Você está na página 1de 14

A Federação da Rússia

compreende de 21 repúblicas:
Adigueia, Altai, Bachcortostan,
Buriátia, Tchetchnia,
Tchuváchia, Daguestan,
Inguchétia, Kabardino-Balcária,
Kalmíquia, Karatchai-
Tcherquéssia, Karélia,
Khacássia, Kómi, Marii El,
Mordóvia, Ossétia do Norte,
Sakha (Yacútia), Tatarstan,
Tuvá e Udmúrtia.
A Federação também conta com 6 territórios: Altai,
Khabarovsk, Krasnodar, Krasnoiarsk, Primórie e
Stavropol; 49 regiões administrativas, uma região
autónoma e 10 áreas autónomas. As cidades de Moscou
e São-Petersburgo têm status federal.
Os membros-elementos da Federação têm amplos
poderes. A estrutura dos Poderes em repúblicas,
territórios, cidades federais, regiões e áreas autónomas é
definida pelos membros da Federação conforme os
princípios básicos da Estrutura Constitucional do Estado
da Rússia e princípios gerais do funcionamento dos
Poderes Legislativo e Executivo bem como conforme as
leis federais.

O status das repúblicas é definido pela Constituição


Federal e Constituição da república respectiva.

Russo é a língua oficial em todo o território da Federação


da Rússia. Republicas-membros têm direito de dar o
status oficial às línguas por sua escolha, que podem ser
usadas à mesma escala com a língua russa em todos os
órgãos de poder local e instituições estatais das
repúblicas.
8.000 Km2
663.000 hab.
oleodutos
Chechênia, uma das repúblicas de população muçulmana,
tornou-se independente em 1991.

De 1994a 1996, invadida pela Rússia, morrem 100 mil


pessoas sem definição sobre sua situação.

Em fevereiro de 2000, os militares russos tomam Grozny,


a capital chechena

Em 2002 os separatistas derrubam um helicóptero,


matando 114 pessoas; em outubro invadem um teatro
e fazem mais de 800 reféns.
Forças do governo, usando gás matam os 50 rebeldes,
mas o gás também elimina 129 reféns.
Para o historiador Angelo Segrillo, da Universidade
Federal Fluminense (UFF), os episódios dos últimos
dias estão estreitamente ligados à recente eleição para
a Presidência da Chechênia, vencida por Alu Alkhanov,
ex-ministro do Interior russo e candidato apoiado por
Moscou.

A eleição ocorreu no domingo, ainda à sombra da


queda dos aviões, na noite de terça-feira.

"É uma forma de os rebeldes chechenos mostrarem


que resistem", disse Segrillo em entrevista por
telefone.”
A maioria da população recebe informações pela TV.
São poucos os canais que cobrem toda a Rússia e
todos estão praticamente na mão do governo, depois
que o único canal privado nacional, o NTV, foi tomado,
por fazer oposição ao governo e acusado de evasão
fiscal, algo parecido com o que ocorre hoje no caso
Yukos (companhia petrolífera).
Nem bem os russos tinham começado a compreender
os atentados simultâneos contra dois aviões na
semana passada e de um ataque suicida no centro de
Moscou na terça-feira, e o país voltou a ser sacudido
nesta quarta-feira pelo terror.

Um grupo armado invadiu uma escola na Ossétia do


Norte, fazendo reféns centenas de pessoas, incluindo-
se crianças, numa ação que tem a marca dos rebeldes
separatistas da Chechênia.
Soldados russos cercam escola onde um grupo
armado invadiu e mantém dezenas de estudantes, pais
e professores como reféns, em Beslan
Grupo de crianças recebe atendimento médico
após conseguirem fugir da escola
Policial carrega seu próprio bebê libertado junto com
26 mulheres e crianças que estavam sendo mantidos
como reféns
Os recrutadores dos kamikazes, cuja actividade
criminosa é coordenada por Abu al-Valid e Chamil
Bassaiev, necessitam de executores submissos de
actos terroristas. O contingente mais dócil são
mulheres e fanáticos religiosos. Os futuros
kamikazes são mantidos, via de regra, em
acampamentos especiais. Ali é activamente
explorado o factor de vingança pessoal pela morte
de maridos, filhos e parentes que lutaram nas
formações armadas dos extremistas. A violência e
as drogas destroem o sistema nervoso dos
potenciais kamikazes e transformam-nos em seres
que obedecem cegamente aos seus donos.
Chechênia

Rússia Terrorismo

Formação socialista Teocracia islâmica

Reservas petróleo independência

Apoio EUA Vingança Afeganistão

Radicalismo mantém pobreza radicalismo mantém religiosos

10 milhões 20 milhões