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animação socio cultural

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  • Animação Sociocultural – Contextos e Práticas
  • Práticas de Animação Sociocultural I
  • Práticas de Animação Sociocultural II
  • Práticas de Animação Sociocultural III
  • Animação Ambiental e do Património
  • Animação e Desenvolvimento Comunitário

CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Animador Sociocultural

PROGRAMA
Componente de Formação Técnica Disciplina de

Animação Sociocultural
Escolas Proponentes/Autores
E. P. e A. da Marinha Grande E P Bento de Jesus Caraça – Del. Beja E P D. Francisco Gomes de Avelar E P de Agentes de Serviço e Apoio Social E P de Educ. para o Desenvolvimento E P Gustavo Eiffel E P do Montijo E P de Setúbal Esc. de Serviços e Comércio do Oeste Carlos Alberto R.S. Silva Maria da Luz Ramos Domingos Dulce Marina Prates Nélia Paula Viegas António Ricardo Maria Odete Martins Ana Luísa Domingos Manuel Babo Cláudia Prates Florbela das Neves Colaço Ana Cristina Silva Martins

ANQ – Agência Nacional para a Qualificação 2008

Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Cursos Profissionais

Parte I

Orgânica Geral
Índice:
Página

1. 2. 3. 4. 5. 6.

Caracterização da Disciplina ……. ……. … Visão Geral do Programa …………. …...... Competências a Desenvolver. ………. …. Orientações Metodológicas / Avaliação …. Elenco Modular …….....………………........ Bibliografia …………………. …………. ….

2 2 3 3 5 6

1

Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Cursos Profissionais

1. Caracterização da Disciplina
O programa da disciplina de Animação Sociocultural, integrado na componente de formação técnica do curso profissional de Animador Sociocultural, cobre um vasto leque de temáticas, aos níveis do saber saber, saber fazer e saber ser, necessárias à prática da Animação Sociocultural nos seus diferentes domínios. Tendo em conta que a Animação Sociocultural é uma forma de intervenção social, cultural e educativa que, no séc. XXI, deve ser entendida de uma maneira sistémica, possibilitando o desenvolvimento de estratégias concertadas como resposta aos novos desafios e realidades das comunidades, o programa realça, entre outras, as questões históricas do aparecimento e desenvolvimento da Animação Sociocultural, os seus diferentes contextos e práticas, bem como as questões inerentes à actividade profissional que se prendem com o perfil e o estatuto do animador. Numa perspectiva “animada”, a intervenção do animador, enquanto agente de desenvolvimento, levao a posicionar-se como um mediador e potenciador da autonomia dos grupos, procurando que estes tomem consciência da sua realidade e encontrem maneiras de resolver e transformar as condições da sua existência, promovendo, deste modo, uma cidadania de pleno direito. Assim, a disciplina de Animação Sociocultural tem como finalidade contribuir para o desenvolvimento das vertentes pessoal, social e profissional de cada aluno, preparando-o para o exercício competente e consciente da sua profissão.

2. Visão Geral do Programa
O programa da disciplina de Animação Sociocultural pretende ser um documento orientador da prática lectiva, contemplando um conjunto de conteúdos programáticos que permitem, na área da Animação Sociocultural, adquirir competências, bem como desenvolver aptidões orientadas no sentido de construir o perfil profissional adequado ao técnico, futuro animador sociocultural, para uma integração plena no mercado de trabalho. A disciplina integra o plano curricular do curso nos três anos do ciclo de formação, com uma carga horária de 350 horas, correspondentes a treze módulos, sendo que estes, preferencialmente, deverão ser repartidos pelo ciclo de formação, do seguinte modo: no primeiro ano, os quatro módulos iniciais, que perfazem um total de 118 horas; no segundo ano, os cinco módulos seguintes, que perfazem um total de 132 horas; no terceiro ano, os últimos quatro módulos, que perfazem um total de 100 horas.

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demonstrativas e activas em contexto de sala de aula e. 3 . tendo em vista a sua adequação/ exequibilidade em conjunto com o perfil de competências dos futuros profissionais. Competências a Desenvolver Com este programa. A avaliação fornecerá igualmente elementos de controlo sobre a organização do processo educativo. os conhecimentos adquiridos. individualmente ou em grupo. educativo e cultural. sob orientação técnica. 3. específicas de cada região onde a escola se insere.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais Dos treze módulos que compõem o programa da disciplina. Quanto às metodologias a utilizar em contexto de sala de aula. e. Nesta medida. pretende-se que os alunos conheçam as problemáticas fundamentais da Animação Sociocultural. o aluno deverá ser estimulado a uma participação activa na construção do conhecimento com a orientação do docente. por outro lado. devendo ser seleccionados de um leque de oito módulos. metodologias de aprendizagem em situação de contexto de trabalho. no sentido de colmatar necessidades de carácter social. os quais pretendem dar uma maior abrangência da disciplina. o aluno deverá. consolidará saberes e adquirirá capacidade crítica para questionar esses mesmos conhecimentos. 4. bem como colocar à disposição do docente uma panóplia de âmbitos de intervenção na área da animação. privilegiar-se-ão. Quanto às metodologias a utilizar em contexto de trabalho. por um lado as metodologias interrogativas. dominem metodologias e técnicas que permitam uma gestão eficaz dos mesmos. Cabe às escolas gerir a pertinência da escolha dos módulos opcionais. A avaliação será fundamentalmente de natureza contínua e pressupõe a participação e responsabilização de todos os intervenientes do processo de ensino/ aprendizagem. quatro são módulos opcionais. sejam capazes de conceber. Orientações Metodológicas / Avaliação A metodologia a utilizar pretende valorizar o aluno centrando-se no seu processo de aprendizagem. sejam sensíveis à necessidade de uma formação contínua para o bom exercício da sua actividade profissional. pôr em prática. Dessa maneira. em simultâneo. permitindo identificar as alterações que a própria escola ou qualquer um dos seus intervenientes concluam ser necessário introduzir nas condições de ensino/ aprendizagem. sem diluir a responsabilidade profissional de cada um dos docentes. desenvolver e avaliar projectos que se ajustem à realidade das comunidades com que trabalham. A avaliação terá como um dos seus objectivos centrais verificar a aquisição e domínio das competências e capacidades previstas no plano de formação.

4 . O conselho de turma. São agentes do processo de avaliação: O próprio aluno. Avaliação descritiva e qualitativa. Aquisição de metodologias de trabalho. envolvendo diversas formas. Os restantes formandos do grupo turma.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais A avaliação refere-se sempre a objectivos e critérios de desempenho definidos. cuja participação deverá ser solicitada. Outros elementos exteriores à escola. enquanto elemento de ratificação das classificações. que tenham participado no processo de ensino/aprendizagem. Avaliação sumativa. O(s) docente (s) que lecciona (m) a disciplina. atitudes e comportamentos. Avaliação contínua. Educação de capacidades. A avaliação processa-se segundo quatro vertentes: Avaliação formativa. enquadrados necessariamente em três vertentes: Aquisição de competências e domínios das aprendizagens.

Contextos e Práticas Práticas de Animação Sociocultural I a) Módulo Opcional Perfil e Estatuto Profissional do Animador Deontologia e Animação Sociocultural Práticas de Animação Sociocultural II Noções Básicas de Saúde e Socorrismo a) Módulo Opcional Práticas de Animação Sociocultural III Higiene e Segurança no Trabalho a) Módulo Opcional a) Módulo Opcional 24 36 36 21 24 30 36 21 21 36 24 21 21 a) Módulos Opcionais Duração de referência (horas) Número Designação A B C D E F G H I Animação Sócio Educativa Animação na Terceira Idade Intervenção em Espaços Culturais Animação Ambiental e de Património Animação Turística e Desportiva Associativismo e Animação Animação e Desenvolvimento Comunitário Gestão de Projectos de Animação Animação de Bibliotecas 21 21 21 21 21 21 21 21 21 5 . Elenco Modular Duração de referência (horas) Número Designação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 História da Animação Sociocultural Animação Sociocultural .Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais 5.

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Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais Parte II Módulos Índice: Página Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Módulo 4 Módulo 5 Módulo 6 Módulo 7 Módulo 8 Módulo 9 História da Animação Sociocultural Animação Sociocultural-Contextos e Práticas Práticas de Animação Sociocultural I Módulo Opcional Perfil e Estatuto Profissional do Animador Deontologia e Animação Sociocultural Práticas de Animação Sociocultural II Noções Básicas de Saúde e Socorrismo Módulo Opcional 16 18 20 37-61 23 25 28 30 37-61 32 34 37-61 37-61 37 40 42 44 47 50 52 54 57 Módulo 10 Práticas de Animação Sociocultural III Módulo 11 Higiene e Segurança no Trabalho Módulo 12 Módulo Opcional Módulo 13 Módulo Opcional Módulo A Módulo B Módulo C Módulo D Módulo E Módulo F Módulo G Módulo H Módulo I Animação Sócio Educativa Animação na Terceira Idade Intervenção em Espaços Culturais Animação Ambiental e do Património Animação Turística e Desportiva Associativismo e Animação Animação e Desenvolvimento Comunitário Gestão de Projectos de Animação Animação de Bibliotecas 15 .

particularmente. Para isso é importante dar a conhecer as noções essenciais e transversais que contribuíram para o surgimento e implementação da animação sociocultural na Europa e.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 1 História da Animação Sociocultural Duração de Referência: 24 horas 1. sensibilizando-os para o binómio educação/ animação e para as potencialidades da animação sociocultural como uma “outra” forma de educação cada vez mais consolidada. com este módulo. Deve. em Portugal até ao início do século XXI. sensibilizar os alunos. na sociedade actual. Reconhecer os fundamentos da animação sociocultural. sensibilizar-se o aluno para a dimensão humana da profissão. Reconhecer a importância das práticas sociais. quer no plano formal quer no plano operacional. para a importância da profissão de animador sociocultural. através de diferentes projectos. para os valores democráticos e de cidadania inerente à mesma e para a pertinência relacional desta. ainda. Deve. Identificar as fases do surgimento e desenvolvimento da animação na Europa. através da sua história. também. destacar-se a relevância das profissões sociais de uma forma geral e da animação sociocultural em particular. Caracterizar o contexto sociocultural que enquadrou o aparecimento da animação. 2. Objectivos de Aprendizagem Identificar os conceitos fundamentais do âmbito sociocultural. Apresentação Pretende-se. 16 .

