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HOSPITAL CRISTO REDENTOR

RESIDENCIA MÉDICA EM TRAUMATOLOGIA E ORTOPEDIA

FRATURAS DO ANTEBRAÇO
E FRATURAS DO PUNHO
NA CRIANÇA

R2 César Luis Hinckel


Módulo Traumato Ortopedia Infantil
Dr. Alberto Medeiros

Abril de 2018
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

• 30 – 40 % DE TODAS AS FRATURAS PEDIÁTRICAS.

• A MAIORIA DAS FRATURAS DO ANTEBRAÇO OCORRE EM CRIANÇAS >


5 ANOS.

• A LOCALIZAÇÃO DA FRATURA AVANÇA DISTALMENTE COM O


AUMENTO DA IDADE DA CRIANÇA.
• PROVAVELMENTE DEVIDO ALTERAÇÕES ANATÔMICAS NA JUNÇÃO METÁFISE-
DIAFISÁRIA QUE OCORRE COM A MATURIDADE.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

• O RÁDIO DAS CRIANÇAS PEQUENAS:


- MAIS ELÁSTICO
- TRANSIÇÃO GRADUAL DO DIÂMETRO DIÁFISE  METÁFISE.

• O RÁDIO DAS CRIANÇAS MAIORES:


- TRANSIÇÃO MAIS ABRUPTA NA JUNÇÃO METÁFISE-DIÁFISE.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

• O ANTEBRAÇO DISTAL É O LOCAL DE 70 – 80 % DAS FRATURAS


DO RÁDIO E ULNA. A MAIORIA NÃO ENVOLVE A FISE.

• SEPARAÇÕES FISÁRIAS SÃO MAIS COMUNS EM ADOLESCENTES


JOVENS.
- FORMATO MAIS ADULTO DO RÁDIO, QUE CONCENTRA O STRESS PRÓXIMO
DA EPÍFISE.

• 10 – 15% DOS CASOS DE FRATURA DO ANTEBRAÇO TEM


FRATURA DE COTOVELO ASSOCIADAS.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

• A ULNA É UM OSSO BASICAMENTE RETO COM UM CORTE TRANSVERSAL


TRIANGULAR.

• O RÁDIO TEM UM FORMATO CURVADO COMPLEXO


- PORÇÃO CILÍNDRICA PROXIMAL.
- PORÇÃO TRIANGULAR MÉDIA.
- PORÇÃO ACHATADA DISTAL.

• O RÁDIO RODA SOBRE A ULNA DURANTE A PRONO-SUPINAÇÃO DO


ANTEBRAÇO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS
• EXISTEM 3 ÁREAS DE INTERCONECÇÃO COM TECIDOS MOLES ENTRE O
RÁDIO E A ULNA.

- PROXIMAL: ARTICULAÇÃO RADIOULNAR PROXIMAL.


ESTABILIZADA PELO LIGAMENTO ANULAR.

- CENTRAL: MEMBRANA INTERÓSSEA.


MAIS LARGA DISTALMENTE. AS FIBRAS CORREM OBLIQÜAMENTE DA ULNA
DISTALMENTE P/ O RÁDIO PROXIMALMENTE. ISSO AJUDA A TRANSMITIR A FORÇA
PARA A ULNA EM ATIVIDADES DE SUPORTE DE CARGA.

- DISTAL: CFCT.
ESTABILIZA A ARUD ATRAVÉS DOS LIGAMENTOS RADIOCARPAIS VOLARES E
DORSAIS
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

- PROXIMAL: ARTICULAÇÃO
RADIOULNAR PROXIMAL.
ESTABILIZADA PELO
LIGAMENTO ANULAR.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS
- CENTRAL: MEMBRANA INTERÓSSEA.
MAIS LARGA DISTALMENTE. AS FIBRAS CORREM OBLIQÜAMENTE DA ULNA DISTALMENTE P/ O
RÁDIO PROXIMALMENTE. ISSO AJUDA A TRANSMITIR A FORÇA PARA A ULNA EM ATIVIDADES DE
SUPORTE DE CARGA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

- CENTRAL: MEMBRANA INTERÓSSEA.


MAIS LARGA DISTALMENTE. AS FIBRAS
CORREM OBLIQÜAMENTE DA ULNA
DISTALMENTE P/ O RÁDIO
PROXIMALMENTE. ISSO AJUDA A
TRANSMITIR A FORÇA PARA A ULNA EM
ATIVIDADES DE SUPORTE DE CARGA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

- DISTAL: CFCT.
ESTABILIZA A ARUD ATRAVÉS
DOS LIGAMENTOS
RADIOCARPAIS VOLARES E
DORSAIS
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
ASPECTOS GERAIS

• AS ARTICULAÇÕES RÁDIOULNARES PROXIMAL E DISTAL SÃO MAIS


ESTÁVEIS EM SUPINAÇÃO.

• A MEMBRANA INTERÓSSEA É MAIS LARGA EM 30O DE SUPINAÇÃO.

• DEVIDO SUAS INTERCONECÇÕES FREQÜENTEMENTE HÁ FRATURA DE


AMBOS OS OSSOS, ESPECIALMENTE NAS FRATURAS DIAFISÁRIAS.

