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Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil

Este documento apresenta o plano de estudo tutorado de um curso normal em nível médio de magistério. O plano contém informações sobre as disciplinas, conteúdos, atividades e materiais de apoio a serem estudados ao longo de 4 semanas. A primeira semana foca no papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil como parte do componente curricular de jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância.

Enviado por

Danielly Mendes
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil

Este documento apresenta o plano de estudo tutorado de um curso normal em nível médio de magistério. O plano contém informações sobre as disciplinas, conteúdos, atividades e materiais de apoio a serem estudados ao longo de 4 semanas. A primeira semana foca no papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil como parte do componente curricular de jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância.

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Curso Normal

3º Módulo
E. E. Do Bairro Boa Vista

VOLUME 4

1
ÍNDICE

Jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância


Semana 1....................................................................................................................................5
Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e psicomotoras,
projeto e festa junina
Semana 2....................................................................................................................................7
Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e psicomotoras,
projeto e festa junina
Semana 3....................................................................................................................................8
Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e psicomotoras,
Semana 4..................................................................................................................................10
Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e psicomotoras,

Literatura Infantil
Semana 1..................................................................................................................................13
Literatura infantil: breve histórico/ Literatura Infantil no contexto escolar/ Literatura e
interdisciplinaridade
Semana 2..................................................................................................................................14
Origem da Literatura Afro-brasileira
Semana 3..................................................................................................................................14
Literatura infantil: breve histórico/ Literatura Infantil no contexto escolar/ Literatura e
interdisciplinaridade/ Literatura infantil afro-brasileira
Semana 4..................................................................................................................................16
Papel do professor como mediador

Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva


Semana 1..................................................................................................................................18
Deficiência
Semana 2..................................................................................................................................19
Deficiência
Semana 3..................................................................................................................................20
Deficiência
Semana 4..................................................................................................................................22
A educação inclusiva enquanto reflexão da sociedade holística, incluindo todas as dimensões

Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais


Semana 1..................................................................................................................................26
História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/ Introdução de
LIBRAS
Semana 2..................................................................................................................................28
História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/ Introdução de
LIBRAS
Semana 3..................................................................................................................................30
História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/ Introdução de
LIBRAS
Semana 4..................................................................................................................................33
História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/ Introdução de
LIBRAS
ÍNDICE

Didática e Prática Pedagógica na Educação Infantil


Semana 1....................................................................................................................................36
Elaboração de planejamento: plano de ensino, plano de aula (roteiros)
Semana 2....................................................................................................................................37
Elaboração de planejamento: plano de ensino, plano de aula (roteiros)
Semana 3....................................................................................................................................39
Pedagogia de Projetos
Semana 4....................................................................................................................................41
Pedagogia de Projetos

Aprendizagem Infantil a partir de experiências


Semana 1..................................................................................................................................43
Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
Semana 2..................................................................................................................................45
Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
Semana 3..................................................................................................................................46
Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
Semana 4..................................................................................................................................47
Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações

Arte-Educação na primeira infância


Semana 1..................................................................................................................................49
Expressão Musical
Semana 2..................................................................................................................................50
Expressão Musical
Semana 3..................................................................................................................................51
Expressão Musical
Semana 4..................................................................................................................................52
Expressão Musical

CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO –


MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA
PRIMEIRA INFÂNCIA
NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista
ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS: Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04

DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


Caro(a) estudante, Anotar é um exercício de seleção
das ideias e de maior
aprendizado, por isso…
A suspensão das aulas em virtude da propagação do (1) Determine a quantidade de
páginas para ler por dia.
COVID-19 foi uma medida de segurança para sua saúde.
(2) Escolha um lugar tranquilo e
Mas, não é motivo para que você deixe de estudar e aconchegante para estudar.
(3) Faça todas as anotações no
aprender sempre, lembrando que você inicia uma nova seu caderno de atividades.
etapa da Educação Básica, que é a Educação Profissional. Quem anota entende mais,
pois está sempre fazendo um
Dessa forma, você: esforço de captar o âmago da
questão. Repetindo, as notas
são nossa tradução do que
1. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos entendemos do conteúdo.

componentes curriculares. (4) Se preferir cole as folhas do


PET em seu caderno de
2. terá acesso aos conceitos básicos da aula. atividades.

3. realizará algumas atividades. Bons estudos!!


4. precisará buscar informações em diferentes fontes.
5. deverá organizar o seu tempo e local para estudar.
SEMANA 1
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância
CONTEÚDO: Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e
psicomotoras, projeto e festa junina.
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
O papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): “O brincar na educação infantil –
Aprendizagem e desenvolvimento”.
INTERDISCIPLINARIDADE: Aprendizagem Infantil a partir de experiências
MATERIAL DE APOIO:
Metodologia jogos e brincadeiras na educação infantilobjetivo geral de jogos e brincadeiras na
educação infantila importância do brincar na educação infantil - pdf
ATIVIDADES

O papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil

É inquestionável a importância da brincadeira para o desenvolvimento infantil. Ela está


inserida na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sendo um dos seis direitos de
aprendizagem e desenvolvimento da criança: 1. conviver, 2. brincar, 3. participar, 4.
explorar, 5. expressar e 6. conhecer-se.

A partir dos seis direitos, a BNCC estabeleceu também os campos de experiência,


fundamentais para que a criança possa aprender e se desenvolver:

 O eu, o outro e o nós;


 Corpo, gestos e movimentos;
 Traços, sons, cores e formas;
 Escuta, fala, pensamento e imaginação;
 Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações.

A brincadeira é, portanto, uma parte fundamental da aprendizagem e desenvolvimento da


criança, momento em que ela exercita todos os seus direitos e estabelece contato com os
campos de experiência, como protagonista de seu desenvolvimento.

Particularmente, as brincadeiras têm um papel destacado nas Escolas Democráticas, cuja


preocupação principal é a adaptação entre as novas gerações e as formas de trabalhar na
Educação Infantil.

O que é uma Escola Democrática?

A Escola Democrática é um tipo de escola onde os processos de ensino e aprendizagem têm


por princípio a participação das crianças como protagonistas na busca pelo conhecimento e
dos educadores como facilitadores e inspiradores dessa busca.
A concepção democrática de escola respeita a criança como ser único que desenvolve seu
aprendizado e é sempre capaz de encontrar a melhor maneira para construir seus
conhecimentos, respeitando a heterogeneidade e a individualidade da comunidade escolar.

Além disso, propõe o compartilhamento das decisões entre crianças, gestores, educadores,
funcionários e pais, inserindo toda a comunidade escolar no processo de decisão. Trata-se de
uma escola que, sem dúvida, vem propondo a construção de uma educação para todos e
sempre em busca de melhoria na qualidade do ensino.

As participações e as transformações introduzidas pela criança na brincadeira devem ser


valorizadas, tendo em vista o estímulo ao desenvolvimento de seu conhecimento, imaginação,
criatividade, experiências emocionais, corporais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e
relacionais

Atividades:

Confeccionar este jogo pedagógico?

Qual é o papel do facilitador nas brincadeiras?


SEMANA 2
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância
CONTEÚDO: Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e
psicomotoras, projeto e festa junina.
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
O papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): “O brincar na educação infantil –
Aprendizagem e desenvolvimento”.
INTERDISCIPLINARIDADE: Aprendizagem Infantil a partir de experiências
MATERIAL DE APOIO:
Metodologia jogos e brincadeiras na educação infantilobjetivo geral de jogos e brincadeiras na
educação infantila importância do brincar na educação infantil - pdf
ATIVIDADES

A Escola Democrática parte do princípio que ao educador cabe promover o estímulo da


criança pela busca de conhecimento, facilitando o exercício dessa busca por meio de
brincadeiras, respeitando e valorizando a diversidade de seus entes e os repertórios culturais
que afloram – tanto do grupo como individualmente.

Portanto, o adulto é observador e não deve interferir, a menos que haja a manifestação da
criança com pedido de ajuda ou orientação ou, ainda, quando a criança encontra obstáculos,
mantendo o cuidado em não mudar a ordem e os comandos estabelecidos na
brincadeira/coleta/coleções/construções.

O espaço é organizado pelo professor/facilitador de modo a estimular as brincadeiras, sua


seleção, as atitudes de cooperação entre as crianças, instigando a socialização do espaço
lúdico e sempre respeitando a vontade de seus atores.

O papel do professor/facilitador na brincadeira é de observador, elaborando registros daquilo


que a criança mostrou durante o brincar, observando as diferentes linguagens sociais, afetivas
e emocionais de cada criança.

QUESTÕES: 1,2:
Por que o brincar é importante para o desenvolvimento infantil?

O principal objetivo da brincadeira é explorar?


SEMANA 3
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância
CONTEÚDO: Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e
psicomotoras, projeto e festa junina.
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
O papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): “O brincar na educação infantil –
Aprendizagem e desenvolvimento”.
INTERDISCIPLINARIDADE: Aprendizagem Infantil a partir de experiências
MATERIAL DE APOIO:
Metodologia jogos e brincadeiras na educação infantilobjetivo geral de jogos e brincadeiras na
educação infantila importância do brincar na educação infantil - pdf
ATIVIDADES

BAMBOLÊ
Em um espaço amplo, distribuir bambolês às crianças para que possam experimentar
diferentes maneiras de girá-los pelo corpo sem derrubá-los.

EMPINAR PIPAS
Este é um brinquedo originário da China, confeccionado com papel de seda colorido. As
crianças poderão confeccionar suas pipas na escola ou trazê-las já prontas.

Empiná-las em um ambiente amplo e sem fios de alta tensão ou árvores por perto, realizando
movimentos de puxar ou soltar a linha, conforme a intensidade do vento.

CINCO MARIAS
O jogador terá cinco saquinhos pequenos feitos de pano e cheios de areia. Ele deverá pegar
quatro saquinhos e jogá-los no chão ficando com apenas um na mão. Este que estará em sua
mão, deverá ser jogado para cima e, enquanto estiver no ar, deverá pegar rapidamente um
daqueles que está no chão. Na próxima jogada, a criança deverá jogar um saquinho para cima
e tentar pegar dois do chão de uma só vez, continua assim até o último saquinho.

ROUBA MALHA
A professora divide os alunos em grupos e marca na mão de cada criança do grupo uma cor.
Após isso, divide os alunos em duas equipes que estarão posicionadas uma de cada lado. Entre
as duas equipes estará, no chão, um paninho (a malha). Ao ouvirem o comando do professor,
que falará o nome de uma cor, as crianças que estiver com a cor falada pelo professor marcada
em suas mãos correm para tentar “roubar” a malha. Ganha a equipe que pegar mais vezes a
malha do chão.

GATO E RATO
Forma-se um círculo no qual todos ficam em pé, com as pernas abertas. Uma criança ficará do
lado de fora e será o gato, outra ficará dentro da roda e será o rato. O gato tenta entrar na roda
e as crianças vão fechando as pernas para impedi-lo de entrar. Quando ela conseguir entrar, o
rato foge. Os dois devem ficar passando por entre as pernas dos colegas. Quando o rato for
pego, os dois devem ser substituídos.

DANÇA DO JORNAL
Dois pra lá, dois pra cá… A meninada dança cuidando para não rasgar o jornal

IDADE A partir de 5 anos.

O QUE DESENVOLVE Socialização, expressão corporal e percepção de espaço.

MATERIAL Jornal, aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas de diferentes ritmos.

ORGANIZAÇÃO Em duplas.

COMO BRINCAR Afaste as cadeiras e mesas e distribua as folhas de jornal pelo chão. Cada
dupla fica em cima de uma folha. Coloque a música e as crianças começam a dançar. Não vale
sair de cima do papel nem rasgá-lo. Se isso acontecer, o par sai da brincadeira. Vence quem
cumprir o objetivo. Se algumas crianças não toparem dançar por timidez, convide-as para
serem juízes com você e observar se os colegas não infringem as regras. Uma maneira de
incrementar a atividade é variar os ritmos musicais tocando músicas mais lentas e outras mais
agitadas.

Atividade: Criar uma Brincadeira; ou acrescentar algo mais em alguma das brincadeiras
acima?
SEMANA 4
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância
CONTEÚDO: Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e
psicomotoras, projeto e festa junina.
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
O papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): “O brincar na educação infantil –
Aprendizagem e desenvolvimento”.
INTERDISCIPLINARIDADE: Aprendizagem Infantil a partir de experiências
MATERIAL DE APOIO:
Metodologia jogos e brincadeiras na educação infantilobjetivo geral de jogos e brincadeiras na
educação infantila importância do brincar na educação infantil - pdf
ATIVIDADES

Projeto: A vida na roça para Educação Infantil! Objetivos:


 Enriquecer o conhecimento da criança quanto aos costumes
 Desenvolver na criança socialização;
 Desenvolver criatividade;
 Valorizar e demonstrar atitudes de respeito ao trabalho e ao homem do campo;
 Conhecer alguns animais da fazenda;
 Desenvolver a linguagem oral e escrita
 Ampliar o vocabulário;
 Estimular a criatividade e imaginação através de atividades relacionadas ao tema;
 Trabalhar a expressão oral e corporal;
 Desenvolver o raciocínio lógico;
 Desenvolver a noção espacial (do aluno em relação a ele mesmo, em relação aos
outros, em relação ao espaço de apresentação e em relação à plateia) e a noção rítmica
(respeitar o andamento da música, acompanhar o grupo, dançar dentro da melodia musical).
O homem do campo também é muito trabalhador! O que ele faz?

