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Origem

Muitas são as teorias e versões sobre a origem do Ninjutsu, assim como o


são os mitos, fantasias e exageros a seu respeito.
Não é possível constatar com exatidão a origem de uma arte que se
desenvolveu no anonimato, e sobre a qual não existem quaisquer
evidências documentadas, que eventualmente pudessem dar suporte a
qualquer teoria especíca. abe!se, porém, que inicialmente esta arte foi
criada como uma forma, ainda que um tanto obscura, de rea"ão contra os
valores políticos, sociais e religiosos do #apão feudal, totalmente dominados
pela elite Samurai. $aí a necessidade de ter se conservado durante séculos
coberta pelo mistério e pela falta de clare%a sobre sua &ist'ria. (s
guerreiros que posteriormente seriam c&amados de Ninja não adotavam
guerreiros
para si mesmo tal r'tulo, conservando!se ocultos o m)ximo possível.
*), todavia, uma certe%a sobre a arte do Ninja+ seu desenvolvimento não se
deu da mesma maneira que as outras artes marciais. $eu!se de forma
gradual, com absor"ão e mistura de v)rios tra"os culturais, principalmente
religiosos e marciais, c&ineses e aponeses. -ode ser c&amada
de Kobujutsu arte guerreira
guerreira antiga/, sendo considerada pouco
convencional, tanto em sua pr)tica quanto na sua losoa. 0onclui!se que
o Ninjutsu foi provavelmente desenvolvido
desenvolvido entre o século 1 e 123, com a
n4mero de imigrantes e de Samurai foragidos,
c&egada de um expressivo n4mero
cuos exércitos foram derrotados em batal&as, que procuraram ref4gio nas
selvas das remotas montan&as das regiões aponesas de Iga e Koga. 5sse
isolamento auto!imposto permitiu que esses grupos desenvolvessem
desenvolvessem
técnicas de combate e outras artes, originando assim a arte Ninja.

Trein
reiname
amento
nto do Ninja
Nin ja (Ninja No Keiko)
Origem
Muitas são as teorias e versões sobre a origem do Ninjutsu, assim como o
são os mitos, fantasias e exageros a seu respeito.
Não é possível constatar com exatidão a origem de uma arte que se
desenvolveu no anonimato, e sobre a qual não existem quaisquer
evidências documentadas, que eventualmente pudessem dar suporte a
qualquer teoria especíca. abe!se, porém, que inicialmente esta arte foi
criada como uma forma, ainda que um tanto obscura, de rea"ão contra os
valores políticos, sociais e religiosos do #apão feudal, totalmente dominados
pela elite Samurai. $aí a necessidade de ter se conservado durante séculos
coberta pelo mistério e pela falta de clare%a sobre sua &ist'ria. (s
guerreiros que posteriormente seriam c&amados de Ninja não adotavam
guerreiros
para si mesmo tal r'tulo, conservando!se ocultos o m)ximo possível.
*), todavia, uma certe%a sobre a arte do Ninja+ seu desenvolvimento não se
deu da mesma maneira que as outras artes marciais. $eu!se de forma
gradual, com absor"ão e mistura de v)rios tra"os culturais, principalmente
religiosos e marciais, c&ineses e aponeses. -ode ser c&amada
de Kobujutsu arte guerreira
guerreira antiga/, sendo considerada pouco
convencional, tanto em sua pr)tica quanto na sua losoa. 0onclui!se que
o Ninjutsu foi provavelmente desenvolvido
desenvolvido entre o século 1 e 123, com a
n4mero de imigrantes e de Samurai foragidos,
c&egada de um expressivo n4mero
cuos exércitos foram derrotados em batal&as, que procuraram ref4gio nas
selvas das remotas montan&as das regiões aponesas de Iga e Koga. 5sse
isolamento auto!imposto permitiu que esses grupos desenvolvessem
desenvolvessem
técnicas de combate e outras artes, originando assim a arte Ninja.

Trein
reiname
amento
nto do Ninja
Nin ja (Ninja No Keiko)
6 destre%a renada adquirida pelo Ninja antigo foi obtida através de
rigoroso treinamento
treinamento nas selvagens montan&as da região de 2ga e 7oga,
ministrado em comun&ão com a nature%a e fora das vistas da sociedade.
5ntre os séculos 122 e 1322, in4meros clãs cresceram, passando a agir em
v)rias regiões, com técnicas de combate sosticadas para a época. 0ada
família tin&a suas especiali%a"ões, sendo que alguns grupos destacavam!se
pela capacidade física, outros pela preste%a mental, etc.. 5sse treinamento
deu!l&es consider)veis &abilidades de observa"ão, bem como de adapta"ão
a condi"ões adversas.
( est)gio de adestramento mínimo requerido para um Ninja é con&ecido
como Ninja No Hachimon (ito -ortas do Ninja/ ou Ninja No Hakkei(ito
&abilidades do Ninja/.
忍者 NINJA

Ninja 忍者/ ou Shinobi 忍び ! しのび/ como 8s ve%es são con&ecidos,


dicilmente precisa de alguma apresenta"ão ! eles teriam que estar entre
as associa"ões mais fortes do #apão 9 f)cil perceber porquê, enquanto
&ouve um meio para eles, estas guras sombrias foram rondando nossas
telas, livros, quadrin&os, videogames e imagina"ão. 5les podem ser
assassinos sem rosto, guras de diversão ou anti!&er'is considerados
individualmente diante de corrup"ão. empre eles são lutadores
qualicados, mas 8s ve%es eles beiram em ser super!&er'is c&eios de
feiticeiros. 6 questão é o quanto do folclore Ninja 忍者/ é real e
poderes ou feiticeiros.
o quanto é pura fantasia, talve% ele poderia surpreendê!lo acima de tudo.
5m um sentido geral, o papel do Nina no #apão feudal foi mel&or descrito
como espiões ou agentes secretos,
secretos, espionagem, sabotagem e assassinato.

(s dois maiores clãs Ninja 忍者/ eram con&ecidos como Iga 伊賀 ! いが/
e Koga 甲賀 ! こうが/, em &omenagem as regiões que foram baseadas em
dias modernos a -rovíncia de Mie 三重県 ! みえけん ! Mie Ken/ e -rovíncia
de Shiga 滋賀県 ! しがけん ! Shiga Ken/, respectivamente.
*istoricamente, eles parecem ser vistos como uma compara"ão do amurai
侍 ! さむ らい/, os soldados que seguiam um c'digo con&ecido
como Bushidô 武士道 ! ぶし どう ! :o camin&o do guerreiro:/, o que ditou o
que era considerado usto e &onrado na vida e morte.
Iga 伊 贺/ e Koga 甲 贺/ Ninja 忍者/ não tin&am tais reservas ! eles fa%iam o
que fosse necess)rio para fa%er o trabal&o de forma r)pida e discreta, como
veremos. ;ambém ao contr)rio do Samurai侍/, que nasceram na classe
guerreira maior, os Shinobi 忍び/ eram trabal&adores e agricultores, o que
explica muito mais sobre seus estilos de vida, treinamento e equipamento
que você possa imaginar.
O que signifca o termo Ninja?

Ninja é, segundo a tradi"ão, "aquele que persiste" ou "aquele que


 persevera". e formos adotar uma tradu"ão literal dos Kanji  Nin
! constituído do Kanji < H# l=mina/, e Kokoro cora"ão, emo"ão/ e o Kanji $ %
! agente/, poderemos ter uma tradu"ão que seria, "aquele cujo esp&rito corta
como espada", o que ainda, expressa muito bem o car)ter, for"a e
sabedoria que o Ninpo oferece como 0amin&o. ( nome de muitas 6rtes
Marciais inclui o caractere ou ideograma 'ô, que signica (aminho> No
entanto, quando nos referimos ao Ninpo# 'ô não é usado, e sim, o
termo Ho# que pode ser lido como )o em algumas combina"ões, respeitando
a concord=ncia do idioma original aponês/. Ho# é frequentemente
encontrado em nomes de religiões, como em Buppo tradu%ido como * +ei
de Buda, com o sentido literal de ,erdade -terna/. Ninpo# usa Ho# porque
essa 6rte Marcial tem signicado profundamente espiritual. Ninpo apareceu
da união de duas partes+ 6rte Marcial Bumon/ e 5spiritualidade Shumon/.
5m analogia, considere Bumon a mão esquerda, e Shumon a mão direita.
-oder acessar ambas as for"as, promove ao praticante ninja, um corpo
integralmente balanceado. 2sso equivale 8 for"a masculina .o .ang/ e a
for"a feminina In .in/, da losoa c&inesa do universo em equilíbrio.

HIGIENE E IETA
$esnecess)rio di%er que a c&ave para essa lin&a de trabal&o foi escapar da
detec"ão.
?m monte de pensamento foi dedicado a como evitar ser visto e ouvido,
mas não tanto quanto sentir o c&eiro. 6 import=ncia deste não passou
despercebido pelo Ninja 忍者/ ! o menor odor ou c&eiro que fosse sentido
poderia signicar morte certa.
-or esta ra%ão, eles foram talve% as pessoas mais &igiênicas do #apão
feudal, eles lavavam suas roupas muito regularmente.
5vitavam comer carne pela mesma ra%ão, acreditando que isso l&es dariam
um odor corporal detect)vel.

ua dieta consistia de /o0u 豆腐 !  う!/, grãos e .asai "# ! $さい !
legumes/. 5sta dieta tin&a a vantagem adicional de controlar o seu peso
para quando eles precisasem se espremer em um local apertado ou puxar!
se para cima. 3iver como um agricultor fe% com que o Ninja 忍者/ pudesse
col&er seus pr'prios alimentos e cultivar ervas medicinais para uso em
missões sem c&amar a aten"ão indevida.

!A"A"

urpreendentemente, as casas Ninja são uma parte da &ist'ria que não


ten&a sido muito exagerada, pois elas contêm, de fato, t4neis secretos,
paredes falsas e armadil&as para os invasores.
-resumivelmente, o Ninja 忍者/ esperava uma ocasional emboscada,
porque ainda &) exemplos de trabal&o em constru"ões proetadas para
audar a combatê!los.

Donden Kaeshi  どん%ん&し ! どん %ん 'えし ! portas girat'rias/, por


exemplo, estavam escondidas nas paredes no caso se o Ninja deseasse
desaparecer rapidamente. 5les foram instalados em paredes falsas com
piv@s que poderiam ser giradas livremente.
6 &abilidade na sua utili%a"ão é para girar a parede com precisão suciente
para ter certe%a que é completamente liberado e que você não estar) l)
quando o inimigo entrar. 6través do uso r)pido de 'onden Kaeshi どん%ん
&し/, o Ninja忍者/ poderia desaparecer antes que os atacantes esteam
dentro da casa, permitindo algum tempo para escapar ou planear um
contra!ataque. 5ste 4ltimo era especialmente eca% por de Keikai No Ba (
)の* ! けい'いの+ ! postos de observa"ão ocultos/, que eram quartos
escuros que oferecia uma boa visão da sala por cima.

6lgumas passagens particularmente ultraante ocultas ou escadas poderiam


até mesmo levar para fora, permitindo que o Ninja 忍者/ saísse de um po"o
va%io ou quando fossem muitos advers)rios para lidar.

Mais comumente, Shikake To し'け , ! し'け  ! portas truque/ se


pareciam como meio painéis na parede, mas destacavam duplas travas que
s' poderiam serem soltas com peda"os de papel. e o Ninja 忍者/
destravasse ambas simultaneamente, o painel aparentemente s'lido se
abriria e permitiria escapar para a noite.
0aso o Ninja 忍者/ decide car e lutar, &avia uma abund=ncia de op"ões
disponíveis.
Mono Kakushi  - .し ! /の '0し ! espa"os de obetos escondidos/ eram
locais abaixo do piso, que s' poderiam serem abertos se o1usuma 袄 ! !1
2 ! telas desli%antes/ fossem abertas em um certo ritmo, o batente direito
da porta era removido, os painéis do piso poderiam ser virado para cima e
suprimentos e documentos importantes poderiam ser arma%enados por
baixo da areia. $a mesma forma, se você tivesse o a%ar de cru%ar
um Ninja 忍者/ sob um Katan Kakushi 3.し ! '45'0し ! espa"o oculto
para espada/, ele seria capa% de pisar no piso certo e no lugar certo, a
espada saltaria para cima e você teria uma Katan 3 ! '4 5/ em sua
garganta antes que você pudesse reagir.

(s dois lados ogavam este ogo, é claro ! &) uma abund=ncia de


residências para se proteger dos Ninja 忍者/ também.
Na maior parte, as armadil&as eram simples, mas inteligente, como cantos
cegos, pisos irregulares destinados a passagem de intrusos e escadarias
que levavam a lugar nen&um.
(casionalmente, as coisas eram feitas com um pouco mais :talento:,
embora, como em Nijoujou 67 8 ! 9 :;う: ;う ! 0astelo Nijou/,
emK2oto <= ! >;う /. 0om seus estridentes :pisos rouxinol: e quartos
ocultos c&eios de Samurai 侍/, eu não consigo imaginar muitos Nina  忍者/
tendo sucesso.

T#EINA$ENTO NINJA
(s Ninja foram mais do que apenas guerreiros, a nature%a de seu trabal&o
era extremamente exigente e era necess)rio o domínio de uma série de
competências diversas. 5les foram realmente polivalentes e originais em
tudo, eles precisavam estar familiari%ados com uma enorme variedade de
disciplinas, incluindo psicologia, medicina, química e astronomia. 6s missões
exigiam uma enorme quantidade de prepara"ão e o Ninja 忍者/ precisava
ser autossuciente do início ao m> isto requeria extensiva &abilidade física,
mental e sobrevivência.

HA%I&IAE" '"I!A"
(s Ninja precisavam ser extremamente fortes e resistentes a m de que
tivessem a energia necess)ria para concluir as longas missões. 6lém do seu
treinamento em 6rtes Marciais iniciado no início da inf=ncia, eles também
treinavam até que fossem capa%es de levantar um fardo de AB7g de arro%
somente com os dedos polegar e indicador. e pudessem fa%er isso, eles
poderiam suspender seu pr'prio peso corporal em qualquer posi"ão>
desnecess)rio di%er, eles eram muito fortes para seu pequeno taman&o.
5les também eram treinados em v)rios métodos de movimenta"ão
silenciosa, na verdade, Ninja signica literalmente :pessoa furtiva:. em
d4vida, o mais estran&o deles é c&amado Shinsou Toho Aruki  ?@ A B>
! しんCう D EF>/, que signica :coel&o camin&ando na grama
profunda:. 2sto envolve em segurar seus pés com as mãos e andar sobre as
costas de suas mãos, que deve ser muito eca% para o quão difícil possa
parecer. $i%em que é uma técnica :top secret:.

HA%I&IAE" $ENTAI"
(s Ninja foram muitas ve%es obrigados a fornecer informa"ões e tê!la
escrito em uma carta signicava que ela que poderia facilmente cair em
mãos erradas. 6 4nica maneira de ter certe%a que os segredos seriam
entregues para a pessoa certa era memori%)!los e fa%er a entrega
pessoalmente, uma excelente mem'ria era necess)ria. ( Nina usaria
mnem@nicos para aud)!los a reter a informa"ão, fa%endo associa"ões com
partes do corpo ou comida. e a informa"ão particularmente delicada
precisava ser mantida, o Ninja, 8s ve%es, até mesmo se mac&ucaria para
for"ar a mem'ria ou tentar lembrar detal&es. 2sto deve dar alguma
indica"ão de quão seriamente o treinamento da mem'ria e associa"ões
mentais foram tomadas.
No caso de mensagens terem que ser passadas não verbalmente,
(sNinja também tin&am numerosos
numerosos c'digos secretos
secretos envolvendo arro%
coloridos, sinais de mãos, caracteres secretos e até mesmo cordas com n's
que poderiam ser penduradas visivelmente para passar informa"ões a
alguém que as con&ecem. 5les também estudaram a psicologia &umana e
os padrões de sono, para ter certe%a de que poderiam recon&ecer quando o
seu alvo potencial estava dormindo mais profundamente pelo som da sua
respira"ão.
respira"ão. 5m cima de tudo isso, eles foram bem treinados em química,
capa% de fa%er p'lvora, explosivos e venenos para continuar a aud)!los em
seu trabal&o.

