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ÍNDICE

LÍNGUA PORTUGUESA ..................................................................................................... 4


CONTABILIDADE GERAL ................................................................................................. 7
ESTATÍSTICA ......................................................................................................................... 8
LEGISLAÇÃO ESPECIAL ................................................................................................. 10
NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO ........................................................... 13
NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL............................................................ 17
NOÇÕES DE DIREITO PENAL ...................................................................................... 21
NOÇÕES DE DIREITO PROCESSUAL PENAL ....................................................... 25
RACIOCÍNIO LÓGICO ..................................................................................................... 28
INFORMÁTICA .................................................................................................................... 30

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LÍNGUA PORTUGUESA

DICA 01
PARA FACILITAR...
⇨ Coerência: Relação de ideias, lógica textual, ausência de contradição.

⇨ Sentido do texto/Semântica: Significado das palavras.

⇨ Morfologia: Estrutura, Forma e classificação das palavras. Classificadas como


substantivos, artigos, adjetivos, verbos, pronomes, advérbios, preposição, numeral,
conjunção, interjeição.

⇨ Sintaxe: Função das palavras, o que a palavra faz dentro de cada frase, oração, período.
Sujeito, Predicado, adjunto adverbial, complemento do verbo, complemento nominal.
DICA 02

DICIONÁRIO DAS PALAVRAS-CHAVE NO ENUNCIADO (COMANDO) DAS QUESTÕES


DE LÍNGUA PORTUGUESA

ASSOCIAR (relacionar)  Estabelecer uma correspondência


(ligação entre os elementos). UNIR IDEIAS QUE APRESENTEM
TRAÇOS COMUNS.
CARACTERIZAR  Distinguir aspectos, assinalar traços, pôr em
evidência os elementos de destaque.
COMENTAR (discutir)  Expressar opiniões, posicionar-se com
argumentação, desenvolver um assunto com desenvoltura.
CONTRAPOR (confrontar)  Expressar as diferenças, mostrar
traços diferenciados , pontos adversos.
DETERMINAR  Afirmar com clareza, distinguir com exatidão os
elementos.
ESTABELECER PARALELO  Organizar elementos (ideias) com
base em diferenças ou semelhanças, conforme a natureza do
assunto abordado.
EXEMPLIFICAR  Citar, mencionar com exemplos, interpretar
com palavras de quem escreve, basear-se no texto.
EXPLICAR  Expor com clareza as intenções, motivos, razões
(porquês), objetivos e até causas acerca de um assunto.

DICA 03

ERROS COMUNS NAS ASSERTIVAS – COMO ELIMINÁ-LAS?


- Extrapolam o texto, ACRÉSCIMO de informações alheias ao texto.
-Limitam o texto, CARÊNCIA de informações essenciais.
- NÃO ABORDAM o texto!
- CONTRADIZEM o texto.
- Emitem JUÍZO DE VALOR DIVERSO do autor → parcialidade!

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DICA 04

*São CONSIDERADAS AFIRMAÇÕES FALSAS quando:


1. Generaliza;
2. Extrapola;
3. Tom desprezível junto ao raciocínio do autor do texto em tela.
*São CONSIDERADAS AFIRMAÇÕES VERDADEIRAS quando:
1. Especifica o pensamento, usando pronomes demonstrativos;
2. Literalidade, usando sinônimos;
3. Geralmente a afirmação condiz com a conclusão do texto, ou seja, o último parágrafo.
DICA 05
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO:


* Comece sempre pelo COMANDO DA QUESTÃO.
* NUNCA LEIA O TEXTO SEM ANTES VER O QUE A QUESTÃO PEDE.
* Na leitura atente-se no que foi pedido e tente extrair o máximo da parte do texto que
foi pedido na questão.
DICA 06
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO:


* Volte ao texto sempre que necessário, NUNCA DEDUZA SEM TER A INFORMAÇÃO NO
TEXTO, evite opiniões pessoais, se atente apenas nas informações que o texto passa.
Porém sempre com uma leitura dirigida.
* Tente ver nas RESPOSTAS DE OUTRAS QUESTÕES que dizem a mesma coisa (com
palavras diferentes). Veja SE BATE COM O QUE VOCÊ ACHA COMO CORRETO.
DICA 07
INTERPRETAÇÃO DE TEXTO
IDENTIFICAR CONFORME A LEITURA: uma relação de esclarecimento, se existe uma
IDEIA DE RESUMO, EXPLICAÇÃO, EXEMPLIFICAÇÃO, DESCRIÇÃO, ENUMERAÇÃO,
OPOSIÇÃO OU CONCLUSÃO.
Se a questão pedir o TEMA OU IDEIA CENTRAL (principal): deve-se EXAMINAR COM
ATENÇÃO A INTRODUÇÃO E/OU CONCLUSÃO, pois nesses que contará a informação.
DICA 08
DIFERENCIAÇÃO ENTRE:
COMPREENSÃO: Significado de Algo. Modo concreto. Está no texto de modo explícito.
INTERPRETAÇÃO: Algo subentendido de modo lógico. De forma implícita.

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DICA 09

HOMONÍMIA
→ consiste em palavras que possuem o mesmo som e/ou mesma grafia.
→ divide-se em:
- Homófonas: palavras que possuem a mesma pronúncia.
- Homógrafas: palavras que possuem a mesma grafia.
*Homógrafas heterofônicas: mesma grafia e pronúncia diferente:

Ex.: DESTE (PRONOME) X DESTE (VERBO)

*Homófonas heterográficas: Na língua oral, necessitam estar contextualizadas:

Ex.: HÁ (VERBO) x a (preposição/artigo)

*Homônimos perfeitos: palavras IDÊNTICAS na grafia e no som, PORÉM COM


SIGNIFICADOS DIFERENTES.

Ex.: MANGA!

Eu amo manga (fruta)

A manga da blusa está molhada (parte da roupa)

Ex.2: caminho → substantivo / caminho → verbo

Ex.3: cedo → verbo / cedo → advérbio

 QUESTÃO CESPE PARA ILUSTRAR!

... Gramaticalmente, são consideradas homógrafas palavras que têm a mesma grafia, mas
sentidos diferentes. São exemplos disso as palavras “sessão” (ℓ.2) e cessão.
E AÍ? ESTÁ... ERRADO! SÃO HOMÓFONAS = PALAVRAS COM A MESMA PRONÚNCIA!
Muita atenção em sua prova!
DICA 10

PARONÍMIA
→ consiste em palavras PARECIDAS no som e na grafia, entretanto com SIGNIFICADOS
DIFERENTES!

Ex.: Eminente (importante) ≠ Iminente (próximo)

Questão: “O temporal estava eminente, não demoraria mais...” ERRADO! O correto


seria IMINENTE!

