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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DO ESTADO DO CEARÁ ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ADRIANO NOBRE

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DO ESTADO DO CEARÁ ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ADRIANO NOBRE

CNPJ. 00120971/0018-13 Fone (Fax): (0xx85) 3346 –

0498

RUA FRANCISCO JOSÉ DE OLIVEIRA S/N, BAIRRO SANTA RITA.

CEP 62.600-000

Itapajé – Ceará

adrianobre2003@yahoo.com.br

REGIMENTO DA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ADRIANO NOBRE

ITAPAJÉ – CEARÁ

2009

SUMÁRIO

TÍTULO I – DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES

TÍTULO

PEDAGÓGICA

II

-

DA

ORGANIZAÇÃO

ADMINISTRATIVO-

Seção I – Do Núcleo Gestor Subseção I – Do Diretor Seção II – Do Corpo Docente Seção III – Do Corpo Discente Seção IV - Da Coordenação Seção V - Da Secretaria Escolar Subseção I - Dos Arquivos Seção VI - Da Biblioteca/Sala de Leitura e ou Sala de Multimeios Seção VII – Dos Laboratórios Subseção I- Do laboratório de ciências Subseção II- Do laboratório de informática Seção VIII – Dos Serviços Gerais Seção IX - Da Cantina Seção X - Dos Organismos Colegiados Subseção I - Da Congregação de Professores Subseção II - Do Conselho Escolar Subseção III - Do Grêmio Estudantil

TÍTULO III–DO REGIME ESCOLAR DO REGIME DIDÁTICO E DAS NORMAS DE CONVIVÊNCIA

CAPÍTULO I – REGIME ESCOLAR

Seção I – Da Organização do Ensino Seção II – Do Calendário escolar Seção III -Da Matrícula Seção IV -Da Transferência Seção V – Da Regularização de Vida Escolar Subseção I – Da Reclassificação Subseção II - Da Classificação Subseção III - Do Avanço nas Séries e nos Cursos Subseção IV - Do Aproveitamento de Estudos Subseção V - Do Complemento Curricular

CAPÍTULO II – DO REGIME DIDÁTICO

Seção I – Da Organização Curricular Seção II - Do Processo de Avaliação de Aprendizagem Subseção I – Da Verificação do Rendimento Escolar Subseção II – Da Freqüê ,ncia Subseção III – Da Recuperação Subseção IV – Da Promoção Seção III – Dos Certificados

CAPÍTULO III – DAS NORMAS DE CONVIVENCIA

Seção I – Dos Docentes Seção II - Dos Discentes Seção III –Dos Funcionários

TÍTULO IV – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

TITULO I

DA IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA E FINALIDADES E OBJETIVOS

Art. 1º - O presente Regimento regulamenta a organização didático- pedagógica e administrativa da Escola Estadual de Educação Profissional Adriano Nobre, nos termos da legislação educacional vigente.

Art. 2º - A Escola Estadual de Educação Profissional Adriano Nobre, instituição pertencente à rede Estadual de Ensino, com sede na R- Francisco José de Oliveira, S/N – Bairro de Santa Rita - Itapajé – CE, CEP 62.600-000, Fone e Fax :3346 0498 – e-mail:

adrianobre2003@yahoo.com.br, mantido por Secretaria de Educação do Estado do Ceará, com inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ, Nº 00120971/0018-13, Censo Escolar 23041790.

Art. 3º - A Escola Estadual de Educação Profissional Adriano Nobre, como instituição educacional tem por finalidade ministrar a educação básica nos níveis: Educação Profissional integrada ao Ensino Médio Regular, conforme a legislação educacional vigente, proporcionando o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Art. 4º

-

O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

a) liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento , a arte e o saber;

b) pluralismo de idéias e concepções pedagógicas ;

c) garantia de qualidade da ação educativa, com vistas ao desenvolvimento integral do aluno;

d) respeito à liberdade e apreço à tolerancia;

e) valorização do profissional da educação;

f) valorização da experiência extraescolar;

g) vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais.

TITULO II

DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVO-PEDAGÓGICA

Art. 5º - A Escola Estadual de Educação Profissional Adriano Nobre, manterá em sua estrutura administrativa os seguintes departamentos e serviços:

a) Direção

b) Corpo Docente

c) Corpo Discente

d) Secretaria Escolar

e) Biblioteca

f) Laboratórios

g) Serviços Gerais

h) Cantina

i) Organismos Colegiados

SEÇÃO I

DO NÚCLEO GESTOR

Art. - 6º - O Núcleo Gestor é composto pelo Diretor e dois Coordenadores, que serão submetidos inicialmente a um processo de seleção de provas e títulos, enquanto que o diretor Geral também se submeterá ao processo de formação para sua aprovação.

SUBSEÇÃO I – DO DIRETOR GERAL

Art. - 7º - O Diretor Geral Concursado deverá ter graduação Plena em Pedagogia ou Gestão Escolar e nomeado pelo chefe do poder executivo.

Art. - 8º - Cabe ao diretor escolher os demais membros para composição do Núcleo Gestor, os quais precisam ter sido previamente aprovados no processo de seleção para Gestores e ainda passar por uma entrevista junto ao Diretor da Escola e o Coordenador da 2ª Crede.

Art. 9º - Compete ao Diretor Geral

I. Organizar e supervisionar todos os serviços prestados e desenvolvidos pela Instituição;

II. Delegar poderes;

III. Cumprir e fazer cumprir os dispositivos deste Regimento;

IV. Assinar, juntamente com o secretário, todos os documentos relativos à Vida Escolar dos alunos expedidos pelo Estabelecimento;

V. Responder pelas demais funções referentes ao cargo.

SEÇÃO II

DO CORPO DOCENTE

Art. 10 O Corpo Docente é formado por todos os professores em exercício profissional na Instituição, habilitados e em efetivo exercício do magistério do Ensino Fundamental e Médio.

Art. 11 – Compete aos Professores:

a. Participar da elaboração do Plano de Desenvolvimento da Escola.

b. Elaborar e cumprir com seu programa de ação estabelecido, segundo a proposta pedagógica da escola;

c. Zelar pela aprendizagem dos alunos;

d. Estabelecer estratégias de recuperação para os alunos com a aprendizagem não Satisfatória.

SEÇÃO III

DO CORPO DISCENTE

Art. 12 O Corpo Discente será constituído por todos os alunos

regularmente matriculados na escola e em pleno gozo de seus direitos e

deveres.

