Unidade

:

Todas as Unidades do CHS. 1ª 12/02/2007

Manual de Normas e Rotinas

Revisão: Data desta Revisão:

ROTINA AGENTE

IV. SERVIÇOS DE ENFERMAGEM NA ÁREA HOSPITALAR IV. 1. SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
AÇÃO  A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) compreende nas unidades: Avaliação admissional - histórico e exame físico inicial (impresso S1); Prescrição, evolução e diagnóstico de enfermagem.  Cada unidade da instituição possui impresso próprio direcionado a sua realidade, porém todos devem realizar minimamente 3 etapas do processo.

Conceitos

-

Enfermeiro da Unidade

 Realizar o SAE dos pacientes sob seus cuidados, conforme rotina interna do setor, obedecendo como critério o sistema de classificação de pacientes (resolução COFEN 293/04), priorizando os pacientes com maior gravidade;  Garantir minimamente uma evolução de enfermagem por dia, bem como as intercorrências devidamente registradas;  Supervisionar a execução do SAE para todos os pacientes, garantindo o cumprimento do protocolo de cuidados de enfermagem e o registro em impresso próprio.  Manter integração contínua com a Sub-Comissão Local de SAE, vinculada a Comissão Central de SAE da Coordenadoria de Serviços de Saúde.

Auxiliar de Enfermagem

 Realizar cuidados conforme protocolo de cuidados

54

da Unidade

de enfermagem e registrar suas atividades em impresso próprio.  Checar prescrição de enfermagem, médica, completar check-list, datar, assinar e carimbar adequadamente suas anotações.

Elaborado por:
Renata Cristina Chagas

Revisado por:
Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes

Autorizado em 12/02/2007 por:
Magda Ap. Arantes de Oliveira

55

Unidade:

Todas as Unidades do CHS. 1ª 12/02/2007

Manual de Normas e Rotinas
ROTINA AGENTE

Revisão: Data desta Revisão:

IV. 2. PASSAGEM DE PLANTÃO
AÇÃO  Chegar 15 minutos antes do início do plantão;  Passar o plantão no leito para o auxiliar de enfermagem escalado;  Relatar as intercorrências, exames pendentes, bem como os preparos para exames;

Auxiliar de Enfermagem

 Passar a medicação (caixa de medicamentos) de cada paciente para o auxiliar de enfermagem que assume o plantão;  Observar a checagem da medicação na prescrição, conferindo com a caixa;  Checar condições gerais dos pacientes (sinais vitais, acesso venoso, etc.).

 Chegar 15 minutos antes do início do plantão;  Passar o plantão no leito: intercorrências, exames pendentes, Enfermeiro preparos para exames, avaliações pendentes, etc;  Relatar as pendências da unidade: expurgo, carrinho de emergência, kits, falta de medicamentos e de materiais de consumo, manutenção, etc.

Elaborado por:
Magda Ap. Arantes de Oliveira

Revisado por:
Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes

Autorizado em 12/02/2007 por:
Magda Ap. Arantes de Oliveira

56

água e sabão e posteriormente com álcool a 70%. óbito ou transferência do paciente. com água e sabão. duas vezes por plantão nas UTIs e 1 vez por plantão nas enfermarias. VIDROS E SUPERFÍCIES ALTAS: feita uma vez por semana por funcionário da equipe de higienização. limpeza de todos os equipamentos (monitores. respiradores. bombas de infusão. conforme cronograma. escadas. LIMPEZA DA UNIDADE AÇÃO  LIMPEZA TERMINAL DE UNIDADE – feita após a alta. painel de gazes. chão e cama. e solução desinfetante padronizada pela CCIH.  LIMPEZA DE JANELAS. geralmente no período da tarde ou noite.  LIMPEZA TERMINAL GERAL: feita a cada 8 dias pela equipe de higienização em todos os setores. Segue cronograma próprio do serviço de higienização que deverá estar afixado no mural da unidade. Conceitos  Utilizar para limpeza terminal e concorrente pano limpo com água e sabão e outro com álcool 70%. Funcionário da Higienização 57 . criado.  LIMPEZA TERMINAL DE QUARTO: lava-se paredes.Unidade: Nefrologia 1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Revisão: Data desta Revisão: IV. 3. Envolve a lavagem das camas. válvulas. com pano limpo. mesa de refeição. suporte de soro.  LIMPEZA CONCORRENTE DE UNIDADE – deve ser feita em todos os equipamentos. etc).

5. 7. Colocar em solução desincrostante por 30 minutos. válvulas e fluxometros. pomadas. 4. aspirador.  Acondicionar em hamper separado quando isolamento .Auxiliar de Enfermagem Procedimentos  LIMPEZA DE UNIDADE – limpeza terminal/ concorrente. Traquéias e extensões: - 1.  No expurgo: . manguitos. 6. escada. Lavar os manguitos. 3. cama e colchão. monitor e cabos de monitorização. e identificar como “isolamento-contaminado”. e encaminhar ao expurgo sujo. Enxaguar. 8. circuitos.  Retirar equipamentos e materiais – bomba de infusão. Lavar e desinfetar com álcool 70%. 3. Limpar na seqüência: régua de gazes. 2. mesa de refeição.  Retirar a bandeja auxiliar do leito (se houver) e desprezar o que estiver aberto: material de limpeza. Desprezar secreções de frascos. suportes de soro. Lavar. respirador.  Retirar roupas de cama e acondicionar em hamper. nebulizador e ambús abertos. 5.  1. 4. 2. Enxaguar para retirar excesso de matéria orgânica.Limpar as bombas de infusão: abrir e limpar os encaixes com gaze e álcool cuidadosamente para não danificar. com saco plástico branco forrando o saco de tecido externamente. 6. etc. apenas com água e sabão. Secar. Encaminhar para Centro de Material e 58 .

