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Curso Técnico de Turismo

Ano Letivo 2018/2019

Módulo 5: 1.1 – A Construção do Conhecimento

Isabel Simões

3º Ano Curso Técnico de Turismo

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Índice

Capa 1
Índice 2
Introdução 3
1. A Génese do Conhecimento Humano e o mito de Prometeu 4
1.1. O mito de Prometeu 4
1.2. A Hominização 4/5
1.3. A Construção do Conhecimento Humano 5
o A Hereditariedade 5/6
o Fatores Sociais – as características pessoais e o contexto social 6/7
1.4. Estádios do Conhecimento segundo Piaget 7/8/9

2. Afetividade e referências socioculturais como estruturantes da personalidade 10

2.1. Personalidade 10
2.2. A Construção do Conhecimento como um processo Sociocultural 11
2.3. O inato e o adquirido 11
2.4. Formulações teóricas sobre o conhecimento – ciências cognitivas 12
o O inatismo de Chomsky 12
o Construtivismo 12/13
o Inteligência – humana e artificial 13
Conclusão 14
Netgrafia 15

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Introdução

No âmbito da disciplina de , lecionada pelo professor , realizo este trabalho que se


foca, em especial, nas noções de construção do conhecimento e de conhecimento.
Reflete, em seguida, a influência que a sociedade tem sobre um individuo e as
diversas formulações teóricas sobre o conhecimento.

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1 | A Génese do Conhecimento Humano e o mito de Prometeu

1.1 O mito de Prometeu

Na mitologia grega, Prometeu é um titã, filho de Jápeto e de Ásia e irmão de Atlas, Epimeteu e
Menoécio. Foi um defensor da humanidade, conhecido pela sua inteligência, responsável por roubar
o fogo de Zeus e dá-lo aos mortais. Por isso foi terrivelmente castigado. Por ordem de Zeus foi
amarrado aos rochedos do Cáucaso e torturado por uma águia, que todos os dias lhe roía o fígado,
que à noite tornava-se a regenerar.

No mito, trata-se da luta primordial entre pai e filho. Presumo que todos conheçamos o problema da
compulsão em fazer algo proibido, ou de tê-lo feito, talvez com a sensação de que era a única
alternativa possível. Quando o mito narra o castigo horrível de Prometeu, o que resulta é uma lição
de moral muito insatisfatória.

1.2 A Hominização

Evolução é “mudança ao longo do tempo por meio de descendência com modificação”, ou seja,
significa dizer que a evolução é a mudança das características duma espécie no decorrer das
gerações descendentes, resultando na formação de outra população que não reconheça mais o seu
ancestral como pertencente ao mesmo “ninho”.

A Evolução Humana não aconteceu em linha contínua, na qual cada espécie dá origem a outra
diretamente. O exemplo mais próximo seria de uma árvore hominídea.

Figura 1 Do Australopithecus ao Homo Sapiens Sapiens

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Primeiramente desenvolveu-se o Australopithecus, um individuo de estatura baixa, que já
caminhava sobre dois membros. Possuía uma caixa craniana maior, acomodando a formação do
sistema límbico - o sistema responsável pelas emoções.

Surge o Homo Habilis no leste de África. Neste temos a formação da terceira camada cerebral, o
neocortex.

Posteriormente, o Homo Sapiens, com as pernas mais longas que os braços, glândulas sudoríparas –
as glândulas responsáveis pelo suor - e com poucos pelos no corpo.

Por fim, o Homo Sapiens Sapiens com a completa formação do neocortex. Surge aproximadamente
há 600 mil anos atrás, o que coincide com o início da cultura.

A linhagem hominídea não consiste apenas no humano moderno, o Homo Sapiens Sapiens, mas de
toda uma história evolutiva repleta de ocasiões nas quais a adaptação ao meio, as mudanças
graduais e as catástrofes contribuíram para chegar onde estamos atualmente.