* Além de outros afazeres ele também cuida das plantações... Vamos fazer horta - plantar alface
- usando material reciclável!

ATIVIDADE
Faça um desenho bem criativo mostrando as crianças a importância do homem do campo.

REFERÊNCIAS:
[Link] infantil/?
gclid=Cj0KCQjwzZj2BRDVARIsABs3l9L0vd-IST_ZORve27QNS0
[Link]
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: LITERATURA INFANTIL

NOME DA ESCOLA: Escola Estadual do Bairro Boa Vista


ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS: Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04

DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


Caro(a) estudante, Anotar é um exercício de seleção das
ideias e de maior aprendizado, por
isso…
A suspensão das aulas em virtude da propagação do COVID-
Ao anotar, fazemos um esforço de
19 foi uma medida de segurança para sua saúde. Mas, não é síntese. Como resultado, duas coisas
motivo para que você deixe de estudar e aprender sempre, acontecem. Em primeiro lugar, quem
anota entende mais, pois está sempre
lembrando que você inicia uma nova etapa da Educação fazendo um esforço de captar o
âmago da questão. Repetindo, as
Básica, que é a Educação Profissional. Dessa forma, você: notas são nossa tradução do que
entendemos do conteúdo.
6. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos
Em segundo lugar, ao anotar, nossa
componentes curriculares. cabeça vaga menos. A disciplina de
selecionar o que será escrito ajuda a
7. terá acesso aos conceitos básicos da aula. manter a atenção no que está sendo
8. realizará algumas atividades. dito ou lido, com menos
divagações ou
9. precisará buscar informações em diferentes fontes. preocupações com outros problemas.
Quando bate o sono ou o tédio, é a
10. deverá organizar o seu tempo e local para estudar. melhor maneira de retomar a atenção.

Caro(a) estudante, busque anotar


sempre o que compreendeu de cada
assunto estudado.
Não fique limitado aos texto contidos
nas aulas. Pesquise em outras fontes
como: livros, internet, revista,
documentos, vídeos etc.
SEMANA 1
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Literatura Infantil
CONTEÚDO: Literatura infantil: breve histórico
Literatura Infantil no contexto escolar Literatura e interdisciplinaridade
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Reconhecer que a literatura infantil traz uma lição de vida de forma imaginária, contribuindo
para a formação da criança no processo de construção da sua personalidade.
Perceber que a literatura é um dos meios mais eficazes de desenvolvimento sistemático no
trabalho da linguagem e na formação da criança, pois utilizar a literatura é trabalhar com o
homem e sua personalidade.
Reconhecer e aplicar a literatura infantil em conjunto com outras disciplinas.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S):
Literatura Afro-brasileira
Práticas pedagógicas da literatura infantil e Biblioteca escolar
O professor como mediador da leitura e Atividades permanentes de leitura na 1ª infância
INTERDISCIPLINARIDADE: Artes: elaboração de peças teatrais, figurino e cenários; Português
e literatura: incentivo à leitura e escrita.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

1. O que é literatura?
2. Defina literatura infantil:
3. Qual a importância de trazer a literatura infantil para a sala de aula?
4. O que o hábito de leitura na infância pode despertar na criança?
5. Cite alguns escritores brasileiros de obras infantis.

“Trabalhar nas mais diferentes áreas do conhecimento para distinguir os pontos que os unem e
que os diferenciam cada disciplina e desse modo se detectar onde se poderá estabelecer as
conexões possíveis e reunir novas produções dos conhecimentos, pesquisas, possibilidades de
trocas de experiências e interação entre as diferentes áreas do saber”. Essa a firmação se refere
ao conceito de:
a) Interdisciplinaridade;
b) Disciplina;
c) Literatura;
d) Nenhuma das alternativas.
SEMANA 2
EIXO: FUNDAMENTOS
EEIXIXO:O: DA EDUCAÇÃO INFANTIL
FFUNUNDADAMMEENTNTOSOS
DADA EEDUDUCACAÇÇÃÃOO
DISCIPLINA: Literatura Infantil
DIDISSCCIPIPLLIINNAA::
CONTEÚDO: Origem da Literatura
LLiiteterraatuturraa
CONTCONTEEÚDÚDO:O: Afro-brasileira
OrOriiggeemm ddaa
LLiitteerraatuturraa
HABILIDADE(S) EAAfrfroo--bbrraassilileeiirraa
COMPETÊNCIA(S):
HAHABBIILLIIDDAADEDE((SS)) EE COCOMMPPEETTÊÊNCNCIAIA((SS))::
Valorizar e reconhecer a literatura afro-brasileira e seus autores. Reconhecer
VVaalloorriizazarr ee rreecoconnhheececerr aa lilitteerraatuturraa a importância da
aaffrroo--bbrraassilileeiirraa
literatura
ee afro-brasileira
seseuuss aauutotorrees.s. RecoReconnhheececerr aa iimmppoorrtâtânnciciaa ddaa
liliteterraatuturraa aafrfroo--bbrraasilsileeiriraa
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S):
DIDISSCCIPIPLLIINNAA((SS)) RERELLAACCIIONONAADDAA((SS))::
Literatura infantil: breve histórico
LLiiteterraatuturraa iinnfafannttiil:l: bbrreevvee hhiistóstórriiccoo
Literatura Infantil noIInnffaannttilil
LLiiteterraatuturraa contexto escolar nnooLiteratura e interdisciplinaridade
coconntetexxtoto
Práticas pedagógicas
eescoscollaarr da literatura ee
LLiteiterraattuurraa infantil e Biblioteca escolar
O professor como mediador da leitura e Atividades permanentes de leitura na 1ª infância
iinnteterrddiiscsciplinaiplinarriiddaaddee PPrráátiticacass
INTERDISCIPLINARIDADE:
ppeeddaaggóóggiicacass ddaaArtes: elaboração deiinnffaannttilil
lliteiterraattuurraa
IINTNTEERDRDIISSCCIPIPLLIINNAARRIIDDADADEE:: peças teatrais,
ee figurino
AArrtetes:s: e cenários; Português
eellaabboorraaççããoo
e literatura: incentivo à leitura e escrita.
ddee ppeeçaçass tteeaatrtraaiis,s, ffiigguurrinoino ee cecennáárriioos;s; PPoorrtutugguuêêss ee
MMAATTEERIARIALL
MATERIAL DE APOIO:DEDE AAPPOOIIO:O:
DOCUDOCUMMEENTNTOO
DOCUMENTO ORIENTADORORIEORIENTNTAADORDOR DODO
DO CURSO NORMAL EM NÍVEL CURCURSSOO
MÉDIO PROFESSOR DE
NNORMORMAALL EEMM NÍVNÍVEELL MMÉÉDIODIO PPROFROFEESSSSOROR
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016 DEDE
EEDUDUCACAÇÃÇÃOO INFINFAANTNTILIL,, BBEELLOO HORIZHORIZONTONTEE
AATTIIVVIID
ATIVIDADES
DAADEDES

a) De que é constituída a literatura afro-brasileira?


b) Cite alguns escritores que fazem parte da literatura negra.
c) Cite alguns nomes de livros infantis que retratam a literatura
afro-brasileira.

SEMANA 3
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Literatura Infantil
CONTEÚDO: Literatura infantil: breve histórico Literatura Infantil no contexto escolar Literatura
e interdisciplinaridade Literatura infantil afro-brasileira
O professor como mediador da leitura e Atividades permanentes de leitura na 1ª infância
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Reconhecer e aplicar práticas pedagógicas como ferramentas de auxilio e desenvolvimento do
aprendizado.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S):
Leitura de leite; Reconto;
Contação de Histórias; Teatro de bonecos; Fantoches;
Teatralização dos personagens; Teatro de sombras;
Histórias Musicais; Sarau Literário; Oficina de poesia; Encontro com escritor.
INTERDISCIPLINARIDADE: Artes: elaboração de peças teatrais, figurino e cenários; Português
e literatura: incentivo à leitura e escrita.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
Relacione a 2º coluna de acordo com a 1°.

(1) Leitura deleite ( ) As histórias formam o gosto pela leitura e estimulam o


desenvolvimento psicológico e moral.

(2) Reconto ( ) É ler pelo simples prazer de ler!.

(3) Contação de Histórias ( ) talvez seja mais velho do que o próprio teatro com atores de
verdade. Nele, em vez de pessoas interpretando personagens, quem
conta a história são bonecos controlados com as mãos.

(4) Teatro de bonecos ( ) É a reconstrução oral de um texto já existente.

(5) Fantoches ( ) Trabalha as emoções(alegre, triste, bravo, ansioso,


euforia, alívio, dor, medo, nojo de cada personagem.

(6) Teatralização dos ( )É um boneco manipulado, ou movido, por uma pessoa para
personagens distrair outras e pode ser um boneco que lembre um ser humano,
um animal, um objeto, ou então uma criatura inventada. Pessoas
em todo o mundo usam esses bonecos para contar histórias, fazer
(7) Teatro de sombras teatro e brincadeiras.

(8) Histórias Musicais ( ) É uma forma de contar histórias em que uma luz projeta figuras
em uma superfície opaca ou semitransparente.
(9) Sarau Literário
( ) A poesia é definida como a forma literária da arte, expressa por
(10) Oficina de poesia meio da linguagem. Mas em sentido figurado, a poesia é a própria
forma de arte, sendo aquilo que comove e desperta sentimentos

( ) É um evento em que as pessoas se encontram para se


manifestarem artisticamente. Em geral, o evento envolve dança,
poesia, leitura de poemas, narrativas, músicas, teatro e artes
plásticas (pinturas, esculturas).

( ) Tem como exemplos “ A linda rosa juvenil “e


o “Cirandeiro”.
SEMANA 4
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Literatura Infantil
CONTEÚDO: Papel do professor como mediador
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Reconhecer e aplicar práticas pedagógicas como ferramentas de auxilio e desenvolvimento do
aprendizado.
Reconhecer a importância de incentivo a leitura.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S):
Literatura infantil: breve histórico
Literatura Infantil no contexto escolar Literatura e interdisciplinaridade Literatura infantil afro-
brasileira
Práticas pedagógicas da literatura infantil e Biblioteca escolar
INTERDISCIPLINARIDADE: Artes: elaboração de peças teatrais, figurino e cenários; Português
e literatura: incentivo à leitura e escrita.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

1. Qual a função do professor como mediador da leitura?


CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: EDUCAÇÃO ESPECIAL NA PERSPECTIVA DA
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista
ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS: Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04

DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


Caro(a) estudante, Anotar é um exercício de seleção
das ideias e de maior
aprendizado, por isso…
A suspensão das aulas em virtude da propagação do (5) Determine a quantidade de
páginas para ler por dia.
COVID-19 foi uma medida de segurança para sua saúde.
(6) Escolha um lugar tranquilo e
Mas, não é motivo para que você deixe de estudar e aconchegante para estudar.
(7) Faça todas as anotações no
aprender sempre, lembrando que você inicia uma nova seu caderno de atividades.
etapa da Educação Básica, que é a Educação Profissional. Quem anota entende mais,
pois está sempre fazendo um
Dessa forma, você: esforço de captar o âmago da
questão. Repetindo, as notas
são nossa tradução do que
11. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos entendemos do conteúdo.

componentes curriculares. (8) Se preferir cole as folhas do


PET em seu caderno de
12. terá acesso aos conceitos básicos da aula. atividades.

13. realizará algumas atividades. Bons estudos!!


14. precisará buscar informações em diferentes fontes.
15. deverá organizar o seu tempo e local para estudar.
SEMANA 1
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva
CONTEÚDO: Deficiência
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Conhecer e identificar diferentes ncessidades especiais
Analisar as características do Autismo
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Altas habilidades/ Superdotação
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Leia a reportagem:
Quais os principais níveis do autismo?
Além dos diferentes tipos de autismo, também existem variações em relação aos níveis de
gravidade. Eles são:
Nível 1 (Leve)
As crianças apresentam dificuldades para iniciar a relação social com outras pessoas e podem
ter pouco interesse em interagir com os demais, apresentando respostas atípicas ou insucesso a
aberturas sociais. Em geral, apresentam dificuldades para trocar de atividades e problemas de
planejamento e organização.
Nível 2 (Médio)
As crianças podem apresentar um nível um pouco mais grave de deficiência nas relações
sociais e na comunicação verbal e não verbal. Têm limitações em iniciar interações sociais e
prejuízos sociais aparentes mesmo com a presença de apoio.
Além disso, são mais inflexíveis nos seus comportamentos, apresentam dificuldades com a
mudança ou com os comportamentos repetitivos e sofrem para modificar o foco das suas
ações.
Nível 3 (Grave)
Nesse nível, existem déficits bem mais graves em relação a comunicação verbal e não verbal,
além de dificuldades notórias para iniciar uma interação social, com graves prejuízos de
funcionamento.
Também apresentam dificuldade extrema em lidar com a mudança e com comportamentos --
repetitivos – o que interfere de forma mais acentuada no seu funcionamento. Ainda contam
com grande sofrimento para mudar o foco das suas ações.
Fonte: [Link]
1 A partir da leitura da reportagem faça uma busca pela internet e em livros sobre os
possíveis tratamentos para o Autismo.

Como trabalhar com o autismo na educação infantil?


Conheça as necessidades do aluno. ...
Converse com os pais. ...
Adapte o espaço de aula e as práticas pedagógicas. ...
Estabeleça uma relação de confiança entre professor e aluno. ...
Crie projetos de inclusão. ...
Estimule a socialização.