Art. 13 – São direitos do aluno:

a. Conhecer o Regimento Escolar, especificamente no que se refere ao corpo discente;

b. Receber, em igualdade de condições, a orientação necessária para realizar as suas atividades escolares e usufruir de todos os benefícios de caráter religioso, educativo, recreativo ou social, Profissional, sendo respeitado também, em sua individualidade, sem comparação nem preferência por toda comunidade escolar;

c. Participar de todas as agremiações estudantis e outras formas de associações que funcionem no Estabelecimento;

d. Utilizar-se do acervo da Biblioteca, do material didático, bem como das instalações e dependências que lhe forem necessárias, de acordo com as normas estabelecidas;

Art. 14 - São deveres dos alunos:

a. Cumprir os dispositivos regimentais, bem como as normas expedidas pela Direção do Estabelecimento;

b. Ser assíduo e pontual às aulas e outras atividades programadas pelo

Estabelecimento ou pelo professor, e justificar sua ausência quando se fizer necessário;

c. Tratar com respeito professores, pessoal administrativo, auxiliar de serviços gerais e os colegas;

d. Colaborar na conservação do patrimônio escolar, indenizando qualquer prejuízo ou dano material, porventura causado sob sua responsabilidade, contribuir para o engrandecimento moral e educacional do Estabelecimento, zelando pela elevação de seu

conceito.

PARÁGRAFO ÚNICO – O não cumprimento das obrigações disciplinares, o aluno será passível das seguintes sanções:

a Advertência verbal;

b. Advertência por escrito;

c. Suspensão;

SEÇÃO IV

DA COORDENAÇÃO

Art. 15 - A Coordenação será exercida por profissional legalmente habilitado, com cursos de licenciatura, de graduação plena, aprovado no processo de seleção, indicado pelo Diretor Geral e nomeado pelo chefe do poder executivo.

Art. 16 - As Coordenações, em consonância com o núcleo gestor e os demais organismos colegiados, garantirão a unidade do planejamento e a eficácia de sua execução.

Art. 17 - Compete aos Coordenadores:

a) Cooperar com os professores para satisfatória execução dos trabalhos

escolares promovendo avaliação permanente do currículo, de modo a torná- lo dinâmico, visando o replanejamento das ações propostas.

b) Coordenar a elaboração dos programas de ação e acompanhar seu

desenvolvimento incentivando a participação nas tomadas de decisões e

conseqüentemente as possibilidades de acerto serão maiores;

c) Substituir o Diretor em suas ausências e impedimentos;.

d) Manter-se informado de todas as atividades e ocorrências do Estabelecimento, de modo a estar em condições de substituir o Diretor em caráter emergencial.

SEÇÃO V

DA SECRETARIA ESCOLAR

Art. 20 - A secretaria é o setor de atuação burocrática, com ligação entre o administrativo e o pedagógico e tem como principal função a realização de atividades de apoio ao processo técnico-administrativo, onde se concentram as maiores responsabilidades relativas à vida escolar do aluno.

Art. 21 - O cargo de Secretário Escolar será exercido por um profissional legalmente habilitado, consoante às exigências da legislação educacional vigente.

§ 1º - Cabe ao Diretor Geral indicar os candidatos aprovados na última seleção, o seu secretário escolar, para compor o Núcleo Gestor da escola.

Art. 22 - São atribuições do secretário escolar:

a) Participar na elaboração do Plano de Desenvolvimento da Escola;

b) Organizar e manter em dia todo serviço de escrituração escolar;

c) Receber, classificar e alocar toda documentação escolar;

d) Organizar e conservar em ordem os arquivos, de modo a assegurar a preservação dos documentos escolares e atender prontamente a qualquer pedido de informação e documentação;

e) Apurar a frequência e o rendimento escolar de cada aluno através dos diários de classe e da infrequência escolar.;

f) Manter atualizados os livros de registros;

g) Manter o regimento escolar, projeto pedagógico e calendário escolar de fácil acesso a toda comunidade escolar;

h) Preparar os documentos escolares;

i) Encaminhar à direção sugestões para melhor andamento dos trabalhos da instituição e comunicar análises de situações que estejam prejudicando os alunos;

j) Manter em dias as coleções de Leis, Resoluções e Pareceres do Conselho de Educação e demais órgãos relacionados ao ensino;

k) Assinar juntamente com o diretor, os documentos relativos à vida escolar do aluno;

l) Organizar e entregar em tempo hábil, os relatórios de atividades anuais, no setor competente;

m) Lavrar as atas de resultados finais, de exames especiais e de outros processos de avaliação;

n) Exercer atividades de apoio ao diretor, ao corpo docente e ao corpo discente;

o) Gerenciar o processo de matrícula, transferência e comunicação externa;

p) Atender com prestimosidade os alunos, os professores, os pais e os funcionários.

SUBSEÇÃO I DO ARQUIVO

Art. 23 - O colégio manterá um arquivo, de modo a assegurar a guarda e a preservação de toda documentação significativa da instituição.

Art. 24 O Arquivo consiste em um conjunto ordenado de papéis que comprovam o registro dos fatos relativos à vida escolar dos alunos e da instituição. Consiste também, na guarda e preservação de toda documentação significativa do aluno e da instituição e se apresentam guardados em condições de segurança e classificação, tornando-se fácil e rápido sua localização e consulta.

Art. 25 - O Arquivo será organizado em:

a) Arquivo Dinâmico – contém todos os documentos referentes aos alunos matriculados no ano em curso, bem como os que dizem respeito à instituição. b) Arquivo Estático – contém os documentos dos alunos que concluíram os estudos ou se transferiram, bem como da instituição e a vida funcional dos professores, pessoal administrativo e de serviço auxiliares relativos aos anos anteriores.

SEÇÃO VI

DO CENTRO DE MULTIMEIOS

Art. 26 - O Centro de multimeios é constituído por um conjunto de ambientes que congregam recursos didáticos de que dispõe a escola para subsidiar a dinâmica e a construção do processo ensino aprendizagem.

§ 1º - O centro de multimeios interage ação-reflexão- ação no colégio e tem como objetivo utilizar diferentes recursos Pedagógicos, Biblioteca, Sala de Leitura, Sala de Vídeo, Programa TV Escola, Banco de Livro, Jogos Educativos e Material Pedagógico.

§ 2º - O Centro de multimeios ficará sob a responsabilidade de um professor regente por turno que esteja no exercício de sua função e que tenha qualificação mínima de auxiliar de bibliotecário e de um professor por turno, com função readaptada que atuará como apoio;

Art. 27 - O centro de multimeios terá como objetivo:

a. Desenvolver o hábito e o prazer pela leitura;

b. Estimular a pesquisa;

c. Promover a formação social do aluno através de trabalhos de equipe;

d. Desenvolver o senso de responsabilidade na utilização do acervo bibliográfico.

Art. 28 – Compete ao responsável pelo centro de multimeios:

a) Selecionar e indicar livros, revistas e outros materiais bibliográficos que devem ser adquiridos pela Instituição;

b) classificar e catalogar todo o acervo bibliográfico existente na

biblioteca;

c) Fazer a inscrição do leitor em ficha própria ;

d) Providenciar a organização da biblioteca e conservação do acervo bibliográfico;

e) Facilitar e orientar a pesquisa;

f) Fazer empréstimo, controlar a retirada e devolução dos livros;

g) Executar outras atividades no âmbito de sua competência, em comum acordo com a direção;

h) Criar condições que favoreçam a prática da leitura, da pesquisa e da informação.

