MANUAL DE EXAMES Laboratório Hermes Pardini - 2002

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes com o menor acréscimo de custo possível. EQUIPES ESPECIALIZADAS Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência, formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os diferentes testes.

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GLOBALIZAÇÃO Quem o se atualiza com as últimas inovações das revistas médicas e de laboratório fica rapidamente obsoleto. Nossa equipe est sempre atenta às inovações, adotando as quando ficam evidentes suas vantagens.

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Prof. Hermes Pardini

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Apresentaç Índice por exames ISO Informaç s Gerais Nossos Serviços

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Unidades de Atendimento Patologia Clínica Vari veis pr -analíticas Biologia Molecular Bioquímica Drogas Tera ticas Endocrinologia Gen tica – DNA Hematologia

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D8EGF

HPLC Imunologia Líquido Seminal Microbiologia Ortomolecular Parasitologia e Uran lise Triagem neonatal - Teste do Pezinho Toxicologia Protocolo de Provas Funcionais Urina, Instruç es de coleta Urina 24 horas, conservantes Anatomia Patológica Citologia Diagnóstico por Imagem – DDI Medicina Nuclear “In Vivo” Reaç s Intr rmicas

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Vacinas

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QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO “MANUAL DE EXAMES”. teste Ácido 5 Hidroxi Indolac tico Ácido Ascórbico vide Vitamina C Ácido Cítrico (esperma) Ácido Cítrico. CONSULTE-NOS ! Página 1. 110 178 279 178 57 179 179 58 58. 316 293 351 177 187 253 57 316 317 177 109. 59 283 9 rus rts r r v r w x€y v w ƒ€y(„€v s€ƒuw v ‚ u‚ Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa (urina) vide Cristais. dosagem Acidez Fecal vide pH Fecal Acidificaç urin ria. MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE REFERÊNCIA NO EXTERIOR. dosagem (urina) Ácido Delta Amino Levulínico Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase Ácido Fenilglioxílico Ácido Fólico Ácido Hi rico Ácido Homogentísico Ácido Homovanílico Áci tico Ácido Ma lico Ácido Metil Hip rico Ácido Ox lico Ácido Úrico.5 Hexanodiona Urin ria 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico 5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina 5 Nucleotidase ACA vide Centrômero. pesquisa 188 118 130 119 55 56 56 129 130 567 55 56 129 130 303 56 315 112 112 177 186 56 197 74 68 109 315. dosagem Ácido Úrico. anticorpo anti-receptor Acetona.25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 11 Desoxicortisol 17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 Beta Estradiol vide Estradiol 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 OH Pregnenolona 17 OH Progesterona 17 OH Progesterona neonatal 17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 2.PR (Q0SUT4VW X` fYbac UWe `dhgpi W¨q VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS. PARDINI . anticorpos anti ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina Acetil Colinesterase vide Colinesterase Acetilcolina.

100. anticorpos anti 157 Agregaç Plaquet ria 317 ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase 93 Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica 303 Alanina. Primidona pág. Carbamazepina pág. 305. Clearence 304 Ami cidos.tTG vide tTG ‡ † † ˆu‰ …  … ‘u‰€ ‰€‘u‡ … ‡ … ˆ  ‡   ‘u‘u‰u‰u ’€“ ‡ ˆu‰ 10 Instituto de Patologia Clínica H. 97. Gabapentina pág. 107 144 Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb 144 Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb 209 Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 210 Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 249 Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA . PARDINI . Mutaç o (Diagnóstico) 190 Alfa 1 Glicoproteína cida 112. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 90. 98. pesquisa vide Proteínas. 318 Alumínio 230 AMA vide Mitocôndria.…… … 97 cido Valpróico 180 cido Vanil Mand lico 110 ACTH 147 Acondroplasia. 91 Albumina. 3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 114 Androstenediona 246 Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 158 Anticoagulante L pico Anti-Convulsivantes equivale cido Valpróico pág. 113 Alfa Fetoproteína 93 ALT vide Transaminase Pir vica 317. contagem 59 Adenosina Deaminase 113 Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 189 Adenovírus . Cromatografia Quantitativa 61 Amônia 113 AMP Cíclico 147 An lise de Alimentos Trans nicos 275 An lise Mineral vide Mineralograma 253 An lise Seminal Computadorizada 232 ANCA vide Neutrófilos. 101. 105. Difenilhidantoína pág. 183 Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 190 AEO vide Antiestreptolisina O 213 AGA vide Gliadina. Testes confirmatórios 189 Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue) 279 Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 154 Alfa 1 Antitripsina. estudo gen tico 282 Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores 59 ADA vide Adenosina Deaminase 279 Addis. 102. anticorpos anti 283 Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 190 Amebíase 60 Amilase 61 Amilase. 105. Ami cido Quantitativo 316 ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 91 Albumina.pesquisa direta 182. Fenobarbital pág. 306 Ami cidos. anticorpos anti 112 Androstanediol Glicuronide. pesquisa 279 Alcapt ria vide cido Homogentísico 60 Aldolase 111 Aldosterona 336 Aldosteronismo Prim rio. Lamotrigina pág. Cromatografia Qualitativa 304. Vigabatrina pág. Oxcarbazepina pág. 102.

anticorpos Antitrombina III Anti-VCA vide Epstein Barr ANTOX vide Antioxidantes Totais Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) Apolipoproteína A1 e B Apolipoproteína E. Diagnóstico vide Ataxias. anticorpos vide SSA. PCR Antígeno Prost tico Específico vide PSA Anti-La. Glutation Peroxidase. pesquisa Bact ria e Antibiograma Automatizado. 135 241 143 197 210 276 276 232 203 240 143 192 209 276 229 61 147 235 318 190 231 93 83 192 93 148 148 148 148 148 148 344 387 136 259 260 260 268 260 208 150 296   ‰u‘u ”R•u‡u–  † “u‘ ‘† ‡ ˆ † † ˆuˆu‰‰ ˆuˆu‰‰  †† †  ˆu‰R—u‰ ˆt‰ Instituto de Patologia Clínica H. Cardiolipina IgG e IgM pág. anti Anti-Microssomal. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 1. estudo ge tico ARA vide Reticulina. Diagnóstico vide Ataxias. Superoxido Dismutase Antioxidantes Totais Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 10. Diagnóstico vide Ataxias. anti Anti-TPO. Painel Ataxia de Machado Joseph.Bacterioscopia Bacilo Dift rico Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia. cultura Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) Becker e Duchenne. Diagnóstico vide Ataxias. anticorpos anti Anti-Rh vide Coomb’s Indireto Anti-RO. 196 Antifungigrama Antígeno Austr lia vide Hepatite B . anticorpos vide SSB. Diagnóstico vide Ataxias. Identificaç Bact rias Anaeróbias. pesquisa Antígeno HLA-B-27. anti Anti-Nucleares. PARDINI 11 . anticorpos vide TPO Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal. 158.Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto Antidepressivos vide Tricíclicos Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes Anti-Espermatozóides vide Imunobeads Antiestreptolisina O Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ico pág. Distrofia (Diagnóstico) Bence Jones vide Proteína de Bence Jones † 203 106 255 190 259 216 191 191 41 134. anti Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado Aspergillus sp. anti AST vide Transaminase Oxalac tica Ataxia de Friedreich. Painel Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Avaliaç Mineral Óssea Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç Tubo Neural vide Avaliaç do Risco Fetal .HbsAG Antígeno Carcinoembri rio Antígeno HLA B27. Painel Ataxias. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 2. anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais. anticorpos anti Ars ico ASLO vide Antiestreptolisina O ASMA vide M sculo Liso.Teste Integrado Baar .

An lise Físico e Química 89 Calemia vide Pot ssio 89 Caliuria vide Pot ssio 261 Campylobacter. 104.100. dosagem (sangue) 280 Bilirrubinas. 104 114 Beta 2 Microglobulina 180 Beta Caroteno 123 Beta HCG vide HCG. auto anticorpos anti 148 Cariótipo com Banda G 149 Cariótipo com Bandas de Vilo corial 148 Cariótipo de Alta Resoluç o 149 Cariótipo de Medula 150 Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 149 Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula 149 Cariótipo para pesquisa de X -Fr il 182. Diazepam p g. pesquisa vide H. 103. 97. Clonazepam p g. anticorpos anti 232 C-ANCA vide Neutrófi los. Nitrazepam p g. 99. Beta 92 Bicarbonato vide Reserva Alcalina 115 Big Prolactina 62 Bilirrubinas. Clobazam p g. N-Desmetildiazepam p g. PARDINI . Ducreyi 389 Candidina. 99. cultura 232 C-ANCA vide Neutrófilos. pesquisa (urina) 355 Biópsias 307 Biotinidase 193 Blastomicose Sul Americana 230 Borr lia vide Lyme 97 Bromazepam 193 Brucelose 202 C1q vide Complemento C1q 195 C1S Esterase Inibidor 202 C2 vide Complemento C2 202 C3 vide Complemento C3 203 C4 vide Complemento C4 194 CA 125 194 CA 15/3 195 CA 19/9 319 C dmio 63 C lcio 64 C lcio Iônico 64 C lcio Livre vide C lcio Iônico 115 Calcitonina 188 Calcitriol vide Vitamina D3 280 C lculo Biliar. anticorpos anti 267 Cancro Mole. 183 Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina 196 Caxumba IgG/IgM 197 CCP 243 CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ †       ™” ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ u’ 12 Instituto de Patologia Clínica H. An lise Físico e Química 280 C lculo Renal. Oxazepam p g.Benzodiazepínicos equivale Bromazepam p g. intradermoreaç s 64 Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro 64 Capacidade Total de Combinaç Ferro 98 Carbamazepina 281 Carbohidratos. Cromatografia 319 Carboxi Hemoglobina 196 Cardiolipina IgG/IgM.

17 201 CH 100 vide Complemento CH 100 201 CH 50 vide Complemento CH 100 248. 382. pesquisa 65 C lulas Orangiófilas. Teste 66 Cloreto de Sódio no Suor 66. Teste de 99 Clobazam 99 Clonazepam 351 Cloreto de Amônio. Tempo de Tromboplastina Parcial p g.Pesquisa) 198 Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta) 322 Chumbo 145 Cianocobalamina vide Vitamina B12 98 Ciclosporina 379. 67 CL vide Cloretos Clamídia vide Chlamydia 384 Clearence Pulmonar de DTPA 65 Clements. Anti 159 C lulas de Downey. pesquisa 261 C lulas de Inclus Citomeg lica 261 C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas. Tempo Atividade de Protrombina p g. Anti 198 Ceruloplasmina 65 Cetonemia. 364 Citologias 201 Citomegalovírus (ELFA) 200 Citomegalovírus (Elisa) 42 Citomegalovírus (PCR) 261 Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica 160 Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 253 Citrato (esperma) vide cido Cítrico 57 Citrato (urina) vide cido Cítrico 197 Citrulina. pesquisa 281 Ceton ria. 384 Cintilografias 384 Cisternografia Cerebral 199 Cistatina C 199 Cisticercose 281 Cistina. pesquisa 261 C lulas Her ticas. 249 Chagas vide Trypanosoma cruzi 198 Chlamydia pneumoniae IgG 262 Chlamydia trachomatis (Cultura) 262 Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta) 41 Chlamydia trachomatis (PCR) 262 Chlamydia tracomatis (Giemsa . PARDINI 13 . Tempo de Sangria p g. 380.175. pesquisa 55 Cetosteróides Neutros Totais. pesquisa 197 Centrômero.228 CD3 vide Linfócitos T Ativado 242 CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos 191 CEA vide Antígeno Carcino Embri rio 197 C lula Parietal.176 †† †† †† † ˆu‰ †  † –† u‰ u‘  ‡ “€‘ “ … u‘  … † ˆ  ˆ  ˆ€‰ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 384 Cistografia Radioisotópica Direta 267 Citobacteriologia vide Gram 362. 383. Tempo de Coagulaç p g.170. 381. 67 Cloretos 92 CO2 vide Reserva Alcalina Coagulograma equivale Plaquetas p g. Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria. 363.175. pesquisa 159 C lulas LE.175. anti vide CCP 72 CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 66.

pesquisa Corpos Redutores Fecal Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos. Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol Colinesterase Coloraç o Supra Vital Complemento C1q Complemento C2 Complemento C3 Complemento C4 Complemento CH 100 Complemento S rico Total vide Complemento CH 100 Composto S vide 11 Desoxicortisol Coombs Direto Coombs Indireto Coprocultura Coproporfirinas. Cromatografia Cortisol Cortisol Livre Corynebacterium minutissimum. Estudo Gen tico das Microdeleç s Cross Laps vide N-Telopeptídeo Cryptococcus Neoformans. dosagem Coproporfirinas. Clearence Creatinofosfoquinase Creatinofosfoquinase MB Isoenzima Crioaglutininas. pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il Cromossomo Y para Síndrome de Turner. Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula Cromossomo X-Fr il. pesquisa Criofibrinog nio. pesquisa Corpos de Heinz. cultura vide Vibrio Cholerae. pesquisa Cromossomo Y. PARDINI . pesquisa Cristais com Luz Polarizada. pesquisa (urina) Cromatina Sexual Cromo Cromossomo Philadelphia. microscopia Cryptococcus Neoformans.Cobre Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso Colecalciferol vide Vitamina D3 Cólera Vibri . pesquisa (líquido sinovial) Cristais com Luz Polarizada. pesquisa Cultura + Antibiograma Automatizado Curva de Tolerância a Glicose Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria Dacriocintilografia DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina uˆ ‰ ˆ ™” ™” †  “ u’ † uˆ ‰ ™” u’  ˆ  320 246 188 274 67 67 67 68 68 93 68 254 202 202 202 203 201 201 118 203 203 263 321 282 161 282 281 116 116 263 71 69 70 71 71 72 204 204 204 72 283 365 321 149 149 150 150 232 263 205 263 264 337 157 384 332 14 Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa Crioglobulinas. cultura Colesterol Colesterol HDL vide Colesterol Colesterol LDL vide Colesterol Colesterol TOTAL vide Colesterol Colesterol VLDL vide Colesterol Colesterol. pesquisa CPK vide Creatinofosfoquinase Creatina Creatinina Creatinina. aglutinaç direta Cryptosporidium.

Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g. Pylori pelo Teste Respiratório 151 Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 155 Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians 156 Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita 277 Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído 100 Diazepam 100 Difenilhidantoína 285 Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes 101 Digital s rico vide Digoxina 101 Digoxina 118 Dihidrotestosterona 206 Dímero D 264 Direto a Fresco. 247 Drogas de Abuso. Reticulina-anticorpos anti p g. tTG-anticorpos anti p g. Teste 121 E1 vide Estrona 119 E2 vide Estradiol 120 E3 vide Estriol 209 EBV vide Epstein Barr 74 ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 370 Ecocardiografia u•  † ˆ ˆu‰R—ud … … ”(•€ ˆ e €ˆ ( ‰ €— d “t‘ † ˆ  ˜˜ ˜ ˜ du–u–u“u“uff  Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 150 Distrofia de Becker e Duchenne. Diagnóstico 206 DNA.117 Dehidroepiandrosterona 117 Dehidroepiandrosterona. PCR Qualitativa e Tipagem 387 Densitometria Óssea 181 Deoxipiridinolina 73 Depuraç gua Livre 122 Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD. PARDINI 15 . Teste de Solubilidade 246.213.235 151 Doença de Gaucher.209. anticorpos anti 153 Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD 117 DHEA vide Dehidroepiandrosterona 73 DHL vide Dehidrogenas ctica 118 DHT vide Dihidrotestosterona 339 Diagnóstico de Diabetes Gestacional 150 Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne 154 Diagnóstico da Mutaç Alfa 1 Antitripsina 385 Diagnóstico do H.249. Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 370 Duplex Scan 349 D-Xilose. pesquisa vide Hemoglobina S. Sulfato 73 Dehidrogenase ctica 114 Delta 4 vide Androstenediona 129 Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona 152 Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística 205 Dengue IgG e IgM 43 Dengue. PCR 265 Donovanose 385 Dose Tera tica com Iodo-131 385 Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153 165 Drepanóticos. diagnóstico 151 Doença de Huntington. diagnóstico molecular 42 Doenças sexualmente transmissíveis. Determinaç o de Paternidade 210 Dnase. anticorpos anti 154 DNA. pesquisa 283 Dismorfismo Eritrocit rio. anti vide Estreptozima Doença Celíaca equivale Endomísio-anticorpos anti p g.

Progesterona. Carbohidratos . 183 Epinefrina e Norepinefrina 209 Epstein Barr 162 Eritrograma 119 Eritropoietina 167 Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos . Cortisol. 17 OH 333 Pregnenolona.120.simultâneo 342. Sódio p g. VLDL. intradermoreaç es 210 Estreptozima 120 Estriol Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g.Cromatografia Quantitativa (soro) p g. SSB/LA-anti p g. 208 Eletroforese de Proteínas Eletrólitos equivale Cloretos p g.240. Ami cidos .240 209 Endomísio.Sustacal 334 Estímulo para ACTH com CRH/CRF 332 Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP Estímulo com ACTH para: Androstenediona. Total 161 Eletroforese de Hemoglobina 308 Eletroforese de Hemoglobina. neonatal vide Hemoglobinopatias.241. Estrona p g.Cromatografia p g. 17 Beta 389 Estreptoquinase/Estreptodornase. SM-anti p g. 343. SSA/RO-anti p g. 66. PARDINI .121 121 Estrona 154 Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade 385 Estudo de Viabilidade Mioc rdica 153 Estudo G tico da Hemocromatose ‡ ˜ ˜  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˜ ˜ ‘u‘u‰u‰u ˆ  ˆ  ˜˜ ˆu‰ ˜ ˜ “™ ” ˆ ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆ   ”€‘ † ˆ  ˜ ™ ˜ ˜ 16 Instituto de Patologia Clínica H. Ami cidos . Composto S. anticorpos anti 283 Entamoeba histolytica 291 Enterobius vide Oxi rus 74 Enzima Conversora de Angiotensina 162 Eosinófilos 182.304. 68 Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL. 17 OH Progesterona 346 Estímulo para Calcitonina com infus C lcio 346 Estímulo para Calcitonina com infus Pentagastrina 346 Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina . Estriol p g. 344 Estímulo para HGH 345 Estímulo para LH e FSH com LH-RH 340 Estímulo do Peptídeo C 344 Estímulo para Prolactina com TRH 351 Estímulo para Testosterona com HCG 337 Estímulo para TSH com TRH 332 Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina 119 Estradiol. LDL. 67 Pot ssio p g. intradermoreaç s 333 Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona 340 Estímulo do Peptídeo C . pesquisa 74 Espectrofotometria 450 NM 253 Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada 41.305.Cromatografia Quantitativa (urina) p g. Triagem neonatal 224 Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç 207 Eletroforese de Lipoproteínas 207.235. DHEA. 89. 92 209 EMA vide Endomísio.281 265 Escabiose vide Ectoparasitas. pesquisa 370 Eletrocardiograma 67.Cromatografia Qualitativa (cart ) p g. 191 Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27 209 Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) 390 Esquistossomose. anticorpos anti ENA equivale RNP-anti p g.370 Ecodoppler 265 Ectoparasitas.119.304.

PKU.155 Estudo G tico da Síndrome de Gilbert 150 Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y Estudo G tico das Trombofilias p g. anti vide C lula Parietal. Tripsina neonatal p g.153. 306 Fenilalanina. estudo gen tico p g. Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.66. pesquisa 212 Filaria. 292 Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes 163 Fibrinog nio Fibrose Cística equivale Cloreto de Sódio no Suor p g. 305. Cromatografia quantitativa 284 Fenilalanina.152 152 Estudo G tico de Fibrose Cística 151 Estudo G tico Fetal 151 Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 323 Etanol 264 Exame direto a Fresco.152 163 Fil ria. 110 Folato vide cido Fólico 75 Fosfatase cida 75 Fosfatase cida Prost tica 76 Fosfatase Alcalina 212 Fosfatase Alcalina Específica Óssea 212 Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea 76 Fostatidil Glicerol 77 Fosfolípides 77. pesquisa 270 Exame Micológico Direto 208 Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 210 FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210 Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 197 Fator Intríseco.Treponema IgG 285 Funcional de Fezes ””€€‘‘ †† ”€‘ † ˜ ””€€‘‘ †† ™” ˜ ˜ ˜ † ˆ ˆ€‰ ‘u‰€  “ ˜ ˜ † ˜ …… … †    Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa (urina) 100 Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 101 Fenobarbital 323 Fenol 121 Ferritina 74 Ferro 285 Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 291. Imunocromatografia 163. anti 211 Fator Reumatóide 251 Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose 214 Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 152 Fator V de Leiden 211 Febre Amarela IgG e IgM 307 Fenilalanina . Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.152.312 e Fibroce Cística . Gene da Protrombina p g. PARDINI 17 . quantitativa (cart ) 304. 212 Filariose vide Filaria 324 Fluoreto 102 Fluoxetina 385 Fluxo Sangüineo das Extremidades 109.152 equivale Fator V Leiden p g. 78 Fósforo 163 Fragilidade Osmótica das Hem cias 89 Frutosamina vide Proteína Glicosilada 254 Frutose (esperma) 284 Frutose (urin ria) 124 FSH vide Hormônio Folículo Estimulante 138 FT3 vide T3 Livre 140 FT4 vide T4 Livre 238 FTA abs vide Sífilis .

Ducreyi Haemophilus Ducreyi vide H. dosagem Glicose. 82 286 82 82 91 137 141 276 123 42. cultura Gasometria Gastrina Gastrina. identificaç o G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase G6PD. PARDINI .Triagem neonatal Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas Gama Glutamil Transferase Gama GT vide Gama Glutamil Transferase Gardnerella. estímulo alimentar Gastrina. 271 287 276 267 267 214 337 267 267 214 153 214 215 80 216 217 217 uˆ i‰ uh j g 18 Instituto de Patologia Clínica H. teste Haplotipagem de HLADR e DQ Haptoglobina HAV. pós -prandial Globulina (liquor) Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG Glutation Peroxidase Gonadotrofina Coriônica vide HCG. 208 78 78 266 78. anti vide Hepatite A HbA1c vide Glicohemoglobina HBc. Mutaç 2 (G A) Glicose. 79 122 352 352 43 152 153 345 78 124 286 155 213 80 213 153 81. Mutaç o 202 (G A) Gabapentina GAD. anti vide Hepatite B HBe. pesquisa Glicose. anticorpos Anti Glicemia vide Glicose Glicohemoglobina Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase. Ducreyi Ham. Beta Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae Gordura Fecal GPX vide Glutation Peroxidase Gram Bacterioscopia Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU GTT vide Tolerância a Glicose H. anticorpos anti Galactose (urina) Galactose Total . anti vide Hepatite B HBeAg vide Hepatite B ˆ ˆ g  ˆu‰R— ˆ 266 266 265 213 153 102 122 286 308 207. pesquisa da deleç o – PCR Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase Gene da Protrombina Geraç e IGF-1 GGT vide Gama Glutamil Transferase GH vide Hormônio de Crescimento Gi rdia Gilbert. estímulo após glucagon Gene CCR-5. Síndrome Gliadina IgA e IgG. cultura Fungos. pesquisa Fungos.Fungos.

167.216. Cromatografia 56 Hidroxi Corticosteróides. PCR Qualitativo 47 HCV. teste p g. Teste Respiratório 355 Helicobacter Pylori. HCV.217. anti vide Hepatite B 216 HbsAg vide Hepatite B 44 HBV.pesquisa uri ria vide Pregnosticon 46. Triagem neonatal 165 Hemoglobina S. 47. Beta 295 HCG. cultura automatizada 164 Hemoglobinas 164 Hemoglobina A2 164 Hemoglobina Fetal 80 Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 165 Hemoglobina H.217. PCR Quantitativo 45 HBV. HbeAg p g. pesquisa vide Plasmodium 153 Hemocromatose. Teste Desnaturaç ao calor p g.216. PCR qualitativo e tipagem 268 Herpesvírus. HCV Genotipagem p g.217 HBs. PCR Qualitativo 44 HBV.Teste de Resist cia aos Antivirais p g. Biópsia 168 Hem cias Fetais vide Kleihauer 166 Hem cias vide Hemograma 166 Hematócrito vide Hemograma 170 Hematozo rios. anti vide Hepatite E 124 HGH vide Hormônio de Crescimento 100 Hidantoína vide Difenilhidantoína 281 Hidratos de Carbono vide Carboidratos. PCR Quantitativo 67 HDL.45 Hepatite C equivale HCV-anti p g. anti vide Hepatite C 45 HCV. Beta . Teste de Resist cia aos antivirais 123 HCG. 17 56 Hidroxi Esteróides Ceto nicos. neonatal vide Hemoglobinopatias. Isopropanol. HBV PCR p g. 218 HCV. cultura 261 Herpesvírus. 17 177 Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico “u‘ u‘     † †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˆ ˜ u“ ‘ ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ † † ’u“ … † Instituto de Patologia Clínica H.217. 47 . PCR 267 Hemocultura Automatizada 269 Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias. anti vide Hepatite D 215 Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico) 385 Helicobacter Pylori. PCR p g. Hbe-anti p g.45 218 Hepatite D 218 Hepatite Delta vide Hepatite D 218 Hepatite E 219 Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 47 Herpes vírus Simples.46. HBV .44. HBc IgG/IgM p g. pesquisa Hemoglobina Inst vel equivale Corpos Heinz (pesquisa) p g. pesquisa vide C lulas Herp ticas 218 HEV.161. triagem neonatal 166 Hemograma 167 Hemossedimentaç o 167 Hemossiderina 210 Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 215 Hepatite A vide HAV IgG/IgM Hepatite B equivale HbsAg p g. Teste de Solubilidade 308 Hemoglobinopatias. PARDINI 19 .218. Genotipagem 46 HCV. Colesterol 218 HDV.176 308 Hemoglobina S. HBs-anti p g.