Madrid: Nancea. G. A animação Sociocultural enquadrada nas práticas da educação não formal 7. Quintas. Barcelona: Oikos-Tau.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 1: História da Animação Sociocultural Cursos Profissionais 3. não formal e informal 3. (1992). (1995). Amarante: Intervenção. educativa e cultural – eixos centrais da intervenção 8. . A animação sociocultural como uma forma de educação contínua 2. (2002). M. Ventosa. M. Para Comprender la Animación Sociocultural. Âmbito dos Conteúdos 1. M. (1991). Debesse. Educação de adultos 5. Teorías. (Coord. Animação Sociocultural: conceito 6.(1997). Madrid: Editorial CCS. Fuentes de la Animación Sociocultural en Europa. .V. Verbo Divino . Bibliografia / Outros Recursos Livros: . . La Animación Sociocultural. Origem e evolução da animação sociocultural em Portugal 4.. M e Mialaret. A animação enquanto prática de intervenção sociocultural organizadora de grupos humanos 9. Fundamentos de Animación Sociocultural. 17 . Froufe e González Sanchez. (1988). Perspectiva histórica da animação sociocultural na Europa. Animação Sociocultural em Portugal. A animação social. Animación Sociocultural:.). Estella. J. J. J. Lopes. Besnard. Educação formal. Barcelona: Editorial Ariel . 10. Barcelona: Paidos Educador . (2006). Programas y Ámbitos. La Animación Sociocultural. Quintana Cabanas. Trilla. P. Educação permanente 4.

Os pressupostos da animação sociocultural 2. As áreas de intervenção em animação sociocultural: saúde. Aplicar as metodologias de intervenção em animação sociocultural. desporto.3. de forma específica. turismo e ambiente 18 .1. património. abordando as metodologias de intervenção. Solidariedade e voluntariado 2. Os alunos deverão também familiarizar-se com os âmbitos e áreas de intervenção que serão posteriormente abordados. Âmbito dos Conteúdos 1. lazer. 3. Participação e motivação 2. acção social. educação. Cidadania e democracia 3. Capacitação e qualidade de vida 2. cultura. Pretende-se ainda que os alunos percebam a animação sociocultural como uma tecnologia social fundamentada cientificamente nas diversas Ciências Sociais. Reconhecer os âmbitos e áreas de intervenção da animação sociocultural.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 2 Animação Sociocultural – Contextos e Práticas Duração de Referência: 36 horas 1. nos módulos opcionais. Objectivos de Aprendizagem Caracterizar o conceito e os pressupostos da animação sociocultural. Âmbitos de intervenção da animação sociocultural: a comunidade. Mudança e desenvolvimento social 2. A animação sociocultural enquanto actividade social – a transformação da realidade social 2.2.5. Apresentação Este módulo constitui-se como um espaço de aprofundamento dos conceitos abordados no módulo anterior e de interiorização dos pressupostos fundamentais da animação sociocultural. Identificar os possíveis grupos alvo de intervenção.4. os grupos e as organizações 4. com realce para os modelos sistémico e de investigação/ acção. 2.

Editorial CCS. Os grupos-alvo – enquadramento e contextualização 6. . .P. O Léxico do Animador. Para Comprender la Animación Sociocultural. Animação Sociocultural. . Porto: Edições Afrontamento. et al (2000). (Coord. Aguileta. Modelos de intervenção em animação sociocultural 6. (1998). Ventosa. Manual del Monitor de Tiempo Livre. et al (1990). La Animación Sociocultural: una Propuesta Metodologica. Teorías. . El Voluntariado en la Accion Sociocultural. A Cidadania. A investigação acção 7. . Lisboa: Editorial Estampa. . . Limbos. Lisboa: Livros Horizonte. Verbo Divino. Estella. S. Trad. M. Madrid: Editorial Popular. Quintas. E. (1995). M. Henriques. Metodologia das Ciências Sociais. Educação para a Cidadania. 19 . Animación Sociocultural:.). M. Silva. Madrid: Editorial Popular. E.E. I. (1976). (1988). C. Programas y Ámbitos. Lisboa: Plátano Editora. Metodologia de La Intervencion en Trabajo Social. AA. . . Froufe e González Sanchez. Ander – Egg. (1986). M. (1992).Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 2: Animação Sociocultural – Contextos e Práticas Cursos Profissionais Âmbito dos Conteúdos (cont. . J. O modelo sistémico 6. A. Metodologias de intervenção em animação cultural: processos e técnicas 4.VV. V. Barcelona: Editorial Ariel. J.) 5. Bibliografia / Outros Recursos Livros: .2. (1989). (1999). Barbalet. Robertis.(1997). Trilla. Barcelona: S. Madrid.1. C. Vila Real: ANASC – Associação Nacional de Animadores Socioculturais.ª Helena Fernandes.

adquiram competências nas seguintes áreas: − − − Observação dos contextos socioculturais em que se inserem os indivíduos e os grupos e consequente identificação dos problemas com que esses se confrontam. Revelar capacidade de observação da realidade sociocultural com vista à identificação de problemas susceptíveis de poderem ser trabalhados numa perspectiva de animação sociocultural. estando o aluno a trabalhar as várias fontes de informação disponíveis. Necessidade de tomar como ponto de partida de qualquer projecto de animação sociocultural algumas hipóteses de trabalho que. por um lado. Para o efeito. Investigações dos problemas identificados. 20 . Objectivos de Aprendizagem Revelar capacidade de integração de conhecimentos. pretende-se que os alunos. que os alunos adquiram uma maior familiaridade com algumas etapas do trabalho de projecto. Identificar a importância das hipóteses de trabalho como linhas orientadoras do trabalho de projecto. através do desenvolvimento das “Práticas de Animação Sociocultural I”. 2. com este módulo. desenvolvam a consciência de que qualquer projecto de intervenção deve ser sustentado por uma rigorosa observação e por um estudo aprofundado dos problemas identificados e susceptíveis de serem trabalhados numa perspectiva sociocultural. deverão ser propostos trabalhos práticos de modo a que os alunos.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 3 Práticas de Animação Sociocultural I Duração de Referência: 36 horas 1. integrem os conhecimentos adquiridos nas várias áreas disciplinares e. sejam elas bibliográficas ou outras. na fase da intervenção. tomando contacto com as várias fontes de informação. por outro lado. Apresentação Pretende-se. Aplicar técnicas de investigação. serão confirmadas ou não. Em suma.

bairro 1. procurando modelos teóricos que possam servir de base ao trabalho a desenvolver 4. J.4. (1995). (1992).ª J. . A. Diagnóstico Social – Conceptos y Metodología. . Observação da realidade e identificação de problemas 1. Meio social envolvente: concelho. . Ander . Lisboa: Texto Editora. (1988).Egg. profissões. Buenos Aires: Editorial Lumen. Censos 1991 – Recenseamento da População e da Habitação. J. Sociologia. Revisão bibliográfica 3.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 3: Práticas de Animação Sociocultural I Cursos Profissionais 3. instrução escolar. (1998). (1996). .2. Giddens.1. Madrid: Paraninfo. A. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. L. Caracterização dos utentes da instituição: distribuição por valências. R. Direcção da revisão bibliográfica em função do(s) problema(s) seleccionado(s). 21 . Técnicas de Investigación Social. Frada. Lisboa: Edições Cosmos. e Idáñez. . projectos em curso. Selecção do(s) problema(s) que seja(m) pertinente(s) para ser(em) trabalhado(s) numa perspectiva sociocultural 3.1. projectos previstos 1. Como Elaborar un Proyecto. freguesia. S. Ander – Egg. sexo. B. Gerir o Trabalho de Projecto: um Manual para Professores e Formadores. Valência onde é desenvolvido o estágio: identificação de problemas e sua manifestação (problemas susceptíveis de serem trabalhados numa perspectiva de animação sociocultural) 2. Linhas explicativas (empíricas/ teóricas) sobre a maneira de abordar o(s) problema(s) 4. idades. Castro.3. Instituição: história. Ander – Egg. (1999). Definição do problema 2. M. O Léxico do Animador. INE (1991).1. Guia Prático para a Elaboração e Apresentação de Trabalhos Científicos. outras distribuições consideradas relevantes 1. Buenos Aires: Lumen. E. (1999). Âmbito dos Conteúdos 1. . A. E. Vila Real: ANASC – Associação Nacional de Animadores Socioculturais. Levantamento de hipóteses de trabalho 4. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. C. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . .1. Bravo.

. Metodologia das Ciências Sociais. Ventosa. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Em Busca de um Mundo Melhor. Madrid: Editorial CCS. . Barcelona: Editorial Ariel. R.) Estatísticas Demográficas. Lisboa: Gradiva. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. Quivy.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 3: Práticas de Animação Sociocultural I Cursos Profissionais Bibliografia / Outros Recursos (cont. K. J. (1986). Trad. M. Limbos. Lisboa: Livros Horizonte. Fuentes de la Animación Sociocultural en Europa.ª Helena Fernandes. (Coord. (2002). .d. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística.(1997). Programas y Ámbitos. Silva. S. 22 . Censos 2001 – Recenseamento da População e da Habitação. (1992). .V. . Porto: Edições Afrontamento. INE (s.). . . Animación Sociocultural: Teorías. Popper. INE (2001). Animação Sociocultural. E. Lisboa: Editorial Fragmentos. (2005). A. (1976).) . J. Trilla.

Reconhecer a importância do animador como facilitador do desenvolvimento de diferentes competências nos indivíduos/ grupos com quem desenvolve o seu trabalho. social. sensibilizando os alunos para a construção continuada da sua identidade profissional nas dimensões saber. a intervenção tem subjacente um processo de mudança intencional. A articulação destes factores e recursos pressupõe: − − A aplicação e contextualização teórica das aprendizagens. Reconhecer a necessidade de formação contínua por parte do animador sociocultural. 2. O enquadramento da dimensão prática do "ofício" de Animador. Objectivos de Aprendizagem Caracterizar o perfil profissional do animador sociocultural. Decorrente disto. Apresentação Em animação. cultural e institucional e ser mobilizador de todos os recursos disponíveis – financeiros. articulado e participado. Este processo de mudança deve considerar no seu todo o factor económico.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 5 Perfil e Estatuto Profissional do Animador Duração de Referência: 24 horas 1. saber fazer e saber estar. quer na teoria quer na prática. 23 . global. deve operacionalizar-se um conjunto de actividades que permitam. saber ser. político. Reconhecer o papel do animador sociocultural na actualidade. Tomar conhecimento do estatuto do animador sociocultural. humanos e materiais. categorias profissionais e níveis de formação (anasc). reflectir a importância do exercício da animação.

