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Escola Secundária Jaime Cortesão

Curso EFA – NS
Ano lectivo 2008/2009
STC
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Primeiro, temos a definição e breve descrição de “Transporte Público”:

“Podemos falar de transportes públicos quando nos referimos à deslocação


de um grande número de passageiros, na cidade ou fora desta, através de
veículos, contra um pagamento variável ou uma tarifa fixa. É também
conhecido como transporte de massas, sendo um termo que cobre uma
escala larga de modalidades diferentes (meios de transporte). A tarifa
pode ser paga na altura da utilização, ou com pagamento adiantado.
Quanto ao tamanho, os veículos variam entre os táxis (que podem ser
utilizados por um único utilizador) até aos comboios urbanos, cada um
destes podendo transportar cerca de 1000 passageiros. Os sistemas
operam dentro das áreas urbanas, entre cidades, e entre áreas rurais e
centros urbanos. O termo público relaciona-se com a disponibilidade do
serviço, não a sua posse, que pode também ser pública (por exemplo, uma
entidade de serviços urbanos), ou privada (desde um único proprietário
até às grandes companhias).
As primeiras vias de comunicação dignas desse nome foram construídas
pelos romanos, com a finalidade de transportar exércitos, desde os seus
aquartelamentos até aos portos. Durante a Idade Média praticamente não
houve construção de estradas e as vias romanas, com o tempo, acabaram
por ficarem deterioradas, tendo raramente sido objecto de manutenção,
havendo muitos casos, contudo, em que estas vias foram posteriormente
utilizadas para sobre elas se construírem novas estradas. Nos inícios do
século dezoito, as estradas consistiam apenas em trilhos sulcados na terra.
Consequentemente, verificou-se haver necessidade de melhores vias de
comunicação, e foi introduzida a ideia de estradas com pagamento de
portagem. Isto deu início a uma época de grande desenvolvimento das vias
de comunicação e de construção de estradas, que iria até ao primeiro
quartel do século dezanove. Em Portugal, no entanto, só muito
tardiamente se deu início à construção de estradas, e uma viagem por
terra, de carruagem, era penosa e extremamente demorada. Uma viagem
entre Lisboa e Porto poderia levar até cerca de 5 dias, havendo ainda
riscos, bastante comuns, de assaltos na estrada por grupos de bandoleiros,
tendo para isso contribuído grandemente as diversas revoluções e
convulsões sociais que ocorreram durante o século dezanove e inícios do
século vinte.”

Tirado do website Biblioteca e Centro de Recursos da Escola Secundária José


Cardoso Pires em http://bibesjcp.no.sapo.pt/historiadotransporte.htm

João Mauro de Pádua Simões


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Segundo, temos a história do Transporte Público:

Há mais de 400 anos atrás, ainda não existiam transportes públicos no mundo, embora
já existissem transportes privados, tais como cavalos e carroças, isto graças à invenção
da roda criada à vários milénios atrás. Há mais de 100 anos atrás, em 1826, 150 anos
após haver pela primeira vez uma definição do conceito que, mais tarde geraria deste o
conceito de “transporte público”, que ainda hoje se mantém fiel ao seu criador, Blaise
Pascal, que definiu o conceito em 1662. O primeiro transporte público oficial a aparecer
foi o Autocarro, que foi criado por Stanislas Baudry. Os primeiros Autocarros andavam
por tracção animal a cavalo, que mais tarde foi substituído pela electricidade, o que
também deu origem aos antigos transportes públicos em Portugal conhecidos por
Eléctricos, que se movimentavam entre estradas de carris. Mais tarde, em 1825, com a
tecnologia a vapor, entrou em vigor o comboio em todo o mundo, e em 1856, em
Portugal. Em 1879, foi apresentado o primeiro comboio eléctrico em todo o mundo e
implementado no sistema de transportes públicos. Mas só pelo ano de 1977 é que este
substiuiu por completo o comboio a vapor em Portugal, pois existiam queixas de que
este causava diversos incêndios. Em 1959, surgiu o Metropolitano (mais conhecido
como “Metro”) em Portugal após ter feito a sua primeira aparição no mundo em
Londres, 1863.