Art. 29 – O centro de multimeios funcionara no expediente normal da instituição e será franqueada aos alunos, professores, funcionários, pais ou responsáveis.

SEÇÃO VII

DOS LABORATÓRIOS

Art. 30 – A escola manterá em sua estrutura os seguintes laboratórios: de ciências e informática, cujo objetivo será despertar nos alunos o espírito crítico, investigativo e científico, como meio de aprimoramento do conhecimento teórico, aliado ao conhecimento prático.

Art. 31 – A organização e o funcionamento dos laboratórios são de responsabilidade dos professores das áreas curriculares correspondentes, sob a supervisão dos coordenadores, estando à disposição dos alunos e professores.

Art. 32 – Os responsáveis pelos laboratórios têm as seguintes atribuições:

II.

Organizar a utilização dos laboratórios, dos equipamentos e instrumentos;

III. Propor a aquisição e reposição de recursos e materiais didáticos, necessários para o desenvolvimento das atividades dos mesmos.

SUBSEÇÃO I

LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS

Art. 33 – No laboratório de ciências, ministram-se aulas práticas nas áreas especificas, integrando o binômio teoria e prática.

Art. 34 – No cumprimento de sua função educativa, o laboratório de ciências, apresenta infra-estrutura adequada para promover com os professores e alunos, atividades educativas voltadas para os conteúdos curriculares afins, criando novas metodologias, interagindo teoria e prática.

SUBSEÇÃO II

DO LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

Art. 35 - A escola manterá em sua estrutura laboratório de informática, cuja organização e funcionamento ficará sob a responsabilidade do professor da disciplina de informática, estando a disposição dos alunos e professores.

Art. 36 No cumprimento de sua função educativa. O laboratório de informática apresentará infra-estrutura adequada para promover com os professores e alunos, atividades educativas, voltadas para os conteúdos curriculares, nas diversas áreas do conhecimento, possibilitando ao aluno familiarizar-se com o computador e suas tecnologias.

Art. 37 – No laboratório de informática, o aluno terá acesso a INTERNET, visando uma melhor interação com o mundo virtual, incentivando a pesquisa permanente, em torno de novas informações.

Parágrafo Único - È vetada a utilização de alunos e professores do LEI para utilização de sites de relacionamento.

SEÇÃO VIII

DOS SERVIÇOS GERAIS

Art. 38 – Os serviços gerais serão realizados por funcionários auxiliares de serviços, para fazerem os trabalhos rotineiros de portaria, almoxarifado, vigilância, limpeza, merenda e outros que se fizerem necessários.

Art. 39 – São competências dos responsáveis pelos serviços auxiliares:

I. Realizar a limpeza e a conservação do prédio;

II. Controlar a entrada e saída do prédio; (PORTEIRO)

III. Organizar e manter abastecido o almoxarifado;

IV. Tratar com cortesia toda a comunidade escolar;

SEÇÃO IX

DA CANTINA / MERENDA ESCOLAR

Art. 40 A escola manterá em suas dependências uma cantina, equipada e estruturada conforme padrões de higiene e salubridade, comprometida com o fornecimento de produtos como lanches, iguarias e almoço, a serem adquiridos pelos alunos.

Art. 41 – Compete ao responsável pelas refeições:

a. Verificar os gêneros alimentícios que vão ser utilizados, pesando ou medindo, e fazendo anotações;

b. Preparar a merenda, de acordo com as instruções recebidas da coordenação selecionando os utensílios que irá usar, com antecedência;

c. Preparar o almoço de acordo com a orientação do núcleo gestor e instruções recebidas de sua empresa selecionando os utensílios que irá usar, com antecedência;

d. Distribuir a alimentação com a cooperação dos auxiliares de serviço e sob controle da Direção;

e. Manter a ordem, a higiene, a conservação dos alimentos, utensílios, equipamento da cozinha, depósito e refeitório, ou espaço onde é servida.

SEÇÃO X

DOS ORGANISMOS COLEGIADOS

Art. 42 – Constituem os organismos colegiados da instituição:

a) Congregação dos professores

b) Conselho Escolar

a) Grêmio Estudantil

SUBSEÇÃO I

DA CONGREGAÇÃO DOS PROFESSORES

Art. 43 – A Congregação de professores é o órgão máximo de deliberação didático-pedagógica da instituição, e a ela cabe, a aprovação deste regimento e de todas as decisões relativas ao processo de ensino- aprendizagem.

Art. 44 - A Congregação dos professores constituída pelo Núcleo Gestor, Corpo Docente e Conselho Escolar, é um órgão consultivo para assuntos pedagógicos e funcionará sob a presidência de Diretor Geral ou de seu substituto legal.

Art. 45 - A Congregação reunir-se-á, ordinariamente, no final de cada bimestre e extraordinariamente quando se for necessário, a fim de traçar diretrizes, analisar, avaliar e apresentar sugestões sobre o processo didático, pedagógico e disciplinar da escola.

Art. 46 - As reuniões da Congregação deverão ser realizadas em hora que não prejudique os trabalhos escolares.

Art. 47 - Para que as reuniões da Congregação de Professores sejam válidas, será exigida a presença de 2/3 de seus membros.

Art. 48 - É da competência da congregação dos professores:

I. Atuar como órgão consultivo e deliberativo sobre os assuntos pedagógicos, didáticos e disciplinares;

II. Discutir o Regimento Escolar, bem como propor alterações a Serem introduzidas;

III. Aprovar o Regimento Escolar;

IV. Avaliar o processo ensino-aprendizagem;

V. Assessorar a Direção na elaboração do Calendário escolar e Plano de Desenvolvimento da escola ( PDE - ESCOLA ).

VI. Propor medidas que visem à eficácia do processo ensino-

aprendizagem.

PARAGRÁFO ÚNICO – Todos os membros da Congregação de Professores terão direito a voz e voto.

SUBSEÇÃO II

DO CONSELHO ESCOLAR

Art. 49 O Conselho Escolar é um órgão colegiado responsável pelo acompanhamento das ações administrativas, pedagógicas e financeiras da escola composto pela representação dos segmentos do Núcleo Gestor, professores, funcionários, pais, alunos e a comunidade com funções deliberativas, consultivas, normativas e fiscalizadora/avaliativa, tendo o Diretor da escola como membro nato visando a integração de todos, em torno dos objetivos comuns, e significado especial na administração de conflitos de interesse, na promoção do crescimento individual e coletivo de cada segmento da comunidade escolar.