Estudo de Caso:
Podemos observar que as crianças que têm Autismo geralmente gostam de manter uma mesma
rotina e com os objetos sempre no mesmo lugar. Imagine que você é professor(a) regente de
um aluno com Autismo, pense em uma atividade, como você poderá proporcionar esta rotina a
ele?
.

SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva
CONTEÚDO: Deficiêncas
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Conhecer e identificar diferentes necessidades especiais
Propor atividades inclusivas
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Conceitos e tipos de deficiências
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Leia o texto abaixo:


Como já vimos, são vários os tipos de deficiências e eles podem ocasionar maior ou
menor grau de dificuldade para a aprendizagem e para a vida cotidiana. Isso também vai
depender, é claro, de quanto a sociedade estará preparada para a convivência com os diversos
tipos de diversidade.

É fundamental que o professor conheça estas deficiências e algumas alternativas para


minimizar os seus efeitos sobre a aprendizagem dos alunos. Para isso vamos aprender agora,
de forma resumida, uma deficiência que gera necessidades educativas especiais, a deficiência
visual (DV).
A deficiência visual abrange dois tipos de educandos:

Portadores de cegueira – redução da acuidade visual central, desde cegueira total


(nenhuma percepção de luz) até acuidade visual menor que 20/400P (ou seja, 0,05) ou redução
do campo visual ao limite inferior a 10% (em um ou em ambos os olhos);
Portadores de visão subnormal ou reduzida – acuidade visual central maior que
20/400P até 20/70P (ou seja, 0,3). Muitas vezes, a identificação precoce da visão subnormal é
tardia, o que dificulta o atendimento educacional adequado da criança.
A detecção de uma deficiência visual precisa ser confirmada por exames
oftalmológicos, realizados em hospitais, clínicas ou setores especializados.

 Apresentamos, a seguir, alguns dos sintomas comuns desta deficiência,


que podem ser percebidos pelo professor no cotidiano da escola.
 Irritação crônica dos olhos, pálpebras avermelhadas;
 Náuseas, visão enevoada ou dupla, após a leitura;
 Pestanejamento contínuo, principalmente durante a leitura;
 Hábito de esfregar os olhos, franzir ou contrair o rosto ao fitar objetos distantes;
 Inquietação, irritabilidade ou nervosismo depois de um trabalho visual
mais atento ou prolongado;
 Inclinação da cabeça para um lado, durante a leitura;
 Excesso de cautela ao andar e correr, tropeços sem causa aparente;
 Forte desatenção durante os trabalhos que necessitem de leitura a distância;
 Capacidade de leitura por período curto (em relação ao que se espera da faixa
de idade);
 Ler segurando o texto muito perto ou muito distante do rosto, ou em posição
incomum, ou ainda fechar ou tampar um dos olhos;
Atendimento às deficiências visuais depende de alguns fatores, como o tipo e o grau da
deficiência, a idade em que o aluno fez o seu ingresso no sistema educacional, o nível ou a
modalidade de ensino, a disponibilidade de recursos educativos da comunidade e a própria
condição econômica, social ou cultural do educando. É importante que o professor conheça,
também, o sistema Braille de leitura e escrita, que se constitui de pontos em alto-relevo
combinados, para portadores de DV.

Agora, para aumentar sua criatividade e complementar seu aprendizado assista o vídeo
“Recursos Pedagógicos Utilizados no Processo de Alfabetização da Criança Cega”
disponibilizado em: [Link]

1- Fale sobre Portadores de Cegueira e Portadores de Visão subnormal ou reduzida.


2- Cite 5 sintomas de uma deficiencia visual confirmada por exames oftalmologicos.

_________________________________________________________________________

_________________________________________________________________________

3- Qual é o sistema importasnte que o professor deve conhecer para um aluno com deficiencia visual?

___________________________________________________________________________________________________

___________________________________________________________________________________________________

SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva
CONTEÚDO: A educação inclusiva enquanto reflexão da sociedade holística, incluindo todas
as dimensões
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Conhecer e identificar diferentes necessidades especiais
Compreender a condição do portador de ALD
Fazer análise crítica sobre filme
Refletir sobre a inclusão escolar no Brasil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Conceitos e tipos de deficiências
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Leia a reportagem:

Menino com doença rara aguarda há dois meses por cirurgia em Ribeirão
João Pedro tem doença que ficou famosa pelo filme 'O Óleo de Lorenzo'.
Operação no Hospital das Clínicas pode facilitar alimentação por sonda.
Até os 8 anos de idade, João Pedro Baltazar era uma criança como todas as outras. Brincava,
frequentava a escola em Ribeirão Preto (SP) e convivia normalmente com os amigos e a família. No
ano passado, ele foi diagnosticado com uma doença genética rara, que ataca o cérebro e o sistema
nervoso, a Adrenoleucodistrofia (ALD), que foi tema do filme ‘O óleo de Lorenzo’, de 1992. Sem
poder andar, ver e falar, João, hoje com 9 anos, vive em estado vegetativo e se alimenta por sonda.
Não bastasse o drama enfrentado ao ver o filho preso em uma cama, a mãe dele, Pâmela Baltazar,
espera que o menino passe por uma cirurgia, adiada duas vezes pelo Hospital das Clínicas (HC) de
Ribeirão. “Os médicos falam que depois do diagnóstico da doença são mais três anos de vida e a
nossa luta é poder dar uma boa qualidade de vida para ele”, afirma a dona de casa.
Os médicos falam que depois do diagnóstico da doença são mais três anos de vida"

Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa do hospital, o paciente está na lista de prioridades e
"assim que possível" será convocado para a cirurgia.
O procedimento, chamado gastrostomia, faz parte do tratamento de pacientes com ALD e é importante
para reduzir as dificuldades da alimentação por sonda. Atualmente, João se alimenta apenas de
compostos líquidos, por uma sonda nasal, que precisa ser trocada a cada três
meses. A cirurgia que o garoto espera vai permitir que ele se alimente por uma sonda intestinal. “A
sonda machuca o narizinho dele, ele chora o tempo todo e só toma leite, o que prende muito o
intestino e é muito sofrimento para ele”, contou Pâmela. “A sonda na barriga seria interna e ele se
alimentaria de comida pastosa, se alimentaria
melhor”, disse. Para a família, que depende da ajuda de doações de
remédios para João, a cirurgia gratuita no HC é a única alternativa para melhorar as condições de vida
do filho. O procedimento foi marcado inicialmente para o dia 21 de agosto, mas precisou ser remarcado
por falta de leitos no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do hospital, segundo amãe.

Qual a condição da criança com ALD (nos casos em que a doença é diagnosticada
previamente, e ainda consegue manter seu desenvolvimento neurológico preservado) é
possível essa criança frequentar a escola?
SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva
CONTEÚDO: Deficiência
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Conhecer e identificar diferentes ncessidades especiais
Analisar as características do Autismo
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Altas habilidades/ Superdotação
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

A deficiência auditiva possui diferentes graus e no país a grande maioria deste grupo é formada por surdos oralizados, pessoas que
utilizam aparelhos auditivos que amplificam os sons ou que conseguem fazer leitura labial. No entanto, essas capacidades não são
suficientes para que eles não passem por situações de exclusão e dificuldades de comunicação.

Agora, tente imaginar, se há barreiras para os surdos oralizados, como fica a situação daqueles que são completamente surdos e
necessitam utilizar a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para se expressar? A barreira da comunicação faz com que essas pessoas não
tenham autonomia e liberdade para desempenhar tarefas que para outros são simples: como ser atendido em um estabelecimento, fazer
compras ou pedir uma informação na rua.

1)Por quem é formado a deficiencia auditiva?

2)Como a barreira de comunicação interfere na vida das pessoas?


CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: FUNDAMENTOS DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS

NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista


ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS: Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04

DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


Caro(a) estudante, Anotar é um exercício de seleção
das ideias e de maior
aprendizado, por isso…
A suspensão das aulas em virtude da propagação do (9) Determine a quantidade de
páginas para ler por dia.
COVID-19 foi uma medida de segurança para sua saúde.
(10) Escolha um lugar tranquilo e
Mas, não é motivo para que você deixe de estudar e aconchegante para estudar.
(11) Faça todas as anotações no
aprender sempre, lembrando que você inicia uma nova seu caderno de atividades.
etapa da Educação Básica, que é a Educação Profissional. Quem anota entende mais,
pois está sempre fazendo um
Dessa forma, você: esforço de captar o âmago da
questão. Repetindo, as notas
são nossa tradução do que
16. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos entendemos do conteúdo.

componentes curriculares. (12) Se preferir cole as folhas do


PET em seu caderno de
17. terá acesso aos conceitos básicos da aula. atividades.

18. realizará algumas atividades. Bons estudos!!


19. precisará buscar informações em diferentes fontes.
20. deverá organizar o seu tempo e local para estudar.
SEMANA 1
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais
CONTEÚDO: História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/
Introdução de LIBRAS
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Sencibilizar sobre a importância da lingua de sinais
Conhecer e identificar os sinais do alfabeto em LIBRAS
Conhecer e identificar os número com o cotidiano
Associar os números cardiais.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): LIBRAS (língua Brasileira de Sinais)
INTERDISCIPLINARIDADE: Lingua Brasileira de Sinais
MATERIAL DE APOIO:
Apostila de libras 40 horas.

ATIVIDADES

LÍNGUA DE SINAIS - CARACTERÍSTICAS E PONTOS IMPORTANTES


A Língua de Sinais tem características próprias, sendo a principal delas ser uma Língua gestual-visual, ou seja, uma Língua
que utiliza o canal visual e as expressões

faciais e corporais na construção da comunicação. Dessa forma, diferencia-se da Língua Oral, que utiliza o canal da audição e
da fala como recursos comunicativos.
Saiba que a Língua de Sinais assim como as Línguas Orais não é universal, ou seja, existem Línguas de Sinais diferentes em
diferentes partes do mundo. Aqui, no Brasil, além da LIBRAS, temos a Língua de Sinais utilizada pelos índios Urubus-Kaapor
.
Essa, além de não ser universal, também, apresenta diferenças regionais. Assim como na Língua Oral, podemos encontrar
sinais que denominem um mesmo objeto ou alimento de formas diferentes, dependendo da região do país em que os Surdos
vivem.
Sendo essa uma Língua viva, seus usuários criam novos sinais, assim como os ouvintes criam novas palavras para a Língua
Oral.
Aprender LIBRAS não é tarefa fácil, pois, como ouvintes, temos o hábito de falar e nos distrairmos durante a conversa, por
qualquer barulho que seja; no caso da LIBRAS, precisamos ter mais atenção, para não perdermos as expressões dos Surdos,
que são fundamentais ao entendimento da mensagem. Devemos estar atentos (as), também, ao sinalizarmos para não
deixarmos de transmitir a essência do que queremos comunicar; nossas expressões faciais e ou corporais são, na LIBRAS, o
que o tom de nossa voz é na Língua Oral; ou seja, mostram o que sentimos, do que gostamos, do que temos receios ou
dúvidas, se estamos alegres, tristes e muito mais.

Conheça as Variações Regionais e algumas características da Libras

Assim como outros idiomas a LIBRAS (LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ) sofre variações regionais. No português, por
ser nossa língua materna às vezes essas expressões passam despercebidas, mas existem e são bem comuns.
Você leitor deve se lembrar da clássica história da mandioca, macaxeira e aipim, essas três palavras se referem a uma mesma
raiz que é muito utilizada na culinária brasileira, no entanto, em cada lugar do Brasil ela é conhecida por um de seus nomes.
Esse é apenas um exemplo dentre inúmeros que eu poderia citar. Na Libras não é diferente alguns sinais são diferentes
dependendo da parte do Brasil que estamos, muitas vezes são usados sinais diferentes para transmitir uma mesma ideia como
por exemplo o sinal que transmite a ideia da cor branca em determinadas partes do Brasil é o mesmo sinal de para expressar a
idéia de leite, e em outros lugares no Brasil o sinal que transmite a ideia da cor branca é completamente diferente.

Não há um sinal específico para cada palavra.


Já é do conhecimento de muitas pessoas que a palavra saudade de nossa língua portuguesa, não tem tradução para outros
idiomas, no inglês, por exemplo, a palavra saudade é traduzida pelo termo “miss you” que traduzido significa “sinto sua falta”.
Na libras ocorrem situações similares, por exemplo, no português a palavra folha se aplica tanto a uma folha de papel quanto a
uma folha de árvore.
Em ambos os casos a palavra folha tem a mesma grafia e a mesma pronúncia, massignificados diferentes. Já na Libras se
formos falar da folha de um caderno usaremos um sinal e se formos falar da folha de uma árvore usaremos um sinal
completamente diferente.

Fonte: < [Link] desinais---caracteristicas-e-pontos-


importantes/65159 e [Link] caracteristicasda-
libras/

ATIVIDADES:
1-Qual é a principal característica da Língua Brasileira de Sinais?

2-O que é necessário para se aprender LIBRAS?

3-Explique a frase: “Assim como outros idiomas a LIBRAS (LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ) sofre variações
regionais”.
SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais
CONTEÚDO: História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/
Introdução de LIBRAS
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Sencibilizar sobre a importância da lingua de sinais
Conhecer e identificar os sinais do alfabeto em LIBRAS
Conhecer e identificar os número com o cotidiano
Associar os números cardiais.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): LIBRAS (língua Brasileira de Sinais)
INTERDISCIPLINARIDADE: Lingua Brasileira de Sinais
MATERIAL DE APOIO:
Apostila de libras 40 horas.

