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Liderança e motivação na gestão escolar segundo os pressupostos da teoria da liderança situaciona

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO GESTÃO E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA CLAUDETE SILVA DOS SANTOS VALMIR ROGÉRIO E SILVA VÂNIA

DE OLIVEIRA SÁTIRO

LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO NA GESTÃO ESCOLAR SEGUNDO OS PRESSUPOSTOS DA TEORIA DA LIDERANÇA SITUACIONAL

2007

CLAUDETE SILVA DOS SANTOS VALMIR ROGÉRIO E SILVA VÂNIA DE OLIVEIRA SÁTIRO

LIDERANÇA E MOTIVAÇÃO NA GESTÃO ESCOLAR SEGUNDO OS PRESSUPOSTOS DA TEORIA DA LIDERANÇA SITUACIONAL
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, como requisito para a obtenção do título de especialista em Gestão e Organização da Escola.

Maceió 2007

DEDICATÓRIA

[Dedicamos este trabalho aos nossos familiares, por todo carinho e apoio].

.AGRADECIMENTOS Somos infinitamente gratos a Deus por sua presença constante em nossas vidas. Aos colegas de turma por firmarmos uma amizade que com certeza será vindoura. A todos que colaboraram para a realização desse trabalho.

" Blaine Lee . começando por si próprio."O líder que exercita o poder com honra trabalhará de dentro para fora.

desenvolvendo suas ações. passa a exigir competências que estimulem o auto-gerenciamento e. Claudete Silva dos. . 2007. O modelo da liderança situacional baseado na inter-relação entre a quantidade de orientação e direção. desenvolver um estudo relacionado à teoria da liderança situacional. O presente trabalho busca através de um estudo de campo. educação. liderança situacional. apresentando conceitos de liderança. pois é preciso que haja um ambiente favorável para que o Líder possa conduzir as pessoas.Sistema de Ensino Presencial Conectado.SANTOS. Valmir Rogério e. quais suas competências. oferece ao gestor uma oportunidade de melhorar a eficácia do grupo. Monografia (Gestão e Organização da Escola) . motivação. SÁTIRO. 29 folhas. Maceió. Para tanto. RESUMO A transformação vivenciada atualmente nas escolas com a gestão democrática. Palavras-chave: liderança. o papel do gestor. Vânia de Oliveira. antes voltado simplesmente para a execução das tarefas. centra-se no compartilhamento de tarefas para obtenção de objetivos comuns ao grupo. qual o papel e a responsabilidade do líder. maturidade. Liderança e motivação na gestão escolar segundo os pressupostos da teoria da liderança situacional. gestão escolar. É importante que as organizações educacionais busquem uma mudança que permita a prática dessas competências. por conseguinte. poder. tornem as equipes autônomas e empreendedoras. Apresenta os conceitos de liderança situacional. 2007. SILVA. de apoio sócio-emocional dado pelo líder e do nível de maturidade dos subordinados no desempenho de uma tarefa. junto às suas abordagens. Universidade Norte do Paraná. motivação.

SUMÁRIO .

principalmente no seio escolar. A construção dessa relação implica na necessidade de termos um gestor escolar que tenha a . Para que isto ocorra é preciso que sejamos capazes de construir coletivamente uma relação de diálogo. já existia a figura do líder. Tratamos aqui de assuntos relacionados à liderança fornecendo reflexões sobre sua natureza. Educador e educando diferem quanto à motivação. Foi adotada a metodologia de pesquisa de campo. Liderar é preciso. sentindo constantemente grande dificuldade quando necessitam tomar uma decisão importante. onde exista uma efetiva troca de saberes. mas. Refletiremos também sobre a importância das relações humanas numa gestão escolar que conta com a presença de um gestor líder. o modo como se tem sentido a liderança educacional e as relações com a conquista da autonomia. necessidades. possibilitaram ao homem uma profunda reflexão sobre o trabalho em grupo. Além disso. de várias dimensões humanas. As constantes mudanças ocorridas neste final de século. O objetivo deste trabalho é avaliar a influência da liderança na gestão escolar com base nos pressupostos da teoria da liderança situacional de BLANCHARD & HERSEY (1986). políticas e sociais. o pensar coletivo e a resolução de problemas de modo participativo. pais.INTRODUÇÃO Desde os tempos mais remotos. variáveis e difíceis. nem todos os indivíduos estão preparados para uma real autonomia. A justificativa maior para este trabalho é o fato reconhecido que a relação entre família. conteúdos experienciais. Por este motivo. Mas no processo educacional é complexo porque há uma heterogeneidade de personalidades. não impossíveis de trabalhar. onde cada um dos envolvidos tenha o seu momento de fala. nas primeiras tentativas do ser humano de conviver em grupo. desde o nascimento o homem já está habituado a obedecer aos mais velhos. ambas situadas no município de Rio Largo-AL. que tomará por base a realidade apresentada numa escola da rede pública estadual e outra da rede privada. avós e aos professores até o término de sua vida escolar. por estarem acostumados a serem dirigidos. escola e sociedade requer a real participação de cada uma das partes envolvidas. interesses e expectativas.