PARDINI . 261. quantitativo vide Amin cidos. pesquisa 53 HTLV-I. anti 304. 221 HTLV III vide HIV 221 HTLV-I e II. anti 219 Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum. HIV. PCR vide Antígeno HLA-B27 191 HLA-B27. anticorpos Anti 219 Histoplasma Capsulatum.50. Captura Híbrida 363 HPV. 50. HIV-PCR Ultrasensível p g. Citologia 52 HPV. Biópsia 51 HPV.220. 268 HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 48. 219. HIV 1 neonatal p g. Globulina Ligadora vide SHBG 355 HPV. Ami cido quantitativo 219 Histona. PCR 151 Huntington.49. HIV. anti HIV equivale HIV 1 e 2 pesquisa p g. 49.309 220 HIV 1 e 2.49 .Quantitativo Ultrasensível 50 HIV-1 Genotipagem vide HIV. Resist ncia Genotípica aos antivirais 309 HIV-1. anti 128 IAA vide Insulina.221. PCR p g. 305. pesquisa vide Antígeno HLA-B27 183 Homocisteína 352 Homocisteína após estímulo com metionina 288 Homocistina 110 Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 124 Hormônio de Crescimento 124 Hormônio Folículo Estimulante 125 Hormônio Luteinizante 124 Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 137 Hormônios Sexuais. PCR – Tipagem 47.48.Quantitativo 48 HIV PCR – Qualitativo 49 HIV PCR – Quantitativo 48 HIV PCR . Resist ncia Genotípica aos antivirais p g. 306 Identificaç o de Ami cidos.48. Doença 125 IA2. anti 125 ICA512 vide IA2.129 Hidroxi Pregnenolona. neonatal 50 HIV-1. HIV Wester Blot p g. HIV NASBA p g. Cromatografia Quantitativa 268 Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado 288 Identificaç o de Helmintos e Fragmentos 225 IgA Salivar vide Imunoglobulinas 231 IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 222 IgE Específico 223 IgE M ltiplo 223 IgE Total 126 IGF 1 ‡ ‘u‰u “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ u“ ‘ “ ˆˆ ˆ ‘u† ‰u ‰u ‡ 20 Instituto de Patologia Clínica H. 220. 17 130 Hidroxi Progesterona. anticorpos anti 125 ICA vide IA2. 17 83 Hidroxiprolina Total 348 Hipercalci ria vide Teste de PAK 332 Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH 255 Hipoosmolaridade 309 Histidina. pesquisa 221 HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221 HIV Western Blot 49 HIV NASBA . Resist cia Genotípica aos antivirais 41 HLA-B27.

89. 356 Imunohistoquímica 288 Indican. pesquisa 83 Índice de Saturaç o da Transferrina 128 Índice de Tixorina Livre vide ITL 226 Influenza vírus A e B – pesquisa direta 158 Inibidor L pico vide Anticoagulante pico 324 Inseticidas Organoclorados 325 Inseticidas Organofosforados 83 Inspeç Plasma Refrigerado 128 Insulina 128 Insulina.92 Íons equivale Cloreto p g. 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 241 LA vide SSB. Cultura 228 Leptospirose.389. intradermoreaç s p g. 305. Anti 277 LDL Peroxidada 67 LDL. intradermoreaç s vide Montenegro 227 Leishmaniose IgG e IgM. Sódio p g. Cromatografia quantitativa 167 Isopropanol. Imunofluoresc ncia 168 Leishmaniose.66.389 .127 IGFBP-3 125 Ilhota. 306 Isoleucina. Tricofitina. anticorpos anti 389 Intradermoreaç s Ionograma equivale Cloreto p g. anti vide IA2.67 .66.243 224 Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG 224 Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o 224 Imunofixaç o 225 Imunoglobulinas 355. intradermoreaç s p g.67 . 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 339 Kitt 168 Kleihauer 55 KS. Tipagem de Linfócitos T e B p g. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. teste de tolerância 227 Lambda (cadeia leve) 102 Lamotrigina 73 LDH vide Dehidrogenas ctica 84 LDL Oxidada. Estreptoquinase/Estreptodornase. Pot ssio p g. Pot ssio p g. testes equivale Candidina. PPD intradermoreaç s p g.92 66 Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 312 IRT vide Tripsina neonatal 226 Isoaglutininas 304.390. Elisa ˆ ™ ” ˜™ ˜ ˆ ™” ˜ ™” ˜ ˜ ‡ ˆu‰R—u‰ ˆ €• ‡ ™” ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰u  “ … u•  “u‘ ˆu‰R—u‰ ”(•€ ™” “ Instituto de Patologia Clínica H. Colesterol 277 LDL-PX 389 Leishmaniose. Sódio p g. pesquisa 349 Lactose. intradermoreaç es p g. PARDINI 21 . anticorpos anti 57 Lactato vide cido tico 83 Lactesc cia vide Inspeç Plasma Refrigerado 289 Lactose. pesquisa 129 Leptina 269 Leptospirose. Teste 289 Isospora Belli 128 ITL 226 Jo 1.390 . anti 255 Immunobeads Test Imunidade Celular. anticorpos Anti 89 K vide Pot ssio 227 Kappa (cadeia leve) 56 KGS.89.

348 e Nefrolitíase p g. VLDL p g. Pesquisa (Campo Escuro) 268 Leptospirose. HCG p g. 68. 68.347 103 Lítio 229 LKM.280 veja também Teste de PAK p g. VDRL p g.207. pesquisa (líquido sinovial) p g. Triglic rides p g. SM. Subtipagem 243 Linfócitos.241 230 Lyme IgG/IgM 248 Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 247 Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 115 Macro Prolactina vide Big Prolactina 87 M sio 277 Malônico Dialdeído 350 Maltose.CA 125 p g. anti p g.239.238.77. Total p g. CA 15/3 p g. II . 94 Lipóides Birrefringentes.123.240. anti p g. anti p g. RNP. Lípides totais p g. SSA/Ro.283 229 Lipoproteína ( a ) 85 Líquido Ascítico (Rotina) 85 Líquido Pleural (Rotina) 86 Líquido Sinovial (Rotina) 86 Líquor (Rotina) 229 Listeriose Litíase uri ria vide C lculo Renal.191.68.240.239 Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA. PSA p g. PARDINI . 306 Leucina.235.72 e (urina) p g. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.112. CEA p g. CA 19/9 p g. Treponema (Hemoaglutinaç ) p g.194.Testes 228 Linfócitos T Ativado 243 Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos. LDL p g. 305. Eletroforese de Lipoproteínas p g. Triglic rides p g.269 Leptospirose.210. Fosfolípides p g.195.134 135 277 MDA vide Malônico Dialdeído 344 Megateste 326 Merc rio 326 Meta Hemoglobina 184 Metanefrina e Normetanefrina 327 Metanol 327 Metiletilcetona ˆ ‘u‰€  ˜ † ˜ ‘u ˜ ˜  “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜† ˜ ˜ ˜   ˜ ˜ “ ˜ ˜˜ ˜ du’u‘ †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ “ ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ 22 Instituto de Patologia Clínica H.206. SSB/La.194. anticorpos anti Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g. Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g. Tipagem 198 Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta) 84 Lipase 84 Lípides Totais Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Lipidograma Cl ssico equivale Colesterol Total p g. Cromatografia quantitativa 255 Leucócitos (esperma) 293.113 . 336 Liddle I.94 Lipidograma equivale Colesterol HDL p g. anti p g. pesquisa vide Cristais. anti p g. teste de tolerância 372 Mamografia 325 Mangan s 383 Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide 256 Mar Test Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g. 294 Leucócitos vide Piócitos 169 Leucograma 125 LH vide Hormônio Luteinizante 335.84. 67. An lise Físico e Química p g. Soro Aglutinaç o Microscópica 304. 67.

Monoteste p g. 305. anticorpos IgA 53 Mycobacterium Tuberculosis. Cultura 270 Mycoplasma. anticorpos anti 153 Mutaç 2 (G A) da G6PD 154 Mutaç a Alfa 1 Antitripsina 152 Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase 153 Mutaç o Gene da Protrombina 154 Mutaç Gene da MCAD 231 Mycobacterium Tuberculosis. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. pesquisa 230 Mitocôndria. anticorpos anti . anticorpos anti vide TPO 169 Mielograma 292 MIF. 183 Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina 184 Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s 232 N-Telopeptídeo † du’u‘ † † ‘€‡ ‡ ˆ ‘u‰u ‘u‡ “ ˜ ˜ ˜ ‡ uˆ ‰ihuj k uˆuˆ ‰R ‰uˆ ‰R—‘ uˆ ‰R‘u‰  † ™” ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜  ‘u ˜ “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 275 Mineralograma 290 Mioglobina.234 72 Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada. Tripsina neonatal p g.304.ANCA 169 Neutrófilos.280 271 Neisseria gonorrhoeae. estudo gen tico p g. anti Mucoviscidose equivale Cloreto de Sódio no Suor p g. pesquisa 143 Microssomal. PCR 270 Micológico Direto Micoplasma vide Mycoplasma 87 Microalbumi ria 87 Microprotein ria vide Microalbumi ria 289 Microsporídeos. Cromatografia quantitativa 87 MG vide M sio 269 Micobact rias. PARDINI 23 . identificaç o em cultura. 306 Metionina. pesquisa 328 Níquel 104 Nitrazepam 170 Nitro Blue Tetrazolium 61 Nitrog io Amoniacal vide Amônia 82 Nonne-Appelt vide Globulina (liquor) 182. 183 Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182. intradermoreaç s 290 Mucopolissacaridoses. pesquisa (liquido sinovial) 230 Monoteste 389 Montenegro.312 e Fibroce Cística .209. PCR 232 Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 270 Mycoplasma pneumoniae. anticorpos anti 325 Mn vide Mangan s Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g.348 e C lculo Renal. cultura 232 Neutrófilos. pesquisa 231 Mucoproteínas 197 Mucosa G strica vide C lula Parietal.66. Cultura Automatizada 53 Micobact rias. Paul Bunnel Davidsohn p g. cultura 92 Na vide Sódio 92 Natriemia vide Sódio (sangue) 92 Natriuria vide Sódio (urina) 170 NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 103 N-Desmetildiazepam 355 Necropsia Nefrolitíase vide p g.230.347 veja também Teste de PAK p g.152 231 M sculo Liso. A lise Físico/Química p g.

Estudo de Determinaç o 234 Paul Bunnel Davidsohn 322 Pb vide Chumbo 234 PCNA.117.225.Sulfato p g.152. Colinesterase p g. 17 228 OKT3 vide Linfócitos T Ativado 290 Oograma 247 Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 88 Osmolaridade 130 Osteocalcina 58 Oxalato vide cido Ox lico 104 Oxazepam 105 Oxcarbazepina 291 Oxi rus 77. RNP.292 Perfil Risco Coro rio Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g. anti p g. anti p g.240. TGO p g. Tipagem Linfócitos p g. Gene Protrombina p g.240. anti p g.226. SSA. 17 130 OH Progesterona.291. anti p g.183. Imunoglobulinas p g. Estreptoquinase p g.137 232 P-ANCA vide Neutrófilos. PPD p g.234 Fatores Metabólicos : Homocisteína p g. Citomegalovírus p g. anti p g.93. Helicobacter pylori p g.117.215 Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g.240. Quantitativa 355 Peça C ir rgica Radical Simples 293 Pentose 131 Peptídeo C 232 Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo 285 Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes Perfil do FAN especificar DNA.210.112.153.219. Dihidrotestosterona p g. SSB. Gama GT p g. Dehidroepiandrosterona p g.93. cultura p g. Cultura + Antibiograma p g.78. anti p g.202.207.166.118. SM. 292 Parasitológico de Fezes 131 Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) 233 Parvovírus B19 IgG e IgM. 78 P vide Fósforo 148 Painel das Ataxias Painel de Andrógenos especificar Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g.243 Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico Perfil Microbiológico especificar Campylobacter. SCL 70. Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g.390.225 Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g.130.68. Histona. Parasitológico de Fezes p g. 17 OH Progesterona p g. Fosfatase Alcalina p g. anti p g. 17 303 OH Progesterona neonatal.208. Androstenediona p g.118. PARDINI .207.232 NTX vide N-Telopeptídeo 129 OH Pregnenolona.152  … ‡  l … ˜ ˜ †  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˆ ‡ 24 ˜ ˜ ˜ ˜ ”R•u ˜ ˜ ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘€ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ™” ˜ ˜ ”˜ u–u † ˜ ˜˜ ˆ ˜ ˜  ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. Fungos p g. Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g. Hemograma p g.264.142.62.206. Dehidroepiandrosterona. .129.198. Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.73 Perfil Imunógico especificar C3 p g. Imunoglobulinas p g.93 Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g. SHBG p g. Dehidrogenas ctica p g. anticorpos anti 234 PCR vide Proteína C Reativa. 11Desoxicortisol p g.266.200.76.389. Eletroforese de Proteínas p g. 17 OH Pregnenolona p g. Testosterona Total p g.114. anticorpos anti – ANCA 75 PAP vide Fosfatase cida Prost tica 193 Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 233 Parainfluenza vírus 1. C4 p g.208.186. 2 e 3 – pesquisa direta 184 Paraminofenol 291. TGP p g.241 Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g.202.141. JO1.235. anti p g. anticorpos anti 154 Paternidade. Fator anti Nuclear (Hep 2) p g.

pesquisa 296 Protoporfirinas. Resist cia 234 Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível 296 Proteína de Bence-Jones 89 Proteína Glicosilada 173 Proteína S 90. Urina-quantitativo: ALA-U p g. PARDINI 25 . 91 Proteínas Totais 91 Proteínas Totais e Fracionadas 91 Proteínas.330 294 Porfirinas. quantitativa (cart ) 170 Plaquetas. pesquisa 294 Porfobilin io 89 Pot ssio 390 PPD 2 UT 132 Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 130 Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130 Pregnenolona.216. pesquisa e contagem 185 Piridinolina 72 Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada.215. pesquisa 271 Pneumocystis Carinii.294. Vitamina C p g.187. HCV. Porfirinas p g. Isopropanol p g.188 143 Peroxidase.282. pesquisa 296 Protoz rios. Porfobili io p g.187.294.pesquisa (urina) 307 PKU vide Fenilalanina . pesquisa Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g. 17 OH 130 Progesterona.PKU. HBc IgM p g.176 293 Ph (fezes) 88 Ph (urina) 293. anti p g.167. Ducreyi. pesquisa 175 Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina 173 Prova do Laço 349 Provas de Absorç Carboidratos † ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˆu‰Rdu‰  ˜    ˆu‰R— ˆu‰  €‰ u’ u“ ‘ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰€’u“u‘ ˜ ˜ “u‘ ‰u ˆu‰R—u” Instituto de Patologia Clínica H.299.161.218 Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g. Uroporfirinas p g.296.321. anti vide TPO 282 Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores 267 Pesquisa de Cancro Mole vide H. Big vide Big Prolactina 171 Proteína C 172 Proteína C Ativada. HAV IgM p g. Coproporfirinas p g. Vitamina E p g. Teste de desnaturaç calor p g. pesquisa (liquido sinovial) 284 PKU vide Fenilalanina . Teste de Solubilidade 149 Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil 150 Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g. 17 OH 295 Pregnosticon 105 Primidona 132 Progesterona 303 Progesterona neonatal.Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g. Sangue: Zinco Protoporfirina p g. Protoporfirinas p g. 294 Piócitos. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 295 Proteínas.316. 17 OH 132 Pro-Insulina 133 Prolactina 133 Prolactina Pool vide Prolactina 115 Prolactina. contagem 83 Plasma Refrigerado vide Inspeç o Plasma Refrigerado 170 Plasmodium.216. pesquisa 165 Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S.

