) periódicas
sobre o estado da edificação.
Manutenção efetuada juntamente com os cuidados de uso e realizada pelo próprio usuário
durante a utilização do produto. Visa manter o equipamento ou instalação em condições
MANUTENÇÃO ROTINEIRA
satisfatórias de operação, destinando-se a reduzir a possibilidade de falha ou degradação natural
do desempenho do componente, bem como prevenir contra ocorrências adversas.
P.N.E Portadores de necessidades especiais.
Período em que o construtor ou incorporador responde pela adequação do produto quanto ao
seu desempenho, dentro do uso que normalmente dele se espera e em relação a vícios que
PRAZO DE GARANTIA
tenham sido constatados neste intervalo de tempo. Os prazos constantes nos Prazos de Garantia
(presentes neste manual) correspondem a prazos totais de garantia.
Organização ou pessoa que tenha recebido capacitação, orientação, e responsabilidade de
EMPRESA CAPACITADA profissional habilitado e que trabalhe sob responsabilidade de profissional habilitado, conforme
ABNT NBR 5674.
Organização ou profissional liberal que exerça função na qual são exigidas qualificação e
EMPRESA ESPECIALIZADA
competência técnica específicas, conforme ABNT NBR 5674.
Irregularidade que se manifesta no produto em função de falhas no projeto, na fabricação, na
MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA instalação, na execução, na montagem, no uso ou na manutenção bem como problemas que não
decorram do envelhecimento natural.
Estado em que um determinado objeto ou parte dele se apresenta partido, separado em partes.
Exemplo: A parede está trincada, isto é, está separada em duas partes. Em muitas situações a
TRINCA trinca é tão fina que é necessário o emprego de aparelho ou instrumento para visualizá-la. As
trincas, por representar ruptura dos elementos, podem diminuir a segurança de componentes
estruturais de um edifício.
Estado em que um determinado objeto ou parte dele apresenta uma abertura de tal tamanho que
ocasiona interferências indesejáveis. Exemplo: Pela rachadura da parede entra água da chuva. Os
RACHADURA
diversos tipos de interferências devem ser analisados caso a caso e serem tratadas antes do seu
fechamento.
Conjunto de tubulações verticais que fazem a distribuição de água entre os andares de uma
PRUMADA DE ÁGUA
edificação.
QD Quadro de distribuição de energia elétrica, onde estão os disjuntores.
RALO SIFONADO Ralo que possui um sifão onde retém água e forma o selo hídrico
SIFÃO Artifício hidráulico que forma um selo hídrico dentro da tubulação de água.
Registro que controla a abertura e fechamento do abastecimento de água. Geralmente localizado
REGISTRO GAVETA
junto ao medidor de consumo de água, no hall de serviço.
SOLIDEZ DA CONSTRUÇÃO, São itens relacionados à solidez da edificação, que podem comprometer a segurança da mesma,
SEGURANÇA E UTILIZAÇÃO DE nele incluídos peças e componentes de estrutura do edifício, tais como lajes, pilares, vigas,
MATERIAIS E SOLO estruturas de fundação, contenções e arrimos.

USUÁRIOS Pessoa que ocupa a edificação habitacional, seja proprietário ou locatário.


VÍCIOS APARENTES São aqueles de fácil constatação, detectados quando da vistoria para recebimento do imóvel.
São aqueles não detectáveis no momento da entrega do imóvel, e que podem surgir durante a sua
VÍCIOS OCULTOS
utilização regular.
Período de tempo em que um edifício e/ou seus sistemas se prestam às atividades para as quais
foram projetados e construídos, com atendimento dos níveis de desempenho previstos nesta
VIDA ÚTIL Norma, considerando a periodicidade e a correta execução dos processos de manutenção
especificados no respectivo Manual de Uso, Operação e Manutenção (a vida útil não pode ser
confundida com prazo de garantia legal ou contratual).
PÉ-DIREITO Distância entre o piso de um andar e o teto desse mesmo andar.
SHAFT Espaço técnico onde se localizam as prumadas tanto elétricas quanto hidráulicas.

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4. OBJETIVO DO MANUAL

Especificar o correto uso, operação e manutenção do imóvel de acordo com os sistemas


construtivos e materiais empregados, evitando com isso, danos decorrentes do mau uso,
bem como comprometimento da vida útil de projeto (VUP), esclarecendo quanto aos riscos
de perda da garantia pela falta de conservação e manutenção preventiva adequada.

O manual tem como objetivos:

• Servir de guia de consulta;

• Contribuir para preservar e valorizar o imóvel;

• Auxiliar na prevenção da realização de gastos antecipados com reposição de


materiais ou equipamentos;

• Executar procedimentos de conservação e manutenção;

• Trazer informações acerca do uso, operação e manutenção adequados a todos os


usuários;

• Colaborar para evitar situações que causem risco físico e material;

• Conhecer procedimentos de segurança.

5. DATAS IMPORTANTES

Data de protocolo do projeto na prefeitura: 25/08/2010

Data expedição alvará construção: 24/04/2014

Data expedição CVCO / Habite-se 11/07/2018

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PARTE I – INÍCIO DE OPERAÇÃO DO IMÓVEL - DISPOSIÇÕES GERAIS


É importante a leitura desta parte do manual, pois ela contém orientações que vão ajudá-lo
a deixar seu apartamento em condições de uso.
Neste capítulo, você vai saber como devem ser feitas as solicitações de ligação das redes de
abastecimento, fazer mudanças e transportes de móveis, instalar acessórios, etc.
6. PEDIDOS DE LIGAÇÕES INDIVIDUAIS

Tão logo o proprietário receba as chaves do apartamento, deve providenciar junto às


concessionárias os pedidos de ligações individuais, conforme as orientações a seguir, elas
demandam certo tempo para serem concluídas.
Para as solicitações, é necessário informar os dados de localização do edifício (endereço,
bairro), número de seu apartamento, telefone para contato, CPF, RG e nome completo do
proprietário.

6.1. Água

O fornecimento de água corrente (fria) e a disposição sanitária de esgoto, de uso coletivo do


condomínio, já se encontram em pleno funcionamento.

O sistema de abastecimento de água potável das unidades privativas está ligado e


funcionando. Destacamos que este sistema de abastecimento está funcionando de forma
coletiva ficando a responsabilidade do condomínio de fazer o rateio dos valores.

Caso o condomínio resolva fazer a medição do consumo de água por unidade privativa a
instalação está preparada, necessitando de instalação de medidor/hidrômetro individual
para permitir a medição individualizada.

6.2. Telefone e internet

Solicitar a transferência de linha ou a instalação de uma nova a uma das operadoras de


telefonia/internet.

6.3. Luz

A energia elétrica já está ligada para as áreas comuns do edifício. Para os apartamentos,
cada morador deve solicitar a ligação à Copel, pelo telefone 0800-51-00116 e informar além
dos seus dados pessoais e endereço as informações abaixo:
* A entrada de energia dos apartamentos é bifásica de 50 Ampéres.

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* Protocolo para ligação junto à Copel:


CANADA I:
Protocolo n° 20186593777909
Ligação de energia dos apartamentos do BLOCO 1, BLOCO 2, BLOCO 3, BLOCO 4, BLOCO 5 e
BLOCO 6
Protocolo n° 20186594432535
Ligação de energia dos apartamentos do BLOCO 7, BLOCO 8, BLOCO 9, BLOCO 10, BLOCO 11
e BLOCO 12
Protocolo n° 20186594494629
Ligação de energia dos apartamentos do BLOCO 13, BLOCO 14, BLOCO 15, BLOCO 16, BLOCO
17 e BLOCO 18

CANADA II:
Protocolo n° 20163152863794
Ligação de energia dos apartamentos do BLOCO 1, BLOCO 2 e BLOCO 3
Protocolo n° 20186593594555
Ligação de energia dos apartamentos do BLOCO 4, BLOCO 5, BLOCO 6 e BLOCO 7

A documentação necessária varia de acordo com Pessoas Físicas e Jurídicas:


6.3.1 Pessoa Física

Os documentos, originais ou cópias autenticadas, poderão ser solicitados para que sejam
apresentados numa Agência da Copel:
• CPF, Cadastro de Pessoa Física, em situação diferente de “Anulada” ou “Cancelada”;

• RG, ou outro documento oficial de identificação, desde que tenha foto: Carteira Nacional de
Habilitação ou Cartão de Isenção Tarifária; ou Documento de identificação de órgãos de
classe.

Além disso, ao fazer um pedido de ligação nova, é necessário que não haja débitos em nome
do cliente.

6.3.2 Pessoa Jurídica

Os documentos, originais ou cópias autenticadas, poderão ser solicitados para que sejam
apresentados numa Agência da Copel:
• Comprovante de Inscrição e Situação Cadastral - CNPJ;

• Inscrição Estadual (com CICAD) se houver;

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• Documento de Constituição da Empresa (ex: Contrato Social e última alteração; Declaração


de Firma Individual, Estatuto Social e Ata de Assembleia), devidamente registrados na Junta
Comercial do Paraná ou órgão competente;

• Nos casos em que haja divergência entre o endereço do CNPJ e o endereço da Unidade
Consumidora, é necessária a apresentação do comprovante de vínculo com o imóvel.

Exemplos de formas de comprovação:

• Escritura pública ou Matrícula do Imóvel ou Sentença Judicial; ou

• Contrato ou Compromisso de Compra e Venda; ou

• Contrato de Locação; ou Contrato de Comodato, ou

• Contrato de Arrendamento;

• Ata de Constituição (quando o responsável pela UC for "Condomínio").

6.4. Gás

O sistema de gás do Residencial Canadá foi executado para gás liquefeito de petróleo,
também conhecido como GLP. O edifício conta com uma central de gás, local onde ficam os
botijões.
Os botijões são fornecidos em comodato pela empresa NACIONAL GAS e já foram
abastecidos pela mesma.
Para a alimentação dos apartamentos, deverá ser instalado um medidor de gás (para cada
unidade). O local para instalações deste medidor está localizado na parede da janela da
cozinha ao lado de fora da edificação, no térreo com acesso pelo jardim. A compra e
instalação do medidor são de responsabilidade e ônus de cada proprietário. Os medidores
são necessários para a medição do consumo de gás por apartamento, cada unidade pagará
apenas pelo gás que for consumido por ela.
O abastecimento da carga de gás e de responsabilidade do condomínio que programará o
reabastecimento conforme consumo/necessidade do empreendimento.

7. MODIFICAÇÕES E REFORMAS NOS APARTAMENTOS E ÁREAS COMUNS

O imóvel foi construído a partir de projetos elaborados por empresas especializadas,


obedecendo às leis aplicáveis e às normas técnicas brasileiras (ABNT). A construtora não
assume qualquer responsabilidade sobre as reformas realizadas pelos proprietários ou
inquilinos.

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O uso do imóvel está limitado ao fim exclusivamente residencial, sendo projetado, calculado
e construído para este fim. A construtora não se responsabiliza por danos ou acidentes
causados nos sistemas por descumprimento dessa limitação
Toda e qualquer modificação que altere ou comprometa o desempenho dos sistemas
hidrossanitários, sistemas elétricos, sistemas de gás, sistemas de automação, sistemas de
comunicação e sistemas de prevenção de incêndio, deverá previamente ser submetida a
análise da Construtora e do Projetista, mediante a apresentação de um projeto elaborado e
assinado por um profissional qualificado e com competência técnica para tal.
Todas as modificações que alterem o projeto original devem ser objeto de documentação
específica, incluindo projeto e memorial a serem elaborados pelo responsável técnico da
mesma
Caso venha a ser executada qualquer reforma nos apartamentos, os seguintes cuidados
devem ser tomados:

• ATENÇÃO: As paredes do edifício são elementos estruturais, portanto


nenhuma demolição ou abertura (por menor que lhe pareça) pode ser
feita nas mesmas.
• O serviço só poderá ser executado após o recebimento formal do imóvel, quando o
proprietário assume total responsabilidade sobre o mesmo;

• As reformas deverão seguir as diretrizes das normas da ABNT referentes aos sistemas que
sofrerão alterações;

• Observar e atender as diretrizes da NBR 16.280, que regulamenta as reformas em


edificações, inclusive dentro das unidades privativas;

• Deve ser exigida pelo condomínio a contratação de profissionais tecnicamente qualificados e


habilitados para planejar e acompanhar as reformas dos apartamentos;

• Consulte sempre um profissional habilitado tecnicamente para avaliar as implicações nas


condições de estabilidade, segurança, salubridade e conforto decorrentes de modificações
efetuadas;

• As reformas no edifício (inclusive em unidades privativas) deverão atender na íntegra as


definições descritas no regimento interno do condomínio e legislações que tratam deste
assunto;

• Antes de executar a obra, o morador deve enviar ao Síndico uma ART (Anotação de
Responsabilidade Técnica) assinada por um Engenheiro ou RRT (Registro de
Responsabilidade Técnica) expedido por um Arquiteto, bem como um plano detalhando toda
e qualquer alteração da unidade;

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• Deve ser definida com o zelador ou o síndico a melhor forma de execução dos serviços e
retirada do entulho, respeitando o Regulamento Interno do Condomínio e a legislação
vigente de destinação de resíduos;

• Não permitir, em hipótese alguma, alterações que impliquem em demolição total ou parcial
de elementos estruturais da edificação ou das instalações principais (hidráulica, elétrica ou
gás).

• Os azulejos e pisos são fabricados em lotes, que sofrem pequenas variações de tonalidade.
Portanto, numa eventual reforma, tenha sempre amostras dos materiais para que você
possa adquirir peças com tonalidades próximas. Isto pode ocorrer também nas tintas, que
sofrem ação da luz, mudando sua tonalidade com o passar do tempo;

• Em caso de alteração de pisos ou revestimentos nas áreas molhadas (box dos banheiros e
sacadas), perde-se a garantia da impermeabilização, que pode ser danificada. Caso isso
aconteça, a impermeabilização deverá ser refeita. De acordo com a NBR 16.280, para
alteração de revestimentos cerâmicos é necessário apresentar ao síndico um ART / RRT;

• Alterações das características originais do imóvel podem afetar o seu desempenho


estrutural, térmico, acústico, etc., bem como de unidades vizinhas, áreas comuns e
desempenho dos sistemas do edifício. Portanto, devem ser feitos sob orientação e
responsabilidade de profissionais / empresas qualificadas para tal fim.

• Solicite dos fornecedores contratados as garantias dos materiais aplicados e dos serviços.

A construtora não assume qualquer responsabilidade por reformas que alterem o projeto
original dos apartamentos. Esses procedimentos podem acarretar na perda da garantia.
Reformas e alterações em elementos da fachada do edifício (sacadas, terraços, janelas, etc)
e nas áreas comuns dos pavimentos (hall e escadarias) só poderão ser executadas com a
autorização do Condomínio, observar o que diz a convenção do condomínio a respeito.
O presente manual tem validade exclusiva nas condições originais da entrega do imóvel.
Conforme determina a NBR 14037, cabe ao proprietário a responsabilidade pela atualização
do conteúdo do manual do proprietário quando da realização de modificações na edificação
em relação ao originalmente construído e documentado no manual.
Em caso de revenda do imóvel, é obrigação do vendedor fornecer o manual ao novo
proprietário.

7.1.1. Colocação de Pisos

As salas e dormitórios dos apartamentos são entregues sem o revestimento de piso,


proporcionando a possibilidade de personalização de cada apartamento.
A laje poderá receber revestimento de piso laminado, carpete (nylon/madeira), piso
cerâmico, assoalho, etc. antes, porém, é importante verificar a espessura do revestimento a

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ser utilizado e certificar-se de que não interfira na abertura das portas e na compatibilidade
de níveis com os demais ambientes anexos.
A instalação de piso vinílico requer regularização da superfície, o que é responsabilidade do
proprietário.
As portas dos apartamentos foram preparadas para instalação de pisos com espessura
máxima de 1,2cm. Para pisos com espessuras muito distintas (para mais ou para menos) o
rebaixamento/ajuste da porta como também a concordância com os demais pisos
(cerâmicas) já instalados é de responsabilidade do proprietário.

7.1.2. Instalação de Redes de Proteção e Grades em Janelas

Qualquer decisão referente à colocação de redes ou grades em janelas deverá respeitar o


estabelecido na Convenção do Condomínio e no Regulamento Interno do Condomínio.
As redes de proteção deverão ser instaladas nos vãos das janelas, pelo lado externo.
Cuidados especiais devem ser tomados com a fixação: Deve ser feita com bucha tipo guarda-
chuva, e devem ser selados com silicone a base de poliuretano ou similar com objetivo de
proteger contra a entrada de água no revestimento externo da fachada.
A falta de atenção quanto a impermeabilização dos furos da fachada poderá ocasionar
descolamentos parciais do revestimento externo e infiltração na parte interna.
O condomínio deverá ser consultado quanto aos padrões estabelecidos de cor e modelo da
rede de proteção.
O fornecimento e instalação das redes/grades deve ser feita por um profissional qualificado,
com competência técnica específica e que possua certificação para trabalhos em altura. O
contratante deve exigir que os procedimentos e equipamentos de segurança sejam
utilizados.
Após a instalação de redes de proteção, é importante a vedação dos furos feitos na fachada
com silicone, para evitar que a água entre através dos mesmos.
Infiltrações internas no apartamento e ou danos na fachada que forem ocasionadas por
conta da instalação inadequada das redes de proteção ou da impermeabilização dos furos,
não estarão cobertos pela garantia
Este procedimento acarreta a perda de garantia de estanqueidade da fachada no local
perfurado.

7.1.3. Colocação de acessórios diversos em paredes

Para fixação de acessórios (quadros, armários, cortinas, saboneteiras, papeleiras, suportes)


que necessitem furos nas paredes dos apartamentos, é importante tomar os seguintes
cuidados:

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• Observar se o local escolhido não é passagem de tubulações hidráulicas, conforme detalhado


em projeto no final do manual de uso, operação e manutenção de cada apartamento;

• Evitar perfuração da parede próxima ao quadro de distribuição de luz e nos alinhamentos


verticais e horizontais de interruptores e tomadas, para evitar acidentes com a tubulação e
fiação elétrica;

• Para fixar objetos nas paredes, use uma furadeira e parafusos com buchas. Para definir os
tamanhos de brocas, buchas e parafusos, leve em conta formato e peso do objeto a ser
fixado e o acabamento da parede (azulejo ou massa-corrida);

• A CARGA ADMISSÍVEL PARA FIXAÇÃO DE PEÇAS SUSPENSAS NAS PAREDES É DE 20 kg/PONTO


CONSIDERANDO A UTILIZAÇÃO DE BUCHAS DE NYLON TAMANHO S-8;

• Na instalação do box no banheiro, a fixação deve ser feita somente nas paredes,
preferencialmente acima de 40 cm de altura, para evitar danos na impermeabilização do
piso. Certifique-se de que os pontos de fixação estejam bem vedados, evitando futuros
problemas de infiltração;

• Na instalação de armários sob as bancadas de lavatórios e cozinha, deve-se tomar muito


cuidado para que os sifões e ligações flexíveis não sofram impactos, pois as junções podem
ser danificadas, provocando vazamentos;

7.1.4. Execução de Armários Embutidos

• Não encostar o fundo dos armários nas paredes para evitar a umidade proveniente
da condensação. É bastante recomendável a colocação de um isolante (chapa de
isopor, por exemplo) entre o fundo do armário e a parede, principalmente quando se
tratar de paredes externas ou de divisa com banheiros);
• Prefira sempre portas com ventilação (tipo veneziana);

• Nos locais sujeitos à umidade (embaixo das pias), utilizar sempre revestimento
impermeável (tipo fórmica);

• Por não ser resistente à umidade, não é recomendável o uso de material aglomerado
em armários sob pias, lavatórios e outras áreas sujeitas à umidade;

8. SERVIÇOS DE MUDANÇA E TRANSPORTE DE MÓVEIS

Por ocasião da mudança é aconselhável que se faça um planejamento, respeitando-se o


Regulamento Interno do Condomínio e prevendo a forma de transporte dos móveis,
levando-se em consideração as dimensões das escadarias, rampas e vãos livres entre as
portas.

