MANUAL DE EXAMES Laboratório Hermes Pardini - 2002

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes com o menor acréscimo de custo possível. EQUIPES ESPECIALIZADAS Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência, formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os diferentes testes.

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GLOBALIZAÇÃO Quem o se atualiza com as últimas inovações das revistas médicas e de laboratório fica rapidamente obsoleto. Nossa equipe est sempre atenta às inovações, adotando as quando ficam evidentes suas vantagens.

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Prof. Hermes Pardini

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3 9 31 33 35 37 39 41 55 97 109 147 157 177 189 253 259 275 279 301 315 331 353 354 355 361 369 379 389 391 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Apresentaç Índice por exames ISO Informaç s Gerais Nossos Serviços

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Unidades de Atendimento Patologia Clínica Vari veis pr -analíticas Biologia Molecular Bioquímica Drogas Tera ticas Endocrinologia Gen tica – DNA Hematologia

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D8EGF

HPLC Imunologia Líquido Seminal Microbiologia Ortomolecular Parasitologia e Uran lise Triagem neonatal - Teste do Pezinho Toxicologia Protocolo de Provas Funcionais Urina, Instruç es de coleta Urina 24 horas, conservantes Anatomia Patológica Citologia Diagnóstico por Imagem – DDI Medicina Nuclear “In Vivo” Reaç s Intr rmicas

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Vacinas

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MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE REFERÊNCIA NO EXTERIOR.PR (Q0SUT4VW X` fYbac UWe `dhgpi W¨q VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS. anticorpo anti-receptor Acetona. teste Ácido 5 Hidroxi Indolac tico Ácido Ascórbico vide Vitamina C Ácido Cítrico (esperma) Ácido Cítrico. dosagem (urina) Ácido Delta Amino Levulínico Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase Ácido Fenilglioxílico Ácido Fólico Ácido Hi rico Ácido Homogentísico Ácido Homovanílico Áci tico Ácido Ma lico Ácido Metil Hip rico Ácido Ox lico Ácido Úrico. dosagem Ácido Úrico. 316 293 351 177 187 253 57 316 317 177 109. anticorpos anti ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina Acetil Colinesterase vide Colinesterase Acetilcolina.5 Hexanodiona Urin ria 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico 5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina 5 Nucleotidase ACA vide Centrômero. dosagem Acidez Fecal vide pH Fecal Acidificaç urin ria. pesquisa (urina) vide Cristais. 59 283 9 rus rts r r v r w x€y v w ƒ€y(„€v s€ƒuw v ‚ u‚ Instituto de Patologia Clínica H. 110 178 279 178 57 179 179 58 58.25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 11 Desoxicortisol 17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 Beta Estradiol vide Estradiol 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 OH Pregnenolona 17 OH Progesterona 17 OH Progesterona neonatal 17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 2. CONSULTE-NOS ! Página 1. QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO “MANUAL DE EXAMES”. PARDINI . pesquisa 188 118 130 119 55 56 56 129 130 567 55 56 129 130 303 56 315 112 112 177 186 56 197 74 68 109 315.

anticorpos anti 283 Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 190 Amebíase 60 Amilase 61 Amilase. 97. pesquisa vide Proteínas. 101. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 90. Primidona pág. Lamotrigina pág. 98. anticorpos anti 112 Androstanediol Glicuronide. 306 Ami cidos. estudo gen tico 282 Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores 59 ADA vide Adenosina Deaminase 279 Addis. Oxcarbazepina pág. Ami cido Quantitativo 316 ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 91 Albumina. 105. Vigabatrina pág. Carbamazepina pág. Difenilhidantoína pág. 102. Fenobarbital pág. pesquisa 279 Alcapt ria vide cido Homogentísico 60 Aldolase 111 Aldosterona 336 Aldosteronismo Prim rio. 100. 318 Alumínio 230 AMA vide Mitocôndria.…… … 97 cido Valpróico 180 cido Vanil Mand lico 110 ACTH 147 Acondroplasia. 102. 3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 114 Androstenediona 246 Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 158 Anticoagulante L pico Anti-Convulsivantes equivale cido Valpróico pág. Mutaç o (Diagnóstico) 190 Alfa 1 Glicoproteína cida 112.pesquisa direta 182. Gabapentina pág. 305. 107 144 Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb 144 Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb 209 Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 210 Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 249 Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA . 113 Alfa Fetoproteína 93 ALT vide Transaminase Pir vica 317. Clearence 304 Ami cidos. 183 Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 190 AEO vide Antiestreptolisina O 213 AGA vide Gliadina. 91 Albumina. contagem 59 Adenosina Deaminase 113 Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 189 Adenovírus . PARDINI . Cromatografia Quantitativa 61 Amônia 113 AMP Cíclico 147 An lise de Alimentos Trans nicos 275 An lise Mineral vide Mineralograma 253 An lise Seminal Computadorizada 232 ANCA vide Neutrófilos.tTG vide tTG ‡ † † ˆu‰ …  … ‘u‰€ ‰€‘u‡ … ‡ … ˆ  ‡   ‘u‘u‰u‰u ’€“ ‡ ˆu‰ 10 Instituto de Patologia Clínica H. Cromatografia Qualitativa 304. 105. anticorpos anti 157 Agregaç Plaquet ria 317 ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase 93 Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica 303 Alanina. Testes confirmatórios 189 Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue) 279 Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 154 Alfa 1 Antitripsina.

anticorpos vide SSA. Superoxido Dismutase Antioxidantes Totais Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos. anti Anti-Nucleares.HbsAG Antígeno Carcinoembri rio Antígeno HLA B27. Distrofia (Diagnóstico) Bence Jones vide Proteína de Bence Jones † 203 106 255 190 259 216 191 191 41 134. 158. anticorpos anti Anti-Rh vide Coomb’s Indireto Anti-RO. anti AST vide Transaminase Oxalac tica Ataxia de Friedreich. 196 Antifungigrama Antígeno Austr lia vide Hepatite B . estudo ge tico ARA vide Reticulina. Diagnóstico vide Ataxias. Diagnóstico vide Ataxias. Painel Ataxias. 135 241 143 197 210 276 276 232 203 240 143 192 209 276 229 61 147 235 318 190 231 93 83 192 93 148 148 148 148 148 148 344 387 136 259 260 260 268 260 208 150 296   ‰u‘u ”R•u‡u–  † “u‘ ‘† ‡ ˆ † † ˆuˆu‰‰ ˆuˆu‰‰  †† †  ˆu‰R—u‰ ˆt‰ Instituto de Patologia Clínica H.Bacterioscopia Bacilo Dift rico Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia. anticorpos vide TPO Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal. Diagnóstico vide Ataxias. cultura Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) Becker e Duchenne. Identificaç Bact rias Anaeróbias. Painel Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Avaliaç Mineral Óssea Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç Tubo Neural vide Avaliaç do Risco Fetal . PCR Antígeno Prost tico Específico vide PSA Anti-La. Diagnóstico vide Ataxias. anticorpos anti Ars ico ASLO vide Antiestreptolisina O ASMA vide M sculo Liso. pesquisa Antígeno HLA-B-27. anticorpos Antitrombina III Anti-VCA vide Epstein Barr ANTOX vide Antioxidantes Totais Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) Apolipoproteína A1 e B Apolipoproteína E. anti Anti-Microssomal. anti Anti-TPO.Teste Integrado Baar . Diagnóstico vide Ataxias. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 1.Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto Antidepressivos vide Tricíclicos Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes Anti-Espermatozóides vide Imunobeads Antiestreptolisina O Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ico pág. Cardiolipina IgG e IgM pág. Glutation Peroxidase. Painel Ataxia de Machado Joseph. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 2. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 10. pesquisa Bact ria e Antibiograma Automatizado. anti Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado Aspergillus sp. anticorpos vide SSB. anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais. PARDINI 11 .

auto anticorpos anti 148 Cariótipo com Banda G 149 Cariótipo com Bandas de Vilo corial 148 Cariótipo de Alta Resoluç o 149 Cariótipo de Medula 150 Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 149 Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula 149 Cariótipo para pesquisa de X -Fr il 182. N-Desmetildiazepam p g. Nitrazepam p g. An lise Físico e Química 89 Calemia vide Pot ssio 89 Caliuria vide Pot ssio 261 Campylobacter. pesquisa (urina) 355 Biópsias 307 Biotinidase 193 Blastomicose Sul Americana 230 Borr lia vide Lyme 97 Bromazepam 193 Brucelose 202 C1q vide Complemento C1q 195 C1S Esterase Inibidor 202 C2 vide Complemento C2 202 C3 vide Complemento C3 203 C4 vide Complemento C4 194 CA 125 194 CA 15/3 195 CA 19/9 319 C dmio 63 C lcio 64 C lcio Iônico 64 C lcio Livre vide C lcio Iônico 115 Calcitonina 188 Calcitriol vide Vitamina D3 280 C lculo Biliar.100. Ducreyi 389 Candidina. Cromatografia 319 Carboxi Hemoglobina 196 Cardiolipina IgG/IgM. Oxazepam p g. PARDINI . Beta 92 Bicarbonato vide Reserva Alcalina 115 Big Prolactina 62 Bilirrubinas. 104. 183 Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina 196 Caxumba IgG/IgM 197 CCP 243 CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ †       ™” ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ u’ 12 Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos anti 267 Cancro Mole. Diazepam p g. 99. 104 114 Beta 2 Microglobulina 180 Beta Caroteno 123 Beta HCG vide HCG. cultura 232 C-ANCA vide Neutrófilos. Clonazepam p g. 97. 99. dosagem (sangue) 280 Bilirrubinas. 103. anticorpos anti 232 C-ANCA vide Neutrófi los. An lise Físico e Química 280 C lculo Renal. Clobazam p g.Benzodiazepínicos equivale Bromazepam p g. pesquisa vide H. intradermoreaç s 64 Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro 64 Capacidade Total de Combinaç Ferro 98 Carbamazepina 281 Carbohidratos.

382. Teste 66 Cloreto de Sódio no Suor 66. pesquisa 261 C lulas de Inclus Citomeg lica 261 C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas. pesquisa 281 Ceton ria. PARDINI 13 . Tempo de Tromboplastina Parcial p g. Anti 159 C lulas de Downey. Tempo Atividade de Protrombina p g. anti vide CCP 72 CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 66. Anti 198 Ceruloplasmina 65 Cetonemia. Teste de 99 Clobazam 99 Clonazepam 351 Cloreto de Amônio.175. pesquisa 159 C lulas LE.170. 67 CL vide Cloretos Clamídia vide Chlamydia 384 Clearence Pulmonar de DTPA 65 Clements. 17 201 CH 100 vide Complemento CH 100 201 CH 50 vide Complemento CH 100 248. 380. pesquisa 65 C lulas Orangiófilas. Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria. pesquisa 55 Cetosteróides Neutros Totais. pesquisa 261 C lulas Her ticas.228 CD3 vide Linfócitos T Ativado 242 CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos 191 CEA vide Antígeno Carcino Embri rio 197 C lula Parietal. 249 Chagas vide Trypanosoma cruzi 198 Chlamydia pneumoniae IgG 262 Chlamydia trachomatis (Cultura) 262 Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta) 41 Chlamydia trachomatis (PCR) 262 Chlamydia tracomatis (Giemsa . 67 Cloretos 92 CO2 vide Reserva Alcalina Coagulograma equivale Plaquetas p g.175.Pesquisa) 198 Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta) 322 Chumbo 145 Cianocobalamina vide Vitamina B12 98 Ciclosporina 379. 381. 384 Cintilografias 384 Cisternografia Cerebral 199 Cistatina C 199 Cisticercose 281 Cistina. Tempo de Coagulaç p g. pesquisa 384 Cistografia Radioisotópica Direta 267 Citobacteriologia vide Gram 362. pesquisa 197 Centrômero.175.176 †† †† †† † ˆu‰ †  † –† u‰ u‘  ‡ “€‘ “ … u‘  … † ˆ  ˆ  ˆ€‰ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. 364 Citologias 201 Citomegalovírus (ELFA) 200 Citomegalovírus (Elisa) 42 Citomegalovírus (PCR) 261 Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica 160 Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 253 Citrato (esperma) vide cido Cítrico 57 Citrato (urina) vide cido Cítrico 197 Citrulina. 383. 363. Tempo de Sangria p g.

pesquisa Cultura + Antibiograma Automatizado Curva de Tolerância a Glicose Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria Dacriocintilografia DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina uˆ ‰ ˆ ™” ™” †  “ u’ † uˆ ‰ ™” u’  ˆ  320 246 188 274 67 67 67 68 68 93 68 254 202 202 202 203 201 201 118 203 203 263 321 282 161 282 281 116 116 263 71 69 70 71 71 72 204 204 204 72 283 365 321 149 149 150 150 232 263 205 263 264 337 157 384 332 14 Instituto de Patologia Clínica H. dosagem Coproporfirinas. pesquisa Corpos Redutores Fecal Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos. cultura Colesterol Colesterol HDL vide Colesterol Colesterol LDL vide Colesterol Colesterol TOTAL vide Colesterol Colesterol VLDL vide Colesterol Colesterol. pesquisa (líquido sinovial) Cristais com Luz Polarizada. pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il Cromossomo Y para Síndrome de Turner. microscopia Cryptococcus Neoformans. cultura vide Vibrio Cholerae. Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula Cromossomo X-Fr il. pesquisa (urina) Cromatina Sexual Cromo Cromossomo Philadelphia.Cobre Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso Colecalciferol vide Vitamina D3 Cólera Vibri . aglutinaç direta Cryptosporidium. Clearence Creatinofosfoquinase Creatinofosfoquinase MB Isoenzima Crioaglutininas. Estudo Gen tico das Microdeleç s Cross Laps vide N-Telopeptídeo Cryptococcus Neoformans. Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol Colinesterase Coloraç o Supra Vital Complemento C1q Complemento C2 Complemento C3 Complemento C4 Complemento CH 100 Complemento S rico Total vide Complemento CH 100 Composto S vide 11 Desoxicortisol Coombs Direto Coombs Indireto Coprocultura Coproporfirinas. pesquisa Crioglobulinas. pesquisa Cromossomo Y. pesquisa CPK vide Creatinofosfoquinase Creatina Creatinina Creatinina. pesquisa Corpos de Heinz. Cromatografia Cortisol Cortisol Livre Corynebacterium minutissimum. pesquisa Criofibrinog nio. pesquisa Cristais com Luz Polarizada. PARDINI .

Sulfato 73 Dehidrogenase ctica 114 Delta 4 vide Androstenediona 129 Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona 152 Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística 205 Dengue IgG e IgM 43 Dengue. diagnóstico 151 Doença de Huntington. pesquisa 283 Dismorfismo Eritrocit rio. tTG-anticorpos anti p g. Determinaç o de Paternidade 210 Dnase.213. anti vide Estreptozima Doença Celíaca equivale Endomísio-anticorpos anti p g.235 151 Doença de Gaucher.117 Dehidroepiandrosterona 117 Dehidroepiandrosterona.209. diagnóstico molecular 42 Doenças sexualmente transmissíveis. pesquisa 150 Distrofia de Becker e Duchenne.249. PARDINI 15 . Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 370 Duplex Scan 349 D-Xilose. Teste 121 E1 vide Estrona 119 E2 vide Estradiol 120 E3 vide Estriol 209 EBV vide Epstein Barr 74 ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 370 Ecocardiografia u•  † ˆ ˆu‰R—ud … … ”(•€ ˆ e €ˆ ( ‰ €— d “t‘ † ˆ  ˜˜ ˜ ˜ du–u–u“u“uff  Instituto de Patologia Clínica H. Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g. PCR 265 Donovanose 385 Dose Tera tica com Iodo-131 385 Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153 165 Drepanóticos. pesquisa vide Hemoglobina S. 247 Drogas de Abuso. anticorpos anti 153 Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD 117 DHEA vide Dehidroepiandrosterona 73 DHL vide Dehidrogenas ctica 118 DHT vide Dihidrotestosterona 339 Diagnóstico de Diabetes Gestacional 150 Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne 154 Diagnóstico da Mutaç Alfa 1 Antitripsina 385 Diagnóstico do H. Diagnóstico 206 DNA. PCR Qualitativa e Tipagem 387 Densitometria Óssea 181 Deoxipiridinolina 73 Depuraç gua Livre 122 Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD. Pylori pelo Teste Respiratório 151 Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 155 Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians 156 Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita 277 Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído 100 Diazepam 100 Difenilhidantoína 285 Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes 101 Digital s rico vide Digoxina 101 Digoxina 118 Dihidrotestosterona 206 Dímero D 264 Direto a Fresco. Reticulina-anticorpos anti p g. anticorpos anti 154 DNA. Teste de Solubilidade 246.

17 OH 333 Pregnenolona. Ami cidos .Sustacal 334 Estímulo para ACTH com CRH/CRF 332 Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP Estímulo com ACTH para: Androstenediona. Carbohidratos . Estrona p g. 67 Pot ssio p g.370 Ecodoppler 265 Ectoparasitas.281 265 Escabiose vide Ectoparasitas. 92 209 EMA vide Endomísio. 17 Beta 389 Estreptoquinase/Estreptodornase. 191 Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27 209 Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) 390 Esquistossomose.120. neonatal vide Hemoglobinopatias.Cromatografia Qualitativa (cart ) p g. DHEA.simultâneo 342. 343.305. 17 OH Progesterona 346 Estímulo para Calcitonina com infus C lcio 346 Estímulo para Calcitonina com infus Pentagastrina 346 Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina .240 209 Endomísio. VLDL. SM-anti p g. intradermoreaç s 333 Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona 340 Estímulo do Peptídeo C .240.235. 66.119. 68 Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL. Progesterona.241. Ami cidos . LDL. Total 161 Eletroforese de Hemoglobina 308 Eletroforese de Hemoglobina.Cromatografia Quantitativa (urina) p g.Cromatografia p g. pesquisa 370 Eletrocardiograma 67.304. 208 Eletroforese de Proteínas Eletrólitos equivale Cloretos p g. intradermoreaç es 210 Estreptozima 120 Estriol Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g. anticorpos anti ENA equivale RNP-anti p g. Sódio p g. 89. Estriol p g. Cortisol.304. PARDINI . 344 Estímulo para HGH 345 Estímulo para LH e FSH com LH-RH 340 Estímulo do Peptídeo C 344 Estímulo para Prolactina com TRH 351 Estímulo para Testosterona com HCG 337 Estímulo para TSH com TRH 332 Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina 119 Estradiol. anticorpos anti 283 Entamoeba histolytica 291 Enterobius vide Oxi rus 74 Enzima Conversora de Angiotensina 162 Eosinófilos 182. pesquisa 74 Espectrofotometria 450 NM 253 Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada 41. Triagem neonatal 224 Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç 207 Eletroforese de Lipoproteínas 207.121 121 Estrona 154 Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade 385 Estudo de Viabilidade Mioc rdica 153 Estudo G tico da Hemocromatose ‡ ˜ ˜  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˜ ˜ ‘u‘u‰u‰u ˆ  ˆ  ˜˜ ˆu‰ ˜ ˜ “™ ” ˆ ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆ   ”€‘ † ˆ  ˜ ™ ˜ ˜ 16 Instituto de Patologia Clínica H. Composto S. 183 Epinefrina e Norepinefrina 209 Epstein Barr 162 Eritrograma 119 Eritropoietina 167 Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos . SSA/RO-anti p g. SSB/LA-anti p g.Cromatografia Quantitativa (soro) p g.

anti vide C lula Parietal.153.152 163 Fil ria. 78 Fósforo 163 Fragilidade Osmótica das Hem cias 89 Frutosamina vide Proteína Glicosilada 254 Frutose (esperma) 284 Frutose (urin ria) 124 FSH vide Hormônio Folículo Estimulante 138 FT3 vide T3 Livre 140 FT4 vide T4 Livre 238 FTA abs vide Sífilis . Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. Gene da Protrombina p g. estudo gen tico p g. pesquisa 270 Exame Micológico Direto 208 Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 210 FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210 Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 197 Fator Intríseco. pesquisa 212 Filaria. pesquisa (urina) 100 Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 101 Fenobarbital 323 Fenol 121 Ferritina 74 Ferro 285 Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 291.66. 212 Filariose vide Filaria 324 Fluoreto 102 Fluoxetina 385 Fluxo Sangüineo das Extremidades 109.152. Cromatografia quantitativa 284 Fenilalanina. 306 Fenilalanina. anti 211 Fator Reumatóide 251 Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose 214 Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 152 Fator V de Leiden 211 Febre Amarela IgG e IgM 307 Fenilalanina . Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.152 equivale Fator V Leiden p g.Treponema IgG 285 Funcional de Fezes ””€€‘‘ †† ”€‘ † ˜ ””€€‘‘ †† ™” ˜ ˜ ˜ † ˆ ˆ€‰ ‘u‰€  “ ˜ ˜ † ˜ …… … †    Instituto de Patologia Clínica H.155 Estudo G tico da Síndrome de Gilbert 150 Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y Estudo G tico das Trombofilias p g. Tripsina neonatal p g. 110 Folato vide cido Fólico 75 Fosfatase cida 75 Fosfatase cida Prost tica 76 Fosfatase Alcalina 212 Fosfatase Alcalina Específica Óssea 212 Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea 76 Fostatidil Glicerol 77 Fosfolípides 77.152 152 Estudo G tico de Fibrose Cística 151 Estudo G tico Fetal 151 Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 323 Etanol 264 Exame direto a Fresco. 292 Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes 163 Fibrinog nio Fibrose Cística equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.PKU. 305.312 e Fibroce Cística . quantitativa (cart ) 304. PARDINI 17 . Imunocromatografia 163.

dosagem Glicose. cultura Gasometria Gastrina Gastrina. identificaç o G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase G6PD. cultura Fungos. teste Haplotipagem de HLADR e DQ Haptoglobina HAV. Beta Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae Gordura Fecal GPX vide Glutation Peroxidase Gram Bacterioscopia Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU GTT vide Tolerância a Glicose H. Mutaç o 202 (G A) Gabapentina GAD. PARDINI . pesquisa da deleç o – PCR Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase Gene da Protrombina Geraç e IGF-1 GGT vide Gama Glutamil Transferase GH vide Hormônio de Crescimento Gi rdia Gilbert. Ducreyi Ham. anti vide Hepatite B HBe. estímulo após glucagon Gene CCR-5. anticorpos anti Galactose (urina) Galactose Total . Síndrome Gliadina IgA e IgG. anti vide Hepatite B HBeAg vide Hepatite B ˆ ˆ g  ˆu‰R— ˆ 266 266 265 213 153 102 122 286 308 207.Fungos. 208 78 78 266 78. 82 286 82 82 91 137 141 276 123 42. pós -prandial Globulina (liquor) Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG Glutation Peroxidase Gonadotrofina Coriônica vide HCG. pesquisa Fungos. 79 122 352 352 43 152 153 345 78 124 286 155 213 80 213 153 81. 271 287 276 267 267 214 337 267 267 214 153 214 215 80 216 217 217 uˆ i‰ uh j g 18 Instituto de Patologia Clínica H. Ducreyi Haemophilus Ducreyi vide H. pesquisa Glicose. anti vide Hepatite A HbA1c vide Glicohemoglobina HBc. Mutaç 2 (G A) Glicose.Triagem neonatal Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas Gama Glutamil Transferase Gama GT vide Gama Glutamil Transferase Gardnerella. estímulo alimentar Gastrina. anticorpos Anti Glicemia vide Glicose Glicohemoglobina Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase.

176 308 Hemoglobina S. Beta .217. PARDINI 19 .45 Hepatite C equivale HCV-anti p g. 17 177 Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico “u‘ u‘     † †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˆ ˜ u“ ‘ ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ † † ’u“ … † Instituto de Patologia Clínica H. Hbe-anti p g. HbeAg p g. triagem neonatal 166 Hemograma 167 Hemossedimentaç o 167 Hemossiderina 210 Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 215 Hepatite A vide HAV IgG/IgM Hepatite B equivale HbsAg p g. anti vide Hepatite C 45 HCV. HBc IgG/IgM p g.217 HBs. Biópsia 168 Hem cias Fetais vide Kleihauer 166 Hem cias vide Hemograma 166 Hematócrito vide Hemograma 170 Hematozo rios. PCR 267 Hemocultura Automatizada 269 Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias. 17 56 Hidroxi Esteróides Ceto nicos. neonatal vide Hemoglobinopatias. HCV. Teste Respiratório 355 Helicobacter Pylori.217. PCR Quantitativo 45 HBV.44.45 218 Hepatite D 218 Hepatite Delta vide Hepatite D 218 Hepatite E 219 Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 47 Herpes vírus Simples. Isopropanol. PCR qualitativo e tipagem 268 Herpesvírus. HBs-anti p g.216. Teste Desnaturaç ao calor p g.Teste de Resist cia aos Antivirais p g. cultura automatizada 164 Hemoglobinas 164 Hemoglobina A2 164 Hemoglobina Fetal 80 Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 165 Hemoglobina H. PCR p g. anti vide Hepatite D 215 Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico) 385 Helicobacter Pylori. HCV Genotipagem p g.217. Triagem neonatal 165 Hemoglobina S. PCR Quantitativo 67 HDL. cultura 261 Herpesvírus.167. pesquisa vide C lulas Herp ticas 218 HEV. Teste de Resist cia aos antivirais 123 HCG. 218 HCV.218.46. Genotipagem 46 HCV.pesquisa uri ria vide Pregnosticon 46. Beta 295 HCG. pesquisa Hemoglobina Inst vel equivale Corpos Heinz (pesquisa) p g. HBV . PCR Qualitativo 44 HBV. anti vide Hepatite B 216 HbsAg vide Hepatite B 44 HBV. Colesterol 218 HDV. HBV PCR p g. Teste de Solubilidade 308 Hemoglobinopatias. anti vide Hepatite E 124 HGH vide Hormônio de Crescimento 100 Hidantoína vide Difenilhidantoína 281 Hidratos de Carbono vide Carboidratos. pesquisa vide Plasmodium 153 Hemocromatose. 47 .216. Cromatografia 56 Hidroxi Corticosteróides. PCR Qualitativo 47 HCV.161. 47. teste p g.

pesquisa vide Antígeno HLA-B27 183 Homocisteína 352 Homocisteína após estímulo com metionina 288 Homocistina 110 Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 124 Hormônio de Crescimento 124 Hormônio Folículo Estimulante 125 Hormônio Luteinizante 124 Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 137 Hormônios Sexuais.129 Hidroxi Pregnenolona. Resist ncia Genotípica aos antivirais 309 HIV-1. PCR vide Antígeno HLA-B27 191 HLA-B27.Quantitativo 48 HIV PCR – Qualitativo 49 HIV PCR – Quantitativo 48 HIV PCR . anti 219 Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum. HIV 1 neonatal p g. Resist cia Genotípica aos antivirais 41 HLA-B27. 49. 305.48. pesquisa 53 HTLV-I. Ami cido quantitativo 219 Histona. 17 130 Hidroxi Progesterona. anti 128 IAA vide Insulina.220. 219. HIV-PCR Ultrasensível p g. Citologia 52 HPV. HIV. anti HIV equivale HIV 1 e 2 pesquisa p g. Globulina Ligadora vide SHBG 355 HPV. anticorpos anti 125 ICA vide IA2. 220. 50. HIV. HIV NASBA p g. Biópsia 51 HPV.221. 221 HTLV III vide HIV 221 HTLV-I e II. anticorpos Anti 219 Histoplasma Capsulatum.48. Captura Híbrida 363 HPV. Doença 125 IA2. neonatal 50 HIV-1.49 . PARDINI . 261. quantitativo vide Amin cidos. anti 304. 17 83 Hidroxiprolina Total 348 Hipercalci ria vide Teste de PAK 332 Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH 255 Hipoosmolaridade 309 Histidina. anti 125 ICA512 vide IA2. PCR p g. Resist ncia Genotípica aos antivirais p g.49. PCR – Tipagem 47. HIV Wester Blot p g.Quantitativo Ultrasensível 50 HIV-1 Genotipagem vide HIV.309 220 HIV 1 e 2. 268 HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 48. Cromatografia Quantitativa 268 Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado 288 Identificaç o de Helmintos e Fragmentos 225 IgA Salivar vide Imunoglobulinas 231 IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 222 IgE Específico 223 IgE M ltiplo 223 IgE Total 126 IGF 1 ‡ ‘u‰u “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ u“ ‘ “ ˆˆ ˆ ‘u† ‰u ‰u ‡ 20 Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 221 HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221 HIV Western Blot 49 HIV NASBA . PCR 151 Huntington. 306 Identificaç o de Ami cidos.50.

389. pesquisa 349 Lactose.390 .243 224 Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG 224 Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o 224 Imunofixaç o 225 Imunoglobulinas 355.127 IGFBP-3 125 Ilhota. anticorpos anti 389 Intradermoreaç s Ionograma equivale Cloreto p g. intradermoreaç s p g. Elisa ˆ ™ ” ˜™ ˜ ˆ ™” ˜ ™” ˜ ˜ ‡ ˆu‰R—u‰ ˆ €• ‡ ™” ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰u  “ … u•  “u‘ ˆu‰R—u‰ ”(•€ ™” “ Instituto de Patologia Clínica H.89. Colesterol 277 LDL-PX 389 Leishmaniose. anticorpos anti 57 Lactato vide cido tico 83 Lactesc cia vide Inspeç Plasma Refrigerado 289 Lactose. pesquisa 83 Índice de Saturaç o da Transferrina 128 Índice de Tixorina Livre vide ITL 226 Influenza vírus A e B – pesquisa direta 158 Inibidor L pico vide Anticoagulante pico 324 Inseticidas Organoclorados 325 Inseticidas Organofosforados 83 Inspeç Plasma Refrigerado 128 Insulina 128 Insulina. Cromatografia quantitativa 167 Isopropanol. intradermoreaç s vide Montenegro 227 Leishmaniose IgG e IgM. Estreptoquinase/Estreptodornase. Sódio p g.66. 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 339 Kitt 168 Kleihauer 55 KS. Cultura 228 Leptospirose.67 . testes equivale Candidina. Pot ssio p g.66. Anti 277 LDL Peroxidada 67 LDL. Sódio p g. 306 Isoleucina. anti vide IA2. intradermoreaç s p g.92 Íons equivale Cloreto p g. intradermoreaç es p g. Pot ssio p g. Teste 289 Isospora Belli 128 ITL 226 Jo 1. 356 Imunohistoquímica 288 Indican. Tipagem de Linfócitos T e B p g. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. 305. PPD intradermoreaç s p g. anticorpos Anti 89 K vide Pot ssio 227 Kappa (cadeia leve) 56 KGS. Imunofluoresc ncia 168 Leishmaniose. anti 255 Immunobeads Test Imunidade Celular.67 . teste de tolerância 227 Lambda (cadeia leve) 102 Lamotrigina 73 LDH vide Dehidrogenas ctica 84 LDL Oxidada.389 .390. PARDINI 21 .89.92 66 Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 312 IRT vide Tripsina neonatal 226 Isoaglutininas 304. Tricofitina. 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 241 LA vide SSB. pesquisa 129 Leptina 269 Leptospirose.

294 Leucócitos vide Piócitos 169 Leucograma 125 LH vide Hormônio Luteinizante 335. SSA/Ro. 67. Subtipagem 243 Linfócitos. anti p g.112.Testes 228 Linfócitos T Ativado 243 Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos.238. 336 Liddle I.283 229 Lipoproteína ( a ) 85 Líquido Ascítico (Rotina) 85 Líquido Pleural (Rotina) 86 Líquido Sinovial (Rotina) 86 Líquor (Rotina) 229 Listeriose Litíase uri ria vide C lculo Renal.77. Triglic rides p g. CA 19/9 p g. 67.68.72 e (urina) p g.348 e Nefrolitíase p g.194. teste de tolerância 372 Mamografia 325 Mangan s 383 Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide 256 Mar Test Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g. 68.195. An lise Físico e Química p g. Pesquisa (Campo Escuro) 268 Leptospirose.123. LDL p g. Eletroforese de Lipoproteínas p g.CA 125 p g.240. SM. anti p g.94 Lipidograma equivale Colesterol HDL p g. Tipagem 198 Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta) 84 Lipase 84 Lípides Totais Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Lipidograma Cl ssico equivale Colesterol Total p g. 68. CEA p g. Fosfolípides p g. anti p g. SSB/La. Total p g. Triglic rides p g. PARDINI .269 Leptospirose.113 . CA 15/3 p g. pesquisa vide Cristais.207. pesquisa (líquido sinovial) p g. RNP.191. PSA p g.280 veja também Teste de PAK p g.240. anticorpos anti Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g.84. Lípides totais p g.239 Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA. II .347 103 Lítio 229 LKM.210. Treponema (Hemoaglutinaç ) p g.239. HCG p g. 94 Lipóides Birrefringentes.194.235. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. 306 Leucina. anti p g. VLDL p g. VDRL p g.134 135 277 MDA vide Malônico Dialdeído 344 Megateste 326 Merc rio 326 Meta Hemoglobina 184 Metanefrina e Normetanefrina 327 Metanol 327 Metiletilcetona ˆ ‘u‰€  ˜ † ˜ ‘u ˜ ˜  “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜† ˜ ˜ ˜   ˜ ˜ “ ˜ ˜˜ ˜ du’u‘ †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ “ ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ 22 Instituto de Patologia Clínica H. Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g. anti p g. Cromatografia quantitativa 255 Leucócitos (esperma) 293. Soro Aglutinaç o Microscópica 304.206. 305.241 230 Lyme IgG/IgM 248 Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 247 Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 115 Macro Prolactina vide Big Prolactina 87 M sio 277 Malônico Dialdeído 350 Maltose.

cultura 92 Na vide Sódio 92 Natriemia vide Sódio (sangue) 92 Natriuria vide Sódio (urina) 170 NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 103 N-Desmetildiazepam 355 Necropsia Nefrolitíase vide p g. pesquisa 143 Microssomal. Monoteste p g.347 veja também Teste de PAK p g. PCR 270 Micológico Direto Micoplasma vide Mycoplasma 87 Microalbumi ria 87 Microprotein ria vide Microalbumi ria 289 Microsporídeos. Paul Bunnel Davidsohn p g. Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 275 Mineralograma 290 Mioglobina. identificaç o em cultura. anticorpos anti 325 Mn vide Mangan s Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g. 306 Metionina.304. pesquisa (liquido sinovial) 230 Monoteste 389 Montenegro. Cultura 270 Mycoplasma. cultura 232 Neutrófilos. 183 Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina 184 Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s 232 N-Telopeptídeo † du’u‘ † † ‘€‡ ‡ ˆ ‘u‰u ‘u‡ “ ˜ ˜ ˜ ‡ uˆ ‰ihuj k uˆuˆ ‰R ‰uˆ ‰R—‘ uˆ ‰R‘u‰  † ™” ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜  ‘u ˜ “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.152 231 M sculo Liso. anticorpos anti 153 Mutaç 2 (G A) da G6PD 154 Mutaç a Alfa 1 Antitripsina 152 Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase 153 Mutaç o Gene da Protrombina 154 Mutaç Gene da MCAD 231 Mycobacterium Tuberculosis.209. anticorpos anti . PCR 232 Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 270 Mycoplasma pneumoniae. anticorpos anti vide TPO 169 Mielograma 292 MIF.ANCA 169 Neutrófilos.312 e Fibroce Cística . 183 Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182.66. estudo gen tico p g. pesquisa 231 Mucoproteínas 197 Mucosa G strica vide C lula Parietal. anti Mucoviscidose equivale Cloreto de Sódio no Suor p g. pesquisa 230 Mitocôndria.348 e C lculo Renal. A lise Físico/Química p g.234 72 Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada. Tripsina neonatal p g. 305.280 271 Neisseria gonorrhoeae.230. Cultura Automatizada 53 Micobact rias. pesquisa 328 Níquel 104 Nitrazepam 170 Nitro Blue Tetrazolium 61 Nitrog io Amoniacal vide Amônia 82 Nonne-Appelt vide Globulina (liquor) 182. intradermoreaç s 290 Mucopolissacaridoses. PARDINI 23 . anticorpos IgA 53 Mycobacterium Tuberculosis. Cromatografia quantitativa 87 MG vide M sio 269 Micobact rias.

210. 17 130 OH Progesterona. PARDINI . Quantitativa 355 Peça C ir rgica Radical Simples 293 Pentose 131 Peptídeo C 232 Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo 285 Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes Perfil do FAN especificar DNA.152. Fungos p g. Citomegalovírus p g.240. Eletroforese de Proteínas p g. JO1.232 NTX vide N-Telopeptídeo 129 OH Pregnenolona.206. TGO p g. anti p g.183.234 Fatores Metabólicos : Homocisteína p g.389.153.219.78.200. cultura p g.141.152  … ‡  l … ˜ ˜ †  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˆ ‡ 24 ˜ ˜ ˜ ˜ ”R•u ˜ ˜ ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘€ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ™” ˜ ˜ ”˜ u–u † ˜ ˜˜ ˆ ˜ ˜  ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H.225 Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g. Dehidrogenas ctica p g.93. Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g. Dehidroepiandrosterona p g.225.73 Perfil Imunógico especificar C3 p g. Hemograma p g. Imunoglobulinas p g. 17 303 OH Progesterona neonatal. Fator anti Nuclear (Hep 2) p g. Fosfatase Alcalina p g. anticorpos anti – ANCA 75 PAP vide Fosfatase cida Prost tica 193 Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 233 Parainfluenza vírus 1.129.291. SCL 70. Dihidrotestosterona p g. anticorpos anti 234 PCR vide Proteína C Reativa. 17 OH Progesterona p g. SSA. Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g. anti p g. RNP. SHBG p g. PPD p g. 17 228 OKT3 vide Linfócitos T Ativado 290 Oograma 247 Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 88 Osmolaridade 130 Osteocalcina 58 Oxalato vide cido Ox lico 104 Oxazepam 105 Oxcarbazepina 291 Oxi rus 77. 11Desoxicortisol p g.142.186.207. SM.118.117. Cultura + Antibiograma p g.Sulfato p g. anti p g.62. 78 P vide Fósforo 148 Painel das Ataxias Painel de Andrógenos especificar Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g.202.208. Imunoglobulinas p g.226. Gama GT p g. Estudo de Determinaç o 234 Paul Bunnel Davidsohn 322 Pb vide Chumbo 234 PCNA. TGP p g.118. anticorpos anti 154 Paternidade.130.243 Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico Perfil Microbiológico especificar Campylobacter. 292 Parasitológico de Fezes 131 Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) 233 Parvovírus B19 IgG e IgM. 17 OH Pregnenolona p g. Parasitológico de Fezes p g. anti p g.235.215 Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g.137 232 P-ANCA vide Neutrófilos.208. Colinesterase p g. anti p g. Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g.93 Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g.93.114. . Gene Protrombina p g.292 Perfil Risco Coro rio Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g. Tipagem Linfócitos p g. anti p g.266. anti p g. anti p g. Histona.207.112. Dehidroepiandrosterona.76. SSB.198. C4 p g.240.166.117.202.68. Estreptoquinase p g.390.240.264. Androstenediona p g.241 Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g. 2 e 3 – pesquisa direta 184 Paraminofenol 291. Helicobacter pylori p g. Testosterona Total p g.

Protoporfirinas p g. pesquisa 294 Porfobilin io 89 Pot ssio 390 PPD 2 UT 132 Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 130 Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130 Pregnenolona.187. 17 OH 295 Pregnosticon 105 Primidona 132 Progesterona 303 Progesterona neonatal. Teste de Solubilidade 149 Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil 150 Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g. pesquisa 175 Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina 173 Prova do Laço 349 Provas de Absorç Carboidratos † ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˆu‰Rdu‰  ˜    ˆu‰R— ˆu‰  €‰ u’ u“ ‘ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰€’u“u‘ ˜ ˜ “u‘ ‰u ˆu‰R—u” Instituto de Patologia Clínica H.161.282. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 295 Proteínas. pesquisa 271 Pneumocystis Carinii. pesquisa e contagem 185 Piridinolina 72 Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada. pesquisa 296 Protoz rios. Uroporfirinas p g. contagem 83 Plasma Refrigerado vide Inspeç o Plasma Refrigerado 170 Plasmodium. Teste de desnaturaç calor p g. Coproporfirinas p g. HBc IgM p g. pesquisa (liquido sinovial) 284 PKU vide Fenilalanina . 294 Piócitos. Big vide Big Prolactina 171 Proteína C 172 Proteína C Ativada. 17 OH 132 Pro-Insulina 133 Prolactina 133 Prolactina Pool vide Prolactina 115 Prolactina. anti vide TPO 282 Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores 267 Pesquisa de Cancro Mole vide H. Porfirinas p g. HAV IgM p g.218 Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g. Vitamina E p g.216. pesquisa Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g.216. Urina-quantitativo: ALA-U p g.PKU.296. anti p g. Isopropanol p g.299. Sangue: Zinco Protoporfirina p g.215.167. Ducreyi. quantitativa (cart ) 170 Plaquetas.294.188 143 Peroxidase. Vitamina C p g. PARDINI 25 .294. pesquisa 296 Protoporfirinas.330 294 Porfirinas. Resist cia 234 Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível 296 Proteína de Bence-Jones 89 Proteína Glicosilada 173 Proteína S 90.316.187.Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g.pesquisa (urina) 307 PKU vide Fenilalanina . HCV.321. 17 OH 130 Progesterona. Porfobili io p g. pesquisa 165 Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S.176 293 Ph (fezes) 88 Ph (urina) 293. 91 Proteínas Totais 91 Proteínas Totais e Fracionadas 91 Proteínas.

anti 271 Rotavírus. 248.167.211. Hemossedimentaç o p g.203.234 346 Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 342. intradermoreaç es vide Schistotest 390 Schistotest 240 SCL 70. anticorpos anti 174 Reticulócitos 187 Retinol vide Vitamina A 174 Retraç o do Co gulo 366 Revis e Lâmina (citologia) 214 Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 252 Ricketsiose vide Weil F lix 136 Risco Fetal – Teste Combinado 136 Risco Fetal – Teste Integrado 137 Risco Fetal – Teste Triplo 175 RNI vide Tempo Atividade Protombina 235 RNP. pesquisa 235.231. 345 Provas funcionais para Hipófise anterior 347 Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 332. 343.224. Fator Reumatóide p g. pesquisa 277 Radicais Livres 377 Raio X 222 Rast vide IgE específico 386 Rastreamento com Sestamibi 385 Rastreamento de Corpo Inteiro 248 Reaç Fixaç o de Complemento para T. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. Antiestreptolisina O p g.190. C4 p g. 236 Ru la 310 Ru la neonatal 237 Sacarose. C3 p g. 376 Ressonância Magn tica 235 Reticulina. teste de tolerância 297 Sangue Oculto 237 Sarampo IgG e IgM 322 Saturnismo vide Chumbo (sangue) 209 Schistossomose vide Esquistossomose 390 Schistossomose. 333.202. anticorpos anti ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ … ˜ ˆ ˜ ˜ ˜ ˆu‰ † ˆu™ ‰R ” —u” ˆ ˆˆ ˆu‰R•u” “u“u‘‘ † uˆ ˆ ‰R—   ˆu‰ “€‘   † mm †† ‰‰ ™ 26 Instituto de Patologia Clínica H. Mucoproteínas p g. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia). 334. Imunocomplexos Circulantes p g. 336 Provas funcionais da Supra Renal 337 Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337 Provas funcionais da Tireóide 135 PSA Livre e Total 134 PSA Total 68 Pseudocolinesterase vide Colinesterase 131 PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) 176 PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial 355 Punç Biópsia 154 Quebras Cromossômicas. 249 Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico).Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g. teste 350 Sacarose.190. 344. anticorpos Anti 240 RO vide SSA. 335. Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç ) 91 Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina 91 Relaç o Lecitina/Esfingomielina 135 Renina 92 Reserva Alcalina 340 Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose 163 Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 375. PARDINI .

336 334 334 343 344 345 386 156 340 255 256 248. Teste de Estímulo do Peptídeo C Swelling vide Hipoosmolaridade Swim Up T. Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g. pesquisa vide Cromossomo Y. Sulfato Superóxido Dismutase Supress o com Dexametasona Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress Captopril Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol) Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Supress o para Prolactina após L -Dopa Supress o Tireoidiana com Cynomel Surdez C ita. PARDINI . Estudo por PCR SSA (Ro). teste de tolerância Sucrose. diagnóstico molecula r Sustacal.64 Sífilis neonatal Sífilis Síndrome de Gilbert. anticorpos Anti SSB (La). pesquisa para Síndrome de Turner Síndrome de Willians.SDHEA vide Dehidroepiandrosterona. anticorpos Anti Streptococcus A (Imunoteste R ido) Subclasses de IgG Subfracionamento das Fraç es do Colesterol Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) Subtipagem de Linfócitos Sucrose.246. diagnóstic tico Síndrome de Turner. anticorpos anti SOD vide Superoxido Dismutase Sódio Somatomedina C vide IGF 1 SRY. Sulfato Sedimentoscopia S rie Branca vide Leucograma S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma S rie Vermelha vide Eritrograma Seromucóide vide Mucoproteínas Serotonina Sexo G tico SHBG Siderofilina equivale Transferrina p g. teste de tolerância vide Sacarose. 239 155 150 155 389 240 276 92 126 155 240 241 272 241 93 242 282 242 350 237 174 117 276 335. teste Sudan Black B Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona. 249 138 138 138 139 139 138 140 311 140 161 27 ˆu‰R•  ™ t – ˆˆ ˆˆ ˆˆu‰R—u‰ ˆ ˆ ˆ ‰€‘u’u“u‘ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. teste vide Sacarose. diagnóstico molecular SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase SM. Cruzi vide Trypanosoma cruzi T3 Captaç o vide T3 Retenç o T3 Livre T3 Retenç o T3 Reverso T3 Total T3 Uptake vide T3 Retenç o T4 Livre T4 neonatal T4 Total Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina †† † † u” ‘ † ˜ ‰(’€”u‘ † ˆ ˜ 117 297 169 166 162 231 186 155 137 310 238.

Teste Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S. pesquisa Tocoferol vide Vitamina E Tolerância a Glicose Tolerância a Glicose Endovenosa Tolerância a Glicose pós -prandial Tolerância r ida a Insulina . anticorpos anti Tireograma Tiroidianos. Teste de Solubilidade Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose. 306 298 188 337 341 82 339 373.Sobrecarga oral com C lcio Teste de Paternidade Teste de Penetraç "In Vitro" Teste de Perclorato Teste de Restriç o Hídrica Teste de Simms Hühner Teste de Sobrecarga oral com C lcio . teste de tolerância Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose. 245 312 143 28 Instituto de Patologia Clínica H. 305. PARDINI . 176 176 106 351 165 154 348 154 257 386 338 257 348 165 66 349 350 350 176 257 333 385 336 389 389.235. Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g. VDRL p g.KITT Tomografia Computadorizada TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g.143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g. PPD intradermoreaç s Testosterona Testosterona Livre TG vide Tireoglobulina TGO vide Transaminase Oxalac tica TGP vide Transaminase Pir vica Tiocianato Tipagem de Linfócitos Tireoglobulina Tireoglobulina. Citomegalovírus IgG/IgM p g. Teste de Solubilidade Teste de DNA para Paternidade Teste de PAK . 374 m†‰ u –  ˜  “u‘ ˜ ˜ ˜ ˜ 243 244. anticorpos anti Toxoplasmose Toxoplasmose neonatal TPO ˆ  ˆ  ˆ ˆu‰  ˆ   ˆ ™  ™ ™” ‡ † ˜  ˜ 175 141 175 175 386 175. teste de tolerância Teste Desnaturaç o ao Calor Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori.236.PAK Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos.244.245.219.TAP vide Tempo Atividade Protrombina TBG Tempo Atividade Protrombina Tempo de Coagulaç o Tempo de Esvaziamento G strico Tempo de Sangria Tempo de Tromboplastina Parcial Teofilina Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria. Cromatografia quantitativa Tirosina. anticorpos anti equivale TPO p g. Teste Respiratório Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es . Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g.142 Tirosina. 390 141 142 143 93 93 328 243 143 142 386 304. teste de tolerância Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose.200.239 Toxocara.

144 TRAb 93 Transaminase Oxalac tica 93 Transaminase Pir vica 246 Transferrina 249 Transglutaminase Tecidual IgA. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. Cultura 94 Ur ia 95 Ur ia. Cromatografia quantitativa 97 Valproato de Sódio vide cido Valpróico 250 Varicella zoster IgG e IgM. Parasitológico de Fezes p g. 249 Trypanosoma cruzi 248 Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia) 311 TSH neonatal 144 TSH Ultrasensível 249 tTG .Cocaína .292 . Cromatografia quantitativa vide Amino cidos. 337. PARDINI 29 . Hemograma p g. pesquisa 106 Tricíclicos. 59 Uratos vide cido Úrico 273 Ureaplasma.234.190.390. 305. anticorpos anti 239 VDRL (quantitativo) vide Sífilis 274 Vibrio cholerae. Estudo Ge tico 247 Troponina I 248. PPD p g. cultura 107 Vigabatrina 209 Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 250 Vírus Respiratórios – pesquisa direta 251 Vírus Sincicial – pesquisa direta ‡ † ˆu‰  † ™” ™ ‘€‰u ‘ † “u‘ †† …   ‘u‰u’u“ ˜ ‡ … †… ˜ …  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. intradermoreaç s 94 Triglic rides 298 Tripsina Fecal 312 Tripsina neonatal 313 Triptofano. 306 Valina.291. VDRL p g. 245. pesquisa Uveite (rotina) equivale AEO p g.244.Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 82. 247 Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas . 239 Treponema vide Sífilis 310 Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 272 Treponema. pesquisa (Campo Escuro) 246.Maconha .Opi ceos) 272 Trichomonas. Anti-Depressivos 329 Triclorocompostos Totais e Fraç es 390 Tricofitina. Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 371. cultura 272 Trichomonas. Toxoplasmose p g. Clearence 94 Uremia vide Ur ia 58 Uricemia vide cido Úrico (sangue) 58. Ami cido quantitativo 152 Trombofilias. 372 Ultra Sonografia 58. anticorpos anti vide tTG 285 Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 156 Translocaç B CR-ABL 238.239 274 Vacina Autógena 391 Vacinas 304.166. 59 Uricos ria vide cido Úrico (urina) 298 Urina Rotina 298 Uroan lise vide Urina rotina 299 Urobili nio 366 Urocitograma 299 Uroporfirinas. 341 TTG vide Tolerância a Gli cose 176 TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 273 Tuberculost ticos.

Síndrome Yersinia Enterocolítica. PARDINI . 330 330 30 Instituto de Patologia Clínica H.Vitamina A Vitamina B12 Vitamina C Vitamina D3 Vitamina E VLDL. Colesterol VMA vide cido Vanil M lico Waaler Rose Weil Felix Widal (reaç ) Willians. cultura Zinco Zinco Protoporfirina … ˆn‰ du‘u— † 187 145 187 188 188 68 180 251 252 252 155 274 329.

participação em congressos e cursos. Utilização.oipr xq sut¨ etwvzyG{ut¨te ¨t VISÃO “Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos. Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica. Manter a privacidade da identidade do cliente. por profissionais qualificados. Desenvolver um ambiente propício à evolução profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à comunidade. PARDINI 31 . Carlos Olney Soares R.D. capacitação dos profissionais. garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação internacional específica para esse segmento. Condições de ergonomia e saúde do trabalhador. remuneração sem atraso. tendo como principal objetivo atender e superar as expectativas do cliente. aprendizado e aperfeiçoamento contínuos. harmonia e valorização dos nossos colaboradores. e Imagem. de metodologia de qualidade científica comprovada e controlada. oferecendo aos nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica. eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável. confiabilidade dos laudos.” VALORES ALTOS PADRÕES ÉTICOS CONFIABILIDADE DOS LAUDOS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e respeito ao indivíduo. treinamentos internos. Atendimento rápido. Genética Humana. com: qualidade no atendimento. ISO 9001/2000 Diretor EDUCAÇÃO CONTINUADA QUALIDADE NO ATENDIMENTO RESPEITO AO CLIENTE MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES Instituto de Patologia Clínica H. difundir para toda a empresa e fornecedores a noção de valor superior do cliente externo.” MISSÃO “Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em tecnologia quanto em procedimentos. Anatomia Patológica. promoção de um ambiente de bem estar. Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório clínico. Dr. investimentos em benefícios. tecnologia de ponta no processo.

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|¢}~h¨€pA„|c‚ ©ƒ0~¤|c… C. PCR. Š Š ‹hŒŽ Œ  ¦‘p’ N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR. CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA. PCR PARA HIV veja HIV.M. JEJUM DESEJ VEL. †‰ JEJUM OBRIGATÓRIO. EXEMPLOS: IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE. JO IBMP JD † † † CONFORME ORIENTA ‡4ˆ O MÉDICA. PARDINI 33 .O. NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO. ”” “ ” • • Instituto de Patologia Clínica H.

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hermespardini. Contamos.Para atendimento domiciliar (Belo Horizonte e regi o).6464 LABORATÓRIOS .7898990 Para atendimento à laboratórios conveniados. CART O CLIENTE Oferecemos o Cart Cliente que facilita o atendimento agilizando a identificaç localizaç e exames an teriores.com. Essa conta com mais de 100 linhas.–2 U—2 ˜¤ ˜x r— 2˜ ˜© ™¤ š¤›œ4žh—Ÿ˜ CALL CENTER A nova central de atendimento do Laboratório Hermes Pardini.ATENDIMENTO AUTOM TICO (0xx31) 3228.998686 . foi criada para concen trar os serviços de comunicaç o telefônica internos e externos. ¤ ¥   ¦  $§«ª $  §  $§©¨ facilitando a ATENDIMENTO A DOMICÍLIO Realizamos coleta de material ou entrega de resultado em domicílio em Belo Horizonte e regi . correio.1800 0300.  $§ Instituto de Patologia Clínica H. tamb m com uma central PABX de alto nível tecnoló gico com linhas de transmiss o por fibra ótica que garantem a qualidade na comunicaç o.br RESULTADO DE EXAMES Disponibilizamos os resultados via fax. DOMIC LIO 0800. PARDINI 35 . internet ou motoboy de acordo com o seu caso. HOME PAGE www. O Call Center do Laboratório Hermes Pardini coloca à disposiç o os seguintes serviços: £       ¡ ¢   MATRIZ (0xx31) 3228. bidirecionais e digitais que permitem atender a todo tr fego de ligaç es recebidas ou executadas.6200 UNIDADES (0xx31) 3228.

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31 Belo Horizonte – MG UNIDADE BELVEDERE Av. 597 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE JARDIM Av. Sinfrônio Brochado. Luíz Paulo Franco. 2904 – 7 o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE BARREIRO Av.6464 Instituto de Patologia Clínica H.6200 UNIDADES: (0xx31) 3228. Gal. 867 Belo Horizonte – MG UNIDADE ELDORADO I Av. 45 Belo Horizonte – MG † REGI O MÉDICA Av. 629 Belo Horizonte – MG UNIDADE MANGABEIRAS Av. David Sarnoff. 66 Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO I Rua S Paulo. 893 – 2o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO II Rua Tupis. Contorno. 626 – loja 5 Contagem – MG UNIDADE PAMPULHA Av. 901 Rua Maçon Ribeiro. Prudente de Morais. 57 Contagem – MG UNIDADE ELDORADO II Rua Norberto Mayer. Cristiano Machado. Bernardo Monteiro.¬Ÿ 0­¯®±°³²´°hµu b¶ °hµ ²c·©µ ¤­0 Ÿ°¦®±¸ µ¤ ­ ¦·r x¹ MATRIZ – FUNCIONÁRIOS Rua Aimor s. 115 Belo Horizonte – MG UNIDADE LIFE CENTER Av. 1808 Belo Horizonte – MG UNIDADE VENDA NOVA Av. 7781 Belo Horizonte – MG UNIDADE BARROCA Av. PARDINI 37 . 127 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE NOVA Av. 4747 2o e 3o andar Belo Horizonte – MG EM BREVE: UNIDADE IPIRANGA UNIDADE PEDRO II º ˆ€‰ »— MATRIZ: (0xx31) 228. 842 Belo Horizonte – MG UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO Rua Par e Minas. Amazonas. 343 – 3o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO III Rua Carijós. Vilarinho. Bandeirantes. Antônio Carlos.

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fosfato. duas a quatro horas após o consumo. pot ssio. leucócitos e hem cias no sangue perif rico. para que se evite contaminaç . transferrina. tubos sem aditivos devem ser utilizados primeiro. O uso contínuo de etanol eleva HDL. c id rico.¼½¿¾ÁÀÃÂÅÄÇÆ¿ÀÃȝÉʾRË Ì Í¿ÎÇÍ¿ÏGÐtÑÓÒÃÔÕÍ×ÖÙØ O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç laboratoriais. cortisol e CEA. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas. Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado. epinefrina. c lcio. a part ir do momento da coleta at sua execuç . Se o sor ser analisado no momento. Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at momento em que ser lisada. Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina. ferro e colesterol aumentam em torno de 5%. A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros. Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato. Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto. haptoglobina. ALT. amônia. Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç amostra e a correta determinaç o do analito. Da mesma forma. renina. Hemólise significativa causa aumento na atividade plasm tica da aldolase. aldolase. ur ia. de acordo com o especificado em cada exame. fósforo. Após 3 minutos de garroteamento: proteínas totais. TGO. ferro e sódio. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora Angiotensina (ECA). mas mesmo dentro deste pequeno tempo. pode variar de minutos at dias. triglicerídeos. m sio e fosfato. albumina. triglic rides. ci rico. fosfatase alcalina. creatinoquinase. aldosterona. O ato de abrir e fechar a m ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio. proteína total. lactato. colesterol. deve se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç . devendo -se atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. ALT e ferro. As amostras devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç aerolizaç . ALT. fosfatase alcalina. fosfatas cida. amônia e c lcio ionizado. devendo-se consultar cada exame. catecolaminas e contagem de leucócitos. Os anticoagulantes s o diferenciados pela cor da tampa do tubo: Rolhas Anticoagulante Roxa EDTA Amarela Gel separador com ativador de c gulo Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante Verde Heparina sódica Cinza Fluoreto de sódio + EDTA Azul Citrato de Sódio Ú ˆu‰Rd(ˆ€”‰Ü—€” † ™ ” ˆu‰Û—u”  †  ˆu‰  ˆu‰Ý—u” du–€“uÞ ˆ u ‰ R ”  ˆ u ‰ ”Ր † ™ ” Ê ‰‡ ”Ó‘uˆu‰  † —u‰«‡ †  “u† ‘ † † ˆu‰ dos resultados de exames  ˆ  ˆ du‘u’uހ” † ˆu‰R” † ˆu‰Û‘udà߀‰   ˆ€‰ ‰á—ud “  ˆud⠇u‘ ˆ ˆ ˆu‰ ‰u   ™ Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames. Nas amostras uri rias. desde que estas estejam bem conservadas. GGT. o etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. A meia -vida das drogas e o hor rio de sua administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. AST. havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio. dehidrogenase l ctica e nas dosagens de pot ssio. especialmente com a bilirrubina. ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. PARDINI 39 . principalmente em amostras de 12 ou 24 horas.  du’€‘ †  ã€ä Ûdu‘ud ‰Á‘uˆu‰Á–€‰u—u” ˆ †d ˆ uˆ ‰ ˆ€‰Á” ˆ † ˆu‰ †  ˆ€‰ €– ‘€ †‰ Instituto de Patologia Clínica H. ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total. na exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç . A curto prazo. fosfatase alcalina e fósforo. VCM. creatinina. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de albumina. Descremos sumariamente algumas vari veis: Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea. hemoglobina e hematócrito. Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o. A cafeína pode promover glicólise. AST. pode haver interfer cia em muitos analitos. catecolaminas . V rios analitos t m concentraç es no plasma e no soro diferentes. Postura: quando o s retirado na posiç reta. a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta.

PARDINI .40 Instituto de Patologia Clínica H.

Limitaç es: N o pode ser realizada na conjuntiva. Raspado Uretral (homem/mulher). at dias da coleta entre 2o e 8o C. HLA-B37 e HLAB39 e interpretaç jetiva ). uveíte anterior.Urina. pesquisa PCR Coment rios: Os antígenos HLA s rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. Conservaç o para envio: . Este antíg m marcador da doença. podendo evoluir.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato (homem/mulher). Ú ‰– ˆ uˆ Á ˆu‰R‰um  ˆu‰Ó—ud嗀‰u”u‘ ”u‘u‰¿‘uˆu‰ † Þ  ˆ ãuä æˆ ˆu‰ ×– † —u“€‘ †iç ä Ú † ˆu‰ ˆu‰ Chlamydia trachomatis. Laboratórios: Colher em tubo est ril. peri-hepatite. e alguns destes antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças.Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada. . A associaç o mais freqüente a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. ao inv s do raspado uretral. esterilidade t ria). Conservaç o para envio: At dias entre 2o a 25o C. Aumento na inci cia do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter. respons vel igualmente por conjuntivites e pneumonia no rec m-nascido.tracomatis respons vel por infecç es sexualmente transmissíveis (uretrites e cervicites). Uma de suas principais vantagens possibilidade de ser realizada em amostra de urina. Método: PCR . A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças.Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta. desenvolvendo -se na c lula hospedeira e formando inclus s citoplasm ticas. colher em frasco est ril. ãuä æˆ ˆ™ ” †  † ‰«‘uˆu‰  ހmu  † †‡ ˆu‰ u– ™” †d †™ ™” “ † ‘uˆu‰RÞ ‘uˆu‰RÞ ˆ ä† éˆ †Áè † ‘u”  † Instituto de Patologia Clínica H. A PCR til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia trachomatis. PARDINI 41 .Antígeno HLA-B-27. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta. reto ou esperma. salpingite. Para amostra de Urina. Laboratórios: Para amostras de raspado uretral e endocervical cess rio kit especial com swab apropriado e meio de transporte. . Endocervical (mulher). Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30% dos homens. uma vez que est resente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. . Método: PCR . N colher em heparina. at 10 dias da coleta em temperatura ambiente. para infecç s profundas (epididimite. N congelar. O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. pesquisa PCR Coment rios: As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Sangue total (ACD/EDTA).Swab. artrite reativa e artrite psori tica. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7.Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta. quand tratadas. A C. .

em um ica reaç . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) . pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose infecciosa. PARDINI . GONORRHOAE . N. É uma t cnica mais simples. Limit o: Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente. genitalium e U. sangue total. . É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. urina e outros fluidos corpóreos como o s men. Ú †d ‰uÞì‘uˆ † ˆ ˆu‰í—€‰ † ˆ u‘ ˆuu’ ‰î u“ ‘ —u‰ ˆu‰ ™ ” ˆ ’uˆu‰ ñ ˆu‰Ó” ˆ ”Ç—€Ç” ˆu‰ ò óuô õuóuô † ˆu‰ (— ˆ€‰ö”u‘ ‘uˆu‘u‰Ó —udR”™ ”‘uˆuå‰Rd — ˆu‰R—u‰ ø ™ † d€‡u—u”  ‡ ˆ † €d u— uë Þ ™ ” † † ˆu‰â—u”âê ’€ˆ ™” ˆu‰ “ ™ ” ™ duÞu—u † ˆu‰âdu’uÞu—ud`”â– ˆ€‰à—u”Ûïu“ð ˆu‰ ˆu‰ † ˆu‰÷—u” † ì d Doenças sexualmente transmissíveis . -N rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta. GENITALIUM – M. gonorrhoea. hominis. A sensibilidade e especificidade s % e 100%. AIDS). M. dù‡€‘ ˆu‰ ñ u– óuô ò ‘uˆ€‰ † † —u‰«† ‘u‰uˆu—€‰ ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰Û”u‘ † ˆu‰Rû †Rü ô d€‘uúuˆ † 42 Instituto de Patologia Clínica H. líquido amniótico. pertence à família dos herpesvírus. urealyticum. o CMV em geral ssintim tico.Citomegalovírus (pesquisa do DNA) . HOMINIS Coment rios: A multiplex PCR capaz de detectar. outros fluidos orgânicos. Em adultos s veis.S realizadas duas PCRs. líquor. É encontrado na saliva. dado ao seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais.Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. respectivamente. PCR C. plasma.Infecç rec m -nascido: a detecç CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras semanas de vida define a infecç o co ita. A PCR pode ser realizada no líquido amniótico. e às vezes. .Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de biópsia de les s ou órg os suspeitos. TRACHOMATIS – N. Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra. M todo: Multiplex PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL). sendo que a segunda reaç o s m uma regi interna à primeira. As DST est tre as 5 principais causas de procura por serviços de s (OMS -1990) e quan tratadas podem levar a doenças inflamatória s da pelve. A PCR til nas seguintes situaç s: . sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral. . Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina. A importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto. Manifestaç s graves podem ocorrer quando o CMV irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo. secreç es vaginais. UREALYTICUM – M. a maioria das bact rias associadas às infecç es do trato genital: C. trachomatis. É um m t invasivo por utilizar amostra de urina de 1 o jato.U.PCR qualitativa Coment rios: O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA. A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal) st ssociado à presença de doença. r ida e sensível que os m todos convencionais. ai isponível em nosso laboratório. M.Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç retende -se afastar o a possibilidade de infecç o intra -uterina. aumentando a sensibilidade desse procedimento. Conservaç o para envio: At dias da coleta entre 2o e 8o C. Laboratórios: Colher em frasco est ril. infertilidade e gravidez ectópica. material de biópsia.

Dengue – PCR qualitativa e tipagem

Coment rios: A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent dengue 2 ou 3. A confirmaç iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç e iniciadores (“primers”) específicos. M todo: Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conserva o para envio: At ras entre 2o e 8o C. Limit o: Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

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Gene CCR-5, pesquisa da del ¢¤£¦¥ o Coment § rios:

A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç lo HIV -1 por cepas macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Aus cia de deleç o no gene CCR -5 Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.

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Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios: A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de 10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A pesquisa de DNA do HBV no sor marcador mais sensível na avaliaç infectividade e replicaç viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç or cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Condi o: 1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nota: A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

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HBV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Útil para avaliaç rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores crônicos do HBV. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Indicado para avaliaç o do paciente que est respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o: - Mutaç M: a substituiç mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç 8 na proteína da DNA polimerase leva a reduç vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. - Mutaç regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552): . Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç , leva a uma reduç de 150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina. . Mutaç o M552I: a substituiç metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç st relacionada com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç cerca de 10.000 vezes da sensibilidade. M todo: Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç m cadeia da polimerase (PCR) e lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas. Condi o: 2,0 mL de Soro em tubo est ril. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). 

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Hepatite C
HCV, GENOTIPAGEM
Coment rios: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili tica, o que leva à uma grande heterogeneidade em suas s cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b, 1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo. M todo: Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest com Enzimas de Restriç o (RFLP) Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Conservaç o para envio: Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUALITATIVO

Coment rios: O HCV o principal agente das hepatites -A -B. É um vírus RNA pertencente à família Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para: - confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo; - fazer o diagnóstico da infecç lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que podem permanecer soronegativos; e - detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o. A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log. M todo: Transcriç Reversa e Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente mero de cópias do RN A do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o próximos a o limite de detecç teste. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem Coment  rios:

Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes. Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç rolongada no paciente imunocomprometido. Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç lo HSV, o diagnóstico precoc e extrema importância. O uso da PCR cess rio nos c asos de: - Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a especificidade de 99%. A PCR tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu diagnóstico. - Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com meningites recorrentes. - Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo). - Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR). Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus) Condi o: 0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab das vesículas Condiç es de envio: Líquor e Swab - refrigerar overnight. Tecidos - enviar em gelo seco. Valor de Refer ncia: Negativo. Limit o: Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

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HIV
HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios: O HIVum vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores, especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da Imunodefici cia Adquirida (AIDS). A PCR qualitativa do HIVtil para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es sabidamente infectadas pelo HIV-1. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente. Laboratórios: Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2o e 25o C. N congelar.  

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HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL

Coment rios: A realizaç ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50 cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV 1/mL. Condi o: 1,5 de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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HIV PCR - QUANTITATIVO

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Coment rios: A quantificaç carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: - Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.
Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr Carga viral AIDS após 5 (cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç > 36000 62% 13000 – 36000 49% 4000 – 13000 26% 4000 8% 

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- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000): paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000 (PCR) cópias /ml. - Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se: .N eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento. . N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses. . Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais. . Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%). . Deterioraç clínica. OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do que 0,5 log10 (~3 vezes) s consideradas significativas do ponto vista clínico. 2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo. O valor mínimo quantific vel 400 cópias de RNA viral/mL de plasma. Condi o: 1,0 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV QUANTITATIVO - NASBA

Coment rios: O NASBA teste aprovado pelo Minist rio da S utilizado na r lica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de detectar at cópias de RNA do HIV -1/mL. M todo: NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 5,0 de Plasma (EDTA/ACD). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente 2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua...

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HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste est indicado para: - determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual. - avaliar o padr vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV. - avaliar o padr resist cia na mulher gr vida. Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais, ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a. M todo: Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e seqüenciament tico. Valor de Refer ncia: N o foi detectada a presença de resist ncia Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30 dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL. Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na requisiç o. Conservaç o para envio: At ras à - 40C. Enviar em gelo seco. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes genotípicos quanto os fenotípicos s uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç terapia leva a proliferaç tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade. 

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1 cópia de vírus por c lula. Para os casos de coleta c rvico-vaginal. is.Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50. 45. preferentemente nas reas consideradas suspeitas. indicam peque mero de cópias virais por c lula. Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da caixa. ñ † † ˆu‰«–€” ˆu‰â— ™ “ ˆ † ˆ€‰ ˆ ñ † ˆ†  ˆu‰÷‘u‰ ˆ B † ˆu‰ý— †  ‘uˆu‰ ˆ€‰Á–u” “u‘  ”€‡u—u‰ –u“u‘ † ˆ€‰öëu”  uˆ ‰  † ’u“€‘ ˆ ™” † †  –u“ ô  “ ˆu‰Û—u‰ † ˆu‰ ’€“ ˆ ‘€‰«‘u‡ ™” ˆu‰ “ ˆ †ÿ † Instituto de Patologia Clínica H. 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1. solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a paciente n deve estar menstruada. 33. confirmar a presença de infecç o ativa com nova coleta após intervalo de tr s me ses. a crit rio clínico. no exame colposcópico. 58. pesquisa do(s) tipo(s) específico (s). . cavidade oral). esta deve ser realizada em primeiro lugar. Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da aplicaç o do cido a c tico e iodo. efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi se quer estudar (colo uterino. sugere-se. 11. Captura Híbrida Coment  rios: Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç lo HPV. Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. após entre . Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para os vírus do grupo A (6. Nesses casos. quebrar a haste. vulva. tecnologia Digene Coleta: O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório. . raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova. inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material. 51. a crit rio clínico. PARDINI 51 . a presença de sangu e ( menstrual) ou cont vaginal supostamente infectado n traz qualquer alteraç resultado. Instruç es: N o recomend vel efetuar exame digital (toque). 35. colposcopia ou assepsia pr via. 18. equivalente a 0. 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16. vagina.5 a . só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias.Para aferir a efic cia do tratamento. Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV. Nota: . Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e 8o C por 1 noite. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da tera tica.25o C. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte.Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar.Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados. essa deve ser umedecida com soro fisiológico. 31. 56.HPV.A Captura Híbrida cont m sondas icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco nicos. 42. a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da anatomia patológica. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. Laboratórios e m dicos: Solicitar kit especial para coleta do material. evitar contaminar a escova. podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea. . necess ria a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç o local anatômico de onde deve ser colhida a amostra. Na coleta de material da pele. M todo: T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais. 39. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at semanas em temperatura ambiente. 52. . .Em virtude da biologia viral. regi rineal e perianal. antes de qualquer tratamento. Para isso.

44. glande. 42. 59. 68. . 67. 39.É recom vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta. pr cio. vulva. uterino. 53.Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP) Condi o: Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino. existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV). 43. H forte evi cia de que o HPV desempenha um papel na carcino se da genit lia externa. 18 MM4. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo risco. CP8304 e CPLVL1 Baixo Risco 6. conforme seu potencial onc ico (ver tabela). CP6108. bolsa escrotal. raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de coleta.Tipagem Coment  rios: O HPV  m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica.Evitar contaminar a escova de coleta. perianal. 54.Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç cido ac tico e iodo. . Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. Alto Risco 16. MM9. 56.Solicitar kit especial para coleta do material. . regi o perianal. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica. Em mais de 90% dos casos de câncer cervical.Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar.25o C. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. Coleta . em temperatura ambiente. dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero. PCR . Existem mais de 70 genótipos do HPV. †ˆ †  ˆ€‰ù’€” ˆ u ‰ å — ‰€’u“u‘ ˆ m† ” † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰ †— “ † “  ”€ˆ –u‡ ’u“u‘u”   u’ ˆ€‰ —€“u‘ « ‰ €— « ”‡  ™” ñ óuô ™ “ ˆu‰ † u” €‘ u—  u‘ —u ‘u“ ˆu‰ ˆ ˆu‰ uˆ « ‰ u— « ‰ † ˆ †  ˆu‰  ô  ™”  ˆu‰ † 52 Instituto de Patologia Clínica H. . M todo: PCR . 57. cavidade oral. MM7.N realizar a coleta durante o período menstrual. 11 26. biópsia de colo. quebrar a haste. PARDINI . 35. 33. preferencialmente nas reas consideradas suspeitas. Na coleta de material da pele. 55. p nis. colposcopia ou assepsia pr via. no exame colposcópico. 73. anal. após entre . Identifica tam m a presença de infecç s mistas (por mais de um tipo diferente). . essa deve ser umedecida com soro fisiológico. CP8061. 34.Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material. 58. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite. e MM8 Nota: Sensibilidade do teste e 15 cópias do genoma do HPV. Tipo do HPV Risco Associaç freqüente Associaç menos freqüente 31. e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia humana.O material dever ser enviado o mais r pido possível. 70. vagina.5o a .HPV. 66. Para aferir a efic cia do tratamento. 51. 40. . Cuidados -N recome vel efetuar exame digital (toque). . das neoplasias intraepiteliais vulvares. 45. 52. esta deve ser realizada em primeiro lugar. 62. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas.

etc.: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo).). ou inibiç replicaç o. M. uma característica do m todo. M todo: PCR . Obs. PCR pesquisa Coment  rios: A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d lica em todo mundo. contato sexual e seringas contaminadas (usu rios de drogas). Sua transmiss corre atrav s de transfus e sangue. N congelar. Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da t cnica Western blot ou do PCR.Refrigerar e enviar o mais r ido possível. Conservaç o para envio: At meses entre 2o a 8o C. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou 10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9).Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). permitindo o diagnóstico e tratamento precoce. gordonae. Detecta diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas. u– —€‰ † ” † du‡ ”í–€‡um † ˆ ëu” † ô †HG u– † ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰î—u” ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos tuberculost ticos. para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I. (falso negativo). auxiliando no controle de disseminaç o da doença. M. M. PARDINI 53 . avium. PCR Coment  rios: O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA). kansasii. N congelar. tuberculosis.1a urina da m (após assepsia) . .Líquido Pleural Secreç o orofaringe. A transmiss rinatal ainda n foi comprovada. O diagnóstico r i ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. O PCR est indicado tam m. no m ximo 72 horas após a coleta. sensível e r ida. Conservaç o para envio: Entre 2 o a 25o C.Lavado brônquico alveolar . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 5. Enviar em frasco est ril. fortuitum.HTLV-I. M. ncontrado em alta fre cia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. ajudando a guiar decis s ter ticas. M. Laboratórios: Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o). de qualquer material clínico (M. intracellulare. com uma desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao HTLV-I (MAH). As amostras devem ser processadas em at . identifi D¦E £¤¥ o em cultura Coment  rios: O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio de cultura. Trata-se de t cnica específica. detectados atrav s do Elisa. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. A presença de anticorpos anti-HTLV-I. † ñ †  óuô òˆ † – €  ˆu‰ý‰ † ˆu‰«–€” ˆ u ‰ ý — ˆ u ‰ ë!u“u‘ † †”   m† † † ô ˆu‰ †  Micobact C rias. ñ uˆ ‰R”  ò óuô †©F ô ñ uˆ ‰R” óuô ˆ u– ˆu‰   –† ™ ” duˆ€–u‰“ —u‰¿–ud ˆ€‰ † €” ‘uˆ€‰  ˆu‰ Mycobacterium Tuberculosis.0 mL de Escarro .

54 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

à crit rio m ico. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL .0 mg/24h por ano de idade .3 a 1.At 4 anos: questionar volume > 500 mL . SDHEA. administraç ACTH e corticóides. tumores hipofis rios. . VOLUME URIN RIO. M todo: Drekter Valor de Refer ncia: Homem 10 a 20 mg/24h Mulher 5 a 15 mg/24h Crianças . androstenediol.Ingest o normal de líquidos. doença de Cushing. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. tendo o restante origem testicular no homem.0 mg/m2 superfície corporal .17 Cetosteróides Neutros Totais I Coment  rios: S o derivados dos andrógenos. ˆ ñ “ ˆ ‘uˆ ™ P R R òQ Q † †— ˆ   ˆu‰R—u”  17 KS ˆu‰ì” “ óuô ˆ †@ S ™” † †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. mas o da testosterona. Em mulheres. tumores da suprarenal.ambos os sexos (< 1 ano): 1.0 mg/24h por ano de idade Condi o: Urina de 24h.feminino (1 a 10 anos): 0. androstenediona. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. Pode ser realizado após supress o com dexametasona. síndrome dos ov rios policísticos. androsterona. tumores de testículo.masculino (1 a 13 anos): 0. Valores elevados s ncontrados na hiperplasia adrenal cong nita. PARDINI 55 .Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL . deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente: . sendo os catabólitos urin rios do DHEA.3 a 1. se originam principalmente na adrenal.

deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente: . Pode ser realizado após supress com dexametasona. Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona. VOLUME URIN RIO.0 mg/m2 superfície corporal . M todo: Norymberski Valor de Refer ncia: Adultos 9 a 24 mg/24h Crianças .0 mg/24 horas por ano de idade . ñ ˆu‰ ˆ  ò óu† ô  †Rþ ô ˆ    56 Instituto de Patologia Clínica H. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.17 Hidroxi Esteróides Cetog T nicos U Coment  rios: Fornece uma estimativa do produç o do cortisol. insufici cia renal e tica podem acarretar concentraç s urin rias baixas. colestase intra -hep tica e cirrose biliar. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. .Ingest o normal de líquidos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os metabólitos do cortisol. ñ ˆu‰ ˆ V V òW ™”  † †— ˆ u‘  ‘u “ u ‘ 17 OH ¡ u” u–  óuô ˆ †@ ˆuY ‰ † † X ™” †Rþ ô  5-Nucleotidase Coment  rios: É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares.feminino (1 a 10 anos): 0. Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1. Aumentos discretos ou níveis normais s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas.05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL . Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no hipertireoidismo. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo).9 tem sensibilidade de 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica. .0 mg/24 horas por ano de idade Condi o: Urina 24h. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. Hipotireoidismo.At 4 anos: questionar volume > 500 mL .ambos os sexos (< 1 ano): 1.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL .5 a 2.masculino (1 a 13 anos): 0. à crit rio m ico. Encontra -se elevada (4 a 6 vezes) na obstruç o biliar. jejum prolongado. Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes. fenobarbital e fenitoína.5 a 2.Este teste n feito sozinho veja tamb m 17 KS. .8 mL de Soro. clordiazepóxido. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. PARDINI . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.

Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 h p .  ’€ “u‘  ò ò † ñ  “€‘ ‡  ” € – u  ˆ€‰ “ ˆ ”   ˆu‰© ˆ u ‰ ‰ —u”ý óuô ô † † ˆu‰â‘ud ¡ ‰ u– Instituto de Patologia Clínica H. A elevaç o pH uri rio. informar volume total. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia .8 a 18. 2 gotas para cada 2. onde níveis normais s sualmente encontrados.: mmoL/24 X 208 = mg/24h Condi o: Urina 24h. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria. no choque. Caso tenha feito algum exercício físico. Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite bacteriana. barbit ricos). 353 Conservaç o de en vio: At dias com conservante. repouso de 30 minutos. após exercícios físicos. aumenta a solubilizaç ci rico. hiperuricos ria. PARDINI 57 . sendo o principal metabólito do glico io em anaerobiose. insufici cia renal. dosagem  ñ a a óuô  ò † b ˆ   ‡ ‡ ‡  ˆ€‰à—u” b ˆ ‡ —€‰Á —u‰»‡ €ˆ ì ‰— ˆ u ‰   ” † ‰um ‘u ‡  ‡ ˆu‰ ˆ cido L c tico Coment  rios: ` †Rþ ô u’ O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos. hiperoxal ria ou dist rbios intestinais.96 mmoL/24h ou 200 mg/24h Adultos > 1. Refrigerar (facultativo). Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. Dessorar rapidamente.7 a 22. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança at 10 anos > 0. das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs. h tica. leva a um aumento na reabsorç tubular renal de c lcio. promovendo hipocalci ria. O citrato reduz a taxa de formaç o de novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes.8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto. intoxicaç o por etanol. que acompanha a administraç citrato. Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C.53 mmoL/24h ou 320 mg/24h Obs. uso de medicamentos (biguanidas. . O citrato tem importância marcante na calculose urin ria recidivante.9 mg/dL Condi o: 0.0 mg/dL Valor de Refer ncia . Instruç es: Cliente deve estar em repouso. salicilatos. glicogenoses cong nitas. anomalias do metabolism cidos graxos e amino cidos. Líquor. Evitar movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue.` Coment rios: A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant rigatório). ao contr rio da meningite viral. Conservaç o de envio: Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C. Garroteamento r ido.0 mL de Sangue). O citrato administrado via oral.Plasma: 5. cido Cítrico. Valores elevados s encontrados no pós -prandial.Líquor: 10.

intoxicaç r metais p esados e no aumento do clearence renal. diur ticos e warfarim podem interferir no resultado.): O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C.` Coment rios: A excreç ri ria do oxalato m preditor de nefrolitíase. N o colher durante o período de cólica renal. . Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota. durante 48:00 horas. c lcio. pós -quimioterapia e radioterapia.4 a 6. corticóides. Hiperoxal ria pode decorrer de m sorç o intestinal. cetoacidose di tica. gelatina. ampicilina. intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de c lcio. espinafre. neoplasias. 353. defeitos dos t los renais. beta-bloqueadores. aspirina (doses baixas).Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. N Refrigerar. etilismo. diur ticos. Dieta (sugerida ou C. Conservaç o de envio: At dias entre 18 a 25o C. doenças infla matórias intestinais. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança 13 a 38 mg/24h Mulher 4 a 31 mg/24h Homem 7 a 44 mg/24h Condi o: Urina 24h. colher urina de 24h conforme instruç s . Hiperoxalat ri tect vel em 30% dos pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato.4 a 7. Níveis elevados tamb m s contrados na insufici cia renal. verapamil. pr eclâmpsia. cido O d¦e lico  f ñ   òh g g g ˆu‰ ‘u  h h  †‡ ‡ ‰ùd —€”ù † —€ ”   –udu‰ m ˆ ˆu‰Ó ˆu‰ óuô ˆ ˆu‰ cido Úrico. tomate. pós -operatório de bypass intestinal. indometacina. . Laboratórios: Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total. metotrexato.JO 8h. 58 Instituto de Patologia Clínica H. uso de tetraciclina.0 mg/dL Condi o: 1. Esta dosagem til em pacientes com c lculos urin rios para identificaç les com excreç rin ria de urato aumentada. porfiria. Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias. acerola. psoríase. metildopa. ‰– ™ ‰í † —u‰í‡ ˆ u ‰ Á † ”€‘ † í “u‘ † ˆ u ‰ Á — € ‰ † ”u‘ ˆ€‰(–€‰ —u‰ý —u‰ý‡ ‰ † ”  ˆu‰â—u‰i ‘€ ˆu‰Á—ud€ëu” ˆu‰  † ñ †  ‡ òq p p óuô q †ô ‡€m †‡ dum † “  † … Continua..0 mL de Soro. estando elevado em v rias situaç es clínicas al m da gota. PARDINI . Anti-inflamatórios. abacaxi. dentre outras drogas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. didanosina.O. laranja. M todo: Colorim trico Enzim tico SANGUE Valor de Refer ncia: Mulheres 2.. aspirina. A dieta e o us cido ascórbico podem alterar os resultados. Após dieta. lcool causa diminuiç ra to uri rio. alopurinol. dieta rica em purinas. Evitar: lim . morango.M. Urina: cerca de 70% ci ric liminado pelos rins.0 mg/dL Homens 3. dosagem Coment  rios: ` †Rþ ô ˆ€‰ å” ™ ” –uu’  Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas. vitamina C. uso de paracetamol. Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas.

Soro: at ias entre 2o e 8o C. no líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. peric rdica e peritoneal. hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p .*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. peric rdico: at . *Urina 12h. no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%. Líquor . A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico. Ascítico .0 U/L Condi o: 0. informar o volume total. N Refrigerar. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose.0 U/L Líq. *Urina 24h.0 U/L Líquor/Líq. † ˆu‰ ” ˆ€‰  ˆu‰©—ud uˆ ‰ ñ †ò †Hv @  †iÿ @ †iÿ @ † Hv @ óuô ô † † R— ™ ˆu‰ ˆ m†  Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina.0 U/L Líq. .Continua. manter em local fresco. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. ñ óuô † Rô —  †ò  Adenosina Deaminase u ADA Coment  rios: ADA  ma enzima que cataliza a convers adenosina à inosina. 353 ò ò óuô † du‘ ¡ ˆ ˆu‰ u’  LÍQUIDO SINOVIAL . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Soro: at .Líq. Resultados falso negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA.12h: 75 a 425 mg/12h Valor de Refer ncia . Ascítico: at . PARDINI 59 . .0 mL Líquido Sinovial. participando do processo de diferenciaç proliferaç d e linfócitos.Líq.24h: 150 a 850 mg/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m ..5 mL de Soro. Conservaç o de envio: Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C. rts IDO ÚRICO URINA Valor de Refer ncia . Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. criptocóccicas e neoplasias.. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em infecç es bacterianas.Adultos. peric rdico. Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de tuberculose meníngea.Liq. Pleural .DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Semelhante ao Soro Condi o: 2. Pleural: at . no líquido peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%.

8 U/L Adulto 1. Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o associados à pancreatite. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: R. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças ticas.9 U/L Condi o: 0. sem significado patológico.8 mL de Soro. lcer tica perfurada. Urina 24h . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. apendicite. sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. determinando níveis s ricos aumentados e níveis urin rios normais. queimaduras.Líq. Ascítico . Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. Urina 2h: at U/2 h Líq. Pleural.6 U/L 10 a 24 meses 3.2 a 8. Laboratórios: Enviar 5 mL de urina e informar volume total. obstruç infarto intest inal. caxumba. cirrose hep tica. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos.8 U/L > 2 a 16 anos 1.Aldolase Coment  rios: Essa enzima utilizada na avaliaç s quadros de fraqueza muscular. d†  ‡ dö– † –  ˆu‰ö” m † ˆ † ‰ † ‘€‰ ˆ u ‰ ñ ‘† óuô † ˆu‰÷”ö‰  † uˆ ‰ ˆ † ïAò @ †yv A@ †iÿ ðA@ †Rþ ô u’ 60 Instituto de Patologia Clínica H. Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite.7 a 4. Ascítico/Líq. Níveis elevados s encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Na macroamilasemia encontramos a amilase ligada a uma proteína maior. † ñ w w w w  ò m† ˆ€‰Ù—u‰ ¡ ”u–€  ˆu‰ x x x x † uï óuô †Rþ ô Amilase Coment  rios: Sangue: enzim excretada pelo pâncreas. traumas. Em 10% dos casos de pancreatite amilase no soro e líquido ascític rmal. Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s considerados significativos. PARDINI . Amilase no líquido ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite. Eleva -se 12h após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Valor de Refer ncia: Soro: at U/L Urina 24h: at U/24 h. Nascido at . colecistopatias sem pancreatite. Instruç es de Coleta: Veja Urina 2 ou 24h p .Urina 2h. Pleural: Igual ao soro. Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares. aneurisma de aorta.8 mL de Soro. pancreatite. Líq. uso de colin rgicos. meperidina e morfina. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0.4 a 11. infarto do mioc rdio e neoplasias.

APO A1: 91. miopatias mitocondriais.0 a 175. sangramento gastro -intestinal. Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye. Reduç s ní veis de amônia plasm tica s contrados na Hiperornitinemia. Excluindo as vari veis pr -analíticas. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia .8% Conservaç o de envio : At dias entre 2o e 8o C.Amilase. tabagismo.0 mg/dL Condi o: 1. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. ñ ‘† óuô ˆu‰ sendo.0 mL de Plasma heparizado.APO B: 63. neonatos normais (transitória). marcador específico. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia. infecç rin ria. Na Amônia Coment  rios: †Rþ ô ò A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no cont do intestino delgado e grosso. Valor de Refer ncia: 1. Conservaç o de envio: Enviar congelado.0 mg/dL Valor de Refer ncia . hipovolemia. ñ ˆu‰ † † A@@ † † ò ò óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H.  ”u‡€—u“ ‰ d † ¡ €” –u ñ ˆu‰R—u‰ óuô  ò ô ˆ  m ˆ † ˆu‰ ˆu‰å–ud ˆu‰¦  ˆu‰R–u‰ †  “ ˆu‰R”u‘ ˆ † € € €  † ™” Apolipoproteína A1 e B Coment  rios: A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL.2 a 3. A Apolipoproteína B (apo B -100) o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL. tabagismo. IDL. M todo: Enzim tico UV Condi o: 1. n macroamilasemia encontra-se clearence baixo.0 mL de Soro.0 a 133. nutriç renteral total . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. choque. transporte. asfixia perinatal.JO 12h. insufici ncia cardíaca congestiva e infecç r bact ria urease -positiva. Clearence Coment  rios: É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia. uso de valproato. PARDINI 61 . entretanto. Valor de Refer ncia: 0 a 10 dias 100 a 200 µmoL/L 10 dias a 2 anos 40 a 80 µmoL/L > 2 anos 10 a 47 µmoL/L Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta. terapia de hiperalimentaç . hemólise). LDL e lipoproteína (a). as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a insufici nci tica. Apo Bfator de risco para doença coronariana.8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h. É um fator de proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral.

neoplasias). ser excretada na bile. eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert.Bilirrubinas. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.0 mg/dL < 48 horas 12. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Direta at . transfus o de sangue. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças ticas heredit rias (Dubin Johnson.2 mg/dL Bilirrubina Total (Rec m Nascidos): Idade Pr -maturo Termo Cord o 2.0 mg/dL 12.4 mg/dL Indireta at .9 mg/dL 2. . Crigler-Najar). reabsorç o de hematomas. Test til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia. a seguir. ‘ud †  ˆ ñ † ò    † ˆu‰â—u” ¡ ”u– ”†‡ ˆ u” u–   ”u–uˆ  ¡ †  ˆ  ‚ ‚ ‚ †† @@ ˆ † † ñ óuô †Hƒ ð ô ¡ ‰ 62 Instituto de Patologia Clínica H. conjugada no fígado para.5 mg/dl. tóxica. dosagem Coment  rios: A bilirrubi um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial. Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós hep tica. Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas.0 mg/dL 7 dias 15. hemólise autoimune. lcool) e obstruç o biliar (litíase.0 mg/dL 10. Rotor). Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas.0 mL de Soro.0 mg/dL 10. les atócitos (viral.0 mg/dL 6. medicamentos. PARDINI .5 mg/dL < 24 horas 8. Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2.0 mg/dL Condi o: 1.Proteger da luz.0 mg/dL 3 a 5 dias 15.8 mg/dL Total at .

. acromegalia. Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C. alcalose. esp erar 10 dias (C. 20 mL por litro de urina de cido Clorídrico 6N (HCL 6N). ñ ˆ † ‡ ˆ € ‰ Á — u ” Á ‘ u ” ˆ€‰ — †– ‡ † ˆ€‰ ‡  €‘u—u † óuô †iÿ õ€óuô óuô †ò †ò ™ ” †  ™ ” ˆ Çdum  ˆu‰ d† u“ˆ Ó ‰ u” ‘ “ ˆ “u‘ ˆ “ ˆu‰ýê m † ˆu‰ uˆ ‰  ‡  URINA M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Com Dieta at mg/24h Sem Dieta at mg/24h Condi o: Urina 24h . corticoterapia. PARDINI 63 . Coleta Do 3o para o 4o dia da dieta. Tam m utilizado na avaliaç frolitíase. Cushing. hipervitaminose D.O. Hipercalcemi encontrada no hiperparatireoidismo. algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas. pancreatite.4 mg/dL Condi o: 0. 353 Conservaç o de envio: At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente. dist rbios da reabsorç tubular de c lcio. linfoma. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. sarcoidose. insufici ncia renal. ñ „ „ … … ††iÿuð†ð†@@ ˆu‰  ‡ ‡ ‡ ‡ ‡  ˆ … ˆ ‘uˆu‰  … ˆ †iÿ ô  Instituto de Patologia Clínica H. m sorç . Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o.Urina recente. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. Deixar em temperatura ambiente. hipertireoidismo. Conserv o de envio: At semanas entre 2 o e 8o C. Sua determinaç referida na urina de 24h. síndrome de imobilidade. requeij o. urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina. defici ncia vitamina D.M.M.5 a 10.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. insufici ncia renal.O. Hemólise pode elevar seus resultados. feocromocitoma. hipertireoidismo. hipervolemia. creme de leite. hipomagnesemia.). desidrataç o. diminuiç s da albumina.). Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14 mg/dl. N Refrigerar. raquitismo. neste caso.C e lcio Coment  rios: Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). etc. N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos. uso de diur ticos e estrógenos. osteomal cia. trazer ao Laboratório assim que terminar a coleta. colocar em geladeira. hiperabsorç o intestinal de c lcio.  SANGUE M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 8. hepatopatias. queijo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. hipoparatireoidismo). rigorosamente antes de começar a coleta.): O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados (manteiga. uso de diur ticos e estrógenos. e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal. osteoporose. permanecendo sob dieta. Colocar no frasco. Laboratórios: Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total.8 mL de Soro. Hipocalci ria pode ser sec ria à hipocalcemia. Níveis baixos de c lcio total s contrados na osteomal cia. mieloma. Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias. Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea. colher urina de 24 horas. O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório.