236 Ru la 310 Ru la neonatal 237 Sacarose.234 346 Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 342.190.Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia).167. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. 336 Provas funcionais da Supra Renal 337 Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337 Provas funcionais da Tireóide 135 PSA Livre e Total 134 PSA Total 68 Pseudocolinesterase vide Colinesterase 131 PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) 176 PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial 355 Punç Biópsia 154 Quebras Cromossômicas. 249 Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico). anticorpos anti ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ … ˜ ˆ ˜ ˜ ˜ ˆu‰ † ˆu™ ‰R ” —u” ˆ ˆˆ ˆu‰R•u” “u“u‘‘ † uˆ ˆ ‰R—   ˆu‰ “€‘   † mm †† ‰‰ ™ 26 Instituto de Patologia Clínica H. Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç ) 91 Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina 91 Relaç o Lecitina/Esfingomielina 135 Renina 92 Reserva Alcalina 340 Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose 163 Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 375. intradermoreaç es vide Schistotest 390 Schistotest 240 SCL 70. 345 Provas funcionais para Hipófise anterior 347 Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 332. teste 350 Sacarose. anticorpos anti 174 Reticulócitos 187 Retinol vide Vitamina A 174 Retraç o do Co gulo 366 Revis e Lâmina (citologia) 214 Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 252 Ricketsiose vide Weil F lix 136 Risco Fetal – Teste Combinado 136 Risco Fetal – Teste Integrado 137 Risco Fetal – Teste Triplo 175 RNI vide Tempo Atividade Protombina 235 RNP. 334.231. 333. 344. 343. Fator Reumatóide p g. teste de tolerância 297 Sangue Oculto 237 Sarampo IgG e IgM 322 Saturnismo vide Chumbo (sangue) 209 Schistossomose vide Esquistossomose 390 Schistossomose. 335. 248. Antiestreptolisina O p g. Mucoproteínas p g. anti 271 Rotavírus. Imunocomplexos Circulantes p g. C4 p g. C3 p g.202.211. PARDINI . pesquisa 277 Radicais Livres 377 Raio X 222 Rast vide IgE específico 386 Rastreamento com Sestamibi 385 Rastreamento de Corpo Inteiro 248 Reaç Fixaç o de Complemento para T.203.224.190. anticorpos Anti 240 RO vide SSA. pesquisa 235. 376 Ressonância Magn tica 235 Reticulina. Hemossedimentaç o p g.

teste vide Sacarose. 249 138 138 138 139 139 138 140 311 140 161 27 ˆu‰R•  ™ t – ˆˆ ˆˆ ˆˆu‰R—u‰ ˆ ˆ ˆ ‰€‘u’u“u‘ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Cruzi vide Trypanosoma cruzi T3 Captaç o vide T3 Retenç o T3 Livre T3 Retenç o T3 Reverso T3 Total T3 Uptake vide T3 Retenç o T4 Livre T4 neonatal T4 Total Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina †† † † u” ‘ † ˜ ‰(’€”u‘ † ˆ ˜ 117 297 169 166 162 231 186 155 137 310 238. Sulfato Sedimentoscopia S rie Branca vide Leucograma S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma S rie Vermelha vide Eritrograma Seromucóide vide Mucoproteínas Serotonina Sexo G tico SHBG Siderofilina equivale Transferrina p g. anticorpos Anti Streptococcus A (Imunoteste R ido) Subclasses de IgG Subfracionamento das Fraç es do Colesterol Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) Subtipagem de Linfócitos Sucrose. pesquisa vide Cromossomo Y. teste Sudan Black B Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona.64 Sífilis neonatal Sífilis Síndrome de Gilbert. teste de tolerância Sucrose. diagnóstico molecular SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase SM. Teste de Estímulo do Peptídeo C Swelling vide Hipoosmolaridade Swim Up T. diagnóstic tico Síndrome de Turner. 336 334 334 343 344 345 386 156 340 255 256 248. Estudo por PCR SSA (Ro).SDHEA vide Dehidroepiandrosterona. 239 155 150 155 389 240 276 92 126 155 240 241 272 241 93 242 282 242 350 237 174 117 276 335. PARDINI .246. anticorpos anti SOD vide Superoxido Dismutase Sódio Somatomedina C vide IGF 1 SRY. diagnóstico molecula r Sustacal. Sulfato Superóxido Dismutase Supress o com Dexametasona Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress Captopril Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol) Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Supress o para Prolactina após L -Dopa Supress o Tireoidiana com Cynomel Surdez C ita. pesquisa para Síndrome de Turner Síndrome de Willians. anticorpos Anti SSB (La). teste de tolerância vide Sacarose. Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g.

Teste de Solubilidade Teste de DNA para Paternidade Teste de PAK .219. teste de tolerância Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose.235. Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g. Citomegalovírus IgG/IgM p g. Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g.244. pesquisa Tocoferol vide Vitamina E Tolerância a Glicose Tolerância a Glicose Endovenosa Tolerância a Glicose pós -prandial Tolerância r ida a Insulina . 306 298 188 337 341 82 339 373. 305.PAK Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S.245. Cromatografia quantitativa Tirosina. Teste Respiratório Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es .Sobrecarga oral com C lcio Teste de Paternidade Teste de Penetraç "In Vitro" Teste de Perclorato Teste de Restriç o Hídrica Teste de Simms Hühner Teste de Sobrecarga oral com C lcio . PARDINI . 390 141 142 143 93 93 328 243 143 142 386 304.TAP vide Tempo Atividade Protrombina TBG Tempo Atividade Protrombina Tempo de Coagulaç o Tempo de Esvaziamento G strico Tempo de Sangria Tempo de Tromboplastina Parcial Teofilina Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria. 176 176 106 351 165 154 348 154 257 386 338 257 348 165 66 349 350 350 176 257 333 385 336 389 389. 374 m†‰ u –  ˜  “u‘ ˜ ˜ ˜ ˜ 243 244. teste de tolerância Teste Desnaturaç o ao Calor Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori. PPD intradermoreaç s Testosterona Testosterona Livre TG vide Tireoglobulina TGO vide Transaminase Oxalac tica TGP vide Transaminase Pir vica Tiocianato Tipagem de Linfócitos Tireoglobulina Tireoglobulina. anticorpos anti equivale TPO p g. VDRL p g.236.142 Tirosina. Teste Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S. Teste de Solubilidade Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose.KITT Tomografia Computadorizada TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g. anticorpos anti Tireograma Tiroidianos. 245 312 143 28 Instituto de Patologia Clínica H.200. teste de tolerância Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose.143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g. anticorpos anti Toxoplasmose Toxoplasmose neonatal TPO ˆ  ˆ  ˆ ˆu‰  ˆ   ˆ ™  ™ ™” ‡ † ˜  ˜ 175 141 175 175 386 175. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos.239 Toxocara.

cultura 107 Vigabatrina 209 Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 250 Vírus Respiratórios – pesquisa direta 251 Vírus Sincicial – pesquisa direta ‡ † ˆu‰  † ™” ™ ‘€‰u ‘ † “u‘ †† …   ‘u‰u’u“ ˜ ‡ … †… ˜ …  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. 305.234. 341 TTG vide Tolerância a Gli cose 176 TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 273 Tuberculost ticos. 59 Uricos ria vide cido Úrico (urina) 298 Urina Rotina 298 Uroan lise vide Urina rotina 299 Urobili nio 366 Urocitograma 299 Uroporfirinas. pesquisa (Campo Escuro) 246. pesquisa Uveite (rotina) equivale AEO p g. 249 Trypanosoma cruzi 248 Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia) 311 TSH neonatal 144 TSH Ultrasensível 249 tTG . Toxoplasmose p g. anticorpos anti 239 VDRL (quantitativo) vide Sífilis 274 Vibrio cholerae. anticorpos anti vide tTG 285 Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 156 Translocaç B CR-ABL 238. Clearence 94 Uremia vide Ur ia 58 Uricemia vide cido Úrico (sangue) 58.166.390. Cultura 94 Ur ia 95 Ur ia. 239 Treponema vide Sífilis 310 Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 272 Treponema.Opi ceos) 272 Trichomonas. 372 Ultra Sonografia 58. PARDINI 29 .292 .291. Ami cido quantitativo 152 Trombofilias. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos. PPD p g. Anti-Depressivos 329 Triclorocompostos Totais e Fraç es 390 Tricofitina.Cocaína .244.144 TRAb 93 Transaminase Oxalac tica 93 Transaminase Pir vica 246 Transferrina 249 Transglutaminase Tecidual IgA. 245. Parasitológico de Fezes p g. 306 Valina. cultura 272 Trichomonas. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. intradermoreaç s 94 Triglic rides 298 Tripsina Fecal 312 Tripsina neonatal 313 Triptofano.Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 82.239 274 Vacina Autógena 391 Vacinas 304. pesquisa 106 Tricíclicos.190. Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 371.Maconha . 337. Cromatografia quantitativa 97 Valproato de Sódio vide cido Valpróico 250 Varicella zoster IgG e IgM. Estudo Ge tico 247 Troponina I 248. VDRL p g. 247 Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas . Hemograma p g. 59 Uratos vide cido Úrico 273 Ureaplasma.

PARDINI . Síndrome Yersinia Enterocolítica. cultura Zinco Zinco Protoporfirina … ˆn‰ du‘u— † 187 145 187 188 188 68 180 251 252 252 155 274 329. Colesterol VMA vide cido Vanil M lico Waaler Rose Weil Felix Widal (reaç ) Willians. 330 330 30 Instituto de Patologia Clínica H.Vitamina A Vitamina B12 Vitamina C Vitamina D3 Vitamina E VLDL.

Dr. treinamentos internos. Atendimento rápido.” MISSÃO “Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em tecnologia quanto em procedimentos.oipr xq sut¨ etwvzyG{ut¨te ¨t VISÃO “Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos. difundir para toda a empresa e fornecedores a noção de valor superior do cliente externo. Desenvolver um ambiente propício à evolução profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à comunidade. Manter a privacidade da identidade do cliente. Carlos Olney Soares R. Genética Humana. capacitação dos profissionais.” VALORES ALTOS PADRÕES ÉTICOS CONFIABILIDADE DOS LAUDOS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e respeito ao indivíduo. remuneração sem atraso. Condições de ergonomia e saúde do trabalhador. tecnologia de ponta no processo. oferecendo aos nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica. tendo como principal objetivo atender e superar as expectativas do cliente.D. confiabilidade dos laudos. Utilização. Anatomia Patológica. e Imagem. participação em congressos e cursos. investimentos em benefícios. de metodologia de qualidade científica comprovada e controlada. garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação internacional específica para esse segmento. Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório clínico. com: qualidade no atendimento. ISO 9001/2000 Diretor EDUCAÇÃO CONTINUADA QUALIDADE NO ATENDIMENTO RESPEITO AO CLIENTE MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES Instituto de Patologia Clínica H. eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável. por profissionais qualificados. promoção de um ambiente de bem estar. PARDINI 31 . aprendizado e aperfeiçoamento contínuos. Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica. harmonia e valorização dos nossos colaboradores.

32 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

PARDINI 33 . †‰ JEJUM OBRIGATÓRIO. CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA.M. PCR PARA HIV veja HIV.|¢}~h¨€pA„|c‚ ©ƒ0~¤|c… C. EXEMPLOS: IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE. JO IBMP JD † † † CONFORME ORIENTA ‡4ˆ O MÉDICA. Š Š ‹hŒŽ Œ  ¦‘p’ N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR.O. NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO. ”” “ ” • • Instituto de Patologia Clínica H. JEJUM DESEJ VEL. PCR.

PARDINI .34 Instituto de Patologia Clínica H.

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PARDINI .36 Instituto de Patologia Clínica H.