e trabalhar a maturidade dentro do grupo. que possa influenciar pessoas fazendo-as empenhar-se voluntariamente em objetivos comuns ao grupo. Evidentemente que as escolas cujos diretores praticam um estilo de gestão consultivo e que buscam as opiniões do coletivo criam um ambiente muito mais eficaz. Deve ainda ter um comportamento voltado à orientação. a capacitação. Valores como o comprometimento. acompanhada de pesquisas bibliográficas. organizando as ações da escola. orientar. e colocar em prática o que ouvimos. sabendo selecionar idéias criativas e participativas. desenvolvendo no grupo segurança e confiança pelos liderados. O verdadeiro líder. que possua o desejo de escutar o que está sendo expresso. A participação do líder junto às atividades. análises e reflexão para a construção dos trabalhos prioritariamente deve contemplar o acompanhamento de forma sistemática. Resumindo. inspirando confiança e transmitindo segurança aos seus subordinados. nesse sentido. o verdadeiro gestor é aquele que. é instaurar a ação coletiva. registramos que para a gestão escolar eficaz. é ponto crucial a comunicação. não ordena como chefe. fazendo-as crescer e produzir. Ser gestor-líder é ser alguém que sugere. discussões. o espírito de equipe no interior da escola. participando do processo de forma que venha subsidiar. está um código de valores. pais. nas atitudes de um bom gestor. pode ajudar muito no desenvolvimento profissional. . A auto-realização profissional também é uma conquista da liderança. Um outro aspecto relativo à liderança é que quanto mais comprometido for o líder. Exercer a liderança. Ao analisarmos as questões que envolvem a liderança. motivando assim os participantes do processo na busca de objetivos comuns. e acompanhar os trabalhos junto ao grupo. Implicitamente. Partimos para uma análise envolvendo comunidade. alunos professores. através de seus próprios méritos. observamos que nenhuma liderança pode ser imposta. as informações e o planejamento. É respeitar a capacidade e a iniciativa do pessoal que compõe o quadro humano da instituição de ensino. cumprindo a missão moral. Saber ouvir é uma arte. mais aumenta a sua responsabilidade. Um líder inteligente utiliza sua maturidade emocional para construir uma cultura de respeito mútuo entre as pessoas. corpo técnico e os funcionários da escola.capacidade de liderar eficazmente. bem como a flexibilidade para aceitar idéias que podem ser diferentes das suas. conquista a liderança.

O terceiro capítulo apresenta a análise dos dados obtidos. dando enfoque para a conceituação de liderança e motivação na gestão escolar. avaliando o perfil dos lideres nas instituições analisadas. foram abordados os procedimentos metodológicos empregados nesta pesquisa. segundo a teoria da liderança situacional. Nas considerações finais foi feita uma síntese dos resultados obtidos em nossa pesquisa.Este trabalho está dividido em três capítulos e uma conclusão. para tanto. No segundo capítulo. dentro da linha teórica adotada. foram utilizados métodos de observação direta e questionário para sondagem de características do líder. . O primeiro capítulo traz os pressupostos teóricos que norteiam essa pesquisa.

  .  Objetivos específicos: Avaliar a relação entre os gestores analisados e os pressupostos da teoria da liderança situacional.OBJETIVOS Objetivo Geral: Avaliar a influência da liderança e motivação do gestor escolar para um melhor rendimento da escola como um todo e sua interação com a família e sociedade. escola e sociedade encontrado nas escolas analisadas propicia o cumprimento do objetivo maior da educação de fornecer aos alunos saberes para que se tornem cidadãos críticos e reflexivos. Avaliar se a relação entre os segmentos família.

prover. acompanhar e avaliar planos. é preciso que o diretor vá além. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O estudo da liderança e motivação procura responder a complexas questões sobre a natureza humana. neste capítulo. programar. Reconhecendo a importância do elemento humano para uma gestão e organização escolar eficaz. não estamos falando da falta de pessoas para preencher cargos administrativos. Administradores intervêm apenas de maneira indireta no trabalho dos professores. sem dúvida. criar condições favoráveis ao aproveitamento dos alunos. Porém isso não basta para fazer com que uma escola se aperfeiçoe e mude. LIDERANÇA Em toda parte há uma constante procura por pessoas que tenham a capacidade necessária para liderar eficazmente. Essa falta de liderança não se restringe a área educacional. organizar. 1. nas empresas. tentaremos. Quando lamentamos a falta de líderes em nossa sociedade. facilitar. que atue como líder e influencie diretamente o comportamento profissional dos educadores. Diante de tantas discussões. mas ocorre igualmente no governo. na medida do possível. Para que transformações na qualidade do ensino ocorram. prever e modificar comportamentos futuros. Falamos sobre a falta de pessoas que queiram assumir funções significativas de liderança em nossa sociedade e sejam capazes de exercê-las com competência. desenvolver um referencial teórico que poderá auxiliar os gestores escolares e administradores em geral a entender as motivações que geram determinados comportamentos por parte dos seus funcionários como também.CAPÍTULO 1. nas fundações. visando obter resultados positivos dentro dos objetivos traçados no seu plano de gestão.1. nas igrejas e em todas as outras formas de organização humana. através das técnicas de liderança. vemos no nosso dia-a-dia certa dificuldade dos indivíduos envolvidos de descrever com clareza o que é a liderança . uma dimensão essencial da liderança. Administrar é. Envolve gerenciar recursos financeiros.