1.3 A Construção do Conhecimento Humano

A evolução biológica do homem foi acompanhada por uma evolução cultural e social. Assim sendo,
o processo de construção do conhecimento humano deve ser encarado como uma sinergia entre o
biológico e o social. Nesse caso, a construção do conhecimento deve ser analisada tendo em atenção
estes dois tipos de condicionalismos:

 A Hereditariedade

O processo biológico de transmissão de caracteres dos pais à sua descendência designa-


se por hereditariedade. Assim, há dois tipos de características que se transmitem
geneticamente de pais para filhos: umas, comuns a toda a espécie, manifestam-se em
todos os indivíduos; outras, mais originais, são próprias de cada um deles. Daí se poder
falar em hereditariedade específica e individual.

HEREDITARIEDADE ESPECÍFICA | Transmissão à geração seguinte das características


comuns aos indivíduos de uma espécie e que os diferencia de todas as outras espécies.

Antes da nossa individualidade como pessoas dotadas de caracteres únicos que nos
singularizam, somos seres humanos, isto é, temos características comuns a todos os seres
da espécie a que pertencemos. E estas características próprias também são herdadas.
Assim, todos os descendentes herdam dos seus progenitores as características da espécie.

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Apesar de todos os indivíduos possuírem as características comuns à espécie a que
pertencem, cada um é diferente de todos os outros. Trata-se de apresentar um conjunto
único de características herdadas por apenas um individuo.

A coexistência nos seres vivos de uma hereditariedade específica e de uma individual


garante que a espécie se perdure com as suas características próprias e, ao mesmo tempo,
que se diversifique numa pluralidade de indivíduos.

 Fatores Sociais – as características pessoais e o contexto social

Ninguém nasce com impressões, expectativas ou atitudes como se fossem realidades


pré-estabelecidas. A maior parte dos conceitos e noções foi adquirida com a ajuda dos
olhos daqueles que vivem na nossa sociedade. É assim que, ao longo da socialização, se
vão estabelecendo as nossas crenças e ideias e vai-se definindo o que é bom e o que é
mau, o que é permitido e o que é proibido.

No decorrer da infância, a criança vive num mundo fechado, em que os pais são os
modelos com que deseja identificar-se. Além dos pais, há outras pessoas que exercem
notável influência na criança, nomeadamente professores, tios e outros adultos com
quem estabelece uma relação carregada de afetividade.

À medida que se aproxima a adolescência, o adulto vai perdendo a credibilidade em


muitas áreas, e o jovem tende a deslocar o objeto de identificação para os amigos de
idade aproximada. Os amigos surgem como os únicos capazes de compreender e sentir o
problema por que passa o jovem adolescente. A sua influência assume, então, caracter
decisivo, na mudança de comportamentos e atitudes.

A par da influência do grupo de amigos é também importante realçar o papel da


educação. Cada vez é mais longo o tempo que as crianças e os adolescentes permanecem
na escola. Nela decorre a sua formação, efetuando aprendizagens, quer a nível de
conhecimentos académicos, quer a nível de vivência social. A escola continua a exercer
uma influência notável nos jovens, dela dependendo grande parte do seu sucesso
pessoal, social e profissional quando adultos.

A mudança é uma realidade. Sabemos bem, por experiência própria, que ser adolescente
não é o mesmo que ser criança ou ser adulto. Ao longo da vida, passamos por alterações
que determinam etapas qualitativamente diferentes no percurso que efetuamos.
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Para lá das mudanças associadas ao desenvolvimento, mudamos também porque as
circunstâncias da vida nos obrigam a mudar. As boas ou más experiencias vividas na
interação com a família, com a escola, com os amigos e com a sociedade em geral,
principalmente as ocorridas durante a infância e a adolescência, constituem-se como
forças vivas que interferem na direção seguida pelo nosso desenvolvimento. Tudo o que
de intenso nos acontece vai deixando marcas positivas ou negativas na personalidade, ou
seja, na nossa maneira de ser e atuar. Mesmo depois de construída a nossa identidade,
não significa que se fique com uma personalidade rígida, pois o individuo continua a ter
de reorganizar em cada momento os elementos integrantes da sua personalidade,
ajustando-os às diversas circunstâncias do meio.