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• A data e o horário da mudança têm que ser comunicada ao SÍNDICO ou à ADMINISTRADORA


com antecedência através de uma carta, um e-mail ou ficha;

• As mudanças deverão ocorrer no horário adequado e respeitando o REGULAMENTO


INTERNO do condomínio;

• Aconselhamos a troca do segredo da chave da porta de entrada dos apartamentos,


garantindo assim a tranquilidade e segurança dos moradores;

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PARTE II – USO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO IMÓVEL


Esta parte do manual traz informações importantes para que você possa utilizar
corretamente seu apartamento.
Aqui você vai encontrar a descrição de cada sistema que compõe seu imóvel, a especificação
dos materiais utilizados e os fornecedores.
Esta parte também vai lhe orientar a fazer as manutenções adequadas do seu apartamento,
evitando danos e prolongando a sua vida útil.
A vida útil dos sistemas construtivos, materiais e equipamentos dependem da maneira como
a edificação será utilizada, sendo seu dever conservar, manter, usar e operar nos termos
fornecidos pelos fornecedores.
Neste sentido, é importante a leitura do Manual, bem como a atenção especial quanto aos
prazos de periodicidade das manutenções preventivas e corretivas, a fim de garantir a
preservação da vida útil e o bom desempenho dos sistemas.

9. SISTEMAS

9.1. Estruturas / vedações verticais (paredes)

9.1.1. Descrição e especificação do sistema

ESTRUTURA

Componentes da edificação constituídos por elementos que visam garantir a estabilidade e


segurança da construção, que deve ser projetada e executada dentro das normas brasileiras. Durante
sua execução, os materiais e componentes são submetidos a controle tecnológico, garantindo a
conformidade com o projeto.

SISTEMAS DE VEDAÇÕES VERTICAIS

Sistemas que possuem a finalidade de vedação e compartimentação vertical da edificação, podendo


conter as tubulações das instalações, podendo ter função estrutural ou não. Ou seja, são as paredes.

O sistema construtivo adotado no Residencial Canadá é de alvenaria estrutural de bloco


cerâmico. Tal método se caracteriza pela ausência de elementos como vigas e pilares,
portanto, todas as paredes são estruturais. É um sistema seguro, que demanda grande
controle durante a execução.

Esse sistema é hoje o que mais cresce em todo o mundo, devido a sua praticidade em termos de mão
de obra e materiais. A pouca diversidade de materiais, nas primeiras etapas da obra, deixa-a mais
limpa e com menor desperdício.

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É projetado e executado dentro das especificações das NORMAS BRASILEIRAS, e durante a sua
execução tem seus materiais componentes submetidos a um rígido controle tecnológico, garantindo
assim, a conformidade com o projeto.

Porém, a maior responsabilidade em manter a integridade da estrutura durante a vida útil


da edificação é do usuário, qualquer tipo de modificação ou intervenção na estrutura, ou
seja, em qualquer parede ou laje, é terminantemente proibida, pois alteram suas
características estruturais, interferindo diretamente na segurança e estabilidade do
prédio. A remoção total ou parcial de qualquer parede, remoções ou quebras de qualquer
peça, bem como rasgos nas mesmas, por exemplo, para execução de furos de passagem de
tubulações elétricas e de aparelhos de ar condicionado split ou rasgos para embutir
tubulações elétricas, é proibida. TAL PROCEDIMENTO COMPROMETE TODA A ESTRUTURA
DA EDIFICAÇÃO E PODE PROVOCAR DESABAMENTOS.

Devido à movimentação natural da estrutura poderão aparecer fissuras na tinta no encontro entre as
paredes e a laje no último pavimento. Nos apartamentos do último pavimento, caso o proprietário
opte por colocar moldura de gesso no encontro entre teto e parede, é necessário que a
moldura/sanca fique colada somente na parede e ligeiramente afastada do teto, para que a
movimentação natural da estrutura não venha a danificar a moldura/sanca.

Observações:

Os materiais utilizados nas PAREDES e REVESTIMENTOS das paredes são de naturezas diversas,
possuindo diferentes coeficientes de elasticidade, de resistência e dilatação térmica. Assim sendo,
diante de variações bruscas da temperatura ambiente, da ACOMODAÇÃO NATURAL DA ESTRUTURA
causada pela ocupação gradativa da edificação, bem como, quando submetidos a cargas específicas
podem se comportar de forma diferente. Isso poderá, eventualmente, acarretar o aparecimento de
"fissuras" (pequenas rupturas) localizadas no revestimento das paredes, fato este que NÃO
compromete de forma alguma a segurança da edificação. No caso de paredes internas, são
consideradas aceitáveis e normais as fissuras não perceptíveis a distância de pelo menos 1 metro.
Com relação às paredes externas, as eventuais fissuras que surgirem e que não provocarem
infiltração para o interior da edificação serão consideradas aceitáveis e normais.

NOTA – As fissuras que não geram infiltração são consideradas normais, aceitáveis e deverão ser
tratadas pelo condomínio quando do processo de manutenção preventiva da edificação.

9.1.2. Cuidados no Uso

• É proibida a retirada total ou parcial dos elementos estruturais (inclusive paredes, no caso
deste edifício). Esse procedimento pode afetar seriamente a estrutura do prédio;
• A sobrecarga prevista para as lajes é de 150kg/m², evite colocar grande quantidade de peso
em locais pontuais, procure colocar mais perto das paredes e, preferencialmente distribuir o
peso com distâncias de aproximadamente 1 metro entre eles;

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• É terminantemente proibido colocar enchimentos nos pisos, alterações dos níveis dos
mesmos, ou acrescentar outras sobrecargas que ultrapassem, no total, as cargas previstas no
projeto original do edifício, ou seja, 150 kg/m².
A não observância das proibições acima colocam em risco a estabilidade da estrutura da
edificação e a segurança dos moradores, respondendo o responsável civil e criminalmente pelos
danos causados.

A empresa construtora e os responsáveis técnicos pelos projetos e execução da obra, desde já se


isentam de quaisquer responsabilidades em caso de ocorrência das situações descritas
anteriormente, acarretando também a perda de garantia sobre eventuais danos.

• Para instalação de biblioteca de grande porte ou equipamentos de grande porte, consulte o


projetista estrutural para que ele possa analisar e lhe oferecer a solução mais adequada,
destacamos que os custos decorrentes desta assessoria são de exclusiva responsabilidade do
condômino;
• Para fixar armários, quadros, prateleiras ou outros objetos similares nas paredes é permitida
a utilização de buchas de nylon tamanho S-8, e a carga máxima prevista é de 20kg/ponto;
• Antes de perfurar as paredes, consulte os projetos e detalhamentos de seu apartamento
para não danificar as tubulações embutidas nas paredes (água, energia elétrica, gás);
• Caso sejam percebidas fissuras na fachada do prédio que possam ocasionar infiltração de
água, devem ser tomadas medidas corretivas de maneira a evitar umidades nos elementos
estruturais com consequente proliferação de fungos e bolores;
• É essencial manter os ambientes bem ventilados, mantendo as janelas abertas por períodos
adequados, de forma a permitir a troca/renovação do ar dentro dos ambientes;
• Nos períodos de inverno ou chuva, pode surgir mofo nas superfícies, principalmente em
ambientes fechados (armários, atrás de cortinas, paredes próximas a cabeceira das camas,
forros de banheiros, etc.).
• Não é recomendada a instalação de papel de parede na face interna das paredes externas,
pois estas são mais suscetíveis à condensação por conta da diferença térmica entre o exterior
e o ambiente interno. Esta condição favorece o aparecimento de mofo e bolor no
revestimento, situação que não é coberta pela garantia da construtora.
• Não é permitida a instalação de redes de dormir.
• Não é permitida a instalação de ar condicionado.

9.1.3. Manutenção preventiva

• Faz parte da manutenção preventiva manter os ambientes bem ventilados. Nos períodos de
inverno ou de chuva, pode surgir mofo nas paredes, principalmente em ambientes fechados
(armários, atrás de cortinas e forros de banheiros);
• Combata o mofo com uso de água sanitária dissolvida em água (4 colheres de sopa para cada
litro de água - Fonte: Site da Abiclor – Associação Brasileira da Industria de Álcalis, Cloro e
derivados - www.abiclor.com.br), ou pura borrifada diretamente na superfície mofada;

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• Umedeça um pano limpo (preferencialmente branco) com a solução de água sanitária


indicada acima e passe em todas as paredes (de todos os ambientes, principalmente nos
quartos de dormir) e também nos forros dos banheiros pelo menos uma vez ao mês. Essa
medida evita o aparecimento de mofo/bolor, uma vez que o mesmo só aparece em
superfícies sujas.
• Tanto as áreas internas (dos apartamentos e da área comum) devem ter sua pintura revisada
e, se necessário, repintada a cada 2 (dois) anos, evitando assim o envelhecimento,
descascamento e infiltração que eventuais fissuras possam causar;
• Para superfícies externas de paredes/fachadas a pintura deve ser revisada e, se detectada
qualquer necessidade, repintada a cada 3 (três) anos, de forma a evitar o envelhecimento, a
perda de brilho / cor, o descascamento e danos/infiltrações que eventuais fissuras possam
causar.
NOTA: Toda vez que for realizada uma repintura, após a entrega da edificação, deverá ser feito um
tratamento das fissuras, tanto das áreas internas quanto das externas. No caso das fissuras externas,
o tratamento antes da repintura ajuda a evitar infiltrações.

9.1.4. Perda de garantia

• Se qualquer um dos elementos estruturais for alterado ou retirado;


• Se forem alterados quaisquer elementos de vedação com relação ao projeto original;
• Se forem identificadas sobrecargas na estrutura além dos limites normais de utilização
previstos;

• No caso de NÃO ser realizada a repintura e tratamento de fissuras na periodicidade prevista


no item acima;
• Se não forem seguidos os cuidados de uso ou não for feita manutenção preventiva periódica
necessária;

9.2. Revestimentos Cerâmicos / Rejuntes

9.2.1. Descrição e especificação do sistema

Revestimento cerâmico: acabamento habitualmente utilizado em áreas molháveis ou molhadas, que


protege as superfícies, além de ter função decorativa. São pisos cerâmicos, azulejos, pastilhas ou
porcelanatos.

Rejuntes: tratamento dado às juntas de assentamento dos materiais cerâmicos e pedras naturais
para garantir a estanqueidade e o acabamento final dos sistemas de revestimentos de pisos e
paredes.

Os revestimentos e pisos do empreendimento foram escolhidos e aplicados por profissionais


habilitados para garantir desempenho, proteção, durabilidade, beleza e harmonia estética.
Alertamos que diferenças de tonalidades devido ao processo de queima do material cerâmico
poderão acontecer, portanto, esclarecemos que não se tratam de defeitos do processo construtivo,
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afastando, assim, a responsabilidade da construtora em futuras solicitações de troca. Todavia,


necessitam de manutenção periódica e, para garantir sua conservação necessita de alguns cuidados.

Os revestimentos cerâmicos utilizados no empreendimento são de fabricação Delta Industria


Cerâmica S/A. As especificações dos elementos empregados por ambiente são as seguintes:

Azulejos e rejuntes dos apartamentos


Cozinha/ Banheiro: Revestimento cerâmico - Modelo: Himalaia Premium, tamanho 31x54cm – Delta
Industria Cerâmica S/A (HD DURAGRESS). Rejunte: Cinza platina - Euroflex

Pisos e rejuntes dos apartamentos


Cozinha/ Banheiro: Revestimento cerâmico – Modelo: Flat Sand, tamanho 54x54cm – Delta Industria
Cerâmica S/A (HD DURAGRESS). Rejunte: Cinza platina – Euroflex.

9.2.2. Cuidados no uso

• Não use escovas ou vassouras de cerdas duras para a limpeza dos azulejos, esponjas ou
palhas de aço, porque elas podem remover o rejunte e a camada de proteção;
• Para limpeza dos revestimentos cerâmicos e juntas encardidas, use detergente neutro
misturado com água e 10% de água sanitária;
• Para limpeza dos revestimentos cerâmicos não se deve utilizar produtos que contenham
ácidos ou abrasivos, saponáceos ou palha de aço, pois compromete o esmalte da peça.
Produtos aditivados com limão, flúor, hidróxido de potássio, ácido fluorídrico, ácido
muriático e etc. (exemplo: produtos para limpeza de alumínio, para retirar ferrugem ou
xampu para pedras naturais), não devem ser utilizados, consulte o rótulo dos produtos antes
de usá-lo;
• Para dar brilho, pode-se usar álcool após limpeza e secagem;

• Não utilizar máquina de alta pressão de água, peças pontiagudas, espátulas metálicas,
objetos cortantes ou perfurantes na limpeza, pois podem danificar o sistema de
revestimento, comprometendo a estanqueidade;

• Evite arrastar móveis ou objetos pesados sobre o piso e evite impacto com objetos pesados,
duros ou pontiagudos no piso, pois pode causar danos ao esmalte e em pior caso quebrar o
piso;
• Abra sempre as janelas dos ambientes revestidas com azulejo, para evitar a formação de
mofo. Tome cuidado para evitar a entrada de umidade externa quando o dia estiver muito
úmido.

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9.2.3. Manutenção preventiva

• Semestralmente, deve ser feita a revisão do rejuntamento, principalmente na área do box de


chuveiro, pois a água quente com sabão ataca o material. Se houverem falhas, estas devem
ser corrigidas, pois podem provocar, com o tempo, infiltrações para o andar de baixo, apesar
da impermeabilização efetuada;
• Para refazer o rejuntamento utilizar materiais apropriados existentes no mercado e mão-de-
obra especializada;
• Uma vez ao ano: verificar sua integridade e reconstituir os rejuntamentos internos e externos
dos pisos, paredes, peitoris, soleiras, ralos, peças sanitárias, bordas de banheiras, chaminés,
grelhas de ventilação e outros elementos, onde houver;

9.2.4. Perda da garantia

• Se não forem observados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva
indicada;
• Se, na limpeza, forem utilizados produtos químicos ou abrasivos que ataquem a superfície
dos revestimentos.

9.3. Instalações hidráulicas – Água potável

9.3.1. Descrição e especificação do sistema

O sistema de instalações de água fria se origina no ponto de abastecimento da empresa


concessionária (Sanepar), passa pelo hidrômetro de entrada do empreendimento, onde é medido o
consumo total e na sequência segue para os reservatórios.
Dos reservatórios a água abastece os pontos de consumo dos apartamentos e das áreas comuns. O
condomínio pode optar por medir o consumo de água de cada apartamento instalando medidores
individuais para cada um no local previamente preparado para recebimento dos hidrômetros
localizados no lado de fora de cada bloco próximo a janela da cozinha com acesso pelo jardim.
Já o Sistema de prevenção e combate contra incêndio é bombeamento é controlado por um sistema
eletromecânico.
Temos ainda o sistema de extravasão, conjunto de componentes destinado a escoar o eventual
excesso de água dos reservatórios nos quais foi superado o nível de transbordamento. A tubulação
de extravasão é destinada a conduzir o excesso de água para um local visível, servindo de aviso de
falha no sistema de reserva.
• Pontos de água potável fria: são os pontos que alimentam os lavatórios, os vasos sanitários,
os chuveiros, as pias, o tanque;
• Prumadas (tubulação principal) de água potável (fria): são constituídas por tubulações
principais que trazem a água do reservatório superior;

• Ramais de distribuição de água potável: são os alimentadores dos diversos pontos de água
de seu apartamento;

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• Registros de pressão: são válvulas de pequeno porte, instaladas em sub-ramais ou em


pontos de utilização, destinadas à regulagem da vazão de água;

• Registros de gaveta: são válvulas de fecho para instalação hidráulica predial, destinadas à
interrupção eventual de passagem de água para reparos na rede ou no seu ramal.

Nos pavimentos dos blocos existem registros de esfera que permite interromper o
fornecimento de água dos apartamentos individualmente em caso de necessidade de
manutenção, sem interromper o abastecimento total do bloco;
Em caso de vazamento, independente do motivo, feche imediatamente o registro geral,
localizado no seu pavimento junto com os medidores e seque as áreas afetadas. Acúmulo de
umidade dentro das paredes por períodos prolongados poderá ocasionar proliferação de
fungos e bolores. Em seguida providencie manutenção corretiva para eliminação do
problema.
• Pressurizadores: Único sistema de bombeamento do condomínio é o sistema de prevenção e
combate contra incêndio que é alimentado por uma entrada exclusiva de energia.
A manutenção dos mesmos é responsabilidade do condomínio;
Devem ser revisados uma vez a cada seis meses por empresa especializada;
As boias de nível devem ser verificadas semanalmente e, havendo qualquer avaria, as mesas
devem ser substituídas, pois elas fazem a proteção dos pressurizadores quando ocorre falta
d’água.

Materiais utilizados

Os tubos e conexões utilizados nas instalações hidráulicas são:

• Prumadas (tubulação principal) e ramais de distribuição de água potável (fria): PVC

Fornecedores de materiais e serviços:

Tubos e conexões de Água Fria/Esgoto PVC – AMANCO/MULTILIT/KRONA

Torneiras e registros – DOCOL/FANI

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9.3.2. Cuidados de uso

• Para evitar perfurações de canos e tubulações, estão anexados neste manual os croquis que
indicam as regiões por onde passam as tubulações de água quente e fria em seu
apartamento (ver anexos). Para maior tranquilidade, use sempre uma margem de segurança
de, pelo menos, 5 cm além do indicado no projeto – as medidas são aproximadas e podem
variar de apartamento para apartamento;

• Não apertar em demasia os registros, torneiras e misturadores;

• Ao instalar filtros, torneiras, etc, tenha cuidado ao atarraxá-los – o excesso de força poderá
danificar a saída da tubulação provocando vazamentos;

• Nos sistemas com previsão de instalação de componentes por conta do cliente (chuveiros,
torneiras), os mesmos deverão seguir características definidas no manual para garantir o
desempenho do sistema;

• Não efetuar alterações na regulagem das válvulas redutoras de pressão;

• Quando instalar armários em áreas molhadas, verifique se os engates foram devidamente


apertados, evitando assim futuros vazamentos;

9.3.3. Manutenção preventiva

• Limpe periodicamente (a cada 6 meses) os aeradores (bicos removíveis) das torneiras para
ter um bom fluxo de água. É comum o acumulo de resíduos vindos da tubulação;

• As instalações hidráulicas estão conectadas às louças através de tubos flexíveis. Se esses


tubos estiverem ressecados ou danificados, substitua-os, mas lembre-se de fechar o registro
geral de água antes da troca;

• Limpar e verificar a regulagem dos mecanismos internos das caixas acopladas aos vasos
sanitários (caixas de descarga) periodicamente (a cada 6 meses);

• A cada ano, verificar a estanqueidade da válvula de descarga;

9.3.4. Perda de garantia

• Se não forem realizadas as manutenções preventivas indicadas neste manual;


• Danos decorrentes de objetos estranhos no interior de equipamentos ou nas tubulações que
prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento;
• Danos decorrentes de mau uso, manuseio inadequado, instalações de equipamentos
inadequados ao sistema;
• Danos decorrentes por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou
revestidas);
• Manobras indevidas, com relação a registros, válvulas e bombas;

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• Se constatada falta de limpeza nos aeradores, provocando acúmulo de sujeira nos mesmos;
• Se constatada falta de troca dos vedantes das torneiras e registros;
• Se constatado pressões alteradas por desregulagem da válvula redutora de pressão ou
sistema de pressurização.
Não são cobertas pela garantia peças que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.