Autocarro moderno Eléctrico

Metro Comboio moderno

João Mauro de Pádua Simões


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Quando era criança utilizava muito o Autocarro e o Trólei, do qual eu não gostava muito
porque os Autocarros e Tróleis que eu costumava apanhar, normalmente demoravam
muito a chegar; por consequência, passei a odiar autocarros durante muito tempo.
Também ainda quando eu era mais novo, lembro-me que existiam Eléctricos,
infelizmente nunca cheguei a utilizar Eléctricos para me fazer transportaram, porque as
rotas destes não me eram úteis. O Eléctrico deixou de existir em Coimbra, devido a
problemas causados pelos carris e à boa prestação dos Autocarros e dos Tróleis.
Utilizei bastantes vezes o Táxi, cuja disponibilidade nas estações, serviço de chamada
por telefone é relativamente boa. Contudo, embora seja eficiente, a minha experiência
pessoal com o Táxi saiu-me cara, pois é um serviço de transporte público, de facto,
muito caro, em comparação com os outros transportes.

Passo a referir os meios utilizados para os diversos transportes públicos se


movimentarem e respectivamente quem os utiliza:

 Força Muscular
o Veículos de turismo (carros e barcos) a pedais, bicicletas, barcos
 Tracção Animal
o Autocarros antigos, transportes privados (carroças)
 Nota: estes obviamente também possuem força muscular
 Este meio embora não polua o ar se observado de uma
perspectiva ambiental, consegue gerar um ar desagradável ao ser
humano.
• Todavia, este meio beneficia a vida rural de diversas
formas, que facilita diversas tarefas da agricultura para
além de enriquecer terrenos que fazem parte desta.
 Propulsão eólica
o Balão, Balões eléctricos
 Nota: Os balões eléctricos combinam as propulsões eólica e
eléctrica para um melhor desempenho.
 Este meio por si (sem a propulsão eléctrica) não é muito poluente
 Propulsão a vapor
o Locomotiva antiga, navio
 Este meio é muito poluente e também pouco seguro ao próprio
veículo no geral
 Propulsão eléctrica
o Carro normal, Autocarro moderno, Comboio moderno, TGV, aviões
pequenos
 Este meio no geral é poluente, mas também depende muito do
material de combustão utilizado
 Propulsão a jacto
o Aviões de transporte: privados, públicos, militares
 Este meio é muito poluente
 Levitação magnética
o Comboio Magnético

João Mauro de Pádua Simões


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Por fim, descrevo os diversos tipos de propulsão utilizados:

“Propulsão Eólica

O veleiro é propulsionado pela sustentação dinâmica que o vento produz entre as duas
faces da vela, como na asa dum avião. Adicionado ao trabalho da quilha, que evita a
deriva, faz a embarcação obedecer ao comando do seu comandante.
É por isso que consegue navegar quase contra o vento (até 45 graus) e não apenas com
vento a favor.

Propulsão a Vapor

A locomotiva a vapor é uma máquina propulsionada por um motor a vapor que


funciona a carvão e água. Tudo se processa dentro da caldeira, em que tubos e válvulas
fazem circular o vapor da água quente.
Depois, este é canalizado por um sistema de êmbolos e pistões para uma biela (braço
mecânico) unida às rodas e é a força do vapor da água que faz pressão sobre a biela
obrigando o comboio a andar.

Propulsão Mecânica

Um automóvel é um veículo motorizado, movido a combustão interna, que pode ser


gerada por álcool, gasolina, gás, diesel, hidrogénio, biodiesel ou qualquer outra
mistura de combustível.
Um motor é um dispositivo que converte outras formas de energia em energia
mecânica, de forma a impelir movimento a uma máquina ou veículo.

Propulsão Eléctrica

Os veículos eléctricos diferenciam-se dos convencionais pelo facto de utilizarem um


sistema de propulsão eléctrica.
O funcionamento do motor eléctrico consiste em recuperar parte da energia despendida
durante os períodos de travagem, armazenando depois essa energia para uma posterior
utilização.
Um motor eléctrico é muito semelhante a um dínamo, mas trabalha, por assim dizer ao
contrário. Um dínamo converte a energia mecânica em energia eléctrica, enquanto que
um motor eléctrico transforma a energia eléctrica em energia mecânica.

Propulsão a Jacto

O avião é propulsionado pela sustentação dinâmica que o vento produz entre as duas
faces da asa.
No motor a jacto, o ar que entra pela frente é comprimido e forçado para dentro das
câmaras de combustão, nas quais se mistura com combustível e queima. À medida que
os gases se expandem e saem pela abertura posterior, eles accionam a turbina.”

Retirado de um trabalho em PowerPoint de um aluno do curso EFA em


http://nisefa.files.wordpress.com/2008/06/franco-rodrigues.ppt

João Mauro de Pádua Simões