Art. 50 Compete ao Conselho Escolar:

a. Elaborar o regimento interno do Conselho

b. Participar da elaboração do Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE - ESCOLA ) e do Regimento Escolar, participando da definição do Calendário Escolar, contemplando os interesses da escola e as necessidades locais;

c. Acompanhar a aplicação dos recursos financeiros da escola;

d. Acompanhar o cotidiano da Escola nos aspectos do acesso, permanência e sucesso dos alunos;

e. Convocar Assembléias Gerais de toda a comunidade escolar;

f. Avaliar o desempenho das ações administrativas, pedagógicas e financeiras da escola;

g. Fiscalizar e avaliar a utilização dos recursos financeiros;

h. Sugerir e apoiar as ações dos gestores escolares e demais organismos colegiados;

i. Fixar as normas de funcionamento do colegiado através de um regimento específico;

j. Acompanhar a execução das obras de ampliação, pequenos reparos e reformas do prédio escolar, compatibilizando a planilha com os trabalhos realizados;

k. Acompanhar o desempenho dos recursos humanos e fiscalizar a utilização dos recursos materiais;

l. Divulgar periódica e sistematicamente, junto à comunidade e autoridades competentes, a avaliação institucional da escola, informações referentes ao uso dos termos financeiros, qualidade dos serviços obtidos, prestados e facultados.

SUBSEÇÃO III

DOS GRÊMIOS ESCOLARES

Art. 51 O Grêmio Estudantil funcionará de acordo com a Lei Federal Nº. 7.398 de 1985 garante a organização de Grêmios Estudantis como entidades autônomas para representar os estudantes em qualquer escola pública ou particular do País.

Art. 52 O Grêmio Estudantil tem por finalidade promover atividades escolares, visando o desenvolvimento artístico, social e cultural do educando.

PARAGRÁFO ÚNICO – As atividades do Grêmio

regidas por estatuto próprio, discutido e aprovado pelo Conselho Escolar;

estudantil

serão

Art. 53 - A sua Diretoria se comporá de um Presidente, um Secretário, um tesoureiro e chefes de departamentos, tantos quantos se fizerem necessário para atender a expansão do referido grêmio.

Art. 54 - O Grêmio Estudantil tem por objetivo:

a. Congregar o corpo discente da escola;

b. Defender os interesses individuais e coletivos dos alunos, na busca da construção da cidadania;

d. Promover a cooperação entre os gestores, professores, funcionários e alunos no trabalho escolar, buscando o seu aprimoramento.

TÍTULO III

DO REGIME ESCOLAR, DIDÁTICO E DAS NORMAS DE CONVIVÊNCIA

CAPÍTULO I – DO REGIME ESCOLAR

SEÇÃO I

DA ORGANIZAÇÃO DO ENSINO

Art.55 – O curso de ensino médio será organizado em 03 anos, com quatro períodos por ano, cada um contando de 50 dias letivos, com carga horária anual de no mínimo oitocentas horas, distribuídas por duzentos dias de efetivo trabalho escolar.

Art.56 – O curso de ensino médio, etapa final da educação básica, com duração de três anos, tem por finalidade:

I. A consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos;

II. A preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;

III. O aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;

IV. A compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.

SEÇÃO II

DO CALENDÁRIO

Art.57 – O calendário escolar será organizado conforme itens abaixo:

a) Períodos escolares, indicando início e término do ano letivo;

b) Período de matrícula;

c) Período reservado aos estudos de recuperação;

d) Datas para as reuniões de planejamento;

e) Datas reservadas para comemorações;

f) Datas para reuniões de pais e instituições;

g) Datas para reuniões da Congregação e do Conselho Escolar;

h) Períodos reservados para planejamento e estudos;

i) Períodos de férias;

j) Períodos reservados para semanas culturais e pedagógicas.

Art.58 – O ano será interrompido em julho para o período de férias dos alunos, dos professores, dos funcionários, bem como no período de janeiro para férias dos alunos.

SEÇÃO III

DA MATRÍCULA

Art. –59 A Direção da escola fixará no final do ano letivo o número de alunos a serem matriculados, por série, turma e turno, nos cursos oferecidos, respeitando a capacidade instalada da instituição.

PARAGRÁFO ÚNICO – O limite máximo de alunos por turma será estabelecido conforme as diretrizes do Conselho de Educação do Ceará.

Art. 60 – Será nula sem qualquer responsabilidade para a instituição, a matrícula que se fizer com documentos falsos ou adulterados.

Art. 61 - Para efetivação da matrícula exigir-se-á requerimento assinado pelo aluno, se maior de dezoito anos, ou de seu responsável legal, se menor de idade, apresentado os seguintes documentos:

a) Fotocópia da certidão de nascimento ou casamento;

b) Duas fotos 3 x 4;

d)

Para alunos com mais de dezoito anos: Identidade, CPF, Titulo de Eleitor e Comprovante de Reservista para alunos do sexo masculino.

Art. 62 – O prazo para entrega do documento de transferência será de trinta dias, após efetivação da matrícula, sendo de inteira responsabilidade do aluno, quando for maior, dos pais ou responsáveis quando menor.

SEÇÃO IV DA TRANSFERÊNCIA

Art. 63 – A transferência deverá ser solicitada a Direção da escola, através de requerimento, assinado pelo aluno ou responsável, se for menor.

PARAGRÁFO ÚNICO – O pedido de transferência será atendido pela instituição em qualquer época do ano, obedecendo ao prazo máximo de quinze dias para entrega do referido documento;

Art. 64 – Em caso de transferência do aluno de outra instituição escolar verificar-se-á a necessidade de complementação curricular, de acordo com a legislação vigente.

SEÇÃO IV

DA REGULARIZAÇÃO DE VIDA ESCOLAR

Art. 65 A Regularização da Vida Escolar é o procedimento legal adotado pela instituição, visando suprir lacunas, irregularidades ou omissões detectadas na vida escolar do aluno e será efetivada mediante:

a) Reclassificação;

b) Classificação;

c) Avanço nas Séries e nos Cursos;

d) Aproveitamento de Estudos;

e) Complementação Curricular.

SUBSEÇÃO I

DA RECLASSIFICAÇÃO

Art. 66 - A escola poderá reclassificar alunos, inclusive quando se tratar de transferência entre estabelecimento situado no País e no exterior, tendo como base as normas curriculares gerais, estabelecidas na legislação.

Art.67–Para

procedimentos:

reclassificar

o

aluno

a

escola

adotará

os

seguintes

I. Avaliação realizada pelos professores, indicados pela coordenação pedagógica da instituição, com o objetivo de avaliar o grau de maturidade e desenvolvimento do candidato para cursar a série pretendida;

II. Que o aluno seja avaliado nas matérias de Base Nacional Comum, referente aos conteúdos da última série cursada.

PARAGRÁFO ÚNICO – O resultado da reclassificação será registrado em ata especial, na ficha individual do aluno e nas observações do histórico escolar.

SUBSEÇÃO II

DA CLASSIFICAÇÃO

Art. 68 – A classificação ocorrerá em qualquer série ou etapa, exceto na primeira série do ensino fundamental, mediante os critérios estabelecidos na legislação vigente:

a) Por promoção, para alunos que cursaram com aproveitamento a série ou fase anterior, na própria escola.

b) Por transferência, para candidatos procedentes de outra escola.

c) Independente de escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada.

