Estratégia MED
REVISÃO FINAL
CIRURGIA GERAL
[Link]
ESTATÍSTICA
REVALIDA INEP
Trauma
Abdome agudo
3%1%
5% Complicações pós-op
6% 21%
Vesícula
5% Vascular
7% Cirurgia Pediátrica
Hérnia inguinal
9% 19% Ferimentos
Proctologia
8% Queimadura
8% 8%
Urologia
Temas gerais
[Link]
Estratégia MED
ABDOME AGUDO
OBSTRUTIVO
Prof. Renatha Paiva
CRM: 109.768
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QUADRO CLÍNICO
DOR E DISTENSÃO
ABDOMINAL SINAIS SISTÊMICOS
PARADA DE ELIMINAÇÃO DE FEZES E
TIMPANISMO
FLATOS
NÁUSEAS E VÔMITOS RHA AUMENTADOS
DIARREIA PARADOXAL CICATRIZ ABDOMINAL *
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DIAGNÓSTICO
HISTÓRIA CLÍNICA
TOQUE RETAL!!!
EXAME FÍSICO
ROTINA RADIOLÓGICA DE
ABDOME AGUDO
EXAME DE IMAGEM
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LABORATÓRIO
✓ LEUCOCITOSE / ANEMIA;
✓ ALCALOSE METABÓLICA HIPOCALÊMICA, HIPOCLORÊMICA.
✓ HIPONATREMIA
✓ ACIDOSE METABÓLICA e LACTATO AUMENTADO = ISQUEMIA
INTESTINAL (fase avançada)
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EXAMES RADIOLÓGICOS
ROTINA RADIOLÓGICA DE ABDOME AGUDO
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TRATAMENTO INICIAL
MEDIDAS DE SUPORTE
• Jejum
• Sonda nasogástrica: descompressão do trato gastrointestinal.
• Hidratação endovenosa.
• Correção dos distúrbios hidroeletrolíticos e acidobásicos.
• Analgesia.
• Antibióticos: a princípio, só há indicação de fazer antibióticos nos pacientes
com indicação de tratamento cirúrgico (profilaxia) ou na presença de
complicações.
• Tratamento conservador x tratamento cirúrgico
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ADERÊNCIAS INTESTINAIS - BRIDAS
✓ Causa mais comum de obstrução intestinal
✓ Cirurgias abdominais prévias
✓ Exames de imagem com padrão de obstrução intestinal alta
✓ Tratamento:
• Conservador - 60-85%
• Cirúrgico: lise de bridas
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ÍLEO BILIAR
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ÍLEO BILIAR
TRÍADE DE RIEGLER
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ÍLEO BILIAR
TRÍADE DE RIEGLER
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ÍLEO BILIAR - TRATAMENTO
✓ Cirurgia = Laparotomia e enterotomia, retirada do cálculo e enterorrafia.
✓ Pacientes de baixo risco (ASA I ou II): acrescentar procedimento íleo biliar
(colecistectomia e fechamento da fístula).
✓ Síndrome de Bouveret: Litotripsia por endoscopia
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NEOPLASIA COLORRETAL
✓ Causa mais comum de obstrução intestinal baixa
✓ Mais comum entre 60 a 80 anos
✓ Neoplasias de reto e cólon esquerdo = maior probabilidade de obstrução
✓ Obstrução em alça fechada = risco de perfuração de ceco (> 11 cm)
✓ Quadro clínico, exame físico rx com padrão de obstrução baixa
✓ Antecedente de alteração do hábito intestinal, emagrecimento, sangramento retal
✓ Dor e distensão abdominal, aguda ou subaguda
✓ Parada de eliminação de fezes e flatos (obstrução completa)
✓ Vômitos fecaloides e tardios = válvula ileocecal incompetente
✓ Toque retal: pode identificar neoplasia de canal anal e reto distal
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NEOPLASIA COLORRETAL - TRATAMENTO
CIRÚRGICO
✓ Medidas de suporte
✓ Critérios importantes: localização, estabilidade hemodinâmica do paciente,
expectativa de vida e presença de perfuração proximal com peritonite difusa.
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NEOPLASIA COLORRETAL - TRATAMENTO
✓ Paciente instável/peritonite: Ressecção e ostomia
✓ Paciente estável/cólon em boas condições: Ressecção e anastomose
primária
✓ Obstrução em alça fechada com perfuração de ceco: Colectomia
total e ileostomia
✓ Neoplasia de reto médio/baixo e canal anal: Ostomia em alça
✓ Paliação: Derivação intestinal / stent
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CIRURGIA DE HARTMANN
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COLOSTOMIA EM ALÇA
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VOLVO DE SIGMOIDE
✓ Segunda causa mais comum de obstrução intestinal baixa
✓ Sigmoide – 75% dos casos
✓ Fatores de risco: Pacientes institucionalizados, doenças neurológicas e
psiquiátricas, uso de medicamentos psicotrópicos, constipação
crônica, doença de Chagas.