HA%I&IAE" E "O%#EI*N!IA
6 vida dupla de um Ninja audou signicativamente na prepara"ão para
missões perigosas, pela simples ra%ão de que eles poderiam col&er ervas
suspeitar. (s Ninja eram muito familiari%ados com
medicinais sem ninguém suspeitar.
a medicina e capa% de tratar lesões e doen"as, que era uma parte essencial
ao trabal&ar so%in&o. 5les criaram um &)bito de dormir virado para seu lado
esquerdo para proteger o cora"ão, caso eles fossem atacados durante a
noite, dormir silenciosamente e levemente para se certicar de que eles
teriam a c&ance de se defender, se necess)rio.
necess)rio. 5les também tiveram um
grande interesse
interesse em astronomia para audar a navegar, ler fases da lua para
calcular a noite ideal para atacar e prever os padrões
padrões clim)ticos para saber
se a nature%a estava do lado deles durante a missão. Cuando você é uma
equipe de um &omem s', vale a pena ser muito bom em tudo.
E+,I-A$ENTO NINJA
"HINO%I "HO.OK, (/er mais)
mais)

6o contr)rio do que se poderia esperar, &) pouca evidência de que


realmente o Ninja 忍者/ se vestia de preto. Mesmo de noite, o preto se
destaca por isso não iria cumprir o seu prop'sito muito bem. ( a%ul marin&o
era muito mel&or para camuDar a noite, era comum os agricultores
de Iga 伊 贺/ usarem roupas a%ul!marin&o que audava o Ninja 忍者/ a se
misturar de dia também. ( Shinobi Shozoku 忍びGH ! しのびし ;うI0/,
ou roupa tradicional Shinobi 忍び/ permitia ao Ninja 忍者/ a desaparecer
entre a comunidade e carregar
carregar ferramentas agrícolas 4teis, sem qualquer
suspeita. ( Shinobi Sho3oku 忍び GH/ tin&a a vantagem adicional de ser
muito largo, ou sea, as l=minas poderiam ser escondidas na gola e c&apas
de bron%e ou de ferro poderia ser escondida no peito para proteger o
cora"ão.
( Shinobi Sho3oku 忍び GH/ era também reversíveis para permitir
mudan"as r)pidas de vestu)rio. *avia v)rios agrafos no guarda!roupa
do Ninja 忍者/, con&ecido como Shichihoude JKL ! しMDう%/ ou sete
disfarces Ninja> sacerdote budista, sacerdote viaante, padre novi"o,
comerciante,
comerciante, acrobata, m4sico de rua e roupa regular agricultor ou
guerreiro/.
guerreiro/. ?ma ve% que &avia ocultado sua identidade de forma adequada,
o Ninja 忍者/ poderia passar entre as cidades, sem persegui"ões, a maioria
dos disfarces signicava que eles podiam esconder completamente seus
rostos ou carregar armas sem levantar qualquer suspeita. 5m viagem, eles
usavam 4araji @N ! Oら: ! sand)lias de pal&a/, que eram agrad)veis e
leves e poderiam ser equipadas com pontas para audar a subir ladeiras
íngremes ou na neve. -ara fa%er inltra"ões, eles usavam /abi PQ ! 4び !
meias/ com sola de algodão, ideal para se mover silenciosamente dentro
das casas.

'E##A$ENTA"
5mbora sea divertido imaginar o Ninja andando com facas de bolso e um
monte de equipamentos especiali%ados, a realidade é que ninguém é tolo o
suciente para ser tão 'bvio. 0omo o vestu)rio, as ferramentas
ferramentas do comércio
tiveram que ser tão discretas possível, quase tudo que o Ninja carregava era
uma ferramenta agrícola reaproveitada.
reaproveitada.

Kunai  RS ! 05い/ eram instrumentos comuns de escava"ão usado para o


plantio, mas nas mãos de um Ninja capa%, poderiam ser usadas como facas
ou apun&alando paredes para apoiar para escaladas. $a mesma forma, o
regular Kugi 钉 ! 0T ! pregos/, quando não eram usados ao redor da
fa%enda, poderiam ser encaixados entre as roc&as para fornecer pontos de
apoio para a escalada.
Kama 镰 ! '2 ! foices/, quando não usadas para cortar as ervas danin&as,
podiam ser usadas para audar a escalar, cortar cordas ou amarradas como
um ganc&o improvisado.

$a mesma forma, a Kaginawa 钩縄 ! 'T5O ! corda com ganc&o/,


enquanto que quase sempre mostrado audando o Ninja a escalar paredes,
foi originalmente proetada para recuperar as coisas caíam em
po"os. Shikorô U ! しこV ! serra/ poderia ser usada para cortar cadeados
e Tsubori W锥 ! XYTZ ! verrumas/ para furar cercas e muros, se &avia
alguém do outro lado valia a pena car de ol&o. 0omo você pode imaginar,
as posses de todos esses obetos poderiam ser usticadas e o Ninja poderia
ser capa% de continuar seu camin&o sem problemas desnecess)rios.

*ouve algumas exce"ões ultraantes, é claro ! Mizugumo [\] ! み^ _/


! literalmente+ :aran&a dE)gua:/, por exemplo, eram enormes :sapatos de
lama: para audar na travessia de fossos pantanosos. Fgua poderia ser
facilmente nadada, em fossos secos poderiam ser escalados por toda a
noite sem muitos problemas, mas castelos protegidos por p=ntanos naturais
representava mais de um problema. ( Mi%ugumo distribuía o peso
do Ninja através de uma )rea mais ampla para que ele pudesse atravessar o
p=ntano. 2sso provavelmente deu origem ao equívoco de que
o Ninja poderia andar sobre a )gua> :andar na lama: provavelmente não
parecia impressionante o suciente para quem come"ou o boato.

A#$A"
-ara a maior parte, as armas Ninja que con&ecemos e amamos passam
longe da realidade, então podemos supor que a maioria dos combates teria
sido feito com algumas de suas ferramentas existentes> Kagina5a 钩縄/
foram utili%adas para lan"ar nos advers)rios e os amarrarem, a Kunai RS/
poderia ser lan"ada e a Kama 镰/ foram muitas ve%es utili%adas para envio
de pessoas querendo saber o que aconteceu com o agricultor que estavam
apenas falando. ?m monte de armas Ninja mais con&ecidas eram muito
mais difíceis de esconder, de modo que provavelmente teriam sido usadas
apenas em situa"ões especícas. 5stas incluem espadas, proéteis, como
a Shuriken `ab ! しcZけん ! G=minas de 6rremesso/, armas de fogo e
explosivos.
6 Shinobi Gataná ou Ninja-To  忍び 3 ! しのび が4 5 ! espada Ninja/ era a
espada de maior escol&a pela maioria. 6o contr)rio da Katan Samurai,
a Shinobi 6atan era de l=mina curta, proetada mais para apun&alar ao
invés de cortar. Muitas ve%es tin&a um "ageo corda/ maior amarrado em
sua bain&a de modo que pudesse ser usado como um auxiliar de escalada,
a espada seria colocada no c&ão e usada como um apoio, em seguida,
recuperado. ver mais/

-ara assassinato de longo alcance, o Ninja tin&a uma variedade de


proéteis. uki!azutsu d>ef ! !>$gX ! %arabatana/ foram usadas
para atirar silenciosamente dardos envenenados em suas vítimas. 6 m de
evitar a detec"ão, elas eram muitas ve%es disfar"adas de Dautas, forrada
por dentro com papel para bloquear os orifícios. $i%em que esta era uma
arma particularmente popular entre as Kunoichi 0hi ! 0のいM !
mul&er Ninja/.

6 Shuriken é a mel&or arma de assassinato con&ecida, com uma variedade


de formas disponíveis.
0omo a 1uki2a3utsu, foi muitas ve%es utili%ada com veneno para aumentar
sua ec)cia. 2nfeli%mente, a imagem do Ninja lan"ando centenas
de Shuriken é uma c"ão total, tanto do ponto de vista físico como pr)tico.
0ada &uriHen pesava entre IBB e JBB gramas, portanto transportar ou
lan"ar mais do que algumas de%enas, teria sido impossível. Mesmo fosse
visto com apenas uma, o portador seria identicado como
um Ninja imediatamente, por isso era usado mais como um 4ltimo recurso
que a solu"ão para cada problema.

2sso não quer di%er que sua reputa"ão é totalmente não merecida ! quando
lan"ada corretamente, a Shuriken pode ser espetada profundamente na
madeira e um bom arremesso signicaria morte certa.
0aso isso não fosse terrível o suciente, elas poderiam ser misturadas com
p'lvora e um pavio para criar a "igurumaken j车検 ! k_F2けん
! Shuriken incendi)ria/. Numa época em que tudo era feito de papel e
madeira, o fogo teria sido uma arma muito eca% física e psicologicamente.

2sso nos leva a explosivos e armas de fogo. (s Ninja usavam riDes, bombas
e até can&ões para fa%er o trabal&o. 0om um profundo con&ecimento de
explosivos, foi possível alcan"ar uma variedade de efeitos, na maioria das
ve%es para distrair os inimigos com um ruído alto ou nuvem de fuma"a no
momento vital. 5nquanto que o Ninja exatamente desaparecia no ar, eles
poderiam causar efeito impressionante de escapes com algum sincronismo
inteligente e equipamentos.
Kinalmente, se as distra"ões fal&assem e o Ninja se encontrasse perseguido,
era &ora de usar o Makibishi 2>びし ! espin&os/. 5stes eram pontas de
ferro, madeira ou sementes de plantas naturais que poderiam ser
espal&adas em camin&os estreitos para retardar ou ferir inimigos que o
perseguem. e tudo desse errado, o Ninja iria viver para lutar outro dia e os
guardas teriam que voltar mancando para explicar a incapacidade de
alcan")!lo.

5ntão, como você pode ver, enquanto o Ninja não era feiticeiro, capa% de se
tornar invisível, andar sobre a )gua, cavalgar dragões, eles foram
extremamente bem preparados, com surpreendente &abilidade mental e
física. ob o manto da noite com algumas acrobacias bem colocadas,
ciência e con&ecimento íntimo da mente &umana, não é difícil imaginar
como eles pareciam beirar com o sobrenatural. Na verdade, o Ninja adorava
espal&ar rumores.
9 muito mais f)cil direcionar de forma errada e aterrori%ar alguém que est)
convencido de que seu inimigo é sobre!&umano> as lendas provavelmente
audaram a atingir o inatingível. -ara mel&or ou pior, mas também para
fa%er alguns lmesL
NOTA0
(s Ninja eram despre%ados pela maioria como covardes e sem &onra, no
entanto, eles obedeciam rigorosos c'digos e suportavam duros
treinamentos, eles arriscavam a vida para se inltrarem nas posi"ões
inimigas por causa de seus mestres. 5les não tin&am muita op"ão, mas
arriscavam suas vidas para viver, porque as terras de Iga e Koga não tin&am
solo fértil, mas mesmo assim, vocês podem se perguntar+ -or quê
 ;alve% tivessem uma interpreta"ão da vida como a seguinte+

# $a%or de um homem n&o de$e ser medido 'or dinheiro ou (ama)


mas 'or *uanto e%e 'reza a (am+%ia e amigos,

 ;alve% as regras rigorosas surgiram naturalmente no processo de proteger


suas famílias e amigos. 0omo eles con&eciam a amea"a da guerra,
tentaram minimi%ar o sofrimento roubando informa"ões, de modo a evitar
ou retardar a guerra.
e você enxerg)!los dessa forma, a manobra secreta pode parecer
rom=ntica.

( Ninja nos atrai por causa de sua existência assustadora e sinistra,


 untamente com o resistente e racional método de luta. ( Nina treinava
diariamente, treinava a resistir sicamente, mentalmente e
emocionalmente.
"7 Ninja 8 bela cultura japonesa tradicional e o esp&rito deve ser transmitido
9 posteridade:"

A" 1 E"!O&A"
$entro da uinHan, são nove as escolas que a compõem. 6 explica"ão que
*atsumi ensei d) é a seguinte+ :0ada uma das escolas que praticamos se
especiali%am em distintas )reas de combate. -raticamos nove, porque uma
seria limitada, e veríamos as coisas de um s' lado, o qual nos converteria
em guerreiros incompletos:.

6s nove escolas são as seguintes+

Togakure #23 Nin45 Taijustu Ha44o Hiken


Kundada por $aisuHe ;ogaHure.

G2okko #23 Koss6i Jutsu Ha44o Hiken


Kundada por *aHuunsai ;o%aOa.

Kukis6inden #23 Taijutsu Ha44o Hiken


Kundada por 2%umo 7ana Pos&iteru.

"6inden 'ud5 #23 akentai Jutsu Ha44o Hiken


Kundada por 2%umo 7ana Pos&iteru.

Kot5 #23 Ko44o Jutsu Ha44o Hiken


Kundada por andaQu Momoc&i.

Gikan #23 Ko44o Jutsu Ha44o Hiken


Kundada por onQu *angan RiHambo en&or de 7aOac&i/.

Takagi 7os6in #23 Jutai Jutsu Ha44o Hiken


Kundada por (riuemon &ingenobu ;aHagi.

Kumogakure #23 Nin45 Taijutsu Ha44o Hiken


Kundada por *einai%aemon 2enaga 2ga, que adotou o nome de 7umogaHure
*os&i.

G2okus6in #23 Nin45 Taijutsu Ha44o Hiken


Kundada no século 13 por asaHi (rouemon 6HiQari. RQoHus&in é con&ecida
pelo uso de NagenaOa.

6 ordem em que estão postas as escolas, é a ordem de antiguidade de cada


uma.
( estilo ;ogaHure é o mais antigo e do qual se acrescentou e uniu com o
tempo 8 pr)tica de outras escolas, incluindo escolas amurais, como o estilo
7uHis&inden SQT. Nos $o@s do #apão é muito difícil ver em alguma pr)tica
algum dos estilos de Ninp@.
ão reservados e escondidos, e raramente alguém consegue ter contato
com eles.
6s pr)ticas de $o@ se limitam ao ;aiutsu que inclui #utai, $aHentai e 7oppo.
( Ninp@, ou :técnica de resistência:, abrange )reas muito variadas entre as
quais est) a estratégia de guerra, sobrevivência, psicologia e todas aquelas
ramica"ões que contém a arte da guerra. ( combate noturno, a
medita"ão, a mimeti%a"ão, o uso dos elementos são tão s' partes do Ninp@,
partes que ainda não se deixam ver bem, mas que são por sua ve% a parte
mais rica do Ninutsu.
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

IN'O#$A89O HI"T:#I!A

,.l忍m
TOGAK,#E #7; NIN-< HA--O HIKEN

Togakure #23 = 5scola da -orta (culta.

 ;oV7o W -orta estilo aponesa>


7aHus&iV2nV(n W 5scondido, coberto, oculto.
SQT W 5stilo, método, escola, Duxo.

( termo :porta oculta: de ;ogaHure poderia ser interpretado como o ato de


espionar, porém, o nome tem referência ao local em que foi desenvolvida a
tradi"ão. ( fundador da escola também usou o nome do vilareo ;ogaHure,
&oe con&ecido como ;ogaHus&i.
!aractersticas t@cnicas (Os trs segredos desta escoBa)0
a) enban &uriHen+ 5strela em formato quadrado de quatro pontas,
exclusiva deste SQT.
C) &uHo+ -e"a de metal de quatro garfos que se colocava na mão e se
agarrava na mun&eca com uma pe"a de couro. e utili%ava para escalar e,
em muitas ocasiões, como defesa diante a ataque com espada.
c) &indaHe+ ;ubo de bamb4 de pequenas dimensões usado para respirar
quando o praticante se ocultava debaixo da superfície da )gua.
Na pr)tica do Ninp@ ;aiutsu, os ataques se dirigiam principalmente aos
ol&os, ouvidos e genitais.

-rinci4ais ensinamentos0
X 6 violência deve ser evitada. X e deve usar a espada para conseguir a
pa%, proteger o país, a família e a nature%a.

&in6agem0
... no Po RQoHHY V 0&o RQoHHY UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU AIZ < [B\
... pq 2Hai 0&o uren/ UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IB]A
... rs道士 Ramon $os&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU #irQaHu IBA] ! IBAZ
... rt道士 RarQu $os&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU &o&o IB\^ ! IB\A
... ?nrQu $os&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU &o&o IB\^ ! IB\A
... utv道 *ac&irQu NQudo UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU PasuHioeic&o IB[A
... ,wxyz ;o%aOa *aHuunsai UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU *eii II][
... 2se aburo Pos&imoro UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU *eii II][
BI. ,.{| ;ogaHure Nis&ina/, $aisuHe (&o UUUUUUUUUUUUUUUU IIAI
BJ. }~•三€‚ƒ Minamoto no 7anesada, &ima 7osanta UUUUU IIZB
B_. ,.„… ;ogaHure, Roro UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IJBB
B^. ,.•三€ ;ogaHure, 7osanta UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B]. 甲賀†三€ 7oga, 7osanta UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BA. ‡ˆ‰Š 7aneHo, ;omo&aru UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B\. ,.‹m ;ogaHure, SQu&o UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BZ. ,.Œy ;ogaHure, RaHuun UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B[. ,•Ž 7ido, 7oseHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IB. 伊賀‹ 2ga, ;enrQu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
II. "‘’ ?eno, Si&ei UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IJ. "“a ?eno, enri UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I_. "”6… ?eno, Maniro UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I^. –三… 2i%uHa, aburo UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I]. w—„… aOada, Roro UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IA. {˜i’ (%aru, 2ppei UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I\. ™šu… 7imata, *ac&iro UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IZ. ›œ’žs 7ataoHa, *ei%aemon UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I[. Ÿ€ Mori, ?genta UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
JB. ,—„¡ž ;oda, Robei UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU
JI. ¢,£y 7obe, eiun UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
JJ. ¤¥¦¡ž Momoc&i, 7obei UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
J_. ,§¨© ;obari, ;en%en UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
J^. ,—ª«¬ ;oda, Nobutsuna eirQu 7OanQei UUUUUUU IAJ^ ! IA^^
J]. ,—®¯¬° ;oda, Nobuc&iHa Kudo Mani UUUUUUUUUUU IA]Z ! IAZI
JA. ,—±„…¬² ;oda, 7angoro NobuQasu UUUUUUU ;enna IAZI ! I\B^
J\. ,—³三…¬´ ;oda, 5isaburo Nobumasa UUUUUUU *oQe I\B^ ! I\II
JZ. ,—µ¡ž´° ;oda, &inbei Masac&iHa UUUU &otoHu I\II ! I\_A
J[. ,—µ„…´¶ ;oda, &ingoro MasaQos&i UUUU Renbun I\_A ! I\A^
_B. ,—{„…°· ;oda, $aigoro 0&iHa&ide UUUUUU MeiOa I\A^ ! IZB^
_I. ,—{三…°¸ ;oda, $aisaburo 0&iHas&ige UUUUU unHOa IZB^ ! 
_J. ,—¹tº´» ;oda, &inrQuHen Masamitsu UUUUUUUUU IZJ^ ! I[B[
__. ¼½¾¿ÀÁ ;aHamatsu, ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
_^. ÂÃ¶Ä *atsumi, MasaaHi Pos&iaHi/ UUUUUUUUUUUUUU I[_I ! ...
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

nolÅÆÇ
G7OKKO #7; KO""HIJ,T",

G2okko #23 = 5scola do ;igre de $iamante.

