Initial Written Usucapion
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VS
JOSE LUZ MEDINA MOLINA.
JUÍZO: ORDINÁRIO DE USUCAPIÃO
ESCRITO: INICIAL
ABRAHAM CORREA LEAL, por meu próprio direito e indicando como domicílio para ouvir e receber
toda classe de documentos, notificações e valores, até os de caráter pessoal, os estrados deste H.
Julgado através de lista e Boletim Judicial correspondente e autorizando nos mesmos termos osCC.
LICENCIADOS E ESTAGIÁRIOS EM DIREITO FERNANDO CASTILLO GONZÁLEZ, RICARDO LARA
GONZALEZ, RODOLFO LOPEZ SOLORZANOyARTURO MIRANDA PLATA, indistintamente, ante Você
com o devido respeito compareço e expôo:
Que de conformidade com o disposto nos artigos 2.107, 2.108, 2.111, 2.114, 2.115 e demais
relativos e aplicáveis do Código de Procedimentos Civis em vigor da entidade, e na via ordinária civil
venho para demandar deJOSE LUZ MEDINA MOLINAquem tem seu domicílio emCALLE ALHÓNDIGA DE
GRANADITAS MANZANA CINCO, LOTE DEZOITO, PUEBLO DE CALACOAYA, ECATEPEC DE
MORELOS, ESTADO DO MÉXICOas seguintes prestações:
a) Que se declare por sentença executoriada e por tê-lo possuído durante o tempo e sob as
condições que a lei estabelece queEU ME TORNEI PROPRIETÁRIO POR USUCAPIÃOda
fração norte do lote de terreno 757, que se localiza na quadra 35 do loteamento La Loma
Tlalnemex, Município de Tlalnepantla, Estado de México fração de terreno matéria do presente julgamento que
tem uma superfície de 70,00 m²SETENTA METROS QUADRADOS) com as seguintes medidas e
colindâncias
c) Por conseguinte do que foi mencionado, ordene inscrever no Registro Público de Propriedade e
o Comércio desta cidade, a sentença declarando-me proprietário da fração do imóvel mencionado e
já descrito no inciso a) deste apartado; fundamentando minha demanda nos seguintes:
HECHOS
1- Com data de vinte de julho de mil novecentos noventa e um, eu tive a posse da fração
do prédio objeto do presente juízo, mesma posse que tem sido de formaPACIFICA, CONTINUA,
PÚBLICA, DE BOA FÉ, ININTERRUPTIDAyEM CARÁTER DE PROPRIETÁRIO, assim como a
acreditar no momento processual oportuno.
A posse que detenho é de boa-fé, em virtude de que oC. JOSÉ LUZ MEDINA MOLINA,
quem resulta ser a pessoa que aparece no certificado de inscrição que anexo ao presente julgamento, me deu
a posse legal e material do imóvel objeto do presente processo, isso em virtude da compra e venda
verbal que sobre dito imóvel formalizamos, mesma que resulta ser o ato translativo de domínio, a maior
abundamento informo a sua Senhoría que dita operação a formalizamos no próprio imóvel e perante a
presença de várias pessoas, onde fixamos como preço certo e em dinheiro pela mencionada compravenda
a quantia de R$ 70.000,00 (SETENTA MIL PESOS 00/100 M.N.), quantia de dinheiro que no mesmo dia em
que formalizamos dita compraventa lhe fosse liquidado ao hoje demandado, tanto é assim que de imediato me
deu a posse da fração do imóvel objeto do presente processo, comprometendo-se que com
posterioridade me entregaria o contrato respectivo e o recibo correspondente pelo dinheiro que lhe foi entregue
atento à compra e venda verbal que formalizamos, fato que até a data nunca aconteceu, como se
demonstrará no momento processual oportuno.
