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PUBLICAÇÃO - TURISMO SERTANEJO E COMUNITÁRIO

PUBLICAÇÃO - TURISMO SERTANEJO E COMUNITÁRIO

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Giovanni Seabra

(organizador)

CCCooommmuuunnniiidddaaadddeeesss,,, NNNaaatttuuurrreeezzzaaa eee
CCCuuullltttuuurrraaa nnnooo TTTuuurrriiisssmmmooo

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

Reitor

RÔMULO SOARES POLARI

Vice-reitora

MARIA YARA CAMPOS MATOS

Diretor do Centro de Ciências Exatas e da Natureza

ANTÔNIO JOSÉ CREÃO DUARTE

Chefe do Departamento de Geociências

ANIERES BARBOSA DA SILVA

EDITORA UNIVERSITÁRIA

Diretor

JOSÉ LUIZ DA SILVA

Vice-diretor

JOSÉ AUGUSTO DOS SANTOS FILHO

Supervisor de Editoração

ALMIR CORREIA DE VASCONCELLOS JUNIOR

Capa: Cláudia Neu

Arte: Cacá Soares

Editoração: Ívyla Pereira

E-mail: turismosertanejo@gmail.com

Home Page: www.turismosertanejo.com.br

As opiniões externadas nesta obra são de responsabilidade exclusiva dos seus autores.

Todos os direitos desta edição reservados à GS Consultoria Ambiental e Planejamento do Turismo Ltda.

C741 Comunidades, natureza e cultura no turismo [recurso eletrônico] /
Giovanni Seabra (Organizador).-- João Pessoa: Editora
Universitária da UFPB, 2012.

1CD-ROM : color. ; 4 3/4 pol.

1.335 p.: il.

ISBN: 978-85-7745-556-1

1. Turismo - Brasil. 2. Turismo Comunitário. 3. Turismo Sertanejo.
4. Paisagem Natural. 5. Patrimônio Cultural. 6. Desenvolvimento Local.
I. Seabra, Giovanni.

UFPB/BC CDU: 338.48(81)

ntre os dias 6 e 9 de junho de 2012, a cidade de João Pessoa sediou o VI Simpósio de

Turismo Sertanejo (STS) e o I Congresso Nacional de Turismo Comunitário (CNTC). Os

eventos foram realizados simultaneamente, pela Universidade Federal da Paraíba, com o

principal objetivo de incentivar e fortalecer o turismo social de base comunitária, em nível local,

regional e nacional.

O turismo é um fenômeno de natureza complexa pautado nos setores econômico, social e

político. Nas últimas décadas o setor turístico tem-se destacado como uma das mais importantes

atividades econômicas em todo o mundo, afirmando-se como fonte geradora de serviços, produtos,

emprego e renda. Contudo, a atividade revela-se economicamente concentradora, de baixo alcance

social e cuja remuneração do profissional está muito aquém do que seria ideal para as funções e

atividades desempenhadas.

Com o tema geral “Comunidades, Natureza e Cultura no Turismo” o VI STS e I CNTC,

propiciaram um amplo debate sobre o turismo comunitário no Brasil, como alternativa ao modelo

atual, que é pautado na baixa remuneração do profissional, implicando no comprometimento da

qualidade dos serviços oferecidos ao turista.

Neste contexto, emerge o turismo sertanejo, uma forma de lazer fundamentada na paisagem

natural, no patrimônio cultural e no desenvolvimento social da população residente. A paisagem é o

resultado das interações entre as condições naturais e as diferentes formas de uso e ocupação

decorrentes da composição socioeconômica, cultural e domínio tecnológico da sociedade. Para o

turismo, a paisagem compreende o meio ambiente visível e aprazível aos olhos, incluindo as

comunidades que habitam uma determinada localidade, configurando-se, no conjunto, a identidade

local. Assim se define o lugar do turismo.

Nesse cenário paisagístico-cultural surge o turismo comunitário, possibilitando um novo

olhar direcionado aos bens patrimoniais naturais e culturais, ambos contextualizados nos arranjos

produtivos do turismo de base local, oportunizando o desenvolvimento econômico e ascensão social

mais igualitária aos membros da comunidade receptora.

