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Gestão Eficiente na Administração Rural

O documento aborda a importância da administração rural e a necessidade de profissionalização dos produtores rurais para garantir a competitividade no setor agropecuário. Destaca a relevância do conhecimento sobre o ambiente interno e externo da propriedade, além da importância do planejamento estratégico, operacional e programação para o sucesso das atividades agrícolas. O SENAR/SP é mencionado como uma entidade que busca capacitar os trabalhadores rurais para uma gestão eficiente de suas propriedades.

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Eduardo Urbonas
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Gestão Eficiente na Administração Rural

O documento aborda a importância da administração rural e a necessidade de profissionalização dos produtores rurais para garantir a competitividade no setor agropecuário. Destaca a relevância do conhecimento sobre o ambiente interno e externo da propriedade, além da importância do planejamento estratégico, operacional e programação para o sucesso das atividades agrícolas. O SENAR/SP é mencionado como uma entidade que busca capacitar os trabalhadores rurais para uma gestão eficiente de suas propriedades.

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ADMINISTRAÇÃO RURAL

PROCESSO

INTRODUÇÃO

Os progressos notáveis observados pela crescente intensificação das atividades e


dinamização das operações agrícolas tornaram mais ágeis e competitivos os
empreendimentos agropecuários.

Devido a isso, sempre buscou-se uma nova abordagem da administração rural, pois os
primeiros estudos sobre administração rural procuravam, sobretudo, analisar a viabilidade
econômica de técnicas agrícolas desenvolvidas em pesquisas.

Assim, a necessidade da profissionalização do produtor rural está, a cada dia que passa,
mais evidente. E não há como profissionalizar-se sem primeiro ter conhecimento da
atividade agrícola desenvolvida e do mundo em que ela está inserida.

É preciso educar-se, qualificar-se e buscar as informações que estão disponíveis. Estas


informações, com certeza, auxiliarão o produtor a administrar, de forma eficiente, a sua
atividade agrícola, visando à obtenção de resultados econômicos favoráveis e satisfatórios.

Neste contexto está o SENAR/SP – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural –


Administração Regional do Estado de São Paulo, que tem como objetivo realizar a
Formação Profissional e a Promoção Social dos trabalhadores e pequenos produtores rurais.

Por meio desta série de cartilhas sobre Administração Rural, o SENAR/SP deseja ver o
produtor rural como um administrador eficiente da sua propriedade rural, a qual ele pode
considerar como sua empresa e, portanto, seu empreendimento.
ASPECTOS GERAIS

O administrador possui a responsabilidade de tomar as decisões necessárias à sua empresa.

Faça chuva ou faça sol, haja planos econômicos ou não, existam novas pragas ou não,
quando chega a época de plantio, ele tem que tomar uma decisão muito importante: planto
ou não planto, invisto ou não invisto?

É ele quem vai fazer todo o planejamento, desenvolver os controles operacionais e escolher
o nível de tecnologia a ser empregado no cultivo.

Também, é ele quem vai amargar os insucessos das decisões mal-elaboradas ou vibrar com
a felicidade das boas decisões.

No entanto, cada uma destas áreas exige hoje conhecimentos específicos. A exemplo disto,
na área de produção já está sendo utilizada a biotecnologia, que num futuro bem próximo
fará parte do nosso cotidiano, assim como muitas outras técnicas que foram desenvolvidas
pela pesquisa científica e que hoje são indispensáveis para o homem do campo. Como
exemplo, temos os produtos químicos.

Em algumas áreas, o empresário rural consegue contar com o fornecimento de informações,


como é o caso do setor de produção no qual empresas estatais de pesquisa fornecem
assistência técnica e repassam informações. As empresas privadas contribuem, da mesma
forma, informando a melhor forma de utilizarem os seus produtos.

Mas, por outro lado, as informações necessárias para tomadas de decisão nas áreas de
investimentos e administração financeira são escassas. Isto faz com que o empresário rural
trabalhe de uma forma empírica, utilizando experiências próprias que em muitos casos são
incompatíveis com a atual realidade global.

Além destas funções, o empresário rural tem que estar atento para os aspectos de execução
e coordenação dos trabalhos.

Concluímos, portanto, que o "produtor rural" dono de um "pedacinho de terra" está em


extinção, dando lugar ao empresário, ao administrador da empresa rural.
Assim, entendemos que não haverá mais vagas para amadorismo dentro do segmento rural.
O empresário terá que ser capaz de tomar decisões rápidas nas áreas de investimentos,
manejo, comercialização, planejamento, controle, entre outras, a fim de que tenha
condições de permanecer no mercado.