Perfil de competências do animador sociocultural 4.(1997). Metodología y Pratica de la Animación Sociocultural. Perspectivas profissionais do animador sociocultural 5. Âmbito dos Conteúdos 1. Buenos Aires. Ediciones Circus. M. Barcelona: Editorial Ariel. Animación Sociocultural: Teorías. (Coord. Programas y Ámbitos. aptidão e vocação 4.Egg. (1994). .). Lopes. Amarante: Intervenção. (2006). A formação contínua do animador sociocultural como estratégia de valorização e actualização 6. 24 . Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Ander . Reflexão individual e de grupo: deveres e direitos. Animação Sociocultural em Portugal. . J. Papel e funções do animador sociocultural 3. E. Trilla. Tipologia do animador sociocultural 2.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 5: Perfil e Estatuto Profissional do Animador Cursos Profissionais 3.

1. 3. enquanto fim em si mesmo. 2. Escalas de valores 1.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 6 Deontologia e Animação Sociocultural Duração de Referência: 30 horas 1. conceitos. aos níveis do saber. do estar e do ser. do fazer. Identificar os princípios da cidadania face à participação activa na sociedade. Objectivos de Aprendizagem Revelar capacidades de equação de questões relacionadas com a complexidade do mundo laboral. Valores humanos: pressupostos fundamentais da ética e valores humanos essenciais 1. Deontologia: noção. factores favoráveis e/ ou desfavoráveis ao seu desenvolvimento 2. Apresentação Este módulo situa-se. Caracterizar a dinâmica das relações a estabelecer com os utentes nas várias valências. é específico deste tema a noção dos deveres inerentes à profissão de animador sociocultural e suas implicações no trabalho. Valores e contra valores 2. A consciência moral: origem. fundamentos 1. Assim.1. Pressupostos básicos 1. em especial. A pessoa enquanto sujeito de direitos e deveres 2. bem como a relação com o utente e os demais intervenientes no processo. Conflito de valores 1.3.2.4. em geral.3. mas trata.6.2. a dimensão do estar e do ser na compreensão do outro. Âmbito dos Conteúdos 1. Valores: conceito e tipos de valores 1. Actos humanos e actos do homem 2. Apelo ético do homem 25 .5.

assiduidade e pontualidade. A defesa dos direitos do homem através dos documentos mais marcantes ao longo da História 3. honestidade. etc. o homem sujeito de direitos e deveres 3. A moral e o direito: semelhanças e diferenças 2. marginal. legalidade e ilegalidade.6. diligência. lealdade. interpretação.5. jovem.5. O Cristianismo e a sua influência no Direito e nos direitos e deveres 3.4.1. Os utentes e os seus direitos 4. A Declaração Universal dos Direitos do Homem: pressupostos. O utente: estatuto e direitos 4. A moral social 2. acto legal e acto moral. idoso.2.1. sentido de justiça. O dever de respeitar e promover a liberdade e privacidade do utente: criança. A educação e auto-educação para a solidariedade 26 . evolução 3.1.) 5. Os deveres para com a família do utente: suas necessidades e direitos 5. O Decálogo: origem. objectivos. adolescente. A moral natural 2. solidariedade. adesão e aplicação 4. direitos e deveres. O Código de Hamurábi 3. As leis: origem e fundamento. a consciência e as leis. A prestação de serviços ao domicílio 5. O trabalho em instituições públicas ou privadas 5.) 2. O voluntariado na própria profissão 5. O trabalho voluntário: sua importância e valor 5.4.2. responsabilidade. contexto.4. conteúdos. O trabalho remunerado: deveres do trabalhador (competência. conhecimento.2.3. Normas que regulam a prestação de serviços 5.6.3. dedicação.3.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 6: Deontologia e Animação Sociocultural II Cursos Profissionais Âmbito dos Conteúdos (cont. humanidade. enfermo.7. disponibilidade. carenciado 4.

Mora. Lisboa: Plátano Editora. Lisboa: Imprensa Nacional — Casa da Moeda.. Clarke. Morin. Livro Ilustrado de Mitos: Contos e Lendas do Mundo. . Ética e o Futuro da Democracia. Sófocles (1957). Cunha. . J. Kramer. Felicidade: Um Trabalho Interior. . Ética para um Jovem. Lisboa: Clássicos Sá da Costa. . Schaffer-Guignier. Aristóteles (2004).América. P. . R. Sartre. Henriques. Antígona. As Moscas. (1991). J. . J. (1987). . A Essência das Religiões. Ética a Nicómaco. A República. . Lisboa: Edições Cosmos. J. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. (1977). Eliade. J. . Do Universo ao Homem. Lisboa: Edições Colibri/ S. Lisboa: Editorial Presença. . L.F. Electra. Lisboa: Edições 70. O. Lisboa: Livros do Brasil.(1991). Lisboa: Edições Paulistas. . . Kisnerman. . Coord. A Solicitude Social da Igreja: Carta Encíclica “Sollicitude Rei Socialis”. . . J. Constituição da República Portuguesa (1979). J. Neil. Lisboa: Clássicos Sá da Costa. Malinowski. E. Savater. Ética para o Serviço Social. (1996). (1986). Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Lisboa: Círculo de Leitores. Petrópolis: Vozes. J. . Lisboa: Editorial Presença. M. . Lisboa: Publicações Europa América. (1975). (1974). . Ética e Educação. O Sagrado e o Profano. Lisboa: Edições Paulistas. P. Alves. 27 . (1983). Trad. C. N. Paulo II. Platão (1983). Ecologia e Cristianismo. (1996). Lisboa: Universidade Católica Portuguesa. O Contrato Social.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 6: Deontologia e Animação Sociocultural Cursos Profissionais 4. et al (2000). Rousseau. (1998).P. Porto: Civilização Editora. . Sófocles (1957). Lisboa: Publicações D. F. M. O Trabalho Humano: Carta Eucarística “Laborens Exercem”. Powel. Dicionário de Filosofia. . F. . Lisboa: Quetzal Editores. Magia. (1988). B. (1988). O Homem Uma Espécie a Proteger. Tratado de História das Religiões. Paulo II. Quixote. Porto: Editorial Perpétuo Socorro. (1977). Lisboa: Edições Paulistas. . Lisboa: Edições 70. Lisboa: Publicações Europa . Educação para a Cidadania. P. Eliade. et al (1985). O Paradigma Perdido: a Natureza Humana. Ciência e Religião. (1999). (1993). . Joaquim Farinha Santos Tavares. A. M.(1974).

1. Também neste módulo se pretende que o aluno faça utilização dos vários conhecimentos obtidos nas áreas sociocultural. Identificar e gerir os recursos disponíveis para o desenvolvimento do trabalho de projecto. dessa maneira. Objectivos: as metas a alcançar no final do trabalho de projecto.4.2. pretende-se que os alunos concebam formas de intervir junto dos indivíduos e dos grupos e ponham em prática o que conceberam.1.3. concorram para resolver/ atenuar o(s) problema(s) seleccionado(s) e testar as hipóteses adiantadas 1. Grupo alvo do projecto: em que medida se faz(em) sentir o(s) problema(s) seleccionado(s) no grupo de pessoas alvo do projecto 1. Seleccionar e justificar os métodos e as técnicas utilizadas. tendo sempre em conta o(s) problema(s) seleccionado(s) e as hipóteses de trabalho avançadas 1. Recursos: indicação dos recursos utilizados no decorrer do trabalho de projecto 2. Aplicar as formas de intervenção concebidas. Acções desenvolvidas e objectivos alcançados em cada acção: trabalhos práticos que envolvam as pessoas que compõem o grupo alvo e que sirvam para alcançar os objectivos definidos e. científica e técnica que compõem o curso. Métodos e técnicas: 2. Apresentação Pretende-se. Explicitação dos métodos e técnicas utilizados no decorrer do trabalho de projecto 28 . Âmbito dos Conteúdos 1. dar sequência ao trabalho desenvolvido em “Práticas de Animação Sociocultural I”. Assim. Objectivos de Aprendizagem Elaborar formas de intervir na realidade em termos de animação sociocultural. 2. com este módulo. 3.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 7 Práticas de Animação Sociocultural II Duração de Referência: 36 horas 1. Intervenção na realidade 1. não perdendo de vista os problemas identificados na fase da observação e as hipóteses de trabalho formuladas sobre esses problemas.

Censos 1991 – Recenseamento da População e da Habitação. Frada. J. (1992).d. Diagnóstico Social – Conceptos y Metodología. Quivy.. B. K. e Idáñez.ª Helena Fernandes. A. Buenos Aires: Editorial Lumen. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Técnicas de Investigación Social. Buenos Aires: Lumen. Lisboa: Texto Editora. E. Lisboa: Edições Cosmos. (1996). (2002). (1998). . Lisboa: Gradiva. (2005). . . Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. . Castro. Ventosa. S. Limbos. .Egg. E. Guia Prático para a Elaboração e Apresentação de Trabalhos Científicos. INE (s.ª J. (1995). (1999). INE (2001). L. Animação Sociocultural. Trilla. . (1988). E. J. . . Programas y Ámbitos. Ander – Egg. Madrid: Paraninfo. Em Busca de um Mundo Melhor. Gerir o Trabalho de Projecto: um Manual para Professores e Formadores. A. S. Bravo.(1997). J. O Léxico do Animador. . Popper. Lisboa: Livros Horizonte. INE (1991). . Giddens. Censos 2001 – Recenseamento da População e da Habitação. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. (1992). . Manual de Investigação em Ciências Sociais. M. Animación Sociocultural: Teorías. M.V. Metodologia das Ciências Sociais. R. .) Estatísticas Demográficas. (Coord.). Lisboa: Editorial Fragmentos. R. (1986). Silva. Trad. . Fuentes de la Animación Sociocultural en Europa. J. Sociologia. Ander . C. A. 29 . Barcelona: Editorial Ariel. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Madrid: Editorial CCS. Vila Real: ANASC – Associação Nacional de Animadores Socioculturais. Ander – Egg. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. . Como Elaborar un Proyecto. . (1976).Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 7: Práticas de Animação Sociocultural II Cursos Profissionais 4. A. Porto: Edições Afrontamento. (1999).

Identificar a sequência de procedimentos que permitem executar o SBV correctamente. criação de um programa de saúde enquanto animador e conhecimento da cadeia de transmissão de doenças. na execução da sua futura profissão. Serão abordados os temas elementares acerca da saúde. saber lidar com situações inesperadas ou de emergência. o sistema de emergência médica e o suporte básico de vida. nomeadamente no que diz respeito ao reconhecimento de sinais de doença. Adquirir conceito de homeostasia. Caracterizar o conceito de sobrevivência. Identificar os factores condicionantes da saúde. Ao nível do socorrismo pretende-se que o aluno compreenda a cadeia de sobrevivência. Apresentação Este módulo visa dotar os alunos de conhecimentos básicos de saúde e socorrismo para que os mesmos possam. Identificar os factores condicionantes e os estados da saúde humana. Definir o sistema integrado de emergência médica. Objectivos de Aprendizagem Caracterizar o conceito de saúde. Distinguir os mecanismos de transmissão de doenças. 2.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 8 Noções Básicas de Saúde e Socorrismo Duração de Referência: 21 horas 1. 30 . Analisar os comportamentos humanos e a sua implicação na saúde.

