RAQUEL MEDEIROS TEIXEIRA KUSTER
PORTFÓLIO
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA-PRONTO SOCORRO
EMERGENCIAS ABDOMINAIS
Alta Floresta-MT
2020
RAQUEL MEDEIROS TEIXEIRA KUSTER
PORTFÓLIO
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA-PRONTO SOCORRO
EMERGÊNCIAS NEUROLÓGICAS
Trabalho realizado como critério de avaliação para
a disciplina de Estágio Supervisionado em
Urgência e Emergência - Pronto Socorro da
Faculdade de Alta Floresta - FADAF do Curso de
Graduação em Enfermagem do 9º período.
Professora Orientadora: Lucielle Lírio
Nonnenmacher Acadêmica: Raquel Medeiros
Teixeira Kuster
Alta Floresta-MT
2020
DIÁRIO DE APRENDIZADO
Local: HOSPITAL REGIONAL - Albert Sabin
Data: 23/06/2020
Prof.ª: Lucielle Lírio Nonnenmacher
Aluna: Raquel Medeiros Teixeira Kuster
EMERGÊNCIAS NEUROLÓGICAS
As emergências neurológicas constituem uma situação dramática para o paciente,
considerando que em geral estão associadas à dificuldade de comunicação e movimentação. O
paciente sofre sem poder se comunicar adequadamente, muitas vezes dificultando a
solicitação de atendimento (Alves e Menegarde, 2012, p.40).
As emergências neurológicas são muito comuns nos atendimentos de urgência e
emergência. Especificamente, há muitos pacientes com o diagnóstico de crise convulsiva.
Relacionada às emergências neurológicas, podemos destacar: acidente vascular
encefálico (AVE) e convulsão. Não podemos nos esquecer de que, ao atendermos o paciente,
sempre devemos realizar avaliação primária e secundária (THOMAZ 2018, p. 81).
Em um estudo realizado por Lange et al. (2011, p. 215) demonstraram que quase 11%
dos pacientes no pronto-socorro precisavam de uma avaliação neurológica nos primeiros 24
horas e as quatro doenças neurológicas de emergência mais comuns avaliadas por um
neurologista foram acidente vascular cerebral, epilepsia, dor de cabeça e sintomas
neurológicos secundários a condições clínicas.
TIPOS DE EMERGÊNCIAS NEUROLÓGICAS
No Brasil, um estudo demonstrou que as emergências neurológicas mais comuns são:
acidente vascular encefálico, epilepsia, cefaleia e outros sintomas secundários à condição
clínica (SARMENTO et al., 2017,p.02).
De acordo com Sarmento et al. (2017,p.02) a demora no atendimento, bem como a
espera para realização de exames, representam grande fator de risco para complicação em
situações neurológicas.
Acidente Vascular Encefálico (AVE)
O Acidente Vascular Encefálico (AVE) é uma das maiores causas de atendimentos no
setor de emergência hospitalar. No AVE ocorre uma perda súbita do suprimento sanguíneo a
uma parte do cérebro. Suas complicações vão além de uma alta taxa de mortalidade, até um
grande impacto psicoemocional devido a sequelas neurológicas provocadas no paciente
(PRUDENCIO; CERETTA; SORATTO, 2016, p.01).
O paciente com acidente vascular encefálico requer cuidados intensivos em algum
momento do período de hospitalização, sobretudo na emergência (CAVALCANTI et al.,
2011, p.1496).
A avaliação inicial do paciente na emergência é realizada pelo enfermeiro e deve
enfocar a avaliação das vias aéreas, circulação, respiração e sinais vitais a cada 30
minutos e exame neurológico. Portanto, o enfermeiro deve ser capaz de reconhecer
os sintomas neurológicos que sugerem AVE e rapidamente analisar o tempo inicial
dos sintomas (CAVALCANTI et al., 2011, p.1498).
O Acidente Vascular Encefálico é dividido em isquêmico e hemorrágico, de acordo
com o seu aspecto patológico. A terapia indicada em casos de AVE isquêmico é a trombólise
através do ativador do plasminogênio tecidual recombinante (et-PA), no entanto essa terapia é
vantajosa e segura quando o tratamento é iniciado em até 4,5 horas do início do quadro e após
uma avaliação completa com exames de imagem, laboratoriais e excluir algum tipo de
hemorragia (SARMENTO et al., 2017,p.06).
Convulsões
A crise convulsiva é um problema frequente no serviço de urgência e emergência, e
sua etiologia pode ser devido a diversos fatores, como por exemplo: distúrbios
hidroeletrolíticos, intoxicação, abstinência de drogas, sedativos ou lesão neurológica
(SARMENTO et al., 2017,p.05).
Na crise convulsiva, o paciente apresenta perda súbita da consciência, acompanhada
de contrações musculares involuntárias, cianose, sialorreia, lábios e dentes cerrados, liberação
esfincteriana caracterizada por incontinência fecal e urinária (THOMAZ 2018, P. 41).