893 – 2o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO II Rua Tupis. 597 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE JARDIM Av. 127 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE NOVA Av. 343 – 3o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO III Rua Carijós. 867 Belo Horizonte – MG UNIDADE ELDORADO I Av.6200 UNIDADES: (0xx31) 3228. Vilarinho. Amazonas. Luíz Paulo Franco. Bernardo Monteiro. Cristiano Machado. Antônio Carlos. 7781 Belo Horizonte – MG UNIDADE BARROCA Av. 842 Belo Horizonte – MG UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO Rua Par e Minas. Gal. 1808 Belo Horizonte – MG UNIDADE VENDA NOVA Av. 115 Belo Horizonte – MG UNIDADE LIFE CENTER Av. 2904 – 7 o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE BARREIRO Av. PARDINI 37 . Bandeirantes. 626 – loja 5 Contagem – MG UNIDADE PAMPULHA Av. Sinfrônio Brochado. 901 Rua Maçon Ribeiro. David Sarnoff. 31 Belo Horizonte – MG UNIDADE BELVEDERE Av. 45 Belo Horizonte – MG † REGI O MÉDICA Av. 629 Belo Horizonte – MG UNIDADE MANGABEIRAS Av. Prudente de Morais. Contorno.6464 Instituto de Patologia Clínica H. 57 Contagem – MG UNIDADE ELDORADO II Rua Norberto Mayer.¬Ÿ 0­¯®±°³²´°hµu b¶ °hµ ²c·©µ ¤­0 Ÿ°¦®±¸ µ¤ ­ ¦·r x¹ MATRIZ – FUNCIONÁRIOS Rua Aimor s. 4747 2o e 3o andar Belo Horizonte – MG EM BREVE: UNIDADE IPIRANGA UNIDADE PEDRO II º ˆ€‰ »— MATRIZ: (0xx31) 228. 66 Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO I Rua S Paulo.

PARDINI .38 Instituto de Patologia Clínica H.

devendo -se atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto. ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. creatinoquinase. m sio e fosfato. dehidrogenase l ctica e nas dosagens de pot ssio. TGO. albumina. para que se evite contaminaç . tubos sem aditivos devem ser utilizados primeiro. AST. hemoglobina e hematócrito. PARDINI 39 . V rios analitos t m concentraç es no plasma e no soro diferentes. Os anticoagulantes s o diferenciados pela cor da tampa do tubo: Rolhas Anticoagulante Roxa EDTA Amarela Gel separador com ativador de c gulo Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante Verde Heparina sódica Cinza Fluoreto de sódio + EDTA Azul Citrato de Sódio Ú ˆu‰Rd(ˆ€”‰Ü—€” † ™ ” ˆu‰Û—u”  †  ˆu‰  ˆu‰Ý—u” du–€“uÞ ˆ u ‰ R ”  ˆ u ‰ ”Ր † ™ ” Ê ‰‡ ”Ó‘uˆu‰  † —u‰«‡ †  “u† ‘ † † ˆu‰ dos resultados de exames  ˆ  ˆ du‘u’uހ” † ˆu‰R” † ˆu‰Û‘udà߀‰   ˆ€‰ ‰á—ud “  ˆud⠇u‘ ˆ ˆ ˆu‰ ‰u   ™ Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames. As amostras devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç aerolizaç . fosfato. principalmente em amostras de 12 ou 24 horas. A curto prazo. O ato de abrir e fechar a m ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio. ALT e ferro. Se o sor ser analisado no momento. Nas amostras uri rias. Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina. ferro e colesterol aumentam em torno de 5%. pode variar de minutos at dias. fosfatase alcalina. cortisol e CEA. lactato. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de albumina. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas. fósforo. triglic rides. Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado. O uso contínuo de etanol eleva HDL. Após 3 minutos de garroteamento: proteínas totais. fosfatase alcalina. AST. Da mesma forma. catecolaminas e contagem de leucócitos. ci rico. ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total. ALT. devendo-se consultar cada exame. A meia -vida das drogas e o hor rio de sua administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. c lcio. fosfatas cida. mas mesmo dentro deste pequeno tempo. deve se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç . epinefrina. c id rico. pot ssio. especialmente com a bilirrubina. ur ia. Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato. leucócitos e hem cias no sangue perif rico. transferrina. aldolase. amônia e c lcio ionizado. havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio. de acordo com o especificado em cada exame. na exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç . ALT. fosfatase alcalina e fósforo. a part ir do momento da coleta at sua execuç . proteína total. ferro e sódio. haptoglobina. catecolaminas . a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta. triglicerídeos. amônia. Descremos sumariamente algumas vari veis: Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea. desde que estas estejam bem conservadas. pode haver interfer cia em muitos analitos. duas a quatro horas após o consumo. Hemólise significativa causa aumento na atividade plasm tica da aldolase. aldosterona. Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at momento em que ser lisada.  du’€‘ †  ã€ä Ûdu‘ud ‰Á‘uˆu‰Á–€‰u—u” ˆ †d ˆ uˆ ‰ ˆ€‰Á” ˆ † ˆu‰ †  ˆ€‰ €– ‘€ †‰ Instituto de Patologia Clínica H. VCM. GGT. colesterol. renina. creatinina. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora Angiotensina (ECA). Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç amostra e a correta determinaç o do analito. Postura: quando o s retirado na posiç reta. Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o. o etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. A cafeína pode promover glicólise.¼½¿¾ÁÀÃÂÅÄÇÆ¿ÀÃȝÉʾRË Ì Í¿ÎÇÍ¿ÏGÐtÑÓÒÃÔÕÍ×ÖÙØ O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç laboratoriais. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros.

40 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

e alguns destes antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças. Raspado Uretral (homem/mulher). artrite reativa e artrite psori tica. pesquisa PCR Coment rios: Os antígenos HLA s rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade.Urina. respons vel igualmente por conjuntivites e pneumonia no rec m-nascido. HLA-B37 e HLAB39 e interpretaç jetiva ). Método: PCR . Conservaç o para envio: . A C. uveíte anterior. N congelar. ao inv s do raspado uretral. . ãuä æˆ ˆ™ ” †  † ‰«‘uˆu‰  ހmu  † †‡ ˆu‰ u– ™” †d †™ ™” “ † ‘uˆu‰RÞ ‘uˆu‰RÞ ˆ ä† éˆ †Áè † ‘u”  † Instituto de Patologia Clínica H. Limitaç es: N o pode ser realizada na conjuntiva. at dias da coleta entre 2o e 8o C. desenvolvendo -se na c lula hospedeira e formando inclus s citoplasm ticas. esterilidade t ria). .Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta. Para amostra de Urina.tracomatis respons vel por infecç es sexualmente transmissíveis (uretrites e cervicites). Endocervical (mulher).Antígeno HLA-B-27. at 10 dias da coleta em temperatura ambiente. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças.Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta. peri-hepatite. N colher em heparina. para infecç s profundas (epididimite. quand tratadas. Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30% dos homens. Laboratórios: Colher em tubo est ril. Ú ‰– ˆ uˆ Á ˆu‰R‰um  ˆu‰Ó—ud嗀‰u”u‘ ”u‘u‰¿‘uˆu‰ † Þ  ˆ ãuä æˆ ˆu‰ ×– † —u“€‘ †iç ä Ú † ˆu‰ ˆu‰ Chlamydia trachomatis.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato (homem/mulher). O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. pesquisa PCR Coment rios: As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias.Swab. . A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes. Aumento na inci cia do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter. . As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7. Laboratórios: Para amostras de raspado uretral e endocervical cess rio kit especial com swab apropriado e meio de transporte. colher em frasco est ril. reto ou esperma. A PCR til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia trachomatis.Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta. uma vez que est resente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. A associaç o mais freqüente a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. podendo evoluir. Método: PCR . salpingite. PARDINI 41 .Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Sangue total (ACD/EDTA). Uma de suas principais vantagens possibilidade de ser realizada em amostra de urina. Este antíg m marcador da doença. Conservaç o para envio: At dias entre 2o a 25o C.

Limit o: Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente. HOMINIS Coment rios: A multiplex PCR capaz de detectar. Ú †d ‰uÞì‘uˆ † ˆ ˆu‰í—€‰ † ˆ u‘ ˆuu’ ‰î u“ ‘ —u‰ ˆu‰ ™ ” ˆ ’uˆu‰ ñ ˆu‰Ó” ˆ ”Ç—€Ç” ˆu‰ ò óuô õuóuô † ˆu‰ (— ˆ€‰ö”u‘ ‘uˆu‘u‰Ó —udR”™ ”‘uˆuå‰Rd — ˆu‰R—u‰ ø ™ † d€‡u—u”  ‡ ˆ † €d u— uë Þ ™ ” † † ˆu‰â—u”âê ’€ˆ ™” ˆu‰ “ ™ ” ™ duÞu—u † ˆu‰âdu’uÞu—ud`”â– ˆ€‰à—u”Ûïu“ð ˆu‰ ˆu‰ † ˆu‰÷—u” † ì d Doenças sexualmente transmissíveis . As DST est tre as 5 principais causas de procura por serviços de s (OMS -1990) e quan tratadas podem levar a doenças inflamatória s da pelve. . secreç es vaginais. TRACHOMATIS – N. AIDS). M todo: Multiplex PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL). UREALYTICUM – M. Manifestaç s graves podem ocorrer quando o CMV irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante. GONORRHOAE . e às vezes. sendo que a segunda reaç o s m uma regi interna à primeira. É uma t cnica mais simples.U. A PCR pode ser realizada no líquido amniótico. PARDINI . trachomatis. dado ao seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais. M. É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites.Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%.S realizadas duas PCRs. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina.Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç retende -se afastar o a possibilidade de infecç o intra -uterina. M. pertence à família dos herpesvírus. líquido amniótico. gonorrhoea. A PCR til nas seguintes situaç s: . Conservaç o para envio: At dias da coleta entre 2o e 8o C. hominis.Infecç rec m -nascido: a detecç CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras semanas de vida define a infecç o co ita. o CMV em geral ssintim tico. urealyticum. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo. É encontrado na saliva. A importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto. -N rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta. urina e outros fluidos corpóreos como o s men. outros fluidos orgânicos. É um m t invasivo por utilizar amostra de urina de 1 o jato. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) . ai isponível em nosso laboratório.PCR qualitativa Coment rios: O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA. Em adultos s veis. N. respectivamente. A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal) st ssociado à presença de doença. líquor. em um ica reaç . A sensibilidade e especificidade s % e 100%. . a maioria das bact rias associadas às infecç es do trato genital: C. Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra. material de biópsia. r ida e sensível que os m todos convencionais. dù‡€‘ ˆu‰ ñ u– óuô ò ‘uˆ€‰ † † —u‰«† ‘u‰uˆu—€‰ ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰Û”u‘ † ˆu‰Rû †Rü ô d€‘uúuˆ † 42 Instituto de Patologia Clínica H. sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral. plasma. sangue total. genitalium e U. GENITALIUM – M. pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose infecciosa. aumentando a sensibilidade desse procedimento.Citomegalovírus (pesquisa do DNA) . infertilidade e gravidez ectópica. Laboratórios: Colher em frasco est ril. .Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de biópsia de les s ou órg os suspeitos. PCR C.

Dengue – PCR qualitativa e tipagem

Coment rios: A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent dengue 2 ou 3. A confirmaç iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç e iniciadores (“primers”) específicos. M todo: Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conserva o para envio: At ras entre 2o e 8o C. Limit o: Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

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Gene CCR-5, pesquisa da del ¢¤£¦¥ o Coment § rios:

A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç lo HIV -1 por cepas macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Aus cia de deleç o no gene CCR -5 Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.

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Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios: A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de 10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A pesquisa de DNA do HBV no sor marcador mais sensível na avaliaç infectividade e replicaç viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç or cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Condi o: 1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nota: A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

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HBV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Útil para avaliaç rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores crônicos do HBV. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Indicado para avaliaç o do paciente que est respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o: - Mutaç M: a substituiç mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç 8 na proteína da DNA polimerase leva a reduç vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. - Mutaç regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552): . Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç , leva a uma reduç de 150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina. . Mutaç o M552I: a substituiç metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç st relacionada com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç cerca de 10.000 vezes da sensibilidade. M todo: Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç m cadeia da polimerase (PCR) e lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas. Condi o: 2,0 mL de Soro em tubo est ril. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). 

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Hepatite C
HCV, GENOTIPAGEM
Coment rios: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili tica, o que leva à uma grande heterogeneidade em suas s cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b, 1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo. M todo: Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest com Enzimas de Restriç o (RFLP) Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Conservaç o para envio: Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUALITATIVO

Coment rios: O HCV o principal agente das hepatites -A -B. É um vírus RNA pertencente à família Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para: - confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo; - fazer o diagnóstico da infecç lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que podem permanecer soronegativos; e - detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o. A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log. M todo: Transcriç Reversa e Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente mero de cópias do RN A do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o próximos a o limite de detecç teste. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem Coment  rios:

Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes. Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç rolongada no paciente imunocomprometido. Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç lo HSV, o diagnóstico precoc e extrema importância. O uso da PCR cess rio nos c asos de: - Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a especificidade de 99%. A PCR tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu diagnóstico. - Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com meningites recorrentes. - Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo). - Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR). Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus) Condi o: 0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab das vesículas Condiç es de envio: Líquor e Swab - refrigerar overnight. Tecidos - enviar em gelo seco. Valor de Refer ncia: Negativo. Limit o: Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

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HIV
HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios: O HIVum vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores, especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da Imunodefici cia Adquirida (AIDS). A PCR qualitativa do HIVtil para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es sabidamente infectadas pelo HIV-1. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente. Laboratórios: Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2o e 25o C. N congelar.  