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CONTABILIDADE GERAL

DICA 11

Teoria da Contabilidade

A Contabilidade é uma ciência social aplicada concebida para captar, registrar, acumular,
resumir e interpretar os fenômenos que afetam as situações patrimoniais, financeiras e
econômicas de qualquer entidade.
A Contabilidade prática diz respeito a escrituração e registros das operações de uma
entidade em livros mantidos para essa finalidade.
Já a Contabilidade teórica estabelece princípios e regras de conduta a serem seguidos
pelos profissionais para aprimorar e uniformizar os procedimentos contábeis.
DICA 12

Contabilidade: Objeto, Objetivo, Finalidade e Campo de Aplicação

A Contabilidade é uma ciência social e possui alguns aspectos fundamentais que não
podem ser confundidos:
→ Objeto: Patrimônio das entidades.
→ Objetivo: Controlar o patrimônio.
→ Finalidade: Fornecer informações contábeis aos usuários.
→ Campo de Aplicação: Aziendas (entidades econômico-administrativas), com ou sem
fins lucrativos.
OBS: A CESPE algumas vezes considera objetivo e finalidade como sinônimos.
DICA 13

Ciclo Contábil

O ciclo contábil são os procedimentos usados para identificar, classificar, mensurar e


registrar as informações contábeis de uma empresa. O ciclo contábil possui cinco fases:
captação, reconhecimento, processo de acumulação, sumarização e evidenciação.
→ Captação: Colher dados que afetam o patrimônio da entidade (análise de documentos).
→ Reconhecimento: Questionar os atos e fatos contábeis e decidir se devem ser
reconhecidos ou não.
→ Processo de acumulação: Organizar e estruturar os dados reconhecidos.
→ Sumarização: Transformar os dados em informações úteis.
→ Evidenciação: Divulgar as informações contábeis aos usuários.

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ESTATÍSTICA

DICA 14

Amostragem Probabilística x Não Probabilística

→ Na amostragem probabilística, não há interferência do responsável na seleção da


amostra (imparcialidade). Há como calcular a probabilidade de cada elemento da população
pertencer a amostra.

→ Na amostragem não probabilística, há parcialidade do responsável, também é


chamada de amostra determinística.

→ O ideal é que, pelas características do tipo de amostra, você consiga determinar se ela é
probabilística ou não. De qualquer forma os exemplos são:

✓ Probabilística: amostragem aleatória simples, por estratos, por conglomerados e


sistemática.

✓ Não Probabilística: amostragem por conveniência, julgamento e cotas.

→ Há situações em que o ideal é uma amostragem Probabilística, e outras em que se encaixa


melhor uma amostra Não Probabilística.

DICA 15

Teoria da Estimação

→ A estimação é uma técnica utilizada para determinar estimativas de parâmetros


populacionais. Neste método, utiliza-se dados amostrais para prever valores de
parâmetros populacionais que ainda não são conhecidos.

✓ ESTIMAÇÃO PONTUAL

• Nesta estimação o parâmetro populacional é obtido através de um único número. Este


número tende a ser bem próximo do verdadeiro valor do parâmetro.
• Existem dois tipos de estimação de um parâmetro populacional: estimação por ponto e
a estimação por intervalo.
• Como é uma estimativa baseada em um único ponto, não é possível julgar a magnitude
do erro que podemos estar cometendo.

✓ ESTIMAÇÃO POR INTERVALO

• Essa estimativa busca determinar um intervalo que possua o valor do parâmetro


populacional, obtendo através desta uma margem de segurança razoável, onde é
possível julgar se estamos ou não cometendo um erro de amostragem.

✓ INTERVALO DE CONFIANÇA

• Na estimativa por intervalo de confiança é possível determinar dois limites para a


amostragem populacional, ou seja, temos aqui uma margem de erro conhecida.
• Quando a margem de erro é baixa, temos que o nível de confiança daquela pesquisa ou
amostra é alto. Caso a margem de erro seja alta, a confiança tende a ser menor.
• Geralmente esses intervalos de confiança são expressos assim: (1 – a), onde a é o grau
de desconfiança.

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• Encontramos em nosso dia a dia, desta forma α = grau de desconfiança, nível de


incerteza ou nível de significância. 1-α = coeficiente de confiança ou nível de
confiabilidade;

DICA 16

Teste de Hipóteses

→ O teste de Hipótese é utilizado no dia a dia para a tomada de decisões. Quando estamos
diante de um teste de hipóteses, devemos examinar as duas possibilidades possíveis
que fará com que se aceite ou rejeite uma alegação sobre determinada população de acordo
com as evidências obtidas por uma amostra de dados.

→ Dentro do teste de hipóteses temos as hipóteses estatísticas, o qual podemos definir


como uma suposição de um parâmetro populacional, ou seja, iremos pegar uma amostra e
buscar os parâmetros daquela amostra. Iremos calcular através da amostra se esta hipótese
deve ser aceita ou rejeitada.

→ Para testarmos um parâmetro populacional, teremos uma hipótese que seja falsa e outra
que seja verdadeira. Essas duas hipóteses são chamadas de hipótese nula e hipótese
alternativa.

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LEGISLAÇÃO ESPECIAL

DICA 17

LEI Nº. 11.343/06 (DROGAS) – inclusões trazidas pelo pacote anticrime

Art. 28. Quem ADQUIRIR, GUARDAR, TIVER EM DEPÓSITO, TRANSPORTAR OU


TROUXER CONSIGO, para consumo pessoal, drogas sem autorização ou em desacordo
com determinação legal ou regulamentar será submetido às seguintes penas:

I - ADVERTÊNCIA sobre os efeitos das drogas;

II – PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS À COMUNIDADE; (prazo máximo aplicação


da pena: 5 meses, ou 10 meses (reincidência).

III - MEDIDA EDUCATIVA de comparecimento a programa ou curso educativo.


(prazo máximo aplicação da pena: 5 meses, ou 10 meses (reincidência).

***PRESCRIÇÃO: 2 ANOS (imposição e execução das penas), aplicando-se as


causas de interrupção previstas no CP.

***AGENTE QUE SE RECUSA INJUSTIFICADAMENTE A CUMPRIR AS


MEDIDAS DO ART. 28: o juiz PODE submetê-lo, sucessivamente, a admoestação
verbal e multa.

§ 1º Às mesmas medidas submete-se quem, para seu consumo pessoal,


SEMEIA, CULTIVA OU COLHE PLANTAS destinadas à preparação de pequena
quantidade de substância ou produto capaz de causar dependência física ou psíquica.

§ 2º Para determinar se a droga destinava-se a consumo pessoal, o juiz


atenderá à natureza e à quantidade da substância apreendida, ao local e às condições
em que se desenvolveu a ação, às circunstâncias sociais e pessoais, bem como à
conduta e aos antecedentes do agente.

DICA 18

ATENÇÃO! O STF possui o entendimento que o art. 28 da Lei de Drogas DESPENALIZOU


a posse de drogas para uso pessoal. Contudo, as condutas previstas no dispositivo não
deixaram de ser criminosas. (Recurso Extraordinário 430.105-9-RJ)

DICA 19

TRÁFICO DE DROGAS PRIVILEGIADO

→ É privilegiado o tráfico quando o agente é primário, tem bons antecedentes, não se


dedica às atividades criminosas e não integra organização criminosa. Nessa hipótese,
descrita no art. 33, § 4º, da Lei de Drogas, a pena do réu será reduzida de 1/6 a 2/3.

OBS.1: “Atividades criminosas” mencionadas no artigo acima indicado não precisam estar
relacionadas com o tráfico de drogas.

OBS.2: O STF, em sede de controle difuso, declarou inconstitucional a vedação da


conversão da pena do tráfico privilegiado em penas restritivas de direitos (Habeas

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Corpus nº 97.256/RS). E, com isso, o Senado editou a Resolução nº 5/2012: “Art. 1º É


suspensa a execução da expressão "vedada a conversão em penas restritivas de direitos" do
§ 4º do art. 33 da Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, declarada inconstitucional por
decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal nos autos do Habeas Corpus nº 97.256/RS”.

DICA 20

- TRÁFICO INTERESTADUAL

Súmula 587, STJ: Para a incidência da majorante prevista no artigo 40, V, da Lei
11.343/06, é desnecessária a efetiva transposição de fronteiras entre estados da
federação, SENDO SUFICIENTE A DEMONSTRAÇÃO INEQUÍVOCA DA INTENÇÃO DE
REALIZAR O TRÁFICO INTERESTADUAL.