Lisboa: Publicações Dom Quixote. Endereços electrónicos: www. sequência de acções. patogénico 8. Lisboa: Europa . Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Clayman. CIAV 11.arsc. Serviços de saúde e cuidados de saúde 9.inem. Higiene Individual e Saúde Pública. Os comportamentos humanos 4. Manual de Socorrismo. posicionamento. tipos 6. Conceito de saúde 2. Noções Básicas de Saúde. Factores condicionantes da saúde: recursos. Âmbito dos Conteúdos 1. J. Vancleave. Gilles.América. . .Lisboa: Instituto Piaget. CODU. (1996). Lisboa: Autor. Quixote. J. O ser humano 3.pt Instituto Nacional de Emergência Médica www. Costa. O sistema integrado de emergência médica. INEM.online. (2000). serviços. Estados da saúde humana: hígido. J. valores 5. Primeiros Socorros. Posição lateral de segurança 4. Corpo Humano para Jovens: Actividades Simples que Tornam a Aprendizagem da Ciência Divertida.saude. (1983).pt Administração Regional de Saúde do Centro www. Práticas de Primeiros Socorros: Um Guia para Salvar Vidas. sistemas. . Cadeia de sobrevivência: SBV precoce. Suporte básico de vida: conceito. SAV precoce 10. . L.sapo. C. etapas e procedimentos. Lisboa: Publicações D. (1998). desfibrilhação precoce. mórbido. 112. (1997). W.pt/gk0/119384. Saúde e homeostasia 7. modos de actuação.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 8: Noções Básicas de Saúde e Socorrismo Cursos Profissionais 3. . L.htm Saúde – Sapo 31 . Huntly. (1994). Saúde pública: objectivo. Bonito. . Os Primeiros Socorros: Uma Resposta Vital em Situação de Urgência. problemas associados 12. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Lisboa: Edições Gradiva. Cruz Vermelha Portuguesa (2001).

nessa medida. pretende-se neste módulo desenvolver métodos e formas de avaliação das práticas de animação sociocultural.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 10 Práticas de Animação Sociocultural III Duração de Referência: 36 horas 1. Avaliação 1.2. dos objectivos e das acções 2. Objectivos de Aprendizagem Elaborar e utilizar instrumentos de avaliação. Apresentação A avaliação é uma etapa fundamental em qualquer trabalho de projecto pois é através dela que é possível aferir dos seus efeitos junto dos indivíduos e dos grupos e. Produzir o relatório final do trabalho de projecto efectuado. Reformulação das hipóteses de trabalho. Relatório final do projecto 32 .1. Avaliação dos resultados da intervenção com recurso a instrumentos que permitam. aferir do impacto do projecto em termos do(s) problema(s) indicado(s) a ser(em) trabalhado(s) 2. de forma credível. Deste modo. bem como desenvolvam as suas competências em termos da construção e utilização de instrumentos de avaliação credíveis. 3. Reformulação da intervenção 2. Elaborar e aplicar formas de divulgação dos resultados. permitir que sejam introduzidas correcções e reajustamentos. Assim é fundamental que os alunos adquiram consciência da importância que a avaliação tem. 2.1. Âmbito dos Conteúdos 1. Reformular a intervenção em função da avaliação efectuada. Concepção de novos projectos de intervenção sociocultural 3.

Quivy. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. Limbos. J. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian. Ander . A. C. S. (1999). . Lisboa: Livros Horizonte. J. (1992).. Manual de Investigação em Ciências Sociais. (1986). A. INE (s. . (1995). Popper. (1992).ª Helena Fernandes. Censos 2001 – Recenseamento da População e da Habitação. .Egg. M. Animación Sociocultural: Teorías. (1996). Programas y Ámbitos. E. Giddens. Bravo. A. Ander – Egg. Madrid: Editorial CCS. .). . (2002). Silva. Em Busca de um Mundo Melhor. K. Trilla.(1997). . (1988). L.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 10: Práticas de Animação Sociocultural III Cursos Profissionais 4. Barcelona: Editorial Ariel. (1999). Animação Sociocultural. (Coord. 33 . Fuentes de la Animación Sociocultural en Europa. . Trad. Ander – Egg. M. Censos 1991 – Recenseamento da População e da Habitação. R. INE (2001). Frada.) Estatísticas Demográficas. Gerir o Trabalho de Projecto: um Manual para Professores e Formadores. (1976). INE (1991). Ventosa. Guia Prático para a Elaboração e Apresentação de Trabalhos Científicos. Lisboa: Editorial Fragmentos. . E. . Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. Diagnóstico Social – Conceptos y Metodología. Metodologia das Ciências Sociais. Lisboa: Gradiva. (1998). . J. . E. Bibliografia / Outros Recursos Livros: .V.ª J. . Buenos Aires: Editorial Lumen. Vila Real: ANASC – Associação Nacional de Animadores Socioculturais.d. . . Lisboa: Texto Editora. R. J. (2005). A. Madrid: Paraninfo. Porto: Edições Afrontamento. Lisboa: Edições Cosmos. . B. S. Castro. O Léxico do Animador. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística. Sociologia. Técnicas de Investigación Social. e Idáñez. Buenos Aires: Lumen. Como Elaborar un Proyecto.

Uma cultura de segurança pressupõe a diminuição de acidentes de trabalho e das doenças profissionais. Identificar as metodologias e técnicas aplicadas à Higiene e Segurança no Trabalho. enfim. Apresentação Este módulo pretende proporcionar ao animador sociocultural um conjunto de procedimentos e normas que visam o seu bem-estar e a prevenção do acidente e da doença. que perderia. deverá ser encarada como um investimento prioritário. Apresentar mecanismos adequados. mais do que um encargo ou uma obrigação estipulada por lei. urge qualificar os futuros técnicos de conhecimentos específicos na área da Segurança e Higiene no Trabalho. quer como futuro profissional. Reconhecer a importância da prevenção como factor fundamental para evitar o acidente. A Segurança é um conceito associado ao ser humano. uma matriz fundamental para o seu desenvolvimento. de ordem técnica e organizativa. Enunciar os princípios gerais de prevenção. em suma. como uma necessidade premente de consciência face à eventualidade de danos físicos. Higiene e Saúde. a qualidade de vida em todas as suas componentes e circunstâncias. Elaborar metodologias de diagnóstico e avaliação de riscos profissionais. pelo que. no sentido de o preparar e motivar para ser um agente interveniente na sociedade. de modo a garantir a integridade física e moral. tendo em vista a melhoria da Segurança. pelo que a prevenção de acidentes de trabalho surge. particularmente a que é favorecida pelas condições de higiene e segurança.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO 11 Higiene e Segurança no Trabalho Duração de Referência: 24 horas 1. de forma a aumentar a produtividade e a qualidade de vida. Listar estratégias de eliminação e prevenção de situações de risco. Objectivos de Aprendizagem Tomar conhecimento do Enquadramento Legal e Normativo sobre Segurança e Higiene no Trabalho. psíquicos e morais para a vítima. Atendendo a que a realização pessoal e profissional encontra na qualidade de vida do trabalho. 2. quer enquanto estudante. 34 . individual ou socialmente considerado. bem como um dos principais factores da boa organização institucional.

Alimentação (dieta) 4. Agressão Sonora 5.3.4. Riscos Ambientais 5. Agressão Visual 5. Equipamentos de Protecção 2. Sinalização de Segurança 6. Controlo de Riscos 2.2. Âmbito dos Conteúdos 1.5. Sinais de Emergência 35 .3.1. Classes de Fogos 4.5. Segurança no Trabalho 1.1. Tipos de Focos de Ignição 3.4.1. Sinais de Proibição 6. Principais tipos de protecção individual e colectiva 3.3. Conceitos de Segurança e Trabalho 1. Cores e Contrastes 6. Bem-estar e Repouso 5. Combinação de Cores e Formas 6.1.3.2.7. Absorção de Tóxicos 4. Vida Saudável 4.6. Análise de Riscos 1. Vida Sedentária 4. Forma Geométrica 6. Objectivos da Segurança no Trabalho 1.1. Cuidados de Conforto.6.4. Prevenção de Incêndios 3. Protecção Passiva 3. Higiene e Saúde 4. Protecção Activa 3.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 11: Higiene e Segurança no Trabalho Cursos Profissionais 3.1.3. Sinais de Perigo 6. Regras Básicas de Higiene 4.4.2. Agressão Térmica 6.2. Alimentação 4.2.

.M. R.(1993). (1996). Manual dos Extintores. . Bento. M. Higiene e Saúde no Local de Trabalho: Conceitos. A. Miguel.. Coimbra: Livraria Almedina. S. Lisboa: CNS – Companhia Nacional de Serviços. Cabral.S. Sintra: Escola Nacional de Bombeiros. F. . Manual de Higiene e Segurança do Trabalho. (2003).T. Cardim. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . L. C. .Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo 11: Higiene e Segurança no Trabalho Cursos Profissionais 4. Segurança e Saúde no Trabalho. M. P. Lisboa: Instituto do Emprego e Formação Profissional. Carvalho. H. Porto: Porto Editora. . Roxo. Segurança.. Guerra. (1995). F. (2000).A. A.Higiene e Segurança no Trabalho: Manual de Utilização. 36 .

2. mediadores e promotores de uma pedagogia de participação social. biblioteca. através da utilização de conhecimentos e estratégias específicas. ludoteca.4. Projectos de desenvolvimento local 2. 3. espaços lúdicos) 2. Espaços e grupos alvo de intervenção em animação sócio educativa 2. Identificar os espaços e grupos-alvo da intervenção em animação sócio educativa. Apresentação Reconhecendo-se o espaço educativo. os quais permitirão aos alunos ajustar a sua prática profissional enquanto agentes educativos. este módulo opcional visa efectuar uma abordagem teórico prática dos conceitos específicos relacionados com esta área. considera-se a área sócio educativa como uma área privilegiada para a intervenção do animador sociocultural. Estruturas de educação e formação de adultos 37 . ensino e formação 1. O espaço escolar e a comunidade educativa 2. Animação sócio educativa – prevenir e intervir 2.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL A Animação Sócio Educativa Duração de Referência: 21 horas 1. e as interacções que nele se desenrolam como fundamentais para o processo de desenvolvimento global dos indivíduos. Âmbito dos Conteúdos 1. Reconhecer a importância da animação sócio educativa no desenvolvimento social. Pretende-se ainda promover o domínio dos conhecimentos e instrumentos adequados ao saber fazer. Educação. Neste contexto. Estruturas complementares à escola (ATL.3.3. A animação como função educativa 1.1. grupos e comunidades.2. 2. necessário para uma intervenção profissional em espaços sócio educativos. no seu sentido mais amplo.1. Intervir na área sócio educativa. Pedagogia social e participação social 1. Objectivos de Aprendizagem Caracterizar a função educativa do animador sociocultural.

Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional A: Animação Sócio Educativa

Cursos Profissionais

Âmbito dos Conteúdos (cont.)
3. Estratégias de Intervenção 3.1. A estimulação da criatividade 3.2. A promoção da literacia 3.3. A diversidade cultural, factor de enriquecimento pessoal e da comunidade 3.4. A interacção com a comunidade local 3.5. O envolvimento da família no processo educativo

4. Bibliografia / Outros Recursos
Livros: . Afonso, A. J. (1999). Educação Básica, Democracia e Cidadania: Dilemas e Perspectivas. Porto: Edições Afrontamento. . Ángeles, M et al (1994). Planificacion e Intervencion Socioeducativa. Salamanca: Amarú Ediciones.

. Benavente, A. (1996). A Literacia em Portugal: Resultados de uma Pesquisa Extensiva e Monográfica. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.
. Bronowski, J. (1983). Arte e Conhecimento: Ver, Imaginar, Criar. São Paulo: Martins Fontes. . Canário, R. (2000). Educação de Adultos: Um campo, Uma problemática, Lisboa: EDUCA/ ANEFA,. . Coelho, M .B. (1986). Contar Histórias: uma Arte sem Idade. S. Paulo: Ática. . Diogo, J. M. L. (1998). Parceria Escola - Família: a Caminho de uma Educação Participada. Porto: Porto Editora. . Grilo, E. M. (2002). Desafios da Educação – Ideias para uma Política Educativa no Séc. XXI. Lisboa: Oficina do Livro. . Kranowitz, C. (1997). 101 Actividades para Crianças em Espaços Pequenos. Mem Martins: Lyon Edições. . Llull, J. (2001). Teoría y Práctica de la Educación en el Tiempo Libre, Madrid: Editorial CCS. . Marin, R. e De la Torres, S. (1991). Manual de la Creatividad. Barcelona: Vincens Vives . Marques, R. (2001). Educar com os Pais. Lisboa: Editorial Presença . Marques, R. (2001). Professores, Famílias e Projecto Educativo. Lisboa: Edições ASA. . Marujo, H. A. (1998). A Família e o Sucesso Escolar: Guia para Pais e Outros Educadores. Lisboa: Artes Gráficas. . Sassaki, R. K. (1997). Inclusão: Construindo uma Sociedade para Todos. Rio de Janeiro: WVA. . Silva, A. (1990). Educação de Adultos: Educação para o Desenvolvimento. Rio Tinto: Edições Asa. . Stoer, S. (1999). Levantando a Pedra: da Pedagogia Inter/Multicultural às Políticas Educativas numa Época de
Transnacionalização. Porto: Edições Afrontamento.

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Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional A: Animação Sócio Educativa

Cursos Profissionais

Bibliografia / Outros Recursos (cont.)
. Ventosa, V. (1997). Formación de Educadores de Personas Adultas II Animación Sociocomunitária, Desarrollo Comunitario. Madrid: UNED. . Ventosa, V.P. (1998). Manual del Monitor de Tiempo Livre. Madrid. Editorial CCS.

Legislação: Lei de Bases do Sistema Educativo Lei nº 46/86 de 14 de Outubro

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Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL

Cursos Profissionais

MÓDULO OPCIONAL B

Animação na Terceira Idade
Duração de Referência: 21 horas

1. Apresentação
Um dos aspectos sociais mais importantes dos últimos tempos é o envelhecimento da população, associado à queda da fecundidade e, sobretudo, ao aumento da esperança média de vida, resultado do progresso material e da evolução do conhecimento médico. Nas últimas décadas, apercebemo-nos de um considerável aumento de lares públicos e privados para idosos e a necessidade crescente de programar acções relacionadas com a animação sociocultural para a terceira idade, bem como de proporcionar experiências de aprendizagem às pessoas idosas e de manter um ambiente rico e estimulante, fazendo desta idade um espaço e um tempo positivos para aumentar as possibilidades de educação permanente. A animação sociocultural na terceira idade suporta-se nos princípios de uma gerontologia educativa, promotora de situações que auxiliem as pessoas idosas a planificarem estratégias para a evolução natural do seu envelhecimento, que lhes promovam novos interesses e novas actividades, estimulando e treinando a vitalidade física e mental, enquanto se faz ocupação útil dos tempos livres disponíveis. Consequentemente, assiste-se a uma procura premente de Animadores Socioculturais com perfil profissional adequado à intervenção nesta faixa etária, o que vem reforçar a ideia de que a terceira idade constitui um dos âmbitos mais promissores para o futuro da animação sociocultural.

2. Objectivos de Aprendizagem
Caracterizar a terceira idade e principais aspectos sociais. Identificar as características psicológicas do idoso. Elaborar estratégias para possibilitar aos idosos a compreensão do meio circundante e a participação na vida comunitária; assim como para facilitar a integração do idoso na sociedade. Reconhecer a necessidade de uma educação e formação permanentes. Revelar atitude crítica mediante a participação em grupos de reflexão e de debate. Reconhecer a importância das relações intergeracionais. Animar, cultural e socialmente, os grupos da terceira idade.

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“Envelhecimento. Q. R. Lisboa: Instituto Piaget. O idoso na sociedade contemporânea 4. Levet. in Seminário Internacional sobre Envelhecimento Humano. . G. Conceitos afins: envelhecimento. Petrópolis: Vozes. Manos. Diálogo com a Morte. C. Uma problemática. Lisboa: Editorial Notícias. Empowerment e Capacitação: a nossa Responsabilidade Individual e Colectiva”. (1995). (1990). Lisboa: Instituto Piaget. Conceitos de geriatria e de gerontologia 2. Rosa. E. in Seminário Internacional sobre Envelhecimento Humano. . C. Lisboa: Edições Colibri. Porto: Edições Asa. Madrid: UNED. . V. J. M. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . . . (coord. Rio Tinto: Edições Asa.Lisboa: CML. (2000). . Lisboa: CML . Animación Estimulativa Para Personas Mayores Discapacitadas.). Âmbito dos Conteúdos 1. Formación de Educadores de Sociocomunitária. Souza. Madrid: Ed. (1995). (1999). La Animación Sociocultural: Una Alternativa para la Tercera Edad. “Vida com Projecto ao Longo de Toda a Vida: a Nossa Responsabilidade Individual e Colectiva”. E. La Animación con Personas Mayores. Personas Adultas II Animación 41 . Instituições de apoio à terceira idade 5. G. M.). Animação Comunitária. . A. Reminiscências Integrando Gerações: a Arte de Compartilhar Memórias. M.. Educação de Adultos: Um campo. Educação de Adultos: Educação para o Desenvolvimento. O Envelhecimento: Factos e Teorias. . L. Hennezel. (1997). Silva.(1991). M. (1998). velhice 3. . Miguens. V. Perspectiva futura da terceira idade 6. Viver Depois dos 60 Anos.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional B: Animação na Terceira Idade Cursos Profissionais 3. Neves. (2001). Madrid: Narcea. Basto. Canário. Madrid: Siglo XXI de España Editores. M. (coord. (1995). Neves. CCS. (1998). E. (1995). . Cubero. Reformados e Tempos Livres: Resultados do Inquérito Realizado em 1998 à População Activa e Reformada em Actividades de Lazer. Desarrollo Comunitario. (1998). . . Lisboa: EDUCA/ ANEFA. Robert. (1998). Ventosa. Formas de intervenção em geriatria 4. C.

Neste módulo. Deve ser dada relevância às diferentes dimensões . Assim. pretende-se ainda que o aluno reconheça a importância das intervenções em espaços culturais no âmbito das práticas da animação sociocultural.que esta actividade envolve. pretende-se sensibilizar os animadores socioculturais em formação para esta temática. Criar um espaço de investigação e de desenvolvimento de estratégias. nas convicções e na prática do animador cultural. 42 . cultura/ centros urbanos. centros e outras instituições que pretendam avançar na dinâmica cultural. social. bem como dotá-los de conhecimentos e técnicas que lhes permitam implementar uma verdadeira acção nesta área. Apresentação Neste módulo. pretende-se que o aluno desenvolva e adquira um discurso e uma prática que se traduzam numa postura profissional aquando da dinamização de actividades de intervenção em espaços culturais. principalmente no que respeita à coerência que deve existir no discurso. Desta forma. Objectivos de Aprendizagem Intervir na dinamização cultura/ escola. Reconhecer a importância do apoio à formação de organismos. deve desenvolver e treinar as suas competências para a dinamização das diferentes fases de uma intervenção de âmbito cultural e na gestão de diferentes grupos. profissional . cultura/ ruralidade.pessoal. Estabelecer o intercâmbio cultural entre si e entre culturas e agentes culturais.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL C Intervenção em Espaços Culturais Duração de Referência: 21horas 1. Analisar a complexidade das questões suscitadas pela intervenção nas várias áreas da cultura. 2.

