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Projeto de Recuperação Paralela

Portaria nº. 040-R, 13/04/2010.

a) Justificativa:

A recuperação paralela faz-se necessária porque é um dos mecanismos que


oportunizam atender a diversidade de características e ritmos de aprendizagem dos
educandos, levando em consideração o que os alunos sabem e o que ainda serão
capazes de aprender, ver no saber e o não saber, momentos que dialogam na
produção de novos e profundos conhecimentos.

b) Objetivos:

· Garantir a todos os nossos alunos oportunidade de aprendizagem, redirecionando ações


significativas e diversificadas de modo que as dificuldades diagnosticadas sejam
superadas.

· Oferecer atendimento individualizado, observando com mais detalhes as reais


dificuldades de cada aluno.

· Entusiasmar o corpo docente a desenvolver práticas pedagógicas atrativas, aproveitando


diversos recursos e ambientes de aprendizagens para fomentar um trabalho de
qualidade.

· Encorajar os alunos ao redirecionamento de atitudes comportamentais que os impedem


efetivamente de aprender.

· Aproximar professor e aluno para a reconstrução de atitudes afetivas cotidianas.


c) Abrangência: Alunos com baixo desempenho.
d) Indicação do trimestre: 1º, 2º e 3º trimestre.
e) Período de realização: Sugerimos a realização das aulas de maneira continua e
processual no cotidiano letivo.
f) Horário da oferta: Reservar cerca de uma hora por dia da carga horária para dar
atenção aos grupos que necessitam recuperar o ensino-aprendizagem.
g) Ações (reuniões, divulgações e outras):

Conselho de classe.

Planejamento pedagógico.

Reunião junto às famílias de nossos alunos.

h) Estratégias e metodologias que serão utilizadas:


· Identificar as dificuldades do aluno encaminhado à recuperação paralela e relacionar os
conteúdos que serão trabalhados.

· Organizar as turmas por série e nível de desempenho nas diferentes habilidades, os


alunos com necessidades educacionais especiais, incluídos nesse processo.

· Elaborar em conjunto com os professores as atividades utilizadas na recuperação


paralela, bem como a organização dos livros, revistas, fotocópias e jogos
pedagógicos.

· Montar pasta portifólio para confrontar com o aluno o desenvolvimento de seu


aprendizado, quando o aluno percebe, no concreto, a construção do conhecimento é
estimulado a continuar aprendendo.

· Trabalhar relações inter-pessoais, considerando levantamento feito com os professores,


observamos que a maioria dos alunos indisciplinados, são os que têm notas abaixo da
média desejada.

· Explanar aos pais ou responsáveis a fundamental importância da família nesse contexto


de aprendizagem.

· Salientar a importância desse projeto, atribuindo responsabilidades, como por exemplo,


a organização do aluno para que esteja na escola aos sábados.

· Acompanhar as atividades desenvolvidas e providenciar reformulações quando


necessárias.

i) Recursos materiais: Apostilas confecionadas de acordo com a necessidade da turma.

j) Recursos humanos necessários: Extensão temporária de carga horária dos


professores regentes de sala de aula e da equipe pedagógica envolvida neste projeto.

k) Avaliação: Será acompanhado e registrado o desempenho de cada aluno no


período desse projeto, bem como as atividades desenvolvidas como recursos
pedagógicos reformuladas, se necessário.

Referência Bibliográfica:

Esteban, M.T. (1992) Não Saber/Ainda Não Saber/Já Saber: pistas para a superação
do fracasso.
PROJETO RECUPERAÇÃO PARALELA

CRITÉRIOS DE ENCAMINHAMENTO DOS ALUNOS PARA A rECUPERAÇÃO


PARALELA 2009

A Recuperação Paralela é um dos mecanismos que a escola possui para


atender à diversidade de características e ritmos de aprendizagem dos alunos.

Tendo em vista que as Expectativas de Aprendizagem devem orientar o


professor na identificação dos alunos que necessitam de apoio para superar
dificuldades momentâneas por meio da Recuperação Contínua e Paralela,
cabe à escola oferecer oportunidades de aprendizagem redirecionando ações
de modo que as dificuldades diagnosticadas possam ser superadas.

