Sinais

Sinal de Hirtz Como é O que representa Palpação da aorta na fúrcula esternal Dilatação ou aneurisma de aorta

Sinal de Oliver-Cardelli Como é O que representa Percepção de pulsação para baixo após elevação manual da cartilagem cricóide

Sinal de Musset Como é O que representa Pulsação extensora da cabeça Insuficiência valvar aórtica

Sinal de Feletti Como é O que representa Pulsação flexora da cabeça Aneurisma de aorta ascendente

Sinal de Dorendorf Como é Distensão pulsátil unilateral da veia jugular esquerda com empastamento da fossa supra-clavicular Compressão venosa e linfática

O que representa

Sinal de Boinet

Como é O que representa

Distensão pulsátil unilateral da veia jugular direita Compressão do tronco braquiocefálico por tumor ganglionar ou aneurisma de aorta

Sinal de Ruault Como é Assimetria de amplitude observada nos ápices quando verificada a expansibilidade pulmonar pela manobra de Ruault Diminuição da expansibilidade em um dos lados

O que representa

Sinal de Levine Como é O que representa Punho cerrado sobre o tórax, ao se queixar de dor torácica Isquemia miocárdica

Sinal de Linchstein Como é O que representa Pregas transversais no lóbulo auricular Doença coronariana

Sinal de Williams Como é O que representa Estruturas ósseas e cartilaginosas, alem do EIC, sendo impelidos para fora Grandes cardiomegalias e derrames pericárdicos (menos freqüentes)

Sinal de Quincke Como é O que representa Alternância de rubor e palidez no leito ungueal sob pressão Insuficiência aórtica

Sinal da Perna Como é O que representa Ao cruzar a perna. pode-se ouvir um sopro contínuo Insuficiência aórtica Sinal de Traube Como é O que representa Ausculta nas artérias femorais de um som semelhante a um tiro Insuficiência aórtica Sinal de Mueller Como é O que representa Pulsação da úvula Insuficiência aórtica Sinal de Kussmaul Como é Aumento da pressão em veia jugular durante a inspiração (deveria ocorre durante expiração) Pericardite constritiva O que representa Sinal de Stemmer Como é Quando não se pode pinçar a pele da parte superior dos pododáctilos . esta fica balançando ritmicamente com o pulso Insuficiência aórtica Sinal de Duroziez Como é O que representa À ausculta da artéria femoral.

edema de órgãos genitais externos. meteorismo. retenção ou incontinência urinaria. tenesmo e dor à defecação Trombose das veias pélvicas e ilíacas internas O que representa . disuria.O que representa Pele em casca de laranja Sinal de Pratt Como é O que representa Veias pré-tibiais túrgidas Ocorre quanto existe um trombo impedindo a drenagem do sistema superficial para o profundo – veias sentinelas Sinal de Neuhoff Como é O que representa Empastamento muscular da panturrilha TVP Sinal de Duque Como é O que representa Retificação do oco poplíteo (retificação do S itálico) TVP Sinal de Lowemberg Como é Doe a compressão da panturrilha pelo esfigmomanômetro na panturrilha com pressão entre 60 e 180mmHg (pessoas sem trombose toleram bem até 250mmHg) TVP O que representa Sinal de Ducuing Como é Edema pubiano.

Sinal de Cullen Como é O que representa Equimose periumbilical Hemorragia retroperitoneal. causada no processo de pancreatite necrosante e também na prenhez ectópica rota Sinal de Grey-Turner Como é O que representa Equimose nos flancos Pancreatite necrosante e também em outras causas de hemorragia retroperitoneal Sinal da irmã Mari José Como é O que representa Nódulo umbilical metastático Neoplasia intra-abdominal Sinal de Cruveilhier-Baugmgarten Como é Ausculta de um zumbido venoso em cima da circulação portal do tipo cabeça de medusa na região umbilical Hipertensão portal O que representa Sinal do Piparote Como é Ondas líquidas no lado oposto ao que é estimulado com percussões na parede abdominal Ascite O que representa .

