Resumos GQ
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REVISÃO DE CONCEITOS
ORGANIZAÇÃO
Conjunto de pelo menos duas pessoas que decidem unir esforços, disponibilizando recursos próprios
ou captando-os em nome da mesma para, desta forma, atingirem objetivos comuns.
Entidade social, com objetivos definidos, concebida com uma estrutura específica e com sistemas de
atividade coordenados, vinculados ao meio envolvente;
A tipologia jurídica permite outras alternativas, deve-se entender que a Organização necessita de
múltiplos contributos.
GESTÃO
A Gestão não é uma ciência exata e implica captar recursos, estruturá-los e combiná-los de forma a
serem utilizados eficiente e eficazmente, em prol do seguimento de objetivos previamente definidos.
A Gestão implica captar recursos, estruturá-los e combiná-los de forma a serem utilizados eficiente e
eficazmente, em prol da prossecução de objetivos previamente definidos;
Contemporaneamente, falar de Gestão é, obrigatoriamente perceber que a mesma tem de ser
estratégica, implementada na ótica do marketing, contextualizado e dinâmico.
RECURSOS:
Recursos são todos os bens materiais e imateriais que utilizamos para obter produtos ou serviços.
Estes têm de ser utilizados de forma eficiente.
A utilização destes recursos implica a sua transformação em resultados (outputs).
Existem recursos tecnológicos, financeiros, organizacionais, informacionais.
As pessoas estão sempre presentes e também são um recurso
Os recursos são a base de desenvolvimento dos processos
EFICÁCIA:
A eficácia significa fazer as coisas certas, ou seja, implica atingir os objetivos trabalhando de forma
correta.
EFICIÊNCIA:
A eficiência significa fazer as coisas de forma certa, ou seja, implica consumir o mínimo possível de
recursos envolvidos na operação.
A eficiência é o combate ao desperdício procurando maximizar resultados, otimizando recursos.
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EXCELÊNCIA:
Se uma organização atinge o objetivo, de forma simultaneamente eficiente e eficaz, então, dizemos
que essa organização é excelente.
É importante entender que a eficácia e a eficiência são conceitos dinâmicos e, portanto, deve-se
sempre procurar melhorar, mesmo que as melhorias sejam marginais.
A Qualidade contribui para a Excelência
As atividades e os recursos associados devem ser geridos como um processo, o que permite atingir
os resultados de forma mais eficiente.
Um sistema é um conjunto de objetos caracterizado pela inter-relação entre estes e os seus atributos.
Identificar, compreender e gerir, como um sistema, processos interrelacionados, aumenta a eficácia e
a eficiência.
A melhoria contínua é a procura da evolução no nível de desempenho e deve ser uma preocupação
constante das Organizações contemporâneas.
ESTRATÉGIA
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INOVAÇÃO
Explorar novas ideias, tendo sucesso e conseguindo melhorar os resultados do negócio. Existem
diversas tipologias:
o De produto
o De processo
o De modelo organizacional
o De modelo de negócio
o De abordagem dos mercados
Incremental: melhorias contínuas, com pouco impacto, mas que representam pequenos benefícios
que vão sendo percebidos pelo cliente.
Radical: Mudança drástica no produto, no processo, no modelo.
QUALIDADE
REQUISITOS:
CARACTERÍSTICA:
Elemento diferenciador.
QUALIDADE/CLIENTE:
ESTRATÉGIA/QUALIDADE:
A Organização deve definir os objetivos de acordo com o contexto e os recursos de que dispõe. A
estratégia formulada deve ter em atenção os objetivos de Qualidade. Estes devem contribuir, quando
atingidos, para a concretização do(s) objetivo(s) global(ais) de rendibilidade, produtividade,
inovação ou outra medida de sucesso.
A qualidade é o compromisso com o cliente. Satisfazer o mercado conduz ao sucesso da estratégia.
A Organização, quando define as suas políticas, deve incluir a política de Qualidade. O conjunto
destas políticas deve ser o necessário e suficiente para o sucesso daquela.