2006.e motivação. mas também por sua vontade de fazer as coisas. um colega. Alegações de que a liderança é um dom dado por Deus para algumas pessoas são muito comuns. pela motivação. dos liderados e de variáveis situacionais. Desta definição podemos depreender que o processo de liderança é uma função do líder.. quando esta definição mensiona líder ou liderado. Em toda situação em que alguém procura influenciar o comportamento de outro indivíduo ou grupo. o líder. Cumpre lembrar que. a primeira é o líder potencial e a segunda o liderado potencial. mas como uma habilidade que pode ser desenvolvida e exercitada a cada dia. Leia-se por atitude qualquer estímulo. não importando se esta última é o chefe. Assim.] um processo de ressonância entre dois seres que lhes permitem alcançarem o desenvolvimento a partir da atitude de um deles. subalterno. . 1. MOTIVAÇÃO As pessoas apresentam diferenças entre si não só pela sua capacidade. Um dos pontos principais da teoria situacional é o fato da liderança não ser considerada como um dom. Para BLANCHARD & HERSEY (1986) liderança é o processo de influenciar as atividades de um indivíduo ou de um grupo para a consecução de um objetivo numa dada situação. em um ou outro momento da vida. seja exemplos. On line). Observamos que essa definição não faz menção a qualquer tipo particular de organização. não devemos supor que somente uma pessoa procura influenciar o comportamento de outra. conceitos ou o próprio ato em si. O ato de influenciar e servir são meios utilizados para o objetivo máximo da liderança que é o desenvolvimento do ser (RUFINO. isto é. quer suas atividades se refiram a uma organização política ou à familia. todos tentam exercer liderança. amigo ou parente.2. valores. há liderança.. Adotamos nesse trabalho o conceito de liderança descrito em RUFINO (2006) por estar em harmonia com os referenciais teóricos dessa pesquisa e por descrever a liderança de maneira mais ampla: [. o que faz essas pessoas predestinadas a liderar.

prever e até controlar as atividades de seus funcionários em dado momento? Para isso. como stress. essa visão . que podem ser conscientes ou subconscientes. Nem sempre as pessoas têm consciência dos seus objetivos. Consequentemente. cabe ao gestor saber que motivos ou necessidades das pessoas originam determinada ação em dado momento. Todos nós por vezes nos perguntamos: Por que fiz isso? Nossa mente nem sempre vê conscientemente a razão das nossas ações. A qualquer momento podemos decidir passar de uma atividade ou conjunto de atividades para outra. 1. em muitos casos realizamos mais de uma atividade simultaneamente. como a força física ou a amabilidade. somente aquelas que as tinham eram consideradas líderes potenciais. Como seres humanos. Os motivos são os porquês do comportamento. eram transferíveis de uma situação para outra. desejos ou impulsos vindos do indivíduo e dirigidos para objetivos.3. comendo. dormindo. conversando. Julgava-se que as qualidades pessoais inerentes ao indivíduo. na suposição de que havia certas características. influenciá-lo de maneira positiva para naquele momento resolver a situação. compete ao gestor conhecer os motivos que geraram tal comportamento. Isso levanta algumas questões importantes. Por exemplo. estamos sempre fazendo alguma coisa: andando. A LIDERANÇA SITUACIONAL Durante muito tempo a visão mais comum no estudo da liderança concentrou-se predominantemente nos traços de liderança. que eram essenciais para uma liderança eficaz. quando um professor se irrita facilmente com os alunos sem motivo aparente. trabalhando etc. cansaço físico ou mental. os motivos ou necessidades são as molas propulsoras da ação. Por que as pessoas se envolvem em certas atividades. Nosso comportamento geralmente é motivado pelo desejo de alcançar algum objetivo.A motivação das pessoas depende da intensidade dos seus motivos. e não em outras? Por que mudam de atividades? Como poderá um gestor entender. Como nem todas as pessoas possuem essas qualidades. Resumindo. problemas familiares e. a partir desse diagnóstico prévio. Os motivos podem ser definidos como necessidades. como a inteligência. Provocam e mantêm as atividades e determinam a orientação geral do comportamento das pessoas.