É importante ressaltar que há expectativas de aprendizagem que podem e


devem ser alcançadas na rotina semanal ou nos momentos reservados para a
recuperação contínua, não justificando o encaminhamento do aluno para a
Recuperação Paralela, como por exemplo: “apreciar textos literários” (presente
nas quatro séries do Ciclo I do Ensino Fundamental).

Por outro lado, há algumas expectativas que devem ser priorizadas na decisão
do encaminhamento ao projeto, dos alunos que não as alcançaram. Destaca-
se nesse caso a expectativa: “compreender o funcionamento alfabético do
sistema de escrita”.

Nos momentos de estudo e planejamento coletivo, faz-se necessário elencar


quais as expectativas de aprendizagem que realmente demandam o
encaminhamento do aluno para os estudos de Recuperação Paralela.

Para o desenvolvimento das atividades deste Projeto, cada unidade escolar


deve elaborar projetos especiais que devem se constituir mediante proposta do
Conselho de Classe/Série e/ou do Professor Coordenador, a partir da análise
das informações de avaliação diagnóstica registradas pelo(s) professor (es)
regente(s), cabendo a este(s), a identificação das dificuldades dos alunos, a
definição dos conteúdos, das expectativas de aprendizagem e dos
procedimentos avaliatórios a serem adotados.
Tais projetos devem contemplar:

* Justificativa: descrição da necessidade de encaminhamento dos alunos à


Recuperação Paralela, com apontamentos das necessidades específicas de
aprendizagem;
* Objetivo: atingir as expectativas de aprendizagem da série.
* Conteúdos: Especificação dos conteúdos que nortearão o Projeto.
* Avaliação: Formas e instrumentos pelos quais os alunos participantes da
Recuperação Paralela serão avaliados, incluindo o momento de discussão
coletiva junto ao professor regente para efetivação da avaliação final.
A Diretoria de Ensino, por meio do Supervisor da Escola e da Oficina
Pedagógica deverá:
· analisar os projetos apresentados pelas escolas, fundamentando-se nas
Expectativas de Aprendizagem, aprovando-os, quando as ações propostas
forem compatíveis com o diagnóstico das dificuldades apresentadas pelos
alunos;
· orientar, acompanhar e avaliar a implementação dos projetos de recuperação
da aprendizagem;
· capacitar as equipes escolares e os professores encarregados das atividades
de recuperação paralela;
· avaliar os projetos em andamento e decidir sobre sua continuidade.

Com o objetivo de organizar o registro de acompanhamento do aluno no


processo de recuperação paralela, propomos os seguintes instrumentos para
serem utilizados pelos professores envolvidos no Projeto:

1- FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO DO ALUNO-


RECUPERAÇÃO PARALELA/ 2009 - para ser utilizada pelo professor regente
e pelo coletivo de professores em discussão na HTPC e no Conselho de
Classe . Este documento deverá ser preenchido: inicialmente pelo professor
regente indicando qual expectativa necessita ser alcançada pelo aluno durante
o processo de recuperação paralela; ao longo do processo, pelo professor da
turma de recuperação paralela que, após discussão coletiva, registrará os
encaminhamentos didáticos, os avanços da aprendizagem, bem como as
observações feitas no decorrer das aulas;

2- MAPA DA TURMA - exclusivo para os alunos que não compreendem o


funcionamento alfabético do sistema de escrita - para ser utilizado pelo
professor da turma de recuperação paralela, com o objetivo de orientar o
registro do acompanhamento da turma (Quadro III).Ele deverá aplicar duas
sondagens, sendo uma inicial e outra final, conforme orientação abaixo:

Proposta de avaliação diagnóstica: Escrita de uma lista

CRITÉRIOS PARA ELABORAÇÃO DA LISTA


· Lista de 4 palavras: polissílaba, trissílaba, dissílaba e monossílaba;
· As sílabas contíguas não podem repetir as mesmas vogais;
· Palavras em ordem decrescente em relação ao número de sílabas;

CRITÉRIOS PARA APLICAÇÃO DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA


· A atividade deve ser realizada individualmente;
· Ditar sem forçar a silabação das palavras;
· Solicitar a leitura da criança após a escrita de cada palavra.
· Não corrigir;
· Ditar uma frase em que apareça uma das palavras ditadas anteriormente.

