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Ministério da Educação

Instituto Federal de Goiás


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Acadêmicas
Laboratórios de Química

Manual de Tratamento de
Resíduos Químicos

POP TRQ nº. 01 Definição dos resíduos Químicos Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo: Conhecer e caracterizar os resíduos químicos.

Obs: Ter sempre em mente de que resíduo químico não é lixo.

Conceitos: Resíduo químico é todo material ou substância com característica de periculosidade,


quando não forem submetidos a processo de reutilização ou reciclagem, que podem apresentar risco
à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade,
corrosividade , reatividade e toxicidade.

Referências: Aprovação:

Resolução CONAMA nº 358, de 29 de abril de 2005

Versão: 00 Laboratório da Instituição de Ensino IFG Goiás Campus Uruaçu Pág.


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Manual de Tratamento de
Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Classificação de resíduos Elaboradoem: julho / 2013


Químicos (CRQ)

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Classificação:

Grupo:

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Incompatibilidade de produtos Elaboradoem: julho / 2013


químicos

Revisado em:

Objetivo: Conhecer as incompatibilidades para o correto armazenamento de reagentes e segregação


de resíduos químicos.

Substância Incompatibilidade
Acetileno Cloro, bromo, flúor, cobre, prata, mercúrio
Acetona Ácido nítrico, ácido sulfúrico
Ácido acético Óxido de cromo(IV), ácido nítrico, álcoois, etilenoglicol, ácido perclórico,
peróxidos, permanganatos
Ácido fluorídrico Amoníaco, álcalis
Azidas Ácidos em geral (geram azida de hidrogênio)
Cloro Amônia, acetileno, butadieno, butano, metano, propano, hidrogênio,
benzina, benzeno, metais em pó, carbeto de cálcio
Hidrocarbonetos Flúor, cloro, bromo, óxido de cromo(IV), peróxido de sódio
Mercúrio Acetileno, amônia, amoníaco
Metais alcalinos Água, hidrocarbonetos halogenados, dióxido de carbono,halogênios
Prata Acetileno, ácido oxálico, ácido tartárico, sais de amônio

Aprovação:
Referências:

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Manual de Tratamento de
Resíduos Químicos

POP TRG nº. Protocolo para caracterização Elaborado em: julho / 2013
preliminar de resíduos químicos
não identificados
Revisado em:

Objetivo: Rrealizar testes de identificação, em pequenas alíquotas (< 1 mL) representativas da solução.

Obs: Realizar a rotulagem dos recipientes que contém os resíduos logo após a identificação.

Teste a ser realizado e Procedimento a ser seguido


Reatividade com água: Adicione 1 gota de cloroamina-T e uma gota de ácido
barbitúrico/piridina em 3 gotas de resíduo. A cor vermelha indica teste positivo.
Presença de sulfetos: Na amostra acidulada com HCl, o papel embebido em acetato de chumbo fica
enegrecido quando na presença de sulfetos.
PH: Usar papel indicador ou pHmetro
Resíduo oxidante: A oxidação de um sal de Mn(II), de cor rosa claro, para uma coloração escura indica
resíduo oxidante
Resíduo redutor: Observa-se a possível descoloração de um papel umidecido em 2,6-dicloro-indofenol ou
azul de metileno
Inflamabilidade: Enfie um palito de cerâmica no resíduo, deixe escorrer o excesso e coloque-o na chama.
Presença de halogênios: Coloque um fio de cobre limpo e previamente aquecido ao rubro no resíduo. Leve à
chama e observe a coloração: o verde indica a presença de halogênios
Solubilidade em água: Após o ensaio de reatividade, a solubilidade pode ser avaliada facilmente.

Referências: Aprovação:
APOSTILA II - NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA IMPLEMENTAÇÃO
DE UM PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS
Coordenação: Prof. Dr. José Albertino Bendassolli
Piracicaba - SP

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Manual de Tratamento de
Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Protocolo para caracterização Elaborado em: julho / 2013
preliminar de resíduos químicos
não identificados
Revisado em:

Objetivo: Rrealizar testes de identificação, em pequenas alíquotas (< 1 mL) representativas da solução.

Obs: Realizar a rotulagem dos recipientes que contém os resíduos logo após a identificação.

Assim sendo, numa segunda etapa, estes resíduos poderiam ser novamente caracterizados, gerando
as seguintes correntes segregadas:
a-) Ácidos
b-) Bases
c-) Orgânicos
d-) Inorgânicos
e) Sólidos
f-) Líquidos
g-) Gasosos
h-) Oxidantes
Referências:
APOSTILA II - NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA IMPLEMENTAÇÃO Aprovação:
DE UM PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS
Coordenação: Prof. Dr. José Albertino Bendassolli
Piracicaba - SP

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Manual de Tratamento de
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POP TRG nº. 02 Rotulagem Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo: Caracterização do resíduo químico para a sua correta segreação e posterior tratamento.

Obs: O volume de resíduo químico nunca pode exceder 75% do recipiente que o contém.

Procedimento:

1) Identificar o grupo químico /classe a que pertence o resíduo, a classificação do recipiente.

Rótulo padrão para resíduos químicos

Laboratório / Local : _______________________________


Responsável pelo Laboratório: ______________________
Data: ____________________________________________

Resíduo/ Classe: ________________

Quantidade:_______________________________

Referências: Aprovação:

Unigranrio Comissão de resíduos de saúde.

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Rotulagem Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Classificação de resíduos Elaboradoem: julho / 2013


Químicos (CRQ)

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Classificação:

Grupo:

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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POP TRG nº. 02 ALGUNS COMPOSTOS QUE Elaboradoem: julho / 2013

PODEM SER DESCARTADOS NO


LIXO Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento: Descartar diretamente no lixo comum ou na pia.

Orgânicos:
a) Açúcares (carboidratos)
b) Enzimas
c) Aminoácidos e seus sais de ocorrência natural
d) Ácido cítrico e seus sais de Na, K, Mg, Ca, NH4
e) ácido lático e seus sais de Na, K, Mg, Ca, NH4.
Inorgânicos:
a) Sulfatos e carbonatos de Na, K, Mg, Ca, Sr, NH4
b) Óxidos de B, Mg, Ca, Sr, Al, Si, Ti, Mn, Fe, Co, Cu, Zn
c) Cloretos de Na, K, Mg, NH4
d) d) Boratos: Na, K, Mg, Ca
Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 COMPOSTOS QUE NÃO DEVEM Elaboradoem: julho / 2013

SER DESCARTADOS NO LIXO:


Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimentos: Procedimentos: Tratar antes de descartar segundo POP adequado.


a) Hidrocarbonetos halogenados;
b) compostos inflamáveis em água;
c) Explosivos como azidas e peróxidos;
d) Polímeros que se solubilizam em água formando gel;
e) Materiais que possuem reatividade com a água;
f) Produtos químicos malcheirosos;
g) Nitrocompostos;
h) Brometo de etídio;
i) Formol;
j) Materiais contaminados com produtos químicos perigosos:
k) Absorventes cromatográficos: sílica, alumina, sephadex, etc.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Ácidos sem metais pesados Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo: tratar ao ácidos antes de efetuar o descarte na pia.

Para sólidos ou pastas: misturar com o mesmo volume de água. Ajustar o pH entre 6 e 8.
Para soluções concentradas: diluir até obtenção de solução com 50% de água. Ajustar o pH.
Para soluções diluídas: ajustar o pH.

