Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil
Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil
3º Módulo
E. E. Do Bairro Boa Vista
VOLUME 4
1
ÍNDICE
Literatura Infantil
Semana 1..................................................................................................................................13
Literatura infantil: breve histórico/ Literatura Infantil no contexto escolar/ Literatura e
interdisciplinaridade
Semana 2..................................................................................................................................14
Origem da Literatura Afro-brasileira
Semana 3..................................................................................................................................14
Literatura infantil: breve histórico/ Literatura Infantil no contexto escolar/ Literatura e
interdisciplinaridade/ Literatura infantil afro-brasileira
Semana 4..................................................................................................................................16
Papel do professor como mediador
Além disso, propõe o compartilhamento das decisões entre crianças, gestores, educadores,
funcionários e pais, inserindo toda a comunidade escolar no processo de decisão. Trata-se de
uma escola que, sem dúvida, vem propondo a construção de uma educação para todos e
sempre em busca de melhoria na qualidade do ensino.
Atividades:
Portanto, o adulto é observador e não deve interferir, a menos que haja a manifestação da
criança com pedido de ajuda ou orientação ou, ainda, quando a criança encontra obstáculos,
mantendo o cuidado em não mudar a ordem e os comandos estabelecidos na
brincadeira/coleta/coleções/construções.
QUESTÕES: 1,2:
Por que o brincar é importante para o desenvolvimento infantil?
BAMBOLÊ
Em um espaço amplo, distribuir bambolês às crianças para que possam experimentar
diferentes maneiras de girá-los pelo corpo sem derrubá-los.
EMPINAR PIPAS
Este é um brinquedo originário da China, confeccionado com papel de seda colorido. As
crianças poderão confeccionar suas pipas na escola ou trazê-las já prontas.
Empiná-las em um ambiente amplo e sem fios de alta tensão ou árvores por perto, realizando
movimentos de puxar ou soltar a linha, conforme a intensidade do vento.
CINCO MARIAS
O jogador terá cinco saquinhos pequenos feitos de pano e cheios de areia. Ele deverá pegar
quatro saquinhos e jogá-los no chão ficando com apenas um na mão. Este que estará em sua
mão, deverá ser jogado para cima e, enquanto estiver no ar, deverá pegar rapidamente um
daqueles que está no chão. Na próxima jogada, a criança deverá jogar um saquinho para cima
e tentar pegar dois do chão de uma só vez, continua assim até o último saquinho.
ROUBA MALHA
A professora divide os alunos em grupos e marca na mão de cada criança do grupo uma cor.
Após isso, divide os alunos em duas equipes que estarão posicionadas uma de cada lado. Entre
as duas equipes estará, no chão, um paninho (a malha). Ao ouvirem o comando do professor,
que falará o nome de uma cor, as crianças que estiver com a cor falada pelo professor marcada
em suas mãos correm para tentar “roubar” a malha. Ganha a equipe que pegar mais vezes a
malha do chão.
GATO E RATO
Forma-se um círculo no qual todos ficam em pé, com as pernas abertas. Uma criança ficará do
lado de fora e será o gato, outra ficará dentro da roda e será o rato. O gato tenta entrar na roda
e as crianças vão fechando as pernas para impedi-lo de entrar. Quando ela conseguir entrar, o
rato foge. Os dois devem ficar passando por entre as pernas dos colegas. Quando o rato for
pego, os dois devem ser substituídos.
DANÇA DO JORNAL
Dois pra lá, dois pra cá… A meninada dança cuidando para não rasgar o jornal
MATERIAL Jornal, aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas de diferentes ritmos.
ORGANIZAÇÃO Em duplas.
COMO BRINCAR Afaste as cadeiras e mesas e distribua as folhas de jornal pelo chão. Cada
dupla fica em cima de uma folha. Coloque a música e as crianças começam a dançar. Não vale
sair de cima do papel nem rasgá-lo. Se isso acontecer, o par sai da brincadeira. Vence quem
cumprir o objetivo. Se algumas crianças não toparem dançar por timidez, convide-as para
serem juízes com você e observar se os colegas não infringem as regras. Uma maneira de
incrementar a atividade é variar os ritmos musicais tocando músicas mais lentas e outras mais
agitadas.
Atividade: Criar uma Brincadeira; ou acrescentar algo mais em alguma das brincadeiras
acima?
SEMANA 4
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Jogos, brinquedos e brincadeiras na primeira infância
CONTEÚDO: Construção de recursos pedagógicos para as atividades recreativas, lúdicas e
psicomotoras, projeto e festa junina.
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
O papel das brincadeiras no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): “O brincar na educação infantil –
Aprendizagem e desenvolvimento”.
INTERDISCIPLINARIDADE: Aprendizagem Infantil a partir de experiências
MATERIAL DE APOIO:
Metodologia jogos e brincadeiras na educação infantilobjetivo geral de jogos e brincadeiras na
educação infantila importância do brincar na educação infantil - pdf
ATIVIDADES
* Além de outros afazeres ele também cuida das plantações... Vamos fazer horta - plantar alface
- usando material reciclável!
ATIVIDADE
Faça um desenho bem criativo mostrando as crianças a importância do homem do campo.
REFERÊNCIAS:
[Link] infantil/?
gclid=Cj0KCQjwzZj2BRDVARIsABs3l9L0vd-IST_ZORve27QNS0
[Link]
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: LITERATURA INFANTIL
1. O que é literatura?
2. Defina literatura infantil:
3. Qual a importância de trazer a literatura infantil para a sala de aula?
4. O que o hábito de leitura na infância pode despertar na criança?
5. Cite alguns escritores brasileiros de obras infantis.
“Trabalhar nas mais diferentes áreas do conhecimento para distinguir os pontos que os unem e
que os diferenciam cada disciplina e desse modo se detectar onde se poderá estabelecer as
conexões possíveis e reunir novas produções dos conhecimentos, pesquisas, possibilidades de
trocas de experiências e interação entre as diferentes áreas do saber”. Essa a firmação se refere
ao conceito de:
a) Interdisciplinaridade;
b) Disciplina;
c) Literatura;
d) Nenhuma das alternativas.
SEMANA 2
EIXO: FUNDAMENTOS
EEIXIXO:O: DA EDUCAÇÃO INFANTIL
FFUNUNDADAMMEENTNTOSOS
DADA EEDUDUCACAÇÇÃÃOO
DISCIPLINA: Literatura Infantil
DIDISSCCIPIPLLIINNAA::
CONTEÚDO: Origem da Literatura
LLiiteterraatuturraa
CONTCONTEEÚDÚDO:O: Afro-brasileira
OrOriiggeemm ddaa
LLiitteerraatuturraa
HABILIDADE(S) EAAfrfroo--bbrraassilileeiirraa
COMPETÊNCIA(S):
HAHABBIILLIIDDAADEDE((SS)) EE COCOMMPPEETTÊÊNCNCIAIA((SS))::
Valorizar e reconhecer a literatura afro-brasileira e seus autores. Reconhecer
VVaalloorriizazarr ee rreecoconnhheececerr aa lilitteerraatuturraa a importância da
aaffrroo--bbrraassilileeiirraa
literatura
ee afro-brasileira
seseuuss aauutotorrees.s. RecoReconnhheececerr aa iimmppoorrtâtânnciciaa ddaa
liliteterraatuturraa aafrfroo--bbrraasilsileeiriraa
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S):
DIDISSCCIPIPLLIINNAA((SS)) RERELLAACCIIONONAADDAA((SS))::
Literatura infantil: breve histórico
LLiiteterraatuturraa iinnfafannttiil:l: bbrreevvee hhiistóstórriiccoo
Literatura Infantil noIInnffaannttilil
LLiiteterraatuturraa contexto escolar nnooLiteratura e interdisciplinaridade
coconntetexxtoto
Práticas pedagógicas
eescoscollaarr da literatura ee
LLiteiterraattuurraa infantil e Biblioteca escolar
O professor como mediador da leitura e Atividades permanentes de leitura na 1ª infância
iinnteterrddiiscsciplinaiplinarriiddaaddee PPrráátiticacass
INTERDISCIPLINARIDADE:
ppeeddaaggóóggiicacass ddaaArtes: elaboração deiinnffaannttilil
lliteiterraattuurraa
IINTNTEERDRDIISSCCIPIPLLIINNAARRIIDDADADEE:: peças teatrais,
ee figurino
AArrtetes:s: e cenários; Português
eellaabboorraaççããoo
e literatura: incentivo à leitura e escrita.