• QUANDO HÁ FRATURA DE APENAS UM OSSO DEVE HAVER LESÃO DA


ARUP OU ARUD.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
CLASSIFICAÇÃO GERAL
• FRATURAS – LUXAÇÃO
- MONTEGGIA
- GALEAZZI

• FRATURAS DA DIÁFISE DO ANTEBRAÇO


- DEFORMIDADE PLÁSTICA
- FRATURA EM GALHO VERDE
- FRATURA COMPLETA

• FRATURAS DISTAIS
- FRATURAS METAFISÁRIAS
- SEPARAÇÕES FISÁRIAS
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO

• MENOS COMUNS DO QUE OS OUTROS TIPOS DE FRATURAS DO


ANTEBRAÇO.

• FALHAS NO DIAGNÓSTICO PODEM SER RESULTADO DE RADIOGRAFIAS


QUE NÃO INCLUEM AS ARTICULAÇÕES DO PUNHO E DO COTOVELO
DE FORMA ADEQUADA.

• PICO DE INCIDÊNCIA: 4 – 10 ANOS.

• MONTEGGIA É MAIS COMUM / GALEAZZI É RARA.


FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
• DEVE SER SUSPEITADA EM QUALQUER FRATURA DO ANTEBRAÇO NA
CRIANÇA, INCLUINDO DEFORMIDADE PLÁSTICA E FRATURAS
MINIMAMENTE ANGULADAS DA ULNA.

• QUANDO A BORDA POSTERIOR DA ULNA ESTÁ DESVIADA DE UMA


LINHA RETA NO PERFIL VERDADEIRO, LUXAÇÃO DA CABEÇA DO RÁDIO
DEVE SER SUSPEITADA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
• UM PERFIL VERDADEIRO DO COTOVELO PERMITE A MELHOR
AVALIAÇÃO DA ARTICULAÇÃO RADIOCAPITELAR.

• NO COTOVELO NORMAL, UMA LINHA ATRAVÉS DO EIXO DA DIÁFISE


DO RÁDIO PASSARÁ ATRAVÉS DO CAPITELO EM QUALQUER POSIÇÃO
DE FLEXÃO OU EXTENSÃO DO COTOVELO OU DA INCIDÊNCIA
RADIOGRÁFICA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
• UM PERFIL VERDADEIRO DO COTOVELO PERMITE A MELHOR
AVALIAÇÃO DA ARTICULAÇÃO RADIOCAPITELAR.

• NO COTOVELO NORMAL, UMA LINHA ATRAVÉS DO EIXO DA DIÁFISE


DO RÁDIO PASSARÁ ATRAVÉS DO CAPITELO EM QUALQUER POSIÇÃO
DE FLEXÃO OU EXTENSÃO DO COTOVELO OU DA INCIDÊNCIA
RADIOGRÁFICA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
NO COTOVELO NORMAL, UMA
LINHA ATRAVÉS DO EIXO DA DIÁFISE
DO RÁDIO PASSARÁ ATRAVÉS DO
CAPITELO EM QUALQUER POSIÇÃO
DE FLEXÃO OU EXTENSÃO DO
COTOVELO OU DA INCIDÊNCIA
RADIOGRÁFICA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
• LUXAÇÃO CONGÊNITA DA CABEÇA DO RÁDIO

- GERALMENTE POSTERIOR (MONTEGGIA GERALMENTE ANTERIOR).

- SUPERFÍCIE ARTICULAR CONVEXA / ACHATADA (RNM).

- SEM SINAIS INFLAMATÓRIOS/HEMORRÁGICO.

- GERALMENTE BILATERAL.

- CAPÍTULO HIPOPLÁSICO / ULNA E RÁDIO PODEM SER ENCURTADOS.


FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
• CLASSIFICAÇÃO DE BADO

TIPO I
LUXAÇÃO ANTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DIAFISÁRIA DA ULNA COM ÁPICE ANTERIOR.
TIPO II
LUXAÇÃO POSTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DA ULNA PROXIMAL COM ÁPICE POSTERIOR.
TIPO III
LUXAÇÃO LATERAL DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DA ULNA PROXIMAL (METÁFISE)
TIPO IV
LUXAÇÃO ANTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DIAFISÁRIA DA ULNA (TIPO I) + FRATURA DA DIÁFISE
DO RÁDIO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO I MAIS COMUM
LUXAÇÃO ANTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DIAFISÁRIA DA ULNA COM ÁPICE ANTERIOR
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO I MAIS COMUM
LUXAÇÃO ANTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DIAFISÁRIA DA ULNA COM ÁPICE ANTERIOR
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO II MAIS RARA
LUXAÇÃO POSTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DA ULNA PROXIMAL COM ÁPICE POSTERIOR.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO II MAIS RARA
LUXAÇÃO POSTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DA ULNA PROXIMAL COM ÁPICE POSTERIOR.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO II MAIS RARA
LUXAÇÃO POSTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DA ULNA PROXIMAL COM ÁPICE POSTERIOR.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO III 25 a 30 %
LUXAÇÃO LATERAL DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DA ULNA PROXIMAL (METÁFISE).
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO IV 25 a 30 %
LUXAÇÃO ANTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DIAFISÁRIA DA ULNA (TIPO I) + FRATURA DA
DIÁFISE DO RÁDIO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA
BADO TIPO IV
LUXAÇÃO ANTERIOR DA CABEÇA DO RÁDIO + FRATURA DIAFISÁRIA DA ULNA (TIPO I) + FRATURA DA
DIÁFISE DO RÁDIO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – LESÕES EQUIVALENTES
• EQUIVALENTES BADO TIPO I
- LUXAÇÃO ANTERIOR ISOLADA
- FRATURA DA ULNA + FRATURA DO COLO DO RÁDIO (PRINCIPAL)
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – LESÕES EQUIVALENTES
• EQUIVALENTES BADO TIPO II
- LUXAÇÃO POSTERIOR CABEÇA DO RÁDIO
- FRATURA DA EPÍFISE PROXIMAL RÁDIO OU COLO DO RÁDIO
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – LESÕES EQUIVALENTES
• EQUIVALENTES BADO TIPO IV E V
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO CONSERVADOR
- TIPO I
COTOVELO EM > 90O DE FLEXÃO / ANTEBRAÇO SUPINADO.