havendo liquido livre essa será a região onde ele ficará e ela se tornará maciça Ascite (sensível a pequenos volumes) O que representa Sinal de Chilaiditi Como é Hepatimetria pode ser falseada. é falseada pelo sinal de Chilaiditi que pode dar timpanismo à região) O que representa Sinal de Torres Homem Como é O que representa Percussão sobre loja hepática é dolorosa Processo inflamatório (ex: abscesso hepático amebiano) Sinal de Bloomberg Como é O que representa Descompressão dolorosa do ponto de McBurney Apendicite Sinal do obturador .Sinal da poça Como é Paciente fica na posição genupalmar e inicia percussão de baixo para cima na região periumbilical. entre fígado e diafragma Pneumoperitôneo por rotura de alça (porém. sendo necessário palpar borda inferior para delimitar o órgão Flexura direita do cólon está sobre o fígado O que representa Sinal de Joubert Como é Timpanismo em área de macicez. uma vez o que ar tende a ocupar as porções superiores do abdome.

que ao se distender causará dor. Se presente. se houver o sinal Apendicite O que representa Sinal do Psoas Como é Extensão forçada da coxa. flexão da coxa contra resistência.Como é Flete-se a coxa e faz rotação interna do quadril. pode gerar dor no hipogástrio Apendicite O que representa Sinal de Rovsing Como é Comprime-se o cólon descendente fazendo o ar se deslocar em direção ao seco. Apendicite retrocecal O que representa Sinal de Murphy Como é Durante a expiração. Se ela estiver distendida e não houver dor (porque o processo de distensão é lento) o sinal está presente Neoplasia de vias biliares extra-hepáticas – tumores periambulares (pp cabeça de pâncreas) O que representa . estirando o músculo obturador interno. provocando um estiramento das fibras do músculo psoas ou. há indicação de irritação do psoas. a vesícula vai encostar na mão e causar dor Colecistite O que representa Sinal de Curvoisier Como é Papar hipocôndrio direito e sente-se uma massa ovalada que é a vesícula biliar distendida. colocar mão no ponto entre junção do rebordo costa com músculo reto abdominal e pede-se para o paciente inspirar. Se houver dor. Estando inflamada.

ocorrerá dorsiflexão do hálux. Pode ser feito também nos membros superiores: flexão ou extensão do carpo. Lesões da via piramidal O que representa . Se for positiva. com uma mão no oco poplíteo e o outra no pé do paciente. Lesões da via piramidal O que representa Sinal de Chaddock Como é Estimulo da face lateral do dorso do pé. com as mãos ao longo do corpo e que feche os olhos. Hipertonia piramidal O que representa Aspecto da Roda dentada Como é O que representa Mesmo movimento. Pode ser necessário desviar a atenção do paciente (músculos precisam estar relaxados).Sinal de Romberg Como é Pedir ao paciente que permaneça com os pés juntos. do maléolo medial ate o quinto pododáctilo. deve-se fazer estimulação da pele da superfície lateral do dorso do pé da região do calcâneo até a articulação metatarsofalangiana do segundo pododáctilo. Perda de propriocepção (paciente cai para lados aleatórios) ou lesões vestibulares (paciente cai sempre para o mesmo lado) O que representa Sinal do canivete Como é Realizar flexão passiva da coxa sobre o quadril com o pé estendido. o tremor se sobrepõe a rigidez. ocorrerá dorsiflexão do hálux. Se for positiva. Rigidez por lesão aos núcleos da base (Parkison) Sinal de Babinski Como é Utilizando-se uma ponta romba. mas nesse caso.

da região infrapatelar até o tornozelo. Se for positiva. Lesões da via piramidal O que representa Sinal de Oppenheim Como é Pressão com o polegar e o indicador sobre a face medial da tíbia. Se for positiva. Se for positiva. Se for positiva. Lesões da via piramidal O que representa Sinal de Shaefer Como é O que representa Compressão do tendão aquileu. ocorrerá dorsiflexão do hálux. com o indicador e o dedo médio da outra mão. ocorrerá dorsiflexão do hálux.Sinal de Gordon Como é Compressão da musculatura da panturrilha. ocorrerá dorsiflexão do hálux. Lesões da via piramidal O que representa Sinal de Hoffman Como é Segurar a mão do paciente completamente relaxada e. segurar o dedo médio do paciente. Realizar um movimento . ocorrerá dorsiflexão do hálux. Lesões da via piramidal Sinal de Austregésilo Como é Compressão do músculo quadríceps na região distal da coxa.