: Os setores que encaminham os materiais diretamente para a central de material devem acondicioná-los adequadamente em caixa plástica om tampa ou saco plástico branco. Obs.Esterilização. Elaborado por: Revisado por: Autorizado em 12/02/2007 por: 59 .

1. frascos de exames.  Comunicar ao enfermeiro após o termino da montagem. sondas de aspiração de vias aéreas. se isolamento ou alguma outra orientação. 7.  Comunicar o médico sobre as condições do leito.respirador com circuito estéril. etc. Revisado por: Autorizado em 12/02/2007 por: Elaborado por: 60 .Magda Ap.aspirador de parede ou móvel. Arantes de Oliveira Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Magda Ap.bandeja auxiliar com materiais mínimos: EPIs. Enfermeiro da UTI  Checar o leito. ECG com 5 derivações e oxímetro de pulso. os monitores e o respirador mecânico. o aspirador.válvulas de ar comprimido e oxigênio e fluxômetro de oxigênio funcionantes. Auxiliar de Enfermagem  Montar o leito após limpeza com: 1. mantendo a ponta fechada (não colocar água no copo umidificador apenas na admissão do paciente) 2.  Testar o respirador mecânico. Arantes de Oliveira Unidades de Terapia Intensiva e Semi-Intensiva. MONTAGEM DE UNIDADE UTI AÇÃO  Comunicar ao enfermeiro sobre a vaga cedida. 4. 3. 5. 4. com extensão estéril e testado. 1ª 12/02/2007 Unidade: Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Médico da UTI ou SemiIntensiva Revisão: Data desta Revisão: IV. máscara e bolsa reservatória adequado ao tamanho e faixa etária do paciente.monitor com cabos de PA.ambú estéril com extensão.cama montada aberta ou isolete / berço 6.

1. manutenção de artefato de terapia respiratória adequado ao caso (cateter nasal. Médico da Unidade Enfermeiro da Unidade  Checa a existência da vaga e classifica o paciente quanto ao grau de dependência para determinar localização do leito. 4. Arantes de Oliveira Enfermarias: Médicas e Cirúrgicas adulto e infantil. Elaborado por: Revisado por: Autorizado em 12/02/2007 por: 61 . isolamento. cama montada aberta ou cama cirúrgica conforme a necessidade 2.  Comunicar ao enfermeiro sobre a vaga cedida. monitorização adequada se necessário  Comunicar ao enfermeiro após o termino da montagem. se isolamento ou alguma outra orientação. se próximo ao posto de enfermagem.Magda Ap. Arantes de Oliveira Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Magda Ap. 1ª 12/02/2007 Unidade: Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Revisão: Data desta Revisão: IV. MONTAGEM DE UNIDADE CLÍNICA AÇÃO  Verifica com enfermeiro a existência de vaga e as condições do paciente a ser admitido. etc (utilizar Sistema de Classificação de Pacientes)  Realiza as mudanças e remanejamentos necessários para agilizar o processo Auxiliar de Enfermagem da Unidade  Montar o leito após limpeza com: 1. etc) 3. mascara.

destacando-se que no carrinho de emergência estes materiais também estão previstos. 5.  Escala outro funcionário para checagem na falta do funcionário previamente escalado.  Para os procedimentos de TRAQUEOSTOMIA. PASSAGEM DE CATÉTER DE DUPLO LÚMEN. Arantes de Oliveira Unidade: Todas as Unidades de Internação. 1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Revisão: Data desta Revisão: IV. 62 . KITS PARA PROCEDIMENTOS AÇÃO  Deverá ser mantido na unidade: .Magda Ap.  Afixa escala em local visível. recobertos em plástico e selado. Arantes de Oliveira Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Magda Ap. 01 kit de intracath.01 kit de entubação. Enfermeiro  Elabora escala de revezamento para conferencia e reposição dos kits de procedimentos.  Supervisiona cumprimento da escala de conferência dos kits. Conceitos  Os materiais devem ser de tamanho adequado ao perfil dos pacientes do setor. outros Kits de acordo com necessidade do setor.  Anota no livro de ocorrências e passa no plantão as intercorrências relacionadas. DRENAGEM DE TÓRAX E SONDAGEM VESICAL DE DEMORA o material deverá ser montado preferencialemte em bandejas. em tempo hábil.

4.0.5.0. 9.0. 9.0.0.5.5.0. 2 Cânulas com Balão N° 4. 6.  KITS PARA TRAQUEOSTOMIA: Infantil e Neonatal 1 Cânula sem Balão N° 2. 7. Observações Relação de Kits  KIT PARA TRAQUEOSTOMIA Cada KIT é composto de: 2 Cânulas de traqueostomia com balão. Infantil 2 Cânulas com Balão N° 4. 5. 2 fios de nylon 3.0.0. 6.0. 3.5.0. 2.  Confere rotineiramente os kits. 6. 23. 7.5.0.  KIT PARA INTRACATH: Adulto. 7.5. 23. 8. 4.5. 5.0. 8.0.0. 8. 3. 2 fios de nylon 3. 3.5.5.5. Neonatal 2 Cânulas Entubação sem Balão N° 2.5.5.5. 2 lâminas de bisturi n. 4. 2 lâminas de bisturi n. 3.0.0.  KIT PARA PASSAGEM DE CATÉTER DUPLO 63 . 9.5 . Infantil e Neonatal Cada KIT é composto de: 2 intracates. 7. Adulto 2 Cânulas com Balão N° 7.5.  KIT PARA ENTUBAÇÃO: Adulto 2 Cânulas com Balão N° 7.5.0. 4. 5.0.Auxiliar de Enfermagem Escalado para os Kits  Cumpre escala de conferência dos kits feita pelo enfermeiro supervisor ou enfermeiro do setor. 4. 8. 6.0.0.  O funcionário do leito que usou o kit deve repôlo após o uso. 5.0. repõem as faltas e comunica eventuais problemas.