9.4. Instalações hidráulicas – Água não potável

9.4.1. Descrição e especificação do sistema

A captação do esgoto é feita por meio de ramais, localizados acima do forro do apartamento
imediatamente abaixo, que encaminha para as prumadas localizados nas paredes.

Ao sair do bloco, o esgoto é coletado por caixas localizadas nas suas laterais, o esgoto da pia é
encaminhado para caixa de gordura e a do tanque e máquina de lavar para caixa sifonada.

As caixas de gordura possuem a finalidade de reter a gordura dissolvida na água, para que esta não
chegue a entupir o restante do sistema.

A gordura acumulada nas caixas deve ser retirada mensalmente, para impedir o preenchimento total
das caixas, transbordamentos e inoperância do sistema. Deve-se utilizar um saco plástico para
retirada do acumulo de gordura e destinar no lixo orgânico.

O esgoto proveniente dos vasos passará pelas caixas de inspeção, destinado a facilitar a manutenção
e limpeza da tubulação.

Após passar pelas caixas, o esgoto é lançado diretamente na rede pública de esgoto.

A garantia para entupimentos é de 06 meses para evidenciar materiais de obra na tubulação ou


esmagamentos de tubulações.

O sistema de destinação de esgoto sanitário não foi projetado para receber sólidos inorgânicos como
fraldas, absorventes, camisinhas e outros. Caso ocorra lançamento destes fica caracterizado mau
uso, pois podem ocasionar entupimentos e vazamentos no sistema.

Em caso de vazamento no sistema de esgoto evite utilizar o sistema até serem tomadas as medidas
corretivas.

Água servida:

Água coletada em grelhas, extravasores ou ralos de subsolos. Dos ramais de coleta, estas águas são
encaminhadas para as redes pluviais ou de esgoto.

Águas pluviais e drenagem:

Ramais de tubulação destinados a coletar as águas de chuva, tais como ralos de floreiras, canaletas,
calhas etc., e seguem para os ramais de coleta, que conduzem a água da chuva até as tubulações de

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prumadas de águas pluviais, que transportam através dos andares chegando até os coletores que
levarão até o sistema público de coleta.

Rede coletora de gordura:

Caixas de gordura foram previstas para acumular a gordura proveniente da pia das cozinhas,
evitando que a mesma cause entupimento da tubulação, os fluidos seguem para os ramais coletores.
A gordura acumulada deverá ser retirada manualmente das caixas periodicamente, para evitar que a
mesma transborde ou perca a funcionalidade.

9.4.2. Cuidados de uso

• Não jogue objetos nos vasos sanitários que possam causar entupimentos (absorventes e
papéis higiênicos, panos, fraldas descartáveis, embalagens, cotonetes, cabelos, fio dental,
etc). Use sempre um cesto de lixo;
• Nunca jogue gordura ou resíduo sólido nos ralos das pias e dos lavatórios. Jogue diretamente
no lixo;
• Use sempre a grelha de proteção que acompanha as cubas de inox das pias da cozinha. Isso
evita entupimentos;
• Evite o excesso de louça ou outros objetos dentro da cuba da pia – isso pode provocar seu
desprendimento da bancada;
• Não utilizar para eventual desobstrução do esgoto hastes, água quente, ácidos, produtos
cáusticos ou similares;
• Recomenda-se o uso de sabão biodegradável, para evitar o retorno da espuma da máquina
de lavar;
• Ralos sifonados e sifões têm “fecho hidráulico” – uma pequena cortina de água que evita o
retorno do mau cheiro. Se os ralos e sifões ficarem muito tempo sem uso, a cortina de água
evapora. Se isto acontecer, deixe correr um pouco de água para restabelecer o fecho;
• Banheiros, cozinhas e áreas de serviço sem utilização por longos períodos podem
desencadear mau cheiro em função da ausência de água nas bacias sanitárias, caixas
sifonadas e sifões. Para evitar este problema, jogue água periodicamente nos ralos e sifões;

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9.4.3. Manutenção preventiva

Este sistema requer um plano de manutenção específico que atenda às recomendações da NBR
5674.

• Verifique periodicamente (a cada 15 dias) os ralos e sifões das louças, tanques e pias do seu
apartamento, providenciando a limpeza com a retirada de todo e qualquer material que
possa causar entupimento;
• Os ralos do box dos banheiros precisam ser limpos com frequência (a cada 15 dias, pelo
menos), para evitar que o acúmulo de cabelo e sujeira comprometa o escoamento da água.
Retire a grelha do ralo e, com o auxílio de uma luva ou saco plástico, coloque a mão dentro
do ralo e retire todo e qualquer resíduo que estiver dentro do mesmo.
• A cada dois meses é recomendado também retirar o joelho (peça curva em PVC) que faz o
sifonamento do ralo, pois a sujeira pode ficar acumulada no mesmo. Após efetuar a limpeza,
recoloque o joelho (voltado para baixo), jogue bastante água no ralo e recoloque a grelha. A
falta desta limpeza pode ocasionar o transbordamento da caixa sifonada e causar vazamento
no apartamento de baixo.

• Para evitar danos, durante a limpeza e desentupimento de ralos e sifões não use hastes ou
arames, ácidos ou produtos cáusticos, acetona concentrada, substâncias muito quentes;

• Uma vez ao ano é recomendado verificar a necessidade de substituir os vedantes (courinhos)


das torneiras, misturadores e registros de pressão para garantir a vedação e evitar
vazamentos;
• Use um desentupidor de borracha para desentupir e prevenir entupimentos de pias e
lavatórios. Caso não consiga resultado, chame uma empresa especializada;
• Os cromados dos metais sanitários, ralos de pias e lavatórios e as louças devem ser limpos
com água e sabão neutro. Nunca use palha de aço ou o lado verde/abrasivo daquelas buchas
de limpeza comuns;
• Limpe periodicamente os aeradores (bicos removíveis) das torneiras para ter um bom fluxo
de água. É comum o acúmulo de resíduos vindos da tubulação;

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• Limpar e verificar a regulagem dos mecanismos internos das caixas acopladas aos vasos
sanitários (caixas de descarga) periodicamente (a cada 6 meses);
• Para limpeza das cubas de aço inox das pias, use apenas água e sabão neutro. Não use
esponja de aço.

9.4.4. Perda de garantia

• Se não forem realizadas as manutenções preventivas previstas acima;

• Danos decorrentes de objetos estranhos no interior das tubulações ou equipamentos, que


prejudiquem ou impossibilitem o seu funcionamento;

• Danos decorrentes de impactos ou perfurações em tubulações;


• Instalação ou uso incorreto dos equipamentos;
• Se constatado entupimento por qualquer objeto ou dejeto jogados nos vasos sanitários,
ralos, tais como: absorventes ou papel higiênicos, cotonetes, cabelos, etc.
Não são cobertas pela garantia peças que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.

9.5. Acabamentos hidráulicos

9.5.1. Descrição e especificação do sistema

São todos os acabamentos que compõem as instalações hidrossanitárias, como louças e metais.

Louças
Banheiro Bacia com caixa acoplada: Kohler (Fiori)/ Roca (Incepa)/ Hervy
Lavatório c/ coluna: Kohler (Fiori)/ Roca (Incepa)/ Hervy
Cozinha Tanque: Kohler (Fiori)/ Roca (Incepa)/ Hervy
Metais
Banheiro Torneira: Docol
Papeleira: Higiban
Porta toalha: Higiban
Saboneteira: Higiban
Cabide: Higiban
Cozinha Torneira: Fani

9.5.2. Cuidados no uso

• Nunca suba ou se apoie nas louças e bancadas, pois podem se soltar ou quebrar, causando
ferimentos graves;
• Feche com delicadeza as torneiras, apertar muito as torneiras causa danos às buchas de
vedação interna, provocando vazamentos;
• Ralos sifonados tem fecho hídrico, uma pequena cortina de água que evita o retorno do mau
cheiro. Se os ralos e sifões ficarem muito tempo sem uso, essa água evapora, permitindo o

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retorno do mau cheiro. Para restabelecer o fecho hidráulico basta jogar um pouco de água
no ralo;
• Não utilizar produtos abrasivos ou corrosivos na limpeza de louças e metais, eles podem
prejudicar o acabamento;
• Não devem ser retirados os apoios (mão francesas) das bancadas de granito, sob o risco de
ocasionar quebra dos elementos apoiados.

9.5.3. Manutenção preventiva

• Verifique periodicamente os sifões e ralos das louças, tanques e pias, providenciando a


limpeza com a retirada de todo e qualquer material que possa causar entupimento;
• Limpe periodicamente os aeradores (bicos removíveis) das torneiras e chuveiros para ter um
bom fluxo de água. É comum o acúmulo de resíduos vindos da tubulação;

• Uma vez ao ano é recomendado verificar a necessidade de substituir os vedantes (courinhos)


das torneiras, misturadores e registros de pressão para garantir a vedação e evitar
vazamentos;
• Use um desentupidor de borracha para desentupir e prevenir entupimentos de pias e
lavatórios. Caso não consiga resultado, chame uma empresa especializada;
• Os cromados dos metais sanitários, ralos de pias e lavatórios e as louças devem ser limpos
com água e sabão neutro. Nunca use palha de aço ou o lado verde/abrasivo daquelas buchas
de limpeza comuns;
• Limpar e verificar a regulagem dos mecanismos internos das caixas acopladas aos vasos
sanitários (caixas de descarga) periodicamente (a cada 6 meses);
• Para limpeza das cubas de aço inox das pias, use apenas água e sabão neutro. Não use
esponja de aço;
• Verifique os engates flexíveis uma vez ao ano, se estiverem ressecados ou danificados,
substitua-os.

9.5.4. Perda de garantia

• Danos sofridos pelo produto em consequência de quedas acidentais, mau uso, manuseio
inadequado, instalação incorreta e erros de especificação;
• Danos causados aos acabamentos das louças por limpeza inadequada (produtos químicos,
solventes, abrasivos do tipo saponáceo, palha de aço, esponja dupla face);
• Danos nos acabamentos dos metais sanitários causados pela utilização de produtos de
limpeza inadequados, tais como: solventes, abrasivos do tipo saponáceo, produtos químicos,
palha de aço ou esponjas com face abrasiva;
• Peças que apresentem desgaste natural, pelo uso regular, tais como: vedantes, gaxetas, anéis
de vedação, guarnições, cunhas, mecanismos de vedação;
• Se for evidenciado entupimento por quaisquer objetos jogados nos vasos sanitários e ralos,
tais como: absorventes higiênicos, fraldas descartáveis, embalagens, cotonetes, cabelos, etc.;

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• Se for evidenciada a falta de troca de vedantes (courinhos) das torneiras;


• Se for evidenciada a falta de limpeza nos aeradores, provocando assim acúmulo de resíduos
nos mesmos;
• Equipamentos que foram reparados por pessoas não autorizadas pelo serviço de
ASSISTÊNCIA TÉCNICA do fabricante;
• Aplicação de peças não originais ou inadequadas, ou ainda adaptação de peças adicionais
sem autorização prévia do fabricante;
• Objetos estranhos no interior do equipamento ou nas tubulações que prejudiquem ou
impossibilitem o seu funcionamento;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a MANUTENÇÃO PREVENTIVA
necessária ou não forem atendidos os cuidados indicados.
Não são cobertas pela garantia peças que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.

9.6. Principais problemas de hidráulica e como resolvê-los

9.6.1. Pia com esgotamento lento ou entupida:

Com o auxílio de luvas de borracha, um desentupidor e uma chave inglesa, siga os seguintes passos:
• Encha a pia de água aproximadamente até a metade;
• Coloque o desentupidor sobre o ralo, pressionando-o para baixo e para cima. Observe se ele
está totalmente submerso;
• Quando a água começar a descer, continue a movimentar o desentupidor deixando a
torneira aberta;
• Se a água não descer, coloque um balde embaixo do sifão e tente desatarraxá-lo com a mão
ou com o auxílio de uma chave inglesa;
• Limpe o interior do sifão, onde ficam depositados os resíduos que entopem sua pia.
• Tente desobstruir o ralo da pia, de baixo para cima. Algumas vezes, os resíduos se localizam
neste trecho do encanamento;
• Recoloque o sifão.
• Não convém colocar produtos a base de soda cáustica dentro da tubulação de esgoto;
• Depois de pronto o serviço, abra a torneira e deixe correr água em abundância para limpar
bem.

9.6.2. Torneira vazando / pingando

Para consertar a torneira faça o seguinte:


• Feche os registros;
• Em seguida, esvazie toda água do cano, mantendo a torneira aberta;
• Retire a canopla (peça que dá acabamento à torneira) com a ajuda de uma chave inglesa;
• Substitua o reparo (peça que veda a saída de água e parece um pequeno peão), que pode ser
de couro, plástico ou borracha. Quando o reparo se deteriora, a torneira começa a vazar;
• Monte a torneira e abra novamente o registro;
• Não aperte as torneiras com muita força. Feche-as suavemente, para não danificar os
reparos.

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9.6.3. Engates flexíveis ressecados ou danificados

Caso seja necessária a substituição de algum engate flexível (das caixas de descargas ou das
torneiras), basta que você:
• Desligue o registro;
• Desrosqueie o flexível nas duas extremidades;
• Leve-o a um depósito de materiais de construção para que sirva de modelo para compra de
um novo;
• Com o novo flexível em mãos, encaixe-o e rosqueie-o exatamente no local de onde o antigo
foi retirado;
• Sempre use vedante do tipo teflon (veda-rosca) nas roscas para evitar vazamentos.

9.6.4. Como regular a caixa de descarga acoplada na bacia sanitária

Caso o vaso esteja vazando internamente, com água correndo ininterruptamente, é necessário que
você regule ou substitua a boia da caixa de descarga.

Regulagem:

• Com cuidado, abra e retire a tampa da caixa de descarga;


• Com ajuda de um alicate, rosqueie a boia, deixando-a mais firme, não permitindo que a água
transborde pelo ladrão quando a caixa estiver cheia.
Substituição:

• Com cuidado, abra e retire a tampa da caixa acoplada;


• Desrosqueie a boia;
• Leve-a a um depósito de materiais de construção para que sirva de modelo para compra de
uma nova;
• Com a nova boia em mãos, encaixe-a e rosqueie-a no local de onde a antiga foi retirada.

9.7. Instalações hidráulicas – Sistema de combate ao incêndio

9.7.1. Descrição e especificação do sistema

O condomínio é dotado de um Sistema de Prevenção e Combate a Incêndios, projetado de acordo


com as normas do Corpo de Bombeiros.

Este sistema consiste em um conjunto de tubos, reservatórios, peças de utilização, equipamentos e


outros componentes destinados a conduzir água da fonte de abastecimento aos pontos de utilização.

Reserva de incêndio: fica na caixa d’água superior, entre o nível de fundo da caixa d’água e o nível de
saída da tubulação de abastecimento da edificação, garantindo que o sistema de incêndio não fique
sem água;

Distribuição: através das tubulações das colunas de incêndio, são alimentados os sistemas de
hidrantes. O sistema termina em um registro, que fica dentro de uma caixa embutida no passeio
público.

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Extintores: servem para um primeiro combate a pequenos incêndios. Para tanto, é importante ler
atentamente as instruções contidas no corpo do próprio equipamento, especialmente no que diz
respeito às classes de incêndio para a qual é indicado e como utilizá-lo.

O prédio é dotado de extintores e caixas com hidrantes e mangueiras. No caso de ausência de


energia, as luzes de emergências são acionadas automaticamente. A rota de fuga está indicada por
meio de comunicação visual nos halls dos prédios.

Iluminação de emergência

As luzes de emergência são acionadas automaticamente no caso de ausência de energia elétrica no


edifício e permanecerá acesa por 105 minutos. Para garantir o correto funcionamento as luminárias
deverão ser testadas a cada três meses e, caso apresentam defeitos, serem substituídas.

Hidrantes

Os hidrantes de parede estão localizados em cada pavimento. As mangueiras devem ser


armazenadas enroladas e desconectadas do engate rápido logo após o registro. Para enrolar a
mangueira deve-se dobrá-la no meio de forma que o engate rápido fique junto ao requinte (ponta da
mangueira), então a partir da ponta oposta ao engate rápido enrola-se a mangueira.

Caso o registro seja aberto, a mesma poderá receber sujeiras vindas da rede de abastecimento
impedindo seu fechamento total, devendo então tornar a abrir o registro deixando escoar a água
para limpeza do mesmo, evitando assim gotejamento.

Extintores

O edifício é dotado de extintores em todos os andares. Os extintores de incêndio servem para um


primeiro combate a pequenos incêndios. Para tanto, é importante ler atentamente as instruções
contidas no corpo do próprio equipamento, especialmente no que diz respeito às classes de incêndio
para qual é indicado e como utilizá-lo, conforme tabela abaixo:

Classe De Tipo De Incêndio Extintor Recomendado


Incêndio
Materiais sólidos, fibras têxteis, madeiras,
A Água pressurizada
papel, etc.
B Líquidos inflamáveis e derivados de petróleo. Gás Carbônico, Pó Químico Seco
Materiais elétricos, motores, transformadores,
C Gás Carbônico, Pó Químico
etc.
D Gases inflamáveis sob pressão. Pó Químico

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9.7.2. Cuidados de uso

• É OBRIGATÓRIO por lei que o condomínio tenha uma brigada de incêndio;

• Os extintores de incêndio servem para um primeiro combate a pequenos incêndios. Para


tanto, é importante ler atentamente as instruções contidas no corpo do próprio
equipamento, especialmente no que diz respeito às classes de incêndio para qual é indicado
e como utilizá-lo;
• Não modifique o sistema de combate a incêndio;

• O extintor e o local de sua colocação não devem ser alterados, pois foram determinados pelo
CORPO DE BOMBEIROS;
• Não altere o volume de reservação do sistema de combate a incêndio;
• Não utilize as mangueiras e o sistema dos hidrantes para qualquer finalidade que não seja o
combate a incêndios;
• Não efetuar testes das mangueiras utilizando água;

• LEMBRE-SE DE MANTER AS ESCADAS SEMPRE DESIMPEDIDAS E DE QUE É PROIBIDO


OBSTRUIR ABAIXO DOS EXTINTORES!

EM CASO DE INCÊNDIO:

• Ao notar indícios de incêndio (fumaça, cheiro de queimado, etc.), certifique-se do que está
queimando e da extensão do fogo, sempre a uma distância segura;
• Informe a Portaria para avisar aos demais moradores;
• Ligue para o CORPO DE BOMBEIROS pelo número 193;
• Combata o fogo utilizando o extintor mais apropriado conforme descrito na TABELA DE
CLASSES DE INCÊNDIO;
• Em caso de não saber manusear os extintores, saia do local imediatamente, fechando as
portas e janelas atrás de si, sem trancá-las, desligando a eletricidade e alertando aos demais
moradores;
• Use as escadas. Jamais use o elevador em caso de incêndio.

• EM CASO DE INCÊNDIO, NÃO TENTE SALVAR OBJETOS – A SUA VIDA É MAIS IMPORTANTE!