RQoHuV;ama W #'ia, bola, esfera, pérola.


7oV;ora W ;igre.
SQT W 5stilo, método, escola, Duxo.

6 un"ão de RQoHu ` 7o por regra gramatical aponesa  ÈÉ SendaHu/ é lida


como RQoHHo. Segra essa que se deve retirar a 4ltima letra vogal/ da
primeira palavra e duplicar a primeira letra consoante/ da segunda palavra.
No #apão, o ;igre simboli%a invencibilidade, poder. 9 um símbolo
particularmente popular no #apão simboli%ando também paixão, ferocidade,
sensualidade, velocidade e bele%a. ( animal também é con&ecido por sua
crueldade e ira. $e acordo com a tradi"ão aponesa quando se vê um tigre
no son&o, denota a vinda de um novo poder no seu camin&o.
( símbolo do tigre foi usado para muitos prop'sitos diferentes na tradi"ão
 aponesa. -or exemplo, como um símbolo para repelir o mal ou também
representando as qualidades destrutivas do mal. 6lém disso, é determinado
como um presente para os recém casados, como também, para crian"as
que alcan"am a idade de puberdade.
e acredita que as pessoas nascidas no ano do tigre são emotivas, sensíveis
e amorosas. 6o mesmo tempo são consideradas teimosas e mesmo
centradas.
0om isso, podemos interpretar o nome da escola RQoHHo de v)rias
maneiras+
( ;igre de $iamante, ;igre valioso, ;igre de pérola, ;igre adornado com
 'ias representando seu valor/, #'ia do ;igre ou 5sfera do ;igre
representando seus ol&os/.
!aractersticas t@cnicas0
6 especialidade desta escola é o 7os&iutsu ataque aos m4sculos/, o
&itoutsu uso dos cinco dedos/, os bloqueios poderosos, a dist=ncia larga,
as técnicas com muitos movimentos e o uso das luxa"ões e proe"ões.

-rinci4ais ensinamentos0
X ( cora"ão do guerreiro é importante e formoso.
X *) que destruir o poder do advers)rio, porém não sua vida.
X (s vícios dissipam a efetividade.
X Não ensinar a outros sem a permissão do mestre.

&in6agem0
... no Po RQoHHY V 0&o RQoHHY UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU AIZ < [B\
... pq 2Hai 0&o uren/ UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IB]A
... rs道士 Ramon $os&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
... rt道士 RarQu $os&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
... utv道 *ac&irQu NQudo UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BI. ,wxyz ;o%aOa *aHnsai UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU *ogen II]A
BJ. ,wÊ| ;o%aOa &osuHe UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU (&o IIAI ! IIAJ
B_. Ë三…重Ì u%uHi aburo &igeQos&i UUUUUUUU #oan II\I ! IIZB
B^. Ë„¡ž»Í u%uHi Robei Mitsusada UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B]. Ë•6…»Î u%uHi 7oiro Mitsu&isa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
... ,wÏy ;o%aOa oun &o UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU ( IJZZ
BA. ,wv道Р;o%aOa NQudo Reneai UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B\. us¡y Pamon *Qoun UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BZ. ÑÒÓxy 7ato SQ *aHn UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU (ei I_[^
B[. Ô„…Õ重 aHagami Roro 7atsus&ige UUUUUUUUUUUUU ;enbun I]_J
IB. Ô€…Ö重 aHagami ;aro 7unis&ige UUUUUUUUUUUUUU ;enbun I]_J
II. Ô•€…´· aHagami 7otaro Masa&ide UUUUUUUUU ;enbun I]_J
IJ. ×n±ØÙ ogQoHHan Sitsus&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU ;enbun I]_J
I_. ,—Ú<iÛz ;oda aHQo 2s&insai UUUUUUUUUUUUUUUU ;enbun I]_J
I^. ¤¥三€Ü Momoc&i andaQu 2 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU ;enbun I]_J
I]. ¤¥三€Ü 6Ý Momoc&i andaQu 22 UUUUUUUUUUUUUUUU ;ens&o I]\_
IA. ¤¥Þßà» Momoc&i ;anba Pasumitsu UUUUUUUUUUUUU unroHu I][]
I\. ¤¥€…Úžs Momoc&i ;aro aemon UUUUUUUUUUUUUUUUU Renna IAI]
... ... ^ Rera"õesLX ...
IZ. ,—ª«¬ ;oda eirQu Nobutsuna UUUUUUUUUUUUUUU 7OanQei IAJ^
I[. ,—®¯¬° ;oda Kudo Nobuc&iHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUU Mani IA]Z
JB. ,—±„…¬² ;oda 7angoro NobuQasu UUUUUUUUUUUUUUU ;enna IAZI
JI. ,—³三…¬´ ;oda 5isaburo Nobumasa UUUUUUUUUUUUUU *oQei I\B^
JJ. ,—µ¡ž´° ;oda &inbei Masac&iHa UUUUUUUUUUUU &otoHu I\II
J_. ,—µ„…´¶ ;oda &ingoro MasaQos&i UUUUUUUUUUUU Renbun I\_A
J^. ,—{„…°· ;oda $aigoro 0&iHa&ide UUUUUUUUUUUUUU MeiOa I\A^
J]. ,—{三…°¸ ;oda $aisaburo 0&iHas&ige UUUUUUUUUU unHOa IZB^
JA. ,—¹tº´» ;oda &inrQuHen Masamitsu UUUUUUUUUU IZJ^ ! I[B[
J\. ¼½¾¿ÀÁ ;aHamatsu ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
JZ. ÂÃ¶Ä *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[_I ! ...
X Não se sabe por que &ouve um salto tão grande entre I_[^ e I]_J,
enquanto não &avia tantos mestres entre I]_J e IAJ^. -ode ser possível
que as quatro gera"ões omitidas estiveram realmente ativas entre I_[^ e
I]_J.
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

ᆢâumãb
K,KI"HINEN #7; HA--O HIKEN J,T",

Kukis6inden #23 = 5scola dos Nove $euses $em@nios.

7uV7QT W Nove.
7iV(ni W $em@nio, fantasma.
&inV#inV7ami W $eus, mente, alma.
$enV;sute W transmissão, informa"ão, comunica"ão, lenda, tradi"ão.
SQT W 5stilo, escola, Duxo.

0omo é relatado na &ist'ria da tradi"ão, o nome 7uHi foi dado ao fundador


da escola pelo imperador Rodaigo. ( † :7i: pode ser pronunciado
:dem@nio: se o caractere c&inês for pronunciado do modo aponês, porém
também pode ter o signicado de espírito demoníaco ou (nigami, ao invés
de :(ni: dem@nio/. :7uHi: é então de fato :7ugami:. Mas, foi usualmente
pronunciado 7uHi desde o período de 5do.

!aractersticas t@cnicas0
5ra &abitual que os guerreiros de 7uHis&inden SQT utili%aram armaduras,
pelo qual se podem apreciar movimentos bastante pesados em suas
técnicas. (s ataques eram dirigidos principalmente 8s %onas onde a
armadura não teria prote"ão alguma. e di% que esta escola possuía um
grande repert'rio de estran&as armas, como são o SoHus&aHu o, 7aginaOa,
7usarigama, $ais&arin, isento, etc.

&in6agem0
BI. Lyä者Ìå 2%umo 7ana Pos&iteru UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BJ. Ly•æ…å¬ 2%umo 7os&iro ;erunobu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B_. Lyšæ…å· 2%umo Matsus&iro ;eru&ide UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B^. Lyç„Ìå 2%umo ungo Pos&iteru UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B]. Lyä者Ìè 2%umo 7ana Pos&itaHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BA. Lyä 者Ìé 2%umo 7ana Pos&iteru UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B\. {Ö†三€êë (&Huni 7isanata 7iQosumi UUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BZ. ìíîïØð ;sutsumi *aHus&i Mori Sitsu%an UUUUUUUUUUUUUUUUU 
B[. ñðò°óôõ 7uriQama ?Hongen Nagafusa UUUUUUUUUUUUUUU 
IB. ö÷øùú´Ì 6rima 7os&inosuHe MasaQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUU 
II. {Ö•€¦Î (&Huni 7ogenta PuHi&isa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IJ. ûi3z‚ú 7imura 2ttosai 7anesuHe UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I_. ö÷{|üý 6rima $aisuHe ;addaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I^. þÿµá…·° 7a%ama &inHuro *idec&iHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I]. {Ö†’重¬ (&Huni 7i&ei &igenobu UUUUUUUUUUUUUU RenroHu IAZZ
IA. {,根Ú°康´ (tone aHon Pasumasa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I\. {,根u康· (tone Renpac&i Pos&i&ide UUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IZ. {,根„…康’ (tone Rengoro Pasu&ira UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I[. 淡路v道°康 6Oai NQudo 0&iHaQasu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
JB. 鞍÷•€…玄進 7urama 7otaro Rens&in UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
JI. {ÖL yï重広 (&Huni 2%umo Mori &ige&iro UUUUUUUU 7oHOa IZ^^
JJ. 杉"重’€‚» ugino #u&eita 7anemitsu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
J_. Î原™…Ì種 *isa&ara Renuro Pos&itane UUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
J^. Î原•€…¬Ì *isa&ara 7otaro NobuQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
J]. Ž谷武甥´次 2s&itani ;aHeoi Matsatsugu UU Morto aprox. em I[B]
JA. Ž谷½€…è景 2s&itani Matsutaro ;aHeHage U Morto aprox. em I[II
J\. ¼½¾¿ ;aHamatsu ;os&itsugu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
JZ. Âöý *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[_I ! ...
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

¢â®¯l打拳体Ç
"HINEN ',< #7; AKENTAIJ,T",

"6inden 'ud5 #23 = 5scola do 0ora"ão 2mut)vel.

&inV#inV7ami W $eus, mente, alma.


$enV;sute W transmissão, informa"ão, comunica"ão, lenda, tradi"ão.
Ku W nega"ão, não.
$@V?goHu = movimento, mudan"a, mexer, tremor.
SQT W 5stilo, método, escola, Duxo.

5ste termo cora"ão imut)vel est) relacionado 8 capacidade do guerreiro em


manter seu corpo, espírito e mente inabal)vel.

!aractersticas t@cnicas0
?ma das características mais signicantes é o recon&ecimento do estilo
natural como postura defensiva. ( praticante visuali%a uma postura
defensiva na mente e, de forma autom)tica, se coloca nesta posi"ão.

-rinci4ais ensinamentos0
( principal segredo da escola é o princípio da nature%a. Na porta do $oo de
 ;oda ensei, &avia uma série de regras escritas que todo aluno devia
observar+
X $eve saber que a paciência é s' um momento.
X $eve camin&ar em um camin&o de rentidão.
X 5sque"a os deseos e o orgul&o.
X ( arrependimento e a verdade são as regras da nature%a.
X (bten&a a pa% em teu cora"ão através da compreensão do cora"ão
imut)vel, do pensamento sobre o arrependimento e a verdade.
X 0oncentre!se com fé, sea obediente e &onrado com teus pais e converta
teu camin&o de estudo e treinamento/ no camin&o do us&i guerreiro/.

&in6agem0
... 2Hai UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
... *ogenbo ;ess&in UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
... aHabe ;endo UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BI. Lyä者Ìå 2%umo 7ana Pos&iteru UUUUUUUUUUUU PeiHQu III_
BJ. u幡J…為成 Minamoto *ac&iman &ic&irY ;amenariURenQei IIIZ
B_. u…為Ì Minamoto *ac&irY ;ameQos&i UUUUUUUUU *ogen II]A
B^. [原á…Ì成 Mi%u&ara 7urY Pos&inari UUUUUUUUUU RenHQu IJB^
B]. 無外坊¹念 Mugaibo &innen UUUUUUUUUUUUUUUUUU ;enpuHu IJ__
BA. {Ö©u…̬ Huni en&ac&irY Pos&inobu UUUU unQie IJA^
B\. 畑三…Ú|康 *ata aburY asuHeQasu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BZ. •谷‰u…¬° 7otani Pu&ac&irY Nobuc&iHa UUUUUU RenHo I_JI
B[. ‡ˆ仁|由ê 7aneHo #insuHe Pos&iHiQo UUUUUUUUU &o&ei I_^A
IB. —島á…成吉 ;aima RenHurY NariQos&i UUUUUUU Renc&u I_Z^
II. ¢s•ä者Ì‚ 7ammon 7oHana Pos&iHane UUUUUUU &oc&o I^JZ
IJ. û宝ð 7imura *o%an UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 7Oans&o I^AB
I_. 伊dÌ原 2buHi Pos&i&ara UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU ummei I^A[
I^. {–íî tsuHa *aHus&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU Peis&o I]B^
I]. {–{á…ü· tsuHa $aiHurY ;ada&ide UUUUUUUU ;aiQei I]JJ
IA. !無" 6be Muga UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU ;ens&o I]\_
I\. 甲賀€…¡ž•# 7Yga ;arYbei 7QoHoHaHu UUUUUUU ;ens&o I]\_
IZ. ›ðíβ 7ataQama *isaQasu UUUUUUUUUUUUUUUU unroHu I][J
I[. 進Ò$z &indY ?nsai UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 7OanQei IAJ^
JB. •—%Ò¡žÌ広 (dagiri ;oQoe Pos&i&iro UUUUUUU 7OanQei IAJ^
JI. —™¡ž為Ì 2ida #bei ;ameQos&i UUUUUUUUUUUUU MeiOa I\A^
JJ. Ÿ&´· Mori RenroHu Masa&ide UUUUUUUUUUUUUUU unHOa IZB^
J_. '—重¡ž»( ;oQota #bei MitsuQos&i UUUUUUUUUUU 7eio IZA]
J^. ,—¹tº´» ;oda &inrQuHen Masamitsu UUUUUUU IZJ^ ! I[B[
J]. ¼½¾¿ÀÁ ;aHamatsu ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
JA. ÂÃ¶Ä *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[\J ! ...
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

nÛl忍m
G7OK,"HIN #7; NINJ,T",

G2okus6in #23 = 5scola do 0ora"ão Korte.


RQoHuV;ama W #'ia, bola, esfera, pérola.
&in W 0ora"ão, espírito, mente.
SQT W 5stilo, método, escola, Duxo.

!aractersticas t@cnicas0
6s proe"ões utemi com sacrifício do pr'prio equilíbrio/ parecem ser a
principal característica técnica desta escola. Sealmente é uma das grandes
descon&ecidas no (cidente. 5ste sistema se concentra mais nos aspectos
estratégicos e t)ticos do Ninp@.

&in6agem0
BI. asaHi Roemon ;eruQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BJ. asaHi RendaQu adaQasu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B_. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B^. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B]. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BA. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B\. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BZ. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B[. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IB. $escon&ecido UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
II. ;oda eirQu Nobutsuna UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAJ^ ! IA^^
IJ. ;oda Kudo Nobuc&iHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IA^^ ! IAZI
I_. ;oda 7angoro NobuQasu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAZI ! I\B^
I^. ;oda 5isaburo Nobumasa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\B^ ! I\II
I]. ;oda &inbei Masac&iHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\II ! I\_A
IA. ;oda &ingoro MasaQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\_A ! I\A^
I\. ;oda $aigoro 0&iHa&ide UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\A^ ! IZB^
IZ. ;oda $aisaburo 0&iHas&ige UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZB^
I[. ;oda &inrQuHen Masamitsu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZJ^ ! I[B[
JB. ;aHamatsu ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
JI. *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[\J ! ...
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

o)lÅmÇ
KOT< #7; KO--OJ,T",

Kot5 #23 = 5scola do ;igre $errotado ou 5scola que $errota o ;igre

7oV;ora W ;igre.
 ;oV;aosu W ubverter, queda, colapso, derrubar.
SQT W 5stilo, método, escola, Duxo.

( acento circunDexo sobre as vogais est) representando o som t@nico


fec&ado da mesma. -or exemplo+ SQT é lido SQuu ou 7ot@ como 7otou.
( nome da escola 7ot@ pode se interpretado como+ :5scola do ;igre
$errotado: ou :5scola que $errota o ;igre:.
5sta escola concentra seus ensinamentos no 7oppoutsu, ou sea, ataque ou
quebramento de ossos e articula"ões. ?m detal&e da &ist'ria antiga, essa
escola foi c&amada de 7ot@ SQT 7aratê, que signica :mãos va%ias:. 5sta
escola também encontra suas raí%es em técnicas de combate na 0&ina
antiga, assim como RQoHHo SQT.