Obs: procedimeto aplicável para os ácidos clorídrico, sulfúrico, nítrico, acético, perclórico, ácidos sólidos,
etc.).

Procedimento:
Neutralizar com uma base (é sugerido o emprego de uma mistura de bicarbonato de sódio +
carbonato de cálcio), acertar o pH entre 6,0 e 8,0 (verificar com papel indicador ou gotas de
fenolftaleína), descartar o sobrenadante na pia sob água corrente. Se sobrar material sólido, verificar
se pode ser descartado no lixo, caso contrário, este deverá ser acumulado e, posteriormente,
enviado para tratamento ou descarte.

Referências: Aprovação:

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Manual de Tratamento de
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POP TRG nº. 02 Bases sem metais pesados Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo: tratar ao ácidos antes de efetuar o descarte na pia.

Para sólidos ou pastas: misturar com o mesmo volume de água. Ajustar o pH entre 6 e 8.
Para soluções concentradas: diluir até obtenção de solução com 50% de água. Ajustar o pH.
Para soluções diluídas: ajustar o pH.

Obs:

Procedimento:

Bases: (aminas, soluções de hidróxidos, soluções de alcoolatos, amônia,etc.)


Neutralizar com um ácido fraco ou diluído (ácido acético, por ex.). Acertar o
pH entre 6,0 e 8,0 e descartar em pia.

Referências: Aprovação:
Universidade de São Paulo
Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto
Laboratório de Resíduos Químicos

GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS


NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS

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POP TRG nº. 02 Metais pesados (e seus sais) Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo: Adequar por meio de tratamento para posterior descate.

Obs: Uma dica: os tampões fosfatos, tão utilizados em laboratórios, devem ser considerados
poluentes, pois o fosfato contribui para a eutrofização dos rios e diminuição da oxigenação da água.
A sugestão é que os tampões fosfatos sejam usados para estocagem de metais pesados.

Procedimento:

1) A solução de fosfato deve ter o pH elevado a 10.


2) Misturar a solução com metais pesados para permitir formação do precipitado .

Referências: Aprovação:
Universidade de São Paulo
Prefeitura do Campus Administrativo de Ribeirão Preto
Laboratório de Resíduos Químicos
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS QUÍMICOS
NORMAS E PROCEDIMENTOS GERAIS

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POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013


Sais de chumbo

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimentos:

1) adicionar, sob agitação, uma solução 0,1% de metassilicato de sódio. Ajustar o pH em 7,0 com
ácido sulfúrico 2,0 mol L-1.
2) Deixar a solução em repouso por uma noite. Filtrar o precipitado ou evaporar a solução na
capela.
3) Guardar o material sólido em recipiente de plástico.
4) Verificar se sobraram íons chumbo no sobrenadante. Repetir o procedimento
até não apresentar mais precipitação. Descartar a fase líquida na pia. (Pb 2+ + Na2SiO3 PbSiO3
(insolúvel) + 2Na+)

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Sais de cádmio Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

1) adicionar, sob agitação, uma solução 0,1% de metassilicato de sódio à solução que contém
sais de cádmio.
2) Ajustar o pH em 7,0 com ácido sulfúrico 2,0 mol L-1. Aquecer a 80°C por 15 minutos, para
que a reação seja completa.
3 ) Filtrar o precipitado. Somente após verificar a eficiência do procedimento, descartar o
sobrenadante na pia.
4) guardar o precipitado em recipiente de plástico.
(Cd+2 + Na2SiO3 CdSiO3 (insolúvel) + 2Na+)

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Sais de mercúrio Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:
1) ajustar o pH da solução que contém sais de mercúrioacima de 10; deixar repousar por 12 horas
para garantir a precipitação completa do hidróxido de mercúrio.
2) Filtrar. Verificar se a precipitação foi completa adicionando uma solução 20% de sulfeto de sódio
ou cálcio ao líquido sobrenadante. Recolher o precipitado em embalagem especial
(recipiente de plástico).
3) Armazenar o mercúrio precipitado como hidróxido e como sulfeto em diferentes recipientes para
facilitar o processo de recuperação do material.
4) A fase aquosa deve ser tratada para retirada do excesso de sulfeto .
5) O líquido sobrenadante deve ser diluído com água, em abundância, antes de ser eliminado no
esgoto.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Mercúrio metálico Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs: Vidros contaminados com mercúrio podem ser tratados com sulfeto de cálcio obtendo-se o
sulfeto de mercúrio (lembrar de armazená-lo em frasco distinto ao empregado para o mercúrio
metálico ou para o precipitado como hidróxido).

1) Armazenar em um recipiente plástico reforçado e devidamente vedado. Manter o metal submerso


em água.
2) Manter o frasco fechado.

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Sais de crômio(VI) Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimentos:
1) ajustar o pH da solução que contém o crômio(VI) à um valor menor que 3,0, utilizando ácido
sulfúrico 3,0 mol.L-1.
2) Adicionar tiossulfato de sódio, sob agitação, e deixar reagir por cinco minutos até
verificar alteração da cor laranja para verde.
3) Elevar o pH entre 9-10 adicionando NaOH 3,0 mol.L-1.
4) Evaporar a solução em um béquer quase a secura.
5) Filtrar imediatamente ou deixar por uma semana para decantar.
6)Testar o líquido sobrenadante até não haver mais precipitação.
7)Neutralizar e descartá-lo na pia.
8) Guardar o precipitado em frasco plástico com tampa.

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Solução sulfocrômica Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs: não deve ser utilizada para limpeza de vidraria nos laboratórios. O Crômio(VI) presente na
solução é, comprovadamente, cancerígeno em humanos e acumula-se no meio ambiente. A solução
pode ser substituída pela solução sulfonítrica (1 a 2 partes de ácido sulfúrico para 3 partes de
ácido nítrico) ou por uma solução alcoólica de hidróxido de potássio 5%, (5g de KOH em 100 mL de
etanol); neste caso não se deve deixar a vidraria em contato com a solução por muito tempo (máximo
de 10min); em seguida, lavar com água em abundância e antes de passar água destilada, enxaguar
com ácido (HCl 0,01 mol L-1) para neutralizar as paredes do vidro.

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Sais de Crômio(III) Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:
1) Ajustar o pH entre 9-10 com NaOH 3,0 mol.L-1.
2) Evaporar a solução quase a secura. Filtrar o precipitado.
3) Verificar se a precipitação foi completa pela adição de uma quantidade adicional de NaOH
ao filtrado.
4) Repetir até não haver mais precipitado. deve ser
5) Neutralizado o filtrado e logo depois despeja-lo no esgoto comum.
6)Guardar o resíduo sólido em frasco plástico.

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 RESÍDUOS ÁCIDOS Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo: Neutralizar

Obs:

Procedimento:
- Soluções concentradas - diluir até obtenção de solução com 50% de H2O e ajustar o pH
entre 6 e 8.
- Soluções diluídas - Ajustar o pH.
- Sólidos ou pastas - Misturar com o mesmo volume de água. Ajustar o pH entre 6 e 8.

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Sais de níquel Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

1) Adicionar NaOH até ajustar o pH à 7- 8 para precipitar o níquel na forma de hidróxido.


2)Testar se a precipitação foi completa com uma solução 1% de dimetilglioxima em 1- propanol;
3) Se ainda houver níquel na solução, esta ficará vermelha e será necessário repetir o procedimento.
4)Filtrar.
5) O sólido formado deve ser guardado em frasco plástico.
6) Descartar o filtrado na pia.