Octava Época Instância: SEGUNDO TRIBUNAL COLEGIADO DO SEXTO CIRCUITO. Fonte: Semanário Judicial da Federação Tomo: XIV-Julho Página: 712
Octava Época Instância: SEGUNDO TRIBUNAL COLEGIADO DO SEGUNDO CIRCUITO Fonte: Semanário Judicial da Federação Tomo: XIII-Março Página: 428
PRESCRIÇÃO AQUISITIVA. BASTA REVELAR A ORIGEM DA POSSE E
AFIRMAR QUE SE POSEE A TÍTULO DE DONO(LEGISLAÇÃO DO ESTADO DO MÉXICO). De
conformidadecom o disposto noartigo 911 seção Ido Código Civil do Estado de
México,não se exigecomo requisito para prescrever aquisitivamente,que a posse
está fundada em justo títulosenãobasta revelar a origem da posse e afirmar
que se possui a título de dono, e assim é,com o objetivo de que o juiz conheça o
feito o ato gerador do mesmo, para poder determinar a qualidade da posse, se
é em conceito de proprietário, originária ou derivada, de boa ou de má fé, para
precisar o momento em que deve começar a contar o prazo da prescrição.
SEGUNDO TRIBUNAL COLEGIADO DO SEGUNDO CIRCULO. Amparo direto 14/94. Agustín Juárez Sánchez. 9 de fevereiro de 1994. Unanimidade de votos. Relator: Raúl Solís Solís. Secretário: Pablo
Rabanal Arroyo.
Octava Época Instância: QUARTO TRIBUNAL COLEGIADO EM MATÉRIA CIVIL DO PRIMEIRO CIRCUITO. Fonte: Semanário Judicial da Federação Tomo: VI Segunda Parte-1 Tese: I.4o.C. J/30 Página:
385
PRESCRIÇÃO AQUISITIVA. FATOS SUSCEPTÍVEIS DE GERAR A POSSE APTA
PARA A. Conforme aos artigos 1151 e 1152 do Código Civil para o Distrito Federal,a
a posse necessária para prescrever deve ser em conceito de proprietário, pacífica,
continua, pública e pelo tempo que indica o segundo desses preceitos, conforme se trate
de posse de boa ou de má-fé, ou da que tivesse sido inscrita no Registro Público de
Propriedade e do Comércio. Esta instituição, como meio de aquisição de domínio, tem por o
geral como orçamento a inércia do verdadeiro proprietário do bem, que o deixa nas mãos de
outro possuidor, situação à qual corresponde e acompanha, como elemento predominante, a
atividade deste último que se manifesta no exercício da posse que o proprietário original
descuidado. Por sua parte, o artigo 826 do corpo de leis citado estabelece quesómente a posse
que se adquire e desfruta em conceito de dono da coisa possuída pode produzir a
prescrição. Ao aludir ao conceito de "dono ou proprietário", o código substantivo emprega
uma denominação que compreende o possuidor com título objetivamente válido(aquele que
reúne todos os requisitos que o direito exige para a aquisição do domínio e para sua
transmissão),com título subjetivamente válido(aquél que origina uma crença
fundada respeito à transmissão do domínio, embora na realidade não seja
bastante para a aquisição do bem) e ainda sem título, contanto que esteja
demonstrado, tanto que dito possuidor é o dominador da coisa(o que manda nela
e a desfruta para si, como proprietário em sentido econômico), como começou a possuí-la em
virtude de uma causa diversa da que origina a posse derivada.Quando se tem título, seja
objetiva o subjetivamente válida,a posse em caráter de dono deve emanar
de um ato jurídico que por sua natureza seja translativo de propriedade, como
são a venda, a doação, a permuta, o legado, a adjudicação por leilão, a
dação em pagamento, etc., pois nunca poderão prescrever os bens que estão em nome
alheio, na qualidade de arrendatário, depositário, comodante, usufrutuário, etc., porque estes
possuem a coisa em virtude de um título que os obriga a restituí-la àquele de quem a receberam. De
esta maneira,é válido estabelecer que se por efeito de uma venda, de uma doação ou de
qualquer outro ato de transferência de domínio, o possuidor de um bem recebeu a coisa de uma
pessoa que acreditava ser proprietária dela, mas na verdade não era, pode adquirir por
prescrição positiva do bem, se atender aos requisitos legais a que se refere
referência, porque o ato jurídico defeituoso não é aquele que constitui a fonte de
a aquisição da propriedade, mas sim que esta se encontra na própria lei, que prevê a
instituição da usucapião; aquele ato apenas cumpre a função de pôr em evidência
que a posse não se desfruta de forma derivada, mas sim em conceito de proprietário,
sobre a base de um título que mesmo quando está viciado(se o título não adolescer de defeito
algum, não haveria necessidade de recorrer à prescrição para consolidar o domínio)a lei lhe
atribui efeitos, como se constata no texto dos artigos 806 e 807 do Código Civil para o
Distrito Federal.