-ara desenvolver!se como escola de 7oppoutsu, encontrou a eciência de


seu sistema de luta em dist=ncias muito curtas que é denominado de
:0&ilamaai:/. ;écnicas muito r)pidas e diretas, buscando a potência no
golpe. 5la trabal&a com posturas muito altas, porém muito est)veis, todas
destinadas a c&egar a golpes ou ruptura de ossos e articula"ões, gerando
técnicas fortes e poderosas que permite causar grandes danos ao
advers)rio. ( 7Qus&@ No 7ata exercício formal, onde se aprende onde e
como golpear )reas sensíveis/ da uinHan provém desta escola.

( ;oHi ?c&i, técnicas que consiste em pisar no pé do advers)rio para mantê!


lo controlado, é uma característica muito pr'pria desta escola, e muito
pr'pria no Ninutsu da uinHan em geral. 6 luta a curta dist=ncia se torna
um recurso fundamental para alcan"ar a vit'ria na batal&a, é uma maneira
muito eca% de perceber e controlar o ?He e seus movimentos.

5stas duas escolas têm sido &istoricamente, estreitamente ligadas, tanto


entre si, como com o Niutsu em tempos muito antigos. 6pesar de serem
duas escolas independentes, ) compartil&ou alguns @He muito antes do
mestre *atsumi, e se desenvolveram paralelamente sendo que uma
complementa a outra. #untas foram um sistema de combate extremamente
completo, que forma o fundamento da luta desarmada na uinHan, que foi
amplamente utili%ado pelos clãs Ninas na %ona de 2R6. 6mbas as escolas,
embora não seam exclusivamente escolas de Ninutsu, contém
ensinamentos de Ninp@ em seus programas. ( lend)rio Nina andaQu
Momoc&i, foi @He de ambas escolas, e as lendas di%em que era con&ecido
como temível lutador.

obre esse fundamento, muitas técnicas das outras \ escolas enriquecem


seus ensinamentos a partir destas duas.

!aractersticas0
5stilo criado no século IA, levado da 0&ina ou #apão por 0&an us&o.
Koi organi%ado por aHagami ;aro 7unis&ige.
?tili%a dist=ncias curtas, métodos diretos e r)pidos para impactar as
articula"ões.
5specialista em 7oppoutsu ataqueVquebramento 'sseo/.
?tili%a seu pr'prio 7en #utsu combate com espadas/.
?tili%a Muto $ori defesa frente a oponentes armados/.
!aractersticas t@cnicas0
?tili%a"ão de curtas dist=ncias. ;écnicas diretas e r)pidas mas concentradas
nos métodos de golpear. $urante a luta se mira as sobrancel&as do inimigo,
tentando um branco nos ol&os para evitar que os movimentos possam ser
detectados telepaticamente. $eslocamentos cru%ando as pernas e técnicas
que se pisa o pé do advers)rio. Na antiguidade, o treinamento come"ava
golpeando sobre areia, pedras e movendo grandes roc&as, como método de
condicionamento das mãos para o combate. 9 preciso saber que o pun&o é
a concentra"ão do corpo, a mente e o espírito.

-rinci4ais ensinamentos0
a) (s ol&os são tudo.

&in6agem0
BI. aHagami ;aro 7unis&ige UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]_J
BJ. aHagami ando Minamoto Masa&ide UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]_J
B_. ogQoHHan Sitsus&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]_J
B^. ;oda aHQo 2s&insai UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]_J
B]. Momoc&i andaQu 2 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]_J
BA. Momoc&i andaQu 22 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]\_
B\. Momoc&i ;anba Pasumitsu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I][]
BZ. Momoc&i ;aro aemon UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAI]
B[. ;oda eirQu Nobutsuna UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAJ^
IB. ;oda Kudo Nobuc&iHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IA]Z
II. ;oda 7angoro NobuQasu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAZI
IJ. ;oda 5isaburo Nobumasa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\B^
I_. ;oda &ingoro MasaQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\II
I^. ;oda $aigoro MasaQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\_A
I]. ;oda $aisaburo 0&iHas&ige UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZB^
IA. ;oda &inrQuHen Masamitsu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZJ^ ! I[BZ
I\. ;aHamatsu ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
IZ. *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[\J ! ...
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

¼*Ûl+,Ç
TAKAGI 7O"HIN #7; J,TAIJ,T",
Takagi 7os6in #23 = 5scola da Frvore 6lta e do 0ora"ão 5levado.

 ;aHa W 6lto.
7iVMoHu W Frvore.
 P@ W 0laro, limpo, polido, nobre, elevado.
&in W 0ora"ão, espírito, mente.
SQT W 5stilo, escola, Duxo.
Nesse, caso a escola leva o nome do fundador ¼-òžs重¬ ;aHagi
(riuemon &igenobu.

!aractersticas t@cnicas0
5vita que o oponente possa escapar girando. 2sto é talve% porque o estilo foi
desenvolvido em interiores. 6s técnicas são aplicadas a dist=ncia curta,
desde que se reali%am proe"ões, luxa"ões, estrangulamentos, evitando
sempre que o oponente escape.

-rinci4ais ensinamentos0
a) ?m ramo é Dexível, mas uma )rvore alta é quebradi"a.

&in6agem0
... 6be ?nrQ UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU PeiroHu I]AZ ! I]\[
... 2tY 7ii!no!Hami Morisada or uHesada/ UUUUUUUUUUUUUUUUU 
BI. ¼-òžs重. ;aHagi (riemon &igenobu U IAJ] ou IA_] ! I\II
BJ. ¼÷の/重Í ;aHagi ?manosuHe &igesada UUUUUU IA]] ! I\^A
B_. ¼0進³重 ;aHagi Rennos&in *ides&ige UUUUUUUUUUUUU I\BJ
B^. {Ö†’重¬ Huni 7i&ei &igenobu UUUUUUUUUUUU RenroHu IAZZ
B]. {Öuá…1. Huni PaHuburY Nobutos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
BA. {Ö€…€Üü¬ Huni ;arodaQu ;adanobu UUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B\. {Ö†¡ž¶Í Huni 7i&ei 7i&QY/ Pos&isada UUUUUUUUUUUUUU 
BZ. {Ö2Úžs¶Í Huni Po%aemon Pos&isada UUUUUUUUUUUUUUUUU 
B[. 3ð4ùƒ· NaHaQama #innai ada&ide UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IB. {Ö武Úžs³¬ Huni ;aHe%aemon *idenobu UUUUUUUUUUUUUUUU 
II. 3ð5žsƒ6 NaHaQama 7aemon adasaHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
IJ. {Ö78³. Huni 7ama&aru *idetos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
I_. u9„…Î: Pagi 2HugorY *isaQas&i UUUU ;enpo IZ_B ! IZ^^
I^. Ò—Ò„…Î吉 Kuita KuigorY *isaQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUU 
I]. [—;€…üõ Mi%uta Pos&itarY ;adafusa UUUUUUUUUUUUUUUUU 
IA. ¼½¾¿ÀÁ ;aHamatsu ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
I\. ÂÃ¶Ä *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[_I ! ...
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

Ì<lÅmÇ
GIKAN #7; KO--OJ,T",

Gikan #23 = 5scola da 3erdade, Gealdade e #usti"a.

RiVPos&i W #usti"a, retidão.


7an W Modelo exemplar, prot'tipo, aprender.
SQT W 5stilo, escola, Duxo.

!aractersticas t@cnicas0
5sta escola ensina c&utes especiais, ataques de pun&o e proe"ões. e
caracteri%a pelo uso din=mico de trabal&o com os pés.

-rinci4ais ensinamentos0
a) ( primeiro golpe não vem deste lado.

&in6agem0
BI. ?rQu *angan RiHanbo UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]]Z ! I]\B
BJ. ?rQu Pos&imitsu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I]\_ ! I][J
B_. ?rQu Pos&imori UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAJ^ ! IA^^
B^. ?rQu Pos&ic&iHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAAI ! IA\_
B]. ?rQu Pos&itaHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAZZ ! I\B^
BA. ?rQu Pos&i&ide UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\]I ! I\A^
B\. ?rQu Pos&imori UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\Z[ ! IZB
BZ. ?rQu Pos&iaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZ_B ! IZ^^
B[. ?rQu Pos&iQasu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZAI ! IZAZ
IB. ?rQu RiHan UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZA] ! IZAZ
II. 2s&itani ;aHeoi Masatsugu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[B]
IJ. 2s&itani Matsutaro ;aHeHage UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[II
I_. ;aHamatsu ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
I^. 6Himoto Kumio UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[AJ
I]. *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[\J ! ...
 UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 

y.l忍m
K,$OGAK,#E #7; NIN-<

Kumogakure #23 = 5scola que se 5sconde nas Nuvens.

7umo W Nuvem.
RaHureV7aHus&i W (culto, escondido.
SQT W 5stilo, escola, Duxo.

!aractersticas t@cnicas0
( ;aiutsu é muito similar e utili%ado pelos guerreiros da ;ogaHure SQT. 5sta
escola possui algumas armas características como é o 2ppon ugi Noburi,
que consiste em um tubo de metal de J]cm de largura, com três las de
espin&os no exterior e uma corrente sobre a metade com um ganc&o
met)lico em cada extremidade. (utra das armas utili%adas era o 7amaQari,
uma lan"a com ganc&o.

6 característica fundamental do combate sem armas desta escola era que


seus praticantes saltavam durante o combate e usavam golpes e bloqueios
duplos. Nas guerras, estes guerreiros &abitualmente usavam prote"ão de
bra"o. 2sto explica que, durante os combates, eles usavam os antebra"os
em muitas ocasiões para bater e se defender.

&in6agem0
BI. 2ga *einai%aemon No #o 2enaga UUUUUUUUUUUUUUUU I]_J ! I]]^
BJ. ;oda agenta Nobufusa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B_. ;oda Ro&ei Nobunaga UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B^. ;oda NoriQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU 
B]. ;oda eirQu Nobutsuna UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAJ^ ! IA^^
BA. ;oda Kudo Nobuc&iHa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IA]Z ! IAZI
B\. ;oda 7angoro NobuQasu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IAZI ! I\B^
BZ. ;oda 5isaburo Nobumasa UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\B^ ! I\II
B[. ;oda &ingoro MasaQos&i UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\_A ! I\A^
IB. ;oda $aigoro 0&iHa&ide UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I\A^ ! IZB^
II. ;oda $aisaburo 0&iHas&ige UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZB^ ! IZIZ
IJ. ;oda &inrQuHen Masamitsu UUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZJ^ ! I[B[
I_. ;amaHatsu ;os&itsugu ?o& UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU IZZ\ ! I[\J
I^. *atsumi MasaaHi UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU I[\J ! ...

TO"HIT",G, TAKA$AT",

*isatsugu ;os&itsugu/ ;aHamatsu ¼½ ¾¿ ! ;aHamatsu *isatsugu/, nasceu


no #apão em IB de mar"o de IZZ\, na cidade de 6Has&i, de uma família
acomodada, propriet)rios de uma f)brica. 0&amado *isatsugu por seus
pais, ele mudou seu nome mais tarde para ;os&itsugu. 6ssistia a escola
inglesa de 7obe, cursando depois estudos no colégio 0&inês de Giteratura.
6mante da arte e da poesia.
$urante sua vida foi con&ecido pelos seus v)rios apelidos, NaHimus&i bebê
c&orão/, NeHo No Pamamoto ( Ratin&o de Pamamoto/, 7iHaHu †# ! c&ifres
do dem@nio/, MoHo No ;ora =>のo ! ;igre da Mong'lia/. 6gora é mantido
em mem'ria como o uin o guerreiro divino/ de uinHan, nomeado em
sua &onra por ensei *atsumi.

Koi iniciado no Ninutsu aos [ anos de idade por seu tio, que pertenceu 8
classe samurai na província de 2ga e por seu av@ Masamitsu ;oda, que foi
supervisor dos mestres de espada nas escolas do governo do &ogun
 ;oHugaOa e tin&a um $o@ e uma clínica de ossos em 7obe. ;endo instruído
seu neto inicialmente nas escolas 7oto SQu e ;ogaHure SQu, todo dia depois
da escola ele podia ir ao $o@ para instru"ão pessoal pelo ensei ;oda.
2nicialmente, não foi falado nem mesmo ensinado 8 ele nen&uma técnica,
simplesmente foi arremessado em volta do $o@ pelo ensei ;oda até o
sangue escorrer de seus oel&os e cotovelos. ensei ;aHamatsu di%ia depois
que cada dia em seu camin&o para o $o@, ele se sentia um cordeiro sendo
deixado no abatedouro. $epois de um ano c&eio daqueles respectivos
arremessos, ;aHamatsu come"ou a aprender a verdadeira técnica.

$o ensei ;oda ele &erdou os estilos de &inden Kud@ SQu #uutsu, RQoHHo
SQu 7os&iutsu, &inHen 7oto SQu 7arateutsu, 7oto SQu 7oppoutsu,
RQoHus&in SQu Ninutsu, 7umogaHure SQu Ninutsu e ;ogaHure SQu Ninutsu.

eu pai Posoburo educou!o para que seguisse a carreira militar mas numa
briga ainda ovem, sofreu uma rotura no tímpano, tendo cado isento da
mesma. Cuando crian"a seu nome era #utaro ¾€…/. 6os seus I_ anos
praticava diariamente a arte de 7oto SQu 7oppoutsu para adquirir sua
licen"a &inden Kud@ SQu. Nessa idade venceu um lutador prossional de
um@ de I^_ Hg.$ois anos depois era c&amado de 7otora ˆo !-equeno
 ;igre/. 5sse mesmo ano, o ovem #utaro, no $o@ de Masamitsu ;oda _J
Rrão mestre da ;ogaHure SQu/, lutou e venceu o seu oponente com um
RQaHu RanseHi (tos&i lan"ar o advers)rio ao c&ão de cabe"a/. -or volta dos
I_ anos, enquanto estudava em uma escola 2nglesa em 7obe, #utaro entrou
para o $o@ de Misuta Pos&itero ;adafusa, onde treinava dia sim dia não
para aprender o estilo ;aHagi Pos&in SQu. 6os I\ anos, na f)brica de seu pai
con&eceu ;aHaHage Matsutaro 2s&itani cuos antepassados tin&am sido
0&unin Ninas nas tropas de #onin *an%o *attori, da escola de 2ga SQu/ que
prestava servi"os de seguran"a na f)brica de 7obe.

2s&itani soube que &avia encontrado &erdeiro para sua arte 7uHis&inden SQu.
$epois de anos de intenso treino concederam!se os pergamin&os secretos
$ens&@/ e o título de J\. grande mestre de 7uHis&inden SQu *appo *iHen
 #utsu, além dos estilos *ontai ;aHagi Pos&in SQu e RiHan SQu 7oppoutsu.

6os JI anos partiu para 0&ina, regressando depois, ) falecida a sua noiva
7oHane, #utaro adoeceu de beriberi solit)ria/ e tin&a afetado os pulmões. 6
sua av' tratava dele mas seu pai mandou!o regressar para não ir contra a
lei dos Ninas mesmo que a vida l&e custasse. -ara evitar um confronto
entre sua av' e seu pai, #utaro abandonou a casa de sua av' na ausência
dela. $irigiu!se 8 montan&a MaQasan MaQa era mãe de uda/, instalando!
se nas cataratas das tartarugas. $urante a sua doen"a recordava os
ensinamentos de seus mestres ;oda, 2s&itani e Mi%uta.

?m ancião eremita curou!o e ensinou!l&e os segredos da nature%a. Cuando


se sentiu curado das suas doen"as praticava ao aman&ecer na cascata
exercícios de 7oto e ;ogaHure SQu. Cuando estava em perfeito estado tomou
o nome de 7iHaHu  †# ! 0&ifres do $iabo/.

$epois de permanecer v)rios meses mais nas montan&as, viaou através da


0&ina estudando com os mel&ores mestres de oxe 0&inês. 0ompetiu em
v)rias prova"ões e nunca foi derrotado. Neste tempo gan&ou o apelido
:MoHo No ;ora: =>のo ! ;igre da Mong'lia/.
 #utaro esteve na 0&ina durante IB anos ap's a morte de sua noiva, por l) foi
empregado por muitos mestres da guerra na Manc&uria e na 0&ina
setentrional. $urante esse tempo a reputa"ão de #utaro era a de um
guerreiro completamente formado.

Gutou v)rias ve%es como resultado de desaos pessoais, aos JA anos foi
desaado por um mestre de 7ung!Ku &aolin de II_ 7g c&amado 0&o
&irQu. 6 terceira ve% que desaou, #utaro aceitou. 0oncebeu num son&o a
técnica do :aile da orboleta:. No son&o viu um dem@nio vermel&o, que
com uma pesada barra de ferro, tentava apan&ar uma pequena borboleta,
mas esta sem esfor"o esquivava dos golpes. ( combate ocorreu na pra"a da
col@nia inglesa e o )rbitro foi o nobre sen&or Sen, tio do imperador da
0&ina. $epois de duas &oras de combate, os movimentos de 0&o &irQu
tin&am se tornado lentos ponto fraco dos lutadores pesados/, a sua visão
estava nublada pelo constante suor. #utaro limitara!se a se esquivar. No m
o sen&or Sen parou o combate porque 0&o &irQu não tin&a oportunidade
de gan&ar. $este confronto nasceu uma irmandade entre ambos os
oponentes.

$urante sua estada na 0&ina, teve v)rios combates. 5m um destes


combates, um soldado a cavalo ia perseguindo!o. ;aHamatsu ensei estava
desarmado, mas &avia uma espada no solo. Cuando o soldado come"ou a
preparar sua arma de fogo, tentando atirar em ;aHamatsu ensei, ele
correu, rolou e pegou a espada e a lan"ou cortando a cabe"a do soldado.