 ˆu‰ ‰ † † d ˆ  ñ ˆu‰Rd  ò ˆ ‰ ˆ † uðRdu‘u‰ ‰ ‰ ˆ ‰ ˆ u ‰ ‰ óuô †©¨ ô ˆ€‰  du‘ ¡ ˆ †  ˆ ™” ˆu‰   ˆ ˆu‰ “€‘ Capacidade de Combin  £¦¥ o do Ferro Coment  rios: Os sítios agregados de ligaç ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de combinaç ferro total. tubos de soroteca ou vidro.28 mg/dL at s 1. Encontra -se elevado na anemia ferropriva. Condi o: 1.: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0. . de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo). Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Vide alteraç s patológicas no c lcio total.80 a 5.32 mmoL/L ou 4.25. pois. LIVRE M todo: Schade Valor de Refer ncia: 140 a 280 µg/dL ñ ˆu‰«—€‰ u‘ d † óuô m † †©‘ ô ò ò  ˆu‰ † ˆ€‰ ˆuˆ ‰ö”€‘ ˆ TOTAL M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre Valor de Refer ncia: 250 a 410 µg/dL ñ  64 Instituto de Patologia Clínica H. Útil no diagnóstico diferencial das anemias. Condi o: 1 tubo de Soro (tubo gel). PARDINI . Laboratórios: Dessorar rapidamente e congelar imediatamente. diminui na alcalose).70 a 5. Sua concentraç mais baixa à noite e maior pela m . ma ior o aumento do pH.7 mmol/L Hipocalcemia Severa 0. Veja tam m ITL. hemolíticas. re presentando 43% desse. M todo: Eletrodo Seletivo c/ correç tom tica p/ variaç o do pH Valor de Refer ncia: Adultos 1. que bloqueia a leitura do aparelho. A dosagem do c lcio iônico independe da albumina. em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf.40 mg/dL R. siderobl sticas. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro repetidas vezes.5 mL de Soro. N enviar a amostra em pipetas de pl stico.8 mmol/L Hipocalcemia Moderada Obs. Valores normais ou baixos s contrados nas anemias de doenças crônicas. hemocromatose. desnutriç o e estados inflamatórios. quanto maior a manipulaç . uso de anticoncepcionais e gravidez.JO 8h.C e lcio Iônico Coment  rios: O c lcio iônic fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total.35 mmoL/L ou 4. A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso de ferro. ferritina e ferro s rico.20 a 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. entretanto varia com o ph (aumenta na acidose.17 a 1.Nascido: 0.

PARDINI 65 . Veja tam m C lulas Orangiófilas.Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Amniótico. pesquisa Coment  rios: No teste do azul do Nilo. o que permite avaliaç o da maturidade fetal. S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes. M todo: Colorim trico . al m da interfer ncia de drogas. estresse. Teste de Coment  rios: Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em presença d lcool absoluto e .JO 10h. . pesquisa Coment  rios: Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da cetonemia: diabetes melito descompensado. Se os 3 tubos forem negativos. Veja tam m Fosfatidil Glicerol. ˆu‰Ù—  ñ óuô †ò † “ † †H• ð ô ¡ ‰ Clements. como a levodopa.C ’ lulas Orangiófilas. respectivamente. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Fosfolípides. diarr ias e doenças metabólicas. subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo tubos.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Teste de clements. etilismo.0 mL Líq. M todo: Formaç lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina. Relaç M todo: Azul de Nilo Valor de Refer ncia: Abaixo de 1% antes de 34 semanas entre 1 e 10% entre 34 e 38 semanas entre 10 e 50% entre 38 e 40 semanas acima 50% 40 semanas em diante Condi o: 1. ñ m† † ò † ˆu‰÷ˆu—u‰Rd • † † E.  ˆ † ”á —u”–@ R” m † † ñ ˆu‰R—u”Rmu‰ ò—u”Rmu‰  u ˆ R ‰ óuô †ô u’ud ˆ  ™”  ˆu‰R• Instituto de Patologia Clínica H. ou apenas o primeiro for positivo. o índice de membrana hialina ser m torno de 80% e 30%. vômitos. realizado no líquido amniótico. ricas em lípides Valor de Refer ncia: Formaç lhas est veis à partir do 3 o tubo. Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer. “ “ “ “ ” ” ” ” óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Cetonemia. o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas fetais e do v rnix que se coram de laranja)  tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal. Fosfolípides.5%. Fosfatidil Glicerol. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos os tubos . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Líquido Amniótico. Rela ç E. Condi o: 6.

66 Instituto de Patologia Clínica H.É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides. Klinefelter. Juntamente com o sódio s s principais respons veis pela manutenç meostase osmótica do plasma.Líquor: 690 a 770 mg/dL Condi o: 1. alcalose metabólica.0 mL de Soro. hipoproteinemia e na sudorese excessiva. acidose tubular renal. Eldorado I.sicos. É uma herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. perdas gastro -intestinais. desnutriç . Resultados falso negativos podem ocorrer no edema. cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos. 1. ò ò óuô Continua. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. secreç inapropriada de ADH.. Sudores induzida no antebraço por iontoforese.. disautonomia.Cloreto de Sódio no Suor Coment  rios: Teste do cloreto de sódio no suor til na investigaç fibrose cística (mucoviscidose). † †‡ ñ ™” ˆ€‰ ˆu‰©—ud “ u ‘ ‡ ˆ ˆ  ”† “ “ “u‘ — — — — ò  ˜ ˜ ˜ ˜ † ˆ€‰ ˆ † Cloretos ™ Coment  rios: CL Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. Em mulheres adultas o teste sofre variaç s com o ciclo menstrual. insufici cia cardíaca. infus salina excessiva. no diagnóstico da alcalose metabólica responsiva a sal. defici ncia de G6PD. S Paulo e Pampulha.sicos. vômitos. Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos. síndrome nefrótica. Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o. Unidades que realizam este exame: Aimor s. Doença de Addison. em especial. Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido. Sua determinaç til na avaliaç dist rbios hidroeletrolíticos cido. acidose respirat ória crônica. . dermatite atópica. Valores elevados podem ser encontrados em outras doenças: anorexia nervosa. O diagnóstico molecular (PCR para fibrose cística) encontra-se disponível. diabetes insipidus nefrog ico. insufici ncia adrenal e hipotireoidismo. fístula pancr tica e hiperparatireoidismo. M todo: Eletrodo Seletivo Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. colestase.Soro: 96 a 109 mEq/L Valor de Refer ncia . ˆu‰Û”« —ud  ¡ ‰ €m  ˆu‰ ”uˆ€ ‰ ‡ ˆ m† ‡ ˆu‰Û”u‘ † « ”  m€ ˆu‰ † ‡ ˆu“€‰Û‘ ‰ ˆ † ˆu‰»—u” ‡  “u‘ ñ †ô SANGUE / LÍQUOR Valor de Refer ncia . acidose metabólica.0 mL de Líquor. mucopolissacaridose tipo 1. hipogamaglobulinemia. sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. PARDINI . acarretando dist rbio da secreç o exócrina. M todo: Iontoforese e Condutividade Material: Suor Valor de Refer ncia: Normal < 40 mEq/L de Cloreto Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto Fibrose Cística > 60 mEq/L de Cloreto Adultos < 80 mEq/L de Cloreto Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística.

Condi o: 1. proteína C reativa ultra-sensível e homocisteína.M.JO 12h ou C. 353 óuô ò ˆu‰R–u‰u— –uu’ Colesterol Coment  rios: Sangue: o colesterol principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica.32 sugerem transudatos. triglic rides. 25% por HDL e 5% por VLDL). ™ ˆu‰Ý† —u” ‰  † ™ ˆ  ˆu‰í—€d m† † ˆ † óuô ˆ HDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Baixo mg/dL < 10 anos 10 a 19 anos Adultos ≤ 40 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. -N e usar conservante . sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por LDL. Condi o: *Urina de 24h . ..Urina recente C. apolipoproteínas A1 e B100. lipoproteína (a).O. Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Laboratórios : *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instituto de Patologia Clínica H.CLORETOS URINA Valor de Refer ncia: 170 a 254 mEq/24h.Refrigerar.O. Seu metabolismo se d no fígado. subfraç es das lipoproteínas. PARDINI 67 .. ñ †H• ð ô ¡ ‰ ô 41 a 59 †ò   Adfe Aceit el mg/dL 110 a 129 130 a 159 Ad Aumentado mg/dL ≥ 130 ≥ 160 Continua..Continua. Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico < 0. A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas fraç es. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .0 mL de Soro. cidos biliares e na constituiç s membranas celulares. ñ †ò   Desej †dfe l mg/dL ≥ 40 ≥ 35 ≥ 60 Aceit el mg/dL Ad LDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Desej l mg/dL 2 a 19 anos < 110 Adultos ≤ 129 Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. Tam m utilizado na produç hormônios esteróides..M.

COLESTEROL VLDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 0 a 40 mg/dL Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Soro: Faixa Et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL 2 a 19 anos < 170 170 a 199 Adultos < 200 200 a 239 Valor de Refer ncia . M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 5.  Adfe Ad g g óuô †† Aumentado mg/dL ≥ 200 ≥ 240 h h †H• ð ô ¡ ‰ Colinesterase Coment  rios: Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias. Conservaç o d e envio: At semana entre 2 o e 8o C.. Pleural.000 a 14.Continua.000 U/L (37o) Condi o: 0. Ascítico .Líq. e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no fígado. hepatopatas.8 mL Soro. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Ascítico . PARDINI . ñ ñ TOTAL †ô †ò †ò ò   M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Níveis baixos tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos..Líq. contraceptivos orais. ˆ † † ñ  ò óuô †ô “€‘   68 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Soro. desnutridos e portadores de insufici cia cardíaca. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína. Líq. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1.Líq. pulm o e c rebro.

M todo: Colorim trico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . Laboratórios : Enviar 5 mL de Urina. necrose muscular. Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas. indivíduos com massa muscular elevada.0 mL de Soro.Creatina Coment  rios: É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase.Refrigerar. miopatias. ñ † ô †Rþ ˆu‰Ý”u‘ ˆ u ‰ « — u ” SANGUE Valor de Refer ncia: 76 a 124 mmoL/L Condi o: 3. . PARDINI 69 . óuô ò URINA Valor de Refer ncia: Homem at 500 µmoL/L Mulher at 0 µmoL/L Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . 353 òj † i óuô † j † A@@ du‘ ¡ ˆ i u– u ’ Instituto de Patologia Clínica H. corticoterapia e no hipotireoidismo. gravidez.Urina 24h.

óuô † ô URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: Homem 1. idade. mas tam m da massa muscular. .) ñ É o teste mais utilizado para se estimar a taxa de filtraç lomerular. cimetidina.JO 8h.5 g/24h Mulher 0. † m † ˆu‰R—ud ò ˆ€‰ † ˆuˆ ‰ ˆu‰«’ ˆu‰ý—u” ’ ˆ  —u‰ý‡ m ˆu† ‰«—ud † SANGUE Valor de Refer ncia: 0.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. piruvato. .Adultos. trimpetoprim. salicilato.2 mg/dL Condi o: 1.Creatinina Coment  rios: M todo: Colorim trico (Jaff mod. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C.0 mL Soro ou Plasma (EDTA.O. sendo sua concentraç s rica n o só dependente da taxa de filtraç o renal. k k óuô † †ô òl l du‘ ¡ ˆ … † u–   70 Instituto de Patologia Clínica H. hidantoína. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. Fluoreto). Instruç es de Coleta: Veja Urina 12h ou 24h g. Níveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuiç massa muscular.5 a 2. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. anticoncepcionais e anti-inflamatórios).8 a 1. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. concentraç licose. hor rio inicial e final da coleta.*Urina 12h ou 24h ou C. sexo.5 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . ci rico.M. É o produto de degradaç creatina. alimentaç . PARDINI .7 a 1. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . proteína. Veja tam m Cistatina C.

. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h. M todo: Colorim trico (Jaff mod. dermatopolimiosite. Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio. ñ o o o o óuô †Rþ ô m† ™”  ò n † uï†@ n † q uˆ ‰  ˆu‰Û”u† ‘ ˆ€‰  n n †© †iÿu¨ ÿÿ  Instituto de Patologia Clínica H. c rebro e coraç . Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%. peso e altura do cliente. Veja tam m: Cistatina C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . hor rio inicial. final da coleta.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. exercício físico. em traumas e injeç s musculares. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem at U/L Mulher at U/L Criança d e 2 a 12 meses at U/L Criança após 12 meses at U/L Condi o: 0.) Valor de Refer ncia: Homem 90 a 130 mL de Plasma/minuto Mulher 75 a 115 mL de Plasma/minuto Obs. No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal. rabdomilóise. na gravidez e no diabete melito. clearence Coment  rios: Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç lomerular. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. 353 † ˆ ñ †ò † m n o n óuô d u — u ‰ † †ô m† –u‡ ˆu‰Á’ † ˆ ‘€ ˆ ˆu‰Á—ud ˆu‰ ˆu‰ † … †  –uu’ Creatinofosfoquinase p Coment  rios: CPK Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada. acarretando aumentos es rios. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. em altas temperaturas pode causar convers creatina à creatinina. Condi o: 1. mas inespecífico de les mioc rdica. distrofia muscular. sendo mais sensível que a determinaç s rica isolada. informar volume total. Clearence elevado pode ser encontrado após exercícios. PARDINI 71 . . Veja tam m troponina I. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. miocardite.: O result corrigido para a superfície corpórea. É um marcador sensível. Armazenamento da urina por muito tempo.Adultos. hipertermia maligna.8 mL Soro.Creatinina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. Veja tam m troponina I. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. ñ ˆu‰ì”€‘ ‡ † ˆu‰Á—ud»”  uˆ ‰ óuô †Rþ ô ò 72 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. sem significado patológico. Os cristais de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa. PARDINI . A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB acima dos valores da CPK Total. ‡ CKMB   ˆu‰  ñ  ò óu†iô ÿ  †iÿ • ô ¡ ‰ m† ™” †† Cristais com Luz Polarizada. ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. pesquisa (Líquido Sinovial) Coment  rios: A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular.8 mL de Soro.Creatinofosfoquinase MB Isoenzima r Coment  rios: Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro. Sinovial. M todo: Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica.0 mL Líq. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%. A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

anemia megalobl stica. colagenoses. LDH elevada ocorre em neoplasias. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Pleural . M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: 180. pancreatite. anemia hemolítica. etilismo. Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. pneumopatias. cardiopatias. Trata-se de uma das osmoticamente ativos da uri ltimas funç s renais a serem perdidas.0 U/L (37o ) Condi o: 0. NTA: de . M todo: Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia Valor de Refer ncia: .Dehidrogenase L e¦s tica Coment  rios: Sangue:  ma enzima que cataliza a convers lactato a piruvato. Níveis elevados s contrados no acidente vascular cerebral.6 indica exudato. †  † † ™ ˆu” ‰ ˆu‰Á—u” “  u‘u—u ˆu‰©A@ ˆ ñ ‘† ò óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ † ˆu‰R• Á” † ˆˆ † ˆ€‰Á”u‘ ` Depur t¤£¦¥ o da gua Livre Coment  rios: Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular. Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue. Condi o: 0. hipotireoidismo.Líquor. sendo liberada na ocorr ncia de dano celular.0 a 450. Est levada nas peritonites (espontâneas e sec rias). correlacionados ao fluxo urin rio. tumores do sistema nervoso central e meningites. Ascítico . ñ ‡ óuô ™ ”” † ‡ ò ˆ€‰ ‰ ”ådӐu’ ud ‘uˆudÓ ˆu‰R”u‘ ˆ † † ˆ “€‘ †ô –uu’ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Urina 24h. Hemól ise pode levar a resultados falsamente elevados.100 mL/hora. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . hipóxia. Níveis de LDH acima de 1.10 a valores positivos. atrav s da relaç o entre os componentes  livre. Líq.000 U/l s o encontrados em neoplasias e empiema.5 mL de Soro + 1. hepatites.6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato. renal e pós -renal. 353 Laboratórios: Informar volume total.8 mL de Soro. til na diferenciaç tre a uremia pr -renal. mononucleose.Líq. Raz DH pleural/s rica maior que 0. inflamaç s. trauma e obstruç intestinal. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia renal crônica. PARDINI 73 . Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato.20 a . Relaç o LDH pleural/s rica > 0. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Líquido ascítico: níveis de LDH s % dos valores s ricos.

asbestose. hanseníase. Informaç es nece rias: Informar semanas de gestaç .5 mL de Soro. Ferritina e Capacidade de combinaç o. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da ECA. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: Zona 3 de Liley Condi o: 5. ™” ECA ñ óuô †Rþ ô  ò † –u ‘uˆu‰  Espectrofotometria 450 NM Coment  rios: Na ocorr cia da eritroblastose fetal. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 35 a 90 U/L Condi o: 0. PARDINI . silicose e psoríase. radiológico e à biópsia com granulomas caseosos sugerem sarcoidose. doença he tica alcoólica. Amniótico. cirrose biliar prim ria. glomerulopatias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. permitindo comparaç o do achado com os dados de Liley. menstruaç o e fases iniciais de remiss anemia perniciosa. talassemias.8 mL de Soro. anemias hemolíticas. mieloma. hipertireoidismo.0 mL de Líq. hemocromatose. Veja tam m ITL. uso de estrógeno s. amiloidose. Níveis aumentados s contrados na hemossiderose. Jejum: Criança JO 4h / Adulto JO 8h. hemocromatose e hemossiderose. anticoncepcionais lcool. diabete melito. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Nascido 90 a 240 µg/dL Criança 35 a 90 µg/dL Homem 60 a 160 µg/dL Mulher 40 a 150 µg/dL Condi o: 1. M todo: Ferene-S Valor de Refer ncia: R. “u‘ ò ˆ ˆ óuô vv  †©¨ ô ˆu‰ Ferro Coment  rios: A determinaç ferro s rico sada no diagnóstico diferencial de anemias. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva. valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o.Enzima Conversora da Angiotensina u Coment  rios: Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico. A espectrofotometria estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico. ñ w w w w uˆ í ‰ u— ‰ † † ˆu‰î—ud m † ”R ò x x x x x x  ˆ ˆu‰ ¡ ” ˆu‰©”u‘ ˆ óuô †©y ô 74 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. les p tica aguda.

mieloma. hiperparatireoidismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pâncreas e vesícula seminal. prostatite e outras neoplasi as.Ultra-Som Trans-Retal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Após Exercícios pesados. baço. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At . aguardar 2 dias. Doença de Gaucher.  ñ  ò óu† ô ï †iÿ ô m†  ˆ  ™” ”R  u– Fosfatase cida Prost e tica Coment  rios: ` A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido t rtrico. rins. Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%.Após Ma ssagem na próstata. interfer cias de outras fosfatases no ensaio. fígado. adenomas e câncer da próstata.8 mL de Soro.Fosfatase cida Coment  rios: ` As fosfatases cidas est o presentes na próstata. embolia pulmonar. Laboratórios: Separar e refrigerar o mais r ido possível. PARDINI 75 . Veja tam m Fosfatas cida prost tica. aguardar 4 semanas. .0 U/L Condi o: 0. tumores ósseos.Após Toque Retal. aguardar 24 horas.  ˆ  d† † “u‘ ñ  ˆ ˆ †óu©ô ¨ ò †Rþ ô † † ˆ€‰å—u‰ —udu—u” † ™” m† ‰ö Instituto de Patologia Clínica H. óssos. pulm s. hem cias. . Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de próstata. trombocitoses. aguardar 24 horas. infarto agudo do mioc rdio. leucócitos. aguardar 4 semanas.Após Biópsia de Próstata. . . plaquetas. anemias hemolíticas.5 mL de Soro.0 U/L Condi o: 0. Elevaç s tam m podem decorrer da manipulaç o prost tica. . Aumentos ocorrem nas leucemias. M todo: Enzim tico (Inibiç o com Tartarato) Valor de Refer ncia: At .

Medicamentos como anticoncepcionais orais.0 mL de Líquido Amniótico. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas hep ticas e ósseas. óuô †H• ð ô ¡ ‰ 250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270 Fosfatidil Glicerol Coment  rios: Auxiliar na avaliaç maturaç lmonar fetal. hiperparatireoidismo.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras. Teste de clements. A fosfatase alcalina total encontra -se elevada na colestase. Em crianças a fraç óssea predomina. PARDINI . Veja tam m C lulas Orangiófilas. Relaç E. osteomal cia e raquitismo. intestino.Fosfatase Alcalina Coment  rios: As fosfatases alcalinas est resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica. anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. Fosfolípid es. rins e leucócitos. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da membrana hialina. tumores ósseos. fígado. entre 2o e 8o C. Doença de Paget. placenta. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram na composiç surfactante pulmonar. M todo: Cromatografia em Camada Fina Valor de Refer ncia: Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo Condi o: 4. M todo: Ci tico Optimizado Valor de Refer ncia:  ˆu‰«– ñ ‘† ò Feminino m†  ˆu‰ ˆ€‰àd †– Idade Masculino Ambos os sexos R m nascidos 64z(X 6 meses a 9 anos 250 a 950 10 a 11 anos 12 a 13 anos 14 a 15 anos 16 a 18 anos > 18 anos 250 a 730 150 a 600 275 a 875 170 a 970 125 a 720 50 a 250 Condi o: 2. hipolipemiantes. ñ óuô “ †ô ˆu‰Ó—u‰ ˆu‰Á—ud m† † ò ˆu‰Á– “ “ ˆ€‰(• 76 Instituto de Patologia Clínica H. hepatites virais (mais discretamente).

M todo: Ci tico U. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III de Frederickson. sarcoidose.Interromper 48 horas antes da coleta ou C. hiperalimentaç o. Insulina e Éter anest sico. Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios. hepatites colest ticas. sais de alumínio.O. corticóides e diur ticos. Teste de clements. di lise. Líq.sangue: 125 a 250 mg/dL Condi o: 1. . Vitamina D. embolismo pulmonar. uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D. diltiazen. corticóides. Valores baixos ocorrem na desnutriç o e hipolipemias familiares. .0 a 7. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. azatioprina. glicose endovenosa. Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o surfactante pulmonar. hipoparatireoidismo. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç . uso de diur tico.V. Amostras refrigeradas.8 mL de Soro.JO 12h. óuô ò| | Continua. salbutamol.8 mg/dL Criança 4. hipovolemia. Níveis urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo. ‡ ˆ  ˆ ˆuˆu‰ ‰â—u‰â”uë ˆ “u‘  “ †  ™ ” –u‡ ‘uˆu‰ ‘u † ˆ€‰ ñ ‘† †Rþ ô { { “ ˆu‰Õ”  ˆ€‰ ˆu‰Û—u‰ †    SANGUE Valor de Refer ncia: Adulto 2. Veja tam m C lulas Orangiófilas. Instituto de Patologia Clínica H.5 a 4. hipervitaminose D. hipotireoidismo e síndrome nefrótica. Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç lmonar fetal. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos. Outras drogas podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida. hipoparatireoidismo. Relaç E. hepatopatias..: Anti cidos. Laboratórios: Dessorar rapidamente. Heparina.M. Amniótico. prometazina e anticoncepcionais. Fosfatidil Glicerol. bicarbonato. diur ticos. Varias drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida.. Tetraciclina. Meticilina. isoniazida. ñ óuô m† † †ò ˆ  ˆu‰    ˆu‰ ˆ u ‰ R • ˆu‰R– ™” †ô †  Fósf oro Coment  rios: Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. PARDINI 77 . s epse. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. calcitonina. met stases ósseas. defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. lítio. insufici ncia renal e trombocitose. alendronato.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. acromegalia. Causas de fósforo elevado: exercícios. defici ncia de vitamina D.Fosfolípedes Coment  rios: Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas representando parte consider vel dessas. n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia .0 mg/dL Condi o: 0. aspirina. pseudohipoparatireoidismo.

HCO3. clofibrato.FÓSFORO URINA Valor de Refer ncia . cido valpróico e contraceptivos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . 353 óuô ò u– u ’ Gama Glutamil Transferase } Coment  rios: Gama GT } É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us lcool. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína. Nos quadros de icterícia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina.Continu õuóuô o. Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas Alter o Prim ria ⇑ Pco2 243(5 l ˆ ˆ  † ˆ  ‘uˆ “u‘ Compensaç o ⇑ HCO3 5 Resultado a curto prazo Resultado a longo prazo 1 mmol/l para cada alteraç de 10 mmHg na Pco2. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 3 a 5 mmHg para cada alteraç mmol/l de O mesmo. PARDINI . 78 Instituto de Patologia Clínica H.. alteraç HCO3 8 "„ # ‚ ƒ# "8#†…‚‡ "8#ˆ)$# Continua. Fístulas digestivas 1 a 1. .3 mmHg para cada 1mmol/l de alteraç O mesmo. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer. Hiperventilaç Acidose metabólica Cetoacidose di tica Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. M todo: Ci tico Colorim trico Valor de Refer ncia: Homem 10 a 50 U/L (37o) Mulher 07 a 32 U/L (37o) Condi o: 1. 8 "# ⇓ Pco2 ⇓ HCO3 ⇑ HCO3 ⇓ HCO3 ⇓ Pco2 ⇑ Pco2  1‚ €9 Alcalose metabólica Vômitos. Paralisia muscular Respiratória Alcalose respiratória Ansiedade.. ˆ ñ ‘† m† † ò ~ ~ óuô  †ô ˆu‰Ý— ˆ€‰å—u‰ ˆu‰Á”€‘ ‰R—u”R GGT  “€‘ Gasometria Coment  rios: Desordem (exemplos) Acidose respiratória DPOC. Diminuiç s valores podem ocorrer no uso de azatioprina. Vari veis pr -analíticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. 8 "# 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. Nenhuma.. carbamazepina. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da amostra (arterial ou venosa).Urina recente C. fenobarbital. 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. demora na an lise e o refrigeraç as amostras.. estrógenos e metronidazol.0 mL de Soro. conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io suplementar.M.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico.O.Urina 24h: 400 a 1300 mg/24h Condi o: Urina 24h .

Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ ò ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ óuô  ô †ÿ horas após a coleta em gelo Instituto de Patologia Clínica H. Vedar a agulha com rolha de borracha..0 mL de Sangue Total Heparinizado. prolongar o repouso para 30 minutos) Faz uso de oxigenoterapia? H quanto tempo? Sente algum sintoma como fadiga.32 a 7.GASOMETRIA ô ˆ †  vv  »  ë u ud ‘  ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ˆu‰‰ † d»‘uˆ ARTERIAL Valor de Refer ncia: pH 7.E . PARDINI 79 .0 a + 2. 10 minutos em temperatura ambiente ou at recicl vel p/ unidade matriz.45 PCO2 35 a 45 mmHg PO2 83 a 108 mmHg HCO3 Atual 21 a 28 mmoL/L CO2 Total 24 a 31 mmoL/L B. por exemplo.0 mmoL/L SO2 95 a 99% R.0 mmoL/L SO2 60 a 75% Condi o: 5.35 a 7. ter andado muito.M todo: Eletrodo Seletivo Informaç es nece rias: Informar: hor rio da coleta. Nascido: P02 60 a 70 mmHg HCO3 16 a 24 mmoL/L Condi o: 5.3. pneumonia.0 mL de Sangue Total Heparinizado. enfisema. Colher sempre sangue da art ria radial. o ser que o m dico solicite uma coleta diferenciada. ñ Continuaç o. falta de ar. . Š Š Š Š Š Š Š Š ò óuô ‹ ‹ óuô †ÿ  VENOSA Valor de Refer ncia: pH 7..43 PCO2 38 a 50 mmHg PO2 35 a 40 mmHg HCO3 Atual 22 a 29 mmoL/L CO2 Total 23 a 30 mmoL/L B. outros)? Laboratórios: N o deixar bolhas de ar na seringa durante a coleta.0 a + 3.E. Vedar a agulha com rolha de borracha. foi feito repouso de 15 minutos antes da coleta? (se cliente tiver feito algum tipo de esforço físico.2. tonteira e/ou outros? É fumante? H to tempo? Faz uso de alguma medicaç Qual? Algum problema respiratório (asma. Conserva o de envio: Enviar na própria seringa at horas após a coleta em gelo recicl vel p/ unidade matriz. Conservaç o de envio: Enviar na própria seringa.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis de at % da hemoglobina fetal (HF) interferem com a acur cia do exame.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico). reflete os valores integrados da glicose correspondentes às ltimas 6 a 8 semanas. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s ssíveis interf erentes da dosagem de glicohemoglobina.2% (de acordo com DCCT). Dessa forma. Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC. O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel (Hba1c l il ou pr -Hba1c). ‘€d † ‘ u d ‰ †† † u  m ˆ € ‰ ( — € ‰ ( ” †  ˆ † u— ” ‡ “ ˆu‰ ˆ ‘€ˆu‰í—u” ˆ †¨ @  “ € ‘ ™ ñ ò Ž  Ž   Ž  Ž  óuô †ô  HbA1c  Hemoglobina Glicada ˆ€‰ ˆ ˆu‰ö–€‰  † dum †   ‘uˆu‰ 80 Instituto de Patologia Clínica H.8 a 5. Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina. Hb SS). M todo: HPLC . essa convertida em uma forma cetoamina est vel (HbA1c).Glicohemoglobina  Coment  rios: A medida da glicohemoglobi a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico.Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica Valor de Refer ncia: Normal 4a6% Bom controle <7% Faixa Intermedi ria 7a8% Controle inadequado >8% American Diabetes Association. Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros sugeridos pela ADA podem ser utilizados.25(Suppl):S33-S49. Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com conseqüente aumento da sua glicosilaç . A glicohemoglobi formada em duas etapas. A taxa de produç o pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das hem cias (tipicamente 120 dias). Condi o: 4. Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. Diabetes Care 2002. Controle de tratamento 2. A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. Durante a circulaç ritrócito. PARDINI . “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”.

meningites e hemorragia subaracnóidea. bacteriana secund ria. hemólise e glicólise em amostras submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria.. colher de forma espontânea.O.4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana. N serve para monitorizaç tratamento. Observaç ra todas as amostras : a separaç rte fluida dos elementos figurados (hem cias. Pleural . 2) Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl.Líq. Laboratório s: Secreç o nasal. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de glicose dissolvida em . ˆ€‰ ‘ † €’ud  –u‡ ˆ  ˆu‰R”u‘  ˆ€‰  ˆ ‡ ‡ ˆu‰R— dum † ‡ ˆ € ‰ ö — u ‰ ˆ € ‰ uˆ ‰Ó–ud † uˆ « ‰ €— « d u– d dÁëu”»‘uˆu‰ ¡ d d†d ˆ †ò ò  † ˆu‰÷—u‰   SORO / LÍQUIDOS / SECRE‘ O NASAL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Instituto de Patologia Clínica H. Outra forma de se evitar este problem coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto.Líq. Líquor .Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL . Ascítico . Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasm tica. .Glicose Coment  rios: Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl.JO 8h ou C. Refrigerar ou coletar em fluoreto.Sangue: 60 a 109 mg/dL . Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos.M. Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame parapneumônico. PARDINI 81 .0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto).. Raz glicose líquor/sangue abaixo de 0. Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados como portadores de glicemia de jejum prejudicada.Líq. empiema. ñ óuô ˆ ô †&• ð ¡ ‰ ˆu‰ Continua. Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica. Leucocitose. Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas.Líquor: 50 a 80 mg/dL Condi o: 1. Crianças e gr vidas podem apresentar glicos ria por diminuiç limiar renal. par ja consumo deste analito.Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL Valor de Refer ncia . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos celulares logo após a coleta). tuberculosa e carcinomatose peritoneal.Secreç nasal. colagenoses. leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata. tuberculose pleural e derrames malignos. Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasm ticos s contrados. Sinovial .

Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. .Refrigerar.. . 353 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.Adultos. orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas (120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente.. Caso o contr rio. M todo: PANDY Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Laboratórios: *Enviar 5 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 .N precisa conservante . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. ˆ †— ˆ †   Globulina (Líquor) Coment  rios: O teste de Pandy  m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas.*Urina 24h.GLICOSE †ò óuô † — ˆu‰  du‘ ¡ ˆ ‰ ÿ u– u ’ ô ¡ †H• ð ‰  • ¡  Glicose pós -prandial Preparo: Conforme orientaç o m ica.Continu URINA – DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Jato m io da 1a Urina da m . Em infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de Pandy positivo. ñ ™ óuô †ô ò ˆ€‰ ‡ ˆu‰«—u”«’ 82 Instituto de Patologia Clínica H. mantendo jejum após o almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta). PARDINI . hor rio inicial e final da coleta. ñ õuóuô o.*Urina 12h .5 mL Líquor.

M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç Valor de Refer ncia: 20 a 50% Condi o: 1. . Por sofrer interfer cias do col roveniente da dieta e dos demais tecidos. Condi o: 1. sorvete e doces.353 Conservaç o de envio: Ate 1 semana entre 2 o e 8o C.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Capacidade de combinaç e Ferro s rico. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do NTelopeptídeo. Na reposiç o de ferro. valores superiores a 100% podem ser encontrados.O.Hidroxiprolina Total Coment  rios: A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno. Refrigerar (facultativo). Veja tam m Ferritina. colher Urina 24 horas . desnutriç o e na anemia das doenças crônicas. PARDINI † ˆ€‰(— o plasma.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. gravidez. Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva. ñ  ò óuô †©” ô óuô ò ˆu‰ì‘u— d † d(– ˆm † ˆ ˆu‰Ý‰ ™” ˆu‰ ˆu‰ † ˆ Insp ¢¦£¤¥ o do Plasma Refrigerado Coment  rios: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç Valor de Refer ncia: Límpido.JO 12h. hepatites. ingest o de ferro e uso de progesterona. salsichas. 83 . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1 a 5 anos 10 a 38 mg/24 horas 6 a 10 anos 12 a 58 mg/24 horas 11 a 14 anos 21 a 106 mg/24 horas 18 a 21 anos 10 a 32 mg/24 horas > 21 anos 5 a 25 mg/24 horas Condi o: Urina de 24h.): N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes. Níveis elev ados s o encontradas em crianças. Instituto de Patologia Clínica H. Piridinolinas e N-telopeptídeo. estando elevado na ocorr cia de reabsorç struiç o óssea. Em condiç s normais. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. gelatina. ˆu‰ ˆ€‰å”å‘u —€d ” † ˆ ‘u‰u †ò m† ’ ’ ’ ’ ’ ˆ “u‘  u’€”u‘u‰ö– “u‘ ñ óuô ˆ  ô –uu’ Índice de Satur “¦£¤¥ o da Transferrina Coment  rios: A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. .JO 8h. . após fraturas e no hiperparatireoidismo.M. Valores elevados ocorrem na hemocromatose. 20 a 50% dos sítios de ligaç o ferro na transferrina s cupados. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. . sendo abundante na matriz óssea.5 mL de Soro. talassemia.Após dieta. hor rio inicial e final da coleta. Veja tam m Deoxipiridinolinas. Dieta (sugerida ou C. na Doença de Paget.

14 o e .20o C. Elevaç s s contradas nas hipertrigliricidemias. M todo: Ci tico Turbidim trico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). ”†   ñ ‘† m† † †óuiô ÿ @@ ò †ô ñ ˆu‰ ™”  ˆ Lípides Totais Coment  rios: Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes tica. Anti Coment  rios:  ma forma de LDL combinada com o oxi LDL oxida io que estimula a ater nese na parede vascular. hipertens o. Conservaç o de envio: At m s entre . . a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier. hemodi lise. Níveis baixos s contrados na m absorç intestinal. hiperlipidemia.LDL Oxidada. e se encontram no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito. —€d † ñ ò  ˆ ˆu‰«—u”«—u”«d ‡ ’u“u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ u‰ u’ “ ˆ€‰«—u‰«– †  ô“ óuô • • • Lipase Coment  rios: A lipas ma enzima produzida principalmente no pâncreas.8 mL de Soro. morfina e na hemorragia intracraniana. Veja tam m Amilase. septicemia. que s indicadores da progress rocesso aterosclerótico. hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 EU/mL negativo Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado > 25 EU/mL Positivo Condi o: 0. tabagismo. Jejum: at 1 ano JO 3h > 1 a 5 anos JO 6h > 5 anos JO 12h.5 mL de Soro. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 400 a 800 mg/dL Condi o: 1. Estimula a formaç uto -anticorpos. no uso de meperidina.JO 8h. cirrose biliar prim ria. l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia. A lipase permanece elevada por v rios dias. colecistite. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . “ ˆ † óuô †ò † ” ¡ ™ ”u” –u ˆu‰Õ”u‘ ˆu‰«”u‘  – – – †ô 84 Instituto de Patologia Clínica H. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal. Seus níveis se encontram elevados na pancreatite.

quilotórax). insufici cia cardíaca). Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias. Est levada nas peritonites (espontâneas e secun rias). Colesterol. Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se. Linfocitose e aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. síndrome nefrótica). “ “ † —udu—€”(‘€ˆu‰R” m†  ˆ€‰(”R‰  ˆu‰âd ™”  u‡ u‘ ’ ˆu‰ ˆu‰ ‘uˆ † uˆ ˆu‰ ‰R” ˆ ˆ † † “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. ascite quilosa. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Proteínas: valores abaixo de 2. Triglic rides. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax. infarto pulmonar. insufici cia cardíaca. embolia. artrite reumató ide. Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de pancreatite.coli. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose. Klebisiella) ou gram positivas (S.32 sugerem transudatos. Streptococcus viridans). Tam m se elevam na perfuraç vísceras e neoplasias de ov rio. Predomínio de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade. Veja tam m ADA. m† “  † ˆu‰«—u” ˆ€‰(—€” †  —u ˆu‰A@  d† † m† €ˆ ‰ ˆ€‰ † ˆ †  ˆ d † –u‰ â” ˆu‰Õ• €‘u—u † “€‘ Líquido Pleural. neoplasias e tromboembolismo. Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç m caso de resultados negativos. Citometria e citologia: hem cias acima de 100. tuberculose pleural e derrames malignos.Líquido Ascítico. pantreatite). pneumotórax.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. infecç s parasit rias e f icas. neoplasias e sarcoidose. Triglic rides. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose. Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est ssociados à pancreatite. derrame parapneumônico complicado.2 podem ocorrer no empiema. Citologia oncótic sitiv a em 50 a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal. tuberculose. PMN s encontrados nos processos infecciosos. A peritonite bacteriana secund ri em geral polimicrobiana. Proteínas: valores abaixo de 2. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa. fístula esofago pleural e acidose sist mica. Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. turvo nos quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias. tuberculosa e carcinomatose peritoneal. Veja tam m ADA. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7. traumas e punç vasos. pneumoniae. Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s % menores que os do sangue. BAAR.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. Cerca de 10% dos casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal. bact rias gram-negativas (E. empiema. pancreatite. infecç s. bacteriana sec ria. malignidade.1 g/dl sugere hipertens o porta. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos.000 ocorrem no hemotórax. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. BAAR.6 indica exudato. colagenoses. Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0. Raz DH pleural/s rica maior que 0. em geral. Resultados citológicos negativos para maligni xcluem a possibilidade de neoplasias. Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame parapneumônico. colagenoses.5 indica exudato. PARDINI 85 . inclusive na fase inicial da tuberculose pleural.

PARDINI . Veja tam m cido l tico.000 s contrados nas artrites s ticas. Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores plasm ticos s contrados. sarcoidose e esclerose m ltipla. Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. ci rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais. neurotoxoplasmose. meningites. estando aumentados na artrite gotosa. uremia e Síndrome de Cushing. Rotina Equivale às seguintes an lises: … —€‰ù‡ Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos inflamatórios. podendo demorar anos para se negativarem. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias. títulos caem entre 3 e 6 meses. neoplasias. Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais. Os cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. Proteínas: elevaç corre nos processos inflamatórios articulares. A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. Rotina  Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam as proteína no líquor. Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. reumatóide e induzidas por cristais. VDRL: resultados positivos no líquor s contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as globulinas. nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia. Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos. ™” ™” † ˆu‰R—u‰  † † ‡ “u‘ ™” ‡  m†   ˆu‰Ó”u‘ ˆ€‰Á—u”Á’ ™” ˆu‰R” —u“u‘ 86 Instituto de Patologia Clínica H. Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide. Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. neurocisticercose.000 e 100. Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa. Após tratamento. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas. Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas torna o teste de Pandy positivo.000 hem cias).Líquido Sinovial. Linfocitose e aumento das proteínas s vi cias de neurosífilis ativa. Valores entre 50. ˆ †– ˆu‰R”u‘ ˆ †–  ˆu‰R”uˆ€‘ ‰(‰ ˆu‰ † ˆu‰÷”u‘ ‡ † ˆ€‰à—ud۔ † ˆ  ˆu‰ Líquor. infecç s e inflamaç s do sistema nervoso central. Leucócitos abaixo de 50% sugerem quadro n o inflamatório. com especificidade em torno de 99%.

uso de digit licos.5 mg/dL Condi o: 0. hipertireoidismo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.M.M. † ñ † ˆu‰b” ‰ ˆ u “u‘ † ™” ud €’ ‘ † †iÿ ô ×dum ˆ ‘ud † ˆu ‰R—u‰ † † ˆ€‰(—€d ‡ ‘€ ˆu‰×”u‘ d€’u‘ †  ˆu‰ “ˆ€‰  SANGUE Valor de Refer ncia: 1. . 353   Microalbuminúria Coment  rios: É o nome dado à detecç nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente reversível.O. suprimetaç insuficiente. Sintomas clínicos surgem quando seus níveis s menores que 1. sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas.N fazer esforço físico durante a coleta.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo). Variaç s intra -individuais de at % podem ocorrer. Níveis baixos na urina precedem a reduç magn sio s rico. Doença de Addison. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina Urina 24h: < 30 mg/24h Urina 4. Urina 24h ou C. Níveis baixos s contrados na m sorç o. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total . Níveis elevados s encontrados na insufici cia renal.9 a 2. 353 ñ ò ˆ€‰Á—u”Á–u”€ëu” ˆ ™” © † ¨@ d€m † ˆu‰î–u‰ “ óuô ˆu‰ ˆu‰R—u”  Instituto de Patologia Clínica H. óuô óuô ò ò URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: 50 a 150 mg/24h Condi o: Urina de 24h – Urina recente C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria. desidrataç cetoacidose diab tica. hipervolemia.2 mg/dl ou maiores que 4. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. hiperaldosteronismo. uso de medicamentos com m sio. diur ticos e cisplatina.Magn ’¤— io Coment  rios: Sangue:  m dos principais c tions.Frasco pl stico. . Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m hipomagnesemia concomitante.O. hipoparatireoidismo. Evitar excesso de ingest líquidos. . Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço. M todo: Magon Sulfonado Conservaç o de envio: At semanas entre 2o e 8o C.9 mg/dl. 6 ou 12 h: < 20 µg/min Condi o: Urina recente.Refrigerar. PARDINI 87 .8 mL de Soro.

xânticas e cistínicas. avaliaç ADH e no coma hiperosmolar.5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0.sicos. Aumento ocorre na alcalose respiratória. acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç . ñ ‡ ˆ ˆ€‰ ò óuô † ô †  ‰ † ‡ ˆu‰÷—u‰ † ” ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰f  ‡ ˆu‰R–u‰ †  88 Instituto de Patologia Clínica H. infecç r bact rias ure ticas (proteus). Conservaç o de envio: Urina recente: at 4 horas após a coleta. Laboratórios: Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante. cimetidina.Osmolaridade Coment  rios: Soro: a osmolarid roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç . 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Osmolaridade diminuída ocorre na hipervolemia.5 Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .O. etanol e metanol. Veja tam m Teste de restriç ídrica. desidrataç . M todo: Crioscopia Valor de Refer ncia: Adultos e Crianças: Soro 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Rec m Nascido: Soro at mosmoL/Kg/H2O Urina 75 a 300 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Condi o: 0.Urina 24 horas C. diabetes insipidus e amiloidose. ˆ €d u— ” † –  mu ñ m† ˆu‰â—ud ™ ˜ ˜ ò ˆu‰ ¡ ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ — u ‰ ˆu‰á ‡ óuô † ˆ ˆ™ ™ †iÿfšš ™ †ô  pH urin e rio Coment  rios: A determinaç o do pH urin ri til no manejo de litíases. no uso de tiazídicos. dist rbios hidroeletrolíticos.M. hiponatremia e SIADH.5 mL de Soro ou Plasma (Heparina). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. cido. SIADH. Diminuiç pH ncontrado nas litíases ricas. Encontra-se elevada na hipernatremia. PARDINI . hipovolemia. na terapia de alcalinizaç rin ria e nos dist rbios hidroeletrolíticos. uremia. hiperglicemia. M todo: Mediç direta em potenciômetro Valor de Refer ncia: 5 a 6. e na acidose metabóli ca. Urina: usada na avaliaç capacidade de concentraç renal. hepatopatias. corticóides. Tem uso clínico na avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico.

353 ñ ˆ€‰ ˆ ‘u ô ò †ô “ ¡ u– u ’ Proteína Glicosilada Coment  rios: É o resultado da ligaç licose com a albumina ou outras proteínas.Urina recente C. aldosteronismo.9 a 2. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. N ve ser utilizado para diagnóstico de diabete melito. . Reflete o controle dos níveis glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas. Esta diferenç importante na manutenç o do potencial el trico da membrana celular e na excitaç tecido neuromuscular. Aumento: síndrome de Cushing.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Soro.JO 8h. ñ ud m † óuô †ò ˆ€‰ › › › ‰ u— « d’ ‡ uˆ « ˆ€‰ ” u ‘ € — u ‰ ‡ ˆ€‰ù”€‘ ˆu‰ ˆ u ‰ å — € ” œ œ œ †ô Instituto de Patologia Clínica H. na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base.  ñ † ˆu‰   óuô †ô  ò ˆ€‰(” d † ˆu‰«—u‰ ˆ ˆ † ˆ€‰  URINA Coment rios: Principais causas da diminuiç : doenças de Addison.3 a 3.8 mmoL/L Controle Inadequado > 3.6 mEq/L Condi o: 1. M todo: Colorim trico (Reduç do NBT) Valor de Refer ncia: 1. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 3. PARDINI 89 . doença tubular renal.8 mmoL/L Condi o: 1. Na urina ou soro sua aplica ç est relacionada aos níveis de aldosterona.M. . Níveis baixos s contrados na desnutriç .3 mmoL/L Controle Moderado 3. com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta concentraç est em torno de 4 mEq/L.Pote¦—¤— io SANGUE Coment rios: É o principal c tion intracelular.8 mmoL/L Di ticos: Controle Satisfatório < 3. doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio. Instruç es de Coleta: veja Urina 24 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia Urina 24h: 23 a 123 mEq/24h Condiç o: *Urina 24h .O. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. s til nos pacientes com hemoglobinopatias para monitorizaç do tratamento.7 a 5.

Sinovial. digitais.1 g/dl sugere hipertens o porta.4 a 8. doença hep tica.Líq..5 a 3. meningites.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. síndrome nefrótica). enteropatias perdedoras de proteínas. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. embolia e quilotórax). cirrose.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. síndrome nefrótica. Líq. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. infecç s. ñ  ™” ò ò óuô LIQUOR M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Lombar 15 a 45 mg/dL Cisternal 10 a 25 mg/dL Ventricular 5 a 15 mg/dL Condi o: 0. pancreatite). A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. uso de corticóides. furosemida e contraceptivos orais. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. “ˆ ˆu‰ ˆ  ˆ Líquido ascítico: valores abaixo de 2. Valores baixos na gravidez. insufici cia cardíaca).3 g/dL Valor de Refer ncia . e no uso de carvedil ol e laxativos. SANGUE / LÍQ. doenças crônicas. mieloma. desnutriç o. ascite quilosa.000 hem cias). Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias. PLEURAL / LÍQ. neoplasias. doenças granulomatosas. queimaduras.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. Ascítico . Sinovial: 2.Sangue: 6.Líq.Líq. imobilizaç rolongada. colagenoses. ñ †ô    ò óuô †H• ô ž ž ž Continua. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. Hemólise pode causar aumentos es rios. pancreatite.0 g/dL Condi o: 1. colagenoses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . SINOVIAL M todo: Biureto Valor de Refer ncia .8 mL de Líquor.Proteínas Totais Coment  rios: Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas. Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. insufici ncia cardíaca. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose. neoplasias. † €ˆ ‰ –€‡ ˆu‰ì– “u‘ “u‘ ˆ ˆu‰ Líquido pleural: valores abaixo de 2. leishmaniose. insufici cia cardíaca. 90 Instituto de Patologia Clínica H. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. hanseníase. macroglobulinemia Waldenströn.5 indica exudato Líquido sinovial: elevaç ˆ€‰(—€”(– ˆ€‰ ˆ€‰ ˆ ˆ † ™” roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares. Pleural . hiperteroidismo. uremia e Síndrome de Cushing. Aumentos s o encontrados na desidrataç .. ASCÍTICO / LÍQ.

0 mL de Líq. caquexia.0 mL de Soro. glomerulopatias.4 a 3. Níveis elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico. M todo: Biureto e Verde Bromocresol Valor de Refer ncia: Albumina 3. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Resultados baixos ocorrem na cirrose. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Teste de clements.. doenças granulomatosas. enquanto a concentraç da esfingomielina permanece est vel. Amniótico.M.O. sarcoidose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.DOSAGEM M todo: Vermelho de Pirogalol Valor de Refer ncia . Fosfatid il Glicerol. Sua funç o prim r i manter a press coloidosmótica do plasma. Laboratório s: Enviar em frasco âmbar. Normalmente espera-se uma raz lbumina/globulina maior ou igual a 1.PROTE NAS TOTAIS Ÿ URINA . PARDINI 91 . Fosfolípides.2 g/dL Totais 6. infecç s agudas. tem meia vida de 15 a 19 dias..3 g/dL Condi o: 1. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para indicar resultados de maturidade pulmonar. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos. ñ m† † ò• € ˆ ( ‰     óuô ˆ€‰(• †ô ˆu‰ ˆ Rel ¢ £¦¥ o LE  “ dum † d† ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. Veja tam m C lulas Orangiófilas. Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de proteínas.5 a 5. M todo: Cromatografia em camada fina Valor de Refer ncia: Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar) Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo) Condi o: 5.Continua. Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%. ˆu‰âd †d ò ˆˆ  d† m† ˆu‰ † ™” “ d ¡ ”u–u ñ        ¡ ¡ ¡ óuô †ô Rel ¢ £¦¥ o Lecitina/Esfingomielina £ Coment  rios: Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal. mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos.5 g/dL Globulina 1. colagenoses.Urina 24h: 20 a 150 mg/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. Sintetizada pelas c lulas do par nquim tico.4 a 8. queimaduras e doenças inflamatórias intestinais. identificar. . mieloma. ñ óuô ò †ô –€u’ Proteínas Totais e Fracionadas Coment  rios: Albumina proteína mais abundante no plasma.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. A lecitin o principal componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez.

M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 135 a 145 mEq/L Condi o: 1. . Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória. ñ óuô  ò ”†‡ €ˆ ý ‰ u— ‰ ‰ý m€ ˆu‰ †©¨  “u‘ ˆ€‰ ô   ˆ Sódio SANGUE Coment rios: É o principal c tion extra celular. pois quanto maior a manipulaç o. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . O test til na avaliaç s dist rbios hidro -eletrolíticos. Os sais de sódio s s principais determinantes da osmolalidade celular.M. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 20 a 33 mmoL/L Condi o: 0.Reserva Alcalina Coment  rios: Este test til na avaliaç equilíbri cido .O. maior a alteraç do pH da amostra. Diminuiç : síndrome nefrótica. em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro. afetando diretamente o resultado. ñ ˆu‰ † ˆu‰ óuô ò †ô ¡ u– u ’ 92 Instituto de Patologia Clínica H. secreç inadequada de ADH e doença de Addison. necrose tubular. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível. dieta rica em sal. Laboratórios: Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente. Valores aumentados: alcalose metabólica e acidose respiratória. ñ ”†‡ óuô † ¤8õuóuô  ò ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰ù‰ † URINA Coment rios: Principais causas de aumento: uso de diur ticos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 27 a 287 mEq/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C.sico. dieta pobre em sódio e síndrome de Cushing.0 mL de Soro. PARDINI . repetidas vezes. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro.8 mL de Soro.

JO 12h ou C. hipotireoidismo.0 mL de Soro. hemocromatose. anemias hemolíticas. S identificadas 3 subfraç s de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria). sendo que todas essas se associam com aumento do risco cardiovascular. colestase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. doenças m sculoesquel ticas. A TGP mais sensível que a TGO na detecç de inj ria do hepatócito. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. entretanto. infarto agudo do mioc rdio. inferiores a 250U/L. . Na hepatite alcoólica os valores de TGO s . menores e mais densas que t m efeito ater nico. colescistite. Valores elevados s ncontrados no etilismo. rins. HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. “ ˆu‰ ‰€’u“ “ ñ  ˆu‰ ™” óuô ˆ ô † Transaminase Oxala s¤’ tica ¦ Coment  rios: Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares.Subfracionamento das Fraç ¥ es do Colesterol Coment  rios: Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 03 a 50 U/L (37o) Criança 10 a 60 U/L (37o) Condi o: 1. Doença de Wilson e na defici cia de alfa-1-tripsina. colestase. defici cia de piridoxina. e partículas HDL3. insufici cia cardíaca. enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular. superiores às elevaç s da TGP. hipotireoidismo. hepatites virais.M. sendo. uˆ ‰ ˆu‰í” ‡ † † –u‡ ‘uˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. c rebro. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO.O. baço e leucócitos. hepatites lcoólicas. PARDINI 93 .0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). pulm es. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ‡ ˆ u ‰ å d † † “ u ‘ ™ –u ‡ ˆu‰ † ñ ‘ † ò¨ § § óuô ¨ †ô ˆu‰ ‘uˆu‰Ýd ‡ “u‘   ñ ‘† ò¨ § § óuô ¨ †ô “u‘ TGO ‘uˆ ‡ † m†  “u‘ ™” Transaminase Pirúvica ¦ Coment  rios: TGP A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. M todo: Eletroforese em Gel de Poliacrilamida Condi o: 1. A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular. hepatites virais. Valores elevados ocorrem na ingest lcoólica. cirrose. cirrose. hemocromatoses. TGO (AST) tam m encontrada no m sculo esquel tico.0 mL de Soro. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 12 a 46 U/L (37o) Criança 10 a 70 U/L (37o) Condi o: 1. infarto agudo do mioc rdio. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO. anemias hemolíticas. maiores e menos densas que t m maior efeito protetor. em geral. pâncreas. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses alcoólicas. insufici cia cardíaca. doenças m sculoesquel ticas.

etc) no hipotireoidismo. Produto do metabolismo hep tico das proteínas. diabetes e gravidez. S transportados no sangue por VLDL e LDL.JO 8h. óuô ò ò ò URINA Valor de Refer ncia . Adultos: questionar volume inferior a 500 mL. Pleural.JO 12h. na ingest elevada lcool. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . PARDINI .0 mL de Soro.5 g/12h Valor de Refer ncia .Soro: Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL < 10 anos > 100 ≤ 100 10 a 19 anos > 130 ≤130 Adultos < 150 150 a 199 ≥ 200 Valor de Refer ncia . . induzido por drogas (estr ios. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Ascítico . Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1.Trigli s¦’ rides Coment  rios: Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos. M todo: Colorim trico Enzim tico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. -N recisa conservante.Líq.Líq. contraceptivos orais. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.*Urina 12h . Interferente: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Os níveis baixos est relacionados a mal absorç . mal nutriç ipertireoidismo. . prednisona.*Urina de 24h. 353 óuô † ˆu‰R– du‘ ¡ ˆ  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ 94 Instituto de Patologia Clínica H. Refrigerar. Sua concentraç pode variar com a dieta. hidrataç funç o renal.Urina 12h: 5 a 17. Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. Desta forma a ur i iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e excretória renal.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). Ascítico/Líq. excretada nos rins.Urina 24h: 10 a 35 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . Os triglic rides em conjunto com Colesterol s teis na avaliaç risco cardíaco. Níveis elevados s ncontrados na Síndrome nefrótica. . † ˆ  ñ †ò ò  † ˆ u ‰ á ” ‰€’u“u‘ ˆ€‰ ††  uˆ Ó ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ € ‰ « u— î ” —u‰  uˆ ‰ ˆu‰R” ¡ A©fª †© « « óuô ¬ ¬ ˆ ô † Ur’ ia Coment  rios: É a principal fonte de excreç o nitr io. Líq. ñ † ô †  ˆu‰á— † €‰d u’ u“† ‘ — ˆu‰  ˆ u ‰ ˆu‰R” ˆ  † SANGUE Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL Condi o: 1.Urina 24h.

353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 41 a 65 mL/minuto Obs.Ur’ ia. Condi o: 1. uco til na mediç da taxa de filtraç lomerular.Adultos. -N recisa conservante. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . peso e altura do cliente. . clearence Coment  rios: Este teste. hor rio inicial e final da coleta.: O resultado corrigido para a superfície corpórea. devido as variaç s de dieta. Refrigerar. filtraç . reabsorç renal e síntese hep tica. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos. ñ ˆ€ˆ‰ óuô †ò †  ˆu‰R™’ ” ˆ€‰ ˆ † ˆ€‰  ˆ † –u‰ † ‡ ˆu‰R– ‰ ÿ €– u ’ ô †  • ¡  Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h.JO 4h. . PARDINI 95 .

PARDINI .96 Instituto de Patologia Clínica H.

Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç . dia e hor ltima dose. PARDINI 97 .0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .10o C. A principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. estando 70% da droga ligada às proteínas plasm ticas. . M todo: FPIA . Cerca de 90% da droga se liga à albumina. dosagem. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.JO 8h.M. fenitoína. ansiolítico e miorelaxante.08 a 0. Somalium®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. dosagem. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico. dependente da idade.5 mL de Soro. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais.2 µg/mL Condi o: 2. O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas.O. Sua dosagem til para monitorizaç dos níveis ter uticos e toxicidade.M. Alguns pacientes necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es. Valores acima de 200 µg/ml s considerados tóxicos. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. ñ   † óuô ò  ˆu‰  ˆu‰ †iÿ @ ô — v u“ ‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina. dia e hora da ltima dose. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .Fluoresc cia Polarizada Nível Terap utico: 50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico) Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Informaç e s neces rias: Medicamentos em uso.O. . Seu metabolism hep tico (95%). sendo sua depuraç influenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico. apresentando grandes variaç s individuais.JO 8h. Conservaç o de envio: At 14 dias entre 2o e 8o C.` Comen rios: O cido valpróico (Depakene ® Epilenil®) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca.HPLC Nível terap utico: 0. O metabolismo da dro tico. cido Valpróico   † † † ‡ uˆ ‰  ñ ò “u‘ u– “  óuô u“ ‘ vv  ˆ ô † ™” † ‰Û‘uˆ ’ud † ¡ ”€–u ˆu‰ “€‘ m † ˆu‰  ‡ du–u“ ‰†  ™ dR—udR‡ Bromazepam Coment  rios: O bromazepam (Lexotan®.

M todo: Imunoensaio Valor de Refer ncia: 150 a 400 ng/mL Condi o: 5. cido valpróico.M. Laboratórios: N o pode ser colhido em tubo com gel separador. dosagem.O. trimetoprim. sulfametoxazol. que se inicia quando níveis da droga est o acima de 400 ng/ml. estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. diltiazem. ranitidina. verapamil. A monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. danazol. amiodarona.O. O pico plasm tico ocorre em 6 horas. Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina. e cai 2 a 14 dias após sua reduç . anfotericina B.0 mL de Sangue Total (EDTA). cimetidina. com meia vida de 8 a 24h. Apresenta meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico. propoxifeno. etanol. carbamazepina.Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. bem como dela própria. metoclopramida. Atinge pico de concentraç entre 2 e 6 horas após dose oral. . isoniazida.  † uˆ ‰ “u‘ ‘   óuô ò † †‡ –u ˆ ˆu‰Á—€d “u‘ ˆu‰ † ˆu‰«—u‰ † ñ –€“  ¡ ”u–u ˆu‰ý—ud ˆu‰ † d t‘ uˆ ‰ †ù  ˆu‰R—u” u“ ‘ ˆ ô † •  vv  dR—udR‡ Ciclosporina Coment  rios: A ciclosporina (Sandimmun®) tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.Polarizaç Fluoresc cia Nível terap utico: 4 a 10 µg/mL Condi o: 0. nicarpidina. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico. isoniazida. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. Essa auto -induç respons vel pela diminuiç meia vida da droga após 6 semanas de tratamento. É um polipeptídeo cíclico. rifampicina. Cerca de 3 a 7 dias s ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio. . o Tolycapocladium inflatum.M. Sua complicaç mais s ri toxicidade renal. cetoconazol. cimetidina. derivado de um fungo. M todo: FPIA . testosterona.JO 8h. Drogas como fenitoína. primidona. warfarin. fluoxetina. ˆ€‰Á—u‰ † ˆ  † ˆ€‰ † d†d ˆ€‰  ‘† ˆ€‰ ñ  óuô ò  ô †©¨ vv  “  ‰R‰(‡ 98 Instituto de Patologia Clínica H. eritromicina. PARDINI . eritromicina. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 µg/ml. dia e hor ltima dose. Informaç es nece rias: Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Carbamazepina Coment  rios: A carbamazepina (Tegretol®) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diab ticas. anti-concepcionais. fenitoína. A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da ciclosporina plasm tica. podendo levar à induç s enzimas ticas e conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas.5 mL de Soro. Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital. sendo o tempo necess rio para atingir níveis est veis entre 2 e 6 dias. furosemida. Drogas que a umentam nível da ciclosporina: corticóides. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

dia e hora da ltima dose. Tam m utilizado como anticonvulsivante. ñ † óuô ò † †  ”( —ud † †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ Clonazepam Coment  rios: O clonazepam (Rivotril®) m benzodiazepínico usado como hipnótico.HPLC Nível terap utico: 15 a 60 ng/mL Condi o: 2.10o C. fenitoína. ansiolítico e miorelaxante. dosagem. ñ m† dݑu‘uˆuˆ ‰ † –u“ ‰u’udÙ ò †  †  ˆ ‰ ¡ ”u–u  ˆu‰ óuô †iÿ @ ô — vv  u“ ‘ dR—udR‡ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. . dosagem. Efic cia tera tic bem correlacionada com os níveis s ricos. PARDINI 99 .0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). sendo seu metabolism tico. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .HPLC Nível terap utico: 200 a 1200 ng/mL Condi o: 2. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dia e hor ltima dose. ansiolítico e miorelaxante. Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias. Pode elevar o nível s rico da carbamazepina.O. . Valores acima de 80 ng/ml s considerados tóxicos.JO 8h.M.Clobazam Coment  rios: O clobazam (Frisium®. Urbanil®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. fenobarbital cido valpróico. Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas. Essa dr o tem efeito indutor enzim tico. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua meia vi de 10 a 30h. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.JO 8h.M. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C. com meia vida de 20 a 40h. quanto tempo usa a medicaç . quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .O.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

dosagem. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.Diazepam Coment  rios: O diazepam (Diempax®.JO 8h. miconazol. . quanto tempo usa a medicaç peso. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). dieta por sonda ent rica. O tabagismo. 103 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . nifedipina. warfarin e ciclosporina. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral. cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fenilbutazona. Crianças e alguns adultos podem ter metabolism tico mais r pido. Valium ®. dia e hora da ltima dose. Entretanto.10o C. Gravidez. ansiolítico e miorelaxante. lamo trigina. o que acarreta em níveis s ricos mais baixos. Absorç roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital.O. a meia vida no sistema nervoso central mais curta.10o C.O.JO 8h. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico.HPLC Nível terap utico: 100 a 1. doenças virais.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Níveis elevados podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina. cido fólico. fenitoína. fenobarbital e rifampicina diminuem a meia vida do diazepam. ‡ ñ  ˆu‰Á—u‰ ‰ † “ “u‘ ˆu‰«—ud«—  ‰ ¡ ”u–€ †  ˆu‰  uˆ ‰ ò u“ ‘ † † ‰ †  † dà‘uˆ€‰  †   óuô †iÿ @ ô — vv  ‡ 100 Instituto de Patologia Clínica H. dosagem.M. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e toxicidade. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . ñ óuô  ‰  † ¡ ”u–u ˆ  ò ­ª vv m†  †   † †iÿ @ ô — ñ u“ ‘  dÁ‡ ˆu‰R” Difenilhidantoína ® Coment  rios: Fenitoína A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin®. nitrofurantoína. doxiciclina. cimetidina e isoniazida aumentam os níveis plasm ticos do diazepam. Veja tamb m: N-Desmetildiazepam p g. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. etanol.000 ng/mL Condi o: 2. Diazepam ®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. carbamazepina. oxacilina. O metabolism hep tico. com meia vida plasm tica de 20 a 50 horas. etilismo e algumas drogas (carbamazepina. amiodarona. dia. Informaç es ne rias: Medicamentos em uso. n o tendo efeito indutor enzim tico. metronidazol. hora d ltima dose. Cerca de 95% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .M. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. imipramina. clorafenicol. primidona. . Anticoncepcionais orais. Níveis acima de 25 µg/ml s considerados tóxicos. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. warfarin. cimetidina.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0.5 mL de Soro. sendo que o estado de equilíbri alcançado em 1 a 5 semanas. ibuprofen. Seu metabolism tico. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. Hidantal®) tilizada como anticonvulsivante. corticóides. isoniazida e trimetoprim. PARDINI .

Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico. warfarin. nas hepatopatias. Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos. fenitoína. Interaç es medicamentosas com antipsicóticos. Em períodos mais curtos. hipercalcemia.8 nmol/L) Níveis de Pânico acima de 3. fenitoína furosemida. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem.M. Algumas drogas diminuem a absorç digoxina: metoclopramida. se funç renal normal. Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Nível Tera tico de 0. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina. cido valpróico. ‡ ‡  ˆu‰ ñ ˆu‰î—ud “u‘ ¯ ¯ ¯ ò u– “  “u‘ ‘uˆu‰R—u” ˆ “  —€‰ ‰ † ¡ d  ¡ ”u–€ “ € ‘ d † †  ˆu‰ö—€‰ “ ‡ ° óuô ° “ ° ° •(‘€ˆu‰ Fenobarbital Coment  rios: †Rþ ô vv  dR—udR‡ O fenobarbital (Edhanol®. JO 8h.0 ng/mL Obs.0 ng/mL (3. A principal causa de níveis baixos o ades tratamento. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento. vitamina D.5 mL de Soro. e infarto agudo do mioc rdio. PARDINI 101 . cimetidina. Interferentes: cido valpróico. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina. insufici ci tica. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína. espironolactona.JD 4h. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. hipóxia. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. sendo til para se prevenir toxicidade. clorafenicol. anticoncepcional oral. colestiramina. laxativos e fenitoína. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan hipocalemia. ˆu‰ ˆ€‰Ü—€‰  “ ò d€–u“ †  ñ   ˆ † dý‘€ˆ ˆu‰ýdu‰    ‡  ™ ‰ † ¡ ”u–u †‡ … óuô “ †iÿ @ ô — vv  Instituto de Patologia Clínica H. verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. anti cidos. Quinidina. diltiazem. eritromicina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. acetazolamida. . sendo que 50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. dia e hor ltima dose. gravidez e em crianças. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Possui metabolism tico. na insufici ncia renal. carbamazepina e oxcarbazepina.HPLC Nível terap utico: 15 a 40 µg/mL Condi o: 0. dia e hora da ltima dose. hipomagnesemia. sendo um indutor enzim tico potente. Salicilatos. cimetidina.0 ng/mL Níveis Tóxicos: Adultos acima 2. Níveis elevados podem decorrer do uso concomitante de cido valpróico.O. dosagem. itraconazol. determinando níveis falsamente elevados. Estado de equilíbri lcançado em 5 dias. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Gardenal®) tilizado como anticonvulsivante. Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal.8 a 2.2 nmol/L) Crianças acima 3.Digoxina Coment  rios: É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de dist rbios do ritmo cardíaco.5 ng/mL (3. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após absorç . Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 60h. Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç medicamento. teofilina. dosagem. valores superiores a 2. alcalose. Condi o: 0. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .5 ng/m significam necessariamente níveis tóxicos. ciclosporina. piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro.

0 mL de Soro.10o C. Sua absorç influenciada pela alimentaç . dosagem. Estado de equilíbrio ocorre em 10 a 15 dias. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 mL de Soro. JO 8h.0 mg. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .10o C. Neurium ®) m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas. Condi o: 1.0 mg/L a tr s horas após a administraç de 300. dosagem. Prozac®) um antidepressiv tricíclico tam m utilizado no tratamento da tens r -menstrual.10o C. Anti cidos podem diminuir sua absorç . JO 8h.M. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap ticos e toxicidade.0 a 4. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Possui meia vida de 2 a 3 dias. Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. Progresse®) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam.HPLC Nível terap utico: 2 a 4 µg/mL Condi o: 1. hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . ñ ˆu‰î– † † †‡ óuô ò ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰ —€‰ m †  ˆu‰ “ †iÿ @ ô — vv  “ dÁ‡ ˆu‰ Gabapentina Coment  rios: A gabapentina (Neurotin ®.HPLC Nível terap utico: N o estabelecido. † ñ óuô ò † †  †ˆ ‡ ˆ …  †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ 102 Instituto de Patologia Clínica H. com meia vida de 23 a 72 horas (menor em crianças).0 a 400. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . dia. Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína. Drogas que induzem sistema microssomal podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina. Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas.O. dosagem. estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas. níveis de 3. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ñ ˆu‰ ˆ ò ˆ€‰ óuô †iÿ @ ô — –u“ ˆu‰ †   ˆu ‰â‘uˆu‰ † €‰ u’ d † vv  “ “ ‡ Lamotrigina Coment  rios: A Lamotrigina (Lamictal®. estando 95% ligada às proteínas plasm ticas.O.O. Quadro de hipersensibilidade cutânea pode ocorrer independente do nível s rico.M.HPLC Valor de Refer ncia: 100 a 800 ng/mL Condi o: 1. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. cido va lpróico inibe o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . apresentando meia vida de 5 a 7 horas.M. Pode considerar de forma orientativa. PARDINI .Fluoxetina Coment  rios: A fluoxetina (Daforin®. dia e hora da ltima dose. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. fenobarbital). Cerca de 90% da dr excretada inalterada na urina. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .0 mL de Soro. JO 8h. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dia. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos.

O. Veja tam m Diazepam. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . uso de diur ticos. hiponatremia.0 mL de Soro. M todo: Eletrodo Seletivo Nível Terap utico: 0. com meia vida de 18 a 24 horas . inibidores da ECA.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Esse metabólito tem meia vida mais longa (50 a 100 horas) que o diazepam. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.Lítio  Coment rios: Os sais de lítio (Carbolitium®. JO 12h. clorpromazina e anti-inflamatórios esteróides.6 a 1. Sua determinaç o til para identificaç iazepam como causa de sedaç o prolongada. e no uso de acetazolamida. Conservaç o de envio: Enviar material congelado.2 mEq/L Condi o: 1. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e toxicidade. reposiç o de sódio. Valium®.000 ng/mL Condi o: 2. Níveis acima de 1. ansiolítico e miorelaxante.O. desidrataç o. ñ óuô ò m† ˆ †‰ ˆ †‡ ˆu‰Û—u‰Û— †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “€‘ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta). Estado de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas. teofilina e cafeína.M. JO 8h. Carbolim®) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e outros dist rbios psiqui tricos. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose.10o C. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Depuraç droga aumenta na gravidez. dia. dia e hora da ltima dose.HPLC Nível terap utico: 120 a 1. ˆu‰ ‡  ñ óuô ˆu‰R—u‰ ò ô † ˆ †‡ ™ ” ‡ ˆu‰R—ud ˆu‰ ˆ ‡ ˆ “u‘  ˆ du–€“ ˆ ˆu‰ ‘ € ˆu‰î—u” vv  “€‘ N-Desmetildiazepam Coment  rios: O n-desmetildiazepam principal metabólito do diazepam (Diempax ®. haloperidol. Diazepam®). dosagem. Níveis aumentam na insufici cia renal. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Pode causar diminuiç T4 e elevaç TSH transitória.M. benzodiazepínico usado como hipnótico. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .5 mEq/l s o considerados tóxicos. PARDINI 103 . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Estabilidade 2 dias.

Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . ansiolíticos e anticonvulsivantes. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas.10o C. de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares. Sonebon®) m benzodiazepínico usado no tratamento da insônia.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).HPLC Nível terap utico: 200 a 1000 ng/mL Condi o: 2. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ñ  †‡ † ˆu‰ ˆ  ˆu‰± m  ⠗ † –€“  “€‘ óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ ˆu‰ 104 Instituto de Patologia Clínica H.10o C. Conservaç o de e nvio: At ias entre 0o a . ñ ˆ€‰ —u‰ “ óuô ò ˆ † †‡ †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “ ˆu‰ Oxazepam Coment  rios: O oxazepam metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s sados como hipnóticos. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . PARDINI . Picos plasm ticos ocorrem em 2 a 4 horas após absorç .0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Possui meia vida de 4 a 12 horas.O. estando 95% da droga ligada às proteínas plasm ticas.O.M. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. JO 8h. Uso de anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o. Nitrazepol®. dia. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dosagem. dia e hora da ltima dose.Nitrazepam Coment  rios: O Nitrazepam (Nitrapan®. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e to xicidade. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade.400 ng/mL Condi o: 2. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada.HPLC Nível terap utico: 200 a 1. dosagem. quanto tempo usa a medicaç .M. JO 8h.

ñ ˆu‰«– †‡ ˆu‰R—u‰ –u“ †   ™”  óuô ò vv  †iÿ @ ô — ‘€ˆ † “ d(—€d(‡ ˆ Primidona Coment  rios: A primidona (Primidon®) m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e parciais. os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .JO 8h. Trileptal®). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos. Após absorç . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. A carbamazepina. ñ “ uˆ ‰ †† ¡  ”  ˆu‰  d † —u”  ˆu‰  u–  m† óuô ò u “ ‘ … vv  †iÿ @ ô — ‡ Instituto de Patologia Clínica H.M. Apresenta meia vida de 2h. seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6 horas. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.10o C. Interferentes: Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante. .Oxcarbazepina Coment  rios: A Oxcarbazepina (Auran®. A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital. A raz fenobarbital/primidona ótim 2 .HPLC Nível terap utico: 5. Interferentes: Isoniazidas. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . um derivado da carbamazepina..HPLC Nível terap utico: 15 a 35 µg/mL Condi o: 1.O.0 µg/mL Condi o: 0.10o C. dosagem. que tam m deve ser monitorado durante o uso da primidona. m anticonvulsivante. fenitoína e diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina. dia e hora da ltima dose. Seu metabolismo p tico. podendo ser mais elevada se o paciente estiver usando outros anticonvulsivantes. Apresenta eliminaç rincipalmente renal. dia e hor ltima dose.M. sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital. JO 8h. sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de 9h. estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas.5. cido Valpróico e Fenitoinas. estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. fenitoína.0 a 15. fenobarbital.M. antes da administraç o de oxcarbazepina. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s.O.O. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade.5 mL de Soro. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam meia vida mais curta. Pacientes com insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de primidona. PARDINI 105 . Concentraç s est veis ocorrem após 2 a 3 dias de uso. Apresenta meia vida de 4 a 12h. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.

Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após absorç . Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . ciprofloxacin. anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. Informaç es nece rias: Informar: medicamentos em uso. JO 8h. ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas). Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas. A concentraç teofilina pode ser diminuída por: tabagismo.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0.10o C. imipramina (Tofranil®) e nortriptilina (Pamelor ®) s rogas amplamente usadas como antidepressivos. 2 a 9 horas em crianças. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a efetividade do tratamento. A desipramina m metabólito da imipramina cuja meia vida maior. principal metabólito da amitriptilina. Suas dosagens s teis para monitorizaç s níveis ter uticos e toxicidade. Fenobarbital. Conservaç o de envio: At 4 horas entre 2o e 8o C. vacina anti-gripal. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco. Cimetidina.M. A nortriptilina. Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após início ou alteraç terapia. rifampicina. Níveis elevados podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona. dia e hor ltima dose. possui meia vida de 20 a 60 horas. amiodarona. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. ˆu‰ — ˆˆ €‰Á—uˆu‰‰á  † d€–u“ ‡ ™” ñ ² ² ² óuô ò ˆu‰R—u” ³ ³ ³ vv  “u‘  ‡ –u“ ² ² ² ˆu‰ † †  “ˆu ‰î‡ ‘uˆ€‰ ³ ³ ³ u“ ‘ ˆ ô †ÿ dR—udR‡ 106 Instituto de Patologia Clínica H. 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca. alopurinol. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. dia e hora da ltima dose. M todo: FPIA . Fumo e Cimetidina.5 mL de Soro. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína.M. 20 a 90 horas. clomipramina (Anafranil®). Obs. Interferentes: Eritromicina.O.3 mL de Soro. propranolol.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fenobarbital. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. Cannabis sativa. 29 horas na cirros tica. carbamazepina e fenitoína. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6 horas após preparaç liberaç lenta). Anti-Depressivos Coment  rios: A amitriptilina (Tryptanol®. Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. dosagem. JO 8h.O. Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40 horas. Limbitrol®).Polarizaç Fluoresc cia Níveis Terap uticos: Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina 100 a 270 ng/mL Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL Imipramina 75 a 250 ng/mL Clormipramina 50 a 150 ng/mL Nortriptilina pura 50 a 150 ng/mL Condi o: 0. uma vez que apresentam janela terap tica estreita. PARDINI . eritromicina. ou antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta).Teofilina Coment  rios: A teofili m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e asma. sendo a aminofilina (sal etilenediamina da teofilina) a preparaç o mais utilizada. A coleta ideal deve ser realizada antes da administraç da próxima dose do medicamento. cimetidina e anticoncepcional oral. ‘ud †  ñ ˆu‰»—ud ˆ€‰ ˆ ˆu‰÷—u” ™ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ì—ud †  “ † “u‘ ‘€d †  ¡ ”u–u ” uˆ ‰™ ”   óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ Tricíclicos. A meia vida d a teofili vari vel: 6 a 10 horas em adultos normais. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. neurol pticos.

0 mL de Soro. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .O. dia e hora da ltima dose. † ñ óuô ò † ™   Á ‰ du–u“ u‘ ˆ uˆ ‰ um ” †iÿ @ ô — vv  “u‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. A vigabatrina reduz em cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína.JO 8h.10o C. Níveis ter ticos o s m correlacionados com níveis s ricos. .Vigabatrina Coment  rios: A vigabatrina (Sabril®) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA).HPLC Nível terap utico: 12 a 22 mg/L Condi o: 1. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.M. dosagem. Apresenta meia vida de 5 a 8 horas. PARDINI 107 . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . sendo excretada principalmente pela urina.

108 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

“u‘ ‰à ñ † ˆ€‰î—ud  ëu“u‘  ˆu‰ óuô ò “u‘ ‡ R– †Rþ ô Continua. At meses entre . ñ  ´ ´ ´ óuô “u‘ ò µ µ µ cido Fólico Coment  rios: ` ô †R þ †©š  O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas...2 mL de Soro. . M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais 0 a 0. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 3 a 17 ng/mL Condi o: 0. A defici cia d cido fóli co quase sempre conse cia de ingest insuficiente e est resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. PARDINI 109 .5 o a .JD 4h. anticorpo anti-receptor Coment  rios: O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias que cursam com fraqueza muscular.2 nmoL/L Miast icos 0 a 1500 nmoL/L Outras doenças auto -imunes 0 a 0. das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo.Acetilcolina.25o C. componentes dos cidos nucleicos.JD 4h. na maioria dos alcoólatras crônicos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.9 mL de Soro. Instituto de Patologia Clínica H.5 nmoL/L Condi o: 0. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Conservaç o para envio: At meses entre . em situaç s de stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH. Informaç es neces rias: Informar medicamentos em uso. Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo. . ˆ€‰î—ud   “u‘ dӗu‰å ˆu‰«”«” «– † ë   ”€ëu“u‘ dådå— † ‡ ˆ —u”ې   “€‘  “ u ‘ ˆ †  † ” † ˆu‰Á—u”Á †  ñ ò “u‘ óuô †©¨ ô u” u‘ €—   †  ACTH Coment  rios: O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal.7 mL de Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. componentes dos cidos nucleicos. A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato.Continu õuóuô o.. Laboratórios: O material deve ser congelado imediatamente. . Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais e insufici cia adrenal sec ria. † —u‰ ñ óuô ò “u‘ v “u‘ ˆ €‘u—u    ™” “ †©š ô  110 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. A coleta e transporte t m que ser em tubo de pl stico. A centrífuga deve ser refrigerada. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. ou uma defici cia de vitamina B12. que necess ria para a penetraç o tissular do Folato. Laboratórios: É recom vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado envie valor do Hematócrito. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 175 a 700 ng/mL Condi o: 5.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina).. indica ou uma defici cia verdadeira de cido fólico. Doença de Addison. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 12 a 70 pg/mL Condi o: 0. CIDO FÓLICO r HEM¶ CIAS Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro. A determinaç o de níveis baixos cido fóli co nas hem cias.Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas. PARDINI . A defici ci cido fólico ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas.5 o a . Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria).25o C. na maioria dos alcoólatras crônicos.

JD 4h.Informar tipo de dieta: normossódica.0 a 50. PARDINI 111 .5 a 90. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. hipo ssódica ou hiperssódica.M.0 a 40.0 ng/dL Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30.Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M . dieta rica em sódio. . hor rio inicial e final da coleta.0 ng/dL Crianças de 1 a 11 meses 6. gravidez. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.O.Informar tipo de dieta: normossódica.0 ng/dL Dieta Normossódica 4.0 a 10. hipossódica ou hiperssódica. dieta pobre em sódio. .Refrigerar. Informaç es nece rias: . Síndrome de Bartter. após congelar por at meses.0 ng/dL Condi o: 1.0 a 30.M. ñ ‰u‘ud † ™ ” “ ‘u“ “ ò –† –† ™ ” ˆu‰ ‰€m  ˆu‰ † €‘u—u · · · · · · · ˆu‰ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ † óuô URINA M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Dieta Normal 4.0 µg/24h Dieta Hipossódica 10. defici ncia de síntese. Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio.O.0 µg/24h Dieta Hiperssódica 0.0 ng/dL Deitado (Repouso) 3. . Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreni mico. SANGUE M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Após 2h em (Normossódica) 5.0 a 20.0 ng/dL Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4.Informar medicamentos em uso.Dieta C. A sua produç regulada pelo sistema renina angiotensina.Dieta C.0 ng/dL 2 horas em + Furosemida 13. Informaç es nece rias: . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.0 a 130. Reduç s s servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal cong nita.Aldosterona Coment  rios: A aldoster secretada pela glândula adrenal.0 µg/24h Condi o: Urina 24h.0 a 19.5 a 4. ñ †Rþ ô vv  · · · ò ¸ ¸ ¸ óuô vv  … † †©¨ ô –€u’  †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H. .0 mL Soro. Instruç es de coleta: Urina 24h veja .

13 a 45.53 38.35 a 145.94 a 50.13 58. É um marcador da formaç aç androg nica perif rica. Est  mentado no carcinoma hepatocelular. PARDINI .44 a 85.39 †Rþ ô Continua.72 a 128. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Alfa feto proteína elevada no soro materno.70 a 284.JD 4h.5 a 5.09 a 112.1 ng/mL ± Adultos e Crianças ± Gravidez veja tabela abaixo: ò ˆu‰ » Condi o: 0.19 a 163.0 ng/mL Condi o: 0. coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a Síndrome dos Ov rios Policísticos.39 a 67.. carcinoma normais em embri rio.87 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29 30 4 2 (3 5 o ng/mL 42.JD 4h.35 96. 112 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.80 a 313. colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida).35 53.36 a 58. M todo: Imunofluorimetria Informaç es nece rias: Se gr vida.31 31.08 a 205.39 a 232.81 a 74.24 a 185.0 ng/mL Homem 3..3 Alfa Androstanediol Glicuronide Coment  rios: O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos andr ios (por exemplo: folículo piloso). teratocarcinoma. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher adulta 0.42 28.16 24.82 19.4 mL de Soro. Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5αredutase.73 84. Semanas de Gest 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23‚5 o † ÿ óuô ng/mL 15. Níveis muito baixos s adultos ( o gr vidas).10 71.20 47. informar tempo de gestaç . . ñ “ —u”u‰ † ‰ u ’ € “ u ‘ † » » » ‰u–€ “u‘ ˆu‰Ý” ˆu‰ º º º ò óuô †Rþ ô Alfa Fetoproteína Coment  rios: A alfa feto proteína  ma importante proteína do plasma fetal.5 mL de Soro.32 78.01 35. .0 ng/mL Menopausa 0.08 22.46 a 98.65 a 257.1 a 6.38 16.4 a 22. ñ ‘€ˆ  † vv  d  ˆu‰ ‰ u ‘ €   SANGUE Valor de Refer ncia: at .

†‡ ò ñ ˆ€‰å— † ‘uˆ€‰ ¡  ˆ  “ ˆ  ‡€m óuô u‘ ˆ óuô †©¨ ô %(½8¾ †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar. Pleural.: No sangue o tem valor clínico.. Sua dosagem isolada ou n o teste de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio.81 ng/mL Condi o: 0.O.Líq.Continu õuóuô o.Líq.5 mL Líquor . a despeito de níveis elevados de PTH.M. Ascítico . aver incremento dos níveis de AMPc. após congelar por at meses.Líquor .Líq. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 1.Líq. .5 a 6. ng/mL 10648 a 17908 9559 a 13310 7865 a 11737 6050 a 9196 4179 a 7623 3388 a 6292 2662 a 5203 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29/30 4 2 (3 5 o ng/mL 2299 a 4719 1936 a 4114 1331 a 3509 1089 a 2783 1089 a 2420 726 a 1936 484 a 1815 óuô †©¨ ô AMP Cíclico Coment  rios: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los.353 Urina veja Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 nmoL/mg creatinina Obs. Amniótico: Semanas de Gest 16 17 18 19 20 21 22 ò ò 24(3 5 o Valor de Refer ncia . Instru o de coleta .Líq. Pleural: < que 1. Ascítico . PARDINI 113 . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH.. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nos pseudo-hipoparatireoidismo. Condi o: Urina 24h ou C.Líq.ALFA FETOPROTE NA Ÿ L¼ QUIDOS Valor de Refer ncia . Resultados falso -positivos podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH. Amniótico .

4 a 3.Urina 24h: 30 a 330 µg/24 horas Valor de Refer ncia .4 a 2. Fluidos corporais. ñ ˆ ‰u‘ud †  ‰u’u“  ˆu‰â”u‘ ‘u’u“€‘ ¿ ¿ ¿ óuô † òÀ À À †Rþ ô Beta 2 Microglobulina Coment  rios:  ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as A Beta-2-Microglobuli c lulas nucleadas. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 g. ñ †Rþ ô † òò óu† ô ˆu‰R– ò u–  ô †©¨ †¹¨ 114 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ‘€—udR‘uˆu‰ ‡ ¿ ¿ óuô † ò À À URINA – FLUIDOS CORPORAIS M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia . † ‘ud † ™ ” † “ SANGUE M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: at 60 anos < 2 µg/mL > 60 anos < 2. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Pr -Puberais ambos os sexos 0.2 a 0. Ajustar pH 7 com NaOH1m. PARDINI .Urina amostra isolada: at 275 µg/L Valor de Refer ncia . 353 Conservaç o par a envio: At dias entre 2o e 8o C. . após congelar por at meses. .M. -N recisa conservante. Refrigerar.0 ng/mL Mulher 0.Fluidos corporais: at 275 µg/L Condi o: Urina 24h .5 mL de Soro. Síndrome dos Ov rios Policísticos.Urina C. Sua s características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas.JD 4h. Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo. Sua produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing.O.0 ng/mL Condi o: 0. Hiperplasia Adrenal Co ita. Hirsutismo Idiop tico.Androstenediona Coment  rios:  m hormônio esteróide andr A androstenedi nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas.6 µg/mL Condi o: 0. Sua concentraç contra-se reduzida na Doença de Addison. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 ng/mL Homem 0.5 mL de Soro.JD 4h.

Informaç es nece rias: Este exame. Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big Prolactina) M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Recuperaç < 30% Big Prolactina Recuperaç > 65% aus ncia de Big Prolactina Recuperaç entre 30 e 65% Indeterminado Condi o: 1.5 o a . A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular.124.Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias. tireoidites. verificar com o cliente a raz pela qual o exame foi solicitado. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana. Síndrome de Zollinger -Ellison.Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina.Resultados > 50 pg/mL. † ˆu‰ †  ñ ò ˆu‰ à ˆu‰‰ à u ˆ óuô Á    “ vv  †Rþ ô † l l ˆu‰ Calcitonina Coment  rios: M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: at /mL Suspeito de CMT entre 50 e 100 pg/mL Sugestivo de CMT > 100 pg/mL . ñ A calcitoni m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide. Conservaç o para envio: At meses entre .Big Prolactina Coment  rios: O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) tilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica. mama ou pâncreas. informar somente se controle de tratamento ou sendo possível. . Sendo solicitado isolado. gestaç rec m -natos. . vem acompanhado de FSH e LH.JD 4h. † –ud m † ˆu‰Á” † uˆ î ‰—  à à à ‘€d †   † ˆu‰÷ê “u‘  ˆu‰ † ˆ ˆu‰ —€d † A@ –u’ò   ‘uˆ óuô  ˆ   u“ †©š ô ”R‘uˆu‰R–u‰€—u” ™” Instituto de Patologia Clínica H.25o C. Sua maior utilidade ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide. Condi o: 0.0 mL de Soro. fal cia renal. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 115 . em alguns pacientes com câncer de pulm o. anemia perniciosa.8 mL de Soro.Client ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou estar em uso de anticoncepcional. A dosagem d e calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide. Sua secreç estimulada pelo c lcio. Monômero de prolactina: 23 -kDa. . o concordantes com a clínica. dever ser colhida nova amostra. Veja tam m Teste de infus o C lcio ou Teste de infus Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. . nas pancreatites. em geral. CMT: Carcinoma Medular da Tireóide. veja question rio p g.

Sendo di tico. dia. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas.JD 4h. .Informar medicamentos em uso. As concentraç es plasm ticas de cortisol s influenciadas pela CBG. . . É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. hora d ltima dose e hor rio da coleta. 18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h. informar uso de anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). Sua concentraç contra -se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress.Cortisol Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). † ñ Ä Ä Ä ˆu‰R–u‰ ò “u‘ Å Å Å vv  ˆu‰Û—u” ™ ˆ€‰b— ˆ óuô ˆ dum † † ˆu‰ †©¨ ô  116 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Urina 24h. controlar rigorosamente a dieta e medicamentos. para diminuir a ingest de líquidos. Se mulher. Sua concentraç o encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Informaç es nece rias: .5 mL de Soro. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Condi o: 0. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Criança 2 a 27 µg/24h Adolescente 5 a 55 µg/24h Adulto 10 a 90 µg/24h Condi o: 5. PARDINI . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficient e de ACTH). após congelar. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Ingest o normal de líquidos. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 08:00 horas 5 a 25 µg/dL 16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficiente de ACTH). † ñ ˆu‰Õ—u” ™ Ä Ä Ä óuô ò Å “u‘ Å Å vv  ˆu‰â”u‘ ™  ˆu‰Ç–€ˆu‰ ‰ †Rþ ô dӇ  Cortisol Livre Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH).

Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais.JD 4h. É um marcador da funç adrenal cortical. carcinoma adrenal. † SDHEA ‘u ñ “ †É• ò “u‘ ’ € “ u ‘ ˆu‰ ”€‘ ˆ € ‰ óuô †Rþ ô vv  Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher 1 m s at anos 30 a 550 ng/mL 30 a 410 ng/mL 5 a 9 anos 50 a 1400 ng/mL 50 a 1400 ng/mL 10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL 12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL 16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL 21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL 41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL 51 a 80 anos 500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL Condi o: 0.0 ng/mL Condi o: 0. Encontra -se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita.JD 4h. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via convers ra testosterona.5 mL de Soro. Sulfato Æ Coment  rios: O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. .5 a 6. PARDINI 117 .5 a 13. Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na Hipoplasia Adrenal. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Adulto ambos os sexos 0. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. tumores virilizantes das adrenais e na Síndrome de Cushing.5 ng/mL Gravidez 0. É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides.5 a 3. doen ça de Cushing.Dehidroepiandrosterona Æ Coment  rios: O DHEA roduzido pela supra-renal e gônadas.0 ng/mL Criança 0. ñ †– ˆu‰Á–€d ò DHEA ™” ™ ˆ ˆu‰ Ç Ç Ç óuô È È È †Rþ ô vv  Dehidroepiandrosterona.5 mL de Soro. É o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. hiperplasia adrenal e adrenarca precoce. .

com hiper resposta ao ACTH. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais: Basal < 8.2 mL Soro. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da 5α-redutase. A DHT exerce sua atividade andr ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo.05 a 0.35 ng/mL Condi o: 1. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher R. PARDINI . É um androg nio importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico.60 < que 0.70 < que 0.5 mL de Soro. Obs. Nascido < que 0.0 ng/mL 30’e 60’ após ACTH aumento de 3 a 5 vezes. Síndrome de Anovulaç Crônica e alta atividade da 5α-redutase.20 ng/mL 04 a 10 anos < que 0. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos. por defici ncia c nita. Condi o: 0. ñ “ † ‰Ó‰u– ‘€’u“ Ì Ì Composto S ˆ€‰ —u—‰ † ¡ åm  Ë ò †Rþ ô óuô “ “u‘ Dihidrotestosterona Ê Coment  rios: DHT É derivada principalment e da convers rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase sobre a testosterona.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase). nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado. ‰€’u“u‘ ˆu‰ý–€” † ˆu‰»—   ˆu‰ † ˆ ñ † u‰ m ˆu‰R—ud ˆu‰  “ “u‘ † ò óuô †Rþ ô vv  118 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.35 < que 0.11 Desoxicortisol Ê Coment  rios: O 11-desoxicortisol (composto S) recursor imediato do cortisol.80 0.25 a 0.JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.20 ng/mL Adulto 0. . É relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers testosterona-DHT. principalmente nas formas tardias do adulto.20 ng/mL 11 a 14 anos < que 0.15 ng/mL at 3 anos < que 0. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo. . Eleva-se quan loqueio da enzima 11-hidroxilase.JD 4h. pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico tumoral.65 < que 0.

Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio. ‡ ñ †’u“u‘ ˆu‰à—€”à‘ ˆu‰à—€”àˆudu‰« ‘ ”u‘ “ ’u“ ò “u‘ €ˆ ‰ ““ ˆu‰à—€dàdu‘€”  “u‘ u‘u—u † m † † ™” † óuô †Rþ ô Estradiol. nefroblastoma. algumas doenças pulmonares hipox micas. strog nio circulante predominante. AIDS). PARDINI 119 . sugere-se seu controle em um ico laboratório. testículos e pela convers perif rica da testosterona. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame.JD 4h. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios. Transfus s e estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 2. shunts veno/arteriais. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 20 a 215 pg/mL Menopausa at /mL Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Homem at 5 pg/mL Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Criança at /mL Pr -Menopausa at /mL Condi o: 0.5 mL de Soro.feminino: < 11 anos). cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo. uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas. responder: Atraso de desenvolvimento seios. Sua dosagem til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia medular.5 mL de Soro. feocromocitoma. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos. p los pubianos. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.. . Em mulheres menopausadas a estrona. 17 Beta Í Coment  rios: O 17-Beta Estradiol estr io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. O estradiol medido para estudo dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç da ovulaç o. hepatoma. É tam m utilizada para diferenciaç tre os quadros de policitemia prim ria e sec ria.JD 4h. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxi nio. Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro.0 mU/mL Condi o: 0.Eritropoietina Coment  rios: É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue. Encontra -se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianó tica. Se criança (masculino: < 14 anos . doenç tica e ginecomastia masculina. genital. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais. Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. puberdade precoce feminina. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.6 a 34. mais do que o estradiol. anemias crônicas (insufici ncia renal. Sua dosagem tilizada para a investigaç emias e avaliaç mia provocada pela insufici cia renal. pós -quimioterapia. Informaç es nece rias: Se mulher. leiomiomas e adenocarcinoma renal). Os níveis de eritropoietina podem estar elevados tamb m devido a flebotomias. genital. tumores femininizantes adrenais. † ˆ † ‰ u‰ €’ u“ ‘ †† † E2 ñ Î Î Î Î ò ‡u‘  u –  ˆu‰R—u‰R—uu” ‘u—u † d† ‰ö¡ ””€–u “ uˆ ⠉ u” ‘ Î Î Î Ï Ï Ï ˆuˆu‰‰ ˆu‰ Ï Ï Ï Ï óuô †  †H• R–u’ †i†ÿ ¨ R–u’ †iÿ R–u’ ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † Á’  ˆu‰‰ »ëud ˆ€‰ ” ˆ dR—udR‡ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰  ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. estenose de art ria renal.

. Valores isolados s ifícil interpretaç . aplasia ou hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia.N precisa conservante. em penicilinoterapia. 353 óuô ˆu‰ d€‘ ¡ ˆ o gr vida: at .  ™” ˆ “u‘ ñ ˆu‰ ‡ ˆ€‰à—u”Û— † ˆ€‰ ˆ u ‰  ˆ€‰ SANGUE Valor de Refer ncia: .0 mg/24h ou g creatinina Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina 11 a 24 semanas 2a 8 25 a 30 semanas 7 a 29 31 a 35 semanas 10 a 36 36 a 40 semanas 13 a 50 †  uˆ ‰ †©¨ ô %‚Ò$Ó †¹¨ meses. . É sintetizado na placenta. perda fetal. Urina 24h*. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. ˆu‰  ò †iÿ † †@   ˆu‰ uˆ ‰ óuô ng/mL 14 a 53 24 a 75 29 a 127 45 a 175 60 a 210 90 a 325 †Rþ ô URINA Valor de Refer ncia: Homem e mulher ± Gravidez: Ñ ò ‘uˆ  Condi o: 1a Urina da m .Estriol Ð E3 Coment  rios: É o estrógeno mais importante da gravidez . Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores de altas altitudes. diur ticos. M todo: Radioimunoensaio Informaç es necess rias: Se gr vida. uso de corticoesteróides. 120 Instituto de Patologia Clínica H. representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres gr vidas. gestaç molar. Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina. estrógenos entre outros. . PARDINI . informar tempo de gestaç . A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens induzida pela gravidez. sendo mais importante as medidas seriadas.5 mL de Soro.0 ng/mL ± N Gr vidas: at ± Homens: at . nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional.0 ng/mL Semanas de Gestaç ± Gravidez: 16 a 20 semanas 21 a 24 semanas 25 a 28 semanas 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas 37 a 40 semanas Condi o: 0.Refrigerar. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. após congelar por at Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . defici cia de sulfatase placent ria. anormalidades fetais cromossômicas.JD 4h.

Estrona Ô Coment  rios: A estr mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol. PARDINI 121 .5 mL de Soro. Nascido 25 a 200 ng/mL 1m s 200 a 600 ng/mL 2 a 5 meses 50 a 200 ng/mL 6 m a 15 anos 10 a 140 ng/mL Mulher . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: R. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. em estados inflamatórios como artrite reumatóide. A ferritin um reagente de fase aguda. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o C e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Fase Folicular 15 a 100 pg/mL Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Menopausa 15 a 65 pg/mL Homem 30 a 55 pg/mL Condi o: 0. Encontra-se aumentada em desordens infecciosas e inflamatórias.pós -menopausa Menopausa 10 a 280 ng/mL Homem 29 a 300 ng/mL Condi o: 0. A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato. A estro muito utilizada para avaliaç ipogonadism o. ñ ”u–u “u‘ † ‘ud †  Õ Õ Õ Õ Õ Õ Õ “ ò “u‘ u– €‰ u— ” €‘ ˆ ”u–u d† † Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ö Ö †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. A dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro. ñ u‰ u‘ d † u‘ d † ò E1 ˆu‰÷—u‰ ¡ †  ˆu‰ö—u” ˆ u‰ u’ u“ ‘ Õ Õ Õ Õ Õ Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ferritina Coment  rios: †Rþ ô vv  O teste da ferriti tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose.pr -menopausa 10 a 100 ng/mL Mulher . avaliaç puberdade precoce (completa ou parcial). . . É o principal estr io circulante após a menopausa.JD 4h. doenças malignas ou terapia com ferro.5 mL de Soro. a defici cia do ferro o ser refletida pela ferritina s rica.JO 8h. Pode estar aumentada em etilistas ativos e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C. Na presença de doença h tica. diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na menopausa.

Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. na lcera strica e duodenal. . A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma). A dosagem de gatrina pr pós cirurgia. PARDINI .JO 10h.GAD. na insufici ncia renal crônica e após vagotomia. dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C. onde os níveis s ricos encontram-se acima de 1. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.000 pg/ml. Victrix.0 U/mL Condi o: 0. Gastrium. em pacientes com lcer tica. Lozec. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: < que 90 pg/mL Intermedi rio de 90 a 200 pg/mL Patológico > de 200 pg/mL Condi o: 0. Peprazol. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol. distribuídas em todo o tubo digestivo. nestas situaç es os níveis de gastri tingem valores t elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. † ‘ud † † m† ‡ † €’  ™ †‡” u “ ‘ u d u –  “  ñ ò ×  ØØ × × óuô †Rþ ô ˆu‰R—u‰R” vv  † d ‘u’udR ‘uˆu‰Rd “ ˆ€‰ ‡ d■† – †  ùd€’ud ˆ 122 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: ≤ 1.O. incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta. Lansoprazol. Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica. Por m. m bom indicador da efici cia da ter tica cir rgica.2 mL de Soro. ñ óuô ò † dum † † † † ˆu‰ † ˆu‰»‰um ”u †Rþ ô Gastrina Coment  rios: A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G. anticorpos anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. anemia perniciosa. na dispepsia. Anti-GAD s servados em 70 a 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1.M. para realizaç xame.6 mL de Soro. no carcinom strico. .

M todo: Imunoensaio . coriocarcinoma. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Est mentado na gravidez. Deve -se ter em mente. coriocarcinoma. PARDINI 123 . mola hidatiforme. É usado no diagnóstico de gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas. Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç . ñ † €– ò ó u ô ˆ d€‘ ¡ ˆ †¨ô ©  ”⇠† †  öd Û— ‡  ™” ˆu‰ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Algumas das metodologias para detecç HCG s direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez. Condi o: 1a Urina da m . mola hidatiforme. Est iminuído na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectópica. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. tais ensaios n o necessariamente detectam mol culas degradadas ou homog s encontradas nas doenças troflobl sticas. ò Ù Ù Ù Ú Ú Ú Ù óuô ˆ ˆu‰ QUIMIOLUMINESC NCIA – L ¼ QUOR Valor de Refer ncia: ≤ 1. O beta-HCG dosado por quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto após 7 dias da implantaç mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç . atenç o especial para sua evoluç . Est mentado na gravidez. mas possível dos anticorpos heterofílicos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. †Rþ ô IMUNO ENZIM¶ TICO – URINA óuô †©¨ ô  ò Coment rios: O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta). Controle de Mola? Suspeita de aborto? Quando? † “ d† ˆ € ‰ å ” ™ ” ˆ€‰ ˆu‰ý— “u‘ “u‘u”ud † vv  † ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ —u‰ ˆ  ˆu‰Õ  âd ˆu‰ ˆu‰ ô dR—udR‡ QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE Valor de Refer ncia: Diagnóstico de Gravidez: de 0 a 5 mUI/mL Negativo de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado acima de 50 mUI/mL Positivo Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL. Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. N o havendo correlaç o clínica. Beta Coment  rios: O HCG  ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta).HCG. sugere-se HCG no sangue (soro).Cromatogr fico Valor de Refer ncia: Negativo (Obs. que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara.JD 4h.Urina após 4 horas sem urinar. .5 mUI/mL Condi o: 0.: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. no entanto. Homem: 0 a 5 mUI/mL Condi o: 0. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos.5 mL Líquor.

Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreç .Hormônio de Crescimento Û HGH Coment  rios: A secreç HGH  ls til. ñ ˆ Ü Ü Ü Ü ˆ “u‘ “€‘u” ˆ€‰î”  † † ò Ý Ý Ý Ý Ý Ý óuô Ý ‰† ª vv  †Rþ ô † u” † –u‰€‰ ‘u »’  Rë€d ˆu‰‰ ˆ ˆ “ ‰â‘uˆu‰ ˆu‰Á‰ ˆ u ‰ dR—udR‡  ˆ Áëudu‘ “ 124 Instituto de Patologia Clínica H.4 a 9.0 U/L Adultos . É secretado de maneira puls til. p los pubianos. responder: Atraso de desenvolvimento seios.Informar medicamentos em uso ou recente. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 3. Nos adultos. genital.0 U/L . decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade at níveis de adulto.Fase Folicular 2. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < 10 ng/mL Condi o: 0.3 a 8. estes picos s raros.0 U/L Adultos . O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares.3 U/L . PARDINI . estatura? Desenvolvimento precoce: seios.JD 4h. na qual os valores de LH se eleva. . exercício físico e sono. com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H to tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Informar dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame.Menopausa > do que 20. Se mulher. menos evidente que o LH.feminino: < 11 anos). Informaç es nec rias: . Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura.JO 8h.2 a 10.5 mL de Soro. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa. Se criança (masculino: < 14 anos . Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua relaç o com o LH.5 mL de Soro.Fase Luteínica 0. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Eleva -se precocemente na instalaç o da menopausa. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. bem como valores moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia.9 a 13.5 U/L Condi o: 0. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç ctópica de hormônios esteróideos.3 U/L .Fase Ovulatória 3.0 U/L Pr -Puberal < que 5.Mulher .Homem 0. ‰ u— ‰ † –  ˆ ˆu‰ €ˆ Á  ‘€ˆ ‘uˆ€‰ ˆ€‰å‡ ˆu‰ ñ ò óuô †Rþ ô †   ™”  Hormônio Folículo Estimulante Û Coment  rios: FSH O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. genital. Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress. ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens. O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no primeiro ano de vida.

Fase Folicular 1. p los pubianos.8 U/L . pode determinar a data da ovulaç o.5 mL de Soro. nos ov rios e nos testículos. Se criança (masculino: < 14 anos . mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica.Menopausa > do que 15. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 0.2 a 12. † ˆu‰ ˆ † LH ñ ß ß ß ß † ò u–  ˆu‰   ˆu‰ö•  ˆu‰ à à à à à à óuô  à ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆu‰‰ † m† † ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ ‰â‘uˆ€ˆu‰ ‰ ‡  “ ˆu‰ IA2. genital.feminino: < 11 anos). Anticorpos anti IA-2 s servados em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç . com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame.JD 4h. No sexo feminino. Eleva -se nas patologias primariamente gonadais. genital. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH.0 U/L Condi o: 0.JD 4h. .Mulher . responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.2 mL de Soro. Se for dosado de maneira seriada. valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. responder: Atraso de desenvolvimento seios. M todo: Radioimunoensaio Condi o: 0.Fase Ovulatória 13.0 U/L Adultos .20 U/L Pr -Puberal 0. Valor de Refer ncia: < 0. É secretado de maneira puls til.Hormônio Luteinizante Þ Coment  rios: O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais.8 a 71. Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. ñ † ˆu‰ ˆu‰ö‰€m ”u óuô †Rþ ô ò Instituto de Patologia Clínica H.Homem 0.50 U/mL Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . Informaç es nece rias: Se mulher. PARDINI 125 . Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal. o que parece ser fundamental para a sua aç .02 a 3.3 U/L . aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.2 a 10.Fase Luteínica 0.0 U/L Adultos .8 U/L .6 a 9.

0 a 494.0 a 628. hipopituitarismo.0 a 502.0 a 484.0 236.0 a 354.IGF 1 á Somatomedina C Coment  rios:  m peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento.0 261.0 3a4 44. cirrose. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. hipotireoidismo.0 20 a 23 215. obesidade.0 a 630.0 4a5 30.0 a 428.0 129. diabetes mell itus.0 25 a 30 119. nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos.9 a 392.0 30 a 40 100.0 a 991.4 a 290.0 a 699.0 a 373. Valores altos ocorrem na adolesc cia.0 11 a 12 29.0 193.0 a 117.0 203.0 40 a 50 101. gestaç .0 a 150.0 8a9 81.0 96.0 a 972.5 mL de Soro.0 a 956.0 a 526.0 50 a 70 78.0 2a3 24.0 a 303.0 13 a 14 71.0 a 494.0 a 276. ò óuô †Rþ ô 126 Instituto de Patologia Clínica H.0 110. atraso puberal.0 a 570.0 a 258.1 a 131. Valores baixos s servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade).0 5a6 33.0 108. PARDINI . desnutriç o.3 a 152.0 a 575.0 288.0 30.0 a 476.0 20.0 a 466.0 † ˆu‰â‰um ˆ ò “u‘ d u m † ˆu‰ m † ˆu‰ ñ ˆu‰ ò ”ö‘€ˆu‰ ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 3.0 a 831.0 a 480.0 16 a 18 239. síndrome de privaç materna. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 23. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa.0 23 a 25 169.7 a 100.0 a 756.JD 4h.0 15 a 16 358.0 30 a 40 100.0 a 870.0 a 521.0 10 a 11 30.0 a 995. O IGF.0 a 624. puberdade precoce verdadeira.0 1a2 6.0 18 a 20 197. Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis funcionantes.1 a 383.0 12 a 13 55.0 6a7 43.0 a 591.0 130. . hepatoma. gigantismo e acromegalia.0 97. retinopatia di tica.0 a 752.0 9 a 10 72.0 14 a 15 153.0 a 648.0 163.0 a 289.0 22.0 Condi o: 0.

5 2.3 mL de Soro. acreditava-se que s ica funç ra o transporte das IGFs.1 a 6.6 a 5.3 a 7.2 5a6 2.2 a 5. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico.1 2.3 a 7. inibindo a proliferaç celular).3 a 7. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (ng/mL) (ng/mL) (anos) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 1. De todas as IGFBPs.3 a 5.0 Condi o: 0.2 6a7 2.3 2.7 2.8 a 7.9 2. .2 11 a 12 2.1 1a2 1.0 1.0 3a4 1.8 a 7. No plasma os IGFs est ligados a uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs). com potentes aç s anabólicas e mit nicas.9 a 7.8 a 8.4 23 a 25 2.5 18 a 20 2.9 a 7.0 a 3.7 a 7.1 14 a 15 1.5 8a9 2.5 9 a 10 2. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores.0 a 4.7 10 a 11 1.1 a 7. ò óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. a IGFBPmais estudada. sendo a mais abundante na circulaç .7 a 6.7 a 7.4 a 6.5 20 a 23 2.3 a 6.3 ñ ˆu‰ ò ׆ d “ ˆu‰ †  ¨ ™” u‰ €’ “  ˆu‰R—u”R—u” ud«‡€‘ ˆu‰ ˆu‰Û” ˆ€‰ ò ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 1.0 25 a 30 2.2 a 4.3 40 a 50 2. Originalmente.0 16 a 18 2.0 a 4.1 a 4.4 13 a 14 2. entretanto. atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico.3 a 6.0 a 4.4 2. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. uma categoria composta agora por 10 membros. e liga aproximadamente 95% dos IGFs no sangue.6 a 3.8 a 7.7 a 7.1 a 3.1 2.6 2.3 15 a 16 2.6 a 7.JD 4h. PARDINI 127 .6 2a3 1.9 a 7.0 a 7.3 50 a 70 2.6 30 a 40 1.IGFBP-3 Coment  rios: Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia estrutural à insulina.1 a 7.0 a 6.3 2.3 a 5.2 2.4 a 4.4 a 7.4 2.2 2.6 a 7.3 4a5 1.7 12 a 13 1.3 2. Recentemente. Sua determinaç tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1.7 a 5.0 a 5.2 30 a 40 1.5 2.

80 Veja: p g.01%) nos pacientes tratados. Recentemente. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade. frente a níveis normais ou elevados da glicemia. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 2.30 (Esta relaç tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol) Condi o: 0. A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç s resultados dos ensaios para insulina. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos antiinsulina. Entretanto.JD 4h. ñ ˆu‰ “u‘ ˆ u ‰ « ‘ € ‰ ˆu‰ ”† †óuô • @ ‘ ò H †Rþ ô  ITL â Indice de Tiroxina Livre Coment rios: O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total. Diversas formas de resist ncia à insulina. resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament observada (0. Nesses casos. por diferentes mecanismos.JO 10h. mas poucos s IgE.Insulina Coment  rios: Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma. com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. ocorre elevaç insulinemia. . PARDINI . Apresenta estimativa satisfatória da concentraç T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada. os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído.140 T3 Retenç ˆuò ‰ ™ ˆ ˆ ˆ€‰à—u” † ˆu‰ l l 128 Instituto de Patologia Clínica H. que apresenta níveis de insulina elevados. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: At U/mL Condi o: 0.5 a 20. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG. a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudos de outras causas de hipoglicemia. Veja tam m Resist ncia à Insulina. † ñ m† “ ˆ †óuô ˆ ò “ ˆu‰R—ud —ud † “ ˆu‰R‘uˆu‰ †Rþ ô Insulina.138 e T4 Total p g. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro.40 a 3.0 µU/mL Relaç o Insulina/Glicose: at 0. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. proporcional ao T4 livre.5 mL de Soro. v m sendo descritas. anticorpos anti Coment  rios: Essencialmente. T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL Valor de Refer ncia: 1.

JD 4h.0 a 35. Mutaç s no gene da leptina.0 ng/mL Obesa: 7.0 ng/mL Homem N so: 1. A maior parte da pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administraç e ACTH. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher N sa: 2.Fase Folicular 45 a 1185 ng/dL .0 a 59.0 ng/mL Obeso: 4.JD 4h.Leptina Coment  rios: É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994.0 a 17. conduz a quadros raros de obesidade extrema. Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal cong nita por defici cia da 3 β-OH esteróide desidrogenase. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. PARDINI 129 .5 mL de Soro. com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Concentraç s baixas podem ser encontradas em pacientes lipoatróficos.Menopausa 18 a 48 ng/dL Homem: 41 a 183 ng/dL 1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL Obs. Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado. Em humanos produzida no tecido adiposo. .0 a 11. ñ † ” † ˆu‰í— “ € ‘ ä ä ä ä † ã ò †ˆ ˆu‰¿—ud¿– ‡ m† ‡ ˆ ã ã óuô ‘€’u“u‘ “u‘ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.0 ng/mL Condi o: 0.Fase Luteínica 42 a 450 ng/dL .Pr -Puberal 20 a 140 ng/dL . ñ “u‘ † †† ™” ™” † ã ã óuô ò ä ˆu‰í‰€mu” ä ä ˆu‰R‰umu” ä †Rþ ô “ 17 OH Pregnenolona Coment  rios: 17-alfa hidroxipregnenolona formada pela hidroxilaç regnenolona. M todo: Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher . É tam m til para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de Cushing ACTH dependente.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase). . produzindo defici cia de leptina. Condi o: 2. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

17 OH Progesterona Coment  rios:

A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia c ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher: Fase Folicular de 20 a 150 ng/dL Fase Luteínica de 50 a 300 ng/dL Menopausa de 10 a 100 ng/dL Homem adulto de 50 a 300 ng/dL Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL Rec m nascidos os valores podem estar elevados at 0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Conservaç o para envio: At dias entre 2 o e 8o C.

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Osteocalcina Coment  rios:

A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Paratormônio Intacto (Mol ’¦s ula Inteira) ç Coment  rios:

O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 10 a 65 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Peptídeo C Coment  rios:

O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais. O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em diabetes tipo I e na administraç insulina exógena. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0,4 a 3,5 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Progesterona Coment  rios:

A progester roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim secretada pelas adrenais, elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 250 a 850 pg/mL Fase Luteínica 3.000 a 20.000 pg/mL Menopausa at /mL Homens 200 a 800 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pro-Insulina Coment  rios:

Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç c lula beta. Entretanto, pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at % de insulina imunoreativa como sendo material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de próinsulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: N sos 5,0 a 16,0 picomoL/L Obesos 8,5 a 42,0 picomoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Prolactina Coment  rios:  m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular Prolacti

mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem 0,6 a 17,0 ng/mL Mulher - Fase Folicular 0,6 a 19,0 ng/mL - Fase Luteínica at ,0 ng/mL Criança 30% mais que adulto Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a Prolactina sofre muitas infl cias. Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984): 1 o Trimestre 30 ng/mL (10 a 80 ng/mL) 2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL) 3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL) Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz la qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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PSA í Antígeno Prost e tico Específico Coment  rios:  ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas O antígeno prost tico específic
epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA tilizado isoladamente para estagiamento e seleç candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital, massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha, retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç r -operatória n o define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma express tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas. M todo: Imunofluorimetria Informaç es necess rias: - Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. - Após Ejaculaç , aguardar 2 dias. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Valor de Refer ncia: Homem at ,5 ng/mL 2,5 a ,4,0 ng/mL 4,1 a 10,0 ng/mL 11,0 a 20,0 ng/mL > 20,0 ng/mL Mulher < que 0,5 ng/mL

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Nota: Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade. Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais rigoroso e Biópsia. Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama. Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy. J Urol 2001;165:757-60.

Moderadamente elevado Elevado Aumento Significativo Grande Aumento normal

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PSA LIVRE E TOTAL

Valor de Refer ncia: PSA Livre at ,720 ng/mL PSA Total at ,50 ng/mL % PSA Livre Probabilidade de CA 0 a 10% 56% 10 a 15% 28% 15 a 20% 20% 20 a 25% 16% > 25% 8% Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de probabilidade. Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam fazer controle mais rigoroso com o clínico. Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

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Renina Coment  rios:

A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II, um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de hiperaldosteronismo: prim rio e sec rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose, hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos. Interpretaç reni ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde). M todo: Radioimunoensaio Ci tico Valor de Refer ncia: Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado 1,9 a 4,3 ng/mL/h 2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P 3,0 a 7,6 ng/mL/ 2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais. Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. - Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar ou C.O.M. Medicamentos: Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M. Laboratórios: Congelar imediatamente e enviar material congelado. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Risco Fetal
TESTE INTEGRADO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 1%. Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n exclui a possibilidade de uma gestaç fetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista, data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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TESTE COMBINADO

PAPP-A - Translu ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta somente Síndrome de Down. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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o...RISCO FETAL

TESTE TRIPLO

Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : 69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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SHBG ò Globulina Ligadora de Hormônios Sexuais Coment  rios:

É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona, dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç , alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: Homem 13 a 71 nmoL/L Mulher 18 a 114 nmoL/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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3% existe na forma livre.5 mL de Soro. ligada.JD 4h. . T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido a sua menor afinidade pela TBG. O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos. Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos). informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. adenoma produtor de T3.51 ng/dL Condi o: 0. na tireotoxicose por T3. ñ ˆu‰ †  ‘€ˆu‰ ˆu‰R‘uˆu‰ óuô ò “u‘ vv  ˆu‰  “u‘ † †Rþ ô  138 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. se mulher. Recentemente. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. A medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo.5 mL de Soro.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . Quando um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3.30 a 0.T3 Livre Coment  rios: A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas. inclusive fórmulas para e magrecer e. somente 0. se mulher. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade da T3 retenç . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. inclusive fórmulas para emagrecer e. o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condiç verdadeiro hipertireoidismo. ñ óuô ۆ † ” † ˆu‰Û—u‰ “ ò “u‘ ¨ vv  † † ‘uˆu‰ †Rþ ô  T3 Reten £¤¥ o Coment  rios: É uma medida indireta dos sítios saturados da TBG. na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. O T3 retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina Livre). PARDINI . Encontra -se aumentado na Doença de Graves. T3 retenç mede os níveis s ricos de T3. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 27 a 36% Condi o: 0.

ñ ↠¨ † ˆu‰  † ‰um † óuô ò †Rþ ô  T3 Total Coment  rios: A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) tam m secretada diretamente pela glândula tireóide. um metabólito deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide). aumento de TBG. . gravidez.5. hipotireoidismo e reduç s da TBG. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Cor 15 a 75 ng/dL 1 a 30 dias 32 a 216 ng/dL 31 dias a 5 anos 80 a 270 ng/dL 6 a 10 anos 90 a 249 ng/dL > 10 anos a Adulto 75 a 220 ng/dL Condi o: 0.5 mL de Soro. inclusive fórmulas para emagrecer.3´5´-Triiodotironina (T3 reverso.JD 4H. Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de doença n o tireoidiana.09 a 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.35 ng/mL Condi o: 0. † ñ õ õ õ õ õ “u‘ ò —uˆ€‰ vv  ˆ ™” ‘u’u” † – ˆ ” † m† ö ö ö ö ö óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. T3 toxicose. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente.T3 Reverso Coment  rios: 3. Ao contr rio do T3. na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. rT3) . o rT metabolicamente inerte. PARDINI 139 .6 mL de Soro. se mulher. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente.JD 4h. T3 no sa redominantemente ligado a proteínas plasm ticas. . Reduç nos seus níveis servada no hipotireoidismo. nos casos de hipertireoidismo TSH dependente . juntamente com o 3. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. no rec mnato. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 0. Apresenta-se elevado na Doença de Graves. ent retanto. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.3´-Triiodotironina (T3).

. no quadro de doenç tireoidiana e na reduç TBG. No sangue T ligado a uma de tr s classes de proteínas: TBG. Encontra -se aumentado no hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano. disalbuminemia familiar.8 a 23.0 µg/dL 6 a 10 anos 6.0 µg/dL 1 a 5 anos 7.03%). A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da glândula tireóide. Somente uma pequena fraç T4T est forma livre (0. Conservaç o para envi o: At dias entre 2o e 8o C.4 a 13. transtiretina e albumina. inclusive fórmulas para emagrecer. se mulher. pr -albumina e albumina. Sua concentraç contra -se diminuída no hipotireoidismo.80 ng/dL Condi o: 0. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. PARDINI .2 µg/dL 10 dias a 1 ano 8. tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide.75 a 1. inclusive fórmulas para emagrecer. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 1 a 10 dias 11. doenças tireoidianas. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. globulina. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. aumento da TBG.0 a 12.3 µg/dL > 10 anos a Adulto 5.0 µg/dL Condi o: 0.T4 Livre Coment  rios: Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o.JD 4h. Somente 0. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia disalbumi mica familiar. Estas incluem a TBG. . se mulher.5 mL de Soro. Sua concentraç st iminuída no hipotireoidismo. anticonvulsivantes e algumas outras drogas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e s inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç .0 a 16. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o ensaio.  ‘ud “ ⠆ ñ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ dۑuˆu‰ ò “u‘ ø ø ø ø ø vv  ˆu‰ • ˆu‰Û—ud ˆu‰©” ©— ˆu‰ö† —u‰ óuô †Rþ ô  140 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente.3 a 15. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. aumento da transtiretina (TBPA). fator reumatóide ou tratamento com heparina.JD 4h. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos anti-tiroxina. Hipertireoidismo e hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre. † ˆu‰ ñ ˆu‰»d ‘u“ óuô “€™ ‘   ò “u‘ vv  ™” ˆ€‰Á”u‘ † ˆuˆu‰ ‰Û‰um ‘uˆu‰ ˆ †Rþ ô  T4 Total Coment  rios: Tiroxina (T4.03% de T4 est livre.

defici cia de gonadotropina. . A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). informar uso de anticoncepcional. se mulher. .JD 4h. hiperplasia adrenal co ita. tumores adrenais. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem Mulher 200 a 500 pg/mL 230 a 370 pg/mL ± Cor ± 0 a 3 meses 200 a 1000 pg/mL 50 a 160 pg/mL ± 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL 40 a 300 pg/mL 30 a 200 pg/mL ± 1 a 9 anos 200 a 2000 pg/mL 100 a 300 pg/mL ± Pr Puberal 2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL ± Adulto Condi o: 0.5 mL de Soro. inclusive fórmulas para emagrecer. Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons ncia um aumento ou reduç mero de sítios de ligaç isponíveis para o T4.TBG ù Globulina Ligadora de Tiroxina Coment  rios: A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) principal proteína s rica carreadora de T4 e T3. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. Se mulher. A c onvers em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. Al m disso. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). tumores ovarianos. Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre. testotoxicose. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre.6 a 27. por sua vez. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 141 . a concentraç TBG se altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos). A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.JD 4h.5 mL Soro. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. na gravidez e tamb m por causas heredit rias. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. com consequente elevaç fraç ligada deste hormônio. †d † ˆu‰Û‰ۗ ˆ ˆu‰Á—€” † † u“u‘ “u‘ † “uˆ‘ ‘u’€“u‘ ‘€—u” ™ †” ‡  ˆu‰Û”u‘ ”uëu“ ˆu‰ö—€‰ u‘ ‡ ˆu‰R— ˆ € ‰ ö ‰   ÷ ë   u ” u — u d ÷ — u d ˆ u ‰ ¡‰ ˆ u ‰ R — u ‰ ñ ò “u‘ óuô ™ †Rþ ô vv   Testosterona Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig.2 mg/L Condi o: 0. Testosterona tanto um hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal (masculino). Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos. defeitos testiculares e doenças sist micas. Síndrome dos Ov rios Policísticos. dia e hor ltima dose. o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo natal baixo) e defici cia co ita de TBG. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 13. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆ  † “ ˆ€‰ö” † ‰u’u“€‘ “u‘   ˆ ˆ€‰ † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ùu‘ – u’ u“ ‘ “  —uˆu‰ óuô † †Rþ ô vv  d«—ud«‡ Instituto de Patologia Clínica H. resist cia andr ica. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que.

Anticorpos Anti Coment  rios: Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite de Hashimoto e em uma menor extens . se mulher. resist cia andr ica.5 mL de Soro. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆu‰R—ud ¡ †   ‰u’u“€‘ “u‘ “ ˆ€‰ö” †  ˆ uˆ ý ‰” † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ù– “u‘ “  ú ú ú ú û ú ú ú ú ú ô †Rþ ô vv  d«—ud«‡ † Tireoglobulina. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal (masculino). defeitos testiculares e doenças sist micas. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico.6 mL de Soro. . A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. o soro a ser estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina. defici cia de gonadotropina. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < 40 IU/mL Condi o: 0. Os novos m todos praticados em nosso laboratório s mais sensíveis.JD 4h.3 a 25. PARDINI . ˆu‰ ñ óuô ò “u‘ vv  ‘€d ˆ † ˆu‰ ‘€ˆu‰Á—u” ˆ ˆ †Rþ ô Á’  142 Instituto de Patologia Clínica H. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença tireodiana clinicamente significativa. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti -Tg interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios. testotoxicose. depende da estimulaç ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). por sua vez.5 a 3. A convers m DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.3 a 2.8 pg/mL 11 a 14 anos: 0. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00.4 a 3. Eles finem o status da funç o tireoidiana. Testosterona tanto um hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. Se mulher.2 a 5. hiperplasia adrenal cong ita. dia e hor ltima dose.5 pg/mL ± Mulher Fase folicular: 0. Síndrome dos Ov rios Policísticos. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. informar uso de anticoncepcional.3 a 2.9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL Menopausa: 0. doença de Graves. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina).6 pg/mL Fase luteínica: 0. tumores adrenais. Conseq üentemente. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes).Testosterona Livre Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Homem 6 a 10 anos: 0. tumores ovarianos.0 pg/mL Uso de contraceptivo: 0.5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL > 60 anos: 10 a 30 pg/mL Condiç o: 0.

”†d ñ † ˆ du’u‰ ˆu‰Û— ˆu‰â”ùd ò “ óuô  †Rþ ô ‘uˆu‰Ó— ˆu‰©‘u‰ † vv  î’  Instituto de Patologia Clínica H. O principal uso deste exam confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. que j ra executado. Condi o: 1. H tamb m um aumento dos níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH.Tireoglobulina ü Coment  rios: A Tireoglobuli uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do colóide intrafolicular da glândula tireoide.JD 4h. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. Dist rbio de síntese e Tireoidite. podem apresentar anti -TPO positivo. carcinomas da tireóide (papilífero. podem elevar os níveis de TG. por m em níveis limiares. Se mulher.0 mL de Soro. Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais. ‘€d † TG ñ “ † “u‘ uˆ ‰ † ‡ ˆ †† uˆ ö ‰ €— ” ¡ ‰  † “ ý ý ò þ ˆu‰ óuô uˆ þ ‰ † † — ˆ vv   ˆ€‰ Á” ‡ † †Rþ ô (’  TPO ü Microssomal. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: < 15 IU/mL Obs. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Condi o: 0. Anticorpos anti-TPO podem ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa. por m os índices só eram liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%. Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves. hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula.: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de doenças reum ticas e inflamatórias. folicular e misto). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. O anticorpo anti -TPO tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. inclusive fórmulas para emagrecer. ra conhecida como o principal antígeno microssomal. . PARDINI 143 . como marcador da recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total. se mulher. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluorimetria Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina. estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites). uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da biosíntese do hormônio tireoidiano. A administraç rmônio tireoidiano diminui os níveis de tireoglobulina circulantes. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.JD 4h. Sua avaliaç til após cirurgia de cânc er da tireóide. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide. anticorpos anti Coment  rios: A peroxidase tireoidiana (TPO). . Valor de Refer ncia: Normal 2 a 35 ng/mL Suprimidos < 2 ng/mL A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos antitireoglobulina por interm io do teste de recuperaç .6 mL de Soro. Eles efinem o status funcional tireoidiano do paciente.

: at ias vide TSH neonatal p g.3 a 5. se mulhe r. aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença. e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves. aceitam -se os valores de TSH at µUI/mL (o sistema de feedback ai st totalmente amadurecido). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. † ˆ ñ ò † € ˆ ‰ óuô †Rþ ô “u‘  “ † † ‡ ˆu” €” u‘ u— “ ™” vv  R’  TSH ultra sensível Coment  rios: A medida s rica do TSH  m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas.JD 4h. PARDINI . .9 mL de Soro. A ¡ © secreç e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos hormônios tireoidianos livres circulantes. 311. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 µUI/mL Nota: Crianças com idade de at meses e com T4 Livre normal. . se mulher. inclusive fórmulas para emagrecer e. É til no diagnóstico de hipertireoidismo e na avaliaç o de recidiva da doença de Graves. uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas antitireoidianas. em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto. ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH.JD 4h. tireoidite subaguda. Assim.  ˆu‰Ó— † “u‘ ˆu‰ † ñ ò “u‘  ™”  u‘u—€ †  du—€‰ † †   óuô †Rþ ô † ïA@ — v  v  † A‘u@ —udR‘uˆ€‰(”  l  144 Instituto de Patologia Clínica H. devido à transfer cia feto-placent ria destes anticorpos. em alguns casos de tireoidite de Hashimoto. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. tireoidite silenciosa. Obs. hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireoidiano. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. M todo: Radioimunoensaio (Radioreceptor) Valor de Refer ncia: Inibiç > 10% considerado Positivo Condi o: 0. Estes anticorpos podem estar presentes tamb m.TRAb ÿ Anticorpo Inibidor da Lig ¢ £¤¥ o de TSH Endógeno Coment  rios: O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). O TSH aument observado nos casos de hipotireodismo prim rio. Assim.5 mL de Soro. Valores reduzidos podem ser observados nos casos de hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio. Condi o: 0.

nas síndromes de m -absorç (por ressecç o intestino delgado. . no alcoolismo. na produç ficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia:   200 a 950 pg/mL   Faixa de D vida (Cinza) ¡ 120 a 200 pg/mL Condi o: 0.  “u‘ ˆu‰ ñ ˆ u ‰ R ” R ‘ u d “u‘ ò óuô ‡ vv  ˆu‰â—  ˆ€‰å‘u” ˆu‰í—€” … ˆ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. Apresenta -se diminuído. no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da absorç s dietas vegetarianas estritas. PARDINI 145 . Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). na defici cia de ferro e folato. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.JD 4h.8 mL de Soro. no metabolismo do cido Fólico e na síntese adequada de DNA. na funç ural. resultando em anemia perniciosa).Vitamina B12 Coment  rios: A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese. doença celíaca e espru tropical). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

PARDINI .146 Instituto de Patologia Clínica H.

farelos e produtos prim rios. ñ ™ ” u” ‘ † ”u‘ † ˆu‰  óuˆô ô  Apolipoproteína E. PARDINI 147 .O Dr. EUA. Acondroplasia. M todo: PCR Condi o: Gr os. ñ ”† €”  ˆ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo cham o. Victor § ¨ ¦ o em gen ¢ tica. PARDINI ¢ o respon£¥¤ vel pelo Departamento de Gen¢ tica. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C. O Dr. V ICTOR C. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Pardini. possui cursos no “Hôpital C. endocrinologista com form¥ Saint-Louis”. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). farelos e produtos prim rios de soja e milho. ñ óuô d€—u‰Rdu‘uˆ d † ô ™ ˆu‰ †  An e lise de Alimentos Transg T nicos Coment  rios: Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s. coordenado pelo Dr. em Fort Worth. uma das mais renomadas universidades do país. ¡ suspeita Este exam indicado para casos em q clínica de Alzheimer e para pacientes com fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A apolipoproteína E possui um papel importante na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal. “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am¢ rica. Arthur Eisenberg. com mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S¦ o Paulo/Escola Paulista de Medicina. Conservaç o para envio: Entrar em contato com o setor de g tica. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A acondroplasi a forma mais comum de displasia. como o Laboratório de Identificaç¦ o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA).

.Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos. hora da coleta e idade do paciente. óuô ô †  ”Ý‘u† ˆu‰ uˆ ‰ ( d  ˆu‰ —uˆu‰©ˆ  † ‰R‘ud ™” ”u‘ † † Cariótipo de Alta Resolu £¤¥ o Coment  rios: É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas como. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Painel Coment  rios: As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas. ñ ‘† óuô ”Á‘uˆu† ‰ ‘€ˆu‰ (d ‰u‘u †— ô 148 †ÿ ˆu‰ †  Instituto de Patologia Clínica H. . O material n ser ceito em tubo tampa amarela. Adulto: 3 a 7 mL.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). N congelar (prazo de saída do laboratório de origem). por exemplo. . Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. N congelar. Neste painel s estudadas as ataxias espinocerebelares SCA1.Ataxias. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Síndrome de Klinefelter. Síndrome de Beckwith-Wiedemann. dentre outras.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. ñ óuô ™” “ ˆu‰ † ˆ ô Cariótipo com Banda G Coment  rios: Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G ssível identificar de forma precisa cada par de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como.Fundamental: s tiver as hipóteses diagnósticas do m ico. SCA3. Criança: 2 a 4 mL.Informar dia.Informar dia. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. O material ser ceito em tubo tampa amarela.O tubo deve ser est ril. . . .O tubo deve ser est ril. Conservaç o para envio: Após colher. Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi.1 mL de Liquemine (enviar a seringa).Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Est m exame constitucional.Fundamental: s houverem as hipóteses diagnósticas do m dico. Síndrome de Digeorge. Adulto: 3 a 7 mL. Síndrome de Down. SCA2. Criança: 2 a 4 mL . . . hora da coleta e idade do paciente. . SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das expans s de nucleotídeos. l detecta alteraç s cromossômicas adquiridas. . perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. por exemplo.Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento. . PARDINI . Síndrome de Turner. enviar em at 4 horas refrigerado. † † ñ óuô ™” † † –u‰ ”† ‰u’u‰Û‘uˆu‰ FETAL Condi o: 1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor mbilical em heparina sódica. caracterizadas principalmente por ataxia progressiva e disartria.

O material ser ceito em tubo de tampa amarela. Laboratórios: Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o material chegue at a feira pela ma m nosso laboratório. caso contr rio poder ver perda do material. ñ óuô ô †&• ˆu‰ ‘ ¡ ˆÓ”  ˆ †—   ¡d Cariótipo de Medula Coment  rios: O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0. uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X.Cariótipo com Bandas de Vilo Corial M todo: Bandamento G Condi o: Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório).O material tem que chegar at m ximo 06 horas após a coleta.Informar hipótese diagnóstica. N resfriar. tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell.0 mL de aspirado de medula colhido com 0. . bem como em outras desordens hematológicas malignas.Informar medicamentos em uso. M todo: Bandamento G Condi o: Medula: 2. entre a 10 a e a 14a semanas de gestaç o.1 a 3. † ñ ‰u’u”u‘ † óuô ô u’ † u’ ˆu‰ … † ‘€ˆu‰ (d ‘uˆ€‰ †É• Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula. colhida pelo m ico. PARDINI 149 . Conservaç o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas. criança 2 a 4 mL. Adulto 3 a 7 mL. . Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura. hora da coleta e idade do paciente.0 mL de heparina sódica. .Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. N congelar. . . se estiver em uso. Laboratórios: Informar dia. Interferentes: Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. . ñ óuô © † ‘u‰  ˆu‰ 8õuóuô ‰u‘u † ˆu‰ Cariótipo p/ pesquisa de X -Fre gil Coment  rios: A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il.O tubo deve ser est ril.0 a 5. Conser o para envio: Enviar em temperatura ambiente.1 mL de Liquemine (enviar a seringa).

M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. o que justifica a importância deste diagnóstico. detectadas neste estudo.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue Total (EDTA) . Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado.0 mL de Saliva (swab bucal). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . É realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória. PARDINI . sendo possível concluir o diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos. nos casos de leucemias e linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue. Este test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner.PCR Condi o: 2.Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas Coment  rios: Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas.0 mL de Sangue Total (EDTA).PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Swab bucal. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Este exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina. ñ óuô ˆ€‰ ™” ˆ du† ‘€—u‰ ‘€ˆ † – €‰ ‘u ˆu‰ †  ˆ€‰ö‘ud ô † vv  † Cromossomo Y. Diagnóstico Coment  rios: As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina.Realizado somente em pacientes do sexo masculino. Informaç es nece rias: Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos. estudo gen ’ tico das microdeleç ¥ es Coment  rios: Estas microdeleç s. ñ uˆ ‰R” óuô ô ” ‘uˆ ñ R óuô uˆ ‰R” ô ñ uˆ ‰R” óuô ô ™” ˆ ˆ Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente.0 mL de Esperma . N o congelar. N congelar. 2. localizadas no braço longo do cromossomo Y. 150 ™ uˆ ‰  ™” Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ¡ ” ˆ ˆ Distrofia de Becker e Duchenne. est o associadas aos casos de infertilidade masculina. pesquisa Coment  rios: Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond presença do cromossomo Y ou parte dele. Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea. 1.

Material enviado em formol pode destruir o DNA. Conservaç o de envio: Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente. Este estudo detecta a A doença de Huntingt expans de trinucleotídeos na regi ica. N o congelar. Analisamos as mais comuns mutaç es (N370S. causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente ou resfriado. R463C) que causam a doença de Gaucher.Doença de Gaucher.Cariótipo Mole cular n substitui a cit tica cl ssica.Al m do cromossomo 21. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). 18. Conservaç o para en vio: Enviar material refrigerado. PARDINI 151 . 16 e 18. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ óuô ™ †d ˆ “ ™ ô Doença de Huntington. X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13. X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. ñ óuô ˆu‰R—u”R– ˆu‰Rdu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. n ser ceito. diagnóstico molecular Coment  rios:  m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. . N o congelar. L444P. 16. . principalmente em estudos de alteraç es estruturais. diagnóstico Coment  rios: A Doença de Gaucher (DG) mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico (esfingolipidose). Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. ñ óuô ˆu‰ ‰u‘ † ‡ ˆu‰R’u“u‘ ô ˆ Estudo Gen ’ tico Fetal Coment  rios: Este est  realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto . ñ u—u‰ † † ˆ óuô † †ô ˆu‰  u ’ ˆu‰ (d ˆ u‰ u’ u” ‘ †  ™ Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1 Coment  rios: Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4. M todo: PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes Condi o: Material de aborto ou restos ovulares. o que torna a tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç redisposiç surgimento da doença. 13. permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21.

N1303K .G542X .0 mL de Saliva (swab bucal).Doadores de esperma e óv ulos. .Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC. j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína.Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta. Equivale FATOR V LEIDEN GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE GENE DA PROTROMBINA  ˆ uˆ Á ‰ €‘ Á ‰ u’ u” u‘ » ” u— d ˆu‰ ýd Fator V de Leiden M todo: PCR-RFLP para mutaç tual R506Q do gene Fator V Condi o: 2. . 2. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal.Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC.Resultado negativo para as 4 mutaç s xclui o diagnóstico de Fibrose Cística.0 mL de Saliva (swab bucal).Diagnóstico pr -natal. . M todo: PCR Alelo . ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ Fibrose Cística Coment  rios: Estudo indicado para: . ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ 152 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue (EDTA). PARDINI . . Veja Estudo G tico das Trombofilias.Identificaç rtadores de defeito no gene da FC. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Condi o: 2. soluç conservante fornecida pelo laboratório. 2. ñ ‰R—u—u”R ‰R–u— ‰ ˆˆuuˆu‰‰R R—u† ”R–u‰ ™” óuô ™” ô ™” ˆ€‰ ™ ” ‘uˆu‰R” ˆ €ˆ ‰  u—u‰ † ˆu‰ Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase M todo: PCR-RFLP para mutaç tual C677T do gene da MTHFR Condi o: 2.0 mL de Sangue (EDTA) Saliva (swab bucal).R553X . Swab bucal.Estudo Gen ’ tico das Trombofilias Coment  rios: O Fator V Leiden e a mutaç Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Veja Estudo G tico das Trombofilias. Swab bucal. O est realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente.0 mL de Sangue (EDTA). As mutaç s estudadas s : Delta F508 .Específico Fluorescente .

PCR Coment  rios: Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. 2. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô Veja Estudo G ”€‘ † ˆ tico das Trombofilias. que leva à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase.0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. etc. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ñ  ˆ óuô ô Hemocromatose. ñ óuô ˆ ˆ€‰ ™” ˆ u ‰ ˆu‰Û—u‰Û—  † ˆ ˆu‰â—u” ô Mut ¢ ¤ £ ¥ o 202 (G Coment  rios: © A) da G6PD Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç . artrite reumatóide. M todo: PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal.0 mL de Saliva (swab bucal). PARDINI 153 . Swab bucal. 2. Swab bucal.Gene da Protrombina M todo: PCR-RFLP para mutaç tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2) Condi o: 2. dentre os indivíduos com a variante A. suspeita após avaliaç clínica. Condi o: 2.0 mL de Saliva (swab bucal). soluç o conservante fornecida pelo laboratório. ñ ˆu‰R“u‘” óuô ô ˆ€‰Á—udÁ– ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue (EDTA). pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina. Haplotipagem de HLA DR e DQ Coment  rios: V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes. Conservaç o para envio: Manter em temperatura ambiente ou resfriado. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo Sangue Total (EDTA).

Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ñ uˆ ‰R” óuô ô “u‘ Mut ¢ ¤ £ ¥ o do Gene da MCAD Coment  rios: Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR.Informar dia. M Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M Filho M todo: PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem). . hora da coleta e idade do paciente.Mut ¢ ¤ £ ¥ o da Alfa 1 Antitripsina Coment  rios: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Estudo de Determin ¢ £¦¥ o TRIO: Suposto Pai. . A realizaç sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico. Conser o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.O tubo deve ser est ril.Informar medicamentos em uso. como tamb m para a detecç heterozigotos. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. discriminando -a da anemia apl stica idi tica. . Conservaç o pa ra envio: Enviar em temperatura ambiente. PARDINI . Swab bucal. Condi o: 2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo. Al teraç ssociada a Síndrome da Morte S ita Infantil. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Esta mutaç ra uma desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos. pesquisa Coment  rios: Esta pesquisa consist ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi. Laboratórios: Fichas de identificaç /autorizaç / a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório). soluç o conservante forn ecida pelo laboratório. 2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo.  † ‰u–u ”(ˆu‰R‘€d(—u”‡€‘ uˆ R ‰ u— ” ñ ‰u’u”u‘ † óuô © † u‘ ˆ 8õuóuô † ‘uˆ€‰ †É• 154 Instituto de Patologia Clínica H. ˆu”R” ˆu‰ † ˆu”R” ô ˆu‰R– ˆ ˆ Quebras Cromossômicas. ñ uˆ ‰R” óuô ô ñ óuô uˆ ‰ ‡um ˆ † †  uˆ ‰Ûˆ€‰« d ’u” Paternidade.

PCR Condi o: 2. soluç o conservante fornecida pelo laboratório.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA) Swab bucal. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 2. † ‘uˆ R ” ñ ˆu‰R” óuô ô ˆ €– ‰à’€”u‘ † ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Este test serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. 2. Swab bucal. Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual. Estudo por PCR Coment  rios: Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex tico de um indivíduo atrav s da utilizaç ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X. visto ser a Síndrome de Gilbert Este est  indicado para afastar hipótese de doenças caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença hep tica. retardo mental. Conservaç o para envio: Enviar at ias em temperatura ambiente. . PARDINI 155 .Exame realizado em m . diagnóstico gen ’ tico Coment  rios: ¡ ticas. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . ñ †† óuô ”R‘uˆu‰ ”† † ô ˆ Síndrome de Gilbert. ñ  óuô u—u‰ † ”u–u “u‘ ô †Rþ — ˆu‰ Síndrome de Willians.Enviar informaç es clínicas. .0 mL de Saliva (swab bucal). soluç o conservante fornecida pelo laboratório. ñ uˆ ‰R” óuô ô ‰† † ˆu‰î‘ud ˆu‰î— ™ ˆu” ˆu‰Ó—u” SRY. N congelar. Conservaç o para e nvio: Manter tubos em temperatura ambiente.0 mL de Sangue (EDTA).0 mL de Saliva (swab bucal). M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente.0 mL de Sangue Total (EDTA). 2. o que caracteriza as anomalias dent rias e faciais. Este test o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. estenose aórtica supravalvar e estenose pulmonar. pai e filho. Swab bucal. diagnóstico molecular Coment  rios: O diagnóstic feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi o gene da elastina. O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um cromossomo X e um Y.Sexo Gen ’ tico Coment  rios: Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo gen tico de um indivíduo.

Este e studo detecta a mutaç ¨  l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina. PARDINI . ñ óuô €ˆ ‰ ‘ud (ÿ €— « ” † ‰«– uˆ R ‰ u‘ R ‰ u’ u” u‘ R ” u— d ˆ ô Translo s ¢ £¦¥ o BCR-ABL Coment  rios: Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia). M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ uˆ ‰R” óuô ô † † † ˆu‰í”€‘ ˆ 156 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: Reaç m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR) Condi o: 3. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. N o congelar.0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA).Surdez Cong T nita. diagnóstico molecular Coment  rios: O gene da conexi fš rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o. caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide Crônica (LMC).

principalmente nas desordens c itas. doenças de coagulaç família. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.Informar medicamentos em uso. Tam m usado na investigaç laboratorial de pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos em uso de antiagregantes plaquet rios.material colhido e enviado no mesmo dia at 2 horas após a coleta.Agreg ¢ £¦¥ o Plaquet e ria Coment  rios: O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç plaquet ria. .JO 8h. .Fazer levantamento histórico de sangramento. medica mentos em uso. aparecimento de manchas roxas. PARDINI 157 . Laboratórios: Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) . atrav s do agregômetro de plaquetas. ñ   ˆ€‰(– ™ ”  ò u’u”u‘uˆu‰ ‰R” ™ ”  ‰uu‘u’ ’u“u‘ m † ˆu‰  ‡ ˆ ‘† † “ ˆu‰ uˆ ‰ óuô † vv  umud †iÿ ô ˆu‰R‘ud † ë Instituto de Patologia Clínica H. Valor de Refer ncia:  Adrenalina  40 a 80%  ADP  60 a 80%  Ristocetina  70 a 90%  Col  60 a 80%  Agregaç spontânea  ausente Condi o: Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA). M todo: Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica. pet ias. As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de funç laquet ria e para cada medicamento. Informaç es nece rias: .

20  duvidoso  > 1.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. . desprezar e depois colher o tubo com citrato.Anticoagulante Lúpico Coment  rios: Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune. abortos de repetiç . Informaç es nece r ias: Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem. Laboratórios (outras regi es): Neste caso.000/mm3 repetir o processo. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas.Triagem com confirmaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. colher tubo sem anticoagulante.15 a 1.Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos). Laboratórios (regi o BH): Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia. . ñ ñ ò ˆ ò “ ‡u– “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ uˆ Á ‰ u— ‰ óuô ˆ  ‰ R  ” ôR  ™ ô †iÿ  vv  ”R‘uˆu‰ † †iÿ ¡ du–uê  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰ dR‘uˆu‰  †  • ô— ‰R‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  “ 158 Instituto de Patologia Clínica H.Separar o plasma cuidadosamente.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. acidente vascular cerebral.Enviar material congelado. .20  positivo M todo: Veneno de Víbora de Russel . em gelo seco de prefer ncia.Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. .000 plaquetas por mm3 de plasma. ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. O exame sofre alteraç es importantes s for executado dent ro de at s a coleta. M todo: Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular Valor de Refer ncia:  < 1. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.15  negativo  1. . Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada.JD 4h. S ver solicitaç tro exame. .Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico. . Conservaç o de envio: At ias congelar em temperatura inferior a 0o C. Sua presença pode causar tromboembolismo venoso recorrente. . .Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.0 mL de Plasma em citrato. PARDINI . Conservaç o de envio: Enviar at horas em temperatura ambiente.

glomerulonefrites. Pleural . M todo: Hargraves Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 7. artrite reumatóide. Refrigerar. óuô †ò ‘€ˆu‰ý‘u”u‰  ˆu‰ý”u‘ “u‘ † ™” ñ dí–uu’ ©8õuóuô † †(ÿ þ ÿ¡ ‰ ¡ ‰ u‘ uˆ ‰ C ’ lulas LE.Liq. 3. Esfregaço: At ras em temperatura ambiente ( corados). Por m.0 mL Liquor . Veja tam m FAN. a presença de somente uma c lula LE suficiente para dar um resultado positivo. N congelar. O resultado do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE.5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem corar). Laboratórios: Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at  s 16:00 horas (2a a 6a feira) do mesmo dia da coleta. etc. Variam bastante em tamanho e apa r cia. Conservaç o de envio: Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente.Líq. Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias. Veja tamb m: Leucogram .0 mL de Sangue Total sem anticoagulante. sendo necess rio para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas.C ’ lulas de Downey. † † €— d † † €‘ uˆ ‰ † ˆ  d † ‰um ™ ñ m† ò óuô ô † “ ™ ”™ “u‘ “ † †   † † ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. uso de corticóides.Liq. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta. pesquisa Coment  rios: A c lula LE pode ser um neutrófilo. pesquisa Coment  rios: Os linfócitos atípicos ( pl sicos) s contrados na Mononucleose Infecciosa. monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE. sendo o tipo de c lulas maiores conhecido como c lula de Downey. At 4 horas a 37o C. em infecç s viróticas e outras. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da pesquis servada em 70 a 80% dos casos.Lavado bronco alveolar. etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas. Ascítico . Sinovial . PARDINI 159 .169 Conser o de envio: Sangue: At ras em temperatura ambiente.

Aspecto rocha Leucometria  at c lulas/mm3  Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3 Citologia diferencial de c lulas:  Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos  Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos Líq. Líq. infla matórios. PARDINI . límpido Celularidade  200 a 1000 c lulas/mm3 Citologia  Macrófagos alve olares: 80 a 89 %  Linfócitos: 8 a 18%  Neutrófilos: < 3%  Eosinófilos: < 1%  Outras c lulas: 0 % Condi o: 1. transparente. com predomínio das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias. bacterianos. artrites e peritonites. pneumonias. Sinovial  amarelo palha Cor  transparente.Líq.0 mL Lavado broncoalveolar. monitoraç o e prognóstico de processos infecciosos.May Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Líquor  incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) Cor  límpido. hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas cavidades.Citometria e Citologia (Líquidos corporais) Coment  rios: O estudo dos líquidos corporais ferramenta indispens vel para o diagnóstico. N o congelar.Coloraç .Pleural . viróticos ou f icos. Ascítico A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j tológico.Líquor (EDTA) . Laboratórios: Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta. Pleural A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C. aliadas às determinaç s bioquímicas. cristalino. locais ou sist micos.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ). 5. É utilizado para diferenciaç os processos em agudos ou crônicos. Lavado broncoalveolar Cor  incolor Aspecto  claro. límpido Aspecto  elevada Viscosidade Co lo de mucina  grumo firme em líquido claro  0 a 200/mm 3 Leucometria Neutrófilos  0 a 25% Líq.Líq.Ascítico . exames bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites. xistem valores normais e sim correlaç clínica e patológica. M todo Citometria: Contagem manual M todo Citologia: Microscopia . O aumento de celularidade e suas particularidades.0 mL Líq. u‡ u‘ ’ † ˆu‰«— ñ ñ   u’ ™”  “ ˆ ò ˆu‰ † † † † † † u’udR—u” † †  † @ u’ ˆ€‰  † ‘uˆu‰Á”  † –ud † óuô † †©š ô ˆu‰ ˆ ˆu‰ 160 Instituto de Patologia Clínica H.

Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. D. na defici ncia de G6PD.0 mL de Sangue Total (EDTA). óuô †ÿ Instituto de Patologia Clínica H.0 %  Hemoglobina Fetal Condi o: 1.0 mL de Sangue Total (EDTA). esplenectomizados e outros. PARDINI 161 . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. O.7% at . A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer anemia de etilogia obscura.3 a 96. C.0 mL de Sangue Total (EDTA). na talassemia maior. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de Hb Fetal. €d u‘  † ˆ€‰Á—uˆu” ‰ pH ¶ IDO M todo: Agar Citrato pH 6. Lepore e H. J. E.5%  Hemoglobina A1  Hemoglobina A2 2.2 Valor de Refer ncia: Hemoglobina A Condi o: 1. I . A metodologia de eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino.Corpos de Heinz. pesquisa Coment  rios: Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias. α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas.HPLC Valor de Refer ncia: 94. As hemoglobinas anômalas mais comumente encontradas s : S. ˆ ñ   “™ ” óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò Eletroforese de Hemoglobina AN¶ LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC Coment  rios: A lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente. β-Talassemia.5 a 3. nas intoxicaç s por drogas. At ras entre 2 O e 8O C. At ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis. ñ ñ †i†Rÿþ • ÿ ô ¡ ¡ ‰ ‰  —u‰ †  ™ † † ˆu‰â‰◠ˆu‰â—u”âd “u‘ ™   † óuô ò ò pH ALCALINO (HPLC) M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo. M todo: Coloraç May -Grunwald . .Eosinófilos Coment  rios: A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas patologias. at 15 dias em temperatura ambiente.Urina .Fezes .Secreç conjuntival (lâminas confeccionadas ou material biológico). sem corar e junto com o sangue).CHCM Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias. PARDINI . mantidas secas. s ndantes na disenteria amebiana. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. At 6 horas. Nas fezes. na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. … ñ  óuô ò €’ † ð ô¡ ‰ † †¨ 162 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: veja Hemograma p . Urina . equinococose). Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta. sem corar.JD 4H. longe de calor e umidade.0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o de envio: Lâminas j confeccionadas : At ras em temperatura ambiente.Escarro: at horas após colhida.Líquor . O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial.Escarro . No líquor. embor patognomônico. Após corar.Lavado Brônquico . Laboratórios: Enviar. ñ ˆ ˆ€‰ì‘ud — ˆu‰«—u”«‘uˆu” ‰Ý † ˆu‰îd€m óuô ˆu‰ ò  dݑuˆ€‰ ô †H• ˆu‰ †Rþ ÿ † ¡ ‰ ˆ ˆu‰ Eritrograma HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM .Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes . constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do sistema nervoso (cisticercose. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. al m do Sangue total. No escarro e lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. 166 Condi o: 1.Secreç Nasal . sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.

Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas. qua  m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes Talass micas).0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ! Adultos " 200 a 450 mg/dL ! Crianças " 150 a 300 mg/dL Condi o: 1.40 a 0. uso de contraceptivos orais. Sangue. At dias congelado (m ximo . estrógenos e andrógenos. PARDINI 163 . Laboratórios: Enviar at ras após a cole ta em temperatura ambiente. . ˆ ô †i† ÿ• ¡ ‰ “ ò  u– ñ ‘u—u‰  ‡   ˆu‰î—ud óuô ˆu‰ †iÿ ¡ ‰ umud€—u‰ † Instituto de Patologia Clínica H. at ras em temperatura ambiente. M todo: Esfregaço em Lâmina . Laboratórios: N o Refrigerar. nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas.Coloraç Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.70% de NaCL 50% 0. Laboratórios: Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar. Veja tam m Filariose. . M todo: Dacie Valor de Refer ncia: Hemólise Curva Imediata Curva após 24h a 37 o C Inicial 0. Est levados em estados inflamatórios agudos. ñ m† † ‰†  óuô ò ˆu‰R—u” Fragilidade Osmótica das Hem e¦s ias Coment  rios: O aumento da fragilidade osmótica ocorre esferocitose heredit ria.JD 4h.59% de NaCL Final 0. coagulaç o intravascular disseminada.50% de NaCL 0.JO 8h. Conservaç o de envio: Lâminas.N realizamos aos s s e v spera de feriados. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente Wuchereria bancrofti.Fibrinog T nio Coment  rios: Os níveis de fibri io est iminuídos em afibrinogenemia heredit ria. . . at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar). A diminuiç fragilidade ¡ –na osmótica ocorre nas hipocromias. Enviar o mais r ido possível. fibrinólise e doenç tica. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.30% de NaCL 0.0 mL de Sangue Total Heparinizado.0 mL de Plasma (Citrato).20% de NaCL Condi o: 5.45% de NaCL 0.45% a 0. gravidez.4 o C) ñ óuô †ò ‘€‰u’u“u‘ ˆu‰ý d ¡ — ”u–u ˆu‰Û”  ˆ †H†R•þ ô  Fil e ria.

Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ  HEMOGLOBINA A2 ò –u€’ óuô ô 𠆩 † ¨š ¡ ‰  ˆu‰R—u” Coment rios: Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias. leucemias agudas e crônicas. At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Sangue Total (EDTA). ñ HEMOGLOBINA FETAL óuô †i†Rÿþ • ô ¡ ‰  ò ™” d † —€‰u”u‘  Coment rios: Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor.Hemoglobinas HEMOGLOBINA Coment rios: Indicada na avaliaç anemias e policitemias. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi 90%. A Beta Talassemi ça heredit ria. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . At ras entre 2 o e 8o C.7% Condi o: 1. Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de Hemoglobina Fetal. .0 % Obs.166 Condi o: 1. Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o m s.JD 4H.0% # Betke $ at . Condi o: 5. que mostram níveis elevados da HbA2.0 mL de Sangue Total (EDTA).. etc. intermedi ria e maior) quando ser contrados valores aumentados de HbF. ñ  †  “u‘ ˆ€‰ö”u‘  óu“ ô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò © † i† ¨ ÿ †iÿ “u‘ “ u— d † u— ” • @ d Continua. M todo: Espectrofotometria com reagente livre de cianeto Valor de Refer ncia: veja Hemograma . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.0% # HPLC $ at . anemia falciforme. M todo: Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mL de Sangue Total (EDTA). Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose heredit ria. 164 Instituto de Patologia Clínica H. At ras entre 2 o e 8o C.HPLC Valor de Refer ncia: # Singer $ at . PARDINI ..5 a 3.HPLC Valor de Refer ncia: 2. freqüente com apresentaç s clínicas variadas.

Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.Continu õuóuô  o. TESTE DE SOLUBILIDADE Coment rios: O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose. Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina H.PESQUISA Coment rios: Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero nas c lulas vermelhas. ñ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò  Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Ditionito de Sódio Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1...0 mL de Sangue Total em EDTA. PARDINI 165 .  ñ † ˆ “ ‡ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰  HEMOGLOBINA S. Heparina ou Citrato).HEMOGLOBINAS HEMOGLOBINA H . Testes falsonegativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S.5 mL de Sangue Total (EDTA. Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras. Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se apresentam em menor quantidade ou raros.

0 36.0 80.5 39.0 a 33.9 a 5.0 a 17.5 a 20. JD 4H.0 a 121.5 a 5.0 a 36.0 a 36.20 20 a 850 at087(6 0 5. junto com o sangue).0 a 67.0 13.9 a 5.5 a 13.0 77.0 a 34.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 a 36.0 1.0 a 118.0 a 36.1 a 4.0 1.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 10.5 a 13.0 70.0 a 35.0 a 98.0 1.0 31.0 a 102.0 78.1 a 5.0 a 16.5 at0 1.0 a 42.0 a 5.0 a 37.0 12.0 9.0 a 34.0 a 39.5 a 15.5 3.96 at087(9 0 at083(6 0 3. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e bacterianas.0 a 13.0 at054 . inflamaç s.5 a 10.0 31.0 28.3 3.0 a 14.0 a 36.0 a 123.5 1.0 a 41.0 a 5.0 a 46.0 a 49.Hemograma Coment  rios: Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como tamb m muitas outras de variadas etiologias.2 a 5.2 4.2 0.0 80.5 41.0 at021 .0 26.0 30.0 1. tamanho.0 74.5 a 13.3 4.91 50 a 700 at083(6 0 6.9 Condi o: 1.5 4.5 1.0 a 30.2 4.0 25.0 Linfócitos x103/mm3 2.0 a 35.0 29.5 a 15.8 a 8.mulher homem Faixa Et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos Faixa et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos RBC x106/mm 3 3.0 a 9.0 31.0 a 18. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.0 † ðô † † 166 Instituto de Patologia Clínica H.0 28.23 20 a 850 at087(6 0 9.5 a 8.0 at021 .0 2.0 a 36.9 3.0 a 17.5 a 15.7 a 4.0 a 36.0 11.0 1.0 1.0 a 45.0 a 6. óuô HGB HCT VCM HCM g% % fl pg 13.0 a 36.5 45.5 a 10.0 28. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total. parasitoses. laser. neoplasias hematológicas.5 at023 .0 a 95.0 a 124.0 400 a 1800 150 a 450 11. Fornece dados para classificaç s anemias de acordo com alteraç s na forma.5 a 8.5 42.5 42.5 a 15.0 31. dispers óptica/fluoresc ncia e impedância.0 a 11.34 20 a 850 at087(6 0 6.0 77.5 a 16.0 1.0 at02BC6 0 150 a 450 11.7 a 8.0 a 10. M todo: Sistema automatizado: Citometria de fluxo.0 a 31. intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos.0 1.0 31.5 a 8. absorç spectrofom trica.0 86.0 a 40.0 35.4 a 34.0 1.5 a 10.0 12.5 a 21.0 88.0 a 86.0 11.0 28.0 a 108.0 a 100.0 1.0 13.0 31.0 78.5 at026 .0 a 36.86 at089(6 0 at083(6 0 3. Rotineiramente indicado para avaliaç e anemias.6 a 6.mulher homem Adulto .5 at026 .0 28.0 2.0 a 26.0 a 15.2 3.84 50 a 500 at0@4A6 0 Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW % 400 a 1800 150 a 450 11.5 a 10.3 4.0 Neutrófilo Neutrófilos WBC Eosinófilos Basófilos segmentado bastonetes x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm 3 x103/mm3 9.5 a 6.0 a 5.0 75.0 31.5 a 15.5 a 5.0 a 40.0 25.5 at026 .0 a 34.0 a 11.0 300 a 900 150 a 450 11.0 6.0 28.5 a 15. sem corar.7 a 5.0 1.0 95.9 ˆu‰î— &') RN (cord( 1 a 3 dias 1 semana 2 semanas 1 m) s 2 meses 3 a 6 meses 6 meses a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 12 anos 12 a 18 anos .0 a 46.0 85.0 a 36.5 a 19.1 4.0 29. Valor de Refer ncia: † ñ ™ ” uˆ Û ”— ‡ ™ ” du‰–u“u—  Û ™ˆu”‰ ™ ˆ  Faixa Et% ria ò “ ˆu‰Û—ud  ˆu‰Õ”u† ‘ ™ ˆu‰©ëud ‘€’u“u‘ † ˆu‰h” ˆu‰ † CHCM % 30.0 26.5 a 15.0 a 8.0 1.0 a 100. 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem anticoagulante.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 a 40.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 26.4 2. cor e estrutura das hem cias e conseqüente direcionamento diagnóstico e ter tico.0 25.0 a 21.01 20 a 850 at087(6 0 5.0 29.0 31.0 400 a 1800 150 a 450 11. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.0 a 9.0 13.0 at026 .0 at02BC6 0 150 a 450 11. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliaç ist rbios plaquet rios.0 a 126.0 31.0 a 34.5 a7.5 4.0 a 11.0 50 a 1100 150 a 450 11.5 4.5 a 15. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.5 a 15.0 a 35.9 a 6.0 9.0 25.89 at087(9 0 at083(6 0 4.0 14.0 a 16.5 35.5 a 22.6 3.0 a 37.0 a 36.0 at026 .90 20 a 850 at087(6 0 5.5 a 15.0 a 66.0 a 36.0 2.5 34.0 a 16.0 23.5 a 15.0 a 55.5 33.9 a 2.0 a 20.0 a 53.0 a 36.0 a 87.0 24.3 3.0 98.5 29.0 10.0 a 40.0 a 62.0 12. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.5 a 8.5 a 7. reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas.5 a 17. Atrav s de avaliaç ntitativa e morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co itas e adquiridas.73 at089(6 0 at083(6 0 3.5 a 15.0 a 60.0 a 12.0 a 36.0 37.0 at02BC6 0 150 a 450 11.5 at026 .0 a 115.0 30. PARDINI .

pois tamb m influenciada pela idade. Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados parâmetros subjetivos e semi -quantitativos. Teste Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis. ñ ˆ † ˆu‰R—udR—u‰€”u‘ ˆ u‘ dî‡ m† ‡ ò óuô † † †‡ —ud †  ”à‡ † † ÿô¡‰ Hemossiderina Coment  rios: É um t este sensível para a avaliaç reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç o mielograma. longe de calor e umidade).JD 8h. É tam m til como teste de screening em exames de rotina.0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina). PARDINI 167 . ñ uˆ ‰ ˆ  óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H.169 Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente (mantidas secas.Hemossediment ¢ £¦¥ o Coment  rios: A VHS  m fenômeno n o específico e sua medi clinicament til em desordens associadas com produç o aumentada de proteínas de fase aguda. leucemia mielóide aguda e outros. Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas.Para coleta. ciclo menstrual e drogas. Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de progress ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. M todo: Westergreen automatizado Valor de Refer ncia: D Homem E 0 a 15 mm na 1a hora D Mulher E 0 a 20 mm na 1a hora D Criança E 0 a 20 mm na 1a hora Condi o: 1. M todo: Coloraç lo Azul da Pr ssia Condi o: Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. alcoolismo. . agendar antecipadamente no laboratório. variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+: F 1+/4+: ferro medular diminuído F 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal F 4+/4+:ferro medular aumentado É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria.0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA). ˆ€‰ù—€d  ˆu‰Ó—  ‡ m†  ñ ˆu‰R–u” óuô ñ u’ †©¨ @ ô — ò ‡ “ Isopropanol. Veja tamb m: Mielograma p . VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade ltima). Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença. M todo: Tris/Isopropanol Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas.

Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de m Rh negativo e feto Rh positivo.0 mL de Sangue Total (EDTA). alcançar a regi o do f lcera. Secar a les com gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando. usando lâminas limpas e desengorduradas. Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça bacteriológica. forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos. logo abaixo da borda. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ óuô ˆu‰Rò–u” ™” ˆu‰ ˆ ˆ ˆ €‘u—u‰Á—ud»‡ ™ ˆu‰ † †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Rmud † då‡ ˆ ˆ€‰Á—u‰Á – “ ™ ” ‘u† ˆu‰ˆ   d(ëˆuu‰ ”R‘uˆu‰ 168 Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 2. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 esfregaços de Raspado de Úlceras.negativos). recobrem lcera. Conservaç o para envio: At horas em temperatura ambiente. Outro m todo simples consiste em comprimir a lâmina contra a superfície cruenta da les . pesquisa Coment  rios: Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. I Sangue de cor H próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal. M todo: Coloraç la Eosina Valor de Refer ncia: G Adultos e > 2 anos de idade H < 0.Kleihauer Coment  rios: Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç eter nea nas hem cias) e Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). Laboratórios: Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril. delicadamente. após remover crostas ou escarificar as les s lceradas. Essa limpeza deve ser feita par haja contaminaç o do esfregaço por cocos que. Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes. Esse m todo d bons resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. PARDINI . At ras entre 2 o e 8o C. Em casos d lise de sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno.05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal. normalmente. ñ ˆu” m † “ ˆ  ˆu‰Rò–u” —uˆu‰ ˆ † ˆ ¡ ‰u’u“ ˆ u ‰ ˆ ‰u’€“u‘ † ˆ€‰ ”ádu ‘u óuô ô †© š ¡ †Rþ ÿ ‰  Leishmaniose. sem corar. De modo geral. tornando -se rara em les s antigas (resultados falso. Enviar o mais r pido possível. as formas amastigot as s mais abundantes na fase inicial da doença. Deixar os esfregaços secarem ao ar.

cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. Após corar. . oculares e outros de acordo com o material examinado. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica de numerosas patologias. longe de calor e umidade. at 72 horas em temperatura ambiente. met stases infiltrativas de M.NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS . Laboratórios: Enviar al m do sangue total. neoplasias hematológicas. ‘uˆu‰ d† óuô † ‡ ˆu‰R† — ˆu‰Rd ™”  †©¨ @ ô — Neutrófilos. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo sem corar junto com o sangue). É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. Laboratórios: Enviar esfregaços sem corar. Secreç Nasal. PARDINI 169 . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 1.EOSINÓFILOS . at 15 dias em temperatura ambien te.Leucograma Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç infecç es. agendar antecipadamente no laboratório. Conservaç o de envio: Esfregaços j confeccionados : Sem corar. Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente. calor e umidade. protegidos de luz.METAMIELÓCITOS . . Urina. trombocitoses. ñ ˆu‰Ý— óuô ˆu‰Rò–u” ‘u †H• ô  †† ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Veja tam m Hemograma.BLASTOS . desordens imunoglobulínicas. BASÓFILOS .PROMIELÓCITOS  ñ óuô m† † ˆ€‰Ê—€” ™ ™ † ðô † Mielograma Coment  rios: O mielogram sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses. Material biológico : At horas após colhido. entre outras. Escarro. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes. Secreç o conjuntival. sendo que o primeiro nome seja escrito por extenso. pulmonares. inflamaç es.LINFÓCITOS .MONÓCITOS NEUTRÓFILOS BASTONETES .Para coletar.0 mL de Sangue Total (EDTA).JD 4H. acompanhamento de terapias medicamentosas.MIELÓCITOS . Condi o: 02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. mantidas secas. neoplasias e patologias hematológicas. intestinais.O e outras doenças menos comuns. Lavado Brônquico. Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias.

M todo: Reduç NBT Valor de Refer ncia: 2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT Condi o: 2.JD 4h.000 a 450. Conservaç o de envio: Sangue .sem corar. ñ m† “ ˆu‰©—u” ™” óuô ò ˆ ††©ð¨š ô ¡ ‰ † Plasmodium. P. em temperatura ambiente por tempo indeterminado. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.At 2 horas em temperatura ambiente. . Laboratórios: Enviar al m do Sangue total. .At 2 horas entre 2o e 8o C. 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. O teste ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es. salicilatos. corticóides.falciparum.5 mL de Sangue total heparinizado. Veja tam m Hemograma. j tratament diferente para cada es cie. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.Nitro Blue Tetrazolium Coment  rios: O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s contrados resultados muito diminuídos. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria.corado. M todo: Fluxometria e impedância Valor de Refer ncia: 150.0 mL de Sangue Total (EDTA). plaquetopenias e alteraç s morfológicas de plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Condi o: 1. 170 ˆu‰ö—€dö” – † ” † † † ñ ˆu‰R–u” óuô ô † †Áþ öëu”÷‰ ‰† ˆ –† –† Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar imediatamente após a coleta. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos.vivax. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. A demonstraç o do parasito e a diferenciaç s ci muito importante. ñ ‘uˆu‰«—u” óuô † ‰â‡ P NBT m† ˆ ˆu‰R—uò‰ ™” ™ ˆ€‰å”u‘ †ô Plaquetas (contagem) Coment  rios: Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose.000/mm 3 Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase. Condi o: 1. Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa .malariae. PARDINI .0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos. P.positivos e falso– negativos. At ras entre 2 o e 8o C. Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais. produzindo numerosos resultados falso. 7 dias em temperatura ambiente. Es cies encontradas: P. .

Informaç es nece rias: Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis.At 4 dias congelado em temperatura inferior a . sem garrotear ou com garroteamento mínimo. ñ “ò ˆ  “ u ‘ ‘u’u“u‘ ˆu‰ “ ˆuˆu‰‰ óuô † ¡ ”u–€ d ‡ “€‘ dum † “ “u‘ “u‘ ˆ ‘uˆuv‰ v  ˆu‰î—€” ˆuˆ ‰ý—ud † —  ˆu‰ý—u”   ˆu‰â—u”  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰  ”ý‘uˆ ˆu‰â” dR‘uˆu‰  ‰â‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  † ô “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. . A suspens qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. . . terapia com anticoagulante oral. desprezar e depois colher o tubo com citrato. Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolesc cia.Atenç o. coagulaç intravascular disseminada. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. .8% proporç 9 partes de sangue p ara 1 de anticoagulante). insufici cia renal crônica. . colher tubo sem anticoagulante. Conservaç o de envio: . uso de anticoagulantes. repetir o processo. nefropatia di tica.Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. em gelo seco de prefer cia. Defici cias co itas s caracterizadas por tromboses venosas recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. . doenç tica. Tal fato leva a uma diminuiç Proteína C. .000 plaquetas por mm3 de plasma. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Laboratórios .Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. fibrinólise.Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). É desej vel que o pacient o esteja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. S ver solicitaç tro exame. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina K.Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame).Colher em tubo siliconizado. . transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos.4 o C. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas.Proteína C Coment  rios: A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural. Defici ncias adquiridas s encontradas em casos de desordens hep ticas. . .000/mm3.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.Enviar material congelado.Separar o plasma cuidadosamente. M todo: Cromog nico (Funcional) Valor de Refer ncia: 78 a 134% Nota: Proteína extremamente termo sensível. confundir com Proteína C Reativa. PARDINI 171 . Condi o: 3.Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada.

u“€‘ ! “ ñ u‘ uˆ © ‰ u— ” ˆ €• u‡ – ˆu“u‰ ‘ — óuô  ˆ vv  † — †ò m† † €d u— d † “u‘ † ˆ€‰ ¡ ”   ˆu‰©— ™” “u‘ ˆu‰u‰ ‘u’u“ ™” ˆu‰©” ˆu‰  ˆ ˆ€‰Ü—€” ˆu† ‰  ˆ€‰ý—u”  † ˆu‰  ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ ˆu‰ —€” ˆ  †©¨ @ ô — “u‘ “u‘  ‰ì‘u‡  172 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. caracteriza a alteraç redit ria da RPCa. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis e autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. Proteína S. pois defici cias c nitas ou adquiridas de Proteína C. embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas. Fibrinólise. desde que afastadas as causas acima. Anticoagulante ico.000/mm3 repetir o processo. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante). desempenha um papel importante na trombofilia.20 o C.0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. presença de plaquetas e uso de anticoagulantes. para sua correta avaliaç o. Laboratórios: Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.Este teste ve ser interpretado isoladamente. aparentemente. desprezar e depois colher o tubo com citrato. que quando presente. colher um tubo sem anticoagulante. . Enviar o material congelado em gelo seco de prefer cia. Fatores de coagulaç . PARDINI . Resist T ncia Coment  rios: A resist ncia à proteína C ativ um defeito heredit rio que. Antitrombina III.86 . Se possível informar no pedido a contagem encontrada. . Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. caracteriza a alteraç heredit ria da Resist cia a Proteína C Ativada.É desej vel que o paciente n steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas.O teste positivo. O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. Separar o plasma cuidadosamente. . devem ser consideradas. A freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C. A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este exame. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a .000 plaquetas por mm3 de plasma. que quando presente. S ver solicitaç outro exame. . Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Condi o: 3.Proteína C Ativada. Anticorpos anti fosfolipídeos. uso de anticoagulantes.Teste extremamente sensível em temperatura. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 0. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. embora outras mutaç s mais raras tam m tenham sido descritas. Proteína S e Antitrombina III combinadas.

Se possível informar no pedido a contagem encontrada.É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas.000 plaquetas por mm3 de plasma. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . Nefropatia Di tica. Síndrome Nefrótica. Laboratórios: A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. . Condi o: 3. Um teste positivo pode ocorrer em trombocitopenias. Enviar o material congelado.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante. gravidez.Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico). em gelo seco de prefer ncia. repetir o processo. crises inflamatórias agudas. uso de anticoagulantes orais. colher um tubo sem anticoagulante.Proteína S Coment  rios: A diminuiç prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo. P rpura Trombocit ica Idi tica. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: 70 a 123% . A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç m dico respons vel pelo paciente. . desprezar e depois colher o tubo com citrato. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. inflamatórias e durante tratamento anticoagulante. que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. doença hep tica. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). .4 o C. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Separar o plasma cuidadosamente. reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias. reposiç stro ica. Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S. Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. . Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. S ver solicitaç outro exame. ñ †ò ˆu“ ‰ý—€d –€  d ‰u‘€’u“ “ ý “ m† ˆu‰ ‡ óuô † ‰u–u“€‘ ˆu‰«” ‰€–u ’u“u‘ ‡u– “€‘ “u‘  d€m † “u‘  ˆu‰R—u” vv    ”ý‘uˆu‰ý” ˆu‰î—€” ˆu‰R”  ˆuˆu‰R‰ —u‰ †  ˆ€‰ dۑuˆu‰ ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ “ ˆu‰ì—u”  ‰ì‘u‡ ˆu‰ † †©¨ @ ô —  Prova do Laço Coment  rios: Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. S descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em doenças he ticas. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. Condi o: Cliente deve estar presente na unidade de atendimento. Colher em tubo siliconizado. Valor de Refer ncia: Negativo a (+). Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K. disfunç s plaquet rias. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. PARDINI 173 .000/mm3.Proteína extremamente termo sensível. óuô ò ™ ˆ  ™” Instituto de Patologia Clínica H. Insufici cia Renal Crônica e Fibrinólise.JO 8h. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas.

É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento. ñ ˆu‰ö—€d ˆu‰ö—ud óuô ”(d€’u—ud † † 174 Instituto de Patologia Clínica H. Exemplo: Aplasia medular. . mantidos secos. . †‡ † ñ óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Retr ¢ ¤ £ ¥ o do Co e gulo Coment  rios: Sua principal indicaç como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç praticamente nula. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente.000/mm3 Condi o: 1.5 a 1. Laboratórios: Enviar esfregaços sem conservante. Conserva-se at 30 dias em temperatura ambiente.0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1. Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis. .5 % Q Quantitativo R de 25.Reticulócitos Coment  rios: A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: .valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose). M todo: Azul de Cresil brilhante Valor de Refer ncia: Q Percentual R 0. PARDINI . ñ ˆu‰ † ˆu‰ † †óuô ÿ• ò i † ô † ˆò Sudan Black B Coment  rios: Útil na classificaç s leucemias agudas. M todo: Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B Valor de Refer ncia: Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos compatível com Leucemia Mielóide Aguda. longe d e calor e umidade. Condi o: 2 esfregaços. E xemplo: anemias hemolíticas.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 mL de Sangue Total em EDTA.000 a 75.valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia). agendar antecipadamente no laboratório. auxiliando na diferenciaç s linhagens linfóide e mielóide. M todo: Aggler-Lucia Valor de Refer ncia: At % Condi o: 5.Coleta at S s 18:00 horas.Para coletar. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante.JD 4h. Marcoumar. ñ    ™” —u ‘u‡ ™™” ™” ˆu‰ ò vv  Continua. Laboratórios: Enviar no m ximo at s a coleta. Hirudoid. . Est mentado nas defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII).Cliente deve comparecer em uma das unidades.Cliente deve comparecer em uma das unidades. defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç plaquet ria. Instituto de Patologia Clínica H. coagulaç intravascular disseminada. Teste de pouca sensibilidade. doenças h ticas. doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente.. defici cia de fatores VII. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.0 mL de Plasma (citrato). Conserv o de envio: At horas em temperatura ambiente. situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado. . V. † DUKE M todo: Duke Valor de Refer ncia: 1 a 3 minutos Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. PARDINI 175 . Heparina. Marevan e etc. nos casos de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas.. defici cia de vitamina K. Informar história de sangramentos importantes anteriores. plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50.000/mm3. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 70 % Condi o: 1. Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s vasculares. ñ “u‘ ™ óuô †ò ™” ˆu‰Á–ud ˆ u ‰ T RNI T TAP “u‘ ”€–u vv    õ € u ó ô †š © “u‘ ˆu‰z— ò i† ÿ ¡ ud u– ê ˆu‰ö‘€d ˆ Tempo de Coagul ¢ £¦¥ o Coment  rios: Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o. . Liquemine.) e qual a dosagem. X ou protrombina. ñ ˆ ˆu‰ Ùd óuô vv  Tempo de Sangria Coment  rios: É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas e qualitativas das plaquetas. M todo: Lee-White Valor de Refer ncia: 5 a 12 minutos Condi o: 2 tubos (2.Tempo Atividade Protrombina Coment  rios: As utilizaç es mais comuns s ra monitoramento de terapia anticoagulante oral.

uso de anticoagulantes orais. Marevan e etc. hemofilias A e B. Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç m grande quantidade. Laboratórios: Enviar no m ximo at após a coleta do material.. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. As causas mais comuns de PTT prolongado s o: ¡ coagulaç intravascular disseminada. Hirudoid.0 mL de Plasma em citrato. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: At segundos acima do Plasma controle. . terapia heparínica. ñ óu† ô A@ † d€–u“ ˆu‰ †ò —€”  ‘u—u“u‘ d ”€–u “ ™ ‡ ˆ †H• ô  vv  i† ÿ ¡  ˆ ˆ€‰(d Teste Desnatur¢ £¦¥ o ao Calor Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis. PARDINI .. doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente. Liquemine.Informar medicamentos em uso. Condi o: 1. doenç tica. defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ õuóuô o. Informar história de sangramentos importantes anteriores. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Heparina.TEMPO DE SANGRIA ò vv  Tempo de Tromboplastina Parcial Coment  rios: ¡ te cia à hemorragia.JD 4h. M todo: Exposiç Hemoglobina a 50/60 o C Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. anticoagulantes circulantes. antes de intervenç es cir rgicas e no O PTT indicado nos casos on controle de ter  tica anticoagulante pela heparina.Continu IVY M todo: IVY Valor de Refer ncia: U Crianças V 2 a 7 minutos U Adultos V 3 a 9 minutos Informaç es nece rias: . Marcoumar.Cliente deve comparecer em uma das unidades. .0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina.) e qual a dosagem. uˆ ‰ ˆ u Á ‰ u ‘ u ˆ » ‰ ‰ ñ † ” ˆu‰R—u” ò óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰   ˆu‰ 176 Instituto de Patologia Clínica H. Em sangue com hemoglobinas normais a precipitaç corre ou ocorre em grau discreto.

MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A relaç cido m lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. ameixa. sendo neurotóxico e hepatotóxico. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. formaldeído. hor rio inicial e final da coleta. colher Urina 24h p g. morfina. A excreç rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas após o t rmino da mesma. .HPLC Valor de Refer ncia: ` < 10 mg/24h ` Limiares a de 11 a 20 mg/24h Condi o: Urina 24h. metildopa. nozes e tomate. 1994. acetominofen. PARDINI 177 .*Urina 24 h. dose e tempo de uso. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Informaç es nece rias: Informar peso. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç límeros pl sticos.Urina recente . sendo maior em concentraç s mais elevadas deste. cido 5 Hidroxi Indola s¦’ tico   † Y 5 HIAA (quantitativo) ñ  †  † óuô ò  vv   †ô“  –€” Instituto de Patologia Clínica H. picles. Dieta O paciente dever rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os alimentos relacionados.Após dieta. cido ac tico. xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. O lcool inibe o metabolismo do estireno. borrachas e resinas.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel W IBMP para Estireno X 240 mg/g de creatinina (NR-7. beringela. fenotiazinas. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . 353 Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. medicamentos em uso. banana. pois estes interferem no resultado: abacate. antidepressivo IMAO. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa. imipramina. tendo como metabólitos urin rios principais o cido m lico (85%) e fenilglioxílico (10%). .N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. salicilatos. Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta.  du‘€— † ˆu‰    † ˆ ñ ˆ ò óuô ˆ † A@ ô —  cido Fenilglioxílico   † ˆu‰÷—u–€”ö –u‰   ‰ † uˆ R ‰  ud™ u‘” —  †  ˆ  ` Coment rios: O 5-HIAA m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). . Laboratórios: Especificar tipo de urina. Seu metabolismo e he tico.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. isoniazida. cido dihidrofenilac tico.

Laboratórios: Especificar tipo de urina. MT/Br) b IBMP c 2. 353 Conservaç o de envio: At m s acifidificada e entre 2o e 8o C. disulfiran. podendo tam m advir de dietas ricas em cido benzóico: frutas (ameixa.: medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais. ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day.5 g/g de creatinina (NR-7. mostarda. cido Hipúrico  …  ‡ –€‡ ‰ † ‰ † ‰å–  óuô † ò –u“ ñ  ‘u ˆu‰ Ù ” ˆ –€ˆu” †  ˆu‰ ™ ”   m† –u‡ ˆu‰ ‡ † A@ ô —  ` Coment rios: O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina. tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç hep tica do tolueno. 1994.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança).M.*Urina 24h. cido Homovanílico  ñ  ˆu‰©” óuô † ™” ‘uR ” “u‘ ud u‘ — † ˆ m † ò vv   (–€” ý–  †ô“  178 Instituto de Patologia Clínica H.3 mg/24h b 06 a 10 anos c 2. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. aspirina.` Coment rios: O cido hi ric rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos. broncodilatadores).4 a 8. cido hip ric um metabólito normal do organismo humano. tabaco. gr s verdes de caf . metildopa. hor rio inicial e final da coleta. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos. etanol. acarretando em concentraç s urin rias baixas. Instruç es de coleta: Veja Urina 24h p g. dose e tempo de uso.4 a 8. pridoxina e Levodopa. Excreç o do HVA pode ser intermitente. cloropromazina. lcool etílico e drogas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. borrachas e t intas). reserpina. 1994. refrigerantes com coca.8 mg/24h Condi o: Urina 24h.7 mg/24h b Adultos c 1.4 a 4. tetraciclina. Antidepressivos IMAO.1 a 4. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.5 g/g de creatinina (NR-7. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . refrigerantes e alguns tipos d s.HPLC Valor de Refer ncia: b 03 a 06 anos c 1. ssegos).7 mg/24h b 10 a 16 anos c 2. quinidina.O. **Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. PARDINI . fumo. 353 Conservaç o de e nvio: At ias entre 2o e 8o C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Acetominofen (paracetamol). dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico. *enviar 50 mL e informar volume total. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm lico. ketchup. MT/Br) Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . .HPLC Valor de Refer ncia: b at . Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. femprobamato. alimentos conservados com benzoatos. Níveis elevados tam m s ncontrados no feocromocitoma.

1994.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP para Estireno e 0. O lcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. A relaç o cido man lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. A primeira fase da excreç cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em torno de 48h após exposiç . Os xilenos s  tilizados como thinner para tintas e lacas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. tendo como metabólitos urin rios principais cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%). sendo maior em concentraç es mais elevadas deste. PARDINI 179 .*Urina 24h. *enviar 50 mL e informar volume total. 353 Laboratórios: Especificar tipo de urina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .5 g/g de creatinina (NR-7. ** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. 1994.8 g/g de creatinina (NR-7. MT/Br) Por presentar valor basal. . Laboratórios: Especificar tipo de urina. `  ˆ€‰ – u ‡ ñ ˆu‰R—u” ˆ ò  óuô ‘uˆu‰Ó–ud ‡ † A@ ô — —u‰R—u”î  ˆu‰ ˆuˆ‰R u‰î ‰Ó ˆ€‰ ‡ ˆ † ‡ Ó ‰ u‘ uˆ ‰ ˆ€‰  ‡ Instituto de Patologia Clínica H. O cido man lico se correlaciona melhor com os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico. agentes de limpeza al m de outros usos industriais.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos. Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . cido Mand ’ lico  ‰í ñ ˆu‰Á” š ¡ ˆ ‰ † † ‰ ˆu¡ ‰”u–u   ˆ€‰f †  ‘€   — † ˆ  ˆ  — †™  ˆ ò óuô ˆ€‰(—€” † A@ ô —  cido Metil Hipúrico Coment  rios: O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). borrachas e resinas. A excreç ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposiç ras após o t rmino da mesma. Tem metabolism tico. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho .Urina recente . *enviar 50 mL e informar volume total. Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . MT/Br) d IBMP para Etil-Benzeno e 1. sendo neurotóxico e hepatotóxico. cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o cido hi rico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.*Urina 24h. 1994. diminuindo a excreç seu metabólito na urina.N ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP e 1. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.5 g/g de creatinina (NR-7.

dose e tempo de uso. Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento.0 mL de Soro. cardidopa. tabagismo. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. Encontra -se elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma. 353 Dieta O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool.O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. piridoxina. cloropromazina. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.O. óleos minerais. Medicamentos . qualquer frutas (especialmente banana). cido Vanil Mand ’ lico   ñ  €d u‘ ™ — ” † †‰ f VMA ˆu‰©—u” ˆu‰ ò óuô vv  Ó”  … † †   ù–   Beta Caroteno Coment  rios: †ô“ ˆu‰ Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. hor rio inicial e final da coleta. Informaç es nece rias: Informar peso. O betacarot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos. broncodilatadores).JO 8h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . etilismo. antidepressivo IMAO. tetraciclina. . no hipotireoidismo. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. refrigerantes com coca. chocolate.M. ganglioneuroblastoma. gravidez e diabetes melito.contraceptivos orais. propanolol. cirrose e gastrectomia. . Usar frasco âmbar (sensível à luz). ch . Laboratórios: Antes de enviar. espinafre). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Níveis elevados podem ser encontrados na alimentaç rica em carotenóides ( cenoura. hiperlipidemia.` Coment rios: O cido vanil m lico (VMA) principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. fumo. conservas. medicamentos em uso. aspirina. caf .HPLC Valor de Refer ncia: g Adulto h 10 a 35 µmoL/24 horas g 02 a 18 anos h < 25 µmoL/24 horas g < 02 anos h < 10 µmoL/24 horas Condi o: Urina de 24h. quinidina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Níveis baixos de beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A.: medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais. metildopa. neomicina e kanamicina. metiformim.HPLC Valor de Refer ncia: 10 a 85 µg/dL Condi o: 2. Adicionar cido Clorídrico at alcançar o pH desejado. PARDINI . Laboratórios: Material deve ser enviado o mais r ido possível. amoxicilina. ”u‘u‰ † d«– ˆ ò ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰÷”u‘ † “u‘  óuô vv  u– †iÿ @ ô — 180 Instituto de Patologia Clínica H.10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) . Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. Interferentes: Diminuindo . levodopa. m absorç . verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4. neuroblastoma e ganglioneuroma.

Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança).  ™ † ñ m† ‘uˆ€‰ ™ ˆ ” † ÿ @ du–u“ u– ˆ  ™ ‘u ˆu‰«ê ‘ud † u’u”u‘u‰ ˆu‰â—u” ˆ€‰öˆu—u‰ ” ò óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H.Proteger da luz (frasco âmbar). 4 a 21 nmoL/mmoL de creat. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados.Mulher p Condi o: Urina 2h . i Adulto . .Homem p 4 a 19 nmoL/mmoL de creat. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . i 15 a 17 anos p ≤ 59 nmoL/mmoL de creat. Níveis elevados s encontrados na osteoporose. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. Doença de Paget. PARDINI 181 .*Urina 12h .*Urina 24h. e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia. Laboratórios: Especificar tipo de urina. .HPLC Valor de Refer ncia: i 02 a 10 anos p 31 a 110 nmoL/mmoL de creat.Deoxipiridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col tipo I. met stases ósseas. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. Considerando que a excreç sses marcadores maior à noite. sendo influenciada pela dieta. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina. Veja tam m Piridinolina. *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. i 11 a 14 anos p 17 a 100 nmoL/mmoL de creat. deve -se preferir a coleta de 24 horas. Refrigerar. i Adulto .

hidroclorotiazida. isoproterenol.5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida. cocaína. Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril. fruta (especialmente banana). difenilhidramina. Medicamentos: O paciente dever rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C. metoclopramida. teofilina.  ˆu‰ † “ ˆu‰ † ˆ u ‰ Û ” u ‘ ™” u–  † ˆ ‰† ˆu‰ ‰ ˆ € † ñ ™” vv  å– dÁ‡ SANGUE Valorr de Refer ncia: s Epinefrina (Adrenalina) s Norepinefrina s (Noradrenalina) s ò (–€”  † ¡ r r s s s Dopamina Condi o: 2. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico congelado. c rebro e sistema nervoso sim tico. reserpipna. acalmar o cliente. labetamol. Seu maior uso clínic no diagnósti co do feocromocitoma. homogeniza-se cuidadosamente e. nicotina. para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente. Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado). a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas na medula adrenal. metildopa. minoxidil. hora d ltima dose.. ansiedade. com o auxílio das m s. pós -operatórios. cafeína. levodopa. imediatamente. nitrogliceirna. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . nicardipina. fumo. sem fumar. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do feocromocitoma. .5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. disulfiram e octeotrídeo. Centrifugar rapidamente.HPLC Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. anfetaminas. Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin. verapamil. Obs. 182 Instituto de Patologia Clínica H.M. timolol.. sendo em 10% deles malignos. Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue. dopamina. bromoergocriptina.O. nadolol. nortriptilina. metilfenidato. que se origina em 90% dos casos na supra-renal. morfina. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos. haloperidol. c . metoprolol. clonidina. clozapina. dosagem. Esses tumores s causa de hipertens severa de difícil controle.JO 8h. furosemida.Epinefrina e Norepinefrina Coment  rios: q Catecolaminas A epinefrina (adrenalina). prometazina. desipramina. clorfeniramina. frio. O plasm transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado. terbutalina. sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e drogas. dia. Dieta O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool.. imipramina. efedrina. pseudoefedrina. atenolol. Após isto. PARDINI . propranolol. óuô < que 140 pg/mL entre 140 a 200 pg/mL > que 200 pg/mL < que 1400 pg/mL entre 1400 a 2000 pg/mL > que 2000 pg/mL < 30 pg/mL s suspeitos s muito sugestivo s suspeitos s muito sugestivo ™  †  †iÿ @ ô — ˆ€‰ ˆu‰ †  ”† ˆ ˆu‰ † d† Continua. É necess rio que a amostra de sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório. insulina.10o C. Catecolaminas s compostos l beis. salbutamol. amitriptilina. retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . descartar os primeiros 0. chocolate. caf . fentolamina. nitratos. hidralazina. Catecolaminas elevadas tamb m s contradas no trauma. aminofilina. mas sob nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. felodipina. em ambiente calmo. naloxona e TRH. refrigerantes com coca. clorpromazina.

. Sua remetilaç  metioni dependente da cobalamina..N colher amostra com o paciente deitado. cido fólico e riboflavina.0 a 10.0 a 6.0 a 17. vascular perif rica) e trombose.Continu URINA Valor de Refer ncia . carotídea. Homocisteína em níveis elevados um fator de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana. metotrexato.0 a 2. corticóides.0 1. Condi o: Urina de 24h. hor rio inicial e final da coleta.5 mL de Plasma (EDTA).0 < de 60 61 a 80 t suspeito > 80 t sugestivo ò õ€óuô o. 353 Laboratórios: Antes de enviar.µg/24h: Idades Epinefrina < de 1 ano 1 ano 2 a 3 anos 4 a 9 anos 10 a 15 anos adulto 0.0 a 65.0 a 80.5 a 20.0 a 3.0 15. Obs. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . fenitoína. Laboratórios: .10o C. .Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta. trimetoprim. -N sar o garote por muito tempo.0 0. na maioria dos casos. Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural. verificar pH da amostra que dever star cido (pH at ). PARDINI 183 . B12 (cobalamina).5 0.0 a 29. ‘ud †  ‘u‰u — € ‰ (  ñ ò uˆˆu‰R ‰ˆu‰R—d óuô uˆˆu‰‰© †iÿ @ ô — ‡ † “u‘  “ u ‘ åd ˆu‰ † ‘€d † † † Instituto de Patologia Clínica H. por m em valores limiares.0 4.EPINEFRINA E NOREPINEFRINA Norepinefrina 0. hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo (homocistin ria). cido fólico e da riboflavina. Enviar alíquota 10 mL e informar volume de total. colher Urina 24h conforme instruç s g.0 0. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar..2 a 10.5 0.0 < de 200 201 a 260 t suspeito t sugestivo > 260 Dopamina 0 a 85 0 a 140 40 a 260 65 a 400 65 a 400 65 a 400 Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos. Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal. na insufici cia renal crônica. Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina.0 8. óuô † †ô“  ™ ” –u å”  †¦š Homocisteína Coment  rios:  m ami A homocisteí cido formado no metabolismo da metionina. u Após dieta. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC Valor de Refer ncia: t Homens: 4 a 14 µmoL/L t Mulheres: 4 a12 µmoL/L t Elevaç iscreta: 15 a 25 µmoL/L t Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L t Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L Condi o: 1.

O. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . ñ ˆ “u‘ €‘  ˆu‰ ˆ€‰ ™” “ ò óuô vv   å–u” ý–  ‡ † ¡ †ô“  Paraminofenol Coment  rios: O paraminofenol  m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na (utilizada em tintas. refrigerantes com coca. PARDINI . Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. cloropromazina).41 mg/g de creatinina 10 a 15 anos < que 0.31 mg/g de creatinina > que 15 anos < que 0. fumo. Refrigerar. anti-depressivos tricíclicos. T m importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma. sotalol. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .HPLC Valor de Refer ncia: Idades Normetanefrina Metanefrina < de 2 anos < que 1. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Informaç es nece rias: Informar peso.73 < que 0. broncodilatadores). levodopa.30 < que 0. devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico. quinidina.Fraç ¥ es Coment  rios: A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente. metildopa. c .30 mg/g de creatinina Condi o: Urina de 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. benzodiapínicos. labetamol. hor rio inicial e final da coleta.41 < que 0. acetominofen. dosagem.*Urina 24h.M. Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro da faixa normal. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . 1994. dia e hora da ltima dose. medicamentos. borrachas e pl sticos).HPLC Valor de Refer ncia: tect vel v v IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7. oxitetraciclina. bromoergocriptina. sendo a determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis. paragangliomas e neuroblastomas.: medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais. fruta (especialmente banana).Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). tetraciclina. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. . Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool.43 < que 0. chocolate. medicamentos em uso.Urina recente . A excreç – rin ria do paraminofenol vari vel sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç . fenotiazidas e propranolol. buspiroma. ‘uˆuñ ‰ † u‘ ˆu‰R—u” ò  óuô † A@ ô — ™”  ˆ u ‰ ˆu‰  ˆu‰ †   184 Instituto de Patologia Clínica H.Metanefrinas .53 mg/g de creatinina 2 a 10 anos < que 0. caf .

hiperparatireoidismo e hipertireoidismo.Homem x 20 a 61 nmoL/mmoL de creat. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. sendo influenciada pela dieta. deve -se preferir a coleta de 24 horas. Condi o: Urina 2h .Piridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno tipo I. . Laboratórios: Especificar tipo de urina. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz :1.*Urina 12h .*Urina 24h. Doença de Paget. Para monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç lteraç es de forma mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas). w 11 a 14 anos x 105 a 400 nmoL/mmoL de creat. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. x 42 a 200 nmoL/mmoL de creat. w 15 a 17 anos w Adulto . A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Níveis elevados s contrados na osteoporose. ñ ™ ” ˆ€‰ý—ud †  m† ò  –u“ uˆ ‰ ¨  ™ u‘  ˆu‰Û—u‘u” d † † ˆu‰â—u”âd ˆ€‰í”u™ ‘ ˆ  ‘uˆu‰ óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. met stases ósseas.HPLC Valor de Refer ncia: w 02 a 10 anos x 160 a 440 nmoL/mmoL de creat. w Adulto . *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados.Proteger da luz (frasco âmbar). Considerando que a excreç sses ma rcadores maior à noite e que variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia.Mulher x 22 a 89 nmoL/mmoL de creat. Veja tam m Deoxipiridinolina. Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Refrigerar.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança). PARDINI 185 .

congelar. ñ óuô ‘uˆu‰ “u† ‘ † ‰ ò   † y 5 Hidroxi Triptamina † ™” ‘uˆ  ˆ … ™” vv    †— †iÿ @ ô — ù– †— –€”u‘u—u“ 186 Instituto de Patologia Clínica H. lítio.m.10o C. Laboratórios: Enviar o material congelado em tubo pl stico.HPLC Valor de Refer ncia: € 50 a 200 ng/mL € Intermedi rio  200 a 400 ng/mL € Tumor Carcinóide  > 400 ng/mL Condi o: Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA). pois estes alimentos interferem no resultado: abacate. imipramina. nozes. antidepressivos IMAO.p. pickles. medicamentos em uso. evitar 7 dias. Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame. PARDINI . Homogeinizar imediatamente “ o esperar”. guafenesin. Sua dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. morfina. naproxeno e reserpina. O laboratório fornecer tubos p/coleta.M: acetominofen. por invers o num total de 6 invers s. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . tomate. dose e tempo de uso. porque pode haver hemólise. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. C. O seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus -lo. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .Serotonina Coment  rios: A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios. por 20 minutos. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi indolac tico) marcador mais sensível de tumores carcinóides. “sem agitar”. Dieta O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados. banana. beringela.JO 8h. . Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r. Separar o plasma. dividir 5 mL deste sangue para cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório). Informaç es nece rias: Informar peso. metildopa.O.

ñ ˆu‰â”u‘ ˆ “ ò †™ ” ‡ “ ˆ “ † ™ ‰u’u“u‘  Ódum ˆu‰ ô vv  †iÿ @ ô — u– Vitamina C Coment  rios: A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias. parasitoses. tabagismo. Laboratórios: O material dever ser enviado o mais r pido possível. Doença de Adison. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. na síndrome do desconforto respiratório. SIDA . nitrosaminas e paraldeído. Seu uso clínico principal squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias após privaç s se oligoelemento.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). uso de estr ios e anticoncepcionais.5 mg/dL Condi o: 1.HPLC Valor de Refer ncia: ‚ 1 a 6 anos ƒ 20 a 43 µg/dL ‚ 7 a 12 anos ƒ 26 a 49 µg/dL ‚ 13 a 19 anos ƒ 26 a 72 µg/dL ‚ Adulto ƒ 30 a 80 µg/dL Condiç o: 1. grandes queimados. . Usar frasco âmbar (sensível à luz). Enviar congelado. Informaç es nec rias: Informar medicamentos em uso. Refrigerar.  † ‘ud«–€” † ˆu‰»—u” ˆ u ‰ ⠗ u ”  † ˆ “€‘ ñ ‡ uˆ Ó ‰ u– ‰ †‰ † óuô ò ª vv    Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. pós -operatórios. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .4 a 1.HPLC Valor de Refer ncia: 0. pancreatite. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de oxalato com formaç c lculos renais. PARDINI 187 . Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. barbit ricos.Vitamina A Coment  rios: A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol. A determinaç r HPLC m todo de escolha. cirrose. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A. Níveis baixos s contrados na defici ncia diet tica da vitamina. insufici ncia pancre tica exócrina. etilismo. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . aspirina.JO 8h. Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. uso de contraceptivos orais. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. m sorç intestinal. Usar frasco âmbar (sensível à luz). . contato com metais pesados.5 mL de Soro. síndrome nefrótica. estrógenos. infecç es e etilismo. Níveis baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses.

37 mg/dL … 1 a 12 anos † 0. O metabólito 1. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro neurodegenerativo. ñ  ‡ ˆu‰«”u‘ “u‘ d ˆ † “€‘  “u‘ ˆ † óuô ò ˆu‰ u– Vitamina E Coment  rios: É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres. fibrose cística. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez. etilismo. Níveis baixos podem ser determinados por m absorç (pancreatite. Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com valores de outro metabólito.JO 8h. prematuridade.5 a 1.6 a 1. A sua forma mais ativ alfa-tocoferol. A sua car ci respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea (raquitismo e osteomal cia). atresia de vias biliares. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Valores baixos de 1. colestiramina. .HPLC Valor de Refer ncia: 20 a 76 pg/mL Condi o: 1. sarcoidose e na intoxicaç vitamínica. Informaç es nec ess rias: Informar medicamentos em uso. anemia hemolítica e alteraç visual).25 a 0. uso de anticonvulsivante. ñ ˆu‰ d ‡† ‰ ˆ€‰ † ‡ ™ ˆu‰ “u‘  ò óuô †iÿ @ ô —  u– 188 Instituto de Patologia Clínica H. Juntamente com calcitonina e PTH regulam o metabolismo do c lcio. PARDINI .25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas.9 mg/dL … 13 a 19 anos † 0.25 Dihidroxi O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol). cirrose.8 mg/dL Condi o: 1. ressecç es intestinais). óleos minerais e contraceptivos orais.3 a 0.Vitamina D3 Coment  rios: „ 1. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C.HPLC Valor de Refer ncia: … Prematuro † 0. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível congelado. Usar frasco âmbar (sensível à luz).JO 8h. o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais. Valores elevados de 1. .0 mg/dL … Adulto † 0.5 mL de Soro.25hidroxicolecalciferol s contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo.8 mL de Soro.

reaspire. gravidez. neoplasias e pós -operatórios. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. . M todo: Imunofluoresc cia direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe. cirrose h tica e carcinoma hepatocelular. Resultados falso-negativos podem ocorrer. Conservaç o de envio: Refrigerar e enviar imediatamente. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. † ñ –u “ò ™ “€‘ ‘ † ”€–u   †‰ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. cistite hemorr gica e ceratoconjuntivite. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura viral. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. Elevada em infecç es. PARDINI 189 . Lavado de nasofaringe. doença he tica crônica. Conservaç o de envio: Ate 5 dias entre 2o e 8o C. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.Adenovírus – Pesquisa direta Comen rios: Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia. terapia com estrógeno ou corticóide. Lavado de nasofaringe. artrites. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. nos casos em que o material de ser aspirado. tonsilite. AAT principal componente da alfa-1-globulina. ma característica do m todo. vasculites. Swab de nasofaringe. aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos inflamatórios. Laboratórios: Swab de nasofaringe.5 mL de Soro. ñ  óuô ò “€‘ ‰Rëu” †  † u– ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Alfa 1 Anti-Tripsina Coment  rios: AAT  ma proteína de fase aguda. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. gastroenterite. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ‡ 0a1m s ˆ 124 a 348 mg/dL ‡ 2 a 6 meses ˆ 111 a 297 mg/dL 95 a 251 mg/dL ‡ 7 meses a 2 anos ˆ ˆ 110 a 279 mg/dL ‡ 3 a 19 anos ˆ 78 a 220 mg/dL ‡ Adulto Condi o: 0.JO 8h.

aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. neoplasias e terapia com corticóides. Conservaç o de envio: Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C. mas de forma isol permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. . Veja tam m Estreptozima. specífica. É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Inferior a 250 UI/mL Condi o: 0.0 a 121. esquistossomose. † ‘€ˆu‰«” ò ‡ ñ óuô Amebíase Coment  rios: †ô A Infecç or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica. . Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose. A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%).JO 8h. 30% das piodermites e 50% das GNDA.JO 8h. Falso -positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica. causar doença invasiva intestinal ou doença extra -intestinal. ñ m† ™ ™ ” † — u ” ˆ€‰  ˆu‰`–u‰  ‰ AEO ‡™ ˆ du—ud ‘uˆ€‰ ™” óuô ò 190 †ô Instituto de Patologia Clínica H.Alfa 1 Glicoproteína cida Coment  rios: AAGP  ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias.JO 8h. hepatites. 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro. sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas assintom ticas. Níveis de AEO pod em apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas.5 mL de Soro. entretanto. a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste.5 mL de Soro. Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. PARDINI . M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 41. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Nas infecç s estreptocócicas. 75% em 2 meses. 35% em 6 meses e 20% em 12 meses.5 mL de Soro. terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas. . O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. gravidez. Títulos se elevando em determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. AEO tectado em 85% das faringites.0 mg/dL Condi o: 0. Na Febre Reum tica. É uma proteína de ` fase aguda. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu‰î–  —€“ ò ”†‡ ˆu‰R—  ”u–€ u‰ €’ u“ ‘ óuô   ô Antiestreptolisina O Coment  rios: AEO elevada indica infecç r streptococos beta -hemolíticos.

N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ‘ < 4. m †™ ñ óuô m† Ó– ˆ™ ˆu‰«‘u‰ ˆ  ˆu‰ “u‘ †ˆ H• ð ô ¡ ‰ ò † Instituto de Patologia Clínica H. Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter. PARDINI 191 . N o enviar em banho de gelo. pulm . polipose retal e doença mam ria benigna. estômago. ao diagnóstico. Hiperplasia Adrenal. Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de Complemento. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro intestinais. O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal.JO 8h. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem. Artrites Infeciosas. pancreatite . Artrite Reumatóide Juvenil. pesquisa Coment  rios: Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas (antígenos). Cirurgia.Antígeno Carcinoembrion e rio  CEA Coment  rios: CEA uma glicoproteína q ór specíf ica. cirrose hep tica. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 10. . Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27.0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para realizar em at 48 horas). Para fins de comparaç ve -se usar mesmo m todo. Outra s neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama. †   ˆ€‰ ‡  ™” u”î‘uˆ€ˆu‰ ‰ † † ’€ˆu‰î” ˆu‰ì”€‘ —€“u‘ ™” ‡ –† † ˆ  ñ ˆu‰R—u” “u‘ ò ˆ  ”ô R †Rþ vv   m † ˆu‰    ˆu‰  óuô  Antígeno HLA B27. doença inflamatória intestinal. Níveis elevados s o encontrados em v rios tumores. Níveis elevados tam m podem ocorrer em fumantes. ov rio. Valor de Refer ncia: Negativo Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorizaç .0 nanog/mL Fumantes ‘ 5 a 10 nanog/mL Suspeito Maior probabilidade ‘ > 10 nanog/mL Condi o: 0. infecç s. inflamaç s. tireóide e tumores de cabeça e pescoço. Artrite Psori tica. quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níves mais elevados s contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e hep ticas.5 mL de Soro. Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. Tem forte associaç com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com alteraç es radiológicas compatíveis. lceras pticas.0 nanog/mL N o fumante ‘ < 5. pâncreas. mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. enfisema pulmonar. tero.

infarto agudo do mioc rdio).Antitrombina III Coment  rios: A Antitrombina III  ma proteína anticoagulante natural.3 mL Soro. Conservaç o de envio: At ras refrigerar entre 2 o e 8o C. aumentando a estes níveis com seis meses de idade. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 28 a 38 mg/dL Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios. que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. de aumento do consumo (tromboses. uso de estrógenos. ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ™” ‰R‘uˆ d† ˆu‰ † 192 Instituto de Patologia Clínica H. meníngea). ñ ˆu‰ “ ˆ€‰ý“ — ˆu‰»— ˆu‰ ” † mud “ ¡ ”u–u ˆ € ‰ å — u d ” ˆu‰ ˆu‰Á” † — † “ “€‘  ˆu‰ ˆ€‰  ò óuô † †Rþ ÿ ô ¡ ‰  vv  Aspergillus sp. a sua atividade funcional ixa. blastomicose. A defici cia de antitrobina III est presente em 1. Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. etilismo. em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetect veis. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. coagulaç intravascular disseminada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. gravidez). Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus. níveis de antitrombina s m m ia 63% dos níveis do adulto. apesar da concentraç normal da antitrobina III.5 mL de Plasma (EDTA). podem apresentar níveis diminuídos. As defici ncias cong nitas s ivididas em tipo I e tipo II. No tipo II. traumas) e de outras causas (uso de heparina. estando sua defici ncia associada a estado de hipercoagulabilidade. Condi o: 0. com o aumento do risco de trombose venosa. Sorologi positiva em 90% dos pacientes com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica.7% da populaç . No tipo I a concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas. . anti Coment  rios: Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva (pulmonar. Reaç s cruzadas com histoplasmose. enteropatias.JO 8h. perda (síndrome nefrótica. uso de anabolizantes e penicilina. PARDINI . Defici ncias adquiridas s mais comuns e podem decorrer de reduç síntes tica (cirrose. Ao nascimento. hepatite). Pacientes imunocomprometidos. Teste negativ o exclui aspergilose. e paracocidioidomicose podem ocorrer.

A melhora clínica após tratament companhada da queda dos títulos. Títulos de 1:160 s sugestivos de infecç recente. Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas. ™ ‰†d ò ˆ€‰ ”† ñ ˆu‰ † ˆ † ‰u‘u—u”«‘€ˆu‰ óuô †Rþ ô Brucelose Coment  rios: Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. tularensis.Blastomicose Sul Americana Coment  rios: A Blastomicose Sul-Americana. em amostras pareadas. o que possível em apenas 20% dos casos. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a aglutinaç o. . ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †Rþ ô ñ óuô ò ˆu‰  ô Instituto de Patologia Clínica H. indicativo de infecç o recente. Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas. 70% dos pacientes tratados permanecem com sorologia positiva at m ano após o tratamento. Títulos de 1:4 mantidos. pele e linfonodos. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. Aumento dos títulos de IgG. PARDINI 193 . na brucelose. paracoccidiodomicos uma doença granulomatosa que acomete pulm es. por período superior a 6 meses. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus. sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a infecç o comprovada. Conservaç o de envio: Refrigerar. entretanto.3 mL de Soro. complementado pela cultura. ˆu‰ ˆ ”† ˆ ˆ  ˆu‰ ™ ” ˆu‰ † ˆ “  ˆ€‰«— ˆ uˆ ‰ † SORO AGLUTI’”“”•– O M todo: Reaç A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. brasiliensis no exame microscópico. devem ser considerados cicatriz sorológica. F. em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos. Vibrio colerae. IgG persiste por anos após a infecç . podendo ser usado para diagnóstico e seguimento do paciente. Yersinia enterocolitica. na fase aguda e convalescença (após 14 dias). mucosas. num mesmo laboratório. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.3 mL de Soro.5 mL de Soro p/ cada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos se visualizou ou isolou o fungo.JO 8h. Imunoensaio enzim tico: permite detecç e anticorpos IgM e IgG. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose requer visualizaç do P.

pacientes saud veis.JO 8h. ˆu‰â”u† ‘    €– ˆu‰ ˆ † ˆu‰ – †  ™” † ™”  ˆ € ‰ † –† ˆ ˆ u ‰ † ˆu‰ † ñ ò “u‘ óuô ”â‘uˆ€‰ù—  ”ô R †Rþ  ™ ” ‡ ˆu‰  ‰å‘uˆˆ€‰  † vv  CA 15/3 Coment  rios: É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares. pâncreas. câncer de endom trio. Possui baixo valor preditivo positivo e negativo. câncer de mama. doenças benignas e pacientes normais. Aumento do CA 125 pode preceder as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio.5 mL de Soro. (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. gestaç o. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. . ñ ˆ óuô ò “u‘  ˆ ‘€ˆu‰Á—u”  ˆ † † † ˆ€‰ý— ˆ  ”ô R †Rþ  194 Instituto de Patologia Clínica H. abscesso tubo-ovariano.CA 125 Coment  rios: Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 30 U/mL ˜ negativo — 30 a 50 U/mL ˜ elevado — > 50 U/mL ˜ positivo Condi o: 0. menstruaç . Indicaç s no Câncer de Ov rio: (1) Avaliaç prognóstica. pulm o. pulm . peritonites. A sua produç o excessiva nos carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados. met st ases e monitorizaç e tratamento. É utilizado em pacientes com câncer de mama para detecç o de recidiva. Deve ser realizado pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose. PARDINI .5 mL de Soro. linfoma n o -Hodgkin. neoplasias de fígado. endoc rvix e trompas. colo uterino. fígado. doença inflamatória lvica. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. Cerca de 1. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 35 U/mL ˜ Negativo — 35 a 65 U/mL ˜ Elevado — > que 65 U/mL ˜ Positivo Nota: Este exam eve ser utilizado para diagnóstico. . N se pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. Informaç es necess rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: 0. vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. cirrose hep tica. doenças benignas de mama e hepatopatias. teratomas beni ngos. ov rio. Cerca de 20% dos cânceres de ov ri produzem CA 125. uroepiteliais. (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e quimioter ico. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas.JO 8h. sendo usado como marcador tumoral. cólon.

CA 19/9 Coment  rios: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino gross tico. A forma co ita. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ™ Homens d 29 a 42 mg/dL ™ Mulheres d 26 a 39 mg/dL Condi o: 0. comum ocorrer a defici ncia funcional. Síndrome de Sjögren. presente no soro e plasma de indivíduos normais. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ™ < que 37 U/mL d Negativo ™ 37 a 120 U/mL d Elevado ™ > que 120 U/mL d Positivo Nota: Este exam ve ser utilizado para diagnóstico. para fins de comparaç o. Duas formas dessa defici ncia s scritas: a forma cong nita e a adquirida. havendo diferenças g ticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador). aquelas superiores a 50% do valor anterior. S consideradas alteraç es significativas. doenças benignas e pacientes normais. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. É sintetizado nas c lulas epiteliais. Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia tica. A sua defici cia leva ao edema angioneurótico.5 mL de Soro. podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. Condi o: 0. N recomendado para triagem de forma isolada. endometriose. PARDINI 195 . o angioedema heredit rio. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. pancreatite crônica. ñ ‘u’u“u‘ “u‘  ò ˆ€‰à” “ ˆ € ‰ Á — u ”  † † “ “ “u‘ óuô ô u – Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro. havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. caracterizada por episódios recorre ntes de edemas. inclusive linfomas. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo. . Laboratórios: Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta. coagulaç fibrinólise. hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. cistos espl ico. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. ñ ‰«” ¡ ”u–u ™™ ” m † † ˆu‰â‘uˆ “u‘ ò “u‘ ˆ “u‘ ¡ u” u–  €” u–  ”€‘ † ˆ t ‰ † ˆu‰ óuô ⠔ u‘ €ˆ ù ‰ €— ” †  ”ô R †Rþ vv   C1S Esterase Inibidor Coment  rios: É uma proteína de fase aguda. inibidor de protease. fibrose pulmonar. cistadenoma ducto h tico. Nas formas adquiridas. Tem papel regulador nas enzimas do complemento. muitas vezes associadas a v rias doenças.

estes anticorpos est sentes. Entretanto alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade.10 Condi o: 0.91 a 1. naturalmente ou por vacinaç o.JO 8h. tuberculose.Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em níveis protetores de forma duradoura. hanseníase. se observando fenômenos trombóticos. podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. IgM . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e f negativo e ≤ 0. IgA. mais raramente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.2 mL de Soro. auto anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. ˆu‰ ˆu‰Á– ñ ˆu‰ ™ óuô ò  ‘uˆu‰ Caxumba IgG/IgM Coment  rios: †Rþ ô IgG . Em quadros crônicos.Cardiolipina IgG/IgM. Conservaç o de envio: Entre 0 o e . endocardite infecciosa. Nesses casos encontra-se. cada.09 f indeterminado e f positivo ≥ 1.90 0.Test til no diagnóstico da Caxumba.10o C.7 a 33% dos pacientes). M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e IgG f ≤ a 10 GPL e IgM f ≤ a 10 MPL Condi o: 0. PARDINI . pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune). Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite Reumatóide (7. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. . doenças infecciosas (síf ilis. infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. Os s de m s imunizadas. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç recente. ”å‡ ñ ò  † mu”umu“ ˆ u ” “u‘ ˆu‰Rd um €” um “ ˆ ˆ ˆu‰ óuô ô 196 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro.JO 8h. .

esclerodactilia e telangiectasia). Cerca de 7% dos adultos saud veis t m esses anticorpos detect veis. Valores elevados tam m podem ser encontrados em lceras stricas. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para diagnóstico precoce. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ˆu‰«—u‰ ‡ ’€  “ ñ ò “€‘ óuô †ô ñ ò “€‘ “€‘   ˆu‰Á—u† ‰ ’€ † ˆ u ‰ « — u d m† † m†  uˆ ‰ Centrômero. Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). disfunç o esofagiana. Raynaud. PARDINI 197 .5 mL de Soro.CCP  g Citrulina. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo til ao diagnóstico diferencial de outras colagenoses. Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator reumatóide. † ˆ ñ ˆ ‘€—u‰â‡ óuô ò  ”† ˆ ‡ †  ˆ€‰(”€‘ ‘u‰u ô C ’ lula Parietal.JO 8h. Anti Coment  rios: h Anticorpos anti-centrômero s toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. Absorç vitamina B12 (cobalamina) depende da produç fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido clorídrico. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados em pacientes com AR. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido resultante de modificaç o da arginina.JO 8h. A determinaç o conjunta com o fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR. Anti Coment  rios: Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa. Anticorpos anti -c lula parietal s encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa.2 mL de Soro. ˆu‰Ád ACA ˆ óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H.2 mL de Soro. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo: ≤ 50 U Condi o: 0. câncer g strico e Síndrome de Sjögren. independente do fator reumatóide. se til no diagnóstico dos pacientes com artrite reumatóide e FR negativo. . prediz evoluç o mais agressiva da AR. anti Coment rios: Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR). É visto em 70 a 80 % dos casos de síndrome de CREST (calcinose.

PARDINI .Ceruloplasmina Coment  rios: A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina). M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias. um resultado normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL Soro.2 mL de Soro.  ñ  ‘uˆu‰Á” ò † d ¡ ”u–u ˆ€‰(— ˆ u ‰ “€‘ óuô †ô Chlamydia pneumoniae IgG Coment  rios: A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite. t m sido observada a associaç populaç doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de 2. . bronquite. ˆ ñ † ™ ” ˆu‰â—u” ò “€‘ ˆ † dà—€‰u”u‘  † ˆu‰ d –† ™” Ù óuô †ô 198 Instituto de Patologia Clínica H. entre 2 o e 8o C. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson. podendo levar à doença inflamatóri lvica. Entretanto. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar níveis mais baixos. produzida no fígado. infertilidade e gravidez ectópica. Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias nutricionais.0 a 53. A maioria das mulheres apresentam infecç o assintom tica.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.2 mL de Soro . ˆu‰ádu— ñ óuô ò “€‘ “ “ “ ˆu‰í—€ ” †ô Chlamydia tracomatis Coment  rios: A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente. . que carrega 70 a 90% do cobre plasm tico. M todo: Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM Valor de Refer ncia: IgG i Homem j < que 1:16 i Mulher j < que 1:64 IgM i < que 1:8 Condi o: 0. enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano. sinusite e pneumonia. Cerca de 50% da  lta apresenta resultados positivos. Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios. Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas com infecç s n tectadas em gestantes.0 mg/dL Condi o: 0. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda.76 vezes.JO 8h.JO 8h. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 21. sendo ainda necess rio biópsi tica para confirmaç iagnóstica.

4o C. A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . sendo que apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva. reaç s cruzadas com equinococos podem ocorrer.Cistatina C Coment  rios: Útil como ma rcador da funç renal. Sua concentraç independe da massa muscular. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . V rios estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a seguir.55 mg/L > 50 anos Condi o: 0. Conservaç o de envio: Refrigerar. .74 a 1.63 a 1. Assim.33 mg/L k 0.5 mL de Soro. e alguns hipertensos com protei ria. Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa.JO 8h. cirros tica.JO 8h . Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . 0.5 mL de Soro. 0. reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal. sendo.5 mL de Líquor. Sorologia pode complementar o diagnóstico. PARDINI 199 . sendo capaz de detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular. É importante citar que elevaç s da cistatina C.7 mL de Soro. tumores malignos. sua concentraç s rica depender se que exclusivamente da capacidade de filtraç lomerular.4o C. ™ ˆ ñ ‡ ò óuô ô uˆ R ‰ u– ‰ ò † Óëud ˆu‰ †† ˆ ˆ ˆ€‰ ” ”u–u ¡ u‡ m  ˆu‰«’ ˆu‰ ˆ  ™† ” ‘u‡ † ˆuˆu‰ ‰ Cisticercose Coment  rios: A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central.5 mL de Líquor.JO 8h . M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1 a 50 anos k 0.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. do sexo ou da alimentaç . . sem correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular. . entretanto. foram descritas em pacientes com o mieloma m ltiplo. ñ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ‡u‘ “  ™” óuô  ô ˆu‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. ñ óuô ò “€‘ ô ˆu‰ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H.

200 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç ..JO 8h. caso colhido precocemente.IgM: m negativo l ndice < 0. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno. Tem grande poder de predizer rec m-nascidos infectados. Recoleta na convalescença (após 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda.99 m positivo Condiç o IgM: 0.99 m indeterminado l ndice > 0.80 ndice 0. Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç ssada ou recente.80 a 0.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. de infecç es passadas e reinfecç es. Geralmente permanecem detect veis por 3 meses. Falso -positivos tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus. ñ óuô ò IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valorl de Refer ncia . ñ †Rþ ô ô B B B ò  ˆ€‰ ô †Rþ ˆu‰ Continua. Informaç es nece rias: Informar. .IgG: Negativo Condi o IgG: 0. quando utilizado antes de 18 semanas de gestaç .Citomegalovírus Coment  rios: O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita. sendo que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. † †  ˆ †  ÿ ™ ™” ˆu‰ vv  Á’   ˆu‰Á–ud ˆ  ˆ€‰(d€‰ ™ ™” ˆ   ™† ‘uˆu‰÷—u” ™” † † ˆu‰Rˆudu‰ — ‰ud ‘u’€† “ ˆ ˆ€‰ ‰u‘u’u“ ‘uˆu‰  ˆu‰ ‡ ˆt‰ † ‰R‡ ELISA IgG e IgM IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados títulos baixos por at meses.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina).. Líquor. PARDINI . Essa avidez aumenta progressivamente em semanas. . A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide. Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado. entretanto. para afastarmos infecç o pelo CMV.JO 8h. ser avaliado como um indicador absoluto de infecç recente. Assim. Assim. essa determinaç muit til para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). pois. Por ltrapassar a barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c nita. . se est r vida e se fez este exame anteriormente. deve-se repetí-lo após 15 dias. vendo. sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos.MEIA Valor de Refer ncia . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Cerca de 85% da populaç ult soropositiva.

deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. para coagular.00 UA/mL n Indeterminado o ≥ 4.00 UA/mL Valor de Refer ncia .  ñ óuô ò  “u‘ “  †  ˆu‰ uˆ ‰ ô u – Continua..ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.5 mL Soro p/ cada.90 Condi o: 0.IgG : n Negativo o < 4. . Laboratórios: Após a coleta de sangue.70 n Indeterminado o ≥ 0.p. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ≥ 60 U/CAE Condi o: 0.3 mL de Soro. defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos (glomerulonefrites. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. ñ ò ò óuô †ô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: ELFA Valor de Refer ncia: n Baixa avidez: inferior a 30% o n Inconclusivo: entre 30 e 60% o n Alta avidez: superior a 60% o Condiç o: 0.m. Imediatamente.00 UA/mL n Positivo o ≥ 6. separar o soro e congelar.CITOMEGALOV RUS Ÿ ELFA .IgG e IgM M todo: ELFA Valor de Refer ncia . PARDINI 201 . Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est ausentes no hipercatabolismo.Continuaçao.IgM: n Negativo o < que 0.5 mL Soro. artrite reumatóide).JO 8h.90 n Positivo o ≥ que 0.. lupus eritematoso sist mico. Conservaç o de envio: Refrigerar. ñ ò ô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses ô ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ Complemento CH 100 Coment rios: Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica)..00 e < 6.70 a < 0. Instituto de Patologia Clínica H.. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

PARDINI . ñ  ÿӆ óuô ò ˆ€‰ “ † ˆ€‰ ô u – C3 Coment rios: A quantificaç C3 tilizada para avaliaç indivídu os com defici ncia c nita deste fator ou portadores de doenças por imunocomplexos.0 a 176. Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a susceptibilidade a infecç es..JO 8h... O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Imediatamente. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.m. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: Superior a 125 µg/L Condi o: 0. Continua. Imediatamente.3 mL de Soro.. para coagular. para coagular. lupus eritematoso sist mico (LES). deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. para coagular. lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Laboratórios: Após a coleta de sangue. onde consumo de complemento: LES.COMPLEMENTO C1q Coment rios: OC ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1. Laboratórios: Após a coleta de sangue. . Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. ñ uë †  €ˆ ‰Á —  óuô ò ˆ€‰ “u‘  ˆu‰ “ † ‡ ô u – ™ C2 Coment rios: O C o segundo componente do complemento.3 mL de Soro.  ˆu‰Û—u” †  ñ uˆ Û ‰ u— ” ¡  “ ‰u‘€’u“ óuô ò ô u – 202 Instituto de Patologia Clínica H. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. glomerulonefrites e outras. separar o soro e congelar. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase aguda.5 mL Soro.0 mg/dL Condi o: 0. Laboratórios: Após a coleta de sangue. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. separar o soro e congelar. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.p. É til no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES. separar o soro e congelar. O material deve ser transportado para o laboratór io congelado.m. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 70. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: 4 a 24 µg/mL Condi o: 0.JO 8h. Níveis s ricos de C1q est iminuidos na doença de imunocomplexos. .p.p.Continu õuó€ô o. artralgia e nefrite.m. Imediatamente.

m.p.5 mL de Soro.5 mL Sangue Total em EDTA.4o C. ñ •u‡u–  óuô ò ˆu‰Û—u”  †  “ uˆ ‰ ˆu‰Á—ud “  ‰€‘u’u“ ô u – Coombs DIRETO Coment rios: O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes. sulfonamidas.0 mg/dL Condi o: 0. Imediatamente. m s de gestaç o e n o filhos (1o. alfa metildopa e insulina. M todo: Teste em Gel (Micro Typing System) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas. Informaç es nece rias: Informar se a cliente est r vida. glomerulonefrite. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. etc. Conservaç o de envio: Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta. o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente à hemólise.  ñ  óuô ò † † ™” ™ †Rþ ô vv  R’  “ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. para coagular. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo.COMPLEMENTO C4 Coment rios: A quantificaç C4 tilizada para avaliaç de indivíduos com defici ncia c nita deste fator ou de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento: us Eritematoso Sist mico. triagem de anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais. Laboratórios: Após a coleta de sangue.. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 12. separar o soro e congelar. por isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. .  ñ óuô ˆò ˆu‰ † ™ˆ ô ˆ u– † INDIRETO Coment rios: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do complemento ligadas às hem cias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar . deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.. cefalosporinas.5 mL Soro. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. tetraciclina. 2o.JO 8h. PARDINI 203 . doença do soro. etc).Continu õuó€ô o.0 a 36.

Conservaç o de envio: O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n ser armazenado com o c ulo. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 1:32 Condi o: 0. Essa amostr ve. . O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç . pesquisa Coment  rios: A presença de crioaglutininas em título superior a 1: indicativa de infecç por Mycoplasma pneumoniae. Essa amostra o deve.5 mL Soro* + 1. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período de 8 a 30 dias após o início da infecç . Transportar o Soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório.Crioaglutininas. processos inflamatórios. ñ óuô €’ “u‘ † ˆuò ‰ R v  ” u‘ ˆ ˆu‰R‘u”€‰ ˆu‰ u– Crioglobulinas. ser colocada na geladeira. Laborató rios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta.JO 8h. ñ óuô ˆò ˆu™ ‰” ¨ ÿ† ™” ˆu‰ ô u– ˆ Criofibrinog T nio. Laboratórios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. PARDINI .0 mL de Plasma (Citrato de sódio). em hipótese nenhuma. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. mieloma m ltiplo.p.m.JO 8h. em hipótese nenhuma.p. pesquisa Coment  rios: Criofibrino io  ma proteína que tem ˆ€‰(–€‰u—u” dۑuˆu‰Û—u” ‰uu’ a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença da crioglobulina (IgM-kappa). ñ óuô ˆuò ‰ ‡ ‡ u– ˆ u ‰ dà‘€ˆu‰à—€” 204 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Essa amostr ve. pesquisa Coment  rios: É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. ser colocada na geladeira. doenças infecciosas agudas ou crônicas. Centrifugar o sangue por 10 minutos a 2000 r. incluindo infecç natal.m.0 mL de Soro. JO 8h. Laboratórios : *A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. ser colocada na geladeira.0 mL de Sangue Total em EDTA. doenças auto -imunes como l pus. . doenças malignas. Transportar o soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç o. Informaç es neces rias: Informar se est m uso de anticoagulante. estando associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas. em hipótese nenhuma.p.m. estando associada com desordens na coagulaç . macroglobulinemia de Waldenstron. Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente refrigeradas ou uso de antibióticos. Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório.

o que possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos. H possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos. . Na infecç terci ria os títulos s o mais baixos. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e. Tem valor diagnóstico quando realizado em sorologias pareadas. Em alguns casos de infecç rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias.5 mL de Soro p/cada. Esse dad importância diagnóstica. da mesma maneira. Conservaç o de env io: At dias entre 0o e . Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças. relacionadas com fatores reumatóides. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos. 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias. e da aplicaç o de vacina para febre amarela. diminuiç do título de antígeno corresponde a bom prognóstico. Den 2.10 o C. Uma pequena porcentagem de pacientes com infecç secund ri t m IgM detect vel.JO 8h Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o a 8o C. Causa comum de falso -negativ a coleta prematura. o que acarreta em altas taxas de falso-positivos. ñ ˆ † —u” ˆ d†  ˆ † ò  ˆ ˆu‰   d Ó ‘ u ˆ u ‰ “ ˆ u ‰ Á — u ”  — u  ˆ€‰  ˆu‰Û–  ‰†  “u‘ ˆ€m‰ †  “u‘ óuô  ô †Rþ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 205 .Cryptococcus Neoformans Coment  rios: Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica. pesquisa Coment  rios: S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1. mas na maiori indetect vel após 60 dias.Urina. .Pesquisa Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de doença. Den 3 e Den 4. entre elas o vírus da febre amarela.JO 8h. Anticorpos s detect veis por 60 dias. IgM tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. Reaç s falso -positivas podem ocorrer.Líquor . .Lavado Brônquico Alveolar . O vírus da deng da família flavivírus que cont m 70 esp cies. pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico. ˆ ™” † † “ u” † ‰ † † —€” IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença. IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses.5 ml de Soro . ”R‡ ñ óuô ˆò ™” ˆ ˆu‰ ô Dengue. M todo: Aglutinaç o .

† ñ  ˆ óuô ò ˆu‰Ó— ˆu‰ † ‡ ˆu‰Û—u‰ † — ˆu‰Û—u‰ † u— ” “ m † ˆu‰«† ”u‘ ™ ˆ € ‰ “u‘ †  ˆu‰ ˆu‰Ûd  †iÿ ô   DNA. Sua determinaç til no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). pós -operatório (at semana). por m os títulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados. anemia falciforme. ñ † ™” † ô óuô uˆ ÷ ‰ u” ‘ ò “€‘  ˆ€‰ † u‡ –  206 Instituto de Patologia Clínica H. que tectado uma hora após formaç trombo. insufici cia cardíaca e pneumonias. e permanece elevado em m ia 7 dias.20o C. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) Valor de Refer ncia: 68 a 494 nanog/mL Condi o: 0. em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos. neoplasias. Conservaç o de envio: At dias em temperatura inferior a . . devemos ressaltar sua baixa especificidade.5 mL de Plasma citratado. confirmada à cintilografia ou angiografia . auto -imunes e infecç s como a esquistossomose e a mal ria. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-dsDNA s contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e marcador de acometimento renal. Entretanto. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90% na identificaç o de TEP.JO 8h. Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Nestes pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD. Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados a baixos níveis de complemento significam doença em atividade. Ressalta-se que as dosagens do DD s rico realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex. Laboratórios: Centrifugar imediatamente após a coleta. Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç . Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas.2 mL de Soro.Dímero D Coment  rios: O Dímero-D (DD) m produto da degradaç a fibrina pela plasmina.20o C em tubo pl stico contendo aprotinina (anti-plasmina) e envi -lo congelado. PARDINI . M todo: Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. coagulaç intravascular disseminada.J 4h. mesmo com a remiss clínica da doença. Níveis elevados tam m s contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo do mioc rdio. sepses. .

doença inflamatória cr ônica. Bandas m ltiplas. doenç tica e neoplasias.5 mL de Soro. infecç s respiratórias e de pele e artrite reumatóide. bem como em gr vidas e na terapia com estrógeno.5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta). PARDINI 207 .JO 12h. 5 bandas (albumina.0% 0. M todo: Eletroforese em Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Albumina 52. alfa1.0 a 65. con ita ou adquirida. beta e gama) s visíveis.0% 3. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose. Continua. JO 8h. †   ñ  ò ˆu‰ ™ † † óuô † †©¨ ô  u– †©š Eletroforese de Proteínas SORO Coment rios: É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas.0 a 22.  ‡ †  “u™ ‘ ò “u‘ ˆu‰à—€” u‘ uˆ ‰ ˆu‰ “ “ ˆ † ‘udݐ ™ ˆu‰à—€d  ñ ™” ˆ ’u“€‘ ™ ” “u‘ ˆ d ”u–€ ¡ ™” óuô †»þ ô ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2 o e 8o C..3 g/dL Condi o: 0.5 a 1. Masc.0% 0.1 g/dL Gama 12. As lipoproteínas podem ser separadas atrav s de eletroforese.5 a 1. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento policlonal de gama-globulina por reaç s imunes. alfa2.4 a 8. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta.0 a 14.5 a 13. infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram com as alfa-1-globulinas. Bandas intensamente coradas das regi es alfa à gama em reas que normalmente cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2 (Haptoglobina) sugerem uma reaç fase aguda. usualmente. Laboratór ios: Enviar material o mais r ido possível.. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.4 a 2. LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas. . aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes gen ticas. Alfa 30 a 36% 27 a 37% 19 a 27% Pr -Beta 09 a 15% 04 a 12% 08 a 16% Beta 50 a 60% 54 a 66% 57 a 73% Condi o: 0.Eletroforese de Lipoproteínas Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias.0% 0.2 a 5. Em um soro normal.5 a 1.6 g/dL Alfa 1 2.4 g/dL Alfa 2 7.1 a 0. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda alfa2. Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem defici cia imune. Níveis baixos podem ser encontrados na desnutriç . Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados de estrógeno.0% 0. VLDL (pr betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas.0 a 5. M todo: Eletroforese em Gel Agarose Valor de Refer ncia: Adulto Criança Fem.6 g/dL Relaç o A/G 1.6 Proteínas Totais 6.2 g/dL Beta 8.

Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Particularmente na esclerose m ltipla.Refrigerar. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Pr -Albumina 2 a 7% Albumina 56 a 76% Alfa 1 2 a 7% Alfa 2 4 a 12% Beta 8 a 18% Gama 3 a 12% Banda/Faixas Oligoclonais Ausente Proteínas Totais 15 a 45 mg/dL Condi o: 5. PARDINI . -N sar conservante. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m gel de agarose Valor de Refer ncia: Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h Alfa 2 7.. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. como paraproteínas.Continu CONCENTp“”•”– O NO L¼ QUOR õuóuô o. Nestes casos indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.  ñ † ò ˆ€‰(” ‡ óuô †©¨ ô  CONCENTp“”•”– O NA URINA Coment rios: Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina.ELETROFORESE DE PROTE NAS Ÿ Coment rios: O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central.0 mL de Líquor.4 a 11% 11 a 17 mg/24h Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h Gama 15 a 22% 23 a 33 mg/24h Proteínas Totais at 150 mg/24h Condi o: Urina 24h.. . Instruç es de Coleta Veja Urina 24 horas . na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças degenerativas. 353 ñ ˆ ‡ ò ˆ€‰(” ˆu‰ ¡  óuô ˆu‰© † †©¨ ô –u€’ 208 Instituto de Patologia Clínica H.

mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de classe IgG e IgM.gliadina. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç .JO 8h. anticorpos anti Coment  rios: †ô A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos heterófilos na vi cia de quadro clínico. Entretanto. Ciclos de congelamento/descongelament s recomendados. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o pr via. O padr ro para diagnóstico de DC biópsia intestinal.Endomísio. podem n o ser detectados em indivíduos com infecç s leves ou moderadas. ascaris).Substrato Cerc ria Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. Se repetido após alguns dias. que caracterizam infecç recente. Endomísio  ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa. ”î‡ Na DC. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.2 mL de Soro .5 mL de Soro p/ cada. Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti. . e sim. na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande atipia linfocit ria. como só IgM. A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia. . PARDINI 209 . títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Após início de terapia de restriç l ten. É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado negativo nos testes. . Presença apenas de anticorpos IgG traduz infecç o antiga.  ˆ ™” ñ † “€‘ ò óuô ˆ ô †  ™ ” ˆu‰  ˆ ˆu‰ ˆ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. ñ dî‘uˆu‰  ò ˆ u’ u“ ‘ ˆu‰ † “u‘ ˆ ™ ˆu” ‰ † q EBV “u‘ ” ë € ö ”d † u— ö óuô  Esquistossomose IgG Coment  rios: †Rþ ô ‰R‘uˆu‰ ˆu‰ Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença. a ingest o de gl ten leva a produç nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos antiendomísio. ñ óuô ˆu‰à—€”à’ ‡ † d ò “€‘ ˆ ‡† ˆ ˆˆu‰Ó—u”åd ˆu‰»‰ Epstein Barr IgG e IgM. a reaç o se torn a positiva. . Outra possibilidade doenç seja mononucleose.6 mL de Soro.JO 8h.JO 8h.Líquor. no início da doença. toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e hematológicos s freqüentemente superponíveis.A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.

Pleural . Sinovial . DNase e NADase. esc lerodermia.Líq.Líq. Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada.Líq. N xiste relaç tre os títulos de ANA e a atividade da doença. . lupus neonatal. Altos títulos est&(' presentes na DMTC. devido a possibilidade de contaminaç material durante a punç o. Scl-70 Nucleolar e pontilhado fino 75% dos pacientes com a forma difusa da ESP Centrômero Pontilhado característico Síndrome de CREST SSA/Ro Pontilhado ou negativo LES. hepatite auto-imune e em cerca de 10% de pacientes acima de 50 anos. n o apenas contra a estreptolisina O. Pericardico. Cerca de 98% dos pacientes com lupus eritematoso sist mic tratado t m o teste de Hep 2 positivo.: Pesquisa de anticorpos para antígenos extracelulares do Streptococcus A: Estreptolisina O.JO 8h. ñ Sm Pontilhado 25-30% dos pacientes com LES RNP Pontilhado LES.Substrato: C lulas Hep 2 Valor de Refer ncia: Negativo Obs. anticorpos anti-DNA de fita simples (ss-DNA) e durante o uso de corticóide ou outra terapia imunossupressora.2 mL de Soro Líquor . Reaç s falso -positivas podem ocorrer em títulos geralmente at :160 na artrite reumatóide. Anticorpo Padrs o Características 't( DNA nativo Perif0 rico e HomC LES associado a nefrite )C uv' Histona Hom'(t )(uCv ' LES . PARDINI . .: A pesquisa de anticorpos em líquidos corporais deve ser realizado em paralelo com o soro. síndrome de Sjögren.Estreptozima Coment  rios: O teste de estreptozima (STZ) ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Líq. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 100 U Stz Obs. LES Jo-1 Citoplasmw tico Polimiosite PCNA Pontilhado característico LES Lamin Perif0 rico Significado clínico desconhecido Complexo de Golgi Citoplasmw tico LES. Condi o: 0. Síndrome de Sjogren LES-lupus eritematoso sist) mico. Ascítico . de Sjogren SSB/La Pontilhado fino Síndrome de Sjogren. Condi o: 0. lupus subcutâneo. Reaç s falso negativas podem ocorrer na presença de anticorpos anti -SSA/Ro.Hep 2. ñ ™” † ˆu‰ u– ˆˆ ˆò † ˆ ˆu‰ óuô †Rþ ô Fator Anti-Nuclear (Hep 2) Coment  rios: Anticorpos antinucleares s o detectados por imunofluoresc ncia indireta em substratos de c lulas humanas . S. ESP-esclerose sist) mica progressiva DMTC-doença mista do tecido conjuntivo ò “€‘ † óuô ˆu‰R—u‰ ˆ †ô 210 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. Títulos se elevam 1 semana após infecç aguda e podem permanecer por at 2 meses. Estreptoquinase. Pode -se encontrar resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa. Após o teste de triagem positivo deve ser feita a dosagem de auto-anticorpos separadamente. Hialuronidase.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA). lupus induzido por drogas ˆu‰Û” ˆ r FAN uˆ à ‰ €” ‘ “ “ ‰ö‘€ˆu‰ † ™” ™” “ † M todo: Imunofluoresc cia Indireta .

doenças que cursam com aumentos de gamaglobulinas podem causar falsos positivos biológicos (LES. S. pseudogota.JO 8h. Sjögren. u’ d†  ˆ ˆ ˆu‰ óuô ò  †ô Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. artrite reativa.Fator Reumatóide Coment  rios: O fator reumatóide (FR) m auto -anticorpo.SORO M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 35 UI/mL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Na recidiva da infecç o IgM e IgG podem se positivar com 4 a 5 dias de doença. e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos. . gota. IgM ELISA permanece positivo por um curto espaço de tempo. tuberculose. ñ †ô óuô †ô ˆò Febre Amarela Coment  rios: IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença.JO 4h . entretanto.25 mL de Soro ou Plasma (Heparina) p/ cada. mal ria. ñ O vírus da febre amarel respons vel por quadros que variam de sintomas auto-limitados à forma hemorr ica.Colher 7 dias após iníc io dos sintomas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. † ˆu‰ ™ ”  ™ d ¡ ”u–u ò † ˆu‰«—u”   † ‘€”u’ud † d†‰ NEFELOMETRIA .2 mL de Líquido Sinovial. Sorologia se torna positiva 7 a 10 dias após início dos sintomas. ñ óuô AGLUTI ’”“”•”– O . brucelose. doenç tica crônica e endocardite). É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR). . algumas consideraç s devem ser realizadas na interpretaç seu resultado: FR positivo em 5 a 10% da populaç saud vel . FR tivo em 1/3 dos pacientes com AR. presente em 10 a 40% dos portadores de infecç es crônicas (sífilis. polimiosite e polimialgia reum tica). tripanossomíase. A nefelometri m todo atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR.5 mL de Soro. lepra. dirigido contra IgG. Falso -positivos podem ocorrer devido a vacinaç o e reaç cruzada com outros flavivírus (incluindo os vírus da dengue). da classe IgM. PARDINI 211 . apresentando maior especificidade e sensiblidade. esquistossomose. hepatite viral. esclerodermia. após congelar.L ¼ QUIDO SINOVIAL M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

. raquitismo por car cia de vitamina D.6 a 30. Doença de Gaucher. rins. crescimento ósseo fisiológico da criança. gravidez.10 o C. ’uˆ€‰  ˆu‰Ó”u‘ ˆ x Esquel ’ tica  ñ ò  ˆu‰ ˆ †  “ u ‘ ˆu‰Ó—u‰   ˆ€‰ óuô †Rþ ô ‘€ˆu‰R–u‰u— 212 Instituto de Patologia Clínica H. tendo como vetor o mosquito Culex.JO 8h. PARDINI . Níveis diminuídos podem ser encontrados na hipofosfatesemia heredit ria. A detecç o antígeno da W. pois esta possibilita reaç es cruzadas com outras parasitoses. com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. mamas e or s genitais.5 mL de Soro. tumores ósseos prim rios ou metast ticos.4%.Filariose Coment  rios: No Brasil a filariose causada pela Wuchereria bancrofti. Ao contr rio da pesquisa de microfil rias. osteomal cia.4 U/L Homens: ≥ 25 anos y 15. fígado. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. elefantíase de membros. estando envolvida no processo de formaç o e mineralizaç s ossos.3 mL de Soro. ñ † u ˆ » ‰ Á d udu— ë ’€ˆu‰ ˆu‰â—  ˆ ò ô “u‘  † ™ †  óuô Fosfatase Alcalina Específica Óssea Coment  rios: Útil como marcador da formaç o óssea. a amostra para pesquisa do antígeno da W. bancrofti superior a determinaç o de anticorpos por imunofluoresc cia indireta. A pesquisa do antígeno da W. M todo: Imunocromatografia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Níveis aumentados s contrados na Doença de Paget.JO 8h. hiperparatireoidismo. fraturas. A fosfatase alcalina óssea se localiza na membrana plasm tica dos osteoblastos. bancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia. A fosfatase alcalina presente no soro produzida em diversos ór s: osso.3 U/L Condi o: 0.8 a 43. M todo: Imunoensaio por Captura Valor de Refer ncia: Mulheres: 25 a 55 anos y 11. intestino e placenta. Doença de Niemann -Pick. A evoluç ros crônicos pode trazer graves seqüe las: hidrocele. desnutriç . especificidade de 96. As amostras em ser submetidas a mais de 3 ciclos de congelamento/descongelamento. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .6 U/L > 56 anos y 14. Doença de Recklinghausen. . hipertireoidismo e no tratamento da osteoporose. bancrofti por m todo imunocromatogr fico apresenta sensibilidade de 100%. síndrome de m -absorç .0 a 41.

Reduç s títulos de gliadina ocorrem em meses após o início da restriç o diet tica. Resultado negativ fasta completamente DC. induzida por drogas (sulfas. M todo: Reaç Ci tica Quantitativa Valor de Refer ncia: 4. g tica. PARDINI 213 . A detecç e anti-gliadina IgG importante pois 10% dos pacientes portadores de DC t m defici ncia cong nita de IgA. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icterícia neonatal. a ingest de gl ten leva a produç o de anticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-endomísio. Informaç es nece rias: Checar se cliente foi submetido a transfus sangue. Incide em at 10% da populaç .5 U/G Hb Nota: Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento e em outras situaç s onde ocorram predomínio de hem cias jovens (exemplo: anemias hemolíticas). paracetamol. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-endomísio.JD 4h. Detecç o molecular da mutaç (G -A) da G6PD tam m est isponível. O padr o ouro para diagnóstico de DC a biópsia intestinal. Conservaç o de envio: At ras se enviado Heparina ou ACD. Anti-gliadina IgA est presente em 75 a 90% dos casos de DC. anti-histamínicos).6 a 13. anti-mal ricos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (at 2 meses de idade) e em outras situaç s em que ocorram predomínio de hem cias jovens (ex: anemias hemolíticas) sem significado patológico. A dosagem de anti -gliadina IgM rega poder diagnóstico. ligada ao cromossomo X.5 mL de Soro p/ cada. At ras se enviado em EDTA. ”î‡ ñ IgA e IgG †R8þõuóuô © †  ˆu‰ ‡ ˆ ‰R‘uˆ€‰(d ˆ “ “  Û – “ ˆu‰Û— ˆ ‘€ˆu‰Ádu’ † †  ˆ ˆu‰Á—€‰ Valor de Refer ncia: Negativo z < 20 unidades Indeterminado z 20 a 30 unidades z > 30 unidades Positivo Condi o: 0. “u‘ ˆ€‰ †   †  m † Á— ñ ˆuˆu‰ ‰ ÿ @‘ ÿ† ò  ™” ”u‘ † ™” ˆ ˆ † óuô  ™” ô¡‰ †R þ ÿ †iÿ • ¡ ‰ vv  ˆu‰R—u” ˆu‰R—u”Rd Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA/ACD). ingest spirina. . derivados Vitamina K. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. Anti-gliadina IgG est resente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença. Na DC. sem significado patológico.Gliadina. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemólise. Condi o: 1. infecç s bacterianas e viróticas e pela ingest o de fava. ò óuô Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase { G6PD SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: A defici cia de G6PD ma enzimopatia comum.

Hepatopatias e uso de estrógeno podem causar níveis diminuídos. ‘ud †  ñ óuô ò … ‰ †ˆ   ˆ ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ † €ˆ ù ‰ €— ” † Haptoglobina Coment  rios:  ma proteína de fase aguda (alfa2-glicoproteína). que se liga A Haptoglobi irreversivelmente à hemoglobina ap ós a hemólise. . Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus o ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia autoimune. Conservaç o de envio: Enviar no mesmo dia da coleta.0 mg/dL } Adulto ~ 26. Fazer movimento rotatório at que haja formaç fibrina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 48. anemias megalobl sticas. formando um complexo qu removido pelas c lulas de Kuppfer.. Passar o sangue desfibrinado para um tubo e centrifugar a 2000 r. ‘ud † ñ  ” † ˆ€‰Ù— † óuô † ò †ô 214 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Classificaç m Tubo e Micro Typing System Condi o: 3.0 mL de Sangue Total (Citrato/EDTA/Oxalato/Heparina/Desfibrinado). O diagnóstic feito pela realizaç o do teste de Ham.5 mL de Soro. entre 2o e 8o C. .JO 8h. Laboratórios: Colher sangue do paciente em um Erlenmeyer de 50 mL contendo de 8 a 10 p rolas de vidro.0 a 185. Os de maior express s o os sistemas ABO e Rh ou CDE. PARDINI . por 5 minutos. transplantes. enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situaç s patológicas (vide COOMBS). M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: } Rec m Nascido ~ 5. Os anticorpos do sistema ABO s turais.0 mL de Soro desfibrinado (colhido no mesmo dia) transportado em banho de gelo + 1.0 mg/dL Condi o: 0.m.Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU Coment  rios: Os antígenos eritrocit rios s geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas.  ˆ€‰ ˆu‰ ˆ ˆu‰Õ‘ud ˆ  ˆ € ‰ ( — € ” ( – € d ñ ó u ô ˆu‰R” ô ‘u‡ | Rh (D) fraco ™” ˆ † Ham.JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. A determinaç o dos antígenos eritrocit rios deve ser feita para transfus o.p. Embora seja um reator de fase aguda fraco e tardio. É o marcador mais sensível de hemólise onde seus níveis est iminuídos (ex: hemoglobinopatias. pr -natal ou para auxiliar na exclus ternidade. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. processos inflamatórios agudos podem falsear resultados verdadeiramente baixos. Separar o Soro.0 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). produzida no fígado. anemias hemolíticas induzidas por drogas). M todo: Hemólise em pH cido Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2.

É de scrito como fator de risco independente para câncer strico. Anti-HAV IgG surgem na convalescença e persitem por toda a vida. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina.90 e ≤ 1.JO 8h. ñ óuô ˆ€‰å—u” å— “ ˆu‰R–u‰€— ò  “ ˆu‰  † •ô— Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a prese nça de fibrina. Mesmo após tratamento. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo  índice < 0. ñ ‘uˆ u‘ €— « ‰‡ ò  ˆ ’ u  ‡ dR’u ud u– “  ˆ ™” óuô †ô Hepatite A € HAV IgG e IgM. coli.10 Condi o: 0.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anti Coment  rios: O vírus da hepatite A causa uma doença autolimitada de transmiss fecal -oral e com período de incubaç ¤ ias. Raramente pode se manifestar como hepatite fulminante. PARDINI 215 . duodenal e gastrite crônica. Vacinaç e levar a títulos detect veis de anti -HAV IgG. pylori tem forte associaç o com lcer strica.5 mL de Soro.Helicobacter Pylori Coment  rios: H.10 Positivo  > 1. N o apresenta reaç s cruzadas com o Campylobacter jejuni ou E. Cerca de 25% dos pacientes t m Anti-HAV IgM positivo por 12 meses. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Anti -HAV IgM surgem dentro da primeira semana de doença. . Para prevenir este fenômeno. .MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. t m pico em 3 mese s e caem em 4 a 6 meses.JO 8h. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .90 Indeterminado  índice ≥ 0. a soropositividade pode persistir por anos o se til para controle ter tico.

Este exame só deve ser interpretado pelo m ico. dever o ser feitos testes confirmatórios. Sua transmiss pode ser parenteral. Entre 1 e 10% das infecç s pelo HBV evoluem para a forma crônica: portador assintom tico.. quando o HBsAg encontra-se em níveis inferiores à sensibilidade de detecç s m todos utilizados.  ñ ‘uˆu† ‰R–u‰ óuô ˆu‰ ˆ ò  ˆ  ‰ ( ‡ € ‘ ˆu‰R”(–€” ˆu‰  †  ˆ€‰ Continua.: Este exame pode. embora raramente.JO 8h. infecç o crônica (HBsAg em níveis indetect veis por m todos convencionais) ou infecç pr via pelo HBV com anti-HBs indetect vel.. hepatite crônica ativa ou persistente. A presença de anti -HBc IgM significa infecç aguda ou recente.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . ¼ ¶ † †ÿ ñ † óuô ò  ˆ ˆu‰R—u‰ ™ † ” “u‘ ™ ” † ††— †— ˆ HBc IgG e IgM. . Hepatite fulminante ocorre em 1% dos pacientes. A presença de anti -HBc IgG isolado pode ocorrer na infecç recente (HBsAg j negativo e anti -HBs ainda sitivou). atrav s de exposiç o a secreç es. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti-HBc IgM elevamse ao mesmo tempo que as transaminases e caem em 6 a 8 meses.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Obs. O anti -HBc IgM pode ser ico marcador detectado nas hepatites fulminantes. Para prevenir este fenômeno. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBc s o produzidos contra antígenos do “core” do HBV. 216 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Condi o: 0. que ma característica do m todo. Anticorpos anti-HBc IgG surgem com 8 semanas de infecç rsistem por toda a vida.JO 8h. . Pod e-se observar reaç s falso -positivas em pacientes heparinizados ou com desordens da coagulaç o e reaç s falso -negativas. sexual e raramente. † ˆ ™ ™ ˆu” ‰ † •ô—  HbsAg  ANT GENO AUSTp LIA Coment rios: Aparece antes do início dos sintomas e mant m-se at 0 semanas.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). apresentar resultados falso-positivos ou falso-negativos. à crit rio de seu m ico. Em caso de incompatibilidade clínica. A persist cia de HBsAg por mais de 6 meses indica estado de portador ou hepatite crônica.Hepatite B Coment  rios: A hepatite B tem início insidioso e curso clínico mais prolongado. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina.

podendo cair at íveis indetect veis.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). ñ ¡ åd óuô  ò  ˆ ‡ ˆ € ‰ ˆu” ˆu‰«” ˆ HBe. mas t m melhor ev oluç menor risco de transmiss . M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBe s tect veis em 90% dos pacientes que foram HBeAg positivos.JO 8h. por m após a imunizac spera -se obter títulos de pelo menos 100 UI/mL. É til para deter minar risco de infecç m acidentes e de infecç o em crianças nascidas de m s infectadas. logo após o HBsAg. Pacientes com títulos de anti -HBs superiores a 10 UI/mL s considerados positivos. após 2 a 3 semanas do desaparecimento deste antígeno. A presença de anti -HBs isolado pode ser encontrado após vacinaç ra hepatite B. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . Persiste por muitos anos.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Pacientes anti -HBe positivos podem ser portadores crônicos. . período em que lto risco de transmiss . .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).  ñ ˆu‰ý—u”  óuô ò  “ ˆu‰R” ˆ€‰ ˆu‰ HBs. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBs s tect veis meses após o d esaparecimento do HBsAg. Permanece positivo cerca de 3 a 6 semanas.JO 8h.  ñ ˆu‰«–ud † ò óuô  ‘ —€”   † ˆu‰ý ˆu‰R” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . É o primeiro sinal de recuperaç . .JO 8h.. É uma proteína do HBV.MEIA Valor de Refer ncia: < 10 mUI/mL Condi o: 0. PARDINI 217 .Continuacao.HEPATITE B HBeAg Coment rios: O antígeno “e” pode ser detectado na fase aguda. produzida durante a replicaç o viral ativa.

A hepatite delta crônic mais severa que as hepatites crônicas B ou C. ñ †— óuô ò  ˆ u ‰ ⠗ u d ˆu‰ ˆ u ‰ ˆu‰âd ˆu‰  †š   ˆu‰ö—ud ˆu‰R—u‰  ˆ ˆ€‰ ˆ€‰ †  † •ô— Hepatite D Coment  rios: ƒ HDV. maior colestase e mortalidade fetal durante a gravidez. . A confirmaç soropositividade requer. . PARDINI . 70% dos infectados evoluem para forma crônica. vacinaç para influenza. Falso-positivos podem ocorrem em gr vidas. podem reduzir esse tempo para 6 a 9 semanas. Em caso de resultados indeterminados por RIBA (10 a 20% dos casos). Tem período de incubaç maior. à crit rio m ico.Hepatite C Coment  rios: ‚ HCV. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. entretanto. ensaios de quarta geraç . anti O vírus da hepatite C freqüentemente causa infecç ssintom tica.2 mL de Soro.ELISA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). ñ ˆ€‰ † ò óuô  ˆu‰ ˆu‰ì—u” ˆu‰R—ud † ‰† †Rþ ô 218 Instituto de Patologia Clínica H. O di agnóstic feito atrav s da demonstraç anticorpos anti -HEV pelo m todo ELISA no soro de pacientes infectados. . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. entretanto. fator reumatóide e doenças reum ticas.3 mL de Soro. s falso-positivos. Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo que 20% desses evoluir para cirrose após 20 anos de infecç o. Para prevenir este fenômeno.JO 8h.JO 8h. Aparece em pessoas com exposiç renteral m ltipla. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. hipergamaglobulinemia. anti A hepatite E tem transmiss fecal-oral e apresenta clínica similar a hepatite A. Anticorpos anti -HDV surgem 5 a 7 semanas após o início da infecç . M todo: Imunoensaio Enzim tico . Torna-se positivo cerca de 27 dias após elevaç s transaminases e persiste por anos. de 21 a 45 dias.JO 8h. a realizaç PCR est indicada. complementaç investigaç com RIBA (ensaio immunoblot recombinante). Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. anti O vírus da hepatite delta (HDV) m vírus RNA incompleto que requer o HBV para sua replicaç o. A janela imunológica tem sido descrita como d e at meses. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu† ‰÷–ud ‡ óuô ò  d† ”u‘u—€“ ˆ€‰ ˆ †Rþ ô Hepatite E Coment  rios: ƒ HEV. A hepatite delta aguda tem t ncia a ser mais grave ou apresentar-se na forma fulminante.

.4 ‡ Positivo † ≥ 1. Informaç es nece rias: Informar. juntamente com anticorpos para o ssDNA. ñ ò  ˆu‰Á‰ óuô †Rþ ô Histoplasma Capsulatum. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmaç . formar das. A sorologia negativ xclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura. . No LES pode ser encontrado em 24% dos pacientes e na AR.Líquor. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes. Est ravida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: … Negativo † ≤ 0. Em outras fases da vida.3 mL Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 1. Em caso de quadro clínico sugestivo.JO 8h. quinidina e anticonvulsivantes s s medicamentos relacionados com auto-imunidade causada por drogas. “ ‘uˆu‰R‰ óuô ˆu‰Û” HSV ñ ˆ ‰u‘u’u“u‘ ò ’€“u‘ ™ ” ˆ  ˆu‰Óˆ ‘u” ˆu‰R—u” ˆ€‰(—€‰ ™ –† ˆu‰÷—u‰ “ ˆu‰«—u” vv   ( ’ ô †H• Histona. recomenda-se a colheita de duas amostras: uma na fase aguda e outra 15 dias após onde a elevaç título de pelo menos duas diluiç s sugere o diagnóstico. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro . em 20% dos casos.9 ‡ Indeterminado † 1. e com aus ncia de quadro clínico sugestivo de infecç o aguda.JO 8h. pois na infecç onata l ou pós -natal em geral os anticorpos s tectados de duas a quatro semanas após a infecç o aparecer. PARDINI 219 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a hidralazina. ˆ ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ d÷‘uˆu‰÷” ˆ € ‰ à m u d € ‘ ˆu‰ád Instituto de Patologia Clínica H. anti Coment  rios: A presença da reaç o de identidade contra a histoplasmina indica infecç tiva ou recente pelo Histoplasma capsulatum. Em infecç e s her ticas bem localizadas pode correr estímulo anti ico para provocar elevaç título de anticorpos.Herpesvírus Simples 1 e 2 „ Coment  rios: IgG .Na populaç m geral podem ser encontrados indivíduos com altos títulos de anticorpos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.A presença de anticorpos IgM nas duas primeiras semanas de vida estabelece o diagnóstico de infecç o c ita.5 Condi o: 0. a detecç IgM pode estar presente nas recorr ncias. A procainamida.2 mL de Soro. IgM .

Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. em seguida.2 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA).HIV  Coment rios: A infecç los vírus HIV 1 e 2 leva à Síndrome da Imunodefici ncia Adquirida . Testes de triagem como ELISA. simultaneamente. n o sendo pois a sorologia definitiva no diagnóstico.JO 8h. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. sendo ao menos um capaz de detectar HIV 2. . Recomendase recoleta após 30 dias para confirmaç sorológica. Os testes imunoenzim ticos t m sensibilidade e especificidade em torno de 98%. ELFA e MEIA devem ser confirmados por ensaios mais específicos (Western Blot ou imunofluoresc cia). PARDINI . Amostra n o-reagente: aus cia de bandas. GAG P24 e PEPTIDEO ANT70 (SUBTIPO “O”) HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. r Ÿ  †  ô• — Continua. Cerca de 20% da populaç normal infectada apresentam resultados indeterminados no Western blot. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Filhos m HIV pos itivo t m anticorpos maternos. multíparas e politransfundios.. portadores de dist rbios imunológicos. . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Etapa de confirmaç sorológica pelo Western blot : s utilizados os seguintes crit rios de liberaç o do exame: . com um teste enzim tico positivo. PESQUISA ELISA – ENZIMA IMUNOENSAIO Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP160. gp 41. neoplasias. hepatites alcoólicas. ˆu‰ý–€” “ ‡ “u‘ “ “ † ‘€ˆu‰ ˆ  ˆ€” du‘€ “ ‘uˆuˆ€‰ ‰ “u‘ ˆ ˆu‰ ˆ ˆu‰ “€‘ ˆu‰ † ˆ ˆ ˆu‰ HIV 1 e 2. Para prevenir este fenômeno. vacinados para influenza. devem ser retestadas pelos mesmos testes. óuô óuô † •ô— MEIA – IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS Pesquisa de anaticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. Etapa de Triagem sorológica : devem ser realizados dois testes distintos como ELISA. Amostra indeterminada: qualquer padr o de bandas diferentes dos descritos acima. MEIA ou ELFA. 220 Instituto de Patologia Clínica H. . As amostras n o reagentes nos dois testes ter seu resultado definido como amostra negativa para HIV.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). Pacientes com fase avançada da doença podem apresentar reatividade. As amostras com resultados iniciais discordantes ou indeterminados nos dois testes. outras viroses. liberadas como amostra negativa para HIV. sendo que: se resultados negativos. A portaria 488 de 1998. se reagentes. . Apresenta 1 a 2% de resultados falso-positivos. indeterminadas ou discordantes devem ser submetidas a testes confirmatórios.SIDA. Indivíduos de alto risco. Amostra reagente (positiva para HIV): presença de no mínimo duas bandas dentre: gp 160/120.. Falsos positivos podem ocorrer em testes imunoenzim ticos nos pacientes com anticorpos anti-HLADR4. p24. Western blot utilizado como teste confirmatório. padronizou procedimento seqüenciado para diagnóstico sorológico de HIV em maiores de 2 anos de idade: o diagnóstico sorológico só pode ser confirmado após lise de no mínimo duas amostras coletadas em momentos diferentes.JO 8h. Pacientes com amostras reagentes em ambos os testes devem ser submetidos. à etapa confirmatória (imunofluoresc cia ou Western blot). t m valor preditivo positivo de 99%.

M todo . Laboratórios: Devido a possibilidade de contaminaç o da amostra este exam da amostra.JO 8h. Á d ñ ñ uˆ  ‰ † u‰ m ˆ€‰Á–ud ˆu‰ – u  † óuô  ˆ óuô ˆ †Rþ ô ò ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. ñ † •ô— CONFIRMATÓRIO óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ ”÷‘uˆu‰÷–u‰u—u” ser incluído após manipulaç o ˆ HTLV I e II. Citrato ou EDTA). Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.3 mL de Soro ou Plasma (Heparina. Valor de Refer ncia: Negativo Obs.VIDAS DUO (Biomerrieux) Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ‰ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ‰ ENV GP36 Antígeno viral pesquisa: HIV 1 ‰ GAG P24 (antígeno P24) Condi o: 0. Falso-positivos podem decorrer de anticorpos anti-HLA e sucessivos congelamentos e descongelamentos das amostras. Sua triagem em bancos de sangue rigatória devido sua transmiss renteral. .Sangue: Imunoensaio Enzim tico Condi o: 0.Continu ELFA DUO M todo: ELFA . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. M todo . ELFA.56oC c/ 30 min) ou Plasma (EDTA/Oxalato/Heparina/Citrato).JO 8h. A confirmaç o diagnóstica pode ser realizada com o PCR para HTLV.HIV óuô HIV WESTERN BLOT Š M todo: Western Blot .JO 8h. PARDINI 221 . pesquisa Coment  rios: O vírus HTLV est ssociado a leucemias e desordem neurológica crônica (paralisia es stica t ropical). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ õuó€ô o. MEIA s tilizados para testes de triagem. deve ser realizado em paralelo com o soro. Cerca de 20% dos infectados desenvolvem quadros neurológicos ou leucemia após 20 anos de infecç . M todos do tipo ELISA.: A pesquisa de anticorpos no líquor.Liquor: Aglutinaç o Condi o: Líquor. . .6 mL de Soro. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç o.Elisa Condi o: 0...5 mL de Soro (pode ser inativado .

50 kU/L  Classe 3: 3.4o C. caros. PARDINI . Servem para complementar o diagnóstico clínico de alergia.35 kU/L   Classe 1: 0. IgE específicos e m ltiplos: usado no diagnóstico de alerg ias respiratórias.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. Tam m se eleva em outras condiç s: imunodefici cias (ex: Síndrome de Wiskott-Aldrich. 222 Instituto de Patologia Clínica H. Veneno (I1) Acarius Siro (D70) Alfa lactoalbuminas (F76) Alho (F47) Alternaria Alternata (M6) Amendoim (F13) Ampicilina (C5) Amoxicilina (C6) Ananas (Abacaxi) (F210) Arroz (F9) Aspergillus fumigatus (M3) Aveia (F7) Atum (F40) Banana (F92) Barata (I6) Batata (F35) Beta Lactoglobulina (F77) Blomia Tropicallis (RD201) Cacau (F93) Camar (F24) Candida albicians (M5) "$# ò Caranguejo (F23) Carne de Galinha (F83) Carne de Porco (F26) Carne de Vaca (F27) Caseína (F78) Cebola (F48) Cenoura (F31) Clara de Ovo (F1) Côco (F36) Dermatophagoides farinae (D2) Dermatophagoides microcera (D3) Dermatophagoides pteronyssinus (D1) Feij Branco (F15) Folha de Tabaco (RO201) Formiga (I70) Gema de Ovo (F75) Gl Œ ten (F79) Gr Soja (F14) Laranja (F33) Latex (K82) Leite (F2) "8# "8#H)8' Leite de Cabra (RF300) Lim (F208) Marimbondo. pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas. pólen. Abelha. a alimentos. ‘uˆu‰ ‡  ñ ‡ †Rþ ô  ‡ ˆ †©¨ du‘u‰ m† † um ‰ † ™” “u‘ † ‡  ™ ”† ˆu‰ Ád ˆ “u‘ IgE ESPEC¼ FICO para Valor de Refer ncia:  Classe 0: < que 0.2 mL para cada IgE adicional.35 a 0. Podem ser realizados IgE m ltiplos para v rios al rgenos de forma conjunta.. utilizando padr s de IgE da Organizaç o Mundial de Sa de.50 a 17. Síndrome de Nezelof).70 a 3.70 kU/L  Classe 2: 0. o que lhe confere maior reprodutibilidade.IgE Coment rios: Os testes sangüíneos de alergia s o a IgE total e IgE específico para al rgenos isolados ou em conjunto (m ltiplos). O Sistema Cap apresenta maior sensibilidade analítica. Síndrome “Hiper-IgE” e na aspergilose broncopulmonar.00 a 100 kU/L Classe 6: > 100 kU/L Interpreta o: Classe 0 = negativo Classe 1 a 6 = positivo Condi o: 0. Veneno (I4) Mel (RF247) Mexil  Azul (F37) Milho (F8) Morango (F44) Peixe (F3) PŽ lo de C (E5) PŽ lo de Gato (E1) Penas de Galinha (E85) Penicilina G (C1) Penicilina V (C2) Pernilongo (I71) Queijo – Tipo Cheddar (F81) Seda Brava (K73) Tomate (F25) Trigo (F4) Uva (F259) Vespa.00 kU/L  Classe 5: 50.. Veneno (I3) "$# ("8# $ "# óuô ó€ô Continua.50 a 50. tendo valor diagnóstico. picada de insetos. M todo: Immunocap Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar a . Síndrome de DiGeorge ‹ s. Após esta idade IgE total pode se elevar devido a parasitoses intestinais e contatos mais intensos com outros al rgenos. N h interfer cia de anti histamínicos. IgE total: em crianças com at s de idade m indicador da presença de alergia.50 kU/L  Classe 4: 17. cutâneas.

71 a 3.0 kU/L 30. Dermatophagoides pteronyssinus. Papagaio. Aveia.Nascido “ ’ 1 a 11 meses “ ’ 1 a 3 anos “ ’ 4 a 6 anos “ ’ 7 a 10 anos “ ’ > de 10 anos “ Condi o: 0. Trigo.2 mL para cada IgE adicional. Atum.0 kU/L .51 a 17. PARDINI 223 . Camar . Mexilh . Grama de Johnson. Ganso. Grama de Centeio. Peru Ex72 Penas: Periquito. Grama de Campina..IgE MÚLTIPLO para Phadiatop Al rgenos Inalantes Phadiatop Inalantes e Alimentares Ex1: Epit lios. Capim Ra bo-de-Rato.70 kU/L ‘ Valor baixo  Classe 2: 0. Aspergillus fumigatus e Alternaria alternata (Tenuis) Valor de Refer ncia: tect vel  Classe 0: < que 0. Soja Gx2: Pólen de Gramíneas (Grama de1 Bermuda.5 mL de Soro. Dermatophagoides farinae e Blatella germânica Mx1 Fungos: Penicillium notatum. Côco Fx2: Peixe.51 kU/L ‘ Valor muito alto Condi o: 0. Tentilh o Fx1: Amendoim.3 kU/L 8.6 kU/L 24. ñ ò óuô at at at at at at †† †† ††  • @š 2. Amendoim. Gergelim) Fx5: Clara de Ovo.IGE “ ‘u ˆ ˆu‰ ˆu‰ “uˆu‘ ‰ ˆ ò ˆu‰R—u”  óuô IgE TOTAL M todo: Immunocap Valor de Refer ncia: ’ R. Noz Brasileira. † † Continu õuóuô o. Am doa.. Milho.50 kU/L ‘ Valor moderado  Classe 3: 3.35 kU/L ‘ N  Classe 1: 0. Partículas e P los (Gato.50 kU/L ‘ Valor alto Classe 4: > que 17. Grama de Bahia) Hx2 Pó: Poeira Caseira. Cladosporium herbarum (Hormodendrum). Avel .36 a 0.0 kU/L . Salm Fx3: Cereais (Trigo.0 kU/L Instituto de Patologia Clínica H. Ca rio. Pato. Cavalo.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. Boi e Cachorro) Ex71 Penas: Frango. Leite.

M todo: Imunofixaç Condi o: 0. . Urina e Liquor .Soro: JO 8h.Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG Coment  rios: Os imunocomplexos circulantes (CIC) n s rmalmente expressos em indivíduos s veis. Conservaç o de envio: Soro . mas s rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide (AR) e l s eritematoso sist mico (SLE) durante doença ativa. Refrigerar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Conservaç o de envio: At ras entre 2o e 8o C. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 34 µ/mL Condi o: 0. PARDINI . macroglobulinemia de Waldenstrom. como as observadas no mieloma m ltiplo. 353 ñ †‡ óuô ˆu‰ m† ˆu‰R—ud ‡ ô † †¨  –uu’ ˆu‰© 224 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h.At semana entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. . doenças linfoproliferativas malignas e nas gamopatias monoclonais benignas.Urina: N sar conservante. *Urina 24h.At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆ€‰å‘u‰ óuô ò  ‡u– du—€ “ †iÿ• ô ¡ ‰ Imunofi d ¢ £¦¥ o Coment  rios: O teste til no diagnóstico de paraproteinemias. após congelar.0 mL de Líquor. Auxilia tam m no diagnóstico e caracterizaç s disgamaglobulinemias. 5.5 mL de Soro.

5 mL de Saliva.50 a 6. ñ ”Û™ ‡ uˆ Û ‰ u— d “€‘   óuô ò †©¨ ô † Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Idade IgG (mg/dL) IgA (mg/dL) IgM (mg/dL) R. IgM Coment rios: Muitas doenças adquiridas ou con itas levam a alteraç es das proteínas plasm ticas. níveis normais de IgG xcluem doença. Nascido 700 a 1480 0 a 2. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. neoplasia. ou doença neurológica prim ria (em particular.  ’u“u‘ ñ ˆ€‰(—€d(’ ˆ ò ˆ  ™ ˆu‰ ™ ˆu‰ €ˆ ö ‰ u— ÷ ‰ u– d  m† óuô L¼ QUOR IgG †ô  Coment rios: A dosagem de IgG no líquor tilizada para avaliar o envolvimento do sistema nervoso central com infecç es. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 0.5 mL de Líquor. Entretanto. quantitativas como nos processos inflamatórios ou mesmo o ap arecimento de proteínas que n s normalmente encontradas em indivíduos sadios. PARDINI 225 . como as proteínas embrion rias.10 mg/dL Condi o: 0. escle rose m ltipla). ñ ™ óuô ò ‘€ˆu‰R” †  ‡ SALIVA IgA ˆu‰ ô †  ˆ€‰ Coment rios: Test til na avaliaç imunodefici cia prim ria que nas crianças est freqüentemente associada a infecç es otorrinolarin gológicas. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 3.5 a 36. IgA.5 mL de Soro.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. Determinaç es periódicas de imunoglobulinas durante a doença.8 mg/dL Condi o: 0. .JO 8h. mas tam m ajuda na avaliaç ravidade e formulaç o de um diagnóstico. Essas mudanças podem ser funcionais como nos tumores celulares. devido a poss ibilidade de contaminaç do material durante a punç . Laboratórios: Enviar em pote est ril. Obs.2 05 a 30 01 a 03 ms 250 a 1100 2 a 50 10 a 80 04 a 06 ms 300 a 1000 3 a 82 15 a 109 6m a 01 ano 500 a 1200 14 a 108 43 a 239 02 a 06 anos 500 a 1300 23 a 190 50 a 199 06 a 12 anos 700 a 1650 29 a 270 50 a 260 12 a 16 anos 700 a 1550 81 a 232 45 a 240 Adulto 564 a 1765 85 a 385 45 a 250 Condi o: 0. n o somente permitem o monitoramento da evoluç ciente.Imunoglobulinas SANGUE IgG. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Influenza vírus A e B – pesquisa direta Coment  rios: Doença respiratória aguda.JO 8h. ñ ˆu‰ ˆò † ˆu‰Á—u”»‰ “ ˆu‰R—u” ˆu‰ óuô † Rô — Jo 1. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.: Valores menores que 1:4 podem ser encontrados em crianças abaixo de 1 ano devido a imaturidade imunológica.3 mL de Soro. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Acima de 1 ano: ≥ 1:4 Obs. . colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Condi o: 0. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.Swab de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado. muitas vezes exibindo uma clínica superponível a outras doenças respiratórias agudas.Lavado de nasofaringe . Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. caracterizada por um início agudo e por um período de estado de curta duraç .coleta: Swab de nasofaringe.5 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). Condi o: 0. ñ óuô ò ˆu‰  ˆ  ‡ uˆ ‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô 226 Instituto de Patologia Clínica H. de natureza infecto -contagiosa e de grande potencialidade epi mica. Lavado de nasofaringe. anticorpos Anti Coment  rios: A presença deste anticorpo est relacionado com a polimiosite (20 a 40% dos casos). instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. reaspire. PARDINI . com dermatomiosite (cerca de 10% dos casos) e em outras doenças reum ticas.5 mL de Soro + 0. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Os títulos de anti -Jo-1 podem variar em concordância com a atividade da miosite e sua a quantificaç o pode ser til na avaliaç clínica destes pacientes. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Laboratórios . principalmente quando associados a doença pulmonar intersticia l. ñ óuô ò “€‘ ˆ€‰ —u“ †† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † Isoaglutininas Coment  rios: No sistema ABO anticorpos s ricos s corr ncia natural e s formados após o nascimento com a colonizaç intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do indivíduo. Utiliza-se a titulaç stes anticorpos para avaliar o funcionamento d o sistema imune.

ˆ ”†‡ ñ óuô ò “€‘ ˆu‰R— ˆ u ‰ ˆ€‰(—€d †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 566. filariose. Reatividade cruzada com tripanossomíase. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 304.0 mg/dL Condi o: 0.5 mL de Soro. Na forma cutânea. ñ óuô ò †©¨ ô  Leishmaniose IgG e IgM Coment  rios: A sorologia para leishmanios til principalmente na forma visceral (Calazar). . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ 뀔 † óuô ò †©¨ ô Lambda (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.0 a 735. Títulos podem ser baixos em imunodeprimidos. Títulos iguais ou maiores que 1:1.JO 8h.5 mL de Soro p/ cada. esquistossomose e hanseníase s descritas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: < 1:80 Condi o: 0. títulos tendem a ser baixos sendo negativos em 20% dos casos dessa forma. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas.0 a 1300.024 s o muito sugestivos de leishmaniose visceral. produzida cerca de duas vezes mais que a cadeia leve lambda. PARDINI 227 .JO 8h.5 mL de Soro. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. . A confirmaç iagnóstica requer a detecç leishmania em algum sítio. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. mal ria.Kappa (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.0 mg/dL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

N viar pipetex.JD 4h. Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. N enviar no gelo. ñ  ™ ”” † óuô ò  †  †ô Linfócitos T At ivado Coment  rios: Os anticorpos anti-CD3 s teis para sondar a regi constante dos receptores de c lulas T.3141 mm3 > 3 anos 55 a 82% 1072 .5 mL de Soro. Os níveis de anticorpos re duzem-se gradualmente.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina/ACD). PARDINI . Anticorpos podem ser detectados a partir do 6” ao 10” dia e geralmente atingem níveis m ximos após 3 a 4 semanas. .3899 mm3 18 a 24 meses 55 a 82% 2766 .3508 mm3 24 a 30 meses 55 a 82% 2324 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Faixa et ria Linfócitos CD 3 0 a 6 meses 55 a 82% 3505 – 5009 mm3 6 a 12 meses 55 a 82% 3409 . mas podem permanecer detect veis durante anos.Leptospirose. óuô † ˆ ˆ€‰(”€‘ ˆu‰ 228 Instituto de Patologia Clínica H. Transportar em temperatura ambiente. Leptospiros As manifestaç s clínicas variam de uma leve coriza a uma doença ict rica com comprometimento severo do paciente. doenças auto -imunes e nas leucemias e linfomas. Enviar de 2a a 5a feira.pesquisa de anticorpos IgM Coment  rios:  ma doença febril aguda causada primariamente pelo Leptospira interrogans .3890 mm3 ñ  ò “ ˆu‰Û‡ • OKT3 • ˆu‰ CD3 † Condi o: 5. Laboratórios: Enviar Sangue total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). Conservaç o de envio: At dias em geladeira entre 2 o a 8o C.Informar data e hora da coleta. .4575 mm3 12 a 18 meses 55 a 82% 3156 . no monitoramento de imunodefici ncia. Elisa . os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes.3295 mm3 30 a 36 meses 55 a 82% 1923 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

mas sim para indivíduos com história familiar de doença coronariana. havendo ascens o significa infecç recente.monocytogenes e bact rias gram positivas. É formado por dois constituintes: apo B-100 (principal componente estrutural do LDL e VLDL) e apo (a) que apresenta grande heterogeneidade estrutural.2 mL de Soro. PARDINI 229 . N recomendado para triagem indiscriminada. Condi o: 0. ñ ˆ † ô óuô ò “€‘ † ˆ€– ‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/dL Condi o: 0. ˆu‰«ˆ —€”  ˆ€‰ ˆ ñ óuô ò “ m † ˆu‰Á”u‘ ˆu™‰ ” †  †©¨ ô u– Listeriose Coment  rios: Os resultados das reaç es sorológicas devem ser interpretados com cautela. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 30. ñ “u‘ ™ ˆò ’u“u‘ ” † ˆu‰R—u” ‰ † ˆ ™” ˆu‰ † ˆu‰ óuô ‡ ˆu‰ †Rþ ô LKM. Esta doença redominante em mulheres e geralmente associada a outras doenças auto -imunes (tireoidite.JO 8h. com 30 dias de intervalo.JO 8h. podendo ter grandes variaç s entre indivíduos de uma mesma populaç o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. e por vezes. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: – Antígenos O e H — < do que 1:160 – Faixa de D vida — 1:160 a 1:320 – Sugestivo — acima de 1:320 Obs.: Fazer curva com diferença de 30 dias.Lipoproteína (a) Coment  rios: É uma lipoproteína plasm tica com composiç muito similar à LDL. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-LKM s o anticorpos dirigidos contra a fraç microssomal de fígado e rim e est relacionados a hepatite auto-imune tipo 2. . Uma ascens títul sugestiva de infecç recente. diabetes e vitiligo).5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . pois reaç s cruzadas s freqüentes em decorr cia de determinantes anti icos comuns entre a L. O resultado de uma amostra nem sempr conclusivo. o que pode interferir na sua determinaç o. devendo-se sempre proceder a duas coletas.5 mL de Soro. Lp(a) parece estar associada à doença coronariana. insufici ncia renal e tromboembolismo. impossibilit -la. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados de Lp (a) tam m s contrados na pre-eclâmpsia. Níveis de Lp (a) s terminados geneticamente.JO 8h. perda fetal recorrente. acidente vascular cerebral e dislipidemia.