ddee ppeeçaçass tteeaatrtraaiis,s, ffiigguurrinoino ee cecennáárriioos;s; PPoorrtutugguuêêss ee
MMAATTEERIARIALL
MATERIAL DE APOIO:DEDE AAPPOOIIO:O:
DOCUDOCUMMEENTNTOO
DOCUMENTO ORIENTADORORIEORIENTNTAADORDOR DODO
DO CURSO NORMAL EM NÍVEL CURCURSSOO
MÉDIO PROFESSOR DE
NNORMORMAALL EEMM NÍVNÍVEELL MMÉÉDIODIO PPROFROFEESSSSOROR
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016 DEDE
EEDUDUCACAÇÃÇÃOO INFINFAANTNTILIL,, BBEELLOO HORIZHORIZONTONTEE
AATTIIVVIID
ATIVIDADES
DAADEDES
SEMANA 3
EIXO: FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
DISCIPLINA: Literatura Infantil
CONTEÚDO: Literatura infantil: breve histórico Literatura Infantil no contexto escolar Literatura
e interdisciplinaridade Literatura infantil afro-brasileira
O professor como mediador da leitura e Atividades permanentes de leitura na 1ª infância
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Reconhecer e aplicar práticas pedagógicas como ferramentas de auxilio e desenvolvimento do
aprendizado.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S):
Leitura de leite; Reconto;
Contação de Histórias; Teatro de bonecos; Fantoches;
Teatralização dos personagens; Teatro de sombras;
Histórias Musicais; Sarau Literário; Oficina de poesia; Encontro com escritor.
INTERDISCIPLINARIDADE: Artes: elaboração de peças teatrais, figurino e cenários; Português
e literatura: incentivo à leitura e escrita.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
Relacione a 2º coluna de acordo com a 1°.
(3) Contação de Histórias ( ) talvez seja mais velho do que o próprio teatro com atores de
verdade. Nele, em vez de pessoas interpretando personagens, quem
conta a história são bonecos controlados com as mãos.
(6) Teatralização dos ( )É um boneco manipulado, ou movido, por uma pessoa para
personagens distrair outras e pode ser um boneco que lembre um ser humano,
um animal, um objeto, ou então uma criatura inventada. Pessoas
em todo o mundo usam esses bonecos para contar histórias, fazer
(7) Teatro de sombras teatro e brincadeiras.
(8) Histórias Musicais ( ) É uma forma de contar histórias em que uma luz projeta figuras
em uma superfície opaca ou semitransparente.
(9) Sarau Literário
( ) A poesia é definida como a forma literária da arte, expressa por
(10) Oficina de poesia meio da linguagem. Mas em sentido figurado, a poesia é a própria
forma de arte, sendo aquilo que comove e desperta sentimentos
Leia a reportagem:
Quais os principais níveis do autismo?
Além dos diferentes tipos de autismo, também existem variações em relação aos níveis de
gravidade. Eles são:
Nível 1 (Leve)
As crianças apresentam dificuldades para iniciar a relação social com outras pessoas e podem
ter pouco interesse em interagir com os demais, apresentando respostas atípicas ou insucesso a
aberturas sociais. Em geral, apresentam dificuldades para trocar de atividades e problemas de
planejamento e organização.
Nível 2 (Médio)
As crianças podem apresentar um nível um pouco mais grave de deficiência nas relações
sociais e na comunicação verbal e não verbal. Têm limitações em iniciar interações sociais e
prejuízos sociais aparentes mesmo com a presença de apoio.
Além disso, são mais inflexíveis nos seus comportamentos, apresentam dificuldades com a
mudança ou com os comportamentos repetitivos e sofrem para modificar o foco das suas
ações.
Nível 3 (Grave)
Nesse nível, existem déficits bem mais graves em relação a comunicação verbal e não verbal,
além de dificuldades notórias para iniciar uma interação social, com graves prejuízos de
funcionamento.
Também apresentam dificuldade extrema em lidar com a mudança e com comportamentos --
repetitivos – o que interfere de forma mais acentuada no seu funcionamento. Ainda contam
com grande sofrimento para mudar o foco das suas ações.
Fonte: [Link]
1 A partir da leitura da reportagem faça uma busca pela internet e em livros sobre os
possíveis tratamentos para o Autismo.
Estudo de Caso:
Podemos observar que as crianças que têm Autismo geralmente gostam de manter uma mesma
rotina e com os objetos sempre no mesmo lugar. Imagine que você é professor(a) regente de
um aluno com Autismo, pense em uma atividade, como você poderá proporcionar esta rotina a
ele?
.
SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva
CONTEÚDO: Deficiêncas
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Conhecer e identificar diferentes necessidades especiais
Propor atividades inclusivas
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Conceitos e tipos de deficiências
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
Agora, para aumentar sua criatividade e complementar seu aprendizado assista o vídeo
“Recursos Pedagógicos Utilizados no Processo de Alfabetização da Criança Cega”
disponibilizado em: [Link]
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3- Qual é o sistema importasnte que o professor deve conhecer para um aluno com deficiencia visual?
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SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva
CONTEÚDO: A educação inclusiva enquanto reflexão da sociedade holística, incluindo todas
as dimensões
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Conhecer e identificar diferentes necessidades especiais
Compreender a condição do portador de ALD
Fazer análise crítica sobre filme
Refletir sobre a inclusão escolar no Brasil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Conceitos e tipos de deficiências
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
Leia a reportagem:
Menino com doença rara aguarda há dois meses por cirurgia em Ribeirão
João Pedro tem doença que ficou famosa pelo filme 'O Óleo de Lorenzo'.
Operação no Hospital das Clínicas pode facilitar alimentação por sonda.
Até os 8 anos de idade, João Pedro Baltazar era uma criança como todas as outras. Brincava,
frequentava a escola em Ribeirão Preto (SP) e convivia normalmente com os amigos e a família. No
ano passado, ele foi diagnosticado com uma doença genética rara, que ataca o cérebro e o sistema
nervoso, a Adrenoleucodistrofia (ALD), que foi tema do filme ‘O óleo de Lorenzo’, de 1992. Sem
poder andar, ver e falar, João, hoje com 9 anos, vive em estado vegetativo e se alimenta por sonda.
Não bastasse o drama enfrentado ao ver o filho preso em uma cama, a mãe dele, Pâmela Baltazar,
espera que o menino passe por uma cirurgia, adiada duas vezes pelo Hospital das Clínicas (HC) de
Ribeirão. “Os médicos falam que depois do diagnóstico da doença são mais três anos de vida e a
nossa luta é poder dar uma boa qualidade de vida para ele”, afirma a dona de casa.
Os médicos falam que depois do diagnóstico da doença são mais três anos de vida"
Segundo nota enviada pela assessoria de imprensa do hospital, o paciente está na lista de prioridades e
"assim que possível" será convocado para a cirurgia.