La Pedagogia del Ocio. A Cultura em Acção: Impactos Sociais e Território. I. (2000). Âmbito dos Conteúdos 1.. (2001). Gijón: Ediciones Trea. L. através da sua integração nos circuitos de programação dos recintos que integram este projecto 4. Legislação cultural 2.1. Caballo V. Lisboa: Instituto Piaget. P. J. (2001). A. Revistas: . . . . Dez. M. H. Santos. Número temático: Cidades|Artes|Cultura. Rentabilização de algumas programações já existentes nos municípios. Intervenção em produtos e em espaços culturais 3. 43 . (2000). ISSN 0254-1106. Évaluer. Saraiva. O que é a Cultura. Concretização de processos conjuntos de promoção da programação nos media e na produção e distribuição dos materiais de divulgação dos vários eventos e actividades produzidas 5. B. M. . Porto: Afrontamento. Estratégias de aproveitamento de equipamentos culturais. Políticas Culturais e Descentralização: Impactos do Programa Difusão das Artes do Espectáculo. J. L.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional C: Intervenção em Espaços Culturais Cursos Profissionais 3. A.2. (2003). . J. Gómez. Lisboa: Observatório das Actividades Culturais. Domingues. . et al (2003). Revista Crítica de Ciências Sociais. Gestión de Proyectos Culturales: Analisis de Casos. Cultura y Ciudad: Manual de Política Cultural Municipal.A. . n. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . S. dando-lhes uma nova dimensão territorial. . Barcelona: Ariel. Hatzfeld. Lopez de Aguilera. e Font. Comprendre. Produção de programas culturais 4. salas de espectáculos. Aumento da actividade nos recintos culturais envolvidos e consequente aumento do apoio aos grupos e actividades públicas e privadas que se movem em seu redor (alojamentos. Méthodologie de L’Observation Sociale. X. Animação Teatral: Teoria e Prática. Bonet. Castaner. Porto: Campo das Letras. Barcelona: Editorial Alertes. que se encontrem já equipados e dotados de recursos humanos 4. (2000). restauração e actividades culturais gerais das comunidades envolvidas) 4.º 67. Agir. Lisboa: Gradiva. (1987). 2003. A Cidade Educadora: Nova Perspectiva de Organização e Intervenção Municipal. Rovira. (2004). L. J. Paris: Dunod.

que esta actividade envolve.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL D Animação Ambiental e do Património Duração de Referência: 21 horas 1. Assim. 44 . a valorização. Deve. educação e formação no âmbito da educação ambiental. pretende-se que o aluno reconheça a importância do património cultural quer em termos de preservação da identidade cultural de um povo. pretende-se sensibilizar os animadores socioculturais em formação para esta temática. Desta forma. participação e animação ambiental. ainda. Distinguir os conceitos: sensibilização. o que permitirá ao aluno. Actualmente. 2. O estudo. Apresentação Neste módulo. Em relação ao âmbito da animação patrimonial. ser dada relevância às diferentes dimensões . identificar e desenvolver as diferentes fases de uma oficina de trabalho. dotá-los de conhecimentos e técnicas que lhes permitam implementar uma verdadeira acção nesta área. Identificar o conceito de património e a importância da preservação da identidade cultural. quer no âmbito das práticas da animação sociocultural. a protecção. no âmbito da animação ambiental. Objectivos de Aprendizagem Reconhecer e identificar os conceitos de animação. Através do património cultural é possível recriar e compreender o ambiente cultural e sócio económico desenvolvido ao longo de todo o processo histórico. as populações e os responsáveis socioculturais. as inúmeras ameaças que afectam o património cultural tornam urgente uma acção concertada entre os governos. bem como. principalmente no que respeita à coerência que deve existir no discurso. pretende-se que o aluno desenvolva e adquira um discurso e uma prática que se traduzam numa postura profissional aquando da dinamização de actividades de animação ambiental. deve-se desenvolver e treinar as competências pedagógicas e lúdicas para a dinamização das diferentes fases de uma oficina de trabalho de âmbito ambiental e na gestão de diferentes grupos. social. a divulgação e a animação do património cultural são acções fundamentais para a manutenção dos vestígios materiais da História do Homem. nas convicções e na prática do animador ambiental. profissional .pessoal.

cultural e educativa 1. Elaborar projectos de animação do património cultural.3.1. 2. Enquadramento da animação ambiental na educação não formal 2. 3. Conteúdos de Animação Patrimonial: 3.3. A importância da promoção da cidadania nos grupos alvo 1.3. Base legal relativa ao património cultural português 3. Distinguir a relação entre o saber e o saber fazer nos domínios da animação ambiental e patrimonial. Conteúdos Comuns 1.5.4. da protecção. Conceitos transversais à animação ambiental 2. Conceitos de participação. O animador ambiental enquanto organizador de grupos sociais 3.) Reconhecer a importância do estudo. Identificar as diversas áreas do património cultural.2. O conceito de património 3.2. Aplicar diversas técnicas de animação aos diferentes tipos de património.4. Âmbito dos Conteúdos 1. Contextualização histórica dos conceitos de animação social. Ateliers temáticos construídos com a metodologia Oficina de Trabalho 1. Caracterizar historicamente uma determinada região e o seu património cultural. da valorização.1. Aplicar criatividade e imaginação às práticas ambientais e patrimoniais.1.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional D: Animação Ambiental e do Património Cursos Profissionais Objectivos de Aprendizagem (cont. A identidade cultural 45 .2. Conteúdos de Animação Ambiental 2. Regras de trabalho em jogos e actividades lúdicas e pedagógicas. voluntariado e participação social 1. da divulgação e da animação do património cultural. Aplicar regras de trabalho em grupo. Contextualização histórica do conceito de educação ambiental através de documentação institucional 2.

in Enciclopédia Einaudi – Memória e História. F. L. Educação Ambiental: Para um Ensino Interdisciplinar e Experimental da Educação Ambiental. (1992). . M.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional D: Animação Ambiental e do Património Cursos Profissionais Âmbito dos Conteúdos (cont. . Direito do Património Histórico-cultural: Cartas. Características do património cultural da região 3. Ferreira. C. L. . Pedrini. (2000).9. Lisboa: Texto Editora. Portugal. Petrópolis Editora Vozes. Uma Educação para o Ambiente. Le Goff. (1998).. F. L. (1985). R.F. “Patrimonio cultural y el turismo”. M. Oliveira. Alves. Educar para o Ambiente: Projectos para a Área-Escola. Recomendações Internacionais e Actos Comunitários. O estudo. Quixote. A. E. . Felgueiras. Manual de Educação Ambiental. Quixote. a protecção.6. Coimbra: Coimbra Editora. M. a valorização. Duarte. A. Lisboa: Plátano Edições Técnicas. Educadores e Monitores de Museus e Tempos Livres. .8. 46 . . (1998) Educação Ambiental. Lisboa: Texto Editora . “Memória”.. Lisboa: Escolar Editora. .7.H. Guia prático para Professores. As áreas do património cultural 3. Morgado. O Povo Português nos seus Costumes. M. Souchon. (1994). Vila Nova. . J. B. (1998). (1993). Da Teoria à Prática: Educação Ambiental com as Crianças Pequenas ou o Fio da História. C. . . A perda da identidade cultural resultado da globalização cultural 3. Leão. (1999). Identidade Cultural. in 1º Encontro Nacional sobre Património Industrial. (1998). in Patrimonio Cultural y Sociedad: Una Relación Interactiva. A. T. Técnicas de animação aplicadas a diversos tipos de património 4. (1997). Esteves. A Educação Ambiental para o desenvolvimento . Monitores e Animadores Culturais e de Tempos Livres. J.. “Trabalho. . Projecto e Arqueologia Industrial”. Educação Patrimonial: Guia para Professores. Lisboa: D. Educação Ambiental. (1983). F. Crenças e Tradições. Fernandes. Valores Europeus. Lisboa: D. A.testemunhos e notícias. . Lisboa: Texto Editora. Braga. Lisboa: Universidade Aberta .4. (1984). Porto: Porto Editora. Lisboa: Secretaria de Estado do Ambiente / Comissão Nacional do Ambiente. (1998). F. Educação Ambiental: Reflexões e Práticas Contemporâneas. Heredia.) 3. . Giordan. Cavaco. J. Valladolid: Junta de Castilla y León. Pinho. Lisboa: Instituto de Inovação. França. L. Aspectos da cultura popular dos portugueses 3. Coimbra: Centro de Estudos de Formação Autárquica. J. a divulgação e a animação do património cultural 3. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Lisboa: INCM. (1990). (2000). L. T.5.

devendo os técnicos de turismo ser construtores. pretende-se dotar os alunos de conhecimentos e experiências que facilitem a sua intervenção. desportivo e educativo que correspondem aos pilares centrais da animação. que permitam as condições de participação. na área social. Elaborar roteiros turísticos organizadamente. 47 . Objectivos de Aprendizagem Tomar conhecimento do enquadramento legal nas áreas do desporto e do turismo. Finalmente. melhorando as suas competências num sector de actividade de crescente importância económica a nível regional. Apresentação Este módulo visa qualificar profissionais. Consideramos que a preparação de técnicos de animação corresponde a uma necessidade ajustada ao tecido empresarial regional. Os pressupostos metodológicos deste módulo assentam no facto de as técnicas de animação gerarem processos de comunicação e de o animador turístico ser também um agente de socialização. a animação apresenta-se como veiculadora de cultura e de comportamentos humanizados e. Definir e aplicar técnicas de animação adequadas ao contexto sociocultural da região. cultural. implementação e controlo dos processos de gestão e animação. em termos da oferta turística. melhorando a qualidade da oferta nessa área de serviços. Planificar formas de actividade desportiva. O crescimento do sector turístico na região. Planificar actividades de animação turística.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL E Animação Turística e Desportiva Duração de Referência: 21 horas 1. Planificar actividades de animação desportiva. essencialmente. por pequenas empresas que de um modo geral não dispõem de quadros qualificados. gestores e animadores de situações. Por outro lado. constitui uma oportunidade de negócio a ser aproveitada pelos recursos humanos qualificados nele envolvidos ou a envolver. é ainda a animação um elemento valorizador e crítico. 2. conducentes à fruição de bens públicos e patrimoniais dentro de acções realizadas nos âmbitos: social. constituído. dos patamares de qualidade e do investimento indirecto. dotando os formandos das ferramentas essenciais ao desenvolvimento.