ATIVIDADES

A importância do ensino da Libras na Educação Infantil

Fonte: [Link]
1595468579881&source=univ&tbm=isch&q=jogo+que+ensina+crian%C3%A7as+sur das&sa=X&ved=2ahUKEw

O ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na escola, além de ser uma educação inclusiva, é responsável pela formação
de alunos surdos no país, criando novas possibilidades para essas crianças.
No entanto, embora a inclusão social e acessibilidade sejam assuntos pautados na atualidade, nota-se que a comunidade surda
enfrenta muitas dificuldades no que diz respeito a comunicação e educação.
Muito se fala sobre a importância da aprendizagem de uma segunda língua na infância, mas raramente vemos a Língua de
Sinais sendo utilizada como uma opção para crianças ouvintes.
O ensino de Libras para crianças ouvintes e surdas Precisamos falar de inclusão nos primeiros anos de vida. Para isso, é
preciso trazer para as crianças a realidade de quem tem deficiência, assim podemos sensibilizá-las para as diferenças.
Há um crescente número de estudos internacionais que revelam as vantagens especiais do aprendizado de Línguas de Sinais
por pessoas sem deficiência auditiva. Para Marilyn Daniels, a Língua de Sinais é um fator significante no desenvolvimento
cognitivo, melhorando as habilidades de atenção das crianças, a discriminação visual e a memória espacial.
Ao ensinar a Língua Brasileira de Sinais para crianças, pretendemos oferecer a elas não somente as vantagens e os benefícios
comprovados em pesquisas internacionais, mas de promover a Libras, de aprender sobre a cultura surda e, sobretudo, a
possibilidade de poder se comunicar com seus pares diferentes valorizando a diversidade desde a Educação Infantil.
O lúdico como facilitador do ensino de Libras Diante de tanta diversidade de pensamento, cultura, valores e saberes, o
professor precisa ter um repertório diversificado e entender que cada criança possui suas particularidades, dificuldades e
limitações.
Quando essa diversidade inclui surdos, a escola deve estar preparada para realizar todo o processo de inclusão para seu pleno
desenvolvimento e integração na

comunidade escolar, além de atuar conjuntamente com os professores para que ocorra a formação desse educando em sua
língua materna: a Libras.
Escola e professores devem estar preparados para atuar no ensino da Libras tanto como primeira língua para a criança surda,
como segunda língua para crianças ouvintes. Portanto, diversificar sua metodologia de ensino se faz necessário, e o lúdico vem
como um caminho para ser adaptado e utilizado pelo corpo docente.
O Ensino Lúdico está entre as práticas pedagógicas mais utilizadas em sala de aula na Educação Infantil e nos primeiros anos
do Ensino Básico. Por meio das atividades constituídas por jogos e brincadeiras, é possível incentivar a criatividade e a
imaginação, despertando o interesse dos pequenos pelo conhecimento e ajudando em seu desenvolvimento.
Sabe-se que o lúdico, por utilizar uma linguagem própria do universo infantil, confere uma maneira quase inconsciente de
aprender, de maneira muito mais prazerosa e eficaz. Além disso, as atividades lúdicas ajudam na compreensão das regras
sociais, de cidadania, desenvolvem a memória, as habilidades físicas e ensinam as crianças a começarem a lidar com suas
próprias emoções.
A dica é: crie jogos em que alunos surdos e ouvintes possam aprender juntos a Língua Brasileira de Sinais, um jogo de cartas,
memória, estimulando a necessidade do visual, do gesto, do contato direto com o objeto.

O papel da escola

O papel da escola é formar cidadãos, transmitindo valores éticos e morais, conhecimentos e desenvolvendo habilidades no
educando, por meio do processo pedagógico de ensino-aprendizagem, preparando-os para o exercício da cidadania e sua
preparação para vivência em sociedade, de forma atuante, crítica, transformadora.
Devemos ter em mente que a partir do Decreto Lei 5.626/2005 (BRASIL, 2005) ficou estabelecido que a Libras constitui-se
como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores, nos cursos de fonoaudiologia e nas licenciaturas
em geral.
É importante que a sociedade discuta esse tema, para que seja cada vez mais inclusiva e possa compreender e construir
espaços sociais para os surdos ocuparem. As pessoas com deficiência têm um canal diferente de ver o mundo, mas tão
importante e singular que só contribui para a valorização da diversidade humana.

Fonte:[Link]

1- Atividades lúdicas ajudam na compreensão das regras sociais, de cidadania, desenvolvem a memória, as habilidades físicas
e ensinam as crianças a começarem a lidar com suas próprias emoções.

Crie um jogo em que alunos surdos e ouvintes possam aprender - juntos - a Língua Brasileira de Sinais. Pense em um jogo que
estimule a necessidade do visual, do gesto, do contato direto com o objeto.
Não esqueça de comentar quais as habilidades que esse jogo desenvolverá nas crianças surdas.

2- Para melhor entendimento:


Assista os vídeos: [Link] e [Link]

3-Assista o vídeo: [Link] Os surdos têm voz.


SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais
CONTEÚDO: História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/
Introdução de LIBRAS
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Sencibilizar sobre a importância da lingua de sinais
Conhecer e identificar os sinais do alfabeto em LIBRAS
Conhecer e identificar os número com o cotidiano
Associar os números cardiais.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): LIBRAS (língua Brasileira de Sinais)
INTERDISCIPLINARIDADE: Lingua Brasileira de Sinais
MATERIAL DE APOIO:
Apostila de libras 40 horas.

ATIVIDADES
Fonte: [Link]
“Meu filho é surdo: ele terá que estudar em escola especial?”- essa é uma das primeiras perguntas que os pais de
uma criança surda fazem sobre educação, e, respondendo: não! Seu filho(a) pode estudar em escola regular e
nenhuma pessoa surda é obrigada a ir para escola especial!
A escolha entre escola regular ou especial para uma criança surda depende de vários fatores, e você precisa se fazer
algumas perguntas: você incentiva a fala de seu filho(a) e busca reabilitação auditiva, terapia fonoaudiológica? Quer
ver seu filho aprender a falar, ler e escrever? Quer que ele aprenda língua de sinais, sabendo que, caso positivo, a
família inteira também teria que aprender? As escolas especiais da sua região possuem qualidade no ensino? Entre
outras…

ESCOLA REGULAR
Uma escola regular (comum) é onde o aluno surdo oralizado terá um incentivo muito maior para falar e usar as
próteses auditivas pois os colegas são, em sua maioria, ouvintes, assim, há diversos estímulos sonoros e de leitura
labial todos os

dias. Também, é uma amostra do mundo que espera o futuro adulto: ouvinte, cheio de sons e bem diverso. Claro
que nada impede que a criança, se quiser, aprenda uma língua de sinais em casa ou em outro lugar e seja bilíngue, se
comunicando com os colegas e família tanto por língua de sinais como português oral, o que for mais conveniente.

ESCOLA ESPECIAL
Nas escolas especiais é ensinada a Libras (Língua Brasileira de Sinais), seus aspectos e estrutura, e nelas o convívio
escolar se restringe majoritariamente a outros surdos sinalizados e aos professores, que podem ser surdos ou
ouvintes. São instituições que focam na Libras como primeira língua, e, pelo menos em teoria deveriam ensinar o
português escrito, pois além de ser lei, é fundamental saber ler e escrever até para o simples uso de computadores e
celulares, e o convívio com ouvintes na vida pessoal e profissional é inevitável.
Mas infelizmente são raríssimas as escolas especiais que cumprem a parte de alfabetização em português, a maioria
permanece com foco na Libras e a alfabetização no português é precária, por diversos motivos, como políticas
públicas ineficazes, ou falta de profissionais qualificados e a velha e ultrapassada história de que todo surdo deve
saber só língua de sinais Sobre o bilinguismo, vamos falar em outro post.
Então o que fazer quando seu filho surdo oralizado, ou seja, que fala ou que está aprendendo a falar, está em uma
escola regular, quais adaptações precisam ser feitas, e que informações sobre surdez, próteses auditivas você precisa
compartilhar com os professores? Vamos aos tópicos principais:
FONTE: [Link] crianas-surdas-filhas-de-pais-
ouvintes
CONVERSE COM SEU FILHO(A)!

Se seu filho aceita, usa e ama as suas próteses auditivas sem vergonha, é muito difícil que outras crianças façam chacota sobre
isso, pois elas verão os aparelhos e/ou implantes como algo legal, coisa de um cyborg, futurista! Portanto, o processo começa
em casa, sem tentar esconder os aparelhos, sem sentimento de pena e nem segredos ao falar sobre o assunto. Ajude a criança a
sair do armário da surdez! Trate as próteses auditivas de seu filho(a) com cuidado e normalidade, e procure pelos adesivos que
são feitos para decorá-las, de desenhos animados e super heróis, isso pode tornar tudo muito mais divertido!

Converse com a criança, explicando que você irá na escola para ensinar aos professores e aos colegas sobre os aparelhinhos
dela, e a convide para ser a estrela desse momento. Ensine sobre a importância de seu filho se manifestar quando estiver com
alguma dificuldade de ouvir em aula, pois a surdez tem peculiaridades que só quem convive com ela, sabe. É o feedback de
seu filho(a) que poderá dar ideias de mais adaptações.

CONVERSE COM A ESCOLA


As escolas regulares muito pouco conhecem sobre surdos oralizados. Embora no Brasil os pedagogos possuam a obrigação de
cursar uma disciplina de Libras e uma sobre políticas públicas de educação inclusiva, infelizmente não tem nada, ou
praticamente nada, sobre oralização e próteses auditivas. Portanto, cultive a comunicação constante com os professores e a
coordenação escolar, com reuniões para que todos entendam as necessidades e adaptações sobre surdez.
Lembre-se de que é difícil para ouvintes absorverem um “turbilhão” de informações sobre aparelhos auditivos (AASI),
implantes cocleares (IC), seus acessórios e educação inclusiva de uma vez só, então se possível, marque uma primeira reunião,
mais completa, e posteriormente, faça o acompanhamento com outros encontros!
Explique a importância do uso diário das próteses auditivas para atingir bons resultados, sobre os cuidados necessários como
manter longe de água e outros líquidos, e que AASIs e ICs não são baratos para serem tratados de qualquer jeito – a parte
externa de um implante pode custar até 50 mil reais! Instrua os professores sobre como colocar os aparelhos/implantes na
criança pequena, ensine-os a trocar as pilhas ou baterias, e claro, sempre deixe uma cartela de pilhas reservas na mochila de
seu filho(a).

CONVERSE COM FONO E PROFESSORES


Verifique com seu fonoaudiólogo como estão as horas de uso diário dos AASI ou ICs, porque essa informação fica registrada
nos aparelhos (em alguns modelos já é possível acompanhar pelo celular). Se estiver desconfiado de que na escola seu filho
não está usando eles, converse com ele e com os professores para saber o que está acontecendo, e também avise a escola que
você tem como verificar as horas de uso, pois, pasmem: já teve escola tirando as próteses auditivas da criança, querendo
obrigar a Libras, contra a vontade dela e da família.
É importante explicar que mesmo com reabilitação auditiva a surdez não está curada e que é preciso ter atenção constante para
que os professores falem de frente para a turma, que o aluno surdo seja mantido nas primeiras cadeiras da sala e as atividades
sejam inclusivas.
Tudo isso exposto até aqui compõe um tipo de acessibilidade que não precisa nem de adaptações físicas e nem de
tecnologias mirabolantes ou caras: é apenas a conscientização e constante diálogo com a escola que constroem essa
inclusão, que também é conhecida como acessibilidade atitudinal, e que já faz uma enorme diferença na educação!

ADAPTAÇÕES E TECNOLOGIAS NA SALA DE AULA

No quesito tecnologia, o sistema FM é o mais conhecido. E o que é? É um kit com um pequeno microfone, que capta a voz
dos professores e envia o som para os aparelhos auditivos ou implantes cocleares do aluno, que deve utilizar o outro
componente do

kit, que é o receptor encaixado na entrada de áudio ou bobina telefônica das próteses auditivas.
O aluno continua ouvindo tudo do ambiente, os colegas, mas ouve de forma muito mais clara a voz do professor que está com
o microfone. Para saber os critérios e mais detalhes, clique aqui. Quem não se enquadra nos critérios para recebimento, pode
procurar por acessórios da sua marca de AASI e/ou IC que possuem função semelhante e em caso de dúvidas, converse com
seu fonoaudiólogo.

ARO MAGNÉTICO
Você talvez já tenha ouvido falar de aro magnético, que ainda é pouco conhecido no Brasil, e funciona semelhante ao sistema
FM: com um microfone que fica com o professor, e para ouvir, o aluno apenas fica na área abrangida pelo aro, e o som é
transmitido via ondas magnéticas para a bobina telefônica dos aparelhos ou implantes.
O bom dessa tecnologia é que atende quantas pessoas quiserem utilizar, basta apenas ficar na área de alcance do sinal, assim, a
turma pode ter vários alunos surdos utilizando o mesmo aro.