Art.

procedimentos:

69

Para

classificar

os

alunos

a

escola

adotará

os

seguintes

I. Avaliação realizada pelos professores, indicados pela coordenação pedagógica da instituição, com o objetivo de avaliar o grau de maturidade e desenvolvimento do candidato para cursar a série pretendida;

II. Que o aluno seja avaliado nas matérias de Base Nacional Comum, referentes aos conteúdos da última série cursada.

PARAGRÁFO ÚNICO – O resultado da classificação será registrado em ata especial, na ficha individual do aluno e nas observações do histórico escolar.

SUBSEÇÃO III

DO AVANÇO NAS SÉRIES E NOS CURSOS

Art. 74- A instituição adotará o sistema de Avanços nas Séries ou Cursos, mediante verificação da aprendizagem, possibilitando o aluno caminhar de acordo com sua capacidade, com a aplicação de diferentes meios da verificação de aprendizagem, respondendo de forma adequada ao processo de desenvolvimento do aluno.

PARAGRÁFO ÚNICO – O resultado do procedimento Avanços em Séries ou Cursos, será registrado em ata especial, na ficha individual do aluno e nas observações do histórico escolar.

SUBSEÇÃO IV

DO APROVEITAMENTO DE ESTUDOS

Art. 70 – A matrícula com Aproveitamento de Estudos far-se-á pela substituição de uma disciplina ou área do conhecimento. Quando a estas puderem ser atribuídos valores idênticos ou equivalentes.

Art. 71 – O aproveitamento de estudos concluídos com êxito deverá ser requerido a Direção da Escola, por escrito, assinada pelo aluno, se maior, pelo pai ou responsável, se menor.

PARAGRÁFO ÚNICO – O resultado do Aproveitamento de Estudos, deve ser registrado em ata especial, na ficha individual do aluno e nas observações do histórico escolar.

SUBSEÇÃO V

DA COMPLEMENTAÇÃO CURRICULAR

Art. 72 - Os alunos provenientes de outra instituição de ensino terão sua vida escolar devidamente apreciada, para efeito de ajustamento do currículo, conforme legislação vigente.

Art. 73 - A Complementação Curricular será efetivado mediante:

§ 1º:

Os currículos devem abranger obrigatoriamente o estudo da

língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e

natural, da realidade social e política, especialmente do Brasil.

§ 2º: A verificação do rendimento escolar no processo de

Complementação Curricular obedecerá aos critérios de avaliação fixados neste Regimento.

§ 3º:

O

processo

de

Complementação

Curricular

não

precisa

necessariamente ser concluído durante todo período letivo.

PARAGRÁFO ÚNICO – O resultado da Complementação Curricular deve ser registrado em ata especial, na ficha individual do aluno e nas observações do histórico escolar.

CAPITULO II DO REGIME DIDÁTICO SEÇÃO I

DA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

Art. 74– Os currículos do ensino médio devem ter uma Base Nacional Comum, complementada por uma parte diversificada, escolhidas pela comunidade escolar, desenvolvidas de forma integrada.

§ 1º Os currículos devem abranger obrigatoriamente o estudo da língua

portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural, da realidade social e política, especialmente do Brasil.

§ 2º O ensino da arte constituirá componente curricular obrigatório, nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.

§ 3º O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das

diferentes culturas e etnias para formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígenas, africana e européia.

§ 4º Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente, duas línguas estrangeiras modernas, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar.

§ 5º A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é

componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática

facultativa ao aluno:

I – Que cumpra jornada de trabalho igual ou superior a seis horas;

II – Maior de trinta anos de idade;

III – Que estiver prestado serviço militar inicial ou que, em situação

similar, estiver obrigado à prática de educação física; IV – Amparo pelo Decreto-Lei nº 1.044, de 21 de outubro de 1969.

V - Que tenha prole.

Art. 75 – A organização curricular do nível médio será parte integrante deste Regimento.

SEÇÃO II

DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM

Art.

compreende:

76

O processo

de

Avaliação de Aprendizagem da instituição

I. Da Verificação do Rendimento Escolar;

II. Da Frequência;

III. Da Recuperação;

IV. Da Promoção.

SUBSEÇÃO I

DA VERIFICAÇÃO DO RENDIMENTO ESCOLAR

Art. 77 – A avaliação é um processo abrangente da existência humana, que implica uma reflexão crítica e prática no sentido de captar avanços, resistências, dificuldades e possibilita uma tomada de decisão sobre o que fazer para superar obstáculos, tendo como princípio o aprimoramento e a qualidade do processo ensino-aprendizagem.

Art. 78 – A avaliação do Rendimento Escolar, parte integrante do processo educativo, compreendido como um conjunto de atuações que tem a função de orientar e ajustar o processo ensino-aprendizagem.

Art. 79 – A avaliação, subsidiada por procedimentos de observações e registros contínuos, terá por objetivo permitir o acompanhamento:

I. sistemático e contínuo do processo de ensino-aprendizagem, de acordo com os objetivos e metas propostas no projeto pedagógico e planos de curso da instituição;

II. desempenho da direção, dos professores, dos especialistas, dos alunos e dos demais funcionários nos diferentes momentos do processo educacional;

III. participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades propostas pela instituição;

IV. execução do planejamento curricular.

Art. 80 – A avaliação deve ser reflexiva, crítica, emancipadora, num processo de análise da construção da prática escolar e da aprendizagem do aluno, em função do objetivo maior da escola que é a formação de cidadãos que atuem criticamente na sociedade atual e tornem-se aptos a desenvolverem uma atividade de forma técnica e em busca do alcance da perfeição.

Art. 81 – A avaliação deverá ser continua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo dos períodos de eventuais provas finais.

PARAGRÁFO ÚNICO – A média adotada pela instituição para aprovação será igual ou superior a 06 (seis) para os níveis médio e técnico.

Art. 82 – Para os cursos de ensino médio e cursos técnicos, a avaliação do aproveitamento será expressa através de notas, numa escola de zero a dez. Ressaltando que a parte diversificada do currículo, a aferição do resultado se dá através de conceitos.

Art. 83 - Para os cursos de ensino médio o ano letivo compreenderá 04(quatro) períodos de 50(cinquenta) dias cada, devendo o aluno obter vinte e quatro pontos, no mínimo, na soma da média obtida nos 04(quatro) períodos.

Art. 84 – Será concedida segunda chamada para as avaliações, apenas em situações especiais, aos alunos que faltar às verificações pré-determinadas pela instituição, desde que a falta seja por motivo justo, devidamente comprovado por atestado médico, ou justificativa assinada pelo aluno, se maior de idade, pelo pai ou responsável, se for menor de idade.

SUBSEÇÃO II

DA FREQUÊNCIA

Art. 85 - O controle da frequência ficará a cargo da instituição escolar, sob a responsabilidade do professor, exigido a freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) do total de horas letivas anuais.

SUBSEÇÃO III

DA RECUPERAÇÃO

Art. 86 - Entende-se por Estudos de Recuperação o tratamento especial dispensado aos alunos nas situações de avaliação de aprendizagem, cujos resultados forem considerados pelo professor como insuficientes.