Se fossemos capazes de identificar e medir essas qualidades de liderança. dependendo do nível de maturidade das pessoas que o mesmo deseja influenciar. O enfoque da teoria situacional é o comportamento tal como é observado.das coisas parecia questionar a validade do treinamento de pessoas para assumir posições de liderança. Com essa ênfase no comportamento e no ambiente. Acredita-se que a maioria das pessoas pode aumentar sua eficácia em funções de liderança através da educação. compartilhar e delegar. onde defini-se a maturidade como a capacidade e a disposição das pessoas de assumir a responsabilidade de dirigir seu próprio comportamento. persuadir. há mais estímulo para a possibilidade de treinar as pessoas a adaptar os estilos de comportamento dos líderes às mais diversas situações. Portanto. governamental ou militar e até mesmo na vida familiar.4. A Teoria Situacional surgiu diante da necessidade de um modelo significativo na área de liderança. teríamos condições de distinguir os “predestinados” líderes dos liderados. 1. educacional. do treinamento e do desenvolvimento. Estes estilos formam uma combinação de comportamento de tarefa e de relacionamento. quer se trate de uma organização empresarial. ela pode ser aplicada em qualquer tipo de organização. ESTILOS DE LIDERANÇA Na Teoria Situacional existem quatro estilos de liderança: determinar. o líder que se comporta de um determinado modo ao tratar individualmente os membros do seu grupo e de outro quando se dirigir a este como um todo. e não alguma hipotética habilidade ou potencialidade inata ou adquirida de liderança. entende-se como Liderança Situacional. estabelecendo objetivos e definindo os papéis das pessoas que são dirigidas pelo líder. Num contexto geral. Observe o quadro a seguir: . A ênfase recai sobre o comportamento dos líderes e dos membros dos seus grupos e as diferentes situações.

adm. A maturidade psicológica refere-se à disposição ou motivação para fazer alguma coisa. mas Compartilh não estão dispostas a fazer o que o líder quer. A maturidade de trabalho está relacionada com a capacidade de fazer alguma coisa. Tendo em vista que o estilo de liderança a ser adotado por determinado líder depende do nível de maturidade das pessoas que o mesmo deseja influenciar.htm. 2007. Pessoas que não tem nem capacidade nem vontade de assumir a responsabilidade de fazer algo. não são seguras de si. O líder e o liderado participam juntos da tomada de decisão. Sistemas e Métodos) – Faculdades Integradas Campos Salles. sendo o papel principal do líder facilitar a tarefa e a comunicação. A maturidade divide-se em duas dimensões: maturidade de trabalho e maturidade psicológica. Acesso em 25 mar. Liderança. tem confiança em si mesmas e sentem-se bem nesse aspecto do seu trabalho. referindo-se ao conhecimento e à capacidade técnica. Fonte: MEDEIROS. São psicologicamente maduros. Disponível em: http://www. .maurolaruccia.br/trabalhos/lider2. quando e onde devem executar vá rias tarefas. As pessoas têm capacidade e disposição para assumir Delegar responsabilidades. Este estilo Determinar caracteriza-se pelo fato de o líder definir as funções e especificar o que as pessoas devem fazer. Para maturidade entre moderada e alta. As pessoas possuem capacidade. esse desenvolvimento deve ser realizado ajustando-se o comportamento de liderança. 2000. não necessitando de uma comunicação acima do normal ou de um comportamento de apoio. Monografia (Curso de Organização. Para maturidade entre baixa e moderada. como. Está ligada à confiança em si mesmo e ao empenho. podem ocorrer algumas mudanças. a capacidade e a experiência necessária para executarem certas tarefas sem direção da parte de outros. As pessoas com alta maturidade de trabalho numa determinada área tem o conhecimento. Pessoas que não tem capacidade e sentem disposição para assumir responsabilidades. Independente do nível de maturidade do indivíduo ou grupo. mas ainda não possuem as Persuadir habilidades necessárias. Alexandre Rodrigues et al.Quadro 1 – Estilos de liderança Para maturidade baixa. As pessoas que possuem alta maturidade psicológica julgam que a responsabilidade é importante. por não estarem seguras de si ar mesmas. Na Liderança Situacional está implícita a idéia de que o líder deve ajudar os liderados a amadurecer até o ponto em que sejam capazes e estejam dispostos a fazê-lo. Para maturidade alta. devemos mensurar o que é maturidade numa abordagem situacional. São Paulo. A maior parte da direção a ser tomada neste estilo ainda é dada pelo líder.

Poder de competência: baseia-se na experiência. muito provavelmente um dos seus subordinados. O poder que dispõe pode. ainda.. em virtude do cargo que ocupa na organização. Normalmente quanto mais elevada for a posição. (BLANCHARD & HERSEY. essas bases são definidas conforme abaixo: Poder de coerção: baseia-se no temor. liderança é simplesmente qualquer tentativa de influenciar. pois se estiver nas mãos dele. habilidade e conhecimento que o líder possui e que através de respeito influencia os outros. Um líder com alto poder coercitivo induz ao cumprimento de suas ordens. Um líder com alto poder de legitimidade induz ao cumprimento de suas ordens ou influencia o comportamento dos outros porque esses percebem que ele. Poder de legitimidade: baseia-se na posição ocupada pelo líder. Um líder com alto poder de competência facilita o comportamento de trabalho dos demais. repreensão ou até a demissão.218) Segundo a teoria situacional existem sete bases de poder. tais como execução de tarefas desagradáveis. Portanto. ser retirado por força de lei ou negociação. isto é. enquanto o poder do líder é o seu potencial de influência. PODER Antes de tudo. . o poder é o recurso que permite um líder influenciar os outros ou conseguir a sua submissão.. Esse respeito induz ao cumprimento dos desejos do líder. um outro profissional. porque a desobediência poderá acarretar punições. em breve o terá.] a liderança se define como o processo de influenciar as atividades de um indivíduo ou grupo para a consecução de um objetivo numa dada situação. consequentemente o gestor escolar de hoje tem apenas uma quantidade limitada de poder. p.1. o gestor precisa entender que com a abertura da escola para uma atuação maior da comunidade e com a concepção de uma escola pautada na gestão democrática. De acordo com a linha da pesquisa. Seu poder é finito e transitório. tem o direito de esperar que seus desejos sejam realizados. 1986.5. tanto maior será o poder de legitimidade. identificadas como possíveis meios para influenciar com sucesso o comportamento de outros indivíduos. assim se dá a relação entre liderança e poder: [.