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VOLVO DE SIGMOIDE
SINAL DO GRÃO DE CAFÉ
SINAL DO “U” INVERTIDO
SINAL DO “TUBO INTERNO DOBRADO"
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TRATAMENTO
INSTÁVEL E PERITONITE LAPAROTOMIA E
HARTMANN.
COLONOSCOPIA OU RETOSSIGMOIDOSCOPIA
DESCOMPRESSIVA.
ESTÁVEL E SEM PERITONITE
PROGRAMAR SIGMOIDECTOMIA PARA
MESMA INTERNAÇÃO.
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Estratégia MED
ABDOME AGUDO
PERFURATIVO
Prof. Renatha Paiva
CRM: 109.768
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ÚLCERA PÉPTICA PERFURADA
PRINCIPAL CAUSA DE AAP
✓ Mais comum em homens
✓ Duodenais mais frequente que gástricas - MAIS FREQUENTE: BULBO DUODENAL (1º), PRÉ-PILÓRICA (2º)
SEGUNDA COMPLICAÇÃO MAIS FREQUENTE (Sangramento é a primeira)
FATORES DE RISCO:
✓Infecção pelo H. pylori : + úlcera duodenal e pacientes mais jovens (20-50 anos)
✓Uso AINE ou AAS (pacientes mais velhos)
✓Tabagismo e álcool
[Link]
QUADRO CLÍNICO
DOR ABDOMINAL SÚBITA
SINAIS SISTÊMICOS
NÁUSEAS E VÔMITOS ABDOME EM TÁBUA
HISTÓRICO DE TABAGISMO E
USO DE AINE PERITONITE
SINAL DE JOBERT
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LABORATÓRIO
✓ Leucocitose com desvio à esquerda;
✓ Aumento da PCR
✓ Aumento da amilase (diagnóstico diferencial com pancreatite aguda)
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DIAGNÓSTICO – EXAME DE IMAGEM
ROTINA RADIOLÓGICA DE ABDOME AGUDO
• RADIOGRAFIA DE TÓRAX PÓSTERO-ANTERIOR (PA) EM PÉ
• RADIOGRAFIA DE ABDOME ÂNTERO-POSTERIOR (AP) EM PÉ E DEITADO
ENDOSCOPIA
CONTRAINDICADA
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RADIOGRAFIA SIMPLES
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TOMOGRAFIA
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TRATAMENTO
ÚLCERA PÉPTICA PERFURADA = CIRURGIA!!!
✓ 1º: Medidas de suporte: TRANSFERIR O
✓ Jejum PACIENTE!!!
✓ SNG
✓ Reposição volêmica
✓ Correção dos distúrbios hidroeletrolíticos
✓ Analgesia
✓ Iniciar antibióticos
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PATCH DE GRAHAM
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Estratégia MED
ABDOME AGUDO
VASCULAR
Prof. Renatha Paiva
CRM: 109.768
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CLASSIFICAÇÕES
QUANTO À LOCALIZAÇÃO
✓ Isquemia mesentérica: acomete o intestino delgado
✓ Isquemia colônica: acomete o intestino grosso
QUANTO AO TEMPO DE EVOLUÇÃO
✓ Isquemia mesentérica aguda
✓ Isquemia mesentérica crônica
QUANTO AO SEGMENTO VASCULAR ACOMETIDO
✓ Oclusão arterial
✓ Oclusão venosa
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ETIOLOGIAS DA ISQUEMIA INTESTINAL
✓ ISQUEMIA COLÔNICA: responsável por mais de 50% dos casos
✓ ISQUEMIA MESENTÉRICA AGUDA
✓ ISQUEMIA MESENTÉRICA CRÔNICA
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Estratégia MED
ISQUEMIA MESENTÉRICA
AGUDA
Prof. Renatha Paiva
CRM: 109.768
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ISQUEMIA MESENTÉRICA AGUDA
Embolia
Oclusiva
Aguda Trombose
Arterial Não oclusiva
Isquemia Crônica
mesentérica
Trombose Venosa
Venosa
mesentérica
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ETIOLOGIA CARACTERÍSTICAS INCIDÊNCIA
Ocorre devido a um trombo desalojado do átrio esquerdo,
ventrículo esquerdo, válvulas cardíacas ou aorta proximal.