9.7.3. Manutenção preventiva

Um plano de manutenção para o sistema de prevenção e combate à incêndio é indicado no manual


do síndico.

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9.7.4. Perda de garantia

• Danos decorrentes de objetos estranhos no interior do equipamento que prejudiquem ou


impossibilitem o seu funcionamento ou nas tubulações;
• Danos decorrentes de quedas acidentais, mau uso ou manuseio inadequado;
• Instalação de equipamentos ou componentes inadequados ao sistema;
• Danos decorrentes por impacto ou perfurações em tubulações (aparentes, embutidas ou
requadradas);
• Instalação ou uso incorreto dos equipamentos;
• Manobras indevidas com relação a registros, válvulas e bombas;
• Reparos em equipamentos por pessoas não autorizadas/capacitadas;

9.8. Instalações elétricas

9.8.1. Descrição e especificação do sistema

É o sistema destinado a distribuir a energia elétrica de forma segura e controlada na edificação,


conforme projeto específico elaborado dentro de padrões descritos em normas técnicas brasileiras
(ABNT) e aprovado por concessionária local.

Cada apartamento conta com um quadro de distribuição onde para cada circuito existe um disjuntor
que desliga automaticamente quando ocorre alguma sobrecarga. Se houver algum desligamento de
disjuntor é necessário desconectar todos os equipamentos ligados ao circuito, e chamar um técnico
especializado.

O Quadro de Luz é composto por diversos disjuntores secundários, que desligam os seus respectivos
circuitos. Para segurança das áreas molhadas (banheiros, cozinha e área de serviço) há ainda o
disjuntor diferencial que desliga automaticamente em casos de risco (choques e instalações
defeituosas).

Todos os circuitos, exceto da iluminação, contam com um dispositivo DR (Diferencial Residual). Tal
dispositivo está em conformidade com as prescrições da norma técnica ABNT NBR 5410:2004 –
Instalações Elétricas de Baixa tensão. O DR é desligado automaticamente quando existe fuga de
corrente através de algum equipamento elétrico ou o próprio corpo humano, evitando choques e
acidentes graves. No caso de desligamento do DR, identifique a causa da fuga de corrente e ligue
novamente o DR – caso o problema não seja resolvido, chame um técnico especializado.

É importante que o usuário esteja ciente que o sistema elétrico não foi dimensionado para suportar
carga de grandes equipamentos, por exemplo, fotocopiadora, plastificadoras, etc. A potência máxima
suportada pelo sistema está descrito em projeto específico. Qualquer sobrecarga excedente poderá
contribuir para o comprometimento dos componentes (fiação, tubulação, disjuntores, quadros,
bocais e até mesmo os eletrodomésticos). É importante que o usuário esteja ciente de que a
finalidade do imóvel é somente residencial, não podendo ser utilizado para atividades comerciais.

A entrada de energia dos apartamentos é bifásica, de 50 Ampéres. Todos os disjuntores são


monofásicos, as tomadas e interruptores que compõe o sistema elétrico dos apartamentos são de
110V, porém o chuveiro é de 220V com carga máxima prevista em projeto de 5.400W.

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Cada apartamento do prédio possui uma instalação elétrica independente que é constituída por
diversos elementos:

• Quadro elétrico de distribuição: composto por um dispositivo diferencial residual (DR) e outros
disjuntores secundários que protegem os circuitos, estes disjuntores desligam em caso de
sobrecarga no circuito;

• DR: dispositivo que desliga todos os circuitos, exceto da iluminação, das áreas molhadas (cozinha,
área de serviço e banheiros), este disjuntor diferencial tem ainda a função de segurança dos
circuitos elétricos contra as correntes de fuga, provocadas por aparelhos eletrodomésticos ou
instalação elétrica em más condições de conservação;

• Quadro elétrico de medição: contém um disjuntor geral que suporta todos os circuitos do seu
apartamento. São localizados fora do bloco, na face oposta à entrada do bloco.

• Circuito: conjunto de pontos (tomadas, de iluminação e interruptores) cuja fiação encontra-se


interligada. Cada circuito tem um limite de carga, que deve ser conhecido para saber quais
eletrodomésticos poderão ser ligados ao mesmo tempo neste circuito.

• Tomadas de energia: para ligação de eletrodomésticos de uso corrente;

• Tomadas de uso específico: para ligação de máquinas domésticas, como lavadora e secadora de
roupas, lavadora de louças e forno de micro-ondas. Estas tomadas estão identificadas no projeto
elétrico da sua unidade anexado ao final deste manual;

• Pontos de iluminação: para ligação de lâmpadas e luminárias;

• Interruptores: para acionamento dos pontos de iluminação;

A instalação elétrica de seu imóvel é dividida em vários circuitos, o que possibilita melhor uso e
manutenção. Cada um desses circuitos tem um limite de carga, que deve ser conhecido para saber
quais eletrodomésticos poderão ser ligados (por exemplo: uma tomada para secadora de roupas tem
limite diferente de uma tomada de televisão).

Sabendo estes limites, você também poderá descobrir a razão de um desses circuitos ficar sem
energia quando determinados aparelhos são ligados em conjunto.

Ao final deste manual constam os projetos da sua unidade, verifique no projeto elétrico a tabela com
o limite de carga considerado para cada circuito. Em caso de dúvidas, consultar a construtora ou um
profissional da área;

Para saber quais aparelhos eletrodomésticos você poderá ligar em um circuito, anote a potência (em
watts) de todos os aparelhos que nele serão ligados, incluindo as lâmpadas, caso as mesmas estejam
contempladas no mesmo circuito. A capacidade de carga de cada circuito deve ser sempre maior ou
igual à soma das potências dos equipamentos que serão ligados simultaneamente no mesmo
circuito. Sobrecarregar o circuito com potências acima do estimado em projeto ocasionará o
desligamento automático do disjuntor e poderá colocar em risco a integridade do sistema elétrico.

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Fornecedores de materiais elétricos

Acabamentos elétricos – Enerbras Materiais Elétricos Ltda/ Perlex


Fios elétricos – Energy Condutores do Brasil Ltda./ Corfio
Quadros PVC – Steck Industria Elétrica Ltda.

9.8.2. Cuidados no uso

Para instalação e utilização correta dos equipamentos nos pontos identificados no Projeto de
Instalações Elétricas tome os seguintes cuidados:

• Atenção ao comprar eletrodomésticos e aparelhos eletroeletrônicos, estes devem ser todos


110V pois não há tomadas 220V no seu apartamento e não é recomendada a alteração;

• Apenas o ponto elétrico para instalação do chuveiro é 220V, lembre-se disso ao comprar o
chuveiro;

• Ao instalar aparelhos elétricos, verifique se a potência de cada um é atendida pela carga


disponibilizada. Essa averiguação pode ser feita a partir do quadro de cargas e circuitos,
disponível no projeto elétrico.
• Não alterar as especificações dos disjuntores (diferencial, principal ou secundários)
localizados no quadro de distribuição, pois estes estão dimensionados em conformidade com
a capacidade dos circuitos e aderentes às normas brasileiras e possuem a função de proteger
os circuitos de sobrecarga elétrica. A troca dos disjuntores instalados por outros de maior
amperagem, pode causar danos na instalação e pode causar incêndio por sobrecarga na
fiação;
• Não abrir furos nas proximidades dos quadros de distribuição;
• Se você precisa cortar a energia em algum ponto e tem dúvida sobre qual disjuntor, desligue
o disjuntor geral;
• Quando o imóvel estiver desabitado, é recomendável desligar o disjuntor geral no quadro de
medição;
• Ao adquirir um aparelho elétrico, verifique se o local definido para sua instalação está em
condições adequadas, conforme a especificação do fabricante;
• Em caso de sobrecarga momentânea, o disjuntor do circuito atingido se desligará
automaticamente. Neste caso, religar o componente. Caso volte a desligar, significa
sobrecarga contínua ou curto circuito em algum aparelho ou no próprio circuito, o que torna
necessário solicitar análise de profissional habilitado;
• Deve-se ter um cuidado especial na colocação de chuveiros, lustres, apliques e similares, pois
o corte indevido, ou emenda inadequada de fios, pode provocar curto circuito na instalação
de energia elétrica em partes do imóvel e permitir o surgimento de peças que transmitam
corrente expondo os ocupantes a choque elétrico. Para executar qualquer serviço procure
sempre um técnico especializado.

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• As instalações de equipamentos, luminária ou similares deverão ser executadas por empresa


capacitada, observando-se aterramento, tensão (voltagem), bitola e qualidade dos fios, além
de isolamentos, tomadas e plugues a serem empregados;
• Cuidado ao manusear aparelhos elétricos em contato com água, pois nesse caso poderá
ocasionar acidentes fatais;

• Em caso de incêndio, desligue o disjuntor geral do quadro de distribuição;


• Só instalar lâmpadas compatíveis com a tensão do projeto (no caso, os circuitos são de 110
volts, utilizar preferencialmente lâmpadas de 127 volts, a fim de prolongar a vida útil das
mesmas);
• NÃO sobrecarregar os circuitos com a ligação de vários equipamentos no mesmo circuito
(utilização de “benjamins”, “T” ou extensões com várias tomadas);

• Quando são instalados armários próximos às tomadas, é comum os marceneiros recortarem


a madeira e reinstalarem as tomadas no próprio corpo do armário. Nesses casos é preciso
que o isolamento seja perfeito e que o fio utilizado seja compatível com a instalação original;

• Utilizar somente equipamentos com resistências blindadas, pois os quadros possuem


interruptor DR (Diferencial Residual), que tem função de medir as correntes que entram e
saem do circuito elétrico e, havendo eventual fuga de corrente, como no caso de choque
elétrico, o componente automaticamente se desliga. Sua função principal é proteger as
pessoas que utilizam a energia elétrica;
• Caso o DR desarme, basta girar sua chave para armá-lo novamente. Mas se ele tornar a
desarmar, não force o dispositivo e procure o equipamento elétrico que pode estar causando
fuga de corrente
• NUNCA segurar dois fios ao mesmo tempo. O contato simultâneo de um fio positivo e um fio
negativo pode ocasionar uma parada cardíaca. Isole sempre o fio que acabou de mexer,
antes de desencapar o outro;
• NÃO ligar aparelhos de voltagem diferente nas tomadas;
• NUNCA ligar aparelhos diretamente do Quadro de Luz;
• A instalação de equipamentos de carga superior à prevista pode provocar riscos à integridade
das instalações elétricas;
• Utilizar proteção individual como, por exemplo, estabilizadores e filtros de linha em
equipamentos mais sensíveis, como computadores, home theater, central de telefone, etc.;

• Luminárias utilizadas em áreas descobertas ou externas com umidade excessiva podem ter
seu tempo de vida diminuído, necessitando de manutenções frequentes, como, por exemplo,
vedações e isolamentos.

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9.8.3. Manutenção preventiva

• Sempre que for executar manutenção nas instalações, como troca de lâmpadas, limpeza e
reapertos dos componentes, desligar os disjuntores correspondentes. Caso não tenha
certeza em qual circuito o equipamento se encontra, desligue o disjuntor geral;

• Os serviços de manutenção preventiva ou corretiva devem ser realizados por empresa


capacitada / especializada;

• Somente profissionais habilitados deverão ter acesso às instalações, equipamentos e áreas


técnicas de eletricidade, evitando curto-circuito, choque, risco à vida etc.;
• Quando da verificação de problemas elétricos, deve-se utilizar sapatos com sola de borracha
e nunca segurar dois fios ao mesmo tempo;

• Limpar as partes externas das instalações elétricas (espelhos de tomadas e interruptores, e


tampa do quadro de distribuição) somente com um pano ligeiramente úmido. Lembre-se que
água é um condutor de energia elétrica, portanto as instalações nunca devem ser molhadas.

Periodicidade Atividade Responsável


Testar o disjuntor tipo DR apertando o botão localizado no Equipe de
A cada 2 meses próprio aparelho. Ao apertar o botão, a energia será manutenção local /
interrompida. Caso isso não ocorra, trocar o DR; empresa capacitada
Rever o estado de isolamento das emendas de fios e, no caso
de problemas, providenciar as correções;
Verificar e, se necessário, reapertar as conexões do quadro
Empresa
A cada 1 ano de distribuição;
especializada
Verificar o estado dos contatos elétricos. Caso possua
desgaste, substitua as peças (tomadas, interruptores, ponto
de luz e outros);
Reapertar todas as conexões (tomadas, interruptores, ponto Empresa capacitada /
A cada 2 anos
de luz e outros) especializada

9.8.4. Perda de garantia

• Se evidenciado qualquer mudança no sistema de instalação que altere suas características


originais;

• Se evidenciado a substituição de disjuntores por outros de capacidade diferente,


especialmente de maior amperagem;
• Se evidenciado o uso de eletrodomésticos que não atendam à normalização vigente
(antigos), chuveiros ou outros equipamentos elétricos sem blindagem, os quais ocasionem o
desarme dos disjuntores;
• Se evidenciado sobrecarga nos circuitos, por causa da ligação de vários equipamentos no
mesmo circuito;
• Se evidenciada a não utilização de proteção individual para equipamentos sensíveis;

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• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não forem realizadas as manutenções


necessárias.
OBS.: Não são cobertas pela garantia peças que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso.

9.9. Principais problemas elétricos e correções:

Problema Correção
Verificar, no QUADRO DE LUZ, se a chave daquele circuito não está desligada. Em caso
afirmativo, religá-la.
Se voltar a desarmar solicitar a assistência de técnico habilitado, pois duas possibilidades podem
ocorrer:
Parte da instalação
→ a chave está com defeito e é necessária a sua substituição por uma nova;
não funciona → existe algum curto-circuito na instalação e é necessário o reparo deste circuito.
Eventualmente pode ocorrer a "falta de uma fase" no fornecimento de energia, o que faz com
que determinada parte da instalação não funcione. Nestes casos, somente a Copel terá
condições de resolver o problema, após solicitação do consumidor.

Verificar se existem conexões frouxas e reapertá-las.


Superaquecimento
Verificar se existe alguma chave com aquecimento acima do normal, que pode ser provocado por
no quadro de luz mau contato interno à chave, devendo a mesma ser substituída.

Podem existir maus contatos elétricos (conexões frouxas) que são sempre fonte de calor, o que
afeta a capacidade das chaves/disjuntores. Neste caso, um simples reaperto nas conexões
Disjuntores do resolverá o problema.
quadro de luz Outra possibilidade é de que o circuito esteja sobrecarregado com instalação de novas cargas,
desarmando com cujas características de potência são superiores às previstas no projeto. Tal fato deve ser
frequência rigorosamente evitado.
Verificar se não existe nenhum aparelho conectado ao circuito em questão, com problema de
isolamento ou mau contato que possa causar fuga de corrente.

Pode existir falta de isolação da fiação, provocando aparecimento de corrente para terra. Neste
caso deve ser identificando qual o circuito com falha, procedendo ao desligamento de todos os
O disjuntor geral disjuntores, um a um, até que se descubra, procedendo então ao reparo da isolação falha.
do quadro de luz Pode existir defeito de isolação de algum equipamento eletrodoméstico;
está desarmando Para descobrir qual equipamento está com defeito, proceda da mesma maneira descrita
anteriormente, ou seja, desligue todos, um a um, até que se descubra qual está com problema, e
em seguida repare a isolação do mesmo.

9.10. Sistema de proteção contra descargas atmosféricas – SPDA

9.10.1. Descrição e especificação do sistema

Sistema destinado a proteger as edificações e estruturas do edifício contra incidência e impacto


direto de raios na região. A proteção se aplica também contra incidência direta dos raios sobre os
equipamentos e pessoas que estejam no interior dessas edificações e estruturas, bem como no
interior da proteção imposta pelo SPDA instalado.

O sistema de para-raios não impede a ocorrência das descargas atmosféricas e não pode assegurar a
proteção absoluta de uma estrutura, de pessoas e bens; entretanto, reduz significativamente os
riscos de danos ocasionados pelas descargas atmosféricas.

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O sistema não contempla a proteção de equipamentos elétricos e eletrônicos contra interferência


eletromagnética causada pelas descargas atmosféricas.

A descrição completa do sistema está no manual do síndico.

9.10.2. Cuidados no uso

• Todas as construções metálicas que forem acrescentadas à estrutura posteriormente à


instalação original, tais como antenas e coberturas, deverão ser conectadas ao sistema e
ajustado quanto à sua capacidade. Este ajuste deverá ser feito mediante análise técnica de
um profissional qualificado contratado pelo cliente. Também deverá ser analisado o local de
instalação, o qual deve estar dentro da área coberta pela proteção do SPDA;

• Jamais se aproximar dos elementos que compõem o sistema e das áreas onde estão
instalados durante chuva ou ameaça dela.

9.10.3. Manutenção preventiva

• Esse sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às


recomendações diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema, as principais
ações de manutenção preventiva para este sistema estão no manual do síndico;

9.11. Sistema de telefonia e interfones

9.11.1. Descrição e especificação do sistema

Telefonia - Foram previstos pontos de telefone na sala e nos quartos dos apartamentos, estes estão
ligados a centrais localizadas nos hall´s dos pavimentos térreo e 3°, permitindo o acesso do
cabeamento das concessionárias. Cada unidade é responsável pela contratação e manutenção da sua
linha telefônica. Toda a infraestrutura (tubulações e caixas) está executada, bastando solicitar à
concessionária a linha e instalação da central até o ponto que queira deixar funcionando no
apartamento.
Sistema de interfones - Sistema que conecta os aparelhos internos, por meio de uma central, sem
acesso às concessionárias. O residencial é entregue com interfone em todos os apartamentos, e
também na guarita e salão de festas. Através do interfone localizado no seu apartamento, é possível
se comunicar com a guarita e com outros apartamentos. Em caso de problema com a interfonia, a
empresa instaladora deverá ser acionada pelo próprio morador, síndico ou administradora de
condomínio. A operação do interfone é descrita no manual do mesmo

9.11.2. Manutenção preventiva

Periodicidade Atividade Responsável


Equipe de manutenção local /
A cada 1 mês Verificar o funcionamento
empresa capacitada
Vistoria completa no sistema instalado e realização
A cada 6 meses Empresa especializada
de manutenções

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9.12. Antena coletiva de TV

9.12.1. Descrição e especificação do sistema

Sistema de captação de sinal via satélite utilizando antena e distribuição deste sinal a todos os
credenciados por meio de cabos.

O sistema de antena está integrado entre os apartamentos, com as caixas de passagens localizadas
no hall dos blocos no térreo e no 3º pavimento. Destas caixas de passagem há interligação com
caixas de passagens desde a entrada do condomínio, permitindo a utilização os serviços de TV por
assinatura a cabo.

Há também ligação para a cobertura do bloco, permitindo instalação de antenas para recebimentos
TV (aberta). A instalação da antena coletiva fica à cargo e ônus do condomínio.

Os apartamentos possuem tubulações e pontos para passagem de cabeamento de antena de TV


coletiva ou TV à cabo. Estes pontos estão na sala e nos quartos.

Cuide para que a interligação entre os aparelhos de TV e o terminal de antena coletiva seja feita de
forma perfeita, pois geralmente a boa conexão é que determina a melhor qualidade na imagem.

No caso de opção por TV à cabo, o proprietário deverá contratar uma operadora de sua preferência,
por sua responsabilidade e ônus.

9.12.2. Cuidados de uso

• Não reposicionar ou ampliar os pontos de transmissão;


• Não utilizar cabos para pendurar objetos;
• Para instalação de antenas na cobertura é necessário o acompanhamento de um responsável do
condomínio para garantir a correta vedação da cobertura como meio de evitar a entrada de
águas pluviais. A Citta não se responsabiliza por falha na vedação da cobertura causada por
instalação de antenas sem os devidos cuidados.