Analisar as escritas e posteriormente registrar o desempenho dos alunos, no


mapa da turma.
1- QUADRO DIAGNÓSTICO DE PRODUÇÃO DE TEXTO - exclusivo para os
alunos que não atingiram as expectativas de aprendizagem relativas à
produção de texto. para ser utilizado pelo professor da turma de recuperação
paralela, com o objetivo de orientar o registro do acompanhamento da turma.
Ele deverá aplicar duas sondagens, sendo uma inicial e outra final, conforme
orientação abaixo:

Proposta de avaliação diagnóstica: Reescrita de conto conhecido.

ORIENTAÇÃO PARA A REESCRITA DO CONTO


· Levantar uma lista dos contos conhecidos pelos alunos;
· Individualmente, devem escolher um dos contos, e escrevê-lo da melhor
forma possível, procurando lembrar de todos os detalhes da história.

Analisar as produções de textos e os critérios para a atribuição de conceitos da


correção e posteriormente registrar o desempenho dos alunos, no Quadro
Diagnóstico.

Outra questão importante que vale a pena ressaltar trata da permanência do


aluno no projeto de recuperação paralela a cada semestre. Assim que o aluno
tiver superado as dificuldades que o encaminharam para o projeto, este poderá
ser dispensado da recuperação paralela, disponibilizando a oportunidade para
outro. Dessa forma, a permanência do aluno no projeto poderá ser transitória,
não se condicionando ao período do mesmo, ou seja ao verificar que o aluno
superou a dificuldade pela qual foi encaminhado para o projeto, este deixará de
freqüentar a turma de recuperação paralela e os resultados obtidos das
atividades desenvolvidas serão incorporados à avaliação bimestral.
PROJETO: RECUPERAÇÃO
JUSTIFICATIVA
Observando as dificuldades dos alunos em compreender e assimilar o processo de
aquisição da linguagem escrita e tendo ciência da total necessidade desta, para que os
mesmos exerçam uma ação transformadora e participativa na sociedade é que foi
elaborado esse projeto. Esse
é um dos grandes objetivos não só da nossa escola, mas também de toda a sociedade,
pois aprender a ler e escrever é condição indispensável para os alunos prosseguirem
com sucesso na sua formação acadêmica e em seu desenvolvimento profissional, para
que possam atuar como cidadãos e, assim, ter acesso à cultura letrada e usufruir
plenamente dela nas situações de trabalho, de lazer e na resolução de questões de seu
cotidiano. E é fato que esta deva ser a tarefa prioritária da escola.

OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL:
Que o aluno participe de situações de intercâmbio oral, ouvindo com atenção e
formulando perguntas sobre o tema trabalhado; aprecie textos pertencentes a
diferentes gêneros (orais ou escritos), lidos autonomamente ou lidos por um adulto,
recontem e crie hipóteses para a resolução das atividades propostas.

LINGUAGEM ESCRITA:
Que o aluno escreva alfabeticamente textos que conheça de memória (parlendas,
adivinhas, poemas, canções, trava-linguas, etc); escreva textos de sua autoria (listas,
bilhetes, cartas entre outros) individual ou em dupla; reescreva textos (lendas, contos,
etc) de próprio punho ou ditando-os para os colegas, considerando as idéias principais
do texto-fonte e algumas características da linguagem escrita; promover a aquisição da
leitura e escrita.

PRÁTICAS DE LEITURA:
Leitura de diferentes gêneros (notícias, instrucionais, informativos, contos, entre
outros) apoiando-se em conhecimentos sobre o tema do texto, as características de seu
portador, do gênero e do sistema de escrita; Leitura com autonomia, placas de
identificação, nomes, parlendas, adivinhas, poemas, trava-linguas, listas, manchete de
jornal, entre outros, associados aos projetos que esta equipe já desenvolve: Projeto
Valores levando em consideração à auto-estima como fator importante na
aprendizagem do aluno e Projeto leitura inclusive com atividades realizadas no
Laboratório de Informática e na Biblioteca.