- TRÁFICO TRANSNACIONAL

Súmula 607, STJ: A majorante do tráfico transnacional de drogas (art. 40, I, da Lei
11.343/06) se configura com a prova da destinação internacional das drogas, ainda que
não consumada a transposição de fronteiras.

DICA 21

INTERNAÇÃO (LEI DE DROGAS) – NOVIDADE TRAZIDA PELO PACOTE ANTICRIME

VOLUNTÁRIA - aquela que se dá com o consentimento do


dependente de drogas;

- deverá ser precedida de declaração escrita


da pessoa solicitante de que optou por este
regime de tratamento;

- seu término dar-se-á por determinação do


médico responsável ou por solicitação
escrita da pessoa que deseja interromper o
tratamento.

INVOLUNTÁRIA - aquela que se dá, sem o consentimento do


dependente, a pedido de familiar ou do
responsável legal OU, NA ABSOLUTA FALTA
DESTE, de servidor público da área de
saúde, da assistência social ou dos órgãos
públicos integrantes do Sisnad, com
exceção de servidores da área de
segurança pública, que constate a existência
de motivos que justifiquem a medida;

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- deve ser realizada após a formalização


da decisão por médico responsável;

II - será indicada depois da avaliação


sobre o tipo de droga utilizada, o padrão de uso
e na hipótese comprovada da
impossibilidade de utilização de outras
alternativas terapêuticas previstas na rede
de atenção à saúde;

III - perdurará apenas pelo tempo


necessário à desintoxicação, no prazo
máximo de 90 (noventa) dias, tendo seu
término determinado pelo médico responsável;

IV - a família ou o representante legal


poderá, a qualquer tempo, requerer ao
médico a interrupção do tratamento.

DICA 22

DA INVESTIGAÇÃO NO CRIME DE DROGAS – PRISÃO EM FLAGRANTE

• Ocorrendo prisão em flagrante, a autoridade de polícia judiciária fará,


imediatamente, comunicação ao juiz competente, remetendo-lhe cópia do auto
lavrado, do qual será dada vista ao órgão do Ministério Público, em 24 (vinte e
quatro) horas.

• Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da


materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e
quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa
idônea.

• O perito que subscrever o laudo não ficará impedido de participar da elaboração


do laudo definitivo.

• Recebida cópia do auto de prisão em flagrante, o juiz, no prazo de 10 (dez) dias,


certificará a regularidade formal do laudo de constatação e determinará a destruição
das drogas apreendidas, guardando-se amostra necessária à realização do laudo
definitivo.

• A destruição das drogas será executada pelo delegado de polícia competente


no prazo de 15 (quinze) dias na presença do Ministério Público e da autoridade
sanitária.
DICA 23

CONCLUSÃO DO INQUÉRITO POLICIAL (drogas)


INDICIADO PRESO Prazo de 30 (trinta) dias
INDICIADO SOLTO Prazo de 90 (trinta) dias

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NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO

DICA 24

Teoria da culpa civil – teoria da responsabilidade subjetiva

Após a superação da distinção entre os atos de império e de gestão para fins de


responsabilização do Estado, emergiu a teoria da culpa civil, ou da responsabilidade
subjetiva.

Por essa teoria, a responsabilidade do Estado dependia da comprovação de dolo ou,


pelo menos, a culpa na conduta do agente estatal. Assim, a responsabilização do
Estado, isto é, o dever de indenizar danos causados a terceiros, dependia da comprovação
de dolo ou culpa (negligência, imprudência ou imperícia), cabendo ao particular
prejudicado o ônus de comprovar a existências desses elementos subjetivos.

DICA 25

Teoria da culpa administrativa

A teoria da culpa administrativa, também conhecida como culpa do serviço ou culpa


anônima (faute du servisse) é a primeira teoria publicista, representando a transição
entre a doutrina subjetiva da culpa civil e a responsabilidade objetiva adotada atualmente
na maioria dos países ocidentais.

Por essa teoria, a culpa é do serviço e não do agente, por isso que a responsabilidade do
Estado independe da culpa subjetiva do agente. A culpa administrativa se aplica em
três situações:

a) o serviço não existiu ou não funcionou, quando deveria funcionar;


b) o serviço funcionou mal; ou
c) o serviço atrasou.

Em qualquer uma dessas situações, ocorrerá a culpa do serviço (culpa administrativa,


culpa anônima), implicando a responsabilização do Estado independentemente de
qualquer culpa do agente.

DICA 26

Teoria do risco administrativo

Pela teoria do risco, basta a relação entre o comportamento estatal e o dano sofrido
pelo administrado para que surja a responsabilidade civil do Estado, desde que o
particular não tenha concorrido para o dano. Ela representa o fundamento da
responsabilidade objetiva ou sem culpa do Estado.

Essa teoria surge de dois aspectos:

a) a atividade estatal gera um potencial risco para os administrados;

b) é necessário repartir tanto os benefícios da atuação estatal quanto os encargos


suportados por alguns, pelos danos decorrentes dessa atuação (solidariedade social).

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Dessa forma, se um particular for prejudicado pela atuação estatal, os danos decorrentes
deverão ser compartilhados por toda a sociedade, justificando o direito à indenização
custeada pelo Estado.

Nesse caso, não é preciso cogitar se o serviço funcionou, se funcionou mal, se demorou ou
se não existiu, uma vez que se presume culpa da Administração. Além disso, não se
questiona se houve culpa ou dolo do agente, se o comportamento foi lícito ou ilícito, se o
serviço funcionou bem ou mal. Basta que seja evidenciado o nexo de causalidade entre o
comportamento estatal e o dano sofrido pelo terceiro para se configurar a responsabilidade
civil do Estado.

Pode-se dizer ainda que se exige a presença de três requisitos para gerar a
responsabilidade do Estado:

a) dano;
b) conduta administrativa – fato do serviço; e
c) nexo causal.

DICA 27

Critérios definidores da competência

A norma define a competência dos agentes públicos segundo alguns critérios de distribuição
e organização, quais sejam:

→ Matéria: a competência é definida segundo a especificidade da função a ser exercida.

Exemplo: na esfera federal, cada Ministério possui competência para tratar de determinada
matéria (saúde, educação, cultura, economia etc.).

→ Hierarquia: as competências são escalonadas de acordo com seu nível de complexidade


e responsabilidade. Assim, por esse critério, as competências mais complexas e de maior
responsabilidade são atribuídas aos agentes de plano hierárquico mais elevado.

→ Lugar: a competência é distribuída entre órgãos localizados em pontos territoriais


distintos. Inspira-se na necessidade de descentralização ou desconcentração territorial das
atividades administrativas.

Exemplo: determinadas competências da Receita Federal são desempenhadas por


Superintendências espalhadas nos Estados-membros.

→ Tempo: a competência é conferida por determinado período.

Exemplo: a competência do servidor público tem início a partir da investidura legal e


término com o fim do exercício da função pública.

→ Fracionamento: a competência é distribuída por diversos órgãos ou agentes, cuja


manifestação é imprescindível para a completa formação do ato. Trata-se dos chamados
atos complexos.

Exemplo: a redução de alíquotas de IPI para alguns refrigerantes depende da aprovação


do Ministério da Agricultura e do Ministério da Fazenda.

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DICA 28

A doutrina ensina que o elemento competência apresenta as seguintes características:

→ É de exercício obrigatório: trata-se de um poder-dever do agente público, não sendo


exercido por sua livre conveniência, mas sim para a satisfação do interesse público.

