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PALAVRA PUXA PALAVRA 5 – TESTE DE AVALIAÇÃO

ESCOLA: _______________________________________ DATA: ____/ ____/ 20__

NOME: ______________________________________________ Nº ____ TURMA: ____

GRUPO I – ORALIDADE

Para responderes à questão que se segue, vais ouvir uma pequena


reportagem sobre a reabertura ao público do Planetário do Porto – Centro de
Ciência Viva (https://www.youtube.com/watch?v=0OR05f9obmI). Antes de
iniciares a audição do texto, lê a questão. Em seguida, ouve atentamente a
reportagem duas vezes e responde ao que é pedido.

1. De acordo com a reportagem, classifica as afirmações como verdadeiras (V)


ou falsas (F).

Afirmações V F

a) Segundo João Lima, o Planetário possibilita que


a investigação feita pelo Centro de Astrofísica possa ser
divulgada em linguagem acessível aos especialistas
na matéria.

b) João Lima considera que o Planetário poderá proporcionar


uma visão integrada do conhecimento, que muitas vezes falta
na lecionação de cada disciplina isoladamente.

c) Sebastião Feyo de Azevedo, reitor da Universidade do Porto,


espera que aquela possa ser apenas a primeira de várias
inaugurações de grande importância.

d) Apesar de ter aberto as portas em 1998, o Planetário


continuava a ter equipamentos perfeitamente atualizados,
na opinião de Sebastião Feyo de Azevedo.

e) O reitor da Universidade do Porto divulgou que, à reabertura


do Planetário, e também no âmbito da Ciência Viva,
seguir-se-iam as inaugurações, primeiro, do Museu
da História Natural e da Ciência, e posteriormente,
da Galeria da Biodiversidade.

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GRUPO II – LEITURA, EDUCAÇÃO LITERÁRIA E ESCRITA

Texto A

Lê, atentamente, o texto seguinte.

Como se formam as galáxias?

Numa sessão no Planetário de Lisboa, no sábado da próxima semana, 17 de março, vais


poder viajar pelo Espaço, guiado por três investigadores do Instituto de Astrofísica e
Ciências do Espaço, e descobrir alguns dos seus mistérios. Para assistires, basta
inscreveres-te! É grátis!

5 O que é uma galáxia? Quais são as maiores galáxias do Universo? Como é que os astrónomos
as conseguem estudar? O que estamos a ver quando olhamos para o céu? Será isso o Universo
todo, ou estaremos a ver apenas uma parte?
Pois a resposta a estas e a muitas outras perguntas passa por descobrires o que são as galáxias –
e é sobre isso que os investigadores Iris Breda, Fernando Buitrago e Alexandre Cabral vão falar
10 na segunda sessão de 2018 do IAstro Júnior, uma iniciativa da Visão Júnior e do Instituto de
Astrofísica e Ciências do Espaço, feita a pensar especialmente em crianças e jovens.

Os investigadores
Alexandre Cabral
Estudei Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, onde tirei
15 a licenciatura, o mestrado e o doutoramento. Durante os estudos apaixonei-me
pela luz e por todos os fenómenos que a rodeiam. Hoje, para além das aulas, faço
investigação e ajudo a construir instrumentos astronómicos que nos permitem
olhar para o céu, analisar a luz que nos chega e perceber melhor este universo
que habitamos. Construir sempre foi o meu passatempo favorito: quando era
20 pequeno dedicava-me aos Legos, agora mais crescido ocupo-me dos instrumentos
astronómicos.
Iris Breda
Estudei Engenharia do Ambiente em Aveiro. Após muitas indecisões e
complicações, parei de estudar dois anos e trabalhei em várias coisas. Até que
25 me lembrei da minha paixão de criança: Astronomia! Seis meses depois tinha os
meus objetivos traçados: voltar ao meu antigo curso, ser a melhor aluna e depois
candidatar-me ao mestrado em Astronomia. E assim foi! A seguir, ganhei uma
bolsa de doutoramento. Estou agora a trabalhar como investigadora no Instituto
de Astrofísica e Ciências do Espaço.
30 Fernando Buitrago
Sou espanhol e estudo as maiores galáxias do Universo. Estudei nos
telescópios das Ilhas Canárias e depois estive vários anos no Reino Unido, antes
de vir para Lisboa. A minha primeira lembrança da Astronomia remonta aos
9 anos de idade, quando descobri o verdadeiro tamanho dos planetas e quão
35 pequena era a nossa Terra. Não podia parar de ler livros sobre isto! – e também
sobre dinossauros!

Visão Júnior online, 7 de março de 2018


(texto adaptado e com supressões; acedido em abril de 2018)

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1. Assinala com X, de 1.1. a 1.5., a opção que completa corretamente cada frase,
de acordo com o sentido do texto.

1.1. Para assistir à sessão no Planetário de Lisboa, no dia 17 de março, é necessário


A. dirigir-se, no sábado, pelas 17h30, às instalações do Planetário.
B. efetuar uma inscrição gratuita.
C. adquirir um bilhete no valor de 3 euros.
D. fazer uma reserva online.

1.2. As entidades que levaram a cabo esta iniciativa do IAstro Júnior foram
A. a Visão Júnior e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
B. a revista Visão e o Instituto de Astrofísica e Ciências de Aveiro.
C. a Visão Júnior e o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.
D. o Planetário de Lisboa e o Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.