QUARTO TRIBUNAL COLEGIADO EM MATÉRIA CIVIL DO PRIMEIRO CÍRCULO. Recurso de amparo 869/89. Gabriel Rojas Soriano. 13 de abril de 1989. Unanimidade de votos. Relator: Mauro Miguel Reyes
Zapata. Secretário: Luis Arellano Hobelsberger. Amparo direto 2764/89. Pedro Mejía Avila e outro. 4 de agosto de 1989. Unanimidade de votos. Relator: Mauro Miguel Reyes Zapata. Secretário: Luis
Arellano Hobelsberger. Amparo direto 3994/89. Departamento do Distrito Federal. 7 de dezembro de 1989. Unanimidade de votos. Relator: Carlos Villegas Vázquez. Secretário: Alejandro Villagómez
Gordillo. Amparo direto 4144/89. Lilia Sabag de la Garza. 14 de dezembro de 1989. Unanimidade de votos. Relator: Carlos Villegas Vázquez. Secretário: Alejandro Villagómez Gordillo. Amparo direto
2684/90. Urbanismo, Casas e Construção, S.A. 30 de agosto de 1990. Unanimidade de votos. Relator: Mauro Miguel Reyes Zapata. Secretária: R. Reyna Franco Flores. NOTA: Esta tese também
aparece publicada na Gazeta do Semanário Judicial da Federação, número 33 Setembro de 1990, pág. 108.
ser bastante para que fundadamente creia que pode transferir-lhe o domínio do bem .
Isso último determina a necessidade de que o possuidor que alegar a prescrição em seu
por favor, justifique a causa que invocou como título de seu direito, pois não é suficiente
para demonstrar a aquisição do direito real de propriedade que seja possuidor e se
comporte como dono do bem em um momento determinado, pois isso não exclui a
possibilidade de que inicialmente essa posse fosse derivada.
QUARTO TRIBUNAL COLEGIADO EM MATÉRIA CIVIL DO PRIMEIRO CIRCUITO. Amparo direto 1168/86. Marcelina Hernández Ramírez. 3 de julho de 1986. Unanimidade de votos. Relator: Leonel Castillo
González. Secretário: Patricio González Loyola. Amparo direto 2498/87. Gabriel Granados Cabello. 14 de julho de 1988. Unanimidade de votos. Relator: Leonel Castillo González. Secretário: Ricardo
Romero Vázquez. Amparo direto 329/89. Adela Rosas Rosas. 2 de fevereiro de 1989. Unanimidade de votos. Relator: Leonel Castillo González. Secretário: Ricardo Romero Vázquez. Amparo direto
1584/90. Sucessão de Bens de Vicente Ramírez Sánchez e outro. 18 de outubro de 1990. Unanimidade de votos. Relator: Mauro Miguel Reyes Zapata. Secretária: Aurora Rojas Bonilla. Amparo direto
832/91. Incorp, S.A. 7 de março de 1991. Unanimidade de votos. Ponente: Leonel Castillo González. Secretário: José Juan Bracamontes Cuevas. NOTA: Esta tese também aparece publicada na
Gaceta do Semanário Judicial da Federação número 40, Abril de 1991, página 95. Esta tese participou da contradição 39/92, resolvida pela Terceira Sala em 23 de maio de 1994; a
A jurisprudência que surgiu dessa decisão foi publicada na Gaceta 78, junho de 1994, página 30, com o número 3a./J.18/94, com o título "PRESCRIÇÃO ADQUISITIVA. PARA QUE SE ENTIENDA
SATISFEITO O REQUISITO DA EXISTÊNCIA DA 'POSSE EM CONCEITO DE PROPRIETÁRIO' EXIGIDO PELO CÓDIGO CIVIL PARA O DISTRITO FEDERAL E PELAS DIVERSAS LEGISLAÇÕES DE
OS ESTADOS DA REPÚBLICA QUE CONTÊM DISPOSIÇÕES IGUAIS, É NECESSÁRIO DEMONSTRAR A EXISTÊNCIA DE UM TÍTULO DO QUAL SE DERIVE A POSSE'. Veja: Apêndice 1917-1995
tomo IV, Primeira Parte, tese 317, pág. 214.