9.12.3. Manutenção preventiva

• A cada 6 meses: Contratar empresa capacitada / especializada para verificar a integridade dos
componentes elétricos e fios;
• A cada 1 ano: Contratar empresa capacitada / especializada para verificar a integridade
estrutural dos componentes e fixações.

9.13. Instalações de gás combustível

9.13.1. Descrição e especificação do sistema

É o conjunto de tubulações e equipamentos, aparentes ou embutidos, destinados ao transporte,


disposição e/ou controle de fluxo de gás em uma edificação.

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A instalação de gás é constituída de prumadas, ramais e ponto de alimentação, a infraestrutura é


feita com tubulação em PEAD e as prumadas que alimentam as unidades em tubulação multicamada.

Sua unidade possui um ponto de alimentação na cozinha, destinado ao fogão.

A central de gás localiza-se na entrada do condomínio ao lado da guarita e o abastecimento da


mesma é de responsabilidade do condomínio. O sistema de gás utilizado é o sistema GLP (gás
liquefeito de petróleo).

Os apartamentos possuem preparação para medição individualizada de gás, porém, a instalação dos
medidores é por conta do proprietário, o espaço para a instalação do medidor fica do lado externo
de cada bloco com acesso pelo jardim, onde encontram-se quatro nichos de individualização do
encanamento de gás, a partir de qual as prumadas seguem para o apartamento de destino.

Fornecedores de materiais e serviços


Tubulação de PEAD – Polierg/ Agru

Tubulação Multicamada – Maygás

9.13.2. Cuidados no uso

TUBULAÇÃO e COMPONENTES

• Verifique com frequência se os registros e as torneiras dos aparelhos a gás estão bem
fechados;
• Não pendurar objetos em qualquer parte das instalações aparentes;
• Sempre que não houver utilização constante ou em caso de ausência superior a 3 dias do
imóvel, manter os registros fechados;
• Nunca efetue teste em equipamento, tubulação ou medidor de gás utilizando fósforo,
isqueiros ou qualquer outro material inflamável ou emissor de chamas. É recomendado o uso
de espuma, de sabão ou detergente;
• Caso suspeite de vazamento de gás, abra as janelas, ventile bem o ambiente, não acenda
fósforos ou isqueiros, não fume, não use o celular ou objetos que produzam faíscas, não
acione os interruptores de luz, não use o fogão ou o forno;
• Se você sentir cheiro de gás, verifique se os registros dos aparelhos estão fechados. Em
seguida verifique se o cheiro vem de fora. Se o cheiro persistir, avise imediatamente o
zelador para que tome as devidas providências. Convém acionar a concessionária (empresa
que fornece gás para o condomínio);
• Em caso de vazamentos de gás que não possam ser eliminados com o fechamento de um
registro de gás, chamar empresa especializada. Não acione interruptores ou equipamentos
elétricos, ou celulares. Abra portas e janelas e abandone o local;
• Ler com atenção os manuais que acompanham os equipamentos a gás;

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• Ao instalar o fogão, cuidado com a tubulação, não force ou aperte em demasia a torneira.
Utilize mangueiras de boa qualidade certificadas pelo INMETRO e recomendadas pela
companhia de fornecimento de gás;
• Verificar o prazo de validade da mangueira de ligação da tubulação ao fogão e trocar, quando
necessário;

Atenção: O gás é invisível, inflamável e de altíssimo grau de periculosidade, por isso ele é
aditivado com cheiro característico para facilitar a percepção de vazamentos.

9.13.3. Manutenção preventiva

• Esse sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às


recomendações dos fabricantes, diretrizes da ABNT NBR 5674 e normas específicas do
sistema;
• Para execução de qualquer serviço de manutenção ou instalação de equipamentos a gás,
contrate empresas especializadas ou profissionais habilitados pela concessionária. Utilize
materiais (flexíveis, conexões etc.) adequados e de acordo com as respectivas normas;

• Somente utilizar peças originais ou com desempenho de características comprovadamente


equivalente;
• Verificar o funcionamento, limpeza e regulagem dos equipamentos de acordo com as
recomendações dos fabricantes, da concessionária e legislação vigente;
• O bom e seguro funcionamento de um aparelho a gás é obtido mantendo-se o limpo e
regulado, por isso, verifique periodicamente os equipamentos (fogão), conforme orientação
do fabricante;
• Na instalação de purificador / exaustor de ar para filtragem da gordura na cozinha, o modelo
adotado deve possuir filtro purificador, sem chaminé. Por se tratar de alvenaria estrutural,
não é permitido fazer furo na parede para passagem da tubulação para a chaminé.

9.13.4. Perda de garantia

• Se constatada a instalação inadequada de equipamentos diferentes dos especificados no


projeto.
• Se constatada que a pressão utilizada está fora da especificada no projeto;
• Se não forem tomados os cuidados especificados ou se não forem realizadas as manutenções
preventivas necessárias.

9.14. Impermeabilização

9.14.1. Descrição e especificação do sistema

É o conjunto de operações e técnicas construtivas cuja finalidade é proteger as construções contra a


ação da umidade em áreas molhadas.

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Nem todas as áreas molháveis são estanques, isso se aplica à cozinha, área de serviço e banheiro fora
do box que está sujeita à respingos de água, mas sem formação de lâmina d’água e portanto não
recebe impermeabilização. O mesmo ocorre com as áreas secas (salas, quartos, circulação).
As áreas molhadas estanques são aquelas sujeitas à formação de lâmina d’água pelo seu uso normal,
como o box do banheiro onde que o critério de estanqueidade se aplica, portanto, estas áreas são
impermeabilizadas.

Fornecedores de materiais e serviços

Material: Otto Baumgart/ Viapol/ Vedacit/ Sika

9.14.2. Cuidados no uso

• Para instalação de peças em geral (divisórias, estantes, balcões) nas paredes do box, a fixação
só poderá ser feita no mínimo a 40 cm do piso, onde termina a camada de
impermeabilização;
• Não perfurar o piso do box do banheiro, por isso, evite a instalação de equipamentos em
geral (box, caixilhos, aparelhos) diretamente sobre o piso impermeabilizado. Isso danificará a
impermeabilização do piso;

• Para qualquer tipo de instalação de equipamento sobre superfície impermeabilizada (como o


piso do box do banheiro), o serviço deverá ser realizado por meio de empresa especializada
em impermeabilização, com o devido registro das obras, conforme descrito na ABNT NBR
5674;
• Na limpeza das áreas impermeabilizadas, não usar máquinas de alta pressão, ácidos ou
solventes, ou materiais pontiagudos, porque podem perfurar ou danificar a camada
impermeabilizante;
• As áreas que não são impermeabilizadas – como cozinha, salas, quartos, etc. – não devem ser
lavadas, para não causar infiltrações. Para a limpeza destes ambientes deve ser utilizado
apenas pano úmido;
• Mantenha os ralos sempre limpos, o acúmulo de sujeira dentro dos mesmos pode causar o
transbordamento do mesmo, permitindo a queda de água no forro do apartamento de baixo.

Uma lavagem de piso pode causar os seguintes problemas:

o Águas retidas sobre as “capas” das lajes poderão subir, por capilaridade, pelos emboços
e rebocos das paredes próximas no próprio pavimento, arruinando pinturas, armários,
etc.;
o Infiltrações nos pavimentos inferiores;
o Lavagens de piso podem causar danos às esquadrias de madeira (portas, caixilhos e
vistas), portanto evite jogar água onde tiver portas de madeira;
o A infiltração de água também poderá causar a corrosão das armaduras estruturais,
causando, a médio e longo prazo, sérios problemas à estrutura do edifício;

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ATENÇÃO: NÃO é recomendável a utilização de qualquer máquina de alta pressão


para limpeza da edificação. Ela pode danificar rejuntamentos e outros materiais de
proteção e acabar prejudicando a eficácia da impermeabilização.

9.14.3. Manutenção preventiva

• Este sistema da edificação necessita de um plano de manutenção específico, que atenda às


recomendações diretivas da ABNT NBR 5674 e normas específicas do sistema;
• No caso de danos à impermeabilização, não executar reparos com materiais e sistemas
diferentes ao aplicado originalmente, pois a incompatibilidade poderá comprometer o
desempenho do sistema. Os reparos devem ser executados com empresa especializada;
• Inspecione periodicamente (uma vez ao ano, pelo menos) os rejuntes de pisos cerâmicos
internos e externos, de azulejos de paredes, dos peitoris, soleiras, do bit do box (acabamento
em granito entre box e área seca do banheiro), grelhas de ventilação e outros elementos que
possam comprometer a ESTANQUEIDADE. Reconstitua sempre que necessário. Se houver
falhas, pode ocorrer a infiltração de água por cima da camada impermeabilizante,
prejudicando assim a argamassa de assentamento dos revestimentos, podendo ocasionar
manchas e até o descolamento das placas cerâmicas;
• Inspecione periodicamente (uma vez ao ano, pelo menos) os rejuntes dos ralos, peças
sanitárias, bordas de banheiras, etc. Se houver falhas, pode ocorrer a infiltração de água;
• Inspecione e limpe sempre os ralos do seu apartamento, isso evitará o transbordamento e
infiltração no apartamento inferior;
• No caso de manchas que caracterizam infiltração no teto do seu apartamento, comunique ao
síndico para que ele verifique o apartamento superior;
• No caso de manchas que caracterizam infiltração no teto do seu apartamento, comunique ao
síndico para que ele verifique o apartamento superior; Em caso de assistência técnica da
construtora, durante o período de garantia, o contato pode ser através de (41) 3081–1700
ou atendimento@citta.eng.br para que possamos auxilia-lo e verificar as causas do
problema. Em caso de item fora do período de garantia o reparo deverá ser realizado com
empresa especializada.

• No caso de defeitos de impermeabilização e infiltrações de água, não tente você mesmo


resolver o problema.

9.14.4. Perda de garantia

• Reparos e/ou manutenção executados por empresas não especializadas;


• Danos decorrentes de perfuração, instalação de equipamentos ou reformas em geral;
• Se forem danificados, alterados ou reparados pisos e paredes nas áreas impermeabilizadas;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva
necessária.

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9.15. Esquadrias de madeira

9.15.1. Descrição e especificação do sistema

Estão incluídas neste item as portas de madeira, caixilhos e vistas.

As portas de madeira são lisas, em MDF revestidas em acabamento melamínico, tipo colméia,
batentes reguláveis, com fechaduras e dobradiças da marca Synter Fechaduras/ Soprano Fechaduras,
executadas conforme projeto próprio de esquadrias. Foram fabricadas pela empresa Randa Portas/
Camilotti Portas de acordo com as normas prescritivas da ABNT.

Para fixação do conjunto de caixilhos foi utilizado espuma de poliuretano, processo construtivo que
visa ganho de tempo aliado à ótima qualidade.

Fornecedores de material e serviço

Subsistema Fornecedor de material


Portas de madeira: Randa Portas/ Camilotti Portas
Fechaduras e ferragens: Synter Fechaduras/ Soprano Fechaduras

9.15.2. Cuidados no uso

• As portas foram instaladas prevendo a instalação de pisos de até 1,2cm de espessura, a


regulagem e alteração das mesmas, de acordo com pisos de espessuras diferentes
instalados, é por conta do proprietário
• Procurar manter as PORTAS sempre fechadas para evitar que empenem com o tempo e
principalmente com o sol;

• NÃO molhar a parte inferior das PORTAS para evitar que as mesmas apodreçam ou sejam
danificadas pelo inchamento com a umidade;
• As portas devem ser limpas somente com pano úmido e sabão neutro. O tempo de vida útil
da porta será consideravelmente reduzido se houver contato com água;
• Cuidado especial deve ser tomado com relação às batidas das PORTAS, evitando fazê-lo com
muita força. Além de causar trincas na madeira e na pintura, as batidas poderão ocasionar
danos às fechaduras, aos revestimentos das paredes e comprometer sua fixação à parede;
• Para evitar emperramentos de dobradiças e parafusos, atentar para que os mesmos estejam
sempre firmes e que nenhum objeto se interponha sob as portas;

• As PORTAS e FERRAGENS não estão dimensionadas para receber aparelhos de ginástica ou


equipamentos que causem esforços adicionais às mesmas;
• Não permita o recorte da porta para reduzir sua altura, isso danificará o acabamento da
mesma e ocasionará perda de garantia;
• Nunca molhe as estruturas de madeira, pois elas tendem a absorver água e aumentar de
volume, causando danos ao acabamento das peças, podendo ainda apodrecer.

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9.15.3. Manutenção preventiva

• Lubrifique periodicamente as dobradiças com uma pequena quantidade de óleo fino (de
máquina de costura) ou grafite;
• Nos tambores das fechaduras, pode ser usado grafite em pó, evitando o uso de óleo;
• Os parafusos das fechaduras e dobradiças devem ser mantidos apertados para evitar
empenamentos;

• Na limpeza das portas pintadas, use pano levemente umedecido, para não danificar a tinta;
• NUNCA utilizar produtos ácidos ou à base de amoníaco;
• A limpeza das esquadrias e seus componentes deve ser feita com pano levemente
umedecido. Todo e qualquer excesso deve ser retirado com pano seco. Em hipótese
nenhuma deverão ser usados detergentes que contenham saponáceos, esponjas de aço de
qualquer espécie ou material abrasivo;
• Para limpeza das fechaduras e ferragens, use uma flanela simples, evitando qualquer tipo de
produto abrasivo ou químico, que possa atacar a cromagem.
• Nunca use objetos pontiagudos, escovas ou esponjas de aço, ou qualquer objeto que possa
riscar ou tirar o brilho da superfície do material;
• As esquadrias pintadas devem ser repintadas a cada 3 anos com tinta adequada;

9.15.4. Perda de garantia

• Se for feita qualquer mudança na esquadria ou de esquadria, na sua forma de instalação, no


seu acabamento (especialmente pintura), que altere suas características originais;
• Se a esquadria de madeira tiver contato com água ou umidade excessiva (por exemplo,
lavagem de piso que atinja portas, caixilhos, vistas e rodapés em madeira);
• Se for feito corte do encabeçamento (reforço da folha) da porta;
• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva
necessária.

9.16. Esquadrias de alumínio

9.16.1. Descrição e especificação do sistema

As janelas e portas-janela dos apartamentos e áreas comuns são fabricadas em alumínio, com
pintura anodizada na cor branca, em várias dimensões, de acordo com os projetos de esquadria e
arquitetônico.
O peitoril da janela, pelo lado externo, conta com uma inclinação que tem por objetivo o escoamento
da água, não permitindo que ela acumule na janela favorecendo uma situação de infiltração.
Fornecedores:
Material: Alumasa Ind. De Plástico e Alumínio Ltda.

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9.16.2. Cuidados no uso

• As portas e janelas devem correr suavemente, não devendo ser forçadas;


• Os trincos não devem ser forçados. Se necessário, pressione levemente ao manuseá-los;
• Para evitar infiltrações, nunca remova as borrachas ou massas de vedação;
• Nunca faça vedação com silicone ou similar na parte externa da esquadria junto ao requadro
da alvenaria, isso impede o escoamento adequado da água;
• Os requadros/caixilhos das esquadrias foram dimensionados para suportar condições
normais de ventos e chuvas, conforme especificações das normas brasileiras, assim sendo
em ocasiões extremas poderão ocorrer pequenas infiltrações de água nos mesmos;
• Sempre que chover, feche e trave as esquadrias de alumínio. No caso de vento forte com
chuva recomendamos, além de fechar todas as janelas, fechar todas as portas dos ambientes
internos e externos, melhorando assim o desempenho de estanqueidade das esquadrias de
alumínio.

• É desaconselhado apoiar-se na janela para limpeza externa. As esquadrias bem como seus
trincos não podem ser forçadas, e não foram dimensionados para resistir a estes esforços.

• Antes de executar qualquer tipo de pintura – seja tinta a óleo, látex, acrílica ou cal proteja as
esquadrias (sejam elas pintadas ou anodizadas) com fita adesiva (crepe ou de PVC);
• Quando utilizar soluções abrasivas (querosene, solventes) na limpeza de fachadas com
revestimentos cerâmicos ou de granito, também proteja as esquadrias com fita adesiva
(crepe ou de PVC), cuidando para que nenhuma área fique desprotegida ou com mau
contato;
• Respingos de tinta, cal, ácidos, cimento ou gesso, podem danificar a esquadria de alumínio,
caso isso ocorra, limpe imediatamente com pano úmido e seque em seguida com flanela
seca.

• Remover a fita adesiva imediatamente após o uso, para que sua cola não danifique as
esquadrias;
• No caso de a tinta manchar as esquadrias, limpe imediatamente com pano seco e em seguida
com pano umedecido em água e detergente neutro.

9.16.3. Manutenção preventiva

• Para o correto funcionamento da esquadria de alumínio é necessário manter os trilhos


limpos. Para isso, utilize um pincel de cerdas macias em uma solução de água morna e
detergente a 5% de maneira a evitar o acúmulo de poeira e o melhor desempenho da
esquadria.
• Pelo menos uma a cada seis meses, reaperte delicadamente todos os parafusos aparentes
dos fechos, fechaduras ou puxadores;

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• O espaço entre a esquadria e a parede é preenchido do lado interno com selante


elastomérico a base de poliuretano para evitar a entrada de água. Pode ocorrer degradação
do selante permitindo entrada de água. Neste caso substitua a vedação por uma nova
igualmente de selante elastomérico a base de poliuretano;

• Pelo menos uma vez a cada seis meses, verifique o estado das escovas, se estiverem
desgastadas sugere-se a troca das mesmas, para evitar a entrada de vento e água;
• Borrachas ressecadas precisam ser trocadas para garantir a vedação das esquadrias;
• Deve-se manter os drenos (orifícios) dos trilhos inferiores sempre bem limpos,
principalmente na época de chuvas mais intensas. Se estiverem sujos, há possibilidade de
vazamento de água para dentro dos ambientes;
• Uma vez por ano, verificar nas janelas Maxim-air a necessidade de regular o freio. Para isso,
abrir a janela até um ponto intermediário (± 30º), no qual ela deve permanecer parada e
oferecer certa resistência a movimento espontâneo. Se necessária, a regulagem deverá ser
feita somente por pessoa especializada, para não colocar em risco a segurança do usuário ou
de terceiros;
• Uma vez por ano, verificar a presença de fissuras, falhas na vedação e fixação nos caixilhos e
reconstituir sua integridade onde for necessário;
• Todas as articulações e roldanas trabalham sobre uma camada de nylon auto-lubrificante,
por isso dispensam qualquer tipo de graxa ou óleo lubrificante. Estes produtos não devem
ser aplicados às esquadrias, pois em sua composição pode haver ácidos ou componentes não
compatíveis com os materiais usados na fabricação das esquadrias;
LIMPEZA

• Recomenda-se que a limpeza das esquadrias, como um todo, inclusive guarnições de


borrachas e escovas, deve ser feita a cada 3 meses, no mínimo, com uma solução de água e
detergente neutro, a 5 %, com auxílio de esponja ou pano macio;
• Para evitar o acúmulo de poeira, que dificulta a abertura das janelas e portas de correr, limpe
constantemente seus trilhos inferiores. Se a limpeza não for feita, com o passar do tempo a
poeira se transforma em crostas difíceis de retirar, que podem estragar as roldanas;
• Nos cantos de difícil acesso usar pincel de pelo macio para remover a poeira e a fuligem;
• Nunca use detergentes com saponáceos (sapólio), esponjas de aço de qualquer espécie, ou
qualquer outro material abrasivo;

• Não use produtos ácidos ou alcalinos. Sua aplicação poderá causar manchas ou tornar a
pintura opaca;
• Não utilize objetos cortantes ou perfurantes (facas, tesouras) para auxiliar na limpeza de
cantos de difícil acesso;

• Não use produtos derivados de petróleo (vaselina, removedor, solvente, etc.), que num
primeiro instante podem deixar a superfície mais brilhante e bonita, mas vão atrair partículas
de poeira que agirão como abrasivo ao longo do tempo, reduzindo a vida do acabamento

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superficial do alumínio. Estes produtos também podem ressecar plásticos e borrachas,


fazendo com que percam a sua função de vedação;
• Caso ocorram respingos de cimento, gesso, ácido ou tinta, remova-os imediatamente com
um pano umedecido com água e pouco detergente (5%). Logo após, passe uma flanela seca.