O que representa Sinal Kernig II . Irritação meníngea. Positivo: ocorre flexão dos membros superiores. Mobilizando o pescoço do paciente em decúbito dorsal com a mão do examinador no peito do paciente. O que representa Sinal de Brudzinski Como é Realização do mesmo movimento. Em alguns casos. desviando a úvula para esse lado e o palato ipsilateral à lesão fica abaixado e hipotônico. com a manutenção da máxima flexão do pescoço. Positivo: flexão do polegar e do indicador. O que representa Rigidez da Nuca Como é Palpar o tônus da musculatura cervical posterior. Positivo: ocorre flexão dos membros superiores.rápido e vigoroso de compressão da unha do paciente. O que representa Sinal de Kerng I Como é Pesquisado fletindo-se o tronco do paciente em decúbito dorsal. Lesão do nervo glossofaríngeo ou vago. pode haver flexão de todos os dedos. Sinal da cortina Como é Pedir ao paciente para abrir a boca e falar ah! por alguns segundos. O que representa Lesões da via piramidal. seguido por rápida liberação. somente o palato contraleteral sobe. Irritação meníngea. Irritação meníngea. Se os nervos de um lado estiverem paralisados.

O que representa Inflamação radicular Sinal de Bikele Como é O que representa Sensibilização do Laségue. Inflamação radicular Sinal de Neri Como é Flexão do joelho da perna acometida quando se pede para o paciente de pé tocar os dedos no solo sem flexionar a perna. Inflamação radicular O que representa Manobras . flexionando apenas o tronco. Mesma manobra. Positivo: dor e resistência à extensão da perna.Como é Realizar extensão da perna do paciente em decúbito dorsal com a coxa fletida sobre o quadril e a perna em ângulo de 90 graus com a coxa. mas com dorsiflexão do pé. Irritação meníngea. OBS: Laségue cruzado  elevação da perna sadia causa dor na perna “doente”. Presente em pacientes com hérnias muito sintomáticas. O que representa Sinal de Laségue Como é Dor desencadeada com a elevação da perna estendida do paciente em decúbito dorsal.

Manobra de Ruault Como é Posicionar mãos sobre os trapézios. Grande ajuda para diferenciar sons oriundos do lado esquerdo e do lado direito do coração. o que eleva indiretamente a pressão aórtica Suspeita de sopros e bulhas extras do lado esquerdo do coração (irão aumentar com a manobra. com os dedos em direção às clavículas e os polegares na parede posterior em direções convergentes. assim há aumento do retorno venoso. com exceção de sopros de estenose) Em que situação realizar Rivera Carvallo Como é Inspiração mais profunda e longa. Verificar expansibilidade apical do tórax Em que situação realizar Manobra de Laségue Como é Posicionar mãos nas bases pulmonares do paciente e formar prega cutânea Verificar expansibilidade da região basal do tórax Em que situação realizar Hand Grip Como é Aperto de mãos entre examinador e paciente durante 20 segundos. sem prender o ar. o que aumenta a resistência arterial. e o retorno venoso estará reduzido . Os sons do lado esquerdo não se alteram ou até reduzem Em que situação realizar Manobra de Valsava Como é Realizar expiração forçada mantendo boca e nariz fechados por 10seg. o que faz com que ocorra esvaziamento sanguíneo pulmonar que segue para o VE e então é ejetado. formando prega cutânea.

quando o paciente retorna à posição ereta. pedir para o paciente realizar inspiração profunda. retendo-a. Depois. Primeiro. o que expande o tórax. Repetir para a outra artéria. Verificar a permeabilidade da artéria ulnar (importante antes de realizar punção da artéria radial para coleta de sangue) ou da artéria radial Em que situação realizar Manobra de Adson Como é Realizada em dois tempos. seguida de extensão forçada da cabeça (girada para o lado do exame). Desdobramento paradoxal também tende a aumentar Manobra de Muller Como é Realizar inspiração forçada mantendo boca e nariz fechados. Libere a pressão sobre uma das artérias e observe se a palma da mão volta a ter rubor em 3 a 5 segundos. . Peça para ele abrir e fechar a mão para deixar a mão pálida. Ele deve fechar o pinho de uma das mãos e comprima firmemente tanto a artéria radial quanto ulnar. paciente deve estar sentado com MMSS sobre os joelhos e deve-se palpar artéria radial e auscultar região supraclavicular. exceto o da miocardiopatia hipertrófica.Em que situação realizar Há aumento dos sopros sistólicos do lado esquerdo do coração em caso de prolapso mitral ou hipertrofia septal assimétrica. Se houver compressão. Intensifica todos os sopros. o contrario ocorre Manobra de Allen Como é Paciente deve manter as mãos com as palmas voltadas para cima. reduzindo a pressão intratorácica e aumentando o retorno venoso Provoca desdobramento de B2 Em que situação realizar Posição de cócoras Como é Em que situação realizar Colocar paciente em posição de cócoras Pesquisa de miocardiopatia hipertrófica. o pulso radial diminui de intensidade ou some a há um sopro na região supraclavicular.