porque querem obter favores ou evitar as ameaças da conexão influente. Um líder com alto poder de conexão induz outras pessoas a cumprir os seus desejos. de promoção ou de reconhecimento. Poder de referência: baseia-se nas características pessoais do líder. admiração e identificação com o líder influencia os outros. Um líder com alto poder de referência geralmente é estimado e admirado pelos outros por causa da sua personalidade. Poder de informação: baseia-se na posse ou acesso. Esta base de poder influencia as pessoas porque estas necessitam de tais informações e desejam estar a par das coisas. por parte do líder a informações consideradas importantes pelos outros. que acreditam que o cumprimento das suas ordens lhes trará incentivos em termos de salário.Poder de recompensa: baseia-se no poder do líder de recompensar os outros. Essa estima. Poder de conexão: baseia-se nas conexões do líder com pessoas importantes ou influentes dentro ou fora da organização. .

A referida instituição é de pequeno porte e faz parte dum conjunto de quatro escolas estaduais que assistem aos munícipes ofertando ensino fundamental de 1ª a 4ª série. O quadro de professores que compõe a escola apresenta-se da seguinte forma: dois professores estão cursando nível superior. ginástica rítmica. ficando registrado em sua agenda pessoal. ainda. sendo a graduação critério obrigatório para admissão. com o agravante das salas não possuírem ventilação adequada. vôlei. com salas amplas e quadra poli-esportiva. a escola revela um quadro crítico. cidade localizada a 30 km de distância de Maceió. a atuação de um monitor na instituição. A escola funciona no período diurno. Há. e apenas um possui nível superior já concluído. bairro Mata do Rolo. um terço deles está tentando ingressar na universidade. é comum observarmos turmas com quantidade superior a quarenta crianças. karatê. próximo ao Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares.1. tem um espaço físico privilegiado. capital do Estado de Alagoas. Estado de Alagoas. como por pais. atendendo apenas no período diurno. tanto pelos alunos. na cidade de Rio Largo. no entanto. o mesmo acontece se comparecerem a escola sem uniforme. No aspecto estrutural. Os alunos têm à sua disposição vários tipos de atividades extra curriculares como balé.CAPÍTULO 2. A Escola da rede privada de ensino está situada à Avenida Fernando Afonso Collor de Melo. METODOLOGIA 2. LOCAL A escola pertencente à rede pública estadual está situada na zona rural. O corpo docente da escola é todo composto por profissionais com nível superior. no município de Rio Largo. futebol de salão. professores e demais funcionários. judô. tendo como unidade mantenedora a Secretaria Executiva de Educação do Estado. no Loteamento Santa Maria. Os alunos são responsabilizados caso cheguem atrasados. funciona com salas de aula que comportam muito bem vinte e cinco alunos em média. . A clientela que a freqüenta é de classe média. Tratando-se de uma escola particular as regras comumente são acatadas.

2. onde trabalha há 24 anos.2. comportamento do gestor em relação aos pais. ambos de nível superior. e reside na cidade de Rio Largo há mais de 15 anos. como: comportamento do gestor em relação aos docentes. maceioense. pais e comunidade escolar. Os estudos foram . rio-larguense. numa escola pública da rede estadual de ensino e assumiu a função por meio de eleição direta entre funcionários. entre duas escolas. Estado de Alagoas.2. tem faixa etária de 40 anos.3. e outra da rede privada. SUJEITOS Partindo do enfoque da liderança e motivação na gestão escolar segundo os pressupostos da teoria da liderança situacional. como também na rede pública estadual. O segundo informante. residente no bairro do Tabuleiro do Pinto. Atua na educação há 22 anos. O primeiro informante tem faixa etária de 43 anos. comportamento do gestor em relação à comunidade onde as escolas estão inseridas. não só na rede privada. esta última situada na área urbana da cidade. é branco. além de fazer parte da equipe pedagógica da 12ª Coordenadoria Regional de Educação do Estado de Alagoas. PROCEDIMENTOS A metodologia apresentada nesta monografia constitui-se através de dados que foram coletados em pesquisa de campo. no ano dessa pesquisa. sendo uma da rede pública estadual que está situada na zona rural do município de Rio Largo. os critérios de escolha dos sujeitos da pesquisa foram: um gestor escolar da rede pública estadual e um gestor escolar da rede privada. Observamos critérios que foram previamente definidos. segundo os preceitos da teoria da liderança situacional. Está exercendo o cargo de diretor pela segunda vez. alunos. gestor da escola da rede privada. do sexo feminino. é branco. comportamento do gestor em relação aos discentes. formados em pedagogia. do sexo feminino. comportamento do gestor em relação ao pessoal que compõe o quadro administrativo. e que exerçam o cargo de gestor escolar no município de Rio Largo. Antes de dirigir a escola o referido informante exercia o cargo de professor na mesma instituição de ensino.