- TIPO II
COTOVELO EM EXTENSÃO / ANTEBRAÇO SUPINADO.

- TIPO III
REDUÇÃO EM VARO, MAS DIFÍCIL DE TRATAR APENAS COM GESSO.
SEGUIMENTO RADIOGRÁFICO SEMANAL POR 2 – 3 SEMANAS PARA IDENTIFICAR
QUALQUER POSSÍVEL SUBLUXAÇÃO DA CABEÇA RADIAL.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO CONSERVADOR
- TIPO I
COTOVELO EM > 90O DE FLEXÃO / ANTEBRAÇO SUPINADO.

- TIPO II
COTOVELO EM EXTENSÃO / ANTEBRAÇO SUPINADO.

- TIPO III
REDUÇÃO EM VARO, MAS DIFÍCIL DE TRATAR APENAS COM GESSO.
SEGUIMENTO RADIOGRÁFICO SEMANAL POR 2 – 3 SEMANAS PARA IDENTIFICAR
QUALQUER POSSÍVEL SUBLUXAÇÃO DA CABEÇA RADIAL.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO
CONSERVADOR

- TIPO I
COTOVELO EM > 90O DE
FLEXÃO / ANTEBRAÇO
SUPINADO
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO
CONSERVADOR

- TIPO II
COTOVELO EM EXTENSÃO
/ ANTEBRAÇO SUPINADO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO
CONSERVADOR
- TIPO III
REDUÇÃO EM VARO, MAS DIFÍCIL
DE TRATAR APENAS COM GESSO.
SEGUIMENTO RADIOGRÁFICO
SEMANAL POR 2 – 3 SEMANAS
PARA IDENTIFICAR QUALQUER
POSSÍVEL SUBLUXAÇÃO DA
CABEÇA RADIAL.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO
CONSERVADOR
- TIPO IV
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO CIRÚRGICO
- INDICADA QUANDO A REDUÇÃO FOR INSTÁVEL.
- INSTABILIDADE NECESSITANDO ESTABILIZAÇÃO CIRÚRGICA É MAIS
PROVÁVEL QUANDO HOUVER:
 FRATURA OBLÍQUA DA ULNA.
 FRATURA MUITO DESLOCADA DA ULNA.
 ATRASO NO TRATAMENTO.

- A INSERÇÃO PERCUTÂNEA DE FIO INTRAMEDULAR NA ULNA É UMA


MANEIRA SIMPLES E EFETIVA DE MANEJO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – TRATAMENTO
 TRATAMENTO CIRÚRGICO

- ALTERNATIVAMENTE, PODE SER COLOCADA PLACA NA ULNA SE O PADRÃO


DA FRATURA APARENTAR PROBABILIDADE DE ENCURTAMENTO OU DESVIO
ANGULAR.

- RARAMENTE, QUANDO A CABEÇA DO RÁDIO NÃO SE MANTEM REDUZIDA


APÓS A CORREÇÃO DO COMPRIMENTO E ALINHAMENTO DA ULNA,
AVALIAÇÃO ABERTA DA ARTICULAÇÃO ESTÁ INDICADA.
 INTERPOSIÇÃO DO LIGAMENTO ANULAR.
 FRAGMENTO OSTEOCONDRAL INTRA-ARTICULAR.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – COMPLICAÇÕES
 DIAGNÓSTICO TARDIO (PRINCIPAL).
- < 3 SEMANAS COM LUXAÇÃO PERSISTENTE: REDUÇÃO FECHADA.

- REDUÇÃO ABERTA SE FALHA DA REDUÇÃO FECHADA, GERALMENTE EM > 4


SEMANAS.

- MONTEGGIA CRÔNICA: REDUÇÃO ABERTA COM OSTEOTOMIA E


ALONGAMENTO DA ULNA / EXCISÃO DE TECIDO INTERPOSTO /
RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO ANULAR.
 SE A REDUÇÃO ABERTA É FEITA EM < 12 ANOS COM ATÉ 3 ANOS DE EVOLUÇÃO, BONS RESULTADOS
CLÍNICO E RADIGRÁFICOS DE LONGO PRAZO SÃO ESPERADOS.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO MONTEGGIA – COMPLICAÇÕES
• COMPLICAÇÕES

NEUROPRAXIA DO NERVO INTERÓSSEO POSTERIOR

- 10 % DOS CASOS AGUDOS.