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POP TRG nº. 02 Sais de cobre Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:
a precipitação dos íons cuproso (Cu1+) e cúprico (Cu2+), na forma de hidróxidos é recomendada
devido à insolubilidade do hidróxido formado.

Procedimento:

1)Para soluções contendo íons cuproso, adicionar NaOH à solução até pH 9,0;
2) Filtrar; guardar o sólido em frasco plástico; o filtrado pode ser descartado na pia.

1) Para soluções de íon cúprico, adicionar NaOH até pH 7;


2) Filtrar e descartar o filtrado.

Referências: Aprovação:

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RESÍDUOS BÁSICOS
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Soluções concentradas - Diluir até obtenção de solução com 50% de H2O. Ajustar o pH
entre 6 e 8.
- Soluções diluídas - Ajustar o pH.
- Sólidas ou pastas - Misturar com o mesmo volume de água e ajustar o pH.

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Classificação:

Grupo:

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 SOLUÇÕES RESIDUAIS Elaboradoem: julho / 2013

CONTENDO METAIS PESADOS:


SAIS DE CHUMBO Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Solução 0,1% de metasilicato de sódio (Adiciona-se sob agitação em solução contendo sais
de chumbo)
- Ajustar pH em torno de 7,0 com H2SO4 2 mol L-1 solução em repouso por uma noite
- Filtra-se (ou evapora-se em capela) e coleta-se o material sólido, testando o sobrenadante
- Disposição final
Pb2+ + Na2SiO3  PbSiO3 (s) + 2 Na+

Referências: Aprovação:
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POP TRG nº. 02 Elaborado em: julho / 2013

SAIS DE CÁDMIO
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:
- Solução 0,1% de metasilicato de sódio (sob agitação em solução contendo sais de cádmio)
- Ajuste pH em torno de 7,0 com H2SO4 2 mol L-1
- Aquecimento a 80 ºC por 15 minutos (solução em repouso por uma noite)
- Filtra-se (ou evapora-se em capela) e coleta-se o material sólido, testando o sobrenadante
- Disposição final
Cd2+ + Na2SiO3  CdSiO3 (s) + 2 Na+
Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 SAIS DE ANTIMÔNIO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procediemnto:

- Solução 0,1% de metasilicato de sódio (sob agitação em solução contendo sais de


antimônio)
- Ajuste pH em torno de 7,0 com H2SO4 2 mol L-1
- Aquecimento a 80ºC por 15 minutos (solução em repouso por uma noite)
- Filtra-se (ou evapora-se em capela) e coleta-se o material sólido, testando o sobrenadante
- Disposição final
Sb3+ + 3 Na2SiO3  Sb2(SiO3)3 (s) + 6 Na+

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013


SAIS DE BÁRIO

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

PROCEDIMENTO:

- Adição sob agitação, solução 10% (m/v) de sulfato de sódio repouso


- Verificar se precipitação foi quantitativa
- Filtra-se (sobrenadante diluído em 50 vezes pia) ou evapora em capela
Ba2+ + Na2SO4  BaSO4 (s) + 2 Na+

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013


MERCÚRIO - SAIS SOLÚVEIS

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

PROCEDIMENTO:

- Ajuste pH em 10 com solução 10% de NaOH


- Adição solução 20% de sulfeto de sódio, sob agitação, até não observar precipitação
- Testar o sobrenadante
- Filtra-se e disposição do precipitado em depósito adequado.
Hg2+ + Na2S  HgS + 2Na+

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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Manual de Tratamento de
Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 SAIS DE ARSÊNIO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

PROCEDIMENTO:

- Adição de solução de HCl na solução contendo arsênio


-Aquece-se a ebulição
- Adição de solução 1% de tioacetamida (sob agitação e ebulição por 20 minutos)
- Teste no líquido sobrenadante (CH3CSNH2 - Precipitação)
- Neutraliza-se com solução de NaOH
- Filtra-se o precipitado sobrenadante descarte (fator dil. 50) disposição do sólido em aterro.
CH3CSNH2 + HCl + 2H2O  CH3COOH + H2S + NH4Cl
2 As+3 + 3 H2S  As2S3 + 6 H+

Referências: Aprovação:

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Manual de Tratamento de
Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 SAIS DE CRÔMIO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs: Cr(OH)6 é solúvel e Cr(OH)3 é insolúvel reduzir Cr+6 a Cr+3 Na2S2O3 ou Sulfato
ferroso/Sulfeto de sódio, tratamento A e B, a seguir.

Tratamento A

Procedimento:

A. Tiosulfato de Sódio (Na2S2O3)


- pH abaixo de 3 com solução 3 mol L-1 de H2SO4 Adição Na2S2O3 sob agitação e deixa-se
reagir por algum tempo
- pH elevado a 9,5 com NaOH ou Ca(OH)2
- Repouso por 1 semana e realizar decantação
- Testar líquido sobrenadante neutralizar líquido sobrenadante e descartar sólido em depósito
adequado.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 SAIS DE CRÔMIO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Tratamento B:

Procedimento:

B. Sulfato ferroso e Sulfeto de sódio


- pH na faixa de 7,5 a 8,5 adição de sulfato ferroso e sulfeto de sódio sob agitação e deixa-se
reagir por um período
- Ajustar pH a 9,5 com NaOH
- Repouso por uma noite
- Filtra-se ou decanta-se
-Testar sobrenadante
- Neutralizar líquido sobrenadante e descartar sólido em depósito adequado

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 SAIS DE NÍQUEL Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimentos:

- Precipita-se com hidróxido na faixa de pH de 7 - 8


- Testar sobrenadante com solução 1% de dimetilglioxima em 1-propanol, cor vermelha
indica presença de Ni.
Ni2+ + 2 NaOH  Ni(OH)2+ 2Na+

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 SAIS DE SELÊNIO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

- Ajusta pH do resíduo contendo sais de Se(II) ou Se (IV) em 7 adição de solução de sulfeto


de sódio 1 mol L-1
- Ajusta-se o pH novamente a 7 com solução de H2SO4
- Separa o precipitado com filtração ou decantação
- Testar uma alíquota do sobrenadante com algumas gotas de Na2S

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 BROMETO DE ETÍDIO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

A- Diluir a solução, para que a concentração de brometo de etídio não ultrapasse 0,5 mg mL-1.
Para cada 100 mL de brometo de etídio em água adicionar 20 mL de solução 5% (m/v) de ácido hipofosforoso e
12 mL de solução 0,5 mol L-1 de NaNO2, agitar por 20 horas.
Neutralizar com NaHCO3 e descartar.
B- Diluir a solução em água, se necessário, até que a concentração de brometo de etídio não
exceda 0,4 mg mL-1. Adicione H2O2 até que a concentração de H2O2 na solução a ser descontaminada atinja 1%
(m/v). Passar ar contendo 300-400 mg mL-1 de O3 (gerador de
O3), com uma taxa de 2L min-1. A solução vermelha se tornará amarela, tempo de 2 horas
de reação. Destruir O3 residual com NaOH.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 HIDROPERÓXIDOS Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- 100 mL de amostra + 20 mL solução Na2S2O3 a 50% em funil de separação por 5 minutos.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013

PERÓXIDOS (H2O2, Na2O2,


(CH3)3COOH) Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- 5 mL de 30% H2O2 para 100 mL de 10% (m/v) Na2S2O3 com agitação a temperatura
ambiente (testar destruição com KI/HCl).