METODOLOGIA
QUANTO A AUTOESTIMA
Há uma estreita relação entre o que a criança pensa de si mesma e a aprendizagem, já
que para aprender é necessário acreditar que é capaz e seu autoconceito melhora
quando percebe que está aprendendo.
A imagem de si mesma se forma através do olhar do outro. Daí a importância de falar
com o aluno sobre seus avanços, levando-o a refletir sobre o que é capaz de fazer. O
aluno precisa ser compreendido e sentir-se aceito.
É necessário que se fortaleça a autoconfiança do aluno e isso deverá ser feito da
seguinte maneira:
• desafiar a criança a pensar e dizer o que pensa;
• Fazer perguntas para que as crianças exponham seus conhecimentos;
• Valorizar os conhecimentos trazidos por eles;
• Favorecer a troca de idéias e experiências entre os participantes do grupo;
• Agir de modo a melhorar o autoconceito dos alunos;
• Elogiar o desempenho em áreas em que a criança é bem sucedida, valorizar o que ela
faz bem;
• Envolvê-lo inicialmente em atividades que lhe seja mais fácil perceber seu progresso.
Ajudá-lo a desenvolver as atividades mais complexas até que possa fazer por si mesmo;
• Fornecer informações sobre sua aprendizagem: o que não sabia e aprendeu e o que
precisa aprender ainda;
• Valorizar acertos, por menores que sejam, elogiando os alunos no grupo e para seus
familiares;
• Transformar o erro em uma oportunidade de aprendizagem, encarando-o como uma
tentativa de acerto. Buscar entender qual foi o raciocínio do aluno para chegar àquela
resposta. Assim se estabelece um clima de confiança entre quem ensina e quem
aprende e aos poucos o aluno vai aprendendo a aprender, ao perceber como se
aprende;
• Criar espaços para que o aluno reflita sobre o que aprendeu: “O que aprendi com essa
atividade...” Não se trata somente de falar, mas de se ver efetivamente aprendendo.

QUANTO AO CONTEÚDO
É provável que o diagnóstico inicial aponte um conjunto bastante amplo de
necessidades das crianças.
Achamos que o melhor caminho é priorizar atividades de leitura, produção oral e
escrita e o desenvolvimento de valores e hábitos necessários à aprendizagem.
Ao escolhermos essas atividades estaremos priorizando conteúdos e habilidades
necessários à aquisição de conhecimentos em todas as áreas.
Linguagem oral – Escutar o que é dito podendo-se concordar, discordar,
argumentar, perguntar, explicar e pedir informações. Retomar cada fala incompleta e
confusa que possa dificultar o diálogo, ajudando a criança a organizá-la.
Leitura – Ler é atribuir significado ao texto. É preciso que se coloque o aluno em
contato com diferentes tipos de textos (informativos, instrucionais, de convencimento,
etc)
As crianças que não lêem devem ser convidadas a;
• Inventar uma história a partir das ilustrações do livro;
• Relembrar uma história que conhece de memória;
• Fazer de conta que lê um poema ou letra de uma canção que sabe de cor;
• Adivinhar a mensagem de uma propaganda pela ilustração, por palavra que sabe de
memória e outras pistas que o texto traz.
Escrita – Para aprender a escrever convencionalmente, os alunos criam hipóteses até
se tornarem “alfabéticos”. Essa escrita deverá ser trabalhada na escola com a mesma
finalidade que ela tem na sociedade: para comunicar, instruir, entreter, informar, etc.
Os alunos devem ser incentivados a produzir textos de acordo com o nível de escrita
apresentado, pois é escrevendo que se aprende a escrever.

AVALIAÇÃO
A avaliação será “um processo contínuo de acompanhamento do desenvolvimento
individual da aprendizagem do aluno sendo diagnóstica, formativa, somativa e,
portanto, redimensionadora da ação pedagógica processual”. (comunicado SME nº
03/2010) Como a aprendizagem deve se realizar progressivamente, a avaliação deve ser
progressiva. Para tanto será usada sondagem mensal para uma observação mais
concreta da evolução do aluno.
PROJETO DE RECUPERAÇÃO PARALELA

A recuperação paralela faz-se necessária porque é um dos mecanismos que


oportunizam atender a diversidade de características e ritmos de aprendizagem
dos educandos, levando em consideração o que os alunos sabem e o que
ainda serão capazes de aprender, ver no saber e o não saber, momentos que
dialogam na produção de novos e profundos conhecimentos.