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HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL

Coment rios: A realizaç ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50 cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV 1/mL. Condi o: 1,5 de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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HIV PCR - QUANTITATIVO

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Coment rios: A quantificaç carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: - Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.
Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr Carga viral AIDS após 5 (cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç > 36000 62% 13000 – 36000 49% 4000 – 13000 26% 4000 8% 

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- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000): paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000 (PCR) cópias /ml. - Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se: .N eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento. . N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses. . Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais. . Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%). . Deterioraç clínica. OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do que 0,5 log10 (~3 vezes) s consideradas significativas do ponto vista clínico. 2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo. O valor mínimo quantific vel 400 cópias de RNA viral/mL de plasma. Condi o: 1,0 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV QUANTITATIVO - NASBA

Coment rios: O NASBA teste aprovado pelo Minist rio da S utilizado na r lica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de detectar at cópias de RNA do HIV -1/mL. M todo: NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 5,0 de Plasma (EDTA/ACD). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente 2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua...

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HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste est indicado para: - determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual. - avaliar o padr vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV. - avaliar o padr resist cia na mulher gr vida. Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais, ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a. M todo: Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e seqüenciament tico. Valor de Refer ncia: N o foi detectada a presença de resist ncia Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30 dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL. Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na requisiç o. Conservaç o para envio: At ras à - 40C. Enviar em gelo seco. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes genotípicos quanto os fenotípicos s uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç terapia leva a proliferaç tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade. 

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Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e 8o C por 1 noite. 31. confirmar a presença de infecç o ativa com nova coleta após intervalo de tr s me ses. cavidade oral). colposcopia ou assepsia pr via.Para aferir a efic cia do tratamento. Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para os vírus do grupo A (6. tecnologia Digene Coleta: O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at semanas em temperatura ambiente. sugere-se. solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a paciente n deve estar menstruada.Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar. a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da anatomia patológica.Em virtude da biologia viral. 18. inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. M todo: T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais. no exame colposcópico. Para isso. Instruç es: N o recomend vel efetuar exame digital (toque). 42. Para os casos de coleta c rvico-vaginal. necess ria a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç o local anatômico de onde deve ser colhida a amostra. pesquisa do(s) tipo(s) específico (s). indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da tera tica. após entre . Captura Híbrida Coment  rios: Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç lo HPV. 11. preferentemente nas reas consideradas suspeitas. 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1. raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova. . quebrar a haste. vulva. indicam peque mero de cópias virais por c lula.5 a . PARDINI 51 . is. 51. Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da aplicaç o do cido a c tico e iodo. regi rineal e perianal.A Captura Híbrida cont m sondas icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco nicos. Laboratórios e m dicos: Solicitar kit especial para coleta do material. Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV.HPV. Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. 39. 56. Nesses casos. equivalente a 0. efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi se quer estudar (colo uterino. Na coleta de material da pele. Nota: . essa deve ser umedecida com soro fisiológico. podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea.Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados. a crit rio clínico. . 58. a crit rio clínico. . só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias. a presença de sangu e ( menstrual) ou cont vaginal supostamente infectado n traz qualquer alteraç resultado. antes de qualquer tratamento.1 cópia de vírus por c lula. esta deve ser realizada em primeiro lugar. 45. vagina. Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da caixa. . . 33. 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. 52. evitar contaminar a escova.25o C. ñ † † ˆu‰«–€” ˆu‰â— ™ “ ˆ † ˆ€‰ ˆ ñ † ˆ†  ˆu‰÷‘u‰ ˆ B † ˆu‰ý— †  ‘uˆu‰ ˆ€‰Á–u” “u‘  ”€‡u—u‰ –u“u‘ † ˆ€‰öëu”  uˆ ‰  † ’u“€‘ ˆ ™” † †  –u“ ô  “ ˆu‰Û—u‰ † ˆu‰ ’€“ ˆ ‘€‰«‘u‡ ™” ˆu‰ “ ˆ †ÿ † Instituto de Patologia Clínica H. 35.Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50.

bolsa escrotal. esta deve ser realizada em primeiro lugar. e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia humana. glande. Identifica tam m a presença de infecç s mistas (por mais de um tipo diferente). Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo risco. das neoplasias intraepiteliais vulvares. MM9. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite. 55. . 51. em temperatura ambiente. cavidade oral. M todo: PCR . 42. quebrar a haste. anal. H forte evi cia de que o HPV desempenha um papel na carcino se da genit lia externa. Tipo do HPV Risco Associaç freqüente Associaç menos freqüente 31. . 45. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. 44. . no exame colposcópico. Cuidados -N recome vel efetuar exame digital (toque). 35.Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP) Condi o: Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino. 59.Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç cido ac tico e iodo. preferencialmente nas reas consideradas suspeitas. essa deve ser umedecida com soro fisiológico. Para aferir a efic cia do tratamento. vagina. dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero. 39.Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material. . CP6108. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas. Em mais de 90% dos casos de câncer cervical. 11 26. .Solicitar kit especial para coleta do material. 58. 66. perianal. †ˆ †  ˆ€‰ù’€” ˆ u ‰ å — ‰€’u“u‘ ˆ m† ” † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰ †— “ † “  ”€ˆ –u‡ ’u“u‘u”   u’ ˆ€‰ —€“u‘ « ‰ €— « ”‡  ™” ñ óuô ™ “ ˆu‰ † u” €‘ u—  u‘ —u ‘u“ ˆu‰ ˆ ˆu‰ uˆ « ‰ u— « ‰ † ˆ †  ˆu‰  ô  ™”  ˆu‰ † 52 Instituto de Patologia Clínica H.Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar. . 40. 18 MM4. colposcopia ou assepsia pr via. Existem mais de 70 genótipos do HPV.Tipagem Coment  rios: O HPV  m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. 68. 70. CP8061. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica. 62. Na coleta de material da pele. 54. 43.O material dever ser enviado o mais r pido possível.25o C. p nis. 52. raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de coleta. uterino. PCR . e MM8 Nota: Sensibilidade do teste e 15 cópias do genoma do HPV. PARDINI . MM7. 67. 56. Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. 53.HPV. vulva. 73. biópsia de colo. . conforme seu potencial onc ico (ver tabela).Evitar contaminar a escova de coleta. 33.É recom vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta.N realizar a coleta durante o período menstrual. após entre . regi o perianal. existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV). Coleta . CP8304 e CPLVL1 Baixo Risco 6. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta.5o a . 34. pr cio. 57. Alto Risco 16.

sensível e r ida. Laboratórios: Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o). ñ uˆ ‰R”  ò óuô †©F ô ñ uˆ ‰R” óuô ˆ u– ˆu‰   –† ™ ” duˆ€–u‰“ —u‰¿–ud ˆ€‰ † €” ‘uˆ€‰  ˆu‰ Mycobacterium Tuberculosis. auxiliando no controle de disseminaç o da doença. M. etc. tuberculosis. permitindo o diagnóstico e tratamento precoce. M. (falso negativo). fortuitum. ou inibiç replicaç o. N congelar. intracellulare. avium.Líquido Pleural Secreç o orofaringe. M. Enviar em frasco est ril. de qualquer material clínico (M. kansasii.).: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo). A presença de anticorpos anti-HTLV-I.HTLV-I. para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 5. PARDINI 53 . Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da t cnica Western blot ou do PCR. Conservaç o para envio: At meses entre 2o a 8o C. Obs. A transmiss rinatal ainda n foi comprovada. M. gordonae. As amostras devem ser processadas em at .0 mL de Escarro . Trata-se de t cnica específica.Lavado brônquico alveolar . . Detecta diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas.Refrigerar e enviar o mais r ido possível. Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos tuberculost ticos. Conservaç o para envio: Entre 2 o a 25o C. M todo: PCR . u– —€‰ † ” † du‡ ”í–€‡um † ˆ ëu” † ô †HG u– † ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰î—u” ˆ Instituto de Patologia Clínica H. com uma desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao HTLV-I (MAH). identifi D¦E £¤¥ o em cultura Coment  rios: O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio de cultura. N congelar. contato sexual e seringas contaminadas (usu rios de drogas). ajudando a guiar decis s ter ticas. no m ximo 72 horas após a coleta. † ñ †  óuô òˆ † – €  ˆu‰ý‰ † ˆu‰«–€” ˆ u ‰ ý — ˆ u ‰ ë!u“u‘ † †”   m† † † ô ˆu‰ †  Micobact C rias. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PCR pesquisa Coment  rios: A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d lica em todo mundo. Sua transmiss corre atrav s de transfus e sangue. uma característica do m todo. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou 10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9).1a urina da m (após assepsia) . ncontrado em alta fre cia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. M. detectados atrav s do Elisa. O PCR est indicado tam m.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). O diagnóstico r i ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. PCR Coment  rios: O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA).

PARDINI .54 Instituto de Patologia Clínica H.

3 a 1. mas o da testosterona. . Pode ser realizado após supress o com dexametasona.At 4 anos: questionar volume > 500 mL . androsterona.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL.0 mg/m2 superfície corporal . tendo o restante origem testicular no homem. Valores elevados s ncontrados na hiperplasia adrenal cong nita. tumores hipofis rios. sendo os catabólitos urin rios do DHEA.0 mg/24h por ano de idade . administraç ACTH e corticóides.masculino (1 a 13 anos): 0. à crit rio m ico. Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal. tumores de testículo. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.3 a 1. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. tumores da suprarenal.0 mg/24h por ano de idade Condi o: Urina de 24h. androstenediol.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL .05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL . VOLUME URIN RIO. PARDINI 55 . sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). ˆ ñ “ ˆ ‘uˆ ™ P R R òQ Q † †— ˆ   ˆu‰R—u”  17 KS ˆu‰ì” “ óuô ˆ †@ S ™” † †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente: .feminino (1 a 10 anos): 0.ambos os sexos (< 1 ano): 1. SDHEA. androstenediona. se originam principalmente na adrenal. . síndrome dos ov rios policísticos. Em mulheres. doença de Cushing.17 Cetosteróides Neutros Totais I Coment  rios: S o derivados dos andrógenos. M todo: Drekter Valor de Refer ncia: Homem 10 a 20 mg/24h Mulher 5 a 15 mg/24h Crianças .Ingest o normal de líquidos.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.

masculino (1 a 13 anos): 0. ñ ˆu‰ ˆ  ò óu† ô  †Rþ ô ˆ    56 Instituto de Patologia Clínica H. Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no hipertireoidismo.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL . VOLUME URIN RIO. . à crit rio m ico. PARDINI . colestase intra -hep tica e cirrose biliar. Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1. Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Encontra -se elevada (4 a 6 vezes) na obstruç o biliar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.8 mL de Soro. ñ ˆu‰ ˆ V V òW ™”  † †— ˆ u‘  ‘u “ u ‘ 17 OH ¡ u” u–  óuô ˆ †@ ˆuY ‰ † † X ™” †Rþ ô  5-Nucleotidase Coment  rios: É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares.05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL .5 a 2. . M todo: Norymberski Valor de Refer ncia: Adultos 9 a 24 mg/24h Crianças . . A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os metabólitos do cortisol. Aumentos discretos ou níveis normais s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. Pode ser realizado após supress com dexametasona. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total.0 mg/24 horas por ano de idade . sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.9 tem sensibilidade de 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica.5 a 2.0 mg/24 horas por ano de idade Condi o: Urina 24h. deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente: . fenobarbital e fenitoína.feminino (1 a 10 anos): 0.Ingest o normal de líquidos. Hipotireoidismo.0 mg/m2 superfície corporal . insufici cia renal e tica podem acarretar concentraç s urin rias baixas. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo.ambos os sexos (< 1 ano): 1.Este teste n feito sozinho veja tamb m 17 KS.At 4 anos: questionar volume > 500 mL . Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes.17 Hidroxi Esteróides Cetog T nicos U Coment  rios: Fornece uma estimativa do produç o do cortisol. jejum prolongado.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. clordiazepóxido. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.

uso de medicamentos (biguanidas.: mmoL/24 X 208 = mg/24h Condi o: Urina 24h. salicilatos. que acompanha a administraç citrato.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant rigatório). hiperuricos ria. no choque. 2 gotas para cada 2.9 mg/dL Condi o: 0.Plasma: 5. onde níveis normais s sualmente encontrados. Líquor.8 a 18. promovendo hipocalci ria. Instruç es: Cliente deve estar em repouso. glicogenoses cong nitas.0 mL de Sangue). hiperoxal ria ou dist rbios intestinais.  ’€ “u‘  ò ò † ñ  “€‘ ‡  ” € – u  ˆ€‰ “ ˆ ”   ˆu‰© ˆ u ‰ ‰ —u”ý óuô ô † † ˆu‰â‘ud ¡ ‰ u– Instituto de Patologia Clínica H. Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C. anomalias do metabolism cidos graxos e amino cidos. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria. intoxicaç o por etanol. O citrato administrado via oral. ao contr rio da meningite viral. Caso tenha feito algum exercício físico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 h p . leva a um aumento na reabsorç tubular renal de c lcio. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia . Garroteamento r ido. barbit ricos). Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite bacteriana. Conservaç o de envio: Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C.7 a 22. O citrato tem importância marcante na calculose urin ria recidivante. Valores elevados s encontrados no pós -prandial. insufici cia renal. Refrigerar (facultativo). cido Cítrico. sendo o principal metabólito do glico io em anaerobiose. h tica. 353 Conservaç o de en vio: At dias com conservante.96 mmoL/24h ou 200 mg/24h Adultos > 1. aumenta a solubilizaç ci rico.Líquor: 10.` Coment rios: A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança at 10 anos > 0.0 mg/dL Valor de Refer ncia .8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto. . PARDINI 57 . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. O citrato reduz a taxa de formaç o de novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes. Dessorar rapidamente. repouso de 30 minutos. dosagem  ñ a a óuô  ò † b ˆ   ‡ ‡ ‡  ˆ€‰à—u” b ˆ ‡ —€‰Á —u‰»‡ €ˆ ì ‰— ˆ u ‰   ” † ‰um ‘u ‡  ‡ ˆu‰ ˆ cido L c tico Coment  rios: ` †Rþ ô u’ O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos. das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs.53 mmoL/24h ou 320 mg/24h Obs. após exercícios físicos. informar volume total. A elevaç o pH uri rio. Evitar movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue.