A equipe de enfermagem precisa adquirir um conhecimento amplo sobre esta
patologia, visto que, perante um paciente com crise convulsiva, a atuação deve ser rápida
(Zanardo, 2014, P.09).
Deve-se fazer a avaliação primária e secundária, instalar acesso venoso periférico,
oferecer O2 suplementar sob máscara, se SatO2 < 94%, na crise com duração
superior a 5 minutos, deve-se administrar diazepam IV. Não tendo resposta, é
necessário utilizar fenitoína e, se persistir, deve-se garantir suporte ventilatório
(IOT) e uso de midazolam. Atentar sempre à glicemia capilar. Toda medicação deve
ser de acordo com prescrição médica (THOMAZ 2018, P. 41).
PAPEL DO ENFERMEIRO NO ATENDIMENTO À EMERGÊNCIA NEUROLÓGICA
A atuação da enfermagem nas urgências e emergências deve estar voltada para as detecções
neurológicas e hemodinâmicas, comumente observadas nos agravos do sistema nervoso, com
a finalidade de reduzir a ocorrência de sequelas ou a morte dos indivíduos (PROGRAMA de
ATUALIZAÇÃO EM ENFERMAGEM (PROENF), 2006 p.112).
A finalidade de uma unidade com serviço de emergência é avaliar o paciente,
diagnosticar e iniciar o tratamento adequado o mais breve possível. Além de exigir amplo
conhecimento técnico, habilidade profissional nos recursos tecnológicos específicos para um
bom atendimento (SILVA; SANTOS SILVA; MONTES, p. 02).
O atendimento de emergência nas Unidades Hospitalares tem importante papel na
recuperação e manutenção da saúde do indivíduo. Recuperar a saúde e mantê-la se estabelece
com uma assistência à saúde de qualidade e equipe multidisciplinar voltada para o indivíduo
como um todo na sua integralidade, atentando para aspectos que envolvem a atuação eficaz,
eficiente, rápida e com bom conhecimento clínico e científico (TEIXEIRA; FRANCO;
CASTANHARO, 2015, p. 304).
A demora no atendimento, bem como a espera para realização de exames, representam
grande fator de risco para complicação em situações neurológicas (SARMENTO et al
2017,p.02).
Tão logo tenha sido estabilizado o estado cardiopulmonar do doente, realiza-se um
exame neurológico rápido e direcionado. Esse exame consiste primariamente em
avaliar o escore da Escala de Coma de Glasgow a resposta pupilar ao estímulo
luminoso e a ocorrência de défice neurológico localizado. É importante reconhecer a
presença de fatores de confusão na avaliação do doente portador de trauma
cranioencefálico, incluindo a utilização de drogas, álcool e substâncias intoxicantes
bem como outras lesões associadas. Não deixe passar despercebido o trauma
cranioencefálico grave porque o doente também se encontra intoxicado
(ADVANCED TRAUMA LIFE SUPPORT (ATLS), 2012, p. 127).
A necessidade de investimento na educação continuada no profissional Enfermeiro
viabiliza um amplo aspecto para disseminação na assistência com qualidade eficiência para
realizar procedimentos que podem salvar vidas e impedir sequelas graves irreversíveis
(SILVA; SANTOS SILVA; MONTES, p. 03). Nesta mesma ênfase Ribeiro et al.
(2014,p.553) cita que é, importante destacar que um atendimento eficaz nessa unidade
necessita de investimento em capacitação dos profissionais de saúde, em registros corretos
nos prontuários, estrutura física adequada e equipada.
APRENDIZAGEM A PARTIR DA ATIVIDADE
a) O que você enquanto acadêmico aprendeu mediante a atividade solicitada etc..
O enfermeiro e a equipe precisam estar bastante atentos na classificação de risco, pois
o paciente que é acometido em situações neurológicas precisa de um rápido atendimento, pois
o mesmo necessita de intervenções e exames que poderão ajudar a salvar a sua vida ou evitar
complicações.
b) O que você quanto acadêmico aproveitou do conteúdo solicitado no trabalho
O enfermeiro deve estar apto a reconhecer os sintomas neurológicos que possam sugerir um
Acidente Vascular Encefálico (AVE), para poder analisar o tempo inicial dos sintomas e
assim poder ter o planejamento nas intervenções. As escalas neurológicas são grandes
ferramentas utilizadas para fornecer informações quanto à gravidade e prognóstico, podendo
também facilitar a mensuração mais objetiva do efeito de um tratamento. Portanto este
instrumento tem grande colaboração para o enfermeiro em se tratando de avaliação do
paciente.