OBJETIVOS

Garantir a todos os nossos alunos oportunidade de aprendizagem,


redirecionando ações significativas e diversificadas de modo que as
dificuldades diagnosticadas sejam superadas.

Oferecer atendimento individualizado, observando com mais detalhes as reais


dificuldades de cada aluno.

Entusiasmar o corpo docente a desenvolver práticas pedagógicas atrativas,


aproveitando diversos recursos e ambientes de aprendizagens para fomentar
um trabalho de qualidade.

Encorajar os alunos ao redirecionamento de atitudes comportamentais que os


impedem efetivamente de aprender.

Aproximar professor e aluno para a reconstrução de atitudes afetivas


cotidianas.

ABRANGÊNCIA

Alunos com baixo desempenho.

INDICAÇÃO DO TRIMESTRE

1º, 2º e 3º trimestre.

PERÍODO DE REALIZAÇÃO

Sugerimos a realização das aulas de maneira continua e processual no


cotidiano letivo.

OFERTA
Reservar cerca de uma hora por dia da carga horária para dar atenção aos
grupos que necessitam recuperar o ensino-aprendizagem.

AÇÕES

Conselho de classe;

Planejamento pedagógico;

Reunião junto às famílias de nossos alunos.

ESTRATÉGIAS E METODOLOGIAS UTILIZADAS

Identificar as dificuldades do aluno encaminhado à recuperação paralela e


relacionar os conteúdos que serão trabalhados.

Organizar as turmas por série e nível de desempenho nas diferentes


habilidades, os alunos com necessidades educacionais especiais, incluídos
nesse processo.

Elaborar em conjunto com os professores as atividades utilizadas na


recuperação paralela, bem como a organização dos livros, revistas, fotocópias
e jogos pedagógicos.

Montar pasta portifólio para confrontar com o aluno o desenvolvimento de seu


aprendizado, quando o aluno percebe, no concreto, a construção do
conhecimento é estimulado a continuar aprendendo.

Trabalhar relações inter-pessoais, considerando levantamento feito com os


professores, observamos que a maioria dos alunos indisciplinados, são os que
têm notas abaixo da média desejada.

Explanar aos pais ou responsáveis a fundamental importância da família nesse


contexto de aprendizagem.

Salientar a importância desse projeto, atribuindo responsabilidades, como por


exemplo, a organização do aluno para que esteja na escola aos sábados.

Acompanhar as atividades desenvolvidas e providenciar reformulações quando


necessárias.

RECURSOS HUMANOS NECESSÁRIOS

Extensão temporária de carga horária dos professores regentes de sala de aula


e da equipe pedagógica envolvida neste projeto.
AVALIAÇÃO

Será acompanhado e registrado o desempenho de cada aluno no período


desse projeto, bem como as atividades desenvolvidas como recursos
pedagógicos reformuladas, se necessário.

REFERÊNCIAS

ESTEBAN, Maria Tereza. 1992. Não Saber/Ainda Não Saber/Já Saber: Pistas
para a superação do fracasso.
PROJETO DE RECUPERAÇÃO TRIMESTRAL

1º TRIMESTRE - 2010
PERÍODO: ____________________

1. JUSTIFICATIVA

Este projeto se justifica por ser direito de todos os educandos que apresentam baixo
rendimento, quando a recuperação paralela não for suficiente para que o mesmo alcance
resultado satisfatório, organizada com atividades significativas, por meio de procedimentos
didáticos-metodológicos diversificados.

2. OBJETIVO GERAL

Oportunizar estudo adicional aos educandos que não obtiveram um bom desempenho no 1º
Trimestre, desenvolvido na própria escola, no horário de aula normal, através do Plano de
Estudos (estudo no ambiente familiar) e Aulas Especiais (monitoria realizada pelos alunos da
mesma série e/ou de séries subseqüentes de aprendizagem avançada).

3. PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS
Pelo professor (a) - em sala de aula:

- Sondagem e diagnóstico;
- Retomada do conteúdo anterior;
- Esclarecimento de dúvidas;
- Orientação dobre avaliações no componente curricular (esclarecer critérios);
- Aprofundamento dos conteúdos desenvolvidos;
- Atendimento individual enquanto houver trabalhos em grupos e exercício;
- Dever de casa com correção e revisão em sala de aula;
- Orientação sobre como estudar;
- Informações aos pais sobre a evolução do educando.