Para garantir a representatividade das amostras que compõem o corpus desta pesquisa. minimizando os entraves do chamado paradoxo do observador. principalmente. . pautados na observação. utilizando as técnicas de coleta de dados descritas em TARALLO (1990). a coleta de dados realizada através de um questionário (ver apêndices) em que os gestores educacionais responderam por escrito. ainda. O referido questionário foi composto de dez perguntas abertas com o objetivo de averiguar a concepção de liderança e motivação e como isso é desenvolvido em sua prática.realizados de forma sistemática e. elaboramos. Cabe ressaltar ainda que as observações foram feitas de forma discreta e sem intervenções.

É o centro operativo de várias relações e funções. Centro operativo não significa que é um indivíduo que se coloca sobre os outros e comanda. o enfrentamento das diversas manifestações ideológicas torna-se imperativo na construção coletiva da função social da escola. bem como de questionários feitos com os gestores escolares existentes nas referidas escolas. reprovação e evasão escolar. essa é uma projeção infantil. ANÁLISE DOS DADOS O Resultado obtido na análise dos dados desse Trabalho de Conclusão de Curso vem de uma observação realizada in loco em duas escolas. a manutenção de uma sociedade capitalista não impede aos sujeitos se oporem a interesses hegemônicos. Contudo. Observa-se. uma da rede pública estadual e outra da rede privada. a pessoa-vetor. Ficou claro em nossa análise que a escola encontra-se numa perspectiva de mudança que ainda não conseguiu dar subsídios para a implantação de uma política de liderança. porque os problemas são com freqüência os efeitos colaterais de nossos êxitos. É substancialmente um estimulador. Achava-se que os antigos problemas do âmbito educacional tinham sido extintos. a repara quando necessário e a aperfeiçoa. o sucateamento da rede física. as contradições da sociedade sempre afloram nos interesses antagônicos de classe. como as grandes taxas de analfabetismo. mas observa-se que muitos desses problemas persistem até hoje. pois.CAPÍTULO 3. sabe-se. a pessoa que controla as operações. Ele é o homem que dá impulso de progresso. portanto que o líder é sem dúvida um estimulador que visa o sucesso do grupo. O líder é alguém que constrói a função. se caracterizam como relações de desprezo pelo bem público e falta de autonomia. embora a escola institucionalmente esteja comprometida com a reprodução do capital no seu modo atual de desenvolvimento. Portanto. e os grupos sociais inevitavelmente expressam seus conflitos em torno de questões específicas. . além de tratamento das questões educacionais com base em relações clientelistas que. Todos esses fatores dificultam ainda mais a atuação do gestor-líder na escola. a desqualificação crescente dos profissionais da educação. Nos valores de um líder deve emanar a consciência da compreensão. projetos de sociedade e idéias. Líder indica o dirigente.

assim deve proceder o líder em relação ao processo de mudança na educação: Os líderes devem entender o processo de mudança e atuar como facilitadores e catalisadores ou seja. exploração. devem ser pacientes e entender que as mudanças não ocorrem da noite para o dia e que as pessoas passam por um ciclo de mudança que compreende negação. pelo bom trabalho exercido pelo gestor quando na condição de professor. ESCOLA PÚBLICA A Escola da rede pública de ensino. Em menor monta. quando se tratava da relação entre os funcionários de suporte administrativo. pois estes últimos já estão habituados com o sistema de mudança da direção escolar em ciclos bianuais.3. traços do poder de recompensa. nesse aspecto. de pensamento. Os professores da escola eram levados a atender suas ordens devido à experiência do gestor.1. devem ser os primeiros a aceitar e implementar as mudanças. O gestor influenciava os funcionários de apoio a realizar determinadas tarefas. dando-lhes em troca alguns dias de folga ou valores em dinheiro. aquele eleito como gestor terá seu poder legitimado diante dos demais funcionários da escola. Assim sendo. o que é natural na relação entre o gestor da escola pública e seus subordinados. claramente observado durante nossa estadia na instituição de ensino. geralmente não relacionadas às suas atribuições. Segundo PAGLIUSO & BEZERRA (2007). segundo as observações. também. aceitação e implementação (PAGLIUSO & BEZERRA. 2007. implantado no Estado de Alagoas. o gestor se valia do estilo de liderança .20). apesar de já estar introduzida na gestão democrática. resistência inicial. Foi apresentado. como agentes dessa mudança. Quanto ao estilo de liderança. que garante a liberdade de expressão. Em relação ao tipo de poder. p. o gestor apresentou traços mais predominantes do poder de legitimidade. ainda assim está arraigada a conceitos errôneos que dificultam o processo de influência e mudança desenvolvimento na equipe escolar por parte do gestor. de criação e de organização coletiva na escola. para que possam ajudar seus colaboradores. também foi observado o poder de referência entre as características do gestor.