- MAIORIA COM RESOLUÇÃO ESPONTÂNEA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO GALEAZZI
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO GALEAZZI
 GALEAZZI CLÁSSICA: FRATURA DO TERÇO DISTAL DO RÁDIO,
SEM FRATURA DA ULNA, ASSOCIADA A LUXAÇÃO DA ARUD.

 LESÃO RARA NA CRIANÇA / MAIS RARA QUE MONTEGGIA.

 O CFCT ESTÁ ROMPIDO E A ULNA DISTAL ESTÁ DESLOCADA


DORSALMENTE.

 LESÃO EQUIVALENTE À GALEAZZI:


- MAIS COMUM EM CRIANÇAS.
- FRATURA DO RÁDIO + FRATURA FISÁRIA DA ULNA DISTAL.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO GALEAZZI
 TRATAMENTO

- REDUÇÃO FECHADA DO RÁDIO E DA FISE DISTAL DA ULNA COM


GESSO ALTO EM SUPINAÇÃO COMPLETA OU POSIÇÃO NEUTRA.

- REDUÇÃO ABERTA PODE SER NECESSÁRIA SE O PERIOSTEO ESTIVER


IMPEDINDO A REDUÇÃO FECHADA DA ULNA.

- OCASIONALMENTE NECESSITA-SE DE FIXAÇÃO COM FIO DE K


ATRAVÉS DA ARTICULAÇÃO OU DA FRATURA PARA MANTER A
REDUÇÃO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURA - LUXAÇÃO GALEAZZI
• COMPLICAÇÕES

- FECHAMENTO PREMATURO DA FISE COM ENCURTAMENTO


DA ULNA E PERDA DE SUPINAÇÃO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO

- DEFORMIDADE PLÁSTICA

- FRATURA EM GALHO VERDE

- FRATURA COMPLETA
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -DEFORMIDADE PLÁSTICA
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -DEFORMIDADE PLÁSTICA
 FRATURA POSSÍVEL DEVIDO AS PROPRIEDADES ELÁSTICAS
DOS OSSOS DAS CRIANÇAS PEQUENAS.

 REPRESENTA UMA SÉRIE DE MICROFRATURAS QUE NÃO SÃO


VISTAS NA RADIOGRAFIA.

 PODE OCORRE EM AMBOS OS OSSOS.

 DEFORMIDADE PLÁSTICA DE UM OSSO É GERALMENTE


ACOMPANHADA COM FRATURA COMPLETA OU INCOMPLETA
DO OUTRO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -DEFORMIDADE PLÁSTICA

• DOR E EDEMA MENOS GRAVES QUE AS FRATURAS COMPLETAS.


• A CAPACIDADE DE REMODELAÇÃO É LIMITADA EM > 6 ANOS.

INDICAÇÕES DE REDUÇÃO:
DEFORMIDADE ESTETICAMENTE INACEITÁVEL.
> 45O DE PERDA DE ROTAÇÃO DO ANTEBRAÇO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -DEFORMIDADE PLÁSTICA
PARÂMETROS ACEITÁVEIS

EM > 6 ANOS.
> 10O DE ANGULAÇÃO PODE NÃO REMODELAR

EM < 6 ANOS:
15 – 20O DE ANGULAÇÃO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -DEFORMIDADE PLÁSTICA
 TRATAMENTO

- REQUER ANESTESIA GERAL DEVIDO A FORÇA


PROLONGADA APLICADA PARA CORRIGIR.

- IMOBILIZAÇÃO SEGUE OS PRINCÍPIOS DAS FRATURAS


EM GALHO VERDE.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE
 FRATURA COMPLETA DE UMA CORTICAL E DEFORMIDADE
PLÁSTICA DA CORTICAL OPOSTA.

 FRATURA NO LADO DE TENSÃO / DEFORMIDADE PLÁSTICA


NO LADO DE COMPRESSÃO (CÔNCAVO).

 A MAIORIA APRESENTA MAL-ALINHAMENTO ROTACIONAL


ALÉM DA DEFORMIDADE ANGULAR.

 MENOR ENERGIA QUE AS FRATURAS COMPLETAS.


FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE

 GALHO-VERDE COM APÍCE VOLAR


- TIPO MAIS COMUM.
- RESULTA DE FORÇAS DE SUPINAÇÃO EXCESSIVA
APLICADAS AO FRAGMENTO DISTAL ASSOCIADA A CARGA
AXIAL.

 GALHO-VERDE COM ÁPICE DORSAL


- RESULTA DE FORÇAS DE PRONAÇÃO EXCESSIVA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE

ÁPICE VOLAR / MECANISMO: SUPINAÇÃO


FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE

ÁPICE DORSAL/ MECANISMO: PRONAÇÃO


FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE
• TRATAMENTO

- ANALGESIA PARA PERMITIR A REDUÇÃO.


- REDUÇÃO É ALCANÇADA ATRAVÉS DO MECANISMO REVERSO DA
LESÃO.
- COMPLETAR A FRATURA DO CÓRTEX OPOSTO NÃO É NECESSÁRIO,
EMBORA POSSA FACILITAR E COMUMENTE OCORRA NA MANOBRA.
- APARELHO GESSADO COM APOIO EM 3 PONTOS POR 3 SEMANAS.