Pelo educando:

- Empenhar-se no estudo durante a semana, não deixando acumular as dificuldades;


- Cumprir com dedicação os deveres escolares, assistindo com interesse e disciplina às aulas;
- Realizar as atividades de casa que serve de complementação ao trabalho da sala de aula;
- Esclarecer todas as dúvidas durante o desenvolvimento da aula para melhor compreensão
dos conteúdos ministrados;
- Ter consciência de que à escola e ao (a) professor (a) cabe oferecer os meios, mas os
resultados dependem fundamentalmente do grau de comprometimento, dedicação e,
especialmente, estudo;
- Tomar a iniciativa de procurar o (a) professor (a) para o conhecimento de dificuldades não
percebidas, já que é sujeito ativo de aprendizagem;
- Ter freqüência nas aulas especiais;
- Comunicar aos pais orientações e/ou comunicações recebidas do/a professor/escola;
- Comprometer-se com a busca de soluções para superação de suas dificuldades.

Pela Família:

- Acompanhar o aluno ao longo de todos os trimestres nas aulas e, especialmente, nos dias da
Recuperação Trimestral, oferecidos para suprir deficiências de aprendizagem;
- Manter-se em contato com o (a) professor (a) para inteirar-se da postura de aprendizagem
durante as aulas;
- Monitorar a freqüência do (a) filho (a) quanto ao cumprimento de seus deveres escolares e a
presença em atividades especiais para as quais tenha sido convocado;
- Atuar em apoio ao professor no sentido de valorizar a execução das tarefas de casa;
- Cobrar do (a) filho (a) a obrigação da entrega de comunicações da escola e/ou professor,
bem como resultados dos instrumentos de avaliação (testes, trabalhos, temas, etc.);
- Valorizar o estudo como atividade de maior relevância e procurar garantir condições para
aprendizagem em casa;
- Assessorar o (a) filho (a) na execução de Planos de Estudo com definição de horário,
matérias, etc;
- Ter consciência de que o sucesso é desejado por todos mas, por mais que a escola/professor
(a) se empenhem, o resultado depende também de comprometimento do (a) aluno (a) com o
estudo e do acompanhamento dos pais/responsáveis.

4. DESENVOLVIMENTO

- Reunião de Pais, juntamente com os alunos, para socialização e esclarecimento de possíveis


dúvidas quando aos procedimentos e desenvolvimento da Recuperação Trimestral,
realizadas de 07 a 11/06/2010.
- Comunicação aos pais/responsáveis pelos alunos que vão participar da recuperação, bem
como, as matérias e conteúdos a serem estudados.
- Na escola, a recuperação será supervisionada/organizada/orientada pelos professores no
primeiro momento de aula (antes do recreio), por entenderem que é neste período de aula que
os alunos rendem mais, contanto com a ajuda dos Alunos Monitores. Podendo alguns
professores aproveitar o horário após o recreio para continuar as atividades, caso os alunos
apresentem motivação para tal.
- Os alunos que não estiverem participando da recuperação (Aluno de Recuperação ou Aluno
Monitor), estarão participando de momentos aprendizagens em outras atividades (vídeo, jogos,
pintura no pátio (amarelinha, caracol, jogo da velha,...) dentro da escola, em espaços
alternativos estabelecidos pela equipe da escola no Conselho de Classe: sala dos professores,
refeitório e pátio. Contando com a colaboração dos demais Professores, Coordenadores,
Pedagogas, Auxiliares Técnicos e Direção, pois acreditamos na importância e precisamos do
envolvimento de toda a equipe da escola neste processo.
- Para o envolvimento e participação da família neste processo, serão enviadas para casa,
atividades que irão complementar as atividades/ orientações feitas em sala de aula.

5. RECURSOS MATERIAIS
Serão utilizados: jornais, tinta, revistas, livro didático, giz, pincéis, DVD, TV, jogos, atividades
xerocadas, dentre outros, que os professores julgarem necessários para o sucesso deste
projeto.