tendo em vista que o contato direto com os proprietários induz ao cumprimento de suas ordens . o poder do líder sedimenta-se no chamado poder de conexão. também sobre influencia do poder exercido pelos proprietários do estabelecimento de ensino. Oriundo desse temor gerado pelo poder de coerção dos proprietários da escola. cabendo aos professores. onde as decisões partem prioritariamente através dos donos da instituição. Trata-se de um projeto tradicional. comunicação e análise. A presença do poder de coerção é notável entre todos os funcionários. pois havia maior afinidade entre professores e gestão escolar. 2007. 3. mesmo havendo funcionários que se mostraram com alto grau de maturidade psicológica e de trabalho. tanto que em algumas situações os proprietários devem ser consultados para depois haver um posicionamento por parte da gestão escolar. funcionários e alunos acatar a decisão dos mesmos. As relações de poder apresentadas na escola particular se mostraram bastante peculiares. para que eles possam sensibilizar todos os demais colaboradores da organização (PAGLIUSO & BEZERRA. facilitando a tomada de decisão conjunta. A organização voltada para a excelência busca o engajamento de todos os líderes. Isso é que estimula as pessoas a buscarem a excelência. a partir de seu comportamento ético e transparente. que visa primordialmente aprovação e lucros. p. Já com a equipe pedagógica. pois segundo PAGLIUSO & BEZERRA (2007): O exercício da liderança pressupõe que a Direção sirva de exemplo para todos. ESCOLA PRIVADA A escola da rede privada de ensino mostrou-se pautada numa visão autoritária.2. pois o gestor ao mesmo tempo em que exerce o poder. o estilo predominante era o compartilhar.determinar. de suas habilidades de planejamento. Tal situação dificulta a tomada de posição do gestor e o exercício de sua liderança. inclusive o próprio gestor sofre tal influência.05).

através de um espaço de vivência democrática. ainda não amadureceu na prática social das referidas escolas. LIDERANÇA E EDUCAÇÃO As observações apontam que. enquanto espaço plural de negociação de acordos e conflitos. provocando a nítida separação entre representação e participação política. o que facilita que suas determinações sejam acatadas. vêm assumindo um fim em si mesmo. Tais poderes são fruto do cargo exercido pelo gestor junto à equipe pedagógica da 12ª Coordenadoria Regional de Educação e de sua vasta experiência como professor e coordenador pedagógico. com a descentralização de poderes. O fortalecimento dela. tem distanciado a escola de uma prática ampliada de democracia. portanto crítico. está apenas no plano das intenções.3. nas escolas do município de Rio Largo. Os mecanismos democráticos constituídos para essa vivência. Os poderes de informação e competência também se mostraram presentes nas nossas observações na escola da rede privada. competitivo. pois estes pensam que com isso podem evitar problemas ou obter algum favor. por conseguinte. O que poderia estar sendo consubstanciado através do exercício da cidadania. que é voltada para um projeto coletivo de escola. o que. exaltando o cidadão individualista. tais como o Conselho Escolar e as eleições de diretores. 3. voltado para a construção do sujeito coletivo. na prática. tem se mostrado. mobilizado e capaz de lutar por seus direitos. concentrado no minimalismo da democracia liberal. sem visibilidade quanto à função política. .por parte dos demais funcionários. a gestão democrática.

acertos. alegam que todos devem se envolver. porém. um redirecionamento das medidas de políticas pautadas pelo gerencialismo eficaz ainda se mostra difícil de acontecer. Neste sentido. de modo que. analisar informações e proposições diversas. no cotidiano que vivenciam na escola. desconhecem que a participação conjunta nas tomadas de decisão é uma aprendizagem que. a falta de preparo cultural para. o que se manifesta nas instituições escolares. neste quadro. Desse modo. Mas. como já mencionamos. Não podemos desconhecer que a cultura de liderança e motivação é ainda muito incipiente na sociedade brasileira. A liderança e motivação na gestão escolar é uma dimensão. de forma contextualizada: expressar idéias com . os sujeitos pesquisados em ambas as escolas. capaz de possibilitar condições para a formação e o exercício crítico da participação política. de instrumentos democratizantes abre perspectivas para que um processo de democratização substantiva possa vir a se instalar. atropelos e riscos. ao tratarem do compartilhamento do poder de decisão. tendo como referencial teórico a Teoria da Liderança Situacional. por meio de sua função social. conforme procuramos demonstrar ao longo dessa pesquisa. para que isto ocorra. participarem das decisões escolares. funções que se atritam com os princípios da gestão gerencial. alegam também.CONSIDERAÇÕES FINAIS Nosso objetivo inicial nesse Trabalho de Conclusão de Curso era avaliar a influência da liderança e motivação do gestor escolar para um melhor rendimento da escola como um todo e sua interação com a família e sociedade. desenvolvam as competências que a sociedade demanda. um enfoque de atuação. e que compete à escola desenvolver essa aprendizagem cívico-cultural. tendem a repetir o discurso dominante sobre a incapacidade de tomar decisões por grande parte dos brasileiros. contraditoriamente. Assim. muito embora a existência. seria necessário também. que as escolas estivessem atentas à sua função social de formação para a cidadania e para a solidariedade. dentre as quais se evidenciam: pensar criativamente. um meio e não um fim em si mesmo. de fato. Quase sem distinção. assumindo erros. requer o efetivo exercício da mesma. para tanto. uma vez que o objetivo final da gestão é a aprendizagem efetiva e significativa dos alunos.