Art. 87 – Os estudos de recuperação constituem-se um dever da escola, com a participação da família, cujos procedimentos serão disciplinados neste regimento.

Art. 88- A escola adotará duas modalidades de recuperação para os alunos que apresentarem insuficiência na aprendizagem:

I. RECUPERAÇÃO PARALELA – realizada no decorrer do ano letivo;

II. RECUPERAÇÃO FINAL – realizada no final do ano letivo, oferecida logo após o término do quarto período.

PARAGRÁFO ÚNICO – Não será limitado o número de disciplinas para efeito de recuperação.

Art.89 A avaliação dos estudos de recuperação poderá ser escrita ou oral, a critério do professor, considerando sempre, nessa escolha, a natureza, o grau e a abrangência do conhecimento, objeto da avaliação, e as possibilidades de aprendizagem do aluno.

Art. 90 Caso o aluno submeta-se à Recuperação Final, somente será considerado reprovado, se não obtiver êxito após efetivo trabalho pedagógico, com a duração mínima de trinta dias úteis, sendo destinada uma hora em cada dia para o conteúdo ou parte do conteúdo da disciplina em que demonstrou dificuldade.

PARAGRÁFO ÚNICO – O resultado dos Estudos de Recuperação, se satisfatório, deverá ser lançado na ficha individual do aluno, prevalecendo sobre aquele obtido durante o bimestre ou período letivo.

Art. 91 Estará aprovado o aluno que obtiver, após os estudos de Recuperação, média igual ou superior a 6,0(seis).

SUBSEÇÃO IV

DA PROMOÇÃO

Art. 92 - A promoção será resultado da avaliação do processo de ensino e aprendizagem, onde deverão prevalecer os aspectos qualitativos sobre os quantitativos.

Art. 93 – Considerarão aprovados os alunos que obtiverem média igual ou superior a 6,0(seis), em cada disciplina, com frequência igual ou superior a 75%(setenta e cinco por cento) do total de horas letivas anuais.

SEÇÃO III

DOS CERTIFICADOS

Art. 94 Aos alunos concludentes dos cursos de ensino médio e técnico serão expedidos certificados de conclusão de curso, registrados pela instituição, em livro, válidos em todo território nacional.

Art. 95 - O s certificados serão registrados na escola em livro específicos e arquivado na secretaria.

CAPÍTULO III DAS NORMAS DE CONVIVÊNCIA SOCIAL

Art. 96 – As normas de convivência social estabelecem os princípios, normas e diretrizes de todos que fazem a instituição escolar.

SEÇÃO I

DOS DOCENTES

Art. 97 – São direitos dos docentes:

I. receber assessoramento técnico-pedagógico dos especialistas, da coordenação e da direção;

II. participar de seminários, simpósios encontros pedagógicos e cursos de aperfeiçoamento;

III. participar dos colegiados para os quais fora indicado;

IV. sugerir à direção medidas educativas, visando o aprimoramento do processo ensino-aprendizagem;

V. ser tratado com respeito no desempenho de sua função;

VI. gozar de liberdade no exercício de suas atividades, desde que não contrarie as normas legais educacionais,bem como as estabelecidas pela instituição;

VII. receber remuneração condigna pelo trabalho desempenhado;

VIII. propor à direção medidas que visem à melhoria do processo ensino-aprendizagem;

IX. exercer sua função em adequado ambiente de trabalho;

X. valer-se de técnicas e métodos pedagógicos que considere eficiente para atingir os objetivos instrucionais e educacionais;

XI. receber tratamento condigno, compatível com a elevada missão de educador;

XII. abono de faltas, quando indicado pela instituição para participar de atividades ou cursos de aperfeiçoamento.

Art. 98 – São deveres do corpo docente:

I. cumprir e fazer cumprir as disposições deste Regimento, bem como as diretrizes e normas estabelecidas pela direção da instituição;

II. participar da elaboração da proposta pedagógica da instituição;

III. zelar pela aprendizagem dos alunos;

IV. estabelecer estratégias de recuperação dos alunos de menor rendimento escolar;

V. colaborar com as atividades de articulação família instituição e comunidade;

VI. ministrar os dias letivos e horas-aulas estabelecidas, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento;

VII. acatar decisões da direção, da coordenação, desde que não firam sua autonomia de educador;

IX.

registrar em diário de classe a frequência, os resultados de avaliações dos alunos e conteúdos ministrados;

X. zelar pelo nome da escola, fora e dentro dela;

XI. comparecer as atividades realizadas pela instituição;

XII. realizar as avaliações dos alunos e fornecer os resultados, nas condições e prazos estabelecidos pela instituição.

Art. 99 – É vedado ao professor:

a) descuidar do ensino de sua disciplina;

b) faltar frequentemente às aulas ou chegar habitualmente atrasado;

c) tornar-se, por seu procedimento, indigno da elevada função que exerce;

d) faltar com respeito com seus superiores hierárquicos, professores, funcionários, pais ou responsáveis;

e) descriminar ou tratar indelicadamente o aluno;

f) faltar as aulas sem comunicação prévia;

g) ocupar-se em sala de aula, de assuntos estranhos à sua matéria ou finalidade educacional.

Art. 100 – Aos docentes, respeitada a legislação trabalhista, poderá ser aplicada, dependendo da gravidade da falta, as seguintes penalidades:

a) advertência;

b) suspensão;

c) dispensa.

Art. 101 – Aos docentes será assegurado o pleno direito de defesa antes de aplicada as penalidades previstas, que deverão estar de acordo com a legislação trabalhista vigente.

SEÇÃO II DOS DISCENTES

Art. 102 – São direitos dos alunos:

I. conhecer o Regimento escolar e poder consultá-lo a qualquer hora;

II. receber, em igualdade de condições, a orientação necessária para realização das atividades escolares e usufruir de todos os direitos inerentes à condição de alunos;

III.

participar das agremiações estudantis que funcionam ou venham a funcionar na instituição;

IV. requerer reavaliação de estudos quando se achar mal avaliado, desde que o faça em tempo próprio;

V. ter assegurado o direito aos estudos de recuperação;

VI. ser dispensado da prática de educação física quando encontra-se nas condições previstas na legislação vigente;

VII. merecer tratamento especial através de regimento de exercícios domiciliares, como compensação de ausência às aulas, quando em estado de gestação, após o oitavo mês e durante quatro meses, ou portador de afecções congênitas ou adquiridas, traumatismos, ou condições mórbidas, tudo de acordo com a legislação vigente;

VIII. assistir as aulas e participar de todas as atividades programadas pela instituição;

IX. ser tratado com respeito por todos que fazem a Instituição escolar;

X. utilizar-se do acervo da biblioteca, do material didático, bem como das instalações e dependências da instituição;

XI. ter assegurado o respeito à sua opção religiosa.

PARAGRÁFO ÚNICO – O início e o fim do período em que é permitido o afastamento de aluna por gestação, previsto no inciso VIII, será determinado por atestado médico a ser apresentado à direção da instituição.