Um resultado negativo n xclui o diagnóstico da doença. repetir a sorologia após 4 a 6 semanas.JO 8h.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.2 mL de Soro. . Se o monoteste for negativo.0 ™ ≥ que 1. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) .JO 8h. . PARDINI . anticorpos anti š AMA Coment  rios:  ma doença colest tica intra -hep tica crônica. em altos títulos. . Este tipo de test pouco til no diagnóstico de Monucleose Infecciosa em pacientes imunocomprometidos. Anticorpos anti-mitocondria (AMA) est presentes em cerca de 90% dos casos. cirrose h tica e doenças auto -imunes. o Monotest indicado como teste inicial. ñ óuô d† ˆ u ‰ † ” ”u–u ò “€‘   ˆ u ‰  †ô Monoteste Coment  rios: Em pacientes com suspeita de infecç rim ria pelo vírus Epstei n-Baar. ent s casos suspeitos devem ser avaliados atrav s da determinaç ticorpos específicos para EBV.Lyme.2 mL de Soro. Se positivo e apresentar clínica apropriada com exame hematológico correspondente. podendo cronificar -se. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. hepatites virais. Diante da suspeita clínica e sorologia negativa. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. pois nos est ios iniciais ou em antibioticoterapia precoc ver níveis detect veis de anticorpos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. N specífico para cirrose biliar prim ria. Na fase inicial da doença a sensibilidade da sorologia de 40 a 60%. “ ñ u’ ”R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ¡ d ˆu‰R”  † ò óuô †ô Mitocôndria. mais freqüente em mulheres A cirrose biliar prim ri entre 30 e 60 anos. ñ ‡ óuô ˆò ˆu‰à–  † ‘uˆu‰ ˆu‰R‘u”  ˆ u ‰ Û — u ” Û d u ‘ ‰€—u‘€”Rˆu‘u‰âˆu‰R– —u” ˆu‰R‰ ”† ˆ ”† †Rþ ô 230 Instituto de Patologia Clínica H. sendo na forma crônica de quase 100%. podendo estar presente na hepatite crônica ativa.75 a < 1.0 ˜ Positivo Condi o: 0.75 ˜ Indeterminado ™ ≥ 0.JO 8h.VIDAS Valor de Refer ncia: ˜ Negativo ™ < 0. testes para anticorpos específicos s cess rios. pois a grande maioria desses pacientes roduz anticorpos heterófilos. anticorpos totais Coment  rios: Doença multissist mica. Cerca de 10% da populaç o adulta com monucleose infecciosa p senvolver anticorpos heterófilos.

Mucoproteínas Coment  rios: É uma glicoproteína. Baixos títulos (inferiores a 1:80) podem ser observados nas hepatites virais. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  inferior a 200 U œ Negativo œ Indeterminado  de 200 a 350 U  superior a 350 U œ Positivo Condi o: 0. ñ ˆu‰«—€”«d “ € ‘ ò  ”†‡ óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.10 0 C. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-m sculo liso (ASMA) est resentes em altos títulos em cerca de 70% dos pacientes com hepatite crônica ativa auto -imune.7 a 5. O exam til no diagnósti co da tuberculose pulmonar e extrapulmonar ativa.JO 8h. Líquor .JO 8h. ñ ‡ óuô ò “€‘  ˆu‰«– › ASMA †ô Mycobacterium Tuberculosis. . outras cirroses e doenças malígnas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 231 . . tecnicamente este exam resenta boa reprodutibilidade sofrendo infl ncia da temperatura e do tempo. Apresenta elevada especificidade.JO 8h. É importante para o diagnóstico e acompanhamento da doença reum tica. Pleural .2 mL de Soro.Líq.5 mL de Soro. É substituída com vantagens pela determinaç o da alfa -1-glicoproteína cida. típica das secreç s mucosas. pois ma das ltimas provas a se normalizar.5 mL de Soro. Peric rdico. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1. ñ ”R‘uˆ€‰(d€–  ò †  ™”‡ ˆ  u“  óuô † ô Músculo Liso. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . cirrose biliar prim ria.1 mg/dL Condi o: 0.Líq. anticorpos IgA Coment  rios: A detecç nticorpos IgA anti -Micobacterium sp auxilia em casos difíceis que apresentam anergia imunológica (aus cia de reatividade à tuberculina e anticorpos IgG). . Entretanto. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C.

. PARDINI .Anca Ÿ Negativo Condi o: 0. insufici cia renal. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ¢ Homem £ 3 a 63 nMBCE/mM creatinina ¢ Mulher £ 5 a 65 nMBCE/mM creatinina † ™”  ñ ò “u‘  ˆ ˆu‰àê ‡ uˆ à ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰Áˆ ê †  ˆu‰Ûê Condi o: 2o jato da 1a urina da ma . após congelar . amostras de urinas noturnas.JO 8h. sendo o NTx liberado e excretado na urina. anticorpos anti Coment  rios: †Rþ ô Os ANCA s ticorpos que reagem com citoplasma de neutrófilos e est resentes em vasculites necrotizantes sist micas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ž ≤ 200 U/mL IgM ž Negativo Ÿ < 770 U/mL ž Indeterminado Ÿ 770 a 950 U/mL ž Positivo Ÿ > 950 U/mL Condi o: 0. etilismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. fraturas recentes e uso de medicamentos. Os níveis de ANCA s teis na monitorizaç o da atividade da doença.5 mL de Soro p/ cada. Doença de Paget. os valores de NTx caem 30 a 40% em relaç o ao valor basal. .Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM Coment  rios: Testes teis no diagnóstico das pneumonias por Micoplasma. colangite esclerosante e Doença de Crohn). Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . Após 3 meses de terapia adequada. Um aumento significativo nos níveis de anticorpos ltamente sugestivo de infecç . . ñ ‡ ò  †d ˆu‰ ˆ óuô Neutrófilos. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo.10 o C.JO 8h. 232 BCE = Bone Collagen Equivalents óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. osteoporose.Urina 24 horas. Recomenda -se a determinaç o de anticorpos em 2 amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C. tabagismo. O padr C-ANCA deve ser valorizado em qualquer título. Algumas condiç s clínicas podem interferir na determinaç s indicadores de remodelaç sseas: doenças reum ticas. A remodelaç ssea m processo contínuo. Níveis elevados s encontrados em crianças.Anca Ÿ Negativo ž C .2 mL de Soro. É til para monitorizaç o da resposta ao tratamento. H is padr s possíveis: . Bifosfonatos e estrógenos reduzem os níves de N Tx. doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa.P-ANCA: relacionado com v rios tipos de vasculites. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: ž P . uˆ å ‰ ud ‘ “   ANCA ñ óuô ò “€‘ R—u‰ ™ ” uˆ R ‰ ‡  ” † ”u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰å– u“ ‘ †ô N-Telopeptídeo ¡ NTX Coment  rios: O NTx  m marcador específico da reabsorç ssea.C-ANCA: associado a granulomatose de Wegener. Raramente el contrado em indivíduos normais e na aus cia de vasculite.

Imunodeprimidos podem ter infeç arrastada resultando em anemia crônica. resfriado comum com ou sem febre. a crise apl stica precede em dias o surgimento dos anticorpos. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. 2 e 3 . Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. traqueobronquite e pneumonia.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Heparina/Citrato) p/ cada. IgG surgem ao final da segunda semana persistindo por anos. reaspire. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Reinfecç s podem ocorrer em pessoas com títulos baixos de IgG. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . ñ óuô ò “€‘ ˆu†‰©—ud d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Parvovírus B19 IgG / IgM.coleta: Swab de nasofaringe.JO 8h. ˆ€‰ù–€”  ˆu‰ †   ñ ‰† óuô ò  ™” ˆu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. o quadro clínic concomitante com o aumento dos anticorpos. Caracterizam por otite m dia. nos casos em que o material de ser aspirado. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .pesquisa direta Coment  rios: Constitui no agente mais comum de infecç s vias reas superiores. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. artropatias e crise apl stica transitória em pacientes com anemia hemolítica crônica.Parainfluenza vírus 1. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. PARDINI 233 .Swab de nasofaringe. No eritema infeccioso e na artropatia. sendo 50% dos adultos soropositivos. Na grav idez pode causar hidropsia e perda fetal. Pode ser assintom tica ou causar quadro clínico variado: eritema infeccioso. com títulos baixos ou ausentes de anticorpos. IgM específicos desenvolvem na segunda semana após infecç viral podendo ser detectados por 4 a 6 meses. entretanto. causador da maioria das síndromes cruposas. anticorpos anti Coment  rios: Infecç lo parvovírus comum. Laboratórios .Lavado de nasofaringe . Lavado de nasofaringe. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C.

M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.11 0.5 mL de Soro.80 mg/dL para doenças inflama tórias. apresentando alta especificidade mas sem associaç com apresentaç clínica evidente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .7 mL de Soro.01 a 0. em criança.37 0. PARDINI . pois a segunda leva a uma concentraç muito mais elevada desta proteína. ñ ò † m† “ ˆu‰ † ™ ‰u’u“u‘u” ˆu‰ Risco coronariano: Condi o: 0. . .JO 8h. O PCR ultrasensível tam m um novo marcador de ater se. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Caracteriza -se por um padr tilhado heter eo expresso apenas nas c lulas em divis . Condi o: 0.JO 8h.50 Risco estimado Baixo Moderado Elevado Muito elevado †ô 234 Instituto de Patologia Clínica H. se esta reaç tiver título igual ou maior a 1/ efetuado a reaç Davidsohn. anticorpos anti Coment  rios: PCNA (proliferating cell nuclear antigen) est correlacionada a proteína nuclear cyclina. doença de Crohn (PCR elevada) da retocolite ulcerativa (PCR baixa).20 a 0.38 a 1.JO 8h. ”Û‡ ñ óuô ˆò ˆ€‰(—€” ˆu‰à—€” uˆ © ‰ u— ” ˆ ˆ€‰ ˆ € ‰ à — u ‰ dR‘uˆ€‰(”  š ý† d ¡  ˆu‰R—u”  ˆu‰  †Rþ ô PCNA.19 0.12 a 0.2 mL de Soro. Anticorpos antiPCNA s tectados em 3% dos pacientes com LES. ñ ‰ €— ” ˆuuˆ ‰î óuô ò “€‘ † ˆ€‰ ˆu‰ ˆu‰«–u‰u‘ ‰€’u“u‘ †ô ™ Proteína C Reativa (Quantitativa) Ultrasensível Coment  rios: Tradicionalmente a quantificaç da PCR usada para monitorar processos inflamatórios e diferenciar: infecç es virais das bacterianas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. artrite reumatóide (PCR elevada) do lupus eritematoso sist mico sem complicaç es (PCR baixa).Paul Bunnel Davidsohn Coment  rios: Test til no diagnóstico da mononucleose infecciosa. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 0. determinados pela reaç Paul -Bunnel. óuô Níveis (mg/dL) 0. por meio da absorç soro com hem cias de boi e rim de cobaia. M todo: Aglutinaç o e Absorç o Valor de Refer ncia: Título < que 1:56 Nota: Na mononucleose infeccios reduç 90% do título após absorç por hem cias de boi. na qual ocorrem anticorpos heterófilos da classe IgM. Uma reaç Paul -Bunnel-Davidsohn negativ xclui o diagnóstico.

ndice de soroconvers com a vaci 95%. IgG de baixa avidez presente at meses.JO 8h. Reaç s falso -positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa. IgG (ELFA/MEIA) positivo a partir de 3 a 4 dias de doença e presente indefinidamente.JO 8h. IgG (ELFA/MEIA) positivo com elevaç vezes ou mais no título da segunda amostra. cerca de 20% dos infectados t m IgM negativo. síndrome de Sjögren e lupus induzido por droga. . anticorpos anti Coment  rios: †ô “ Anticorpos anti-RNP aparecem em baixos títulos em 30 a 40% dos pacientes com lupus eritematoso sist mico. IgG materna pode estar presente por mais de 6 meses. Resposta linfoproliferativa presente. Hemoaglutinaç o a partir de 1 a 3 dias do início da doença e presente indefinidamente. .3 mL de Soro. 60% das crianças e at A@ % dos pacientes di ticos. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-reticulina est resentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos. Podem estar presentes em outras doenças como: doença de Crohn. IgG avidez n o tem utilidade pois pode permanecer com baixa avidez por at s na R ola Con ita. H ma menor preval cia de doença renal em pacientes com este auto -anticorpo. PARDINI 235 .. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IgM (ELFA/MEIA) pode estar presente. Informaç es nece rias: Est r vida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? ˆ€‰Ü–  um † ‰ ™ ” “€‘ ™”   “ m † ‰ ‘u’€“u‘ ˆu‰ vv  R’  ˆ€‰ ‘ud † —u”  ( – ˆu‰ ˆu‰ “ † © ¨ d € ‘ u ‰ um † ˆ ™ ˆu‰©du’ † ù ÿ †ê¨ ˆu‰R—u” • B ’u“u‘ ˆ Continua. Reinfecç : sorologia positiva anterior a reinfecç . miosite e sinovite tipo reumatóide).Reticulina. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. na aus cia de anti-Sm. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. No primeiro m s de vida. Instituto de Patologia Clínica H. N representa risco para gestantes. IgG de alta avidez presente. Imunes e vacinados: IgG positivo. ñ “u‘ “u‘ óuô ò ˆ€‰ ‰€— † ˆ u ‰  ˆ€‰ †Rþ ô Rub ’ ola Coment  rios: Doença viral de comportamento benigno. ñ óuô †ï ò “€‘ ˆ u ‰ « – dum † RNP. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. lupus discóide.2 mL de Soro. IgM negativo após 3 meses. Altos títulos de RNP. s sugestivos de doença mista de tecido conjuntivo (acometimento cutâneo do tipo escler rmico. Condi o: 0.. artrite reumatóide. exceto em gr vidas quando infecç uda pode levar à Síndrome da R la Cong ita. IgG de alta avidez present e. com queda dos títulos. Resposta linfoproliferativa (linfocitose com atipia) est resente a partir da primeira semana. síndrome de Sjögren e miastenia gravis. Seguem os achados sorológicos nas situaç es clínicas possíveis: Infecç rim ria : IgM positivo a partir de 1 a 3 dias após início da doença at a 12 meses (ELFA/MEIA). Ru la co ita: IgM (ELFA/MEIA) positivo. infecç s por parvovírus e coxsakievírus B.

IgM: ¥ Negativo ¤ < 0. Condiç o: 0.IgG: ¥ negativo < 10 UI/mL ¤ 10 a < 15 UI/mL ¥ indeterminado ≥ ¤ ¥ positivo ≥ 15 UI/mL Valor¤ de Refer ncia .20 ¥ positivo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.9 UI/mL ¥ Indeterminado ¤ ≥ 10.0 a 9.JO 8h.MEIA Valor¤ de Refer ncia . . †Rþ ô óuô † •ô— ELFA – ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY (VIDAS) IgG e IgM Valor¤ de Refer ncia .799 ¥ Indeterminado ¤ ≥ 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada.0 UI/mL 5..JO 8h. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.6 mL de Soro.JO 8h.0 UI/mL ¥ Positivo Valor¤ de Refer ncia . .800 ¥ Positivo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.JO 8h.600 0. ò ò óuô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor¤ de Refer ncia: corrida lo menos 3 meses ¤ Baixa avidez: inferior a 36% ¥ sugere-se infecç Inconclusivo: entre 36 e 60% ermite definir o período de infecç o ¥ ¤ Alta avidez: superior a 60% ¥ sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses Nota: Este teste baseia-se na intensidade ou avidez com que anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de R ola.Continu õuóuô o. óuô ò ò ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO DE MICROPART ¼ CULAS .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).600 a 0.20 ≥ ¤ > 1.RUBÉOLA HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.80 a < 1.5 mL de Soro p/ cada.IgG: ¥ Negativo ¤ < 5.80 ¥ negativo ¤ ¥ indeterminado 0. . ñ †ô ò  †ô ô  €m † ‘uˆu‰R– ˆ€‰(‰ ˆ€‰ ¡ R  u– ” ˆ  236 Instituto de Patologia Clínica H. ..IgM: < 0.

. M todo: Hemólise em soluç de baixa força iônica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç  sintomatologia. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. sendo que o resultado positivo deve ser confirmado pelo teste de Ham. PARDINI 237 .10 o C.Sacarose. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus u uso dos anticoagulantes heparina e EDTA. história clínica e outros dados laboratoriais. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.JO 8h. Líquor. Um teste específico para anticorpos IgM dever ser realizado em amostras dos indivíduos com suspeita de infecç tiva pelo vírus do Sarampo. Indivíduos infectados com o Sarampo podem o exibir níveis detect veis de IgM nos est ios iniciais da doença.5 mL de Soro p/ cada. história clínica e outros dados laboratoriais.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç à sintomatologia. O teste da sucros m teste de triagem.  ˆ ™” ñ u’ óuô u’ ò  uˆ ‰ ˆu‰ ˆu‘u‰Rˆ d ˆ ˆ  ˆu‰ dà‘€ˆu‰ †  †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. ‘u‡ ¦ Sucrose ñ óuô ò ˆ€‰ ‘ud †  ˆu‰©‰  ” †  ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ Sarampo IgG e IgM Coment  rios: IgG . enquanto falso positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia auto-imune. IgM . A presença de anticorpos IgG contra o vírus do Sarampo em uma amostr suficiente para a distinç o entre infecç s recentes e antigas.0 mL de Sangue Total citratado. quando os títulos de IgM n o s o mais detect veis. . O resultado deste teste pode ser negativo em pacientes nos est ios tardios da infecç .

mononucleose. ELISA IgG: teste trepon mico que tem estreita correlaç o com os resultados do FTA -ABS. Menos de 1% dos indivíduos sau veis tem FTAABS positivo. leptospirose e infecç s por outros treponemas. ˆ ˆ ‰ùdâ‘uˆ€‰ ˆu‰R–u‰ ‘ u “ †  ˆ€‰à—u‰ ò ™ ”u–u‰€‘u“ “u‘ ™” ˆ —u“u‘ —u “ ˆ —u‰R‡ ˆ€‰ ‰u‘u’u“€‘ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG ¨ Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. após um ano de tratamento.Sífilis § Treponema pallidum Coment  rios: Na sífilis prim ria os testes VDRL e FTA-ABS (imunofluoresc cia indireta) se positivam depois do cancro duro com sensibilidade de 85%.JO 8h. hanseníase. Na sífilis terci ria. Testes trepo micos: os testes de imunofluoresc cia (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%. podendo demorar anos para se negativarem. leptospirose. . Obs. mal ria. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda. falso-positivos podem ocorrer em doenças auto -imunes. negativando-se em 1 a 2 anos. apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. mas títulos maiores podem ser encontrados. FTA ABS óuô ˆu‰ ô †Rþ ò †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. os títulos caem cerca de 4 vezes em 3 meses. PARDINI . sen til para indicar infecç c ita.5 mL de Soro. Após tratamento. hanseníase. óuô Continua. viciados em drogas. títulos caem entre 3 e 6 meses. Na sífilis secun ria a sensibilidade da sorologia %. apresentando como vantagem maior reprodutibilidade. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL s falso-positivos: idosos. 238 Instituto de Patologia Clínica H. Líquor. por m. A persist ncia de títulos elevados reduç m 4 vezes dos títulos. VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%. vacinaç s e gravidez. utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. mal ria. Na avaliaç o do tratamento observa-se que na sífilis prim ria e sec ria. o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. ”Û‘uˆu‰ “ —u “u‘ ˆu‰ ” uï ï † u— Á  •† ˆ€‰ “ ˆ ˆ€‰(” †   ™”  u‘u—u ™” VDRL líquor: resultos positivos no líquor s o encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. mononucleose. com especificidade em torno de 99%. portadores HIV.JO 8h. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . e 8 vezes em 6 meses. hepatites.. Linfocitose e aumento das proteínas s o evi cias de neurosífilis ativa. brucelose. pod e indicar novo tratamento. gravidez. outras infecç s bacterianas.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. Falso -positivos mostram títulos em geral at :4. Se torna positivo 2 semanas após o cancro. .   VDRL: test trepon mico. S sitivos em outras infecç es tr micas. Devem ser utilizados para confirmaç s resultados de VDRL. Após tratam ento. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Falso -negativos podem ocorrer na sífilis tardia.. portadores de doenças auto -imunes. O VDR ma reaç de floculaç o.5 mL de Soro.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . Líquor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. óuô ò VDRL QUANTITATIVO M todo: Floculaç Valor de Refer ncia: N o reativo Condi o: 0..S FILIS Ÿ FTA ABS †Rþ ô †Rþ ô †Rþ ô IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG .5 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA).5 mL de Soro. PARDINI 239 .pesquisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. óuô õuó€ô o. . óuô ò AGLUTI ’”“”•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0..3 mL de Soro. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .JO 8h. ñ óuˆ ô ˆu‰ ò †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h.Continu IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA QUANTITATIVA © Condi o: 0.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).

3 mL de Soro.JO 8h. ñ óuô ˆ€‰ ò ˆ€‰ † A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SSA (Ro). Condi o: 0. Autoanticorpos anti-SSA/Ro est resentes em 95% dos casos de Síndrome de Sjogren prim ria. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. . sendo marcador de gravidade.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . antes do surgimento das manifestaç es clínicas da ESD. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSA/Ro s  toanticorpos dirigidos contra antígenos do n cleo celular (anticorpos anti- nucleares). anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES. Condi o: 0. Condi o: 0. 40% dos casos de Lupus Eritemetoso Sist mico (comprometimento renal. ñ “ óuô ò ˆ€‰ ™ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SM. por m com sensibilidade de apenas 25 a 30%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . risco de síndrome de l pus neonatal e forma cutânea subaguda) e em 5% de poliomiosite e artrite reumatóide. Raramente aparece em outras desordens.JO 8h. anticorpos Anti Coment  rios: É encontrado em pac ientes com esclerose sist mica progressiva na sua forma difusa (ESD) em 75% dos pacientes e 13% na forma CREST.JO 8h. Pode surgir em pacientes com fenômeno de Raynaud. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. outros o associam com envolvimento do SNC e outros o correlacionam com uma exacerbaç clínica da doença.  ‡ ñ óuô ˆu‰»d ò ˆ€‰ ˆ€‰ù– “ ‡ ˆ€‰ †Rþ ô 240 Instituto de Patologia Clínica H.3 mL de Soro. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. . Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.SCL 70.

SSB(La).JO 8h. incluindo c sulas de bact rias. os anticorpos produzidos s rincipalmente da subclasse IgG2. Na regulaç o da resposta imunológica contra antígenos prot icos os anticorpos produzidos s sualmente das subclasses IgG1 ou IgG3.Homem Adultos . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 241 . A presença do anti SSB/La est fortemente associadas à Síndrome de Sjögren. em 15%. ou mesmo aus cia de IgG2 e IgG3. No sangue de adultos.3 mL de Soro. Baixas concentraç s. causadas principalmente por pneumococos e H. .5 mL de Soro. Condi o: 0. 2 a 4 anos 4 a 6 anos 6 a 8 anos 8 a 10 anos 10 a 12 anos 12 a 14 anos 14 a 18 anos Adultos .20% IgG2. IgG3 e IgG4. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.4% e IgG4. Anormalidades nos níveis de subclasses de IgG t m sido relatadas. 70% das imunoglobulinas da classe IgG s o IgG1. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSB/La ocorrem na maioria dos casos em associaç anti S SA. mais particularmente em pacientes com gamopatias monoclonais e infecç s associadas a imunodefici cias prim rias e sec rias. ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES.Mulher 9 óuô 280 a 3150 565 a 3450 420 a 3750 610 a 4300 730 a 4550 710 a 4600 435 a 4950 1235 a 5487 1476 a 5246 35 a 705 75 a 1256 91 a 1069 100 a 975 156 a 1938 115 a 1775 75 a 2088 276 a 1344 211 a 1142 8 a 900 18 a 1155 3 a 1380 11 a 945 14 a 1530 15 a 1425 45 a 1635 84 a 888 69 a 888 †ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. . IgG2.6% IgG3. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. influenzae. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: Idades IgG1 mg/L IgG2 mg/L IgG3 mg/L IgG4 mg/L at«ª anos 1700 a 9500 215 a 4400 134 a 694 4 a 1200 ñ † ’€“u‘ † ˆu‰Û– ˆ€‰ d “ u ‘  ™ ”  u ‘ u — u  ò 2900 a 10650 3300 a 10650 2250 a 11000 3900 a 12350 3800 a 14200 1650 a 14400 1550 a 10200 2396 a 10835 3422 a 11178 ˆ ˆ € ‰   € – ™” † u“ ‘ ™ ” “ ˆ Condi o: 0. est ssociadas a infecç s recorrentes das vias respiratórias. Estes auto-anticorpos podem estar presentes em baixos títulos em at % da populaç normal . Quando o estímulo anti ico feito por polissac rides. ñ  óuô ò ˆ€‰ †  ˆu‰ ˆu‰«du‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô † Subclasses de IgG Coment  rios: IgG constituida de 4 subclasses: IgG1.

31% 351 . N enviar no gelo.2479 mm3 12 .2 . criptococose e Síndrome de Linfocitopenia CD4 Idi tica. doenças intercorrentes (modestas diminuiç s em infecç es agudas e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem).Informar data e hora da coleta.3. Na infecç lo HIV h ma predileç r esta categoria.18 m 46-51% 2307 . Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em at 0% dos pacientes.2 1. citomegalovirose e toxoplasmose.Centro M ico da Univ.3.6. PARDINI . A contagem de CD rediz a evoluç s pacientes com SIDA.3 a 33-44% 1219 . protozo rios e alguns fungos. diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h). Indiana 1992 lò ™” ™” ˆu‰ ‰u–u ˆu‰ö—u” ™ ” ˆu‰ ˆu‰Rd™ ” † ÿ ˆ€‰ ˆu‰à—€” ˆ m † óuô $ 9) CD4/CD8 1. Transportar em temperatura ambiente.5 ˆu‰R”u‘ † ˆ ˆu‰ 242 Instituto de Patologia Clínica H.2692 mm3 14 .24 1. lisando c lulas infectadas por vírus. . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. como pneumocistose.2 .31% 351 .2009 mm3 8 .31% 351 . idealmente.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina/ACD).6.1445 mm3 Adultos 33-51% 508 .2 1. em duas ocasi s.2 1.6.2479 mm3 24 . Esplenectomia e co -infecç o pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar da supress imune.1720 mm3 Hospital Pedi­ trico de Riley . Diminuiç CD4 tam m pode ser encontrada em outras situaç s o a SIDA: tuberculose.2479 mm3 > 3 anos 27-57% 562 .31% 351 .6.6.2 1. Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h).2 .2 .2479 mm3 18 .2 .3499 mm3 8 . Faixa Et ria CD4 CD8 0. Enviar de 2a a 5a feira.34% 331 .6.31% 351 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: ðà‘uˆ€‰à– ˆ™ ˆ ¬ CD4 E CD8 ˆu‰»—u‰ † † ™  ˆ€‰ † ˆu‰î–u”  ê  ™ ”  ˆu‰©“–u‰  ™ ñ ™ ” ëu”Ó‘uˆ Condi o: 8. Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decis s de início ou mudança de terapia devemos consider -los.2213 mm3 8 .2 1. sazonais.43% 255 . A contagem de CD4.12 m 49-55% 2630 .2864 mm3 8 .2472 mm3 8 .2 . Fatores influenciam a contagem do CD4: variaç s analíticas. T m importante papel no controle de infecç es. citomegalovirose. eliminando c lulas infecciosas ou neopl sicas. -N viar em Pipetex.3908 mm3 8 . e a medida da carga viral plasm tica s parâmetros a serem considerados na decis iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA.24 m 42-48% 1919 . hepatite B.6m 50-57% 2780 . juntamente com a avaliaç clínica.2 0.2479 mm3 30 m . Consideram-se significativas as reduç es de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relaç sua determina ç pr via.Subtipagem de Linfócitos Coment  rios: Os linfócitos T CD4 s o espefíficos para a maioria das infecç s oportunísticas. Os linfócitos T CD8 s o citotóxicos. toxoplasmose.5 .2479 mm3 6 .98 .30 m 38-46% 1538 .31% 351 .2480 mm3 17 .

3 mL de Soro. Transportar em temperatura ambiente.45% 24-30 meses 55 .3345 mm3 432 .17% Hospital Pedi¯ trico de Riley .6 meses 55 .29% Adultos 61 .4074 mm3 9 . s consideradas duas formas clínicas: .4881 mm3 11 .3345 mm3 200 .3345 mm3 432 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Subgrupos de Linfócitos Faixa et ria CD2 CD19 % ñ ”Á‡ Condi o: 8.88% 3101 . N viar em gelo.84% 1230 .3345 mm3 432 . anticorpos anti Coment  rios: No diagnóstico da toxocaríase. Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.45% > 3 anos 65 . diagnóstico e classificaç leucemias e linfomas.3345 mm3 432 .3639 mm3 11 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. † ™ ” ™ ñ ò  óuô †Rþ ô   m† † ˆu‰ ˆ ™”  Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h).680 mm3 †Rþ ô † ˆ ˆu‰©”u‘ Toxocara.Tipagem de Linfócitos Coment  rios: Test til na avaliaç o das imunodefici cias con itas de linfócitos B (gamaglobulinemias co itas) ou combinadas (defici cia de imunidade humoral e celular).45% 30-36 meses 55 .88% 3516 .45% 18-24 meses 55 . .A forma visceral da doença (larva migrans visceral) cujos sinais e sintomas da V LM pode variar de um estado assintom tico apresentando leve eosinofilia.5775 mm3 11 .89% 1035 . Reaç s falso -positivas podem ocorrer em 25% de indivíduos com esquistossomose e filariose.3560 mm3 6 . 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. doença causada pelo Toxocara canis (verme canino).A forma ocular (ocular larva migrans) tam m varia amplamente na apresentaç o de les s agudas nos olhos at infecç es assintom ticas.3345 mm3 432 .45% 12-18 meses 55 .88% 3806 . .3868 mm3 11 .88% 2236 -3463 mm3 11 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Centro M ico da Univ.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina).45% 6-12 meses 55 .1259 mm3 90 . PARDINI 243 . at severa e potencialmente inevit vel enfermidade.88% 3929 .3868 mm3 11 . Indiana 1992 ˆu‰R—u” ò  ˆ “€‘ ® “u‘ CD2 e CD19 ’u“€‘ ˆu‰ m † ‘ u  ‘u’u“u‘ óuô $ 9) 432 . Aplicaç tam m na a lise.88% 2649 .

IgG: » < que 4 UI/mL ¼ Negativo » ≥ 4 a < 8 UI/mL ¼ Indeterminado » ≥ 8 UI/mL ¼ Positivo Valor de Refer ncia . papagaio)? Fez este exame anteriormente?  “ “€‘ "$# # $' " "$#f1 ()81 $ "# ' ()8# # "$# # 9 “ ˆ   ˆ u ‰ R m ˆu‰ ‘ u ˆ € ‰ ö – u ‰ u — € ” ö – u’ u“ ‘ d ”©‘uˆu‰ † d ˆ u‰ u‘ u’ “ ˆu‰ † “u‘  vv  « ’ † ˆ€‰Üd€– ˆu‰ ‘ u ˆ ˆu‰«d€—uë —ud ¡  “ ˆt‰ † † ˆu‰»—u”Ádu‘  “u‘ ELFA . caem variavelmente. Surgem em 5 dias. Detectados em infecç¹ s agudas e na doença c´º ° ± Ž nita.8%. principalmente no primeiro trimestre. É indicado para mulheres gr vidas. 244 Instituto de Patologia Clínica H. IgM negativo ou positivo na gravidez iagnostica ou afasta infecç ²±´³ . 3(5 d«‡€‘ ˆ€‰ recente ou ("$# "8# ("8# ("8#f) Teste de imunofluoresc ncia indireta IgM: detecta IgM nas primeiras semanas. Resultados p ositivos podem persistir por mais de um ano. Tratamento anti-parasit rio pode manter a baixa avidez por mais de 4 meses. . Imunoensaio enzim tico IgA: detectada na infecç re cente.JO 8h. Importante principalmente no diagnóstico de infecç o c nita. utilidade no diagnóstico de toxoplasmose con ita. suporte ou afaste o diagnóstico de infecç tardia.65 ¼ Positivo Condi o: 0. pico em 1-2 meses. Persiste positiva por 12 a 18 meses em títulos baixos. Títulos baixos podem persistir por anos. ELFA IgM .IgM: » < que 0. ELFA IgG: independente do nível o pode predizer se a infecç recente ou tardia. lise do resultado deve ser cautelosa: Anticorpos IgG ˆ d(d€‘u IgM IgA Evolu o Surgem em 1-2 semanas.65 ¼ Indeterminado » ≥ que 0. Na fase crônica (após 4 meses) tem -se elevada avidez.captura: tamb m n resenta as interfer ncias observadas na imunofluoresc cia. desaparecendo em meses. que de form ica. podendo persistir por toda vida. permanecendo elevada por no mínimo 26 semanas.IgG e IgM Valor de Refer ncia . que apresentam IgG e IgM positivos. Sensibilidade de 88. Valores altos ° significam maior probabilidade de infecç recente. Maior sensibilidade que IgM na infecç c·°¸± Ž ° ita. A detecç ticorpos de alta avidez em pacientes com IgM positivo indica infecç iri mais de 4 meses. N o atravessa a placent bsorvida pelo leite materno.55 e < 0. Imunoensaio enzim tico IgM duplo sanduíche ou captura de anticorpos: elimina a interfer cia do fator reumatóide. PARDINI . Podem persistir por meses e at mais de 1 ano.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . com pico em 8 semanas e início de queda no sexto m s. Falso positivo para FAN pode ocorrer.. Títulos baixos podem persistir por mais de um ano em 20% dos casos. Teste de avidez de IgG: na fase aguda anticorpos IgG ligam-se fracamente ao antígeno (baixa avidez).5 mL de Soro p/ cada.55 ¼ Negativo » ≥ 0. N µ³ ltrapassa a placenta. Falso negativo para títulos baixos de IgG. diminuindo em poucas semanas ou meses.Toxoplasmose Coment  rios: N o existe nenhum teste. Est r vida? Teve contato com algum animal dom stico (gato. pois. Assim. Alto índice de positividade na populaç rasileira. Imumoensaio enzim tico IgG: independente do nível redizer se a infecç recente ou tardia. tendo. Alto índice de positividade na populaç brasileira. Teste de imunofluoresc cia indireta IgG: título começa a subir entre 4 e 7 dias após IgM. Podem persistir por 1 ano.. ò ò óuô †ô Continua. ° significando necessariamente infecç o recente. s´° ¶Œ til no ° diagnóstico da infecç c·°¸± Ž ° ita. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Falsos positivos para fator reumatóide e FAN podem ocorrer. Informaç es nece rias: Informar.

Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.5 mL de Soro p/ cada.10o C. .JO 8h.99 ½ ¾ positivo ndice > 0. PARDINI 245 .0 mL de Soro.JO 8h.JO 8h.Continu IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM Valor de Refer ncia IgG: < 10 UI/mL Valor½ de Refer ncia IgM: ¾ negativo ½ ndice < 0. TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor½ de Refer ncia: ½ Baixa avidez: inferior a 30% ¾ ½ Inconclusivo: entre 30 e 40% ¾ Alta Avidez: superior a 40% ¾ Condi o: 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.80 a 0. .99 Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . ñ ò  óuô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 4 meses ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ †ô Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina) p/ cada. ... ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.TOXOPLASMOSE óuB ô óuô B B IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG e IgM †Rþ ô Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.80 ¾ indeterminado ndice de 0.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. Líquor.JO 8h. Obs. devido a pos sibilidade de contaminaç do material durante a punç . . ˆu‰ ô ¡ †Rþ ÿ ‰ ò ò † Rô — †Rþ ô ˆ€‰ óuô óuô HEMOAGLUTINA•”– O INDIRETA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h.3 mL de Soro.5 mL de Soro. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ò ò õuóuô o.

sendo sintetizada no fígado e migrando para regi o beta na eletroforese. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. PARDINI . M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). insufici ncia c nita e atransferrinemia c nita.Transferrina Coment  rios: É a principal proteína de transporte do ferro.0 mg/dL ¿ Adulto À 200.0 a 360. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 2 a 4 dias.JO 8h. feita a detecç s substâncias benzoilecgonina e ecgonina. Pode ser detectado após 2 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. HPLC). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.. síndrome nefrótica. no uso de estrógeno e gravidez (elevaç o de 30 a 50%). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 1.5 mL). ˆu‰â“ —u” ‰u‘u’u“ ñ ò óuô †ô  † ˆuˆ ‰ý”€‘ ‰€‘uˆ ’u“ † ”† ˆu‰Ó”u‘ ˆ Triagem de Drogas de Abuso ANFETAMINAS Coment rios: No teste de triagem para anfetaminas e metanfetaminas realizado na urina. Condi o: Urina recente (mínimo 0.5 mL de Soro. desnutriç o prot ico -calórica. hemocromatose. Continua. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ¿ 3 meses a 10 anos À 203.0 a 400. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado.. Níveis baixos s contrados na reaç fase aguda. Valores elevados s contrados nas anemias ferroprivas. ñ v ô “u‘ † † ˆu‰©—ud óuô ˆt‰ † ‰ †©¨ ô   COCA¼ NA Coment rios: No teste de triagem para cocaína realizado na urina. feita a detecç substância D -anfetamina.000 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Útil para diagnóstico e manejo de anemias. Coleta assistida. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. . Coleta assistida. Sua síntes inversamente proporcional à quantidade de ferro s rico. neoplasias. Condi o: Urina recente (mínimo 0. ñ † v ô “u‘ † ˆu‰R—ud óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô  246 Instituto de Patologia Clínica H. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS.5 mL). hemorragias agudas.0 mg/dL Condi o: 0. HPLC).

se †©¨ ô  til no diagnóstico do infarto agudo do mioc rdio.. Sua presença denota necrose do tecido mioc rdico. É detect vel em 4 a 6h após a les mioc rdica. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. M todo: Quimioluminesc cia Níveis Terap uticos: < 1. permanecendo elevada por 6 a 10 dias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. HPLC). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 50 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Continu õuó€ô o. Condi o: Urina recente (mínimo 0.5 mL).  † ñ † ˆu‰ v ô “u‘ óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô   OPI¶” EOS Coment rios: No teste de triagem para opi ceos realizado na urina..0 ng/mL Condi o: 0. Após 7h. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS.TRIAGEM DE DROGAS DE ABUSO MACONHA Coment rios: No teste de triagem para maconha realizado na urina.5 mL de Soro. Condi o: Urina recente (mínimo 0. feita a detecç substância morfina. Outras causas de necrose mioc rdica tamb m elevar a troponina I. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Na insufici cia renal a especificidade do ensaio pode ser menor. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Pacientes com angina que apresentam níveis elevados (les o mioc rdica mínima) de cTnI t m prognóstico pior. N o deve ser utilizada como marcador absoluto do infarto agudo do mioc rdio. com pico em 12 a 18h. Pode ser detectado após 4 a 6 horas do uso e se mant m positivo por 7 a 10 dias após uso eventual ou 1 a 6 meses. HPLC). Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. feita a detecç da substância 11 -nor-9-carboxydelta-9-THC. Coleta assistida. ñ  v ô “u‘ † † ˆu‰÷—ud óuô ˆu‰ † ‰ Troponina I Coment  rios: A cTnI  m marcador de les o da musculatura cardíaca. PARDINI 247 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL). a sensibilidade 100%. Coleta assistida.  † ˆ ñ óuô †ô ò “u‘  ˆ   ‘€—u‰Á‡  † ˆ€‰ “ ˆ † uˆ—u”‰ “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. após uso crônico.

ˆ€‰ “€‘ Imunoensaio enzim tico: utiliza antígenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%).  ˆ u ‰ © — ˆ€‰ö‘u”  ˆu‰å—u” ˆu‰ “ †  † † “  †” † uˆ ‰ †‡ til para IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG .6%. .Trypanosoma cruzi Coment  rios: Os testes sorológicos s  tilizados para confirmaç e suspeita cl ínica da Doença de Chagas e triagem em bancos de sangue. . †  • —ô óuô ò Continua. . Os m todos Hemaglutinaç . doenças do col geno. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. sífilis. hepatites) recomendado que o soro seja testado.JO 8h. Imunoensaio de partículas em gel: a pesquisa de anticorpos por meio do imunoensaio de partículas em gel apresenta sensibilidade de 96. toxoplasmose. mas por apresentar baixa sensibilidade (69%). Tendo em vista a possibilidade de falso -positivos (leishmania.JO 8h. Apresenta menor reprodutibilidade que o ELISA. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. imunofluoresc ncia e imunoensaio apresentam sensibilidade próximo a 100%. IgM caracterizar fase aguda. maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva.JO 8h. mal ria.5 mL de Soro. pelo clínico assistente. Conser o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.. ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. em pelo menos 2 m todos diferentes antes de aceito. O Machado Guerreiro (Fixaç complemento) era o exame de escolha no passado. hanseníase. alguns cuidados s cess rios na escolha do m todo e sua interpretaç . entretanto. 248 Instituto de Patologia Clínica H.8% e especificidade de 94.5 mL de Soro.. óuô †R8© þõ€ÿ óuô ¡ ‰ óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ò IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). tem especificidade inferior à imunofluoresc ncia e ao imunoensaio enzim tico. baixa especificidade e complexidade na sua execuç mais deve ser utilizado. Imunofluoresc cia indireta: IgG xame sensível no diagnóstico da Doença de Chagas.QUANTITATIVO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a positividade da sorologia. ‘uˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  Hemoaglutinaç : utilizado para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade. Entretanto. PARDINI .

3 mL de Soro.0 mL de Soro. óuô ò †Rþ ô PESQUISA DE ANTICORPOS M todo: Imunoensaio de Partículas em gel Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.  ”î‡ Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA ñ ò  ˆ† Á ‰ d  ˆ€‰(‰ † dRm óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H.TRYPANOSSOMA CRUZZI HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.3 mL de Soro. A transglutaminase tecidual to-antígeno detectado pelos anticorpos anti-endomísio.. PARDINI 249 . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  negativo < 20 unidades entre 20 e 29 unidades  fracamente positivo  moderamente positivo > 30 e 39 unidades  fortemente positivo ≥ 40 unidades Condi o: 1.JO 8h. mas especificidade menor (94 a 100%).Continua. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti-tTG apresentam sensibilidade (95 a 98%) superior aos anticorpos anti-endomísio. .. ñ óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Á ò tTG Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. . O padr ro para diagnóstico de DC iópsia intestinal.

a IgM aumenta em torno do 8” e 10” dia após a erupç .coleta: Swab de nasofaringe. Laboratórios . atingindo o pico em 14 dias. enquanto baixos títulos de IgG s servados em adultos s s. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas.Swab de nasofaringe.Varicella zoster IgG / IgM. A presença de IgM ou alto título de IgG detectado poder correlacionar-se com infecç u exposiç recente. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.JO 8h.3 – VŸ RUS SINCICIAL Coment  rios: Permite diagnóstico r pido desses vírus em quadros de infecç s de vias reas superiores. ñ óuô ò “€‘  ™” d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† 250 Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos anti Coment  rios: O vírus da varicella zoster respons vel por duas síndromes clínicas: a catapor infecç rim ria e o herpes zoster que ocorre quando da reativaç vírus. É importante ressaltar que as vacinaç s induzem à síntese de Ig G. †  ˆu‰»—u‰ €ˆ ‰  d ö ë   u ” † ˆ€‰ö–  ™” ñ ˆu‰ ˆu‰«‰€m  ˆu‰Á—€”Ádu‘  ˆu‰ ˆu‰R‰ † —u” uˆ ‰ óuô ò †H• ð ô ¡ ‰ Vírus Respiratórios – Pesquisa direta ADENOVŸ RUS – INFLUENZA VŸ RUS A e B . É mais comum acima dos 50 anos. sendo freqüente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. Ocorre casos de detecç ticorpos 48 horas.5 mL de Soro p/ cada. colha toda secreç xistente e fricci one as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Quanto ao Herpes zoster.2. a IgM tectada na 1à semana após o rash. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. reaspire. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Na catapora. Na forma prim ria.Lavado de nasofaringe . incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. com pico geralmente no 18” e 19” dia. após o aparecimento do rash. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI . nos casos em que o material de ser aspirado. uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal. Liquor. Lavado de nasofaringe. embora a grande proteç seja do tipo celular.PARAINFLUENZA VŸ RUS 1. representa um a grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos.

altos títulos de FR se correlacionam com maior severidade da doença. Na AR juvenil sua ocorr nci s de 30%. sífilis. Em geral. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. doenças linfoproliferativas que evoluem com crioglobulinemia. toxoplasmose. Reaç s positivas para o FR n s specificas da AR.Lavado de nasofaringe . Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. bronquites e pneumonites). Como o diagnóstico clínico das infecç es por vírus no trato respiratóri complexo. j s t cnicas de isolamento s xtremamente demoradas. em decorr ncia da estimula ç liclonal dos linfócitos B. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Inferior a 6 UI/mL = negativo Condi o: 0.Swab de nasofaringe. Conservaç o de e nvio: Refrigerar a 4 o C. endocardite. reaspire. Laboratórios . PARDINI 251 . podendo estar presentes em outras colagenoses.JO 8h. . incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. a detecç nte por m todos diretos r ida e vantajosa.coleta: Swab de nasofaringe. na mal ria. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. mononucleose e outras doenças.3 mL de Soro. ñ † óuô ò “€‘ ‰ † ‰ù– † u – ™ Rëu”Rd † ˆu‰«” ‰† ™” ˆ€‰(” ˆu‰«—€‰«du’u” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Waaler Rose Coment  rios: Fator reumatóide um auto -anticorpo que est resente no soro da maioria dos pacientes portadores de artrite reumatóide (60 a 70%). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Lavado de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado.Vírus Sincicial – pesquisa direta Coment  rios: O vírus sincicial respiratóri rincipal agente viral caus ador de infecç s respiratórias baixas em crianças com idade inferior a 2 anos (Traqueo bronquites. O teste de Waaler -Rose apresenta algumas desvantagens devido a subjetividade na leitura e baixa reprodutividade. uˆ ‰ uˆ ‰ ” ˆò m† † R  – “ d † du–u”€‘ud “  ˆu‰«–€‰ ™” ñ óuô †iÿ ô Instituto de Patologia Clínica H. Veja tam m Fator Reumatóide. hepatite. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.

títulos de 1/160 ou maiores s quase que confirmatórios de infecç o recente. Na pesquisa de Salmonella paratyphi A e B s clinicamente significativos títulos iguais ou superiores a 1/160. Reaç s com antígeno “H “ s mais tardias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.4 mL de Soro. títulos de anti O iguais ou maiores que 1/160 s confirmatórios de infecç tiva. após a 1” semana de infecç . Typhi O Å S. Reaç s positivas com antígeno “O” ocorrem mais precocemente.1:80 Æ at :80 Å S. Na vi ncia de quadro clínico. Typhi H Æ at :80 Condi o: 0. Paratyphi A Æ at :80 Å S. ñ ”R‡ Ä Ricketsiose óuô ˆu‰ ò ˆ ’u“ ˆ uˆ ‰ ˆu‰ “ ˆu‰ †Rþ ô Widal (r ¢ ¢ £¤¥ o) Coment  rios: Test til no diagnóstico da febre tifóide. Paratyphi B Æ at . M todo: Aglutinaç (Proteus Ox19) Valor de Refer ncia: < 1:160 Condi o: 0.Weil Felix Coment  rios: Test til no diagnóstico das riquetsio ses.JO 8h. em geral. A reaç o n faz o diagnóstico entre tifo end mico e murino. pois somente indica a presença de uma infecç causada por riquetsia.3 mL de Soro. . PARDINI . . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Å S. ñ ˆu‰ ”LJ ˆu‰Rd ™” ™ ” ˆu‰ ˆò uˆ ‰ ˆu‰ óuô ††  ††  †Rþ ô 252 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. com títulos superiores ao anti O.

0 mL de esperma. as avaliaç s de motili dade em seus diversos parâmetros t m mais car ter subjetivo. -N recisa absti cia. Controle de Qualidade: Existem dois sistemas de aferiç : tamanho e forma conjugados ao brilho. Quanto menor a elongaç . Freqü ncia de oscilaç : É mero de vezes que o espermatozóide cruza a linha ideal por unidade de tempo. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. PARDINI .6. Nesse m todo. Elongaç o : É a relaç tre o eixo menor (largura) e maior (comprimento) da cabeça do espermatozóide. Velocidade com trajetória harmonizada : Retificaç trajetória real feita pelo espermatozóide. Este sistema de grande sofisticaç o tecnológica nos perm ite obter dados totalmente inacessíveis quando feitos por t cnicas manuais. que permitem caracterizar os espermatozóides. Amplitude lateral: Comprimento total da oscilaç cabeça. É uma medida de sinuosidade (Zig-Zags).` Coment rios: O cido cítrico roduzido pela próstata.M.Abstenç de 2 a 5 dias. p or exemplo. É uma refer cia para a morfologia. Linearidade: É a relaç tre Velocidade em linha reta/Velocidade curvilinear. hem cias. . † ™ ”ˆ ˆ€‰ ó€ô  † ˆu‰ ‘€ˆu‰ ˆ “u‘ ‘uˆu‰ “ †  ˆ ˆu‰R—ud ˆ€‰«—ud ˆ € ‰ ( ‘ € d ‡ ˆu‰ ( ‰ €‘ ‡ “ ˆu‰â”u‘ d R ˆ ˆu‰R”u‘ ˆu‰ d † d † † óuô †É•  € ˆ ‰ ˆ€‰ ‘uˆuˆu‰ ‰© ”(‘€ˆu‰  †  u“ ‘ † ˆ€‰  Continua. 253 Instituto de Patologia Clínica H. Interpreta o dos Novos Parâmetros de Motilidade: Progressivos: Percentual de espermatozóides móveis levando em conta a sua velocidade e linearidade. debris. cujo valor cerca de 0. totalmente controlado por computador. Importante porque est relacionada com a capacidade de penetraç zona pel cida do óvulo. Velocidade em linha reta: Velocidade m dia em linha reta do começo ao fim da trajetória. etc. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. garantindo a interfer cia de outr os elementos.. forma afilada ou tapering. Os dados da motilidade s o medidos rigorosamente por um sistema estroboscópico de alta precis o.Colher esperma por masturbaç sem que haja perda em frasco de vidro ou pl stico inerte. mais estreita a cabeça. enviar at h após a coleta. ñ cido Cítrico – Teste Bioquímico   óuô †ò †– ˆ€‰(” ˆu‰R—u‰R” ˆu‰à—€”u–u”u‘u—  ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ An e lise Seminal Computadorizada Coment  rios: É um exame indicado na avaliaç inicial da infertilidade masculina. É o elemento de c lculo para a linearidade. Conservaç o para envio: Enviar congelado. Tem sua produç ente da atividade hormonal e est ligado ao processo de coagulaç liquefaç sperma. . Velocidade curvilinear: Percurso efetivamente realizado pelo espermatozóide na unidade de tempo (trajetória re al).O. Condi o: Volume ejaculado. menor ser sua linearidade. .. Quanto maior a elongaç . no m ximo 7 dias ou C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 300 a 800 mg/dL Condi o: 1. leucócitos. mais larg cabeça. tais como. Usado tamb m para controle de vasectomia. Quanto mais o espermatozóide se afasta da Velocidade em linha reta.N colher em preservativos.

M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 100 a 350 mg/dL Condi o: 0. ñ óuô †ò ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ 254 Instituto de Patologia Clínica H.AN LISE SEMINAL COMPUTADORIZADA r Valores normais: Ç Velocidade c/ Trajetória Harmonizada: > de 33 micro m/seg Ç Velocidade em Linha Reta: acima de 28 micro m/seg Ç Velocidade Curvilinear: acima de 42 micro m/seg Ç Amplitude Lateral: entre 2 e 4 micro cia de Oscilaç : entre 6 e 16 hertz Ç Fr Ç Linearidade: acima de 60% Ç Elongaç : entre 54 e 68% Ç Progressivos: acima de 30% Distribuiç o das Velocidades: R pidos: acima de 25 micro m/seg M ios: entre 6 e 24.Continu õuóuô o..normal at % Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. PARDINI . M todo: Eosina Valor de Refer ncia: Acima de 60% de formas vivas Condi o: Todo volume ejaculado. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.9 micro m/seg Est ticos: imóveis . Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. ”€ë!u“u‘ ˆu‰ † — ô ô †H• ò ˆ€‰ y• @ † Color ¢ £¦¥ o Supra Vital .. Conservaç o para envio: Enviar congelado.Teste Bioquímico Coment  rios: É o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides.5 mL de esperma.9 micro m/seg Lentos: abaixo de 5.Teste complementar espermograma Coment  rios: Avalia a vitalidade dos espermatozóides. enviar at h após a coleta. Valores baixos indicam processos inflamatórios ou i nfecciosos na vesícula seminal. -N recisa absti cia. ñ óuô †H• ô †É• Frutose .

O. indica causa imunológica como fator de infertilidade. Conservaç o para envio: At dias entre 18o a 25o C. Este teste. Conservaç o para envio: At horas após coleta em t emperatura ambiente.Absti ncia de 2 a 5 dias. Condi o: 0. ñ †óuô  ò †iÿ ô ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. enviar at h após a coleta. ñ ˆ óuô †ô“ ò ˆ  Leucócitos Coment  rios: Valores aumentados s encontrados em processos infecciosos. Condi o: Todo volume ejaculado. PARDINI 255 . . M todo: Swelling Valor de Refer ncia: ≥ 50% apresentando inchaço de cauda. indica causa imunológica como fator de infertilidade.000. se positivo. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido.Absti ncia 2 a 5 dias.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: Este teste avalia a integridade da membrana do espermatozóide. se positivo. determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. ñ óuô ò ˆu‰ ô ‘u“ †H•  ‘€ˆ †É• ˆ † Immunobeads . Condi o: Todo volume ejaculado. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: At .N colher em preservativos. Conservaç o para envio: At m s entre 2o e 8o C. enviar at h após a coleta. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads.Hipoosmolaridade . . determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. peça intermedi ria ou cabeça. Este teste. ñ ˆ óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ‘u“ †H•  †É• ‘uˆu‰© ”(‘€ˆu‰ † TESTE INDIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads.M. peça intermedi ria ou cabeça. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.Imunologia do Esperma TEST DIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo.N colher em preservativos. .000/mL Condi o: 0. .3 mL de Esperma.5 mL de Soro da mulher ou homem – C.

. indica causa imunológica como fator de infertilidade. óuô ˆu‰ ô ‘u“ †H• ò ˆ€‰(—€”(‘€‰ ‘€ˆ †É• ˆu‰ ˆ † 256 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At semanas entre 2 o e 8o C. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.5 mL de Soro da mulher ou homem .Abstenç a 5 dias. . . Condi o: Volume ejaculado.N colher em preservativos.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: É utilizado para avaliar o potencial migratório dos espermatozóides. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. indica causa imunológica como fator de infertilidade. Condi o: 0. enviar at h após a c oleta.C.O. Condi o: Todo volume ejaculado.Imunologia do Esperma DIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo. ˆ€‰  Swim Up .N colher em preservativos. PARDINI .Mar Test .M. . M todo: Swim Up Valor de Refer ncia: Recuperaç mínimo 10% da concentraç inicial com melhoria da motilidade. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.Absti ncia 2 a 5 dias. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex. enviar at h após a coleta. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex. ñ uˆ ‰R—u” ˆ€‰ ò óuô †É• ˆ u ‰ R — u ” ÿ ˆu‰ ô ‘€ˆ †H• ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †iÿ ô ñ    ˆ † INDIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo.

ñ ˆuò‰R— du‘u—€†‰ “ ¡ (– ™” ˆu‰R—u‰R” “u‘ ˆu‰ ˆ u ‰ ™ ” ˆu‰ «–€‰ ˆu‰ “ †— “u‘ “  † † ™” Instituto de Patologia Clínica H. 4. 3 a 4 horas após a relaç sexual ou de acordo com instruç s m icas. . Dia adequado: metade do ciclo. .0 cm/hora Condi o: Todo volume ejaculado. 1. 2. PARDINI 257 . período ovulatório (a ser definido juntamente com o m dico). . ou seja. É Pobre: qu É Moderado: at espermatozóides no canal cervical c/movimentos lentos.Exame realizado somente na unidade aimor s. 6. 5. Cliente tem que comparecer na unidade. 3. Dirigir ao laboratório para o teste.N colher em preservativos. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. M todo: Observaç ireta ao Microscópio óptico Valor de Refer ncia: É Negativo: aus ncia de espermatozóides. Após o coito deitar de costas por 30 minutos com os joelhos dobrados e as coxas levantadas para evitar a perda do s men. A paciente e seu companheiro devem abster-se de relaç s sexuais 2 a 5 dias antes do teste. Use papel higi ico ou absorvente sanit rio. É Excelente: mais de 10 espermatozóides com movimentaç linear e ativa. ñ óuô ò ˆ ˆu‰ ô ‘u“ †H• ‘€ˆ †É• ˆ † Teste Simms Hühner È Teste Pós coital Teste complementar do espermograma Coment  rios: Avalia a interaç spermatozóide com o muco cervical. Instruç es As instruç s devem ser seguidas o mais estritamente possível. enviar at h após a coleta. N ser ssível faz -lo por algumas horas depois disso.Teste Penetr ¢ £¦¥ o "In Vitro" Teste complementar do espermograma Coment  rios: Este teste simula a interaç o do espermatozóide com o muco cervical (in vitro). mas todos imóveis. É Bom: de 6 a 10 espermatozóides no canal cervical c/movimentos lineares. resença de espermatozóides no canal ce rvical. M todo: Capilar Valor de Refer ncia: ≥ 2. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.Absti ncia 2 a 5 dias. Atenda às necessidades higi icas antes da relaç sexual.

PARDINI .258 Instituto de Patologia Clínica H.

Conservaç o de envio: Enviar o mais r ido possível. Os esfregaços confeccionados no ato da coleta s o conservados fixados pelo calor brando. Ascítico ou peritonial. Para pesquisa de Hanseníase: Raspado da incis lo de Orelha. baço . n sendo recomendado. Líquor. Sinovial. e Cryptococcus spp. S testados: Econazol. Cetoconazol). Nunca refrigerar sangue. Conservaç o de envio: Urina – at ras em temperatura ambiente ou at 8 horas se refrigerada. As amostras de urina de 24 horas colhidas em “pool” s o inadequadas. Conservaç o de envio: Para leveduras j isoladas enviar em meio apropriado (Agar-Sabourand Glicosado) sob refrigeraç m cultivos de no m ximo 48 horas. Manter entre 2 o a 8o C. Les s ativas de pele ou reas dormentes. Hanseníase e outras formas de infecç s). Lavado Brônquico. M todo: Cultura em meio específico Condi o: Escarro. Ascítico. Lavado G strico (JO 8h). o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Cetoconaz ol. Líq. Fluconazol. desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. fezes. Urina: Colher a amostra de Urina pela m (1 a Urina do dia). N tilizar meios suplementados com antibiótic os. biópsias. Nas secreç s das feridas somente s for possível a obtenç spirados ou biópsias. Clotrimazol. Obs. Nas secreç s de fer idas somente se n for possível a obtenç de aspirados ou biópsias. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). O teste para 5 fluorocitosina ser realizado se solicitado em separado. Líq. Lavado Brônquico. O material dever ser entregue ao laboratório o mais r ido possível após a coleta. A s amostras de 24 horas colhidas em “pool” s inadequadas. desprezar o 1o jato e colher todo o restante da micç o. Líq. Cryptococcus spp) isoladas de cultura positiva. Líq. medula óssea. dobra de Cotovelo. Pleural. etc (Swabs evem ser utilizdos. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Secreç s de Feridas. sangue. sangue menstrual. At ras em temperatura ambiente ou at 48 horas entre 2o e 8o C. Clotrimazol. Bacterioscopia PESQUISA Coment rios: É diagnóstico na maioria das infecç s causadas por micobact rias (Tuberculose.  ñ ™” ˆ óuô ™” ˆ ˆ ˆu‰ ô u– ˆ ‘uˆu‰R—u” ud ‘ ¡ ˆ  ™” ˆu‰«—u” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. sistema nervoso central . secreç s de feridas. Aspirado transtraqueal. Condi o: Leveduras (Cândid a spp. Liq. rins . Punç Abscessos. M todo: Difus isco em meio específico (Anfotericina B. Anfotericina B e Nistatina. Punç o de Linfonodos. etc (swabs vem ser utilizados. líquor. Nistatina. Urina (enviar volume total colhido). Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Pleural. ñ €ˆ ‰à—u‰Û— óuô ô    ‡u‘u’ ˆu‰ ™ ‡u‘u’  ˆ€‰¹ ˆ€‰(” Baar. Miconazol. ñ ™” † ™” ˆ† óuô ˆ ô © † š ¡ ‰ ”«‘uˆu‰ ™ ” ˆu‰R—u† ”R‰ •uêum  ‘€ˆu‰ý— uˆ « ‰ u— « ”d †É• ˆ† ™” ¡ˆ d € ‘  ˆu‰ ™ ” €–  CULTURA Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s pulmonares localizadas ou disseminadas p ara outros locais do corpo como medula óssea . M todo: Ziehl Neelsen Condi o: Para pesquisa de Tuberculose: Escarro. Aminiótico. Lavado G strico. Líq. al m de au xiliar na monitoraç o de pacientes em tratamento com antimicobacterianos. Todas as amostras dever o ser enviadas em frascos limpos. * Colher amostra de Urina pela m (1a Urina do dia). Econazol. Urina recente* (enviar volume total colhido).: Mucosa nasal local menos sensível e específico. PARDINI †©š ¡ ‰ ˆu‰ † 259 .Antifungigrama Coment  rios: Orienta na escolha do antif ico adequado ao tratamento de infecç es f icas causadas por leveduras (Cândida spp.).

Secreç s.Bacilo Dift ’ rico PESQUISA Coment rios: É diagnóstico presuntivo de Difteria. Les s Cutâneas ou outros materiais especificados pelo clínico. Líq.: Para pesquisa de portadores assintom ticos.Como a maioria das infecç es por Anaeróbios s mistas. etc. Celulite.Raramente outras amostras. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâm ina de vidro. M todo: Microscopia . nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. PARDINI . Urina colhida atrav s de Punç Supra -P bica. Ascítico. Condi o: Secreç o de Orofaringe. Lav. Nasofaringe e Les s Cutâneas . Nasofaringe. Escarro expectorado e Urina obtida por micç o espontânea ou Cateterizaç . . a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. M todo: Semeadura em meios específicos. Punç Seios Paranasais.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. etc. assim como Fezes. ñ  óuô ˆ ô ˆ€‰(— † † ™”  † ™” ˆ ˆu‰Ù– Bact’ rias Anaeróbias. ñ óuô ˆu‰R—u” ô d † ‰um ™ †— ˆu‰ ™ ” ‡ † ˆ ˆu‰ ˆ€‰ †  † €– 260 Instituto de Patologia Clínica H. recomendado Swab de Nasofaringe. M todo: Semeadura em meios específicos incubados em atmosfera de anaerobiose Condi o: Abcessos fechados. Brônquico. Obs. Obs. Aspirado Transtraqueal. recomend vel fazer em paralelo Cultura para Aeróbios e Gram. seguida de identificaç o. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Líq. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. ñ  óuô ˆ ô ˆu‰R–u” vv  ™” †  CULTURA Coment rios: Confirma o achado da bacterioscopia atrav s do cultivo do microrganismo. N rocedemos à confirmaç iagnóstica atrav s da pesquisa de toxina. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135 C com rolha de borracha.Pleural.Geralmente a amostr tida pelo m ico assistente. Obs. Nasofaringe. cultura Coment  rios: O exame auxilia no diagnóstico de infecç s em que microorganismos anaeróbios possam estar envolvidos. Sangue. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto.: Qualquer material colhido por Swab (Garganta. .) inadequado. Conservaç o de envio: As amostras devem ser enviadas em meio de Loeffler ou de Stuart.Coloraç lo Albert Laybourn e Gram Condi o: Secreç o de Orofaringe. a amostra recomendada o Swab de Nasofaringe. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos especiais de hemocultura destinados a cultivo de anaeróbios. Líquor.

M todo: May-Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente. Conservaç o de envio: In Natura. M todo: Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Exsudato das les s. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.Campylobacter. estas inclus s. a alta inci cia de falsos resultados negativos limita seu uso. -N star em uso de antimicrobiano. ™” — † ñ ò óuô ™” vv  ô † ™ C ’ lulas de Inclu —¦¥ o Citomeg e lica Coment  rios: Quando presentes. at horas. fornecido pelo laboratório. tem grande valor diagnóstico. ñ óuô ˆu‰R—u‰ ˆu‰Rô” †ÿ C ’ lulas Herp ’ ticas. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado so bre lâmina de vidro. devendo ser complementada com outras t cnicas mais sensíveis. Cary-Blair. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). PARDINI 261 . Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o e 8o C. ñ ™” óuô ò † —u“u‘ ô Instituto de Patologia Clínica H. cultura Coment  rios: Isolamento e identificaç s Campylobacter spp em quadros de enterocolite aguda. entre 2 o e 8o C. pesquisa ( s¤’ lulas de Tzanck) Coment  rios: Nas infecç s por Herpes vírus simplex e zoster o achado de c lulas gigantes (Tzanck) em les es ativas iagnóstico. Contudo.

pneumonia do RN. pus de b inguinal. conjuntival. portant feito em Urina. ñ  † óuô ô ‡ ˆ«du‘ † ”«‘uˆu‰«–€‰u—u”«” †Rþ umuˆu‰ ‰R‘uˆu‰ † ™” PESQUISA . esperma e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). conjuntivites de inclus o. Obs. tracoma. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. em temperatura ambiente. retal e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). Obs. uretrites n o gonocócica. Conservaç o de envio: Esfregaços em lâminas apropriadas fixado com 2 gotas de metanol e/ou acetona.GIEMSA Coment rios: Esse m todo apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico das conjuntivi tes de inclus rec mnascidos. Sua sensibilidade decresce para o diagnóstico de conjuntivites em adultos e infecç es do trato genital.Material endocervical. linfogranuloma v reo. pus de bub inguinal. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço.Material uretral. esperma. ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar.: Esse teste requer amostra c/ mero adequado de c lulas. aguardar.: Esse teste requer amostra com um n mero adequado de c lulas.Chlamydia trachomatis Coment  rios: CULTURA Indicado no diagnóstico de infecç s do tipo: cervicites . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. conjuntival. endocervical. endocervical. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente ou at 24 horas entre 2o e 8o C. doença inflamatóri lvica. PARDINI . Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro.  ñ † ˆu™ ‰Û—u” † óuô ò ô vv  262 Instituto de Patologia Clínica H. o paciente deve vir pela manh tes de urinar. M todo: Inoculaç m Monocamada de cultura de C lulas McCoy Condi o: Raspado uretral. portant feito em Urina. . Secar o esfregaço em temperatura ambiente. . a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç es tópicas. Enviar at dias. em gelo recicl vel. o paciente deve vir pela manh tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. retal.Para material endocervical a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas.Para material uretral. . . ñ ”u‘ † ™ ” ˆ dî– † ˆ ó u ô ˆu‰R” ô † u– ‘u‡ ˆ÷du‘ † ”R‘uˆ€‰(–€‰u—u”R” m† †  ˆ€‰ ‰R‘uˆu‰ † ™ IMUNOFLUORESC NCIA DIRETA M todo: Anticorpo Monoclonal Condi o: Raspado uretral. M todo: GIEMSA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de conjuntiva ocular.

Conservaç o de envio: LCR deve ser enviado ao laboratório imediatamente e n o pode ser submetido à refrigeraç .).Coprocultura Coment  rios: A cultura de fezes identifica microrganismos enteropat icos em casos de diarr ia aguda ou crônica. PARDINI 263 . M todo: Ziehl .Fezes rec m-excretadas antes da administraç timicrobianos. lavado bronco -alveolar.Escarro . No Laboratório Her mes Pardini as culturas s direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. pesquisa Coment  rios: Diagnóstico da Criptosporidiose em quadros intestinais.Preferencialmente. Shigella spp. ñ ’u“u‘ ˆu‰ ‰u’u“u‘ † óuô ˆu‰Ýmud ô † ˆ€‰(—€”(d€‘ Corynebacterium minutissimum.Neelsen Modificado Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recentes. mas nestes a infecç auto -limitada. As fezes acondicionadas em cary-blair podem ser preservadas entre 4o e 8o C. entre outros eventuais patógenos. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro ou enviar as escamas obtidas em frascos limpos. seguida de identificaç cteriana bioquímica e/ou sorológica. ñ ˆt‰ † m† óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Instituto de Patologia Clínica H. E. . M todo: Coloraç Giemsa Condi o: Raspado de pele . pesquisa Coment  rios: Exame microscópico direto q ue permite diagnóstico r pido da Criptococose em LCR (meningites) e outros materiais (escarro. coli enteropato icas. Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). ñ óuô uˆ ‰Rdu‰ ô ‘uˆu‰R” Cryptococcus Neoformans. ñ  óuô ò ô ˆ ˆu‰ Cryptosporidium.Lavado Brônquico e outros. lavado brônquico. M todo: Semeadura em meios de cultivo específicos. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C ou em formol a 10%. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Líquor . etc. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”. pesquisa Coment  rios: Exame bacterioscópico para o diagnóstico de Eritrasma. star em uso de medicamentos tópicos. fornecido pelo laboratório. Campylobacter spp. principalmente em pacientes Imunocomprometidos. A Criptosporidiose pode tam m afetar paciente imunocompetentes.

Conservaç o de envio: Conservar em salina est ril em temperatura ambiente ou em frascos esterilizados. . ô ˆu‰ ˆu‰»mud  †— ANAERÓBIOS N o se processa antibiograma para anaeróbios. Escarro.Preferencialmente.Como a maioria das infecç s por anaeróbios s mistas. Conservaç o de envio: Conservar de acordo com o material especificado ou tipo de cultura a ser executado. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135o C com rolha de borracha.Material de regi suspeita de infecç cteriana (Só ser feito quando o m ico pedir MIC ou Cultura Automatizada).) o ideal. Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreç vaginal. Secreç s de Feridas. nasofaringe. uretral e urina 1 o jato). pesquisa r Ê IOS – PARASITAS FUNGOS – TRICHOMONAS – PROTOZOË SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de Tricomoníase. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos anaeróbicos de hemocultura. M todo: Identificaç o dos microorganismos e Teste de sensibilidade a antimicrobianos com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) pelo sistema Micros can (walkAway 96) ”à‘€ˆu‰ óuô † ñ ™ ˆ ˆu‰  † ˆu‰î—ud ˆu‰ ˆu‰â—ud AERÓBIOS Condi o: Diversas . Cocos Gram-positivos. recom vel sempre fazer em paralelo cultura para aeróbios e gram. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar.Nunca deixar amostra em contato prolongado com o ar. Punç o de Linfonodos e Abcessos. Detecta cepas produtoras de Beta-lactamases e de Beta-lactamases de espectro ampliado (ESBL). secreç s. . . PARDINI . ñ óuô ˆ ô ˆu‰ ‘uˆu‰R” † ˆu‰Û—u‰Û— ™” ˆ 264 Instituto de Patologia Clínica H. expectorado e urina obtida por micç spontânea ou cateterizaç o. Uretral.Cultura + Antibiograma Automatizado Coment  rios: O m todo especifica a suscetibilidade antimicrobiana com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) com ampla variedade dde antibióticos.Qualquer material colhido por Swab (garganta. assim como fezes. ˆ óuô ™” ˆu‰ ô † ”u‘€—u ˆ€‰(” ™ ” ‘ u ˆ € ‰ ˆ † €– Direto a Fresco. Identifica bact rias Gram -negativas fermentadoras fermentadoras. Sangue e Líquido ascítico: enviar no frasco próprio para hemocultura de anaeróbios. leveduras e microrganismos fastidiosos como Haemophilus spp e Neisseria spp. . Determina se h sinergismo entre penicilinas e aminoglicosídeos nas infecç es graves por Enteroccus spp. escarro. etc. Enviar o material ao laboratório imediatamente após a coleta. M todo: Microscopia Direta Condi o: Secreç o Vaginal. Anaeróbios. etc. Urina 1 o Jato (1a micç ia). Condi o: Enviar no meio de transporte para anaeróbios (tioglicolato 135 o C). Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. star em uso de medicamentos tópicos.

M todo: GIEMSA Condi o: Esfregaço de les o.). pesquisa Coment  rios: O exam  tilizado no diagnóstico das ectoparasitoses (escabiose. ñ ‡ † ˆ€‰ö—u‰ s macrófagos com cor s culos de –u‡ óuô ô ˆ ‘uˆu‰R” ˆ Ectoparasitas. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. granulomatis. identificaç ¥ o Coment  rios: Permite o diagnóstico das infecç s f icas (micoses superficiais. cromomicose. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fungo isolado em meio de cultura. PARDINI 265 . óuô ò ™ ” ‡u‘€’ - Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Microscopia Direta Condi o: Raspado de Les s de Pele e los. pediculose. atrav s da visualizaç C. histoplasmose. star em uso de medicamentos tópicos. . . etc. esporotricose.Preferencialmente. entre outras).Preferencialmente. star em uso de antimicrobiano.Donovanose Coment  rios: É til no diagnóstico do granuloma inguinal. biópsia de borda da les o. Conser o de envio: Conservar em temperatura ambiente. ñ óuô ©8õuóuô ”† ™ ” ‘uˆu‰R” u– “ Fungos. subcutâneas ou profundas dermatofitoses.

cultura Coment  rios:  tilizado principalmente no diagnóstico das vaginoses bacterianas. Conservaç o de envio: Meio de transporte Stuart ou frasco apropriado. em temperatura ambiente. Escarro. prost ticas. urina e sangue. punç de linfonodos. ñ ˆu‰ ò óuô ˆ ô ˆ   ˆ ud –u“ ™ †  ‡€† ‘u ’ ˆu‰R—u” ™ ” † u– ™” “ ™ ˆu‰Ý—u” ˆu‰R—u”R–u” – u “ ˆu‰í—€” ˆu‰ CULTURA Coment rios: Utilizada no diagnóstico das infecç es f ngicas em diversos materiais clínicos com identificaç agente causal. abscessos: conservar entre 2o e 8o C. Escarr o. Líquor n deve ser refrigerado. Punç linfonodos. Urina 1 o Jato. P los.Secreç o Vaginal. o r ido transporte das amostras ao laboratório. Secreç s de Feridas.Secreç Uretral . Urina. raspado cutâneo descamativo.Descamaç le. líq. Os microrganismos O exam podem ser tam m isolado em infecç es uri rias. ñ ” † m† ™ ‘u  ˆu‰ 266 Instituto de Patologia Clínica H. caso positivo. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses s coleta adequada. secreç feridas. corporais. Unhas. Lavado Brônquico. Unhas e Líquidos corpóreos.Urina 1o Jato. uretrais e no sangue. Secreç es de Feridas. P los. Sangue. PARDINI . escarro. Uretral. Conservaç o de envio: Biópsia de tecido. Descamaç Les s de Pele. permite pronta instituiç o t er tica. P los. -N star em uso de antifungicos. M todo: Semeadura em meios específicos Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de Les s de Pele. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Vaginal . Biópsia de Les s. tilizado tamb m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. entre 2 o a 8o C. seu pronto e adequado processamento e inoculaç s meios apropriados. Fezes. . escarro. Secreç s Uretrais e Vaginais. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal. Líquor. unha. uretral. ñ ˆ€‰(d ò ™ ‡ ˆ€‰(‘€‰ u– ˆu‰ý—u‰ óuô “ ˆu‰ óuô ˆ ô ˆu‰Rô” ™” “ ™ ” ˆu‰R—u” ™” ™” Gardnerella. los e unhas: em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE . Punç Linfonodos.Fungos PESQUISA Coment rios: O exame micológico direto tilizado para diagnóstico r ido das micoses e. Urina 1 o jato. Abcessos.

Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: As amostras forem enviadas em esfregaç s fixados em lâminas. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. as amostras devem ser mantidas em temperatura ambiente at seu processamento. Fungos. protegidos da luz. n star em uso de antimicrobianos.Preferencialmente. M todo: Microscopia ao Gram Condi o: Esfregaço de Les .Preferencialmente.0 mL de Sangue Total Ï Adulto Î 10. Mobiluncus. ñ ”†‡ Pesquisa de Cancro Mole óuô ™ ‡ ô ˆ€‰ ˆu‰R” Hemocultura Automatizada Coment  rios: Diagnóstico de processos infecciosos sist micos. Informaç es nece r ias: Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta – V rias pesquisas como a de Gardnerella. M todo: Detecç o r ida computadorizada de Microorganismos aeróbios e anaer óbios por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano. Em ambos casos.Gram Bacterioscopia Coment  rios: O exame bacteriscópico ao Gram permite um estudo mais acurado das características morfo -tinturais das bact rias e outros elementos (fungos. Exemplos: Uretrites gonocócicas. Cancro mole e infecç s urin rias (gram da gota de urina n o centrifugada). PARDINI 267 . heparina. Gonococos.Coloraç lo Gram Condi o: Qualquer material de regi suspeita de infecç r microorganismo. Meningites bacterianas.0 mL de Sangue Total . star em uso de antimicrobianos. distinguindo as les es de outras lceras clinicamente semelhantes. ñ † u– vv  óuô ˆu‰R–u” ˆu‰ ™”  —† ˆ ™ ”™ ˆu‰R–u‰ ô † ” u‘ €ˆ ‰ ™ ë u ì Ì ™”  ˆu‰ H. Ducreyi Coment  rios: O exam til no diagnóstico do Cancróide (Cancro mole). ducreyi. ñ óuô ˆ u– ò “ ˆu‰ì” ‘uˆu‰R” ô † u”«‘uˆu‰ ˆu‰Û” ˆ † Instituto de Patologia Clínica H. leucócitos. Conservaç o de envio: As amostras q forem coletadas nos frascos próprios do equipamento ESP devem ser coletadas em tubos est reis com soluç o anticoagulante (citrato. M todo: Microscopia . Neisseria.. outros tipos celulares. pelo achado das formas bacterianas características do H. H.0 a 5. . SPS). Ducreyi. Conservaç o de envio: Esfregaço fixado pelo calor. associaç Fuso -Espiralar. podem ser solicitadas atrav s do Gram. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Í Criança Î 1. etc. Vaginose. Presta informaç es importantes e r idas para o início de terapia dando i ia semi-quantitativa em algumas infecç s e estabelece diagnóstico em muitos casos. devem obedecer às recomendaç es determinadas para cada tipo de material como se fosse ser processado como cultura. etc).

Australis. Butembo. Castellonis. etc. Panama.Client ve estar em uso de medicamentos tópicos. oral e genital . Shermani. c s. Cynopteri. Hardjo. Pyrogenes. 268 Instituto de Patologia Clínica H.Altas concentraç s de anticorpos no soro dos pacientes poder o acarretar resultados falso -negativos (casos raros). Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s(rosa). Pomona.JD 4h. Condi o: 1. Bratislava. Hebdomadis. O exame deve ser repetido at semanas para confirmaç . Tarassov e Wolffii. Patoc. nos casos suspeitos. . Copenhageni. Gryppotyphosa. Pode ocorrer demora no aumento dos títulos dos anticorpos. . Ballum. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço.). SORO AGLUTI’”“”•– O MICROSCÓPICA M todo: Soro Aglutinaç o microscópica com antígenos vivos Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Títulos igual 1:100. Javanica.Andamana. quando a colet feita em les s após a eclos s vesículas. Antígenos utilizados: L. Canicola. dependendo da clínica. cultura Coment  rios: Indicado no diagnóstico de infecç s mucocutâneas . Icterohemorrhagiae.0 mL de Soro.. Bataviae. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. animais de corte. podem ser considerados negativos. Condi o: Bact ria vi vel isolada enviada em meio de cultura óuô †  ”î’u“u‘€” –† ˆu‰î” determinaç ˆu‰ Leptospirose Coment  rios: Indicado no diagnostico diferencial em pacientes e ou animais onde o ambiente seja potencialmente contaminado por Leptospira (presença de roedores . Obs. Celledoni. Djasiman. ñ ó u ô ˆu‰R” ™” ô ”R‘uˆu‰R—u” † ˆ ˆu‰ ” † † d† ™” ˆu‰«—ud  m ††  ÿ Identifi s ¢ £¤¥ o de Bact’ ria e Antibiograma Automatizado Coment  rios: Identificaç o a nível d ro e es cie do microrganismo causador da infecç quantitativa (MIC) da sensibilidade aos antimicrobianos.: A sensibilidade do exam muito baixa. at horas em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C por at 24 horas. ñ ˆu” ò ˆ ˆ€‰ ™ ” ˆ † ¨ óuô †ô Continua. . em gelo recicl vel.Herpesvírus. Autumnalis.. PARDINI . M todo: Inoculaç m monocamadas de Cultura de C lulas Hep 2 Condi o: Fluído da Vesícula da Les .

Continua...LEPTOSPIROSE

PESQUISA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE M todo: Microscopia Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos qu uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica ou Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 30 mL Urina recente - 1,0 mL Líquor. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ copo de a, para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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CULTURA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HO RIZONTE M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos que uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica o u Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 0,5 mL Líquor - 30 mL Urina recente. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ c , para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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Micobact ’ rias, Cultura Automatizada Coment  rios:

Permite a detecç mais r ida de infecç s causadas por micobact rias. M todo: Detecç o r ida computadorizada de micobact rias por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano Condi o: 5,0 a 10,0 mL de Sangue Total heparinizado. Medula óssea – Líquor – Líq. corpóreos – Escarro – Lav. Brônquico, Bronco Alveolar, etc. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Sangue, nunca refrigerar. Demais amostras manter entre 2o a 8o C. As amostras dever ser enviadas em frascos limpos.

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Micológico Direto Coment  rios:

O exame micológico diret tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç terap utica; tilizado tam m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarro, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç o de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

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Mycoplasma, cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Uri rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh antes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical a pacient e estar menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r ido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s . Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1 o Jato de Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Mycoplasma pneumoniae, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico das doenças das vias reas superiores, traqueobronquite, pneumonia atípica. M todo: Isolamento em meio de cultura Condi o: Escarro, Lavado Brônquico, Líq. Pleural e Swab de Nasofaringe. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa), at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Neisseria gonorrhoeae, cultura Coment  rios:

O exam til no diagnóstico de infecç es causadas por Neisseria gonorrhoeae. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Uretral, Endocervical, Vaginal, Retal, Faríngea, Conjuntival, outras (Punç e Articulaç s, Líquor, Sangue, etc.). Laboratórios: Envi conselhado devido a vida curta da Bact ria. Obs.: A Vagina da mulher adulta raramente se infecta, sendo recomendada a coleta no canal Endocervical. - A bact ria n sobrevive na Urina, sendo recomendado a coleta na Uretra. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Meio de Thayer-Martin ou Stuart.

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Pneumocystis Carinii, pesquisa Coment  rios:

Seu ach iagnóstico de Pneumocistose devido ao fato do P. carinii n o se desenvolver em meios de cultivos. M todo: Giemsa - Fast Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Lavado Brônquico, Aspi rado Transtraqueal, Biópsia Pulmonar, Escarro Expectorado. Conservaç o de envio: At ras, refrigerada entre 2o a 8o C.

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RotavírusÐ pesquisa Coment  rios:

Detecç o r pida do rotavírus em fezes, permitindo diagnóstico diferencial com outras gastroente rites aguda, evitando o uso desnecess rio de antibióticos. M todo: Anticorpo Monoclonal Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Realizar a coleta preferencialmente durante os primeiros 3 a 5 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Conservaç o de envio: Enviar imediatamente, mantidas em banho de gelo em frascos que n o contenham conservantes, meios de transportes ou detergentes.

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Streptococcus A (Imunoteste Re pido) Coment  rios:

A detecç r ida de antígenos do Streptococcus pyogenes (grupo A de Lancefield) permite a instituiç precoce do tratamento adequado evitando as graves seqüelas das infecç s por este microrganismo. M todo: Imunoensaio p/detecç Antígeno Streptococcus pyogenes Condi o: Secreç Orofaringe, Nasofaringe e Amigdalas. - Colher preferencialmente antes da administraç tibacterianos pela m , antes do desjejum e da higiene oral. Conservaç o de envio: Swab sem meio de transporte, enviar imediatamente ou sob refrigeraç por at ias.

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Treponema, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Coment rios: Detecç o do Treponema pallidum em les s sifilíticas prim rias ou sec diagnóstico precoce, pois os testes sorológicos se positivam tardiam ente. M todo: Microscopia em Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Condi o: Exsudato da Les o. Conservaç o de envio: Em salina est ril, em temperatura ambiente.

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Trichomonas
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

PESQUISA

Coment rios: Diagnóstico de Tricomoníase. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Uretral, Secreç Vaginal, Secreç o Colo Uterino, 1 o Jato Uri rio. Conservaç o de envio : Conservar em temperatura ambiente e enviar imediatamente.

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CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites o gonocócica, prostatite, irritaç vagina, vulva e períneo, secreç rulenta aquosa , etc. M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Secreç cervical, Secreç Uretral, 1 o Jato Uri rio, Esperma. - O cliente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. -N e estar menstruada, nem fazendo uso de medicaç tópica. Conservaç o de envio: Enviar at ras após coleta em temperatura ambiente.
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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Tuberculost e ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimiotere picos Coment  rios:

Indicado nos casos de tratamento adequado para tuberculose, fal ncia de tratamento, retratamento , pacientes com suspeita de resist cia . M todo: Cultura em meio específico com Drogas Condi o: Cultura positiva para micobact rias no material de: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç o de Abscessos, Punç Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue ou fezes. * Colher amostra de Urina pela ma (1a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Laboratórios: Na amostra de BK cultura positiva pode ser solicitado a inclus ste teste. - Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Cultura positiva para micobact rias ou cepa vi vel em temperatura ambiente.

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Ureaplasma, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Urin rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical e vaginal a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar amostras em meio de transporte específico, fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s (rosa). Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1o Jato Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at ras, em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Vacina Autógena Coment  rios:

As vacinas autó genas s o utilizadas especialmente em casos de furunculose, acne supurada, infecç s recidivantes ou de car ter crônico (amigdalites, faringites, sinusites). N feita a vacina caso o microrganismo isolado seja o Streptococcus pyogenes. M todo: Isolamento e esterilizaç o da bact ria isolada Condi o: Bact ria isolada de infecç s bacterianas de car ter crônico ou recidivante (Acnes, Fur nculos, Amigdalites, Abcessos, etc. Obs.: Vacina contra-indicada se o isolado for um Estreptococo β Hemolítico do grupo A. Conservaç o de envio: Bact ria isolada ou conservar em meio de transporte Stuart.

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Vibrio cholerae, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Vibrio cholerae. M todo: Semeadura em meio específico, seguida de identificaç o e sorotipagem. Condi o: Fezes, Vômitos, Swab Retal. - Colher antes da administraç o de antibióticos. Conservaç o de envio: - In natura, at 2 horas em temperatura ambiente ou at ras refrigerada. - Cary-Blair, at ias entre 2o e 8o C. - Tubos tonada alcalinizada (APA), at ras em temperatura ambiente.

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Yersinia Enterocolítica, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Yersinia enterocolítica. M todo: Semeadura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”.

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Mineralograma Coment  rios:

Avaliar defici cia ou excesso de elementos essenciais com fins nutricionais, a efic cia e controle dos tratamentos de quelaç , níveis endógenos de minerais, oligoelementos, metais tóxicos, no controle e monitorizaç de contaminaç mbiental. M todo: Inductively Coupled Plasma Emission Spectroscopy Condi o: Unha - Cabelo - Sangue. UNHA Coletar 2,0 gramas de unhas, o que equivale a uma colher de sobremesa. Pode-se colher de v rios locais diferentes e juntar o material at conseguir o peso exigido. As unhas n o devem receber nenhum tratamento químico por 1 semana antes da coleta. CABELO As amostras par lise de cabelo que refletem com mais precis atual perfil mineral do organismo s uelas de cabelo mais recente, na regi ca. Uma quantidade de cerca de 2,0 gramas necess rio para a lise (cerca de uma colher de sopa), que dever ser pesado usando-se a balança. O cabelo dever ser cortado o mais próximo do couro cabeludo e limitado aos primeiros 2,5 cm do cabelo. Quando o cabelo tiver sido tratado recentemente com cosm ticos (permanentes, tinturas, descoloraç o, reflexo, etc...) consel vel aguardar cerca de 10 semanas antes de coletar a amostra para an lise. Estes tratamentos podem alterar os níveis de alguns minerais, notadamente o c lcio, mag sio, zinco, cobre, chumbo e níquel, podendo levar a uma interpretaç uivocada dos resultados. O uso los pubianos ou outros los corpóreos par lise de mineral dever ser reservado para aquelas situaç s onde isponibilidade alguma de cabelo na regi cabeça ou ent ra os testes confirmatórios propostos para distinç o entre contamina ç xterna do cabelo, da absorç interna de elementos tóxicos. CABELOS MÉDIOS OU LONGOS Ñ Horizontalmente parta o cabelo para tr s da cabeça e puxe para cima e para fora. Ñ Corte uma tira fina de cabelo próximo do couro cabeludo. Ñ Corte e despreze as pontas desta tira, ficando apenas com 2,5 cm mais próximos do couro cabeludo. Ñ Pese o restante na balança de amostra e repita at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Coloque o cabelo pesado no envelope. CABELOS CURTOS o puder ser cortado como descrito acima, uma tesoura ou uma Ñ Quando o cabelo for muito curto lâmina fina poder ser utilizada para aparar o cabelo at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Pese o cabelo na balança de amostra e coloque no envelope. SANGUE Coletar 6,0 mL de Sangue total (heparina). JO 12h. Enviar o material no tubo de heparina específico para este exame (fornecemos este tubo sem ônus). Favor enviar o questio rio devidamente preenchido. INSTR ÒËÓ ÕES IMPORTANTE: O indivíduo que coletar a amostra dever estar com as m s limpas e secas antes de iniciar o corte e manuseio do cabelo. Tam m, para evitar contaminaç mostra, coloc -la sobre superfícies sujas ou empoeiradas. É muito importante ainda que a tesoura utilizada esteja bastante lim tenha pontos de ferrugem. REALIZADO SOMENTE NAS UNIDADE MATRIZ E BARREIRO.

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ANTIOXIDANTES
Antioxidantes Totais Coment  rios:
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Representa proteç rgânica contra a aç M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,1 a 2,0 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Glutation Peroxidase Coment  rios:

Representa proteç rgânica contra a aç radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 31 a 47 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Superóxido Dismutase Coment  rios:

Representa proteç rgân ica contra a aç o de radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 750 a 1200 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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ñ óu† ô †ò ˆ LDL-PX  †Rþ ô Malônico Dialdeído Coment  rios: Õ MDA Avalia os danos causados ao organismo porque atua lesando membranas celulares como produto da lipoperoxidaç .JO 12h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.RADICAIS LIVRES LDL Peroxidada Coment  rios: Õ Valores elevados indicam aç o indesej vel dos radicais livres. .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) Urina recente . M todo: Colorim trico ( cido Tiobarbit rico) Valor de Refer ncia .0 mL de Soro.0 mL de Urina. Instruç es de Coleta : Veja Urina 24 horas . 353 ñ †• ò H óu† ô uðR‘ † ô †ò ˆ€‰ … ‡ r –uu’ Instituto de Patologia Clínica H.URI Ö Ë× IO: At moL/mg de creatinina Condi o: 1.PLASMA: At . Laboratórios: Enviar 5. PARDINI 277 .5 nm/mg apoproteína Condi o: 3.Urina 24h.8 nmoL/mL Valor de Refer ncia . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at 0. Conservaç o para envio: At 1 semana entre 2o e 8o C.