Logo, a pessoa que queira desenvolver atividades produtivas rurais terá que se dedicar
muito, estudar, pesquisar, buscar informações e atualizar-se constantemente em um
processo contínuo e sem fim.

É interessante frisarmos que um grande empresário rural não é aquele que possui grandes
extensões de terra, pois, muitas vezes, pode ter baixíssima produtividade por unidade de
área. O grande empresário rural é aquele que consegue desenvolver a produtividade e ser
eficiente naquilo que faz, independente da área ocupada e do produto produzido pela
empresa rural.
I – CONTEXTUALIZAÇÃO DA EMPRESA AGRÍCOLA

Grande parte da economia brasileira do início do século XX estava alicerçada na cultura do


café, nosso principal produto exportador.

A crise de 1929, ocorrida na bolsa de Nova York, promoveu mudanças profundas na


estrutura econômica do país. O segmento industrial iniciava, neste momento, uma fase de
grande prosperidade.

Após este período, foi estabelecido o plano de metas que tinha por objetivos promover e
auxiliar no desenvolvimento do setor industrial.

A retomada de investimentos no setor rural iniciou-se em 1964 por meio do SISTEMA


NACIONAL DE CRÉDITO RURAL (S.N.C.R.). Os recursos foram, então, subsidiados até
1980, e suas taxas médias de juros eram cerca de 15% a menos que os índices de inflação
anual.

Os recursos utilizados no crédito rural provinham, basicamente, da exigibilidade sobre os


depósitos a vista, sendo apenas completados com recursos do tesouro.

O crédito rural, a partir de 1980, sofreu algumas modificações: teve as suas parcelas
reduzidas, ao mesmo tempo em que as suas taxas de juros foram aumentadas. Em 1986,
houve uma redução completa dos juros subsidiados, passando o crédito a sofrer correções
monetárias adicionais de 3% ao ano.

Para termos uma idéia, em 1980, a taxa de juros situou-se em -38%, contra 11,2% em 1990.

Com a diminuição da força de ação do crédito rural dentro do setor rural, foram criadas
outras estruturas de apoio ao setor produtivo, como a POLÍTICA DE PREÇOS MÍNIMOS
(P.P.M.), com a qual o governo assegurava ao setor rural preços mínimos a serem pagos
aos produtos agrícolas.

Outras estruturas de apoio também foram criadas, como a POLÍTICA DE LIBERAÇÃO


DE ESTOQUES (P.L.E.), que possibilitava a liberação de estoques, causando queda de
preço em determinado produto. Este recurso é utilizado quando o preço deste mesmo
produto ultrapassa uma média histórica por um período determinado.
As dificuldades econômicas mundiais que enfrentamos nos últimos tempos, aliadas às
nossas próprias, têm reduzido fortemente o poder de auxílio dessas estruturas.

Por este motivo, faz-se necessário, então, que o segmento rural procure, por meio de um
trabalho organizado, desenvolver estruturas próprias de desenvolvimento, tais como:
técnicas adequadas de armazenamento, padrões de qualidade e de marketing rural e
tecnologias de comercialização, entre outras.

II - AMBIENTE INTERNO E EXTERNO

Para que o processo administrativo aconteça de forma segura, é necessário que o


administrador tenha um nítido conhecimento do ambiente em que está atuando. Para
compreendermos melhor esta necessidade, dividiremos este terreno de atuação do
administrador rural em duas partes, ou seja, o ambiente interno e o ambiente externo.

1. Ambiente Interno

Ambiente interno é o espaço da porteira para dentro da propriedade rural. Nesta área, o
produtor rural geralmente possui maior poder de atuação e, por este fato, deve concentrar
muita atenção e energia, quando desenvolve o seu trabalho.

Por ter o controle direto da maioria dos itens do ambiente interno, esse é o local onde o
administrador tem que gastar a maior parte do seu tempo. Ele deve conhecer em
profundidade o funcionamento de todos os fatores de produção, com o objetivo de usá-los
ao máximo, para que os resultados econômicos sejam os melhores possíveis.

Consideramos fatores ligados ao ambiente interno:

1.1. Tamanho da propriedade agrícola

O tipo de cultivo deve ser o mais adequado possível ao tamanho da área. Um local
economicamente viável para o cultivo de hortaliças pode não ser o ideal para criação de
bovinos, devido ao tamanho da área.

1.2. Eficiência da mão-de-obra


Grande parte de nossos custos está em refazer as operações que poderiam ser evitadas com
a utilização de uma mão-de-obra mais qualificada. Para tanto, é preciso capacitar esses
profissionais por meio de treinamentos. Desta forma, estaremos poupando esses recursos.