O procedimento, chamado gastrostomia, faz parte do tratamento de pacientes com ALD e é importante
para reduzir as dificuldades da alimentação por sonda. Atualmente, João se alimenta apenas de
compostos líquidos, por uma sonda nasal, que precisa ser trocada a cada três
meses. A cirurgia que o garoto espera vai permitir que ele se alimente por uma sonda intestinal. “A
sonda machuca o narizinho dele, ele chora o tempo todo e só toma leite, o que prende muito o
intestino e é muito sofrimento para ele”, contou Pâmela. “A sonda na barriga seria interna e ele se
alimentaria de comida pastosa, se alimentaria
melhor”, disse. Para a família, que depende da ajuda de doações de
remédios para João, a cirurgia gratuita no HC é a única alternativa para melhorar as condições de vida
do filho. O procedimento foi marcado inicialmente para o dia 21 de agosto, mas precisou ser remarcado
por falta de leitos no Centro de Terapia Intensiva (CTI) do hospital, segundo amãe.
Qual a condição da criança com ALD (nos casos em que a doença é diagnosticada
previamente, e ainda consegue manter seu desenvolvimento neurológico preservado) é
possível essa criança frequentar a escola?
SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva
CONTEÚDO: Deficiência
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Conhecer e identificar diferentes ncessidades especiais
Analisar as características do Autismo
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Altas habilidades/ Superdotação
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
A deficiência auditiva possui diferentes graus e no país a grande maioria deste grupo é formada por surdos oralizados, pessoas que
utilizam aparelhos auditivos que amplificam os sons ou que conseguem fazer leitura labial. No entanto, essas capacidades não são
suficientes para que eles não passem por situações de exclusão e dificuldades de comunicação.
Agora, tente imaginar, se há barreiras para os surdos oralizados, como fica a situação daqueles que são completamente surdos e
necessitam utilizar a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para se expressar? A barreira da comunicação faz com que essas pessoas não
tenham autonomia e liberdade para desempenhar tarefas que para outros são simples: como ser atendido em um estabelecimento, fazer
compras ou pedir uma informação na rua.
ATIVIDADES
faciais e corporais na construção da comunicação. Dessa forma, diferencia-se da Língua Oral, que utiliza o canal da audição e
da fala como recursos comunicativos.
Saiba que a Língua de Sinais assim como as Línguas Orais não é universal, ou seja, existem Línguas de Sinais diferentes em
diferentes partes do mundo. Aqui, no Brasil, além da LIBRAS, temos a Língua de Sinais utilizada pelos índios Urubus-Kaapor
.
Essa, além de não ser universal, também, apresenta diferenças regionais. Assim como na Língua Oral, podemos encontrar
sinais que denominem um mesmo objeto ou alimento de formas diferentes, dependendo da região do país em que os Surdos
vivem.
Sendo essa uma Língua viva, seus usuários criam novos sinais, assim como os ouvintes criam novas palavras para a Língua
Oral.
Aprender LIBRAS não é tarefa fácil, pois, como ouvintes, temos o hábito de falar e nos distrairmos durante a conversa, por
qualquer barulho que seja; no caso da LIBRAS, precisamos ter mais atenção, para não perdermos as expressões dos Surdos,
que são fundamentais ao entendimento da mensagem. Devemos estar atentos (as), também, ao sinalizarmos para não
deixarmos de transmitir a essência do que queremos comunicar; nossas expressões faciais e ou corporais são, na LIBRAS, o
que o tom de nossa voz é na Língua Oral; ou seja, mostram o que sentimos, do que gostamos, do que temos receios ou
dúvidas, se estamos alegres, tristes e muito mais.
Assim como outros idiomas a LIBRAS (LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ) sofre variações regionais. No português, por
ser nossa língua materna às vezes essas expressões passam despercebidas, mas existem e são bem comuns.
Você leitor deve se lembrar da clássica história da mandioca, macaxeira e aipim, essas três palavras se referem a uma mesma
raiz que é muito utilizada na culinária brasileira, no entanto, em cada lugar do Brasil ela é conhecida por um de seus nomes.
Esse é apenas um exemplo dentre inúmeros que eu poderia citar. Na Libras não é diferente alguns sinais são diferentes
dependendo da parte do Brasil que estamos, muitas vezes são usados sinais diferentes para transmitir uma mesma ideia como
por exemplo o sinal que transmite a ideia da cor branca em determinadas partes do Brasil é o mesmo sinal de para expressar a
idéia de leite, e em outros lugares no Brasil o sinal que transmite a ideia da cor branca é completamente diferente.
ATIVIDADES:
1-Qual é a principal característica da Língua Brasileira de Sinais?
3-Explique a frase: “Assim como outros idiomas a LIBRAS (LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS ) sofre variações
regionais”.
SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais
CONTEÚDO: História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/
Introdução de LIBRAS
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Sencibilizar sobre a importância da lingua de sinais
Conhecer e identificar os sinais do alfabeto em LIBRAS
Conhecer e identificar os número com o cotidiano
Associar os números cardiais.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): LIBRAS (língua Brasileira de Sinais)
INTERDISCIPLINARIDADE: Lingua Brasileira de Sinais
MATERIAL DE APOIO:
Apostila de libras 40 horas.
ATIVIDADES
Fonte: [Link]
1595468579881&source=univ&tbm=isch&q=jogo+que+ensina+crian%C3%A7as+sur das&sa=X&ved=2ahUKEw
O ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na escola, além de ser uma educação inclusiva, é responsável pela formação
de alunos surdos no país, criando novas possibilidades para essas crianças.
No entanto, embora a inclusão social e acessibilidade sejam assuntos pautados na atualidade, nota-se que a comunidade surda
enfrenta muitas dificuldades no que diz respeito a comunicação e educação.
Muito se fala sobre a importância da aprendizagem de uma segunda língua na infância, mas raramente vemos a Língua de
Sinais sendo utilizada como uma opção para crianças ouvintes.
O ensino de Libras para crianças ouvintes e surdas Precisamos falar de inclusão nos primeiros anos de vida. Para isso, é
preciso trazer para as crianças a realidade de quem tem deficiência, assim podemos sensibilizá-las para as diferenças.
Há um crescente número de estudos internacionais que revelam as vantagens especiais do aprendizado de Línguas de Sinais
por pessoas sem deficiência auditiva. Para Marilyn Daniels, a Língua de Sinais é um fator significante no desenvolvimento
cognitivo, melhorando as habilidades de atenção das crianças, a discriminação visual e a memória espacial.
Ao ensinar a Língua Brasileira de Sinais para crianças, pretendemos oferecer a elas não somente as vantagens e os benefícios
comprovados em pesquisas internacionais, mas de promover a Libras, de aprender sobre a cultura surda e, sobretudo, a
possibilidade de poder se comunicar com seus pares diferentes valorizando a diversidade desde a Educação Infantil.
O lúdico como facilitador do ensino de Libras Diante de tanta diversidade de pensamento, cultura, valores e saberes, o
professor precisa ter um repertório diversificado e entender que cada criança possui suas particularidades, dificuldades e
limitações.
Quando essa diversidade inclui surdos, a escola deve estar preparada para realizar todo o processo de inclusão para seu pleno
desenvolvimento e integração na
comunidade escolar, além de atuar conjuntamente com os professores para que ocorra a formação desse educando em sua
língua materna: a Libras.
Escola e professores devem estar preparados para atuar no ensino da Libras tanto como primeira língua para a criança surda,
como segunda língua para crianças ouvintes. Portanto, diversificar sua metodologia de ensino se faz necessário, e o lúdico vem
como um caminho para ser adaptado e utilizado pelo corpo docente.