APROFUNDAMENTO DA APRENDIZAGEM: (Aqui deve ser colocado algo além da
pesquisa que o professor solicitou que faça parte do contexto do trabalho porem não foi
solicitado. EX: algum exame especifico, curiosidade , tecnologias relacionadas. Todo
conteúdo do trabalho deve conter citação com a referência)
ESCORE ABCD para Ataque Isquêmico Transitório / AIT
Escore utilizado como preditor de risco de AVC isquêmico, durante os primeiros sete
dias após a ocorrência de um Ataque Isquêmico Transitório (AIT). Estudos demonstraram um
risco de AVCI acima de 30% em pacientes com escore ABCD de 6 pontos, em relação aos
pacientes com escores ABCD menores. Útil para identificar e orientar a conduta clínica nos
pacientes com AIT na emergência se precisam, por exemplo, de investigação emergencial ou
monitorização mais intensiva (INEURO NEUROLOGIA INTELIGENTE, 2020, s.p).
Fator de Risco Categoria Escore
A. Idade (Age) Idade > /= 60 anos Idade < 60 1
anos 0
B. Pressão arterial (Blood PAS > 140 ou PAD > / = 90 1
Pressure) Outro 0
C. Sintomas Clínicos (Clinical Fraqueza unilateral Distúrbio 2
symptoms) de linguagem Outro 1
0
D. Duração do AIT (Duration of > / = 60 minutos 10-59 minutos 2
TIA) < 10 minutos 1
0
TOTAL 6
Protocolo de tratamento da Hipertensão na fase aguda do AVCI
A hipertensão arterial é freqüente e ocorre em 80% dos casos, sendo na maioria das
vezes transitória e com retorno aos níveis prévios na primeira semana após o evento. A
redução inadvertida dos níveis pressóricos pode ser deletéria na fase aguda do AVC por
aumentar o infarto na área de penumbra cerebral. O uso de medicamentos como morfina e
outros analgésicos deve ser criterioso e sob monitorização constante pelo seu efeito
vasodilatador e risco de hipotensão. • Pacientes candidatos à terapia fibrinolítica endovenosa
ou intra-arterial Pressão sistólica >185 mmHg ou diastólica > 110 mmHg: administrar
nitroprussiato endovenoso a 0,5 mcg/kg/min em dose inicial ou esmolol. Caso a pressão não
for mantida < 185/110 mmHg não administrar rtPA (ALBERT EISTEIN DIRETRIZES
ASSISTENCIAIS, 2011, s.p).
.
Manejo da pressão arterial em pacientes elegíveis para tratamento trombolítico
Pressão arterial Medicamento Intervalo para verificação
PAS>185 mmHg e ou Betabloqueador ou 5 Minutos
PAD>110 mmHg Nitroprussiato
PAS>185 mmHg e ou Nitroprussiato 5 Minutos
PAD>110
PAD>140 mmHg Nitroprussiato 5 Minutos
Manejo da pressão arterial após o tratamento trombolítico
Pressão arterial Medicamento Intervalo para verificação
PAS>180 mmHg e ou Betabloqueador ou 5 Minutos
PAD>105 mmHg Nitroprussiato
PAS>180 mmHg e ou PAD>105 Nitroprussiato 5 Minutos
mmHg sem resposta ao
betabloqueador
PAD>140 mmHg Nitroprussiato 5 Minutos
Pacientes não candidatos à terapia fibrinolítica Pressão sistólica < 220mmHg ou diastólica <
120 mmHg: tratamento conservador, exceto nos casos de infarto agudo do miocárdio, edema agudo de
pulmão, dissecção de aorta, encefalopatia hipertensiva ou sintomas como náuseas e vômitos, cefaléia,
agitação. Se pressão arterial sistólica maior que 220/120 mmHg: administrar nitroprussiato
endovenoso a 0,5mcg,kg/min em dose inicial ou esmolol. Com o objetivo de reduzir em torno de 15%
o valor da pressão arterial em um período de 24 horas (ALBERT EISTEIN DIRETRIZES
ASSISTENCIAIS, 2011, s.p).
Pacientes não candidatos à terapia fibrinolítica Pressão sistólica
Pressão arterial Medicamento Intervalo para verificação
PAS<220 mmHg Não tratar De acordo com a tabela de
PAD <120 mmHg Intervalo e frequência de
PAM < 130 mmHg Verificação de PA
PAS > 220 mmHg Nitroprussiato 5 Minutos
PAD > 120 mmHg
PAM > 130 mmHg
PAD>140 Nitroprussiato 5 Minutos
Protocolo De Manchester
O protocolo de Manchester é um sistema de triagem, geralmente realizado pelo
enfermeiro, à porta do hospital, e que estabelece uma classificação de risco em cinco
categorias. Para cada categoria existe um tempo alvo para atendimento. As categorias e os
tempos são: emergência (vermelho) 0 minuto; muito urgente (laranja) 10 minutos; urgente
(amarelo) 60 minutos; pouco urgente (verde) 120 minutos e não urgente (azul) 240 minutos
(MINISTERIO DA SAÚDE, 2004; GRUPO DE TRIAGEM DE MANCHESTER, 2002).
Figura 01: Protocolo Manchester
Fonte: disponível em: < [Link] acesso em 23 Jun, 2020.
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