1.3. Maquinários disponíveis

Uma das formas de diminuirmos os custos é deixarmos na propriedade rural somente as


máquinas e implementos que serão realmente utilizados. É importante também que
trabalhemos as horas máquinas recomendadas pelo fabricante, a fim de que estes bens de
produção sejam economicamente viáveis.

1.4. Recursos naturais

São considerados recursos naturais: o solo, a água e as plantas.

O conhecimento do potencial do solo e suas características é importantíssimo, para que se


façam as correções necessárias e adequadas do ponto de vista técnico e econômico. Com
isso, busca-se dar às culturas ali instaladas condições de máximo desenvolvimento e
produtividade.

Estas informações podem ser conseguidas junto à assistência técnica especializada tanto
estadual como privada.

Vejamos o caso da água. Quando mal dimensionada, poderá faltar no momento de maior
necessidade, causando grandes prejuízos.

1.5. Infra-estrutura (recursos na forma de benfeitorias e maquinários disponíveis)

Como processar os produtos agrícolas, armazená-los, transportá-los, ter facilidades de


comunicação e possuir energia elétrica são assuntos que deverão estar na pauta do dia do
administrador rural.

O administrador deverá desenvolver e adequar a infra-estrutura ao tipo de cultura e ao


processo produtivo.
2. Ambiente Externo

Os fatores externos são de pouco controle por parte do empresário rural; no entanto, é
necessário que se tenha bastante conhecimento sobre eles, de forma que se possa diminuir
os possíveis problemas que possam surgir na lavoura.

2.1. Clima

Nem sempre é possível fazer uso de processos de irrigação ou desenvolver a cultura em


ambiente protegido, mas o produtor, conhecendo a situação do clima, pode escolher uma
variedade que seja mais tolerante à falta de água, por exemplo.

2.2. Mercado

O empresário rural possui pouco poder de formação de preços; logo, as mercadorias


produzidas no campo ficam, de certa forma, muito sujeitas às oscilações do próprio
mercado.

Podemos amenizar este acontecimento por meio de pesquisa de mercado; plantio fora de
época, caso seja possível; plantio escalonado e plantio de mais de um tipo de cultura. Estas
medidas por si só já começam a desviar a produção dos riscos que o mercado impõe ao
empresário rural.

Estas informações estão disponíveis em publicações especializadas, jornais que o produtor


poderá adquirir por meio de sua associação ou do auxílio de um técnico especializado.

2.3. Políticas

Neste caso, o único remédio é o empresário rural manter-se o máximo informado, a fim de
evitar surpresas desagradáveis.

2.3.1. Transporte

Estudar e buscar formas de transporte mais adequadas, que tragam menos prejuízos aos
produtos e, ao mesmo tempo, sejam mais econômicas. Muitas vezes, o simples fato de
transportar a mercadoria juntamente com a do vizinho, em um caminhão maior, já
diminuiria muito o custo do frete.

2.3.2. Juros
A melhor maneira do empresário rural lidar com este problema é se afastar dele, ou seja,
com uma boa administração, podemos aumentar a lucratividade do empreendimento rural.

Como podemos notar, o administrador rural tem que trabalhar em dois ambientes (interno e
externo) bastante diferentes e que exigem estratégias, planejamento e muito conhecimento.
Mesmo diante dessas dificuldades, notamos que é sempre possível buscarmos alternativas e
soluções, a fim de que consigamos manter a competitividade.

Compete ao empresário rural conhecer e explorar esses dois ambientes, buscando o


aumento dos lucros e da produtividade.
III - PLANEJAMENTO

É projetar as atividades da empresa rural, de maneira a possibilitar o conhecimento


antecipado dos resultados que poderão ser obtidos com o desenvolvimento de uma nova
atividade ou com as já existentes na propriedade rural.

Esta ferramenta tem como função mostrar como este objetivo estipulado será alcançado.

Para entendermos melhor a importância desta ferramenta podemos imaginar um barco,


onde cada pessoa reme para o lado que deseja. O resultado neste caso será inevitável: o
barco não sairá do lugar.

Agora, se estas mesmas pessoas se organizarem para remar no mesmo sentido, teremos um
barco com grandes chances de deslocamento sobre a água.

É importante salientar que, para os remadores, quanto mais correta for a direção de se
remar, maior será a velocidade de deslocamento do barco, ou seja, todos trabalhando no
mesmo sentido, com as forças unidas, obtendo melhores resultados.

Da mesma forma, o processo de planejamento faz com que todas as ações dentro da
empresa rural tenham um único rumo: os objetivos da empresa.

Por exemplo: se determino que devo trocar uma torneira porque esta está com vazamento e
elejo uma segunda-feira para tal ação, provavelmente passará muito tempo e esta torneira
ainda estará pingando, pois, quantas segundas-feiras teremos pela frente ainda?

