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Republica Velha

Os primeiros movimentos operários


começaram contra as conseqüências da
Revolução Industrial.
Artesãos que se viram privados de seus meios
originais de trabalho fizeram revoltas,
atacando as fábricas e quebrando as
máquinas.
Esse movimento teve seu
fortalecimento entre 1917 e 1920,
quando as principais cidades
brasileiras foram sacudidas por
greves. Uma das mais importantes foi
a greve de 1917 em São Paulo, em
que 70 mil trabalhadores cruzaram
os braços exigindo melhores
condições de trabalho e aumentos
• Salários baixos
• Falta de condições de trabalho
• Empregava-se grande números de
mulheres e crianças
• Crianças de 9 a 14 anos , podiam trabalhar
• Período de trabalho era de 10 a 14 horas
por dia.
Aprovação da Lei de Expulsão de Estrangeiros
que permitia a deportação sumária de
lideranças envolvidas em distúrbios da ordem
e o fechamento de organizações operárias. O
principal alvo dessa lei eram os anarquistas.
 A expansão do anarquismo foi rápida nas grandes
cidades brasileiras nas primeiras décadas do
século XX. Suas propostas de supressão do Estado
e de todas as formas de repressão encontraram
receptividade entre os trabalhadores naqueles
tempos em que o jogo político era exclusividade
das oligarquias e praticamente inexistia qualquer
proteção ao trabalho. Governo e patrões eram
vistos pelos anarquistas como inimigos a serem
combatidos a todo custo. Suas idéias eram
difundidas por meio de congressos e por uma
imprensa própria e, entre outros, destacaram-se
como divulgadores do ideário anarquista José
Oiticica, Everardo Dias e Edgard Leuenroht
A partir de 1922, outra corrente se definiu
dentro do movimento operário: a dos
comunistas. Naquele ano, embalados pela
criação do primeiro Estado Socialista na
Rússia, militantes brasileiros fundaram o
Partido Comunista do Brasil (PCB). Entre os
fundadores estavam ex-lideranças
anarquistas como Astrojildo Pereira e Otávio
Brandão.
Ao contrário dos anarquistas, que viam o
Estado como um mal em si, os comunistas o
viam como um espaço a ser ocupado e
transformado. Essas concepções os levaram,
seja na ilegalidade, seja nos breves momentos
de vida legal, a buscar aliados e participar da
vida parlamentar do país. Uma liderança que
os comunistas tentaram atrair em 1927 foi
Luís Carlos Prestes, que naquele ano se exilou
na Bolívia. Através do Bloco Operário
Camponês (BOC), sua face legal, o PCB elegeu
dois vereadores para a Câmara Municipal
carioca em 1928: o operário Minervino de
Oliveira e o intelectual Otávio Brandão.
 Todos esses esforços não foram suficientes para
produzir uma mudança significativa na vida
material do conjunto da classe trabalhadora no
final dos anos 20. A legislação aprovada quase
nunca era aplicada. Isso ocorria, entre outras
razões, porque o movimento operário encontrava-
se ainda limitado e restrito a alguns poucos
centros urbanos. Apesar disso, não se pode deixar
de reconhecer que foi na década de 1920 que o
movimento operário brasileiro ganhou maior
legitimidade entre os próprios trabalhadores e a
sociedade mais ampla e começou a se
transformar em um ator político que iria atuar
com maior desenvoltura nas décadas seguintes.
Republica Velha
O tenentismo foi um movimento que ganhou
força entre militares de média e baixa patente
durante os últimos anos da República Velha.
 Tinham como um dos seus grandes lideres
Luís Carlos Prestes.
Influenciados pelos anseios políticos das
populações urbanas, os militares envolvidos
nesse movimento se mostraram favoráveis às
tendências políticas republicanas liberais.
Entre outros pontos, reivindicavam uma
reforma constitucional capaz de trazer
critérios mais justos ao cenário político
nacional.
As primeiras manifestações militares que
ganharam corpo durante a República
Oligárquica aconteceram nas eleições de
1922. Aproveitando a dissidência de algumas
oligarquias estaduais, os tenentes apoiaram a
candidatura de Nilo Peçanha em oposição ao
mineiro Arthur Bernardes, politicamente
comprometido com as demandas dos grandes
cafeicultores. Nesse momento, a falta de
unidade política dos militares acabou
enfraquecendo essa primeira manifestação
conhecida como “Reação Republicana”.
Nos dois anos seguintes, duas novas revoltas
militares, uma no Rio Grande do Sul (1923) e
outra em São Paulo (1924), mostrou que a
presença dos tenentistas no cenário político
se reafirmava. Após terem suas pretensões
abafadas pelas forças fiéis ao governo, esses
dois grupos se juntaram para a formação de
uma guerrilha conhecida como Coluna
Prestes. Entre 1925 e 1927, esse grupo
composto por civis e militares armados
entrecortou mais de 24 mil quilômetros sob a
liderança de Luís Carlos Prestes.
A falta de apelo entre os setores mais
populares, e as intensas perseguições e
cercos promovidos pelo governo acabaram
dispersando esse movimento. Luís Carlos
Prestes, notando a ausência de um conteúdo
ideológico mais consistente à causa militar,
resolveu aproximar-se das concepções
políticas do Partido Comunista Brasileiro. Em
1931, o líder da Coluna mudou-se para a
União Soviética, voltando para o país somente
quatro anos mais tarde.
Adib n° 1

João Paulo n° 15

Johnnatas n° 16

2 ° colegial