278 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

contagem Coment  rios: É importante para acompanhar a evoluç s afecç es rena is. L-dopa cido ascórbico. Portanto a presença nas fezes indica uma perda geral de proteínas pelo intestino. M todo: Colorim trico (Prova do nitrato de prata amoniacal) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Cifras acima dos valores de refer ncia s o verificados em les es renais. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: Ø Piócitos Ù at 1. levando a um ac mulo de cido homogentísico no sangue. dist rbios hep ticos e cardíacos.98 mg/g de fezes secas Condi o: Fezes de 24 horas ou C. . urina e tecidos. especialmente na glomerulonefrite. . M todo: Imuno Difus Radial Valor de Refer ncia: Crianças: at . cido Homogentísico  ñ ‰u‘u‡ ‡ u‘ ˆ  u“ ‘ †— ’u“u‘ óuô †ò ‡   ˆu‰ý‘uˆu‰ ‘¡ˆ †iÿ ô ( ” Addis.Evitar o contato com o ar.Enviar rapidamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu‰ö—€d ™ “ ˆ ™ óuô  ò †† A@@ ˆu‰R—u”  ¡ d † ˆu‰R” †iÿ ô  Alfa 1 Antitripsina nas fezes Coment  rios: A Alfa 1 Antitripsina nas fezes  ma proteína s rica que difunde em pequena quantidade na luz intestinal.000 por 12 hs Condi o: Urina 12h.` Coment rios: A alcapt ria ocorre devido à aus cia con ita da enzima cido homogentísi co-oxidase no sangue. -N ver ver ingest xcessiva de líquidos durante a coleta da urina.Manter dieta hídrica habitual.72 mg/g de fezes secas Adultos: at . . PARDINI 279 . particularmente na glomerulonefrite e no controle do tratamento. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.M. ñ † † ò † ˆ€@‰ óuô † @ ô Instituto de Patologia Clínica H. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: Refrigerar.000. Esta condiç se manifesta clinicamente na primeira infância. Laboratórios: Enviar 30 mL e informar o volume total.O paciente o deve estar em uso de medicamentos como: aspirina.000 por 12 hs Ø Hem cias Ù at Ø Cilindros hialinos Ù at . sendo relativamente resistente as proteólises intestinais.O. . sendo que mais tarde ocorre depósito de pigmento marrom nos tecidos do corpo podendo provocar artrite.000 por 12hs .

Os de cido rico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricos ria. associados a infecç s por germes desdobradores da ur ia (Proteus. ‡ “ ˆ€‰Á—ud   †— ñ óuô  ñ u– € ’ †Rþ ô “ ˆ€‰Á—ud †ò  ‡ˆ ˆu‰  ™ ˆu” ‰ ‡ ”R–uu’ ˆu‰Á—€‰  † —u” ˆu‰Ý—u” † ˆuˆu‰ ‰  C e lculo Biliar. c lcio. Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. . PARDINI . An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s s ubstâncias presentes na constituiç c lculo renal grande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. Pseudomonas e Klebsiella). Veja tamb m: Teste de PAK . pesquisa Coment  rios: O aparecimento de bilirrubina na urin a primeira indicaç doenças da vesícula biliar.Enviar rapidamente ao laboratório. 347 Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. As substâncias mais comumente encontradas na formaç o dos c lculos biliares s o: bilirrubia. ñ óuô †ò d† ˆu‰ de hepatopatias como hepatite. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). a cistin ria. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s substâncias presentes na consti tuiç o do c lculo biliar rande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. ferro e fosfato. Evitar o contato com o ar. colesterol. frasco âmbar. Os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano). biliverdina. cirrose ou †iÿ ô † ‘¡ˆ C e lculo Renal. Os c lculos de oxalato de c lcio s o os mais freqüentemente encontr ados.Bilirrubinas. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. Os c lculos de cistina s raros.Proteger da luz. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. s os chamados “c lculo de infecç ”. 348 e Nefrolitías . ñ †— óuô  †Rþ ô †ò  ˆ   ˆ † —u”Á’  ˆu‰Ýˆ —u” 280 Instituto de Patologia Clínica H. . e decorrentes de uma rara condiç autossômica recessiva.

lisina. frutose.XILOSÚRIA Coment rios: Normalmente a uri apresenta aç cares em quantidades detect veis. desidrataç . A presença de um destes aç cares demonstra uma desordem do metabolismo do carboidrato.GALACTOSÚRIA . ñ u‘ d † ‡ †— ˆ €d m † óuô †ò ˆ u ‰ å ” ˆu‰ †ÿ ô ‘uˆ€‰¹ ‘¡ˆ Cistina. Laboratórios: Enviar amostra refrigerada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A principal consideraç clínica na cisti ria. próprio para a coleta de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 1 . bem tampada. pesquisa Coment  rios: Cisti ria  m dist rbio de origem heredit ria podendo ocorrer de duas maneiras: a primeir reabsorç s quatro amino cidos cistina. O aumento excessivo de cetona no sangue provoca desequilíbrio eletrolítico. 20 mL/L de Urina.Urina 12h* ou 24h*.LACTOSÚRIA . maltose e lactose. se n for corrigido. arginina e ornitina afetada (t los renai s incapacitados de reabsorç o) e outra em que apenas a cistina e lisi s sorvidos. glicose. Cromatografia FRUTOSÚRIA . sar conservantes.  ñ † ‡ ‘udّuˆu‰ † ‡ ‡  óuô ò †iÿ ô ‘¡ˆ Cetonúria. A cromatografia de carbohidratos til para identificar o tipo de carbohidrato presente na urina: xilose.MALTOSÚRIA . . PARDINI 281 . Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de cetona na uri til no diagnóstico da descompensaç o di tica do diabetes melito. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Carbohidratos. galactose.*Usar cido Ac tico 8M. Manter em local fresco durante a coleta. a cetose e coma. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Armazenar em frasco limpo. t cia a formaç c lculos. ‘€‡ ˆ€‰Ù † —u‰ ‡   ˆ u‘ ‡ † d ”u‘u—u“€‘ ˆ € ‰ ñ † ò óuô … ¡ˆ — ‘ † † ‰   ÿ ÿ • ¡ –€u’ †iÿ ô ˆu‰R—u”  d † ëu”Ûd ‡ € m  † ‘€dà‘uˆ€‰ ˆu‰àd€m Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Colorim trico e Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).GLICOSÚRIA . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m io 1a urina da ma ) . . Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *Enviar alíquota de 30 mL. M todo: Cromatografia em camada delgada de celulose Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).

URINA ñ  “€‘ ò óuô ô †ÿ ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ‡   ˆu‰Rd † ™” ˆu‰ Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfiri as. Enviar rapidamente ao laboratório. Manter sob refrigeraç . manter sob refrigeraç . . PARDINI . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. ˆu‰Rd † ™ † ‘ ¡ ˆ ˆu‰  Corpos Redutores Fecal Coment  rios: Os aç cares s substâncias redutoras.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservantes). Conservaç o de envio: Frasco âmbar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente.*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina.Proteger a Urina da luz. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Urina 24h*. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. pesquisa FEZES Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfirias. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina em frasco âmb ar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. ñ óuô †ò ˆ€‰ ˆu‰ †iÿ ô 282 Instituto de Patologia Clínica H. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.At dias entre 2o e 8o C. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos.Coproporfirinas. . . Enviar rapidamente ao laboratório. . que quando presentes nas fezes indicam uma mal absorç intestinal (intolerância a carboidratos). As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç es eritrocíticas e hep ticas. .Proteger da luz.

Enviar rapidamente ao laboratório. Condi o: Urina recente (2 a micç matinal .Enviar rapidamente ao laboratório. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç o intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. ’ u “ u ‘ ˆ ”â‘uˆu‰â–ud ‰u’u“€‘ ‰u óuô ò †iÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Instituto de Patologia Clínica H.Cuidado par contaminar as fezes.*Urina 24 h. no ato da coleta.Recomenda-se colher no laboratório. . M todo: Microscopia com Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Ausente. com a urina. pesquisa Coment  rios: A identificaç o dos cristais na uri muito importante. . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.jato m dio). Ter o cuidado de homogeneizar bem a urina antes de separar. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. pois alguns tipos de cristais (anormais) podem representar dist rbios como doenças do fígado. . Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. indicando tam m a direç conduta m ica. ñ óuô ˆ ‡ ˆu‰R—u” ò  ‘ud † ˆ † ‘¡ˆ †iÿ ô   Dismorfismo Eritrocit e rio.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. pesquisa Coment  rios: A an lise da morfologia das hem cias no sedimento uri rio pode indicar se a origem da hemat ria glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos)  lomerular. . Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C. ˆu‰ † —  ñ ò “ óuô †©š ô ˆ ñ  ë u”R† ‘uˆuë ‰ ‡ ‰‡ Á‘uˆ€‘u‰Á ’ ‘€‡  m† ˆu‰R‡ —u d †  ˆu‰ † Entamoeba histolytica Coment  rios: Ú Ameba histolytica Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de Entamoeba histolytica em amostras de fezes. devido ao car ter às vezes transitório das hemat rias microscópicas.Cristais com Luz Polarizada. -N star usar laxante ou supositório. at  e se obtenha uma amostra com mero representativo de hem cias. Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . M todo: Microscopia de contraste de fase Valor de Refer ncia: Aus ncia de Acantócitos e Codócitos. erros inatos do metabolismo ou les o renal causada pela cristalizaç metabólitos (c lculos). Indivíduos  apresentam n mero significativo de hem cias no sedimento urin rio dever colher nova amostra. PARDINI 283 . M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). O ensaio detecta o antígeno de cepas pato icas t icas do organismo.

Enviar rapidamente ao laboratório. ñ “ ‘ud † óuô †ò “€‘ ‡ ‡ €ˆ ‰ ” † ‘¡ˆ †iÿ ô  Frutose. recomenda -se o maior volume possível em Urina 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) .*Urina 24h. PARDINI . 353 Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . urin e ria Coment  rios: A presença de frutose na urina indica alteraç s no metabolismo da mesma. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ ™” óuô †ò †  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ † ‘¡ˆ †iÿ ô 284 Instituto de Patologia Clínica H. . pesquisa Coment  rios: A presença de fenilalanina na uri resultante da defici cia do metabolismo da mesma devido a aus ncia da enzima fenilalanina hidroxilase. A fru tose. .*Urina 12h ou 24h. causando a dist rbios neurológicos irreversíveis com retardamento mental.Fenilalanina. por ser um composto de alto peso molecular. levando a um ac mulo de fenilalanina na circulaç conseqüentemente no sistema nervoso central. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. se localiza principalmente nos tecidos conjuntivos causando s rios danos a estes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Para crianças. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) .

Às 08:00 horas da manh .É importante informar a idade. cujos resultados permitem avaliar no diagnóstico das diferentes síndromes coprológicas: insufici cia g strica. Û Igual ao almoço. . À noite Û 1 copo de leite com pouco caf . Û 2 torradas com muita manteiga. visa o estudo das funç s digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscópicas. tomar Û 1 copo de leite com um pouco de caf . ñ ™” ò d(d€‘u ˆ “€‘  ™” ”€ˆ  ˆu‰Ým ˆ †  ÿ du‘€‰ ‘uˆuˆ ‰R‘u” ˆu‰ †— † † † “R—u”Rmud ˆu‰R”© ˆu‰© †©¨ ô ˆu‰R–u‰ ˆu ‰R—u” ˆ du‘ ¡ ˆR” Instituto de Patologia Clínica H.M.O. tipo maça.Fazer a dieta durante 3 dias. gua. PARDINI 285 . . síndromes ileal e cecal. Û 1 ovo frito mal passado. Û 2 torradas com muita manteiga. exames químicos e outras. pancr ti ca e biliar. . hipersecreç iliar.Funcional de Fezes Coment  rios: O estudo coprológico. Û 2 torradas com muita manteiga. colites e outras alteraç s do trânsito intestinal. Û arroz Û caldo de feij Û batata cozida (ou pur tata) à vontade. Û No 4o dia colher toda a primeira evacuaç o da m Û Usar recipientes limpos e secos.Crianças at s cessitam de dieta. Almoço Û 1 bife m io mal passado. Û Evitar contaminaç sar laxantes para obtenç fezes.Suspender toda medicaç o (principalmente laxantes e supositórios) durante 3 dias ou C. Û N .Enviar rapidamente ao laboratório. gordura ou outro elemento. Jantar cenoura. r urina. Coleta trazer ao laboratório imediatamente. desvios da flora bacteriana (fermentaç o hidrocarbonada e putrefaç o). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. À tarde Û 1 copo de leite com pouco caf . com uma fatia de queijo fresco. . tipo minas ou prato. M todo: É realizada um lise Macroscópica e Microscópica das Fezes e pesquisas Bioquímicas Valor de Refer ncia: Fornecemos relatório do resultado Dieta: .Evitar o uso de bebidas gasosas e alcoólicas. acrescentando macarr Sobremesa Û 1 a 2 bananas cruas.

Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *enviar 30 mL de Urina. síndrome de Fanconi.Cuidado par contaminar as fezes.Enviar rapidamente ao laboratório.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. -N star usar laxante ou supositório. A pesquisa de glicose na urina muito importante para auxiliar no diagnóstico de patologia s como: diabetes mellitus. pesquisa Coment  rios: A presença de Glicose na urina depende de sua concentraç sangue. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). casos de hiperglicemi ia tica e outras. por defici ncia da enzima galactose-1-fosfato-uridil-transferase. M todo: Precipitaç com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ) .Usar frasco limpo e próprio para coleta de urina.Enviar rapidamente ao laboratório. com a urina.Galactose Coment  rios: O aparecimento de galactose na uri ma condiç g tica na qual o organismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . doença renal avançada. provocando outras complicaç s inclusive a morte. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . . ñ ˆ óuô ò ‰u’u“€ˆu‘ ‰ ”ý‘uˆ u’ €“ ‘ ‰u  †ÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Glicose urin e ria. no ato da coleta. O ensaio detecta antígeno de cepas pat icas o pato icas do organismo. ñ † óuô †ò  ˆ€‰ö‘u‰ dR‘uˆu‰R— m † † ‘¡ˆ ‰ ÿ €– u ’ ô †iÿ  • ¡ 286 Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô ™” ˆuò ‰ ‘ud †  ‡ ‘uˆ † ˆu— ‰R—u”© ˆu‰ ”u‘ † ‘¡ˆ “ ˆ€‰ †iÿ ô Gi e rdia Coment  rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de gi rdia em amostras de fezes. M todo: Colorim trico/Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . torna-se incapaz de converter a galactose da alimentaç em glicose levando ao seu ac mulo. . PARDINI . o permitindo o desenvolvimento da criança.*Urina 12h ou 24h.Colher após 2 horas de ingest copo de leite. .

ñ óuô ò “  † † ˆu‰R—u” †©¨ ô ˆu‰ ˆ€‰(—€d Instituto de Patologia Clínica H. distribuindo durante o dia: Ü 03 colheres (sopa) de azeite Ü 02 colheres (sopa) de creme de leite Ü 01 colher (sopa) de manteiga Ü 02 pedaços de queijo prato Idade de 06 a 14 anos Seguir metade da dieta para adultos Idade de 02 a 05 anos Seguir 1/3 da dieta para adultos Idade de 01 a 02 anos Manter a dieta normal. . . . Adultos e jovens Acrescentar à dieta habitual di ria.8 a 6.0 g/24h Condi o: Fezes de 24h.Refrigerar durante a coleta. N o usar: Ü Supositório Ü Óleo de rícin o ou outros laxantes Dieta (03 dias): Manter a dieta at encerrar a coleta. . acrescentando creme de leite e queijo prato. 48h ou 72h . . Pode s er usado no monitorizaç tratamento.Evitar contaminaç r urina.Enviar rapidamente ao laboratório.O.M. M todo: Sudam III – Pesquisa em microscopia ótica Valor de Refer ncia: < 5% de gordura fecal Condi o: Fezes recente (à fresco) ou C. informar peso total e tempo de coleta.N fazer uso de laxantes e/ou supositórios.M. PARDINI 287 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O. Conservar o material sob refrigeraç rante e após a coleta. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1.Trazer ao laboratório o mais r ido possível. após os 3 dias de dieta ou a crit rio do m ico.Usar recipientes limpos e secos. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível pequena alíquota. . .  ñ ô óuô †ò † ùd€m ˆ€‰ ˆu‰R—u‰ å‘uˆud€‰â m — ˆ€‰ ˆ€‰(— “€‘ ”u †  †©¨ ô  u– ˆ u ‰ R – u ‰ u–  € ’   u d † †— PESQUISA Coment rios: O aparecimento de gordura fecal acima do normal indicativo do esteatorr ia devido a mal absorç gorduras ou defici ncia de enzimas pancre ticas.Colher todo volume de 24 horas. gordura ou outro elemento. .Gordura Fecal COLORIMÉTRICO – DOSAGEM Coment rios: O aparecimento de gorduras neutras e proteínas igeridas nas fezes em quantidades acima do normal indicativo m sorç intestinal e de m sorç intestinal e de insufici cia pancr tica exócrina.C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Evitar a contaminaç s fezes com a urina.

Homocistina Coment  rios: O aparecimento de Homocistina na urina. obstruç ¡ tico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. insufici cia pancr tica.0 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da manhâ). doença tromboembólica e morte. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal = Traços Condi o: 30.*Urina 12h ou 24h. pesquisa Coment  rios: O Indic ¡ resultado da decomposiç Triptofano intes tinal. O Indican tem o nível aumentado quan um aumento da putrefaç o intestinal. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ m† ˆ ˆ€‰ù—€‰ ˆ ˆu‰ ”u–u † ˆu‰ “€‘ ”€ ˆu‰ bacterian a da proteína corpórea. Recente: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: Isolado: conservar em salina ou formol at ias. ñ ‡ ™”  ˆ€‰(—€” du“u‘ ia e vermes óuô ô †  †©¨  — †R Indican. M todo: Macroscopia .Enviar rapidamente ao laboratório. larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes. . MIF: at semana em temperatura ambiente. PARDINI . ñ óuô †ò † ‘¡ˆ †iÿ ô  Identifi s ¢ £¤¥ o de Helmintos e Fragmentos Coment  rios: É til no diagnóstico das diversas infestaç s parasit ri a (identificaç proglotes de T adultos de helmintos). em enterites. deve-se a erros no seu metabolismo podendo levar a incapacidade de desenvolvimento. como óuô †iÿ ô 288 Instituto de Patologia Clínica H. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. catarata. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) .J. Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina.P. Condi o: Vermes adultos. retardo mental.Microscopia Ótica direta e H. comum do ducto biliar ou obstruç biliar intra —u‰ du‘  † ‰ †ò O Indican tam m apresenta aumentado na decomposiç septicemia com formaç o de abcessos.

ñ óuô ò ˆu‰R—u‰R –ud †iÿ ô Lactose. com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). PARDINI 289 . que s o infecç es causadas por protoz rios do filo Microspora. pesquisa Coment  rios: Usado para o diagnóstico complementar das microsporidoses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô †ò † “ ‡ “u‘  €ˆ ‰ †iÿ ô †— ‘¡ˆ Microsporídeos. M todo: H. ñ óuô †©¨ ô ‰u ˆu‰Rò” ˆ ™ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).J. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Lactose na urina pode ocorrer nos ltimos meses da gravidez e durante a lactaç . . M todo: Coloraç microscopia ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (a fresco). .Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório. Ocorre tamb m pela defici ncia de lactase ou por intolerância sem car cia enzim tica.Isospora Belli Coment  rios: Achados do protozo rio (oocisto) Isospora belli no sedimento fecal esta relacionado com um quadro de imunossupress ciente por se tratar de parasita oportunista. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Estes microsporídeos se caracterizam por serem oportunistas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.P.

Mioglobina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). ñ óuô † † †ò ˆ€‰ “u‘ “€‘ ˆu‰ † ‘¡ˆ †iÿ ô ÿ• ¡ –€u’ Oograma Coment  rios: Útil no diagnóstico da esquistossomose e tamb m na avaliaç fic cia ter mesma. ñ óuô †ò ™  ™” †iÿ ô ˆu‰ † ‘¡ˆ Mucopolissacaridoses. . PARDINI . podendo levar desde anormalidades na estrutura esquel tica at retardo mental e morte. convuls es. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 ou .*Urina 12h ou 24h. pesquisa Coment  rios: As mucopolissacaridoses s ¹ m grupo de doenças cong itas resultantes de defici cia na degradaç dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo. Conservaç o de envio: At dias conservado em salina. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Mioglobina na urina esta relacionado com: coma prolongado.Enviar rapidamente ao laboratório. infarto do mioc rdio e intoxicaç s. M todo: Pesquisa direta por Microscopia Ótica (A lise Qualitativa e Quantitativa) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fragmentos da Mucosa Retal. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. doenças musculares atróficas. atrav s do estudo da idade dos ovos encontrados. esforço físico intenso. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) .O cliente n deve estar fazendo uso de Vitamina C e medicamentos a base de Iodo. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. trauma muscular. ñ óuô †©¨ ô ò † ‘u † ˆu‰R—udR”  du–€“ utica no tratamento da 290 Instituto de Patologia Clínica H.

 ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™”  óuô BAERMANN E MORAES †©¨ ô  ˆu‰ † ‘€ˆu‰ ” ‘u‰«‘u‡ Coment rios: É específico para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da estrongiloidíase. At ia em temperatura ambiente. At dias em temperatura ambiente.Enviar rapidamente ao laboratório.Pons e Janer) .N colher as fezes após ingerir contraste radiológico. A intensidade do parasitismo influi mero de formas parasit rias eliminadas. Conservaç o de envio: Fita: fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada. Conservaç o de envio: N o pode refrigerar.Enviar rapidamente ao laboratório. . pois o Enterobius vermiculares faz postura dos ovos na luz intestinal e sim na regi perianal no período da noite. evitando dobras e bolhas de ar.HPJ (Hoffman . M todo: Baermann e Moraes Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante)..Enviar rapidamente ao laboratório.. PARDINI 291 . ñ ‘uˆu‰ óuô ˆ ò ˆu‰ ‡ ô du‘ ¡ ˆRdu‘ ˆu‰ †iÿ — †„ÿ Parasitológico de Fezes PARASITOLÓGICO Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais.Fazer coleta pela m tes do cliente defecar ou tomar banho (n fazer assepsia). . M todo: Concentrado . . Instituto de Patologia Clínica H. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes.M todo de Lutz Condi o: Fezes recente (à fresco). N o usar nenhum medicamento no local. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . Swab: at ias conservado em salina.Oxiúrus Coment  rios: Ý Enterobius É a meto dologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose (oxi rus). . pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. -N ve-se colher material muito liquefeito. ñ óuô ò ˆu‰R—u” ˆ ô † R— Continua. M todo: Fita Gomada / Pesquisa Direta por Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Swab e Fita Gomada.

Enterobios vermiculares e Strongyloides) fornece tam m a quantificaç sta infestaç por grama de fezes. PARDINI . Schistosoma mansoni. Evitar contaminaç o com urina. podendo ser em dias consecutivos ou alternados. Þ Após a coleta. Iodo e Formol. pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo .I.PARASITOLÓGICO DE FEZES MIF Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais.F. somente por solicitaç m ica. que devem ser previamente bem lavados.  ñ ˆu‰b—€” ˆu‰ † ‡ m† ™” óuô ò †iÿ ô 292 Instituto de Patologia Clínica H. sem qualquer ônus. sendo de grande importância para o acompanhamento do tratamento. Þ As fezes devem ser colhidas em urinol ou bi . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.. Ancylostomideos.C. MIF = Merc rio. Após o t rmino das coletas. Trichuris trichura. at obter mero de amostras desejado. M todo: Concentrado . retirar uma quantidade correspondente a uma colher de caf início. O n mero de amostras variado conforme instruç s m icas.Continu õuóuô o. As amostras s o colocadas dentro do mesm o frasco contendo o líquido.. Taenia sp.Pons e Janer) .  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™” —u“  óuô † ‘€ˆu‰ ” ‡ ˆu‰ † —  ‰R‘u‡ † KATO KATZ ‡ ô †  ™” †— ˆu‰ ˆu‰ ™ ” ˆ † u— ‰ ˆ —u‰ † † ‡ † Coment rios: O exame parasitológico pela metodologia Kato -katz al m de ser til no diagnóstico das infestaç s parasit rias causadas por alguns helmintos (Ascaris lumbricóides .M todo de Lutz Condi o: Amostras colhidas no M. N precisa colocar em geladeira. A intensidade d o parasitismo influi no n mero de formas parasit rias eliminadas. de 3 a 5 dias .O. M todo: Kato Katz (Qualitativo e Quantitativo/g de Fezes) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). Fornecemos todos os tipos de frascos. pois o líqui conservante.M. Colhe-se uma amostra por dia.Enviar rapidamente ao laboratório. Þ Urinar no vaso sanit rio antes da coleta do material. O líquido conservante só tem validade a part ir do dia que se inicia entre 7 a 8 dias. soluç s conservantes e fixadoras. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. Þ Uso de laxativos (30g de sulfato de sódio para adultos ou limonada purgativa para crianças). Conservaç o de envio: At semana em temperatura ambiente.HPJ (Hoffman . fechar bem o frasco para n entornar. meio e fim da amostra de fezes. Coleta da Amostra: Colocar o material no recipiente contendo o conservante líquido fornecido pelo laboratório.

laxantes e supositórios. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. a reaç ser lcalina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . ñ †‡ ‡€m † ô † †óuô • ò H ˆu‰f—€”f”u‘  †— † ù‘€” † ˆu‰R–u‰ ‰©‘uˆu‰ ˆ€‰å—u‰Ódu‘u’  á‘ ‘u ‘¡ˆ Continua.8 a 7. ˆu‰«—ud ˆu†‰Á” —udۉÛmu — u d u — € ” Á — u ” Á  ˆu‰ ñ R † ò óuô †iÿ ô  ˆu‰ Rd ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ Piócito s. .Pentose Coment  rios: A pentos ri uma doença rara e assintom tica devi do a um erro inato do metabolismo o que ocorre principalmente em pessoas da raça judaica.Enviar rapidamente ao laboratório. rejeiç xerto renal. a reaç ser cida e no predomínio do processo de putrefaç . etc. Predominando a fermentaç . M todo: Colorim trico (Fita) Valor de Refer ncia: 6. pesquisa e contagem URINA Coment rios: Um aumento de leucócitos (piócitos) na urina. podendo estar localizado desde os glom rulos at uretra e podendo ser de causa infecciosa. H merosas causas de leucocit ria com a urocultura habitual negativa: glomerulonefrites exsudativas ou proliferativas.. ter o cuidado de homogeneizar bem a urina.Manter dieta hídrica habitual. pós -operatórios de prostatectomia. tuberculose de vias uri rias.*Urina 24h. Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: At piócitos por campo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).Enviar rapidamente ao laboratório. PARDINI 293 .2 Condi o: Fezes recente. o tipo de dieta alimentar e conseqüentemente a quanti cidos de fermentaç a quantidade de bases.Evitar o uso de talco. quadros febris na infância. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. nefrites t lo-intersticiais. calculose das vias urin rias. .Enviar rapidamente ao laboratóri o. . Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. Para confirmar a presença de processo infeccioso. h cessidade da demonstraç ente infeccioso atrav s de exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. ñ óuô †ò ‡d†  † ‘¡ˆ pH Fecal Coment  rios: †iÿ ô  O pH indica se a reaç s fezes ci sica. infecç r clamídia. indica processo inflamatório das vias uri rias. proteger contra a contaminaç com Urina. . .. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Laboratórios: Enviar alíquota de 30 mL em frasco âmbar (sensível à luz) ou proteger com papel alumínio ou carbono. . ˆ ñ óuô “€‘ ò ‘ u ‡ ˆ€‰ †  ˆ ™” ˆu‰»—u‰Á’ ” ¡ ”u–u ™” †iÿ ô  Porfobilinog T nio Coment  rios: O porfobilinog io se encontra aumentado em casos de porfiria aguda intermitente e na porfiria variegata. h necessidade da demonstraç o do agente infeccioso atrav s do exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . ñ óuô †ò “u‘ †iÿ ô †— ‘¡ˆ 294 Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa Coment  rios: As Porfirinas s o compostos intermedi rios da produç rupo heme. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. causadas por doenças metabólicas ou exposiç o a agentes tóxicos.Enviar rapidamente ao laboratório.PIÓCITOS FEZES Coment rios: O aparecimento de leucócitos (piócitos) nas fezes.Usar 5 g de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Ausente Condi o: Fezes recente (à fresco).  ñ † óuô ò †  ˆ †©¨ ô Porfirinas.Continu õuóuô o. indica um processo inflamatório da luz intestinal. s chamadas de porfiria e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas ticas. Para se confirmar a presença do processo infeccioso. As condiç s que resultam no aparecimento de porfiri rias.Enviar rapidamente. .. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Enviar rapidamente ao lab oratório. .

C. M todo: Colorim trico .G.Colher de prefer ncia a 1a urina da ma . sugere-se H. se controle de mola. Contudo.G. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. A interpretaç resultado do(s) exame(s) somente poder ser feita pelo clínico. N vendo correlaç o clínica. Informaç es ne rias: .Colher após 2 dias de atraso menstrual. ñ óuô †ò † ‘u ˆ € ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰«— ‘¡ˆ ˆ€‰ ‡ †iÿ ô ”(‘€ˆu‰R—u” †— Instituto de Patologia Clínica H. . exceto em casos em que o HCG esta muito diluído ou em baixa concentraç urina. .Aglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo: N Gr vida Obs.O client ve colher a urina após esforço físico. indica aus ncia de gravidez.C. doenças renais decorrentes do diabetes mellitus e pr -eclâmpsia. Algumas causas patológicas da protein ria s : les a membr ana glomerular. dist rbios por imunocomplexo. M todo: tex . . O resultado negativo. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. uri rio sofre as variaç s da diluiç o ou concentraç rina. pesquisa Coment  rios: A presença de proteínas na urina nem sempre significa doença renal. ciclo de quantos dias.: O H.Informar se suspeita de gravidez. . data da ltima menstruaç o. e especialmente se a coleta o foi assistida.Pregnosticon Coment  rios: O test uma prova de aglutinaç o direta de l tex para a detecç Gonatropina Coriônica Humana (HCG) na urina. Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1 a urina da ma ).Robert Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). reabsorç tubular deficiente. s foram preenchidos os dados necess rios solicitados. no sangue (soro).Enviar rapidamente ao laboratório. O resultado positivo indica a presenç a de gravidez. PARDINI 295 . se suspeita de aborto. sua presença exige que sejam feitas outras a lises para determinar se essa proteína representa uma condiç normal ou patológica. ñ •u “ ”† ˆ  ˆu‰»—u” óuô u‘ ˆ †iÿ ô ò ˆu‰ ˆu‰ ‘u “ ˆu‰R‘ud ˆ ”Á‘uˆu‰ ™” † ­ª vv ‘¡ˆ ¡d ˆ €ˆ ö ˆ u ‰ 4 ‘ € d ˆ ˆ u ‰ ‰ u— ‰  ‘¡ˆ ‡ ˆ Proteínas. agentes tóxicos.

. Ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos.N refrigerar. N o usar conservante. linfoma. sarcoma ost ico.Enviar no m ximo at 30 minutos após a coleta. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de protoporfirina nas fezes se deve ao dist rbio das porfirinas. . amiloidoses e mieloma m ltiplo. ñ óuô “€‘ ò  ‡ ˆu‰Rd † ˆu‰ ™” †iÿ ô  Protozo e rios. pesquisa SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: Auxílio na triagem das infecç s intestinais causadas por protoz rios e/ou bact rias. ñ óuô ˆuò ‰R” ˆ€‰ ”€‰u’u“u‘ ˆu‰÷—ud ‡ †iÿ ô  ˆ Protoporfirinas. M todo: Precipitaç Turvaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. se houver. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Proteína de Bence-Jones Coment  rios: O aparecimento da Proteína de Bence Jones na urina.Colher de prefer cia as fezes liquefeitas (diarr icas) e porç s contendo muco e sangue. macroglobulinemia. PARDINI . Enviar rapidamente ao laboratório. . M todo: Direto a fresco Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). leucemia. ñ óuô ò ™” ‰u † ˆu‰  u“ ‘ † † ™” 296 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar alíquota 30 mL. que s chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. pode estar relacionado com: Les membrana glomerular.

cilindros. parasitas e fungos.O. As grandes interfer cias s : Sangramento Menstrual ou de Hemorróidas. carcinoma de cólon e diverticulite.): ß Aspirina ß Fenilbutazona ß Indometacina ß Corticosteróides ß Reserpina Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Deve-se evitar a contaminaç c/ vaso sanit rio ou com a urina. eritrócitos. permite diagnosticar ulceraç s no trato digestivo: .Sangue Oculto Coment  rios: O teste de sangue oculto nas fezes com resultado positivo. O uso de anticorpo monoclonal específico para hemoglobina humana trouxe uma grande vantagem na pesquisas de Sangue Oculto nas Fezes: cessidade de dieta especial ß N ß N reaç cruzada com hemoglobina de ou tros animais. ‡ dR– † – ™” ’u ˆuˆu‰‰ ¡¡ R m † ‘u” ˆ ˆu‰ Á” ñ ò óuô ‰u‘udRëu” † d ˆ ˆu‰  u ’   u d R — u ‰ ˆ€‰(–€‰  ™” “€‘ ˆu‰  †©¨ ô Sedimentoscopia Coment  rios: A sedimentoscopia uri ria fornece informaç s importantes sobre a presença de leucócitos (piócitos). Bebida alcoólica Medicamentos que podem causar sangramento gastro-intestinal (suspender 2 dias antes ou C. . gastrite e câncer strico.50 mg Hb/g Fezes = negativo Condi o: Fezes recente. ñ €‘  óuô ˆu‰ † ™” †ô † ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. . .Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.sangramento intestinal baixo: colite. varizes esofagianas. devem ser examinadas pelo menos 3 amostra de fezes.Imunocromatogr fico Valor de Refer ncia: < 0.Manter dieta hídrica habitual. ß Tam m n o h feito proz inibiç o da reaç r altas concentraç s de hemoglobina. bact rias. PARDINI 297 . Muito importante na triagem das divers as patologias que afetam a funç renal. .Nas suspeitas de sangramento. M todo: Microscopia Ótica Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).Enviar rapidamente ao laboratório.sangramento gastrointestinal superior: lcer tica.M. . cristais. M todo: Anticorpo Monoclonal Anti-Hemoglobina Humana . .

Ideal colher no laboratório. ñ ˆò † ó u ô ˆu‰R—ud ˆu© ‰ †©¨ ô ”u †  ”u î눀u‰ ” “u‘ d † ‘uˆ€‰(” Urina Rotina Coment  rios: O exame de urina rotina muito importante para avaliar a funç renal e infecç s podendo auxiliar no diagnóstico de uma patologia. .caracteres gerais: corresponde a avaliaç s propriedades físicas da urina. star em uso de enzimas digestivas 24 horas antes da coleta. renal e com aminoaci ria generalizada. M todo: Revelaç o da Película Fotogr fica . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .Enviar rapidamente ao laboratório. j a sua aus ci acompanhada freqüentemente da falta da amilase e lípase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).Enviar rapidamente ao laboratório. .Manter dieta hídrica habitual.Prova de Schwachman Valor de Refer ncia: à crianças (at 1 ano) .Atividade Triptica á > 1:80 â crianças (1 a 5 anos) . -N sar laxantes ou supositórios. sendo causada pela imaturidade das funç s hep ticas e raramente causam les rman ente.Enviar rapidamente ao laboratório.pesquisa de elementos anormais: corresponde à pesquisa química feita na urina. PARDINI . este exame pode apresentar falso -positivo em virtude da aç flora bacteriana intestinal. Nas anormalidades heredit rias as enzimas metabólicas da tirosi s roduzidas levando a evoluç s graves geralmente fatais com envolviment tico. . O exame compreende tr s etapas: . Condi o: Fezes recente. cuja investigaç tem interesse no diagnóstico da fibrose pancr tica. podem evoluir de forma transitória como nos prematuros. Usar frasco limpo e próprio para a coleta de urina. pesquisa Coment  rios: Os dist rbios do metabolismo da tirosina devem-se a anormalidades heredit rias ou metabólicas. Condi o: Urina recente (jato m dio 1a Urina m ) ou Urina c/ no mínimo de 4h após ltima micç o. monitorar o progresso desta patologia. ‡  ñ óuô †ò ™”  ‰ ¡ ”u–€ ‘udR‘uˆu‰ ˆu‰R–  —u‡ ˆu‰R–u” ™” †iÿ ô †— ‘¡ˆ Tripsina Fecal Coment  rios: A atividade tríptica das fezes um indicador da atividade pancr tica. † ñ ˆ€‰(—€d “ ˆu‰ ™”   ˆ u ‰ ” R d u ‘ u  óuô † †ô ‘u ud ‘ ¡ ˆ ‡ ˆ 298 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: É realizada uma an lise física da urina.Atividade Triptica á > 1:40 Nota: Em crianças com mais de 5 anos e adultos. As anomalias metabólicas adquiridas. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. a lise química qualitativa e quantitativa dos elementos anormais (automaç ) lise do sedimento (Microscopia Ótica).Tirosina. acompanhar a efic cia do tratamento e constatar a cura. . .sedimentoscopia: corresponde ao exame microscópico da urina.

Laboratórios: Enviar de 30 mL de Urina em frasco âmbar (sensível a luz) ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. m pigmento biliar resultante da degradaç hemoglobina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ˆ€‰Á—u” ‘u‡ ‡ ˆ uˆ R ‰R d ud u’ €” ‘ † ™” ™” † ‘¡ˆ  Instituto de Patologia Clínica H. ‘u‰u’u“€‘ ñ óuô †ò ˆ‡ ˆ †  u‘ ‡ ’u“u‘ “ ‘¡ˆ ˆu‰ —ud ” u ‘ † ‘u‰u’u“€‘ †iÿ ô †— Uroporfirinas. que impede a passagem normal de bilirrubina para o intestino. nos dist rbios hemolíticos e na porfiri ria. . . O aumento da concentraç o da urobilino io na urina (> 1 mg/dL) contrado nas hepatopatias. s o chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas causadas por doenças metaból icas ou exposiç tes tóxicos. A s condiç s que resultam no aparecimento de porfiri ria. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Urobilinog T nio Coment  rios: O urobili io assim como a Bilirrubina. A aus ncia do urobili io na urina e nas fezes significa obstruç o do ducto biliar.Enviar rapidamente ao laboratório. . pesquisa Coment  rios:  roporfirina na urina auxilia no diagnóstico dos dist A detecç rbios das porfirias.Urina 24h*. neste caso de uroporfirina. M todo: Colorim trico (Ehrlich) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). PARDINI 299 .*Usar 5 g urina de Bicarbonato de Sódio por litro de urina.Enviar rapidamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

PARDINI .300 Instituto de Patologia Clínica H.

pode ser realizado pela anã lise de gotas de sangue do neonato. ampliado e plus. Rub æ ola IgM e Sífilis IgM podem ser requisitados em qualquer um dos perfis. PARDINI 301 . HIV. compondo um perfil individualizado.O rastreamento de um grande número de doenças congênitas. Cada uma das determinações tamb æ m podem ser solicitadas isoladamente. relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções. O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disponibiliza o TP em 3 perfis: bãåä ico. mas de importância no diagnóstico de erros do metabolismo èéç o descritos. em papel filtro: O Teste do Pezinho. É sugerido que o teste seja realizado entre 3 e 30 dias de vida. Instituto de Patologia Clínica H. Hipotireoidismo cong nito Hipotireoidismo cong nito “ “ 17-OH-Progesterona neonatal Tripsina neonatal Galactose Hiperplasia Adrenal Cong ita Fibrose Cística Galactosemia “u‘ Hemoglobinopatias triagem neo Hemoglobinopatias Atividade da Biotinidase Toxoplasmose IgM neonatal HIV neonatal Sífilis IgM neonatal Ru Defici cia de Biotinidase Toxoplasmose cong nita “u‘ “ Síndrome da imunodefici cia adquirida Sífilis c Ru m†‰ la IgM neonatal m † ‰ ’€“u‘ la con ‰€‘u’u“u‘ “u‘ ita ita Nessa seçç o outros exames nç o realizados no Teste do Pezinho. Determinaç es A M S P I L C I O A D O P L U S B Condi o detectada Detecta fenilceton ria (PKU) cidos Detecç o de ami r Fenilalanina Cromatografia de ami TSH neonatal T4 neonatal ‘u‰u ˆ ‡ €‘ u‰  ó€ô cidopatias.

N o colocar em geladeira ou banho de gelo. deixando o sangue saturar todos as círculos do cart . Encostar o papel de filtro no local da picada. evitando solicitaç s de nova coleta ou coleta de sangue em excesso. PARDINI . que atendam às especificaç s acima. Envolver o cart o em papel alumínio e enviar separado dos demais materiais biológicos. deixar o sangue sair naturalmente. para evitar que se molhe. Para aumentar o fluxo sangüíneo no local. de ver ser colhidos novos círculos. No caso de n o estarem nestas condiç s. Deixar secar em temperatura ambiente. N eve ser feita massagem no local da punç o para estimular o fluxo sangüíneo. compress ua quente por 3 minutos antes da punç .Orientaçê es para coleta do Teste do pezinho: • No ato da coleta. N secar em estufas ou no sol. Círculos necess rios: consulte os exames solicitados ˆ • † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰â— “u‘ ˆ dۗu”ېu’ • •  ˆ ˆu‰ ™” ™” ˆu‰ ˆ€‰ 302 Instituto de Patologia Clínica H. cuidadosamente. pode-se colocar. at vazar no verso. uma vez que pode haver interfer cia do fluido tecidual.

A Academia o dia de vida da criança. histi dinemia.88 a 2. gota.68 mg/dL ì Adultos í 1.86 mg/dL ì 4 a 6 meses í 1. Para os Americana de Pediatria sugere que o teste deva ser coletado at valores de refer cia abaixo.65 mg/dL ì 3 a 10 anos í 1.87 a 5.2 mL Soro. A qualidade da coleta pode interferir nos resultados. septicemia. Sua concentraç iminui na insufici cia renal crônica.Colher após 4 o dia de nascimento.89 a 3.10 a 3.89 mg/dL Condi o: 0. Sua determinaç o tem utilidade no diagnóstico de erros inatos do metabolismo das proteínas. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. hiperornitinemia.17 OH Progesterona neonatal Coment  rios: Usada para triagem da Hiperplasia Adrenal Cong ita (HAC) no Teste do Pezinho. a sensibilidade desse teste róxima a 100% com a especificidade maior que 99%.79 mg/dL ì Rec m Nascido í 2.08 mg/dL ì 11 a 18 anos í 1. O objetivo primordial da triagem tecç forma cl ssica perdedora de sal.HPLC Valor de Refer ncia: ì Prematuros í 2. o que acarreta em níveis elevados de 17α-hidroxiprogesterona (17-OHP). M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Peso ao nascimento Idade gestacional (semanas) Valor de Refer ncia ≤ 2500 g ≤ 32 ≤ 8260 nanog/dL > 32 at 36 ≤ 4950 nanog/dL > 36 ou desconhecida ≤ 3965 nanog/dL > 2500 g Desconhecida ≤ 990 nanog/dL ≤ 33 ≤ 8260 nanog/dL Entre 34 e 36 ≤ 3300 nanog/dL ≥ 37 ≤ 1320 nanog/dL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. A HAC apresenta um amplo espectro de inci cia variando com ficit enzim tico específico.72 mg/dL ì 1 a 3 meses í 1. Inci cia no Brasil: 1:7500 nascidos vivos. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Alani um amino cido presente em todas as proteínas. A possibilidade de falso-negativo deve sempre ser considerada devido ao espectro clínico-laboratorial da HAC. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . . Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio para enviar. Cerca de 90 a 95% dos casos de HAC s vidos à defici ncia da enzima 21 -hidroxilase (21-OH). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Apresenta -se elevado na hiperalaninemia. ˆ u ‰ Á — u ” —€“u‘ “ † d « — € ” ˆu‰«—ud u“ ‘ ò ‰ ö — † “u‘   —u“€‘ † ë 17 OHP neo ñ †– †‰þ † ò óuô †©¨ @ ô —  ˆu‰ Alanina. defici cia de piruvato desidrogenase. sendo mais freqüente em amostras colhidas nas primeiras 24 horas de vida. A possibilidade de encontrarmos valores falso-positivos ocorre principalmente em prematuros. Doença de Cushing.82 a 3.58 a 3. Kwashiokor. defici cia de piruvato carboxilase.22 a 2.72 a 4. ‘ud † † ñ †  ò † “€‘ “u‘ ˆu‰Ó— ˆ u“ ‘ “€‘ óuô vv  Instituto de Patologia Clínica H.79 mg/dL ì 7 meses a 2 anos í 0. hipoglicemia e na Cor ia de Huntington. Conservaç o para envio: At ias entre 2o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . PARDINI 303 . rec m nascidos com baixo peso ao nascer e em crianças com doenças intercorrentes. citrulinemia. defici cia de vitamina B12 e diabetes descompensado. defeitos do ciclo da ur ia.

hiperamonemia. acidose metabólica. AMINO IDOS MAIS FREQUENTES: FENILALANINA – TIROSINA – METIONINA – VALINA – LEUCINA – ISOLEUCINA Continua. letargia. interfer ncia da ingesta prot ica nos valores encontrados. PARDINI ˆu‰»—u‰  uˆ ‰ì—  ˆ€‰w—u‰ ‘ u ‡ ‡ “ ¦ † ¨@ ™ ” ˆu‰ † ™” † —u” “u‘ u‰  ™” ˆ ™ rys . neutropenia. hipervalinemia. Resultados positivos devem ser confirmados pela Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) Quantitativa em soro/urina.  ‰u ‘u‡ ‰u‘€‡ ñ † óuô ò ˆu‰ ™ ‘u‰u ô¡‰ †R þ ÿ †©¨ @ — Amino e¦s idos. hidroxiprolinemia. Como em casos poucos freqüentes pode haver variaç es transitórias do nível de ami cidos. Est indicada no estudo de crianças com vômitos recorrentes.. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. Podem interferir no ensaio: cido ascórbico. Aumento da homocistina e metionina plasmï tica e Tromboembolismo uriñCï rias CistationiñCî ria Assintomï tico Aumento cistationina uri( ñ ï ria CistiñCî ria Cï lculos uriñ(ï rios Aumento da cistina e amiñ ' ï cidos dibï sicos uriñCï rios Hiperglicinemia cetótica Cetose. fenil cet ria. Laboratórios: Após secar a gota de sangue. retardo mental Aminoacidemia de cadeia ConvulsC Aumento amin' ï cidos ramificados plasmï ticos e ramificada uriñCï rios Homocistiñ(î ria Retardo mental. hiperlisinemia. infecç s agudas. Aumento de glutamina e citrulina no plasma e urina. valproato. e no controle de tratamento de anim cidopatias. Condi o: 1 círculo de sangue separados em papel de filtro saturado dos dois lados do papel. Sugere a presença das seguintes amino cidopatias: citrulinemia. cisti ria-lisin ria). aspirina. convulsò es Aumento da amônia plasmï tica. cetose. retardo mental Aumento da glicina e ï cido propiônico plasmï ticos e uriñCï rios & ' -cetótica Hiperglicinemia nC Retardo mental Aumento da glicina na urina e plasma Anormalidades do ciclo da ur0 ia Retardo mental. chegando a níveis at z vezes maiores. Devem ser considerados na interpretaç s resultados: variaç s neonatais transitórias (hipertirosinemia. testosterona. Distúrbios Achados clínicos Achados laboratoriais Fenilcetonî ria Clï ssica Retardo mental. homocisti ria. sulfametoxazol + trimetoprim. hipermetionemia.Amino e¦s idos. retardo mental Aumento de amiñ ' ï cidos neutros na urina Síndrome de Fanconi Acidose e raquitismo Aminoacidî ria. este exame deve ser realizado após 48h de vida. Para evitar falsonegativos. At ias entre 2o a 8o C. 304 Instituto de Patologia Clínica H.. M todo: Cromatografia em papel Valor de Refer ncia: Apenas identificaç . glicose. prolina e hidroxiprolina Doença de Hartnup Ataxia. vômitos. variaç es circadianas de at % (concentraç s s mais altas pela tarde e mais baixas pela manh ). GliciñCî ria Assintomï tico Aumento da glicina. diabetes descompensado e traumatismos. d efici cias neurológicas. Cromatografia qualitativa Coment  rios: É utilizada como triagem de amin cidopatias no Teste do Pezinho. progesterona. hiperglicinemia. hiperornitinemia. distî rbio psiquiï trico Aumento de fenilalanina plasmï tica Tirosinemia hereditï ria Cirrose heð ï tica Aumento tirosina plasmï tica Disfunç& o renal tubular Alcapto( Ocronose e Artrite Aumento ï cido homogentísico uri( ñ î ria ñ ï rio &' Histidinemia Defeito de fala e audiç( Aumento da histidina urinï ria e plasmï tica & ' . aspartame. histidinemia. sugere-se repetir a prova. fosfatî ria. indometacina. hiperprolinemia. insulina. gravidez. em casos suspeitos. doença do Xarope de Bordo. envolver em papel alumínio para enviar. hipertirosinemia. hiperargininemia. Cromatografia quantitativa Coment  rios: É utilizada para confirmaç iagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentraç s amino cidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal. PKU. no sangue e urina. distî rbio psiquiï trico Fenilalanina plasmï tica > 15 mg/dl Fenilalaninemia benigna Assintomï tico Aumento fenilalanina plasmï tica Fenilalaninemia maligna Retardo mental. anticonceptivos orais. glicinemia.

67 a 3.34 a 1. 303.48 a 1.16 a 0.35 a 0..09 a 0.26 a 0. PARDINI 305 . Laboratórios : Separar imediatamente após coleta e congelar. óuô Leucina: Prematuros R.0 mg/dL 7. HISTIDINA .7 mg/dL 0.73 mg/dL 0.Veja tamb m: TRIPTOFANO .59 a 2. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. 313.84 mg/dL 0.10o C.23 mg/dL 0.07 mg/dL 1.AMINO CIDOS.98 a 2.8 a 4.95 mg/dL 0.0 mg/dL 1.94 a 2.24 a 0.65 a 3.28 mg/dL 0.93 a 2.55 mg/dL 0.Nascido (1 dia) Adultos ò ncia: ô ô ô 2.78 mg/dL 0.50 a 3. SANGUE Valores de Refer ó Fenilalanina: Prematuros R.31 mg/dL 1. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .5 mg/dL 1.50 a 1. Instituto de Patologia Clínica H.88 mg/dL 1.71 mg/dL 0.10 mg/dL 0.50 a 1.62 a 1.43 mg/dL 0.4 mg/dL 0.9 mg/dL Tirosina: ô Prematuros R.29 mg/dL 0.83 a 3.18 a 0.44 mg/dL 0.24 mg/dL 0.61 mg/dL 0.03 a 2.25 mg/dL 0.03 mg/dL 0.97 a 1. ñ ñ Continu –uu’ u– € ’ õuóuô o..6 a 3.11 mg/dL 0.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Isoleucina: Prematuros R.33 mg/dL 1.43 mg/dL 0..Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô 0.59 a 1.60 mg/dL Condi o: 0.59 mg/dL 0.24 mg/dL 0.37 a 1.59 a 0.69 mg/dL 0.04 a 0.2 a 3.45 a 0.Nascido (1 dia) ô Adultos ô Metionina: Prematuros 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Valina: Prematuros R.2 mL Soro.75 mg/dL 0.70 a 2. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r €– u ’ .8 a 2. 309 e ALANINA M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC.37 mg/dL 1.28 mg/dL ó ô ô ô ô ô ô ô 0..73 a 2.0 a 24.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó vv  †iÿ @ ô — Continua.0 a 7.24 a 0.

AMINO CIDOS.0 a 55.1 a 1.4 ö 2.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö < 0..0 a 11.9 ö 3.0 3 a 12 anos ö 3.5 a 11.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 4. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 a 7.2 a 1. PARDINI . Adultos: *Urina 24h. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r URINA Valor de Refer ncia – Urina 24 horas: õ Fenilalanina .5 Adulto õ Tirosina .5 ö < 16.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.4 Adultos ö 12.9 Adulto õ Leucina .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.3 Adulto ò Valores de Refer ncia .0 3 a 12 anos ö 5. .4 a 3.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.9 a 2. “ †©š “ †©š ò Valina .*Usar 20 mL de Tolueno.0 ö 2.0 a 17.2 3 a 12 anos ö 1. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Laboratórios: *Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.7 3 a 12 anos ö 4.1 õ Isoleucina . 353 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 a 7.1 õ Metionina .10o C..0 a 14.2 3 a 12 anos ö < 9.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.0 a 24.2 a 30.0 Adulto õ “ †©š “ †©š “ † “ †©š óuô † Rô — vv   306 Instituto de Patologia Clínica H.Urina recente (amostra isolada): õ õ Tirosina – nmoL/mg creatinina: Fenilalanina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 1090 a 6780 Prematuros(at semanas) ö 920 a 2280 0 a 1 m s ö 220 a 1650 0a1m s ö 91 a 457 2 a 24 meses ö 333 a 1550 2 a 24 meses ö 175 a 1340 3 a 18 anos ö 122 a 517 3 a 18 anos ö 61 a 314 ö ö Adultos 90 a 290 Adultos 51 a 250 õ õ Metionina – nmoL/mg creatinina: Isoleucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 500 a 1230 Prematuros(at semanas) ö 250 a 640 0 a 1 m s ö 342 a 880 0 a 1 m s ö 125 a 390 2 a 24 meses ö 174 a 1090 2 a 24 meses ö 38 a 342 3 a 18 anos ö 16 a 114 3 a 18 anos ö 10 a 126 ö ö Adultos 38 a 210 Adultos 16 a 180 õ õ Valina – nmoL/mg creatinina: Leucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 180 a 890 Prematuro (at 6 semanas) ö 190 a 790 0 a 1 m s ö 113 a 369 0 a 1 m s ö 78 a 195 2 a 24 meses ö 99 a 316 2 a 24 meses ö 70 a 570 3 a 18 anos ö 58 a 143 3 a 18 anos ö 30 a 500 ö 27 a 260 ö 30 a 150 Adultos Adultos Condi o: Crianças: Urina recente.6 a 8.2 3 a 12 anos ö 7.Continu õuóuô o.0 Adulto ö 2.8 a 6.

cegueira. co -fator biotinidas para atividade de v rias enzimas. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. hipoacusia). Conservaç o para envio: Após a dosagem conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . alteraç s de pele e anexos. Para evitar falso -negativos. ñ ”† ‡ ™” “ —u“u™ ‘” “ óuô †ò ˆ ™”  Fenilalanina Coment  rios: ÷ PKU Utilizado para triagem da fenilcet ria (PKU) no teste do pezinho. M todo: Fluorimetrico modificado Valor de Refer ncia: At mg/dL Condi o: 2 círculos de Sangue (separados) em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.000 nascidos. retard o neuropsicomotor.000. este exame deve ser realizado após 48h de vida. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. sendo herança autossômica recessiva. Inci cia no Brasil: 1:15. A PKU mais freqüente das amino cidopatias. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12.Biotinidase Coment  rios: É utilizado para triagem da defici ncia de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. As formas severas cursam com alteraç s do SNC (ataxia. Inci cia no Brasil: 1:125. A defici ncia da  m dist rbio autossômico recessivo que leva à pouca disponibilidade de biotina. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por “imaturidade das enzimas” com subseqüente normalizaç . o que pode reverter o quadro clínico. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor.  —u“u‘ ‰u‘u‡ ˆu‰Ó— †d ñ † †óuHô • ò ô † ˆu‰ “ d † —u” † ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. Fenilalanina tamb m pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas. Diagnóstico precoce permite reposiç o oral da biotina. A hiperfenilalaninemi let ria ao SNC. Resulta de defici ncia da fenilalanina hidroxilase que catalisa a convers a fenilalanina em tirosina.Colher após 4 o dia do nascimento. . convuls s. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. PARDINI 307 .

Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestaç o da defici cia. uridina-difosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase.at . com seus níveis decrescendo at s 36 meses de idade. triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do Pezinho.0 mg/dL Condi o: 2 círculos de sangue separados em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. S o conhecidas. Manifesta-se com sinais e sintomas gastro-intestinais. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Rec m Nascido .  ñ “ “u‘ d† ò † óuô ô †Á þ †¨  ˆ ‡ “u‘ † †@ Hemoglobinopatias. coli. At ras entre 2 o e 8o C. aproximadamente. causada pela defici cia das enzimas galactose -1-fosfato-uridil-transferase (forma cl ssica). Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. retardo mental e susceptibilidade a sepsis por E. . Conservaç o para envio: . “u‘ † ñ ˆu‰âm ˆ ˆu‰ — ˆ “u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰×—u” † † ˆ€‰ †‰ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ˆu‰ 308 Instituto de Patologia Clínica H. 3) anormalidade de desenvolvimento (ex: persist cia de hemoglobina fetal). 400 hemoglobinas variantes. catarata. Apresentam alta preval cia na populaç rasileira em virtude da miscigenaç racial. 2) reduç o na quantidade de proteína normal (ex: talassemia). O rec m -nascido normal apresenta HbA e Hbfetal. Acarreta no ac mulo da galactose no sangue e tecidos.At 2 horas em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. icterícia. Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. Incid ncia: 1:60.000 a 1:80. A Galactosemi uma doença autossômica recessiva.HPLC Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina anômala Condi o: 2 círculos de sangue total coletado em cart .Galactose Total – triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de galactossemia no Teste do Pezinho.000 nascidos.At 0 dias entre 2o e 8o C. A HbF predomina ao nascimento. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . PARDINI . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. As Hemoglobinopatias s um grupo de desordens gen ticas caracterizadas pela produç anormal de cadeias de hemoglobina. As anormalidades da síntese da hemoglobina s ivididas em 3 grupos: 1) produç mol cula anormal (ex: drepanocitose).

neonatal Coment  rios: Útil para triagem de infecç lo vírus da imunodefici cia humana (HIV) no Teste do Pezinho. Nascido (1 dia) ù 0. A infecç o pelo HIV por via vertical apresenta evoluç o clínica mais grave que nas outras formas de transmiss .HPLC Valor de Refer ncia: ø Prematuros ù 0.50 a 1.76 a 1. ˆ ˆ€‰ ò ñ ˆu‰ –u” ˆ  óuô  ˆ “u‘ †‡ † ˆ u ‰ ÷ — u d ˆu‰R” †  Instituto de Patologia Clínica H.49 a 2.14 mg/dL ø 1 a 3 meses ù 1. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. PARDINI 309 .12 mg/dL ø 4 a 6 meses ø 7 meses a 2 anos ù 0.09 mg/dL ø R. tendo em vista que a IgG atravessa barreira placent ria. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.32 mg/dL ø 3 a 10 anos ù 0.74 mg/dL ù 0.99 a 1. ñ ˆu‰ ˆu‰â—u” ‡ ‡ €‘ d †   ‘u‰u † ò óuô vv  †iÿ @ ô — HIV-1. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .64 mg/dL ø 11 a 18 anos ù 0.37 a 1.77 mg/dL ù 0. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congela r. gravidez (aumento de at 50%). A pesquisa do HIV com PCR til para se confirmar a infecç m crianças.2 mL Soro.10o C. Conservaç o para envio: At ias entre 0o e .66 mg/dL ø Adultos Condi o: 0. É necess rio a complementaç sorologia em caso de HIV neonatal positivo.82 a 1. elevaç transitória do neonato e na hemólise. No Teste do Pezinho realiza-se a pesquisa de anticorpos para antígeno viral HIV-1 do envelope (ENV GP41). Neonatos de m es HIV positivo podem ser soropositivos at 18 meses. Aumento dos níveis plasm ticos podem ser encontrados na Histidinemia (retardo mental e dist rbio da fala).37 a 1. A histidi m ami cido de importância na síntese das bases p ricas e pirimídicas.Rec m nascidos de 3 a 5 dias.Histidina. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç erro inato do metabolismo das proteínas.47 a 1.

PARDINI . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. Ressalta-se que 20% dos neonatos infectados roduzem IgM antes de 30 dias de idade.Rub ’ ola IgM neonatal Coment  rios: Útil para diagnóstico da infecç cong nita pelo vírus da ru la no Teste do Pezinho. Deve ser complementada pela sorologia caso positiva ou haja suspeita clínica. ñ óuô ˆ ˆ u ‰ ˆu‰«d — u ‰ « ‡ † ˆu‰R—u” ò  “€‘ “ ‰«‘uˆu‰«” † ˆ€‰ ‘u’u“u‘ ˆ †  310 Instituto de Patologia Clínica H. na infecç co ita os títulos se mant m ou se elevam com o passar dos meses. A presença de anticorpo IgM para treponema caracteriza uma infecç guda. Resultado negativ xclui esta infecç o (sensibilidade de 80%). M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. A presença de anticorpos IgM para R la no neonat indicativo de r  ola co ita. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. ñ ‘u’€“u‘ ˆ ò u m † ‰ ˆ€‰ “  €m † ‰ m†‰  óuô  ‰† ™ ‘uˆ€‰(–  ˆu‰ u m ‰ † um † ‘u’u“u‘ Sífilis IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de sífilis no teste do pezinho. . Ressalta-se que VDRL e FTA-ABS positivos em rec m-nascidos s o de difícil interpretaç vido possibilidade de transfer cia materna. pois esse n o atravessa a barreira placent ria.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. sen til no diagnóstico da sífilis cong nita. M todo: Imunoensaio enzim tico por captura Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. A infecç materna pelo vírus da r  la pode gerar aborto ou feto com m formaç es (Síndrome da R la Co ita). Deve ser complementa da pela sorologia caso seja positiva ou haja suspeiç clínica. Entretanto.

Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú Desej vel û 6. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú < que 10 µUI/mL ú Aceit vel: < 40 µUI/mL com queda r ida em 10 dias Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar.Colher após o 4 o dia do nascimento. Conservaç o para envio: Após a dosagem. ‰€‘u‰u’u“ “  ‰ ”€‘u—u“ †«ÿuÿ † u“ ‘ “ ˆ ‡ ñ ™ ˆu‰Û—u‰ ‰»ëu” † ™” óuô  ò † ÿ€ÿ ô ˆu‰  TSH neonatal Coment  rios: Utilizado na triagem do hipotireoidismo c ito (HC) no teste do pezinho. pr -termo. Aceita-se como normais valores at 40 µUI/ml com queda r ida em 10 dias. cretinism mico e hipopituitarismo. Os valores normais de TSH neonatal s menores que 10 µUI/ml. dist rbios da horm nese.Colher após 4 o dia do nascimento. PARDINI 311 . A produç o inadequada do hormônio da tireóide no HC tem v rias causa s: agenesia ou ectopia da tireóide. Valores entre 40-100 µUI/ml tam m podem decorrer de outras condiç s: anóxia perinatal. Valores baixos podem decorrer da prematuridade. Incid ncia no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos.0 µg/dL em virtude do TBG materno Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.000 a 10.T4 neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem do hipotireoidismo cong nito (HC) no Teste do Pezinho. ñ uˆ ‰ † óuô  ô ò ˆu‰ ‰u‘u’u“u‘ m† m† † ™” u– ™” €– ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. baixo peso e infecç es intercorrentes. A confirmaç HC deve ser realizada com as determinaç s do T4 livre e do TSH ultra sensível s ricos. doença hipertensiva materna e descolamento prematuro de placenta. Aceita-se como normais valores de at µg/dl em virtude de interfer cia da tireoglobulina (TBG) materna.000 nascimentos). síndrome do desconforto respiratório. icterícia.0 a 17. Nestes casos os valores tam m se normalizam em 10 dias. Conservaç o para envio: Após a dosagem. Elevaç s persistentes s características de hipotireoidismo. conservar o papel d e filtro por 30 dias entre 2o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG. . freqüente no sexo masculino (1 em 5.0 µg/dL ú Aceit vel û limite superior at . Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. . O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal.

acarretando dist rbio da secreç xócrina (muco espesso).000 a 1:9. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: /mL ý 0 a 30 dias þ at ý alerta þ > que 250 ng/mL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de Filtro saturado nos dois lados do papel. . A mutaç mais comum em crianças brancas F508. Laboratório s: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. A Fibrose Cística ou mucoviscidose. havendo mais de 150 mutaç s descritas. A infecç o transplacent ria no início da gestaç mais grave.Toxoplasmose IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de infecç cong nita pelo Toxoplasma goondi no teste do pezinho. 3 trimestre 6065%. ñ “ ˆ ò † ˆu‰ ˆu‰ “  ˆu‰ † ˆu” óuô  ˆu‰ ’u—ud4‘uˆu‰ —u“u‘ † ˆ ’u“u‘ ˆuˆ€‰‰  Tripsina neonatal Coment  rios: ü Fibrose Cística Triagem neonatal no Teste do Pezinho. deve ser complementada pelos m todos sorológicos tradicionais.000 nascidos.000 nascidos -vivos.Colher após 4 o dia do nascimento. Ac mulo de tripsina decorre da obstruç s ductos pancr ticos. infecç cong nita ocorre na seguinte probabilidade: 1” trimestre 10-25%. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. 2” trimestre 30-54%. Caso a triagem da toxoplasmose seja positiva. Conservaç o para envio: Após a dosagem. localizadas no cromossomo 7. PARDINI . Inci cia: 1:2. ˆu‰á” ñ óuô ™ d€–u“ ò †iÿ @ • ‘€’ ˆu‰  ™ ‘ † —u“u‘ ˆ€‰à—u‰ † d ”u ‘† ˆ † † ™” ‡ ‡uˆ ‰ “u‘ ô  312 Instituto de Patologia Clínica H. . Inci cia de 1:3. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . A confirmaç o da doença requer níveis aumentados de cloreto de sódio no suor (iontoforese) e PCR para fibrose cística.Rec m nascidos com 3 a 5 dias. sendo a IgA mais sensível que o IgM no diagnóstico da infecç o con ita. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. que determinam defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. A transmiss transplacent ria ocorre na infecç materna recente. O diagnóstico precoce permite intervenç es ter ticas precoces e o aconselhamento ge ti co aos pais. ma herança autossômica recessiva decorrente de mutaç es ge ticas. Em m s com infecç a -tratada.

2 mL de Soro.37 mg/dL 0.51 a 1. Doença de Hartnup. enterite regional.HPLC Valor de Refer ncia: ÿ Prematuros   0. Diminui na síndrome carcinóide. hipotermia.10o C.30 a 0.Triptofano. Conservaç o para envio: At ias entre 0o a . Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. pós -operatório. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç o de erro inato do metabolismo de proteínas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . PARDINI 313 . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. pelagra e desnutriç o prot ico -calórica. sepse e encefalopatia he tica.49 mg/dL ÿ Adultos   Condi o: 0. Encontra-se elevado na hipertriptofanemia. ñ ˆ –u óuô † ò ˆ † vv  †iÿ @ ô — Instituto de Patologia Clínica H.92 mg/dL ÿ Rec m Nascido   < 1.

PARDINI .314 Instituto de Patologia Clínica H.

dosagem Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níves de acetona no organismo.0 mg/g de creatinina (NR-7. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Mt/Br) Condi o: 50 mL de Urina final jornada de trabalho .Urina 24h. uma de início e outra do final da jornada de trabalho. ¡ Cetoacidoses ¢ 10. Pode produzir neuropatia perif rica e nas intoxicaç s graves: fraqueza. A sua inalaç termina irritaç e bronco espasmo.0 a 70. 1994. A acet rapidamente absorvida pelo trato respiratório. anorexia.2.0 mg/dL ¡ Níveis Tóxicos > que 20.5 Hexanodiona Urin e ria Coment  rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o n -hexano.Para avaliaç xposiç cupacional recomenda -se a coleta de duas amostras de urina.0 mg/dL (para indivíduos n di ticos e em caso de jejum prolongado).0 mg/dL ¡ Exposiç Ocupacional ¢ < que 10. Após o processo de biotransformaç do n-hexano o principal produto excretado na uri a 2. ñ ˆu‰÷—u”ö—€” u‰ u‘ d † ˆu‰ö—€” ˆ€‰ ˆu‰ SANGUE Valor de Refer ncia: ¡ 0. O seu principal efeito tóxico ocorre a nível de sistema nervoso central. por m a intoxicaç o comumente ocorre pela inalaç o de seus vapores nas exposiç s ocupacionais ou quan sado como droga de abuso. visando a prevenç o de alteraç es da s do trabalhador. Conservaç o de envio: Congelar. O n-hexan prontamente absorvido por qualquer via.0 mL de Plasma Fluoretado. perda de peso. ñ du‡€—u” ‘ud † † —u‰ †  ˆ ™ ˆu‰âm ˆ ˆ€‰ùd ‰† ˆ ò óuô ˆu‰ ô ‡† ˆu‰ ™” ˆ ™” ˆu‰R—udR” ˆ€‰(‰  ˆ u‘  Acetona. Instituto de Patologia Clínica H.. Interferentes: A exposiç simultânea ao tolueno inibe consideravelmente a excreç o uri ria da 2.Urina recente . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. calculando -se em torno de 70% a absorç terminada concentraç inalada.0 mg/dL ¢ Condi o: 5. . PARDINI 315 . bradicardia e hipotermia. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Informaç es nece rias: Informar se i tico. óuô ò ˆu‰ † v— v ud  m † ˆu‰ dum † ô Continua..5 hexanodiona.5 hexanodiona.3 a 2. câimbras nas extremidades dos m sculos inferiores. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel ¡ IBMP: 5. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total.

etanol.Urina 24h. ò ó u ô ˆu‰ ô õuóuô o. clordiazepóxido. Conservaç o de envio: Refrigerar.3 mg/dL Ocupacional: > 27. sulfamídicos.0 mg/g de creatinina (NR-7. cloroquina. Enviar 50 mL e informar volume total. A aç o nociva do chumbo no organismo precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteraç o na síntese do heme. 1994. . diazepam. clorpropamida. . Laboratórios: Especificar tipo de urina. ergotamina.9 mg/24h £ Criança ¥ Condi o: 50 mL de Urina recente . . MT/Br) £ IBMP ¥ Urina 24h: £ Adulto at . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Urina isolada: £ at 4. a partir do 15o dia de exposiç .5 mg/24h ¥ at .0 mg/dL £ Exposiç Condi o: 5.Urina início ou final jornada de trabalho .Colher ao final da jornada de trabalho.Urina início ou final de jornada..0 mL de Urina recente . ñ †ò † dö ‰R—u‰R ™” ALA-U ˆ ˆ ˆu‰ † óuô ˆu‰ … ‡ ô †R †H•þ † … † ˆu‰ 316 Instituto de Patologia Clínica H. . Conservaç o de envio: Congelar. Laboratórios : Especificar tipo de urina e enviar em Frasco âmbar (sensível à l uz). O Pb inibe a enzim cido delta aminolevulínico desidratase em combinaç com o aumento da Ala -S. DOSAGEM cido Delta Amino Levulínico ¤ Coment  rios: ` É o indicador de efeito mais utilizado nas exposiç s ao chumbo.0 e 4.5 mg/g de creatinina (NR-7.Continu URINA Valor de Refer ncia: £ 0. estrógenos. hor rio inicial e final da coleta. MT/Br) 10.N coletar amostras às segundas -feiras. hidantoinatos.Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de Urina.ACETONA.5).. O congelamento da amostra deve ser evitado. levando a um aument cido delta aminolevulínico na urina. PARDINI . Interferentes: Barbit ricos.Usar cido Ac tico 8M(10 mL/L de Urina) ou cido Ac tico concentrado(pH da amostra entre 4. 1994.

4 31.Lembrar que o Alumínio m elemento abundante e precauç s especiais dever o ser tomadas para evitar possível contaminaç o da amostra. Interferentes: lcool.0 8.0 a 44..0 a 49.0 12. ñ ‰†  ˆu‰Ó‘u‰  ˆu‰ ˆ ˆu‰R—u” …  d(d€ô ‘u ‰í‘€ˆu‰ ˆ † † ‘uˆu‰ †  ud ‡u—  u“ † ‘ ˆu‰«ë  ˆu‰ ˆ†  u’!u”÷‘u‰ ˆ ™” ™ ”    ˆ€‰ ” ˆ Continua. levando a uma diminuiç na síntese do heme.. Conservaç o de envio: Refrigerar.5 a 23. PARDINI 317 . Os valores de refer cia para pacientes em hemodi lise e para trabalhadores expostos devem ser comparados. Os principais efeitos tóxicos do Al s SNC e no metabolismo oss a. tabaco. cido Delta Amino Levulínico Desidratase ¦  ñ †ò ò ˆu‰  ALA-D ˆu‰ ˆu‰ ™” ˆ€‰ … ô ô u– “u‘  Alumínio Coment  rios: O alumíni um element essencial considerado tóxico. O chumbo inibe a aç da enzima. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor Zeeman) Laboratórios : Informar obrigatoriamente: se est em tratamento com medicamento a base de alumínio (anti cidos). M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 60 U/L Eritrócitos Valor de Refer ncia correlacionado com Chumbo: Chumbo µg/dL ALA-D U/L de Eritrócitos 30. Enviar material em tubo pl stico previamente desmineralizado (kit fornecido pelo laboratório). Sempre mantenha protegido contra poeiras. porque os compostos de alumínio n s o os mesmos. Conservaç o de envio: Refrigerar.9 45. se fa z tratamento de hemodi lise. . Laboratórios: Enviar o mais r ido possível em frasco protegido da luz. preso com el stico).0 21.5 60. Enx mínimo 3 vezes em H2O (a melhor qualidade possível). O Minist rio da S e define como crit rio de avaliaç eo alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano.` Coment rios: A atividade da enzima cido delta aminolevulínico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliaç tóxica resultante da exposiç ) nas exposiç s ao chumbo. N o utilize luvas de l tex para manipular amostras e materiais par lises de elementos em baixas concentraç s.1 a 43. se possui história de falha renal crônica. ars ico e c dmio podem inibir a atividade da Ala-D.8 Condiç o: 3.0 16. Secar em estufa a ± 60o C (o recipiente de secagem dever ser coberto com papel filtro. por m de grande uso clínico como anti cido e como agente quelante de fosfato para pacientes em di lise.7 a 34.8 a 15. Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (Heparina). Procedimento para Desmineralizaç : Deixar o material (preferencialmente virgem) em imers m soluç cido Nítrico 5 a 10% por 48 horas.

As exposiç s ao ars nico no ambiente de trabalho.0 µg/24 horas Condi o: 3.0 mL de Soro (tubo especial desmineralizado).0 a 10. 1994. Obs.0 µg/L § para indivíduos sem história de IRC (Insufici ncia Renal Crônica) Nota: A a cia nacional de vigilância sanit ria (portaria n mero 82. PARDINI . 1994.0 µg/g de creatinina (NR-7. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina recente . Condi o: 3. retirar o uniforme. . Laboratórios: Especificar tipo de urina.Continu õuóuô o. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. enviar 50 mL e informar volume total. comer frutos do mar. de 3 de janeiro de 2000) estab elece parâmetros para avaliaç s níveis de alumínio em pacientes portadores de insufici ncia renal crônica: . normalmente ocorrem por compostos inorgânicos.0 mg/kg) durante os 60 ltimos minutos da sess di lise e dosa-se o Al após 48 horas (antes da próxima sess i lise).Urina 24h. Aparece contaminando v rios elementos (especialmente peixes e crust ceos) e a gua. ..0 µg/L Urina 24 horas: < 10. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 µg/L em relaç o ao valor basal indicam teste posiitvo. MT/Br) ¨ IBMP § 50. ò u’ u“ ‘ ˆu‰ö—u‰  ‡“ ˆ óuô óuô ˆu‰Û—u”Û—  ‡ “ ˆu‰â—u” URINA Valor de Refer ncia: Urina recente: 3.: N colher em local de trabalho.. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .0 mL de Urina recente . O ars ico e certos compostos arsenica is s considerados carcin icos. devendo sempre avaliar as fontes cupacionais e a dieta do trabalhador para melhor correlacionar os níveis urin rios do As. com a exposiç cupacional.ALUM NIO Ÿ SANGUE Valor de Refer ncia: < 10. Aumentos de 50. “u‘ ™ ” ñ óuô † A@ ò ˆu‰ ‰u’€“u‘ ‘u“d †   ‘€ˆu‰R‰ ˆ u ‰ î ‰ ˆ “€‘ ˆu‰Á—ud»” ˆ€‰Á‰   ˆu‰  ‘uˆu‰ ˆu‰  ô  318 Instituto de Patologia Clínica H. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Expectrofotometria de Absorç o Atômica (gerador de hidretos) Valor de Refer ncia: ¨ at . Valores < 30 µg/L § exames anuais .Recomenda-se colher o material no final da jornada semanal de trabalho.0 µg/g de creatinina (NR-7.Urina 24 horas. 353 ò  Ar—¦T nico Coment  rios: O ars ico na uri tilizado como indicador biológico para a avaliaç xposiç cupacional. Valores > 30 µg/L § realizar teste da Desferroxamina (DFO) Teste da Desferroxamina: Infunde-se DFO (5.Durante 3 dias que antecedem o exame.

fígado e rins.N fumante  at . u— †  ˆu‰ ˆu‰ “€‘ ‡ ñ ˆ ò † óuô ˆu‰ v  v  † ô  u—  d † —u” ™ ˆu‰  Carboxi Hemoglobina Coment  rios: Avalia exposiç monóxido de carbono (CO) e diclorometano (cloreto de metileno). MT/Br) © IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Podem ocorrer danos pulmonares. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal.C e dmio Coment  rios: O c mio m agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológic 0 a 30 anos. lavar as m s e a genit lia antes de colher.0% Condi o: 5.0%  © Fumantes (mais 2 maços/dia) 8. A les renal leva a dist rbios no metabolismo de c lcio e fósforo. Obs. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mut nico. MT/Br) 5. que o CO estabelece com tomo de ferro da fraç heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina.: N colher em local de trabalho.0% (NR-7. enviar 10 mL e informar volume total.5% (NR-7.Urina 24h. incapaz de transportar o oxi nio. MT/Br) © Fumantes (1 a 2 maços/dia) 4.0%  © Sintomas de intoxicaç > 10. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 1994. MT/Br) © IBMP para diclomometano e monóxido de carbono .0%  © Nível tóxico  > 20. 1994.0 a 5.Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. † ñ uˆ Á ‰ ud ‰ €ˆ ‰ ’u“ ˆu‰ ˆ ò R ” u‘ uˆ R ‰” vv  † ô €d u’ “ m† ‰Á ’u“u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰Õ—ud óuô ˆu‰ uˆ † ‰  †©¨ Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio : Refrigerar. M todo: Co-Oxímetro .0 µg/g de creatinina (NR-7. 1994. Informaç es nece rios: Informar se fumante. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 µg/g de creatinina (NR-7.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). Laboratórios: Especificar tipo de urina.0 a 9. retirar o uniforme. sendo muito lentamente excretado pela urina. pigmento anormal do sangue.Urina recente . Acumula-se nos pulm es. 1994. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: © at 2. Informaç es nece rias: Informar se fumante. PARDINI 319 . O c mio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins. . Possui aç carcinog ica. A presença da carboxihemoglobina tam m dificulta a dissociaç oxihemoglobina presente.Espectrofotometria Valor de Refer ncia: © N o Fumante xposto ocupacionalmente  at . Sua aç o tóxica adv m da forte ligaç química por coordenaç . diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxi io aos tecidos.

0 µg/dL  Gr vidas Condi o: 2.0 µg/L Valor de Refer ncia .0 µg/dL  Homem > 60 anos  80. sistema cardíaco. necros tica. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 µg/24h Condi o: 10 mL de Urina recente . retirar o uniforme. hemat ria.0 a 155. q ueimaduras. etc. oli ria. hipotens . Informaç es nece rias: Informar sexo. A intoxicaç r cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre).0 a 190. visando detectar a defici ncia ou a intoxicaç lo metal. hemorragia intestinal. ˆ€‰à–u” ‘€“‡ ‡ ˆu‰ì— ˆ “u‘ ‘u‡ ™ ” ‘u ” ˆ € ‰ ¡ ”u–u uˆ ˆu⠉ ‰Ru–‘u‰‰ ˆu‰ “ ˆ€‰à”u– ’€ ˆ u ‰ Ý d ’ € ‡ † ™ SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atôm ica (Chama) Valor de Refer ncia: meses 20. PARDINI .0 mL de Soro. protei ria. Conservaç o de envio: Refrigerar. Pode estar diminuído na doença de Wilson.Cobre Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níveis de cobre no organismo.0 µg/dL  at   90.0 µg/dL  6 anos a 12 anos   70. A defici cia do cobre pode causar defeitos na pigmentaç . Desempenha importante funç metabolismo do ferro. idade.0 a 170. vascular e no esqueleto.0 a 140. Recomenda-se acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.0 µg/dL  6 meses a 6 anos 80.0 a 80. azotemia. coma e morte. ñ ò ò ˆ óuô ˆu‰ ˆu‰  ô  320 Instituto de Patologia Clínica H.0 a 190.: N colher em local de trabalho. taquicardia. queimaç i strica e diarr ia. Laboratórios: Enviar 10 mL de urina e informar volume total. ñ †©š ò óuô  ô vv  R’  URIN¶ RIO M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia .0 a 70. Obs.0 a 302.0 µg/dL  Mulher  85. convuls es.0 a 50. hemoglobi ria.0 µg/dL  Homem 85. lavar as m s e a genit lia antes de colher.Urina 24h.0 µg/dL   Mulher > 60 anos  118.0 a 160.Urina 24h: 2. Caracteriza-se por seas. Os efeitos tóxicos sist micos incluem: hemólise. se paciente est r vida ou em uso de anticoncepcional. ingest e soluç s e alimentos contaminados e exposiç fungicidas que contenham o metal.Urina recente: 15. vômitos. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

: N colher em local de trabalho. ñ ”« † ˆu‰ óuô † ò ˆu‰ ô ˆ ™” íd ™” ˆu‰   Instituto de Patologia Clínica H. A COPRO -U tam m pode estar aumentada em estado febris. cirrose hep tica e na presença de outros metais como Hg. Nas exposiç s ocupacionais ocorrem dermatites de contato.Urina 24h. MT/Br)  IBMP  30. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. É irritante e corrosivo para pele e mucosas devido à sua capacidade de desnaturar proteínas cidos nucl icos. fornecendo níveis mais elevados significativamente quando os valores de chumbo no sangue est cima de 70. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. principalmente.Coletar ao final da jornada de trabalho. Sua determinaç o deve ser usada para a triagem de casos de intoxicaç inicial.0 mcg/dl. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Usar frasco âmbar. Sb. lavar as m s e genit lia antes de colher.Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. a partir do 15o dia após o início da exposiç . febre reum tica.0 µg/g creatinina (NR-7. ulceraç s. ao câncer do trato respiratório. anemia hemolítica e perniciosa.0 µg/g creatinina (NR-7. Ag. PARDINI 321 . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. . enviar 10 mL e informar volume total. Refrigerar. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia:  Normais  at µg/g de creatinina  Exposiç  at µg/g de creatinina Condi o: 50 mL de Urina recente . Bi e Zn. Retirar o uniforme. Obs. . M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at .Recomenda-se a coleta ao final da jornada semanal de trabalho. poliemielite.MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .1994. hor rio inicial e final da coleta.  ˆ ñ † ò ó u ô ˆu‰ ô m† ˆu‰â—udâ”u‘  uˆ ‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰Rd ††iÿA@†@@ ˆu‰   Cromo Coment  rios: Avalia a exposiç ocupacional ao cromo que est ssociada.Urina 24h. . dosagem Coment  rios: O chumbo provoca a inibiç zima coproporfirinog io descarboxilase.Urina recente . É uma alteraç tardia e inespec ífica. levando ao aumento da coproporfirina nos eritrócitos e na urina. 1994.Coproporfirinas. rinite e asma brônquica. . eczema. Laboratórios: Enviar 50 mL de Urina e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

Chumbo SANGUE Coment rios: É um indicador biológico de exposiç o e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo. .  ñ ˆ ”u뀓u‘ ˆ óuô † ò ô ˆ  d©‘uˆu‰ † ‡ URINA Coment rios: É o indicador biológico utilizado na m onitorizaç sorç s compostos orgânicos de chumbo. Instruç es de C oleta: Veja Urina 24h p g. Tam m muito til após a administraç tes quelantes.Urina recente . sem afastamento maior que 4 dias.0 mL de Sangue Total (Heparina). Obs. 1994. Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at 50. 1994. É absorvido pelas vias respiratórias.: N colher em local de trabalho. Acidificar a urina (pH=2) com HNO36N. hor rio inicial e final da coleta. no sistema renal e no fígado. ñ m† † ‡ † ò óuô ˆu‰ ô   ˆ ˆu‰R—u”Rduˆ€’u‰( ”€‘ —€”(d€m ˆ€‰(—€‰  ˆ  322 Instituto de Patologia Clínica H. informar volume total.0 µg/dL (NR-7. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia:  at 40. PARDINI .0 µg/dL (NR-7. lavar as m os e a genit lia antes de colher.0 µg/g de creatinina (NR-7. MT/Br) 100. Ocorre como contaminante ambiental em cons cia de seu largo emprego industrial. retirar o uniforme. no sistema nervoso.Urina 24h. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 10 mL. Exerce aç o tóxica na biossíntese do heme. 1994. MT/Br) 60. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Apresenta efeito cumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos.0 µg/g de creatinina (NR-7. MT/Br)  IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . 1994. MT/Br)  IBMP  Condi o: 5. Hor rio de colet crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas ltimas 4 semanas. digestiva e cutânea.Recomenda-se coletar amostra de final de jornada de trabalho.

Atualmente n tilizado devido à proibiç pelo minist rio do trabalho da utilizaç zeno em concentraç superior a 2 ppm. 1994.  Ingest Benzoato de Sódio (usado como conservante de alimentos). 50 mL de Urina recente . ticas.0 a 400.Urina início ou final jornada de trabalho. ñ ˆu‰Á—ud ˆ ˆu‰»–u” †d ˆ u ‰ ˆu‰Á— ˆ€‰ † ™” ¡ ‰  ud ’ u €— d ”uuˆ –uR òˆ€‰ ˆ€ˆ€‰‰ óuô ô   Fenol Coment  rios: É um test til para avaliar a exposiç fenol facilmente absorvido atrav s da mucosa. É corrosivo.  Ingest o de Medicaç :Fenilsalicilatos. trans tornos digestivos e disfunç o do sistema nervoso. levando a severa ulceraç o. aumentam a excreç Fenol.Etanol Coment  rios: Avalia o nível de etanol no organismo.Recomenda-se coletar urina ao final da jornada de trabalho. a quantidade eliminada encontra-se dentro dos valores de refer cia p/ a populaç xposta (20.0 mg/dL Condi o: 5. pois o Tolueno age como supressor da biotransformaç Benzeno. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina recente . a intoxicaç crônica provoca alteraç s digestivas. na forma conjugada.  Consumo de Etanol aumenta a excreç o do Fenol. pele e excretado pela urina. queimaduras e intoxicaç es crônicas. 1978.Urina final jornada de trabalho . O fenol urin rio deixou de ser o indicador. ”à‡ † Óuï€ëïu” † ‰å– ™ ‘u †  ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰(—€” ˆ ˆ€‰ ™” ñ ˆ€‰(—€” †iÿ @ ò óuô  ˆ€‰àdu‰ ë   u ” † ˆu‰R—u‰Rmu”u‘ “u‘ ˆ ‡ €ˆ ( ‰ €— ‰ †©¨ @ ˆu‰ýmud ˆ ˆu‰ u ˆ © ‰ — ˆu‰ ˆ€‰ † ™  ˆu‰R‘uˆu‰R” ˆu‰â—u‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. 1978. A intoxicaç provoca alteraç o digestiva e nervosa. pois nas condiç es propostas. PARDINI 323 . A principal via de absorç a oral e a mais importante manifestaç intoxicaç lo etanol depress o sistema nervoso central. tais como.0 mg/dL  Intoxicaç  Grave > que 400.Fenolato de Sódio que s metabolizados a Fenol. principalmente. Fatores que alteram a excreç fenol:  Dist rbios Gastrointestinais favorecem a degradaç cteriana de Tirosina e Fenol.Urina: Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de urina. MT/Br) Em caso de acidentes com benzeno: at . endócrinas e psíquicas. MT/Br) IBMP ! 50.0 mL de Plasma Fluoretado.0 a 100.0 mg/L (NR-7. cardiovasculares.Barbit rico s. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: at . . enviar 50 mL de urina e informar volume total.0 mg/dL  Intoxicaç Acentuada  101.0 mg/L (NR-7. . sangüíneas. aumenta excreç Fenol.0 mg/L).Urina 24h. O limite anterior era de 8 ppm.0 mg/g de creatinina (NR-7. Nota: at 4 o fenol uri rio era utilizado como indicador na avaliaç a exposiç recente ao benzeno j rincipal metabólito deste solvente. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Valor de Refer ncia:  Intoxicaç Moderada  50. 353 Conservaç o de envio: Congelar o material e enviar rapidamente para an lise. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.  Exposiç s simultâneas a Tolueno e Benzeno diminuem a excreç Fenol. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Laborató rios: Especificar tipo de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. MT/Br) IBMP ! 250.0 mg/g de creatinina (NR-7. 1994.0 a 30.

al m de atuar sobre o SNC e tecido muscular.*Urina 24h. Os sinais de intoxicaç o aguda compreendem: cefal ia. endo II.0 mg/g creatinina no início da jornada (NR-7. anorexia. PARDINI . Laboratórios: Especificar tipo de urina. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os inseticidas Organoclorados foram proibidos por lei. OP-DDD. do trato respiratório e gastrointestinal.Recomenda-se coletar no início e ao final da jornada de trabalho. metoxicloro. 50 mL de Urina recente . miurex. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 1994. 1994. retirar o uniforme. reflexos pupilares lentos. especialmente. Pode produzir irritaç mucosas. visando a prevenç o de alteraç s da s e do trabalhador. Em casos positivos. alfa-BHC. nos casos crônicos. heptacloroepoxi. Obs. respiraç o deprimida. PP-DDT.5 mg/g de creatinina (NR-7. em que o excesso de calcificaç s ossos resulta em fus s juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. MT/Br) 10. no c rebro e fígado. dis ia. OP-DDE.: N colher em local de trabalho. Condi o: 10. na tireóide. aorta e rins. ñ ˆu‰Ù—€” ˆ ˆu‰«—€‰ ˆu‰Û—ud  † óuô † ò B ˆu‰ ˆu‰  ô Inseticidas Organoclorados Coment  rios:  ‰(‘€ˆu‰  Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o aos inseticidas organoclorados. conserv -la em freezer. após o 4 a dia de trabalho da semana. endo I. ˆ ñ ˆ u ˆ ‰ ” ˆ –u‘ † ˆu‰Ý—u‰ ˆ ò † ™ ” du‡€— ˆu‰öm † ˆ ˆ ˆ † ˆ€‰ ˆ óuô ˆ€‰ ”©ëud ˆu‰©— ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  324 Instituto de Patologia Clínica H. PP-DDD. OP-DDT. enviar 50 mL e informar volume total. . tremores e hepatomegalia. A ingest o de 10 a 80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. aldrin. retirar o uniforme.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).: N colher em local de trabalho. dieldrin. no tecido abdominal. Cas seja enviado imediatamente ao laboratório. gama-BHC. M todo: Eletrodo on-Específico Valor de Refer ncia: " at 0. Avalia a relaç o entre a intensidade da exposiç com o efeito nocivo provocado no organismo. especialmente. S o distribuídos uniformemente pelo organismo. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . altera ç s reflexos profundos e superficiais. concentrando-se nos tecidos gordurosos. 1994. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç ntificaç os seguintes organoclorados: heptacloro. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. prevalecem os valores citados na NR-7 anterior.Urina recente . lavar as m s e a genit lia antes de colher. transpiraç xcessiva.Urina 24 h . betaBHC. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. perda de peso.Urina: Veja Urina 24h p g. endrin. salivaç o. mal estar geral.0 mg/g creatinina no final da jornada (NR-7. Laboratórios: Especificar tipo de urina. . MT/Br) " IBMP: 3. Instruç es de Coleta . Obs.Obrigatório colher em frasco de polietilen o.Urina início ou final jornada de trabalho. endo sulfato. n sendo citados valores na atual NR-7. PP-DDE. delta-BCG.Fluoreto Coment  rios: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteobl stica).

: N colher em local de trabalho. 50 mL de Urina recente .Urina 24 h . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Paration metílico. Sabe-se que a inalaç de v apores de man s produz deterioraç o progressiva do SNC. retirar o uniforme.Urina: Veja Urina 24h p g. lavar as m s e a genit lia antes de colher. A absorç gastrintestinal est relacionada com o teor de ferro na dieta: indivíduos micos absorvem maior quantidade do metal. S o absorvidos pelas vias inalatória. Laboratórios: Especificar tipo de urina. ocasionando ac mulo da acetilcolina no sistema nervoso.Urina recente . PARDINI 325 . Laboratórios: Especificar tipo de urina. M todo: Espectrofotometria de Absorç atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: At . M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os valores citados na NR-7 s referentes a atividade da Acetil Colinesterase. enviar 10 mL e informar volume total. pâncreas e rins. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Diazinon. produzindo intensa excitaç vagal e uma despolarizaç permanente dos m sculos esquel ticos. Obs. Instruç es de Coleta . O KMnO4 atua destruindo as c lulas das mucosas por aç c stica. enviar 50 mL e informar volume total. ñ ˆ ò ˆu‰ ˆu‰¿—ud ‡ ˆ€‰ ‡ † ˆu‰©— ˆu‰©du‰ † ˆ ˆ ‘€ˆ ˆu‰ý—u‰ ˆu‰ † †¦š óuô ˆu‰ uˆ å ‰Ó ” ë u ud ‘ uˆ å ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  Mangan T¤— Coment  rios: Indicador biológico para exposiç manga s. Condi o: 10. ˆu‰zdu‰  ‘u“ ˆ u ‰ du‘u“ ˆ ‘u“  † ñ uˆ ‰ ò óu† ô A@ ˆu‰ ô  ˆu‰ Ç–u” ˆu† ‰ ˆu‰ €’ ud u‘ ˆu“ ‰  Instituto de Patologia Clínica H. Ethion. O manga s concentra-se no c rebro. Malation. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç tificaç s seguintes organofosforados: Phorate. Elimina -se lentamente pela urina. Paration etílico.: N colher em local de trabalho. Provocam a inativaç colinesterase por aç o predominantemente parassimpaticomim tica. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. fígado. bile e fezes.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).0 µg/L Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Urina início ou final jornada de trabalho. A absorç se d las vias respiratória e gastrintestinal. oral e cutânea. Obs. Os inseticidas organofosforados o se acumulam no organismo humano. sendo facilmente degradados e excretados. ossos.Urina 24h.Inseticidas Organofosforados Coment  rios: A monitorizaç e exposiç s organofosforados pode ser feita pela determinaç s mesmos inalterados em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas at horas após a exposiç . retirar o uniforme. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.