As atividades desenvolvidas e os 118 trabalhos apresentados no VTI STS e I CNTC, e

publicados em forma de artigos na presente obra, registram uma grande diversidade de roteiros e

destinos turísticos comunitários do Brasil, disponíveis para os viajantes brasileiros e estrangeiros.

Giovanni Seabra

AAPPRREESSEENNTTAAÇÇÃÃOO

E

1 - Planejamento, Projetos e Programas Turísticos .................................................................... 10

TURISMO SERTANEJO ESTRATÉGIAS E PLANOS DE AÇÕES EM COMUNIDADES .......................................... 11
TURISMO DE BASE LOCAL EM COMUNIDADES: PROPOSIÇÕES, AÇÕES E RESULTADOS ............................... 21
O NOVO PAPEL ASSUMIDO PELA GESTÃO PUBLICA NO (RE) ARRANJO DO TURISMO LOCAL: REFLEXÕES
ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA ................................................................................................................... 36
COMPLEXO TERMAL E TURISMO: UMA CONTRIBUIÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO DAS ÁGUAS
QUENTES – GO .......................................................................................................................................... 55
TURISMO COMUNITÁRIO: UM CAMINHAR PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL ......................................... 69
AVALIAÇÃO DA IMPLEMENTAÇÃO E DOS RESULTADOS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE FOMENTO AO
TURISMO EM ESPAÇOS DO SERTÃO NO RIO GRANDE DO NORTE ........................................................... 89
POLÍTICAS PÚBLICAS DE CAPACITAÇÃO EM PEQUENAS LOCALIDADES TURÍSTICAS ................................... 101
A IMPORTÂNCIA DA GEOGRAFIA HUMANÍSTICA NO ENSINO DO TURISMO .............................................. 110
A TURISTIFICAÇÃO E O DESENVOLVIMENTO DO TURISMO NO MUNICÍPIO DE BARRA DE SANTO ANTÔNIO,
ALAGOAS: UMA ANÁLISE SOB A ÓTICA DA PARTICIPAÇÃO DOS STAKEHOLDERS LOCAIS ..................... 118
ECOTURISMO, POLÍTICAS PÚBLICAS E PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO E COMUNITÁRIO NO MUNICÍPIO
DE PRESIDENTE FIGUEIREDO/AM ........................................................................................................... 127
CONTRIBUIÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DO DIAGNÓSTICO TURÍSTICO NA ARIE DE GOIAMUNDUBA,
BANANEIRAS-PB ...................................................................................................................................... 141
PLANEJAMENTO TERRITORIAL E TURISMO RURAL DE BASE COMUNITÁRIA NO ENTORNO DO PARQUE
ESTADUAL DO IBITIPOCA ........................................................................................................................ 151
TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA, AÇÃO ECOMUSEOLOGIA E EMPREENDIMENTOS SOLIDÁRIOS E
“CRIATIVOS”: UM DIAGNÓSTICO DAS INICIATIVAS “PÓS-DESENVOLVIMENTISTAS” NO BAIRRO DE
SANTA CRUZ E ADJACÊNCIAS (RJ) ........................................................................................................... 162
DESENVOLVIMENTO LOCAL E OS PROCESSOS DE MUDANÇAS SOCIOAMBIENTAIS NA COMUNIDADE
INDÍGENA PATAXÓ HÃ HÃ HÃE, PAU BRASIL – BA.................................................................................. 174
TURISMO, INDÚSTRIA E ENSINO DE GEOGRAFIA EM PECÉM - SÃO GONÇALO DO AMARANTE/CEARÁ ... 187
TURISMO SOLIDÁRIO: UMA DISCUSSÃO CONCEITUAL DO SEGMENTO ...................................................... 200
UM ESTUDO SOBRE AS PRÁTICAS TRADICIONAIS DA COMUNIDADE XOKÓ EM SERGIPE E SUA
IMPORTÂNCIA TURÍSTICO-EDUCATIVA .................................................................................................. 211
ABORDAGENS DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO X PERSPECTIVAS DE PLANEJAMENTO TURÍSTICO:
ANÁLISE DE UMA RELAÇÃO CONTROVERSA ........................................................................................... 218
O TURISMO COMUNITÁRIO NA RESERVA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ESTADUAL PONTA DO
TUBARÃO ................................................................................................................................................ 230
TURISMO DAS FLORES NO BREJO: AS CONQUISTAS DA COOPERAÇÃO NO INTERIOR DA PARAÍBA ........... 242
GÊNESE DO LAZER AO DESENVOLVIMENTO LOCAL DA ATIVIDADE TURÍSTICA: O CASO DE LAGOA SANTA
NO ESTADO DE GOIÁS............................................................................................................................. 255