1.3. Durante os seus estudos, Alexandre Cabral confessa ter-se apaixonado


A. pela investigação científica.
B. pela construção de instrumentos astronómicos.
C. pelo universo e fenómenos com ele relacionados.
D. pela luz e fenómenos com ela relacionados.

1.4. Iris Breda decidiu regressar ao seu antigo curso devido


A. a sentir-se saturada de tantas indecisões e complicações na sua vida.
B. à sua paixão de criança: a Astronomia.
C. ao facto de ter conseguido uma bolsa de doutoramento.
D. à necessidade em terminar a licenciatura.

1.5. O investigador Fernando Buitrago descobriu, em criança,


A. o tamanho real do planeta Terra.
B. a ligação dos dinossauros à Astronomia.
C. os telescópios das Ilhas Canárias.
D. o prazer da leitura.

2. Segundo Alexandre Cabral, há uma relação entre os seus gostos de criança e as


suas escolhas na idade adulta. Explica a razão apresentada por este investigador
para, em adulto, construir instrumentos astronómicos.
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Texto B

Lê o texto que se segue com muita atenção. Se necessário, consulta


o vocabulário.

Planeta Azul

– Astronauta, astronauta,
Que vês tu de tanta altura?
– Um planeta tão azul
Que parece uma pintura.

5 Quando desce a minha nave


E a Terra se aproxima
Vejo florestas em chamas
Com nuvens negras por cima.

Ao sol brilham os desertos


10 De areia loura, crestada1,
Como grandes placas de ouro
Onde nunca cresce nada.

Os rios parecem serpentes,


Levam na sua corrente
15 Venenos turvos, castanhos
Que deixam o mar doente.

Mas nas cidades-colmeias


Há sempre, de norte a sul, Vocabulário

Gente que sonha e trabalha 1 crestada – tostada, queimada pelo sol.


20 Para ter um planeta azul.

Luísa Ducla Soares, O Planeta Azul,


Porto, Porto Editora, 2015, pp. 4-5

3. Identifica os interlocutores do poema.


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4. Enumera os aspetos negativos citados no poema, a partir do momento em que


a nave começa a descer em direção à Terra.
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5. O final do poema parece transmitir uma pequena esperança.

5.1. Transcreve os versos que justificam esta ideia.


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6. Identifica dois recursos expressivos presentes nos versos 13 e 16.


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7. Indica o número de estrofes que compõem este poema.


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8. Atenta no verso “Que parece uma pintura” (verso 4).

8.1. Indica o número de sílabas métricas deste verso e faz a sua contagem.
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9. Lê, com atenção, as duas afirmações que se seguem e refere com qual das duas
estás de acordo, justificando com dois argumentos.

A. Cuidar do planeta é uma prioridade!

B. Usa e abusa do planeta: ele é só teu!

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GRUPO III – GRAMÁTICA

1. Atenta na primeira estrofe do poema do texto B, transcrita abaixo, e refere a classe


e a subclasse (nos casos em que se justifique) das palavras sublinhadas.
a) astronauta: __________________________
– Astronauta, astronauta, b) tu: _________________________________
Que vês tu de tanta altura?
c) de: _________________________________
– Um planeta tão azul
Que parece uma pintura. d) um: ________________________________
e) azul: _______________________________

1.1. Indica em que tempo, modo e pessoa se encontra a forma verbal “vês”,
presente no verso 2. ______________________________________________
1.1.1. Reescreve o verso 2, colocando essa forma verbal no pretérito
imperfeito do modo indicativo.
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2. Identifica, sublinhando, os advérbios presentes nos versos do texto B a seguir


transcritos e indica o seu valor semântico.
a) “Que vês tu de tanta altura?” (verso 2): __________________________________
b) “Onde nunca cresce nada.” (verso 12): __________________________________
c) “Há sempre, de norte a sul,” (verso 18): _________________________________

3. Reescreve as frases seguintes, substituindo cada elemento sublinhado pelo pronome


pessoal adequado e efetuando as alterações necessárias.

a) O astronauta vê um planeta azul.


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b) O astronauta não gosta de ver as florestas a arder.


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4. Associa cada um dos elementos sublinhados nas frases da coluna A à função


sintática correspondente da coluna B.
Coluna A Coluna B
A. – Astronauta, que vês tu? 1. Sujeito simples
B. Vejo florestas em chamas. 2. Predicado
C. Ao sol brilham os desertos. 3. Complemento direto
D. Os rios parecem serpentes. 4. Vocativo
A. _____ B. _____ C. _____ D. _____

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GRUPO IV – ESCRITA

No poema do texto B do Grupo II, o astronauta alerta-nos para as consequências


que os comportamentos incorretos da humanidade estão a provocar no nosso planeta.
Escreve um texto narrativo, no qual contes uma história que envolva um/a menino/a
apostado/a em proteger o meio ambiente e em alertar as pessoas para comportamentos
indevidos.
O teu texto, com um mínimo de 140 e um máximo de 200 palavras, deve:
 ser correto e bem estruturado;
 apresentar a personagem, o seu nome e a sua idade;
 apresentar as características físicas e psicológicas dessa personagem;
 relatar uma aventura vivida pela personagem, com pelo menos duas
peripécias;
 ter um título adequado.
No final, faz a revisão do teu texto, verificando se:
 respeitaste o tema proposto e o género indicado;
 as partes estão devidamente ordenadas;
 há repetições que possam ser evitadas;
 usaste corretamente a pontuação.

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