Se for possível coletar urina 24 horas. Nas exposiç s acidentais ocorrem bronquites erosivas e pneumonites intesticial.0% (NR-7.0 mL de Sangue Total (Heparina). perda de peso.0 µg/g de creatinina (NR-7. tremores e aumento da excitabilidade do SNC. . 1994. A inalaç representa a principal via de absorç . ansiedade. fígado.Urina 24h. Obs. coraç o . PARDINI . retirar o uniforme. Adicionar 1.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). 1994. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 1994.0 µg/dL Condi o: 10. deprime o SNC.0% (NR-7. sendo que seu ac mulo ocorre no SNC. Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. enviar 50 mL e informar volume total. ñ ˆu‰ ˆ u ‰ ˆ ‡ ‡ ! ô ˆ † ™ ˆ€” ‰ u“u‘ †‡ ˆ ud u‡ u— ” uˆ ‰ d † SANGUE Valor de Refer ncia: At . embora n seja específica.Mercúrio Coment  rios: O aumento do nível de merc rio no organismo ocorre como conseq cia da exposiç o a vapores ou partículas de merc rio que podem ser encontrados em ambientes de trabalho onde se localiza o referido metal.0 mL de HNO36N para cada 100. M todo: CO-Oxímetro (Espectrofotometria) Valor# de Refer ncia: at . 1994. tremores e etc.0 µg/g de creatinina (NR-7. ñ † † ˆ ˆ óuô †ýÿ ò ô †  ˆu‰ýdýdu‘ ™ uˆ ‰  326 Instituto de Patologia Clínica H. A intoxicaç crônic caracterizada por vômitos. pulm . MT/Br) # IBMP: 35. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Gerador de Hidretos) Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Especificar tipo de urina. após absorv ida. a fenilhidroxilamina. rins. o respons vel em grande parte por suas aç es metahemoglobinizantes. O risco de mercurialismo em tais trabalhadores se constitui num s rio problema de s ocupacional. baço e intestino. MT/Br) # IBMP $ 5. lavar as m s e a genit lia antes de colher.: N colher em local de trabalho.0 mL de urina. †óuô  ò URI’¶”p IO Valor de Refer ncia: At . recomenda-se coletar a amostra 16 horas após o t rmino da exposiç . pois tamb m indicador de exposiç o a outros amino ou nitrocompostos ou do uso de certos f rmacos. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . MT/Br) Condi o: 5. Conservaç o de envio: Refrigerar. A anilina produz aç o local no tecido cutâneo e mucosas e.Urina recente . 353 † ò óuô u‘ €ˆ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  †  Meta Hemoglobina Coment  rios: A metahemoglobina constitui um indicador de exposiç ilina. O seu metabólito. diarr ias.

A ingest ral de metanol dificilmente pode ser vista como um risco ocupacional. especialmente. a hepatoxicidade do tetracloreto de carbono e a neurotoxicidade do hexano (inibiç o na biotransformaç metabólito 2.0 mg/dL Condi o: 5.0 mg/L (NR-7.Urina recente . 1994. com produç de narcose. ela potencializa a toxicidade de outros solventes. Sua excreç inalterada e de seus produtos de biotransformaç (MEC) largamente influenciada por fatores individuais.0 mL de Urina. óuô † ò ô  Metiletilcetona Coment  rios: A MEC excretada na urina pode ser utilizada como indicador de avaliaç s exposiç s ocupacionais. Conservaç o de envio: Enviar material congelado.0 mg de Fluoreto para cada 100. embora possa ocorrer tamb m a absorç cutânea. .Urina 24 horas. sendo o ico lcool alif tico capaz de produzir uma acentuada acidose metabólica. † ñ SANGUE ˆ Valor de Refer ncia: % < que 0.Usar 100. . Laboratórios: Especificar tipo de urina e informar volume total. a introduç sorç s r via respiratória.15 mg/dL % Concentraç s Tóxicas: > que 20. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Interferentes: A ingest o concomitante de bebidas alcoólicas aumenta ligeiramente a concentraç metanol. óuô ò ˆu‰÷—ud ™ ” ˆ ˆu‰÷”à‰ —€à–u‰ ˆ u ‰ Û ” Û d u m ˆ u ‰ † ˆu‰ du—ud † —u” ˆu‰R‰ ˆ  ‡u‘   † ˆu‰R—u‰ ô ™” URINA Valor de Refer ncia: % at 5. 1994. nessas condiç s. MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina final de jornada de trabalho . aos vapores de metanol e.Urina 24 horas.0 mg/L (NR-7.Urina recente . & IBMP: 2.0 mg/L (NR-7. A sua toxicidade elev vida à metabolizaç o em cido fórmico e formaldeído. 353 Conservaç o de envio: Enviar material congelado. 1994. principalmente. É rapidamente absorvida pela via respiratória. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Valor de Refer ncia: Geralmente n encontrado na urina d xpostos.Metanol Coment  rios: É utilizado como indicador biológico na monitorizaç exposiç o a o metanol. O formaldeído apresenta efeitos danosos seletivos nas c lulas retin ianas.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 mL de Plasma Fluoretado. Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. A exposiç cupacional . A principal aç MEC no organismo humano ress o do sistema nervoso central.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. MT/Br) % IBMP: 15. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina do final de jornada . ñ ˆu‰ † Ù d † u— u” – ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ R — u d ˆu‰R—u‰ óuô ò ˆu‰ ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ Á — u d ™” ”R‘uˆ€‰(” ô  Instituto de Patologia Clínica H. . PARDINI 327 .5 -hexanodiona ). 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

A cianos indício de gravidade. Outros sinais s hipertermia.*Urina 24h. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor Zeeman) Valor de Refer ncia: .Urina recente . A principal manifestaç intoxica ç íquel carbonila a dis ia. lavar as m s e a genit lia antes de colher. tosse. asfixia.0 mg/L (Fumante) ' at . *enviar 10 mL e informar volume total. retirar o uniforme. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina recente. uma de início e outra de final de jornada de trabalho. No organismo.0 µg/L (NR-7. necrose cerebral.Níquel Coment  rios: Indicador biológico de exposiç níquel. 1978. Preconiza -se a coleta de duas amostras. .Recomenda-se coletar ao final da jornada de trabalho. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: ' at . MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Este metabólito xcretado pela urina e pode ser utilizado como indicador biológico. ñ ˆu‰öd ˆ u ‰ Û ‘ u d –u‘ † ˆ€‰ý ˆu‰Û—u‰à ‘ du‰ ˆ † –u‘ † ˆu‰ ” — †   óuô †iÿf¨ ò ˆu‰ ô ˆu‰  ˆ  Tiocianato Coment  rios: O cido cianídrico e seus sais s tilizados industrialmente.poder ser biotransformado no fígado a tiocianato pela aç da rodanase. A principal aç stes compostos provocada pelo íon cianeto (CN-). ˆu‰ † ”  ñ † ‘uˆu‰ †H† • þ ò ˆ€‰ óuô † vv    ˆ€‰  u— R ‰  ˆu‰í–  ˆ€‰ —u” ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰R–u‰ d R ‡ u ‘  ô 328 Instituto de Patologia Clínica H. o CN . colapso. . pulso r pido. utilizado na monitorizaç e trabalhadores. a ia. É importante notar que indivíduos fumantes apresentam uma concentraç lasm tica de tiocianato mais elevada do que indivíduos fumantes. vômitos.0 µg/L (NR-7. MT/Br) ' at ' IBMP ( 60. n seas. câncer pulmonar (casos crônicos). após absorç . taquicardia. Informaç es nece rias: Informar se fumante. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Deve ser colhido após o 3 o dia da exposiç . após 17 a 39 horas de exposiç o semanal. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. atuando a nível celular. PARDINI . Se houver opç r um ica amostra. tontura. devido à presença cido cianídrico no tabaco. parada cardíaca. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. que produz hipóxia. edema agudo e necrose pulmonar. dermatite (casos crônicos). zumbidos.: N colher em local de trabalho. 1978. mal-estar generalizado. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 50 mL. esta dever ser a do final de jornada de trabalho.0 mg/L (N Fumante) Condi o: 50 mL de Urina final de jornada de trabalho . Obs.

Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (Sensível à luz). Os vapores de zinco ou de seus sais sol veis s o altamente ir ritativos para os pulm s. A absorç o s pelas vias percutânea. podendo ocorrer certo ac mulo destes e de seus metabólitos em caso de exposiç freqüente. O TCE e o TCA s s principais metabólitos encontrados no sangue e na urina. ñ óuô  ô vv  Continua. Informaç es nece rias: Informar idade do paciente. oral e inalatória. Instituto de Patologia Clínica H. Enviar 50 mL de urina.0 mg/g creat ) Exposiç Tricloroet ileno Triclorocompostos totais: 300. ˆu‰ uˆ ì ‰ u— d ”ý uˆ ì ‰ ud ‰ † “ ˆu‰÷dum  ‡ … ˆu‰ì—ud ™” ñ †ò ˆ  ˆˆuu‰‰R dduu‰‰ R ó u ô ˆ u ‰ R d u ‰ ‰R‡ ‰Ç—uˆu”z ‰ ô uˆ R ‰ u— ‰ ˆ  €ˆ « ‰‰ ˆu‰ † † ˆu‰   ˆu‰Ù—ud Zinco Coment  rios: Para avaliar a concentraç corpórea do zinco s ropostos como indicadores biológicos o zinco urin rio e o sanguíneo..  “u‘ ™” ò ™” ˆu‰ † † ˆu‰ ! ‰†‰ u“u‘ ˆu‰î– du‡u—u” ¡  ‡ ˆ ˆ ù ” €—  ˆ€‰ –u‰ ™” SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç Atômica (Chama) Valor de Refer ncia . exercendo aç irritante e depressora do sistema nervoso central.. A chamada febre do fum efeito mais comumente observado em trabalhadores expostos ao óxido de zinco. O processo de eliminaç s hidrocarbonetos alif ticos clorados relativamente lento. Conservaç o de envio: Refrigerar.5 mg/L ) Exposiç 0 Tricloroetano Triclorocompostos totais: 40. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: NR-7 Portaria no 24 de 29/12/94 Tetracloroetileno 0 cido Tricloroac tico: 3. como triclorocompostos totais.Eritrocit rio: 500 a 900 µg/dL Condi o: 10. Interferentes: O consum lcool pode reduzir a excreç rin ria destes produtos devido à inibiç biotransformaç . sendo que a proporç o ent re as partes eliminadas varia de uma substância para outra. tricloroetileno) s sorvidos tanto por via respiratória quanto pela pele íntegra.0 mL de Sangue Total (Heparina). PARDINI 329 . Conservaç o de envio: Refrigerar.7 atual (tetracloroetileno. O zinco um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua defici cia pode acarretar s rias conseq cias à s mana. Intoxicaç s crônicas resultantes de exposiç s ocupacionais ao zinco s co freqüentes.0 mg/g creat 0 ) Exposiç Condi o: 50 mL de Urina após ltimo dia de jornada semanal.Triclorocompostos Totais e Fraç ¥ es Coment  rios: A avaliaç exposiç s compostos clorados util iza a determinaç s concentraç s de tricloroetano (TCE) cido tricloroac tico (TCA) isolados ou conjuntamente. tricloroetano. Os tr s hidrocarbonetos alif ticos clorados contemplados pela NR .

Coletar em qualquer hor rio da jornada de trabalho a partir do 3o m s de exposiç o. A determinaç o do zinco no líquido seminal pode servir para avaliar a evoluç funç secretória da próstata e ainda para salientar d iagnóstico de infecç lândula. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.000 µg/L Condi o: 1. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina recente .ZINCO óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ˆu‰ ˆ u ‰ uˆ ‰   † dý‘uˆ ESPERMA Coment rios: Fatores como motilidade e viabilidade do esperma est iretamente ligados às concentraç s de zinco no mesmo. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Recomenda-se coletar urina final de jornada de trabalho. uˆ Û ‰ u— ‰ † ñ óuô ò † † ‡ † † ˆ ™” ô  “ ˆ 330 Instituto de Patologia Clínica H.: N colher após ejaculaç . M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia m dio: 156. M todo: Hematofluorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 80 µmoL/moL HEME Condi o: 5.0 mL para cada 100. Se a amostr o for enviada imediatamente ao laboratório. adicionar cido ac tico (1. enviar 50 mL de e informar volume total. n colher em local de t rabalho. retirar o uniforme. Obs. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar.0 mL de Sangue Total (Heparina). PARDINI .0 mL esperma. a hemessintetase.Continu URINA M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: 150 a 700 µg/L Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Urina 24h.  ñ ˆ ˆu‰ —€d ˆ óuô ò ñ ˆ ˆ€† ‰(— ˆu‰R—udR’ ˆ€‰«—ud ˆ€‰ ™” ô Zinco Protoporfirina Coment  rios: A elevaç s nívei s de zinco protoporfirina no sangue perif rico constitui um dos efeitos da absorç o do chumbo pelo organismo. que pode estar associada a infecç s crônicas ou malígnas. A diminuiç concentraç o do metal causa de anormalidade do espermograma.. ñ õuóuô o. Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Especificar tipo de urina..0 mL de urina). com isso o ferro da mol cula de protoporfirina IX substituído pelo zinco dos reticulócitos e conseqüentemente no lugar de se produzir heme. forma -se a zinco protoporfirina que liga-se à globina. O chumbo inibe a ltima enzima na biossíntese do heme. Conservaç o de envio: Refrigerar. Valores elevados de ZPP tamb m podem indicar anemia.

Cortrosina Estímulo com ACTH para: Androstenediona. 40. teste de tolerância Maltose. DHEA. teste Homocisteína após estímulo de Metionina Gastrina.Teste de Restriç Hídrica Tolerância r ida a Insulina . 30. 17 OH Pregnenolona. 39.Sobrecarga oral com C lcio 36. teste Lactose. Estímulo para TSH com TRH  Provas Funcionais para Pâncreas Endócrino 14. 38. Estímulo para Calcitonina com infus 34. Tolerância a Glico se Diabetes Insipidus . 43. 17 OH Progesterona. teste de tolerância Estímulo para Testosterona com HCG Acidificaç ri ria. 20. Cortisol.KITT Diagnóstico de diabetes gestacional Estímulo do Peptídeo C . 03. 23. 22. 42. 17. Composto S. 25. 29.DDAVP Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH Estímulo r pido para Cortisol com ACTH . 08. 07. 27. 18. 10. 16. testes confirmatórios  ˆˆ ˆˆ ˆu‰ Provas Funcionais da Tireóide 13. Nefrolitíase 35.Sustacal Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose Tolerância à Glicose Endovenosa “€‘ u– €ˆ ‰ Provas Funcionais para Hipófise Anterior Estímulo para HGH Estímulo para HGH com Dexametasona Supress o para HGH com Glicose Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Estímulo para Prolactina com TRH Megateste Supress o para Prolactina após L -Dopa Geraç IGF -1 Estímulo para LH e FSH com LH-RH ˆ ˆ † uˆ ‰Rˆ —u” ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆu‰R—u”  Provas Funcionais Metabólicas da Nefrolitíase  31. 19. 04. 11. Teste de Pak . Estímulo para ACTH com Desmopressina . teste de tolerância Sacarose. Progesterona Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Estímulo com CRH/CRF pós supress com dexametasona Estímulo para ACTH com CRH/CRF Supress o do Captopril Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress o com Dexametasona Supress o com Dexametasona em crianças Aldosteronismo Prim rio. 05. 12. 09. 06.Provas Funcionais da Supra-renal 01. Estímulo para Calcitonina com infus 32. 15. D-Xilose. 37. estímulo alimentar e estímulo após glucagon Provas Funcionais para o Diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide C lcio Pentagastrina C lcio e Pentagastrina (simultâneo) Provas de absorç1 o de carboidratos Outros testes ˆu‰© ‘u Instituto de Patologia Clínica H. 26. 24. 02. 41. Estímulo para Calcitonina com infus 33. 28. PARDINI 331 . 21.

idosos e com sintomas de insufici cia adrenal. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples).: • Pode ser feito o teste apenas com o Cortisol. 3 D. doença cerebrovascular. Amostras s o colhidas 30. cardiopatas. O material deve ser coletado e transportado em tubo pl stico e congelado imediatamente. N o apresenta efeitos colaterais. PARDINI . Obs. colher amostras de soro 30’ e 60’ após a injeç .  ˆ ñ “ ˆ óuô ˆ  “€‘ 03.05 U/kg). em seguida. ñ ˆô † du‘ ¡ ˆÁ” ˆ€‰ óuô 332 Instituto de Patologia Clínica H. 30. Estímulo para ACTH com Desmopressina 2 DDAVP Material: 2. Teste de estímulo prolongado: hoje pouco usado.0 mL de Soro. Cuidados: Contra indicado para pacientes convulsivos.5 mL de Soro. A centrífuga tem que ser refrigerada. • Colher glicemia em todos os tempos e na hipoglicemia. O ACTH deve ser colhido somente entre 08:00 e 10:00 horas. Hipoglicemia com Insulina para dosagem Cortisol e/ou ACTH Material: 1. Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. Preparo do Paciente: Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da m . ˆ ˆu‰å—€‰ ñ óuô  02.1 U de insulina simples/kg de peso (quando h forte suspeita de defici ncia aplicar 0. 15. Crit rio de interpreta o: 3 CORTISOL após Hipoglicemia deve ser ≥ 16 µg/dL.PROVAS FUNCIONAIS DA SUPRA-RENAL 01. N o realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. Cuidado com hipoglicemia durante o teste. Cushing: Resposta acima de 50% do basal para Cortisol e ACTH. Aplicaç o clínica: (-) 20 kg = 1/2 ampola (+) 20 kg = 1 ampola Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. ter sempre glicose hipertônica pa ra aplicaç o EV se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Estímulo r4 pido para Cortisol com ACTH 2 Cortrosina Material: 1.0 mL de Plasma (EDTA) + Soro. Preparo do Paciente: Colher amostras 15’ antes da administraç DDAVP e colher amostras basal (0). 60 e 90 minutos após a hipoglicemia. 45 e 60 minutos após a admini straç o de 10 ug de DDAVP endovenoso. Crit rio de Interpreta o: 3 Normais: só 10% responde acima de 50% do basal. 3 ACTH após Hipoglicemia aumenta 2 vezes ou mais.

Colher sangue basal para Renina e Aldosterona e 120’ após 40 mg – Oral de Furosemida. Estímulo com ACTH para: Androstenediona. Certos adenomas se comportam com hiperplasia. Obs.4 mcg/dL.4 mcg/dL indicam Cushing ectópico. Estímulo com CRH/CRF pós supress1 o com Dexametasona Material: Cortisol 6 1. supl 1:25 1997 Instituto de Patologia Clínica H. Colher entre 08:00 e 09:00 horas. Preparo do Paciente: Supress o com DXM 6 administrar ao paciente 1 comprimido de 0. Estímulo com CRH 6 JO 8h. Crit rio de Interpreta o: A prov considerada positiva para Síndrome de Cushing (hipofis rio). A Relaç Aldosterona/Renina se eleva acima de 40. Progesterona Material: 1. -N resenta efeitos colaterais. quando se aciona o sistema renina-angiotensina com diur ticos ou espirolactona chamado “Adenoma responsivo a angiotensina”. 60 e 120 minutos (opcional) após a injeç .7 a 8. seguido de 2 horas em p com deambulaç o.5 mg de Dexametasona. em geral acima de 100.0 mg/dL Relaç o Aldosterona/Renina 6 20 a 30 No Hiperaldosteronismo prim rio.5 ng/mL/h 5 Aldosterona se eleva para 13. 17 OH Pregnenolona.04.5 mL de Soro. Cortisol. Resposta . nas seguintes dosagens: Adultos 6 100 mcg / Crianças 6 1 mcg/kg peso corporal. The Endocrinologist. PARDINI 333 .17 OH Progesterona 60’ após ACTH: 5 Normais: < 200 ng/dL 5 Zona Cinza: 200 a 450 ng/dL 5 Heterozigotos: 450 a 1500 ng/dL 5 Formas o Cl ssicas: 1500 a 12000 ng/dL 5 Formas Cl ssicas: > 12000 ng/dL Resposta dos demais esteróides veja nosso informativo HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA. Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da ma .normal. quando os níveis de Cortisol atingirem valores acima de 1. Dose: comprimido 40 mg = 1 comprimido . em relaç o aos outros esteróides o valor m ximo de resposta ltrapassa 2 a 3 vezes o valor basal. 17 OH Progesterona. ñ d† du‘ ¡ ˆ óuô ‰Û‡  ˆ du‘ ¡ ˆ÷—u‰ Cuttler GB The Endocrinologist. supl 1:25 1997. na maioria dos pacientes resposta normal da Aldosterona.5 ng/mL/h Hiperaldosteronismo Prim rio (HAP) ou outros hipermineralocorticismos. DHEA.Atividade Renina Plasm tica (PRA) maior do 1.: O teste pode ser feito com qualquer dos hormônios acima. Para este teste n o precisa interromper tratamento da hiperten o. em seguida. Só interromper beta bloqueadores.0 a 50. colher amostras de soro 30 (cortisol ou Composto S). Teste Postural Potencializado pela Furosemida (8) . Fingling JW. Preparo do Paciente: JD 4h. ñ ˆu‰Rdu– ‘uˆu‰© † óuô ˆu‰ ‘ ¡ ˆR” ˆ  ‘uˆ   † 05.0 mL de Soro. iniciando às 12:00 horas do primeiro dia e terminando às 06:00 horas da m dia seguinte (8 comprimidos equivale a 2 mg/dia = LIDDLE I). Após 2 horas da tomada d ltimo comprimido de Dexametasona (08:00 horas da m ). Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. Composto S.5 ng/m/l/h . Interpreta o: 5 Renina se eleva para 1. o mais característic discreta ou o resposta da Renina ao estímulo. † ó€ô ˆ   ô ˆ v ô uˆ ‰ ‰ † d ˆ €‘ ˆ ¡  06. Abaixo de 1. de 6 em 6 horas durante 2 dias. os valores abaixo de 1. colher amostras nos tempos: 0 (basal) e 15 minutos após administraç o endovenosa de CRH. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples).

Crit rio de Interpreta o: Aldosterona plasm tica 8 < 15 ng/dL Aldosterona/Renina < 50 7 Hipertens o arterial essencial . logo após tomar 1 comprimido 25 8 mg de Captopril (Capoten). Supress1 o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Preparo do Paciente: . uso anti -hipertensivos.A press sistólica deve estar acima de 100 mm Hg antes de tomar o comprimido. infundir soro fisiológico. aos 15 e 30 minutos. em geral no pulm ectópicos s o responsivos. > 35% indica doença de Cushing em 90% dos casos. Manter o paciente deitado durante todo teste e 1 hora após. 1995.relaç Aldosterona/Renina > 50 7 Aldosteronismo prim rio .Se no final do teste o paciente estiver hipotenso ou muito sonolento. . o responde ao CRH. 7:10S-16S Nieman L. 8 Dose: 1 comprimido = 25 mg Condiç es: JD 4h ou C. apenas 7% s o irresponsivos.O. In Endocrinology.O. Raros casos de 7 Cushing Ectópico.Tomar 300 mcg (0. WB Saunders Company. edited by DeGroot LJ.6 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona/Renina 8 > 8.07.PA. colher novamente Sangue para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). 5 minutos antes da injeç CRH. Cutler GB Jr: Cushing’s syndrome.Repouso antes de colher o basal. 7 Aumento 8 timo e pâncreas.Colher Sangue basal p/ ACTH (10 mL).senta no mínimo 10 minutos): > 12. 77:1308-12. Estímulo para ACTH com CRH/CRF CRH . PARDINI .M.JO 8h. 2 horas depois. 7 Pseudo Cushi ud ‘ ¡ ˆ ñ Cutler. . The Endocrinologist 1997.3 mg) de Clonidina via oral (pacientes com aproximadamente 70 kg). . frio. 1 hora de repouso. ‰ † óuô ˆu‰Rdu‰Rmud ˆu‰ ˆ ‘uˆ u‘ ˆ ‘u’R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ˆu‰R—u” † ‘uˆu‰ ˆ ˆu‰ 08. Nieman LK. Supress1 o do Captopril Colher Sangue basal para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). Crit rio de Interpreta o: O resultad expresso em relaç sal. mas responde à supress com DXM baixa dose.Philadelphia. ˆu‰  ˆu‰ ñ ‰(‡ ˆu‰Róu—uô ‰ ˆu‰R—u”Rë€d ˆu‰Rdu‰ “ 334 Instituto de Patologia Clínica H. por m pode haver discreta resposta do 7 Cushing Adrenal (ACTH independente) ACTH que o ultrapassa a 5 pg/mL.Dosar catecolaminas plasm ticas basais e após supress .Realizar somente em adultos.Injetar CRH (l microg/kg) EV . N cess rio dieta pr via. 8 Tirar toda medicaç ipertensiva 2 semanas antes do teste – C.9 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona 8 ˆu‰ ¡ ñ ˆt‰ † ˆ€‰(‘u”d  ˆ  ‰ u – u uˆ ‰ d€‘ ¡ ˆ óuô † ˆu‰ uˆ ‰ ˆ —€‰ ¡    09. Oldfield EH.Colher Sangue para ACTH (10 mL). Crit rio de Interpreta o: Normal – reduç s níveis em 50% ou mais em relaç basal. deixar dormir mais um pouco e os cuidados que se deve tomar com a sonol ncia).Hormônio Liberador da Corticotrofina Fazer entre 08:00 e 09:00 horas da m Preparo do Paciente: . Muit til para afastar aç lquer tipo de stress. tomar as mesmas condutas que se toma no teste da clonidina em crianças (sal debaixo da língua. et al.M. .GB Jr. .relaç tico = Hipertens o arterial essencial 7 Aldosteronismo idi A relaç Aldosterona/Renina pode ser feita com valores basais 8 (9 a 10 horas da m . verificar press rterial. respond e ao CRH. .: A simplified morning ovine corticotropin-releasing hormone stimulation test for differential diagnosis of adrenocorticotropin-dependent Cushing’s syndrome. responder ao CRH. J Clin Endocrinol Metab 1993. . Wesley R.

SUPRESS@ O .2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas.Colher sangue entre 7 e 9 h da m .1o dia: Tomar 4 comprimidos de 0.Tomar 1 mg de Dexametasona VO. para Cortisol e/ou ACHT. p/Cortisol e/ou ACHT. segundo LIDDLE).Colher Urina 24 hs basal p/ 17 OH. . A Dia seguinte . 18:00.Colher sangue entre 7 e 9 h da m .Colher sangue entre 7 e 9 h da m . . . . LIDDLE I ˆ ˆ ‘uˆu‰ ‡ dö‡ †‰ ˆ  TESTE C/ 8 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS. Preparo do Paciente: BASAL . 12:00. 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. Trazer a Urina 24 h. Preparo do Paciente: BASAL .5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas.3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 horas da manh .Dia seguinte: Colher sangue entre 7 e 9 h da man .5 mg/24 horas A CORTISOL LIVRE URIN RIO A queda de 50% do valor basal ACTH queda de 50% do valor basal. começando às 6:00. p/ Cortisol e/ou ACHT. 18:00 e lt ima tomada às 24:00 (ou começando às 12:00. SUPRESS@ O . . LIDDLE II d€‘ ¡ ˆ ‡ ‘uˆu‰ ‡ TESTE R¶ PIDO C/ 8 mg DE DEXAMETASONA † ‰ˆ  Preparo do Paciente Colher sangue entre 7 e 9 h da m .Às 23:00 horas . durante 2 dias (16 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 32 comprimidos). 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). começando às 6:00.Tomar 8 mg de Dexametasona VO.1o dia: Tomar 1 comprimido de 0.Colher sangue entre 7 e 9 h da manh . 12:00. p/ Cortisol e/ou ACHT basal. .10. du‘ ˆ ¡ TESTE C/ 2 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS. durante 2 dias (4 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 8 comprimidos). 17 OH e/ou Cortisol Livre. segundo LIDDLE). Supress1 o com Dexametasona TESTE R¶ PIDO C/ 1 mg de DEXAMETASONA ¡ .5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. 17 OH e/ou Cortisol Livre. . Trazer a urina 24 horas. A CORTISOL queda de 60% do valor basal ou < 5 µg/dL A ñ ª vv ô du‘ ¡ ˆ … du‘ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. p/ Cortisol e/ou ACHT. 18:00 e a ltima tomada às 2 4:00 (ou começando às 12:00. . para Cortisol e/ou ACTH. 18:00.2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH.Colher Urina 24 h basal p/ 17 OH. A Às 23:00 horas . para Cortisol e/ou ACHT.3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 hrs da manh . A Crit rios para Supr o 17 KS < 7 mg/24 horas A 17 OH < 4. PARDINI 335 . 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). p/ Cortisol e/ou ACHT basal.

.  ˆu‰R—u” NEJM 1994. ˆu‰Û—u”  ˆu‰Á—€” ”uë!u” “ †  Rdumud ˆu‰Á‰um AMOSTRAS DE SANGUE VENOSO ADRENAL ESQUERDA E DA DIREITA Esse teste obviamente só ser feito quando as imagens radiológicas especialmente tomografia espiral com corte de 3 milimetros videnciar o tumor. após 2 a 3 litros de soro fisiológico. Na suprarenal do outro lado a relaç ldosterona/cortisol est suprimida e geralmente com valores inferiores da relaç o medida na veia perif rica. ou seja.  ˆ SUPRESS– O COM FLUORHIDROCORTISONA ORAL Ingest 0. PARDINI .Controle rigoroso da press SUPRESS– O COM SORO FISIOLÓGICO Administraç venosa por 4 a 6 horas. 4 gramas por dia. Colhe-se o sangue perif rico simultaneamente e o sangue de cada veia adrenal para aldosterona e cortisol. Teste r pido . uˆ ‰R”u‘u—u‰ ó€ô ”«‘€ˆ † — ˆ€‰  ˆ † ˆ ˆu‰R” ˆ ˆu‰ SUPRESS– O ORAL COM SAL O paciente tem que tomar dieta com alta quantidade de sal com 3 dias. Supress1 o com Dexametasona em Crianças Dose Baixa (equivale a 2 mg) → 30 mcg/kg/dia Dose Alta (equivale a 8 mg) → 120 mcg/kg/dia Calcular a dose total. laparotomia. hipertens ssencial a aldosterona cai abaixo de 6 nanog/dL após 2 ou 3 litros de infus o. eventualmente.331:629-36 12.11. Acima de 13 microgramas indica aldosteronismo prim rio.Cuidado com problemas cardíacos . ou seja. ou seja. o pot ssio tem que ser dosado com fr ncia para constatar os valores de c lcio. fracionar de 6 em 6 horas por 2 dias. Importante: Este test o pode ser feito em pessoas que tem comprometimento cardíaco ou pessoas debilitadas. a aldosterona plasm tica cair ixo de 6 nanog/dL. Injeta-se 200 microgramas de ACTH sint tico (cortrosina) e colhe-se sangue a cada 10 minutos durante 50 minutos após ACTH.Tomar VO comprimidos ou soluç Dexametasona. dividir em 4 tomadas.1 miligramas a cada 6 horas com suplementaç rigatória de sódio 20 a 30 milimol 3 veze s ao dia por 4 dias. Aldosteronismo PrimB rio. 2 tabletes de 1 grama de NaCl em cada refeiç o por dia. que aumenta aldosterona e da resultado falso-positivo. A dosagem de Cortisol feita para excluir stress mediado por ACTH. Normais. ‘uˆu‰R”    ˆu‰ † d † † ˆ€‰«d   † uˆ ‰ ˆ 336 Instituto de Patologia Clínica H. Importante: Este test muito perigoso porque pode produzir severa hipocalemia. Interpreta o: Em pessoas normais. As pessoas normais excretam aldosterona igual ou menor do que 12 microgramas/24 horas. Valores maiores de 10 nanog/dL s o diagnóstico de produç autônoma de aldosterona (adenoma). A relaç Aldosterona/Cortisol calculada de cada lado e comparada. ou seja. Por isso tem que ser acompanhadas por enfermagem.Acompanhamento m ico rigoroso . de 500 mL de soro fisiológico por hora. No 3 o dia colher Urina 24 horas e verificar se o Sódio urin rio esta maior do que 200 milimoL/24 horas o que confirma a alta ingest Sódio. testes confirmatórios . Primeiro faz-se a laparoscopia. Dosa-se Aldosterona e cortisol plasm ticos no início e no fim da infus o.15 mcg/kg às 23:00 horas. Se o paciente tiver o tumor a relaç ldosterona/cortisol estar maior no lado do tumor.

M). Obs. > 13 anos. igual adulto. gosto amargo. ñ €ˆ ‰ óuô ˆ †– † ‘ €    ˆu‰ † ™”  †  ˆu‰Rdu‰ u– †— ˆu‰ PROVAS FUNCIONAIS PARA PÂNCREAS ENDÓCRIN O 14.PROVAS FUNCIONAIS DA TIREÓIDE 13. Todos r idos e imediatamente após a injeç o. ** Glicemia plasm tica casual definida como aquela realizada a qualquer hora do dia. sendo indicada atividade física normal nesse período. .5 µUI/mL em relaç valor basal. com 8 a 14 horas de jejum (ou C. 50 µg. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. mas em indivíduos diferentes h grande variaç .O. 100 µg. agudamente doentes ou inativos.: A resposta aumentada fica a crit rio clínico. Durante o exam cess rio que o paciente permaneça sentado e n fume. nos tr s dias que antecedem ao teste. As respostas numa mesma pessoa s sempre semelhantes. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. PARDINI 337 . Caso o m dico insista. Dar 75 gr de glicose. consultar o m ico se pode fazer apenas o TSH Ultra Sensível. ñ õuóuô C Curva GlicD mica ” † ‘€”  —€”(€’ud “ ¡ ˆ ˆu‰ ™” ‘uˆ€‰ †  Categoria Glicemia de Jejum Alterada Tolerância Diminuída à Glicose Diabetes Mellitus Jejum* > 110 e <126 < 126 > 126 2 horas após 75 gramas de glicose (mg/dL) Casual** *O jejum efinido como a falta de ingest o calórica de no mínimo 8 horas. Nota: O diagnóstico de Diabetes Mellitus deve sempre ser confirmado pela repetiç test e em outro dia. Dose: Evitar fazer o teste em crianças menores de 5 anos . calor perineal. O TTG recomendado para pacientes hospitalizados. com um mínimo de 150 gr de carboidratos. polidpsia e perda inexplicada de peso. ou seja. embora os crit rios de baixa reserva tenham sido modificados porque pessoas normais podem ter elevaç s de 60 µUI/mL. sendo que a resposta em geral roporcional ao valor basal. sem observar o intervalo d ltima refeiç . O prazo m ximo de jejum 14 horas segundo a OMS. a menos que haja hiperglicemia inequívoca com descompensaç metabólica aguda ou sintomas óbvios de DM. Preparo do Paciente: Colher amostra basal e 30 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. sea. O teste deve ser realizado pela man . Estímulo para TSH com TRH Material: 0.9 mL de Soro. Crit rio de Interpreta o: Resposta baixa: espera-se um incremento menor de 2. em um volume de 300 ml para ser ingerida em 5 minutos. *** Os sintomas cl ssicos de Diabetes Mellitus incluem poli ria. Tolerância à Glicose Crit rio de Interpret o: Preparo do Paciente: o paciente deve fazer dieta sem restriç s.Informar medicamentos em uso e. se mulher. crianças de 6 a 13 anos . †— dÁ‡   ˆu‰ † ˆ < 140 mg/dl (se realizada) > 140 e < 200 > 200 > 200 (com sintomas clï ssicos***) † —u” ‡ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ Instituto de Patologia Clínica H. ou seja. fazer o teste com 1/2 da ampola. fazer o teste com 1/4 da ampola.

N o permitida ingest líquidos at conclus o do teste. PARDINI . 6. smolalidade s ric tingir um valor igual ou superior a 292 mOsm/l . o parâmetro a ser seguido **Cas° seja disponível a aferiç ireta da osmolalidade uri G ° F ria. Área 4: Diabetes Insipidus Nefrogênico. ˆ†  ‘u Teste de Restriç1 o Hídrica ˆ ˆu‰R—u” ‘u † † †d ‘¡ˆ † ˆ€‰ù—€”  ADH. Se a relaç ·° tre Uosm/Posm < 1. pelo menos) e o teste interrompido caso a perda de peso seja superior a 5%. A densidade uri G osmolalidade uri G teste (notadamente a ° F ria e pode ser interessante sua pesquisa durante a realizaç refratometria)(10. Nefr ico Polidpsia Prim ria final do test ó€ô 9 ˆ '9 ‰u’u“u‘  improvF vel o diagnóstico de polidpsia primF ria. Área 2: Diabetes Insipidus Nefrogênico. Caso o período noturno seja utilizado o peso dever ser verificado o mais próximo possível desse período.  ‘€ d † ‡ 3 ˆu‰Rd(‰ ˆu‰ 1 ˆu‰©”u‘ † dR‘uˆu‰Rd ˆu‰ uˆ ¡© ‰ — ’u“€‘ ˆu‰ 1 8 "t #' 9 15 10 9 8 7 ADH PLASMÁTICO pg/ml 4 12 00 10 00 D E S ID R ATA Ç Ã O P IT R E SS IN A 80 0 6 5 4 3 2 1 LD 2 80 2 90 3 00 3 10 OSM OLALIDADE URINÁRIA mosmol / Kg 60 0 2 40 0 20 0 2 0 . como sugerido. A urina coletada de hora em hora para verificaç volume e osmolalidade**.02 mcg/kg (ou 20 mcg) de DDAVP via subcutânea (9). Se ao final do teste de restriç deve-se proceder ao teste de infus salina. ˆu‰â– 1. Área 3: Síndrome de Secreção Inapropriada de ADH.I.Pesar o paciente no início da restriç o hídrica. 338 Instituto de Patologia Clínica H.Medir a osmolalidade uri ria 30 e 60 minutos depois.I. Figura 2 .Administrar 5 UI de pitressina ou 0. 4. tabaco e cafeína deve ser evitado a partir de seis horas antes do início do teste*. ° F ria. 2. Central D. Quando houver estabilizaç o da osmolalidade urin ria (alteraç menor ou igual a 30mOsm/kg por 2 a 3 horas consecutivas – usualmente leva 8 a 12 horas para ocorrer) colhe-se material para dosagem s rica de ADH e Posm (8). embora menos precisa. 3. # ‚"$# $ "ˆ #) $ "# $ )# "8# Interpreta o (5): Aumento na Uosm após Vasopressina < 9% > 50 % > 9% e < 50 % < 50 % < 9% Nos pacientes com polidpsia primF ria o período de privaç ser maior. O us lcool. nesse instante do teste. Os valores de ADH e osmolalidade colhidos ao final do teste de restriç nomograma (figura 1) e o diagnóstico diretamente observado.Faz-se coleta de sódio e ADH s ricos.11). Interpretação: Área 1: Pessoas normais e polidpsia primária. diretamente. Área 2: Diabetes Insipidus Central.Relação da osmolalidade urinária com ADH plasmático durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias (7-modificado). Interpretação: Área 1: pessoas normais e com polidpsia primária. O laboratório Hermes Pardini realiza a dosagem da osmolalidade.5 1 5 10 50 > 50 OSM OLALIDADE PLASMÁTICA mosmol / Kg ADH PLASMÁTICO pg/ml Figura 1-Relação do ADH plasmático com osmolalidade plasmática durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias(4). que pode ser v erificada indiretamente ˆ† ˆ ¡ u ˆ ‰ ‰R—u”R   ˆ€‰ ˆ€‰à—u‰ *Pode se optar por iniciar o jejum em outro horF rio de acordo com a disponibilidade do local onde o exame serF realizado.15.5 ao Normais D. 5. atrav s do crioscópio. A utilizaç o nomograma de ADH x osmolalidade uri ri til para diferenciaç tre diabetes insipidus nefro ico parcial e polidpsia prim ria (figura 2). $ "& # (% 8 #$ )' ídrica s colocados em um .O peso do paciente deve ser verificado regularmente (de hora em hora. caso o fluxo urin rio seja < 4 l/dia ou às 6 da ma caso o contr rio. Diabetes Insipidus E A desidrataç romove um forte estímulo para liberaç medindo-se a osmolalidade uri ria e/ou ADH s rico. Parcial D. apresenta boa correlaç com a poderia ser o peso.I. Pode se iniciar a restriç ídrica à meia noite.

+ 20’ e + 30’. +12’. ˆ ˆu‰R–u‰€—u” † ˆu‰ ‰†  Instituto de Patologia Clínica H. Deve ser realizado na 24a a 28a semana de gestaç . O test realizado para caracterizar o grau de resist cia à insulina em pacientes di ticos. -5’. * jejum de 8 a 14 horas. +9’.16. iagnóstico de Diabetes Gestacional ˆu‰ † ‘u”  †— ˆu‰ Diabetes Gestacional – SBD/OMS Rastreio: .40 %/min I obesos 3.01 a 6. N cess rio jejum.1 unidade de insulina regular por Kg de peso EV. Diagnósti co: Preparo: 8 a 14 horas de jejum. 0. No tempo “0” aplicar 0. .10 a 5.Na primeira consulta s o empregados os mesmos procedimentos e crit rios diagnósticos empregados fora da gravidez. Diagnóstico de Diabetes Gestacional Diabetes Gestacional – ADA/NDDG Rastreio: 50 gramas de glicose VO.O rastreamento entre a 24a e 28a semanas de gestaç ser realizado em uma ou duas etapas: Em duas etapas: • Com glicemia de Jejum: rastreio positivo se Gj > 85 mg/dl • Com glicemia 1 hora após 50 gramas de glucose: rastreio positivo se Glicemia > 140 mg/dl Nos casos positivos aplicar o TTOG* com 75 gramas de glicose.01%/min Resist ncia a insulina: I < 3.O. Colher sangue para Glicose nos tempos: -15’. > 95 mg/dl ² Jejum : > 180 mg/dl ² 60 min: > 155 mg/dl ² 120 min: > 140 mg/dl ² 180 min: Dois ou mais valores.30 %/min ”† u ˆ ‰ ñ “ óuô “u‘ d€m † 17. Considerado positivo se glicemia uma hora após sobrecarga > 140 mg/dl.M.N realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. Tolerância rB pida à Insulina H KITT Preparo do Paciente: JO 10h ou C. + 15’. 100 gramas de glicose. como acima. Nota: no rastreamento com 50 gramas de glicose. Em uma etapa: • É aplicado diretamente o TTOG* com 75 gramas de glicose. PARDINI 339 . Crit rio de Interpreta o: I normal 5. Diagnóstico de Diabetes Gestacional O diagnóstic feito quando a glicemia duas horas após o TTOG com 75 gramas de glicose for >140 mg/dl. . +3’. + 6’. valores de glicose plasm tica de uma hora > 185 mg/dl s considerados diagnósticos de Diabetes Mellitus Gestacional.

Tomar 6 mL de Sustacal por Kg (acima de 60 Kg n xceder a 360 mL). • Em adolescentes com IDDM.019 ng/mL. aqui vai valer a avaliaç o clínica.18.245 Crit rio de Interpreta o: INSULINA BASAL S Normal < 20 µUI/mL S Suspeita de RI 20 a 30 µUI/mL S RI > 30 µUI/mL INSULINA PÓS -GLICOSE S Normal < 150 µUI/mL S RI moderada 150 a 300 µUI/mL S RI severa > 300 µUI/mL Ref. . 180 min atR 300 ) Preparo do Paciente veja TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE p g. em alguns casos. • Pacientes com IDDM (Diabetes Mellitus Insulino Dependentes) com menos de 5 anos de duraç .Colher sangue para Peptídeo C e Glicose. a queda progressiva de Peptídeo C muito mais r ida do que em adultos. Tomar o Sustacal em menos de 10 minutos. 30.33 ng/mL e se elevam para ± 0.15 ng/mL. Interpreta o: Pacientes c/ Peptídeo C > 2. ResistQ ncia à Insulina GTT c/dosagem de insulina e glicose (0. tem grande aumento do Peptídeo C após o Sustacal. colher outro sangue para Peptídeo C e Glicose.20 respondem aos agentes orais. . 120. Observaç es: • Resposta normal 150 a 300% do basal. .: Endocrinol Metab Clin N Amer 1988.Diluir 6 medidas de Sustacal em 1 copo de leite + 1 /2 copo de gua = 360 mL. Embora esse teste possa ser til para distinguir Diabetes Tipo 2 de Tipo 1. pode haver superposiç valores. • 19% de pacientes com Peptídeo C abaixo de 0. 60. após a sobrecarga de Sustacal. 73: 590-595 ñ óuô  340 Instituto de Patologia Clínica H. ˆu‰à”  ˆu‰ ˆu‰ €ó ô ” † ˆu‰â—u” ‡ † u– ˆ 19.77 ng/mL após Sustacal. 17 (4): 685-703 J Clin Endocrinol Metab 1991.Após 90 minutos. Estímulo do Peptídeo C P Sustacal . Bibl. PARDINI . tem Peptídeo C basal ± 0. IDDM tem basal ± 0. Lembrar que em 81% d os casos o test conclusivo.013 ng/mL subindo somente para ± • Pacientes com mais de 5 anos de duraç 0.

1’após fazer infus .Excesso de exercício físico deve ser evitado pelo menos 1 dia antes do teste.O. .0 mL de Soro. lavar o escalpe com soro fisiológico.O teste deve ser adiado se o paciente apresentar qualquer doença. Instituto de Patologia Clínica H. Cuidado: Após a infus o do soro glicosado. . ‡  õuóuô  vô ˆu‰ ˆ ˆu‰ Crit rio de Interpreta o: Acompanhar a queda do percentil. PARDINI 341 . 5’. fazer 3 dias de dieta contendo pelo menos 150g de aç car e atividade física habitual. Tolerância à Glicose Endovenosa Material: 1. + 5’ e +10’.5 g/kg no m ximo de 35 g Concentr o infundida: 25% Tempo de infu o: 3 min ± 15 segundos Tempo zero: final da infus Tempos de coleta: basal.M. Hor rio do Teste: 07:30 às 10:00 horas (preferencialmente) Dose de Glicose: 0.20. +1’. Jejum: JO 10h ou C.1313-1316. PERCENTIL DA SECRET @ O NORMAL DE INSULINA µU/mL Percentil 1 3 5 10 25 50 75 99 1+3 Min 46 56 64 81 112 162 219 551 1+3 2 vezes o Basal 24 36 43 55 91 137 193 462 ñ óuô Diabetes Care 1992: 15(10). Preparo do Paciente: Como recomendado para curva de tolerância. + 3’.

90 e 120 minutos após. se necess rio (manter soro fisiológico venoso). † ˆ€‰ † † INSULINA Material: 1. e 60 minutos após t rmino do exercício. 30.PROVAS FUNCIONAIS PARA HIPÓFISE ANTERI OR 21. Apenas liberar para atividade física quando tiver passado o efeito do medicamento. Cuidados: O cliente apresenta com freq ci seas e vômitos.1 U de insulina simples/kg de peso. O repouso após o test fundamental. dentro dos parâmetros iniciais. Dosagem da clonidina pelo gr fico da superfície corpórea = peso + altura ˆ “€‘ ”† ˆu‰ ˆ€‰ ”† ˆ Continua.05 U/Kg). 60 minutos após a hipoglicemia. poder ser feito um reforço na dose de Insulina. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. CUIDADOS: V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar a descompensaç o cardíaca. ! u“€‘ dî‘u †  CLONIDINA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar VO 0. 1 a 2 horas após o teste.15 mg/m2 de clonidina (Atensina®). entre 15 e 30 kg = 250 mg e acima de 30 kg = 500 mg. Amostras s colhidas 30. V Pacientes di ticos em uso de insulina: nos hiperglic micos ifícil conseguir hipoglicemia.0 mL de Soro Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. Nova coleta de sangue 60.. 342 Instituto de Patologia Clínica H. V Pacientes pós -cir rgicos de hipofisectomia. 90 e 120 minutos. nesses casos repetimos o teste após ® metoclopramida (Plasil ). ter sempre glicose hipertônica para aplicaç o EV. V JO 8h. V Com hipoglicemia durante o teste. temos que interromper o teste. Cuidados: V Todos os pacientes apresentam hipotens o e sonol cia. colhendo ent amostras 60. Seguem-se 20 minutos de exercício contínuo (subir e descer escadas ou andar depressa) e nova coleta de sangue 0 (após t rmino do exercício). V Crianças agitadas. V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar à descompensaç o cardíaca e hipotens severa. que n permitem manter o so ro na veia. risco de hipoglicemia grave. PARDINI .  d€m † ‡ ”† ˆ ˆu‰  ˆu‰ “ †— ¡  ˆ L-DOPA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar por VO L-Dopa na dose de: at kg de peso = 125 mg. quando ent colhida uma amostra basal. Estímulo para HGH U Material: 1. GH EXERC¼ CIO Preparo do Paciente: O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 15 minutos.0 mL Soro.. V Reforço: dependendo do nível da hipoglicemia. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. usamos doses menores de insulina (0.

Supress1 o para HGH com Glicose e Dextrosol Material: 0.ETINIL ESTRADIOL. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. Crit rio de Interpreta o: Queda para níveis < 2. 90 e 120 minutos após o estímulo. 2:30 e 3 horas) b. JCEM 1994. sugerimos L-Dopa e exercício.00 ng/mL d Normais f > 5. após a coleta de uma amostra basal.5 mL de Soro.Administrar VO mestinon 70 mg por m2 de superfície corporal (nomograma). 120. 2. N o realizamos testes de estímulo. desaparec em os falsonegativos. porque apresentam efeitos colaterais mais brandos que os demais. 3:30 e 4 horas) Crit rio de Interpreta o: c Resposta normal: 36 ± 5 mUI/L d Resposta do D ficit de GH: 3 ± 1 mUI/L õuó€ô † ˆu‰ö— o ñ JCEM 1992 75(2):536-9 Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia 1994 -Curitiba. 40 mcg/m2 por dia.79:537-41 SensibilizX`Yba o com ETINIL ESTRADIOL Nos pr -puberais ou no início da puberdade em “ambos os sexos”. o paciente recebe por via oral 75 g de glicose e s o colhidas amostras de Soro 60 e 120 minutos após. ou seja. Com essa medicaç o. pode ser utilizado via oral .O. favor enviar peso e altura da criança. O procediment i tico ao de um teste de tolerância glicose cl ssica. quando administrado agudamente. Cassorla F. 2 mg VO Colher o sangue basal. † ˆ Crianças menores de 2 anos: ˆ  22. EPM . et al. Administr o da Dexametasona: a. aconselhamos fazer como screening o IGF1 e o IGFBP-3.00 ng/mL d Sugere Acromegalia f ñ ‰ † —u“€‘ óuô ˆ Instituto de Patologia Clínica H.. Cuidados: O uso pr vio de atropina impede o aparecimento de cólicas intestinais. Colher sangue para GH nos tempos 60. 1 mg/M2 EV Colher o sangue basal. 2 dias antes do teste. Estímulo para HGH com Dexametasona A Dexametasona. 210 e 240 minutos (basal. Sendo necess rio teste de estímulo.SP † óuô 23.(P029) Pinto. PARDINI 343 . 150 e 180 minutos (basal. apesar dos efeitos delet rios no crescimento.EST MULO PARA HGH Ÿ MESTINON W Preparo do Paciente: Colher sangue no tempo basal ("0") .Continu õuó€ô o. ACAR e cols. O laboratório fornece o Etinil Estradiol. 3.M.. BROMETO DE PIRIDOSTIGMINA † INTERPRET“•”– O dos testes acima > do que 3 ng/mL: Pr -Puberal (Tanner 1) > do que 5 ng/mL: Tanner 2 > do que 7 ng/mL: Tanner 3 e Tanner 4 † Marin G. 180. apresenta um potente estímulo à secreç GH.

60. em geral elevado. Colher amostra basal 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. Estímulo para HGH com TRH em CR lulas Tumorais Material: 0. o valor de GH. calor perineal. Crit rio de Interpreta o: Aumento > 100%.7 mL de Plasma. ñ † óuô ˆ€‰ ‘€ ˆu‰ u– ˆu‰ 25.5 mL de Soro. TSH e HGH e 90 minutos para Cortisol. ñ  ‰ † ˆu‰R‰ vv  uó ô ˆ ‘u ˆ u ‰ ÷ëudu‘ €– ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ 27. gosto amargo. g Crit rio de Interpreta o: Queda maior que 50% dos valores basais. FSH. gosto amargo. Aplicar insulina. mais 0. Crit rio de Interpret o: A resposta de cada teste deve ser considerada isoladamente.O. Crit rio de Interpreta o: Pacientes com c lulas tumorais devem responder e. FSH e LH aos 60 minutos para FSH. deve ser significativamente maior que o valor basal. ACTH.M. deve pelo menos duplicar ou. Após 1 comprimido de Bromocriptina (2. 120 e 180 minutos para dosar GH e Prolactina. Colher sangue aos 30 minutos após estímulo para TSH.4 mL de Soro e 0. PARDINI . após 20 minutos da hipoglicemia aplicar LH -RH + TRH. LH. Cortisol. ñ õuóuô 344 Instituto de Patologia Clínica H. Todos r idos e imediatamente após a inj eç . colher sangue aos 30. ñ óuô ˆ€‰(d€– 26. Megateste h Avaliaç1 o HipofisB ria Total Material: 1. sea. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Preparo do Paciente: JD 4h. calor perineal. Cortisol e ACTH. 200 mcg de TRH e 100 mcg de LH-RH. Obs. Preparo do Paciente: JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher. Estímulo para Prolactina com TRH Material: 0.05 UI/Kg de peso de insulina simples. Preparo do Paciente: JO 8h. Supress1 o do HGH e Prolactina após Bromocriptina Material: 1. Pode haver enjôo.24. LH. tendo como base um ritmo de secreç . Colher sangue no tempo "0" (basal) para TSH. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. Colher amostra basal. Colher sangue "0" (basal). sea. nesses casos.5 mL de Soro. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Administrar ao paciente. mantendo a veia. Todos r idos e g imediatamente após a injeç o. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneame nte? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame.0 mL de Soro. ACTH e HGH. via endovenosa. vômitos e hipotens ós o Parlodel. HGH.5 mg por via oral).: 30% dos normais podem responder.

Crit rio de Interpreta o: Crianças pr . Após L -DOPA. variaç s de 0. responder questi rio: atualmente sua menstruaç v m todo m s? Caso n venham. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham.5 mL de Soro. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J us ou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Colher sangue para dosar Prolactina no tempo "0" (basal).mesmo dia “0” às 18:00 horas p 2o .1 ng/mL.5 a 2 vezes i LH aumenta de 4 a 10 vezes Fase tea: i FSH 0.1 unidade/kg/ de GH) p 1o . Informaç es nece rias: Se mulher.0 mL de Soro. Preparo do Paciente: JD 4h e repouso.1 ng/m t m valor. Interpreta o: Incremento de 20% em relaç basal ou IGF -1 p > 15 ng/mL e IGFBP-3 p > 0.4 mcg/mL. ñ   ‰ † ˆu‰R‰ ™” vv  óuô ˆ ‰€‘u†  ëu” †   ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆu‰ “ “ ‡ ˆ u‰ uˆ ‰ “ ˆu‰ 29.: tomar cuidado com o limite inferior de detecç do ensaio que 0.dia “3” às 18:00 horas i IGF 1 e IGFBP 3 após GH p dia “4” às 09:00 horas i GH Basal ou estimulado elevado com pequena resposta de IGF 1 e/ou IGFBP 3 em relaç o ao normal. 10 mg/Kg de peso.5 a 2 vezes Mulheres: Fase Folicular: i LH aumenta 3 a 4 vezes i FSH 0. p N resenta efeitos colaterais. Supress1 o para Prolactina após L -Dopa Material: 0. colher sangue aos 60 e 90 minutos para dosar Prolactina. pode ser encarado como insensibilidade parcial do receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH que pode revelar mutaç es.5 a 2 vezes. ó€ô •(‘€ˆu‰ “ ˆu‰Rdu‰ ˆ€‰ ™ ˆ † €— ” ™” 30.eres: i LH mentar i FSH duplica Homens: i LH aumenta 4 a 10 vezes i FSH 0. Crit rio de Interpreta o: Queda de 50% dos níveis basais. Obs.dia “1” às 18:00 horas p 3o . via oral.28. Estímulo para LH e FSH com LH-RH Material: 1. ou seja. PARDINI 345 . Geraç1 o de IGF -1 Procedimento: i IGF 1 e IGFBP 3 basal p às 09:00 horas dia “0” i Injeç s GH (0. Aplicaç da ampola: (+) 20 kg = 1 ampola ( -) 20 kg = 1/2 ampola. dose m xima de 500 mg. uˆ du‰ – u ˆ R ‰ ñ † –u‡€m óuô ‰ † ˆu‰R‰ vv  ˆu‰ –u‰u—u”R‘uˆu‰Rd u• ‡  ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Preparo do Paciente: Colher amostras basal (0').dia “2” às 18:00 horas p 4o . com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est gr vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Informaç es nece rias: Se mulher. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 100 µg de LH-RH.

Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r ñ ˆ€‰ u– ˆu‰ s 1 o de CB lcio e Pentagastrina 33. PARDINI . Estímulo para Calcitonina com infus1 o de Pentagastrina 0.0 mL de soluç fisiológica.PROVAS FUNCIONAIS PARA O DIAGNÓSTICO DO CARCINOMA MEDULAR DA TIREÓIDE 31.8 mL de Soro Preparo do Paciente: JD 4h.9% de NaCL infundida em 10 segundos Cada ampola possui 40 µg de Pentagastrina diluída em 2. sensaç lenitud strica ou n sea que regride espontaneamente em 1 ou 2 minutos.9% de NaCL. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosagem de Calcitonina. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de CB lcio Material: 1.0 mL de soro fisiológico. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar a calcitonina. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosar calcitonina. .0 mL de Soro.0 mL de 0. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r  ñ ˆu‰å—  † ˆu‰«ˆu‰w —u” — u ” w – ”w’u —u”«’u  346 Instituto de Patologia Clínica H.a infus e c lcio pode provocar sensaç calor e de plenitu strica e a pentagastrina pode provocar desconforto subesternal.0 mL de 0. Colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. 1 ampola diluída em 2.0 mL de 0. Após injeç r ida (1 minuto) de gluconato de c lcio a 10%. Após injeç r ida (10 segundos).9% de NaCL) de pentagastrina. Aplicar EV 2 mg/kg de gluconato de c lcio a 10% infundido em 1 minuto. Estímulo da Calcitonina com infut (simultâneo) Material: 0. Colher sangue no tempo "0" (basal) para dosar calcitonina. 2 mg/Kg de peso. seguido de 0.5 µg/Kg em 2. Preparo do Paciente: JD 4h. C lculo da ampola: peso x 2 : 9 = mL da ampola Resposta do Teste: < 100 pg/mL q Normais r entre 100 e 200 pg/mL q Suspeito de CMT r > 200 pg/mL q Sugestivo de CMT r  ˆu‰ u– 32. infundida em 10 segundos.a ampola de pentagastrina cont m 40 µg em 2. .5 µg/kg (em 2.

enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. enviar alíquota 50 mL e Informar o volume de 24h. Colher todas as urinas sem perder nenhuma m icç . Urina de 24 horas Colher material para duas ou tr s rotinas. colocar inicialmente no frasco. O estudo com a dieta pobre em c lci mais realizado. Urina isolada (Jejum Obrigatório). N o pode refrigerar. Manter em temperatura ambiente. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o.   © 8õuó€ô €ˆ ‰ ˆ€‰(—€d ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Para cada rotina deve-se coletar urina de 24 horas. PARDINI 347 . dever ser colocado no frasco Bicarbonato de Sódio 5 g/L de urina. Outros laboratórios. fornecido pelo laboratório. Nesse material ser feito o exame de v cido Úrico …  du’u‘ † ˆ€‰ ˆ A terceira urina 24h dever ser colhida sem conservante e refrigerada. se elevado. realizar teste de PAK. M sio e Oxalato u …   “ “ ˆ   “  ‰R‘u“ˆu‰ †  ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ ˆu‰ Na segunda urina 24h. Outros laboratórios. Nesse material ser feitos os exames de: Cistina qualitativa. N o refrigerar.após 12h de jejum absoluto de gua e alimentos ( veja observaç v Urina tipo I com pesquisa de dismorfismo eritrocit rio v Urocultura com antibiograma 2. fornecido pelo laboratório. de prefer ncia tr s rotinas. Obser oA Se o pH > 5. Nesse material ser feitos os exames de: C lcio.30. Deoxipiridinolina/Piridinolina. Rotinas Na primeira Urina 24h.5. 2 0 mL por litro de urina de HCL 50%. dosar PTH v Creatinina v Fósforo v Pot ssio Exames de Urina 1. Para outros laboratórios enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. Sódio e Creatinina. Citrato. Se o pH desta gasometria arterial for ≤ 7. fazer gasometria arterial. rigorosamente antes de começar a coleta. solicitar prova de Acidificaç urina.PROVAS FUNCIONAIS METABÓLICAS DA NEFROLI T ASE 34. Nefrolitíase Exames de Sangue: cido Úrico v v C lcio Iônico. Nos casos de hipercalci ria. Manter temperatura ambiente. Colher amostra isolada de urina (2a da manh ou após 4 horas de r etenç ) para os exames: A) v pH pelo pHm tro .

20. urin. poder fazer x desjejum. apesar do c lcio urin.Hiperabsorç o Intes tinal de C lcio: C lcio urin./creat. no dia do teste. > 4 mg/24h.20. ñ Tomar 2 comprimidos de C lcio Sandoz F em 1/2 copo d’ . desprezar toda a urina./creat. Teste de Pak w x Ingerir 300 mL d’ ua entre 21:00 e 24:00 horas. jejum < 0. da realizaç o desta dieta. Colher toda a urina das próximas 2:00 horas (mais ou m enos at  s 10:00 horas) e dosar: x y C lcio y Creatinina u’ Teste de Sobrecarga Oral com CB lcio €’ud ¡ ˆ ˆ  du‘ ¡ ˆ † † Crit rios de Interpret o: . jejum ≥ 0. urin.Hipercalciúria: C lcio uri rio: > 4 mg/Kg de peso ou € Homens: > 300 mg/24h € Mulheres: > 250 mg/24h . Obs.11.  s 07:00 horas da m Colher amostra da primeira urina da man para exame de Urina rotina (jato m dio) às 08:00 horas e x desprezar o restante. jejum ≥ 3./creat.Hipercalciúria indeterminada: C lcio urin.11 e após sobrecarga ≥ 0./creat.35.Hipercalciúria Renal: Relaç o c lcio urin. Após 3:30 horas da x sobrecarga de c lcio colher toda a urina e dosar: y C lcio y Creatinina   ¡  d” —u”Ruu’’€ud( u’   ˆ€‰  ô uõ €ó ô  ‘u  ˆ  ‘u    ˆ   348 Instituto de Patologia Clínica H.5 € Relaç . c lcio urin. pós -sobrecarga dividido pela relaç o c lcio urin. urin. 300 mL d’ . urin. urin. pós -sobrecarga < 0. Após 1/2 hora (30 minutos). PARDINI .Hipercalciúria Marginal: C lcio uri rio: > 150 e < 250 mg/24h ./creat. . x Ingerir./creat. jejum < 0.11 e c lcio urin. ingerindo: 1 copo de c + 4 torradas ou 4 bolachas sal + 1 copo d’ ua. Nesse momento. x Permanecer em jejum durante 08:00 horas.: Após sobrecarga diminui AMP Cíclico. urin.

: O test realizado pela m . D -xilos m monossacarídeo normalmente inexistente no sangue.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado basal. Essa defici cia pode ser idiop tica. Em pacientes normais observa-se um aumento da glicemia maior que 20 a 25 mg/dl. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici ncia de lactase. ou secun ria a outras doenças: enterites infecciosas. Jejum: Adultos „ JO 8h Crianças „ JO 4h . doença de Crohn. Procedimento: 1. indometacina. Esse teste s til em pacientes com funç renal normal. D-Xilose.0 g/Kg (at no m ximo 50 g). doença inflamatória intestinal.PROVAS DE ABSORƒ  ‚ O DE CARBOIDRATOS 36. Medicamentos como aspirina. Essa defici ncia na síntese de lactase pelo enterócito acarreta em diarr ia osmótica. teste de tolerância Coment rios: Útil na investigaç da defici cia de lactase na mucosa intestinal. Colher Sangue 1 hora após a ingest o da D -Xylose e colher Urina durante 5 horas após a dose. Lactose.5 g/Kg de peso at o m ximo 25 gramas. Resultados falso-positivos e falso-negativos podem ocorrer. Esvaziar a bexiga no início do teste. PARDINI 349 . entre outras). Dose Administrada: 2. ˆu‰  —u “u‘ † “ “ ˆ€‰à—u“u” ‘ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—ud Instituto de Patologia Clínica H. Obs. Falsopositivos podem ocorrer. sprue tropical.  ˆ ýd€m ˆ€‰ù— óuô ˆ  ˆ ”† ò ˆu‰ † — d† ꆇ ”† ˆ€‰ ud ‘ ¡ ˆ  †‰ † ”Ru’€† d ‘  †ô  37. Após administraç o de dos e oral de xilose. Condi o: 0. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç lactose oral. após administraç lactose. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado). fibrose cística. Jejum: Adultos „ JO 8h / Crianças < 1 ano „ JO 6 a 8h. Procedimento: N o h coleta basal.Permanecer em jejum at t rmino do teste. neomicina e glipizida podem interferir e devem ser descontinuados 24 horas antes do teste sob orientaç m ica. 30’e 60’ após lactose. teste Coment rios: Teste usado na triagem de m sorç e carboidratos por doe nças da mucosa intestinal (doença celíaca. É absorvido no intestino delgado e excretado sem ser metabolizado na urina. tomar dose de Xylose. Doença de Whipple e giardíase.5 mL de Soro ou Plasma (fluoreto) + 5 mL de Urina (informar volume total de 5 horas). C lculo da dose D-Xylose: Diluir a dose em 250 mL d : Criança „ 0. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. Adulto „ 25 gramas Valor de Refer ncia: … Soro Adultos: > 25 mg/dL „ Criança: > 20 mg/dL „ … Urina „ Adulto: > 16% da dose ingerida Criança: > 10% da dose ingerida „ Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. est medida no sangue e urina.

Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. Maltose. após administraç sacarose. Procedimento: 1. “u‘ ˆu‰«—u” †“ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—u” 350 Instituto de Patologia Clínica H. Sacarose. Dose Administrada: 2. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. após administraç maltose. A maltase age sobre a maltose. 30’e 60’ após maltose. resultando em mol culas de glicose que s prontamente absorvidas. Procedimento: 1.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado.0 g).0 g/Kg (at no m ximo 50.0 g). Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral.0 g/Kg (at no m ximo 50.  † ud u‘  “u‘ † “ ˆ€‰Ù—u” ˆu‰ †  †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d † ud u‘  ˆu‰R—u” 39. PARDINI .38. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL da glicemia. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. resultando em mol culas de glicose e frutose. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado). basal. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Dose Administrada: 2. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. 30’e 60’ após sacarose. A Sucrase age sobre a sacarose. basal. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).

3 em pelo menos uma das amostras colhidas após sobrecarga com Cloreto de amônio.5 mL de Soro. Crit rio de Interpreta o: Aumento de pelo menos duas vezes do valor basal. Teste Coment rios: Test til na investigaç feitos no t ulo renal de acidificaç o uri ria.30:187-192. Valor de Refer ncia: Reduç pH urin rio a v alores inferiores a 5. Aplicaç do Profasi feita na farm cia. PARDINI 351 .OUTROS TESTES 40. ñ ˆu‰ óuô †   JORN MÜLLER . após o estímulo. Laboratórios: Enviar todo material colhido (cada) hora at ras após coleta. em frasco contendo vaselina líquida. Jejum: Adultos ‡ JO 8h Crianças ‡ JO 4h Procedimento: Colher Urina basal.HORMONE RESEARCH . administrar 0. Preparo do Paciente: ® Colher sangue para testosterona basal (7 às 9 horas). num m ximo de 4000 unidades. dosar pH. Colher Soro no 4 dia.1 g/Kg de peso de Cloreto de amônio e colher Urina 1. 3 e 4 horas para medir pH. Acidificaç1 o UrinB ria. Esses dist rbios podem levar a nefrocalcinose e formaç e c lculos uri rios. 2. para dosar Testosterona.1988 41. Aplicar por via intramuscul ar o HCG (Profasi – ® o Pregnyl ) 100 unidades/Kg de peso. Estímulo para Testosterona com HCG Material: 0.  ”R‡ ˆ € ‰ ( — € ” ( — € ” ˆ u ‰ R —  ‡ u m ‘u ˆ ‘u ‡ ˆu‰ —uò ‰  †H• ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H.

ˆ Valores de 500 a 600 pg/mL ‰ sugestivo de hiperplasia de c lulas G.Diferença entre total e após estímulo Risco HCT-M (resposta total HCT-D (diferença entre Risco relativo ao estímulo) total e após estímulo) Baixo < 30 < 20 <1 Moderado 31 a 37 21 a 25 + ou – 1 Aumentado > 38 > 26 2 a 2. Colher Sangue basal ‰ dosagem de Gastrina . .0 µmoL/L ‰ ˆ ‰ Mulheres 4. . .0 a 12. ó€ô ˆu‰H@fRm ˆu† ‰ ˆu‰ ˆ mu‡ EST¼ MULO APÓS GLUCAGON † Coment rios: O aumento do nível s rico de gastrina após o estímulo. Homocisteína após estímulo de Metionina Coment rios: Realiza-se sobrecarga da via da metionina (100mg/kg peso) para determinaç o da homocisteína basal e após 6 horas.: O uso de insulina estimula a secreç o da Gastrina. sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger -Ellison. ou mesmo diminuiç ível de Gastrina. sugere fortemente a presença de síndrome de Zollinger -Ellison.Colher amostras após 5’.0 µmoL/L ˆ Elevaç moderada ‰ 25 a 50. Valores de Refer ncia: Basal ˆ Homens 4.Aplicar EV 1 mg de Glucagon .0 µmoL/L ˆ ‰ Elevaç iscreta 15 a 25. Interpreta o: O aumento do nível s rico de Gastrina em duas ou mais vezes o nível basal. Gastrina EST¼ MULO ALIMENTAR . ou mesmo diminuiç o do nível de gastrina. folato e riboflavina e para definiç o de risco cardiovascular. Interpreta o: ˆ Valores > 1000 pg/mL ‰ s sugestivos de Gastrinoma. Esse teste pode ser utilizado para detecç casos moderados de homocistin ria.  † ˆ ”R‘u ‘uˆu‰Á–€‰ ˆu‰R—u‰ ¡  ó€ô † ˆu‰R—u‰R‘ ˆ ¡ Ýmud 352 Instituto de Patologia Clínica H. avaliaç o das reservas de vitaminas B6.42. 10’. baixa resposta. Ingest ife m dio ( ± 150 g) + 1 ovo cozido (pode ser substituído por sanduíche de ham rguer) .Colher amostra a basal para dosagem de Gastrina. 30’e 60 minutos.0 µmoL/L Seis horas após Metionina . Em pacientes n o portadores da síndrome. 15’.0 a 14. PARDINI .0 µmoL/L ˆ Elevaç centuada ‰ 50 a 500. B12. em duas ou mais vezes o nível basal. após a administraç Glucagon.Advertir o paciente de que pode sentir lev sea transitória. Em pacientes rtadores da síndrome.5  ˆ ò ˆ€‰(—€” ˆ ˆ ‡ ˆuˆu‰R ‰ˆu‰R—d 43. ixa resposta. 30’ após alim entaç : colher sangue ‰ dosagem de Gastrina Obs.

PARDINI 353 .Colher a partir daí. Caso aconteça de esquecer de colher alguma micç . 4. . exercícios físicos.Em seguida.M. colher rigorosamente todas as micç s (inclusive à noite) e n o apenas uma parte. Muitos exames exigem conservantes. (ou seja.Desprezar toda a 1a Urina da m se levantar e marcar o hor rio. dietas ou recomendaç s específicas.Encerrar a coleta e trazer o material ao laboratório. . no mínimo. implicar m erro nos resultados. .Colher toda a uri s parte.Conservar a amostra na geladeira ou em local fresco. todas as urinas at completar 12 horas. stress. integralmente.Pacientes com problema renal que urinam pouco. . . .O. a fim de evitar contaminaç es. ˆu‰ý‰ d ˆu‰ – C. . etc). Ao acordar pela m A partir daí.O. . IMPORTANTE 1.Desprezar a urina e marcar o hor rio. Evitar fazer a coleta em dias nos quais haja mudança nos seus h bitos (dieta.).  † ‘udR”(‘€ˆu‰Rdu–u”u‘ud ‘ u ˆ u ‰  Urina de 24 horas ¡ svaziar totalmente a bexiga desprezando esta urina.Manter dieta hídrica habitual. 2. interromper a coleta e inicia -la novamente no dia seguinte. Qu alquer erro nesta coleta. no mesmo hor rio em que jogou fora a do dia anterior. É fundamental que seja entregue ao laboratório toda a amostra da urina de 24 horas.Urina 1 ou 2 horas . Colher toda micç tam m.Nas próximas 01 ou 02 horas (C. tomar bastante líquido durante a coleta. ud ‘ R ˆ” ˆu‰Û” m † ™ ˆu‰ ™ ” ˆu‰Á—u‰Á— ™” ˆ  Á”   Urina Início ou Final de Jornada Coletar urina após período de exposiç  ntes do período de exposiç jornada de trabalho ou início). volume total das 12 horas. após a Instituto de Patologia Clínica H. colher todo o volume uri rio.A coleta da urina tem que obedecer o hor rio rigorosamente. preferencialmente em garrafas de gua mineral. . a primeira micç ia seguinte. du ‘ ¡ ˆRdu‰ ‘€  Urina 12 horas . Colher as amostras em recipiente limpo e seco. perder nenhuma urina. 3. tomar 02 copos de gua.M.

Produto tóxico . O uso do conservante. 8. Quando indicado. COM DIETA FRASCO ÂMBAR COM DIETA FRASCO PL˜ – — TICO DIETA FRASCO ÂMBAR BICARBONATO DE SÓDIO COM DIETA SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM IDO ÚRICO COPROPORFIRINAS PORFIRINAS.M.CRIA d ™ ” A: 10 mL/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L CONSERVANTE OBS. com o objetivo de se reduzir eventuais contaminaç s por fluidos genitais. deve-se orientar para a realizaç o de cuidadosa higiene íntima antes de cada coleta. CROMATOGRAFIA  ¶” IDO ACÉTICO – 8M 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR DIETA C. Relacionar o uso de medicamentos em caso da impossibilidade de suspens o. 3.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . nem lavar .O. Os conservantes dever o ser adicionados ao frasco no início da colheita. quando necess rio. 2.O. N sar recipientes de refrigerantes. CLEARENCE ACETONA ETANOL METANOL AMINO CIDOS. PARDINI .. pois poder casionar contaminaç rina. REFRIGERAR SIM SIM SIM N• O SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM COM DIETA COM DIETA COM DIETA COM DIETA C.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . 6.Manter fora do alcance de crianças”. Evitar colheitas nos finais de semana. medicamentos. PESQUISA ALA-U ALDOSTERONA CISTINA CREATININA CREATININA. Os volumes dever ser colhidos rigorosamente. Sugerimos que as urinas devam ser colhidas em frasco pl stico liso. Refrigerar. 7. CLEARENCE DEOXIPIRIDINOLINA FÓSFORO HIDROXIPROLINA MAGNÉSIO METANEFRINAS PIRIDINOLINA  POT SSIO PROTE“ NAS TOTAIS SÓDIO VMA ’‘ ¶” IDO CLOR¼ DRICO 6N – HCL 50% 20 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . Sempre que possível. O uso de absorvente interno pode ser uma alternativa em situaç es urgentes. etc. PESQUISA UROPORFIRINAS.N o desprezar.M. Os frascos devem ter etiquetas que informem sobre o conte rmitam a identificaç clara do paciente.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTO: 20 mL/L .EXAME ’‘ ’‘ IDO C“ TRICO ’‘ IDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO “ LICO ’‘ IDO HOMOVAN  IDO OX LICO AMP C“ CLICO ‘’  LCIO CATECOLAMINAS CREATININA CREATININA. Por exemplo: “Este frasco cont m cido Clorídrico 6N . FLUORETO 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 20 mL/L Congelar Congelar Congelar SIM TOLUENO INSTRU• ÕES 1.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . rigatório. sem nenhuma perda de material. 4. O material eve ser colhido durante episódios de cólica renal (aguardar 10 dias) ou em uso de medicamentos que causem interfer cias nos exames.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . URINA 24 horas sem conservante. deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual e nos dias imediatamente anterior e posterior. especialmente para pacientes do sexo feminino. ˆu‰ ˆ  † ‰um ¡u  m ‘uˆu‰ý— ™ ™” ˆ “u‘ dýëu”ý‘€ˆ ™” † … ‡u—u‰ ”ýˆ –u” ˆu‰ ˆ R‰   ˆ u ‰ R ‘ u d ©  ˆu‰  354 Instituto de Patologia Clínica H. 5. par o haja alteraç s provocadas pelas mudanças de itos dos finais de semana. tipo gua mineral.CRIA ™d” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) ADULTO: 20 mL/L .

CD 45 . Eduardo Alves Bambirra Prof. Helicobacter pylori . P 53 protein . PARDINI 355 . Human milk fat globulin . CD 74 . Receptor estrogs nico .ResponsBte el: Dr. Neurofilamento . É sempre necesb Instituto de Patologia Clínica H. CA 125 . NSE .Estudo imunohistoquímico de linfomas . PAN T CELLS .Estudo imunohistoquímico câncer de mam a . u v rio o envio de informes clínicos do caso a ser estudado. Prolactina . Proteínas S 100 .Imunohistoquímica Hercep test Outros . CEA . ACTH .Estudo imunohistoquímico de sarcomas . Calcitonina .pailjt is . Sinaptofisina . Cromogranina . TSH . Anti human IgG . CD 20 . Tireoglobulina .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Somatostatina . Anti human IgM . CD 34 . Epithelial membrane antigen . Actina de mr sculo liso . Anti human C3 . C-erb-2 neu protein . FSH . CDW 75 . HGH . CD 43 .UFMG) Exames: f g g g g g g Biópsia simples h i Especial Biópsia c/Coloraçj Biópsia c/microscopia de polarizaçh o Biópsia Renal com Imunofluoresck ncia Biópsia Intestinal com Imunofluoresck ncia Biópsia em pacientes HIV e AIDS Imunohistoquímica para: g g g g g Biópsia de Pele com imunofluoresckjl cia direta e indireta Punçh o Bió psia Revishjinmjonp âminas Necrópsia Peça Cirq rgica Radical Simples .Estudo imunohistoquímico carcinomas metast ticos . Gonadotrofina fr o sub-alfa (SUBalfa) . HMB 45 . KI-67 (MIB 1)  2 (3 5 Câncer de Mama . PAN B CELLS .Estudo imunohistoquímico de hipófise . Cytokeratin . Anti human Kappa L C . Enolase neurônio específica . CD 79 . CD 30 .painel (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteína p53+Ki67) .receptores hormonais (estrógeno+progesterona) .painel completo (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteín a p53+ki67+angiogs neses) . CD 15 . LH . Anti human IgA . Vimentina Outros anticorpos sob consulta direta ao setor (31) 3228-6394 g .Pain is para tumores indiferenciados . Desmina . Anti human Lambda L C . CD 45 RO Imunohistoquímica . Titular de Anatomia Patológica (Faculdade Medicina .Pain is para tumores indiferenciados l X X Biópsias positivas (sob demanda específica) u`a o fotodocumentadas. Anti human C1q . Macrophages .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Receptor progesterônico . Fator de angiogs nese tumoral .

entrar em contato com o Laboratório. Reagentes utilizados: Os reagentes utilizados s o de primeira linha. Estudos mais recentes apontam esse tipo de exame como o de padr o ouro para avaliaç o da resposta à terapia oncótica no câncer de mama. . recentemente desenvolvidos.Detecç o de fatores de proliferaç celular. etc). etc).Outros anticorpos. empregando anticorpos prim rios monoclonais altamente específicos para os produtos pesquisados (marcas tipo Dako. telefone (31) 3228. —udu—€”(‰(‘€†ˆu—‰R—ud ˆu‰  †  ˆu‰Ý—u” ˆ du–u“ ‰€’u† “u‘ ˆu‰ ˆ ˆ ‘uˆ€‰ ˆ ˆ€‰ ¡ ˆ †  ˆu‰  €– “  Aplicaç o da Imunohistoquímica para Receptores Hormonais no Câncer de Mama: Um grande avanço no arsenal tera tico do câncer de mama foi a possibilidade de detecç o imunohistoquímica no tecido de receptores hormonais. em todo material examinado s xecutados procedimentos de exacerbaç tig ica para melhor demonstraç tígeno pesquisado. o ncogens e proteínas associadas. exames de maior urg ncia podem ser agendados diretamente no laboratório. de angi ese tumoral. Nestes casos. Material a ser enviado: Tecido fixado em lcool ou em formol ou material histológico processado e incluído em bloco de parafina.6394. Expressiva ajuda em casos em que se tem necessidade de se definir a melhor forma de conduta a ser adotada (ex. Resultados . de adenohipófise.tipo de laudo: O laudo emitido explicita os anticorpos usados e apresenta o resultado documentado em microfotografias coloridas.tempo de demora: Em geral.Detecç o de receptores de secreç ormonal (ex: es trógeno. PARDINI .IMUNOHISTOQU w MICA . fator es de angi ese tumoral e fatores de proliferaç celular. de forma que. etc) importantes na monitoraç o da evoluç o e da ter utica em pacientes com neoplasias de mama. Biogenex. ô †¡ Ûmu‰ud ˆ€‰  ˆ ‰u’u“u‘ ˆ ˆ “ ˆ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆ du–u“ ˆ 356 Instituto de Patologia Clínica H. progesterona. o m ico solicitante ter clara noç do que representa a reaç scrita em relaç conjunto de c lulas neopl sicas amostradas. correlaç o com outros fatores de marcaç o prognóstica. tais como. chamando atenç ra a positivi reaç . hormônio da adenohipófise.Detecç o de marcadores de c lulas neopl sicas: importante elemento adjuvante no di agnóstico e no conseqüente tratamento adequado das neoplasias indiferenciadas em que a morfologia isolada consegue caracterizar com segurança a origem das c lulas que proliferam. as reaç s s complexas e levam cerca de sete (07) dias para terem seu laudo final emitido. . câncer de mama. De forma geral o emprego de t nicas Imunohistoquímicas visam: . etc. Novocastra. Geralmente a descriç de uma reaç Imunohistoquímica com positividade dos receptores hormonais nas c lulas neopl sicas representa uma melhor resposta à ter tica hormonal e química.  Resultados . ˆ ˆu‰R—u‰Rdu‘ ˆu‰ ” ™ ” ˆu‰ “ ˆ€‰ du‘ “u‘  ˆu‰ö‘u‰ ˆu‰R—u” † ñ­ ˆu‰R ˆu‰R–ud du‰ A Imunohistoquímica representa um conjunto de procedimentos que utilizam anticorpos (policlonais ou monoclonais) como reagentes de grande especificidade para a detecç antígenos que marcam estruturas teciduais e celulares. sua intensidade e sua localizaç tecido e nas c lulas neopl sicas.: esôfago de Barrett.Favor especificar o anticorpo. A identificaç o destes receptores (Estrógeno e Progesterona) tem ótima correlaç o com a adequada resposta à terap utica antineopl sica do tipo hormonal (homonioterapia) e do tipo química (quimioterapia). .

INST xzy|{ ÕES

Envio de material: O Laboratório H. Pardini pode fornecer os seguintes kits para preservaç , acondicionamento e envio de mat ria, visando exam tomo-patológico: - para exames convencionais (constituído por frascos com rótulo), - para biópsias de estudo de infertilidade masculina e feminina (constituído por frascos com soluç o fixadora de Bouin), - para exames com indicaç o de imunofluoresc cia. Para material visando imunofluoresc cia indireta ser cess rio pelo menos 1,0 mL de Soro. Procedimento: Devido à grande importância da lise A tomo -Patológica devemos ter um cuidado especial na preservaç (fixaç ), no acondicionamento, envio e na feitura da requisiç xame. Trata -se de um material biológico nobre, de recoleta difícil e cujo resultado geralment motivo de grande ansiedade para pacientes, familiares e m ico assistente. Al m da Anatomia Patológica Convencional (biópsias simples, peças cir rgicas complexas) o Laboratório de Anatomia Patológica pode realizar:

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1. 2. 3. 4. 5.

Exames de Congelaç . Necrópsia de Feto. Reaç ImunofluorescŽ ° cia Direta em Tecidos (Rim, Pele, Intestino, etc). Reaç ImunofluorescŽ ° cia Indireta (Pele). Imuno-histoquímica para Marcadores de Secreç (hormôn ios, produtos de síntese neopl} sica) e Neoplasia (indicadores de prognóstico, definiç hist ± Ž ° se e de diagnóstico). 6. Citopatologia de Punç -biópsia de Ór± s variados. 7. Fotodocumentaç em Microscopia Óptica Convencional, de Polarizaç de FluorescŽ ncia.

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Prepara o do tecido: Para a histopatologia convencional o fixador mais comum soluç uosa de formalina (formol) a 10%. Tam m podem ser fixadores alternativos o lcool etílico e ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3cm e 48h em amostras maiores que 3 cm o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Para casos de imunofluoresc cia indireta em tecido, o material deve ser enviado em salina gelada (5~ C) quando puder chegar ao Laboratório em menos de 1h após a coleta ou em lcool etílico a 70 ~ nos demais casos. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaç ciente. Para casos de fluoresc cia direta, enviar no mínimo 2 ml do soro do paciente de prefer ncia gelado (5~ C). Para casos de revis casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório/solicitaç m dica e da cópia do laudo anterior. Requisiç o de exame: Para enviar exames de Anatomia Patológica anexar sempre informes m icos identificando sexo, idade e informes mínimos do caso. Em casos de transcriç , caso haja algum vida, consulte o m ico do paciente ou o setor de Anatomia Patológica do LHP antes desta transcriç . Desta forma, estaremos evitando maiores transtornos na execuç o do exame e at mesmo na realizaç lgum tipo de an lise que n tenha sido solicitada pelo m dico.

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A requisiç o deve vir protegida por pl stico do restante do material. Desta forma, evitaremos derrames e borr s e desaparecimento da escrita e dos informes. Estes procedimentos facilitar nosso entendimento, agilizando portanto a entrega dos laudos. Tipos de exames e padr es mais utilizados: . Peça cir Œ rgica radical simples : Amostragem de algo ≥ 3,0 cm dimens . . Peça cir Œ rgica radical simples adicional : Amostragem anexa a uma peça cir Œ rgica (ex.: Œ tero/ovario/tubas/ colo). . Biópsia simples : Amostragem de umt} rea / ór± . . Biópsia com pesquisa de H.pylori : Gengiva, esôfago, estômago, duodeno, etc. . Biópsia com coloraç special : Fígado, medula óssea, pesquisa de agentes infeciosos. . Biópsia renal com imunofluorescŽ ncia. . Biópsia de pele com imunofluorescŽ ° cia. . ImunofluorescŽ ° cia em tecidos ·³ ° seja rim/pele. . ImunofluorescŽ ° cia utilizando soro: ImunofluorescŽ ° cia indireta. líquidos: Punç ór± s variados: tireóide, cistos de ov} rio, etc. . Citologia de punç . Imunohistoquímica: Imunohistoquímica em tecido. Afora mama (estr²± Ž ° io/progesterona) pesquisado 5 tipos. lâmina : Caso externo, sendo solicitada laudo adicional / opini respeito. . Revis Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 357

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Exames com pesquisa de agentes específicos color o especial Pesquisa de agentes específicos: Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de agentes etiológicos de condiç s como lepra/hanseníase, tuberculose/micobacteriose atípica, HPV/Papiloma vírus, HV/Herpes vírus, Leishmaniose, Pneumocystis carinii, Esporotricose, micoses em geral, outros agentes infecciosos. Coloraç s especiais: Sempre que houver material do tipo fígado / medula óssea / outros. Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de glic nio, substância amilóide, depósitos de ferro, depósitos de cobre. Consultar o setor em casos vidas. Exames com imunohistoquímica A Anatomia Patológica moderna apresenta situaç es em que a coloraç rotineira (Hematoxilina -Eosina) deve ser complementada com m todos de imuno-histoquímica, como a seguir: Quando for necess rio: - Auxiliar na diferenciaç tre estados proliferativos benignos e neoplasias. Ex. linfomas x estados reacionais de linfonodos. - Definir a histog se de neoplasias morfologicamente indiferenciadas. Ex. linfomas x carcinomas x sarcomas. - Imunofenotipagem de neoplasias j classificadas pela morfologia rotineira. Ex. linfomas de c lulas T x linfomas de c lulas B. - Identificar produtos de síntese endócrina das c lulas ne opl sicas. Ex. adenomas de hipófise; carcinoide; melanoma. - Pesquisar fatores indicadores de prognóstico, importantes em câncer de mama, esôfago de Barrett. Ex. receptores de estrógeno/progesterona; antígeno de proliferaç celular (KI67, p53). - Identificar antígenos de agentes infecciosos. Ex. Citomegalovírus, H.pylori, vírus de Ebstein Barr. Importante: Em casos em que o pedido m dic xplicitar claramente a necessidade dos anticorpos a serem utilizados dever haver consulta ao setor / pesquisado 5 tipos. Exames com peças cir„ rgicas complexas A Anatomia Patológica num padr lidade de a lise necessita de individualizaç o de partes de ór s complexos retirados cirurgicamente para segurança diagnóstica, como a seguir: Útero : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • Corpo e fundo • Tuba D • Ov rio D • Colo • Tuba E • Ov rio E Placenta: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: mbilical • cor • feto • membranas extra-placent rias • placenta (partes fetal e materna) Curetagem fracionad tero: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • endom trio • colo Tubo digestivo – Peças radicais : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • estrutura do tubo digestivo (estômago, intestino delgado, intestino grosso) • meso • linfonodos Mama: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • mama • musculatura esquel tica • linfonodos • tecido fibro-adiposo Testículo: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: ima testicular • par • estruturas epiteliais e vasos do funículo esperm tico • epidídimo • tecido fibro-adiposo Rim: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: uima renal • par • gordura peri-renal • ureter • vasos do hilo renal Importante: Em casos em que o pedido m ico o explicitar claramente as peças que com m o material enviado ou tal identificaç o n o tenha sido possível na recepç ça dever ser examinada no setor para decis final.

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Exames m„ ltiplos acondicionados num mesmo frasco A Anatomia Patológica freqüentemente recebe m ltiplas amostras de locais diferentes de um mesm o material num mesmo frasco: Pele: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas amostras de les s de pele de reas diferentes enviadas num mesmo frasco. Amígdalas palatinas/adenóides : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Hemorróidas / Fístulas ano -retais: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Peças de neoplasias com especificaç o de margens cir rg icas: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • peça principal • cada uma das margens cir rgicas marcadas pelo cirurgi Importante: Em casos onde o pedido m ic xplicitar claramente as peças que com em o material enviado ou tal identificaç tenha sido possível na recepç peça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

ResponsBte el: Dra. Juçara M. de Castro Sobrinho
Mestre em Patologia Geral (Faculdade Medicina – UFMG)

Exames: …
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Citologia de Escarro Citologia Hormonal Seriada Citologia Hormonal Simples Citologia para HPV Citologia de Mama Citologia Oncótica C‡ rvico -Vaginal Citologia Oncótica geral Citologia Oncótica geral urinˆ ria Citologia Punç‰ o de Líquidos Cromatina Sexual Revis‰tŠŒ‹t Lâmina Urocitograma

Citologias positivas (sob demanda especifica) sa o fotodocumentadas..

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Citologia de Escarro Condi o: ¡ Escarro fresco colhido pela man

ao acordar. - Para citologia de escarro simples colhida apenas uma amostra - Para seriada 3 amostras colhidas seqüencialmente durante 3dias Instruç es: O paciente deve colher o material pela m , em jejum, antes de escovar os dentes. Deve realizar uma inspiraç rofunda e fazer uma expectoraç , depositando o escarro em um vidro limpo de boca larga. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo pont o) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do pulm . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; Processos proliferativos benignos; Anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e simples; Alteraç s epiteliais ocasionadas por agress it lio, radioterapia.

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Citologia Hormonal Seriada

Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m dico, seguindo uma s ncia que pode representar as diferentes fases do ciclo menstrual. Sugere-se o seguinte esquema: - Colher a primeira lâmina da primeira fase (at 8 0 dia do ciclo menstrual). - A segunda colheita dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dia do ciclo menstrual). - A terceira lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. - A ltima lâmina em torno do 26 o - 28o dia do ciclo. - Locais: Preferencialmente na parede vaginal (no seu terço superior) n vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da colheita; Fundo de saco vaginal; Ectoc rvix; Vestíbulo. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas ser ve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç o percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; Acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia Hormonal Simples
Condi o: Raspado do colo uterino, raspado vaginal: parede lateral da vagina no seu terço superior, fundo de saco vaginal e vestíbulo. Obs.: - A amostra pode ser coletada em qualquer fase do ciclo menstrual ou na aus cia deste em qualquer ca ou idade da paciente. - A coleta sempre realizada pelo m dico e deve ser acompanhada de informes clínicos bem como dados completos da paciente. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de matur aç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç ormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç ercentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no mero ou proporç e descamaç os tipos celulares. O resultado final levar em consideraç o o aspecto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia para HPV
Condi o: Homem - raspado peniano. Mulher - raspado vulvar, raspado vaginal, raspado cervical. Instruç es: Homem: realizar higiene íntima 24 horas antes da coleta e abster-se de relaç o sexual 24 horas antes coleta. Mulher: realizar higiene 8 horas antes da coleta e o estar menstruada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es c línicas: O exame visa detectar efeitos cit ticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epit lio escamoso do is, colo e vagina. O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular.

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Citologia de Mama

Condi o: Secreç o de mama (geralmente a colet realizada pelo m ico por meio de express mamilar). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama.

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Citologia Oncótica C’ rvico -Vaginal
Condi o: Raspado do colo uterino a nível da junç scamo-coluna. Coleta endocervical: raspado. Coleta vaginal (parede ou fundo de saco): raspado. Coleta ectocervical: raspado. Instruç es: A colet sempre realizada pelo m ico ou enfermeira treinada nos sítios acima discriminados segundo indicaç o clínica. Evitar: Duchas e lavagens vaginais, Cremes e talcos vaginais e Relaç s sexuais (24 horas antes da coleta). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por agress epit lio. Ex.: radioterapia, cauterizaç es.

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Citologia Oncótica Geral

Condi o: Lavado vesical, lavado brônquico, lav strico, lavado peritoneal e líquor. Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m ico nos sítios anatômicos acima discriminados segundo indicaç clínica. A colheit sempre realizada à nível ambulatorial ou de bloco cir rgico. Interpret o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar: patologias benignas; les s pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos; les es provenientes de met stase de outros ór s; les s cessíveis ou invisíveis para o endoscopista.

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Citologia Oncótica Geral Urin e ria Condi o: ¡ (volume total) - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto) ou refrigerada. 1 Urina da m
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Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previ amente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: Exame n o invasivo, que visa detectar tumores vesicais bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. É tam m til como coadjuvante nos diagnósticos das les s “in situ” da mucosa de todo o trato uri rio, papilomas e carcinomas do urot lio, podendo tam m ajudar no diagnóstico de patologias benignas.