O Ensino Lúdico está entre as práticas pedagógicas mais utilizadas em sala de aula na Educação Infantil e nos primeiros anos
do Ensino Básico. Por meio das atividades constituídas por jogos e brincadeiras, é possível incentivar a criatividade e a
imaginação, despertando o interesse dos pequenos pelo conhecimento e ajudando em seu desenvolvimento.
Sabe-se que o lúdico, por utilizar uma linguagem própria do universo infantil, confere uma maneira quase inconsciente de
aprender, de maneira muito mais prazerosa e eficaz. Além disso, as atividades lúdicas ajudam na compreensão das regras
sociais, de cidadania, desenvolvem a memória, as habilidades físicas e ensinam as crianças a começarem a lidar com suas
próprias emoções.
A dica é: crie jogos em que alunos surdos e ouvintes possam aprender juntos a Língua Brasileira de Sinais, um jogo de cartas,
memória, estimulando a necessidade do visual, do gesto, do contato direto com o objeto.
O papel da escola
O papel da escola é formar cidadãos, transmitindo valores éticos e morais, conhecimentos e desenvolvendo habilidades no
educando, por meio do processo pedagógico de ensino-aprendizagem, preparando-os para o exercício da cidadania e sua
preparação para vivência em sociedade, de forma atuante, crítica, transformadora.
Devemos ter em mente que a partir do Decreto Lei 5.626/2005 (BRASIL, 2005) ficou estabelecido que a Libras constitui-se
como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores, nos cursos de fonoaudiologia e nas licenciaturas
em geral.
É importante que a sociedade discuta esse tema, para que seja cada vez mais inclusiva e possa compreender e construir
espaços sociais para os surdos ocuparem. As pessoas com deficiência têm um canal diferente de ver o mundo, mas tão
importante e singular que só contribui para a valorização da diversidade humana.
Fonte:[Link]
1- Atividades lúdicas ajudam na compreensão das regras sociais, de cidadania, desenvolvem a memória, as habilidades físicas
e ensinam as crianças a começarem a lidar com suas próprias emoções.
Crie um jogo em que alunos surdos e ouvintes possam aprender - juntos - a Língua Brasileira de Sinais. Pense em um jogo que
estimule a necessidade do visual, do gesto, do contato direto com o objeto.
Não esqueça de comentar quais as habilidades que esse jogo desenvolverá nas crianças surdas.
ATIVIDADES
Fonte: [Link]
“Meu filho é surdo: ele terá que estudar em escola especial?”- essa é uma das primeiras perguntas que os pais de
uma criança surda fazem sobre educação, e, respondendo: não! Seu filho(a) pode estudar em escola regular e
nenhuma pessoa surda é obrigada a ir para escola especial!
A escolha entre escola regular ou especial para uma criança surda depende de vários fatores, e você precisa se fazer
algumas perguntas: você incentiva a fala de seu filho(a) e busca reabilitação auditiva, terapia fonoaudiológica? Quer
ver seu filho aprender a falar, ler e escrever? Quer que ele aprenda língua de sinais, sabendo que, caso positivo, a
família inteira também teria que aprender? As escolas especiais da sua região possuem qualidade no ensino? Entre
outras…
ESCOLA REGULAR
Uma escola regular (comum) é onde o aluno surdo oralizado terá um incentivo muito maior para falar e usar as
próteses auditivas pois os colegas são, em sua maioria, ouvintes, assim, há diversos estímulos sonoros e de leitura
labial todos os
dias. Também, é uma amostra do mundo que espera o futuro adulto: ouvinte, cheio de sons e bem diverso. Claro
que nada impede que a criança, se quiser, aprenda uma língua de sinais em casa ou em outro lugar e seja bilíngue, se
comunicando com os colegas e família tanto por língua de sinais como português oral, o que for mais conveniente.
ESCOLA ESPECIAL
Nas escolas especiais é ensinada a Libras (Língua Brasileira de Sinais), seus aspectos e estrutura, e nelas o convívio
escolar se restringe majoritariamente a outros surdos sinalizados e aos professores, que podem ser surdos ou
ouvintes. São instituições que focam na Libras como primeira língua, e, pelo menos em teoria deveriam ensinar o
português escrito, pois além de ser lei, é fundamental saber ler e escrever até para o simples uso de computadores e
celulares, e o convívio com ouvintes na vida pessoal e profissional é inevitável.
Mas infelizmente são raríssimas as escolas especiais que cumprem a parte de alfabetização em português, a maioria
permanece com foco na Libras e a alfabetização no português é precária, por diversos motivos, como políticas
públicas ineficazes, ou falta de profissionais qualificados e a velha e ultrapassada história de que todo surdo deve
saber só língua de sinais Sobre o bilinguismo, vamos falar em outro post.
Então o que fazer quando seu filho surdo oralizado, ou seja, que fala ou que está aprendendo a falar, está em uma
escola regular, quais adaptações precisam ser feitas, e que informações sobre surdez, próteses auditivas você precisa
compartilhar com os professores? Vamos aos tópicos principais:
FONTE: [Link] crianas-surdas-filhas-de-pais-
ouvintes
CONVERSE COM SEU FILHO(A)!
Se seu filho aceita, usa e ama as suas próteses auditivas sem vergonha, é muito difícil que outras crianças façam chacota sobre
isso, pois elas verão os aparelhos e/ou implantes como algo legal, coisa de um cyborg, futurista! Portanto, o processo começa
em casa, sem tentar esconder os aparelhos, sem sentimento de pena e nem segredos ao falar sobre o assunto. Ajude a criança a
sair do armário da surdez! Trate as próteses auditivas de seu filho(a) com cuidado e normalidade, e procure pelos adesivos que
são feitos para decorá-las, de desenhos animados e super heróis, isso pode tornar tudo muito mais divertido!
Converse com a criança, explicando que você irá na escola para ensinar aos professores e aos colegas sobre os aparelhinhos
dela, e a convide para ser a estrela desse momento. Ensine sobre a importância de seu filho se manifestar quando estiver com
alguma dificuldade de ouvir em aula, pois a surdez tem peculiaridades que só quem convive com ela, sabe. É o feedback de
seu filho(a) que poderá dar ideias de mais adaptações.
No quesito tecnologia, o sistema FM é o mais conhecido. E o que é? É um kit com um pequeno microfone, que capta a voz
dos professores e envia o som para os aparelhos auditivos ou implantes cocleares do aluno, que deve utilizar o outro
componente do
kit, que é o receptor encaixado na entrada de áudio ou bobina telefônica das próteses auditivas.
O aluno continua ouvindo tudo do ambiente, os colegas, mas ouve de forma muito mais clara a voz do professor que está com
o microfone. Para saber os critérios e mais detalhes, clique aqui. Quem não se enquadra nos critérios para recebimento, pode
procurar por acessórios da sua marca de AASI e/ou IC que possuem função semelhante e em caso de dúvidas, converse com
seu fonoaudiólogo.
ARO MAGNÉTICO
Você talvez já tenha ouvido falar de aro magnético, que ainda é pouco conhecido no Brasil, e funciona semelhante ao sistema
FM: com um microfone que fica com o professor, e para ouvir, o aluno apenas fica na área abrangida pelo aro, e o som é
transmitido via ondas magnéticas para a bobina telefônica dos aparelhos ou implantes.
O bom dessa tecnologia é que atende quantas pessoas quiserem utilizar, basta apenas ficar na área de alcance do sinal, assim, a
turma pode ter vários alunos surdos utilizando o mesmo aro.
SISTEMA FM
Entretanto, o sistema FM é mais fácil de conseguir pelo SUS, porque o aro ainda não possui previsão de fornecimento através
do governo.