(utra &ist'ria fa% referência a uma ocasião na qual foi atacado nas
montan&as da 0&ina por v)rios bandidos. Gutou contra todos eles até que
fugiram. ?m dos bandidos agarrou ;aHamatsu ensei pela cintura. $e
repente o bandido caiu para tr)s, diretamente ao solo, cobrindo o rosto.
Mais tarde ;aHamatsu ensei disse que não sabia o que &avia feito ao
bandido, pois somente sentiu algo &4mido e quente na mão. Cuando abriu a
mão, encontrou um ol&o, logo em seguida ;aHamatsu ensei o socorreu
dando os primeiros socorros ao bandido.

5nquanto esteve na 0&ina, a família 7uHi, detentores da 7uHis&inden SQu,


perderam o contato com ele, duvidando que ele retornaria ao #apão, foi
então que concederam a 2uani NangaHu o título de &erdeiro dos
ensinamentos da escola, assim quando ;aHamatsu eventualmente voltasse,
sua posi"ão tin&a sido preenc&ida. 5m seguida, as escrituras e documentos
da família 7uHi foram destruídas pelo fogo. Mas ensei ;aHamatsu foi &)bil
para reconstruí!los, de suas notas e mem'rias e presenteando!os para a
família 7uHi.

-elos seus servi"os ele teve a permissão para criar uma sub!escola
c&amada 7uHis&inden SQu contendo o que ele pensou ser mel&or e mais
apropriado para os ensinamentos 7uHis&inden.

eus professores ;oda, Mi%uta e 2s&itani tin&am passado todos os camin&os


por esse tempo e ensei ;aHamatsu agora treinava um pequeno grupo de
estudantes em um $o@ que ele c&amou de aHus&in.

5m I[I[ voltou para casa e dedicou!se 8 estudar os ensinamentos da seita


budista t=ntrica MiHHo. -osteriormente, aos _B anos de idade foi ordenado
sacerdote MiHHo ;&endai!&u no mosteiro *i&ei de 7Qoto. ;in&a encontrado
o
equilíbrio perfeito ao poder espiritual e ao poder do guerreiro.

$epois de seus anos como sacerdote, ;aHamatsu casou!se aos _J anos em


matrim@nio com a ovem ?no ;ane, que nasceu em JZ de un&o de IZ[\ e
morreu em ^ de fevereiro de I[[I. foram morar 8 oeste de 2ga, na cidade
de 7as&iOara. 5les adotaram uma garota de nome Pos&iHo. eu pai  ¼½ÌÛ
?三… ! ;aHamatsu Ris&in Pasabur@/, dono de uma f)brica, recebeu o título
de $ai!6ari {@A ! mestre/ em udismo &ingon  BC/, de um sacerdote
da montan&a de 7umano D"/. eu $o@ foi c&amado de aHus&in EÛ !
0ultivando o espírito/.
 ;aHamatsu ensei estava uma ve% em uma loa, quando v)rios g=ngsters da
 PaHu%a entraram e exigiram din&eiro de prote"ão do dono assustado.
 ;aHamatsu agarrou um deles, e o prendeu na loa. (s outros ele mandou de
volta ao c&efe deles e l&es disse que digam que :#utaro: estava na cidade. (
c&efe enviou uma mensagem que di%endo que a loa permaneceria s'. Não
se sabe se o c&efe de PaHu%a fosse um amigo de ;aHamatsu, ou se ele
tivesse sido derrotado por ;aHamatsu em uma briga quando crian"a.

6proximadamente aos A] anos, enquanto ele estava camin&ando, ele se


encontrou com v)rios &omens que batiam em um &omem vel&o e na l&a
 ovem dele. (s assassinos tin&am &ostili%ando o &omem por din&eiro de
prote"ão que era algo que ele não p@de dispor. ;aHamatsu pisou adiante, e
l&es disse que deixassem o &omem em pa%. 6 quadril&a não tin&a medo de
 ;aHamatsu, até que ele c&amou o líder deles de :o%@: menino de cabe"a
raspada/. 0&amando o líder deles de o%o era um insulto que poucos
ousariam di%er.

 ;aHamatsu disse novamente que eles deveriam deixar o &omem e a l&a


dele em pa%, e então ele l&es disse para voltar para o c&efe deles e contar
que MoHo No ;ora di%ia que eles deveriam deixar estas pessoas em pa%.
o%@ enviou um dos &omens dele ao líder da quadril&a que tin&a &erdado a
quadril&a de mais de I].BBB &omens de seu pai. 5le apressou!se
imediatamente 8 cena para ver ;aHamatsu. 5le disse que pensou que MoHo
No ;ora estava morto. 2mediatamente ele concordou em deixar a família em
pa%, com medo de ;aHamatsu. ( líder enviou pacotes de Dores então 8
família como pedido de desculpa.

Na década de AB, ;aHamatsu ensei escreveu uma série de artigos no


:#apão ;imes: importante meio de comunica"ão do #apão/. ;odos estes
artigos falaram de Ninutsu, ud@ e uutsu.
5m um dos artigos, ;aHamatsu
escreveu que nas 6rtes Marciais, quando se tratava de combate real, era
necess)rio estar preparado para matar o seu atacante.
6p's ler o artigo, um mestre de 7aratê apareceu na televisão e disse que o
que ;aHamatsu &avia escrito era err@neo, vel&o, não mais necess)rio nos
dias de &oe. 5le c&amou ;aHamatsu de :passado:. 6p's conseguir uma
entrevista na televisão, ;aHamatsu disse que ele era o passado vivo e que
entendera os coment)rios como um desao, do qual ele aceitara.
 ;aHamatsu deu três dias para que o mestre de 7aratê se retratasse
publicamente dos seus di%eres. e isso não ocorresse, ;aHamatsu iria lutar
com ele com uma mão amarrada nas costas. 6ntes do término dos três dias,
o mestre de 7aratê se retratara.

 ;os&itsugu ;aHamatsu enfrentou aproximadamente I[ lutas, das quais


apenas \ foram em competi"ões e IJ foram até a morte. 0ombates mortais
eram consequência de sua fama, que incomodava outros artistas marciais.
-ara que pudesse sobreviver, ele ensinava artes marciais por toda a 0&ina.
0&egou a ter cerca de ZBB alunos, entre c&ineses, aponeses, franceses e
americanos. 5nsinava a, mais ou menos, ZB alunos por dia. 6ssim,
conseguiu realmente gan&ar bastante din&eiro para tempos difíceis como
aqueles.

6p's a invasão da 0&ina pelo #apão, na Manc&4ria foi criado pelos aponeses
um estado c&amado Manc&uHuo, onde ;aHamatsu foi nomeado presidente
da Nippon MinHoHu einen otoHu 7ai (rgani%a"ão #aponesa de 6rtes
Marciais/. ;udo isso aconteceu antes que ele completasse _B anos de idade.
$epois de ter passado IB anos na 0&ina, ;aHamatsu retornou ao #apão, em
I[I[, onde tornou!se monge do monastério ;endai, nas montan&as *iei,
perto de 7Qoto. Mais tarde ele passou a ser um dos líderes do monastério.
6ssim, ele arrependia!se pelos :pecados: de sua uventude.

$epois da egunda Ruerra Mundial ;aHamatsu investiu seu tempo em


treinar seus sucessores de suas tradi"ões marciais. -or volta dos seus \B
anos con&eceu seu mel&or estudante e amigo, MasaaHi *atsumi, com qual
treinou durante mais I] anos na cidade de Nara e teve como seu principal
sucessor, &erdeiro de [ escolas, o mestre MasaaHi *atsumi o qual mantin&a
com ele uma forte ami%ade. 6o m de seus dias nomeou a MasaaHi
*atsumi, @He dos [ SQus.

?m dia ;aHamatsu e *atsumi estavam sentados na casa de ;aHamatsu


conversando. ;aHamatsu em certa &ora pediu que *atsumi fec&asse seus
ol&os. ;aHamatsu saiu do quarto sem fa%er barul&o. 3oltou, então com uma
espada atacou *atsumi usando #umoni 7iri que são dois cortes+ um vertical
e um &ori%ontal.

*atsumi conta que ele sentiu algo errado e se moveu lateralmente, então
ele sentiu que devia pular para a frente. 6p's isso, ;aHamatsu disse a
*atsumi que ele tin&a o sentimento aHHi/ e presenteou *atsumi com a
espada que usou para atac)!lo. 6p's isso, *atsumi recebeu o MenHQo
7aiden.
-osteriormente, MasaaHi *atsumi fundou a uinHan, em &omenagem a seu
mestre ! ;os&itsugu ;aHamatsu, onde passou a ensinar as tradi"ões que
recebeu.

 ;os&itsugu ;aHamatsu morreu em J de abril de I[\J, com Z] anos de idade,


e foi sepultado no cemitério de 7umedra  ÎFG/, na cidade de 7as&i&ara H
原/, perto da cidade de Nara  I¶/, que foi o 4ltimo local onde viveu. 5le foi
um grande &omem e exemplo de verdadeiro artista marcial, sendo
considerado o :ltimo Ruerreiro Nina:, que esteve envolvido em combates
reais. (s praticantes da uinHan são orgul&osos em poderem participar de
uma tradi"ão que proveio deste grande &omem.

-oema escrito por ;aHamatsu ensei para *atsumi ensei+

Muito tempo atrs era um guerreiro per0eito da tradi;<o Koppojutsu:


-ra corajoso e intenso como o 0ogo:
Mesmo em batalhas contra animais perigosos:
/enho um cora;<o que 8 como as =ores silvestres do prado:
- ainda assim t<o reto e verdadeiro quanto o bambu:
Nem mesmo milhares de inimigos podem me causar medo:
>uem 8 no mundo capa3 de manter viva esta vontade do cora;<o do
guerreiro?
,oc@ 8:
Isto me 0oi enviado pelos 6uerreiros 'ivinos !BujinA:
-stive te esperando aqui h muito tempo:
$A"AAKI HAT",$I

$r. MasaaHi *atsumi  ÂöÄ/ nasceu na cidade de Noda, província de


0&iba, #apão. 5m BJ de de%embro de I[_I> graduou!se em medicina
na ?niversidade de Meii < ;oHQo, e &oe possui uma grande clínica de
traumatologia em sua cidade natal. 6mante da arte também inspira!se ao
pintar verdadeiras obras com quadros expostos em todo o mundo.

6utor do famoso livro :ticH Kig&ting:> que trata sobre a arte do bastão
segundo o método 7uHis&inden, que é bem con&ecido em todo os 5.?.6., e
muitos outros encontrados em todo o mundo.
] $an de 7aratê é também expert em outras disciplinas tais como o o,
Naginata, Pari, ;ai #utsu, 6iHi #uutsu, o #ud@, etc. 0omo praticante de #ud@,
foi v)rias ve%es campeão> como instrutor da modalidade, ministrava aulas
na base aérea 6mericana.
0onta!se que era evidente a vantagem dos soldados americanos devido
a nature%a de suas estaturas, foi quando percebera a limita"ão de suas
técnicas. $essa forma viaaria pelo #apão buscando uma 6rte Marcial que
superasse os limites físicos independente de quem a praticasse.
?m certo dia soube de um mestre, e em seguida foi a seu encontro.
0&egando a residência do tal mestre, conta!se que estava muito ansioso
para con&ecer aquele grande guerreiro que ouviu falar. 6o deparar!se com
aquele &omem baixo e fran%ino, por um instante cou em d4vida de sua
busca. Mas naquele momento foi surpreendido por um ol&ar gélido que
iniciava em seus pés e ia subindo paralisando seu corpo até c&egar em seus
ol&os, onde sentiu um medo indescritível, em que s' l&e passava pela
cabe"a sair daquele local o mais r)pido possível, aquele &omem baixo e
fran%ino era o grande mestre ;os&itsugu ;aHamatsu, &erdeiro de nove
tradi"ões, entre elas as lend)rias e temidas &abilidades do Ninutsu. $esse
encontro surgiu uma grande ami%ade.

"Meu mestre /akamatsu em um dado momento me disse que eu jamais


seria um Meijin# mas sim um /atsujin:
1iquei muito desiludido quando ouvi isto# porque pensei ter conhecido o
suciente para alcan;ar um n&vel Meijin !mestre das artes de lutaA:
Mesmo com o passar do tempo /akamatsu n<o eCplicou$me o verdadeiro
signicado da palavra "/atsujin": (om os anos de treinamento e estudo eu
havia percebido o signicado da palavra "/atsujin" e percebi o quanto
importante e valioso era aquele t&tulo:

N<o 8 necessrio estar obcecado para saber quem 8 mais 0orte ou mais
0raco# para se viver como ser humano: Dm animal sim necessita ser 0orte
 para viver em seu habitar# mas as pessoas podem viver sem terem que
 provar uma para a outra quem 8 melhor do que quem: -sta 8 a
caracter&stica mais maravilhosa do Ninjutsu: 1oi o que aprendi com meu
mestre /oshitsugu /akamatsu:

/akamatsu Sensei um ano antes de sua morte me disse que havia me


ensinado tudo# "absolutamente" tudo que ele sabia: (onsiderou que havia
cumprido com sua obriga;<o de passar os ensinamentos das linhagens que
ele havia recebido: 'esde este momento ele iria dedicar todo o seu tempo 9
 prtica espiritual:

>uando me disse isto me senti completamente abandonado# 0oi o momento


de maior solid<o da minha vida: Senti que eu n<o era sucientemente bom
 para seguir so3inho:

Eeconhe;o que me intrigava# que um lutador como ele estivera t<o


interessado no estudo espiritual e pensei durante longo tempo# sobre o
equil&brio entre o estudo religioso e a prtica das *rtes Marciais:

 * religi<o deve ser adequada# 9 aquela que ir converter uma pessoa
melhor e mais 0orte: F natural que a religi<o mude de acordo com o lugar de
onde vem: -m japon@s# religi<o !Shuk2oA se escreve com caracteres que
signicam essencial ensinamento para os seres humanos: S<o
ensinamentos muito bsicos e muito importantes que somente trocam sua
0orma em lugares distintos: Sendo quente ou 0rio# prGspero ou pobre# por
eCemplo Se as pessoas vivem num lugar e dependem da gua para
sobreviver 8 seguro que criem um 'eus da gua: :
Hatsumi "ensei D >1FF D Ja4o>
MasaaHi *atsumi recebeu de seu mestre a autoridade e a posi"ão de
&erdeiro sucessor em lin&a direta dos mestres e discípulos, remontados a \
séculos atr)s vindo a tornar!se o Rrande Mestre das [ tradi"ões marciais
 aponesa.

*atsumi ensei criou um sistema 4nico de treinamento englobando as [


escolas &erdadas de seu mestre, no início denominado Ninp@ ;ai #utsu e em
seguida viria a abrir as portas da losoa Ninp@ aos primeiros alunos
ocidentais, sendo que &) um ano atr)s mudaria de Ninpo ;ai #utsu para
ud@ ;ai #utsu.

Koi fundando a partir de I.[\J a então con&ecida &oe+ uinHan ud@ ;ai
 #utsu. ( termo uinHan signica+ :6 Morada do Ruerreiro $ivino: assim
como :6 0asa do $eus Ruerreiro:, lembrando que este termo foi uma
cria"ão de ensei *atsumi em &omenagem a seu mestre ;os&itsugu
 ;aHamatsu.

*atsumi &avia tido o imenso privilégio de treinar durante v)rios anos com a
dire"ão do grande mestre ;os&itsugu ;aHamatsu, sendo na atualidade um
dos maiores especialistas aponeses no maneo de armas e condecorado
pelo imperador *iroito como uma relíquia cultural, sendo &oe considerado
um patrim@nio vivo para a na"ão aponesa.
( treinamento que impõe a si mesmo diariamente é muito duro e tr)s umas
regras muito escrupulosas, como as duc&as geladas matutinas, com a
nalidade de gan&ar uma energia especial, nada de )lcool, tabaco, etc. 2sto
o fa% ter uma mentalidade nada comum entre os artistas marciais.

 #unto a esta fortale%a de espírito, *atsumi possui uma gentile%a e uma


simplicidade de car)ter extraordin)ria. (s mel&ores mestres do ud@
c&egam até ele para aprender técnicas que &) muito tempo são ouvidas, as
quais se encontram escritas em papiros c&amados ;ori!MaHi documentos
do tigre/ ou MaHi!Mono documentos secretos/ onde estão registrados,
codicados e englobados unto a um treinamento psíquico e mental ocultos.

( $o@ de *atsumi encontra!se em Noda, unto a grande cidade de ;oHQo.


eu interesse est) centrado em manter o patrim@nio cultural do #apão e
conservar vivas as técnicas da arte do Ninutsu. Rra"as a ele, esta arte
permite progredir por si mesma ao indivíduo, o que motivar) uma troca de
sociedade. -ois teve m 8 época de espionagem e morte na antiga arte.