2 lâminas de bisturi n. 23. 1 frasco de drenagem. 23. 2 fios de nylon 3. (Anexa folha de procedimento para preenchimento do médico)  KIT PARA SONDAGEM VESICAL DE DEMORA (n.LÚMEN: Cada KIT é composto de: 1 catéter duplo lúmen. 2 fios de nylon 3.0. 64 .  KIT PARA DRENAGEM DE TÓRAX: Cada KIT é composto de: 1 dreno de tórax.0. 2 lâminas de bisturi n. 4 a 20): Composto de 2 SVD de número adequado e 1 coletor urina sistema fechado.

Enfermaria de Moléstias Infecciosas (MI). conforme segue: . UTI neonatal e URE PADRÃO BÁSICO : Utilizados no Ambulatório Térreo.Elaborado por: Magda Ap. Arantes de Oliveira Unidade: Todas as Unidades do CHS. INFANTIL E NEONATAL : Utilizados na UTI infantil. Enfermaria de Ortopedia. Clínica médica Feminina e Masculina. Semi Intensiva URE. sendo eles: ADULTO COMPLETO : Utilizado em setores críticos ou com pacientes graves:UTI adulto*. CARRINHOS DE EMERGÊNCIA AÇÃO  O CHS possui três modelos padrão de carrinhos de emergência. 1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Conceito Revisão: Data desta Revisão: IV.Lacre rompido. Endoscopia. Ambulatório Subsolo.Pasta com o check list preenchido constando o 65 . Maternidade. Tomografia. Nefrologia. Observação Cirúrgica URE. Clínica Cirúrgica Eletiva Masculina e Feminina. Arantes de Oliveira Revisado por: Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Autorizado em 12/02/2007 por: Magda Ap. Politrauma. Clínica Médica URE.6. . Centro de Tratamento de Queimados. Pediatria. Pediatria. Ambulatório CTQ. Enfermaria de Retaguarda da URE.  A reposição do Carrinho de Emergência deverá ser feita na Farmácia Central (Hospital Leonor) e na Farmácia Satélite do Hospital Regional (Regional e Ambulatório). Diagnóstico (1° andar do Leonor). (Oncologia e Day Clinic).

os dados do paciente e assinatura do funcionário.  Cada Carrinho de Emergência deverá conter: . .  O funcionário do leito que abriu o carrinho de emergência nos momentos de intercorrência com seu paciente deverá repor e lacrar carrinhos e kits após o uso.Pasta com listagem padrão de acordo com o setor.  Preenche o impresso “Check List dos Carrinhos de Emergência” anotando o que foi usado.Tesoura anexa ao carrinho para rompimento do lacre.  Guardar o lacre rompido para garantir a reposição do carrinho.Lacre numerado. as receitas e o preenchimento do check list entregará ao funcionário um novo lacre e os itens utilizados. .Receitas dos psicotrópicos e medicamentos controlados utilizados. assina e leva à Farmácia Satélite.  Manter carrinho e desfibrilador ligados na tomada durante todo o tempo.  Preencher corretamente e legível o check list. carimbo e rubrica. Auxiliar de Enfermagem da Unidade  Cumpre escala de conferência do carrinho feita pelo Enfermeiro do Setor. esparadrapo.  Mantém os kits e bandejas seladas e anota no impresso próprio com data.que foi utilizado. Observações 66 .Cascos dos itens: pilhas.  Solicita ao médico a receita dos psicotrópicos usados na emergência. etc.  É responsabilidade do funcionário escalado pela Enfermeira do Setor a reposição e colocação do lacre no Carrinho de Emergência da Unidade. . carimba. .  O funcionário da Farmácia Satélite ou Central após conferir o lacre. repõem as faltas e comunica eventuais problemas.

Elaborado por: Magda Ap.  A rotina para descongelamento e limpeza deve ser cumprida no dia 15 de cada mês no diurno e no dia 30 de cada mês no noturno.  O impresso de controle de temperatura da geladeira deve-ser afixado e trocado mensalmente pela enfermeira do setor. Arantes de Oliveira Unidade: Todas as Unidades do CHS. 67 .  O termômetro da geladeira deve ser trocado caso apresente falhas ou quebra.  Deve-se proceder a limpeza e o descongelamento da geladeira duas vezes no mês sendo que para isto os medicamentos contidos devem ser acondicionados em outro local (outra geladeira) durante o procedimento. Arantes de Oliveira Revisado por: Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Autorizado em 12/02/2007 por: Magda Ap.7.  Para o correto acondicionamento destes medicamentos deve-se manter na geladeira um termômetro de máxima e mínima a temperatura deverá permanecer entre 2 e 8 º.  Quando a temperatura interna estiver abaixo ou acima deve-se proceder a regulagem e manutenção do equipamento. ACONDICIONAMENTO DE TERMOLÁBEIS IMUNOBIOLÓGICOS AÇÃO  As unidades de atendimento a pacientes devem manter uma geladeira de uso exclusivo para acondicionamento de Medicamentos Termosensíveis. conforme tabela de controle de temperatura afixada na geladeira. bem como a viabilidade dos medicamentos deve ser checada com o farmacêutico na farmácia central. O pedido pode ser feito via UNILOG e o casco deve ser apresentado para reposição. 1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Conceito Revisão: Data desta Revisão: IV.