SISTEMA FM
Entretanto, o sistema FM é mais fácil de conseguir pelo SUS, porque o aro ainda não possui previsão de fornecimento através
do governo.
Você pode sugerir à escola que nos fundos da sala de aula, no campo de visão dos professores, ou na mesa deles sejam
colocados avisos para relembrá-los sobre os cuidados com o aluno surdo, pois é comum que ouvintes esqueçam de ter essa
atenção 100% do tempo, afinal, o mundo é ouvinte.
Sugestões de frases: “Fale de frente para os alunos”, “Use o sistema FM”, e “Repita as perguntas feitas antes de respondê-las”
– essa última, é porque quando algum colega pergunta algo, raramente o aluno surdo consegue fazer leitura labial para saber
qual a pergunta feita, afinal, ele está sentado na frente. (Essa situação é clássica para quem não escuta!).
Esses lembretes podem ser impressos em folhas normais, com custo quase zero, mas têm um imenso poder de transformar a
sala de aula, de um pesadelo não inclusivo para um local agradável onde o aluno surdo se sentirá respeitado e visível. O
esquecimento dos ouvintes em atender à acessibilidade cansa quem não ouve, que pode desistir ou ficar com vergonha de
pedir repetidas vezes para que os professores falem de frente, portanto os avisos serão muito úteis!

TORNANDO AS ATIVIDADES INCLUSIVAS

Avise aos professores que os vídeos e filmes devem possuir legendas sempre, e que não adianta só aumentar o volume para
fazer o aluno surdo ouvir. Em atividades como ditados, geralmente as palavras são aleatórias, assim, é impossível entender por
interpretação do contexto e assunto. Se houver dificuldade mesmo com a leitura labial, podem ser utilizadas figuras para
ilustrar as palavras ditadas.
A música tem um papel importante na sala de aula, e quem tem surdez jamais deve ser deixado de fora dela, então a letra a ser
cantada ou estudada em sala pode ser impressa e entregue ao aluno, ou escrita na lousa. No caso de crianças ainda não
alfabetizadas, podem ser utilizados vídeos ou figuras ilustrativas, além da leitura labial.

Nos ginásios de esportes a maioria das pessoas com deficiência auditiva sofrem horrores para entender algo falado pois a
acústica é muito ruim, portanto, as atividades podem ser explicadas ainda em sala de aula, ou demonstradas pelo professor na
quadra. Se a criança não consegue ouvir os apitos durante uma partida, instrua os professores e colegas a combinarem um
gesto para avisar o aluno que não escuta.

FIQUE ATENTO AOS SEUS DIREITOS

Nenhuma escola pode cobrar valores diferentes, nem qualquer taxa adicional para alunos com deficiência, e jamais pode
recusar matricular a criança em função da surdez ou qualquer outra condição. Essa prática é discriminação! A Lei Brasileira da
Inclusão, que é a Lei 13.146/2015, em seu capítulo IV explica sobre o direito de acesso à educação inclusiva, acesso às
instituições de ensino e igualdade de condições, e sobre a oferta de tecnologias assistivas, sem qualquer taxa adicional na
mensalidade. Essa mesma lei garante um profissional de apoio escolar, em seu artigo 28, inciso XVII, também sem custo
adicional. Certo, mas o que é um profissional de apoio? Quem pode solicitar? Conforme o artigo terceiro, inciso XIII:
“XIII: profissional de apoio escolar: pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com
deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino,
em instituições públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente
estabelecidas;”
Ou seja, pelo bom senso, vemos que é algo mais direcionado para as deficiências que causam limitações na alimentação,
higiene e locomoção. E profissional de apoio não deve, e nem mesmo pode, ser um “segundo professor”, pois não possui
formação para tal. Também, a intenção da educação inclusiva é que o aluno com deficiência participe das aulas junto com toda
a turma e o professor da sala, se houvesse um “segundo professor” exclusivo para ele, o sentido de inclusão corre o risco de
ser perder, e o aluno com deficiência ser educado separado dos outros.

NÃO FAÇA CONFUSÃO


Portanto, não confunda profissional de apoio com aulas de reforço escolar. Caso você entenda que seu filho necessita de
um profissional de apoio, procure a escola para dialogar sobre quais atividades podem ser desempenhadas por eles, se
realmente é necessário ou se os professores conseguem atender às necessidades de acessibilidade.
E se você tiver alguma dúvida sobre surdez e escola, entre em nosso grupo do Facebook, onde há muitos pais de crianças
surdas que estudam ou já estudaram em escolas regulares, fazem cursos de idiomas, música e esportes, inclusive natação. É
uma rede de apoio maravilhosa que pode ajudar muito nessa jornada educacional. Não desista da educação de seu filho(a), é a
melhor herança que você pode lhe oferecer!
Fonte: [Link]
ATIVIDADES
1 – Em referência ao título “ MEU FILHO É SURDO, E A ESCOLA?”, esse tema nos remete a que situação da
realidade?

2 – Toda crianças surda deve ser encaminhada à uma escola de educação especial? Justifique sua resposta:

3 – Quais as atitudes dos pais perante a surdez de seu filho?

4 – Em relação `as adaptações e tecnologias na sala de aula, o que relata o texto condiz com a realidade?

5 – Dê exemplos de como tornar as atividades da sala de aula inclusiva à crianças surda, ou seja como deve ser o papel
do professor:
SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais
CONTEÚDO: História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/
Introdução de LIBRAS
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Sencibilizar sobre a importância da lingua de sinais
Conhecer e identificar os sinais do alfabeto em LIBRAS
Conhecer e identificar os número com o cotidiano
Associar os números cardiais.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): LIBRAS (língua Brasileira de Sinais)
INTERDISCIPLINARIDADE: Lingua Brasileira de Sinais
MATERIAL DE APOIO:
Apostila de libras 40 horas.

ATIVIDADES

POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS NO CAMPO DA SURDEZ


Inclusão x integração
Um dos problemas, na minha opinião, é a confusão que se faz entre democracia e tratamento igualitário. “Quando um surdo é
tratado da mesma maneira que um ouvinte, ele fica em desvantagem”. A democracia implicaria, então, no respeito às
peculiaridades de cada aluno - seu ritmo de aprendizagem e necessidades particulares. (SKLIAR, 1998, P. 37)
A relação entre sociedade e pessoas com deficiência passaram por diferentes momentos, exclusão, integração e inclusão social.
Em cada uma dessas fases verificaram-se atitudes coerentes com as crenças e valores contemporâneos. Superado o primeiro
momento em que as representações das pessoas com deficiência estavam intimamente ligadas ao misticismo e a ocultismos,
considerando as como incapacitadas, deficientes, inválidas que “levou à completa omissão da sociedade em relação à
organização de serviços para atender às necessidades individuais especificas dessa população”. (MAZZOTTA, 2001, p.16).
Surgiram os primeiros atendimentos às pessoas com deficiência em instituições especializadas para a promoção de melhores
condições de vida para elas. E, finalmente, nos últimos anos, vivemos um movimento de inclusão e de educação inclusiva.
Atualmente, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), os alunos com deficiência terão direito a
matricula e frequência, preferencialmente em classes comuns da escola, em todos os níveis, etapas e modalidades de educação
e ensino (BRASIL, 1999). No entanto, de acordo com Sampaio e Sampaio (2010) a lei, apenas, não garante o direito a
educação pois existe um “despreparo da sociedade em geral e das escolas em particular para empreender a tarefa de
transformação que a inclusão exige”. As autoras afirmação que a ineficiência para preparar as pessoas com deficiência para a
vida em sociedade originou o dualismo conceitual, em relação à educação da criança com deficiência, entre integração e
inclusão. Para elas,
Tanto a integração como a inclusão propõem a inserção educacional da criança com deficiência, só que a inclusão o faz de
forma mais radical, completa e sistemática. Trata-se de uma concepção político-pedagógica que desloca a centralidade do
processo para a escolarização de todos os alunos nos mesmos espaços educativos. Para uma efetiva implementação do modelo
inclusivo na educação, faz-se necessária uma profunda reorganização escolar, que requer, entre outras medidas, a redução do
número de alunos por turma, nova infraestrutura e a construção de novas dinâmicas educativas. (SAMPAIO, SAMPAIO,
2010, p. 72).
O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONPED) de Minas Gerais elenca as principais
diferenças entre inclusão e integração, dentre os quais destaca-se:

Inclusão X Integração
Inserção total e incondicional (crianças com deficiência não precisam “se preparar” para ir à escola regular) Inserção
parcial e condicional (crianças “se preparam” em escolas ou classes especiais para estar em escolas ou

classes regulares)
Exige transformações profundas Contenta-se com transformações superficiais
Sociedade se adapta para atender às necessidades das pessoas com deficiência e, com isso, se torna mais
atenta às necessidades de TODOS Pessoas com deficiência se adaptam às necessidades dos modelos que já existem na
sociedade, que faz apenas
ajustes
Traz para dentro dos sistemas os grupos de “excluídos” e, paralelamente, transforma esses sistemas para que se tornem de
qualidade para TODOS Insere nos sistemas os grupos de “excluídos que provarem estar aptos” (sob este aspecto, as cotas
podem ser questionadas como promotoras da
inclusão)
O adjetivo inclusivo é usado quando se busca qualidade para TODAS as pessoas com e sem deficiência (escola inclusiva,
trabalho inclusivo, lazer inclusivo etc.) O adjetivo integrador é usado quando se busca qualidade nas estruturas que atendem
apenas as pessoas com deficiência consideradas
aptas (escola integradora, empresa integradora etc.) O adjetivo inclusivo é usado quando se busca qualidade para TODAS
as pessoas com e sem deficiência (escola inclusiva, trabalho inclusivo, lazer inclusivo etc.) O adjetivo integrador é usado
quando se busca qualidade nas estruturas que atendem apenas as pessoas com deficiência consideradas
aptas (escola integradora, empresa integradora etc.)
Não se caracteriza apenas pela presença de pessoas com e sem deficiência em um mesmo ambiente A presença de
pessoas com e sem deficiência no mesmo ambiente tende a
ser suficiente para o uso do adjetivo integrador
A partir da certeza de que TODOS somos diferentes, não existem “os especiais”, “os normais”, “os excepcionais”, o que existe
são pessoas com deficiência. Incentiva pessoas com deficiência a seguir modelos, não valorizando, por exemplo, outras
formas de comunicação como a Libras. Seríamos um bloco majoritário e homogêneo de pessoas
sem deficiência rodeado pelas que apresentam diferenças.
Fonte: Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONPED)
Especificamente sobre a educação de surdos, Lacerda (2006) expõe a inadequação o do sistema de ensino brasileiro. A autora
destaca a existência de experiências de inclusão de crianças surdas em que não ocorre a efetivamente a inclusão devido a
barreiras de acesso a comunicação, falta de colaboração entre alunos surdos e ouvintes, falta de professores especialistas e
tempo para organização de atividade que atendam às necessidades de todos os alunos e da ausência da comunidade surda na
escola, comprometendo o desenvolvimento de da identidade surda. Conceito de política pública A inclusão social e escolar de
pessoas com deficiência demandou ações no âmbito de proteção social e o além de mobilização para o desenvolvimento

de potencialidades e empoderamento desses sujeitos e de suas famílias. Nas últimas décadas, tem crescido o número de
estudos e discussão sobre inclusão, direito, diversidade e acessibilidade que impulsionaram avanços nas políticas públicas
nacional. Oliveira (2010) define políticas públicas a partir da análise dos termos política (livre participação individual nas
decisões da cidade) e pública (significa povo, do povo). Assim, Oliveira (2010) define política pública como “à participação
do povo nas decisões da cidade, do território. ” De acordo com (Souza, 2003, p. 13) esse é um tema discutido e pesquisado
recentemente no Brasil, a autora destaca que existem várias definições para política pública. No entanto adota como definição
“o processo de formulação de política pública é aquele através do qual os governos traduzem seus propósitos em programas e
ações, que produzirão resultados ou as mudanças desejadas no mundo real”, (SOUZA, 2003, p. 13). As políticas públicas
podem ser:

Políticas Públicas Definição Exemplos


Redistributivas Consistem em redistribuição de “renda na forma de recursos e/ou de financiamento de equipamentos e
serviços
públicos. Bolsa-escola, Bolsa universitária, isenção de IPTU e de taxas de energia e/ou água para famílias carentes,
dentre
outros.
Distributivas Ações cotidianas que todo e qualquer governo precisa fazer: oferta de equipamentos e serviços públicos de
acordo com a demanda social ou a
pressão dos grupos de interesse Podas de árvores, os r reparos em uma creche, a implementação de um projeto de educação
ambiental ou a limpeza de um córrego, dentre outros.
Regulatórias Consistem n a elaboração das leis que autorizarão os governos a fazerem ou não determinada política pública
redistributiva ou distributiva. Trata-se de
um campo de ação do poder legislativo. Código d e Trânsito, Lei de eficiência energética, Código florestal, legislação
trabalhista.
Fonte: Fronteiras da Educação: desigualdades, tecnologias e políticas, organizado por Adão F. de Oliveira, Alex Pizzio e
George França, Editora da PUC Goiás, 2010.:
Proposta de obrigatoriedade de Libras como disciplina obrigatória nos níveis iniciais de ensino fundamental
Convergindo para o entendimento de políticas públicas para inclusão, direito e acessibilidade das pessoas com deficiência
estudos sobre políticas de formação de professores, curriculares, qualificação da educação básica e de formação superior tem
subsidiado a luta por uma educação de qualidade para todos. Nesse caminho para a educação de qualidade para todos, o
Relatório sobre a Política Linguística de Educação Bilíngue – Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa do Ministério
da Educação escrito em 2014 estabelece metas para a educação de surdos. Dentre elas

destaca-se a inserção de princípios da Educação Bilíngue de surdos nos Projetos Políticos Pedagógicos da educação básica e a
inserção de disciplina de Libras nas escolas regulares. O documento orienta que, As escolas inclusivas (escolas públicas que
não são escolas bilíngues de surdos) devem inserir no seu Projeto Político Pedagógico o componente curricular de Libras
como segunda língua, a fim de oferecer aos estudantes ouvintes ou surdos imigrantes a oportunidade de adquirir a Libras.
Dessa forma, a diversidade dos estudantes matriculados na escola fica contemplada com a oportunidade de aprender essa
língua. Esse componente curricular deve ser ministrado por professores prioritariamente surdos, necessita de metodologia
apropriada ao ensino de segunda língua, e conteúdos organizados e oferecidos aos estudantes, nos níveis iniciante, básico,
intermediário e avançado de acordo com as etapas e modalidades da educação básica e superior. (MEC/SECAD, 2014) A
inclusão da Libras como disciplina curricular obrigatória desde a educação infantil ampliará as possibilidades de comunicação
e interação entre surdos e ouvintes além de permitir ao surdo conhecimento sistematizado da sua própria língua.
Historicamente, a educação de surdos, tem priorizado a oralização e o ensino da língua portuguesa na modalidade escrita
durante todos os anos do ensino regular. Os surdos, assim como as ouvintes, têm uma língua própria e precisam ter
conhecimento dessa língua. Além da inserção da Libras como disciplina curricular, de acordo com Quadros (1997) as escolas
devem ter profissionais especializados e fluentes na língua de sinais, contratar professores surdos, promover programas de
ensino da língua para alunos, pais e profissionais da escola, promover a capacitação e formação continuada de professores de
línguas e organizar, periodicamente, reuniões para discutir sobre surdez, língua de sinais e questões sobre a comunidade surda.
Fonte:[Link] Acesso em: 23/07/2020

Atividades:
1 – Considerando a leitura do texto e os conceitos apresentados, você considera a integração ou a inclusão como meio
mais efetivo de inserção educacional da criança Com deficiência? Justifique a sua resposta.

2 –“ E, finalmente, nos últimos anos, vivemos um movimento de inclusão e de educação inclusiva. Atualmente, de
acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), os alunos com deficiência terão direito a matricula e frequência,
preferencialmente em classes comuns da escola, em todos os níveis, etapas e modalidades de educação e ensino (BRASIL,
1999)”.

-Diante desta afirmativa, como é visto o comportamento da sociedade em relação a esses direitos?

3- Especificamente sobre a educação de surdos, Lacerda (2006) expõe a inadequação o do sistema de ensino brasileiro.
Comente:

4 - Em relação a Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa do Ministério da Educação escrito em 2014 estabelece metas
para a educação de surdos. Dentre elas destaca-se a inserção de disciplina de Libras nas escolas regulares. Fale sobre o
assunto:
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: DIDÁTICA E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO
INFANTIL
NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista
ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS: Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04

DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


Caro(a) estudante, Anotar é um exercício de seleção
das ideias e de maior
aprendizado, por isso…
A suspensão das aulas em virtude da propagação do
Ao anotar, fazemos um esforço de
COVID-19 foi uma medida de segurança para sua saúde. síntese. Como resultado, duas
Mas, não é motivo para que você deixe de estudar e coisas acontecem. Em primeiro
lugar, quem anota entende mais,
aprender sempre, lembrando que você inicia uma nova pois está sempre fazendo um
esforço de captar o âmago da
etapa da Educação Básica, que é a Educação Profissional. questão. Repetindo, as notas são
Dessa forma, você: nossa tradução do que
entendemos do conteúdo.

21. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos Em segundo lugar, ao anotar,
nossa cabeça vaga menos. A
componentes curriculares. disciplina de selecionar o que será
22. terá acesso aos conceitos básicos da aula. escrito ajuda a manter a atenção
no que está sendo dito ou lido,
23. realizará algumas atividades. com menos divagações ou
preocupações com outros
24. precisará buscar informações em diferentes fontes. problemas. Quando bate o sono
25. deverá organizar o seu tempo e local para estudar. ou o tédio, é a melhor maneira de
retomar a atenção.

Caro(a) estudante, busque anotar


sempre o que compreendeu de
cada assunto estudado.
Não fique limitado aos texto
contidos nas aulas. Pesquise em
outras fontes como: livros,
internet, revista, documentos,
vídeos etc.
SEMANA 1
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Didática e Prática Pedagógica na Educação Infantil
CONTEÚDO: Elaboração de planejamento: plano de ensino, plano de aula (roteiros)
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Reconhecer a importância do planejamento escolar.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Fonte: [Link]
Leia o texto abaixo:
EDUCAÇÃO? EDUCAÇÕES:
“Aprender com o índio. Pergunto coisas ao buriti; e o que ele responde é: a coragem minha. Buriti quer todo o azul, e não se aparta de sua
água — carece de espelho. Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”. João Guimarães Rosa/Grande Sertão:
Veredas

Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida
com ela: para aprender, para ensinar, para aprender e ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a
vida com a educação. Com uma ou com várias: educação? Educações. E já que pelo menos por isso sempre achamos que temos alguma
coisa a dizer sobre a educação que nos invade a vida, por que não começar a pensar sobre ela com o que uns índios uma vez escreveram?
Há muitos anos nos Estados Unidos, Virgínia e Maryland assinaram um tratado de paz com os índios das Seis Nações. Ora, como as
promessas e os símbolos da educação sempre foram muito adequados a momentos solenes como aquele, logo depois os seus governantes
mandaram cartas aos índios para que enviassem alguns de seus jovens às escolas dos brancos. Os

chefes responderam agradecendo e recusando. A carta acabou conhecida porque alguns anos mais tarde Benjamin Franklin adotou o
costume de divulgá-la aqui e ali. Eis o trecho que nos interessa: "...Nós estamos convencidos, portanto, que os senhores desejam o bem
para nós e agradecemos de todo o coração. Mas aqueles que são sábios reconhecem que diferentes nações têm concepções diferentes das
coisas e, sendo assim, os senhores não ficarão ofendidos ao saber que a vossa ideia de educação não é a mesma que a nossa. ...Muitos dos
nossos bravos guerreiros foram formados nas escolas do Norte e aprenderam toda a vossa ciência. Mas, quando eles voltavam para nós,
eles eram maus corredores, ignorantes da vida da floresta e incapazes de suportarem o frio e a fome. Não sabiam como caçar o veado,
matar o inimigo e construir uma cabana, e falavam a nossa língua muito mal. Eles eram, portanto, totalmente inúteis. Não serviam como
guerreiros, como caçadores ou como conselheiros. Ficamos extremamente agradecidos pela vossa oferta e, embora não possamos aceitá-la,
para mostrar a nossa gratidão oferecemos aos nobres senhores de Virgínia que nos enviem alguns dos seus jovens, que lhes ensinaremos
tudo o que sabemos e faremos, deles, homens." De tudo o que se discute hoje sobre a educação, algumas das questões entre as mais
importantes estão escritas nesta carta de índios. Não há uma forma única nem um único modelo de educação; a escola não é o único lugar
onde ela acontece e talvez nem seja o melhor; o ensino escolar não é a sua única prática e o professor profissional não é o seu único
praticante. (BRANDÃO,1985).
Em mundos diversos a educação existe diferente: em pequenas sociedades tribais de povos caçadores, agricultores ou pastores nômades;
em sociedades camponesas, em países desenvolvidos e industrializados; em mundos sociais sem classes, de classes, com este ou aquele
tipo de conflito entre as suas classes; em tipos de sociedades e culturas sem Estado, com um Estado em formação ou com ele consolidado
entre e sobre as pessoas.
Existe a educação de cada categoria de sujeitos de um povo; ela existe em cada povo, ou entre povos que se encontram. Existe entre povos
que submetem e dominam outros povos, usando a educação como um recurso a mais de sua dominância. Da família à comunidade, a
educação existe difusa em todos os mundos sociais, entre as incontáveis práticas dos mistérios do aprender; primeiro, sem classes de
alunos, sem livros e sem professores especialistas; mais adiante com escolas, salas, professores e métodos pedagógicos.
A educação pode existir livre e, entre todos, pode ser uma das maneiras que as pessoas criam para tornar comum, como saber, como ideia,
como crença, aquilo que é comunitário como bem, como trabalho ou como vida. Ela pode existir imposta por um sistema centralizado de
poder, que usa o saber e o controle sobre o saber como armas que reforçam a desigualdade entre os homens, na divisão dos bens, do
trabalho, dos direitos e dos símbolos.
A educação é, como outras, uma fração do modo de vida dos grupos sociais que a criam e recriam, entre tantas outras invenções de sua
cultura, em sua sociedade. Formas de educação que produzem e praticam, para que elas reproduzam, entre todos o s que ensinam-e-
aprendem, o saber que atravessa as palavras da tribo, os códigos sociais de conduta, as regras do trabalho, os segredos da arte ou da
religião, do artesanato ou da tecnologia que qualquer povo precisa para reinventar, todos os dias, a vida do grupo e a de cada um de seus
sujeitos, através de trocas sem fim com a natureza e entre os homens, trocas que existem dentro do mundo social onde a própria educação
habita, e desde onde ajuda a explicar às vezes a ocultar, às vezes a inculcar de geração em geração, a necessidade da existência de sua
ordem.

Por isso mesmo e os índios sabiam a educação do colonizador, que contém o saber de seu modo de vida e ajuda a confirmar a aparente
legalidade de seus atos de domínio, na verdade não serve para ser a educação do colonizado. Não serve e existe contra uma educação que
ele, não obstante dominado, também possui como um dos seus recursos, em seu mundo, dentro de sua cultura.
Assim, quando são necessários guerreiros ou burocratas, a educação é um dos meios de que os homens lançam mão para criar guerreiros ou
burocratas. Ela ajuda a pensar tipos de homens. Mais do que isso, ela ajuda a criá-los, através de passar de uns para os outros o saber que os
constitui e legitima. Mais ainda, a educação participa do processo de produção de crenças e ideias, de qualificações e especialidades que
envolvem as trocas de símbolos, bens e poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades. E esta é a sua força.

Fonte: Referência: Currículo referência de Minas gerais e [Link]


com-o-indio-carlos-rodrigues-brandao

Responda:
1- Por que ninguém escapa da educação?

2- Por que é importe na educação escolar o professor trabalhar o contexto social, as experiências do aluno? Justifique sua resposta

3- De acordo com o texto, qual a importância do professor na construção do Conhecimento do aluno, se a escola não é o único lugar
que se aprende e o professor profissional não é o seu único praticante?

4- Por que é importante na identidade do professor que ele seja sempre um professor pesquisador, um professor reflexivo e um
professor aprendiz?
SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Didática e Prática Pedagógica na Educação Infantil
CONTEÚDO: Elaboração de planejamento: plano de ensino, plano de aula (roteiros)
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver a prática do planejamento escolar
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Fonte: [Link]
%C3%A7%C3%A3o+de+ca sa+para+creche&sxsrf=
Leia atentamente o texto e responda o questionário em seu caderno:

TRANSIÇÃO DE CASA PARA A INSTITUIÇÃO ESCOLAR:


A PRIMEIRA VEZ DA CRIANÇA NO AMBIENTE
ESCOLAR.
O começo da vida escolar das crianças, e de suas famílias, é considerado um período
de extrema adaptação e sensibilidade desses sujeitos e das instituições, que devem planejar
estratégias e ações de acolhimento e bem-estar. A criança, ao ser inserida em uma instituição
escolar pela primeira vez, deve ser compreendida em todas as suas reações e comportamentos
como: tristeza, alegria, isolamento, choro, sorrisos e outros.
Consideramos a adaptação como o processo pelo qual os sujeitos, especialmente as
crianças, passam nos primeiros dias que começam a frequentar o espaço escolar. Adaptação,
na nossa compreensão, não é a apenas o esforço do sujeito de conviver no ambiente escolar,
como o próprio termo sugere, mas a capacidade que a instituição e os profissionais têm de
acolher e também de se adaptar às diferenças, às características e às necessidades das crianças
e famílias, que iniciam um novo momento de suas vidas.
Para a criança esse será um momento de inserção em um espaço de socialização
diferente do principal espaço que estava acostumada a viver e conviver: a sua casa. Se antes, o
bebê ou a criança vivia no ambiente de casa, em que já conhecia os espaços, objetos e
pessoas, ao frequentar pela primeira vez a creche ou
escola, a criança terá de conviver com outras crianças e adultos pouco familiares, em um
espaço físico com rotinas distintas das que tinham.
Tantas novidades podem causar sentimentos de curiosidade, ansiedade, desconforto,
medo. Assim, cabe aos profissionais da instituição, em especial os professores dessas crianças
novas na vida escolar, organizar experiências que envolvam a família e as crianças, dando-
lhes segurança em permanecer no ambiente escolar, conhecendo aos poucos o trabalho
realizado.
A parceria com as famílias durante toda a educação infantil, e em especial nesse
primeiro momento da vida escolar, é preciosa, pois quando a instituição possibilita que as
crianças passem por esse período tão delicado e importante na
―companhia de um familiar ou de uma pessoa conhecida e querida‖ (ROSSETTI-
FERREIRA; VITORIA; GOULARDINS, 2011, p. 51) pode se tornar mais atraente e
animadora para todas as crianças, em especial para as que têm entre um e três anos de idade,
assim como para as que apresentam maior dificuldade de inserir-se nesse contexto novo de
vida coletiva.
Cabe lembrar aos profissionais responsáveis pelas ações de cuidar e educar que as
formas de receber as crianças e suas famílias devem ser planejadas com antecedência à
chegada delas, e que a escuta e o olhar atento às necessidades e interesses desses sujeitos após
sua chegada à instituição é o melhor caminho para esse período de inserção na educação
infantil.
Os saberes docentes e a prática pedagógica estão intrinsecamente relacionados, uma vez que é
no exercício da prática docente, uma atividade especializada, que eles são mobilizados,
construídos e reconstruídos pelo professor a partir de uma ação dinâmica, ao ensinar. Durante
a ação docente, os professores mobilizam seus saberes teóricos ou práticos.