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O QUE É GESTÃO DA QUALIDADE
TERMINOLOGIA
A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas que estabelecem um modelo de gestão
da qualidade para as Organizações, independentemente da sua tipologia, dimensão ou objeto.
A sigla “ISO” refere-se à denominação de igualdade, porque se pretende que todos os produtos
tenham o mesmo processo produtivo para todas as peças.
Este conjunto de normas estabelece requisitos que auxiliam a melhoria dos processos internos, a formação e capacitação dos
colaboradores, a monitorização do ambiente de trabalho, a verificação da satisfação dos clientes, dos fornecedores e dos
colaboradores, promovendo um processo contínuo de melhoria do sistema de gestão da qualidade.
ASPETOS HISTÓRICOS
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NORMA ISO 9000
ISO 9001
Dá orientações sobre a qualidade dos projetos, bem como o seu desenvolvimento, produção,
instalação e manutenção. É uma das normas mais específicas e mostra como deve ser cada processo
da empresa. Ela envolve as normas 9002 e 9003. Estabelece os requisitos do sistema de gestão de
qualidade. Sendo os principais pontos:
o Determinação da abordagem por processo;
o Apontamento de requisitos gerais e de documentação para o sistema de gestão;
o Determinação das responsabilidades da direção;
o O tratamento da gestão de recursos;
o Relaciona-se à realização do produto;
o O estabelecimento de medição, análise e melhorias.
ISO 9004
ISO 19011
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EVOLUÇÃO DA ISO 9000:
1. ISO 9000:1987
2. ISO 9001:1987
3. ISO 9002:1987
4. ISO 9003:1987
Modelo de garantia da qualidade para inspeção final e teste, preocupando-se com a inspeção final e
não com a produção.
5. ISO 9001:2000
ISO 9000:2005
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Ou seja, pretende que a implementação de um SGQ crie confiança nos fornecedores, nos clientes,
nos auditores, nos consultores.
ISO 9001:2008
Esta versão da norma pretende apresentar maior compatibilidade com a família da ISO 14000.
As alterações trouxeram maior compatibilidade para as suas traduções e consequentemente um
melhor entendimento e interpretação de seu texto. Introduz o conceito de exclusão uma vez que
existe uma cláusula que permite que requisitos da norma que não sejam aplicáveis, devido a
características da organização ou de seus produtos, sejam excluídos, desde que devidamente
justificados.
Desta forma, garante-se o caráter genérico da norma e sua aplicabilidade para qualquer organização,
independente do seu tipo, tamanho e categoria de produto.
NA ATUALIDADE:
ISO 9001:2015
Maior ênfase na geração de valor para a organização e para os seus clientes. A nova versão é voltada
para a geração de resultados e a melhoria dos mesmos;
Maior ênfase na avaliação dos riscos- na versão anterior a mentalidade de riscos era implícita nas ações
preventivas. A nova abordagem traz explicitamente a mentalidade de riscos logo na introdução;
As organizações devem ter em consideração o feedback de todas as partes interessadas e de todos os
processos envolvidos;
Maior envolvimento da alta direção;
Exclusão do RD (representante da direção) - as responsabilidades das áreas aumentaram, assim como o
seu envolvimento; ISO 9001:2015 está dividida em 10 secções sendo elas as seguintes:
Maior facilidade na aplicação dos requisitos
Secção 1: Âmbito;
às empresas de serviços- a nova versão utiliza Secção 2: Referências Normativas;
Secção 3: Termos e Definições;
o termo de produtos e serviços;
Secção 4: Contexto da Organização;
Maior flexibilidade nas exigências sobre Secção 5: Liderança;
Secção 6: Planeamento;
procedimentos documentados Secção 7: Suporte (Recursos)
Secção 8: Operacionalização;
Secção 9: Avaliação do Desempenho;
Secção 10: Melhoria.
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Ser mais flexível e amigável, pois as secções desta norma não servem mais de modelo para o manual- é
apenas a apresentação coerente dos requisitos que podem ser documentados livremente.