Em seguida. costela cervical. solicitar que ele eleve os MMII até o ângulo de 90º. O membro comprometido é elevado a quase 90º. Em caso de isquemia há mudança na coloração. peça para retornar a posição de repouso e observar quanto tempo demora para o membro recuperar coloração normal (pode não recuperar e ficar com hiperemia reativa) Suspeita de isquemia de MMII Em que situação realizar Manobra de Moser Como é Paciente deve fazer seguidas flexões plantares. processo transverso de C7 ou bridas fibróticas em caso de parestesia ou dor no membro superior Manobra Costoclavicular Como é Paciente sentado com MMSS apoiados no joelho. ocorrendo desconforto e dor relatadas previamente na anamnese. Em seguida. colocar um . Após esse tempo. palpar pulso radial e auscultar a região supraclavicular do lado que esta sendo examinado. apoiando-se na ponta dos pés (1 a 2 min). Pode ocorrer desaparecimento ou diminuição do pulso pedioso (obstrução femoral ou ilíaca) e sopros femorais Suspeita de isquemia de MMII Em que situação realizar Manobra de Brodie-Trendelenburg modificada Como é O paciente fica primeiramente em decúbito dorsal. Em seguida.Em que situação realizar Diagnostico de compressão da artéria subclávia e do plexo braquial pelo músculo escaleno anterior. esvazia-se as varizes com massagem na perda no sentido crânio caudal e então. Em que situação realizar Manobra de Isquemia provocada Como é Paciente em decúbito dorsal deve ser observada a coloração plantar. Havendo compressão. Isso pode desencadear isquemia no membro. paciente deve realizar inspiração profunda e jogar os ombros para trás e para baixo. o pulso radial diminui ou desaparece e surge sopro na região supraclavicular Detectar a compressão da artéria subclávia quando passa pelo espaço costoclavicular. então. verificar coloração novamente. mantendo-se na posição por 1 min.

a manobra é positiva (uma variante é a compressão da musculatura da panturrilha com a mão em garra) Trombose das veias da panturrilha Em que situação realizar Manobra de Smith Bates . Se a válvula da safena interna estiver insuficiente. Se houver dor. Em que situação realizar Diagnostico de insuficiência da válvula ostial da safena interna e das válvulas das veias perfurantes Manobra de Homans Como é Em que situação realizar Dorsiflexão forçada do pé. logo abaixo da crossa da safena. paciente assume posição ortostática e se observa o que acontece com as veias da perna. ela é positiva Trombose das veias profundas do pé Em que situação realizar Manobra de Olow Como é Compressão da musculatura da panturrilha contra o plano ósseo. há enchimento rápido das varizes no sentido craniocaudal. Se houver dor intensa. Se houver dor na panturrilha ela é positiva Trombose venosa profunda Manobra de Denecke-Payr Como é Compressão com o polegar da planta do pé contra o plano ósseo.torniquete na raiz da coxa. Em seguida. vai ser observado rápido enchimento das varizes no sentido caudocranial. com pressão para bloquear a circulação venosa superficial. Se as perfurantes estiverem insuficientes.

lipoma e outras massas abdominais Em que situação realizar Manobra de Shuster Como é Paciente em semidecúbito lateral direito. calculo renal. ocorre tendência à Em que situação realizar . Pesquisa por hemiparesias leves. Hipersensibilidade renal . ela está abaixo da musculatura da parede abdominal e se estiver palpável é porque ela pertence a parede abdominal ou que há falha na musculatura abdominal Hérnia. pancreatite. artrose. entretanto nesse caso as mãos se encontram em supinação. Pacientes que apresentam fraqueza não conseguem permanecer nessa posição. com o braço esquerdo sobre a cabeça. apendicite retro-cecal.Como é Paciente deve contrair musculatura abdominal. O membro inferior direito permanece em posição neutra e o esquerdo é fletido (flexão d joelho e do quadril).pielonefrite aguda. A mão esquerda fica apoiada sobre o rebordo costal e a direita é usada para palpar desde a cicatriz umbilical até debaixo do rebordo costal Palpação de baço Em que situação realizar Manobra de Giordano Como é Colocar mão espalmada sobre junção do rebordo costal com a musculatura paravertebral e percute com a borda ulnar da outra mão. Se a massa desaparecer. Nesses casos. ocorrendo decaimento das mãos e dos membros (fraqueza bilateral) ou decaimento de uma das mãos e de um dos membros (fraqueza unilateral) Em que situação realizar Teste do desvio pronador Como é Semelhante a anterior. Pesquisa de paresia. O paciente deve permanecer assim por 20 a 30 segundos. no mínimo. abscesso do músculo psoas Em que situação realizar Manobra de Mingazzini para MMSS Como é Extensão dos braços com as mãos pronadas e os olhos fechados.