M. “Escalada na escola”. A. .Porto: FCDEF Universidade do Porto . L. . E. Cunha. Mafra: FPO. (1987). (1997). São Paulo: Campus . Técnicas de animação aplicadas ao contexto sociocultural da região 4.Porto: FCDEF Universidade do Porto. O Lazer e as Recreações das Populações. (2001). Lisboa: Editoral Caminho. Oeiras: Câmara Municipal de Oeiras.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional E: Animação Turística e Desportiva Cursos Profissionais 3. Federação Portuguesa de Orientação (1996). . Vila Real: ANASC – Associação Nacional de Animadores Socioculturais. F. Ander – Egg. . . (1987). Caballero. El Animador: Cómo Organizar las Actividades de los Clientes en un Hotel Divertido. Sinalética IOF. Belo. Barcelona: Editorial Alertes. Formas de actividade desportiva 5. 48 . (1999). . . Madrid. Mafra: FPO. In Revista Horizonte XII (67). (2003). Federação Portuguesa de Orientação (2004).P. J.). Como Dirigir Grupos con Eficacia. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . O Léxico do Animador. Las Técnicas de Grupo en la Animación Comunitaria.d. Rovira. Enquadramento legal nas áreas do desporto e do turismo 2. J. . in Revista Horizonte VI (38).América. (s. Princípios para o Traçado de Percursos. L. Barcelona: Alertes. . Quintas.. Manual de Viagem para Amantes da Natureza: Conselhos Práticos para Percorrer os Quatro Cantos do Mundo. Marketing de turismo : teoria e prática. J. Chaves. Animação Desportiva e Tempos Livres: Perspectivas de Organização. Âmbito dos Conteúdos 1. . Madrid: Editorial CCS. Os roteiros turísticos 3. D. (1998). (1978). Guern. Lisboa: Publicações Europa . Introdução à Dinâmica de Grupos. S. Mesalles. Luft. . Lisboa: Moraes Editores. Editorial CCS. . Brun. Crespo. La Pedagogia del Ocio. (1998). Llull. (1977). Animação Não Directiva de Grupos. (2002). Teoría y Práctica de la Educación en el Tiempo Libre.(1995). Animação desportiva 6. .(1997). . “A Canoagem”. J. A Prescrição da Actividade Física. Lobrot. Ventosa. . Middleton. (1999). J. V. Moraes Editores. Lisboa. P. Animação turística 4. P. Lisboa: Editorial Caminho. (2001). R. V. A. Salamanca: Amarú Ediciones. C. e Clarke.. F. T. L. Manual del Monitor de Tiempo Livre. Nunes. Lança. L. Madrid: Editorial CCS.

iturismo.pt Instituto de Conservação da Natureza http://portal.pt Gabinete de Apoio ao Investidor do Instituto de Turismo de Portugal www.pt Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado www.vicentina.min-economia.adesnivel.Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste 49 .html Associação de Desportos de Aventura Desnível www.icn.pt Portal da Juventude www.gov.php Federação Portuguesa de Orientação www.fpme.org Vicentina .icnb.htm Jogos Tradicionais Portugueses www.turismodeportugal.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional E: Animação Turística e Desportiva Cursos Profissionais Bibliografia / Outros Recursos (cont.dgturismo.org/base/ Federação Portuguesa de Montanhismo http://www.br/ Rapel Radical – Instrutores na Academia de Polícia Civil do Rio de Janeiro www.voluntariado.pt/paulaperna/jogos_tradicionais_1.) Endereços Electrónicos: http://www.pt Instituto do Desporto de Portugal www.idesporto.aspx Instituto de Turismo de Portugal www.rcts.pt Direcção-Geral do Turismo http://www.pt/ICNPortal/vPT2007/ Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade http://www.pt Instituto Nacional de Aviação Civil http://web.pt Prime – Programa de Incentivos à Modernização da Economia http://www.inac.pt/Portugu%c3%aas/Pages/Homepage.prime.pt/canyoning/terminologia.juventude.com.pt/index2.rapelradical.fpo.

Revelar capacidades de organização associativa. Reconhecer a importância da interligação entre a actividade do animador sociocultural e as estruturas associativas. ou de acção social. Para além disso. recreativas. Tipos de associações 3. Áreas de intervenção 4. Legislação aplicável 50 . 3. podendo ser fonte de mudança social. Revelar capacidades de enquadramento no contexto associativo. bem como revelam ser locais privilegiados de integração social e de aprendizagem de vida colectiva. o associativismo constitui a única forma de acesso a actividades desportivas. Âmbito dos Conteúdos 1. Para muitos cidadãos. nas suas múltiplas expressões. 2. Reconhecer a necessidade do trabalho associativo. quanto às suas formas organizacionais e às suas especificidades. e em especial as colectividades de cultura. Formas de organização 5. é através do exercício do direito de associação por muitos cidadãos que são asseguradas formas de participação cívica da maior relevância. desporto e recreio. pretende-se que este módulo sintetize o associativismo. culturais.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL F Associativismo e Animação Duração de Referência: 21 horas 1. Reconhecer o papel das associações no desenvolvimento comunitário. Apresentação O associativismo. Deste modo. Objectivos de Aprendizagem Caracterizar o conceito de associativismo. constituem uma poderosa realidade social e cultural. Associativismo: papel e função sociocultural 2.

Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional F: Associativismo e Animação Cursos Profissionais 4. Mendes. Mendes V. Lei do Associativismo Jovem – Proposta para Consulta Pública.. C. Mutualismo – A Força do Associativismo Democrático.) (1997). Lisboa: Editora Vulgata. Coimbra: Quarteto Editora. Edição FNAJ – Federação Nacional das Associações Juvenis Locais. Sed Lex.) Livro Branco . As Instituições Não Lucrativas e a Acção Social em Portugal. (2004). Gomes F. Porto: Ave. . Barros. Colecção Praxis. E. (coord. Porto: Legis Editora. Como Constituir uma Associação. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Santos. Monteiro. J. P. V. Jardim. . (2004). . . (1997). Associativismo e Novos Laços Sociais. Lisboa: Casa do Alentejo. . Fundamentos Económicos e Sociológicos das Instituições Particulares de Solidariedade Social. Instituto Português da Juventude (2004). . O Método da Animação – Manual para o Formador. J.Um novo Impulso para a Juventude. Lisboa: IPJ . (2002). (1998). Federação Nacional das Associações Juvenis Locais (sd. Porto: Legis Editora. A. D. (2001). . Lisboa: Editora Vulgata. Legislação sobre Associações. 51 .. Variz. Colecção Politicas de Juventude – Documentos Fundamentais. P. Colecção Dura Lex. Carvalho. G.

cultural e educativa 2. onde se privilegia a animação enquanto "modo". como preparação para a profissão de animador. Técnicas transversais à intervenção comunitária 7.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL G Animação e Desenvolvimento Comunitário Duração de Referência: 21 horas 1. Percursos de trabalho de projecto em animação social. em diferentes comunidades. Reconhecer o papel do animador sociocultural enquanto agente activo no desenvolvimento partilhado das comunidades. uma disciplina que sistematize conceitos e conteúdos de ordem cívica e delimite a intervenção num discurso e numa prática subjacente ao desenvolvimento dos diferentes grupos humanos. A comunidade enquanto espaço privilegiado de desenvolvimento na animação 4. Delimitação das áreas de intervenção comunitária em animação social. 2. Apresentação A animação comunitária constitui. educativa e cultural. um sector e uma modalidade de intervenção cada vez mais consolidados enquanto estratégia de actuação no “terreno" social. enquanto resposta a problemas concretos e delimitados. educativa ou cultural com diferentes comunidades 52 . de projectos de intervenção social. Objectivos de Aprendizagem Reconhecer a importância do trabalho em grupo. Reconhecer o papel do animador sociocultural enquanto técnico que desenha e implementa projectos em diferentes contextos comunitários. A animação comunitária: princípios e métodos segundo diferentes autores 5. 3. Reconhecer a necessidade do trabalho multidisciplinar. Os projectos comunitários como forma de mudança e resolução de problemas 8. Metodologias subjacentes à intervenção com diferentes comunidades identificadas e delimitadas 6. Âmbito dos Conteúdos 1. Revelar capacidades de organização e gestão da intervenção. A implementação. legitima. O território como marco delimitador da acção na animação comunitária 3.

L. Las Técnicas de Grupo en la Animación Comunitaria. Manual de Investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Universidade Aberta. Metodologia da Investigação: Guia para a Auto-Aprendizagem. Lisboa: Gradiva. G. Porto: Ave. (1998). Delors.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional G: Animação e Desenvolvimento Comunitário Cursos Profissionais 4. Rovira. . Herrero. La Animación Sociocultural. Carmo. (2000). I. Bibliografia / Outros Recursos Livros: . R. Educação: um Tesouro a Descobrir: Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI. Ferreira. . J. (Coord. . . . F. . Ander . La Pedagogia del Ocio. Lisboa: Multinova.. (1997). O Método da Animação – Manual para o Formador. Rueda.Egg. P. . (1987). Educação de Adultos e Educação Permanente: A Realidade Portuguesa.(1997). Lisboa: EDUCA/ ANEFA. Metodología y Pratica de la Animación Sociocultural. 53 . Educação de Adultos: Um campo.. Saraiva. A. (coord. . (2005). J. J. Métodos para la Animación Sociocultural. Uma problemática. M.). Ángeles. J. Estella. (1998). E. (1995). Programas y Ámbitos. Verbo Divino . Figueiredo. Educar para a Cidadania.. (1996). (2001). Quintas. Salamanca: Amarú Ediciones. Navarro. Porto: Edições ASA. . M et al (1994). Diseño y Evaluación de Proyectos Sociales. Planificacion e Intervencion Socioeducativa. Besnard. . . Trilla. Zaragoza: Libros Certeza. Lisboa: Gradiva. . (1990). Para Comprender la Animación Sociocultural. Animación Sociocultural: Teorías. Porto: Edições ASA. (2002). Barcelona: Paidos Educador Canário. Lisboa: Livros Horizonte.(2003). Guia do Animador: Animar uma Actividade de Formação. J. . (1991). Jardim. O que é a Cultura.) (2005). (2003). Madrid: Editorial CCS. Ediciones Circus. S. . Froufe e González Sanchez. P. . H. F. Buenos Aires. R. Salamanca: Amarú Ediciones. Belchior. P. (1994). Barcelona: Editorial Alertes. Barcelona: Editorial Ariel. Quivy. J. Quintas.

Objectivos de Aprendizagem Identificar conceitos essenciais transversais à prática da animação sociocultural. um módulo que promove. 2. de forma dinâmica. na procura de respostas pertinentes e inovadoras para os problemas detectados. 3. 7 e 10. este módulo opcional surge numa vertente teórico prática. como condição para a adequada operacionalização e gestão dos processos de intervenção em animação sociocultural. como forma de complementar as aprendizagens efectuadas nos módulos 2. um actor social. Distinguir modelos teóricos e saber aplicar dispositivos metodológicos e técnicos de intervenção em animação sociocultural. Exercitar metodologias de participação activa numa perspectiva de liderança democrática. É. profissional que mobiliza parcerias individuais e colectivas com vista à transformação das realidades sociais locais. 54 . Visando reforçar a necessidade de uma relação dialéctica permanente entre reflexão e acção. pois. Apresentação Tendo em consideração que o animador sociocultural é. divulgação. operacionalização e gestão de projectos de animação sociocultural. Revelar competências de auto-reflexão e de integração dialéctica teoria/ prática.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL H Gestão de Projectos de Animação Duração de Referência: 21horas 1. como condição para uma intervenção fundamentada e de qualidade. numa perspectiva de constante investigação/ acção. a integração de conhecimentos e o pensamento crítico. segundo uma visão integrada do processo de desenvolvimento. realçando a importância da construção de suportes de difusão e controle da acção. Reconhecer a importância da produção. este módulo propõe rever metodologias e exercitar técnicas de planificação já anteriormente abordadas. visando o treino de competências de construção de propostas de intervenção orientadas numa perspectiva capacitadora e participativa dos grupos-alvo. antes de mais.