 Os setores que utilizam vacinas devem cumprir a mesma rotina descrita.  As geladeiras de medicamentos nunca poderão ser utilizadas para acondicionar alimentos de pacientes ou funcionários. ALPROSTATIN.  As amostras de sangue e outros materiais biológicos devem ser acondicionados.  Solicitar ao funcionário da equipe de limpeza para providenciar a limpeza mecânica da geladeira após descongelamento.  Garantir o correto acondicionamento de medicamentos em sua unidade não permitindo descumprimento da rotina. ANFOTERICINA B. INSULINA HUMANA NPH E REGULAR.  Encaminhar os pedidos de manutenção e providenciar a troca do termômetro se necessário.  Os frascos de nutrição parenteral podem ser acondicionados na geladeira de medicamentos. em caixa de isopor com gelox (gelo reciclável) até o transporte ao laboratório ou banco de sangue. ESTREPTOQUINASE*. porém dietas enterais ou outros alimentos NUNCA deveram ser acondicionados na mesma geladeira destinada a medicamentos. porém recomenda-se manter vacinas em geladeiras diferenciadas de medicamentos. ATRACRIUN. ANESTALCON COLÍRIO (*) depende do fabricante.  Os medicamentos termosensíveis em uso na unidade: ALBUMINA*. ERGOMETRINA. SURFACTANTE PULMONAR. PANCURÔNIO. RACURÔNIO. excepcionalmente.  Escalar funcionário para realizar o descongelamento da geladeira conforme rotina. PROPOFOL. 68 . Enfermeiro da Unidade  Escalar funcionário para realizar a checagem diária da temperatura da geladeira.  Garantir o acondicionamento correto dos medicamentos durante o procedimento de limpeza.

líqüor e urina que necessitam de acondicionamento antes de serem entregues no laboratório devem ser colocadas em caixas de isopor específicas com gelox (gelo reciclável).  Respeitar as normas quanto ao acondicionamento correto de medicamentos. acondicionando-os de forma adequada e discriminando dos outros medicamentos. etc. Nunca acondicionar estes itens na geladeira de medicamentos. Farmacêutico  Determinar quais medicamentos devem ser acondicionados em geladeira. alimentos. viabilidade de medicamentos temosensíveis e outras informações técnicas.  Dar esclarecimentos sobre validade. Esta caixa deve ficar sobre a geladeira a disposição da equipe.  Garantir o transporte correto dos medicamentos termosensíveis até a unidade destino. Observações  As amostras de sangue. Verificar a validade dos medicamentos da geladeira rotineiramente. Auxiliar de Enfermagem  Cumprir escala de serviço para controle de temperatura da geladeira de medicamentos e anotar no impresso próprio.  Cumprir escala de limpeza e descongelamento da geladeira e anotar no impresso de controle. 69 .

pela aplicação de meios físicos ou químicos. mediante a aplicação de agentes físicos e químicos. e está intimamente ligada a qualidade final do processo. Conceito Classificação dos Artigos  Artigos críticos: são aqueles que penetram em tecidos ou líquidos estéreis e portanto possuem alto risco para aquisição de infecção. 1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Revisão: Data desta Revisão: IV. Estão 70 . Requerem desinfecção de alto nível entre pacientes.  Esterilização: é o processo de destruição de todas as formas vegetativa e esporulada. e normalmente devem ser livres de todos os microorganismos. fungos e vírus. com exceção de alto número de esporos bacterianos. SEMI-CRÍTICOS E CRÍTICOS AÇÃO  Limpeza: é o primeiro passo para o reprocessamento de artigos. com exceção de elevado número de esporos bacterianos.  Artigos semi-criticos: são artigos que entram em contato com membrana mucosa íntegra ou pele não íntegra. implantes.  Desinfecção: é um processo que destrói microrganismos. Estes artigos devem ser agulhas hipodérmicas. patogênicos ou não. pois com a retirada da matéria orgânica consegue-se diminuir o número de microrganismos sobre o artigo. etc.Elaborado por: Renata Mucci L de Melo Revisado por: Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Autorizado em 12/02/2007 por: Magda Ap. MANUSEIO E PREPARO DE MATERIAIS NÃO CRÍTICOS. dos artigos. os instrumentais cirúrgicos. cateteres urinários.8. Arantes de Oliveira Unidade: Todas as Unidades do CHS.