-ÁPICE VOLAR  PRONAÇÃO DO PUNHO + PRESSÃO VOLAR.


-ÁPICE DORSAL SUPINAÇÃO DO PUNHO + PRESSÃO DORSAL.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE

-ÁPICE VOLAR  PRONAÇÃO DO PUNHO + PRESSÃO VOLAR.


-ÁPICE DORSAL SUPINAÇÃO DO PUNHO + PRESSÃO DORSAL.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO -FRATURA EM GALHO VERDE
 COMPLICAÇÕES

REFRATURA
- 5-7% DAS FRATURAS DO ANTEBRAÇO.
- PODE SER AINDA MAIS COMUM EM FRATURAS EM GALHO
VERDE
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 ASPECTOS GERAIS
- O MANEJO DESSAS FRATURAS PODE SER DIFÍCIL, MAS FALHAS DE
CONSOLIDAÇÃO E COMPLICAÇÕES GRAVES SÃO RARAS APESAR DO
MÉTODO DE TRATAMENTO.

- AS PRINCIPAIS PREOCUPAÇÕES SÃO A POSSIBILIDADE DE


DEFORMIDADE RESIDUAL E PERDA DE ROTAÇÃO DO ANTEBRAÇO.

- REDUÇÃO FECHADA É RECOMENDADA EM FRATURAS MINIMAMENTE


DESLOCADAS RESULTANTES DE TRAUMA DE BAIXA ENERGIA, MAS A
FIXAÇÃO INTRAMEDULAR É UMA SOLUÇÃO MUITO POPULAR NO
MANEJO DE FRATURAS INSTÁVEIS EM > 8 ANOS.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 ASPECTOS GERAIS
- O MANEJO DESSAS FRATURAS PODE SER DIFÍCIL, MAS FALHAS DE
CONSOLIDAÇÃO E COMPLICAÇÕES GRAVES SÃO RARAS APESAR DO
MÉTODO DE TRATAMENTO.

- AS PRINCIPAIS PREOCUPAÇÕES SÃO A POSSIBILIDADE DE


DEFORMIDADE RESIDUAL E PERDA DE ROTAÇÃO DO ANTEBRAÇO.

- REDUÇÃO FECHADA É RECOMENDADA EM FRATURAS MINIMAMENTE


DESLOCADAS RESULTANTES DE TRAUMA DE BAIXA ENERGIA, MAS A
FIXAÇÃO INTRAMEDULAR É UMA SOLUÇÃO MUITO POPULAR NO
MANEJO DE FRATURAS INSTÁVEIS EM > 8 ANOS.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 BASE PARA OS GUIDELINES DE MANEJO CONSERVADOR

- CRIANÇAS MENORES COM FRATURAS MAIS DISTAIS TEM O MELHOR


PROGNÓSTICO.

- APOSIÇÃO EM BAIONETA NOS TERÇOS MÉDIO E DISTAL DA DIÁFISE


NÃO COMPROMETEM A ROTAÇÃO DO ANTEBRAÇO.

- O ALINHAMENTO DO RÁDIO É MAIS CRÍTICO QUE O DA ULNA.

- ALINHAMENTO COM 45O DE ROTAÇÃO DO RÁDIO PODE SER ACEITO


EM CRIANÇAS PEQUENAS.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 BASE PARA OS GUIDELINES DE MANEJO CONSERVADOR
- < 8 ANOS A ANGULAÇÃO DA DIÁFISE DE ATÉ 15O É ACEITÁVEL.

- > 8 ANOS A ANGULAÇÃO DA DIÁFISE DEVE SER MANTIDA EM ATÉ 10O.

- PERDA DE SUPINAÇÃO É PIOR QUE PERDA DE PRONAÇÃO. QUANDO


HOUVER DÚVIDA EM FRATURAS COMPLETAS, IMOBILIZAR EM
NEUTRO OU SUPINAÇÃO MODERADA.

- IMOBILIZAÇÃO COM O COTOVELO EM EXTENSÃO PODE AJUDAR A


MANTER A REDUÇÃO DE FRATURAS DO 1/3 PROXIMAL QUE SÃO
INSTÁVEIS EM FLEXÃO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 BASE PARA OS GUIDELINES DE MANEJO CONSERVADOR

- EXTENSÃO DO COTOVELO TAMBÉM AJUDA A MANTER A REDUÇÃO NA


MAIORIA DOS < 4 ANOS.

- ENVOLVER O POLEGAR PARA EVITAR O ESCORREGAMENTO DO GESSO.

- MOLDAGEM DELICADA PODE MELHORAR O ALINHAMENTO TANTO EM UM


GESSO NOVO QUANTO NUMA REMANIPULAÇÃO APÓS 1 – 3 SEMANAS DA
LESÃO.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 REDUÇÃO FECHADA

- EXIGE-SE ANALGESIA E RELAXAMENTO MUSCULAR.


- SEDAÇÃO CONSCIENTE OU ANESTESIA LOCAL NA EMERGÊNCIA.
- SE INSUCESSO, ANESTESIA GERAL.