in Metodologia em Ciências Sociais. Projecto 3. Etapas de Construção de um Projecto 5. . . Porto: Afrontamento.1.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional H: Gestão de Projectos de Animação Cursos Profissionais 3. aplicação de instrumentos de gestão e controlo da execução. Castro.divulgação da informação. planear a participação) 6. .2. L. A Avaliação – Revisão e Ajuste (o conceito de avaliação – a avaliação participada. La Animación Sociocultural: una Propuesta Metodologica. Esteves. definição de estratégias. Planificação/Programação 2. A. “A Investigação . A. divulgação e marketing social. Princípios Básicos de Planificação 4. Diagnóstico e Fundamentação da Acção – a Análise e Interpretação da Realidade Social (técnicas de diagnóstico. gestão da equipa de trabalho. Planificação Sociocultural – conceito (s) 2. (1996). 2.Acção”. Barbier. aplicação de dispositivos de participação. temporização. Como Elaborar un Proyecto. Madrid: Editorial Popular. Ander – Egg. Âmbito dos Conteúdos 1. 7. actividades e acções. Baptista. (1979). J. Operacionalização e Gestão do Projecto (organização de parcerias. Planejamento: Introdução à Metodologia de Planejamento Social. (1988). J. Planeamento Estratégico. colectivização de necessidades .. Gerir o Trabalho de Projecto: um Manual para Professores e Formadores. (1999). estabelecimento de prioridades) 5. elementos e instrumentos de avaliação) 8. M. AA. Buenos Aires: Lumen. (1987). A Sistematização da Prática 4. organização de recursos. Elaboração de Projectos de Acção e de Planificação. Lisboa: Texto Editora.VV. . Plano. Porto: Porto Editora. V. Elaboração do Projecto – Planificação da Acção (definição de finalidades e objectivos. M.1. 55 . construção de indicadores. funções e modalidades da avaliação. Paulo: Cortez e Moraes. . Programa. Desenho de Projectos de Intervenção Social 5.2. gestão de recursos). Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Modelos de Intervenção: Modelo Sistémico. (1992). S. Investigação/ Acção. B.

. (2000). Animação Sociocultural. nº 38. in Análise Social. Lisboa. . Lisboa: Moraes Editores. (1992). Gourgand. E. Barcelona: S. 56 . . P. Cascais: Principia. I.) . Ministério do Trabalho e Solidariedade. Modelização Social e Planificação”. pp. C. Lisboa: Livros Horizonte. X. Fundamentos e Processos de uma Sociologia de Acção: O Planeamento em Ciências Sociais. Trad. M.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional H: Gestão de Projectos de Animação Cursos Profissionais Bibliografia / Outros Recursos (cont. Instituto para o Desenvolvimento Social (IDS).E. Núcleo da Rede Social (2001). . Limbos. (1980) As Técnicas de Trabalho de Grupo. Guerra. 2º. . Silva. M. Programa Rede Social. (1976). Metodologia de La Intervencion en Trabajo Social. (1973) “Análise Sistémica.ª Helena Fernandes. 29-268. vol. Robertis.

Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Cursos Profissionais MÓDULO OPCIONAL I Animação de Bibliotecas Duração de Referência: 21horas 1.1. Responsabilidades e missões dos intervenientes no circuito do livro 2. Neste módulo abordam-se as teorias e as técnicas relativas à difusão e animação cultural em bibliotecas e centros de recursos das escolas e outros organismos.4.3. fases etárias) 1. Quem lê e o que lê (classes. tipologias. professores e bibliotecários. Animações de informação Animações lúdicas 4. Âmbito dos Conteúdos 1. Outros tipos de animações 57 . um novo campo se abre à acção dos animadores socioculturais. A problemática da leitura no século XXI 1. Animações responsabilizantes 4. reforçado com o lançamento do Plano Nacional de Leitura. Leitura instrumental e leitura lúdica 4. Estratégias de animação da leitura 4. em estreita colaboração com educadores.1. Planear e implementar metodologias e técnicas de animação do livro e da leitura.2. Linhas orientadoras da IFLA para crianças e jovens 3.3. 2. Porquê ler? 1.1. Objectivos de Aprendizagem Caracterizar as problemáticas da leitura na actualidade. Apresentação Com o recente desenvolvimento da Rede de Leitura Pública e da Rede de Bibliotecas Escolares.2. Animações de aprofundamento 4. Missões da biblioteca pública e da biblioteca escolar 2. 3. Tomar conhecimento de referenciais teóricos e técnicos sobre a realidade específica das bibliotecas e da animação da leitura.2. O manifesto da UNESCO 2.

A Poesia na Literatura para a Infância: a Produção Portuguesa.1. Lisboa: D. Um Espaço para o Livro: como Criar. Lisboa. Torres & Abreu. Azevedo. J. Organização da sessão de contos de acordo com as fases etárias 6. (1979). Etapas e componentes do planeamento de actividades 6. I. A. Porto. Animar ou Renovar uma Biblioteca. (1994). Casanova. 1992). Gomes. Duarte.4. Literatura para Crianças e Jovens: Alguns Percursos. (1997). Como Elaborar un Proyecto.Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional I: Animação e Bibliotecas Cursos Profissionais Âmbito dos Conteúdos (cont. Porto: Campo das Letras. e o caso de Matilde Rosa Araújo. Como contar histórias (leitura e oralidade) 5. (2000). A Criança e o Livro: Aspectos Psicológicos. E.2.2. . . (s. . Porto: Porto Editora. . Dicionário de Literatura Infantil Portuguesa. Bastos. . (coord. Storytelling. (1999). Asa. . O contador/ animador/ mediador da leitura 5. Lisboa: Teorema. Gomes. J. Quixote. G. (1993).) 5. F. (1992). (1987). Eileen. Lisboa: Universidade Aberta. J. Literatura Infantil e Juvenil. . . Bibliografia / Outros Recursos Livros: . Gascuel. N. e Alves. . J. 58 . (1999). (2002). Gavetas de Leitura: Estratégias e Materiais para uma Pedagogia da Leitura . Diniz. do Pós Guerra à Actualidade. A avaliação das actividades 4. A divulgação das actividades 6. Livros Horizonte . A. Albuquerque. O corpo e a voz 5. Lisboa: Dom Quixote. Porto: Asa. J. Barreto. Gomes.3.1. . Lisboa: Caminho. (2002).. A. V. . A Literatura para a Infância. Ander – Egg. As Fadas não foram à Escola: a Literatura de Expressão Oral em Manuais Escolares do Ension Primário (1901 – 1975).) (2006). .3. F. M. Buenos Aires: Lumen. Oxford: Thimble Press. Um Continente Poético Esquecido: as Rimas Infantis. Porto: Asa. Costa. Hábitos de Leitura: um Inquérito à População Portuguesa. (1991). . A implementação das actividades 6. Fontes. A Hora do Conto: Reflexões sobre a Arte de Contar Histórias na Escola. Cowell. Pedagógicos e Literários. 1987. O projecto de animação da leitura 6. M. Língua materna e Literatura Infantil: Elementos Nucleares para Professores do Ensino Básico. et al. Lisboa. Freitas.d). Lisboa: Lidel.

Vega.org/ Fundação Calouste Gulbenkian . O Corpo e a Voz: Conhecer. Lisboa: Caminho.pt/curso_bibliotecas/ Escola Superior de Educação de Lisboa . (1997). Pires. Voz e Relação Educativa. . Métodos e Técnicas de Expressão Oral. A. (1999). . M. M. (2000). Barcelona: Editorial Ariel.Linhas Orientadoras para Serviços de Bibliotecas para Crianças. G. Porto: Porto Editora. (2000).). Oeiras : Celta. A. Lisboa. . Porto: Afrontamento.org/VII/s10/pubs/guidelines-pt. A.eselx. G.ipl. (1993). N. (2006). Animación Sociocultural: Teorías. International Federation of Library Associations and Intitutions http://www.org/ IFLA. S. Ensinos Básico e Secundário.ifla. . Lisboa: Cosmos. Programas y Ámbitos. Lisboa: BAD .ifla.(em português) http://www. Mem Martins : Europa-América. (1994). Monteiro. Porto: Asa. Storytelling with Children. . Nunes. Livo. A Arte de Ler: Psicologia Cognitiva da Leitura. (1995). L. O Professor. J. L. (1987). (1992). J. C. Pennac. Lisboa: Caminho. Marketing do Livro: Materiais para uma Sociologia do Editor Português. . Rietz. (1996). M. Lisboa: Instituto Piaget. (Coord. Leitura Rápida. Grummit. I. Porto: Asa. Breve História da Literatura para Crianças em Portugal.. Mendonça. . (1993).Curso de Bibliotecas On Line http://www. Bibliotecas Escolares: um Contributo para a sua Justificação. A Leitura em Voz Alta. Littleton. et al (2003). G. (1987). Alçada. Storytelling Activities.Os Jovens e a Leitura nas Vésperas do Século XXI. Rocha. Porto: Asa. Braga: Livraria Minho.. D. Como Organizar uma Pequena Biblioteca.casadaleitura. Lisboa : Caminho. O Fio da Memória: do Conto Popular ao Conto para Crianças. . Magalhães. . . Janis (1992). Wright. .Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional I: Animação e Bibliotecas Cursos Profissionais Bibliografia / Outros Recursos (cont. Traça. Trilla. Vieira.) . . . (2003). (1981) História da Literatura Infantil Portuguesa. . N. Porto : Asa. Praticar e Desenvolver – Teoria e Prática. Morais. (2001).Casa da Leitura 59 . Nova Iorque: Oxford University Press. 2000.(1997). Martins J.pdf IFLA. Rodari. . Como um Romance. Jean. Poslaniec. . Gramática da Fantasia: Introdução à Arte de Inventar Histórias. Colorado: Libraries Unlimited. Silva. Organização e Dinamização. Endereços Electrónicos: http://www. Incentivar o Prazer de Ler: Actividades de Leitura para Jovens. .

Programa de Animação Sociocultural ANIMADOR SOCIOCULTURAL Módulo Opcional I: Animação e Bibliotecas Cursos Profissionais Bibliografia / Outros Recursos (cont.leitura.pt/sites/DGLB/Portugu%C3%AAs/Paginas/home. vamos à biblioteca http://www.Serviço de Apoio à Leitura http://www.iplb.leitura.min-edu.pt/ Ministério da Educação – Rede de Bibliotecas Escolares 60 .aspx Instituto Português do Livro e das Bibliotecas – Página oficial do IPLB http://www.Vamos ler.gulbenkian.pt/ Fundação Calouste Gulbenkian .) http://www.pt/vamos_ler/ Fundação Calouste Gulbenkian .Leitur@Gulbenkian http://sal.pt/ Fundação Calouste Gulbenkian .gulbenkian.dglb.rbe.

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