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Citologia Pun £¦¥ o de Líquidos

Condi o: Punç de Mama, L. ascítico, L. sinovial, L. pleural, L.. peric rdico, Punç s de coleç s superficiais. Interpreta o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç o subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas bem como les es pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos ou provenientes de met stase de outros ór s.

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lavadas e secas. . Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar se o indiví geneticamente do sexo masculino ou feminino atrav s da identificaç o e quantificaç s corp sculos de Barr presentes nos cleos das c lulas esfoliadas. Hermes Pardi ni oferece atualmente t cnicas mais acuradas. Acima desta idade usase lâmina de vidro na sua parte mais estreita. (2) C lulas de indivíduos com 4 cromossomos X → poder resentar 3 cor sculos de Barr por c lula. †† † ‡ uˆ ˆ ‰ ––uu‡‡ †† – u ‡ —u‰Ûëu”Û‰à‘€‡ †  –u‡ † ˆu‰R—u‰ — ‡u ‰ † † d † ‘€‡ † ˆu‰î‘udîm † €” ‘ † 5 ˆˆuu‰‰÷ dduu–– ÷ † ˆu‰÷† du– –u‡ ‡ –u‡ Instituto de Patologia Clínica H. . Para interpretaç .Para pacientes acima de um necess rio que estejam em jejum e sem escovar os dentes. Exemplo: Mulheres com 4. como o estudo do Cariótipo Sanguíneo com Banda G. O ar resseca a amostra e conseqüentemente as c lulas colhidas. considera -se que os exames que apresentam 4% ou mais cor sculos de Barr s correspondentes à indivíduos que t enham constituiç cromossômica XX (geneticamente feminino). . . Síndrome de Turner . geralmente. O I. Mergulha -se as lâminas em frasco com lcool. no seu setor de G tica Humana. Esta etap de suma importância.P. óuô –u  d u ‘ € ‰ † ˆu‰ Á‘ †   –u ‘u—u‰R † R”  –€  ‘u‰R‘u‡ ‡ † ó€ô ‰u’€“u‘u”u‰ ‰Û‘uˆu‰ †  uˆ R ‰ u—† ‰ ˆ u ‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰R—u‰ d† ‘uˆ ˆu‰ö” “€‘ ‘€‡ ˆu‰ –u‡ –u‡  Ž sculos de Barr. .A coleta com es tula de madeira ou lâmina de vidro ser fetuada da seg uinte maneira: Abre-se bem a boca do paciente e raspa-se a mucosa oral com o cuidado de coletar material em quantidade razo vel mas sem machucar o mesmo. Primeiro uma e depois a outra lâmina.Cromatina Sexual Condi o: Mucosa oral (parte interna da bochecha). Neste exame a integridade dos cleos deve ser mantida para que possa ser visualizada a cromatina sexual. 5 ou mais cromossomos X ir o apresentar nŽ meros anormais de cor (1) C lulas de indivíduos com 3 cromossomos X → poder resentar 2 cor sculos de Barr por c lula. o pode haver contato das lâminas com o ar por tempo superior ao necess rio para a confecç o do esfregaço.indivíduos do sexo masculino com cariótipo XXY .C.cor sculos de Barr ausente nas c lulas. Interpreta o: A interpretaç s resultados baseia -se na identificaç contagem dos cor sculos de Barr presentes cleo das c lulas esfoliadas da mucosa oral ou na aus cia destes cor sculos. rapidamente este deve ser distendido sobre outra lâmina de vidro fazendo com qu e uma lâmina deslize sobre a outra suavemente (uma lâmina direcionada para o lado esquerdo e outra para o lado direito) de modo que o material fique espalhado sobre as 2 lâminas. bem distribuído. .Limpar as lâminas (a serem usadas) com lcool.Frasco de citologia conte lcool a 96o (comercial).Ao distender o esfregaç se deve fazer movimentos rotativos ou de vai -e-vem.corp sculo de Barr presente em 90% das c lulas. Síndrome de Klinefelter . Instruç es: . Logo: O n mero m ximo de cor sculo de Barr por c lula sempre um a menos mero de cromossomos X. O esfregaço deve ser fino. Corp sculos de Barr correspondem à condensaç s cromossomos X. hom . imediatamente após cada coleta. Material: .indivíduos do sexo feminino com cariótipo XO . PARDINI 365 . disposto em um só sentido.Colhido o material.Duas lâminas de vidro virgens. (3) C lulas de indivíduos com 5 cromossomos X → poder resentar 4 cor sculos de Barr por c lula. oferecendo dados qualitativos que permitem orientar o clínico direcionando a sua conduta para prosseguir ou n usca do diagnóstico final. .Se o paciente tiver at 10 anos ser sada esp tula de madeira para a coleta. Se a coleta for feita com es tula de madeira deve-se colher o material em duas etapas. Observaç : É importante ressaltar que esta t cnic mais rudimentar.Es tulas de madeira (para pacientes com at 10 anos). Assim. Abaixo de um ano n h ecessidade.

estudar ciclos anov ulatórios ou ovulatórios. por ser um m t cessita do exame ginecológico.Revi —¦¥ o de Lâmina Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecido s. É especialmente indicado para o estudo de puberdade precoce em crianças. Utilizar lcool comercial à 96 o graus.Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto ou refrigerada). A amostra coletada deve ser distendita rapidamente em lâmina de vidro e colocada imediatament lcool fixador. intermedi rias e superficiais. 1 Urina da m Interpreta o: ¡ rmônio dependente. Observaç : Em crianças que n o possuem controle do ato de urina r recomenda-se fazer o raspado direto da mucosa vaginal. alteraç s inflamatórias crônicas e agudas. processos proliferativos benignos. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost” ou “índice de maturaç celular”. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. ó€ô d€‘ ˆ ˆu‰ ˆ€‰«‘u‰«’ † † ˆu‰«—€” † ˆu‰ ™” † ‰u—u‰Rëu”Rˆ ‘uˆu‰R‘u”  † å ” ˆu‰Ó‰åd ‡ ˆ u‘ ‰ † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰à”€‘u— ˆu‰ u ˆ « ‰ u — ‰ ˆu‰«—u”«—u” ˆ  u”«m ‘u‰« 366 Instituto de Patologia Clínica H. ó€ô uˆ ⠉— ™ ™” ™” ˆ ™” †† † ˆu‰ † ˆu‰ìd€‰ † ™ ” † Urocitograma Condi o: ¡ . mais especificamente da face dos grandes l ios. que expressa a relaç percentual entre as c lulas profundas. a secagem da amostra antes da fixaç o altera a morfologia celular prejudicando o exame. PARDINI . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias. anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual. O resultado final levar m consideraç specto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. fungos. Portanto a O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato ge nital femini a óuô variaç rau de maturaç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç ócrina da mulher. alteraç s epiteliais ocasionadas por a gress epit lio (ex. volume total . Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino.: radioterapia. parasitas e vírus. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no n mero ou proporç scamaç o dos tipos celulares. acompanhar tratamentos hormonais. cauterizaç es).

PARDINI 367 . 14o e 15o dias do ciclo). Caixa para remessa. . Líquidos pobres em proteínas ou muco (líquor. . material do tubo gastrintestinal) ou em proteínas (líquidos serosos) podem ser guardados em geladeira por at ia antes de serem encaminhados ao laboratório. A ltima lâmina em torno do 26 o a 28o dia do ciclo. .  ™” r  † Á— ”© Instituto de Patologia Clínica H.. basta solicit -lo por telefone (setor de conv nio) ou por ocasi vio do exame. . Amostras muito purulentas. caso contr rio. Ressecamento da amostra antes da fixaç . Duas lâminas para a confecç . . Formul rio de "Requisiç Exame". Colher a 1a lâmina no início da 1 a fase (at 8o dia do ciclo menstrual).  ˆ€‰(—€‰  “ “ ‡ ˆu‰R—u” ˆu‰R—u‰R”u‘  ˆ€‰ † ™”  No caso de material para ESTUDO FUNCIONAL (estudo de ciclos ovulatórios ou anovulatórios) devem ser observados os seguintes itens: . . . . . . As coletas devem ser realizadas na parede vaginal (1/3 superior). s a leitur ltima lâmina. usar lcool a 50% como fixador. . Lâminas quebradas. Secreç s ricas em muco (escarro. . L QUIDOS E PUN “ ÕES ASPIRATIVAS devem ser observados os seguintes itens: . “ ˆu‰R—u‰R–ud CAUSAS DE REJEI ƒ { ‘ O ˆu‰R—u” þ  † ˆu‰  ˆu‰ u’ INST xzyz{ ÕES Uso e envio de material destinado a estudo citológico Material para coleta citológica constitui de : (s) esfregaço(s) (segundo instruç s). muito densas. Esp tula de Ayre para coleta de fundo de saco vaginal e ectoc rvix. Porta lâmin as para o envio do material após fixaç . . com artefatos ou muito hemorr icas que prejudiquem a interpretaç % ou mais das c lulas epiteliais presentes. A segunda coleta dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o. Escovinha para coleta endocervical. Aus ncia de identificaç ciente na amostra e/ou formul rio de requisiç . Baixa celularidade ou escassez celular. . ’ Caso voc se interesse por nosso sistema e deseje esse material. urina) fixar em igual volume d lcool a 50% e encaminhar ao laboratório. A 3a lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. . vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da coleta. O resultado seguir †‰ (d€–uê d(—€d(‡ ‘uˆu‰ —u” Ÿ ˆu‰ No caso de material PARA AN LISE CITOLÓGICA DE SECRE“ ÕES.

que engloba displasia moderada / NIC II. Atipia em C lulas Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS ). 3.INTERPRETA{n‘ O DOS RESULTADOS CITOLÓGICOS No Sistema de Bethesda as les es cervicais escamo o divididas em 4 categorias: 1. ˆ † ˆ † v v©v õ ô ™” † As anormalidades glandular o divididas em: 1. 4. † ª v©v ô d(‘€ˆu‰R” ” • O DESCRI CLASSES Classe I Classe II Classe II Classe II Classe III Classe III Classe III Classe IV Classe V ” • O NIC GRADA– NORMAL Atipia reativa ou neopl} sica HPV Atipia com HPV Displasia leve Displasia moderada Displasia acentuada Carcinoma in situ Câncer invasivo Normal Atipia HPV Atipia. 3. 5. Atipia em C lulas Glandulares de Significado Indeterminado ( AGUS ). Adenocarcinoma Endocervical. displasia acentuada / Carcinoma in situ / NIC III. Les o Intraepitelial de Baixo Grau (LSIL). C lulas endometriais citologicamente benignas em mulheres pós -menopausadas. Adenocarcinoma Extrauterino. 2. Adenocarcinom specificado. Carcinoma de C lulas Escamosas. Les o Intraepitelial de Alto Grau (HSIL). 2. 4. atipia condilomatosa ou coilocitótica NIC I NIC II NICIII NIC III Câncer invasivo SISTEMA DE BETHESDA Normal ASCUS SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de alto grau SIL de alto grau SIL de alto grau Câncer invasivo 368 Instituto de Patologia Clínica H. Adenocarcinoma Endometrial. que engloba displasia leve / NIC I e alteraç s celulares associadas com o HPV. PARDINI . 6.

Dra. Dra. atra —™˜ s do seu departament o de diagnóstico por imagem. Dra. Dr. Dra. Dra. Dra. L Fernandes Raquel Fulg  cio Gazoli Renata Lana Arze Ronaldo Magalhžj¡ s Lins Ulisses Campanha Parente CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA RESPONS VEIS – ECOCARDIOGRAFIA r Dr. Alessandra Teixeira Lanna Fabiana Paiva Martins Fabrícia Saraiva Lanna Francisco Afonso S. Dra. Dr. IMAGINOLOGIA EQUIPE MÉDICA Dra. de Melo Giuliana G.O Laboratório HERMES PARDINI. Dra. Dr. Dra. Adriano Jos¢n£ e Souza Cristiane Nunes Martins Maria C¢ lia Caetano Maria Helena de Albernaz Siqueira Ros lia Morais Torres ¤ AGENDAMENTO PRÉVIO PO R TELEFONE Instituto de Patologia Clínica H. Dr. PARDINI 369 . Assis de Souza Gl  ucia Mara Dias Câmara Henrique de Carvalho Jož o Fabiano Rodrigues JŸ lio Gontijo Fernandes Luciana Costa Silva Luciana Coutinho Malta Luciene Mota Andrade Mônica Rodrigues Faria Patrícia Cristina S. Dr. Dr. Dra. coloca à disposiç š o de seus clientes os mais modernos recursos tecnológicos n ›Œœ rea de imagem. Dra. Dra. Dra. Dra. Dra.

PARDINI . ELETROCARDIOGRAFIA Eletrocardiograma Detecç o de arritmias cardíacas. tais como os aneurismas. 370 Instituto de Patologia Clínica H. Ilíaca e Abdominal Detecç o e quantificaç struç es arteriais da aorta abdominal e seus ramos. podendo tamb¨ m ser gravada em disco ótico. bem como fraç o de ejeç  ˆ ˆu‰R” m repouso e stress. possibilitando acesso r© pido e f© cil ao exame. ECOCARDIOGRAFIA (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Ecocardiografia Bidimensional Avalia estruturas anatômicas – mioc rdio (espessura e contratilidade). sobrecarga de câmaras cardíacas. v lvulas e peric rdio. Projetados para obten  conferindo ao exame maior confiabilidade diagnóstica. tortuosidades e trombos no segmento extra craniano. § ¦ o de alta precis¦ o nas imagens cardíacas e vasculares. ˆ  DUPLEX SCAN (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Duplex Scan Venoso (Membro superior e inferior) Avaliaç de refluxo.CARDIOLOGIA Os equipamentos disponíveis re ¥ nem a tecnologia mais recente e sofisticada para aquisiç¦ o de imagens Bidimensionais. visan do detecç ˆ€‰ Duplex Scan Arterial (Membro superior e inferior) Duplex Scan da Aorta. bem como das dilataç es localizadas (aneurismas) deste segmento.Ecodoppler com mapeamento de fluxo a cores Avalia e quantifica tamanho do coraç . As imagens obtidas s¦ o armazenadas na memória do equipamento. quantificando o grau de obstruç strutivas. ˆu‰R” de patologias ˆ€‰(—€”(‰€m ™ ™ Ecodoppler de Carótidas com mapeamento de Fluxo a cores Afastar ateromatose. ‘uˆu‰R‰um ˆu‰»—ud ˆ s patologias obstrutivas do segmento arterial. Doppler e Mapeamento de fluxo a cores. sinais de isquemia mioc rdica.  Ecodoppler pulsado e contínuo . Avaliaç ˆu‰Û—udۖud “ t ncia venosa dos sistemas superficiais e profundo e do estado funcional. aspectos anatômicos e funcionais das v lvulas e contratilidade segmentar mioc rdica.  ˆ€‰    Ecodoppler de Stress Farmacológico Avalia a contratilidade mioc rdica segmentar do VE e VD.

parede posterior do globo. que permite reconstruç ª es de superfície e multiplanares com alta resoluç¦ o. Pâncreas. da próstata (volume. Estamos oferencendo. obstetrícia. gordura retrobulbar. isquemia e infarto intracraniano. derrames articulares. etc. morfológica de glândulas salivares parótidas e submandibulares. ’uˆu‰ s abdominais (fígado. Os nossos equipamentos possuem os recursos mais recentes. linfonodos. Instituto de Patologia Clínica H. Pesquisa de les s expans ivas. † ‘€ Próstata via Abdominal Avaliaç Avaliaç †  ™”  “ ™ Próstata via Transretal morfológica da bexiga. Avaliaç traum ticas. ligamentos. PARDINI 371 ™” . Vesícula. Vias Biliares. próstata e vesículas seminais. ve sícula biliar. pesquisa de nódulos. m sculos. presença de nódulos) e vesículas seminais. textura. portanto. avaliaç fluxo sanguíneo tireoidiano. MEDICINA INTERNA Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL-HDI 5000 SONO CT/ATL-HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Abdominal Superior (Fígado. ginecologia.ULTRA SONOGRAFIA Est¦ o disponíveis para nossos clientes todos os exames relacionados à ultrasonografia incluindo medicina interna. punç ª es e biópsia dirigidas por ultra -som. bexiga de ór os do aparelho uri rio (rins. glândulas salivares . morfologia e textura dos testículos e epidídimo. rins. ‡ ˆu‰Á—ud  s características do ™ ™” ™” ˆ morfológica de estruturas cervicais (tireóide. Articulaç¬ es Avaliaç M­ sculos Ten ®¯¬ es Cervical Avaliaç Avaliaç Avaliaç anatomia e morfologia muscular. baço. vias biliares. etc. ÓRG‘ OS E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS OU PEQUENAS PARTES (ACUSON SEQUOIA/TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/ TOSHIBA TOSBEE) Tireóide Avaliaç volume. ˆu‰ ’uˆ uˆ ‰ uˆ ‰ ’uˆ uˆ ‰ ˆu‰ uˆ ‰ de ór os do abdômen superior (fígado. a ultra-sonografia 3D. incluindo a tecnologia tridimensional. identificar hidrocefalia. observar m formaç s cong nitas. do humor vítreo. forma. Bolsa Escrotal Avaliaç ˆu‰Û—u‰ ˆu‰ ™ ˆu‰î—€d  ˆu‰ —udýdu‘ud ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰»—ud ˆu‰ de tend es. pâncreas e baço). Avaliaç Abdominal Total (Abdômen Superior + Rins. pequenas partes. identificar hemorragias. Retroperitonio e Bexiga) Aparelho Urin « rio (Rins e Bexiga) Craniana – Transfontanela Avaliaç morfológica do enc falo. varicocele. pâncreas. observar m formaç es vasculares. objetivando o diagnóstico de alteraç s inflamatórias e Glândulas Salivares Globo Ocular Avaliaç câmara anterior do olho. etc). cistos e neoplasias. reas de distens o e/ou rupturas. do volume. pesquisa de coleç s. ureteres e bexiga). observar processos inflamatórios do enc falo e meninges. tomia e morfologia dos tend es. nervo óptico e musculatur a extrínseca da órbita. vesícula biliar. Baço) Avaliaç morfológica de ór e retroperitônio). morfologia e textura tir eoidiana. vias biliares. ultra-sonografia panorâmica e harmônicas de tecido.

detalhada da morfologia Acompanhamento seriado da ovulaç . “€‘ R ” ud €‘  “u‘ dÁ‰Á‘uˆ€‰Á” P yzz{ ÕES E BIÓPSIAS D IRIGIDAS POR ULTRA SONOGRAFIA Tireóide – Mama – Massas . tero e anexos. (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Próstata Avaliaç uˆ ‰à—€” ˆu‰ ‘u ’uˆu‰ s. estruturas ou cavidades profundas para exames bacteriológicos. permitindo otimizar o contraste com a § ¦ o. ™ tero e anexos. 372 Instituto de Patologia Clínica H. etc. produzindo imagens de excelente qualidade aliada à experiência de nossos profissionais. PARDINI . hist ológicas e/ou outros. menor dose possível de radia – Aparelhos que verificam automaticamente todos os parâmetros diagnósticos. espontânea ou induzida. P° lvico Endovaginal P° lvico Endovaginal para Controle de Ovulaç² o ˆu‰ uˆ ‰ ”Á‡ ˆu‰ ˆ e avaliaç ˆu‰R—u” malformaç es.Coleç³ es Obtenç material origi rio de ór citológicas. da próstata e coleta de material para exame histológico.Órg² os profundos . placenta. O US lvico transvaginal permit lise mais detalhada da morfologia ovariana. Acompanhamento da gestaç Obst° trica Morfológica An lise cuidadosa da anatomia fetal para detecç P° lvico Feminino (supra-p ± bico) Avaliaç Avaliaç morfológica d  ˆ€‰(”Rd ˆ —€”(‡ – † ˆu‰ valiaç o do embri o ou feto.ULTRA SONOGRAFIA GINECOLÓGICA Mama Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Obst° trica ˆu‰R—u”Rdu‘u‰ rmalidades clinicamente suspeitas ou como complemento da mamografia. medida da espessura endometrial. para determinar sua ocorr ci o momento da ocorr cia. líquido amniótico. MAMOGRAFIA (GE-DMR) Mantemos equipamentos que possibilitam a descoberta de sutis mudanças de densidade em todos os tipos de tecidos.

ˆˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆˆu‰ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u† “u‘ ™ ’u† “u‘  ˆu‰Û—u”Ûd ™ lteraç es Tomografia Computadorizada de CRÂNIO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas.) para diagnóstico e ava liaç lteraç s cong nitas. nervo óptico. avaliaç tologia c itas. neopl sicas. inflamatórias. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. vias biliares. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç es c itas. espaços subaracneideanos. neopl sicas. ˆu‰ö’u—uˆu” ‰ ™ ” ‘u’u“u‘ ™” ˆu‰«— †     s abdominais (fígado. musculo extra -oculares. intervert ebrais e canal medular. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. degenerativas e/ou trauma. sacro-ilíaca. baço. meninges. neopl sicas. Tomografia Computadorizada da COLUNA DORSAL (TORACICA) Avaliaç morfológica das v rtebras tor cicas. ˆ€‰(—€”(d ™ ‰€† ‘u’u“u‘  Tomografia Computadorizada das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (globo ocular. intervertebrais e canal medular. cotovelos. neopl sicas e/ou degenerativas. neopl sicas. alças intestinais) alteraç s co itas. discos. dis cos. inflamatórias. PARDINI 373 “ ˆu‰ ˆu‰  ˆu‰á—u” alteraç es ™ ˆ€‰(—€”(–€d ‰u‘€’u“u‘  . inflamatóri as. Tomografia Computadorizada de COLUNA LOMBAR Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. degenerativas e/ou trauma. Aliada a profissionais altamente especializados oferecemos a melhor qualidade de imagem e a certeza de um diagnóstico preciso. Tomografia Computadorizada do ABDOME Avaliaç morfológica de ór para diagnóstico e avaliaç ˆu‰ ˆu‰ Tomografia Computadorizada das ARTICULA´ ÕES Avaliaç morfológica de articulaç s esterno -clavicular. tornamos o exame mais confort© vel para o cliente.  ™ ” ‰u‘€’u“u‘  Tomografia Computadorizada de COLUNA CERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. degenerativas e/ou trauma. e possibilitamos melhor aproveitamento do contraste. Instituto de Patologia Clínica H. inflamatórias. inflamatórias. inflamatórias . d iscos. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas e/ou degenerativas. intervertebrais e canal medular. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. estrutura óssea. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. ombros. punho. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Com tecnologia subsecond e um potente tubo gerador. inflamatórias. Tomografia Computadorizada DINÂMICA (ANGIOTOMOGRAFIA) Avaliaç morfológica de vasos sanguíneos em diversas partes do corpo. Reduzindo o tempo. coxofemorais. inflamatórias. etc. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “  Tomografia Computadorizada de SELA TÚRSICA Avaliaç morfológica da hipófise e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. Tomomielografia Avaliaç morfológica do canal medular e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. joelho e p s para diagnóstico e avaliaç e alteraç s c itas. pâncreas. ri ns. inflamatórias. este aparelho permite alta velocidade na aquisiç¦ o e formaç¦ o de imagens.

degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. M sculos. degenerativas e/ou trauma. próstata. vasos. neopl sicas. neopl sicas. Tomografia Computadorizada da PELVE / BACIA Avaliaç morfológica dos ór s lvicos (bexiga. Tomografia Computadorizada de PESCO´ O Avaliaç morfológica de estrut uras cervicais (Glândulas Salivares. degenerativas e/ou trauma. ov rios. Antebraços. Tomografia Computadorizada do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (Par uima pulmonar. neopl sicas e/ou degenerativas. Tomografia Computadorizada de ATM Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. inflamatórias.  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆ ™ “u‘ Tomografia Computadorizada de MASTÓIDES / OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Tomografia Computadorizada de SEIOS DA FACE Avaliaç morfológica dos seios da fase para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. Coxas. PARDINI . neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç alteraç es cong itas. neopl sicas. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. tero. Laringe. Tireóide. Tomografia Computadorizada dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morfológica de segmentos apendiculares (Braços. Pernas e P s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. inflamatórias. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. Esôfago) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong nitas. Faringe. Linfonodos. Vasos cervicais. inflamatórias. inflamatórias. ™ ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆu™ ‰ ” – † ˆu‰ ‡  ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ™ ” ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆ€‰ ™ ”   ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” ˆu‰í— lteraç s  e “u‘ “u‘ ‡    ˆu‰¿—u”¿d ™ ” ˆ “ † “ u ‘ “€‘uë 374 Instituto de Patologia Clínica H. degenerativas e/ou trauma. coraç o. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias.

para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. Ressonância M agn ° tica da PELVE Avaliaç morfológica dos órg s lvicos (bexiga.. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. Ressonância Magn° ti ca do ABDOME Avaliaç morfológica de órg os abdominais (fígado. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. Ressonância Magn° tica da COLUNA TOR¼ CICA Avaliaç o morfológica das v rtebras tor cicas. espaços subaracneideanos. intervertebrais e canal medular. rins. § ¦ o de seus cliente equipamento O Laboratório HERMES PARDINI coloca à disposi  com o mais alto campo magn¨ tico (1. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç s c nitas. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias.. degenerativas e/ou trauma. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. com tecnologia phased array e gradientes de alta performance. neopl sicas. discos. alças intestinais e estruturas vasculares) para diagnóstico e avaliaç lteraç s co itas. baço. tend s. Instituto de Patologia Clínica H. neopl sicas. ligamentos. tornando -o mais agrad©¹¸ el para o paciente e mantendo sua qualidade. meninges. inflamatórias. neopl sicas. bursas. inflamatórias. inflamatórias. inflamatórias. neopl sicas. neopl sicas. neopl sicas. PARDINI 375 . inflamatórias.5 T) existente no mercado. coraç . tend s. cartilagem articular e etc. Ressonância Magn° tica de COLUNA C ERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. Ressonância Magn° tica de PUNHO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. bursas. ligamentos. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. ov rios.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉ TICA (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . l ios. ˆu‰R—u”Rd ’uˆu‰ ™ ”  “u‘ “u‘uë ˆ u ‰ R — u ” R d ˆu‰ ™ ” – † “ u ‘ ‡ ˆ€‰(—€”(d ™ ” ‰€‘u† ’u“ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘u‘ — ™ ” ˆu‰ Ressonância Magn° tica de CRºt» IO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. discos. degenerativas e/ou trauma. tero. cartilagem articular e etc. ˆˆu‰ ˆˆ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u“u† ‘ ™ ’u“u† ‘ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ”        Ressonância Magn° tica de COLUNA LOMBO -SACRA Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. degenerativas e/ou trauma. bursas. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. vias biliares.  Ressonância Magn° tica do OMBRO Avaliaç morfológica da estrutura óssea. neopl sicas. ligamentos. cartilagem articular e etc. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. te s. Este equipamento permite a realizaç¦ o do exame em menor tempo. ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ u ‰ ⠗ u ” â d ™ ” ‘u’u“u‘    Ressonância Magn° tica do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (par ima pulmonar. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. intervertebrais e canal medular. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas .. vasos. inflamatórias. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. próstata. discos. inflamatórias.5 T) A qualidade de imagem em Ressonância Magn¨ tica est© diretamente ligada à potência e ao campo magn¨ tico do equipamento. degenerativas e/ou trauma. €m Ressonância Magn° tica de COTOVELO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . intervertebrais e canal medular. pâncreas.

inflamatórias. ligamentos. musculo extra -oculares. te s. ligamentos. avaliaç tologia c itas. cartilagem articular e etc. bursas. Ressonância Magn° tica das ARTICUL t ¾ ½ ÕES T ¿ MPORO-MANDIBULAR Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. estrutura óssea. neopl sicas. etc. neopl sicas.. neopl sicas e/ou degenerativas. ligamentos. nervo óptico. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. coxas. Ressonância Magn° tica do PÉ Avaliaç morfológica da es trutura óssea. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas e/ou degenerativas. tireóide. faringe. antebraços. inflamatórias. PARDINI . inflamatórias. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. l ios. inflamatórias. neopl sicas. inflamatórias.5 T) Ressonância Magn° tica de PLEXO-BRAQUIAL Avaliaç morfológica dos componentes do plexo braquial para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong nitas.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉTIC A (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. inflamatórias.) para diagnóstico e avaliaç de alteraç s co itas. ™ ˆu‰ “u‘  ˆ 376 Instituto de Patologia Clínica H. tend s. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” Ressonância Magn° tica de Tornozelo Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. ligamentos. neopl sicas. inflamatórias. pernas e p s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. ˆ€‰(—€”(–€d Ressonância Magn° tica das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (glo bo ocular. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. laringe. inflamatórias. bursas. cartilagem articular e etc. t s. cartilagem articular e etc. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u”u‘ ‘u— ™ ” ‰u‘€’u“u‘ ˆu‰  um  um  um      Angiografia por RM (Por segmento) Avaliaç morfológica de vaso s sanguíneos em diversas partes do corpo. vasos cervicais. Ressonância Magn° tica de PESCO½ O Avaliaç morfológica de estruturas c ervicais (glândulas salivares. degenerativas e/ou trauma. “ ˆu‰ ‡  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ˆ ™ ˆ€‰ —u” ™ ” ’u“€‘  ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” † lteraç s Ressonância Magn° tica dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morf ológica de segmentos apendiculares (braços. neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. esôfago) para diagnóstico e avaliaç alteraç s con itas. te s. cartilagem articular e etc. degenerativas e/ou trauma. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ Ressonância Magn° tica de articulaç³ es COXO -FEMORAL Avaliaç morfoló gica da estrutura óssea. linfonodos. l bios. l ios. l ios. neopl sicas.. inflamatórias. neopl sicas. Ressonância Magn° tica do JOELHO Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. ™ ” ‘€’u“u‘  Ressonância Magn° tica de OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. bursas.. m sculos. degenerativas e/ou trauma.. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. bursas.

. ç’èæéËêìënëäí™î’ïÎðËñzíóò ô õ’öø÷zõbùóú˜û¯ö ü ùóõjý þ ELETROCARDIOGRAFIA . . . utilizando equipamentos telecomandados.RAIO X Atrav¨ s de sistemas mistos de radiografia e fluoroscopia. MAMOGRAFIA . ùÄÿÆý Éö   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¥ ¢¨    £¢Íõö ÷zõ`ù¹ú˜û¯ö    £¢Íõö ¨ ¢§¢jù¯þ ü"!# ùóý  $&%' (0)(£1§231546%7)46(£8@98%7A¥1B' 468 ùìÿÚý Éö ùìÿÚý Éö DUPLEX SCAN . . . . proporcionamos a possibilidade de exames precisos e de f¹ © À il realiza §–¦ o em todos os tipos de aplicaç Á es do Raio -X. . . CONVENCIONAL (PHILIS-BUCKY DIAGNOST TS) Avaliaç anatômica e morfológica de órg s e estruturas. REALIZ€‚{ƒ‘ O ECODOPPLERCARDIOGRAFIA . .   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¢¥¨   ö© ¡¢Æöæý ÷¨ þ ùÄÿÆý  Éö¡ £¢§ä ¢ ú b ¨ ö©  ùÄÿÆý É   ö¡ £¢ ü ùtõ ý þ ùÄÿÆý Éö ùÄÿÆý . . $&%' (0)(£1§1PD(8Q4R)©(8 x&y€ 0‚£ƒEˆ¥‚‰ ƒ§ƒPx6¥‘"’“tx”€ † x&y€ 0‚£ƒ§•5‚‰&‰6ƒB€ ‰C† –&—˜ ™0d™£e§f˜ ™0d©™e…g"dhR™¡˜ i –&—˜ ™0d™£e§j5dh&hrkQf©d –&—˜ ™0d™£e§j3e5h6—7dh6™£k@ik—7l¥eB˜ h6k ULTRA-SONOGRAFIA . morfológica e funcional de ór ’uˆ€‰ s e estruturas. . . . . . $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 SCT¡U V0W¡V£XEY§W`Ia&U bdceW©U YEfQa&gHh¥i SCT¡U V0W¡V£X§XqpVfarW©Vf SCT¡U V0W¡V£XEsHW Yts3Supwv6W SCT¡U V0W¡V£X¡`5S7sBU h xCy¡€ 0‚¡£ƒ§„…€ 0‚ƒ§y†§‡7‚ . Instituto de Patologia Clínica H. ÂÄÃÆÅ ÇÉÈÆÇËÊÍÌΊϐÊnÐnʒÃÒÑ–ÊÓ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙÆØÚÖÜÛÞÝà߯áâ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙnÙäãÎ×åÝàßbØæ×ÒÝ . . . CONTRASTADO (PHILIS-DUO DIAGNOST) Avaliaç ˆu‰ uˆ ‰ ˆu‰ anatômica. . . PARDINI 377 .

378 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Ivana Moura Abuhid Dr. doenças vasculares.m MÉDICOS RESPONS VEIS: Dr. Hermes Pardini MEDICINA NUCLEAR ˜ uma especialidade m ˜ dica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo de maneira segura e indolor para diagnosticar e tratar doenças precocemente com possibilidade de melhor prognóstico. anormalidades de tamanho/posiç funç o. Interpreta o: Fluxo sangüíneo cerebral sim trico. PARDINI 379 . JontR Ribamar Villela Dra. Obser o: N o m todo de escolha para determinaç les s expansivas (CT ou RMN). Administraç de inibidor de receptor H 2 conforme peso e faixa et ria (Cimetidina). met stases. Indi o: Asplenia/ectópia. hiperostosis frontalis. com diferença superior a 2 segundos entre os hemisf rios cerebrais. displasia fibrosa e morte cerebral. doenças infiltra tivas. õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰  ™” ˆ Cintilografia Espl T nica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. dist rbios hematológicos. ­ õuó€ô © 8ˆ õuó€† ô † “ ó€ô ó€ô   † ˆu‰R—u” ™ ” u‘ uˆ ‰ † Cintilografia para Divertículo de Meckel ­ Preparo: JO 6h. Cintilografia Cerebral Preparo: Administrar perclorato previamente ao exame. Indi o: Divertículo de Meckel. ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰   † ˆu‰R—u” ‡ ˆu‰R” ˆ   “ Instituto de Patologia Clínica H. doenças parasit rias. doenças císticas. Interpreta o: Distribuiç homo radiof rmaco em todo o sistema retículo -endotelial espl nico. doenças neopl sicas/linfoma/leucemia. baços e acessórios. Interpreta o: Aus ncia de concentraç s anômalas do radionuclídeo em regi o abdominal. doença metast tica. Indi o: Doenças neopl sicas.

Cintilografia com G e lio ­ Preparo: Laxantes intestinais para exoneraç intestinal quando a rea de interes se for o intestino (Agarol®. Indi o: Processos inflamatórios. obstruç veia cava inferior. Indi o: Neoplasias. Interpreta o: O radiof rmac depurado da circulaç lo Sistema Retículo Endotelial (SRE) representado no fígado pelas c lulas de Kupfer. focos infecciosos. Interpreta o: Distribuiç m a atrav s do par uim tico. Controle evolutivo de linfomas. estadiamento de linfomas e estudo de febre de etiologia obscura. melanomas. Processos neopl sicos. cistos. doenças h ticas difusas. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es anômalas do radiotraçado. Útil para detectar a presença de hemangiomas. doenças infecciosas. Interpreta o: Visualizaç o da vasculatura abdominal e aus ncia de formaç o de “lagos” de hem cias marcadas que podem indicar a presença de sangramento intestinal ativo. cistos. pesquisa Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos. hemangiomas) produzir reas de hipoconcentraç s mapas cintigr ficos. ­ † õuó€ˆ ô ˆ ¡ ”u–u d ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰€’u“u‘u” † “u‘uë d ¡ ”u–u 380 Instituto de Patologia Clínica H. É utilizado para detectar abcessos. õuó€ˆ ô † ˆu‰R—u” ó€ô  ‰ † † « ˆu‰ö–u” ™ ” ˆu‰«‘€‰ ”u–u ˆu‰å—ud  † Cintilografia Hep e tica com Hem e¦s ias marcadas Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos . PARDINI . Dulcolax). Obser o: Pode-se fazer o acompanhamento at por 24 horas. miocardites. Indi o: Hemorragias digestivas baixas ativas e n ativas. ­ õuó€ˆ ô © 8õuó€ô ó€ô ˆ † ˆu‰ † “ ˆ  Cintilografia Hep e tica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Útil tamb m para avaliar a morfologia e topografia do baço e/ou presença de baços acessórios. síndrome de Budd-Chiari. õuó€ô ˆu‰ “ ó€ô ™   Cintilografia Hemorragias Gastrointestinais. A presença de les s ocupantes de espaço (tumores. Indi o: Detecç o de hemangiom tico. traumas.

Estado de hidrataç raz vel aconsel vel. Indi o: Tumores ósseos prim rios malignos. estratificaç risco pós infarto do mioc rdio. neuroblastoma. at oras após o episódio agudo. ˆ ­ õuó€ô “ ó€ô uˆ R ‰ u— ‰ ™ ˆ †  ˆ d␠‘udݐ † ï š ¡ Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina ­ Preparo: Efetuar o bloqueio da tireóide com substâ ncias iodadas (lugol/xarope de iodeto de pot ssio). õuó€ô  “ ó€ô ’ud † ˆ   Cintilografia Mio s¤e rdica Perfusional ­ Preparo: JO 6h. tumores de partes moles. realizar entre 12 a 72 horas após acidente cardiovascular. rea cardíaca. Indi o: Diagnóstico e localizaç infarto agudo do mioc rdio. Interpreta o: Distribuiç iso -hom nea do radiof rmaco em todos as paredes mioc rdicas. carcinoma medular da tireóide. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es de pirofosfato em partes moles rea para-esternal esquerda. fígado. pesquisa de viabilidade mioc rdica. em episódios de IAM ocorre deposiç o de pirofosfato n rea peri -infarto. doença metast tica. diagnóstico diferencial das miocardiopatias. estudo de próteses articulares. traumas e fraturas. aus cia de concentraç s focais ou difusas em ossos do esqueleto. Interpreta o: Fluxo sangüíneo sim trico. infecç . síndrome carcinóide. pesquisa Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos.Cintilografia de Infarto Agudo do Mio s¦e rdio. A presença em glându las salivares. õuó€ô © 8õuó€ô ó€ô ˆu‰ ‰€’u““  ˆu‰ö—€”     ™ Cintilografia Óssea Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. cólon e bexi fisiológica e normal. tumores ósseos benignos. Indi o: Pesquisa de isquemia mioc rdica. Indi o: Feocromocitoma. PARDINI 381 . osteonecrose. Informar medicamentos em uso. Hipoconcentraç es indicam processos isqu micos e/ou infarto mioc rdico antigo. Interpreta o: Aus ncia de hiperconcentraç o anômala do MIBG. Obser o: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico. adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol. tumores do sistema APUD. transtornos osteo -metabólicos. ˆ ¡ ­ õuó€ô ó€ô  † ˆu‰Á—€” † ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ‰u †  ™” Instituto de Patologia Clínica H. Preferencialmente.

acompanhamento de patologias renais parenquimatosas. esvaziamento g strico retardado. Interpreta o: Distribuiç m traçador em todo o campo pulmonar. diagnóstico/prognóstico das hidronefroses. õuó€ˆ ô ˆ ó€ô õuó€ˆ ô † ˆ † † † ˆu‰R—u”  Cintilografia Pulmonar Inalatória ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. aumento de secreç strica. ocorrer wash-out tireoidiano persistindo apenas a imagem das paratireóides (dupla fase). durante esse lapso. Indi o: Detecç o de paratireóides anormais nos casos de Hiperparatireoidismo (adenomas. hiperplasia e carcinoma). Aus cia de processos obstrutivos. A presença reas de ¥o molas. Indi o: Utilizado na correlaç com a cintilografia pul monar de perfus ra o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Melhor localizaç o pr -operatória da glândula paratireóide anormal. obt m-se a imagem conjunta de tireóides e paratireóides e. avaliaç s uropatias obstrutivas. Indi o: Avaliaç perf us renal. hipoconcentraç s Obser o: Deve ser associado à Cintilografia Pulmonar Ventilatória. avaliaç sistemas coletores dilatados. ˆ ­ õuó€ô ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰u’u“€‘u”ud¿—u‰ † ˆu‰ ˆu‰Rdu‘ ©8õuó€ô † ˆ ˆu‰ý—u” u— × ” Cintilografia Refluxo Gastro-Esofe gico. defeito dos mecanismos de clearence esof ico. concentraç e excreç o radiof rmaco por ambos os rins. avaliaç funç renal d iferencial. Interpreta o: Primeiramente. pesquisa ­ Preparo: Adulto: JO 12h. Indi o: Reduç ress sfíncter inferior do esôfago. Interpreta o: Adequadas captaç . Criança: JO 6 a 8 horas. ˆu‰ ˆ ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰ ˆu‰R—u” ˆu‰÷–ud Cintilografia Pulmonar Perfusional Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. Avaliaç o/acompanhamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas. PARDINI . Interpreta o: Aus ncia de episódios de Refluxo Gastro -Esof ico e Aspiraç Pulmonar. pr -operatório de lobectomias e pneumectomias.Cintilografia das Paratireóides ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. ­ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Ý—  ˆu‰R—ud ˆ€‰ ˆu‰z—ud “u‘ 382 Instituto de Patologia Clínica H. õ u ó € ô ˆ u ‰ « — € d « – ˆu‰«—€‰«” ˆu‰Ó’u “ ó€ô õuó€ô  uˆ ‰Ý—ud ˆu‰ ó€ô ˆˆ€€‰‰(—€” u’  ¡ ˆ€‰ † d u† ’ Cintilografia Renal Dinâmica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. Indi o: Tromboembolismo pulmonar. Interpreta o: Distribuiç homo s aerossóis em ambos os campos pulmonares. com exceç flebografia radioisotópica de membros inferiores. doença de vias reas superiores recorrentes. rnia hiatal. diagnóstico de hipertens renovascular. podendo indicar presença de Tromboembolismo Pulmonar.

corticais. avaliaç o da mobilidade das paredes mioc rdicas. nódulo tireoidiano pal vel. N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Determinaç da fraç jeç o global e regional. rins direito e esquerdo eutópicos. avaliaç o de massa s em regi o cervical e mediastino. conformaç volume renais. Indi o: Disfunç s tiroidianas. determinaç fraç ejeç o global dos ventrículos esquerdo e direito em condiç s basais de repouso e após esforço. Valores normais: Fraç jeç redes.Cintilografia Renal Est e tica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. dificuldade para exame físico. quantificaç de Shunts intracardíacos esquerda-direita. Obser o: Deve ser associado à cintilografia renal dinâmica com ou sem diur tico. diagnóstico de doença arterial coronariana atrav s da correlaç s exam es esforço -repouso. com distribuiç o homo iforme do radiof rmaco no córtex renal. hidrocele. ± 5%. Indi o: Avaliar posiç o e tamanho renais. movimentaç r egional de paredes mioc rdias. espermatocele. ­ ˆ õuó€ô  ˆ ˆuó€‰ ô ˆ€‰ö” †  ˆu‰ ©8õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰ —ud uˆ ‰ †  ˆ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰R—u”R” ˆ€‰ ˆ ˆu‰R—u”R” ˆu© ‰ A@ ˆu‰Á—u”Á–€” ˆ€‰(—€” õ€óuô ˆu‰ ˆu‰ ’u“u‘€dö—u‰ ˆu‰ ˆ ˆ ’u“u‘u”udÛ ” u‘ † † ˆu‰R—u” ˆ ˆu‰ ˆ Cintilografia Sincronizada de Câmaras Cardíacas Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. cicatrizes. Indi o: Avaliaç funç ventricular global e regional. história de irradiaç em cabeça e pescoço. localizaç . aumento do tamanho glandular. presença de hipoconcent raç . ectopias renais e determinaç o da funç renal diferencial. homogeneidade na distribuiç radiotraçador e presença de nód ulos. nefropatia do refluxo. avaliaç o das valvulopatias/especialmente insufici ncia aórtica. † ­ õuó€ô  Cintilografia da Tireóide e Capt¢ £¤¥ o ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). diagnóstico de hidronefroses. tumor. Intepret o: Concentraç homo radiotraçador em ambos os testículos com intensidade igual e/ou menor que das coxas. abcesso. de morfologia e volume sim tricos. avaliaç o das miocardiopatias. Indi o: Epididimite. C lculo da funç renal diferencial revela contribuiç o sim trica dos rins para a funç o renal. PARDINI 383 . Normocinesia na movimentaç ­ ™” ˆu‰Ý—ud ˆu‰ì—€” ˆ ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ “† ˆu‰  ˆ€‰(—€”(–€d ˆ ˆ Cintilografia Testicular Preparo: Administraç rclorato de pot ssio para bloquear captaç o tiroidiana. Interpreta o: Fornece informaç o sobre o status funcional. õuó€ô ™ ” ˆ ó€ô –u ‰€‘u ˆ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ˆu‰å—€‰ Instituto de Patologia Clínica H. volume. tors testicular. Interpreta o: Posiç . diagnóstico de pielonefrite aguda.

Indi o: Obstruç o dos canalículos. Indi o: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. ­ õuó€ô † ó€ô õuó€ˆ ô õuó€ˆ ô † † ‰ ‘uˆ€‰ ˆ u ‰ ì — € ” “u‘ †d † † † Cistografia radioisotópica direta ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. diagnóstico de fístulas liquóricas. hidroc fal comunicante.: Valores abaixo de 2 sd s considerados anormais. cistos. Interpreta o: Pulm ireito: 66 ± 21 min. Indi o: Processos inflamatórios pulmonares intersticiais. Obs. pneumonites. obstruç o do ducto naso -lacrimal. Global: 60 ± 7 min. ô— uˆˆuó€‰R ‰R” † ˆ€‰(—€” uˆ ‰ † Dacriocintilografia ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Fluxo normal atrav s das cisternas basilares e dos ventrículos at tingir o v rtex. Interpreta o: Colescistite aguda/crônica. volume residual e verificaç avaliar nefropatia de refluxo. Criança (com suspeita de atresia de vias biliares): prescrever fenobarbital 5 dias pr vios ao exame. Indi o: Hidroc falo comunicante. Interpreta o: Determinaç volume de repleç o. colestase neonatal. õuó€ô “ ó€ô ™” ‡ † Cisternografia Cerebral Preparo: JO 6h. ó€ô ˆu‰«—u‰ † ˆu‰R—u” ˆ uˆ Û ‰ u— à d– resença de refluxos. Extravazamento do LCE do espaço aracnóide indica a p resença de fístula anormal resultante em rinorr ia ou otorr ia. avaliaç pat cia de Shunts. PARDINI . complicaç s pós -cir rgicas do trato biliar.Cintilografia das Vias Biliares ­ Preparo: Adulto: JO 4h. Útil para Clearence Pulmonar de DTPA ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. estudo das anormalidades na cintilografia coloidal. õuó€ˆ ô ˆ ó€ˆ ô † ˆ ˆ€‰(—€” † †d 384 Instituto de Patologia Clínica H. Indi o: Doença hepato -biliar. Pulm squerdo: 62 ± 18 min. atresia de vias biliares em neonatos. anormalidades cong nitas. Interpreta o: Migraç o por capilaridade do radiotraçador atrav s dos canículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem atrav s do ducto naso-lacrimal bilateralmente at s cavidades nasais.

pylori e controle de tratamento. Doença de Plummer. Estudo de Viabilidade Mio s¤e rdica Preparo: N o haver realizado exames pr vios c/ utilizaç radioisótopos. Interpretaç o: Comparaç s cortes dos estudos adquiridos estabelecendo crit rios p/regi s do mioc rdio que sejam vi veis vi veis.17 – 1. Indi o: Estudo pr vio do paciente com infarto do mioc rdio para planejamento de cirurgia de revascularizaç mioc rdica. Indi­ o: Paliaç õuó€ô ˆu‰ ˆu‰Rd  da dor óssea metast tica.18% (Atividade ur stica no trato gastrointestinal superior). Interpreta o: 0. PARDINI 385 . se possível determinar o TSH. ­ õuó€ô õuó€ô ó€ô ‡ dR’u ”u Rastreamento de Corpo Inteiro Preparo: Suspender medicaç s iodadas. ­ ˆ€‰(—€” “€‘ ˆ€‰(—€‰ Helicobacter pylori.Dose Terap T utica com Iodo-131 ­ Preparo: Suspens todas as drogas antitireoidianas por 5 dias pr vios ao tratamento ou hormônios tiroidianos quando tratar-se de ablaç restos tiroidianos. neoplasias tireoidianas. Indi o: Pesquisa de tecido tireoidiano remanescente pós tireoidectomias totais. Pesquisa de met tases de carcinomas da tireóide. Interpreta o: ¥o mala no mapa de corpo inteiro. teste respiratório Preparo: JO 6h. Indi o: Diagnóstico de trombose venosa profunda dos membros inferiores. Interpreta o: Vasos profundos perm veis. Aus cia de tecido iodo-fixante em regi cervical ou concentraç ­ ™” u“ ‘ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰Rdu‘  Instituto de Patologia Clínica H. Suspender drogas inibidoras da bomba de prótons. õuó€ô ˆ€‰(—€” ˆ€‰(—€”  † Dose Terap T utica p/Tratamento da dor óssea c/Sam e rio -153 Preparo: ¡ Bom estado de hidrataç consel vel. Indi o: Diagnóstico de gastrites e lcer strica e duodenal causada pelo H. aus cia de colateralizaç fluxo ou fenômenos obstrutivos. Indi o: Doença de Graves. hormônios tireoidiano. ­ † õuó€ˆ ô † ô  ˆu‰î—u‰‰ (‘€ˆu‰  õuó€ˆ ô ó€ô † ”u ˆu‰R—u”  † ™”  ˆu‰ Fluxo Sanguíneo das Extremidades Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos.

PARDINI . gastroparesia di tica. isto . num total de 20 comprimidos. õuó€ˆ ô ˆu‰ “ ó€ô ˆu‰â‘ud  † ˆ€‰(—€” ˆ u ‰ ¡ ”u–u ˆu‰âd Supr ¢¦—¤—¦¥ o Tireoidiana com Cynomel Preparo do Paciente: Administrar por via oral. Associado à pesquisa de refluxo gastroesof gico fornec e dados indiretos lise desta patologia. avaliar efic cia ter tica das síndromes de estases strica. Só pode ser feito após 3 semanas do ltimo tireograma. tica.Rastreamento com Sestamibi ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Obs. ñ ‡­ õuó€ô ˆu‰ © dÁ‘€ˆu‰Á–u‰  umudu—€‰Á‰ † ˆu‰R—u‰R” du‘ ¡ ˆ 8õuó€ô ˆu‰Á–€‰u— óuô ‰ Á ‘ € ˆ u ‰ ¡  † ˆu‰Á—u‰ ˆ u ‰ m † ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ R — Teste do Perclorato ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). intestino e rins s chados normais no exame. lceras ticas gastroduodenais. Interpreta o: Aus ncia de estruturas fixantes tanto na regi cervical quanto nos demais segmentos corporais. Interpreta o: O teste ser considerado positivo se houver queda de 10 a 15% sobre os valores basais (captaç 2 horas). ó€ô ˆu‰R—u‰Rdu–ud ˆ€‰í—u‰ 386 Instituto de Patologia Clínica H. alternativa para realizaç tireograma convencional em uso de substâncias iodadas. Interpreta o: 1a Hora: 40-60% de esvaziament strico ocorra.: Captaç s glândulas salivares. Crit rio de Interpreta o: Nos pacientes com adenoma tóxic supress nódulo do tireograma e tam m iminui a captaç endo haver resposta paradoxal. Indi o: Avaliar síndromes de estases g stricas em geral. dispepsia funcional. Indi o: Detecç o de defeitos de síntese intra-tireodiana. Interpreta o: Verificaç recimento do restante glandular tiroidiano suprimido no tireograma convencional. a captaç se eleva após a supress . doenças do col . Indi o: Localizaç e pesquisa de met stases de neoplasias tiroidianas diferenciais. 2a Hora: 60-75% de esvaziament stric sperado. õuó€ô ˆ ó€ô  ‰€‘u ˆ€‰(d€–uê s Tempo de Esvaziamento G e¦— trico Preparo: Adulto: JO 12h – Criança: JO 6 a 8h. anorexia nervosa. Informar ao paciente para comparecer ao laboratório no 10 o dia às 07:30 para a realizaç xame. Indi o: Estudo de supressibilidade de nódulos tireoidianos (autonomia nodular). 02 comprimidos ao dia de Cynomel 50 mg (1 pela m  s 08:00 horas e 1 à noite às 20:00 horas durante 10 dias). cardíaca. ­ õuó€ô dum † ‡ ‘udRdu‘uó€ ô õuó€ô – † – ’€  Tireograma com Sestamibi Indi­ o: ‰‰R R’’uu ‰ † ” u’u”u‘€‰   du–u“ Estudo de autonomia nodular. Obser o: Cuidado com pacientes com cardiopatas. Ele indica o grau de autonomia do nódulo. Atenç : O 10 o di der ser s v spera de feriado.

5 desvios com presença de fratura osteoporotica v Osteoporose avançada ˆuˆu‰‰ uˆ ‰ Avali ¢ £¤¥ o Mineral Óssea †  ‡ ™” ud u‘  ó€ô ñ †R  —u” ˆ€‰(” “€‘ † ó€ô Instituto de Patologia Clínica H. broches. anticonvulsivantes.). .N ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias).5 desvios v Osteopenia w > 2.5 desvios v Osteoporose w > 2. Interpreta o: A lise computadorizada determina os valores de densidade mineral óssea e compara -os com banco de dados de adultos-jovens (20 a 45 anos). PARDINI 387 .N ter ingerido tabletes de c lcio nas ltimas 24 horas. anticonvulsivantes.): u at v normal svio w 1 a 2.S. menopausa. corticosteróides. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos.Comparecer com roupa sem metais (zíper. . em regime de reposiç strog ica. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas. fornecendo o desvio relativo existente.N ter se submetido à exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas). etc. .M. pós -menopausa.A Densitometria p@q til para avaliaç r o de densidade mineral óssea em mulheres na prp -menopausa. pós -menopausa. Crit rios para Interpreta o (O. menopausa. corticoesteróides. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas e regimes diet ticos para emagrecimento. Densiometria Óssea t Preparo: . e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidi anos. Indicaç es: Pacientes na pr -menopausa. em regime de reposis£r o estrogênia. bot s.

388 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

albicans Dose: 0. PARDINI 389 . Antígeno: C.  ”R‡ ˆ MONTENEGRO Coment rios: Test til no diagnóstico da leishma niose a reaç o positiv Antígeno: Leishmania brasilienses Dose: 0. Antígeno: S. Instituto de Patologia Clínica H. viridans Dose: 0.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Positivo: Nódulo acima de 5 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades.  ”R‡ ˆ ESTREPTOQUINASE/ ESTREPTODORNASE Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com Necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.CANDIDINA Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.  ”R‡ ˆ d † ”u‘ contrada em cerca de 60% dos casos.

1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.   ˆ ˆu‰R–u‰ 390 Instituto de Patologia Clínica H. indivíduo normalmente apresenta reaç sitiva. T. tendo va lor diagnóstico limitado.1 cm2 x Crianças: ≥ 1. canis.9 a 1. Por ser um antígeno comum com o qual se tem contato f cil.05 mL Tempo de Leitura: Após 15 minutos Resultado: Negativo: rea de at 0.TUBERCULINA PURIFICADA Coment rios: É um teste intr rmico utilizado para o diagnóstico de infecç s por Mycobacterium tuberculosis e avaliaç o da imunidade celular.  ‘uë † †  TRICOFITINA Coment rios: Teste utilizado na avaliaç o da imunidade celular.9 cm 2 Duvidoso: x Crianças: 0. rubrum. E.0 cm2 x Adultos: ≥ 1. mansoni Dose: 0.  ˆ d€— † ™” ˆ SCHISTOTEST (ESQUISTOSSOMINA) Coment rios: Teste utilizado em i ritos epidemiológicos. Antígeno: M. PARDINI .2 cm2 Positivo: Cliente deve comparecer em uma das unidades.0 a 1.0 cm 2 x Adultos: 1.1 mL Tempo de Leitura: Após 72 horas Resultado: N o reator: Nódulo de 0 a 4 mm Reator Fraco: Nódulo de 5 A 9 mm Reator Forte: Nódulo ≥10 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. Antígeno: S. floccosum Dose: 0.PPD . Antígeno: Tuberculina purificada Dose: 2 UT = 0.

Pólio e Hepatite B) { { Influenza . visando a aplicaç} o segura das vacinas.Gripe AeC { Meningite { Meningite C (Difteria. Tz tano.BCG { Varicela (Catapora) Instituto de Patologia Clínica H. pessoal em constante treinamento e prontuã rio informatizado. Caxumba e Sarampo { Tríplice Tuberculose . Tz tano. Hemófilos e Poliomielite) { Pentavalente Pneumococo (conjugada) { (23 Valente) . Coqueluche.O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disp | e de serviço de vacinaç} o com salas próprias em todas as nossas unidades.Polivalente { Pneumococo { Poliomielite (oral) (inativada) { Poliomielite Rubz ola { Sarampo { z tano { T Tríplice Bacteriana Acelular (Difteria. Tz tano e Coqueluche) { viral: Rubz ola. Coqueluche. Hemófilos. Vacina contra: y Dupla Adulto (Difteria e Tz tato) { Infantil (Difteria e T z tato) { Dupla Hemófilos influenza tipo B (conjugada) { A { Hepatite { Hepatite B AeB { Hepatite Hexavalente (Difteria. PARDINI 391 .

Indicado para pacientes que j receberam esquema inicial de tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil. Doença febril. Cont m ainda alumínio e timerosal. Deve ser empregada como reforço de DTP e DT após 7 anos de idade. Composi o: Toxóides dift rico e tetânico inativados. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Esquema de aplica o: O esquem o mesmo utilizado pela tríplice: 2” . Reforço aos 5 anos. Para crianças entre 2 meses e 7 anos incompletos e com contra indicaç es de receber o componente Pertussis da vacina tríplice. basta complet -lo. Síndrome Guillain-Barr s vacinaç terior. Dois esquemas s ssíveis de serem realizados: Primeiro esquema: tr s doses durante a gravidez com intervalos de 30 a 60 dias entre as doses. Última dose deve ser dada at 20 dias antes do parto. nos dois esquemas. Doença febril. Reforço 6 a 12 meses após dose inicial. Síndrome GuillainBarr s vacinaç o anterior. Cont m ainda alumínio e timerosal. õuó€ô uˆ ‰ óuô † † õuóuô † †  ˆu‰â—u” óuô ˆ “ ëu”Ûd‘uåˆumu‰  N o necess rio reiniciar o esquema para quem tomou apenas uma ou duas doses. Via de administr o: Intramuscular. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Vacinaç o de gravidas com esquema completo pr vio : Última dos menos de 5 anos: sem necessidade de vacinaç . 6” e 15” meses de vida. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Indicado para quem recebeu tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil na infância. õuó€ô uˆ ‰ óuô ™ † † õuóuô d † óuô † du–uê †  ˆ ˆ 392 Instituto de Patologia Clínica H. Última dos mais de 5 anos: 1 dose de reforço n ltimo trimestre. Efic cia de 95%. Pacientes com história incerta ou desconhecida devem receber esque ma prim rio. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. caso história desconhecida ou incerta. ˆ† ˆ   ‘€ˆu‰ ˆ€‰(–€‰ “ † ˆ ” ¡ ” ¡ † du–uê  ˆu‰ ˆ   ‰â‡ † ‰Á‡ ˆu‰ ˆu‰«d€‘ † ˆ€‰ † ˆ Vacina contra Difteria e T ’ tano Infantil – Dupla Infantil Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano. Vacinaç o de gr vidas n vacinadas previamente : deve-se considerar as doses anteriores de DTP. Composi o: Toxóide dift rico e tetânico. Via de administr o: Intramuscular. 4” . devem ser consideradas como n o vacinadas previamente. Segundo esquema: duas doses n ltimo trimestre de gravidez com intervalo de 30 dias entre elas. Esquema inicial: 3 doses (Inicial + 1m s + 1 ano). Esquema de aplica o: A partir de 7 anos de idade a pessoas receberam doses de DTP (tríplice bacteriana) ou dupla infantil ou que n o completaram o esquem sico. PARDINI . Efic cia de 90 a 95%. Gravidez n contra -indicaç o. pessoas maiores de 7 anos.Vacina contra Difteria e T ’ tano Adulto – Dupla Adulto Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano a partir de 7 anos de idade. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer interv alo de outras vacinas. Esquema para reforço : 10 em 10 anos. Menor concentraç toxóide dift rico que a DT (dupla infantil). Possui maior concentraç o de toxóide dift rico que a Dupla Adulto (dT).

Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. 2” Reforço após 10 anos. Composi o: Polissacarídeo capsular do Hemófilos (PRP) conjugado a uma proteína carreadora (toxóide dift rico). Reforço 12 meses após 1à dose. vômitos.1 a 17 anos: dose de 25U/0. Esquema de aplica o: Varia de acordo com início da idade de vacinaç o: A partir de 2 meses de idade (4 doses): 1à dose: 2 meses idade.a partir de 12 meses. inclusive neomicina. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Gr vidas. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. irritabilidade e sonol cia em 10% dos vacinados nas primeiras 24h. Entre 1 e 5 anos: dos ica. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . seas. Doenças febri s agudas. Reforço aos 15 meses.Vacina conjugada contra Hemófilos influenza tipo B Indi­ o: Protege contra infecç s pela bact ria Hemófilos influenza tipo B (meningite.18 anos: dose de 50U/1ml (adulto). Esquema de aplica o: Avaxim ® (0. Via de administr o: Subcutânea o u intramuscular. mal-estar. Efic cia de 88 a 97%. Via de administr o: Intramuscular. Efic cia de 77 a 100%. Composi o: Vírus cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. Reforço com 6 meses. Gr vidas. pneumonia e epiglotite). 3à dose: 6 meses de idade. e sinais flogísticos locais. febre. õuó€ô  óuô ™” † õuóuô óuô † ˆ ”R‡u‘ ˆ “u‘  Vacina contra Hepatite A Indi­ o: Proteç cont ra o vírus da Hepatite A. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô †  óuô ‡ ˆ u ‰ ˆ€‰ † u—u”u’ud ‘u  Instituto de Patologia Clínica H. N deve se r aplicada nas n s. Cont m alumínio e neomicina. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. 1” Reforço após 6 meses. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Vaqta®: . vermelhid o e inchaço locais.5ml): . 2à dose: 4 meses de idade. Reforço após 6 meses. PARDINI 393 . Doença febril aguda. Entre 6 e 12 meses de idade (3 doses): 2 doses com intervalos de 2 meses. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive o toxóide tetânico). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. .5ml (infantil).

Via de administr o: Intramuscular. Para pacientes em di lise a dos quatro vezes maior. 3à dose 6 me ses após 1à dose. Recombivax®: apresentaç o: 5 mcg/0. todos os adolescentes. mal estar. Esquema de aplica o: É constituído de 3 doses. neomicina. Via de administr o: Intramuscular. Gestantes. mal-estar. 11 a 19 anos: 5 mcg (dose infantil). B e D. 2à dose 30 dias após 1à . Menores de 2000g. õuó€ô ˆu‰ “ óuô €ˆ ‰ u dR du‡€—u”î”   † õuóuô † óu† ô ” † —u† d —u‰ † ˆu‰©” ”«‘€ˆu‰«–u‰u— ˆu‰ý— ˆ ˆ ˆ † A@ du‘u‰  ”† ˆu‰Á” ˆ † ˆu† ‰ ˆu‰ ô †  ˆu‰î’ ‘ † ‡ ˆ€‰ ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰ ”† ˆ€” ‘u Vacina contra Hepatite A e B Indi­ o: Vacina combinada que proteje contra Hepatite A. febre. Observaç : no caso de menores de 2000g e m e HbsAg positivo indica-se a vacinaç o (5 mcg) + imunoglobulina. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Dosagem de anti-Hbs permite avaliaç o da imunidade e pode ser feita 30 a 60 dias após a terceira dose. Twinrix adulto (dose de 1ml): a partir de 16 anos: 3 doses. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (alumínio. 2à dose 30 dias após 1à . homossexuais e bissexuais masculinos. vômitos. internos em presídios. Gravidez. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr -dialíticos. quan t fetiva quanto a imunoglobulina na prevenç a contaminaç da criança pela m infectada. e a terceira dos dada 6 meses após a primeira. T m prioridade para vacinaç : us  rios de drogas ilícitas. õuó€ô õuóuô †  † ˆ€‰ ‡ † ˆu‰ ‘u 394 Instituto de Patologia Clínica H.Vacina contra Hepatite B Indi­ o: Proteç contra os vírus da hepatite B e D. seas e sinais flogísticos locais. A segunda dos da 30 dias após primeira. Efic cia de 75 a 100%. Deve ser dada ao rec m -nascido idealmente nas primeiras 12 horas de vida. Efic cia de 95%. Doenças f ebris agudas. Intercambiabilidade entre marcas das vacinas para hepatite B possível. nem fragmentos de plasma humano. 3à dose 6 meses após 1à dose. contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. Sorologia pode ser indicada previamente à vacinaç m pacientes de alto risco (HbsAg). Efeitos adversos: Dor. a partir 20 anos: 10 mcg (dose adulta). PARDINI . Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. diarr ia e cefal ia. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. receptores de sangue e derivados. somados a HBsAg produzido por c lulas de leveduras. Assim n tem componentes vivos. fungos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. todos pacientes portadores de hepatite C. neomicina). trabalhadores de s xpostos à sangue. Composiç o: Vírus da Hepatite A cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. Cont m alumínio. Esquema de aplicaç : Twinrix pedi trico (dose 0. heterossexuais com mais de um parceiro em seis meses. A terceira dos e ser aplicada antes dos 6 meses de vida. Composi o: Consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em c lulas de levedura (sacaromices) por recombinaç e tica. formaç de nódulo e inchaço local. seas. Cont m ainda Timerosal (merthiolate) e alumínio. timerosal ou alumínio. At s: 2.5 mcg (metade da dose infantil).5ml (infantil) e 10 mcg/1ml (adulto).5 ml): a partir de 1 ano at 5 anos: 3 doses. Contra-indicaç es: Anafilaxia com fungos. vermelhid . Podem ocorrer fadiga. pacientes com diagnóstico recente de doença sexualmente transmissível. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre.

polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. HbsAg purificado produzido por levedura (antígeno da hepatite B). PARDINI 395 . Após primeiro ano deve ser utilizado somente uma dose por ano. sonol cia. É produzida anualmente com as cepas de vírus que circulam na populaç o durante o inverno do ano anterior.25ml) 6 meses a 35 meses de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias entre cada dose. História de reaç l rgica após administraç terior de vacinas DTPa.Vacina Hexavalente contra Difteria. Febre. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. somente uma dose por ano. Esquema de aplicaç : Apresentaç o infantil (0. trabalhadores de s . T tano. Cont m traços de neomicina e timerosal. T ’ tano. Maiores de 9 anos de idade: apenas uma dose. mal estar geral e dor muscular podem ocorrer. qualquer um que deseje diminuir o risco de influenza. 4o. inativados e fracionados que fornecem proteç r um ano. Hemófilos. Via de administr o: Intramuscular ou subcutânea. Hemófilo s B. Polio inativada. toxóides tetânico e dift rico inativados. diabetes. Coqueluche.5 ml) 3 a 8 anos de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias. irritabilidade. viajantes reas de alta inci ncia. hemoglobinopatias e imunossupress o (incluindo portadores de SIDA). õuó€ô ˆu‰ óuô õuóuô †  óuô “ †  † † ˆu‰ ˆ€‰ýd † “u‘ ™” ˆ ˆ€‰ýdu‘ Vacina contra Influenza . Cont m ainda alumínio e neomicina. pessoas entre 6 meses e 50 anos de idade com doenças cardíacas. T tano. 3 tipos de vírus da polio inativados. Anafilaxia à neomicina. Poliomielite e Hepatite B. T m prioridade para vacinaç : adultos maiores de 50 anos. Doenças febris agudas. Choro persistente ou presença de encefalopatia sete dias após vacinaç com vacina contendo componente pertussis. Após primeiro ano. Efic cia de 70 a 90%.Gripe Indi­ o: Protege contra infecç pelo vírus da influenza. Apresentaç o adulto (0. inclusive neomicina e ovo. disfunç o renal. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais por at 48h após a vacina. DT. Pod e ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Coqueluche. Pólio e Hepatite B Indi­ o: Proteç contra Difteria. Hemófilos. Maior de 7 anos de idade. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 o. Para crianças que devem j ter tomado uma dose de hepatite ao nascer. Após transfus o (adiar 12 semanas). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. convuls s e sinais flogísticos locais. Composi o: Composta de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). Composi o: Vírus cultivados em c lulas de galinha. pessoas de qualquer idade que tenham contato com idosos. gr vidas que estar o no segundo ou terceiro trimestre de gestaç o na temporada de influenza. Efic cia de 83 a 99%. pulmonares. 6o m s de vida. ou Hepatite B. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. Via de administr o: Intramuscular. õuó€ô “ —€“óuô ˆ€‰ ˆ u ‰ ˆ du‡u—u”  † ˆu‰  ˆ ˆ ˆ ˆ õuóu† ô ˆ dÁ ˆ ˆu‰Û–u‰ ˆ€‰à—u” ˆu‰©—u” † Instituto de Patologia Clínica H.

irritabilidade. dupla adulto ou dupla infantil. Ocorr cia de reaç fil tica seguindo -se à aplicaç dose anterior. N sendo duradoura. s surtos. epidemias e viagens par reas micas. Pode-se repetir at ses de reforço. Efic cia de 83 a 88%. N s so rotineiro. N induzem reposta adequada em menores de 2 anos. gravidez. febre. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Gravidez. inchaço local. intervalo de 1 m s entre as doses. à vacina DTP. Reforço a cada 3 anos se persistir indicaç . Cont m alumínio. õuó€ô ˆu‰»—u” óuô † õuóuô ­ õuóuô dR ”u‘€—u“  ˆu‰Û–u” “ u ‘ ˆu‰ † “ ”R‡u‘ ˆ † ™ † 396 Instituto de Patologia Clínica H. apresentando -se muito reativa após quarta dose. Para menores de 2 anos vide Meningocócica C. febre e astenia. Indicado especialmente para pacientes com asplenia. defici ncias do complemento. anorexia. Via de administr o: Intramuscular. adolescentes e adultos contra infecç lo meningococo C. Maiores de 12 meses: adolescentes e adultos: 1 dose (dos ica). febre. diarr ia. Esquema de apli o: Menores de 2 a 12 meses: 3 doses. N uma vacina usada na rotina sendo indicada especialmente para pacientes com asplenia. Dose ica. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococos A e C. PARDINI . passado de reaç o al rgica intensa à dose anteri or da vacina. Contra-indicaç es: Doenças infecciosas agudas. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococo C conjugados à proteína CRM197 (toxóide dift rico). epidemias e viagens par reas micas. õuó€ô uˆ ‰ d(óu ô ”u‘u—u“ õuóuô  “ ˆ u ‰ † ˆu‰ óuô ˆu†©‰ ¨ —€‰ ˆu‰ ˆu‰Á—u” ˆu‰ ˆ “ € ‘ ˆu‰Rdu‘ud  u‡ ‘ ˆu‰ö—€” Vacina contra Meningite C Indi­ o: Protege crianças acima de 2 meses. N  so rotineiro. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade.Vacina contra Meningite A e C Indi­ o: Proteç contra meningococo A e C. Efic cia de 80 a 90%. vômitos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Contra-indicaç es: Menores de 2 meses de idade. Efeitos Adversos: Podem ocorrer reaç es locais. vermelhid o. em casos de surtos. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. defici cia do complemento.

DT. Via de administr o: Intramuscular.1à dose: 2 meses de idade. Contra-indicaç es: Doença febril aguda.Duas doses com intervalo mínimo de 2 meses. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. choque e encefalopatia após vacinaç o com vacina contendo componente pertussis.Vacina Pentavalente contra Difteria. calor e inchaço local. T tano. 4à dose: 12 a 15 meses de idade. irritabilidade. Choro persistente (> 3h). Aplicada no 2” . Esquema de aplica o: Vacinaç o de início aos 2 meses de idade: . N recomendado para maiores de 5 anos. temperatura acima de 40 o C. Vacinaç o entre 7 e 11 meses: . Adultos. Vacinaç o entre 12 e 23 meses: . T ’ tano. Hemófilos e Poliomielite Indi­ o: Vacina combinada que protege contra Difteria.Dos ica. 4” . Maior de 7 anos. toxóides tetânico e dift rico inativados. Cont m alumínio. terceira dose após 12 meses de idade . 18C. dor. febre. Composi o: Sacarídeos dos sorotipos 4. Esquema de apli o: A partir de 2 meses. 23F. incluindo o toxóide dift rico. Coqueluche. Cont m alumínio. pneumonia e otite m ia causadas por 7 sorotipos do pneumococo. Efic cia de 83 a 99%. Efic cia de 92 a 100%. Polio inativada ou Hemófilos.3 doses. 6B conjugados à proteína CRM 127(toxóide dift rico). 6” meses de vida. diarr ia e vômitos. Gr vidas. 3 tipos de vírus da polio inativados. Via de administr o: Intramuscular. PARDINI 397 . õuó€ô uˆ ‰R—u” óuô † õuóu†ô ˆ óuô ˆ ˆ ”R‡uˆ ‘   †— † †  Instituto de Patologia Clínica H. õuó€ô óuô  † õuóuô õ uó ô ˆ€‰ † ­u ‘uˆu‰ ˆ€‰  † † † ˆ uˆ © ‰ d† ˆ “ ™” Vacina conjugada contra Pneumococo Indi­ o: Proteç crianças de 6 semanas a 9 anos contra doença invasiva. Vacinaç o entre 24 meses e 9 anos: . 19F. 2à dose: 4 meses de idade. História de reaç l rgica após administraç o anterior de vacinas DTP. pelo menos 2 meses após segunda dose. Duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas. polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. Hemófilos influenza tipo B e Poliomielite. 14. Composi o: Consiste de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). 9V. Contra-indicaç es: Anafilaxia ao l tex ou qualquer componente da vacina. T tano. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Existem no mercado duas marcas: Infanrix penta e Poliacel que s intercambi veis. Coqueluche. 3à dose: 6 meses de idade. Reforço aos 15 meses e 5 anos de vida. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. sonol ncia e convuls s.

Via de administr o: Via oral. Caso seja indicado antes de esplenectomia deve ser aplicada 2 semanas antes da cirurgia. Efic cia de 83%. Cont m ainda traços de neomicina. pacientes com leucemia ou linfomas. etilistas. õuó€ô ˆu‰ “ óuô ™” ˆu‰«–€d ˆu‰R” †  ˆu‰  õuóuô  óuô † ˆu‰ ˆ u ‰ Û d u – u ê ˆu‰ ‰€’u“ “ ¡  ˆ Vacina oral contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contra poliomielite. Contra-indicaç es: Imunodeprimidos. febre e mialgia. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). hep atopatias. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. O intervalo mínimo entre as doses 0 dias. diab ticos). pneumonia. Febre. incluindo usu rios de corticóides. imunossupress . pois doses seguintes s muito reat nicas. Intervalo entre vacinaç início de quimioterapia deve ser de pel o menos 2 semanas.Vacina Polivalente contra Pneumococo (23 Valente) Indi­ o: Proteç contra infecç s por 23 sorotipos de pneumococo (doença disseminada. T m especial indicaç ra : adultos com idade maior ou igual a 65 anos. portadores de outras neoplasias malignas. M ximo de um reforço. Intervalo inferior a 5 anos de dose anterior (exceto transplantados de medula óssea). 4” e 6” meses de idade. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados. Anafilaxia aos componentes da vacina. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina ou a qualquer intervalo das demais vacinas. PARDINI . portadores de fístulas liquóricas. pacientes HIV positivo com ou sem sintomas. Composi o: Polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococos. sinusite). Infecç o grave por pneumococo comprovada menos de 3 meses. Para menores de 2 anos vide pneumocócica conjugada. Gravidez. II. otite. diarr ia ou vômitos. inclusive neomicina. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . portadores de síndrome nefró tica. Cont m ainda fenol e timerosal. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Doença febril. Efic cia de 70 a 93%. crianças que estejam em contato domiciliar com imunodeprimido. Maiores de 18 anos de idade. Reforços aos 15 meses de idade e 5 anos de idade. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. pessoas entre 2 e 65 anos que apresentem doenças crônicas (cardiopatas. meningi te. Tend ncia a mais efeitos adversos locais na revacinaç . Cepas tipo I. DPOC. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô  óuô † †¨ ˆu‰ ™” † 398 Instituto de Patologia Clínica H. Revacinaç s 5 anos ( se transplantados de medula óssea = 3 anos). Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. III. portadores de hemoglobinopatias. Efeitos adversos: Paralisias pelo vírus vacinal 4 a 40 dias após vacinaç (1:3 milh s vacinados). Contra-indicaç es: Anafilaxia à dose anterior ou ao timerosal. esplenectomizados ou com asplenia funcional.

Efic cia de 90%. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Esquema de aplica o: A partir de dois meses de idade: 2 o.Vacina inativada contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contr a poliomielite. Efeitos adversos: Podem ocorrer reaç es al rgicas e sinais flogísticos no local da aplicaç o. sangue total. Reforço a cada 10 anos. Após vacinaç com SALK. 4o e 6o meses de idade. inclusive neomicina. Caso ocorra administraç o de imunoglobulina humana. Uso de corticóide por mais de duas se manas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Imunodepress . pode ser aplicada em imunodeprimidos e em contactantes de imunodeprimidos. Via de administr o: Via subcutânea ou intramuscular. Cepas I. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Ao contr rio da vacina oral. Indica-se reforço em mulheres entre 12 e 49 anos rperas após parto e aborto. Tamb m indicada para início de vacinaç o em maiores de 18 anos. Efeitos adversos: Artrite passageira (25% das mulheres adultas). quadro rubeolifome brando 6 a 10 dias após vacinaç . Gravidez. Cont m ainda traços de neomicina. Evitar gravidez 30 dias após a vacinaç . Cont m traços de neomicina. Doenças febris agudas. Composi o: Vacina de vírus inativados. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô † ˆ † óuô ™ † †¨ @ ˆ d† ˆu‰ Vacina contra Rub ’ ola Indi­ o: Proteç contra r  ola. doença febril aguda. Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. neurit rpura. Raramente encefalite. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. deve receber a Polio oral nas campanhas para desenvolver a defesa de mucosa (IgA). Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. O intervalo mínimo entre as doses dias. Anafilaxi rara. PARDINI 399 . Reforços aos 15 meses e 5 anos de idade. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados cultivados em c lulas humanas. II e III cultivadas em c lulas de rim de macaco e inativadas. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses juntamente com anti-sarampo e anti-caxumba (tríplice viral). õuó€ô €ˆ ‰ óuô um †  õuóuô † † óuô ”Û– † ”R”(–€‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Cepa Wistar RA 27/3M. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina.

Via de administr o: Intramuscular. Pode ser usada na gravidez. Efic cia 95%. devendo tamb m evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç . Composi o: Toxóide tetânico inativado. ltima N o N o dose entre cinco e dez anos. sangue total. * Disponível nos centros de refer cia da rede p blica. PARDINI . No caso de gr vidas consultar o esquema exposto na dT adulto. Doenças febris agudas. ltima Sim N o dos mais de dez anos. Esquema de aplica o: No caso de reforço de DTP e DT após 7 anos de idade preferir dT. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Sim N o Tr s doses ou mais. a vacina pode prevenir a doença. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. Contra-indicaç es: Anafilaxia à ovo. 400 Instituto de Patologia Clínica H. Cont m alumínio e timerosal. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Imunodepress . Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. exantema e artrite. calafrios e irritabilidade. Efeitos adversos: Podem ocorrer 5 a 12 dias após aplicaç : rinofaringite discreta. Efic cia de 95%. Cont m ainda traços de neomicina e gelatina. Gestaç . Reforço entre 12 e 15 meses juntamente com primeira dose de r la e caxumba (tríplice viral). Sinais flogísticos locais podem ocorrer. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Após transplante de medula esperar 2 anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. febre. Composi o: Vacina de vírus vivo atenuado. “” ¡ “ “” ¡ ñ ‡ ‡ ‡ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ Outros tipos de ferimentos Vacina Soro* Sim Sim N o Sim Sim ˆ N o N o N o ˆ ˆ ˆ “u‘ ‡ Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. Esquema de aplica o: A partir de nove meses de idade. Tr s doses ou mais. Tr s doses ou mais. Cepa Schwarz cultivada em ovos de galinha. ltima N o N o dos menos de 5 anos. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular.Vacina contra Sarampo Indi­ o: ¡ Proteç contra sarampo. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Doença febril aguda. A vacinaç o de gr vidas previne o t tano neonatal. Deve-se sempre preferir a vacina Dupla tipo adulto quando disponível. At s exposiç cientes com sarampo. neomicina e gelatina. õuó€ô uˆ ‰ óuô  †Ûþ ÿ du–uê ˆu‰Ûdà–€d õuóuô † óuô ˆu‰  um † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ † uˆ ý ‰— Vacina contra T ’ tano Indi­ o: Proteç contra o T tano. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô óuô † ˆ   †  Em caso de ferimentos: História vacinal Ferimento limpo ou superficial Contra t tano Vacina Soro* Incerta ou menor de 3 doses.

convuls s. rub la ou caxumba pr via s contra-indicaç es. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. episódio hipotônico -hiporesponsivo. História sarampo. Evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç o. dor. Doenças febris agudas. choque). Cont m ainda alumínio. Raramente ocorrem encefalite. 6” e 15” meses de vida. Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. õuóuô † óuô ˆu‰ um † ‰ um † ‰  –u‡ ˆu‰ † ˆ ˆ †‰ ‘uˆu‰ ˆu‰ ™ ˆu‰ † ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Composi o: Composta de cepas de vírus atenuados da r  la. doenças febris agudas. t tano e coqueluche para menores de 7 anos de idade. aumento de gânglios. Gravidez. Reforço aos 5 anos de idade. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . Caso receba imunoglobulinas ou sangue 30 dias após a vacinaç recomenda-se revacinar após 3 meses. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Caxumba e Sarampo Indi­ o: Proteç contra r  la. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivo (exceto: poliomielite oral). Imunodepress . sonol ncia. reaç es anafil ticas à doses anteriores. calor e inchaço locais. sonol cia e convuls s. Encefalopatia nos 7 primeiros dias após dose anterior (choro por mais de 3 horas. Composi o: Utilizamos a vacina acelular: componentes celulares purificados da Bordetella pertussis + toxóide dift rico + toxóide tetânico inativados. parotidite e rinofaringite. sarampo e caxumba (Wistar RA 27/3M + Schwarz + õuó€ô uˆ ‰ óuô RIT 4385). Cont m traços de neomicina e gelatina. irritabi lidade. vermelhid o. paralisia após aplicaç o de dose anterior. Efeitos adversos: Podem ocorrer entre 5 e 12 dias após a vacinaç : febre at 39C. A vacina acelular apresenta menor índice de eventos adversos. sarampo e caxumba. sangue total. õuó€ô uˆ ‰ óuô † óuô ˆ ˆu‰Rdu‘ † óuô †  ™™ ”  “u‘ ™” ˆ “ ™” † du– Vacina Tríplice viral: contra Rub ’ ola. Contra-indicaç es: Pessoas acima de 7 anos. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre. Efic cia de 90 a 95%. T ’ tano e Coqueluche – Tríplice Bacteriana Acelular Indi­ o: Proteç contra difteria. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses de idade. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). PARDINI 401 . Caso ocorra administraç de imunoglobulina humana. orquite (inflamaç o dos testícul os) e rpura. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. doenças do sistema nervoso central em evoluç o (incluindo convuls s sem co ntrole). Contra-indicaç es: Anafilaxia a ovo. 4” . Efic cia 90%. neomicina e gelatina. Via de administra o: Intramuscular. Síndrome Guillain -Barr ós vacinaç terior.Vacina Acelular contra Difteria. pancreatite.

Efic cia de 95%. Imunodepress o celular com linfócitos abaixo de 1. Cepa OKA 27/3M. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Contra-indicaç es: Peso menor que 2000g. At h após contato com doente. õuó€ô óuô ™ †«þ ÿ ˆu‰ õuóuô õuóuô † †  †‰ †  ˆ ˆu‰ ˆ 402 Instituto de Patologia Clínica H. õuó€ô uˆ ‰ óuô óuô óuô du— † ¡ ˆt‰ ¡  ˆ u ‰ d€‡ õuóuô  †ð ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ ‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰Û‘u‰ ™” ‡ ˆu‰Ù— ˆ ˆu‰ ëu”∠‘uˆu‰ Vacina contra Varicela (Catapora) Indi­ o: Protege contra varicela. Entre 6 a 12 semanas: cicatriz de 4 a 7 mm. Evitar gravidez por 3 meses após a vacinaç . sangue total. o mais breve possível. Imunodepress . Via de administr o: Exclusivamente por via intr rmica no braço direito. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. A partir de 13 anos s o aplicadas duas doses com intervalos de 6 a 10 semanas. Profissionais de s de que tenham contato com pacientes com AIDS e tuberculose devem receber BCG se apresentarem PPD < 10 mm. Efeitos adversos: Erupç es de pele (menos de 4%) nas primeiras semanas. Composi o: Vírus vivos atenuado (cultura de c lulas humanas). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. deve ser revacinada. Se a primeira dose for aplicada após 5 anos n necessidade de reforço. Evitar cido acetil salicílico durante seis semanas após vacinaç . Reforço entre 6 e 10 anos de idade. Intervalar 15 dias das vacinas de vírus vivo.BCG Indi­ o: Proteç contra formas graves da tuber culose. Entre 3 a 4 semanas: pequena bolha com pus seguindo-se de uma crosta. At s 12 anos indicado uma dose. na inserç m sculo deltóide. dor de cabeça. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Paciente HIV positivo com sintomas. Gravidez. Presença de les local de aplicaç o. com intervalo mínimo de 6 meses (considerar a presença de cicatriz vacinal como primeira dose). quelóide. C erca de 18% dos vacinados n desenvolvem cicatriz. Via de administr o: Subcutânea. a vacina pode evitar a doença. dor local e fadiga. Doença s febris agudas. abscessos frios subcutâneos. PARDINI . linfonodos. Cont m ainda traços de neomicina. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia prednisona). Evolu o da cicatriz vacinal: Após 2 semanas: pequena elevaç o avermelhada e dolorosa de 5 a 15 mm. febre baixa. Efeitos adversos: Ocorrem 0. Efic cia de at 0%. Criança que recebeu BCG mais de 6 meses e n tem cicatriz vacinal. Doença febril aguda. reaç o lupó ide. S o complicaç s: lceras maiores que 10 mm cicatrizam. Comunicantes de hanseníase devem receber duas doses de BCG. Esquema de aplica o: A partir do nascimento.Vacina contra Tuberculose . Entre 4 a 5 semanas: lcera de 4 a 10 mm de diâmetro.04% dos vacinados. Composi o: Bacilos atenuados do Mycobacterium bovis. abscessos quentes subcutâneos.200/mm3. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Esquema de aplic o: Aplicada a partir de 12 meses. Gravidez.

Pólio injet vel. Sarampo. Influenza (gripe).Intervalo mínimo entre vacinas diferentes VACINAS INTERVALO M NIMO ENTRE VACINAS Entre 2 inativadas NENHUM Entre 1 inativada e 1 viva atenuada NENHUM Entre 2 vivas atenuadas 15 dias (exceto polio oral) B 4 . 2000. Hepatite B. PARDINI 403 . Meningocócicas. Hemófilos.  um † ‰ ô N@ O VIVA (INATIVADAS) DTP. Pneumocócicas. Caxumba. IDADE VACINAS Ao nascer BCG + Hepatite B 1m s Hepatite B 2 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 6 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos + Hepatite B 9 meses Sarampo + Febre Amarela 12 a 15 meses Tríplice Viral + Varicela(catapora)+ Hepatite A 15 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 a 6 anos DTP + Poliomielite 4 a 10 anos Tríplice Viral 6 a 10 anos BCG 14 a 16 anos Dupla tipo adulto  “ 3 . R la. Polio VACINAS oral. Hepatite A. B ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H.Intervalo mínimo entre doses de uma mesma vacina VACINA INTERVALO M NIMO ENTRE DOSES DTP 4 semanas Poliomielite 4 semanas Hepatite B* Entre 1-2à dose: 4 semanas Entre 2-3à dose: 8 semanas Entre 1-3à dose: 24 semanas Varicela 4 semanas * Consultar esquema de vacinaç r pida. Febre amarela.Vacinas vivas atenuadas e n o-vivas VIVA ATENUADA BCG.TABELAS 1 . Varicela.  2 – Calend rio da Sociedade Brasileira de Pediatria.

portadores de leucemia. Evitar por 30 dias. hemoglobinopatias. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. ˆ‰ ‡ õuóuô Œ ‡ Pacientes com doenças hep ticas crônicas. Sorologia pode evidenciar os o imunes. Possibilidade de vacina combinada A+B em 3 doses. Após s rie prim ria completa (3 doses. Pode ser usada durante a epidemia. Ž o de adultos. Reaç fil tica pr via à vacina e à neomicina. profissionais rea de sa . Portadores de dist rbio da coagulaç o. linfoma. disfunç renal. etilistas. ‘ ‘ Reaç fil tica pr via à vacina ou à neomicina. Pessoas entre 2 e 65 anos que apresentam doenças crônicas: cardiopatas.1 e 6 meses. trabalhadores de internatos. Reforço com 5 anos. ao timerosal. paciente com diagnóstico recente de DST. homossexuais e bissexuais masculinos. contactantes de imunodeprimidos. gelatina ou neomicina Doenç a aguda febril com repercuss . Doença aguda febril com repercuss clínica. Trabalhadores de s de. ˆ‰ ˜Š Œ ‘ ˆ ‰ ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ˆ ‡ ˆ‰ ˆ 5 . ‹Ž” ˆ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina ou a ovo. Caxumba. Reaç fil tica pr via à vacina. Doença aguda febril com repercuss clínica. Pessoas entre 6 meses e 50 anos com doenças cardíacas. ‡ † ‡ ‡ Caso n ja comprovaç laboratorial ou história clínica. diabetes. Intramuscular. Evitar por 30 dias. Intramuscular. Adultos de alto risco: trabalhadores de sa . diab ticos. Rub ola) Dupla Adulto (Difteria. HIV + com ou sem sintomas. pessoas que trabalham em creche e instituiç es de deficientes mentais. a fungos. Marcas s o intercambi veis. Possibilidade de vacina combinada A+B em esquema de 3 doses. T tano ) Pneumocócica polissacarídea Influenza ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ Œ ‘ Œ Œ“ ‡ Œ“ ‡ ‹Ž” ‘ ‡ ‘ Œ ‘ ‹ ‡ ‡  Œ ˆ ‹ ˆ ‘ ’ ‰“ ‡  ŒŠ Ž ‹Ž” ŒŠ • ‡ ‡ ŒŠ ‡ ˆ ˆ ‡ ˆ ˆ Œ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Subcutânea ou intramuscular. Aplicada anualmente. Em caso de atras indicado recomeçar o esquema. síndrome nefrótica. Doença aguda febril com repercuss clínica. Doença aguda febril com repercuss . DPOC. deve-se considerar a vacinaç o de profissionais de sa . timerosal ou ovo de galinha. portadores de fístulas liquóricas. Adultos com idade maior ou igual à 65 anos. Intervalar 30 dias da tríplice viral.Sum rio de recomendaç es para imuniz ‡ ‡ ‡ Intramuscular. Adultos de alto risco e seus contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. us rios de drogas ilícitas. trabalhadores de sa de expostos à sangue. Œ ˆ‰ ‡ ‡ Todos adolescentes e adultos. Sorologia pode ser indicada previamente à vacina ç o em pacientes de alto risco: HbsAg para triagem. homossexuais e bissexuais masculinos. Asplenia. PARDINI ~"€ IO E VIA Intramuscular. Passado de Guillain-Barr . hemoglobinopatias. hepatopatas. ao timerosal (merthiolate). Todos pacientes portadores do vírus da hepatite C. Gravidez ( soluta). incluindo hepatite C. Intervalo mínimo de 6 meses. Marcas podem ser intercambi veis. Reforço a cada 10 anos.200/mm3. viajantes internacionais. ‡ ‡ Intramuscular ou subcutâneo. Todos adolescentes. Mulheres em idade f rtil que o receberam vacina de r la ou tenham evid ncia sorológica de imunidade. Iniciar esquema de 3 doses em quem o souber passado vacinal. Subcutânea. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr dialíticos. receptores de derivados de sangue. pulmonares. anti-Hbs para níveis de proteç o. militares.404 – — Tríplice viral Hepatite A Hepatite B  VACINA Varicela (Sarampo. internos em presídios. Mulheres gr vidas que v estar no 2 e 3 semestre na temporada de influenza Qualquer um que queira diminuir o risco de influenza. Gravidez. Pessoas com qualquer idade que tenham contato com idosos. Duas doses. heterosexuais com mais de um parceiro em seis meses. Viajantes par reas de alta endemicidade Sorologia antes da vacinaç o deve ser individualizada. ˆ ‰ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ‚ƒ"„ ‚ƒ"…„ ‘ ‡ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina. Viajantes reas de alta inci ncia. repetir esquema. 3 doses: 0. Gravidez ( soluta). us rios de drogas. Pessoas que manipulam alimentos. ‡ ‡ ‡ CALE ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Reforço com 5 anos pode ser necess rio no manejo de feridas. estudantes entrando em escolas. hepatite B. Segurança na gravidez n o est finida. profissionais que trabalham em esgotos. outras neoplasias malignas e imunossupress (incluindo uso de corticóide). militares. Adultos maiores de 50 anos. . Duas doses. Doença aguda febril com repercuss clínica. Gravidez. Deve ser aplicada no outono. ‡ ‘ ˆ‰ PARA QUEM É RECOMEND ADO ˆ ‡  ‘ ˆ‰ ‹Š Pacientes n vacinados. 1 dose. Em caso de falha. imunossupress . Doença aguda febril com repercuss . ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š CONTRA-INDI ÕES E PRE ÕES ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ Reaç fil tica pr via à vacina. Pode ser aplicada junto com outra vacina em local diferente. Imunossupress o. ˆ ‘ ‘ ‘ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š Š ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‘ ˆ‰ ‡ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ˆ‰ ŒŽ” Reaç fil tica ou neurológica Guillain-Barre) pr via à vacina. considerando a DTP) recomendado reforço a cada 10 anos. neomicina. Imunossupress o com linfócitos abaixo de 1. Doença aguda febril. sem comprovaç o sorológica de imunidade.

PARDINI 405 .™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H.

™ š s: Anotaç3 406 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

PARDINI 407 .™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI .™ š s: Anotaç3 408 Instituto de Patologia Clínica H.

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