Avaliar se o braço encosta no ombro. Pesquisa por insuficiência dos flexores da perna. Avaliação do Tônus. Se for positivo. Positivo. Avaliação do tônus. formando um ângulo maior do que 90 graus. Pernas fletidas sobre as coxas. Em que situação realizar Em que situação realizar Manobra calcanhar – nádega Como é Paciente em decúbito dorsal. com o membro relaxado. Pesquisa por parestesia da musculatura extensora da perna (quadríceps) ou flexora do quadril (psoas). Manobra punho ombro Como é Realizar flexão passiva do braço do paciente. indica hipotonia. Levantar os dois membros inferiores. Em que situação realizar Manobra balanceio do segmento distal Como é Balançar as duas mãos do paciente através do movimento de vaivém rápido do antebraço. Manobra de Mingazzini para MMII Como é Paciente em decúbito dorsal. indica hipotonia. Tentar encostar o calcanhar do paciente na nádega. Positivo se houver quedas ou oscilações. . Positico se houver oscilações ou quedas progressivas dos membros. Amplitude dos movimentos das mãos é proporcional ao grau de hipotonia. Solicitar ao paciente que relaxe ao máximo.pronação. Em que situação realizar Manobra de Barré Como é Paciente em decúbito ventral. de forma que a perna sejam fletidas e formem um ângulo de 90graus com a coxa.

O paciente não deve encostar o pé.Em que situação realizar Pesquisa de tônus. cruze os braços sobre o tórax e tente se sentar sem o auxilio das mãos. Paciente oscilando: ataxia de tronco (lesão do verme cerebelar). Pesquisa da coordenação. Pesquisa da coordenação. em decúbito dorsal. As três situações indicam ataxia apendicular (lesões dos hemisférios cerebelares). Teste coordenação do tronco Como é Pedir ao paciente que. Em que situação realizar Manobra do rebote ou de Stewart-Holmes . Diferenciar de ataxias sensorias. a crista serve apenas como trajeto. alterne rapidamente as mãos em pronação e supinação. Em que situação realizar Teste dedo-nariz/dedo-nariz-dedo Como é Realizar teste com os olhos fechados e abertos. o mais rápido que puder. com as mãos espalmadas sobre as coxas. e assim sucessivamente. Pesquisa da coordenação Em que situação realizar Manobra de analise da diadococinesia Como é Pedir ao paciente que. Pesquisa da coordenação. errar o nariz (dismetria) ou tremer durante o movimento (tremor de intenção). O paciente pode decompor o movimento. Se o paciente tiver dificuldade: disdeadococinesia. Em que situação realizar Teste calcanhar-joelho-tornozelo Como é Pedir ao paciente que deslize o calcanhar do joelho ao tornozelo sobre a crista da tíbia. uma vez que estas pioram muito com os olhos fechados.

o paciente apresente diminuição do tempo de audição nas duas fases do teste. Teste negativo quando o paciente não escuta mais nada: indica que o paciente apresenta um défict na condução aérea do som. Quando isso ocorrer. Medida da capacidade de parada súbita do movimento (relaxamento do músculo agonista e contração do antagonista). Pesquisa da coordenação. No paciente com lesão neurossensorial. Sem avisar. que se choca contra a mão do examinador. por comprometimento da orelha média ou externa. o examinador solta subitamente o punho. Pesquisa do N. colocar a ponta vibrante do diapasão próximo ao pavilhão auricular do paciente.Como é Com o braço do paciente próximo ao corpo. vestibulococlear (VIII par) Em que situação realizar Manobra de Weber Como é Colocar diapasão no vértex do crânio do paciente e perguntar se ele está escutando com a mesma intensidade nos dois ouvidos. Paciente atáxico não consegue segurar o braço. Pesquisa do N. o examinador deve segurar em seu punho e pedir para ele realizar uma contração vigorosa do bíceps contra resistência. apresentando o tese de Rinne positivo (tempo de condução área maior do que óssea). vestibulococlear (VIII par) Em que situação realizar Teste de Schober Como é Marca-se inicialmente com a caneta a linha que liga as espinhas . Pacientes com perda neurossensorial escutam menos no ouvido lesionado. Pacientes com lesões na condução aérea do som escutam mais alto no ouvido lesionado (condução óssea mais rápida). Em que situação realizar Teste de Rinne Como é Colocar um diapasão vibrando na apófise mastóide do paciente e pedir para ele avisar quando parar de ouvir.