G#A,A8E"
5ste é um desenvolvimento recente nas artes aponesas.
6s artes antigas possuem níveis Shoden baixo/, (huden médio/
e7kuden avan"ado/, com os ensinamentos secretos que são passados
verbalmente para alguns. Nossa estrutura de níveis atual é moderna em
que K2 e 'an são usados, mas também é semel&ante 8 forma antiga onde
&) _ níveis gerais de treinamento e entendimento.
 ;emos [ níveis K2> come"ando com a faixa branca, depois de [ a I K2,
os quais os &omens usam a faixa verde, mul&eres usam vermel&a e crian"as
até IJ anos usam amarela. $epois seguem I] níveis de 'an, simboli%ados
pela faixa preta. (s níveis K2, essencialmente, são uma prepara"ão para
se tornar um aluno da Bujinkan. 3ocê é considerado apto a come"ar a
aprender no Shodan I 'an/.
Shidoshi$Ho ! I a ] 'an+ 0éu /en/
Shidoshi ! A a [ 'an+ ;erra (hi/
Shihan ! IB a I] 'an+ -essoa  %in/
Sensei Hatsumi resistiu por muitos anos aos pedidos de membros
daBujinkan para estabelecer um critério mensur)vel para os níveis,
explicando que isto tende a :matar: uma verdadeira 6rte Marcial, porque as
pessoas tendem a focar no que elas precisam para passar de nível ao invés
dos princípios b)sicos que possibilitam uma pessoa a agir livremente e
apropriadamente na prote"ão da vida.
( sistema de níveis da Bujinkan é muito diferente das outras artes. -elo fato
do Sensei Hatsumi ser o Sôke &erdeiro/ das [ E2escolas/, ele pode
reorgani%ar o material de treinamento e a estrutura de níveis como ac&ar
adequado. Sensei Hatsumi incentiva todos os Shihan a criarem seus
pr'prios padrões de ensino até ^'an. 5le controla todas as condecora"ões
de ] 'an acima.
9 muito comum encontrar a grave confusão de comparar os sistemas de
gradua"ões de uma arte e outras que normalmente não tem nada em
comum. No caso da Bujinkan o sistema é totalmente 4nico e não é f)cil
entender, o que cria muita confusão para quem não sabe.
(s II ao I] 'an foram criados por Hatsumi Sensei para um mel&or
aprendi%ado e para usticar a m)xima de que o Ninjutsu é um eterno
aprendi%ado e não existe aprendi%ado completo ou terminado. 9 um
camin&o para se percorrer ao longo de toda a vida, por esse
motivoHatsumi é um sen&or idoso com quase [B anos e conserva uma
sa4de de ovem, praticando e dando aulas até pouco tempo atr)s. *oe ele
supervisiona as aulas. 0om uma pr)tica constante é possível em ] anos
atingir a gradua"ão de I 'an, que no Ninjutsu signica apenas que a
pessoa est) pronta para o verdadeiro treinamento, da branca até o 4ltimo
nível da verde é s' uma prepara"ão para iniciar o verdadeiro treino.
0ontudo é enorme o conte4do de estudo para se atingir o I 'an.
0onsiste este estudo em técnicas ou formas de golpear todo o corpo é uma
arma/, técnicas de agarre e proe"ão, rolamentos, acrobacias, resistência
física, medita"ão, técnicas de luxa"ão, uso de armas curtas, médias, longas
e de arremesso. 6o atingir o I 'an o aluno vai estudar individualmente
cada escola citada, até passar por todas as [. ( exame para o ] 'an é feito
no #apão, sendo recentemente liberado sua aplica"ão fora do #apão por
alguns Shihan I] 'an. 0onsiste no Saaki /est  Saaki W energia assassina/.
9 um teste onde o praticante car) em Sei3a No Kamae postura sentada
do Ninjutsu/ de ol&os fec&ados e o mestre aplicar) um golpe com
uma Shinai espada de bambu/, desta forma, o aluno deve esquivar!se no
momento do golpe, sentindo o golpe através do sentimento de Saaki.
-arece coisa de lme, mas qualquer estudioso em 6rtes Marciais ou
medicina c&inesa, sabe que existe uma energia interna c&amada Ki pelos
 aponeses, (hi pelos c&ineses, esta energia se concentra no que os indianos
c&amam de (hakras foi ao abrir os (hakras que Budda atingiu a ilumina"ão/
esta energia d) vida, move e interliga todos os seres vivos. eu uso pode
ser medicinal Eeikki/ ou combativo (hi Kung, Kiaiho, Kiai %utsu/.
GO"HIN J,T", (eesa -essoaB)

No vasto universo das 6rtes Marciais, a $efesa -essoal é uma das poucas
6rtes que não são voltadas para competi"ão. Não existem campeonatos ou
eventos, pois seu obetivo é permitir ao praticante a seguran"a e a
preserva"ão da sua vida em uma situa"ão de risco.

No #apão, a $efesa -essoal é con&ecida popularmente como 6oshin %utsu +

J GO0 -roteger
K "HIN+ 0orpo
Ç J,T",0 6rte.

-ortanto, 6oshin %utsu seria a :6rte da $efesa -essoal: ou :6rte de -roteger


o 0orpo:.

Cuase todas as 6rtes Marciais aponesas possuem sua parte de 6oshin


 %utsu, naturalmente por serem lutas, mas com estilos diferentes e
particulares. 5ncontramos o 6oshin %utsu  no Ninutsu, no #ud@ 7odoHan
Ros&in #utsu/, no 6iHid@, no 7aratê e em algumas outras 6rtes Marciais.
Nesta 6rte, aprende!se a desarmar um agressor, evitar e controlar amea"as
usando obetos e o ambiente como arma, aliado ao raciocínio r)pido.
Reralmente são técnicas b)sicas de f)cil aprendi%ado, sendo que uma 4nica
técnica pode ser aplicada contra um ataque desarmado ou armado.
 JI""EN GATA (&uta #eaB)
6s lutas reais são suas. Na luta não se trata de grandes de pequenos, fortes
ou fracos. e trata de saber vencer o seu oponente a todo custo e ter
coragem para tudo. 6 primeira coisa que tem que fa%er é manter a dist=ncia
e avaliar o seu oponente, controlar seu ogo de pernas para ter uma ideia da
situa"ão antes de atuar.
 ;odas as 6rtes Marciais e esportes de contato como o oxe ou 7arate, tem
sua pr'pria forma de mover!se. 3ocê deve ter ol&os não somente para a
6rte da uinHan, você deve ter ol&os para outras 6rtes Marciais, senão, não
se pode realmente ser efetivo. empre observe cuidadosamente o seu
oponente. 9 necess)rio utili%ar os primeiros segundos de cada situa"ão para
avaliar o comprimento de sua l=mina, bra"os, etc. Nunca mostre ao seu
oponente o comprimento de sua arma. Ruarde!o, assim como o =ngulo em
que aponta, para que seu oponente não possa con&ecer o seu verdadeiro
comprimento. Não est) lutando contra um oponente, est) lutando c ontra o
descon&ecido. e %er algo que vai salvar sua vida, então seu ;aiutsu é
bom.

5m um combate de verdade, não se preocupe com o que é bonito ou


estético. e não utili%ar a engana"ão, suas possibilidades de sobreviver são
somente I em cada ^Z.
Nagato ensei+ homente quando o seu ;aiutsu se tornar instintivo, ele ser)
4til para poder sobreviver.
 ;em que estar preparado para isso. 3ocê pode passar para o &inHen Rata
0ombate Seal/ a qualquer momento. 5m um minuto est) rindo e falando
animadamente e no minuto seguinte est) sendo atacado. -ara isso tem que
se preparar e treinar corretamente. 2sso não tem nada a ver com ser grande
ou pequeno, forte ou fraco. 9 a vida, você tem que vivê!laL
Muitas pessoas sentem que tem que vencer por nocaute. 2sto é o que
acontece por ol&ar ou pensar com a mentalidade de outros esportes.
-or quê não cortar e, em seguida, dar um passo para atr)s para ver como
ele sangra até morrer
2sto é o que distingue o ud@ de mero esporte. Não &esite, nem perda seu
tempo, em um confronto real, se o %er, est) morto. 5m um combate de
verdade, deve ter coragem $oHQo/, se não tiver, suas pernas tremerão
enquanto pensa no que deve fa%er, aí é quando a morte te surpreende, mas
se tiver coragem, a resposta vir) até você em um instante e sobreviver).

3ocê não quer somente matar seu oponente sicamente, quer matar seu
espírito também.
-recisa demonstrar isso+ h-osso te matar aquij ou aquij ou aqui também.
0onsequentemente sei que posso te matar. empre que falo de hmatar,
não estou falando de assassinato, estou falando de hmatar o espírito e
alcan"ar a derrota dos inimigos. -recisa ser capa% de sentir sem ol&ar o seu
inimigoj ;em que estar preparado para agir contra eles em qualquer
momento, mesmo se não estiver buscandoj 2sto não se trata de um contra
um. 5sconda suas inten"ões e sua personalidade. 9 como lidar com um
animal selvagem, se tentar agarr)!lo, ele ir) fugir, esta é a rea"ão natural.
5ntão, quando puder, não se meta em uma luta com a inten"ão de cortar
desta ou daquela maneira ou fa%er esta ou aquela técnica. ;em que ser
capa% de criar oportunidades. Manten&a!se em movimento, se deixar de
fa%er isto, estar) dando suas aberturas oportunidades/ ao oponente e ele
poder) te matar. e você est) de pé, o que você est) fa%endo é s' uma
técnica, não ;aiutsu, o ;aiutsu é muito mais. eus recursos devem ser
colocados em pr)tica para que seus pun&os quem vivos. Mesmo que você
não possa hdeixar o movimento viver e seguir Duindo, se mova para algo
mais, isso é 7Qoitsu Kalsa 3erdade/. e não puder fa%er isto, certamente
morrer) quando se encontrar em uma situa"ão assim.

e estamos falando de algo real, é importante recon&ecer que os socos e


c&utes fal&am, é natural que possam fal&ar. e est) disparando uma pistola
em um combate com fogo real, por exemplo, as possibilidades de obter
êxito são pequenas. omente quando se compreende que o fracasso é
natural e tiver a coragem de seguir Duindo, então est) bem, você vai se
concentrar. 2sto é o que separa o verdadeiro ud@ dos esportes Marciais,
pois você não est) tentando marcar pontos para gan&ar, você est) tentando
se manter com vida, esta é a grande diferen"a entre o ud@ e o esporte
Marcial.
5m uma situa"ão real, as circunst=ncias e os cen)rios serão diferentes, tudo
vai ser diferente. $eve ser capa% de responder a estas mudan"as. omente
então você vai entender. Nunca se conforme e estea simplesmente
satisfeito s' com o que te foi ensinado, se o %er, seguramente morrer) em
um combate verdadeiro. ;udo é muito r)pido. Não importa se golpeou aqui
ou não, deve continuar com o movimento seguinte. Não tente memori%ar as
técnicas ou se lembrar delas, muito pelo contr)rio, desta forma suas 6rtes
Marciais virão 8 tona em uma situa"ão real e sobreviver).

5m combate real você não tem tempo para lembrar as técnicas, pois seu
tempo de rea"ão seria muito lento. ;reine de modo que não interram em
suas rea"ões. 5m combate real o mais importante é o movimento natural.
N's devemos nos afastar do conceito que tem em muitas 6rtes Marciais
&oe em dia, que enfati%am o treinamento para vencer um 4nico oponente,
isto é uma verdadeira vergon&a. 6o Duir, aprende a usar o que foi treinado e
ser) capa% de lidar com m4ltiplos oponentes. Reralmente se acredita que
quando se enfrenta v)rios inimigos, se encontrar) em desvantagem, mas &)
momentos em que pode ser uma vantagem maior. ;udo o que você precisa
é mudar e criar uma situa"ão para sobreviver. e tem um monte de comida
e você comê!la toda, o que ocorrer) é que vai car doente rapidamente. $a
mesma forma, se tem muitos agressores, tome seu tempo. e você for
muito r)pido, você vai deixar muitas aberturas que te expõem
perigosamente. ks ve%es, quantos mais inimigos tiver, mais f)cil é se
defender. Não ol&e as armasL Não ol&e o seu inimigoL (l&e ao seu arredor.
Nunca se sabe quantos inimigos podem estar ao seu arredor. *) ocasiões
que são para matar e outras para não matar. -or favor, ten&a isto sempre
presente e considere muito sério sempre as consequências de suas a"ões.
Matar é inerente 8 todos os seres &umanos. 6nal, somos apenas animais,
mas aprendemos a encurralar e controlar ou conter estas tendências. 5m
uma situa"ão de vida ou morte, no entanto, deve estar preparado para
assumir, por ve%es, a ideia de matar ou morrer. e você teve m) sorte ou
não recon&ecer a &ora de avaliar corretamente a situa"ão em um combate
de verdade, pode morrer.
9 muito importante recordar que as pessoas vivem situa"ões em que elas
podem c&egar a morrer. -or favor, lembre!se disto quando treinar.
E/itar conitos
( conceito b)sico de Ninutsu é para evitar conDitos e detec"ão de não
importa o quê. 6 tradu"ão moderna é estar ciente da possibilidade de perigo
antes de se materiali%ar. 2sso pode signicar até mesmo correndo e se
escondendo do perigo, se necess)rio. 5m tempos feudais, Nina lutaria se
encurralado, mas eles preferiram fa%er as suas obras e desaparecem na
noite. $evido a isso, a forma"ão Ninutsu envolve o desenvolvimento de
técnicas furtivas e aprender a identicar e encontrar lugares para se
esconder rapidamente.
En/oB/erDse em %ataB6a "iBenciosa e efciente
e encurralado, Nina vai lutar. No entanto, em Ninutsu, o obetivo é acabar
com a luta o mais r)pido e ecientemente possível. Ninutsu emprega
técnicas de combate de outras artes marciais aponesas, como os c&utes
fortes e batidas da mão diretos de 7enpo 7arate e os lances e desmontes de
 #udo. -ara estudar Ninutsu, mais adquirir um bom conunto de &abilidades
de combate que serão eca%es quando a luta se torna inevit)vel.

TE#$O"0 KOHAI "EN-AI "EN"EI e "HIHAN


"EN-AI

2n4meros são os intrutores que :amam: usar a palavra :5N-62: referindo!se


aos :Kaixas -retas: ou :estudantes seniores: como tal, mas isso é um
grande erroL

6o falar sobre 5N-62 é (S2R6;S2( falar na rela"ão+


5N-62 MN/
7(*62 ON/.

5N-62 é um estudante sênior designado pelo 5N52/ que se torna


respons)vel por um ou mais 7(*62 estudantes/ para ensinar!los
informa"ões b)sicas sobre o SQT  l/ ou escola.

Krequentemente esta rela"ão é con&ecida :irmão mais vel&o V irmão mais


novo: dentro do #apão tradicional e deveria ser feito de idêntica maneira
dentro das escolas de 6rtes Marciais.

(u sea, um 5N-62 encarregado de um ou mais estudantes especícos e


não de uma turma completa.

Naturalmente, este não é o caso das escolas ocidentais onde o 5N-62 é


con&ecido pelos outros alunos, mas nen&um 7(*62 respectivo é encontrado
ou designado...
Reralmente, 5N-62 é dito ser, de forma errada, o estudante sênior diante
toda a classe, quando na realidade deveria ser um respons)vel por um
pequeno grupo de alunos dentro de um todo que é a classe.

6ssim sendo, lembre!se que :5N-62: não é um título, 5N-62V7(*62 é uma


rela"ãoL
"EN"EI

Não &) termo mais utili%ado e, possivelmente, menos entendido do que o


termo aponês 5N52.

6 sua utili%a"ão indiscriminada com innitos signicados no meio das 6rtes


Marciais ensinadas no ocidente ...antes que alguém pergunte+ no #apão os
 aponeses entendem o signicado do termo 5N52, por isso, a questão é
posicionada neste contexto apenas/ confere!l&e um estatuto místico!
transcendente, elevando o seu :&ospedeiro: a um patamar acima dos
demais mortais... em que, de fato, este termo mere"a tal aten"ão./

Mas antes de aventurarmo!nos pelos signicados diversos que esta palavra


tem erroneamente assumido, vamos compreender efetivamente o que
signica este termo e sua real utili%a"ão.

-ara come"ar, vamos entender o que signicam as partes que compõem a


palavra 5N52.

Cuando escrito em aponês, utili%ando ideogramas, esta palavra é composta


por duas ideias distintas+

M! 5N aHi/ :antes, 8 frente, precedente, prévio,...:


P! 52 ?mareru/ :viver, nascer:

0onclui!se que 5N52 literalmente signica :6quele que nasceuVviveu antes


de mim/: e, consequentemente, implica :ser mais vel&o:.

0ontudo, a condi"ão de :ser mais vel&o: em determinada )rea de atividade


pode ser atingida por meio de educa"ão, con&ecimento efetivo sobre
determinada matéria, prossão e também por idade no #apão é
extremamente comum referirmo!nos 8s pessoas mais vel&as ! devido o
respeito que temos por elas ! pela designa"ão 5N52/. Neste mesmo
contexto, dentro da sociedade aponesa, certas pessoas com estatuto social
denido como médicos, advogados, professores, etc./ frequentemente são
c&amados de 5N52... praticamente da mesma forma como são usadas as
expressões :doutor:, :engen&eiro: e assim por diante.

2sso leva!nos 8 questão da palavra 5N52 utili%ada dentro das 6rtes


Marciais praticadas nos dias de &oe.

5m primeiro lugar, e que isso que bem claro, se tratando de ser ou não ser
5N52, ter uma faixa preta, não fa% de ninguém um 5N52, e, por isso, é
errado e completamente fora de contexto obrigar os alunos a tratarem os
faixas pretas por esta denomina"ão.

3eamos um exemplo pr)tico+ uma pessoa, com uma certa idade, com
família para sustentar e que é J ou I 7QT, ser obrigado a tratar um faixa
preta, mais ovem que ele, pela denomina"ão 5N52 é ir muito além do que
este termo representa e é uma fal&a grosseira de etiqueta tradicional
 aponesa onde os mais ovens devem respeitar aos mais vel&os/.