9.16.4. Perda de garantia

• Se forem feitas instalações de cortinas ou quaisquer aparelhos, tais como persianas, ar


condicionado, etc., diretamente na estrutura das esquadrias, ou que com elas possa
interferir;
• Se for feita qualquer mudança na esquadria, na sua forma de instalação ou na modificação
de seu acabamento que altere suas características originais;

• Se não forem tomados os cuidados de uso ou não for feita a manutenção preventiva
necessária.
OBS.: Não são cobertos pela garantia peças que apresentem desgaste natural pelo tempo ou uso;

9.17. Pintura interna

9.17.1. Descrição e especificação do sistema

Acabamento superficial que visa proporcionar proteção das superfícies e acabamento estético.

As paredes internas e os tetos do apartamento foram pintados com tinta acrílica da marca Recoa e
Impercron na cor palha.

9.17.2. Cuidados no uso

• NUNCA esfregue as paredes. Manchas devem ser limpas com pano branco umedecido e
sabão neutro. Tome cuidado para não exercer pressão demais na superfície;

• As paredes não são laváveis. A presença excessiva de água poderá causar manchas, mesmo
se aplicadas com uso de esponjas.

• NUNCA use álcool sobre superfícies pintadas, seja tinta PVA, acrílica, óleo ou esmalte;

• Não usar produtos químicos para limpeza, principalmente produtos ácidos ou cáusticos;

• Evitar atrito, riscos ou pancadas nas superfícies pintadas, pois podem acarretar remoção da
tinta, manchas ou trincas;

• Pinturas nas áreas externas devem ser comunicadas ao síndico, tendo em vista o aspecto do
prédio como um todo.

Para evitar o aparecimento de mofo, recomenda-se:

• Os ambientes devem estar sempre bem ventilados, para evitar o aparecimento de mofo nas
pinturas – resultado da soma de umidade, sombra e falta de calor – por isso as janelas devem

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ser abertas diariamente, por um período mínimo de 2 horas. O mofo é resultado da umidade,
falta de limpeza, falta de luz e de calor;
• Para evitar o aparecimento de mofo / bolor nos tetos de banheiros e cozinhas, causado pela
umidade do banho ou preparo de refeições, mantenha as janelas abertas durante e após o
seu uso. Para remover tais manchas, no caso de seu aparecimento, utilizar água sanitária;

• No caso de banheiros que não possuam ventilação natural, deixe sempre a porta aberta após
o banho, procurando manter também portas e janelas dos ambientes mais próximos abertas,
para garantir a circulação e renovação do ar após o banho;
• É extremamente importante manter as superfícies (paredes, tetos, forros, pisos e superfícies
de armários, etc.) sempre limpas, pois o mofo só aparece em superfícies sujas. Por isso, limpe
periodicamente (uma vez ao mês) as superfícies, principalmente de quartos (devido à
permanência prolongada de pessoas dentro) e banheiros (devido à umidade dos banhos);

• Não deixe entrar água de chuva, para que a pintura não descasque;
• Alguns revestimentos de parede podem apresentar condensação de água entre a parede e o
revestimento, danificando o acabamento final. Geralmente são revestimentos que não
permitem a ventilação da alvenaria, como lâminas de madeira fixas (inclusive móveis), papel
de parede emborrachado ou plastificado, pintura sintética, tecidos emborrachados;
• Não é aconselhável o uso deste tipo de materiais, principalmente em paredes que dividem
áreas úmidas, como banheiros, fachadas externas, lavanderias, cozinha;
• Evite colocar móveis e armários encostados nas paredes. É aconselhável a colocação de uma
chapa isolante de isopor (com espessura mínima de 5mm) entre a parede e os móveis,
inclusive nos armários embutidos, ou, instalar os armários de 3 a 5 cm afastados das paredes,
forros ou laje, com o objetivo de permitir ventilação constante;
• Quando ocorrem quedas bruscas de temperatura e, em noites tipicamente frias é comum a
condensação de água nas janelas e até mesmo nas paredes (principalmente nos quartos).
Isso não caracteriza infiltração, não é defeito construtivo e ocorre, basicamente, pela
diferença de temperatura entre o ambiente interno e externo, e pode ser minimizado com a
ventilação adequada dos ambientes durante períodos prolongados, o que ajuda a equilibrar a
temperatura interna com a externa.

9.17.3. Manutenção preventiva

• Combata o mofo com a seguinte solução: água sanitária diluída em água (4 colheres de sopa
para cada litro d’água – Fonte: Site da Abiclor – Associação Brasileira da Indústria de Álcalis,
Cloro e derivados – www.abiclor.com.br), ou pura borrifada diretamente na superfície
mofada;
• Umedeça um pano limpo (preferencialmente branco) coma solução indicada acima e passe
em todas as paredes (principalmente dos quartos) e nos forros dos quartos e banheiros, pelo
menos uma vez por mês. Esta medida evita o aparecimento de mofo/bolor, pois ele só
aparece em superfície suja;
• Caso não tenha problema com fissuras, a repintura poderá ser feita a cada 3 anos;

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• Com o tempo a pintura escurece um pouco e fica naturalmente “queimada”, devido à


exposição constante à luz natural e à poluição. Nunca faça retoques de pontos isolados. Se
necessário pinte toda a parede ou cômodo;
• Para que o imóvel mantenha uma aparência sempre nova, recomenda-se uma pintura geral,
no máximo, a cada dois anos, esta medida evita o envelhecimento da superfície, a perda de
brilho, o descascamento e eventuais fissuras.

NOTA: Toda vez que for realizada uma repintura, após a entrega da edificação, deverá
ser feito um tratamento das fissuras.

9.17.4. Perda da garantia

• Se não forem seguidos os cuidados recomendados, principalmente no que diz respeito à


ventilação dos ambientes e instalação de móveis em parede externas sem tomar os devidos
cuidados;

• Se não for feita a manutenção preventiva indicada, se não forem tratadas as fissuras a cada
dois anos;

9.18. Vidros

9.18.1. Descrição e especificação do sistema

Sistema de vedação com vidros é utilizado em esquadrias, divisórias ou painéis internos e externos,
forros, coberturas, parapeitos, fachadas etc., com a finalidade de proteger os ambientes de
intempéries, permitindo, ao mesmo tempo, a passagem de luz.

VIDROS

ESQUADRIA ESPESSURA, MODELO E ASSENTAMENTO

Sala 03 mm, liso, incolor, na parte superior, e vidro laminado na parte


inferior, assentado de acordo com o modelo de esquadria.

03 mm, liso, incolor, assentado de acordo com o modelo de


Dormitório 1
esquadria.

Dormitório 2 03 mm, liso, incolor, assentado de acordo com o modelo de


esquadria.

BWC Social 03 mm, mini boreal, assentado de acordo com o modelo de


esquadria.

Cozinha/ Área de Serviço 03 mm, liso, incolor, assentado de acordo com o modelo de
esquadria

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9.18.2. Cuidados no uso

• Os vidros possuem espessura compatível com a resistência necessária para o seu uso normal.
Por essa razão, evitar qualquer tipo de impacto na sua superfície ou nos caixilhos;

• Não abrir janelas ou portas empurrando a parte de vidro. Utilizar os puxadores e fechos;

• Para limpeza, utilizar somente água e sabão neutro. Não utilizar materiais abrasivos, por
exemplo, palha de aço ou escovas com cerdas duras. Usar somente pano ou esponja macia;

• Para remoção de cola, adesivos ou sujeira, não passar ou esfregar nenhum material cortante,
espátulas de aço, palhas de aço ou similares, pois como consequência o vidro poderá ficar
riscado ou marcado;

• No caso de trocas, trocar por vidro de mesma característica (cor, espessura, tamanho etc.);

• Evitar esforços em desacordo com o uso específico da superfície.

9.18.3. Manutenção preventiva


• Utilizar somente componentes originais ou com desempenho de características
comprovadamente equivalente;
• A limpeza deverá ser feita com uso de pano levemente umedecido e aderente às
especificações de cuidados de uso;
• Durante a limpeza dos vidros utilize somente álcool ou produtos específicos que tragam em
seus rótulos a indicação para limpeza de vidros e a garantia do mesmo.
• Em casos de quebra ou trinca, trocar imediatamente, para evitar acidentes;
• Nos conjuntos que possuam vidros temperados, efetuar inspeção do funcionamento do
sistema de molas e dobradiças e verificar a necessidade de lubrificação, pelo menos uma vez
ao ano – por empresa especializada;
• Pelo menos uma vez ao ano, verificar o desempenho das vedações e fixações dos vidros nos
caixilhos.

9.18.4. Perda de garantia


• Se não forem seguidos os cuidados recomendados;
• Se não for feita a manutenção preventiva indicada.
• A garantia não cobre vidros marcados, quebrados ou trincados após a entrega, a não ser
comprovadamente por defeitos de instalação ou fixação do mesmo.

9.19. Forros
9.19.1. Descrição e especificação do sistema
Os forros utilizados nos banheiros são de PVC, exceto no 4º pavimento onde temos a laje
regularizada e aplicação de pintura acrílica.

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9.19.2. Cuidados no uso


• A carga máxima suportada pelo forro é 3kg/m².
• Não é permitida a fixação de elementos no forro dos banheiros que não sejam as luminárias
para os ambientes. Mesmo as luminárias não devem exceder a carga máxima indicada acima;

9.19.3. Manutenção preventiva


• A limpeza do forro PVC somente deverá ser feita através de pano úmido e detergente neutro.
Produtos como água sanitária amarelam as placas de PVC.

9.19.4. Perda de garantia


Caso não sejam respeitados os cuidados de uso indicados neste manual ou não forem seguidas as
recomendações de manutenção preventiva.

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PARTE III – INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES

10. USO RACIONAL DE ÁGUA

É importante verificar mensalmente os seguintes aspectos:

• As contas para analisar o consumo de água e checar o funcionamento dos medidores ou a


existência de vazamentos. Em caso de oscilações chamar a concessionária para inspeção
(esta prática também pode ser adotada para o uso de gás);

• A existência de perdas de água: torneiras “pingando”, bacias sanitárias “escorrendo” entre


outros.

Algumas ações dentro de casa fazem a diferença na economia de água:

• Verificar a curva de vazão do chuveiro escolhido, se necessário, usar reguladores de vazão


objetivando a economia e uso racional da água;

• Tomar banho durante 5 ao invés de 10 minutos pode economizar de 30 a 60 litros de água;

• Não jogar lixo no vaso sanitário pode economizar em torno de 6 a 12 litros de água por
descarga;

• Manter a torneira fechada enquanto se escova os dentes, economiza de 3 a 10 litros de água;

• Fazer a barba no espelho ao invés de barbear-se durante o banho pode economizar de 18 a


33 litros de água;

• Cada vez que você lava as mãos com a torneira aberta o tempo todo, são gastos 7 litros de
água;

• Uma pessoa que abre a torneira o tempo todo quando lava a louça pode gastar em torno de
112 litros de água. Se a cuba da pia for fechada e enchida com água, e com essa água a louça
for ensaboada e enxaguada, o consumo de água cai para 10 litros;

• Torneiras que gotejam precisam ser consertadas: elas podem desperdiçar de 60 a 16.500
litros por mês, dependendo do vazamento.

(Fonte: SANEPAR)

11. USO RACIONAL DE ENERGIA

Procure usar corretamente a energia, desligando quando possível ponto de iluminação e


equipamentos.

Para evitar fuga de corrente elétrica, realizar as manutenções sugeridas, tais como: rever estado de
isolamento das emendas de fios, reapertar as conexões do Quadro de Distribuição e as conexões de

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tomadas, interruptores e pontos de luz, verificar o estado dos contatos elétricos substituindo peças
que apresentam desgaste.

Dicas de economia de energia elétrica:

• Manter os filtros de eletrodomésticos limpos, como aspiradores de pó e depuradores de ar,


faz com que eles gastem menos energia. Isso diminui o valor da conta de luz;

• O ferro elétrico, se ficar ligado 1 hora por dia, no final do mês, ele será responsável por 36
kWh na conta de energia por isso, junte a roupa para passar tudo de uma vez, separe as
roupas por tipo e comece pelas que exigem menor temperatura e nunca deixe o ferro ligado
enquanto faz outra coisa;

• As geladeiras que são fabricadas hoje em dia consomem a metade da energia elétrica que os
modelos antigos consumiam, mas é preciso usá-las corretamente: diminuir o número de
vezes que ela é aberta, não guardar alimentos quentes, tirar o forro das prateleiras, verificar
as borrachas de vedação, descongelá-la regularmente e não sobrecarregá-la secando roupas
na parte de trás;

• A luz vermelha que fica acesa nos aparelhos de televisão, nos aparelhos de som, no DVD, é o
“standy by”; significa que você está tendo gasto de energia elétrica desnecessária. Alguns
aparelhos gastam mais energia assim do que em funcionamento. O consumo do micro-ondas
em standy by é de 13,7 kWh por mês;

• Evite acender lâmpadas durante o dia. Use melhor a luz do sol, abrindo bem as janelas,
cortinas e persianas;

• Apague as lâmpadas dos ambientes desocupados. Use iluminação dirigida (spots) para
leitura, trabalhos manuais etc. para ter mais conforto e economia;

• Pinte o teto e as paredes internas com cores claras, que refletem melhor a luz, diminuindo a
necessidade de iluminação artificial;

• Substitua as lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas ou circulares na área da


cozinha, área de serviço, garagem e qualquer outro local que fique com as luzes acesas mais
de 4 horas por dia. Uma lâmpada fluorescente de 40 Watts ilumina mais que uma
incandescente de 150 Watts. E dura dez vezes mais;

• A lâmpada fluorescente economiza até 80% de energia comparada com a lâmpada comum.
As lâmpadas de LED também são muito mais econômicas e duráveis;

• Nos corredores externos utilize sensores de presença que se acenderão somente quando
houver circulação de pessoas.

(Fonte: ANELL)

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12. COLETA SELETIVA

É interessante que o condomínio procure implantar um programa de coleta seletiva no edifício e


destine os materiais coletados às instituições que possam recicla-los ou reutilizados.

Na coleta seletiva faz-se necessário definir o que é e o que não é reciclável. Abaixo é apresentado por
segmento o que entra ou não no processo de reciclagem, devendo ser separados pelas cores de
recipientes, devidamente identificados, no quadro a seguir:

(Fonte: Tabosa Filho, 2011)

13. PREVENÇÃO E CUIDADOS CONTRA ACIDENTES DOMÉSTICOS

• Não permita que utilizem qualquer aparelho sanitário (bacias, tanques, lavatórios) como
ponto de apoio, pois são frágeis e podem se quebrar provocando acidentes;

• Não permita que se pendurem nas janelas para limpeza dos vidros. Use utensílios com cabos
alongados especiais para esse fim;

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• Apesar de o risco de incêndios em edifícios residenciais ser pequeno, eles podem ser
provocados por descuidos como esquecer ferro de passar roupas ligado, panelas
superaquecidas, curtos-circuitos e cigarros mal apagados;

• O subsolo possui uma pequena inclinação devida ao processo construtivo, portanto é


recomendado que os veículos sejam estacionados com o freio de mão puxado e com a
marcha engatada para não correr risco de o veículo se movimentar involuntariamente.

14. EM CASO DE INCÊNDIO

• Ao notar indícios de incêndio (fumaça, cheiro de queimado, etc.), certifique-se do que está
queimando e da extensão do fogo, sempre a uma distância segura;
• Informe a Portaria para avisar os demais moradores;
• Ligue para o CORPO DE BOMBEIROS pelo número 193;
• Combata o fogo utilizando o extintor mais apropriado conforme descrito na TABELA DE
CLASSES DE INCÊNDIO;
• Em caso de não saber manusear os extintores, saia do local imediatamente, fechando as
portas e janelas atrás de si, sem trancá-las, desligando a eletricidade e alertando os demais
moradores;
• Use as escadas. Jamais use o elevador em caso de incêndio.

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PARTE IV - GARANTIAS E RESPONSABILIDADES


Esta parte do manual esclarece sobre os tipos de defeitos e garantias, as responsabilidades da
Construtora e Fornecedores com relação à pós-entrega do seu imóvel.

15. TIPOS DE DEFEITOS E SUAS GARANTIAS

A Citta Construções e Empreendimentos construiu o Residencial Canadá seguindo orientações das


normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), utilizando materiais e serviços
adquiridos de fornecedores devidamente qualificados. Esses materiais aplicados na obra foram
submetidos aos testes necessários para garantir uma boa performance durante a vida útil
especificada.

A partir da expedição do “Certificado de Vistoria e Conclusão de Obra” (CVCO), ou outro documento


legal equivalente que ateste o término da obra, o imóvel terá garantia contra os defeitos de material
e mão de obra durante o período especificado, que pode variar de acordo com o tipo de defeito
apresentado em cada sistema que o compõe (ver tabela de Prazos de Garantia, na pág.66).

O Prazo de Garantia será o período em que o material especificado deverá operar satisfatoriamente,
portanto durante o período especificado na Tabela de Garantia e nas condições ali expressas, a
Construtora e seus fornecedores deverão reparar os materiais ou o funcionamento do sistema que
for comprovado defeituoso.

Estes prazos variam de acordo com as especificações técnicas e características de cada sistema, e
com o padrão de utilização previsto em projeto.

Para sua melhor orientação no momento da constatação do defeito, descrevemos os tipos de


defeitos e os respectivos prazos para reclamação previstos por lei.

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16. VÍCIOS APARENTES

Vícios aparentes são aqueles de fácil constatação, detectados na vistoria para recebimento do
imóvel. O prazo para reclamação destes defeitos é de 90 (noventa) dias, contados da data de
entrega.

17. VÍCIOS OCULTOS

São aqueles não detectáveis no momento da entrega do apartamento, que podem surgir durante a
utilização normal do imóvel. O prazo para reclamação deste tipo de defeito é de 90 (noventa) dias a
partir do momento em que ficar evidenciado o defeito. Isto é valido para o defeito que ocorra dentro
do prazo de garantia especificado neste manual.

No caso de defeitos que ocorram em equipamentos pré-industrializados, valem os mesmos prazos


para reclamação. Mas, as condições e prazos de garantia são aqueles especificados pelo fabricante.

18. SOLIDEZ DA CONSTRUÇÃO, SEGURANÇA DO TRABALHO, UTILIZAÇÃO DE MATERIAIS E


SOLO

A Citta Construções e Empreendimentos responderá pelo prazo de cinco anos – a contar do término
da obra e emissão do CVCO/Habite-se (11/07/2018) – pela solidez e segurança da edificação.