É necessário que o produtor, além de saber que será numa segunda-feira, saiba realmente a
data correta, ou seja, o dia, o mês e o ano.

Assim, todas as minhas ações estarão direcionadas para que na segunda-feira da data
estabelecida eu organize algum tempo para fazer a troca da torneira.

O simples fato de estabelecer metas para a empresa rural já é um planejamento. Assim,


você está projetando os resultados ou o estado da empresa no futuro.

Quando nós começamos a imaginar como faremos para "chegar lá" e quais os meios que
serão necessários e os já disponíveis para isso, nós estamos também fazendo um
planejamento.
Tipos de Panejamento

Para a melhor compreensão a respeito do planejamento dentro da empresa, pode-se dividir


esta ferramenta em: planejamento estratégico, planejamento operacional e programação.

1.1. Planejamento estratégico

É o planejamento, a longo prazo, pelo qual o agricultor traça os objetivos para a sua
propriedade. Neste planejamento, o empresário deverá fazer estimativas do ambiente da
empresa ANTES e DEPOIS da execução de tal processo.

Neste ponto, analisa-se onde queremos chegar com a empresa, como ela será no futuro, ou
seja, o que a empresa rural será amanhã e quais os seus objetivos.

Para isso, o empresário rural deverá avaliar, inicialmente: os recursos geográficos,


climáticos, mercadológicos, transporte, infra-estrutura operacional, entre outros.

Deve-se avaliar qual empreendimento é mais interessante: café, leite, gado de corte ou até
mesmo optar por desenvolver mais de uma atividade agrícola dentro da empresa.

Ex.: A empresa vai produzir 1.000 litros de leite/dia (objetivo da empresa).

1.2. Planejamento operacional

No planejamento operacional, o empresário planejará a médio prazo. Isto possibilita uma


avaliação de operacionalidade de sua unidade produtiva, ou seja, estaremos preocupados
com os meios para se “chegar lá”.

Desta forma, analisaremos as variedades do café a ser implantado ou o tipo de leite a ser
explorado. Devemos, ainda, analisar qual o nível de melhoramento genético que será
implantado no rebanho e qual o manejo tecnológico que será aplicado no processo
produtivo.

Ex.: Para essa produtividade será necessário:

a) melhorar a produtividade da pastagem;


b) fazer a análise de solo;

c) fazer a calagem;

d) fazer a adubação;

e) introduzir pastagem de alta produtividade;

f) melhorar a genética do gado;

g) desenvolver a inseminação artificial;

h) desenvolver o controle de parasitoses.

1.3. Programação

Nesta etapa, o produtor fará um detalhamento fase por fase do planejamento operacional.
Por exemplo: a data de início de plantio, tempo de duração do plantio, época em que se fará
a adubação de cobertura na lavoura etc.

Neste ponto, o empresário rural fará o cronograma de todas as atividades dentro da empresa
rural, de modo que o desenvolvimento direcionado do conjunto leve a empresa a alcançar
os objetivos propostos no planejamento estratégico.

Ex.: Nesta fase, o empresário rural fará o agendamento das operações:

1. ____ / ____ / _____. Visita à propriedade tal para escolha dos animais.

2. De ____ / ____ / _____ a ____ / ____ / _____. Treinamento no SENAR em inseminação


artificial.

3. ____ / ____ / _____. Cotação de preços para a compra de adubos.

4. ____ / ____ / _____. Regulagem do arado para a aração em ____ / ____ / _____.

5. ____ / ____ / _____. Compra de sementes certificadas para a reforma de pastagens.

Outro ponto importante a ser destacado para o processo de planejamento diz respeito à
flexibilidade. Essa é uma característica muito importante, uma vez que o sucesso de um
projeto está na capacidade dele adaptar-se a diferentes situações imprevistas, aliado a uma
boa função gerencial de controle.
Para que o processo de planejamento seja bem elaborado, é necessário que se leve em
consideração todos os fatores externos à propriedade, sob os quais o produtor possui
pouco poder de atuação e que podem interferir diretamente no sucesso ou no fracasso do
empreendimento.

Se for necessário, pode-se colocar no projeto etapas que contenham instrumentos de


recuperação de aspetos químicos (fertilidade) e físicos (estrutura) do solo, assim como em
relação à qualidade da água e do meio ambiente.

ALERTA ECOLÓGICO: No planejamento, é necessário que as técnicas utilizadas para o


desenvolvimento das operações produtivas tenham orientação técnica especializada e
adequada. Este mesmo projeto deverá estar de acordo com a legislação ambiental do
município onde estará situado. Com isso, medidas de conservação do solo, de mananciais
de água e de vegetação, entre outros, deverão ser observadas.

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