FUNDAMENTOS DA ATUALIZAÇÃO:
Adaptação às mudanças
Aumentar a capacidade para satisfazer os clientes
Fornecer uma base consistente para o futuro
Refletir o aumento da complexidade dos ambientes em que as organizações operam
Assegurar que a nova norma traduz as necessidades de todas as partes interessadas
Integração com outros sistemas de gestão
O Manual da Qualidade deixou de ser um requisito obrigatório, mas nada impede que a organização
o tenha. O novo requisito é “Informação Documentada” (teoricamente já inserida no MQ) o que
permite que cada organização, em função do contexto, dos riscos e oportunidades, determine qual o
nível de documentação adequado para atingir os objetivos planeados focando-se na satisfação dos
clientes.
REQUESITOS DA NORMA:
O novo requisito é “Informação Documentada” (teoricamente já inserida no MQ) o que permite que cada
Organização, em função do contexto, dos riscos e oportunidades, determine qual o nível de documentação
adequado para atingir os objetivos planeados focando-se na satisfação dos clientes.
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PENSAMENTO BASEADO NO RISCO (RISK BASED THINKING):
A introdução deste novo conceito dá uma credibilidade acrescida à norma como suporte da gestão.
Esta forma de pensamento visa substituir as ações preventivas na teoria, que não na prática, (fala-se
em riscos e oportunidades) e procura adicionar alguma avaliação sistemática de aspetos potenciais e
atuais com o objetivo de tornar os processos mais capazes e robustos.
o Maior enfoque nas questões relacionadas com a liderança;
o Maior enfoque nas questões relacionadas com a gestão por processos;
o Referência explicita a bens e serviços; anteriormente falava-se em “produto” que era definido
como um bem físico ou algo intangível como um serviço;
o Maior enfoque nas questões relacionadas com a gestão da mudança.
Este requisito foi adicionado para tentar integrar os sistemas de gestão e da qualidade, ou seja, é preciso
perceber a Qualidade como parâmetro estratégico indispensável e não como novo ramo de Gestão.
Assim, o SGQ deve estar integrado no negócio.
Adiciona-se um requisito para uma gestão ativa do conhecimento. As crises económicas conduzem
frequentemente a perda de Know-how associada à saída de colaboradores seniores via reforma
antecipada. Assim, podemos ter reflexos negativos na gestão do conhecimento pelo que este
requisito pode ser um fator interessante de planeamento da gestão das pessoas e do investimento em
formação.
LIDERANÇA (CLAÚSULA 5)
Liderança e Compromisso
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Política
Funções, responsabilidades e autoridades organizacionais
CLÁUSULA 6: PLANEAMENTO
CLÁUSULA 7: SUPORTE
7.1 Recursos
7.2 Competências
7.3 Consciencialização
7.4 Comunicação
7.5 Informação documentada
CLÁUSULA 8: OPERACIONALIZAÇÃO
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9.3 Revisão pela gestão
A cláusula 10 é composta por três subcláusulas e observa como devem ser geridas as não conformidades e as
ações corretivas:
10.1 Generalidades
10.2 Não conformidade e ação corretiva
10.3 Melhoria contínua
Refere que para alcançar o desempenho sustentado a Organização deve adotar uma Gestão pela
Qualidade, respeitando os 8 princípios da mesma, atendendo a 3 variáveis:
o Desempenho Sustentado
o Envolvente da Organização e Partes Interessadas
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o Necessidades e Expectativas.
ESTRATÉGIA E POLÍTICA:
A Organização deve manter a visão, a missão e os valores, que têm de estar bem compreendidos e
aceites por todos, de forma a atingir o desempenho sustentado, através das variáveis:
o Formulação
o Desdobramento
o Comunicação (da Estratégia e Políticas)
A Organização tem de identificar claramente os recursos, internos e externos, que são necessários
para atingir os seus objetivos, devendo geri-los de forma consistente com a sua estratégia, aplicando
políticas e métodos corretos. A utilização eficaz e eficiente dos recursos implica a implementação de
processos de afetação, monitorização, avaliação, otimização e preservação dos mesmos. Em paralelo
deve ser permanente a procura de novos recursos, tecnologias e processos. As preocupações com
escassez dos recursos conduzem a que se esteja sempre a procurar a sua melhor utilização.