Portanto, defeitos que venham a ocorrer em peças e componentes da estrutura do edifício (lajes,
pilares, vigas, cortinas e estruturas de fundação), e que possam comprometer sua segurança,
deverão – no prazo de cinco anos – serem corrigidos pela empresa.

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19. RESPONSABILIDADES TÉCNICAS E FORNECEDORES

A seguir relacionamos os responsáveis técnicos pela execução dos projetos, construção da edificação
e fornecedores de mão-de-obra e materiais:

19.1. Equipe de obra


Nome Função Contato
Ivo Carlos Ferreira Engenheiro Civil 41 3081-1700

Ariel José Barbieri Engenheiro Civil 41 3081-1700

Augusto José Justino da Silva Engenheiro Civil 41 3081-1700

19.2. Responsabilidades técnicas - PROJETOS


Especialidade Empresa Profissional Contato
BENITO FONTANIVE
ARQUITETÔNICO CONSTRUTORA FONTANIVE 41 3262-1010
JUNIOR
CITTA CONSTRUÇÕES E GUSTAVO ZENKER
ACESSIBILIDADE 41 3081-1700
EMPREENDIMENTOS MEDEIROS
FUNDAÇÃO PACEL OBRAS E SERVIÇOS CELSO PRATES JUNIOR 41 3272-4898
MAURO AUGUSTO
ESTRUTURAL MAURO AUGUSTO MODESTO 41 3203-6083
MODESTO
VEGA ENGENHARIA E
HIDROSSANITÁRIO MYCHEL BRESSIANI 41 3427-1577
CONSULTORIA
VEGA ENGENHARIA E
ELÉTRICO RAFAEL MACEDO MARKS 41 3427-1577
CONSULTORIA
VEGA ENGENHARIA E
COMUNICAÇÃO RAFAEL MACEDO MARKS 41 3427-1577
CONSULTORIA
VEGA ENGENHARIA E
PREVENÇÃO DE INCÊNDIO MYCHEL BRESSIANI 41 3427-1577
CONSULTORIA

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19.3. Responsabilidades - FORNECEDORES DE MÃO-DE-OBRA

Serviço Fornecedor Telefone Contato

Instalação de Gás Tecnogás Express Ltda. 41 99624-6430 Rogério

Interfonia G7 Telecom Tecnologia Ltda 41 3027-5754 Paulo

Serralheria New Metais 41 98504-2107 Carlos

Pavimentação Petropavi Pavimentações 41 3242-1272 Gustavo

Calhas Calhas Castelo 41 3604-8585 Robert

Piscina Gm Fibras 41 3385-8000 Wesley

19.4. Responsabilidades - FORNECEDORES DE MATERIAIS

Material Fornecedor Telefone E-mail Contato


Delta Industria
Revestimento Cerâmico 41 99880-6064 frandeltaceramica@hotmail.com Franciele
Cerâmica
Acquafort Comercio Material Hidráulico 41 3212-2525 acquafortmarcio@hotmail.com Marcio
Docol Metais Sanitários Metais e Registros 41 99972-8830 r.berton@uol.com.br Berton
Fani Industria Metais 11 3595-1100 recunharc@hotmail.com Cunha
Kohler Ind. Coz. Louças Cerâmicas 47 99207-7266 maicon.mkv@hotmail.com Maicon
Roca Sanitários Louças Cerâmicas 41 3244-3799 milton@amarquitetura.com.br Milton
Higiban Ind. Com. Imp. Acessórios Hidráulicos 43 3174-5400 vanderli_r@hotmail.com Vanderli
Energy Condutores Condutores Elétricos 41 3457-2798 paulo@energycondutores.com.br Paulo
Enerbras Materiais Ele. Materiais Elétricos 41 2111-3014 tarcisio@enerbras.com.br Tarcisio
Steck Industria Eletrica Materiais Elétricos 41 99128-4737 henrique.murakami@steck.com.br Henrique
Impermix Impermeabilizantes 41 3213-2214 jonasm@impermix.com.br Jonas
Materiais de
Michelotti Gás 41 3376-7260 pablo@michelotti.com.br Pablo
Gás/Incêndio
Randa Ind. Com. de Esquadrias de
41 3527-0779 vendas.portasranda@hotmail.com Andreia
Portas Madeira
Fechadura e
Synter 41 3527-0779 vendas.portasranda@hotmail.com Andreia
Dobradiças
Recoa Tintas 41 3677-2333 adilson@recoa.com.br Adilson
Impercron Tintas 41 3385-1255 comprasimpercron@gmail.com Mauro
Alumasa Ind. De Esquadrias de
48 3441-2200 pereira@pedrabrancarep.com.br Pereira
Plástico e Alumínio Alumínio

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20. VIDA ÚTIL PROJETADA

Vida útil projetada (VUP) é o período estimado de tempo para o qual um sistema é projetado a fim
de atender aos requisitos de desempenho estabelecidos na NBR 15.575, considerando-se para isso o
atendimento aos requisitos das normas aplicáveis, o estágio do conhecimento na época do projeto e
supondo a realização de manutenção de acordo com o especificado no manual de uso, operação e
manutenção. Ou seja, a VUP só será atendida, mediante uso adequado e realização das manutenções
indicadas.

O período de contagem da VUP inicia na data de conclusão do edifício habitacional – CVCO / Habite-
se. Decorridos 50% dos prazos de VUP, contados a partir do CVCO, desde que não exista histórico de
necessidade de intervenções significativas, considera-se atendido o requisito de VUP, salvo prova
objetiva em contrário.

Os usuários tem importante responsabilidade para atingir a VUP, pois há necessidade de correta
utilização da edificação, de acordo com o previsto em projeto, integral atendimento aos cuidados de
uso especificados nos Manuais de Uso, Operação e Manutenção, bem como de realização de
manutenções periódicas (preventivas e corretivas), sendo que as manutenções devem recuperar
parcialmente a perda de desempenho resultante da degradação, para tanto, faz-se necessária uma
eficiente gestão da manutenção (em atendimento à NBR 5674).

SISTEMA / Parte da
Exemplos VUP
Edificação
Fundações, elementos estruturais (pilares, vigas, lajes e outros),
Estrutura principal ≥ 50
paredes estruturais, estruturas periféricas, contenções e arrimos
Estruturas auxiliares Muros divisórios, estrutura de escadas externas ≥ 20
Vedação externa Paredes de vedação externa, painéis de fachada, fachadas-cortina ≥ 40
Vedação interna Paredes e divisórias leves internas, escadas internas, guarda-corpos ≥ 20
Estrutura para cobertura e coletores de águas pluviais embutidos ≥ 20
Telhamento ≥ 13
Calhas de beiral e coletores de águas pluviais aparentes, subcoberturas
Cobertura ≥4
facilmente substituíveis
Rufos, calhas internas e demais complementos (de ventilação,
≥8
iluminação vedação)
Revestimento interno Revestimento de piso, parede e teto: de argamassa, de gesso,
≥ 13
aderido cerâmicos, pétreos, tacos, assoalhos
Revestimento interno Revestimentos de pisos: têxteis, laminados ou elevados, lambris, forros
≥8
não aderido falsos
Revestimento de fachada
Revestimento, molduras, componentes decorativos e cobre-muros ≥ 20
aderido e não aderido
Piso externo Pétreo, cimentados de concreto e cerâmico ≥ 13
Pinturas internas e papel de parede ≥3
Pintura
Pinturas de fachada, pinturas e revestimentos sintéticos texturizados ≥8
Componentes de juntas e rejuntamentos; mata-juntas, sancas, golas,
Impermeabilização ≥5
rodapés, e demais componentes de arremate
manutenível sem quebra
Impermeabilização de caixa d'água, jardineiras, áreas externas com
de revestimentos ≥8
jardins, coberturas não utilizáveis, calhas e outros
Impermeabilização Impermeabilização de áreas internas, de piscina, de áreas externas com ≥ 20

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SISTEMA / Parte da
Exemplos VUP
Edificação
manutenível somente pisos, de coberturas utilizáveis, de rampas de garagem, etc.
com quebra de
revestimentos
Janelas (componentes fixos e móveis), portas-balcão, gradis, grades de
Esquadrias externas (de proteção, cobogós, brises. Inclusos complementos de acabamento,
≥ 20
fachada) como peitoris, soleiras, pingadeiras e ferragens de manobra e
fechamento.
Esquadrias internas Portas e grades internas, janelas para áreas internas, boxes de banho ≥8
Tubulações e demais componentes (inclui registros e válvulas) de
Instalações prediais
instalações hidrossanitárias, de gás, de combate à incêndio, de águas ≥ 20
embutidas em vedações
pluviais, elétricos
e manuteníveis somente
Reservatórios de água não facilmente substituíveis, redes
por quebras das
alimentadoras e coletoras, fossas sépticas e negras, sistemas de
vedações ou dos ≥ 13
drenagem não acessíveis e demais elementos e componentes de difícil
revestimentos (inclusive
manutenção e/ou substituição
forros falsos e pisos
Componentes desgastáveis e de substituição periódica, tais como
elevados não acessíveis) ≥3
gaxetas, vedações, guarnições e outros
Tubulações e demais componentes ≥4
Aparelhos e componentes de instalações facilmente substituíveis, como
Instalações aparentes ou
louças, torneiras, sifões, engates flexíveis e demais metais sanitários,
em espaços de fácil ≥3
aspersores (sprinklers), mangueiras, interruptores, tomadas,
acesso
disjuntores, luminárias, tampas de caixas, fiação e outros
Reservatórios de água ≥8
Médio custo Equipamentos de recalque, pressurização, aquecimento
de de água, condicionamento de ar, filtragem, combate a ≥8
Equipamentos funcionais
manutenção incêndio e outros
manuteníveis e
substituíveis Alto custo
Equipamentos de calefação, transporte vertical, proteção
de ≥ 13
contra descargas atmosféricas e outros
manutenção

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21. PRAZOS DE GARANTIA

Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
SEGURANÇA DA
EDIFICAÇÃO

Segurança e estabilidade global.


SOLIDEZ E

Fundações, contenções,
Estanqueidadede fundações e
arrimos
contenções.
Estrutura principal e estruturas
Segurança e estabilidade global
periféricas (lajes, vigas, pilares)
Estruturas auxiliares Segurança

Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
COBERTURA

componente ou instalação
SISTEMA DE

Componentes do telhado
Segurança e
(incluindo calhas, rufos,
Telhado e Estruturas de telhado integridade da
ventilações), vedações,
estrutura
fixações, etc.

Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
Paredes de vedação Segurança e
interna/externa integridade
Má aderência
do
Revestimento de paredes
Estanqueidade revestimento e
interna/externa em argamassa Fissuras
de fachadas dos
ou gesso liso (1)
SISTEMA DE VEDAÇÃO VERTICAL (PAREDES)

componentes
do sistema
Revestimento de paredes em Aderência, Revestimentos soltos,
azulejo, cerâmica, pastilhas ou fissuras e gretados ou com Estanqueidade
pedras naturais (mármore, desempenho desgaste excessivo de fachadas
granito ou outros) (1) (2) do rejunte (exceto por mau uso)
Empolamento,
descascamento,
Pintura de paredes, muros,
esfarelamento,
muretas e demais elementos Acabamento
alteração de cor ou
de vedação vertical (1)
deterioração de
acabamento
Revestimentos especiais
(fórmica, plásticos, têxteis,
Aderência
materiais compostos de
alumínio, papéis de parede)
Selantes, componentes de
Aderência
juntes e rejuntamentos
(1)
Para riscos, manchas, lascas e quaisquer falhas perceptíveis visualmente, o prazo de garantia se encerra
no ato da entrega, portanto só serão atendidos se tiverem sido registrados na ficha de pendências do
termo de entrega.
(2)
A garantia do desempenho dos componentes - azulejo, revestimentos cerâmicos, pastilhas de vidro,
porcelana ou cerâmica e revestimentos especiais - é definido pelo fabricante do mesmo.

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Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
Pisos de vedação
Segurança e
interno/externo - camada
integridade
estrutural (laje)
Estanqueidade Má aderência do
Revestimento de pisos
de piso em revestimento e
interno/externo em argamassa Fissuras
(1) áreas dos componentes
molhadas do sistema
Revestimentos
Revestimento de pisos Aderência, Estanqueidade
soltos, gretados ou
interno/externo cerâmica, fissuras e de piso em
com desgaste
porcelanato, pastilha, ladrilho desempenho áreas
excessivo (exceto
hidráulico ou similares (1) (2) do rejunte molhadas
por mau uso)
Empenamento,
Revestimento de piso em
trincas na
laminado de madeira, madeira,
madeira,
tacos, assoalhos, decks, etc.,
destacamento
SISTEMA DE VEDAÇÃO HORIZONTAL (PISOS)

incluindo rodapés em madeira


das peças,
ou poliestireno. (1) (2)
fixação
Destacamentos, Estanqueidade Má aderência do
Piso cimentado, piso acabado
fissuras, desgaste de piso em revestimento e
em concreto liso ou cocreto
excessivo (exceto áreas dos componentes
estampado, contrapisos (1)
por mau uso) molhadas do sistema
Empolamento,
descascamento,
esfarelamento,
Pintura de pisos (garagens,
alteração de cor
escadarias, quadra
ou deterioração de
poliesportiva (3), etc.)
acabamento
(exceto por mau
uso)
Revestimentos especiais
(fórmica, plásticos, têxteis,
Aderência
materiais compostos de
alumínio, piso vinílico, etc.) (2)
Caimento / nivelamento Falhas no
adequado de pisos de áreas caimento /
molhadas nivelamento
Selantes, componentes de
Aderência
juntes e rejuntamentos
(1)
Para riscos, manchas, lascas e quaisquer falhas perceptíveis visualmente, o prazo de garantia se encerra
no ato da entrega, portanto só serão atendidos se tiverem sido registrados na ficha de pendências do
termo de entrega.
(2)
A garantia do desempenho dos componentes - revestimentos cerâmicos, pastilhas de vidro, porcelana
ou cerâmica, porcelanato, pisos laminados ou vinílicos e revestimentos especiais - é definido pelo
fabricante do mesmo.
(3)
Em pisos pintados como garagens, escadarias e quadras poliesportivas, não deve haver qualquer atrito
diferente do uso pretendido, ou seja, configura mau uso se houver trágedo de patins, rollers, skates ou
outros equipamentos que possam danificar a pintura.

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Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
Sistema de vedação
Segurança e
horizontal interna/externa
integridade
- camada estrutural (laje)
SISTEMA DE VEDAÇÃO HORIZONTAL (TETOS E FORROS)

Camada de revestimento Má aderência do


de teto interno/externo revestimento e dos
Fissuras
em argamassa / gesso liso componentes do
/ componentes de gesso sistema
Fissuras por
acomodação dos
Forros de gesso elementos
estruturais e de
vedação
Empenamento,
trincas na
Forros de madeira
madeira,
destacamento
Empolamento,
descascamento,
esfarelamento,
Pintura de tetos e forros (1) Acabamento
alteração de cor
ou deterioração
de acabamento
(1)
Para riscos, manchas, lascas e quaisquer falhas perceptíveis visualmente, o prazo de garantia se encerra no
ato da entrega, portanto só serão atendidos se tiverem sido registrados na ficha de pendências do termo de
entrega.

Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
Esquadrias de madeira (1) Empenamento,
- inclui porta, vistas e descolamento,
SISTEMA DE VEDAÇÃO VERTICAL (ESQUADRIAS)

caixilhos fixação
Esquadrias de aço / ferro
(incluindo gradis, Fixação, oxidação
guarda-corpos) (1)
Borrachas, escovas,
Partes móveis articulações, fechos e
Perfis de
(inclusive roldanas.
alumínio,
recolhedores de Funcionamento.
Esquadrias de alumínio e fixadores e
palhetas, motores Estanqueidade geral da
PVC (1) revestimentos
e conjuntos esquadria.
em painel de
elétricos de Vedação (entre
alumínio
acionamento) esquadria e
contramarco).
Vidros Fixação
Fechaduras, dobradiças e Funcionamento,
ferragens em geral acabamento
(1)
Para riscos, manchas, lascas, amassados e quaisquer falhas perceptíveis visualmente, o prazo de garantia
se encerra no ato da entrega, portanto só serão atendidos se tiverem sido registrados na ficha de pendências
do termo de entrega.
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Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
SISTEMA DE componente ou instalação
IMPERMEABILIZAÇÃO Impermeabilização de
Estanqueidade
áreas molhadas

Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
SISTEMA DE INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS

Danos causados
Instalações de colunas de água
por movimentação Integridade e
fria, água quente, tubos de
ou acomodação da estanqueidade
queda de esgoto
estrutura
Instalações de coletores e
Instalação
ramais (3)
Louças, caixas de descarga,
Equipamentos
bancadas, metais sanitários,
Problemas com
sifões, ligações flexíveis,
vedação,
válvulas, registros, ralos,
vazamento
tanques, pias, etc. (3)
(3)
Para quebrados, trincados, riscados, manchados ou, quaisquer falhas perceptíveis visualmente,
o prazo de garantia se encerra no ato da entrega, portanto só serão atendidos se tiverem sido
registrados na ficha de pendências do termo de entrega.

Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
SISTEMA DE INSTALAÇÕES

componente ou instalação
Instalações de colunas de Integridade e
gás estanqueidade
DE GÁS

Problemas com vedações


das junções.
Instalações de ramais de Funcionamento isento de
Instalação
gás vazamentos.
Equipamentos (válvulas,
registros, medidor).

Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
INSTALAÇÕES
SISTEMA DE

Tomadas, interruptores,
ELÉTRICAS

Equipamentos
disjuntores, caixas e quadros (4)
Fios, cabos, eletrodutos Instalação
(4)
Espelhos danificados ou mal colocados ou, quaisquer falhas perceptíveis visualmente, o prazo
de garantia se encerra no ato da entrega, portanto só serão atendidos se tiverem sido
registrados na ficha de pendências do termo de entrega.

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Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
Sistema de proteção de descargas Instalação e
atmosférias (SPDA / pára-raios) equipamentos
SISTEMAS DIVERSOS

Sistema de combate a incêndio e


pressurização das escadas Instalação e
(quando houver) equipamentos
Dobradiça e Integridade de portas e
Porta corta-fogo
molas batentes
Sistema de iluminação de Instalação e
emergência equipamentos
Sistemas de dados (telefonia, Instalação e
vídeo, voz, televisão) equipamentos
Sistema de segurança (automação, Instalação e
CFTV, alarme, etc.) equipamentos

Sub-sistema, elemento, componente


1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
ou instalação
Aquecedor de passagem ou aquecedor Instalação e
de acumulação equipamentos
Instalação e
Motobombas / filtros
equipamentos
Instalação e
Interfone
EQUIPAMENTOS INDUSTRIALIZADOS

equipamentos
Automação de portas e portões
Instalação e
(motores, fechaduras eletrônicas,
equipamentos
molas)
Instalação e
Elevadores
equipamentos
Instalação e
Exaustão / ventilação mecânica
equipamentos
Banheiras de hidromassagem Instalação e
(incluindo motor) equipamentos
Instalação
(problemas na infra-
estrutura e
Ar condicionado
tubulação), exceto
equipamentos e
dispositivos
Antena coletiva Instalação
Instalação e
Sauna seca
equipamentos

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Sub-sistema, elemento,
1 ano 2 anos 3 anos 5 anos
componente ou instalação
Playground Instalação
Revestimentos
soltos, gretados
ou com desgaste
Piscina Problemas com instalações
excessivo (que
não por mau
uso)
Pintura do piso
INFRAESTRUTURA DE LAZER

(descascamento,
esfarelamento ou
deterioração do
acabamento que não por
Quadra poliesportiva
mau uso).
Problemas com instalação
de alambrados e
equipamentos, incluindo
luminárias.
Paisagismo / jardins
< 6 MESES referente à má qualidade da vegetação >
(grama, vegetação)
Academia
< Garantia de acordo com o fabricante dos equipamentos >
(equipamentos)
Mobiliário área comum < 3 MESES >
Para todos os casos de quebrados, trincados, riscados, manchados, sujeira, arranhados ou,
quaisquer falhas perceptíveis visualmente, o prazo de garantia se encerra no ato da entrega,
portanto só serão atendidos se tiverem sido registrados na ficha de pendências do termo de
entrega.