1.4 Estádios do Conhecimento segundo Piaget

Piaget distingue fundamentalmente quatro estádios de desenvolvimento. As idades-limite de


permanência nestas fases são valores médios. Isto é, não se transita de um estádio para outro numa
data fixa. A ordem de sucessão é que é fixa, pelo que não se atinge dado estádio sem antes se terem
percorrido os que o antecedem.

 Estádio sensório-motor

Este estádio, que vai do nascimento aos dois anos de idade, é caraterizado pela ação, e não pelo
pensamento. Em vez de palavras e conceitos, a criança serve-se de perceções e movimentos,
organizados em esquemas de ação. Na presença de um objeto novo o bebé incorpora-o
sucessivamente em cada um dos seus esquemas de ação, como, por exemplo, sacudir, balançar,
atirar, como se se tratasse de os compreender pelo uso.

Afirmar que a criança não tem pensamento não significa dizer que não é
inteligente. Neste período, a criança possui uma
inteligência prática, assim designada por se
exercer com base na manipulação dos
objetos.

Figura 2

 Estádio pré-operatório

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O que marca a entrada no período pré-operatório, que ocorre entre os dois e os sete anos de
idade é o aparecimento da função simbólica, que é a capacidade de criar símbolos para
representar os objetos e de lidar mentalmente com eles.

Com o domínio do símbolo, os esquemas de ação começam a ser substituídos por esquemas de
representação, o que significa o início da inteligência representativa ou pensamento. Contudo, o
pensamento não é ainda reversível, o que só irá acontecer no estádio seguinte.

 Estádio das operações concretas

Este estádio inicia-se aos sete e prolonga-se até aos onze anos de idade.

Ser capaz de operar significa estar apto a executar interior e mentalmente as ações que dantes se
executavam exterior e materialmente sobre os objetos. Em suma, a interiorização da ação deu
lugar a uma operação enquanto atividade mental.

Nesta fase, as operações são concretas, o que significa que, apesar da reversibilidade –
capacidade de regressar mentalmente ao ponto de partida – o pensamento necessita do apoio dos
objetos manipuláveis e das situações vividas. O pensamento ainda não é capaz de se exercer
sobre situações hipotéticas, traduzidas por enunciados verbais, o que só ocorrerá na fase
seguinte.

 Estádio das operações formais

Estas operações instalam-se entre os onze e os dezasseis anos de idade.

A partir de agora, o adolescente é capaz de raciocinar sobre hipóteses abstratas.


Estas não são factos ou objetos concretos, mas proposições
enunciadas verbalmente ou por meio de outros símbolos, a partir das quais o
jovem efetua os encadeamentos típicos da logica
formal.

Para além de ser capaz de raciocinar a


Figura 3
partir de hipóteses, o adolescente está
apto também a formular hipóteses para
resolver problemas.

Entre as novas capacidades mentais, surge a possibilidade de compreender princípios abstratos,


o que permite grande abertura a conceitos científicos e filosóficos, que não tinha em fases
anteriores.

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No final da adolescência, a inteligência formal faculta, pois, a entrada do jovem num domínio
novo, que é o do pensamento puro. Ao terminar este período, as estruturas intelectuais do adulto
estão já instaladas, e, no decorrer da vida adulta, adquirirão maior mobilidade e maleabilidade,
contribuindo para tal a diversidade de experiencias por que o ser humano vai passando.

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2 | Afetividade e referências socioculturais como estruturantes da personalidade
Apesar de já trazer os genes necessários ao ser
humano, a criança ao nascer é, ainda, um
ser culturalmente em branco.

Á medida que toma contato com o


ambiente social que a rodeia, a criança torna-se,
rapidamente um ser cultural.

Gradualmente, a criança vai assimilando


valores e normas, adotando atitudes e
comportamentos, aprendendo técnicas e
práticas, ultrapassando a sua fase biológica.
Figura 4
Conforme interage com os restantes
elementos do grupo, cada individuo assimila a cultura que lhe é transmitida, tornando-se um ser
cultural.

2.1 Personalidade
A Psicologia, dentro das diversas linhas de estudo, apropriou-se do conceito de personalidade
associando-o a uma série de outros que também eram utilizados para definir as particularidades da
individualidade tais como carácter, feitio e temperamento.