6ssim, quem seria um 5N52 dentro das 6rtes Marciais ensinadas no


ocidente
6 denomina"ão 5N52 é, em grande parte, uma medida de compara"ão
entre indivíduos que possuem uma arte em comum e, neste aspecto, dene
o respeito que ambas têm entre si. ( grau de con&ecimento da cultura
 aponesa determina a utili%a"ão do termo dentro do círculo restrito de
con&ecimentos :interno: independentemente das faixas ou gradua"ões que
possuem/. 2sto ) não é v)lido para elementos de 6rtes Marciais diferentes,
onde não se pode determinar com precisão os con&ecimentos dos outros
indivíduos ou sermos capa%es de di%er denitivamente se este ou aquele
:nasceu antes de uma outra pessoa/:. 6ssim sendo, o termo 5N52 não
pode ser usado neste contexto sob pena de cair no erro de :subestimar: ou
:super!estimar: o con&ecimento real de determinado indivíduo que provém
de fora do círculo de con&ecimento interpessoal. em entrar no mérito da
questão do fato de um :faixa preta: ter se tornado sin@nimo de intrutor.../
0ontudo, uma ve% que as 6rtes Marciais #aponesas são um guia de
comportamento baseado nos ensinamentos de condutas marciais
 #aponesas, onde a &umildade, simplicidade, retidão e o :não apego ao ego:
são fatores determinantes, vêem!se a cada dia que passa um crescente
n4mero de indivíduos que se apresentam como :ensei, 111!$an de PPP!
6rte:. ;al comportamento apenas demonstra a falta de con&ecimento por
parte destas pessoas no que di% respeito ao signicado real desta palavra e
vai diretamente contra os ensinamentos b)sicos de &umildade e
simplicidade ensinados em qualquer 6rte Marcial #aponesa, pois o esfor"o
deve ser feito na compreensão da 6rte sea ela qual for/ e não no ac4mulo
de títulos ! por pura vaidade.

$esta forma, um mel&or entendimento do termo em questão, uma mel&or


compreensão de condutas culturais estabelecidas pela pr)tica das 6rtes
Marciais e uma maior reDexão sobre o verdadeiro signicado da palavra
:&umildade: talve% mudassem este panorama ca'tico do uso da palavra
5N52.
"HIHAN
( ideograma para :&i&an: é composto por duas partes+ Shi Ù/ que
signica :professor:, :mestre:, ou :pessoa de car)ter exemplar:, e Han Q/,
que signica :bom exemplo:. 6ssim, usado de modo tradicional, :&i&an: é
um termo de tratamento dirigido a pessoas a quem se vê como um exemplo
a ser seguido.

6tualmente tende!se a pensar que a fun"ão de um professor é comunicar


informa"ões a seus alunos, porém, o uso tradicional do termo :s&i&an: est)
ligado a um modelo mais antigo de instru"ão. Nesse modelo, as pessoas
que querem aprender uma atividade ou arte ligam!se a um mestre, a que
devem observar e imitar. $esse modo, recebem ensinamentos gerais sobre
como condu%ir suas vidas bem como ensinamentos mais especícos
relacionados 8 técnica de sua arte. *) di%!se 8s ve%es/ uma :transmissão
de cora"ão para cora"ão: da arte do mestre ao aluno < uma transmissão
que não pode ser reali%ada a menos que este estea em contato direto com
o mestre.

5mpregado para signicar :mestre:, o termo :&i&an: é simplesmente uma


forma respeitosa de tratamento. 5m geral, seria endere"ado apenas 8queles
com grande con&ecimento, &abilidade, experiência, e &abilidade para
ensinar < e ainda somente se tivessem vivido vidas exemplares. 6inda assim
seria um erro exigir uma deni"ão precisa desse termo de tratamento,
assim como seria um erro perguntar exatamente quantos anos um
ceramista teria de exercer a pr)tica antes de ele ou ela poder ser c&amado
de mestre ceramista.
"A,A89O E ETI+,ETA NO %,<
No udY o Seigisa&o tem uma import=ncia fundamental. -ara o praticante
ocidental, com tradi"ões culturais diferentes das orientais, as exigências da
sauda"ão nas 6rtes Marciais aponesas, como o Ninutsu, #udY, o 6iHidY, o
7araté!$Y, entre outras, são comportamentos que l&e são estran&os e que
por ve%es adquirem um car)ter tão s' de obrigatoriedade. ;odavia, qualquer
6rte Marcial pressupõe a existência de uma severa disciplina na sua
execu"ão e aprendi%agem> uma arte oriental não se pode conceber sem
etiqueta. $i%!se que a 6rte Marcial aponesa come"a e termina pela
delicade%a e respeito m4tuo, indispens)veis 8 eleva"ão da personalidade.

( $YY deve ser um local onde se desenvolve uma personalidade forte, com
qualidades como a &umildade, a lealdade, a cortesia, onde o camin&o deve
ser o de um con&ecimento cada ve% mais profundo de si mesmo, onde é
importante ter presente o signicado da sauda"ão, da cortesia, da etiqueta.
-orquanto o $YY é um :Gugar da 2lumina"ão.:

6 compreensão da import=ncia do cerimonial é fundamental. 6 sauda"ão é


uma introdu"ão 8 aula que permitir) ao praticante afastar a mente das
preocupa"ões e stress quotidianos, permitindo!l&e a concentra"ão que as
pr)ticas das 6rtes Marciais exigem.
-or outro lado, as 6rtes Marciais tradicionais desenvolvem, através da sua
pr)tica a agressividade de cada indivíduo não confundir com violência/. 6
sauda"ão evita a degenera"ão de comportamentos agressivos, impedindo a
falta de respeito pelo parceiro de treino.
5m todas as 6rtes Marciais tradicionais, podemos encontrar o Seigisa&o,
concreti%ado de modo diferente de 6rte para 6rte, mas mantendo, quase
sempre, o mesmo espírito e fun"ão.
No (cidente, a aceita"ão ou reei"ão do ritual da sauda"ão, correlaciona!se
com a atitude, mais ou menos tradicional que os praticantes têm com o
udY. Nas escolas tradicionais, &avendo um processo mais profundo de
aceita"ão da cultura oriental, a forma de estar destes adeptos, dentro e fora
do $YY, na pr)tica marcial e na vida, tradu%, em regra uma maior
compreensão da etiqueta tradicional.
 ;radicionalmente, no udY a etiqueta deve ser uma constante da vida. (s
gestos devem ser belos, precisos, lentos, mesmo os mais quotidianos, como
sentar ou levantar, camin&ar ou dar algo a alguém. -ois toda a"ão deve ser
executada de modo a permitir, na fra"ão de segundo depois de um ataque
surpresa, para usar uma resposta eca%.
9 entendido, tradicionalmente, que a forma de saudar, s' por si, revela o
nível de compreensão da arte.
6 fun"ão psicol'gica da pr)tica marcial é inDuenciada pela sauda"ão. 6
forma de o fa%er poder) dar!nos indica"ões sobre a personalidade de um
praticante, se ele é tímido, agressivo, reservado, etc...
6 sauda"ão interfere não s' com as fun"ões psicol'gicas, mas também com
as fun"ões siol'gicas.

6 sauda"ão, considerada num plano pr)tico, é uma tomada de consciência


do corpo e do controle respirat'rio através de um movimento bem simples.
5 isto é tão verdade, que a estabilidade e seguran"a de um mestre, na
sauda"ão, são evidentes. $e tal modo que o contr)rio também é verdadeiro.
( valor marcial de um indivíduo revela!se na sauda"ão. Não é credível que
alguém que não consiga manter!se sentado de modo est)vel para saudar,
consiga executar com eciência um outro movimento.
:Cuase de forma maestuosa, porque toda sua experiência, seu
con&ecimento, suas &umildades estão presentes na sauda"ão.:

5m um $YY podem encontrar!se v)rios tipos de sauda"ão.


6 pr)tica marcial come"a com uma sauda"ão interna, a saudaLo a si
mesmo, dirigida ao íntimo de cada um, com a qual se pretende alcan"ar
o $estre Interno.

6o entrar no local de pr)tica &) uma primeira sauda"ão exterior, aquela que
é feita ao $YY, com a qual se demonstra respeito ao lugar da pr)tica.
0om o início da aula todos os praticantes executam, ao mesmo tempo,
uma saudaLo M tradiLo 4assi/a. 5sta sauda"ão feita em dire"ão ao
Kamiza, local dos deuses/, onde simbolicamente a tradi"ão passiva se
condensa, é o Kamiza Ni ei , ou Shomen Ni ei . Sepresenta o respeito
pelos mestres que nos antecederam, pela cadeia de transmissão do saber.
5xprime o respeito pelas gera"ões anteriores, que nos legaram a arte com
sofrimento e por ve%es com o custo da pr'pria vida. 9 não s' uma &umilde e
sincera &omenagem 8 tradi"ão passiva, mas também uma forma de
inspira"ão no seu exemplo.
No m de cada aula repete!se o percurso novamente.
6lgumas escolas tradicionais, ainda cultivam o Sen'ai Ni ei , saudaLo
entre os aBunos mais adiantados  e os mais novos < o Mestre ) não fa% a
sauda"ão. Sepresenta o respeito que é devido pelos mais novos aos anciãos
< enpai.

$urante a sauda"ão, o estado de alerta, .anshin, e de antecipa"ão deve


ser permanente para evitar um ataque surpresa. 5ste estado tem a ver com
a percep"ão paranormal desenvolvida pelas 6rtes Marciais tradicionais, pelo
maior ou menor potencial de Ki  do praticante. Mas neste trabal&o não
desenvolveremos estes temas, pois são questões que agora não nos
ocuparão.

6 maneira de efetuar a sauda"ão tem v)rios entendimentos+ um marciaB,


outro energ@tico  e outro simCBico.

No plano energético, a mão esquerda est) associada 8 energia negativa


?ra/ e a mão direita 8 energia positiva (mote/. 6quela tem um efeito
destrutivo, esta tem um efeito construtivo.
( descer da mão esquerda 8 terra é um gesto simb'lico da recusa de fa%er
mal, em rela"ão 8quele que é saudado. 5m simult=neo, o contato da mão
com o c&ão neutrali%a a potencialidade energética desta mão destruidora.

0om a coloca"ão das duas mãos no c&ão, estas formam um tri=ngulo


equil)tero.
No plano marcial a nalidade é a de evitar um ferimento grave no nari%. 5m
caso de ataque 8 cabe"a por parte de um advers)rio, o nari% est) protegido
e não ser) esmagado no c&ão.

6 nível energético permite a circula"ão de energia em circuito fec&ado,


possibilitando a concentra"ão mental.
5ste gesto simboli%a a reunião de três lados+ o &omem, o céu e a terra.
 ;ambém simboli%a a un"ão entre tradi"ão passiva e a tradi"ão ativa, em
que o Mestre desempen&a um papel fundamental+ é ele que transmite o
con&ecimento que ) anteriormente l&e tin&a sido transmitido. 9 um circuito
de transmissão do con&ecimento.

( tri=ngulo simboli%a também a capacidade de defender, assim como


também a de atacar.
6 consciência do elevado valor energético e marcial da etiqueta e da
cortesia deve estar sempre presente naqueles que seguem o udY.
#EG#A" E ETI+,ETA E !O$-O#TA$ENTO NO TATA$I

Cuando você entra no ;atami, entra num mundo diferente, num mundo de
guerreiros. -ode ser um lugar de respeito e amistosa camaradagem ou um
covil de paran'ia e desconan"a. No ;atami atacamos e somos atacados,
aprimorando a nossa capacidade de responder intuitivamente. 6s regras e
os comportamentos de etiqueta nos permite praticar Ninutsu com
seguran"a, além de disciplinar e redirecionar as rea"ões agressivas
desenvolvendo os sentimentos de compaixão e respeito dentro e fora do
$o@.
5ste ;atami segue as regras tradicionais de boa conduta. 0abe a cada
estudante &onra!las e segui!las com sinceridade.

Sespeite seu Mestre, respeite o professor, respeite o ;atami, respeite


seu 7eiHogi, respeite as outras 6rtes Marciais e respeite os colegas de
treino.

Sespeitar, Sespeitar e Sespeitar, é um pensamento constante dentro do


$o@.

0ada aluno deve cooperar para criar uma atmosfera positiva de &armonia e
respeito.

9 prerrogativa do professor decidir se ir) ou não tomar você como aluno. 6


técnica não se compra.

Mesmo estando fora do ;atami, manten&a o respeito durante os treinos


e não tire aten"ão de quem est) dentro do ;atami.

( ;atami não deve ser utili%ado para outro m a que se destina, salvo
expressa ordem do professor.

5vite frequentar as aulas se estiver com alguma doen"a transmissível por ar


ou contato.

e estiver com alguma lesão ou incapacidade física comunique ao professor,


antes de iniciar o treino.

0uide da sua &igiene+ o 7eiHogi deve estar sempre limpo e lavado e as


un&as bem aparadas, para evitar ferir um compan&eiro.

Semova toda e qualquer 'ia, alian"a, rel'gio, corrente ou qualquer


acess'rio que preudique seu treino e dos seus parceiros. 0abelos compridos
devem ser presos com el)stico e não com presil&a.

9 proibido fumar ou fa%er uso de bebida alco'lica em todas


as dependências da academia inclusive vesti)rio e ban&eiro, assim como
c&egar embriagado para o treino.

6 academia é de responsabilidade de todos que usam seu espa"o.


Manten&a a mensalidade em dia, pois ela que mantém as despesas do local
e da 8 você a oportunidade de mostrar um pouco de gratidão pelas li "ões
recebidas.

inta!se em casa para dar informa"ões a visitantes, arrumar o que estiver


desarrumado, limpar o que estiver suo.

e precisar ausentar!se por algum tempo dos treinos por viagens ou doen"a
avise o professor.

6o entrar ou sair do ;atami fa"a sempre reverência.

Não pise cal"ado no ;atami.

Não ande descal"o fora do ;atami.

Não entre no ;atame comendo ou até mesmo mastigando c&iclete.

5vite atraso, se por motivo de for"a maior c&egar com a aula ) iniciada,
entre no ;atami discretamente, pedindo licen"a ao professor, fa"a uma
reverência ao professor e se adapte ao ritmo dos exercícios, evitando que
seu atraso preudique o treino.

Não abandone o ;atami durante a aula. e você precisar sair


temporariamente do ;atami pe"a autori%a"ão> deve!se pedir autori%a"ão até
mesmo para usar o ban&eiro ou tomar )gua.
6o entrar no ;atami esva%ie a mente dos problemas di)rios e foque
no treinamento.

5vite conDitos de ego no ;atami. ( ;atami não é um ringue de competi"ão


de vaidade. 3ocê deve treinar para dominar seus pr'prios instintos
agressivos.

 ;reine exatamente como orientado pelo professor.


 #amais se deve contra argumentar com o professor, não &) lugar para
discussões em um ;atami.

Sespeite o Mestre ou professor e seus ensinamentos da forma como forem


transmitidos pelo professor. Nunca argumente com o professor, mesmo que
outro instrutor ten&a dito algo diferente. 5xistem v)rias formas de se
executar as técnicas e você deve seguir cada instrutor, em cada aula, no
mel&or de sua capacidade.

Cuando o professor demonstrar uma técnica, preste aten"ão e fa"a


perguntas na &ora apropriada.

Não deixe de fa%er nen&uma técnica a não ser que estea mac&ucado/.

Cuando o m de uma técnica for determinado, pare imediatamente. Ka"a


uma reverencia e agrade"a seu parceiro.

Não recuse a treinar com nen&um parceiro.

Sespeite os mais graduados. 5vite discutir sobre a técnica.

Sespeite os menos graduados. Não inviabili%e sua pr)tica.

(s mais graduados devem, por sua ve%, treinar as técnicas sempre com os
menos graduados, condu%indo o movimento, em caso de d4vida. Mas nunca
devem corrigi!lo ou instrui!lo, a menos que ten&a autori%a"ão, isso cabe ao
professor.

Nunca pense que estar) atrapal&ando alguém por não saber executar
algum movimento, todos estão aprendendo, uns audando aos outros.

5stea consciente do que ocorre ao seu redor. $ose a intensidade dos


movimentos principalmente com os menos graduados. ;en&a
responsabilidade sobre você mesmo e seu compan&eiro de treino.

 ;reine com rme%a e energia, mas sempre respeitando a


integridade física do colega. $urante as aulas &) sempre pessoas de
diferentes sexos, idades, capacidade física, &abilidades e possibilidades
diferentes. ;en&a consciência de suas limita"ões. 0ada indivíduo tem suas
ra%ões para estar no ;atami. Sespeite a todos.
6s metas de treinamento de cada parceiro devem ser levadas em
considera"ão.

-rocure participar dos eventos+ emin)rios, demonstra"ões, palestras,


limpe%as gerais, comemora"ões, etc. 6 sua evolu"ão da arte est)
inteiramente vinculada a presen"a nesses eventos.

6 arte é um meio para o desenvolvimento pessoal, para o treinamento do


corpo, mente e espírito. Sespeito, sinceridade, &umildade, coopera"ão,
&armonia e boa vontade são condutas essenciais aos praticantes desta 6rte.