22. COBERTURA DA GARANTIA

A garantia cobre toda manutenção corretiva de patologia ou não conformidade que se manifesta no
produto em função de falhas no projeto, na fabricação, na instalação, na execução ou na montagem
durante o período de garantia exposto no item ‘Prazos de garantia’. Destaca- se que os prazos de
garantia apresentados neste manual, são contados a partir da conclusão do edifício habitacional –
CVCO / Habite-se.

Não estão cobertas as manifestações patológicas ou não conformidades ocasionadas por falha no
uso ou na manutenção preventiva ou pela falta de manutenção preventiva, bem como problemas
que decorram de alterações das características originais ou do envelhecimento natural dos
componentes, elementos e sistemas.

Não está coberta a manutenção preventiva dos componentes, elementos e sistemas. Esta
manutenção está descrita no sub-item “Manutenção preventiva” de cada sistema descrito na PARTE
II deste manual e deve ser efetuado pelos usuários como meio de garantir o bom funcionamento dos
sistemas.

Não estão previstos na garantia problemas ou danos ocasionados pela falta de ação de contenção do
problema por parte do usuário. Sempre que há risco de agravamento do problema é obrigação do

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usuário tomar todas as medidas em seu alcance para a repressão de danos maiores. Algumas
medidas de contenção estão descritas ao longo deste manual.

É importante notar que alguns componentes, elementos e sistemas podem necessitar manutenção
corretiva ou substituição em função da suscetibilidade a falhas ou em função de elevado risco no
caso de problemas, ou mesmo em função da durabilidade prevista dos mesmos. Esta manutenção
corretiva, após o termino da garantia destes componentes, elementos e sistemas, passa a ser de
responsabilidade dos usuários, mesmo enquanto outros componentes, elementos e sistemas ainda
permanecem cobertos pela garantia ofertada pela Construtora.

Em caso de manutenção em locais com personalização de pintura, é obrigação do proprietário de


informar as marcas e códigos das cores utilizadas de forma correta. Na impossibilidade da correta
identificação a construtora realizará a pintura com a marca e cor que julgar mais próxima.

23. ASSISTÊNCIA TÉCNICA

As solicitações de assistência técnica deverão ser feitas de maneira escrita, exclusivamente pelos
proprietários do imóvel, por meio de e-mail para atendimento@citta.eng.br ou carta endereçada à
Rua João Ernesto Killian, 537, São Domingos, CEP: 83030-000 São José dos Pinhais/PR. Há, ainda, a
possibilidade de solicitar assistência técnica por meio do telefone (41) 3081-1700. Através desses
mesmos canais, você poderá:

• Realizar consultas sobre prazos de garantia;


• Tirar dúvidas sobre seu condomínio;
• Solicitar uma visita técnica.

A Citta Construções e Empreendimentos realizará visita técnica para determinar a origem e extensão
do problema, além de determinar se o mesmo está coberto pela garantia. Caso positivo, serão
determinados quais procedimentos a adotar para resolução do problema para então agendar a
realização da manutenção.

Caso o usuário descumprir o agendamento para vistoria técnica ou para a realização da manutenção
por três vezes, a solicitação será encerrada e haverá perda de garantia do componente, elemento ou
sistema problemático.

A Citta Construções e Empreendimentos reserva-se o direito de indeferir o pedido, caso julgue o


solicitado estar em desacordo com as coberturas da garantia expostos abaixo.

24. ATENDIMENTO AO CLIENTE

A Citta Construções e Empreendimentos está à disposição para eventuais esclarecimentos a respeito


do uso e manutenção do imóvel. Sinta-se à vontade para entrar em contato para:

• Esclarecer dúvidas sobre os prazos e condições de validade das garantias dos sistemas;
• Esclarecer dúvidas referentes a procedimentos administrativos e legais do seu apartamento;

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• Pedir qualquer orientação de operação, uso e manutenção do seu apartamento/área


comum;
• Solicitar Assistência Técnica;
• Esclarecer qualquer dúvida sobre a Assistência Técnica;
• Esclarecer qualquer dúvida sobre os serviços prestados pela Construtora durante a fase pós-
venda e pós-entrega do imóvel.

25. PERDA DE GARANTIA

A garantia anteriormente descrita ficará automaticamente cancelada nas seguintes situações:


• Se durante o prazo de vigência da garantia não for observado o que dispõe esse Manual de
Operação, Manutenção e Garantia;
• Se nos termos do art. 1058 do Código Civil ocorrer qualquer caso fortuito, ou por força maior,
que impossibilite a manutenção da garantia concedida;
• Se for executada reforma do imóvel ou descaracterizações dos sistemas com fornecimento
de materiais e serviços pelo próprio usuário;
• Se houver danos por mau uso, não respeitando os limites admissíveis de sobrecarga nas
instalações e estruturas;
• Se o proprietário não permitir o acesso do profissional destacado pela Citta nas
dependências de seu apartamento para realizar Vistoria Técnica;
• Se forem identificadas irregularidades na Vistoria Técnica e as devidas providências
propostas não forem tomadas por parte do Condomínio ou dos proprietários.

IMPORTANTE:

Reformas e alterações em elementos da fachada do edifício (terraços, janelas, etc.) e nas


áreas comuns dos pavimentos (hall e escadarias) só poderão ser executadas com a
autorização do Condomínio.

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25.1. PLANO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA

Em atendimento a NBR 5674, a edificação precisa ter um plano de manutenção e, como


colaboração, sugerimos o plano abaixo:
ITEM DESCRIÇÃO PERIODICIDADE
Inspecionar a integridade estrutural A cada ano
ALVENARIA Vistoriar certificando-se da não proliferação de fungos,
ESTRUTURAL / inexistência de furos e aberturas de rasgos ou vãos não A cada ano
ESTRUTURA (Lajes, previstos no projeto original e impacto na estrutura.
vigas e pilares) Verificação do aparecimento de estalactites e estalagmites
A cada ano
nos tetos e pisos de concreto
Verificar a integridade da estrutura A cada 3 anos
ESTRUTURA
Verificar a solda A cada 3 anos
METÁLICA
Verificar o nível de corrosão A cada 3 anos
CABEAMENTO Revisão dos componentes do armário de distribuição e D.G.T.
A cada 6 meses
ESTRUTURADO com empresa especializada
Para esquadrias e elementos de madeira, verificar
integridade física e estado da pintura. Se necessário, pintar, A cada ano
encerar, envernizar ou executar tratamento adequado
Para esquadrias e elementos em ferro, verificar integridade
física e estado da pintura. Se necessário, pintar ou executar A cada ano
tratamento específico (principalmente em caso de oxidação)
Inspecionar a integridade física e o estado da pintura A cada ano
Para esquadrias metálicas ou de PVC, verificar falhas de
ESQUADRIAS vedação e fixação das esquadrias, guarda-corpos e
reconstituir sua integridade onde necessário. Regular freio A cada ano
(janelas Maxim-ar) e lubrificação.
Efetuar limpeza geral das esquadrias incluindo os drenos.
Verificar o estado das escovas e borrachas de vedação,
efetuar troca caso estejam desgastadas (escovas) ou A cada ano
ressecadas (borracha)
Reapertar parafusos aparentes dos fechos, dobradiças e
A cada 6 meses
puxadores/maçanetas
Efetuar limpeza geral das esquadrias e seus componentes A cada 3 meses
Sempre que
Lubrificar, com grafite em pó, as dobradiças, rótulos, etc.
necessário
FERRAGENS DAS Apertar os parafusos aparentes dos fechos, fechaduras,
A cada 6 meses
ESQUADRIAS dobradiças
Apertar os parafusos aparentes das maçanetas A cada 6 meses
Regular o freio (quando houver) A cada ano
Verificar a presença de fissuras, falhas na vedação e fixação
VIDROS A cada ano
nos caixilhos, reconstituindo onde necessário
Funcionamento (abrir e fechar) e automação (quando
A cada 6 meses
houver)
PORTAS DE VIDRO Ajuste das molas de fechamento automático A cada 1 ano
Limpeza das molas de fechamento automático A cada 6 meses
Vedação A cada 6 meses

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ITEM DESCRIÇÃO PERIODICIDADE


Funcionamento (abrir e fechar) A cada 6 meses
PORTÕES Ajuste das molas de fechamento automático A cada 1 ano
Colocação de graxa nas rodas dos trilhos de passagem A cada 3 meses
AUTOMAÇÃO DE Execução da regulagem eletro-mecânica nos componentes e
A cada 6 meses
PORTÕES E PORTAS lubrificação por empresa especializada.
DE VIDRO Ajuste das molas de fechamento automático A cada 3 meses
Fixação das peças A cada 1 ano
Revisão e reconstituição dos rejuntes A cada 1 ano
Verificação e tratamento de juntas de dilatação e juntas
A cada 1 ano
elastoméricas
Piso externo em concreto estampado: Limpeza com
A cada 1 ano
detergente desengraxante e reaplicação de resina acrílica
PISOS Piso cimentado / acabado em concreto / contrapiso: Verificar
as juntas de dilatação e, quando necessário, reaplicar A cada 1 ano
mastique ou substituir a junta elastomérica
Deck e escadas de madeira: Verificar a fixação e integridade
dos elementos. A camada protetora da madeira (verniz,
selante, stain, cera, etc.) deve ser revisada e, se necessário, A cada 6 meses
removida e refeita para retomar o desempenho planejado
para o sistema
Revisar o piso e recompor o rejuntamento com areia fina ou
A cada 1 mês
pó de de pedra
PISO EM BLOCOS DE Revisar o piso e substituir peças soltas, trincadas ou
CONCRETO A cada 1 mês
quebradas sempre que necessário
INTERTRAVADO
(PAVER) Remover ervas daninhas e/ou grama das juntas do piso A cada 1 mês
Realizar lavagem geral do piso e, na sequência, recompor o
A cada ano
rejuntamento com areia fina ou pó de pedra
Verificar integridade e, se necessário, efetuar manutenções
A cada ano
para manter a estanqueidade e desempenho do sistema
Verificar integridade e reconstituir os rejuntamentos
REJUNTAMENTOS /
internos e externos dos pisos, paredes, peitoris, soleiras,
CALAFETAÇÃO / A cada ano
esquadrias, ralos, peças santárias, bordas de banheiras,
VEDAÇÕES FLEXÍVEIS
chaminés, grelhas de ventilação e outros elementos
Verificar a calafetação / vedação de rufos, calhas, parafusos
A cada 1 ano
de fixação telhas, etc.

Inspecionar a instalação de antenas, hastes de pára-raios,


A cada 6 meses
equipamentos de playground, sobre áreas impermeabilizadas

Verificar a calafetação / vedação de rufos, calhas, parafusos


A cada 1 ano
IMPERMEABILIZAÇÃO de fixação telhas, etc.
Verificar a integridade dos sistemas de impermeabilização e
reconstituir a proteção mecânica, os sinais de infiltração ou A cada 1 ano
as falhas da impermeabilização exposta
Verificar presença de carbonatação e fungos A cada 2 anos
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ITEM DESCRIÇÃO PERIODICIDADE


Verificar a calafetação e fixação de elementos como rufos,
pára-raios, antenas, esquadria e elementos decorativos A cada 1 ano
fixados na fachada
Revisão geral da fachada, verificar sua integridade e
REVESTIMENTO A cada 2 anos
reconstituir onde necessário
EXTERNO (FACHADA)
Revisão de juntas de movimentação A cada 2 anos
Verificar presença de trincas e de bolhas, havendo, elas
A cada 2 anos
precisam ser tratadas para evitar ocorrência de infiltração
Lavagem da fachada e repintura A cada 3 anos
Fixação e Integridade das telhas A cada 3 meses
Limpeza do telhado A cada 6 meses
Limpeza das calhas A cada 3 meses
Limpeza das calhas em épocas de maior incidência de chuvas
TELHADO A cada semana
ou quando houver árvores próximas às calhas
Verificar a integridade estrutural dos componentes,
A cada 1 ano
vedações, fixações e reconstituir e tratar onde necessário
Verificar a calafetação, fixação, oxidação e estado geral de
A cada 1 ano
rufos, calhas, antenas e pára-raios
Verificar o nível dos reservatórios e o funcionamento das
A cada semana
torneiras de boia e a chave de boia para controle de nível
Acionar a bomba de incêndio para teste, observada a
A cada 1 mês
legislação vigente
Verificar estanqueidade do sistema.
A cada 1 mês
Verificar o funcionamento dos sistemas de alarme.
Verificar o estado das placas de sinalização das áreas de fuga
A cada 1 mês
e dos extintores
Lubrificar dobradiças e maçanetas das portas corta fogo A cada 3 meses
INSTALAÇÕES DE Verificar abertura e fechamento de portas corta-fogo num
COMBATE A ângulo de 45 graus. Se necessário fazer regulagem, chamar A cada 3 meses
INCÊNDIO empresa especializada
Mangueiras e mangotinhos - desconectar e desenrolar as
mangueiras de incêndio para uma inspeção visual. Tornar a
A cada 4 meses
enrolar ou dobrar de forma que se acomodem sem vincos ou
torções reconectando-as ao registro
Verificar a estanqueidade dos registros de gaveta.
Abrir completamente os registros dos subsolos e da
A cada 6 meses
cobertura (barrilete) evitando emperramento e mantendo-os
em condições de manobra.
Verificação de sprinklers e seus componentes; bombas;
válvulas de fluxo; detectores de fumaça. A cada 6 meses
Fazer a manutenção das bombas de incêndio.
INSTALAÇÕES DE
COMBATE A Fazer a recarga dos extintores A cada 1 ano
INCÊNDIO Validade do tambor dos extintores A cada 5 anos
Mangueiras e mangotinhos - realizar ensaio conforme ABNT
A cada 5 anos
NBR 11861 - solicitar certificado do ensaio

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ITEM DESCRIÇÃO PERIODICIDADE


OBSERVAÇÃO: Em caso de sinistro onde as mangueiras tenham sido utilizadas,
ou mesmo sem uso, tenham sido expostas a calor intenso, as mesmas deverão
ser enviadas para ensaio independente de prazo de validade.
Verificar o status dos dispositivos de proteção contra surtos
(DPS) que, em caso de acionamento desarmam para a
proteção das instalações, sem que haja descontinuidade. É A cada 1 mês
necessário acionamento manual de modo a garantir a
proteção no caso de novo incidente.
PÁRA-RAIO Inspeção Visual e ôhmica (reconstituindo quando necessário)
A cada 1 ano
conforme legislação vigente
Verificar a fixação, oxidação e estado geral do pára-raios A cada 1 ano
Inspeção completa deve ser realizada por empresa
A cada 5 anos
especializada conforme ABNT NBR 5419
PAISAGISMO Manutenção dos jardins A cada 15 dias
CFTV / INTERFONIA Vistoria de funcionamento do sistema A cada 1 mês
CONTROLE DE
Dedetização, desinsetização e desratização A cada 1 ano
PRAGAS
AQUECEDOR DE Verificar funcionamento, limpeza e regulagem (por empresa
A cada 1 ano
PASSAGEM especializada), conforme legislação vigente
Testar o disjuntor tipo DR A cada 2 meses
Inspeção e reapertos das conexões, nos quadros de
INSTALAÇÕES A cada 1 ano
disjuntores
ELÉTRICAS, QUADROS
Verificar condição física da fiação, rever estado de isolamento
ELÉTRICOS E
das emendas de fios e, no caso de problemas, providenciar A cada 1 ano
CABEAMENTOS
correções
Medição da resistência de aterramento A cada 2 anos
Verificar o estado dos contatos elétricos e seus componentes
A cada 1 ano
e, caso possua desgaste, substituir as peças.
TOMADAS,
INTERRUPTORES E Verificar e reapertar as conexões de tomadas, interruptores e
A cada 2 anos
PONTOS DE LUZ pontos de luz
Inspeção quanto a fixação das lâmpadas e luminárias A cada 2 anos
Caso a luminária não seja utilizada, recomenda-se que a cada
3 meses seja colocada em funcionamento até que os leds se
ILUMINAÇÃO DE
apaguem. Em seguida efetuar uma carga de 48 horas, A cada 3 meses
EMERGÊNCIA
mantendo a chave seletora na posição desligada, isso para
uma vida útil mais longa da bateria.
TORNEIRAS,
VÁLVULAS E Inspeção e teste de torneiras, válvulas e flexíveis A cada 1 ano
FLEXÍVEIS
Limpar sistema de águas pluviais (ralos, grelhas, calhas e
SISTEMA ÁGUAS canaletas) - ajustar periodicidade de acordo com a
A cada 1 mês
PLUVIAIS sazonalidade, especialmente em época de chuvas mais
frequentes
METAIS, Verificar elementos de vedação e ausência de vazamentos,
A cada 6 meses
ACESSÓRIOS, LOUÇAS reconstituindo onde necessário
SANITÁRIAS E SIFÕES Fixação A cada 1 ano

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ITEM DESCRIÇÃO PERIODICIDADE


Verificar nível dos reservatórios de água potável e
A cada semana
funcionamento das bóias
Verificar funcionamento das bombas de água potável e águas
servidas e alternar a chave no painel elétrico para uso no A cada 15 dias
sistema de rodízio
RESERVATÓRIOS DE
Manutenção preventiva do sistema de bombas A cada 3 meses
ÁGUA
Manutenção preventiva do quadro elétrico de automação de
A cada 3 meses
bombas
Limpeza reservatórios de água potável A cada 6 meses
Tampa instalada corretamente A cada 1 ano
Teste de potabilidade A cada 1 ano
CAIXAS DE
GORDURA, CAIXAS Efetuar limpeza geral de caixas de esgoto, caixas de gordura e
A cada 3 meses
DE ESGOTO E ÁGUAS de águas servidas
SERVIDAS
Ausência de vazamentos A cada 6 meses
REGISTROS Testar abertura e fechamento dos registros A cada 6 meses
Limpeza A cada 1 ano
Verificar tubulações de água potável e águas servidas para
TUBULAÇÕES detectar obstruções, falhas ou entupimentos e fixação, A cada 1 ano
reconstituindo onde necessário
PAREDES, FORROS E
PISOS POR ONDE Presença de infiltração A cada 6 meses
PASSA A TUBULAÇÃO

O plano de manutenção preventiva proposto acima é uma sugestão da construtora baseada


na NBR 5674 - Manutenção de edificações, e não exime o proprietário/usuário de consultar
e atender a NBR 5674.

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IMPORTANTE:

Importante ressaltar que, para manutenção das garantias do edifício, é obrigatória a


comprovação/registro das inspeções e das manutenções preventivas dos sistemas.

As manutenções preventivas deverão ser realizadas por empresa ou profissional


habilitados.

Para comprovação de registros de execução das manutenções podem ser apresentados:


laudo técnico, ARTs, termos de garantia de serviços, notas fiscais de serviços prestados,
assim como registro de inspeções e relatório técnico (fotográfico) com data.

A não realização de manutenção preventiva / corretiva pelo


condomínio dentro dos prazos especificados acarretará na perda de
garantia do imóvel.

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