Sumário

EXPERIÊNCIAS DO TURISMO RURAL COMUNITÁRIO EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS KALUNGA NO
NORDESTE GOIANO ................................................................................................................................ 268
TURISMO EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS: POSSIBILIDADES E ALTERNATIVAS .................................... 282
ILHA DO PRÍNCIPE: POTENCIALIDADES PAISAGÍSTICAS PARA UM TURISMO COMUNITÁRIO SUSTENTÁVEL
................................................................................................................................................................ 292
UVA E VINHO NO CERRADO MINEIRO: ENOTURISMO COMO PROPOSTA DE GERAÇÃO DE TRABALHO E
RENDA NO MUNICÍPIO DE CONQUISTA, MG ......................................................................................... 303
PROPOSTA DE TURISMO DE BASE LOCAL PARA A APA DO ESTUÁRIO DO RIO MUNDAÚ - CEARÁ ............. 312
A UTOPIA DO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO SUSTENTÁVEL: UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL ATRAVÉS DO
TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA ......................................................................................................... 322
TURISMO COMUNITÁRIO, CONSERVAÇÃO DA FLORESTA E A BUSCA POR MELHORES CONDIÇÕES .......... 332
CONSTRUÇÃO SOCIOESPACIAL E DINAMIZAÇÃO TURÍSTICA DE BANANEIRAS-PB ...................................... 339
TURISMO, ECONOMIA SOLIDÁRIA E GERAÇÃO DE RENDA: UMA ANÁLISE DO MUNICÍPIO DE
BANANEIRAS/PB ..................................................................................................................................... 350
REFLEXÕES DE TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA NA ALDEIA INDÍGENA DOS PATAXÓS DE IMBIRUÇU, EM
CARMÉSIA .............................................................................................................................................. 358
A CULTURA QUILOMBOLA COMO ROTEIRO TURÍSTICO NA PARAÍBA ........................................................ 372

2 - Qualidade do Produto e Serviço Turístico........................................................................... 385

DIAMANTE LAPIDADO: O TURISMO COMUNITÁRIO NA ORDEM DAS INDÚSTRIAS CRIATIVAS .................. 386
A CULTURA E O NEGÓCIO DA HOSPITALIDADE NO TURISMO ..................................................................... 401
POTENCIALIDADES TURÍSTICAS NO MUNICIPIO DE TAPEROÁ-PB ............................................................... 413
TURISMO SERTANEJO E A (RE)CONSTRUÇÃO DA IMAGEM DO SERTÃO NORDESTINO .............................. 424
DEMANDA TURÍSTICA E USOS DO ESPAÇO EM CACHOEIRA DOURADA DE MINAS (MG) ........................... 436
A HOSPITALIDADE CURRAISNOVENSE COMO FATOR INDUTOR DO DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DE
BASE LOCAL ............................................................................................................................................. 447
TURISMO CULTURAL: A CONTRATAÇÃO DE ARTISTAS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL ........... 458
TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA : SANTA MARTA .................................................................................... 468
O PARADIGMA AMBIENTAL SOB A ÓTICA DA HOTELARIA SUSTENTÁVEL: O CASO DO HOTEL BÜHLER ..... 478
SISTEMA DE TRANSPORTE AÉREO E COPA DO MUNDO EM ARACAJU: PERSPECTIVAS NA QUALIFICAÇÃO
PROFISSIONAL DO SETOR DE TRANSPORTE E O PROGRAMA BEM RECEBER COPA ............................... 491
PERCEPÇÃO E FOMENTO AO TURISMO NOS MUNICÍPIOS CONTEMPLADOS PELA EXPEDIÇÃO AO
SEMIÁRIDO 2011..................................................................................................................................... 504
MARKETING TURÍSTICO NO BRASIL: POTENCIALIDADES PARA CRESCIMENTO ATÉ 2014 ........................... 517