para se compreender os fatores impeditivos da construção de um modelo de gestão escolar de caráter democrático. É necessário entendermos. o sentido de educação e de escola se torna mais complexo e requer cuidados especiais. pelo modo como as pessoas nela se relacionam e como a escola se relaciona com a comunidade. Esperamos que nosso trabalho possa trazer alguns esclarecimentos sobre o quanto é substancial a presença do gestor-líder. pensar e debater incansavelmente. pelo modo como nela se trabalha. a relação desse modelo com a função central da escola. adquiram conhecimentos úteis e aprendam a trabalhar com informações de complexidades gradativas e contraditórias da realidade social. pela atitude expressa em relação às pessoas. dentre muitas outras competências necessárias para a prática da cidadania responsável. O aluno não aprende apenas na sala de aula. aos problemas educacionais e sociais. políticas educacionais e realidade cultural travam seu amadurecimento e fortalecimento. esperamos ter evidenciado que. tanto oralmente. que é o trabalho pedagógico.clareza. a escola ainda é uma instituição sobre a qual se precisa escrever. dentre outros aspectos. Empecilhos da estrutura social. como por escrito. Por isso. a partir desse entendimento. política e científica. não obstante a riqueza das diversas teorias elaboradas no campo da educação. econômica. o sentido e o significado de suas instancias democratizantes e. Em síntese. Com esta demanda. empregar a aritmética e a estatística para resolver problemas. seu poder de liderança e motivação. ser capaz de tomar decisões fundamentadas e resolver conflitos. o caráter educativo desse modelo de gestão. pelas ações globais que promove. não é suficiente entendermos apenas os seus aspectos administrativos e burocráticos. o processo de gestão escolar deve estar voltado para garantir que os alunos aprendam sobre o seu mundo e sobre si mesmos em relação a esse mundo. também. Portanto. como condição para o exercício da cidadania responsável. . mas na escola como um todo: pela maneira como a mesma é organizada e como funciona. para o desenvolvimento educacional.

jsp? pagina=membros_espaco_aberto_corpo&idColuna=2302&idColunista=9366.adm. Desenvolvimento interpessoal: treinamento em grupo. 2007. Kenneth H. James C. PAGLIUSO. HERSEY. . Alexandre Rodrigues et al.phtml?combo_ed=95&secao=200. Porque as equipes não funcionam? 10ª ed. Apostila: Desenvolvimento e educação. BLANCHARD. 2007.com. ver. 2002. 2007.catho. São Paulo: Fundação Nacional da Qualidade.br/membros. Disponível em: http://www. BRAUE. ROBBINS. 1986. Acesso em 25 mar. Fernando. Rio de Janeiro: Sextante. Harvey.maurolaruccia.htm. Monografia (Curso de Organização. Liderança integrativa.Campus. Psicologia para administradores: a teoria e as técnicas da liderança situacional. TARALLO. O Monge e o executivo: Uma história sobre a essência da Liderança. FINLEY Michael.administradores. São Paulo.br/trabalhos/lider2. BEZERRA. RUFINO. e ampl. 3ª. Liderança: o fim das cartilhas.1997. MOSCOVICI.com. Sistemas e Métodos) – Faculdades Integradas Campos Salles. Disponível em: http://www. ed. 1995.br/gestao/index. MEDEIROS. 1990. 12 ed. Rio de Janeiro: Ed. AMANA: HUNTER. José Divaldo. 2007. Acesso em 16 abr. 2000. Olímpio. São Paulo: EPU. São Paulo: Ática. Rio de Janeiro: J. Disponível em: http://www. Paulo de Castro. 2004. Cadernos de Excelência: Liderança. Fela. Liderança. A pesquisa sociolingüística. Liderança situacional: os vários papéis do líder. Sérgio Queiroz. Paul. Antônio Tadeu.REFERÊNCIAS BALERINI. Acesso em 16 abr. Cristina.

o que é a liderança? 10. Você vê. Como você interviria nessa situação? 5. O vigia ultimamente anda insatisfeito e não trata as crianças como deveria. o que faz para envolvê-las num projeto da escola? 4. Você observa que o coordenador pedagógico está desatento em relação as suas atribuições dentro da escola. sozinho. A Secretaria de Educação pede para você comunicar um fato aos professores que você sabe que irá desagradá-los.APÊNDICES Questionário aplicado nas entrevistas aos gestores escolares 1. dentro da escola. pode iniciar um processo de mudança na escola? . Como você resolve essa questão? 3. O que você entender por motivação? 9. quando chega ao seu local de trabalho como se comporta? 2. o que você faz para mudar esse quadro? 6. Suponha que existam duas professoras que não conseguem se quer conviver. O gestor. Se você estiver com problemas de ordem pessoal. o que você faz para melhorar essa situação? 7. se um pai se exceder dentro da escola? 8. Que tipo de posicionamento você toma. que o quadro administrativo anda um tanto descuidado. Para você.

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