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AS PARÁBOLAS DE JESUS

VISÃO GERAL SOBRE O


EVANGELHO SEGUNDO
MATEUS
QUIASMO DO EVANGELHO DE MATEUS
QUIASMO DO EVANGELHO DE MATEUS

D - O ensinamento e a pregação
do evangelho do reino:
surgimento de oposição

C - O reino C - A glória e a
Estendido sob a sombra: polarização
Autoridade de Jesus progressiva

B - Oposição e
B - O evangelho escatologia:
do reino o triunfo da graça

A - A origem e o A - A Paixão e a
nascimento de ressurreição de
Jesus, o Cristo Jesus
A. A genealogia de Jesus (1.1-17)
B. O nascimento de Jesus (1.18-25)
C. A visita dos magos (2.1-12)
D. A fuga para o Egito (2.13-15)
E. O massacre dos meninos de
Belém (2.16-18)
F. O retorno a Nazaré (2.19-23)
A. Narrativa (3.1—4.25)

1. Passos fundamentais (3.1—4.11)


a) O ministério de João Batista (3.1-12)
b) O batismo de Jesus (3.13-17)
c) A tentação de Jesus (4.1-11)

2. Início do ministério galileu de Jesus


(4.12-25)
a) O início (4.12-17)
b) Chamado dos primeiros discípulos
(4.18-22)
c) Propagação da notícia do reino
(4.23-25)
B. Primeiro discurso: o sermão do monte (5.1—7.29)
1. Cenário (5.1-2)
2. O Reino dos céus: suas normas e testemunho (5.3-16)
3. O Reino dos céus: suas exigências em relação ao Antigo Testamento (5.17-48)
4. Hipocrisia religiosa: sua descrição e subversão (6.1-18)
5. Perspectivas do reino (6.19-34)
6. Equilíbrio e perfeição (7.1-12)
7. Conclusão: chamado para decisão e compromisso (7.13-27)
8. Conclusão transicional: autoridade de Jesus (7.28-29)
A. Narrativa (8.1—10.4)

1. Milagres de cura (8.1-17)


2. O custo de seguir a Jesus (8.18-22)
3. Acalmar a tempestade (8.23-27)
4. Mais demonstração da autoridade de Jesus (8.28-9.8)
5. O chamado de Mateus (9.9)
6. A refeição com pecadores (9.10-13)
7. Jejum e o alvorecer da alegria messiânica (9.14-17)
8. A ressurreição e mais curas (9.18-34)
9. A propagação da notícia do reino (9.35—10.4)
B. Segundo discurso: missão e martírio (10.5-11.1)

1. O cenário (10.5a)
2. A comissão (10.5b-16)
3. As advertências sobre os futuros sofrimentos (10.17-25)
4. A proibição de sentir medo (10.26-31)
5. As características do discipulado (10.32-39)
6. Encorajamento: resposta para os discípulos e para Jesus
(10.40-42)
8. Conclusão transicional: expansão do ministério (11.1)
A. Narrativa (11.2—12.50)
1. Jesus e João Batista (11.2-19)
2. O condenado e o aceito (11.20-30)
3. Os conflitos sobre o sábado (12.1-14)
4. Jesus como o servo profetizado (12.15-21)
5. A confrontação com os fariseus (12.22-37)
6. O fazer a vontade do Pai (12.46-50)
B. Terceiro discurso: as parábolas do reino (13.1-53)
1. O cenário (13.1-3a)
2. Parábolas para as multidões (13.3b-33)
3. Pausa (13.34-43)
4. As parábolas para os discípulos (13.44-52)
5. Conclusão transicional: o movimento em direção a mais
oposição (13.53)
A ESTUTURA QUIASMÁTICA
DAS PARÁBOLAS DO REINO