GESTÃO DE PROCESSOS:
Os processos são específicos de cada Organização e devem ser coerentes com a sua dimensão e
maturidade (nível de experiência). A gestão dos processos deve ser proactiva, mesmo dos processos
subcontratados, procurando manter a eficácia e a eficiência na prossecução dos objetivos. Daí a
vantagem da abordagem por processos, geridos como um sistema que compreende a rede de
processos e a sua interação. As variáveis relevantes são:
o Planeamento e Controlo do Processo
o Responsabilidade e Autoridade Relativas ao Processo
Pretende-se que o desempenho, em ambiente de mudança e incerteza, esteja sempre a ser alvo de
monitorização, medição e análise. Contemporaneamente a mudança está em ritmo mais acelerado, o
que também gera mais incerteza, tornando-se mais exigente a atividade de controlo, ou seja, de
avaliação do desempenho. As 4 variáveis são:
o Monitorização
o Medição
o Análise
o Revisão das Informações Obtidas nas variáveis anteriores
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
A melhoria e a inovação tornam-se mais prementes em ambientes de incerteza e mudança constante.
Aquelas devem ser aplicadas a processos, sistemas de gestão, estruturas organizacionais, produtos,
técnicas, relações com o mercado, interação com as partes interessadas. As variáveis são:
o Melhoria
o Inovação
o Aprendizagem, tendo como base as competências e capacidades das pessoas, quer para
analisarem os factos e os dados, quer para ganharem e aplicarem a sua experiência
Definir e implementar o modo de cada área ou subárea funcional se relacionar com as outras, a
qualquer nível hierárquico;
Definir o modo de relacionamento com a envolvente e as partes interessadas;
Simplificar circuitos e eliminar a repetição de tarefas.
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
Conhecer os colaboradores e as suas competências;
Conhecer bem os equipamentos e as suas funcionalidades;
Conhecer bem o leque de recursos técnicos, informacionais e organizacionais;
Diminuir custos de manutenção e reparação;
Melhorar a captação e afetação de recursos
7. CERTIFICAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO
QUALIDADE TOTAL
Visa instituir na Organização uma cultura corporativa que leve à produção de bens ou serviços que
vão ao encontro das necessidades ou expectativas dos clientes, senão mesmo que superem estas
últimas.
Deve implementar um sistema de gestão da qualidade com características próprias.
Incluir um conjunto de procedimentos organizacionais que garantam as atividades importantes para a
qualidade, os quais terão de ser cumpridos de forma controlada.
Em sequência elabora-se um Manual da Qualidade.
Devem ser definidos os objetivos, as políticas, as responsabilidades, os canais de comunicação e as
ações de seguimento que enformam a atividade da empresa visando a qualidade.
Deve ser institucionalizado um sistema de valores da qualidade total. Este deve privilegiar o trabalho
pluridisciplinar e as relações interpessoais. Todos devem sentir o empenho da Gestão de Topo.
Devem ser implementadas técnicas especificas de controlo e gestão da qualidade, visando utilizar
todas as ferramentas disponíveis. A QT vai para além da estratégia de negócio e motivação dos
colaboradores.
BENEFÍCIOS:
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
Atitudes positivas da parte de todos os colaboradores;
Comunicação efetiva;
Melhoria contínua em todos os produtos e processos;
Satisfação dos clientes internos;
Eliminação do desperdício.
Contemporaneamente um programa de qualidade deve ser um programa de qualidade total
1. FOCALIZAÇÃO NO CLIENTE;
2. LIDERANÇA
5. MELHORIA CONTÍNUA;
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Esta organização desenvolveu este modelo na perspetiva da gestão pela qualidade total, o qual tem
servido de base á avaliação das empresas para candidatura aos prémios europeus e português de
excelência.