6. AVALIAÇÃO

No último dia do período da recuperação (18/06), será realizada para os alunos de 2ª a 4ª


série, uma avaliação, de acordo com os conteúdos estudados, que poderá substituir a nota
alcançada no resultado final do trimestre, caso os alunos alcancem resultado superior,
conforme o Art. 167 do Regimento Comum das Escolas da Rede Estadual de Ensino.

Quanto aos alunos de 1ª série e do 1º Ano, a avaliação será descritiva, não tendo registro de
nota, somente de freqüência.

No que diz respeito ao projeto, será avaliado por toda equipe da escola, durante toda sua
execução, no intuito de verificar se o objetivo foi alcançado, para futuras adequações.
PROJETO DE REFORÇO ESCOLAR DE
LÍNGUA PORTUGUESA E MATEMÁTICA
ESCOLA MUNICIPAL OSVALDO LOPES RIBEIRO

PROJETO DE REFORÇO ESCOLAR DE LÍNGUA PORTUGUESA E


MATEMÁTICA

UMBURANAS
2013

APRESENTAÇÃO

De acordo com o diagnóstico realizado pelos professores do 1ª ao 5ª ano


do ensino fundamental I, do ano letivo de 2013, percebe-se que a maioria dos alunos
das referidas séries demonstraram dificuldades na leitura, escrita e interpretação de
texto, bem como as dificuldades relacionadas às operações matemáticas. Sendo
assim, a importância de enumerar os principais motivos da verdadeira falta de empatia
pela matéria, e isso nos leva a uma aproximação do problema e consequentemente à
busca de soluções eficazes, como por exemplo, combinar o ensino, com os problemas
surgidos na sociedade e com as disciplinas relacionadas ao projeto, dando-lhe sentido
e fazendo com que o sujeito se aproprie do conhecimento, ou seja, contextualize o seu
conhecimento.
O reforço trata-se, portanto oportunizar aos alunos situações de ensino
aprendizagem, voltada para cada dificuldade específica, bem como erros ortográficos
nas pequenas produções textuais,como resolver situações problemas relacionados às
quatro operações. Estes problemas surgem devidos aos aspectos como: falta de
incentivo por parte da família, sendo que certos pais não são alfabetizados e atribui a
responsabilidade somente para a escola, e outros, pelo fato de não terem o prazer
mesmo pela leitura e também pelas dificuldades na resolução de problemas
envolvendo as operações matemática. Portanto, o educador tem a função de fazer
com que os alunos pensem matematicamente, sendo capazes de representar
qualquer situação da vida cotidiana através de gráficos, diagramas, tabelas e
expressões matemáticas, obtendo resultados que deverão ser interpretados à luz da
situação real dada.
Ciente de que, quando um aluno lê e escreve bem, ele adquire os
requisitos necessários para ter sucesso em qualquer disciplina, pois, interpretando e
desenvolvendo a capacidade de recontar numa perspectiva crítica as informações que
assimilou, além de elaborar novas produções, o educando constrói conhecimentos
tanto na língua portuguesa e consequentemente em matemática.
Considerando essa realidade é que este Projeto de Reforço de Língua
Portuguesa e Matemática foram elaborados, visando oferecer aos alunos
oportunidades de melhor desenvolver suas competências de leitura, escrita e suprir as
dificuldades de aprendizagem nas quatro operações, pois o cidadão ativo e consciente
certamente é aquele que melhor consegue realizar uma leitura de mundo e se torna
um agente transformador e construtor da sua própria história em qualquer
disciplina. Entendendo a necessidade de criar novos caminhos o referido projeto
proporcionará também aos alunos da escola que encontram dificuldades na
aprendizagem, visando ainda um bom resultado na Prova Brasil, foi pensado em
oferecê-los apoio o reforço escolar para ajudá-los a alcançar êxito nas séries que
estão inseridos. O objetivo do Projeto não é somente promover um reforço escolar e
sim estender a aprendizagem, a visão do aluno enquanto ser participante e promotor
de mudanças no ambiente em que está inserido.
Diante do exposto, acreditamos que esse projeto de reforço escolar é a
solução efetiva e viável para superar esse problema e garantir bons resultados de
aprendizagem a nossos alunos. A direção da escola mostrou-se muito grata com o
projeto e tem incentivado constantemente a participação dos alunos. Todos, tanto os
idealizadores do projeto quanto a direção e supervisão da escola.