3 - Turismo, Meio Ambiente e Sustentabilidade ..................................................................... 526

COMPLEMENTARIDADES E CONFLITOS ENTRE AS ATIVIDADES TURÍSTICAS E AS POPULAÇÕES HUMANAS
TRADICIONAIS VINCULADAS À PESCA ARTESANAL ................................................................................. 527

TURISMO NO TRÓPICO SEMIÁRIDO NORDESTINO: LIMITES E DESAFIOS PARA A GESTÃO MUNICIPAL ..... 537
CONTRIBUIÇÃO DO PRONAF PARA SUSTENTABILIDADE DA AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE
SÃO RAIMUNDO DAS MANGABEIRAS-MA .............................................................................................. 547
UMA BREVE DISCUSSÃO SOBRE MEIO AMBIENTE, SUSTENTABILIDADE E TURISMO ................................. 555
TURISMO E MEIO AMBIENTE: DESAFIOS PARA A SUSTENTABILIDADE ....................................................... 569
TURISMO NO LAGO DE FURNAS (MG): GLOSAS À ATIVIDADE TURÍSTICA ................................................... 577
POTENCIALIDADES GEOGRÁFICAS NO SEMI ÁRIDO .................................................................................... 593
ANÁLISE GEOAMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO MACIÇO DE BATURITÉ: O CASO DO
ECOTURISMO EM GUARAMIRANGA – CEARÁ ........................................................................................ 602
IMPLICAÇÕES SOCIOAMBIENTAIS DECORRENTES DO TURISMO NA PRAIA DE CANOA QUEBRADA - CEARÁ
................................................................................................................................................................ 612
TURISMO: PRINCÍPIOS DE UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL VOLTADA A ESFERA SOCIOECONÔMICO E
AMBIENTAL ............................................................................................................................................. 624
CONSIDERAÇÕES ÉTICAS SOBRE O TURISMO SUSTENTÁVEL ...................................................................... 632
DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E ÁGUA NA ZONA RURAL DO SEMIÁRIDO PARAIBANO .................... 644
TURISMO SERTANEJO: OS REFLEXOS DOS IMPACTOS AMBIENTAIS DO TURISMO NOS MONÓLITOS DE
QUIXADÁ ................................................................................................................................................ 656
SÃO JOÃO DO CARIRI – SUA MURALHA DE PEDRA: ASPECTOS AMBIENTAIS E POTENCIALIDADES
TURÍSTICAS .............................................................................................................................................. 668
INFLUÊNCIA DO CONSUMO TURÍSTICO NA TRANSFORMAÇÃO DO ESPAÇO DA PRAIA DE JACARÉ:
SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL EM QUESTÃO ..................................................................................... 681
A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO UMA FERRAMENTA DE COMPETITIVIDADE TURÍSTICA NA
MINA BREJUÍ – RN .................................................................................................................................. 689
O POTENCIAL GEOGRÁFICO DOS CENÁRIOS: O AÇUDE DE CAMALAÚ ....................................................... 698
UM OLHAR SOBRE O TURISMO NO MUNICÍPIO DE CAIRU-BA ................................................................... 706
EFETIVIDADE DAS NORMAS AMBIENTAIS SOB O ASPECTO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL .................. 719
TURISMO, SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE NO CARIRI ORIENTAL PARAIBANO .............................. 729
TURISMO, MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE: A PRÁTICA DO ECOTURISMO COMO ALTERNATIVA À
GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL .......................................................... 743
A PRÁTICA DO TURISMO NO ESTADO DA PARAÍBA: RESSALTANDO AS POTENCIALIDADES DO INTERIOR
PARAIBANO – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ............................................................................................ 756
TURISMO, DESENVOLVIMENTO LOCAL E SUSTENTABILIDADE NA PARAÍBA ............................................... 769

4 Patrimônio Cultural e Identidade Local.............................................................................. 779

