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Manual do Professor 2011 - APEOESP

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O direito à licença gestante está
garantido na Constituição Federal
(Art. 7º, XVIII, c/c art. 39, § 3º) e na
Constituição Estadual (Art. 124, § 3º).
A Lei 10.261/68, em seu artigo 198,
disciplina a questão, permitindo o
licenciamento por 180 dias, com
vencimento ou remuneração (alterado
pela Lei Complementar 1054/2008).

O afastamento será concedido a
servidora, a partir do oitavo mês de
gestação, salvo prescrição médica
contrária. Por sua vez, o parágrafo
2º do referido dispositivo possibilita
a concessão de licença, a partir do
nascimento, mediante a apresentação
da respectiva certidão, com retroação
de até 15 dias, nos casos em que
o parto tenha ocorrido sem que
a licença tenha sido requerida.
Nos termos do artigo 49 do Decreto
29.180/88, a licença gestante
pleiteada antes do parto depende
de perícia médica a ser realizada no
DPME (Departamento de Perícias
Médicas do Estado) ou nos Centros

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de Saúde do Estado, enquanto
que a requerida após o parto será
concedida mediante a apresentação
da certidão de nascimento da criança.

Publicada a decisão sobre o pedido da
licença, a servidora poderá usufruí-la por
inteiro, ainda que a criança venha a falecer
durante a licença (D. 29.180/88 - Art. 54).

O § 3º do artigo 198 da Lei nº 10.261/68
e do artigo 50 do regulamento
estabelece que no caso de natimorto
será concedida à servidora licença para
tratamento de saúde, a critério médico.

Fica assegurado, ainda, à servidora o
direito ao gozo restante do período de
licença quando entre a data do parto
e a de início de exercício no serviço
público, mediar tempo inferior a 180
(cento e oitenta dias) (D. 29.180/88 -
Arts. 53 e 56).

Os prazos para pedido de
reconsideração e recursos são os
mesmos da licença-saúde (ver verbete
“Licença-Saúde”).

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL:
- artigo 7º, inciso XVIII, da CF/88
- artigo 198 da Lei nº 10.261/68
(1054/2008)
- artigos 25 e 26 da Lei 500/74
- artigos 44 a 54 do Decreto nº
29.180/88
- artigos 53 e 56 do Decreto nº
29.180/98

LICENÇA PARA ADOÇÃO

Conforme

estabelece

a

Lei
Complementar nº 367/84 (alterado
pela Lei Complementar 1054/2008)
o Servidor Público Estadual, inclusive
o admitido nos termos da Lei 500/74,
poderá obter licença remunerada de
180 dias, quando adotar menor de até

7 anos de idade.
O mesmo benefício aplica-se quando
for obtida a guarda judicial de menor
de até 7 (sete) anos para fns de adoção.
Ocorrendo a devolução do menor, sob
guarda, cessa a licença (L.C. 367/84 -
Arts. 2º). Se a adoção não se efetivar por
motivo relevante, a concessão de outra
licença fcará a critério da Administração
(L.C. 367/84 - Art. 3º, parágrafo único).
A licença-adoção é concedida ao
servidor, seja ele (a) solteiro (a), viúvo
(a), casado (a), divorciado (a), ou
separado (a) judicialmente, desde que
esteja apto a adotar.
Quando se tratar de adoção por
cônjuges, sendo ambos servidores
públicos estaduais, os 02 (dois) terão
direito a licença adoção de 180 dias ao
servidor adotante, e 05 dias ao outro
servidor.
O servidor público estadual deverá
requerer a licença até o prazo de 15 dias,
a contar da expedição da guarda ou da
adoção, devidamente comprovado.
O tempo referente à licença deve
ser computado para todos os fins e
efeitos legais.

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL:
LC 367/84
LC 1054/08
- artigos 33 a 35 e 41 do Estatuto da
Criança e do Adolescente – ECA
- Instrução UCRH nº 3, de 01/11/04,
DOE de 02/11/04.

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