→ É irrenunciável: em respeito ao princípio da indisponibilidade do interesse público,


o administrador atua em nome e interesse da coletividade, não podendo renunciar àquilo
que não lhe pertence. Todavia, a irrenunciabilidade não impede que a Administração Pública
transfira a execução de uma tarefa, isto é, delegue o exercício da competência para fazer
algo. A delegação, de toda sorte, implica transferir apenas o exercício, eis que a titularidade
da competência continua a pertencer a seu ‘proprietário’ (autoridade delegante).

→ É intransferível ou inderrogável: não se admite transação de competência, ou seja, a


competência não pode ser transmitida por mero acordo entre as partes. Uma vez fixada
em norma expressa, a competência deve ser rigidamente observada por todos. Mesmo
quando se permite a delegação, é preciso um ato formal que registre a prática. Essa
característica também decorre do princípio da indisponibilidade do interesse público.

→ É imodificável por mera vontade do agente: só quem pode modificar competência


primária é a lei ou a Constituição.

→ É imprescritível: mesmo quando não utilizada, não importa por quanto tempo, o agente
continuará sendo competente, ou seja, ele não perderá sua competência simplesmente pelo
fato de não utilizá-la.

→ É improrrogável: o fato de um órgão ou agente incompetente praticar um ato não faz


com que ele passe a ser considerado competente. Em outras palavras, o mero decurso do
tempo não muda a incompetência em competência. Para a alteração da competência,
registre-se, é necessária a edição de norma que especifique quem agora passa a dispor da
competência.

→ Pode ser delegada ou avocada, desde que não haja impedimento legal.

DICA 29

Vícios de objeto

Como visto, o objeto é o efeito jurídico imediato produzido pelo ato. Ocorrerá vício
do objeto quando este for:

→ Proibido pela lei; por exemplo, um Município que desaproprie bem imóvel da União.

→ Com conteúdo diverso do previsto na lei para aquela situação; por exemplo, a
autoridade aplica a pena de suspensão, quando cabível a advertência; a autoridade
suspende servidor por 120 dias, quando a lei prevê que a suspensão será por, no máximo,
90 dias.

→ Impossível, porque os efeitos pretendidos são irrealizáveis, de fato ou de direito; por


exemplo, a nomeação para um cargo inexistente; a instalação de antena de concessionária
em terreno pantanoso; a desapropriação de terras produtivas pela União para fins de
Reforma Agrária.

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→ Imoral; por exemplo, a emissão de parecer sob encomenda, contrário ao entendimento


de quem o elabora.

→ Incerto em relação aos destinatários, às coisas, ao tempo, ao lugar; por exemplo,


desapropriação de bem não definido com precisão.

O vício de objeto é insanável, ou seja, invariavelmente acarreta a nulidade do ato.

DICA 30

Para atingir seus objetivos, o poder de polícia é exercido por meio de três técnicas
diferentes, chamadas também de técnicas de ordenação:

1. Técnica de informação
2. Técnica de condicionamento
3. Técnica sancionatória

Pela técnica de informação, o Poder Público atua exigindo que o cidadão e as empresas
prestem informação sobre si próprios.

Na técnica de condicionamento, o Estado coloca uma série de exigências para que a


pessoa possa exercer sua atividade.

Já na técnica sancionatória, o Poder Público atua punindo, aplicando sanções àqueles que
tenham descumprido alguma exigência, seja ela de prestar informação (técnica de
informação) ou de atender alguma condição (técnica de condicionamento).

DICA 31

O exercício do poder de polícia pode se dar de três formas distintas:

→ Preventiva: disposições genéricas que regulamentam comportamentos (ex.: portarias


ou regulamentos que regulam horários de estabelecimentos em determinada localidade);

→ Repressiva: prática de atos que visam desfazer a situação de desobediência à lei (ex.:
apreensão de revistas pornográficas em exposição em local impróprio); e

→ Fiscalizadora: previne eventuais lesões a normas ou direitos (ex.: vistoria de veículos).

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NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL

DICA 32
Súmula Vinculante nº 11 do STF: Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência
e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por
parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de
responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão
ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado.

Mnemônico:

Perigo à integridade física própria ou alheia;


Resistência;
Fundado receio de fuga.

DICA 33

HABEAS CORPUS
Caráter preventivo ou Sim
repressivo
Finalidade Proteger a liberdade de locomoção
Legitimados ativos Qualquer pessoa física ou jurídica, nacional ou
estrangeira. Só pode ser impetrado a favor de pessoa
natural, jamais de pessoa jurídica.
Legitimados passivos Autoridade pública e pessoa privada
Natureza Penal
Isenção de custas Sim
Medida liminar Possível, com pressupostos “fumus boni juris” e
“periculum in mora”
Observações Penas de multa, de suspensão de direitos políticos, bem
como disciplinares não resultam em cerceamento da
liberdade de locomoção. Por isso, não cabe “habeas
corpus” para impugná-las

DICA 34

MANDADO DE SEGURANÇA INDIVIDUAL


Caráter preventivo ou Sim
repressivo
Finalidade Proteger direito líquido e certo, não amparado por “habeas
corpus” ou “habeas data”
Legitimados ativos Todas as pessoas físicas ou jurídicas, as universalidades
reconhecidas por lei como detentoras de capacidade
processual, alguns órgãos públicos e o Ministério Público
Legitimados passivos Poder público e particulares no exercício da função pública
Natureza Civil
Isento de custas Não
Medida liminar Possível, com pressupostos “fumus boni juris” e “periculum
in mora”, mas há exceções

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DICA 35
O mandado de injunção visa solucionar um caso concreto. São, portanto, três
pressupostos para o seu cabimento:

a) Falta de norma que regulamente uma norma constitucional programática propriamente


dita ou que defina princípios institutivos ou organizativos de natureza impositiva;

b) Nexo de causalidade entre a omissão do legislador e a impossibilidade de exercício de


um direito ou liberdade constitucional ou prerrogativa inerente à nacionalidade, à soberania
e à cidadania;

c) O decurso de prazo razoável para elaboração da norma regulamentadora


(retardamento abusivo na regulamentação legislativa).

E quando é que descabe mandado de injunção? Segundo a jurisprudência do STF, nas


seguintes situações:

a) Não cabe mandado de injunção se já houver norma regulamentadora do direito


constitucional, mesmo que esta seja defeituosa. Ora, se já existe norma regulamentadora,
não faz sentido falar-se em mandado de injunção, que tem como pressuposto a ausência
de regulamentação de norma constitucional.

b) Não cabe mandado de injunção se faltar norma regulamentadora de direito


infraconstitucional. O mandado de injunção somente repara falta de regulamentação de
direito previsto na Constituição Federal. A ausência de regulamentação de uma lei não dá
ensejo à utilização do mandado de injunção.

c) Não cabe mandado de injunção diante da falta de regulamentação de medida


provisória ainda não convertida em lei pelo Congresso Nacional. O mandado de injunção
tem como um de seus pressupostos a ausência de regulamentação de direito constitucional.

d) Não cabe mandado de injunção se não houver obrigatoriedade de regulamentação


do direito constitucional, mas mera faculdade.

Grave assim:
Não cabe mandado de injunção:

a) Se já houver norma regulamentadora


b) Se faltar norma regulamentadora de direito infraconstitucional
c) Se faltar regulamentação de medida provisória ainda não convertida em lei pelo
Congresso Nacionalidade
d) Se não houver obrigatoriedade de regulamentação

DICA 36
Exceções, nas quais a jurisdição é condicionada, ou seja, somente é possível acionar o
Poder Judiciário depois de prévio requerimento administrativo:

a) habeas data: um requisito para que seja ajuizado o habeas data é a negativa ou omissão
da Administração Pública em relação a pedido administrativo de acesso a informações
pessoais ou de retificação de dados.