Tem essencialmente 2 méritos:
o Permite que a organização faça um exercício de autoavaliação;
o Fornece á empresa um instrumento de benchmarking.
Este instrumento é aplicável pelo conhecimento dos intervalos de pontuação obtidos pelas empresas,
finalistas, premiadas e vencedoras dos prémios europeus e português. O modelo realiza a avaliação e
atribui a pontuação pela denominada lógica RADAR:
o A lógica RADAR constitui uma estrutura de avaliação dinâmica e uma poderosa ferramenta
de gestão que proporciona uma abordagem estruturada para questionar o desempenho de uma
organização
RESULTADOS
São avaliados em função da sua relevância para o negócio e os critérios em causa, considerando 4
atributos, que são as tendências positivas, o alcance dos objetivos, a comparação com os
melhores do sector e se derivam das abordagens estabelecidas.
ABORDAGEM
A abordagem visa determinar até que ponto as práticas e procedimentos da empresa estão
consolidados, considerando a experiência acumulada e tendo em conta as partes interessadas.
Visa também saber se as práticas e procedimentos apoiam a estratégia e as políticas, interagindo
positivamente com outras abordagens.
DESDOBRAMENTO
Visa determinar o nível e a extensão da implementação da abordagem, bem como a sua aplicação
sistemática. Pretende-se perceber se deve haver uma subdivisão dos processos para melhor
cumprimento do plano.
AVALIAÇÃO
Visa monitorizar com regularidade a eficácia das abordagens e dos desdobramentos. Sobretudo
avalia se as atividades de aprendizagem são concretizadas e contribuem para identificar as
melhores práticas e oportunidades de melhoria.
REVISÃO
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
A monitorização da eficácia e da aprendizagem devem conduzir a que se planeie e implemente
ações de melhoria relevantes.
LIDERANÇA
POLÍTICA E ESTRATÉGIA
Como a organização implementa a sua visão e a sua missão através de uma estratégia clara e
centrada nas partes interessadas, devendo ser suportada por políticas, planos, objetivos, metas e
processos relevantes.
PESSOAS
Como a organização gere, desenvolve e explora os conhecimentos e o pleno potencial dos seus
colaboradores, quer ao nível individual quer ao nível coletivo (o todo ou equipas), e planeia estas
atividades de forma a apoiar a sua estratégia e as suas políticas e operacionalidade.
PARCERIAS E RECURSOS
Como a organização planeia e gere as suas parcerias externas e os recursos interno de forma a
apoiar a sua estratégia, as suas políticas e a sua operacionalidade efetiva, bem como o seu
impacto social e ambiental.
PROCESSOS
Como a organização concebe, gere e melhora os seus processos de forma a apoiar a sua estratégia
e as suas políticas, visando satisfazer os seus clientes e as restantes partes interessadas, gerando
valor acrescentado para todos estes.
O que a organização está a alcançar relativamente aos seus clientes externos. Verificar se os
resultados são sustentados e notáveis, para que vão ao encontro, ou excedam, as necessidades e
expectativas dos seus clientes.
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
RESULTADOS (SATISFAÇÃO) COLABORADORES
O que a organização está a alcançar relativamente aos seus colaboradores. Se está a conseguir
potenciar e dinamizar as competências das suas equipas e a motivá-los para melhorias de
desempenho.
GRÁFICO DE PARETO
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DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO (ISHIKAWA)
Este diagrama é também conhecido como 6M. Todos os problemas podem ser classificados em 6
tipologias diferentes:
o Método
o Matéria-Prima
o Mão-de-Obra
o Máquinas
o Medição
o Meio Ambiente
O Diagrama de Ishikawa apresenta a relação existente entre o resultado indesejado ou não
conforme de um processo (efeito)
e os diversos fatores (causas) que
podem contribuir para que esse
resultado tenha ocorrido. A
relação com a imagem de uma
espinha de peixe dá-se devido ao
facto de podermos considerar que
as suas espinhas são as causas
dos problemas levantados, que
contribuirão para a descoberta de seu efeito. Apresenta um formato gráfico que muito se assemelha
ao desenho de um esqueleto de peixe.