Octava Época Instância: Terceira Sala Fonte: Gazeta do Semanário Judicial da Federação Tomo: 78, Junho de 1994 Tese: 3a./J. 18/94 Página: 30
PRESCRIÇÃO AQUISITIVA. PARA QUE SE ENTENDA SATISFEITO O REQUISITO DA
EXISTÊNCIA DA "POSSE EM CONCEITO DE PROPRIETÁRIO" EXIGIDA PELO CÓDIGO
CIVIL PARA O DISTRITO FEDERAL E PELAS DIVERSAS LEGISLAÇÕES DOS
ESTADOS DA REPÚBLICA QUE CONTÊM DISPOSIÇÕES IGUAIS, É NECESSÁRIO
DEMONSTRAR A EXISTÊNCIA DE UM TÍTULO DO QUAL DERIVA A POSSE. De acordo
con o estabelecido pelos artigos 826, 1151, inciso I, e 1152 do Código Civil para o Distrito
Federal, e pelas legislações dos Estados da República que contêm disposições iguais,
para usucapir um bem imóvel, é necessário que a posse do mesmo seja mantida
conceito de dono ou de proprietárioEste requisito exige não apenas a exteriorização do domínio
sobre o imóvel mediante a execução de atos que revelem seu comportamento como proprietário
mandando sobre ele e desfrutando do mesmo com exclusão dos demais, senão que tambémexige
se acredite a origem da posse pois sendo o conceito de proprietário ou de dono um
elemento constitutivo da ação, o autor deve provar, com fundamento no artigo 281
do Código de Procedimentos Civis para o Distrito Federal,que iniciou a posse com motivo
de um título apto para transferir o domínio, que pode constituir um fato lícito ou não,
mas de qualquer forma deve ser bastante para quefundadamentese cria que possui em
conceito de dono ou de proprietário e que sua posse não é precária ou derivadaPor
tanto, não basta para usucapir, a simples posse do imóvel e o comportamento de dono do
mesmo em um momento determinado, pois isso não exclui a possibilidade de que inicialmente essa
a posse teria sido derivada.
Contradição de tese 39/92. Sustentada entre o Quarto Tribunal Colegiado em Matéria Civil do Primeiro Circuito e o Tribunal Colegiado do Vigésimo Circuito. 23 de maio de 1994. Cinco votos.
Ponente: Luis Gutiérrez Vidal. Secretaria: María Guadalupe Saucedo Zavala. Tese de Jurisprudência 18/94. Aprovada pela Terceira Sala deste alto Tribunal, em sessão de vinte e três de maio de mil
novecentos e noventa e quatro, por cinco votos dos senhores Ministros: Presidente Carlos Sempé Minvielle, Mariano Azuela Güitrón, Sergio Hugo Chapital Gutiérrez, Irma Cué Sarquis e Luis Gutiérrez
Vidal, designados os dois últimos pelo H. Pleno deste alto Tribunal, para cobrir as vagas existentes.