Você pode sugerir à escola que nos fundos da sala de aula, no campo de visão dos professores, ou na mesa deles sejam
colocados avisos para relembrá-los sobre os cuidados com o aluno surdo, pois é comum que ouvintes esqueçam de ter essa
atenção 100% do tempo, afinal, o mundo é ouvinte.
Sugestões de frases: “Fale de frente para os alunos”, “Use o sistema FM”, e “Repita as perguntas feitas antes de respondê-las”
– essa última, é porque quando algum colega pergunta algo, raramente o aluno surdo consegue fazer leitura labial para saber
qual a pergunta feita, afinal, ele está sentado na frente. (Essa situação é clássica para quem não escuta!).
Esses lembretes podem ser impressos em folhas normais, com custo quase zero, mas têm um imenso poder de transformar a
sala de aula, de um pesadelo não inclusivo para um local agradável onde o aluno surdo se sentirá respeitado e visível. O
esquecimento dos ouvintes em atender à acessibilidade cansa quem não ouve, que pode desistir ou ficar com vergonha de
pedir repetidas vezes para que os professores falem de frente, portanto os avisos serão muito úteis!
Avise aos professores que os vídeos e filmes devem possuir legendas sempre, e que não adianta só aumentar o volume para
fazer o aluno surdo ouvir. Em atividades como ditados, geralmente as palavras são aleatórias, assim, é impossível entender por
interpretação do contexto e assunto. Se houver dificuldade mesmo com a leitura labial, podem ser utilizadas figuras para
ilustrar as palavras ditadas.
A música tem um papel importante na sala de aula, e quem tem surdez jamais deve ser deixado de fora dela, então a letra a ser
cantada ou estudada em sala pode ser impressa e entregue ao aluno, ou escrita na lousa. No caso de crianças ainda não
alfabetizadas, podem ser utilizados vídeos ou figuras ilustrativas, além da leitura labial.
Nos ginásios de esportes a maioria das pessoas com deficiência auditiva sofrem horrores para entender algo falado pois a
acústica é muito ruim, portanto, as atividades podem ser explicadas ainda em sala de aula, ou demonstradas pelo professor na
quadra. Se a criança não consegue ouvir os apitos durante uma partida, instrua os professores e colegas a combinarem um
gesto para avisar o aluno que não escuta.
Nenhuma escola pode cobrar valores diferentes, nem qualquer taxa adicional para alunos com deficiência, e jamais pode
recusar matricular a criança em função da surdez ou qualquer outra condição. Essa prática é discriminação! A Lei Brasileira da
Inclusão, que é a Lei 13.146/2015, em seu capítulo IV explica sobre o direito de acesso à educação inclusiva, acesso às
instituições de ensino e igualdade de condições, e sobre a oferta de tecnologias assistivas, sem qualquer taxa adicional na
mensalidade. Essa mesma lei garante um profissional de apoio escolar, em seu artigo 28, inciso XVII, também sem custo
adicional. Certo, mas o que é um profissional de apoio? Quem pode solicitar? Conforme o artigo terceiro, inciso XIII:
“XIII: profissional de apoio escolar: pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com
deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino,
em instituições públicas e privadas, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente
estabelecidas;”
Ou seja, pelo bom senso, vemos que é algo mais direcionado para as deficiências que causam limitações na alimentação,
higiene e locomoção. E profissional de apoio não deve, e nem mesmo pode, ser um “segundo professor”, pois não possui
formação para tal. Também, a intenção da educação inclusiva é que o aluno com deficiência participe das aulas junto com toda
a turma e o professor da sala, se houvesse um “segundo professor” exclusivo para ele, o sentido de inclusão corre o risco de
ser perder, e o aluno com deficiência ser educado separado dos outros.
2 – Toda crianças surda deve ser encaminhada à uma escola de educação especial? Justifique sua resposta:
4 – Em relação `as adaptações e tecnologias na sala de aula, o que relata o texto condiz com a realidade?
5 – Dê exemplos de como tornar as atividades da sala de aula inclusiva à crianças surda, ou seja como deve ser o papel
do professor:
SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Fundamentos da Língua Brasileira de Sinais
CONTEÚDO: História da língua de sinais no mundo e no Brasil/ Cultura e identidade surda/
Introdução de LIBRAS
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Sencibilizar sobre a importância da lingua de sinais
Conhecer e identificar os sinais do alfabeto em LIBRAS
Conhecer e identificar os número com o cotidiano
Associar os números cardiais.
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): LIBRAS (língua Brasileira de Sinais)
INTERDISCIPLINARIDADE: Lingua Brasileira de Sinais
MATERIAL DE APOIO:
Apostila de libras 40 horas.
ATIVIDADES
Inclusão X Integração
Inserção total e incondicional (crianças com deficiência não precisam “se preparar” para ir à escola regular) Inserção
parcial e condicional (crianças “se preparam” em escolas ou classes especiais para estar em escolas ou
classes regulares)
Exige transformações profundas Contenta-se com transformações superficiais
Sociedade se adapta para atender às necessidades das pessoas com deficiência e, com isso, se torna mais
atenta às necessidades de TODOS Pessoas com deficiência se adaptam às necessidades dos modelos que já existem na
sociedade, que faz apenas
ajustes
Traz para dentro dos sistemas os grupos de “excluídos” e, paralelamente, transforma esses sistemas para que se tornem de
qualidade para TODOS Insere nos sistemas os grupos de “excluídos que provarem estar aptos” (sob este aspecto, as cotas
podem ser questionadas como promotoras da
inclusão)
O adjetivo inclusivo é usado quando se busca qualidade para TODAS as pessoas com e sem deficiência (escola inclusiva,
trabalho inclusivo, lazer inclusivo etc.) O adjetivo integrador é usado quando se busca qualidade nas estruturas que atendem
apenas as pessoas com deficiência consideradas
aptas (escola integradora, empresa integradora etc.) O adjetivo inclusivo é usado quando se busca qualidade para TODAS
as pessoas com e sem deficiência (escola inclusiva, trabalho inclusivo, lazer inclusivo etc.) O adjetivo integrador é usado
quando se busca qualidade nas estruturas que atendem apenas as pessoas com deficiência consideradas
aptas (escola integradora, empresa integradora etc.)
Não se caracteriza apenas pela presença de pessoas com e sem deficiência em um mesmo ambiente A presença de
pessoas com e sem deficiência no mesmo ambiente tende a
ser suficiente para o uso do adjetivo integrador
A partir da certeza de que TODOS somos diferentes, não existem “os especiais”, “os normais”, “os excepcionais”, o que existe
são pessoas com deficiência. Incentiva pessoas com deficiência a seguir modelos, não valorizando, por exemplo, outras
formas de comunicação como a Libras. Seríamos um bloco majoritário e homogêneo de pessoas
sem deficiência rodeado pelas que apresentam diferenças.