jarros. Como exemplo nessa categoria estão: comadres. etc.  limpar o material com ajuda de escova e ou esponja macia.  OBS: os dois itens acima devem ser repetidos em todos os procedimentos que serão citados a seguir:  realizar a limpeza manual do material minuciosamente. deixando imerso em detergente enzimático por tempo descrito pelo fabricante. cubas.  Artigos não-críticos: são aqueles que entram em contato apenas com pele íntegra. 71 . Objetivos  Prevenção de transmissão de microorganismos.I).  higienizar as mãos sempre antes de iniciar o procedimento e após realizar o procedimento.  secar os materiais canulados. os endoscópios gastrointestinais. podem servir de disseminação de microrganismos colonizantes entre os pacientes. bacias. pois a pele do paciente é barreira efetiva a microrganismos. equipamento de terapia respiratória. papagaios. ou não entram em contato com pacientes e apresentam baixo risco de transmissão de infecção.  paramentar-se com equipamento de proteção individual (E. químico (glutaraldeido e ácido peracético. inicialmente.  enxaguar abundantemente na água corrente potável. ou físicoquímico (óxido de etileno). Entretanto. secar com tecido macio. Procedimentos Artigos Críticos:  esterilização por meios físicos( autoclave). com ar comprimido sob pressão (controlando a saída do ar com fluxômetro) na face interna e na face externa.P.incluídos nesta categoria. termômetros. aparelho de pressão. etc.

que devem ser mantidas sobre refrigeração e ou temperatura ambiente. criteriosamente. e a conseqüente inativação do produto antes do tempo estimado de aproximadamente 15 dias. ativar o ácido peracético e realizar o teste de efetividade do desinfetante com as tiras reagentes. enxugar o material conforme descrito acima. conforme orientação do fabricante. secar conforme descrição acima. Artigos Semi-Críticos: requerem desinfecção de alto nível (destrói todos os microrganismos com exceção de alto número de esporos). realizar a limpeza manual conforme descrito acima. Ex: desinfetante de nível intermediário: álcool a 70%. para que não ocorra diluição do ácido peracético. embalar em tecido de brim. Os desinfetantes de alto nível são o glutaraldeído e o ácido peracético. papel grau cirúrgico ou papel crepado. Elaborado por: Revisado por: Autorizado em 12/02/2007 por: 72 . mas não elimina micobactéria). imergir o material por completo no ácido peracético a 0. conforme a adequação do material.2%. cronometrar 10 minutos para desinfecção de alto nível.  OBS: Os meios de esterilização e de desinfecção citados. alguns vírus e fungos. são os mais utilizados no CHS. após a ativação.          Artigos Não Críticos:  requerem apenas limpeza com água e sabão complementada opcionalmente com desinfecção de baixo nível( elimina a maioria das bactérias. enxaguar abundantemente com água filtrada. para materiais termosensíveis (são materiais que sofrem alterações sobre temperaturas elevadas).  esterilizar por meio físico ou físico-químico (óxido de etileno). embalar em plástico e selar as bordas. realizadas diariamente pela manhã conforme rotina do CHS.

Objetivo:  Promover a limpeza dos artigos. acondicionamento.  Fornecer materiais esterilizados. prazo de validade após a diluição. Recomendações:  Utilizar limpadores enzimáticos e verificar a diluição. para utilização nos diversos procedimentos clínicos e cirúrgicos a padronizar os procedimentos para o processamento de materiais. A combinação balanceada desses elementos faz com que o produto possa remover a matéria orgânica do material em curto período de tempo (em média 3 minutos). CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO AÇÃO  O Centro de Material e Esterilização (CME) é o setor (unidade ou serviço) destinado à limpeza. guarda e distribuição de material esterilizado.9.  Selecionar apenas limpadores enzimáticos que 73 . esterilização.Yuriko Miyamoto Renata Mucci L de Melo Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Magda Ap. surfactantes e solubilizantes. Definição Objetivos MÉTODOS DE LIMPEZA Limpadores Enzimáticos:  Os limpadores enzimáticos são compostos basicamente por enzimas. 1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA Procedimento Operacional REVISÃO: Data desta Revisão: IV. Arantes de Oliveira Unidade: Todas as Unidades do CHS. tempo de imersão e métodos de utilização de acordo com as recomendações do fabricante.

evitar o contato prolongado com a pele. lave bem as mãos e seque-as.       possuam registro no Ministério da Saúde para a aplicação a que se destinam. de acordo com a recomendação do fabricante. Devido ao seu pode limpante. Utilizar luvas e óculos de proteção. Selecionar o tipo de limpador enzimático para limpeza manual ou mecânica. a literatura atual recomenda o uso exclusivo destes produtos para limpeza de artigos de configuração complexa.  Remover completamente o detergente ou desincrostante com água corrente abundante. os quais tendem a solubilizar-se e desprender dos artigos. Detergentes e Desincrostantes: Objetivo:  Promover a limpeza dos artigos. bem fechado. Depois de utilizar o produto. Utilizar escovas com cerdas macias e esponja com face dupla. lípases e amilases. Estes limpadores possuem proteases. atuam em substratos protéicos. gorduras e carboidratos. Remover completamente os limpadores com água corrente abundante. Manter o produto em sua embalagem original. protegido da luz e calor excessivo. cujo volume de matéria orgânica seja pouco ou desprezível.  Utilizar apenas um tipo de agente limpante (detergente. Ex. desincrostante ou enzimático) para cada 74 .: Bombril.  Empregar detergentes em artigos. Não utilizar palha de aço em hipótese alguma. caso não sejam adequadamente removidos. Resíduos de enzimáticos em artigos podem provocar reações adversas no pacote. A eficiência da limpeza é aumentada quando se utilizam limpadores enzimáticos.