1. AUMENTAR A DEFORMIDADE ANGULAR.


2. APLICAR TRAÇÃO LONGITUDINAL.
3. CORRIGIR MÁ ROTAÇÃO SUPINANDO/PRONANDO O ANTEBRAÇO.

- SE INSUCESSO, É GERALMENTE ÚTIL APLICAR TRAÇÃO POR 10


MINUTOS UTILIZANDO FINGER TRAPS ANTES DE NOVA TENTATIVA.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 REDUÇÃO FECHADA
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 AVALIAÇÃO O ALINHAMENTO ROTACIONAL

- OBSERVAR AS LARGURAS DO OSSO NO SÍTIO DE FRATURA E


COMBINAR SEUS CONTORNOS NA RADIOGRAFIA.

- COMPARAÇÃO COM O LADO OPOSTO EM DIVERSOS GRAUS DE


ROTAÇÃO.

- TUBEROSIDADE BICIPITAL (RÁDIO) 180O COM RELAÇÃO AO


ESTILÓIDE RADIAL E O POLEGAR.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 AVALIAÇÃO O ALINHAMENTO ROTACIONAL
- TUBEROSIDADE BICIPITAL (RÁDIO) 180O COM RELAÇÃO AO ESTILÓIDE RADIAL E O POLEGAR.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 REDUÇÃO FECHADA
- O GESSO ALTO PÓS-REDUÇÃO DEVE TER UMA BORDA LATERAL RETA A
O LONGO DO LADO ULNAR.

- UMA MOLDAGEM INTERÓSSEA ACHATADA AO LONGO DA FACE


VOLAR CRIARÁ UM FORMATO OVAL DO GESSO.

- A ESTABILIDADE DA FRATURA É MELHORADA COM PELO MENOS 50%


DE APOSIÇÃO ÓSSEA.

- SE HOUVER “DESENCAIXE”DE UM OSSO PODE OCORRER


ENCURTAMENTO SEGUIDO DE ANGULAÇÃO (REMANIPULAR OU
CIRURGIA)
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
 REDUÇÃO FECHADA

- REAVALIAÇÃO SEMANAL NAS PRIMEIRAS 3 SEMANAS EM FRATURAS


POTENCIALMENTE INSTÁVEIS.

- CONSOLIDAÇÃO ESTÁ COMPLETA EM 4 – 6 SEMANAS.

- NÃO-CONSOLIDAÇÃO É RARA.

- TRATAMENTO CONSERVADOR PRODUZ RESULTADOS EXCELENTES EM 95 %


DOS PACIENTES COM PARÂMETROS DENTRO DOS GUIDELINES DISCUTIDOS.
FRATURAS DO ANTERBAÇO E PUNHO NA CRIANÇA
FRATURAS DIÁFISES DO ANTEBRAÇO - FRATURAS COMPLETAS
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO

- FRATURAS INSTÁVEIS.

- FALHA NO MANEJO FECHADO.

- REFRATURAS COM DESLOCAMENTO.

- FRATURAS EXPOSTAS.

- COTOVELO FLUTUANTE.
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO

- FIXAÇÃO INTRAMEDULAR É GERALMETE A PREFERÊNCIA EM CRIANÇAS E


ADOLESCENTES.

- PINO 1.5 – 2.0 mm É SUFICIENTE NA MAIORIA DOS CASOS.

- PINO ULNAR: INSERIDO PROXIMALMENTE, LATERAL A PONTA DO


OLÉCRANO OU DISTALMENTE NO “FLARE” DA ULNA.

- PINO RADIAL: INSERIDO NA METÁFISE DISTAL, EVITANDO A FISE, ATRAVÉS


DE UM ORIFÍCIO OBLÍQUO COM BROCA NO CÓRTEX METAFISÁRIO.
MARTELADO OU GIRADO ATÉ PASSAR O FOCO.
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO

- GERALMENTE, FRATURAS INICIALMENTE COM 100% DE TRANSLAÇÃO


EXIGEM PEQUENA ABERTURA NO FOCO DE FRATURA PARA FACILITAR A
PASSAGEM DO FIO.

- MÚLTIPLAS TENTATIVAS DE PASSAGEM FECHADA DO FIO DEVEM SER


EVITADAS PARA REDUZIR O RISCO DE SÍNDROME COMPARTIMENTAL.

- AMBOS OS OSSOS DEVEM SE ESTABILIZADOS, MAS EM MUITOS CASOS


APENAS A ULNA É SUFICIENTE.
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO

- PINOS DEIXADOS SUPERFICIAIS POR 3 – 4 SEMANAS E RETIRADOS APÓS


PRESENÇA DO CALO OU ABAIXO DA PELE POR 3 – 5 MESES DEVIDO RISCO DE
REFRATURA.

- GESSO SUPLEMENTAR É RECOMENDADO ATÉ CONSOLIDAÇÃO


SATISFATÓRIA, APROXIMADAMENTE EM 6 SEMANAS APÓS FIXAÇÃO.