Art. 103 – São deveres dos alunos:

I. cumprir os dispositivos deste Regimento, bem como as normas expedidas pela Direção da instituição;

II. ser assíduo e pontual às aulas e a outras atividades programadas pela instituição e justificar sua ausência quando se fizer necessário;

III. tratar com respeito os professores, especialistas, diretores, funcionários e colegas;

IV. colaborar na conservação do material e das instalações físicas da instituição;

V. assumir a responsabilidade por danos que venham causar ao patrimônio da instituição;

VI. contribuir para o engrandecimento da Instituição, zelando pela elevação de seu nome;

VII. acatar as orientações dos diretores, professores e funcionários;

IX.

indenizar os prejuízos causados nos objetos de propriedade dos colegas;

X. apresentar justificativa sobre faltas e atrasos, assinada pelos pais ou responsáveis;

XI. apresentar-se diariamente com uniforme e o material necessário às aulas.

Art. 103 – Em caso de indisciplina praticada pelo aluno, poderá o Diretor

Geral, ouvindo os órgãos colegiados da instituição, aplicar uma das

seguintes penalidades, de acordo com a gravidade da falta:

a) advertência verbal;

b) advertência por escrito;

c) suspensão por três dias;

d) transferência compulsória.

Art. 104 – Em reunião com os discentes ficou acordado o cumprimento do

seguinte Código de Ética(Obrigação/Penalidades):

I.Comparecer às aulas diariamente e devidamente uniformizado./Voltar pra vestir a farda e realizar trabalho comunitário na escola. II.Ser assíduo às aulas./ Ajudar na limpeza da sala.

III.Participar ativamente das atividades da escola./Fazer um relatório sobre as aulas.

IV. Ser pontual nos horários de entrada e saída da escola./Encaminhar para

a diretoria para as devidas providências – Diretor de Turma, monitor e Pai,

registrar.

V. Não se ausentar, sem o conhecimento do Núcleo Gestor, Diretor de

Turma e Professores./Ficar depois da aula, no dia seguinte à saída,

estudando.

VI. Não faltar com respeito a nenhum dos integrantes da escola./Retirar-se

publicamente na hora do hino.

VII. Envolver-se em todas as atividades da sala de aula./Apresentar um

seminário.

VIII. Oferecer sugestões que contribuam para o bom funcionamento da

escola./Mandar para diretoria.

IX. Ser cordial com todos que fazem a escola./Pedir desculpas em pública,

a escola vai pedir a presença dos pais.

X. Responsabilizar-se financeiramente por qualquer prejuízo que causar à

escola./Reposição do material danificado.

XI. Não usar boné, já que não faz parte do fardamento./Apresentar para a

sala uma palestra sobre responsabilidade.

nem para calcular)/ Reter o

aparelho e entregar somente ao pai ou responsável. Se houver reincidência

não entregar mais.

XIII. Não mexer nas coisas alheias sem permissão./Chamar os pais ou

responsáveis.

XIV. Não namorar na escola./Chamar os pais ou responsáveis à escola.

XV. Não fumar./Já é regulamentado em Lei.

XVI. Não trazer alimentos para a sala de aula./Palestra sobre alimentação

saudável.

XII. Não utilizar aparelhos eletrônicos

(e

PARAGRÁFO ÚNICO – Todas as penalidades previstas neste Regimento deverão ser registradas em ata própria, comunicadas aos pais ou responsáveis, por escrito.

§ 1º - A penalidade prevista na alínea “c” não será aplicada nos dias reservados aos períodos de avaliação e comemorações realizadas pela Instituição;

a última instância adotada pela

escola, depois de esgotados todos os esforços para permanência do aluno na Instituição. Para ser efetivada, deverá ser aprovada pela Congregação dos Professores, homologada pela direção pedagógica, registrada em ata própria, comunicada de imediato aos pais ou responsáveis.

§ 2º - A transferência compulsória será

SEÇÃO III DOS FUNCIONÁRIOS

Art. 105 – Os funcionários poderão ser aplicadas pelo o Diretor geral,

combinado com o diretor pedagógico, dependendo da gravidade da falta, as

seguintes penalidades:

a) advertência;

b) suspensão;

c) dispensa.

Art. 106 – Incorrerá nas penalidades previstas no artigo anterior, os funcionários que:

a) faltar com o devido respeito com seus superiores e hierárquicos;

b) demonstrar descaso ou incompetência no trabalho;

d) descriminar ou tratar com indelicadeza os alunos; e) não cumprir com as obrigações estabelecidas no seu contrato de trabalho.

ART. 107 – A todos será assegurado pleno direito de defesa, antes de ser aplicada às penalidades previas neste Regimento, que deverão estar de conformidade com as leis trabalhistas vigentes.

Art. 108 Os funcionários ficam sujeitos às penalidades previstas no Estatuto do Magistério e Estatuto do Funcionário Público Estadual.

TÍTULO IV DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 109 - A escola reger-se-á pelo presente Regimento e pela Legislação vigente.

Art. 110 Este Regimento será divulgado entre a Comunidade Escolar e será reformulado sempre que se fizer necessário para atendimento aos objetivos da Escola ou da legislação que regula o assunto.

Art. 111 – Todos os que fazem a Escola terão direito de expressar opiniões próprias a respeito de questões de ordem administrativa, pedagógica e disciplinar.

Art. 112 - A Escola comemorará todas as datas cívicas do Brasil, especialmente o 07 de setembro e a data de sua fundação.

Art. 113 - Lei nº. 12.623, de 18/09/96 torna obrigatória a entonação do Hino Nacional nos Estabelecimentos Oficiais do Estado e dá outras providências.

Art. 114 - A escola incentivará as manifestações de cultura popular, criando para tanto ambientes próprios.

Art. 115 - Este regimento poderá ser modificado quando houver conveniência para o ensino, de acordo com as normas do Conselho de Educação do Ceará.

Art. 116 – A escola promoverá a divulgação de noções relativas aos direitos humanos, defesa civil, regras de trânsito, efeitos das drogas, do álcool, do tabaco, direito do consumidor, sexologia, ecologia, higiene, profilaxia sanitária e cultura cearense.

Art. 117 – A Bandeira Nacional será hasteada em todas as datas festivas da Instituição.

Art. 118 – Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Direção da Escola nos termos da legislação vigente.

Art. 119 - O presente Regimento entrará em vigor na data de sua aprovação pelo Conselho de Educação do Ceará.

Art. 120 – Das atribuições e funções do diretor de turma

a. Articular reuniões com os pais;

b. Construir o dossiê de turma;

c. Articular as tarefas organizativas e administrativas do diretor de turma;

d. Desenvolver aspectos que levem em conta as relações entre os alunos, professores da turma e os pais.

Art. 121 – As funções do diretor de turma:

I - As funções e atividades do diretor de turma envolvem alunos, professores e pais ou responsáveis e núcleo gestor e elaboração do diretor de turma.