Estão dentro das normas e portarias da Vigilância Sanitária. precedendo ou não a desinfecção e esterilização: A. II. ou associação com produtos desinfetantes pode reduzir a eficiência da limpeza e aumentar o risco ocupacional pela formação de produtos tóxicos. Perfuradores: elétricos e a bateria / desconectar brocas. Extensões de látex. Artigos protocolados pela Instituição CHS.  Não utilizar detergentes em instrumentos cirúrgicos. Perfurador elétrico Perfurador a bateria Cabo de bisturi Extensões de látex – devido ao número de reprocessamento pode ocorrer desgaste do material. 3. III. 75 . Limpeza dos artigos: secagem. determinar o tempo de exposição do material ao produto de limpeza.  Misturas de produtos de limpeza entre si. PROTOCOLO DE LIMPEZA Definição: I. IV. B. Fazer inspeção rigorosa. VI. Ter inspeção visual rigorosa. 2. traquéias e outros similares. Todo material odonto-médico hospitalar contaminado dever ser limpo. classificação. ressecamentos.processamento. Usar Equipamento de Proteção Individual (EPI). colabamentos. Diluir o enzimático (registrado no Ministério da Saúde). V. I – Artigos Protocolados pela Instituição CHS – Classificação: (Devem estar dentro das normas e portarias da Vigilância Sanitária) 1. 4. Artigos de assistência respiratória: máscaras. inaladores. pois podem ocorrer pontos de corrosão. C.

3. Ponta cautério 17. V – Ter inspeção visual rigorosa  Após o procedimento da lavagem manual. agulhas para biópsia. Pinça bipolar 10. Enxaguar com água abundante. verificar atentamente se todos os artigos estão inteiramente limpos sem resíduos. 76 . Umidificador completo 15. Adicione 4 ml de Endozime A W Plus para cada litro de água. 4. Saco plástico 7. Enzimático registrado no Ministério da Saúde nº 75347-5. 1. agulhas com componentes plásticos. Circuito Inter-5 11. Conector II – Modo de diluir o Endozime A W Plus Uso Manual: 1. Bateria avulsa de perfurador 8. Circuito Inter-3 13. 2. Faixa de smarch grande 9. conforme o instrumental. Expansor 14. Usar sempre EPI para manipular o produto. 2. Submergir os instrumentos na solução. III – Secagem  Utilizar compressas ou ar comprimido. 5. Bomba de leite 16.5. Circuito nebulizador 6. Deixe-o em contato com a solução por 2 minutos para a remoção integral da carga orgânica e de seus contaminantes. Punch 12.

18. 16. cobertura descartável para mesa de instrumental cirúrgico. campos cirúrgicos descartáveis. 26. 31. coletores de urina de drenagem aberta ou fechada. bomba centrífuga de sangue. agulhas para esclerose. aventais descartáveis. 29. 10. 12. compressas cirúrgicas descartáveis. drenos em geral. 28. 27. com ou sem aspiração e irrigação. 24. 14. 8. cateteres para infusão venosa com lume único. 21. para corte ou coagulação. 4. cateteres de diálise peritoneal de curta e longa permanência. bisturi para fonte gerador de energia. 32. 17.Lista de Produtos MédicoHospitalares de uso único. 5. cânula plástica de traqueostomia. NÃO REPROCESSAR 3. 11. bolsa de sangue. 6. cateter para ureter. agulhas para sutura com fundo falso. conjuntos de tubos para uso em circulação extra-corpórea. cateter de Domiá Basket. cateter para termodiluição (swan ganz / similares). cateteres e válvulas para derivação ventricular. 30. 22. cateter para embolectomia tipo Fogart. cânula de entubação oro e naso traqueal e brânquicas. 33. dique de borracha para uso odontológico. cateter para oxigênio. 23. 13. bisturis descartáveis com lâmina fixa ao cabo. bolsa coletora para espécimes cirúrgicos. 25. 19. anuscópios plásticos. 20. clips de aneurisma permanente. 9. cateter de balão intra-aórtico. embalagem para esterilização de qualquer natureza. 15. 7. coletores poliméricos para secreções. equipos descartáveis de qualquer natureza 77 . duplo ou triplo periféricos ou centrais.

53. 62. 49. 44. 52. grampeadores para sutura mecânica de todos os tipos 50. filtros (para) de cardioplegia. marcapasso permanente. filtros de linha para sangue arterial. natural. 61. 35. 46. 58. injetores valvulados (para injeção de medicamentos. espéculos vaginais plásticos. 60. fios epicárdicos do marcapasso. 54. 43. luvas de procedimento. outras sondas. 42. obturadores para coletores do tipo Foley. 55. 59. 40. expansores de pele com válvula. lençóis descartáveis. luvas cirúrgicas. 39. hemoconcetradores 51. lentes de contato descartáveis. 48. 47.34. 57. extensores para equipos com ou sem dispositivo par administração de medicamentos com torneirinhas multivias plásticas. torácica ou urinária. 45. materiais com lume metálico ou não com fundo cego ou com diâmetro inferior a 1mm. lancetas de hemoglicoteste. sem agulha metálica). independente do comprimento. 36. escova para degermação das mãos. fios de sutura cirúrgica: fibra. lâmina de shaiver reta e com curvatura. grampeadores circulares para sutura mecânica ou aqueles cujas cargas não podem ser trocadas. extensores de drenagem naso-gástrica. 56. 38. sintético ou colágeno. 78 . escovas ginecológicas ou endocervicais. fio guia com superfície não contínua ou espirilada. extensores para bomba de infusão e bomba de seringa 41. lâminas descartáveis de bisturi. escalpes. com ou sem agulha. filtros (para) de veia cava. 37.