Fonte: Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CONPED)
Especificamente sobre a educação de surdos, Lacerda (2006) expõe a inadequação o do sistema de ensino brasileiro. A autora
destaca a existência de experiências de inclusão de crianças surdas em que não ocorre a efetivamente a inclusão devido a
barreiras de acesso a comunicação, falta de colaboração entre alunos surdos e ouvintes, falta de professores especialistas e
tempo para organização de atividade que atendam às necessidades de todos os alunos e da ausência da comunidade surda na
escola, comprometendo o desenvolvimento de da identidade surda. Conceito de política pública A inclusão social e escolar de
pessoas com deficiência demandou ações no âmbito de proteção social e o além de mobilização para o desenvolvimento
de potencialidades e empoderamento desses sujeitos e de suas famílias. Nas últimas décadas, tem crescido o número de
estudos e discussão sobre inclusão, direito, diversidade e acessibilidade que impulsionaram avanços nas políticas públicas
nacional. Oliveira (2010) define políticas públicas a partir da análise dos termos política (livre participação individual nas
decisões da cidade) e pública (significa povo, do povo). Assim, Oliveira (2010) define política pública como “à participação
do povo nas decisões da cidade, do território. ” De acordo com (Souza, 2003, p. 13) esse é um tema discutido e pesquisado
recentemente no Brasil, a autora destaca que existem várias definições para política pública. No entanto adota como definição
“o processo de formulação de política pública é aquele através do qual os governos traduzem seus propósitos em programas e
ações, que produzirão resultados ou as mudanças desejadas no mundo real”, (SOUZA, 2003, p. 13). As políticas públicas
podem ser:
destaca-se a inserção de princípios da Educação Bilíngue de surdos nos Projetos Políticos Pedagógicos da educação básica e a
inserção de disciplina de Libras nas escolas regulares. O documento orienta que, As escolas inclusivas (escolas públicas que
não são escolas bilíngues de surdos) devem inserir no seu Projeto Político Pedagógico o componente curricular de Libras
como segunda língua, a fim de oferecer aos estudantes ouvintes ou surdos imigrantes a oportunidade de adquirir a Libras.
Dessa forma, a diversidade dos estudantes matriculados na escola fica contemplada com a oportunidade de aprender essa
língua. Esse componente curricular deve ser ministrado por professores prioritariamente surdos, necessita de metodologia
apropriada ao ensino de segunda língua, e conteúdos organizados e oferecidos aos estudantes, nos níveis iniciante, básico,
intermediário e avançado de acordo com as etapas e modalidades da educação básica e superior. (MEC/SECAD, 2014) A
inclusão da Libras como disciplina curricular obrigatória desde a educação infantil ampliará as possibilidades de comunicação
e interação entre surdos e ouvintes além de permitir ao surdo conhecimento sistematizado da sua própria língua.
Historicamente, a educação de surdos, tem priorizado a oralização e o ensino da língua portuguesa na modalidade escrita
durante todos os anos do ensino regular. Os surdos, assim como as ouvintes, têm uma língua própria e precisam ter
conhecimento dessa língua. Além da inserção da Libras como disciplina curricular, de acordo com Quadros (1997) as escolas
devem ter profissionais especializados e fluentes na língua de sinais, contratar professores surdos, promover programas de
ensino da língua para alunos, pais e profissionais da escola, promover a capacitação e formação continuada de professores de
línguas e organizar, periodicamente, reuniões para discutir sobre surdez, língua de sinais e questões sobre a comunidade surda.
Fonte:[Link] Acesso em: 23/07/2020
Atividades:
1 – Considerando a leitura do texto e os conceitos apresentados, você considera a integração ou a inclusão como meio
mais efetivo de inserção educacional da criança Com deficiência? Justifique a sua resposta.
2 –“ E, finalmente, nos últimos anos, vivemos um movimento de inclusão e de educação inclusiva. Atualmente, de
acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), os alunos com deficiência terão direito a matricula e frequência,
preferencialmente em classes comuns da escola, em todos os níveis, etapas e modalidades de educação e ensino (BRASIL,
1999)”.
-Diante desta afirmativa, como é visto o comportamento da sociedade em relação a esses direitos?
3- Especificamente sobre a educação de surdos, Lacerda (2006) expõe a inadequação o do sistema de ensino brasileiro.
Comente:
4 - Em relação a Língua Brasileira de Sinais e Língua Portuguesa do Ministério da Educação escrito em 2014 estabelece metas
para a educação de surdos. Dentre elas destaca-se a inserção de disciplina de Libras nas escolas regulares. Fale sobre o
assunto:
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: DIDÁTICA E PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO
INFANTIL
NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista
ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS: Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04
21. receberá Plano de Estudos Tutorado de cada umdos Em segundo lugar, ao anotar,
nossa cabeça vaga menos. A
componentes curriculares. disciplina de selecionar o que será
22. terá acesso aos conceitos básicos da aula. escrito ajuda a manter a atenção
no que está sendo dito ou lido,
23. realizará algumas atividades. com menos divagações ou
preocupações com outros
24. precisará buscar informações em diferentes fontes. problemas. Quando bate o sono
25. deverá organizar o seu tempo e local para estudar. ou o tédio, é a melhor maneira de
retomar a atenção.
Fonte: [Link]
Leia o texto abaixo:
EDUCAÇÃO? EDUCAÇÕES:
“Aprender com o índio. Pergunto coisas ao buriti; e o que ele responde é: a coragem minha. Buriti quer todo o azul, e não se aparta de sua
água — carece de espelho. Mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”. João Guimarães Rosa/Grande Sertão:
Veredas
Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida
com ela: para aprender, para ensinar, para aprender e ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a
vida com a educação. Com uma ou com várias: educação? Educações. E já que pelo menos por isso sempre achamos que temos alguma
coisa a dizer sobre a educação que nos invade a vida, por que não começar a pensar sobre ela com o que uns índios uma vez escreveram?
Há muitos anos nos Estados Unidos, Virgínia e Maryland assinaram um tratado de paz com os índios das Seis Nações. Ora, como as
promessas e os símbolos da educação sempre foram muito adequados a momentos solenes como aquele, logo depois os seus governantes
mandaram cartas aos índios para que enviassem alguns de seus jovens às escolas dos brancos. Os
chefes responderam agradecendo e recusando. A carta acabou conhecida porque alguns anos mais tarde Benjamin Franklin adotou o
costume de divulgá-la aqui e ali. Eis o trecho que nos interessa: "...Nós estamos convencidos, portanto, que os senhores desejam o bem
para nós e agradecemos de todo o coração. Mas aqueles que são sábios reconhecem que diferentes nações têm concepções diferentes das
coisas e, sendo assim, os senhores não ficarão ofendidos ao saber que a vossa ideia de educação não é a mesma que a nossa. ...Muitos dos
nossos bravos guerreiros foram formados nas escolas do Norte e aprenderam toda a vossa ciência. Mas, quando eles voltavam para nós,
eles eram maus corredores, ignorantes da vida da floresta e incapazes de suportarem o frio e a fome. Não sabiam como caçar o veado,
matar o inimigo e construir uma cabana, e falavam a nossa língua muito mal. Eles eram, portanto, totalmente inúteis. Não serviam como
guerreiros, como caçadores ou como conselheiros. Ficamos extremamente agradecidos pela vossa oferta e, embora não possamos aceitá-la,
para mostrar a nossa gratidão oferecemos aos nobres senhores de Virgínia que nos enviem alguns dos seus jovens, que lhes ensinaremos
tudo o que sabemos e faremos, deles, homens." De tudo o que se discute hoje sobre a educação, algumas das questões entre as mais
importantes estão escritas nesta carta de índios. Não há uma forma única nem um único modelo de educação; a escola não é o único lugar
onde ela acontece e talvez nem seja o melhor; o ensino escolar não é a sua única prática e o professor profissional não é o seu único
praticante. (BRANDÃO,1985).
Em mundos diversos a educação existe diferente: em pequenas sociedades tribais de povos caçadores, agricultores ou pastores nômades;
em sociedades camponesas, em países desenvolvidos e industrializados; em mundos sociais sem classes, de classes, com este ou aquele
tipo de conflito entre as suas classes; em tipos de sociedades e culturas sem Estado, com um Estado em formação ou com ele consolidado
entre e sobre as pessoas.
Existe a educação de cada categoria de sujeitos de um povo; ela existe em cada povo, ou entre povos que se encontram. Existe entre povos
que submetem e dominam outros povos, usando a educação como um recurso a mais de sua dominância. Da família à comunidade, a
educação existe difusa em todos os mundos sociais, entre as incontáveis práticas dos mistérios do aprender; primeiro, sem classes de
alunos, sem livros e sem professores especialistas; mais adiante com escolas, salas, professores e métodos pedagógicos.