A tradiLo fBosfca em uma escoBa de Nin4o

Ninja "eiss6in (fBosofa ninja)


 6 essência do Nina eis&in é o espírito do Nina que possui o poder de usar a
paciência untamente com o corpo, mente e o subconsciente. 9 esse poder que
o &omem desenvolve pelo treinamento )rduo. 5 o resultado vai gerar na pessoa
uma &abilidade tal, capa% de assimilar qualquer insulto e mais tarde, exorci%ar,
lan"ando para fora de si toda e qualquer fagul&a de ressentimento Nintai
eis&in/. ( verdadeiro signicado para o Nin é possuir um cora"ão pacicado,
repleto de alegria e amor, semel&ante ao da Dor 7ao araHuE. Não se deve
colocar a espada antes do cora"ão. 9 também de suma import=ncia a aquisi"ão
de um bom con&ecimento da diversidade t)tica, usando ambos, o cora"ão e o
corpo, e em situa"ões de emergência, um ser) capa% de desaparecer. 2sso é
con&ecido como 7Qoitsu ;enHan, e tem como intuito aniquilar o mau com as
for"as da terra, )gua, fogo, vento e va%io em defesa pr'pria ou do país.

TransBiteraLo do originaB em ja4ons (Ninja "eis6in)0


Ninja Seishin$to5a#
Shin$shin$shiki$o Shinobu#
Ninniku$seishin$o Konpon$to suru:
(hijoku$o Shinon$de Drani$o Hoji$saru#
Nintai Seishin$o .ashinau Kotoni Hajimaru Mono$dearu:
Nin$to5a# Kokoro$no Deni .aiba$o 7ite:
.aiba$de Hito$o Ki3utsuke$tari
Suru2ouna Monode5a$naku# Kajo$4araku#
Hana$no 6otoki %oai$o M7tte#
Hei5a$o /anoshimu Monode$aru:
.ueni# /ai$o Motte Shi3en$ni *ite$no Ken$o Sake#
Sugata$o Kesu# K2ojitsu /ankan$no M2o$o$e#
Iccho Kuni$no /ame$toka#
6i$no$tameni# (hi# Sui# k*# 1u no 'aishi3en$o E2o$shite#
 *ite$o Seisuru !/oasuA Kotoga#
Ninja$no Konpon 6ensoku 'e$aru:

O as4ecto com4ortamentaB
-or $asamitsu Toda ("oke)

"6ikin Haramitsu ai Kom2o0

ons voc)licos entoados ao início e término das pr)ticas de Ninpo. $erivado da


simbiose de doutrinas arcaicas resultantes do surgimento da losoa Nina, a
sauda"ão representa a celebra"ão e o respeito pelos antigos mestres e
guerreiros que %eram prevalecer o pensamento Nina em gera"ões. 6s palmas
representam uma sauda"ão antiga de fusão de mundos paralelos em fun"ão do
respeito e a solicita"ão através daqueles que enxergam além de nossa visão,
para que nos guie através de camin&os tortuosos e nos condu%a para a verdade
e a usti"a. (s sons emitidos em um contexto mantrico signicam em sua forma
mais din=mica que :;oda a experiência é sagrada, e pode nos fornecer a lu% do
universo que procuramos:. ( con&ecimento que adquirimos em nossas vidas
através da exposi"ão aos extremos opostos nos levar) ao entendimento e a
compreensão dos mistérios e responder) as perguntas que nos levam a buscar
a verdade que é a resposta para o que somos.

Nin4o Ikkan

Sepresenta que levamos em nossos cora"ões a convic"ão do camin&o tril&ado


pelos antigos guerreiros que %eram da perseveran"a, obstina"ão, resistência
aos desaos, for"a de vontade e respeito pela família uma doutrina que os
levariam a uma vida de pa% e &armonia. eu signicado din=mico é+ :( camin&o
do Nina Ninpo/ é nossa primordial inspira"ão:.
ojo
Missão de uma escola tradicional de artes marciais
 $oo pode ser tradu%ido como :escola:, nas artes marciais é o campo de
batal&a da vida, um :campo de vida e morte:. 6 4nica diferen"a entre ele e o
campo de batal&a de guerra é que, no $oo, aquele que treina deve morrer
v)rias ve%es e viver para contar essas mortes como experiências que
beneciam seu desenvolvimento nos camin&os e, eventualmente, poder
transcender a vida e a morte.
No $oo devem reinar um espírito de pa%, tranquilidade e &armonia entre todos
os praticantes, de modo que todos possam desenvolver suas &abilidades em
conunto. 3oltando a relembrar, que no Ninpo não existe nen&um tipo de
competi"ão, &onrarias e &ostilidade entre os praticantes e, sim uma união, da
mesma maneira que é formada uma família, vindo daí o conceito de clã.
6ntes de procurar um $oo, é importante que entenda que a pr)tica no Ninpo
não é permitida a todos. 5xistem certos critérios pelos quais o aluno ser)
avaliado, e que é importante que este ten&a con&ecimento destas regras que
poderão permitir ou não sua efetiva pr)tica em um $oo tradicional de Ninpo.

Termos ja4onses utiBiados em uma escoBa como 4arte


da etiqueta ormaB0

(&aQo go%aimasu bom dia/


7on nic&iOa boa tarde/
7on banOa boa!noite/
(negais&imasu por favor/
umimasen com licen"a/
6rigato go%aimasu muito obrigado/
6rigato go%aimas&ita mt obrigado/
ensei professor/
MoHuso meditar/
&isei o tadas&ite sensei ni rei Severência ao ensei/
ougo ni rei rev. aos alunos/
Ninpo 2HHan sauda"ão do ninpo/
*ai ensei sim, professor/
Mate nal, interromper/
 Pame parar/
7eiHo treino, pr)tica/
*aime come"ar/

5m uma escola de Ninpo a etiqueta e o respeito estão acima das &onrarias


pessoais. ( HeiHo treinamento/ não é para promover violência, e sim, ensinar!
nos a controlar o espírito de agressão que todo er *umano não polido possui.
Ninpo é um conunto das tradi"ões marciais relacionadas, que se formaram
no #apão antigo antes do século 122/, e que foram combinadas no período
moderno sob um sistema marcial detal&ado. 5ste sistema inclui de%oito
faculdades marciais cl)ssicas !bugei juhappanA para o bushi comum
guerreiro/, e outro grupo, de de%oito faculdades marciais não
ortodoxas!shinobi juhakkeiA para o guerreiro de inteligência. -orém, outro
componente do Ninpo# é até mais importante, além dessas trinta e seis
&abilidades marciais, se desperta no Ninpo# uma visão original e mais
adequada do mundo, um pensamento diferenciado, profundamente
conectado com a 3erdade e, uma losoa pr)tica de vida. 5ssa visão de
mundo enfati%a a nature%a defensiva do Ninpo# e a necessidade de se
desenvolver um cora"ão benevolente.

Os termos Nin'o e Ninjutsu so dierentesL


 (s termos %utsu, 'ô e Ho# possuem diferentes signicados, mel&or
compreendidos, sob um ponto de vista subetivo, se imaginarmos uma
montan&a. Nesse contexto, a explica"ão de uma técnica adequada para
subir a montan&a, é %utsu. 6 )rea geral de rotas disponíveis, de agrad)veis a
difíceis camin&os, levando ao topo da montan&a, é 'ô. ;ermo este que não
é exclusivo para as 6rtes Marciais, também se aplica o termo 'ô# para artes
como dan"a, m4sica e pintura. 6s 6rtes Marciais que usam o
termo 'ô# ensinam camin&os para alcan"ar o Jtopo da montanha: 9 raro
encontrar aqueles que, obtiveram sucesso em alcan"ar esse obetivo, e uma
ve% que eles l) c&egam, para onde mais eles poderiam ir Ho# é a nuvem
Dutuando no céu, acima dessa mesma montan&a. -raticantes
de Ninpo Jacessam essa nuvem, saboreiam agrad)veis momentos com a
nature%a e vivem para sempreL ( caractere c&inês para Ho# é composto por
dois radicais. ( primeiro, San3ui, signica )gua> e o segundo, Saru, signica
avan"ando. ?ni!los, resulta literalmente em h gua avan;ando . ( segundo
caractere, JHo# é mais difícil, sendo losocamente mais complexo de se
denir, ele tem uma forte conota"ão udista. No aponês moderno, este
caractere é usado para a palavra hlei como no sistema legal/, mas no
termo JNinpo# fa% referência ao motivo udista da +ei BLdica Dniversal. 5m
ãnscrito, a palavra conceitual ao qual nos referimos, é denida
como 'harma a Gei, a 3erdade/, este termo tem um motivo extremamente
profundo e complexo, mas signica essencialmente, h 0atores da
eCist@ncia em um determinado nível, hrealidade nal em outro nível,
e, 'outrinas Budistas e losGcas#  contudo, este 4ltimo, num nível diferente
do que estudamos nas 6rtes Marciais do Ninpo. ( resultado de combin)!lo
com o primeiro caractere JNin $ produ3em o termo !JNinpoA que poderia
ser compreendido como hrealidade nal e eterna do Ser perseverante: (
termo JNinjutsu# por sua ve%, signica literalmente &abilidades do
perseverante, e é um termo &ist'rico, mais conectado com textos cl)ssicos
de estratégias de guerra, do que com escolas de 6rtes Marciais.
(cialmente o termo Ninutsu, segundo os registros &ist'ricos
< Bansenshukai# Ninpiden e Shoninki , referem!se apenas a t)ticas,
estratégias e conceitos de guerra inteligente e silenciosa. (s autores usam
extensivamente a palavra Ninjutsu para consultarem suas fontes, que são
os textos cl)ssicos, e em especial, sua tradi"ão marcial distinta num
contexto de estratégia, uma ve% que o termo Ninjutsu# é grandiosamente
vasto para ser denido como um sistema fec&ado de 6rtes Marciais.
*istoricamente, portanto, Ninjutsu é um termo geral para uma variedade de
&abilidades marciais que compartil&am de características comuns,
especialmente relacionadas com estratégias e t)ticas de guerra inteligente,
e não de combate corpo a corpo no campo de batal&a. 5ssas características
incluem, naturalmente, os povos que se tornaram ninjas# e suas conexões
com métodos de combate convencionais e não convencionais. ;ambém,
importante pontuar, o período em que o Ninjutsu cou mais con&ecido por
ser usado extensamente, no campo de coleta de informa"ões, sabotagem e
assassinatos de dignit)rios, entre outras características. 9 possível em
síntese, dividir o Ninjutsu# enquanto apenas 6rte Marcial, em quatro
categorias fundamentais+ /aijutsu arte corporal de
autoprote"ão/, Ninki armas/, Heiho estratégia/, e Shug2o pr)ticas internas
austeras/. /aijutsu# as &abilidades corporais, são as técnicas de combate
sem armas, divididas em+ Kosshijutsu !atingir mLsculos# Grg<os# pleCos e
nervosA# Koppojutsu !atingir a estrutura GsseaA# 'akentaijutsu !o
desenvolvimento das armas naturaisA# %utaijutsu !o combate corpo a
corpoA# e /aihenjutsu !a utili3a;<o de t8cnicas evasivasA:

Guarde Cem esta inormaLo +


 5mbora o termo Ninpo estea em uso desde a segunda guerra mundial, a
maioria das pessoas s' recon&ece a arte do Ninja através do termo Ninjutsu.
-ara estas pessoas, &) apenas uma pequena ou insignicante diferen"a
entre os termos. ;odavia, Ninpo e Ninjutsu são muito diferentes, e a
diferen"a deve ser claramente explicada para as pessoas interessadas na
lu% da verdade. ( termo JNinpo  é composto por dois caracteres. (
primeiro, JNin#  que signica literalmente ha paci@ncia, o perseverante e o
resistente . ( caractere pr'prio é composto por dois caracteres, que sugere
uma l=mina colocada sobre o cora;<omente. *) um n4mero consider)vel
de motivos simb'licos ao ideogramaJNin . ?m, a l=mina for"a
o cora;<omente a renascer no =mago do er, para que ao m, se persevere
nobremente. (utro motivo, é que o cora;<omente deve ser tão aado e
puro quanto 8 espada.

E"!O&A" T#AI!IONAI" E K<#7,%A0


I! ;(R67?S5 SP N2N-(+
5scola da porta oculta.
0on&ecida pelo uso de armas Nina;o, &uHo e &uriHen. Kundada no m do
séc 122 IIBB/ por ;ogaHure $aisuHe, uma das mais tradicionais e antigas
escolas da tradi"ão uninHan.
J! RP(77? SP? 7(*2#?;?+
5scola do tigre de $iamante.
5scola que tem a inDuência do 7enpo 0&inês, é a mais antiga das nove
tradicões. Koi fundada em meados do séc 122 IIBB/ por ;o%aOa *aHuunsai,
6s bases do udo ;aiutsu e do 7i&on *appo vêm desta escola.

_! RP(7?*2N SP N2N-(+


5scola do cora"ão Korte.
Kundada por aaHi Roemon ;eruQos&i.,não existem muitos dados concretos
sobre esta escola, os poucos papiros fa%em referência a expeciali%a"ão em
técnicas de combate furtivas. 5scola fudada em 132 I]BB/.
^! 7?72*2N SP? ;62#?;?+
6 5scola dos nove $euses $em@nios.
5sta é uma escola que possuia experiência nas técnicas de batal&a.
5speciali%ada em muitas armas como a Nina ;o, Gan"a Qari, utili%a"ão de
cordas e facas. 6lguns documentos descrevem os con&ecimentos sobre a
produ"ão de v)rios tipos de veneno que eram usados nas l=minas das
armas em combate. ( fundador da escola foi 2%umo 7ana Pos&itero em 123
I_BB/.
]! *2$5N K?$( SP? $675N ;62#?;?+
5scola do cora"ão imut)vel.
5scola com base no udo é a que mais estudava e procurava a for"a nos
con&ecimentos naturais. eus guerreiros estudavam as técnicas da
respira"ão e da medita"ão profunda. $ocumentos relatam também a
especiali%a"ão da utili%a"ão de pontos de pressão com base na medicina
0&inesa e ;ibetana. eu fundador foi 2%umo 7ana 2os&itero em IIBB.
A! R276N SP 7(--#?;?+
5scola da verdade, lealdade e usti"a.
Kundada por ?rQu *angan RiHanbo. 5scola que tin&a uma das mais rígidas
prepara"ões de condicionamento físico e de alongamento. 5scola com
movimenta"ão física muito din=mica.
\! ;676R2 P(*2N #?62#?;?+
5scola da )rvore alta e do cora"ão elevado.
Kundada por ;aHagi (riuemon &igenobu em 1322 I]BB/. 5sta escola era
con&ecida pela especiali%a"ão em tor"ões, proe"ões e técnicas de c&ão.
Z! 7?M(R67?S5 SP? N2N-(+
5scola que se esconde nas nuvens.
Kundada por *einai%aemon 2enaga 2ga em 132 I]BB/. 0on&ecida pelos
multiplos ataques, é semel&ante a escola ;ogaHure SQu.
[! 7(;( SP? 7(--(#?;?+
5scola do tigre que se derruba.
Kundada por aHagami ;aro 7inis&ige em 132 I]BB/. 5scola com
treinamento físico pesado. Movimentos lineares, suaves mas de grande
for"a 7i. 6lguns manuscritos descrevem medita"ão de longos períodos em
cac&oeiras geladas no inverno.
(s guerreiros que eram treinados nas artes marciais Ninas, não carregavam
ou ostentavam este título, mantin&am seus estudos e desenvolvimento
pessoal guardado a sete c&aves.
7(?#?;? 6 arte guerreira dos antigos/
( ninutsu com certe%a surgiu da soma e con&ecimento de três culturas
interligadas nas artes marciais, a 0&inesa, #aponesa e 2ndiana. 6s
montan&as de 2ga e 7oga recebiam um grande n4mero de foragidos de
exércitos derrotados que procuravam esconderio nas Dorestas e vilareos do
interior. ( isolamento permitiu o desenvolvimento das artes marciais de
guerril&a surgindo assim os N2N#6.
N2N#6 N( *60*2M(N 6s oito portas do Nina/
5ntre os séculos 122 e 1322 nas Dorestas de 2ga e 7oga, v)rios clãs se
formaram e suas &abilidades foram se especiali%ando, e tornando cada
grupo com características diferentes de combate. ( Nina acreditava que
tão forte quanto a capacidade física, o desenvolvimento mental e espiritual
é que tra%ia a vit'ria no combate.
I! N2N#6 N( 7262 < pr)tica de &armoni%a"ão da energia do corpo e da mente.
J! N2N#6 N( ;62#?;? < -r)ticas das formas de combate corpo a corpo.
_! N2N#6 N( 75NV75N- < -r)tica da espada baseada em formas não
tradicionais.
^! *2S275N < -r)tica no arremesso de l=minas e outros obetos.
]! 76 #?;? < 0iência da utili%a"ão do fogo
A! PR52 < 6rtes do renamento do espírito M4sica, pintura, poesia, dan"a
e leitura/
\! 7PM(N !5studo da religião, losoa, medita"ão, &ist'ria, matem)tica,
física e química.
 ;90N206 2N0(S-(S6$6 6( ;S52N6M5N;( ;S6$202(N6G+
I! ;62 #?;?, *20* #?;?, N66 N6R5 < ;écnicas corporais e arremesso de
corda.
J! 76S6;5 7(-- ;62 #?;?, #?;62 #?;? < Métodos de combate desarmado.
_!  #?;?, N6#2N6;6 #?;? < ;écnicas de lan"a e alabarda.