Octava Época Instância: PRIMEIRO TRIBUNAL COLEGIADO DO SEGUNDO CIRCULO. Fonte: Semanário Judicial da Federação Tomo: VII-Janeiro Página: 358
Octava Época Instância: TERCEIRO TRIBUNAL COLEGIADO DO SEGUNDO CIRCUITO. Fonte: Semanário Judicial da Federação Tomo: XIV-Agosto Tese: II. 3o. 257 C Página: 645
Octava Época Instância: TRIBUNAL COLEGIADO DO VIGÉSIMO CIRCUITO. Fonte: Semanário Judicial da Federação Tomo: VII-Janeiro Página:360
PRESCRIÇÃO. A POSSE APTA PARA QUE PROCEDA DEVE SER EM CONCEITO DE
PROPRIETÁRIO. A posse apta para prescrever deve ser em conceito de proprietário,
devendo acreditar que é originária, em razão de que quando se possui por virtude de uma
dependência que se tenha com o proprietário e no cumprimento das ordens e instruções de
ele recebidas, a posse não é conceituada como tal, e portanto, é ineficaz para exigir a
prescrição. Da mesma forma, quando se possui temporariamente como usufrutuário, arrendatário,
credor pignoratício, depositário ou por qualquer outro título análogo, também não é apta para
qual entrou em posse do imóvel, sem que se deva analisar a licitude da
causa geradora da posse, porque conforme ao disposto pelos artigos 826 e
1151 do Código Civil para o Distrito Federal,para que possa ocorrer a prescrição da
coisa possuída somenteé necessário revelar a origem disso e provar a
existência do ato jurídicoque fundamentalmente se acredita bastante para transferir
o domínio do imóvel que se possui.
OITAVO TRIBUNAL COLEGIADO EM MATÉRIA CIVIL DO PRIMEIRO CIRCUITO. Amparo direto 117/94. Alberto Bensimon Israel. 8 de abril de 1994. Unanimidade de votos. Relator: Guillermo Antonio
Muñoz Jiménez. Secretário: Juan Manuel Hernández Páez.
Octava Época Instância: TRIBUNAL COLEGIADO DO VIGÉSIMO CIRCUITO. Fonte: Semanário Judicial da Federação Tomo: VIII-Noviembro Página: 269
PRESCRIÇÃO POSITIVA. PARA QUE OPERE É NECESSÁRIO INDICAR O FATO OU O
Ato que a originou e quando ocorreu. Para usucapir é imprescindívelindicar o
feito ou o ato que o originou e quando ocorreu, a fim de que seja possível
determinar a natureza de tal posse, ou seja, se é originária ou derivada, de boa
o má-fé, e qual é o tempo de sua duração para que se consuma a prescrição positiva.
TRIBUNAL COLEGIADO DO VIGÉSIMO CIRCUTO. Mandado de segurança direto 568/90. Noé Ramírez Ovalle. 4 de abril de 1991. Unanimidade de votos. Relator: Angel Suárez Torres. Secretário: Casto Ambrosio
Domínguez Bermúdez.
3- Desde esse ano de mil novecentos noventa e um, decidi realizar uma cerca perimetral para
delimitar meu prédio e com o qual também o protejo, é de mencionar que o subscritor é a única pessoa
que tem a chave da porta que dá acesso a essa fração de terreno, assim como é desde essa data que
o subscrito detém a posse desta, uma vez que sou a única pessoa que permite ou nega o acesso ao
mesma, conduzindo-me diante de todo o mundo como dono da mesma, situação que demonstrarei no
momento processual oportuno.
4- Visto que a compra e venda mencionada no fato segundo realizamos de forma verbal e
diante da presença de várias testemunhas e diante da incerteza da mesma, solicitei várias vezes aoC.
JOSE LUZ MEDINA MOLINAformalizamos a mesma, fato que nunca aconteceu já que este, quem
sempre disse ser proprietário e dominador do referido imóvel, negou-se sistematicamente a formalizar o mesmo
argumentando que no tinha tempo no momento.
D E R E I T O
Servem de fundamento em relação ao fundo os artigos 765, 769, 770, 773, 776, 777, 781, 782,
798, 799, 800, 801, 802, 910, 911, 912, 916, 917, 924, 932, 933 e demais relativos e aplicáveis do Código
Civil para o Estado do México de data vinte e nove de dezembro de mil novecentos e cinquenta e seis.
O procedimento está regulado pelos artigos 2.107, 2.108, 2.111, 2.114, 2.115 e demais
PROTESTO É NECESSÁRIO