HISTOGRAMAS
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
Estas informações só são úteis se forem devidamente estruturadas e analisadas, dado ser impossível
qualquer operacional ou analista tirar conclusões
de uma enorme quantidade de números não
organizados.
Se os dados forem convertidos em intervalos de
frequência relativa, ilustrando a obtenção dos
mesmos por tipologia, a sua leitura fica
facilitada.
Um grande número de dados com classes de
dimensão com tendência para zero transforma o
histograma numa distribuição de probabilidades.
FOLHAS DE VERIFICAÇÃO
FASES DE UTILIZAÇÃO:
GRÁFICOS DE DISPERSÃO:
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
Tem a vantagem, em relação aos outros instrumentos, o facto de não trabalhar as variáveis apenas de
forma individual, mas sim na relação direta causa-efeito.
FLUXOGRAMAS
Um fluxograma pode ser considerado dentro da tipologia dos diagramas, mas sendo entendido como
a representação esquemática de um processo.
Traduz a transposição de informação entre os
diversos componentes do referido processo, feita
através de gráficos que o demonstram de forma
simplificada.
Podemos considerar que um fluxograma é a forma
pragmática de documentar as etapas de um
processo.
CARTAS DE CONTROLO
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
QUALIDADE E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
A produção e o consumo são simultâneos, não sendo possível segmentá-los entre eles;
Os processos produtivos, geralmente, não têm informações objetivas a respeito das suas operações;
As operações nem sempre se repetem com frequência;
A gestão destes processos tem de ser flexível;
Os contextos e situações implicam adaptações do serviço e sua gestão;
A gestão da qualidade tem de ser obrigatoriamente direcionada para as ações de contacto com o
cliente;
A qualidade tem de ter em atenção os interesses, preferências e exigências do cliente/consumidor;
Tem de se perceber e ter em atenção tudo o que o cliente considera relevante no serviço;
As exigências e os interesses variam de consumidor para consumidor, pelo que a qualidade tem de
perceber a flexibilização da prestação do serviço;
A gestão da qualidade deve procurar a eficácia, depois a eficiência e a produtividade;
Um conceito base de qualidade neste ambiente é perfeita adaptação do processo ao
cliente/consumidor;
A avaliação da qualidade não tem, normalmente, pontos de controlo específicos;
A avaliação da qualidade centra-se em elementos Os elementos implicam a interação com o
cliente;
Não se podem aplicar ações corretivas Podem aplicar-se ações preventivas, fruto de experiências
passadas;
Realça-se a melhoria contínua ao encontro do que o cliente deseja;
A gestão da qualidade apoia-se num projeto de avaliação global de toda a interação com o cliente;
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MF GQ 3º ANO – 1º SEMESTRE
Sendo um modelo preventivo, enfatizam-se os mecanismos de rápida adaptação do processo às
exigências do cliente;
É importante perceber que o cliente valoriza a forma como se relaciona com a empresa;
A avaliação da qualidade nos serviços nem sempre possibilita a utilização de mecanismos de
medição direta;
Não se consegue inspecionar um serviço antes de ele ser prestado, não havendo forma de obter
amostras do serviço;
Quando o serviço não é centralizado, o que acontece frequentemente, o controlo fica prejudicado
pela falta de unicidade, similaridade e coerência; Em consequência é difícil definir padrões de
qualidade;
A gestão da qualidade direciona-se para um modelo de atendimento e relacionamento com o cliente;
O serviço não permite acumular existências, pelo que a gestão da qualidade tem de evitar que ocorra
excesso de oferta ou de procura implementando um modelo flexível, muitas vezes difícil de definir;
O excesso de procura ou de oferta leva sempre a perdas, tendo a gestão da qualidade de contribuir
para o equilíbrio procura/oferta;
Em conclusão o modelo de gestão da qualidade resulta do modo de interação com o cliente e deve
centrar-se neste último.
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