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Cinemática Vetorial

Grandezas Escalares
Grandezas Vetoriais
Módulo, direção, sentido

Número, intensidade
Adição de Vetores
Há três métodos para efetuar
a adição: Regra do polígono,
do paralelogramo e das
componentes vetoriais.
Exemplo de vetores: a figura representa um cruzamento de ruas, tal que
você, situado em O, pode realizar os deslocamentos indicados pelos
vetores d1, d2, d3, e d4. Diferenciando estes vetores segundo suas
características, tem-se que:

Os vetores d1 e d3 têm a mesma direção, mesmo módulo, e sentidos


opostos.
Os vetores d2 e d4 têm a mesma direção, módulos diferentes e sentidos
opostos.
Os vetores d1 e d2 têm o mesmo módulo, direções e sentidos diferentes.
Os vetores d3 e d4 têm módulos, direções e sentidos diferentes.
Regra do polígono:
Ligam-se os vetores origem com extremidade. O vetor
soma é o que tem origem na origem do 1º vetor e
extremidade na extremidade do último vetor.
Regra do paralelogramo – Os vetores são dispostos de
modo que suas origens coincidam. Traçando-se um
paralelogramo, que tenha e como lados, a resultante será
dada pela diagonal que parte da origem comum dos dois
vetores.

s  a2  b2  2ab. cos
Subtração de Vetores
Para subtrair dois vetores adicionamos um deles
ao oposto do outro.

s  a2  b2  2ab. cos
Vetor x Número Real
O produto de um número real n por um vetor A, resulta em
um vetor R com sentido igual ao de A se n for positivo ou
sentido oposto ao de A se n for negativo. O módulo do vetor
R é igual a n x |A|.
PROPRIEDADES DOS VETORES
A) O VETOR OPOSTO
Dado o vetor u, existe o vetor - u, que possui o mesmo
módulo e mesma direção do vetor u, porém, de sentido
oposto.
B) O VETOR UNITÁRIO
Chamaremos de VERSOR ou VETOR UNITÁRIO, ao vetor
cujo módulo seja igual à unidade, ou seja:
| u | = u = 1.
Sua representação será dada por
C) O VETOR NULO
Vetor de módulo igual a zero, de direção e sentido
indeterminados.
Vetor deslocamento - ou simplesmente 'deslocamento' de P
entre os instantes t1 e t2 é o vetor Dr assim definido:
VELOCIDADE VETORIAL MÉDIA

Numa trajetória qualquer (retilínea ou curvilínea), a


velocidade vetorial média é definida pela razão
entre o vetor deslocamento e o correspondente
intervalo de tempo:

(o vetor velocidade média tem a mesma direção e o


mesmo sentido do vetor deslocamento).
VELOCIDADE VETORIAL INSTANTÂNEA

A direção, o sentido e a “rapidez” (módulo) do movimento, em cada ponto


da trajetória, são os elementos que o vetor velocidade instantânea
representa.

Em um movimento retilíneo:

A velocidade vetorial, em dado instante, tem o sentido do movimento e a


direção da reta em que ele ocorre:
Em um movimento curvilíneo:
A velocidade vetorial instantânea tem direção tangente à
curva, no ponto considerado, e sentido indicado pela
orientação do vetor:

Importante: uma grandeza vetorial só é constante se forem


constantes sua direção, seu sentido e sua intensidade.
Assim, o único movimento que tem velocidade vetorial
constante é o movimento retilíneo e uniforme.
ACELERAÇÃO VETORIAL INSTANTÂNEA

É a aceleração vetorial de um móvel em cada ponto de sua


trajetória.

Como todo vetor pode ser obtido pela soma de suas


componentes perpendiculares, vamos decompor o vetor
aceleração instantânea, tomando como base a direção do
vetor velocidade:
Aceleração tangencial ( t) – É a componente da
aceleração vetorial na direção do vetor velocidade e
indica a variação do módulo deste. Possui módulo
igual ao da aceleração escalar:
Aceleração centrípeta ou normal ( c) – É a
componente da aceleração vetorial na direção do
raio de curvatura (R) e indica a variação da direção
do vetor velocidade ( ). Tem sentido apontando
para o centro da trajetória (por isso, centrípeta) e
módulo

dado por:

Importante: nos movimentos retilíneos, c é nula


porque o móvel não muda de direção nesses
movimentos.
 Aceleração vetorial resultante –
A obtenção da intensidade da
aceleração resultante pode ser feita
aplicando-se o Teorema de Pitágoras
no triângulo retângulo.

a2 = a2t + a2c