Art. 122 – Relação do Dossiê de direção de turma:

a. Relação de alunos;

b. Registro fotográfico de alunos;

c. Ata da eleição de Líder e Vice – Líder da turma;

d. Ata de eleição do representante dos pais e/ou responsáveis;

e. Ata das reuniões de Conselho de Classe;

f. Caracterização da turma;

g. Coleta de dados dos professores de cada disciplina;

h. Calendário escolar;

i. Ficha de registro de ocorrência;

j. Quadros e/ou gráficos de informação intercalar;

k. Ter conhecimento da Legislação Vigente.

Art. 123 – Do perfil do Diretor de Turma:

a. Docente que reúna conhecimento sobre a legislação em vigor;

b. Conhecimento sobre avaliação e estatuto dos alunos;

d.

Participar, articular e coordenar o trabalho desenvolvido pelos vários professores do conselho de classe;

e. Estabelecer bom relacionamento com alunos, pais e responsáveis;

f. Promover e fomentar bom relacionamento com alunos, pais e responsáveis;

g. Promover e fomentar bom relacionamento entre alunos e elementos da comunidade educativa;

h. Saiba gerir situações de conflito;

i. Tenha habilidades para prover um ambiente facilitador do desenvolvimento pessoal e social dos alunos.

Art. 124 – O diretor deve ter três horas de redução da componente letiva , sendo duas horas fora da sala de aula; uma hora dentro de sala de aula com os alunos lecionando a disciplina de formação cidadã, uma hora para atendimento aos pais ( a marcar horário do professor e em consenso com os pais) na sala dos diretores de turma, e uma hora para organização do Dossiê da turma, na sala dos diretores de turma.

Art. 125 – Junto aos alunos o diretor de turma deve ter em conta:

a. Conhecimento do aluno em toda a sua dimensão;

b. Orientação personalizada aos alunos;

c. Adequação dos planos de estudos;

d. Observação dos componentes em situações coletivas;

e. Conhecimento dos interesses, atitudes, valores e hábitos de trabalho;

f. Promoção de uma correta integração do aluno na vida escolar;

g. Clima de liberdade que facilite a adaptação social, social, física e intelectual do aluno;

h. Propicie atividades extracurriculares;

i. Ser o elo de ligação entre a escola, professores e a família;

j. Preencher o Boletim escolar junto com os alunos.

Art. 126 – Junto aos professores da turma o diretor de turma deve ter em conta:

a. Fornecer informações da turma;

b. Caracterizar a turma;

c. Discutir e definir com os professores estratégias de ensino e aprendizagem;

d. Promover o trabalho de equipe entre os professores;

e. Favorecer a coordenação interdisciplinar;

f. Recolher e/ou fornecer informações sobre a assiduidade, comportamento, aproveitamento e análise junto aos alunos;

g. Analisar problemas dos alunos;

h. Coordenar relações interpessoais e intergrupais;

i. Promover a relação escola-comunidade;

j. Elaborar propostas de apoio pedagógico;

k. Propor e/ou debater formas de atuação entre escola e pais.

Art. 127 – O diretor de turma tem ainda tarefas organizativas, administrativas, tais como:

a. Elaborar o Dossiê da direção de turma;

b. Registro de faltas;

c. Reuniões dos conselhos de classe;

d. Atas das reuniões dos conselhos de classe;

e. Boletim escolar, termos e fichas de registros dos alunos.

Art. 128 – Junto aos pais ou responsáveis, o diretor de turma deve:

a. Informar os pais ou responsáveis do atendimento do seu educando;

b. Combinar com eles comunicando-lhes o dia e a hora de atendimento semanal;

c. Fornecer aos pais, com regularidade, informações sobre a assiduidade, comportamento e aproveitamento escolar dos alunos;

d. Fazer reuniões com os pais: Uma no início do ano escolar e uma para cada entrega de avaliação por período do aluno.

Art. 129 - Junto aos carregados de educação, o diretor de turma deve:

a. Orientar o acompanhamento dos educandos;

b. Realizar as atividades educativas pais / alunos / professores de turma;

c. Propor formas de atuação para uma relação mais estreita família / escola;

d. Prestar informações específicas da situação atual dos alunos.

Art.

responsáveis:

130

Das

reuniões

dos

diretores

de

turma

com

os

pais

ou

a. Deve-se manter o estabelecimento e manutenção da comunicação durante a reunião;

b. Trabalhar dentro de uma atmosfera amigável e informal;

c. Manter atitude positiva, sincera e de disponibilidade;

d. Linguagem clara, simples e acessível;

e. Não denunciar confidências;

f. Procurar manter uma troca de impressões com os pais;

g. Buscar trocar de informações com os pais no decurso da reunião;

h. Buscar os aspectos positivos dos alunos;

i.

Buscar os aspectos e as áreas a melhorar;

j. Participação individual com os pais dos alunos problemáticos;

k. Eleger o representante dos pais;

l. Fazer a ata de reuniões assinada por todos os pais;

m. Atitudes negativas (a evitar), estabelecer comparações, falar de outros professores, fazer comentários depreciativos, privar os pais do uso da palavra ou interromper os mesmos.

Art. 131 – Competências e habilidades do coordenador dos diretores de turma / Coordenador escolar:

a. Representar diretores de turma no conselho de núcleo gestor;

b. Divulgar informações legislativa necessária (pareceres, leis, diretrizes);

c. Realizar os conselhos de diretores de turma;

d. Fazer reuniões intercalares e de avaliação dos diferentes períodos letivos;

e. Levar as propostas dos conselhos de turma a submeter ao conselho de núcleo gestor, propondo atividades a desenvolver anualmente e sua avaliação;

f. Entregar os documentos de apoio utilizados pelos diretores de turma;

g. Fazer relatórios semestrais para o conselho de núcleo gestor.

Itapajé, 07 de maio de 2009.

ATA DA REUNIÃO DA CONGREGAÇÃO DA ESCOLA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ADRIANO NOBRE

Aos vinte e seis dias do mês de junho do ano dois mil e nove, exatamente às sete horas, realizou-se a reunião da Congregação da referida escola, com a finalidade de aprovar seu Regimento Escolar. Para presidir a reunião foi aclamada pelo plenário a Diretora do Estabelecimento, Silvandira Mesquita Sousa, que chamou a mim, para secretariar os trabalhos, o que aceitei. A pedido da Presidente procedi a leitura do Projeto do Regimento Escolar do Estabelecimento de Ensino, para ciência dos presentes do inteiro teor dos mesmos. Após a leitura de todos os seus títulos, capítulos, seções, artigos e parágrafos, como não houve nenhuma emenda a ser introduzida, o mesmo foi aprovado sem restrições da forma que projetada por unanimidade. Ficando livre a palavra e como ninguém desejasse usá-la a presidenta suspendeu a reunião pelo tempo necessário para lavramento dessa ata, o que fiz como secretária em três vias de igual teor em folhas digitadas. Após reaberta a reunião, a mesma foi lida e assinada, pela presidenta, por mim, Luciane Teixeira Bastos, secretária e por todos os demais presentes.