A personalidade é o que nos torna únicos, diferentes de todos. Diz respeito a características pessoais
e que suportam uma lógica interna. Sempre que nos referimos à personalidade referimo-nos aos
sentimentos, emoções, pensamentos, atitudes, comportamentos, motivações, tomadas de decisões,
projetos de vida, entre outros. Ela permite que nos reconheçamos e que sejamos reconhecidos pelos
outros, representa uma fidelidade, uma continuidade de formas de estar e de ser.

A personalidade é igualmente uma construção pessoal que decorre ao longo da nossa vida, e uma
elaboração da nossa história, da forma que sentimos e interiorizamos as nossas experiências,
acompanha e reflete a maturação psicológica. Em suma, a personalidade é um processo ativo e que
intervém em diferentes fatores.

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2.2 A Construção do Conhecimento como um processo Sociocultural

Com o aparecimento da psicologia social, desenvolve-se a convicção de que todos os indivíduos


são, na sua essência, seres sociais.

A sociabilidade não é uma característica que se acrescente ao individuo, como algo que se possa
ter ou não ter, ou que se possa ter mais ou ter menos. Se somos humanos, somos seres sociais. O
individuo emerge de contextos sociais, culturais e históricos que o ajudam a ser aquilo que é e a
ver o mundo da maneira como o vê.

Portanto, para se compreender, o ser humano tem que ser perspetivado no contexto social de
onde retira a sua identidade, as suas representações, o modo de se exprimir, ver, pensar e reagir
a situações e acontecimentos.

Quando se fala da individualidade do ser humano, está subjacente a ideia de que cada pessoa se
desenvolve pela intervenção das coletividades sociais que lhe moldaram a sua essência e que,
por isso mesmo, estão presentes em tudo aquilo que ele faz.

2.3 O inato e o adquirido

A dicotomia inato-adquirido surge a propósito da questão de saber como é que nos tornamos
humanos. Ou seja, trata-se de concluir se nascemos com todo o equipamento necessário para
virmos a ser humanos e nos comportarmos como tal, ou se, diferentemente, o fato de sermos
humanos depende das aquisições feitas no contato com o meio.

Alguns psicólogos defendem que os comportamentos do ser humano se explicam a partir de


mecanismos inatos de natureza hereditária. Assim, o potencial genético determinaria o
desenvolvimento dos seres humanos e, consequentemente, refletir-se-ia no modo como se
situam no mundo e sobre ele agem.

Os psicólogos que assumem uma posição inatista consideram o meio apenas como condição
necessária para que as características determinadas geneticamente se atualizem.

Diferentemente, outros psicólogos são de opinião que o comportamento do ser humano é


essencialmente adquirido no contato com o meio ambiente. O desenvolvimento do ser humano
processar-se-ia à medida que o organismo fosse reagindo a estímulos provenientes do meio.

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2.4 Formulações Teóricas sobre o Conhecimento – Ciências Cognitivas

 O inatismo de Chomsky

Noam Chomsky desenvolveu uma teoria que revolucionou o estudo da linguística. Foi
um dos fundadores principais da gramática transformadora-regenerativa, um sistema de
análise linguística que desafiou a linguística tradicional e tem relação com o ramo da
Filosofia, Lógica e Psicolinguística.

A Teoria Inatista defende que os seres humanos já nascem, por uma herança genética,
programados para falar. Para Chomsky, cada criança nasce com os conhecimentos já
adquiridos e não precisa ser ensinada. Isto é, à medida que a criança cresce vai recordar
estes certos conhecimentos.

Segundo Chomsky, as diferenças entre as línguas existentes não são grandes do ponto de
vista gramatical e sintático. Então, o cientista sugere que nascemos com uma Gramática
Universal, introduzida na mente e dotada de todas as regras básicas e necessárias de
todas as línguas e a partir de operações mentais, a criança transforma a Gramática
Universal em gramática da língua materna.

Chomsky propõe-nos a metáfora da fechadura, explicando que todas as crianças nascem


com uma fechadura pronta para receber uma chave.