Se surgir parestesia na superfície palmar do polegar e dos dedos indicador. mantendo um ângulo reto das mãos com o antebraço. porém em pacientes com espondilite anquilosante não ocorre esse aumento. geralmente causado por LER) Em que situação realizar Manobra de Laségue Como é Segura-se o tornozelo do paciente. Positiva para Tendinite de Quervain(processo inflamatorio do tendão do músculo extensor longo do polegar. deve-se pensar em ciatalgia. Ciatalgia Em que situação realizar Manobra de Neri Como é Pede-se ao paciente que faça flexão lombar da coluna. elevando-se a perna do paciente para avaliar o grau de flexão do quadril. Em que situação realizar Verificar Espondilite Anquilosante Teste de Phalen ou Hiperflexão Como é Pede-se ao paciente que encoste uma região dorsal da mão a outra.Até 30 graus a manobra deve ser indolor. Em caso de dor. o sinal é positivo para a síndrome.posterosuperiores(lugar dos buraquinhos nas costas). O paciente sentirá dor no caso de tendinite do extensor longo do polegar. por 1 min. Depois pede-se ao paciente que faça flexão da coluna vertebral essa distancia aumenta em em 5 cm. médio e parte do anular. Síndrome do Túnel do Carpo Em que situação realizar Manobra de Fickelstein Como é Pede-se ao paciente que feche a mão aprisionando seu próprio polegar.mas 10 cm acima. mantendo o joelho em extensão. enfatizando que não deve dobrar o joelho. . e então realize desvio ulnar.Pacientes com ciatalgia sentem dor em fisgada e fazem flexão do joelho para amenizar a dor.e outra linha na mesma direção. tentando alcançar os pés. principalmente se for irradiada pelo trajeto do nervo ciático.

para confimar fazer o teste de Schober. se realiza a rotação externa do quadril. empurrar o joelho fletido lateralmente o mais longe que a articulação do quadril permitir.Estando o paciente em decúbito dorsal. Dor no inicio do movimento indica comprometimento da articulação coxofemoral. Ciatalgia Em que situação realizar Teste de Patrick Como é O examinador fará os movimento para o paciente. deve-se pensar em ciatalgia. com a manobra de Volkman e com a manobra de Lewin Manobra de Volkman Como é Realiza-se um movimento de abertura da bacia do paciente.Depois é feita flexão passiva do joelho em ângulo reto e colocar o pé sobre a patela oposta. principalmente se for irradiada pelo trajeto do nervo ciático.Até 30 graus a manobra deve ser indolor. Então. elevando-se a perna do paciente para avaliar o grau de flexão do quadril. dor no fim do movimento significa que a articulação sacrolíaca está comprometida. empurrando e lateralizando as espinhas ilíacas anterosuperiores. Em caso de dor. Comprometimento da articulação coxofemoral ou articulação sacrolíaca Em que situação realizar Obs: A presença de inflamação na articulação Sacrolíaca é característica da Espondilite Anquilosante. mantendo o joelho em extensão. Comprometimento da articulação sacroliaca ( Espondilite Anquilosante) Em que situação realizar Manobra de Lewin .Em que situação realizar Ciatalgia Manobra de Laségue Como é Segura-se o tornozelo do paciente.

Em caso de instabilidade do quadril a pelve não se inclina e o quadril fica caído para o lado contralateral. o glúteo médio irá contrair-se.Como é Exerce-se uma pressão sobre a crista ilíaca do paciente em decúbito lateral Comprometimento da articulação sacroliaca ( Espondilite Anquilosante) Em que situação realizar Teste de Trendelenburg Como é Pede-se ao paciente para se apoiar sobre apenas uma das pernas. Pacientes com deficiência na marcha por instabilidade do quadril unilateral.Observa-se então que a pelve se inclina. mantendo firma a ligação que faz entre o quadril e o fêmur. pois o glúteo médio não consegue contrabalançar o peso. Em que situação realizar .