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 ÁCIDO OXÁLICO, OXALATO DE Elaborado em: julho / 2013

SÓDIO E CLORETO DE
OXALILA Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- 5 g de amostra + 25 mL de ácido concentrado em balão de fundo redondo (100 mL)


- Aquecer a 80-100 ºC por 30 minutos.
HOOC-COOH + H2SO4  H2O + CO2 + CO + H2SO4
Cloreto de oxalila pode ser convertido a ácido oxálico:
- 1 mL do sal + 3 mL de água gelada. Aguardar 1 hora.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 PERMANGANATO DE Elaborado em: julho / 2013

POTÁSSIO
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Na capela, adicionar 5 g de KMnO4 em 200 mL de solução 1 mol L-1 de NaOH e adicionar


10 g de Na2S2O3
- A cor púrpura da mistura deve desaparecer, se não, adicionar mais Na2S2O3
- Após agitação por 30 minutos, diluir com 200 mL de água, filtrar e descartar

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 HIPOCLORITOS (NaOCl; Ca Elaboradoem: julho / 2013

(OCl)2; (CH3)3COCl)
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimentos:

- Adicionar 5 mL ou 5 g de hipoclorito para 100 mL de 10% (m/v) de Na2S2O3 e agitar a


mistura.
-Quando todo hipoclorito dissolver na solução, teste a completa destruição do oxidante
(KI/HCl/amido).

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 HIDROCARBONETOS Elaboradoem: julho / 2013

AROMÁTICOS POLICÍCLICOS
(PAH) Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Para cada 5 mg de PAH adicione 2 mL de acetona e assegure-se que o PAH foi


completamente dissolvido, incluindo algum PAH que possa ter ficado aderido na parede do
reservatório
- Para cada 5 mg de PAH adicione 10 mL de solução 0,3 mol L-1 de KMnO4 em solução 3
mol L-1 de H2SO4 (recentemente preparado) e agite a mistura por cerca de 60 minutos.
- A cor púrpura deve ser mantida durante este tempo de reação
- Se isso não ocorrer adicione mais KMnO4 até que a cor púrpura permaneça por 1 hora
- Ao final da reação descolorir com NaHSO3 adicionando base forte (KOH 10M), diluir com
água, filtrar e remover MnO2.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013

AMIDA SÓDICA
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Adicione 5 g de NaNH2 em 25 mL de tolueno e vagarosamente e cautelosamente adicione


30 mL de etanol absoluto com agitação
- A NaNH2 é convertida em NH3 e C2H5NaO. Quando a reação se completa, dilui-se a
mistura com 50 mL de H2O, separa o precipitado e descarta o restante
- Lava-se os aparatos contaminados com etanol

Referências: Aprovação:

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Químicos

POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013

DIMETILSULFATO E
DIETILSULFATO Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- 100 mL de amostra + 500 mL de NaOH 20% em um balão de fundo redondo de 1 L


- Deixar em refluxo em banho maria por 4 horas sob agitação
- Resfriar, neutralizar o produto e descartar na pia.
(CH3)2SO4 + 2 NaOH  2CH3OH + Na2SO4
CH3CH2)2SO4 + 2 NaOH  2CH3CH2OH + Na2SO4

Referências: Aprovação:

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Químicos

POP TRG nº. 02 ÁCIDO PÍCRICO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs: - Atenção! Ácido pícrico é explosivo na forma sólida.


- O tratamento deve ser feito atrás de um escudo

Procedimento:
- 1 g de amostra em balão de 3 bocas (fundo redondo), com gotejador e condensador, em
banho de gelo
- Lavar a vidraria para retirar traços de ácido
- Adicionar 4 g de Sn à solução, agitar e através do funil adicionar 15 mL (gota a gota) de
HCl concentrado
- Após adição de todo o ácido, aquecer até o refluxo e deixar por 1 hora
- Filtrar o Sn restante, que deve ser tratado com 10 mL de HCl 2 mol L-1
- O filtrado é neutralizado
- O triaminofenol pode ser incinerado ou tratado quimicamente, conforme instruções do próximo POP.
Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013

2,4,6-Triaminofenol
Revisado em:

Objetivo:

Obs: Atenção: O 2,4,6-Triaminofenol è um subproduto do tratamento do ácido Pícrico tratado segundo o


POP anterior.

Procedimento:
- Adicionar uma solução contendo 50 mL de ácido sulfúrico 3 mol L-1 e 12 g de KMnO4
- Aguardar 24 horas, adicionar bissulfito de sódio sólido até a obtenção de uma solução clara
- O líquido resultante é neutralizado com NaOH 10% e pode ser descartado na pia
- O método pode ser utilizado para decompor até 8,5 g de ácido pícrico.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

RESÍDUOS AQUOSOS: ÁGUA +


POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013
ACETONITRILA E NITRILAS
ORGÂNICAS
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:
A . Hidrólise básica:
- 1 g de amostra é deixado em refluxo por 6 horas em 30 mL de KOH alcoólico a 10%
- A solução resultante é neutralizada com HCl e pode ser descartada na pia
CH3CN  CH3CONH2  CH3COOH + NH3 (g)
C6H5CN + KOH (etanol)  C6H5COOH
Excesso de base (refluxo por 6 horas) que ao reagir gera amônia e ácido acético, que pode ser
descartado após neutralização.

B. Reagente de Fenton ou Ferrioxalato


- Fe (II) + H2O2 ou Fe (III) + H2O2 + ácido oxálico.
A oxidação do composto orgânico gera CO2, CO e H2O.
Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 AZIDAS ORGÂNICAS Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:
Procedimento:
- Adicionar lentamente a azida (1 g) a uma solução contendo 6 g de Sn em 100 mL de HCl
concentrado (sob agitação)
- Continuar agitando por 30 minutos
- Cuidadosamente, transferir a solução para um balde com água gelada
- Remover e lavar o Sn residual com água
- Adicionar ao balde 10 g de KMnO4 até a dissolução deste
- Aguardar a decomposição da anilina durante uma noite
- Adicionar metabissulfito de sódio para reduzir o excesso de permanganato e o dióxido de
manganês
- Neutralizar o resíduo com NaOH ou cal.
Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 FÓSFORO E SEUS COMPOSTOS Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Adicionar 100 ml de solução de Hipoclorito de sódio à 5%, que contenha 5 ml de uma solução
de Hidróxido de Sódio à 50%, gota a gota em um banho de gelo, precipitando os produtos da
oxidação e separando por sucção.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 IODO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Adicionar 5 g de iodo a uma solução aquosa (300 mL) contendo tiossulfato de sódio (1 g)
- Agitar a mistura até a dissolução de todo o iodo e descoloração da solução
- Neutralizar o resíduo com carbonato de sódio e descartar na pia.
I2 + Na2S2O3 + Na2CO3  2NaI + Na2SO4 + S + CO2

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 BROMO Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:
- Na capela, adicionar 5 g de bromo a 1 L de água
- Em seguida, adicionar cerca de 120 mL de uma solução de bissulfito de sódio recémpreparada,
até o desaparecimento de toda a coloração
- Neutralizar a solução com carbonato de sódio e descartar na pia
Br2 + NaHSO3  2NaBr + H2SO4 + SO2

Referências: Aprovação:

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Químicos

POP TRG nº. 02 Elaborado em: julho / 2013

RESÍDUOS CONTENDO
CIANETOS Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Reações com solução contendo no máximo 2% de cianeto (m/v)


- Utilizar solução de Ca(OCl)2 65% em meio básico (solução 100 g L-1 de NaOH) evitar
HCN

Testar com solução recém-preparada de sulfato ferroso 5% (2 gotas) fervendo-se durante 30


segundos (alíquota de 1 mL)
- Precipitado azul escuro indica CN
2KCN + Ca(OCl)2  2KOCN + CaCl2
2KOCN + H2O  K2CO3 + N2 (tempo 1 dia)

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 COMPOSTOS DE ENXOFRE (R- Elaboradoem: julho / 2013

SH, Na2S, C2H6S2, C2H6S, C6H6S)


Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Adicionar 600 mL de uma solução 5,25% (m/v) e 200 mL de solução 1 mol L-1 de NaOH a
temperatura ambiente e adicione 0,05 mol de C2H6S2 (4,7 g; 4,5 mL) ou dissulfeto de
carbono (CS2) (3,8 g; 3mL) ou 0,1 mol de tiofenol (11 g; 10,25 mL) ou sulfito de sódio (7,8
g) em tempo acima de 1 hora
- Cheque a completa destruição e descartar.

Referências: Aprovação:

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Químicos

POP TRG nº. 02 Resíduos de halogêneos inorgânicos Elaboradoem: julho / 2013

líquidos e reativos, sensíveis a


hidrólise Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:
-Agita-se em capela com água contendo ferro durante uma noite,
- neutralizar com Hidróxido de Sódio.

Referências: Aprovação:

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Químicos

POP TRG nº. 02 Classificação de resíduos Elaboradoem: julho / 2013


Químicos (CRQ)

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

Classificação:

Grupo:

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

Ácido Fluorídrico e as soluções de


POP TRG nº. 02 Elaboradoem: julho / 2013
fluoretos inorgânicos

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Precipita-se com Carbonato de Cálcio, separando o precipitado.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Nitrilos e mercaptanas Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Oxidar por agitação durante uma noite, com solução de Hipoclorito de Sódio.

Referências: Aprovação:

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Resíduos Químicos

POP TRG nº. 02 Compostos organometálicos – fase Elaboradoem: julho / 2013

aquosa
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- Dispersos geralmente em solventes orgânicos sensíveis à hidrólise, são gotejados


cuidadosamente sob agitação em n-butanol na capela.
- Agita-se durante uma noite, adicionando um excesso de água.

Referências: Aprovação:

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POP TRG nº. 02 Aldeídos Hidrossolúveis e derivados Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

Transformar em seus derivados de bissulfito utilizando solução concentrada de


Hidrogenosulfito de Sódio.

Referências: Aprovação:

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Químicos

POP TRG nº. 02 Halogêneos de ácido Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- transformá-los em ésteres metílicos.


- Usar excesso de metanol para acelerar a reação e algumas gotas de Ácido Clorídrico,
- neutralizando logo em seguida com solução de Hidróxido de Potássio

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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POP TRG nº. 02 Compostos inorgânicos de Selênio / Elaboradoem: julho / 2013

fase aquosa
Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- recupera-se o Selênio elementar oxidando seus sais primeiramente com Ácido Nítrico
concentrado
-adiciona-se em seguida Hidrogenosulfito de sódio
- precipitando o Selênio elementar.

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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POP TRG nº. 02 Cianetos Elaborado em: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimento:

- oxida-se os produtos derivados isentos de perigo em solução de Hipoclorito de Sódio,


durante uma noite,
- destruindo o excesso de oxidantes com Tiossulfato de Sódio

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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POP TRG nº. 02 Sais de Tálio e suas soluções Elaboradoem: julho / 2013

Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Procedimentos:

deve-se tomar cuidados especiais


- a partir de soluções salinas de Tálio, pode-se precipitar o Óxido de Tálio (III) com
Hidróxido de Sódio, mantendo o pH na faixa de 6 e 7.

Referências: Aprovação:

Versão: 00 Comissão de Resíduos Químicos de Laboratório Instituição de Ensino – IFG Pág. 2


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Revisado em:

Objetivo:

Obs:

Classificação:

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Obs:

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Químicos (CRQ)

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ANEXOS

Lista de substâncias que reagem com o


PEAD
Lista das principais substâncias que reagem com
embalagens de Polietileno de Alta Densidade (PEAD).

·Àcidobutírico ·Cloreto de tionila ·o-diclorobenzeno


·Àcido nítrico ·Bromobenzeno ·Óleo de canela
·Ácidos ·Cloreto de amila ·Óleo de cedro
concentrados
·Bromo ·Cloreto de ·p-diclorobenzeno
vinilideno
·Bromofórmio ·Cresol ·Percloetileno
·Álcool benzílico ·Dietil benzeno ·Solventes
bromados e
fluorados
·Anilina ·Dissulfeto de ·Solventes clorados
carbono
·Butadieno ·Éter ·Tolueno
·Ciclohexano ·Fenol/ clorofórmio ·Triclorometileno
·Cloreto de etila( Nitrobenzeno ·Xileno
forma liquida)

Fonte: RDC nº306 7/12/2004 apudChemical Waste


Management Guide- University of Florida- Division of
environmental health & Safety –abril de 2001