Cada chave é responsável por desencadear a aquisição de uma língua distinta,


mostrando, assim, que todas as crianças nascem com a mesma capacidade, estando aptas
a desenvolver qualquer língua.

 Construtivismo

O Construtivismo é uma teoria, um modo de ser do conhecimento ou um movimento do


pensamento que surge do avanço das ciências e da Filosofia dos últimos séculos. Uma
teoria que nos permite interpretar o mundo em que vivemos. No caso de Piaget, o mundo
do conhecimento: a sua génese e o seu desenvolvimento. Construtivismo não é uma
prática ou um método; não é uma técnica de ensino nem uma forma de aprendizagem;
não é um projeto escolar; é, sim, uma teoria que permite reinterpretar todas essas coisas.

A ideia geral do que é o construtivismo é que o homem não nasce inteligente, mas
também não quer dizer que ele não tenha ações sob o meio em que vive, ou seja, ele
utiliza o meio para construir e organizar o seu próprio conhecimento. Assim, o

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conhecimento é um edifício erguido por meio da ação, da elaboração e da geração de um
aprendizado que é produto da conexão do individuo com o contexto material e social em
que vive, com os símbolos produzidos por ele e o universo das interações vivenciadas na
sociedade.

 Inteligência – humana e artificial

A inteligência é um conjunto de funções que o homem inatamente possui, que ao longo


da vida vai desenvolvendo e que o ajudam a adaptar-se ao meio em que vive, bem como
a tomar decisões e a escolher perante os obstáculos que se apresentam. O raciocínio, a
memória, a linguagem e as emoções são componentes da inteligência humana, sem os
quais o humano não se tornaria autónomo e apto a sobreviver.

A Inteligência Artificial tem como objectivo geral


reproduzir por meio de máquinas, nomeadamente
computadores, atividades humanas qualificadas
como inteligentes.

De facto, a inteligência artificial assemelha-se em


muitas coisas à inteligência humana, pois outros dos
seus domínios é o desenvolvimento de sistemas à base de
representação de conhecimento e aFigura 5
modelização de raciocínios. Assim, tal como a inteligência humana, também a
inteligência artificial utiliza o raciocínio lógico, a memória e a linguagem, mas falta-lhe
um componente bastante importante da inteligência humana, a emoção.

A Inteligência Artificial está cada vez mais próxima da razão humana, porém ainda está
bastante afastada da emoção humana.

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Conclusão

Ao finalizar este trabalho sobre o processo de construção do conhecimento surgem algumas


reflexões.

Primeiramente, a noção de “construção do conhecimento” é como um processo de aprendizagem


infinito. A construção do conhecimento pode definir-se como conteúdos detidos e elaborados pelo
sujeito tornando-o mais culto, modificando o seu modo de ser, ou como uma inovação na bagagem
do saber da humanidade.

Sem a sociedade não é possível a nenhum de nós tornarmo-nos humanos. A sociedade tem um papel
extremamente importante na nossa vida, porque nos faz ser aquilo que somos e comportarmo-nos
do modo como o fazemos. O meio social determina a nossa essência.

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Netgrafia

https://issuu.com/brunonunes33/docs/a_constru____o_do_conhecimento_ou_o

http://www.helioteixeira.org/ciencias-da-aprendizagem/teoria-do-desenvolvimento-cognitivo-de-
jean-piaget/

https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/4925/7/ANEXOS%20-%20PIAGET.pdf

http://www.scielo.br/pdf/ensaio/v14n51/a03v1451.pdf

https://www.webartigos.com/artigos/psicologia-da-personalidade-aspectos-conteudo-estrutura-e-
desenvolvimento-psicossexual-0-a-12-anos-controversias-e-correlacoes/60160/

https://prezi.com/lse5dnkvc8yo/teoria-inatista-por-noam-chomsky/

http://artigos.netsaber.com.br/resumo_artigo_68153/artigo_sobre_o-inatismo-de-chomsky

https://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/construtivismo_educacao.htm

http://www.citi.pt/educacao_final/trab_final_inteligencia_artificial/ia.html

https://conceito.de/inteligencia

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