TRANSIÇÃO DE UMA TURMA PARA OUTRA: TUDO


NOVO DE NOVO PARA TODOS!
Mesmo a criança já sendo inserida no contexto da educação infantil, todos os anos
acontecem mudanças significativas: nova sala de atividades, nova professora, novos colegas e
às vezes até nova instituição. O início do ano letivo é considerado nessa etapa um período de
ações de acolhimento dos profissionais que atuam com as crianças e de adaptação das
crianças e de suas famílias na nova turma. Essa adaptação se dá de forma mais lenta ou rápida
de acordo com cada criança e família, mas também a partir de como as instituições e seus
professores organizam as atividades, os espaços, os materiais e as interações para esse
período. Lembramos, ainda, que esse é um momento de adaptação também para os
professores, que recebem novas crianças, novas famílias e novas histórias de vida desses
sujeitos. Sendo assim, esses três protagonistas, criança-família-professor, no início das
atividades escolares passam por um processo delicado de integração. Porém, desses três
atores, o único que tem que ter intencionalidade pedagógica é o professor que, em parceria
com seus outros colegas professores e com a gestão escolar, devem possibilitar: flexibilidade
na rotina das crianças, que envolvem sono, alimentação; presença das famílias durante os
primeiros dias, de acordo com a necessidade das crianças, que transmite segurança e as ajuda
a explorar e conhecer a nova turma/o novo ambiente. (ROSSETTIFERREIRA; VITORIA;
GOULARDINS, 2011, p. 51)
Disponível em:
Fonte:https:Orientacoes%20para%20o%20Processo%20de%20Transicao%20da%2 0Crianca%20 da
%20Educacao%20Infantil%20para%20o%20Ensino%20Fundamental>
Fonte: Referência: Currículo referência de Minas gerais

QUESTIONÁRIO
1 – Explique o que é a Adaptação:

2 - Tantas novidades podem causar sentimentos de curiosidade, ansiedade, desconforto, medo, o que os
profissionais devem fazer diante disto?

3 – Explique como se dá a adaptação das crianças e família:

4 – O que os professores juntamente com a gestão escolar devem possibilitar aos alunos?
SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Didática e Prática Pedagógica na Educação Infantil
CONTEÚDO: Pedagogia de Projetos
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Elaborar um projeto de trabalho para a educação infantil
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
.

Fonte:[Link]
/12/professora-confortando-aluno-que-chora-na-sala-de-aula-foto-
[Link] TRANSIÇÃO
DA CRECHE PARA A PRÉ-ESCOLA:
Outro momento de transição para as crianças e suas famílias, que deve ser considerado
no currículo da instituição que atende a educação infantil, é quando a criança se despede da
creche para entrar nas turmas de pré-escola. Apesar de todas essas turmas fazerem parte da
mesma etapa, muitas vezes existe uma mudança de rotina, pois antes a criança que estava na
creche passava a maior parte de seu dia nesse contexto, cerca de dez horas. Além disso, a
criança em idade de creche (0 a 3 anos) apresenta maior dependência em relação à família,
pela própria fase do desenvolvimento e sua vulnerabilidade, sendo necessária presença maior
desta na instituição.
Ao entrar nas turmas de Educação Infantil IV, início da chamada pré-escola, em nosso
município, um grande grupo de crianças passa a frequentar o espaço da escola, o que requer
nova adaptação ao espaço físico, às rotinas, às pessoas, às interações delas e de suas famílias.
Assim, é preciso que o professor do último ano da criança na creche (Infantil III), juntamente
com os outros profissionais que atuam diretamente com a criança, escutem as expectativas e
curiosidades das crianças sobre o novo ambiente, e, se possível, possibilitem a elas
conhecerem o espaço e as pessoas que irão fazer parte da rotina delas no ano seguinte. Ao
professor que irá receber as crianças oriundas das turmas de creche, também cabe a escuta
atenta, o olhar respeitoso às manifestações corporais e orais das crianças, assim como
compreender que ―vir a frequentar um novo ambiente, provoca entusiasmo pela novidade,
como também certa preocupação, ansiedade ou medo.‖ (SILVA, 2011, p. 62). Respeitar a
história anterior da criança na instituição que estava vivendo cotidianamente com seus
colegas, escutar o que gostava de fazer, preocupar-se com os questionamentos das famílias
sobre as diferenças do espaço e da rotina, dar continuidade a experiências ricas que
possibilitem sempre as interações e as brincadeiras, conhecer as necessidades, interesses e
especificidades das crianças de quatro e cinco anos e, principalmente, realizar ações
pedagógicas que proporcionem o bem-estar das crianças, são reflexões válidas para essa
―delicadíssima tarefa‖ (BONDIOLI e MANTOVAN.

EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO


FUNDAMENTAL: APROXIMAÇÕES NECESSÁRIAS
O reconhecimento da importância de articulação curricular entre educação infantil e
ensino fundamental é consenso entre educadores e não se constitui tema novo do campo
educacional, embora a legislação educacional que trata desse assunto seja inaugural com o
estabelecimento das Diretrizes Curriculares Nacionais.
Vale ressaltar que as reflexões e as discussões traçadas sobre ―O quê e para quê
articular?‖ ganharam destaque a partir das mudanças de reestruturação da educação básica no
cenário nacional, tais como: a ampliação do ensino fundamental para 9 anos com o ingresso
obrigatório da criança aos 6 anos – que antes era atendida na educação infantil; a
obrigatoriedade da educação pré-escolar a partir dos 4 anos. Essas mudanças nos sistemas de
educação têm implicação não só administrativa, mas pedagógica, na explicitação do respeito à
infância no ingresso da criança no ensino fundamental.
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental (Resolução 07/2010,
CNE/CEB), torna imperativa a articulação de todas as etapas da educação, tendo em vista
assegurar às crianças um percurso contínuo de aprendizagens. Dentre as medidas para
articular a educação infantil com as séries iniciais do ensino fundamental, estão: a
recuperação do caráter lúdico da ação pedagógica nos anos iniciais do ensino fundamental e o
reconhecimento das aprendizagens conquistadas pela criança antes de ingressarem no ensino
fundamental (Art. 29).
Concomitante com os aspectos que integram a educação infantil ao ensino
fundamental, neste mesmo documento há o estabelecimento das prioridades de aprendizagens
curriculares nos três primeiros anos do ensino fundamental, dentre elas a alfabetização das
crianças. O entendimento do que é específico e comum às etapas marca a identidade de cada
uma.
A identidade da educação infantil é definida pela integralidade do desenvolvimento da
criança, pelas interações e brincadeiras - eixos norteadores da prática pedagógica e
propulsoras do desenvolvimento infantil -, pelas múltiplas linguagens da criança, pelas
indissociabilidade do educar e cuidar, pelas práticas de letramento – uso social do código
escrito, entre outras. Nesse sentido, buscamos práticas que respeitem os direitos de
aprendizagem das crianças, sem antecipação de expectativas de aprendizagem, de conteúdos e
práticas específicos do ensino fundamental, pois, como já sabemos, se a educação infantil
garantir as aprendizagens necessárias nesta fase e no ensino fundamental elas forem
consideradas enquanto conhecimentos construídos, as crianças terão muito mais chances de
encontrar sentido em sua trajetória escolar.
Com a mesma perspectiva de articulação, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a
Educação Básica (Resolução 04/2010, CNE/CEB - Art. 6º) consideram as dimensões da
prática pedagógica da educação infantil ―educar e cuidar‖ em sua inseparabilidade, como
extensivas a todo o ensino fundamental e médio, ou seja, representam a continuidade dessas
dimensões ao longo da trajetória escolar das crianças como elementos de uma educação
humanizada.
Fonte:https: orientacoes%20para%20o%20Processo%20de%20Transicao%20da%20Crianca
%2 0da %20Educacao%20Infantil%20para%20o%20Ensino%20Fundamental>

QUESTIONÁRIO
1 – Como se dá a transição da criança da creche para a pré escola?
2 - O que é preciso que o professor do último ano da criança na creche (Infantil III),juntamente com os outros
profissionais que atuam diretamente com a criança devem fazer?

3- Cite algumas medidas para articular a educação infantil com as séries iniciais do ensino fundamental.

4 – A identidade da educação infantil é definida como?


SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Didática e Prática Pedagógica na Educação Infantil
CONTEÚDO: Pedagogia de Projetos
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Construir atividades práticas do projeto de trabalho da educação infantil.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Fonte: [Link]
%C3%A7%C3%A 3o+infantil
5 IDEIAS PARA FALAR DE CULTURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Conhecer outras culturas e costumes não é exclusividade do Dia do Índio e


outras datas assinaladas no calendário acadêmico. Crianças são naturalmente
curiosas – e, como um bônus, possuem uma capacidade de memorização
impressionante, resultado de um desenvolvimento cerebral acelerado nessa faixa
etária. Projetos que lhes introduzam novas lendas, músicas ou mesmo comidas
prometem ser não só educativos, como também fascinantes.
Mas por que desperdiçar tempo e enrgia ensinando o que parece ser
geografia a turmas de Educação Infantil? Elas não são muito novas para esse
conteúdo? Não, se as aulas forem adaptadas com o intuito de formar, ao invés de
avaliar.
A ênfase está em apresentar o diferente e levantar discussões. No Brasil, uma
lei federal garante que as culturas indígenas e afro-brasileiras sejam ensinadas –
porém, curiosidades vindas do outro lado do globo também são bem-vindas.
Contato com tradições tem lá suas vantagens: primeiro, o desenvolvimento de
identidade e pertencimento. Uma criança que conhece sua cultura cria um senso
mais aguçado de sua própria história – o que outras pessoas fizeram antes dela
influencia o que ela faz hoje.
Há uma série de hábitos que herdamos de diferentes ancestrais: índios,
portugueses e africanos para dizer o mínimo, mas a lista se expande dependendo da
região do país.
Quais partes da rotina dela se atribuem a cada um desses grupos?
Além disso, elas tendem a se tornar pessoas mais tolerantes e livres de
preconceito – aqui, eu faço desse jeito, mas lá é diferente. Isso vale para tudo,
desde vestimentas até comportamento ou religião. A lição é valiosa inclusive no
combate à homofobia ou racismo, uma vez que a turma aprende desde cedo que
não deve rejeitar imediatamente o que não lhe é familiar.
E finalmente, o próprio aprendizado será útil nos anos escolares seguintes.
Não que se deva nutrir expectativas de ver alunos de 5 anos recitando países e suas
respectivas capitais. Entretanto, eles são perfeitamente capazes de identificar alguns
locais no mapa ou de lembrar das cores de suas bandeiras preferidas. Acima de
tudo, o caminho é aberto para que eles possam seguir seus interesses – e, com
certeza, eles terão dezenas de perguntas ao fim de um desses projetos.

Lendas
Livros de histórias fantásticas são garantia de envolvimento. Escolha contos
de diversas partes do mundo, se possível com a mesma temática, para exibir como
cada indivíduo pode ver a mesma situação através de uma perspectiva única. Como
cada cultura explica a chuva ou as trovoadas?
Os mitos também revelam bastante sobre a realidade de quem os inventou.
As crianças podem observar quais animais aparecem na narrativa (por que temos
bichos estranhos em uma história japonesa, e não iguais aos que vemos no Brasil?),
quais problemas os personagens enfrentam, como a família e os amigos se
relacionam – são todas pistas sobre a sociedade da qual fazem parte.
Essa é a deixa para que a classe dê opiniões e sugestões para resolver os
desafios apresentados, divida explicações e debata sobre o que ouviram. Crianças
menores não relutam ao se deparar com soluções surreais, embora, a partir dos 5
anos, seja comum que elas reclamem ao se sentirem ―enganadas‖ com desfechos
impossíveis. Use isso como oportunidade para conversar sobre como as crenças
eram usadas para explicar o que as pessoas ainda não entendiam, mas que
permanecem como parte da história de um povo (mesmo que, agora, já saibamos
que o trovão não vem da martelada de um deus furioso).
Para trazer o tema para a sala de aula, o livro “Na Terra do Nunca-Jamais” é
uma boa pedida. O livro traz 60 contos folclóricos de várias partes do globo, com
ilustrações belíssimas para acompanhar.