18
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b) controvérsias desportivas: o art. 217, § 1º, da CF/88, determina que "o Poder
Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após
esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva, regulada em lei.

c) reclamação contra o descumprimento de Súmula Vinculante pela Administração


Pública: o art. 7º, § 1º, da Lei nº 11.417/2006, dispõe que "contra omissão ou ato da
administração pública, o uso da reclamação só será admitido após esgotamento das vias
administrativas".

A reclamação é ação utilizada para levar ao STF caso de descumprimento de enunciado de


Súmula Vinculante (art. 103-A, §3º). Segundo o STF, a reclamação está situada no âmbito
do direito de petição (e não no direito de ação); portanto, entende-se que sua natureza
jurídica não é a de um recurso, de uma ação e nem de um incidente processual.

d) requerimento judicial de benefício previdenciário: antes de recorrer ao Poder


Judiciário para que lhe conceda um benefício previdenciário, faz-se necessário o prévio
requerimento administrativo ao INSS. Sem o prévio requerimento administrativo, não
haverá interesse de agir do segurado.

DICA 37

Os direitos políticos podem ser POSITIVOS ou NEGATIVOS.

POSITIVOS se subdividem em ativos ou passivos. Eles habilitam a participação do


cidadão no processo eleitoral, votando ou sendo votado.

Por direitos políticos ativos (ou capacidade eleitoral ativa) se entende a possibilidade de o
cidadão de participar diretamente do processo eleitoral, por meio do voto, seja em eleições,
seja em plebiscitos ou em referendos (direito de votar).

Já os direitos políticos passivos (capacidade eleitoral passiva) guardariam ligação com a


elegibilidade da pessoa, o direito de ser votado.

Por outro lado, os direitos políticos NEGATIVOS contemplam as hipóteses de


inelegibilidade (absoluta e relativa), e os casos de perda ou suspensão de direitos
políticos. De antemão, já adianto a você que não é permitida cassação de direitos
políticos.

DICA 38

Súmula Vinculante 18

A dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal, no curso do mandato, não afasta a


inelegibilidade prevista no § 7º do artigo 14 da Constituição Federal.

Art. 14. § 7º São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes


consangüíneos ou afins, até o segundo grau ou por adoção, do Presidente da República, de
Governador de Estado ou Território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem os haja
substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato
eletivo e candidato à reeleição.

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DICA 39

DIFERENÇA DE TRATAMENTO ENTRE CHEFES DO PODER EXECUTIVO E


PARLAMENTARES

Presidente da República, Deputado, Senador e


Governador e prefeito (além dos vereador
respectivos vices)

Possibilidade de Somente uma vez para o Não há limitações. Podem


reeleição período subsequente. ser reeleitos quantas vezes
quiserem/conseguirem
Para concorrer a Deverá renunciar ao mandato até Não há necessidade de se
CARGO DIVERSO seis meses antes do pleito. É a afastar do cargo.
chamada desincompatibilização.

Para concorrer ao Não há a necessidade de se afastar. Não há necessidade de se


MESMO CARGO afastar do cargo.

Restrições à Cônjuge, companheiro e os parentes Não há proibição de


candidatura consanguíneos ou afins, até o 2º parentes concorrerem.
de parentes na grau, inclusive por adoção, são
mesma base inelegíveis, salvo se já titulares de
territorial mandato eletivo e candidatos à
reeleição. É a chamada
inelegibilidade reflexa.

DICA 40
- Direitos políticos: conjunto de normas legais permanentes que regulamenta o direito
democrático de participação do povo no Governo, diretamente ou por seus representantes.
Os direitos políticos consistem, portanto, na disciplina dos meios necessários ao exercício
da soberania popular.

- Sufrágio: é o direito público subjetivo de eleger um representante político (capacidade


eleitoral ativa) e/ou de ser eleito como representante político (capacidade eleitoral passiva),
o que em palavras simples representa o direito de votar e/ou ser votado.

- O Brasil adota o sufrágio universal, pois confere o exercício do sufrágio a todos os cidadãos,
independentemente do sexo, de condições financeiras ou de nascimento, de escolaridade
ou de qualquer outra capacidade especial.

- Soberania popular: é a soma da vontade de todos os cidadãos que confere legitimidade


aos representantes eleitos a quem são delegadas as funções de governo.

- Voto: é a materialização da vontade do cidadão eleitor manifestada através da escolha


de seus representantes políticos.

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NOÇÕES DE DIREITO PENAL

DICA 41

PRINCÍPIOS DO DIREITO PENAL


- Legalidade (art. 5º, XXXIX, CF e art. 1 CP): não há crime sem lei anterior que o defina,
não há pena sem prévia cominação.
- Reserva legal: somente a lei, EM SENTINDO ESTRITO, pode tipificar condutas e
cominar penas. É proibida a cominação de crime com base nos costumes ou por analogia,
quando em desfavor do réu. ATENÇÃO! Prevalece entendimento no STF (RE 254818-
PR) que medida provisória pode ser usada para tratar de matéria penal, desde que seja
favorável ao réu. EX.: Descriminalização de conduta).
- Anterioridade: a norma penal que piora a situação do réu deve ser anterior ao fato
praticado, ou seja, a norma penal que seja mais gravosa somente pode ser aplicada aos
crimes praticados a partir da data de sua vigência.
- Taxatividade: trata-se de um dos corolários do princípio da legalidade, preconizando que
a lei penal deve ser clara, precisa e determinada, NÃO CABENDO INCRIMINAÇÕES
VAGAS OU GENÉRICAS. ATENÇÃO! São admitidos os tipos penais abertos, consiste em
espécie de lei que depende de um completo valorativo feito na maioria das vezes pelo
magistrado, intérprete da lei, em função de permissão legal. Ex.: Tipos penais culposos -
em que o legislador não prevê todas as possibilidades de comportamentos negligentes -
cabendo ao juiz a análise do caso concreto.
DICA 42

- Individualização da Pena: determina que o juiz analise as especificidades do fato e do


autor do fato durante o processo dosimétrico.
- Pessoalidade, Personalidade ou da Intranscendência: assevera que a pena não
passará da pessoa do condenado
- Alteridade (lesividade): assevera que, para haver crime, a conduta humana deve
colocar em risco ou lesar bens de terceiros, e é proibida a incriminação de atitudes que
não excedam o âmbito do próprio autor. Ou seja, o sujeito não pode ser punido por
causar mal a si próprio.
- Insignificância (bagatela): afasta a tipicidade material de fatos criminosos, ao definir
que não haverá crime sem ofensa significativa ao bem tutelado.
OBS.: BAGATELA PRÓPRIA (implica na atipicidade material de condutas causadoras de
danos ou de perigos ínfimos) X BAGATELA IMPRÓPRIA (desnecessidade da pena)
ATENÇÃO! A jurisprudência, reiteradamente, não reconhece a bagatela imprópria,
afirmando que, se o fato é formal e materialmente típico, há crime. (TJ/RS, Oitava Câmara
Criminal, Apelação Crime Nº 70076016484, Rel. Naele Ochoa Piazzeta, julgado em
31/01/2018) e (AgRg no REsp 1602827/MS, Rel. Ministro RIBEIRO DANTAS, QUINTA
TURMA, julgado em 20/10/2016, DJe 09/11/2016)
DICA 43

- Adequação social: serve de parâmetro ao legislador, que deve buscar afastar a


tipificação criminal de condutas consideradas socialmente adequadas. Ex.: mãe que
fura a orelha da filha recém-nascida, o que não deixa de ser "lesão corporal", todavia aceita
por se tratar de ato cultural da nossa sociedade.