JUSTIFICATIVA

A todo o momento nos deparamos com a linguagem escrita: em jornais,


revistas, panfletos, cartazes, outdoors, placas de trânsito, e-mails, blogs, sites,
MSN entre outros; um mundo escritos que se põem diante de nossos olhos,
como verdadeiros leitores e, agora, navegantes. Sendo a escola uma
instituição privilegiada por garantir muitos contatos com os livros, no entanto,
despertar no aluno o prazer pela leitura e escrita depende não apenas das
oportunidades de acesso que se venha a ter com os livros em sua diversidade
e riqueza de quantidade, nem de uma capacidade supostamente especial da
interpretação de textos como também na leitura e escrita. Isso vai além. Passar
a gostar ou a detestar a leitura, tem a ver com a qualidade das interações com
aquele que “intermedia” os encontros com os textos e, também, com as
situações em que as leituras ocorrem.
Com o propósito de formar alunos capazes de usar adequadamente a língua
em suas modalidades escrita e oral, e refletir criticamente sobre o que leem e
escrevem a direção da Escola Municipal Osvaldo Lopes Ribeiro, juntamente
com a coordenação pedagógica e os professores das respectivas séries,
desenvolveu este Projeto de “Reforço de Língua Portuguesa e
Matemática”, a fim de amenizar as dificuldades encontradas, e não impor aos
alunos só como uma tarefa escolar, mas como um hábito cotidiano e
prazeroso.

OBJETIVO GERAL:
Estimular nos alunos o prazer de uma leitura permanente para estarem
atualizados frente aos desafios e perspectivas do mundo
moderno/contemporâneo, ajudando-os a se tornarem leitores e escritores.
OBJETIVOS:
 Desenvolver estratégias e procedimentos de leituras para ensinar os
alunos;
 Despertar o prazer da leitura e aguçar o potencial cognitivo e criativo do
aluno;
 Promover o desenvolvimento do vocabulário, favorecendo a
estabilização de formas ortográficas;
 Possibilitar o acesso aos diversos livros na biblioteca da escola,
buscando efetivar enquanto processo a leitura e a escrita;
 Identificar as características dos gêneros estudados;
 Estimular o desejo de novas leituras;
 Proporcionar ao indivíduo através da leitura, a oportunidade de ampliar
seus horizontes pessoais e culturais, garantindo a sua formação crítica e
emancipadora;
 Ler individualmente e em grupo, conhecendo os clássicos e identificar
recursos linguísticos, para relacioná-las com seu gênero; e
 Reconhecer a leitura como uma fonte essencial para produzir texto.

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

Leitura, Interpretação e Produção textual: Funções da Linguagem:


compreensão de texto:
Bilhetes;
Cartas;
Poesias;
Paródias;
Convites;
Anúncios;
Reportagem;
Biografia;
Significado das palavras. Atividades de Matemática
METODOLOGIA
A estratégia se fundamentará em aulas presenciais participadas, rodas de
leituras, confecções de painéis e cartazes, produção textos diversificados,
análise e leitura de filmes, leitura compartilhada, leitura silenciosa, leitura em
voz audível, ditado de textos e reprodução textual.

RECURSOS DIDÁTICOS:
Quadro branco, piloto, livros literários, jornais, revistas, textos xerocados,
cartazes, murais, vídeos, caderno, lápis, borrachas, canetas, caneta hidrocor,
papel metro para confecção de cartazes, aparelho de som, entre outros.

AVALIAÇÃO:
A avaliação ocorrerá durante todo o processo de seu desenvolvimento,
envolvendo a observação da atuação dos alunos nas atividades de produção
oral e escrita, confecção de murais, atividades de interpretação e outras
atividades escritas.

CONCLUSÃO:
Atendendo a resolução que dá direito ao aluno ao Reforço escolar, bem como
a recuperação paralela o mesmo se culminará no término do ano letivo.

CARACTERIZAÇÃO

Escola: Municipal Osvaldo Lopes Ribeiro


Série – Ano: 1º ao 5º ano do fundamental I.
Período: Agosto a Dezembro de 2013.