M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança 13 a 38 mg/24h Mulher 4 a 31 mg/24h Homem 7 a 44 mg/24h Condi o: Urina 24h.. defeitos dos t los renais.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. pr eclâmpsia.4 a 7. diur ticos e warfarim podem interferir no resultado.0 mL de Soro. diur ticos. doenças infla matórias intestinais. estando elevado em v rias situaç es clínicas al m da gota.0 mg/dL Homens 3. abacaxi. Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota. durante 48:00 horas. etilismo. dentre outras drogas. Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias. didanosina. gelatina. espinafre. cido O d¦e lico  f ñ   òh g g g ˆu‰ ‘u  h h  †‡ ‡ ‰ùd —€”ù † —€ ”   –udu‰ m ˆ ˆu‰Ó ˆu‰ óuô ˆ ˆu‰ cido Úrico. ‰– ™ ‰í † —u‰í‡ ˆ u ‰ Á † ”€‘ † í “u‘ † ˆ u ‰ Á — € ‰ † ”u‘ ˆ€‰(–€‰ —u‰ý —u‰ý‡ ‰ † ”  ˆu‰â—u‰i ‘€ ˆu‰Á—ud€ëu” ˆu‰  † ñ †  ‡ òq p p óuô q †ô ‡€m †‡ dum † “  † … Continua.M. uso de paracetamol. metildopa. dieta rica em purinas. acerola. Laboratórios: Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total. . alopurinol. lcool causa diminuiç ra to uri rio.O.): O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C. neoplasias. morango. Após dieta. intoxicaç r metais p esados e no aumento do clearence renal. A dieta e o us cido ascórbico podem alterar os resultados.` Coment rios: A excreç ri ria do oxalato m preditor de nefrolitíase. Urina: cerca de 70% ci ric liminado pelos rins. 353. ampicilina. aspirina (doses baixas). Níveis elevados tamb m s contrados na insufici cia renal.JO 8h. . intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de c lcio. N o colher durante o período de cólica renal.0 mg/dL Condi o: 1. tomate. Conservaç o de envio: At dias entre 18 a 25o C. Hiperoxalat ri tect vel em 30% dos pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato. aspirina. Dieta (sugerida ou C. corticóides.. Evitar: lim . psoríase. laranja. pós -quimioterapia e radioterapia. Esta dosagem til em pacientes com c lculos urin rios para identificaç les com excreç rin ria de urato aumentada. colher urina de 24h conforme instruç s . vitamina C. M todo: Colorim trico Enzim tico SANGUE Valor de Refer ncia: Mulheres 2. beta-bloqueadores. N Refrigerar. pós -operatório de bypass intestinal. uso de tetraciclina. cetoacidose di tica. metotrexato. 58 Instituto de Patologia Clínica H. c lcio.4 a 6. PARDINI . Hiperoxal ria pode decorrer de m sorç o intestinal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. dosagem Coment  rios: ` †Rþ ô ˆ€‰ å” ™ ” –uu’  Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas. indometacina. porfiria. verapamil. Anti-inflamatórios.

no líquido peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%. .Continua. *Urina 12h. no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%. . rts IDO ÚRICO URINA Valor de Refer ncia . Pleural . manter em local fresco. peric rdico: at . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Ascítico: at . Pleural: at . ñ óuô † Rô —  †ò  Adenosina Deaminase u ADA Coment  rios: ADA  ma enzima que cataliza a convers adenosina à inosina. hor rio inicial e final da coleta.Líq. 353 ò ò óuô † du‘ ¡ ˆ ˆu‰ u’  LÍQUIDO SINOVIAL . Conservaç o de envio: Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. N Refrigerar.Liq. peric rdica e peritoneal. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Soro: at .0 U/L Líquor/Líq.DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Semelhante ao Soro Condi o: 2. A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p .0 U/L Líq.0 mL Líquido Sinovial. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose.*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. no líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%.. Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de tuberculose meníngea.Líq.24h: 150 a 850 mg/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .12h: 75 a 425 mg/12h Valor de Refer ncia . Ascítico . Resultados falso negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. PARDINI 59 . participando do processo de diferenciaç proliferaç d e linfócitos. *Urina 24h.5 mL de Soro. peric rdico.Adultos.0 U/L Condi o: 0. † ˆu‰ ” ˆ€‰  ˆu‰©—ud uˆ ‰ ñ †ò †Hv @  †iÿ @ †iÿ @ † Hv @ óuô ô † † R— ™ ˆu‰ ˆ m†  Instituto de Patologia Clínica H. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em infecç es bacterianas. Líquor . informar o volume total. criptocóccicas e neoplasias.0 U/L Líq. Soro: at ias entre 2o e 8o C..

353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças ticas.4 a 11. Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s considerados significativos. Valor de Refer ncia: Soro: at U/L Urina 24h: at U/24 h. Urina 24h . Líq. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. Níveis elevados s encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Na macroamilasemia encontramos a amilase ligada a uma proteína maior. Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o associados à pancreatite.2 a 8.8 mL de Soro.9 U/L Condi o: 0. Amilase no líquido ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite. Nascido at . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Ascítico .8 U/L > 2 a 16 anos 1. Pleural. Urina 2h: at U/2 h Líq.Aldolase Coment  rios: Essa enzima utilizada na avaliaç s quadros de fraqueza muscular. Pleural: Igual ao soro. aneurisma de aorta. lcer tica perfurada. pancreatite. traumas. queimaduras. determinando níveis s ricos aumentados e níveis urin rios normais. sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. meperidina e morfina. d†  ‡ dö– † –  ˆu‰ö” m † ˆ † ‰ † ‘€‰ ˆ u ‰ ñ ‘† óuô † ˆu‰÷”ö‰  † uˆ ‰ ˆ † ïAò @ †yv A@ †iÿ ðA@ †Rþ ô u’ 60 Instituto de Patologia Clínica H. sem significado patológico.8 U/L Adulto 1. obstruç infarto intest inal. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: R.7 a 4.8 mL de Soro. Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite. uso de colin rgicos. Ascítico/Líq. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Laboratórios: Enviar 5 mL de urina e informar volume total. infarto do mioc rdio e neoplasias. caxumba. cirrose hep tica. apendicite. colecistopatias sem pancreatite.Urina 2h. Eleva -se 12h após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias.6 U/L 10 a 24 meses 3. Em 10% dos casos de pancreatite amilase no soro e líquido ascític rmal.Líq. Instruç es de Coleta: Veja Urina 2 ou 24h p . † ñ w w w w  ò m† ˆ€‰Ù—u‰ ¡ ”u–€  ˆu‰ x x x x † uï óuô †Rþ ô Amilase Coment  rios: Sangue: enzim excretada pelo pâncreas. PARDINI .

hemólise). miopatias mitocondriais. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h.JO 12h. transporte. Conservaç o de envio: Enviar congelado.0 mL de Plasma heparizado.0 mL de Soro.APO B: 63.2 a 3. Excluindo as vari veis pr -analíticas. Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye. marcador específico.  ”u‡€—u“ ‰ d † ¡ €” –u ñ ˆu‰R—u‰ óuô  ò ô ˆ  m ˆ † ˆu‰ ˆu‰å–ud ˆu‰¦  ˆu‰R–u‰ †  “ ˆu‰R”u‘ ˆ † € € €  † ™” Apolipoproteína A1 e B Coment  rios: A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL. choque. sangramento gastro -intestinal. entretanto. ñ ‘† óuô ˆu‰ sendo. insufici ncia cardíaca congestiva e infecç r bact ria urease -positiva. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia. ñ ˆu‰ † † A@@ † † ò ò óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 61 . Na Amônia Coment  rios: †Rþ ô ò A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no cont do intestino delgado e grosso. tabagismo. as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a insufici nci tica. infecç rin ria. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia . A Apolipoproteína B (apo B -100) o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL. É um fator de proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral. nutriç renteral total . uso de valproato. .0 a 175. Valor de Refer ncia: 1.0 mg/dL Valor de Refer ncia . M todo: Enzim tico UV Condi o: 1.Amilase. terapia de hiperalimentaç . Reduç s ní veis de amônia plasm tica s contrados na Hiperornitinemia.8% Conservaç o de envio : At dias entre 2o e 8o C. neonatos normais (transitória).APO A1: 91. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. Clearence Coment  rios: É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia. LDL e lipoproteína (a). IDL. hipovolemia. Valor de Refer ncia: 0 a 10 dias 100 a 200 µmoL/L 10 dias a 2 anos 40 a 80 µmoL/L > 2 anos 10 a 47 µmoL/L Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta. Apo Bfator de risco para doença coronariana.0 a 133. tabagismo.0 mg/dL Condi o: 1. asfixia perinatal. n macroamilasemia encontra-se clearence baixo.

2 mg/dL Bilirrubina Total (Rec m Nascidos): Idade Pr -maturo Termo Cord o 2. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas. . eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças ticas heredit rias (Dubin Johnson.0 mg/dL 3 a 5 dias 15. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Direta at .0 mg/dL 6. neoplasias). dosagem Coment  rios: A bilirrubi um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial. transfus o de sangue. conjugada no fígado para. les atócitos (viral.4 mg/dL Indireta at . lcool) e obstruç o biliar (litíase.5 mg/dl. tóxica. Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas. hemólise autoimune. Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós hep tica.0 mg/dL < 48 horas 12.0 mg/dL 10.0 mL de Soro.8 mg/dL Total at .5 mg/dL < 24 horas 8.0 mg/dL 12.0 mg/dL 10. Crigler-Najar). ser excretada na bile.0 mg/dL 7 dias 15. medicamentos. Rotor).Proteger da luz. a seguir. reabsorç o de hematomas. PARDINI .0 mg/dL Condi o: 1.Bilirrubinas. ‘ud †  ˆ ñ † ò    † ˆu‰â—u” ¡ ”u– ”†‡ ˆ u” u–   ”u–uˆ  ¡ †  ˆ  ‚ ‚ ‚ †† @@ ˆ † † ñ óuô †Hƒ ð ô ¡ ‰ 62 Instituto de Patologia Clínica H. Test til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia.9 mg/dL 2. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2.

Laboratórios: Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total. uso de diur ticos e estrógenos. permanecendo sob dieta. hipervolemia.M. hipoparatireoidismo). PARDINI 63 .O. Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14 mg/dl. requeij o. .): O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados (manteiga. hipertireoidismo. Deixar em temperatura ambiente. N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos. feocromocitoma. hipomagnesemia. corticoterapia.5 a 10. linfoma. Conserv o de envio: At semanas entre 2 o e 8o C. trazer ao Laboratório assim que terminar a coleta. Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. raquitismo. m sorç . desidrataç o. esp erar 10 dias (C. 353 Conservaç o de envio: At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente. neste caso. síndrome de imobilidade. rigorosamente antes de começar a coleta. creme de leite. hepatopatias. hipervitaminose D. mieloma. etc. sarcoidose. Tam m utilizado na avaliaç frolitíase. osteomal cia. colher urina de 24 horas. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta.8 mL de Soro.  SANGUE M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 8. e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal. 20 mL por litro de urina de cido Clorídrico 6N (HCL 6N). hipertireoidismo. N Refrigerar. pancreatite. Cushing. diminuiç s da albumina.M. O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório. alcalose. dist rbios da reabsorç tubular de c lcio.C e lcio Coment  rios: Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias.Urina recente. ñ ˆ † ‡ ˆ € ‰ Á — u ” Á ‘ u ” ˆ€‰ — †– ‡ † ˆ€‰ ‡  €‘u—u † óuô †iÿ õ€óuô óuô †ò †ò ™ ” †  ™ ” ˆ Çdum  ˆu‰ d† u“ˆ Ó ‰ u” ‘ “ ˆ “u‘ ˆ “ ˆu‰ýê m † ˆu‰ uˆ ‰  ‡  URINA M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Com Dieta at mg/24h Sem Dieta at mg/24h Condi o: Urina 24h . Hipercalcemi encontrada no hiperparatireoidismo. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o. Hemólise pode elevar seus resultados. Níveis baixos de c lcio total s contrados na osteomal cia. colocar em geladeira. hiperabsorç o intestinal de c lcio. Hipocalci ria pode ser sec ria à hipocalcemia. uso de diur ticos e estrógenos.O. Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C.4 mg/dL Condi o: 0. Sua determinaç referida na urina de 24h. insufici ncia renal. ñ „ „ … … ††iÿuð†ð†@@ ˆu‰  ‡ ‡ ‡ ‡ ‡  ˆ … ˆ ‘uˆu‰  … ˆ †iÿ ô  Instituto de Patologia Clínica H. osteoporose.). Coleta Do 3o para o 4o dia da dieta. Colocar no frasco.). acromegalia. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. queijo. urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina. insufici ncia renal.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. defici ncia vitamina D. algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas.