A educação pode existir livre e, entre todos, pode ser uma das maneiras que as pessoas criam para tornar comum, como saber, como ideia,
como crença, aquilo que é comunitário como bem, como trabalho ou como vida. Ela pode existir imposta por um sistema centralizado de
poder, que usa o saber e o controle sobre o saber como armas que reforçam a desigualdade entre os homens, na divisão dos bens, do
trabalho, dos direitos e dos símbolos.
A educação é, como outras, uma fração do modo de vida dos grupos sociais que a criam e recriam, entre tantas outras invenções de sua
cultura, em sua sociedade. Formas de educação que produzem e praticam, para que elas reproduzam, entre todos o s que ensinam-e-
aprendem, o saber que atravessa as palavras da tribo, os códigos sociais de conduta, as regras do trabalho, os segredos da arte ou da
religião, do artesanato ou da tecnologia que qualquer povo precisa para reinventar, todos os dias, a vida do grupo e a de cada um de seus
sujeitos, através de trocas sem fim com a natureza e entre os homens, trocas que existem dentro do mundo social onde a própria educação
habita, e desde onde ajuda a explicar às vezes a ocultar, às vezes a inculcar de geração em geração, a necessidade da existência de sua
ordem.
Por isso mesmo e os índios sabiam a educação do colonizador, que contém o saber de seu modo de vida e ajuda a confirmar a aparente
legalidade de seus atos de domínio, na verdade não serve para ser a educação do colonizado. Não serve e existe contra uma educação que
ele, não obstante dominado, também possui como um dos seus recursos, em seu mundo, dentro de sua cultura.
Assim, quando são necessários guerreiros ou burocratas, a educação é um dos meios de que os homens lançam mão para criar guerreiros ou
burocratas. Ela ajuda a pensar tipos de homens. Mais do que isso, ela ajuda a criá-los, através de passar de uns para os outros o saber que os
constitui e legitima. Mais ainda, a educação participa do processo de produção de crenças e ideias, de qualificações e especialidades que
envolvem as trocas de símbolos, bens e poderes que, em conjunto, constroem tipos de sociedades. E esta é a sua força.
Responda:
1- Por que ninguém escapa da educação?
2- Por que é importe na educação escolar o professor trabalhar o contexto social, as experiências do aluno? Justifique sua resposta
3- De acordo com o texto, qual a importância do professor na construção do Conhecimento do aluno, se a escola não é o único lugar
que se aprende e o professor profissional não é o seu único praticante?
4- Por que é importante na identidade do professor que ele seja sempre um professor pesquisador, um professor reflexivo e um
professor aprendiz?
SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Didática e Prática Pedagógica na Educação Infantil
CONTEÚDO: Elaboração de planejamento: plano de ensino, plano de aula (roteiros)
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver a prática do planejamento escolar
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
Fonte: [Link]
%C3%A7%C3%A3o+de+ca sa+para+creche&sxsrf=
Leia atentamente o texto e responda o questionário em seu caderno:
QUESTIONÁRIO
1 – Explique o que é a Adaptação:
2 - Tantas novidades podem causar sentimentos de curiosidade, ansiedade, desconforto, medo, o que os
profissionais devem fazer diante disto?
4 – O que os professores juntamente com a gestão escolar devem possibilitar aos alunos?
SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Didática e Prática Pedagógica na Educação Infantil
CONTEÚDO: Pedagogia de Projetos
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Elaborar um projeto de trabalho para a educação infantil
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
.
Fonte:[Link]
/12/professora-confortando-aluno-que-chora-na-sala-de-aula-foto-
[Link] TRANSIÇÃO
DA CRECHE PARA A PRÉ-ESCOLA:
Outro momento de transição para as crianças e suas famílias, que deve ser considerado
no currículo da instituição que atende a educação infantil, é quando a criança se despede da
creche para entrar nas turmas de pré-escola. Apesar de todas essas turmas fazerem parte da
mesma etapa, muitas vezes existe uma mudança de rotina, pois antes a criança que estava na
creche passava a maior parte de seu dia nesse contexto, cerca de dez horas. Além disso, a
criança em idade de creche (0 a 3 anos) apresenta maior dependência em relação à família,
pela própria fase do desenvolvimento e sua vulnerabilidade, sendo necessária presença maior
desta na instituição.
Ao entrar nas turmas de Educação Infantil IV, início da chamada pré-escola, em nosso
município, um grande grupo de crianças passa a frequentar o espaço da escola, o que requer
nova adaptação ao espaço físico, às rotinas, às pessoas, às interações delas e de suas famílias.
Assim, é preciso que o professor do último ano da criança na creche (Infantil III), juntamente
com os outros profissionais que atuam diretamente com a criança, escutem as expectativas e
curiosidades das crianças sobre o novo ambiente, e, se possível, possibilitem a elas
conhecerem o espaço e as pessoas que irão fazer parte da rotina delas no ano seguinte. Ao
professor que irá receber as crianças oriundas das turmas de creche, também cabe a escuta
atenta, o olhar respeitoso às manifestações corporais e orais das crianças, assim como
compreender que ―vir a frequentar um novo ambiente, provoca entusiasmo pela novidade,
como também certa preocupação, ansiedade ou medo.‖ (SILVA, 2011, p. 62). Respeitar a
história anterior da criança na instituição que estava vivendo cotidianamente com seus
colegas, escutar o que gostava de fazer, preocupar-se com os questionamentos das famílias
sobre as diferenças do espaço e da rotina, dar continuidade a experiências ricas que
possibilitem sempre as interações e as brincadeiras, conhecer as necessidades, interesses e
especificidades das crianças de quatro e cinco anos e, principalmente, realizar ações
pedagógicas que proporcionem o bem-estar das crianças, são reflexões válidas para essa
―delicadíssima tarefa‖ (BONDIOLI e MANTOVAN.
QUESTIONÁRIO
1 – Como se dá a transição da criança da creche para a pré escola?
2 - O que é preciso que o professor do último ano da criança na creche (Infantil III),juntamente com os outros
profissionais que atuam diretamente com a criança devem fazer?
3- Cite algumas medidas para articular a educação infantil com as séries iniciais do ensino fundamental.
Fonte: [Link]
%C3%A7%C3%A 3o+infantil
5 IDEIAS PARA FALAR DE CULTURA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Lendas
Livros de histórias fantásticas são garantia de envolvimento. Escolha contos
de diversas partes do mundo, se possível com a mesma temática, para exibir como
cada indivíduo pode ver a mesma situação através de uma perspectiva única. Como
cada cultura explica a chuva ou as trovoadas?
Os mitos também revelam bastante sobre a realidade de quem os inventou.
As crianças podem observar quais animais aparecem na narrativa (por que temos
bichos estranhos em uma história japonesa, e não iguais aos que vemos no Brasil?),
quais problemas os personagens enfrentam, como a família e os amigos se
relacionam – são todas pistas sobre a sociedade da qual fazem parte.
Essa é a deixa para que a classe dê opiniões e sugestões para resolver os
desafios apresentados, divida explicações e debata sobre o que ouviram. Crianças
menores não relutam ao se deparar com soluções surreais, embora, a partir dos 5
anos, seja comum que elas reclamem ao se sentirem ―enganadas‖ com desfechos
impossíveis. Use isso como oportunidade para conversar sobre como as crenças
eram usadas para explicar o que as pessoas ainda não entendiam, mas que
permanecem como parte da história de um povo (mesmo que, agora, já saibamos
que o trovão não vem da martelada de um deus furioso).