EMBOLIA ARTERIAL 50%
O local mais comum da obstrução é a artéria mesentérica
superior.
Ocorre como um fenômeno sobreposto em pacientes com
TROMBOSE ARTERIAL 15% a 25%
história de isquemia intestinal crônica por doença aterosclerótica.
Pode ser idiopática (por exemplo, estados hipercoaguláveis) ou
TROMBOSE VENOSA por causas secundárias (por exemplo, malignidade ou cirurgia 5%
abdominal anterior). Raramente envolve o cólon.
ISQUEMIA MESENTÉRICA
Resultado de hipoperfusão esplâncnica e vasoconstrição 20% a 30%
NÃO OCLUSIVA
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ISQUEMIA MESENTÉRICA AGUDA
✓ Local mais comum: Artéria mesentérica superior
✓ Ausência de estenose pré-existente (embolia)
✓ Circulação colateral (trombose)
✓ Origem dos êmbolos: átrio esquerdo, ventrículo esquerdo, válvulas cardíacas ou aorta
proximal.
✓ Fatores de Risco:
✓ Doença cardíaca: Arritmia (fibrilação atrial), infarto do miocárdio recente, doença
valvular, aneurisma ventricular, endocardite infecciosa e insuficiência cardíaca.
✓ Doença aórtica: Aterosclerose e aneurisma da aorta.
✓ Tabagismo, diabetes, coronariopatia (angina), insuficiência arterial periférica
(claudicação intermitente, histórico de amputação de membro), dados que sugerem
ateroescletrose sistêmic
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QUADRO CLÍNICO
DOR ABDOMINAL
ARTERIOPATAS
DESPROPORCIONAL AO
EXAME FÍSICO
Náuseas e vômitos
Dor súbita, intensa, mesogástrica
ou difusa
Isquemia avançada:
taquicardia, hipotensão,
taquipneia e febre.
Não responde a opióides
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LABORATÓRIO
✓ Leucocitose com desvio à esquerda
✓ Hematócrito elevado (hemoconcentração)
✓ Aumento da PCR, amilase (elevada em 50% dos casos), fosfato e D-dímero*
✓ ACIDOSE METABÓLICA - VALORES DE REFERÊNCIA: PH: 7,35-7,45
✓ AUMENTO DO LACTATO - VALORES DE REFERÊNCIA: 0,5-2,0 MMOL/L OU 4,5 A
18 MG/DL
✓ TGO, TGP, LDH e CK podem estar elevadas
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DIAGNÓSTICO
EXAME INICIAL
ANGIOTOMOGRAFIA
EXAME INICIAL DE ESCOLHA
EMBOLIA = Falha de enchimento abrupto e arredondado (“Sinal do menisco”) em
segmento arterial não calcificado, localizado na porção média e/ou distal da artéria
mesentérica superior;
TROMBOSE = Falha de enchimento em segmento arterial calcificado, na origem da
artéria mesentérica superior e/ou tronco celíaco. Presença de circulação colateral (indica
um processo mais crônico);
Pneumatose intestinal, gás no sistema portal/mesentérico e pneumoperitônio =
isquemia avançada
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DIAGNÓSTICO
EXAME INICIAL
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ARTERIOGRAFIA
EXAME PADRÃO OURO
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TRATAMENTO
✓ Medidas de suporte
✓ Jejum (repouso intestinal)
✓ Descompressão gastrointestinal se houver íleo (SNG)
✓ Hidratação endovenosa
✓ Correção dos distúrbios hidroeletrolíticos e acidobásicos;
✓ Evitar vasopressores e suspender drogas vasoconstrictoras (exemplo: digoxina), que podem exacerbar a isquemia;
✓ Antibioticoterapia empírica de amplo espectro
✓ ANTICOAGULAÇÃO SISTÊMICA (heparina não fracionada): prevenir e evitar a propagação do trombo
✓ Longo prazo: prevenir futuros eventos embólicos com o uso de anticoagulantes orais e antagonistas da vitamina K.