Festivais
Não se prenda a hábitos antigos: festivais famosos, que ocorrem até hoje, são
ótimos para despertar o interesse das crianças. Vídeos (que você pode procurar e
baixar inclusive no YouTube) trazem essas celebrações para ainda mais perto delas.
Será que sua turma de Educação Infantil já imaginou uma festa de ano novo no meio
do ano, como acontece na China e grande parte da Ásia? E comemorações em que
amigos se encontram para jogar tinta colorida uns nos outros, como o Holi, comum
na Índia? Que tal ver todos na rua em uma enorme guerra de tomates, de acordo
com a Tomatina, festival espanhol?
São inúmeras possibilidades que abrirão espaço para que as crianças contem
sobre as festas das quais participam, o que celebram e porque.
Dependendo do tamanho da bagunça do festival escolhido, a classe pode até
mesmo se preparar para encenar alguma das comemorações na escola – com
direito a roupas típicas e todos os aparatos que puderem improvisar.

Música e Dança
A música é um traço forte da cultura de qualquer país, e capaz de comunicar
sentimentos até para quem não compreende uma palavra da letra. As crianças
entenderão se tratar de uma história feliz ou triste, de celebração ou perda, apenas
pela melodia, o ritmo ou a coreografia.
Permita que elas copiem os passos e tentem cantar junto – e, de preferência,
encontre traduções caso opte por canções em outras línguas, para contar a elas do
que diz respeito.

Culinária
Não se conhece o brigadeiro nem a paçoca fora do Brasil. De onde vieram
esses alimentos?Quais comidas frequentes em nosso prato são, na verdade, de
outros países? E quais petiscos curiosos são servidos em outros lugares, mas as
crianças brasileiras desconhecem?
Apenas uma das questões acima já é suficiente para desencadear um projeto
culinário inesquecível. Há diversos pratos estrangeiros fáceis de serem preparados
sem necessidade de muitos eletrodomésticos: o pão sírio, a pizza, o bolinho de arroz
japonês, fritada ou salada de frutas. Opções de regiões brasileiras (do chimarrão à
tapioca, passando pelo pão de queijo e o pinhão) também são válidas!

Brincadeiras
Crianças do mundo inteiro brincam. Que tal resgatar algumas dessas
brincadeiras e trazê-las para a sala de aula? A revista Nova Escola lançou este ano
uma série chamada Brincadeiras Regionais, em que você pode se inspirar para
começar um projeto lúdico entre as crianças. Retomar brincadeiras antigas,
conhecidas por seus pais e avós, é outra maneira de fortalecer a cultura e
identidade, além de propor um diálogo valioso dentro de casa

Fonte: Disponível em:


[Link]

Responda:
1 – Por que o contato com tradições é vantajoso?

2 – Como trabalhar com lendas e festivais na Educação Infantil?

3 – Como trabalhar com música, dança e culinária na Educação Infantil?

4 – Porque retomar brincadeiras antigas, conhecidas por seus pais e avós é importante?
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: APRENDIZAGEM INFANTIL A PARTIR DE
EXPERIÊNCIAS
NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista
ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS:Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04

DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


Caro(a) estudante, Anotar é um exercício de seleção
das ideias e de maior
aprendizado, por isso…
A suspensão das aulas em virtude da propagação do (13) Determine a quantidade de
páginas para ler por dia.
COVID-19 foi uma medida de segurança para sua saúde.
(14) Escolha um lugar tranquilo e
Mas, não é motivo para que você deixe de estudar e aconchegante para estudar.
(15) Faça todas as anotações no
aprender sempre, lembrando que você inicia uma nova seu caderno de atividades.
etapa da Educação Básica, que é a Educação Profissional. Quem anota entende mais,
pois está sempre fazendo um
Dessa forma, você: esforço de captar o âmago da
questão. Repetindo, as notas
são nossa tradução do que
26. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos entendemos do conteúdo.
(16) Se preferir cole as folhas do
componentes curriculares. PET em seu caderno de
27. terá acesso aos conceitos básicos da aula. atividades.

28. realizará algumas atividades. Bons estudos!!

29. precisará buscar informações em diferentes fontes.


30. deverá organizar o seu tempo e local para estudar.
SEMANA 1
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Aprendizagem Infantil a patir de experiências
CONTEÚDO: Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver e contribuir para o cumprimento da BNCC.
Analisar e refletir sobre os campos de experiências.
Desenvolver habilidades para produção de atividades.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Leia os dois textos abaixo:

Texto 1:

“CAMPO DE EXPERIÊNCIA: ESPAÇO, TEMPO, QUANTIDADES, RELAÇÕES E


TRANSFORMAÇÕES
As crianças vivem inseridas em espaços e tempos de diferentes dimensões, em um mundo
constituído de fenômenos naturais e socioculturais. Desde muito pequenas, elas procuram se
situar em diversos espaços (rua, bairro, cidade etc.) e tempos (dia e noite; hoje, ontem e
amanhã etc.). Demonstram também curiosidade sobre o mundo físico (seu próprio corpo, os
fenômenos atmosféricos, os animais, as plantas, as transformações da natureza, os diferentes
tipos de materiais e as possibilidades de sua manipulação etc.) e o mundo sociocultural (as
relações de parentesco e sociais entre as pessoas que conhece; como vivem e em que
trabalham essas pessoas; quais suas tradições e seus costumes; a diversidade entre elas etc.).
Além disso, nessas experiências e em muitas outras, as crianças também se deparam,
frequentemente, com conhecimentos matemáticos (contagem, ordenação, relações entre
quantidades, dimensões, medidas, comparação de pesos e de comprimentos, avaliação de
distâncias, reconhecimento de formas geométricas, conhecimento e reconhecimento de
numerais cardinais e ordinais etc.) que igualmente aguçam a curiosidade. Portanto, a Educação
Infantil precisa promover experiências nas quais as crianças possam fazer observações,
manipular objetos, investigar e explorar seu entorno, levantar hipóteses e consultar fontes de
informação para buscar respostas às suas curiosidades e indagações. Assim, a instituição
escolar está criando oportunidades para que as crianças ampliem seus conhecimentos do
mundo físico e sociocultural e possam utilizá-los em seu cotidiano”.

Trecho extraído do documento Base Nacional Comum Curricular

Texto 2:

“O quinto Campo de Experiência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe que
os educadores estimulem nas crianças a exploração, a observação do meio e dos objetos. “É
uma iniciação ao conhecimento matemático, ao espírito científico, à atitude de descoberta e
aprendizagem permanente”, analisa a consultora e doutora em Educação pela PUC-Rio
Andrea Ramal.

É também este campo que sugere que os pequenos devem ter os primeiros contatos com os
fenômenos socioculturais presentes no cotidiano das crianças. “Nesse campo as crianças
serão inseridas em espaços e tempos de diferentes dimensões de fenômenos naturais e
socioculturais, ou seja, os educadores devem promover experiências em que as crianças
possam manipular, conhecer, observar, investigar e explorar os conhecimentos do mundo
físico e sociocultural”, explica a autora e coordenadora pedagógica Aline Castro. Isso
significa que bebês e crianças comecem a ter conhecimento sobre relações humanas, família,
parentesco, costumes, diversidade”

Texto retirado do site: [Link]

1) O que a Educação Infantil precisa promover?

2) O que o campo de experiência da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) propõe?

3) No quinto Campo de Experiência da da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) onde as crianças
estão inseridas?
SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Aprendizagem Infantil a patir de experiências
CONTEÚDO: Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver e contribuir para o cumprimento da BNCC.
Analisar e refletir sobre os campos de experiências.
Desenvolver habilidades para produção de atividades.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

De acordo com os textos 1 e 2 apresentados na semana [Link]:

1) O que a Instituição Escolar vem criando?

2) No quinto Campo de Experiência da da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) onde as crianças estão inseridas ?

____________________________________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________________________________
_
SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Aprendizagem Infantil a patir de experiências
CONTEÚDO: Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver e contribuir para o cumprimento da BNCC.
Analisar e refletir sobre os campos de experiências.
Desenvolver habilidades para produção de atividades.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

1 -Elabore uma atividade que pode ser trabalhada na Educação Infantil, que contemple o
campo de experiência “espaço, tempo, quantidades, relações e transformações”, escolha uma
faixa etária de sua preferência.
.

SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Aprendizagem Infantil a patir de experiências
CONTEÚDO: Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver e contribuir para o cumprimento da BNCC.
Analisar e refletir sobre os campos de experiências.
Desenvolver habilidades para produção de atividades.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016

O quinto Campo de Experiência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe que os educadores
estimulem nas crianças a exploração, a observação do meio e dos objetos. “É uma iniciação ao conhecimento
matemático, ao espírito científico, à atitude de descoberta e aprendizagem permanente”, analisa a consultora e
doutora em Educação pela PUC-Rio Andrea Ramal.

É também este campo que sugere que os pequenos devem ter os primeiros contatos com os fenômenos
socioculturais presentes no cotidiano das crianças. “Nesse campo as crianças serão inseridas em espaços e
tempos de diferentes dimensões de fenômenos naturais e socioculturais, ou seja, os educadores devem promover
experiências em que as crianças possam manipular, conhecer, observar, investigar e explorar os conhecimentos
do mundo físico e sociocultural”, explica a autora e coordenadora pedagógica Aline Castro. Isso significa que
bebês e crianças comecem a ter conhecimento sobre relações humanas, família, parentesco, costumes,
diversidade.

1 -Dê sua opinião sobre este campo de experiência “espaço, tempo, quantidades, relações e
transformações”.
2) O que os educadores devem promover?

.
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: ARTE-EDUCAÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA

NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista


ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS: Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04

DICA PARA O ALUNO QUER SABER MAIS?


Caro(a) estudante, Anotar é um exercício de seleção
das ideias e de maior
aprendizado, por isso…
A suspensão das aulas em virtude da propagação do (17) Determine a quantidade de
páginas para ler por dia.
COVID-19 foi uma medida de segurança para sua saúde.
(18) Escolha um lugar tranquilo e
Mas, não é motivo para que você deixe de estudar e aconchegante para estudar.
(19) Faça todas as anotações no
aprender sempre, lembrando que você inicia uma nova seu caderno de atividades.
etapa da Educação Básica, que é a Educação Profissional. Quem anota entende mais,
pois está sempre fazendo um
Dessa forma, você: esforço de captar o âmago da
questão. Repetindo, as notas
são nossa tradução do que
31. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos entendemos do conteúdo.
(20) Se preferir cole as folhas do
componentes curriculares.
PET em seu caderno de
32. terá acesso aos conceitos básicos da aula. atividades.

33. realizará algumas atividades. Bons estudos!!


34. precisará buscar informações em diferentes fontes.
35. deverá organizar o seu tempo e local para estudar.
SEMANA 1
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Arte-Educação na primeira infância
CONTEÚDO: Expressão Musical
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver o processo de a musicalização das crianças de zero a cinco ano.
Identificar o papel da música no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Arte na primeira infância
INTERDISCIPLINARIDADE: Educação Infantil, Musicalização, Expressão Musical
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Música para quê?


Realizar esse tipo de trabalho ajuda a melhorar a sensibilidade das crianças, a capacidade de
concentração e a memória, trazendo benefícios ao processo de alfabetização e ao raciocínio
matemático. "A música estimula áreas do cérebro não desenvolvidas por outras linguagens, como a
escrita e a oral. É como se tornássemos o nosso 'hardware' mais poderoso", explica a pedagoga
Maria Lúcia Cruz Suzigan, especialista no ensino de música para crianças. Essas áreas se interligam
e se influenciam. Sem música, a chance é desperdiçada. Segundo Maria Lúcia, quanto mais cedo a
escola começar o trabalho, melhor. "Essa linguagem, embora antes fosse mais comum, faz parte de
cultura das crianças por causa das canções de ninar e das brincadeiras. O pouco que ainda resta abre
um oportuno espaço para o trabalho na escola.”

1) Porque trabalhar música na educação Infantil?

2) Dê exemplo de músicas que podem ser trabalhadas na Educação Infantil?


SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Arte-Educação na primeira infância
CONTEÚDO: Expressão Musical
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver o processo de a musicalização das crianças de zero a cinco ano.
Identificar o papel da música no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Arte na primeira infância
INTERDISCIPLINARIDADE: Educação Infantil, Musicalização, Expressão Musical
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

“A musicalização para crianças favorece o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade, do senso


rítmico, do prazer de ouvir música, da imaginação, memória, concentração, atenção, do respeito ao
próximo, também contribuindo para uma efetiva consciência corporal e de movimentação”, comenta o
professor de Música.

1) Qual objetivo primordial do ensino da música na Educação Infantil?

2)Como o educador infantil deve ver o papel da música?

SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Arte-Educação na primeira infância
CONTEÚDO: Expressão Musical
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver o processo de a musicalização das crianças de zero a cinco ano.
Identificar o papel da música no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Arte na primeira infância
INTERDISCIPLINARIDADE: Educação Infantil, Musicalização, Expressão Musical
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Qual o objetivo de trabalhar cantigas de roda na educação infantil?


As cantigas fazem parte da rotina da Educação Infantil. A partir delas é possível brincar,
desenvolver a audição, ritmo, movimentos, equilíbrio, linguagem oral e memória.....“Assim como
as histórias, as cantigas são um convite para adentrar o universo da imaginação.

Exemplifique 5 cantigas de rodas que podem ser trabalhadas na educação infantil?


SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Arte-Educação na primeira infância
CONTEÚDO: Expressão Musical
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver o processo de a musicalização das crianças de zero a cinco ano.
Identificar o papel da música no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Arte na primeira infância
INTERDISCIPLINARIDADE: Educação Infantil, Musicalização, Expressão Musical
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES

Qual a sua opinião sobre o trabalho com música na Educação Infantil?

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