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- Ofensividade: não é suficiente que o fato seja formalmente típico para a configuração do
delito, necessário também que ele seja capaz de ofender (lesão ou ameaça de lesão), de
modo GRAVE, o bem jurídico tutelado.
- Fragmentariedade: o direito penal somente tutele uma pequena fração dos bens
jurídicos protegidos, operando nas hipóteses em que se verificar lesão ou ameaça de lesão
mais intensa aos bens de MAIOR RELEVÂNCIA. Quer dizer que somente bens jurídicos de
GRANDE RELEVÂNCIA SOCIAL devem ser tutelados.

- Subsidiariedade: como o nome o D. Penal é uma ferramenta subsidiária, tão somente


deve ser usado quando os demais ramos do Direito não conseguirem tutelar com
satisfação o bem jurídico que se almeja proteger.
DICA 44

- Principio da Retroatividade da lei penal benéfica: a lei penal QUE BENEFICIAR o


réu retroagirá para regular as condutas anteriores a sua vigência. (art. 2º, p. único
+ art 5º , XL ,CF).
Art. 2º, Parágrafo único - A lei posterior, que de qualquer modo favorecer
o agente, aplica-se aos fatos anteriores, ainda que decididos por sentença
condenatória transitada em julgado.

Art. 5º, XL - a lei penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu.

OBS.: A retroatividade da lei penal benéfica NÃO respeita a coisa julgada (relativização
da coisa julgada). Se sobrevier norma beneficiando o réu, o próprio Juiz da Vara de
Execução poderá aplicá-la.
OBS.2: Súmula 611, STF: “Transitada em julgado a sentença condenatória, compete ao
juízo das execuções a aplicação de lei mais benigna.”
DICA 45

APLICAÇÃO DA LEI PENAL NO TEMPO -ALGUNS CONCEITOS QUE


MERECEM ATENÇÃO:

NOVATIO LEGIS INCRIMINADORA: Em suma, trata-se de uma nova lei


que passa a criminalizar conduta até aquele momento atípica, ou
seja, não existia a previsão da conduta como crime. Há retroativa? Não.
Irá produzir efeitos tão somente aos fatos futuros com fundamento no
princípio da anterioridade da lei penal.

NOVATIO LEGIS IN PEJUS: Trata-se de uma inovação legislativa


MAIS GRAVE do que a até então em vigor. Em suma, a nova lei é mais
grave do que a atual. Há retroativa? Não. Irá produzir efeitos tão
somente aos fatos futuros com fundamento no princípio da anterioridade da
lei penal.

NOVATIO LEGIS IN MELLIUS: Trata-se de uma inovação legislativa


MAIS BENÉFICA do do que a até então em vigor. Em suma, a nova lei

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é mais benéfica do que a atual. Há retroativa? Sim!!! A nova legislação


será aplicada aos fatos praticados antes de sua entrada em vigor.

ABOLITIO CRIMINIS: Há DESCRIMINALIZAÇÃO da conduta pela


nova lei. SENDO BENÉFICA, HÁ RETROATIVIDADE (eficácia
retroativa)!!! Será aplicada aos fatos praticados ANTES de sua
entrada em vigor, que não poderão mais ser punidos, além de gerar a
extinção da punibilidade do agente. Ex.: antigo crime de adultério.

OBS.1: A ABOLITIO CRIMINIS apesar de cessar a pena e os efeitos penais da condenação,


não impede os efeitos extrapenais da condenação. Ex.: A foi condenado pelo crime
de adultério. Todavia, lei nova surge e descriminaliza a conduta. A será solto, cessando a
pena imposta e a condenação pelo crime de adultério não poderá ser considerada para fins
de reincidência (exemplo de efeitos da condenação). Conduto, se foi condenado à reparação
do dano causado à vítima (efeito extrapenal da condenação), DEVERÁ REPARÁ-LO!
DICA 46
LEI EXCEPCIONAL OU TEMPORÁRIA
“Art. 3º, CP - A lei excepcional ou temporária, embora decorrido o período de sua duração
ou cessadas as circunstâncias que a determinaram, aplica-se ao fato praticado durante sua
vigência.”
É importante o candidato se atentar em sua prova que as leis excepcionais e
temporária são criadas para vigorar apenas em determinado período, devido a
razões excepcionais e, por isso, ainda que saia do mundo jurídico - revogação
natural - não gerará abolitio criminis. Nesse sentido, aqueles que tiverem praticado o
crime durante sua vigência deverão responder pela conduta praticada.
Ex. de prova: “Em virtude da seca que assola o país, considere a hipótese em que seja
promulgada uma lei federal ordinária que estabeleça como crime o desperdício doloso ou
culposo de água tratada, no período compreendido entre 01 de novembro de 2014 e
01 de março de 2015. Em virtude do encerramento da estiagem e volta à normalidade,
não houve necessidade de edição de nova lei ou alteração no prazo estabelecido na citada
legislação. Nessa hipótese, o indivíduo a que em 02 de março de 2015 estiver sendo
acusado em um processo criminal por ter praticado o referido crime de
“desperdício de água tratada”, durante o período de vigência da lei, R: poderá ser
condenado pelo crime de “desperdício de água tratada” ainda que o período indicado na lei
que previu essa conduta esteja encerrado.
DICA 47

REGRA NO D. PENAL: TEORIA DA ATIVIDADE: é aplicada a lei penal que ocorre no


momento da ação.
EXCEÇÃO: EXTRA-ATIVIDADE da Lei Penal, que se divide em:
*Retroatividade: Fatos ocorridos antes da sua entrada em vigor. Ex.: Agente cometeu
crime e a lei MAIS BENÉFICA não existia, a retroatividade retroage e alcança o fato
ocorrido.
*Ultra-atividade: Fatos ocorridos depois da revogação da lei. Quer dizer que a lei,
mesmo que revogada, deve ser aplicada ao caso concreto se FOR MAIS BENÉFICA
e o agente cometeu o fato sob seu império.

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ATENÇÃO! Em todos os casos, a lei só retroage para beneficiar o réu.


DICA 48

● Súmula 711, STF: A lei penal MAIS GRAVE aplica-se ao crime continuado ou
ao crime permanente, se a sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou
da permanência.
● Crime permanente: a consumação se prolonga no tempo + o agente controla
sua permanência, tendo o domínio sobre a consumação do delito. Ex.: crime de usurpação
de função pública.
● Crime continuado: configura-se crime continuado quando o agente, mediante
mais de uma ação ou omissão, pratica dois ou mais crimes da mesma espécie, e
pelas condições de tempo, lugar, maneira de execução e outras semelhantes,
devem os subsequentes ser havidos como continuação do primeiro (artigo 71 do
CP).
● Ex.: Agente da PF passa a receber um pagamento de um advogado por várias
ocasiões, caracterizando corrupção passiva. Nesta hipótese, será aplicado o crime de
corrupção passiva como se ele tivesse cometido um único crime. Mas e se surgisse uma lei
que aumentasse a pena durante o cometimento de um dos atos pelo analista? Será aplicada
a última lei segundo entendimento sumulado, ainda que mais prejudicial.

 E JÁ CAIU NA BANCA CESPE!!!

(Ano: 2018 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: CGE – CE)


... “A lei penal mais benéfica aplica-se ao crime continuado ou ao crime permanente, ainda
que ocorra superveniência de lei penal mais gravosa ao longo da atividade delitiva.” VOCÊS
AGORA JÁ SABEM RESPONDER... ERRADOOOO!