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EMBOLIA ARTERIAL - TRATAMENTO
TRATAMENTO DE ESCOLHA
EMBOLECTOMIA CIRÚRGICA
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TROMBOSE ARTERIAL - TRATAMENTO
TRATAMENTO DE ESCOLHA
REVASCULARIZAÇÃO MESENTÉRICA
✓ Aberta, endovascular ou combinada
✓ Realizada até 6 a 8 horas após o início dos sintomas
✓ Sem evidência clínica de isquemia avançada ou outras contraindicações à terapia trombolítica
✓ Endovascular: trombólise e angioplastia e colocação de stent (< 6-8 hs de evolução)
✓ By-pass mesentérico: TRATAMENTO DE ESCOLHA = enxerto (autólogo com veia safena reversa ou com prótese
vascular de politetrafluoretileno - PTFE) entre a aorta ou ilíaca para um local distal à oclusão da artéria
mesentérica superior
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TRATAMENTO
ANGIOPLASTIA
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TRATAMENTO
BYPASS
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TRATAMENTO
TRATAMENTO CIRÚRGICO
✓ Sinais clínicos (peritonite e instabilidade hemodinâmica), laboratoriais e radiológicos de isquemia avançada
✓ Ressecção intestinal das alças claramente necrosadas
✓ Second look: dúvida quanto a viabilidade intestinal e/ou o paciente instável
✓ Paliação?
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ISQUEMIA MESENTÉRICA CRÔNICA
✓ Pacientes com estreitamento aterosclerótico das origens do tronco
celíaco ou da artéria mesentérica superior
✓ Presença de circulação colateral
✓ É mais frequente em mulheres (3:1).
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QUADRO CLÍNICO
Paciente com mais de 60 anos
Histórico de arteriopatia
Emagrecido, sopro
epigástrico
Dor abdominal em cólica após
ingesta alimentar
Medo de comer / perda de peso
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DIAGNÓSTICO
ANGIOTOMOGRAFIA
EXAME INICIAL DE ESCOLHA
✓ Estenose proximal de alto grau em pelo menos 2 vasos principais
✓ Extensa rede de colaterais.
ARTERIOGRAFIA = PADRÃO-OURO
ULTRASSOM DOPPLER: Rastreio
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TRATAMENTO
Avalição e suporte nutricional
Medidas de prevenção secundária para limitar a progressão da doença aterosclerótica: terapia antiplaquetária,
tratamento de hipercolesterolemia, hipertensão, diabetes e cessação do tabagismo.
REVASCULARIZAÇÃO (ABERTA OU ENDOVASCULAR): presença de sintomas e confirmação nos exames de imagem de
estenose de alto grau dos vasos mesentéricos.
Tratamento endovascular: angioplastia, com ou sem a colocação de stent. Atualmente é o TRATAMENTO DE
ESCOLHA, principalmente em pacientes com várias comorbidades. Mas apresenta maior taxa de re-estenose.
Cirurgia aberta: bypass aortomesentérico e/ou celíaco com veia safena autóloga ou prótese.
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TRATAMENTO
BYPASS
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Obrigada
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Estratégia MED
HÉRNIAS DA REGIÃO
INGUINAL
Prof. Renatha Paiva
CRM: 109.768
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EPIDEMIOLOGIA
HÉRNIA INGUINAL
✔ 75% hernias da parede abdominal
✔ Indireta mais comum.
✔ Mais comum em homens, do lado direito;
✔ Estrangulamento: 1-3%
HÉRNIA FEMORAL (< 3%)
✔ Mais comum em mulheres (10:1)
A maioria das hérnias estranguladas são hérnias
✔ Estrangulamento: 15 a 20% inguinais indiretas.
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HÉRNIA INGUINAL X HÉRNIA FEMORAL
Hérnia mais comum da
Hérnias mais raras
parede abdominal
Abaixo do ligamento Acima do ligamento
inguinal inguinal
Mais comum no sexo Hérnia inguinal
feminino que no indireta é a mais
masculino (10:1) comum
Alto risco de Baixo risco de
encarceramento e/ou encarceramento e/ou
estrangulamento estrangulamento
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FISIOPATOLOGIA
Congênita → patência do
Hérnia inguinal indireta conduto peritônio vaginal
Hérnia inguinal direta Adquirida → fraqueza da
Hérnia femoral parede posterior
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ANATOMIA DA REGIÃO INGUINAL
TRIÂNGULO DE HESSELBACH
✔ Local em que ocorrem as hérnias inguinais DIRETAS.
✔ Limite medial: Borda lateral da bainha do músculo reto
abdominal;
✔ Limite superolateral: Vasosepigástricos inferiores;
✔ Limite inferior: Ligamento Inguinal (ou de Poupart).
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QUADRO CLÍNICO
O DIAGNÓSTICO DE HÉRNIA INGUINAL É
CLÍNICO!
✓ Exame de imagem: USG → dúvida diagnóstica.
✓ RNM: maiores sensibilidade e especificidade.