sugador cirúrgico plástico para uso em odontologia. pêra de borracha para aspiração e irrigação cirúrgica. 84. 86. transdutores de pressão sanguínea (sistemas fechados). 74. 69. 80. tesoura para bisturi harmônico de 5 mm longo ou curto. punch cardíaco plástico. Recomendações: 79 . PROTOCOLO DE LIMPEZA Limpeza Manual  É a limpeza executada através de fricção com escovas e uso de soluções de limpeza. placa neutra de bisturi dispensadora de energia. 70. próteses com materiais porosos. torneira multi-via não metálica. oxigenador de bolhas. sondas naso-gástricas. 79. sondas gástricas. 71. 67. 83. 76. sondas uretrais. trocater com válvula de qualquer diâmetro. 87. sondas vesicais. placas metálicas e parafusos. 65. seringas plásticas (exceto de bomba injetora de contraste radiológico). pinças de qualquer diâmetro para cirurgias vídeo assistidas. seringas com dispositivos acoplados para a medida da pressão. saco coletor de urina infantil. sondas retais. sonda de aspiração. 72. oxigenador de membrana. 75. 73. 64. 66. 85. 77. 78. 68. 81. sensores de pressão intra-craniana. sondas naso-entéricas.63. 82. reservatório venoso para cirurgia cardíaca de cardioplegia e de cardiotomia.

de preferência distante de janelas.  Após retirar da autoclave os materiais. botas. e os materiais com datas menos recentes para frente do armário. aventais impermeáveis.  Utilizar EPI’s adequados: luvas grossas de borracha antiderrapentes.  Quando não for possível que o material seja guardado em armário fechado. também distante de janelas e protegido da luz solar direta. desempacotar e 80 .  Fazer diariamente a limpeza das escovas e substituição das que estiverem em más condições de uso. Rotina de Guarda de Material Estéril e Distribuição  Todo material estéril deverá ser guardado em armário fechado. os mesmos deverão ir para o armário conforme identificação. em local arejado.LIMPEZA MANUAL  Restringir a limpeza manual para artigos delicados.  Empregar. protegido da luz solar direta. observar novamente o indicador de esterilização (fita autoclave) e assim poder guardar som segurança os materiais. que não possam ser processados por métodos mecânicos. protetor facial. preferencialmente.  Ao retirar da autoclave materiais em papel grau cirúrgico. conseqüentemente invalidando a esterilização. deverá ser guardado em local arejado.  Antes de guardar o material.  Utilizar escovas não abrasivas. gorro. caso não haja resfriamento dos mesmos. soluções enzimáticas para a limpeza. desempacotar e encaminhar para reesterilização. verificar se os mesmo não estão molhados e em caso positivo.  Após aguardar o resfriamento dos materiais. verificar as condições de embalagem e em caso de danos. coberto com um tecido. após a esterilização.  Os materiais esterilizados mais recentemente devem ser guardados mais ao fundo do armário. deposita-los em superfície coberta com tecido para que não ocorra choque térmico.

 Receber o material da CME. anotar o que foi fornecido e assinar nome legível. Rotina Ácido Peracético Definição:  Usado em nosso serviço para desinfecção de alto nível. deverá semanalmente verificar a data de validade dos materiais que estão guardados. Verificar data de validade e colocar nas prateleiras sempre sob o material mais antigo. montar o carrinho.  A desinfecção de alto nível é realizada nos materiais inalatórios.  Verificar a necessidade de material para as cirurgias. O funcionário neste mesmo dia acima citado. se estiverem com data vencida encaminhar pra o setor de preparo (desempacotas. Distribuir os materiais para cada clínica de acordo com o pedido feito no impresso. ou quando julgar necessário. conforme o mapa de cirurgia. Rotina para Receber Material dos Setores e Sterileno Sala de Guarda de Material Estéril:  Guardar o material no local adequado.       voltar para o setor de preparo para passar por esterilização novamente. área do expurgo destinada ao processamento ao lado da CME do Regional. após limpeza com detergente enzimático 81 . encaminhar para reesterilização. poderá proceder a limpeza da superfície dos armários com pano úmido embebido em álcool 70%. pôr campos para lavar e empacotar novamente). Deve-se respeitar um espaço para aeração entre os materiais.  Proceder a assepsia de toda a sala diariamente.  Diariamente verificar validade do material e. Tomar o cuidado de não superlotar os espaços internos dos armários. pois tal conduta pode favorecer o dano das embalagens. se necessário. O funcionário responsável pela guarda e distribuição do material estéril.

Preparo Ácido Peracético: Forma de apresentação: . Retirar e enxaguar com água filtrada.  A fita ficará marrom em 10 segundos (+ ou -).  O mesmo tem vida útil de cerca de 21 dias.  Após 30’ antes de imergir o material. agitar o mesmo e aguardar por 30’ para uso.  Após 21 dias o mesmo poderá ser desprezado em esgoto normal (ralo do setor). indicando que o mesmo está pronto para uso. Embalar e guardar.Ativador  Abrir o tubeti e despejar o líquido dentro do galão. testar com a fita própria a ativação do mesmo. Arantes de Oliveira 82 . secar o material com ar comprimido e/ou compressa. Elaborado por: Yuriko Miyamoto Renata Mucci L de Melo Revisado por: Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Autorizado em 12/02/2007 por: Magda Ap. Secar. Após limpeza com detergente enzimático.     conforme já orientado. Imergir no ácido peracético por 10’.  O teste deverá ser realizado toda vez que o ácido for usado.Galão .