Tabela de Incompatibilidade Quimica


Tabela de Incompatibilidade das principais
substâncias

Substância Incompatível com


Acetileno Cloro, Bromo, Flúor , Cobre, Prata, Mercúrio
Ácido acético Ácido crômico , Ácido perclórico , peróxidos,
permanganatos , Ácido nítrico, etilenoglicol
Acetona Misturas de Ácidos sulfúrico e nítrico
concentrados, Peróxido de hidrogênio.
Ácido crômico Ácido acético, naftaleno, cânfora, glicerol,
turpentine, álcool, outros líquidos inflamáveis
Ácido hidrociânico Ácido nítrico, álcalis
Ácido fluorídrico anidro, Amônia (aquosa ou anidra)
fluoreto de hidrogênio
Àcido nítrico concentrado Ácido cianídrico, anilinas, Óxidos de cromo VI,
Sulfeto de hidrogênio, líquidos e gases
combustíveis, ácido acético, ácido crômico.
Ácido oxálico Prata e Mercúrio
Ácido perclórico Anidrido acético, álcoois, Bismuto e suas ligas,
papel, madeira
Ácido sulfúrico Cloratos, percloratos, permanganatos e água
Alquil alumínio Água
Amônia anidra Mercúrio, Cloro, Hipoclorito de cálcio, Iodo,
Bromo, Ácido fluorídrico
Anidrido acético Compostos contendo hidroxil tais como
etilenoglicol, Ácido perclórico
Anilina Ácido nítrico, Peróxido de hidrogênio
Azida sódica Chumbo, Cobre e outros metais
Bromo e Cloro Benzeno, Hidróxido de amônio, benzina de
petróleo, Hidrogênio, acetileno, etano, propano,
butadienos, pós-metálicos.
Carvão ativo Dicromatos, permanganatos, Ácido nítrico, Ácido
sulfúrico, Hipoclorito de sódio
Cloro Amônia, acetileno, butadieno, butano, outros
gases de petróleo, Hidrogênio, Carbeto de sódio,
turpentine, benzeno, metais finamente divididos,
benzinas e outras frações do petróleo.
Cianetos Ácidos e álcalis
Cloratos, percloratos, Sais de amônio, ácidos, metais em pó, matérias
clorato de potássio orgânicas particuladas, substâncias combustíveis
Cobre metálico Acetileno, Peróxido de hidrogênio, azidas
Dióxido de cloro Amônia, metano, Fósforo, Sulfeto de hidrogênio
Flúor Isolado de tudo
Fósforo Enxofre, compostos oxigenados, cloratos,
percloratos, nitratos, permanganatos
Halogênios (Flúor, Cloro, Amoníaco, acetileno e hidrocarbonetos
Bromo e Iodo)
Hidrazida Peróxido de hidrogênio, ácido nítrico e outros
oxidantes
Hidrocarbonetos (butano, Ácido crômico, flúor, cloro, bromo, peróxidos
propano, tolueno)
Iodo Acetileno, Hidróxido de amônio, Hidrogênio
Líquidos inflamáveis Ácido nítrico, Nitrato de amônio, Óxido de cromo
VI, peróxidos, Flúor, Cloro, Bromo, Hidrogênio ,
Mercúrio Acetileno, Ácido fulmínico, amônia.
Metais alcalinos Dióxido de carbono, Tetracloreto de carbono,
outros hidrocarbonetos clorados
Nitrato de amônio Ácidos, pós-metálicos, líquidos inflamáveis,
cloretos, Enxofre, compostos orgânicos em pó.
Nitrato de sódio Nitrato de amônio e outros sais de amônio
Óxido de cálcio Água
Óxido de cromo VI Ácido acético, glicerina, benzina de petróleo,
líquidos inflamáveis, naftaleno,
Oxigênio Óleos, graxas, Hidrogênio, líquidos, sólidos e
gases inflamáveis
Perclorato de potássio Ácidos
Permanganato de Glicerina, etilenoglicol, Ácido sulfúrico
potássio
Peróxido de hidrogênio Cobre, Cromo, Ferro, álcoois, acetonas,
substâncias combustíveis
Peróxido de sódio Ácido acético, Anidrido acético, benzaldeído,
etanol, metanol, etilenoglicol, Acetatos de metila
e etila, furfural
Prata e sais de Prata Acetileno, Ácido tartárico, Ácido oxálico,
compostos de amônio.
Sódio Dióxido de carbono, Tetracloreto de carbono,
outros hidrocarbonetos clorados
Sulfeto de hidrogênio Ácido nítrico fumegante, gases oxidantes

Fonte: Manual de Biossegurança - Mario HiroyukiHirata;Jorge Mancini Filho

Formulário para Descarte


Alfenas, _____________________ de 2009.

DESCARTE DE RESÍDUOS QUÍMICOS

À Comissão Permanente de Prevenção e Controle de Riscos Químicos


Unifal - MG

O Laboratório ________________________________________ da Unifal-MG nesta


data está descartando os resíduos químicos. As quantidades estão especificadas abaixo:

Resíduo Quantidade

1. Solventes clorados

2. Solventes não clorados

3. Metais pesados em solução

4. Metais pesados no estado sólido

5 Ácidos

6. Bases

7.Outros metais

8. Aminas
9. Cianetos

10. Compostos Fenólicos

11. Pesticidas e outros de alta


toxicidade

- Outro resíduo especifique:

_________________________________________
Responsável pelo Laboratório

Recebimento: ____________________ Data: / / José Antônio Ramos

Rótulo Padrão

Rótulo padrão para resíduos químicos

Os rótulos dos recipientes contendo os resíduos químicos,


que serão encaminhados para o descarte deverão possuir no mínimo
os dados citados abaixo.

Laboratório / Local :
_____________________________________________
Responsável pelo Laboratório:
_______________________________
Data: ____________________________________________

Resíduo/ Classe: ________________

_____________________
Quantidade:_______________________________________________

Equipamentos de Proteção Individual


(EPI) E Suas Utilidades Nos
Laboratórios

São todos dispositivos de uso individual, destinados a proteger a


integridade física dos trabalhadores.

Deve-se:

 Usá-lo apenas para a finalidade que se destina.


 Responsabiliza-se por sua guarda e conservação.
 Comunicar qualquer alteração que o torne impróprio
para o uso.
 Adquirir o tipo adequado a atividade do empregado.
 Treinar o trabalhador sobre seu uso adequado.
 Tornar obrigatório seu uso.
 Substituí-lo quando danificado ou extraviado.

Equipamentos de Proteção Individual- EPI's

 Avental ou roupas de proteção


 Luvas
 Proteção facial/ ocular
 Proteção respiratória

AVENTAL OU ROUPAS DE PROTEÇÃO

Avental: recomendado para manuseio de substâncias químicas .


Material: algodão grosso, queima mais devagar, reage com ácidos e
bases .
Modelo: mangas compridas com fechamento em velcro;
comprimento até os joelhos, fechamento frontal em velcro, sem
bolsos ou “detalhes soltos” .
Deve ser usado sempre fechado.

Laboratórios biológicos
Aventais descartáveis : não protegem contra substâncias
químicas; são altamente inflamáveis; devem ser usados uma
única vez.
Os aventais devem ser despidos quando sair do laboratório .
LUVAS
A eficiencia das luvas é medida através de 3 parâmetros:

 Mudança em alguma das características físicas da luva


 Permeação: velocidade com que um produto químico
permeia através da luva DegradaçãoTempo de
resistência: tempo decorrido entre o contato inicial com
o lado externo da luva e a ocorrência do produto
químico no seu interior

Material :
Nenhum material protege contra todos os produtos químicos
Luvas de latex descartáveis são permeáveis a praticamente
todos os produtos químicos

Luvas descartáveis de nitrila: para contato intermitente


com produtos químicos .

Borracha Butílica : Bom para cetonas e ésteres, ruim para


os demais solventes.

Latex: Bom para ácidos e bases diluídas, péssimo para


solventes orgânicos
Neopreno : Bom para ácidos e bases, peróxidos,
hidrocarbonetos, álcoois, fenóis. Ruim para solventes
halogenados e aromáticos

PVC: Bom para ácidos e bases, ruim para a maioria dos


solvente orgânicos.
PVA: Bom para solventes aromáticos e halogenados. Ruim
para soluções aquosas.

Nitrila: Bom para uma grande variedade de solventes


orgânicos e ácidos e bases.
Viton: Excepcional resistência a solventes aromáticos e
halogenados.

Conservação e manutenção
 Devem ser inspecionadas antes e depois do uso quanto
a sinais de deterioração, pequenos orifícios,
descoloração, ressecamento, etc
 Luvas descartáveis não devem ser limpas ou reutilizadas
 As luvas não descartáveis devem ser lavadas, secas e
guardadas longe do local onde são manipulados
produtos químicos
 Lavar as mãos sempre que retirar as luvas

Borracha PVA
Kevlar
Butílica Nepreno

PVC Viton
Vinil Nitrila


PROTEÇÃO FACIAL/OCULAR

Deve estar disponível para todos os funcionários que


trabalhem locais onde haja manuseio ou
armazenamento de substâncias químicas
Todos os visitantes deste local também deverão utilizar
proteção facial/ocular
O uso é obrigatório em atividades onde houver
probabilidade de respingos de produtos químicos.

Tipos :
~>Óculos de segurança
~>Protetor facial
Características :
~>Não deve distorcer imagens ou limitar o campo
visual;
~>Devem ser resistentes aos produtos que serão
manuseados;
~>Devem ser confortáveis e de fácil limpeza e
conservação;

Os Óculos de segurança com vedação são usados quando são manuseados


produtos químicos perigosos ou corrosivos.