- PLACA RARAMENTE É UTILIZADA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES, MAS


PODE SER INDICADA EM FRATURAS COMINUTIVAS OU ADOLESCENTES
PRÓXIMOS DA MATURIDADE ÓSSEA.
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO - FIXAÇÃO INTRAMEDULAR
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO - FIXAÇÃO INTRAMEDULAR

- O PRIMEIRO OSSO A SER REDUZIDO DEVE SER, EM TEORIA, O MAIS FÁCIL,


GERALMENTE A ULNA (SUBCUTÂNEO E FACILMENTE PALPÁVEL).

- FREQÜENTEMENTE, O RÁDIO ESTÁ TÃO BEM ALINHADO OU PODE SER


MANIPULADO ATRAVÉS DE ROTAÇÃO APÓS A FIXAÇÃO DA ULNA, QUE O FIO RADIAL
NÃO PRECISA SER COLOCADO.

- TRATAMENTO TARDIO POR PERDA DE REDUÇÃO PODEM DIFICULTAR MUITO A


PASSAGEM DO FIO.
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO - FIXAÇÃO INTRAMEDULAR
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO - FIXAÇÃO INTRAMEDULAR
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO - FIXAÇÃO INTRAMEDULAR
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO - FIXAÇÃO INTRAMEDULAR
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 PÓS-OPERATÓRIO

- A ESCOLHA DA COLOCAÇÃO DE GESSO ADJUVANTE DEPENDE DA RIGIDEZ


DA FIXAÇÃO E DA PREFERÊNCIA DO CIRURGIÃO.

- LOWELL AND WINTER: A FAVOR DE COLOCAÇÃO DE GESSO.

- MANTER A IMOBILIZAÇÃO ATÉ EVIDÊNCIA DE CONSOLIDAÇÃO, EM GERAL 6


SEMANAS.

- FIOS DE K PODEM SER REMOVIDOS APÓS CONSOLIDAÇÃO COMPLETA EM


PROCEDIMENTO AMBULATORIAL.
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 COMPLICAÇÕES

CONSOLIDAÇÃO VICIOSA

- COMPLICAÇÃO MAIS COMUM.

- MAS O REMODELAMENTO PODE SUPREENDER E A FUNÇÃO


RETORNAR APESAR DA CONSOLIDAÇÃO VICIOSA.
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 COMPLICAÇÕES - CONSOLIDAÇÃO VICIOSA

- DEFORMIDADE < 20O  6 – 12 MESES DE OBERVAÇÃO.

- DEFORMIDADE > 30O + LIMITAÇÃO DA ROTAÇÃO + DEFORMIDADE CLÍNICA 


CORRIGIR LOGO QUE ALGUMA RIGIDEZ E MOBILIDADE FOR RECUPERADA.
MAS < 8 – 10 ANOS O REMODELAMENTO PODE SER BASTANTE
SIGNIFICATIVO.

- DEFORMIDADE 20 – 30O  PODE NECESSITAR DE CORREÇÃO PRECOCE


DEPENDENDO DO ASPECTO CLÍNICO, IDADE E LOCAL.
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 COMPLICAÇÕES - CONSOLIDAÇÃO VICIOSA

- A NECESSIDADE DE OSTEOTOMIA É INCOMUM.

- DEFORMIDADE DISTAL EM < 8 ANOS É MAIS PROPÍCIO A REMODELAR-SE.

- MELHORES RESULTADOS COM CORREÇÃO EM ATÉ 1 ANO.

- FIXAÇÃO IM COSTUMA SER SUFICIENTE EM CRIANÇAS JOVENS.


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 COMPLICAÇÕES - CONSOLIDAÇÃO VICIOSA
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FRATURAS DISTAIS DO ANTEBRAÇO -FRATURAS METÁFISE DISTAL
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 ASPECTOS GERAIS

- LOCAL MAIS COMUM DE FRATURA DO ANTEBRAÇO.

- FRATURAS DA METÁFISE DISTAL DOS OSSOS DO ANTEBRAÇO SÃO


COMUNS.

- FATORES DE RISCO: BAIXA DMO / ALTO IMC / COMPORTAMENTO DE RISCO /


MORFOLOGIA DO RÁDIO DISTAL.

- MECANISMO DE TRAUMA: QUEDA SOBRE A MÃO COM O PUNHO PRONADO


E EM EXTENSÃO.
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 FRATURAS UNICORTICAIS (BUCKLE FRACTURES)

- LESÕES ESTÁVEIS E MUITO COMUNS.

- TRATAMENTO DIRECIONADO AO CONFORTO DO PACIENTE E PROTEÇÃO DO


ANTEBRAÇO DE LESÕES ADICIONAIS.

- IMOBILIZAÇÃO COM TALA GESSADA POR 3 SEMANAS.

- DIFERENCIAR DE FRATURAS BICORTICAIS MINIMAMENTE DESLOCADAS OU


ANGULADAS.
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 FRATURAS UNICORTICAIS (BUCKLE FRACTURES)

 TIPICAMENTE NA JUNÇÃO METÁFISE-DIÁFISE


- OSSO CORTICAL DENSO SE TRANFORMANDO EM OSSO MAIS POROSO
METAFISÁRIO.

 METÁFISE DE OSSOS LONGOS:


- PRINCIPALMENTE OSSO ESPONJOSO.
- FINA CAMADA CORTICAL.