1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Objetivo Revisão: Data desta Revisão: IV. Procedimentos  Encaminhar o material limpo e embalado para a Central de Materiais Esterilizados (CME) na nota da empresa.  O material que não será esterilizado por óxido de etileno será devolvido ao funcionário responsável.10. e. discriminando item por item. - Elaborado por: Renata Mucci L de Melo Revisado por: Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Autorizado em 12/02/2007 por: Magda Ap. se possível.  Entrega de segunda a sábado no período da manhã. Arantes de Oliveira 83 . Os funcionários dos setores devem encaminhar para a CME os materiais e aguardar a conferência dos mesmos.Unidade: Central de Material. ENCAMINHAMENTO DE MATERIAIS PARA ESTERILIZAÇÃO POR ÓXIDO DE ETILENO AÇÃO  Manter padronizado e centralizado o controle de materiais esterilizados por óxido de etileno. a partir das 7:00 h. esterilizados pela CME:  A entrega de materiais esterilizados em óxido de etileno não sofre alterações.

CENTRO CIRÚRGICO AÇÃO  A enfermeira deverá designar a sala para as cirurgias eletivas.  Organizar agendamento prévio das cirurgias. pontualidade e disciplina.  Comunicar eventuais necessidades ou irregularidades.  Elaborar as escalas de plantão do mês seguinte e pedido de férias e encaminhar para a diretoria de enfermagem.  Implantar programas de melhoria da qualidade dos serviços prestados.Unidade: Centro Crúrgico. trans-operatório e pós-operatório imediato).Coordenar as atividades do auxiliar de enfermagem do seu setor.  Orientar. FUNÇÃO  Elaborar. distribuindo-as de maneira mais lógica por sala. anotando no quadro cirúrgico. 84 .  “Vistar” todos os atestados dos seus funcionários encaminhá-los para ciência da diretoria de enfermagem. encaminhando-as à diretoria de enfermagem. normatizar rotinas (protocolos das condutas) do setor.  Solicitar e testar a aquisição de novos equipamentos e materiais em conjunto com o setor de compra da instituição.11.  Desenvolver o sistema de assistência de enfermagem ao paciente (no pré-operatório imediato. encaminhá-los a diretoria de enfermagem para posterior análise e aprovação.  Detectar eventuais necessidades de seu setor. 1ª 12/02/2007 Manual de Normas e Rotinas ROTINA AGENTE Enfermagem Revisão: Data desta Revisão: IV. assim como controlar assiduidade. supervisionar e avaliar o uso adequado de materiais e equipamentos.

quando necessário. testar os equipamentos e luzes da sala. manter a sala com material básico após a assepsia. pegar o carro com o material específico e levar para a sala. auxiliando a suprir eventuais necessidades. 85 .  Em caso de urgência.  Montar o carrinho de anestesia com o material necessário. o auxiliar de enfermagem deve proceder a assepsia da sala cirúrgica (móveis e foco).  Colocar perneiras.      horário e dia.  Receber o paciente cordialmente ao chegar na sala.  Verificar a cirurgia que será realizada em sua sala através do mapa cirúrgico. Coordenar o andamento das cirurgias.  Verificar o que está sendo requisitado no Aviso de Cirurgia.  Montar a sala conforme a técnica.  Abrir a folha de gasto e preenche-la corretamente. Zelar pela adequada qualidade e manutenção dos equipamentos em uso. Disciplinar o tipo e condições de uso de roupas.  Auxiliar na paramentação de cirurgiões.  Ao se orientado pela enfermeira sobre a cirurgia a ser realizada na sala. Elaborar normas para acesso de pessoas estranhas ao c. de todos que utilizam o centro cirúrgico. Circulante de Sala  Ao receber o plantão. em caso de eletiva. estabelecendo condições para sua remarcação. acomoda-lo na mesa e monitora-lo.  Manter a ordem na sala (controle de compressas. Distribuir os funcionários do setor de acordo coma s atividades que estão sendo desenvolvidas.  Atender a solicitação do instrumentador quanto a fios e instrumentais que se fizerem necessários. providenciar.  Auxiliar o anestesista no que for necessário. Suspender cirurgias justificando o motivo. cirúrgico.

providenciar imediatamente seu encaminhamento com seu respectivo pedido. compressas e aventais usados em sacos plásticos (peça por peça). eletrodos. Colocar os campos. Ao término da cirurgia. auxiliar o anestesista a retirar as peças. placas. etc. Remontar a sala com material básico. bisturi elétrico e oxímetro. Transferir o paciente para a maca com segurança e encaminhar o paciente para a SRPA. Arantes de Oliveira 86 . com todas as anotações feitas. Elaborado por: Dione Cássia de Souza Revisado por: Lílian Marta da Silva Borghi Karin Regina Milani Gomes Autorizado em 12/02/2007 por: Magda Ap. Retornar à sala após a limpeza e proceder a nova assepsia na mesma técnica. Avisar equipe da limpeza para proceder a limpeza da sala e recolhimento do lixo. A lâmina do bisturi deve ser retirada. preencher o cabeçalho (passar para o médico completar assim que terminar a cirurgia). Conferir os instrumentais e abri-los todos. Caso haja material colhido para cultura.            etc. colocando dentro da caixa perfurada e cobrir com campo limpo. Encaminhar o material para a Central de Material. observando atenciosamente se não está enviando pinça junto com o campo para a lavanderia (cuidado também com o lixo) e perfurocortantes.) Se houver gasto de material em consignação. Levar o hamper para o local a ser recolhido pela lavanderia. exceto Backaus e Pozzi. Identificar peça de anátomo-patológico e deixa-lo junto com o pedido na caixa própria.