A - A PARÁBOLA DOS SOLOS


B - A PARÁBOLA DO TRIGO E DO JOIO

C - A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA


D - A PARÁBOLA DO FERMENTO

D - A PARÁBOLA DO TESOURO ESCONDIDO

C - A PARÁBOLA DA PÉROLA DE GRANDE VALOR


B - A PARÁBOLA DA REDE
A - A PARÁBOLA DO DONO DA CASA
AS PARÁBOLAS DO REINO

A ENTRADA NO REINO
A PARÁBOLA DOS SOLOS

A VIDA NO REINO
A PARÁBOLA DO TRIGO E DO JOIO

A DIMENSÃO DO REINO
A PARÁBOLA DO GRÃO DE MOSTARDA
A PARÁBOLA DO FERMENTO

O VALOR DO REINO
A PARÁBOLA DO TESOURO ESCONDIDO
A PARÁBOLA DA PÉROLA DE GRANDE VALOR

A CONSUMAÇÃO DO REINO
A PARÁBOLA DA REDE

A EXPANSÃO DO REINO
A PARÁBOLA DO DONO DA CASA
A. Narrativa (13.54-17.27)
1. Rejeição em Nazaré (13.54-58)
2. Herodes e Jesus (14.1-12)
3. A alimentação das cinco mil pessoas (14.13-21)
4. O andar sobre a água (14.22-33)
5. Resumo transicional de ministério constante e inevitável (14.34-36)
6. Jesus e a tradição dos líderes religiosos (15-1-20)
7. Mais curas (15-21-31)
8. A alimentação das quatro mil pessoas (15.32-39)
9. Outra exigência para um sinal (16.1-4)
10. O fermento dos fariseus e dos saduceus (16.5-12)
11. A confissão de Pedro a respeito de Jesus e o resultado dela (16.13-23)
12. O caminho do discipulado (16.24-28)
13. A transfiguração (17.1-13)
14. A cura do menino epilético (17.14-20[21])
15. A segunda grande predição da paixão (17.22,23)
16. O imposto do templo (17.24-27)
B. Quarto discurso: a vida sob a autoridade do reino (18.1—19.2)
1. Cenário (18.1-2)
2. Humildade e grandeza (18.3-4)
3. A atrocidade de fazer cristãos pecarem (18.5-9)
4. A parábola da ovelha perdida (18.10-14)
5. O tratamento de um irmão pecador (18.15-20)
6. O perdão (18.21-35)
7. Conclusão transicional: introdução ao ministério na
Judeia (19.1-2)
A. Narrativa (19.3—23.39)
1. Casamento e divórcio (19.3-12)
2. Bênção para as criancinhas (19.13-15)
3. A riqueza e o reino (19.16-30)
4. A parábola dos trabalhadores (20.1-16)
5. Terceira mais importante predição da paixão (20.17-19)
6. Sofrimento e serviço (20.20-28)
7. A cura de dois cegos (20.29-34)
8. Eventos iniciais da semana da Paixão (21.1-23.39)
B. Quinto discurso: o discurso do monte das Oliveiras (24.1-25.46)
1. Cenário (24.1-3)
2. As dores do parto (24.4-28)
3. A vinda do Filho do homem (24.29-31)
4. O sentido das dores do parto (24.32-35)
5. O dia e a hora desconhecidos: a necessidade de estar preparado (24.36-41)
6. Ensinamento por meio de parábolas: variações sobre a vigilância (24.21-
25.46)
7. Conclusão transicional: quarta importante predição da paixão e o complô
contra Jesus (26.1-5)
AS PARÁBOLAS SOBRE A VIGILANCIA
O PRINCÍPIO
Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os
anjos dos céus, nem o Filho, senão o Pai. (24.36)
ANALOGIA COM OS DIAS DE NOÉ
Estagnação do povo em meio à pregação sobre o dilúvio. (24.37-39)
PARÁBOLA DO DONO DA CASA E O LADRÃO (24.42-44)
Jesus adverte sobre a imprevisibilidade da sua segunda vinda e a necessidade de
estar vigilante em todo tempo.

PARÁBOLA DOS DOIS SERVOS (24.45-51)


Jesus fala sobre não somente de vigiar passivamente , mas também de
desempenhar responsabilidades designadas pelo mestre.

PARÁBOLA DAS DEZ VIRGENS (25.1-13)


Jesus fala sobre a necessidade de prudência a uma inesperada longa demora

PARÁBOLAS DOS TALENTOS (25.14-30)


A vigilância que deve marcar todos os discípulos de Jesus, não leva à passividade,
mas a desenvolver os recursos que Deus nos confiou até a prestação de contas.

PARÁBOLAS DAS OVELHAS E DOS BODES (25.31-46)


Os verdadeiros discípulos amam uns aos outros e servem o menor dos irmãos com
compaixão; ao fazer isso, eles, sem ter consciência, servem a Cristo.
A - A Paixão e a ressurreição de Jesus (26.6-28.20)
1. A Paixão (26.6—27.66)
2. B. A ressurreição (28.1-15)
3. O Messias ressurreto e os discípulos (28.16-20)