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ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR

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PARA QUE SE POSSA DIZER ‘ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR’ 1 SAMUEL 7.

12 ‘ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR’; não foi sem razão que Samuel disse essas palavras; elas tinham a finalidade de lembrar ao povo a presença de Deus e o pacto feito com ele. Antes de chegar a motivar o povo com essas palavras, Samuel colocou diante dele uma tomada de decisão.

I – VOLTAR AO SENHOR DE TODO O CORAÇÃO.
1. Os filisteus foram uma pedra no sapato de Israel (4-6); o povo vivia

amedrontado e sucumbia nas batalhas (basta lermos o livro dos Juízes). 2. Deus podia fazer algo pelo povo, mas era preciso que eles tomassem atitudes corretas. Muitas vezes queremos ser abençoados, mas insistimos em viver uma vida cheia de incorreções.
3. Samuel faz o convite para que o povo se volte para Deus, mas pede dele

uma prova: “Tirai dentre vós os deuses estranhos e as astarotes” (v.3). Mas o profeta também lhes dá a entender que isso devia ser feito, caso ele voltassem o coração totalmente ao Senhor.
4. “Servi a ele só” (v.3c). Deus não quer que o sirvamos com um coração

dividido. É por isso que Jesus vai dizer mais tarde: “Não podeis servi a Deus e a Mamom” (MT 6.24).
5. Para que Deus agisse no meio do seu povo era preciso mudança, e

Samuel empenha a sua confiança: “Ele vos livrará da mão dos filisteus” (v.3 c). Aquele que quer ver Deus agindo não pode continuar servindo ao Senhor e aos outros deuses de pau e de pedra.
6. O povo consentiu com Samuel, tirando do meio deles as divindades

pagãs, passando a servir somente ao Senhor (v.4). Houve naquele momento interesse em provocar uma mudança.
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II- PREPARAR O CORAÇÃO AO SENHOR
1. “Preparai o vosso coração ao Senhor”. Não bastava apenas tirar fora

os deuses, mas preparar o coração ao Senhor (v.3). Não adiantava tomar decisões pela metade. Não adiantava mudar os hábitos, mas sim o coração.
2. O povo deveria aplicar, fixar o coração no próprio de Deus. As nossas

atitudes são fruto de onde aplicamos o nosso coração: “Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (MT 6.21). O coração fixado em Deus busca as coisas do Reino.
3. Samuel congrega todo o povo para ser o seu intercessor (v.5). O povo se

derramou diante do Senhor em sinal de arrependimento, demonstrado pelo derramar da água e do jejum. O povo reconheceu o seu pecado: “Pecamos contra o Senhor” (v.6).
4. O povo sentiu que não podia viver sem o seu intercessor, e clama a

Samuel que este não cesse clamar em seu favor (v.8). Nós também não conseguiríamos viver sem o intercessor (1 João 2.1).
5. Deus ouviu o intercessor e agiu em favor do seu povo (v.9,10); o povo

se animou para a batalha e venceu os filisteus (v.11).

III – QUAL TEM SIDO O NOSSO MEMORIAL DIANTE DO SENHOR?
1. Samuel como líder teve o cuidado de estabelecer um memorial, para

que as ações do Senhor não fossem esquecidas pelo povo; ele colocou uma pedra que se destacasse entre Mispá e Sem.
2. A pedra recebeu o nome de Ebenézer, que significa pedra de ajuda.

Disse Samuel: “Até aqui nos ajudou o Senhor”. Fosse o seu sentido geográfico ou temporal, o povo tinha com ele a presença do Senhor.
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3. Qual é o memorial que levantamos diante de Deus para que lembremos os seus feitos? Quais são as coisas importantes que têm marcado as nossas vidas, até o ponto de dizermos que o Senhor tem nos ajudado?
4. A nota triste ou a nota que destoa, é que quase sempre, não nos

esforçamos para lembrar as coisas que são feitas para nós e por nós. Talvez isso aconteça por sermos ruins na prática da gratidão.
5. Quem passasse entre Mispa e Sem não teria como não lembrar, que o

Senhor ajudou Israel nas batalhas. Quem passasse entre Mispa e Sem não teria como não lembrar, que o povo fizera um compromisso com o Senhor. O que têm a dizer aqueles que passam por nós? 6. No AT, as estrelas traziam à memória de Abrão a promessa de Deus (Gn 15.5); Josué levantou doze pedras no Jordão (Js 4.1-9); na saída do Egito foi instituída a Páscoa como recordação do grande livramento (Ex. 12.24-27).
7. No NT, a cruz nos lembra o sacrifício de Jesus; a ceia, o seu corpo

moído; o túmulo vazio, a sua ressurreição; no batismo, dizemos a todos que nascemos de novo; no ajuntamento como igreja, mostramos a todos a esposa reunida. CONCLUSÃO Onde está o nosso memorial? Onde estão as coisas que podem aguçar a nossa mente para repensarmos as nossas atitudes? Que a igreja não deixe de lado as coisas que a fazem lembrar que está neste mundo apenas de passagem. Que a igreja deixe sempre diante de si um memorial que a faça lembrar que: “Até aqui nos ajudou o Senhor”. PR. Eli da Rocha Silva 10/05/2009 – Igreja Batista em Jardim Helena – Itaquera
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