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NOÇÕES DE DIREITO PROCESSUAL PENAL

DICA 49
SÚMULA VINCULANTE Nº 14: É direito do defensor, no interesse do representado, ter
acesso amplo aos elementos de prova que, JÁ DOCUMENTADOS em procedimento
investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária, digam respeito ao
exercício do direito de defesa.

ATENÇÃO! Fiquem atentos e não caiam na pegadinha, o acesso do defensor será aos
elementos de prova JÁ DOCUMENTADOS, aqueles que ainda não foram, como exemplo:
uma hipótese de interceptação telefônica não juntada ao IP, não serão objeto de acesso,
sobretudo para não prejudicar a eficiência da medida.
DICA 50
ATENÇÃO!
PRINCÍPIO DA OPORTUNIDADE OU CONVENIÊNCIA
→ Nos crimes de AÇÃO PRIVADA, a autoridade policial somente poderá proceder a
inquérito a requerimento de quem tenha qualidade para intentá-la.
DICA 51
IMPORTANTE!
O DELEGADO DE POLÍCIA NÃO PODE DETERMINAR ARQUIVAMENTO DE INQUÉRITO
POLICIAL!
NÃO IMPORTA se existiam excludentes de ilicitude.
Essa regra NÃO TEM EXCEÇÃO!

 QUESTÃO CESPE PARA ILUSTRAR ENVOLVENDO O DELEGADO DE POLÍCIA...

(Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: MPC-PA)


... Na condução do inquérito policial, o Delegado de Polícia, sempre pautando suas ações
pela legalidade, também se sujeita ao Princípio da Discricionariedade, que possui como
característica possibilitar ao Delegado de Polícia: a definição do rumo das investigações.


ATENÇÃO! Aprofundando... Há de se ressalvar, contudo, que, alguns tribunais, possuem
entendimento que algumas diligências devem ser “obrigatoriamente” realizadas, cite-se
como exemplo o exame de corpo de delito, nos crimes que deixam vestígio, bem como a
oitiva do investigado. Existem, inclusive, julgados do STJ nesse sentido, como exemplo: HC
69.405 do STJ. SE A QUESTÃO NÃO COBRAR, VAMOS PELA REGRA, OK? SEMPRE USE
ESSE RACIOCÍNIO EM SUA PROVA!
DICA 52

- Art. 6º, CPP. Logo que tiver conhecimento da prática da infração penal, a autoridade
policial deverá:

I - dirigir-se ao local, providenciando para que não se alterem o estado e


conservação das coisas, até a chegada dos peritos criminais;

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II - apreender os objetos que tiverem relação com o fato, após liberados


pelos peritos criminais;

III - colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e


suas circunstâncias;

IV - ouvir o ofendido;

V - ouvir o indiciado, com observância, no que for aplicável, do disposto no


Capítulo III do Título Vll, deste Livro, devendo o respectivo termo ser assinado por
duas testemunhas que lhe tenham ouvido a leitura;

VI - proceder a reconhecimento de pessoas e coisas e a acareações;

VII - determinar, se for caso, que se proceda a exame de corpo de delito e a


quaisquer outras perícias;

VIII - ordenar a identificação do indiciado pelo processo datiloscópico, se


possível, e fazer juntar aos autos sua folha de antecedentes;

IX - averiguar a vida pregressa do indiciado, sob o ponto de vista individual,


familiar e social, sua condição econômica, sua atitude e estado de ânimo antes e depois
do crime e durante ele, e quaisquer outros elementos que contribuírem para a
apreciação do seu temperamento e caráter.

X - colher informações sobre a existência de filhos, respectivas idades e se


possuem alguma deficiência e o nome e o contato de eventual responsável pelos
cuidados dos filhos, indicado pela pessoa presa.

 OLHEM COMO FOI COBRADO PELA BANCA CESPE:

(Ano: 2019 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: TJ-BA Prova: CESPE - 2019 - TJ-BA –
Conciliador) Em regra, a apreensão de objetos na fase inquisitorial não depende de
autorização judicial. CORRETO!
DICA 53
O ARQUIVAMENTO DO INQUÉRITO POLICIAL embasado no princípio da
insignificância faz coisa julgada material, o que impede seu desarquivamento diante
do surgimento de novas provas.
ATENÇÃO! É certo dizer que o inquérito policial é DISPENSÁVEL para a promoção da ação
penal desde que a denúncia esteja minimamente consubstanciada nos elementos exigidos
em lei ≠ denúncia NÃO PODE VIR desacompanhada de um mínimo de prova do fato e da
autoria (JUSTA CAUSA).

DICA 54
PARA A INSTAURAÇÃO DE INQUÉRITO POLICIAL, bastam indícios suficientes da
existência do crime, sendo dispensável, nesse primeiro momento, prova da materialidade
do delito ou de sua autoria. ***INCLUSIVE ESSA DICA É QUESTÃO ATUAL DA BANCA
CESPE!

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DICA 55
A sentença de arquivamento de IP NÃO faz coisa julgada material em regra (art. 18,
CPP). Excepcionalmente, poderá fazer coisa julgada quando a sentença for fundada
em:

*Atipicidade: faz coisa julgada material.

*Excludente de culpabilidade: faz coisa julgada material.

*Extinção da punibilidade: faz coisa julgada material (exceção: certidão de óbito


falsa).

*Excludente de ilicitude: DIVERGÊNCIA= STF: faz coisa julgada formal / STJ: faz coisa
julgada material.

*COISA JULGADA FORMAL: O arquivamento do inquérito NÃO afasta a possibilidade de


reabertura do IP, desde que colhidas novas provas do delito.

*COISA JULGADA MATERIAL: AINDA QUE SURJAM NOVAS PROVAS, não há


possibilidade de reabertura do IP.

DICA 56
O entendimento da doutrina majoritária e dos tribunais superiores é no sentido de que a
DENÚNCIA ANÔNIMA sobre fato grave de necessária repressão imediata NÃO é
suficiente para embasar, por si só, a instauração de inquérito policial para rápida
formulação de pedido de quebra de sigilo e de interceptação telefônica. Todavia,
podem, a informação apócrifa não inibe e nem prejudica a prévia coleta de elementos
de informação dos fatos delituosos (STF, Inquérito 1.957-PR) com vistas a apurar
a veracidade dos dados nela contidos

“As notícias anônimas não autorizam, por si sós, a propositura de ação penal ou mesmo, na
fase de investigação preliminar, o emprego de métodos invasivos de investigação, como
interceptação telefônica ou busca e apreensão.” (STF, 1ª Turma, HC 106152/MS, Rel. Min.
Rosa Weber)

DICA 57
E – escrito

I- inquisitivo
D- dispensável
O- oficial
S- sigiloso
O- oficioso

OFICIALIDADE

Enquanto a OFICIOSIDADE está relacionada com o dever da autoridade de agir de ofício


(sem provocação), a OFICIALIDADE está relacionada com a RESPONSABILIDADE sobre
o inquérito policial.
Por força da OFICIALIDADE, dizemos que o inquérito policial é de responsabilidade de um
órgão oficial do Estado, especificamente a POLÍCIA JUDICIÁRIA!