Conservação:
Manter os equipamentos limpos, não utilizando para isso
materiais abrasivos ou solventes orgânicos
Guardar os equipamentos de forma a prevenir avarias

O uso de lentes de contato no laboratório:


Prós:
Melhor visão periférica.
Mais confortáveis.
Pode funcionar como barrei a alguns gases e partículas.
Melhor do que óculos em atmosferas úmidas .
Melhor para trabalhar com instrumentos ópticos.
Melhor para utilização de óculos de segurança .
Não têm problemas de reflexo, como os óculos.

Contras:
Partículas podem ficar retidas sob as lentes de contato.
Podem descolorir ou tornar-se turvas em contato com
alguns vapores químicos.
Lentes gelatinosas podem secar em ambientes com
pouca umidade.
Alguns vapores e gases podem ser absorvidos nas lentes
e causar irritação.
Algumas lentes de contato impedem a oxigenação dos
olhos.
PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

A utilização de EPI para proteção respiratória deve ser


utilizado apenas quando as medidas de proteção coletiva não
existem, não podem ser implantadas ou são insuficientes.
O uso de respiradores deve ser esporádico e para operações
não rotineiras.

Respiradores (Máscaras):
Deverão ser utilizadas em casos especiais:
Em acidentes, nas operações de limpeza e salvamento
Em operações de limpeza de almoxarifados de produtos
químicos
Em procedimentos onde não seja
possível a utilização de sistemas exaustores

OS RESPIRADORES SOMENTE DEVEM SER USADOS


QUANDO AS MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVA:
- Não são viáveis;
- Não atingem níveis aceitáveis de contaminação;
- Estão em manutenção;
- Estão em estudo ou sendo implantadas.
Equipamentos de Proteção Coletiva
(EPC) e Suas Utilidades nos
Laboratórios

São todos dispositivos de uso coletivo, destinados a proteger as integridades


física dos trabalhadores.

Deve-se:

 Usá-los apenas para a finalidade que se destina.


 Responsabiliza-se por sua guarda e conservação.
 Comunicar qualquer alteração que o torne impróprio
para o uso.
 Adquirir o tipo adequado a atividade do empregado.
 Treinar o trabalhador sobre seu uso adequado.
 Tornar obrigatório seu uso.
 Substituí-lo quando danificado ou extraviado.

Equipamentos de Proteção Coletiva- EPC's

 Extintores de incêndio
 Lava-olhos
 Capelas

EXTINTORES DE INCÊNDIO

É preciso conhecer, identificar bem o incêndio que se vai


combater, antes de escolher o agente extintor ou
equipamento de combate ao fogo. Um erro na escolha de um
extintor pode tornar inútil o esforço de combater as chamas;
ou pode piorar a situação, aumentando ainda mais as
chamas, espalhando-as, ou criando novas causas de fogo
(curtos-circuitos).

Os principais agentes extintores são os seguintes:

 Água na forma líquida (jato ou neblina)


 Espuma mecânica (a espuma química foi proibida)
 Gases e vapores inertes (CO2, N, Vapor d ´água)
 Pó químico

Agentes halogenados (e respectivos alternativos)

Exemplos de Materiais
Classe
Combustíveis

Incêndios em materiais sólidos fibrosos,


A tais como: madeira, papel, tecido, etc. que
se caracterizam por deixar após a queima,
resíduos como carvão e cinza.

Incêndios em líquidos e gases


B inflamáveis, ou em sólidos que se
liquefazem para entrar em combustão:
gasolina, GLP, parafina, etc.

C Incêndios que envolvem equipamentos


elétricos energizados: motores, geradores,
cabos, etc.
D Incêndios em metais combustíveis, tais
como: magnésio, titânio, potássio, zinco,
sódio, etc.

Os incêndios, em seu início, são muito fáceis de controlar e de extinguir.


Quanto mais rápido o ataque às chamas, maiores serão as possibilidades de
reduzi-las e eliminá-las.

Agentes extintores
Gás
Classes de Pó
Água Espuma carbônico
Incêndio químico
(CO2)
A - madeira,
papel, tecidos, Sim Sim Sim Sim
etc.
B - gasolina,
álcool, ceras, Não Sim Sim Sim
tintas, etc.
C- equipamentos
energizados, Não Não Sim Sim
instalações, etc.

Deve-se:

1. agir com firmeza e decisão, sem se arriscar


demais

2. manter a calma e afastar as pessoas


3. desligar os circúitos elétricos envolvidos

4. constatar não haver risco de explosão

5. usar o agente extintor correto

6. observar para que não haja reincidência dos


focos

Num ambiente tomado pela fumaça, use um lenço molhado para cobrir o
nariz e a boca e saia rastejando, respirando junto ao piso.
Molhe bastante suas roupas e mantenha-se vestido para se proteger.
Vendo uma pessoa com as roupas em chamas, obrigue-a a jogar-se no
chão, envolva-a com um cobertor, cortina, etc.

LAVA-OLHOS
1- Em princípio, estes equipamentos devem existir em locais
de manuseio de produtos químicos, em situações de maior
risco de projeção ou onde houver risco maior de queimaduras
por calor.

2- Enquadram-se no definido acima os seguintes locais:

 laboratórios com manuseio de produtos químicos


 oficinas ou áreas de manuseio de produtos químicos
através de tubulações e seus acessórios.

3-Lava-olhos são equipamentos projetados de forma


semelhante aos chuveiros de segurança, só que com o
objetivo específico de livrar os olhos de contaminantes

4- É de vital importância que em áreas de manuseio de


produtos químicos existam
equipamentos que proporcionem este fluxo de água, tais
como: chuveiros, lava-olhos ou bisnagas.

5- Chuveiros de segurança e lava-olhos, por serem


equipamentos de emergência, devem ser mantidos de forma
a estarem preparados para uso imediato a qualquer instante.

6- É de responsabilidade de cada setor manter em condições


de uso os chuveiros de segurança e lava-olhos em local sob
sua jurisdição.
CAPELAS

Equipamento imprescindível onde se manuseia produtos


químicos ou particulados.

Ao fazer operações nas capelas deve-se:

 Manter as janelas com o mínimo de abertura possível.


 Deixar na capela apenas o material a ser analisado.
 O sistema de exaustão da capela deve ser desligado,
após 10 a 15 minutos do témino dos trabalhos.

Ao iniciar um trabalho em capela, observe se:

 O sistema de exaustão esteja operando.


 Pisos e janelas estejam limpos.
 As janelas estejam funcionando perfeitamente.
 Nunca inicie trabalho que exija aquecimento, sem antes
remover os produtos inflamáveis.
Classe de Produtos Quimicos Perigosos

Classe 1- Explosivos

Subclasses 1.1, 1.2 e 1.3

Símbolo (bomba explodindo) em preto;


**local para indicação da subclasse;

*local para indicação do grupo de


compatibilidade;

fundo em laranja;

número "1" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 1.4

*Local para indicação do grupo de


compatibilidade;

fundo em laranja;

número "1" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 1.5

*Local para indicação do grupo de


compatibilidade;

fundo em laranja;

número "1" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 1.6

Fundo em laranja;

números em pretos;

número "1" no canto inferior;


**local para indicação da subclasse;

*local para indicação do grupo de


compatibilidade.