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DE VALSAVA
TRATAMENTO CONSERVADOR
✔ ASSINTOMÁTICOS
✔ OLIGOSSINTOMÁTICOS (com poucos sintomas)
✔ RISCO CIRÚRGICO ELEVADO
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TRATAMENTO CIRÚRGICO – COM TELA
LICHTENSTEIN
✔ Técnica padrão-ouro
✔ Fixação da tela ao tubérculo púbico e ao ligamento inguinal
✔ Corrige o defeito na parede posterior e no canal inguinal
✔ Baixos índices de recidiva
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TRATAMENTO CIRÚRGICO – COM TELA
TAPP
✔ Técnica laparoscópica de abordagem pré-peritoneal
pela via transabdominal
TEP
✔ Técnica laparoscópica totalmente extraperitoneal
✔ A tela não necessita de fixação com grampos
✔ Necessita de instrumental apropriado, maior custo
HÉRNIAS BILATERAIS e HÉRNIAS RECIDIVADAS
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HÉRNIAS COMPLICADAS
✓ Mais comum em idosos
✓ Hérnias femorais = maior risco para o estrangulamento/mais nas
mulheres
✓ Hérnia agudamente encarcerada: Cirurgia imediata
✓ Se < 6-8 horas de evolução, paciente de alto risco cirúrgico =
Tentativa de redução manual
• Sucesso: programar cirurgia eletiva
• Sem sucesso: cirurgia imediata
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HÉRNIAS COMPLICADAS
✓ Hérnia encarcerada com sinais de estrangulamento (febre,
taquicardia, hiperemia/hipertermia da pele sobrejacente,
tempo de evolução > 6-8 horas) = Cirurgia imediata via
inguinotomia ou laparotomia se houver redução inadvertida
ou espontânea na indução anestésica.
✓ Isquemia ou perfuração: contraindicado o uso de telas
sintéticas para correção da hérnia.
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TRATAMENTO
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Estratégia MED
SUPORTE NUTRICIONAL
PERIOPERATÓRIO
Prof. Renatha Paiva
CRM: 109.768
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SUPORTE NUTRICIONAL
CRITÉRIOS PARA INICIAR SUPORTE NUTRICIONAL PERIOPERATÓRIO
Histórico médico prévio: desnutrição grave, doença crônica
Perda involuntária > 10 – 15% do peso corporal usual dentro de 6 meses ou > 5% dentro
de 1 mês PERÍODO IDEAL DE SUPORTE
NUTRICIONAL É DE 10 A 14
Perda sanguínea esperada > 500 mL durante a cirurgia
DIAS.
Peso 20% abaixo do peso corporal ideal ou IMC < 18,5 kg/m²
Falha em melhorar nas curvas de crescimento e desenvolvimento pediátrico VIA ENTERAL É
Albumina sérica < 3,0 g/dL ou transferrina < 200 mg/dL, na ausência de estado PREFERENCIAL
inflamatório, disfunção hepática ou disfunção renal.
Previsão de que o paciente não conseguirá cumprir os requisitos calóricos dentro do
período perioperatório de 7-10 dias
Doença catabólica ([Link], queimadura ou trauma significativo, sepse, pancreatite, etc)
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PROJETO ACERTO
✓ Recomendações nas prescrições nutricionais aplicadas ao período perioperatório de
procedimentos eletivos em cirurgia geral (TGI, parede abdominal e CCP)
✓ Abreviar abreviar o jejum pré-operatório com líquidos contendo carboidratos para 2h antes da
anestesia
✓ Alimentar precocemente no pós-operatório
✓ Deambulação precoce
• OBJETIVOS:
➢ Diminuem complicações pós-operatórias (morbimortalidade)
➢ Reduzir o tempo de internação com segurança
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PROJETO ACERTO - PRÉ-OPERATÓRIO
✓ LÍQUIDOS CLAROS = 2 horas contendo carboidratos (maltodextrina)
• Se associar glutamina, proteína do soro do leite = 3 hs
• Exceto: retarda de esvaziamento esofágico e gástrico (gastroparesia: DM/obesos/gestante)
• Líquidos claros: água, sucos sem polpa, café ou chá sem leite e bebidas com carboidratos e
não devem incluir álcool.
✓ ALEITAMENTO MATERNO = 4 horas
✓ SÓLIDOS: 6 a 8 hs
• Leite industrializado, fórmulas, alimentação leve, líquidos não claros = 6 horas
• Carne ou alimentos gordurosos = 8 horas
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PRÉ-OPERATÓRIO
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PROJETO ACERTO - PÓS-OPERATÓRIO
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Obrigada
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