TURISMO COMUNITÁRIO E A POTENCIALIZAÇÃO DA IDENTIDADE, DA MEMÓRIA E DO PATRIMÔNIO
CULTURAL ............................................................................................................................................... 780
O QUE LEVA UM TURISTA A VIAJAR PELO SERTÃO ..................................................................................... 789
SÃO LUÍS: PATRIMÔNIO CULTURAL E IDENTIDADE LOCAL .......................................................................... 802

A COR LOCAL: O PATRIMÔNIO TURÍSTICO-CULTURAL COMO OBJETO DE CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE
DO LUGAR ............................................................................................................................................... 815
MAPA DO TURISMO URBANO EM PARACATU (MG): NOTAS INTRODUTÓRIAS .......................................... 831
TURISMO E MANIFESTAÇAO CULTURAL: UMA ANÁLISE APLICADA A MATRIZ SWOT NA CANTORIA DE SÃO
GABRIEL – BAHIA .................................................................................................................................... 843
A IMPORTÂNCIA DE IMPLANTAR O TURISMO CEMITERIAL NA CIDADE DE JOÃO PESSOA ......................... 854
COMPLEXO VER-O-PESO: PATRIMÔNIO VIVO DE INTERAÇÃO SOCIAL........................................................ 865
O MIX MIDIÁTICO E CULTURAL DO REGGAE EM SÃO LUÍS-MA .................................................................. 876
MARKETING DE DESTINOS TURÍSTICOS: UM ESTUDO SOBRE A IMAGEM MERCADOLÓGICA DE
CABACEIRAS/PB - A “ROLIÚDE NORDESTINA” ........................................................................................ 889
CONHECENDO OS LUGARES: NOVA FLORESTA - PB .................................................................................... 903
A IMAGEM COMO INFORMAÇÃO DAS ATIVIDADES GEOGRÁFICAS NA CAATINGA PARAIBANA ............... 912
O POTENCIAL DO TURISMO DA BAÍA DA TRAIÇÃO NO LITORAL NORTE PARAIBANO ................................ 922
PERSPECTIVAS E DESAFIOS NO DEBATE DE PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL ................................ 930
GASTRONOMIA E AMBIENTAÇÃO NA PERCEPÇÃO CULTURAL DO BAR E RESTAURANTE VILA CARIRI – JOÃO
PESSOA / PB ............................................................................................................................................ 938
CARNAVAL SERTANEJO - UMA PARTICULARIDADE DOS LUGARES FESTIVOS E TURÍSTICOS NO INTERIOR DE
GOIÁS ...................................................................................................................................................... 949
MONUMENTO E MEMÓRIA ESPERANCENSE: UMA IDENTIDADE CULTURAL .............................................. 963
TURISMO NO BREJO PARAIBANO: OS CAMINHOS DO PADRE IBIAPINA – NOTAS DAS OBSERVAÇÕES
ATRAVÉS DO TEMPO ............................................................................................................................... 971
LAGOA DO CARRO - TERRA DO TAPETE: UMA TRADIÇÃO QUE NÃO PODE SER PERDIDA .......................... 982
A IDENTIDADE DO SUJEITO NO ENTRE-LUGAR DO MUNDO PÓS-MODERNO ............................................. 992
PATRIMÔNIO CULTURAL DE CAROLINA - MA: SUBSÍDIOS PARA O TURISMO SUSTENTÁVEL ................... 1003

O TREM DE CAMPINA GRANDE: HISTÓRIA, CULTURA E TURISMO ALÉM DO “MAIOR SÃO JOÃO MUNDO”

.............................................................................................................................................................. 1012
ESTRANGEIRISMOS NO COTIDIANO TURÍSTICO E HOTELEIRO .................................................................. 1019
DO TURISMO GLOBAL AOS MODELOS ALTERNATIVOS: REFLEXÕES A PARTIR DA PERSPECTIVA DO LUGAR E
IDENTIDADE .......................................................................................................................................... 1028
TURISMO EM SERRA TALHADA: NO COMPASSO DE LAMPIÃO ................................................................. 1040
DESENVOLVIMENTO CULTURAL E TURÍSTICO: UM PASSEIO NA ROLIÚDE NORDESTINA .......................... 1050
O DOCE PATRIMÔNIO DE SÃO CRISTÓVÃO-SE ......................................................................................... 1058
EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: AÇÕES QUE VALORIZAM A IDENTIDADE DO LUGAR E PROMOVEM O TURISMO
.............................................................................................................................................................. 1070