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RACIOCÍNIO LÓGICO

DICA 58

- Principais métodos de resolução de questões sobre argumentação

- questões que fornecem as premissas e solicitam as conclusões de um argumento: para


obter as conclusões é preciso assumir que todas as premissas são verdadeiras. Assim:

- se as premissas possuem proposições categóricas (todo/algum/nenhum) podemos


utilizar diagramas lógicos;

- se uma das premissas é uma proposição simples: começar analisando-a, e com ela partir
para deixar as demais verdadeiras também;

- se todas as premissas são compostas e as alternativas de resposta (conclusões) são


proposições simples: “chutar” o valor lógico de alguma proposição simples que compõe as
premissas, e com isso tentar forçar todas as premissas a ficarem verdadeiras, analisando
se não há falha lógica;

- se todas as premissas são compostas e as alternativas de resposta (conclusões) também:


efetuar o teste de validade, forçando cada possível conclusão a ser F, e com isso tentar
forçar todas as premissas a serem V. Se isso for possível, aquela alternativa NÃO é uma
conclusão. Também é possível tentar “emendar” todas as premissas, em especial se forem
condicionais, utilizando também as suas contrapositivas.

DICA 59

Proposições categóricas podem ser tratadas com diagramas lógicos

- Todo A é B: “todos os elementos do conjunto A são também do conjunto B”, isto é, A


está contido em B.

- Nenhum A é B: nenhum elemento de A é também de B, isto é, os dois conjuntos são


totalmente distintos (disjuntos)

- Algum A é B: algum elemento de A é também elemento de B

- Algum A não é B: existem elementos de A que não são de B

DICA 60

Questões de Associações Lógicas

IDENTIFICAR:

1 – listagem de diversos elementos distintos (neste caso, irmãs, cursos e locais);

2 – solicitação para que você associe os elementos entre si (neste caso, o enunciado quer
saber o curso e o local de férias de uma das irmãs);

3 – presença de informações adicionais para realizar as associações.

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RESOLVER:

1 – montar uma tabela que relacione todas as possibilidades de associações entre os


elementos;

2 – analisar as informações adicionais visando “cortar” associações que vão contra as


informações e “marcar” associações de acordo com o que foi determinado no enunciado

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INFORMÁTICA

DICA 61

Uma rede de computadores pode ser definida como uma estrutura de computadores
e dispositivos conectados através de um sistema de comunicação com o objetivo de
compartilharem informações e recursos entre si. As redes permitem, portanto, a troca de
informações e recursos entre as pessoas conectadas através de um canal de comunicação.

Uma rede pode facilitar:

▪ O compartilhamento de impressoras e outros dispositivos de hardware.


▪ O compartilhamento de documentos, aplicativos e outros produtos digitais.
▪ A replicação de dados para backup.
▪ A comunicação e a vídeo conferência.

DICA 62

Os enlaces são os meios de transmissão por onde trafegam os dados sendo trocados na
rede. O meio de transmissão pode ser guiado (com fio) ou não guiado (sem fio ou
wireless). Os meios de transmissão guiados mais comuns são par trançado, cabo coaxial
e fibra óptica. Os meios de transmissão não guiados são atmosfera, água e espaço.

DICA 63

Técnicas de pesquisa comuns:

Pesquisar em redes sociais


Coloque @ antes de uma palavra para pesquisar em redes sociais. Por exemplo:
@Instagram.

Pesquisar um preço
Coloque $ antes de um número. Por exemplo: câmera $400.

Pesquisar hashtags
Coloque # antes de uma palavra. Por exemplo: #concurso

Excluir palavras da pesquisa


Coloque - antes de uma palavra que você queira deixar de fora. Por exemplo, velocidade do
jaguar -carro

Pesquisar uma correspondência exata


Coloque uma palavra ou frase entre aspas. Por exemplo, "maior animal já conhecido".

Pesquisar caracteres curinga ou palavras desconhecidas


Coloque um * na palavra ou frase onde você deseja deixar um marcador. Por exemplo,
"maior * do mundo".

Pesquisar dentro de um intervalo de números


Coloque .. entre dois números. Por exemplo, câmera $50..$100.

Combinar pesquisas
Coloque "OR" entre cada consulta de pesquisa. Por exemplo, maratona OR corrida.

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Pesquisar um site específico


Coloque "site:" antes de um site ou domínio. Por exemplo, site:youtube.com ou site:.gov.

Pesquisar sites relacionados


Coloque "related:" antes de um endereço da Web que você já conhece. Por exemplo,
related:time.com.

DICA 64

A Intranet é um tipo de rede local (LAN) cujo acesso é restrito a usuários


autorizados, normalmente integrantes da organização que gerencia a rede.

A intranet é uma rede de computadores que segue a arquitetura TCP/IP, assim como
a Internet. A sua peculiaridade é que somente pessoas autorizadas podem acessar os
serviços providos por esse tipo de rede. Seu acesso é privado e restrito. Essas pessoas
são normalmente membros da organização privada que gerencia a rede. Outras pessoas
podem obter o acesso se for de interesse da organização.

DICA 65

A extranet seria uma extensão da intranet. Funciona igualmente como a intranet, porém
sua principal característica é a possibilidade de acesso via internet, ou seja, de qualquer
lugar do mundo você pode acessar os dados de sua empresa. A ideia de uma extranet é
melhorar a comunicação entre os funcionários e parceiros além de acumular uma base de
conhecimento que possa ajudar os funcionários a criar novas soluções.

Via de regra, o acesso a extranet é realizado mediante o uso de credenciais (login e


senha) ou por meio da criação de um Rede Privada Virtual (VPN), pela qual o usuário
recebe um endereço IP dentro da Intranet da empresa, mesmo estando fora dela.

DICA 66

FTP (File Transfer Protocol): Servidores FTP são computadores na internet ou rede local,
aos quais os usuários podem estar autorizados a utilizar para armazenar arquivos.
Procedimentos tais como excluir, mover, copiar e renomear objetos são operacionalizados
por servidores FTP, que atua na camada de aplicação.

SMTP (Simple Mail Transfer Protocol): Protocolo utilizado por clientes de email para
enviar mensagens ao provedor.

NNTP (Network News Transfer Protocol): É o protocolo utilizado nos recursos de grupos
de discussão e através dele, seus conteúdos são acessados por seus usuários.

DICA 67

As redes metropolitanas (MANs) são aquelas instaladas em grandes cidades de regiões


metropolitanas, para a interconexão de um grupo grande de usuários.

As redes LAN (Local Area Network) interligam computadores presentes dentro de


um mesmo espaço físico.

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DICA 68

Sentido das transmissões nas redes

As informações que trafegam nas redes podem caminhar em somente um sentido ou em


diferentes sentidos. Com base no sentido das informações, podemos falar em redes simplex,
half-duplex ou full duplex:

▪ Simplex: as informações trafegam de modo unidirecional, isto é, os dados são


transmitidos em um sentido único do transmissor para o receptor. As transmissões de
TV e rádio utilizam transmissão Simplex.

▪ Half-Duplex: uma conexão half-duplex permite a transmissão de informações em dois


sentidos, porém em um sentido de cada vez. Os walkie-talkies são exemplos de
dispositivos que operam com half-duplex.

▪ Full-Duplex: é o modo de transmissão bidirecional simultâneo. Assim, cada


extremidade da linha pode emitir e receber ao mesmo tempo, o que significa que a banda
concorrida está dividida por dois para cada sentido de emissão dos dados. As redes de
telefonia e as redes de computadores são exemplos de redes que geralmente operam com
base em full-duplex.

DICA 69

Topologias de rede

A topologia de uma rede trata-se da forma como estão organizados os dispositivos na


rede, da maneira como estão interconectados uns aos outros.

Inicialmente vale mencionar que podemos falar em topologia física ou lógica:

▪ Topologia Física: mapeia a posição dos ativos de rede juntamente com o percurso
físico dos cabos (mesmo que desabilitados) que os interligam.

▪ Topologia Lógica: mapeia o efetivo percurso da informação através da rede. Canais


desabilitados não são considerados por esta topologia.

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