Fonte: Brasil (1997)

Classe 2- Gases

Gases Inflamáveis:

Símbolo (chama)

Subclasse 2.1

em preto ou branco;

fundo em vermelho;

- número "2" no canto inferior


em preto ou branco.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 2.2

Gases Não-Inflamáveis, Não-


Tóxicos:

Símbolo (cilindro para gás) em


preto ou branco;

fundo em verde;

-número "2" no canto inferior em


preto ou branco.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 2.3

Gases Tóxicos:

Símbolo (caveira) em preto;


fundo em branco;

número "2" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Classe 3- LíquidosInflámaveis

Símbolo (chama) em preto


ou branco;

fundo em vermelho;

-número "3" no canto


inferireto ou branco ou em
preto.

Classe 4- SólidosInflámaveis

Subclasse 4.1

Sólidos inflamáveis:

Símbolo (chama) em preto;

fundo em branco com sete listras


verticais vermelhas;

número "4" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 4.2

Substâncias Sujeitas a Combustão


Espontânea:

Símbolo (chama) em preto;

fundo - metade superior branca,


metade inferior vermelha;

número "4" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Subclasse 4.3

Substâncias que, em contato com a


água, emitem gases inflamáveis:

Símbolo (chama) em branco ou


preto; fundo em azul

número "4" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Classe 5- Substâncias Oxidantes e Peróxidos Orgânicos

Subclasse 5.1

Substâncias Oxidantes: Símbolo


(chama sobre um círculo) em
preto;

fundo: amarelo;

número "5.1" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 5.2

Peróxidos Orgânicos: Símbolo


(chama sobre um círculo) em
preto;

fundo: amarelo;

número "5.2" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Classe 6- Substâncias Tóxicas e Infectantes

Subclasse 6.1

Substâncias Tóxicas (Venenosas) -


Grupos de Embalagem I e II: Símbolo
(caveira) em preto;

fundo em branco;

número "6" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 6.1

Substâncias Tóxicas (Venenosas) -


Grupo de Embalagem III:

Na metade inferior do rótulo deve


constar a inscrição "NOCIVO";

Símbolo (um "X" sobre uma espiga de


trigo) e inscrição em preto; fundo em
branco;

número "6" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Subclasse 6.2

Substâncias Infectantes:

A metade inferior do rótulo deve conter


a inscrição: "SUBSTÂNCIA
INFECTANTE";

Símbolo (três meias-luas crescentes


superpostas em um círculo) e inscrição
em preto;

fundo em branco;

número "6" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Classe 7- Materiais Radioativos

Categoria I

Branco: Símbolo (trifólio) em preto;

fundo em branco;

texto em preto na metade inferior do


rótulo "RADIOATIVO...",
"Conteúdo..." e "Atividade...";

colocar uma barra vermelha após a


palavra "Radioativo";

número "7" no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)


Categoria II

Amarela: Símbolo (trifólio) em preto;

fundo - metade superior em amarelo


com bordas brancas, metade inferior
em branco;

texto em preto, na metade inferior


do rótulo "RADIOATIVO...",
"Conteúdo"..., "Atividade"...;

em um retângulo de bordas pretas -


"Índice de Transporte";

colocar duas barras verticais


vermelhas após a palavra
"Radioativo";

número 7 no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Categoria III

Amarela: Símbolo (trifólio) em preto;

fundo - metade superior em amarelo


com bordas brancas, metade inferior
em branco;

texto em preto, na metade inferior


do rótulo "RADIOATIVO...",
"Conteúdo"..., "Atividade"...;
em um retângulo de bordas pretas -
"Índice de Transporte";

colocar três barras verticais


vermelhas após a palavra
"Radioativo";

número 7 no canto inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Classe 8- Corrosivos

Símbolo (líquidos pingando de


dois recipientes de vidro e
atacando uma mão e um pedaço
de metal) em preto;

fundo - metade superior em


branco, metade inferior em preto
com bordas brancas;

número "8" em branco no canto


inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Classe 9- Substâncias Perigosas Diversas


Símbolo (sete listras na metade
superior) em preto;

fundo em branco;

número "9", sublinhado no canto


inferior.

Fonte: Brasil (1997)

Diamante de Hommel

Uma outra simbologia bastante aplicada em vários países, no


entanto sem obrigatoriedade, é o método do diamante de
HOMMEL.

Diferentemente das placas de identificação, o diamante de


HOMMEL não informa qual é a substância química, mas indica
todos os riscos envolvendo o produto químico em questão.

Os riscos representados no Diamante de Hommel são os


seguintes:

VERMELHO - INFLAMABILIDADE, onde os riscos são os


seguintes:

4 - Gases inflamáveis, líquidos muito voláteis, materiais


pirotécnicos
3 - Produtos que entram em ignição a temperatura ambiente

2 - Produtos que entram em ignição quando aquecidos


moderadamente

1 - Produtos que precisam ser aquecidos para entrar em


ignição

0 - Produtos que não queimam

AZUL - PERIGO PARA SAÚDE, onde os riscos são os


seguintes:

4 - Produto Letal

3 - Produto severamente perigoso

2 - Produto moderadamente perigoso

1 - Produto levemente perigoso

0 - Produto não perigoso ou de risco mínimo

AMARELO - REATIVIDADE, onde os riscos são os seguintes:

4 - Capaz de detonação ou decomposição com explosão a


temperatura ambiente

3 - Capaz de detonação ou decomposição com explosão


quando exposto a fonte de energia

severa

2 - Reação química violenta possível quando exposto a


temperaturas e/ou pressões elevadas

1 - Normalmente estável, porém pode se tornar instável


quando aquecido

0 - Normalmente estável
BRANCO - RISCOS ESPECIAIS, onde os riscos são os
seguintes:

OXY Oxidante forte

ACID Ácido forte

ALK Alcalino forte

Evite o uso de água

Uma observação muito importante a ser colocada quanto à


utilização do Diamante de HOMMEL é que o mesmo não indica
qual é a substância química em questão mas apenas os riscos
envolvidos; ou seja quando considerado apenas o Diamante
de HOMMEL sem outras formas de identificação este método
de classificação não é completo.
5.ROTULAGEM
1.Todos os recipientes contendo resíduos devem ser identificados
adequadamente utilizando etiquetas, cujo modelo é mostrado abaixo. Para
maior clareza, o modelo mostra o preenchimento correto.
OBS:-é imprescindível que todas as informações estejam preenchidas.
-o preenchimento deve ser feito com caneta esferográfica azul ou
preta.
Nunca usar caneta hidrocolor ou pincel atômico.
2.Frascos sem rótulos, ou inadequadamente preenchidos ou com informações

parciais não serão aceitos pelo LRQ.


5.1.Ficha de identificação por frasco
Além de devidamente rotulado, cada recipiente em uso no laboratório
deverá conter uma ficha tipo inventário anexado a ele, contendo as
informações necessárias sobre seu conteúdo. Esta ficha deverá conter
um relato das adições de novas porções de resíduos no recipiente. Os
relatos deverão conter informações sobre a natureza e composição do
resíduo adicionado (especificar soluto, solvente, conteúdo de água se for
o caso, etc), data da adição, o nome de quem realizou a adição e
quantidades.
Cada frasco deverá conter quantas fichas de inventário forem
necessárias.
Fichas padronizadas poderão ser obtidas em www.pcarp.usp.br/lrq.