Para trazer o tema para a sala de aula, o livro “Na Terra do Nunca-Jamais” é
uma boa pedida. O livro traz 60 contos folclóricos de várias partes do globo, com
ilustrações belíssimas para acompanhar.
Festivais
Não se prenda a hábitos antigos: festivais famosos, que ocorrem até hoje, são
ótimos para despertar o interesse das crianças. Vídeos (que você pode procurar e
baixar inclusive no YouTube) trazem essas celebrações para ainda mais perto delas.
Será que sua turma de Educação Infantil já imaginou uma festa de ano novo no meio
do ano, como acontece na China e grande parte da Ásia? E comemorações em que
amigos se encontram para jogar tinta colorida uns nos outros, como o Holi, comum
na Índia? Que tal ver todos na rua em uma enorme guerra de tomates, de acordo
com a Tomatina, festival espanhol?
São inúmeras possibilidades que abrirão espaço para que as crianças contem
sobre as festas das quais participam, o que celebram e porque.
Dependendo do tamanho da bagunça do festival escolhido, a classe pode até
mesmo se preparar para encenar alguma das comemorações na escola – com
direito a roupas típicas e todos os aparatos que puderem improvisar.
Música e Dança
A música é um traço forte da cultura de qualquer país, e capaz de comunicar
sentimentos até para quem não compreende uma palavra da letra. As crianças
entenderão se tratar de uma história feliz ou triste, de celebração ou perda, apenas
pela melodia, o ritmo ou a coreografia.
Permita que elas copiem os passos e tentem cantar junto – e, de preferência,
encontre traduções caso opte por canções em outras línguas, para contar a elas do
que diz respeito.
Culinária
Não se conhece o brigadeiro nem a paçoca fora do Brasil. De onde vieram
esses alimentos?Quais comidas frequentes em nosso prato são, na verdade, de
outros países? E quais petiscos curiosos são servidos em outros lugares, mas as
crianças brasileiras desconhecem?
Apenas uma das questões acima já é suficiente para desencadear um projeto
culinário inesquecível. Há diversos pratos estrangeiros fáceis de serem preparados
sem necessidade de muitos eletrodomésticos: o pão sírio, a pizza, o bolinho de arroz
japonês, fritada ou salada de frutas. Opções de regiões brasileiras (do chimarrão à
tapioca, passando pelo pão de queijo e o pinhão) também são válidas!
Brincadeiras
Crianças do mundo inteiro brincam. Que tal resgatar algumas dessas
brincadeiras e trazê-las para a sala de aula? A revista Nova Escola lançou este ano
uma série chamada Brincadeiras Regionais, em que você pode se inspirar para
começar um projeto lúdico entre as crianças. Retomar brincadeiras antigas,
conhecidas por seus pais e avós, é outra maneira de fortalecer a cultura e
identidade, além de propor um diálogo valioso dentro de casa
Responda:
1 – Por que o contato com tradições é vantajoso?
4 – Porque retomar brincadeiras antigas, conhecidas por seus pais e avós é importante?
CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: APRENDIZAGEM INFANTIL A PARTIR DE
EXPERIÊNCIAS
NOME DA ESCOLA: Escola Estadual Do Bairro Boa Vista
ALUNO:
TURMA: 3º período TURNO: Noturno
MÊS:Setembro TOTAL DE SEMANAS: 04
Texto 1:
Texto 2:
“O quinto Campo de Experiência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe que
os educadores estimulem nas crianças a exploração, a observação do meio e dos objetos. “É
uma iniciação ao conhecimento matemático, ao espírito científico, à atitude de descoberta e
aprendizagem permanente”, analisa a consultora e doutora em Educação pela PUC-Rio
Andrea Ramal.
É também este campo que sugere que os pequenos devem ter os primeiros contatos com os
fenômenos socioculturais presentes no cotidiano das crianças. “Nesse campo as crianças
serão inseridas em espaços e tempos de diferentes dimensões de fenômenos naturais e
socioculturais, ou seja, os educadores devem promover experiências em que as crianças
possam manipular, conhecer, observar, investigar e explorar os conhecimentos do mundo
físico e sociocultural”, explica a autora e coordenadora pedagógica Aline Castro. Isso
significa que bebês e crianças comecem a ter conhecimento sobre relações humanas, família,
parentesco, costumes, diversidade”
3) No quinto Campo de Experiência da da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) onde as crianças
estão inseridas?
SEMANA 2
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Aprendizagem Infantil a patir de experiências
CONTEÚDO: Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver e contribuir para o cumprimento da BNCC.
Analisar e refletir sobre os campos de experiências.
Desenvolver habilidades para produção de atividades.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
2) No quinto Campo de Experiência da da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) onde as crianças estão inseridas ?
____________________________________________________________________________________________________________________________
____________________________________________________________________________________________________________________________
_
SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Aprendizagem Infantil a patir de experiências
CONTEÚDO: Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver e contribuir para o cumprimento da BNCC.
Analisar e refletir sobre os campos de experiências.
Desenvolver habilidades para produção de atividades.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES
1 -Elabore uma atividade que pode ser trabalhada na Educação Infantil, que contemple o
campo de experiência “espaço, tempo, quantidades, relações e transformações”, escolha uma
faixa etária de sua preferência.
.
SEMANA 4
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Aprendizagem Infantil a patir de experiências
CONTEÚDO: Campo de experiência: espaço, tempo, quantidades, relações e transformações
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver e contribuir para o cumprimento da BNCC.
Analisar e refletir sobre os campos de experiências.
Desenvolver habilidades para produção de atividades.
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
O quinto Campo de Experiência da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe que os educadores
estimulem nas crianças a exploração, a observação do meio e dos objetos. “É uma iniciação ao conhecimento
matemático, ao espírito científico, à atitude de descoberta e aprendizagem permanente”, analisa a consultora e
doutora em Educação pela PUC-Rio Andrea Ramal.
É também este campo que sugere que os pequenos devem ter os primeiros contatos com os fenômenos
socioculturais presentes no cotidiano das crianças. “Nesse campo as crianças serão inseridas em espaços e
tempos de diferentes dimensões de fenômenos naturais e socioculturais, ou seja, os educadores devem promover
experiências em que as crianças possam manipular, conhecer, observar, investigar e explorar os conhecimentos
do mundo físico e sociocultural”, explica a autora e coordenadora pedagógica Aline Castro. Isso significa que
bebês e crianças comecem a ter conhecimento sobre relações humanas, família, parentesco, costumes,
diversidade.
1 -Dê sua opinião sobre este campo de experiência “espaço, tempo, quantidades, relações e
transformações”.
2) O que os educadores devem promover?
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CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO – MAGISTÉRIO
PLANO DE ESTUDO TUTORADO
COMPONENTE CURRICULAR: ARTE-EDUCAÇÃO NA PRIMEIRA INFÂNCIA
SEMANA 3
EIXO: CONHECIMENTOS DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
DISCIPLINA: Arte-Educação na primeira infância
CONTEÚDO: Expressão Musical
HABILIDADE(S) E COMPETÊNCIA(S):
Desenvolver o processo de a musicalização das crianças de zero a cinco ano.
Identificar o papel da música no desenvolvimento infantil
DISCIPLINA(S) RELACIONADA(S): Arte na primeira infância
INTERDISCIPLINARIDADE: Educação Infantil, Musicalização, Expressão Musical
MATERIAL DE APOIO:
DOCUMENTO ORIENTADOR DO CURSO NORMAL EM NÍVEL MÉDIO PROFESSOR DE
EDUCAÇÃO INFANTIL, BELO HORIZONTE SEE, MG – 2016
ATIVIDADES