5 - Turismo no Espaço Rural .................................................................................................. 1081

COMBATE AO DESMATAMENTO EM PROL DO AGROTURISMO ................................................................ 1082
POTENCIAL TURÍSTICO-RURAL NO VALE DO PIANCÓ: SERTÃO PARAIBANO ............................................. 1090

TURISMO: FLANCO PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE ROSANA-SP ....................... 1099
APRENDENDO GEOGRAFIA NO CAMPO ..................................................................................................... 1111
A FESTA DA MANDIOCA, COMO ATRAÇÃO TURÍSTICA NO MUNICÍPIO DE PRINCESA ISABEL – PB .......... 1120
AS POTENCIALIDADES DO MUNICÍPIO DE TAVARES (PB) PARA A PRÁTICA DO TURISMO RURAL ............ 1132
TURISMO RURAL NO BREJO PARAIBANO: A ROTA CULTURAL CAMINHOS DOS ENGENHOS .................... 1144
TURISMO ACADÊMICO E ECOLÓGICO NA CAATINGA DO CARIRI PARAIBANO .......................................... 1154
TURISMO RURAL NA AGRICULTURA FAMILIAR: UMA ATIVIDADE COMUNITÁRIA .................................... 1162
DO TURISMO DE MASSA AO TURISMO DE BASE COMUNITÁRIA: QUAIS AS IMPLICAÇÕES NO
DESENVOLVIMENTO LOCAL? UM ESTUDO DE CASO DO ASSENTAMENTO COQUEIRINHO- FORTIM/CE
.............................................................................................................................................................. 1174
O EXODO RURAL COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO RURAL E DO ENOTURISMO ....... 1188
INVENTARIAÇÃO PARTICIPATIVA PARA O TURISMO NO ESPAÇO RURAL.................................................. 1197
CONTRIBUIÇÃO DOS ELEMENTOS METEOROLÓGICOS AO TURISMO RURAL NO SEMIÁRIDO PARAIBANO -
CABACEIRAS .......................................................................................................................................... 1209
TURISMO RURAL UMA OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SÍTIO BETEL –
CANTÁ – RR ........................................................................................................................................... 1224

6 - Ecoturismo e Geoturismo ................................................................................................ 1235

O TURISMO GEOCIENTÍFICO NA SERRA DA SANTA CATARINA-PB ............................................................ 1236
GEOPARQUE SERIDÓ: UM NOVO OLHAR SOBRE O SERIDÓ POTIGUAR ................................................... 1246
GEOTURISMO E IMPACTOS AMBIENTAIS NO PARQUE ESTADUAL DO PICO DO JABRE NO MUNICÍPIO DE
MATUREIA-PB ....................................................................................................................................... 1259
AS POSSIBILIDADES DE REALIZAÇÃO DO GEOTURISMO NAS IMEDIAÇÕES DA CACHOEIRA DO OURICURI
PILÕES / PB............................................................................................................................................ 1269
ECOTURISMO NAS MATAS DE BREJO DE ALTITUDE DA PARAÍBA: UM ESTUDO DE CASO NA RESERVA
ECOLÓGICA MATA DO PAU-FERRO, EM AREIA-PB ............................................................................... 1281
PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E ECOTURISMO NA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO ESTADUAL MATA DE
GOIAMUNDUBA EM BANANEIRAS-PB .................................................................................................. 1290
ECOTURISMO: EMPREENDEDORISMO NAS TRILHAS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL ................................... 1299
ECOTURISMO EDUCATIVO COMUNITÁRIO, UMA PROPOSTA PARA A RESERVA DE DESENVOLVIMENTO
SUSTENTÁVEL ESTADUAL PONTA DO TUBARÃO – RN .......................................................................... 1309
A PAISAGEM NO ECOTURISMO .................................................................................................................. 1318
GEOTURISMO, GEODIVERSIDADE E GEOCONSERVAÇÃO DO VALE DOS DINOSSAUROS – PARAÍBA ........ 1326

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