 SE UMA FORÇA AXIAL É APLICADA:


- FALHA DO CÓRTEX À COMPRESSÃO.
- PRODUZ TÍPICO ASPECTO DE SALIÊNCIA.
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 FRATURAS UNICORTICAIS (BUCKLE FRACTURES)

 AVALIAÇÃO CLÍNICA:
- TIPICAMENTE SEM EDEMA PORQUE O CÓRTEX INCOMPLETAMENTE QUEBRADO PREVINE O
EXTRAVASAMENTO DE SANGUE AOS TECIDOS PROFUNDOS.

 PRINCIPAIS LOCAIS DE OCORRÊNCIA:


- RADÍO DISTAL (PRINCIPAL)
- FÊMUR DISTAL
- TÍBIA PROXIMAL
- ÚMERO PROXIMAL
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• ASPECTOS GERAIS

- INCOMUM ENVOLVER UM SÓ OSSO.

- RÁDIO QUASE SEMPRE FRATURA COMPLETA.

- A FRATURA DA ULNA PODE APARECER COMO:


FRATURA METÁFISÁRIA COMPLETA / GALHO VERDE METAFISÁRIO / AVULSÃO
DO ESTILÓIDE / FRATURA FISÁRIA DISTAL / DEFORMIDADE PLÁSTICA.

- TRATAMENTO É DIRECIONADO PARA ALCANÇAR UMA REDUÇÃO ESTÁVEL DO


RÁDIO, QUE GERALMENTE ASSEGURA ADEQUADO TRATAMENTO DA ULNA.
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 FRATURAS METAFISÁRIAS NÃO-DESLOCADAS

- IMOBILIZAÇÃO COM GESSO ALTO OU BAIXO POR 4 SEMANAS.

 FRATURAS METAFISÁRIAS DESLOCADAS

- 99% É DESVIO DORSAL.


- CRESCIMENTO SIGNIFICATIVO DA REGIÃO: 8mm/ANO.
- PROXIMIDADE COM A FISE DISTAL.
- ENORME POTENCIAL DE REMODELAMENTO, ESPECIALMENTE NO PLANO
SAGITAL.
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 PARÂMETROS DE REDUÇÃO ACEITÁVEL

< 10 ANOS
 30 – 35O NO PLANO SAGITAL
 20O NO PLANO CORONAL

O GRAU DE ANGULAÇÃO ACEITÁVEL DIMINUI COM A IDADE MAS


15 - 20O NO PLANO SAGITAL TENDO AINDA 1 ANO DE CRESCIMENTO RESTANTE
É ACEITÁVEL.
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 TRATAMENTO CONSERVADOR

- MANOBRA DE REDUÇÃO:
TRAÇÃO / HIPEDEFORMIDADE / RESTAURAÇÃO DO ALINHAMENTO.

- DESVIO ULNAR NO GESSO EVITA DESLOCAMENTO PELO BRAQUIORRADIAL.

- GESSO ALTO = GESSO BAIXO.

- REVISÃO EM 1 – 2 SEMANAS PARA COLOCAÇÃO DE GESSO SUJO.

- IMOBILIZAÇÃO POR 4 – 6 SEMANAS.


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 TRATAMENTO CIRÚRGICO

FIXAÇÃO PERCUTÂNEA COM FIO DE KIRSCHNER

- ESTILÓIDE RADIAL  TRAÇO DE FRATURA  METÁFISE PROXIMAL.


- EVITAR A FISE, MAS FREQÜENTEMENTE É NECESSÁRIO CRUZÁ-LA.
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO
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SH - I

SH - II

SH - III
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 ASPECTOS GERAIS

- SEGUNDA FRATURA FISÁRIA MAIS COMUM (DEPOIS DAS FRATURAS DE FALANGES).

- 15% DE TODAS AS FRATURAS DO ANTEBRAÇO.

- 70 % EM > 10 ANOS.

- 80 % SÃO SALTER-HARRIS TIPOS I E II.

- LESÕES MAIS COMPLEXAS SÃO RARAS, MAS COM ALTO RISCO DE PARADA DE
CRESCIMENTO.
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 TRATAMENTO CONSERVADOR
- REDUÇÃO ANATÔMICA NÃO É NECESSÁRIA PARA AS SALTER-HARRIS TIPOS I E II.

- SH- TIPO II EM < 10 ANOS: 20O DE ANGULAÇÃO / 40% DE DESLOCAMENTO É


ACEITÁVEL.

- TRATAMENTO DE SH TIPO I E II É SEMELHANTE ÀS FRATURAS METAFISÁRIAS DO


RÁDIO DISTAL.

- EVITAR MÚLTIPLAS TENTATIVAS / NÃO REDUZIR > 7 DIAS.

- GESSO 3 – 4 SEMANAS.
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 TRATAMENTO CIRÚRGICO

- SH III E IV.

- FIXAÇÃO COM FIO DE KIRSCHNER.

 FRATURAS FISÁRIAS DA ULNA DISTAL SÃO RARAS MAS COM MUITOS


RELATOS DE PARADA DE CRESCIMENTO.

 AVULSÕES DO ESTILÓIDE DA ULNA ACOMPANHAM 1/3 DAS FRATURAS DO


RÁDIO E NÃO EXIGEM TRATAMENTO.
OBRIGADO