17 a 1. Laboratórios: Dessorar rapidamente e congelar imediatamente. Encontra -se elevado na anemia ferropriva.C e lcio Iônico Coment  rios: O c lcio iônic fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total. hemocromatose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pois. Veja tam m ITL. Vide alteraç s patológicas no c lcio total. N enviar a amostra em pipetas de pl stico.32 mmoL/L ou 4.20 a 1. Condi o: 1. que bloqueia a leitura do aparelho.Nascido: 0. Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório.35 mmoL/L ou 4. Útil no diagnóstico diferencial das anemias. tubos de soroteca ou vidro.JO 8h. quanto maior a manipulaç .7 mmol/L Hipocalcemia Severa 0. hemolíticas. em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf. desnutriç o e estados inflamatórios. A dosagem do c lcio iônico independe da albumina. LIVRE M todo: Schade Valor de Refer ncia: 140 a 280 µg/dL ñ ˆu‰«—€‰ u‘ d † óuô m † †©‘ ô ò ò  ˆu‰ † ˆ€‰ ˆuˆ ‰ö”€‘ ˆ TOTAL M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre Valor de Refer ncia: 250 a 410 µg/dL ñ  64 Instituto de Patologia Clínica H.40 mg/dL R. re presentando 43% desse. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro repetidas vezes.: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0. Valores normais ou baixos s contrados nas anemias de doenças crônicas. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo). PARDINI .8 mmol/L Hipocalcemia Moderada Obs. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Eletrodo Seletivo c/ correç tom tica p/ variaç o do pH Valor de Refer ncia: Adultos 1. . uso de anticoncepcionais e gravidez. ferritina e ferro s rico.70 a 5.80 a 5.25. Condi o: 1 tubo de Soro (tubo gel).  ˆu‰ ‰ † † d ˆ  ñ ˆu‰Rd  ò ˆ ‰ ˆ † uðRdu‘u‰ ‰ ‰ ˆ ‰ ˆ u ‰ ‰ óuô †©¨ ô ˆ€‰  du‘ ¡ ˆ †  ˆ ™” ˆu‰   ˆ ˆu‰ “€‘ Capacidade de Combin  £¦¥ o do Ferro Coment  rios: Os sítios agregados de ligaç ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de combinaç ferro total. Sua concentraç mais baixa à noite e maior pela m . diminui na alcalose).28 mg/dL at s 1. A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso de ferro. siderobl sticas. ma ior o aumento do pH.5 mL de Soro. entretanto varia com o ph (aumenta na acidose.

Veja tam m C lulas Orangiófilas. Teste de Coment  rios: Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em presença d lcool absoluto e . etilismo. pesquisa Coment  rios: No teste do azul do Nilo. vômitos. subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo tubos. al m da interfer ncia de drogas. . o índice de membrana hialina ser m torno de 80% e 30%.Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.  ˆ † ”á —u”–@ R” m † † ñ ˆu‰R—u”Rmu‰ ò—u”Rmu‰  u ˆ R ‰ óuô †ô u’ud ˆ  ™”  ˆu‰R• Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. pesquisa Coment  rios: Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da cetonemia: diabetes melito descompensado. ñ m† † ò † ˆu‰÷ˆu—u‰Rd • † † E. S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes. Fosfolípides. como a levodopa. ou apenas o primeiro for positivo. ricas em lípides Valor de Refer ncia: Formaç lhas est veis à partir do 3 o tubo. Teste de clements. estresse. Veja tam m Fosfatidil Glicerol. Fosfatidil Glicerol.JO 10h. M todo: Colorim trico . M todo: Formaç lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina. “ “ “ “ ” ” ” ” óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Cetonemia. o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas fetais e do v rnix que se coram de laranja)  tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal.C ’ lulas Orangiófilas. Se os 3 tubos forem negativos. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. realizado no líquido amniótico. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos os tubos .0 mL Líq. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Soro. o que permite avaliaç o da maturidade fetal. diarr ias e doenças metabólicas.0 mL de Líquido Amniótico. Amniótico. respectivamente. PARDINI 65 . Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer. Fosfolípides. Rela ç E. Condi o: 6. Relaç M todo: Azul de Nilo Valor de Refer ncia: Abaixo de 1% antes de 34 semanas entre 1 e 10% entre 34 e 38 semanas entre 10 e 50% entre 38 e 40 semanas acima 50% 40 semanas em diante Condi o: 1.5%. ˆu‰Ù—  ñ óuô †ò † “ † †H• ð ô ¡ ‰ Clements.

alcalose metabólica.. Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos. hipogamaglobulinemia. mucopolissacaridose tipo 1. vômitos. colestase. acidose respirat ória crônica. insufici ncia adrenal e hipotireoidismo. cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos.Cloreto de Sódio no Suor Coment  rios: Teste do cloreto de sódio no suor til na investigaç fibrose cística (mucoviscidose). insufici cia cardíaca. Eldorado I. Resultados falso negativos podem ocorrer no edema. perdas gastro -intestinais. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. ˆu‰Û”« —ud  ¡ ‰ €m  ˆu‰ ”uˆ€ ‰ ‡ ˆ m† ‡ ˆu‰Û”u‘ † « ”  m€ ˆu‰ † ‡ ˆu“€‰Û‘ ‰ ˆ † ˆu‰»—u” ‡  “u‘ ñ †ô SANGUE / LÍQUOR Valor de Refer ncia . 1. 66 Instituto de Patologia Clínica H.Soro: 96 a 109 mEq/L Valor de Refer ncia . Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido. Unidades que realizam este exame: Aimor s. sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. Doença de Addison. secreç inapropriada de ADH. acidose metabólica. O diagnóstico molecular (PCR para fibrose cística) encontra-se disponível. síndrome nefrótica. Klinefelter. dermatite atópica. Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o.0 mL de Líquor. acidose tubular renal. disautonomia. PARDINI . .sicos. Sudores induzida no antebraço por iontoforese. Valores elevados podem ser encontrados em outras doenças: anorexia nervosa. † †‡ ñ ™” ˆ€‰ ˆu‰©—ud “ u ‘ ‡ ˆ ˆ  ”† “ “ “u‘ — — — — ò  ˜ ˜ ˜ ˜ † ˆ€‰ ˆ † Cloretos ™ Coment  rios: CL Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. defici ncia de G6PD. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides.. ò ò óuô Continua. no diagnóstico da alcalose metabólica responsiva a sal.É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado. desnutriç . Juntamente com o sódio s s principais respons veis pela manutenç meostase osmótica do plasma. acarretando dist rbio da secreç o exócrina.0 mL de Soro. em especial.Líquor: 690 a 770 mg/dL Condi o: 1. É uma herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. infus salina excessiva. M todo: Eletrodo Seletivo Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Em mulheres adultas o teste sofre variaç s com o ciclo menstrual. S Paulo e Pampulha.sicos. diabetes insipidus nefrog ico. fístula pancr tica e hiperparatireoidismo. hipoproteinemia e na sudorese excessiva. Sua determinaç til na avaliaç dist rbios hidroeletrolíticos cido. M todo: Iontoforese e Condutividade Material: Suor Valor de Refer ncia: Normal < 40 mEq/L de Cloreto Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto Fibrose Cística > 60 mEq/L de Cloreto Adultos < 80 mEq/L de Cloreto Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística.

353 óuô ò ˆu‰R–u‰u— –uu’ Colesterol Coment  rios: Sangue: o colesterol principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica. Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico < 0. apolipoproteínas A1 e B100. ñ †ò   Desej †dfe l mg/dL ≥ 40 ≥ 35 ≥ 60 Aceit el mg/dL Ad LDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Desej l mg/dL 2 a 19 anos < 110 Adultos ≤ 129 Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .M.32 sugerem transudatos..Continua. lipoproteína (a). Tam m utilizado na produç hormônios esteróides. A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas fraç es.CLORETOS URINA Valor de Refer ncia: 170 a 254 mEq/24h. Seu metabolismo se d no fígado. Condi o: *Urina de 24h .O.M. PARDINI 67 . triglic rides. Laboratórios : *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.. ñ †H• ð ô ¡ ‰ ô 41 a 59 †ò   Adfe Aceit el mg/dL 110 a 129 130 a 159 Ad Aumentado mg/dL ≥ 130 ≥ 160 Continua.Urina recente C. ™ ˆu‰Ý† —u” ‰  † ™ ˆ  ˆu‰í—€d m† † ˆ † óuô ˆ HDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Baixo mg/dL < 10 anos 10 a 19 anos Adultos ≤ 40 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. subfraç es das lipoproteínas. sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por LDL.Refrigerar..JO 12h ou C. cidos biliares e na constituiç s membranas celulares. Condi o: 1. proteína C reativa ultra-sensível e homocisteína. -N e usar conservante .0 mL de Soro.. 25% por HDL e 5% por VLDL). .O. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. Instituto de Patologia Clínica H.

hepatopatas. PARDINI . pulm o e c rebro.Líq. Líq.Continua.Soro: Faixa Et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL 2 a 19 anos < 170 170 a 199 Adultos < 200 200 a 239 Valor de Refer ncia .Líq. Níveis baixos tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos. Ascítico .000 U/L (37o) Condi o: 0. ˆ † † ñ  ò óuô †ô “€‘   68 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o d e envio: At semana entre 2 o e 8o C. Ascítico . e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no fígado. Pleural.  Adfe Ad g g óuô †† Aumentado mg/dL ≥ 200 ≥ 240 h h †H• ð ô ¡ ‰ Colinesterase Coment  rios: Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1.COLESTEROL VLDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 0 a 40 mg/dL Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 5. desnutridos e portadores de insufici cia cardíaca.0 mL de Soro. ñ ñ TOTAL †ô †ò †ò ò   M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia .Líq.. contraceptivos orais. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína.8 mL Soro..000 a 14. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

353 òj † i óuô † j † A@@ du‘ ¡ ˆ i u– u ’ Instituto de Patologia Clínica H. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . corticoterapia e no hipotireoidismo. óuô ò URINA Valor de Refer ncia: Homem at 500 µmoL/L Mulher at 0 µmoL/L Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . ñ † ô †Rþ ˆu‰Ý”u‘ ˆ u ‰ « — u ” SANGUE Valor de Refer ncia: 76 a 124 mmoL/L Condi o: 3.Creatina Coment  rios: É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase.Urina 24h.Refrigerar. Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas. gravidez. . necrose muscular.0 mL de Soro. Laboratórios : Enviar 5 mL de Urina. indivíduos com massa muscular elevada. PARDINI 69 . miopatias. M todo: Colorim trico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C. sendo sua concentraç s rica n o só dependente da taxa de filtraç o renal. piruvato. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. Fluoreto).5 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .*Urina 12h ou 24h ou C. anticoncepcionais e anti-inflamatórios). cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. . Níveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuiç massa muscular. cimetidina. † m † ˆu‰R—ud ò ˆ€‰ † ˆuˆ ‰ ˆu‰«’ ˆu‰ý—u” ’ ˆ  —u‰ý‡ m ˆu† ‰«—ud † SANGUE Valor de Refer ncia: 0. salicilato. ci rico. sexo. Veja tam m Cistatina C.O.7 a 1.5 g/24h Mulher 0. óuô † ô URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: Homem 1. alimentaç . concentraç licose. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.M. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12h ou 24h g.2 mg/dL Condi o: 1. .JO 8h.Adultos.5 a 2. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . proteína. É o produto de degradaç creatina.0 mL Soro ou Plasma (EDTA. . mas tam m da massa muscular.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina.) ñ É o teste mais utilizado para se estimar a taxa de filtraç lomerular. trimpetoprim. hidantoína. k k óuô † †ô òl l du‘ ¡ ˆ … † u–   70 Instituto de Patologia Clínica H.Creatinina Coment  rios: M todo: Colorim trico (Jaff mod. hor rio inicial e final da coleta. idade.8 a 1.

rabdomilóise.) Valor de Refer ncia: Homem 90 a 130 mL de Plasma/minuto Mulher 75 a 115 mL de Plasma/minuto Obs. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Creatinina. Clearence elevado pode ser encontrado após exercícios. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . . peso e altura do cliente. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. Condi o: 1. É um marcador sensível. distrofia muscular. miocardite. Veja tam m troponina I. No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal. em altas temperaturas pode causar convers creatina à creatinina. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem at U/L Mulher at U/L Criança d e 2 a 12 meses at U/L Criança após 12 meses at U/L Condi o: 0. Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%. informar volume total. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hipertermia maligna. na gravidez e no diabete melito.: O result corrigido para a superfície corpórea.0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. 353 † ˆ ñ †ò † m n o n óuô d u — u ‰ † †ô m† –u‡ ˆu‰Á’ † ˆ ‘€ ˆ ˆu‰Á—ud ˆu‰ ˆu‰ † … †  –uu’ Creatinofosfoquinase p Coment  rios: CPK Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada. c rebro e coraç . M todo: Colorim trico (Jaff mod. sendo mais sensível que a determinaç s rica isolada. final da coleta. Veja tam m: Cistatina C.8 mL Soro. . acarretando aumentos es rios. dermatopolimiosite.Adultos. clearence Coment  rios: Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç lomerular. Armazenamento da urina por muito tempo. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. ñ o o o o óuô †Rþ ô m† ™”  ò n † uï†@ n † q uˆ ‰  ˆu‰Û”u† ‘ ˆ€‰  n n †© †iÿu¨ ÿÿ  Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 71 . Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio. mas inespecífico de les mioc rdica. em traumas e injeç s musculares. hor rio inicial. exercício físico.

A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica. Veja tam m troponina I. ñ ˆu‰ì”€‘ ‡ † ˆu‰Á—ud»”  uˆ ‰ óuô †Rþ ô ò 72 Instituto de Patologia Clínica H. sem significado patológico. A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB acima dos valores da CPK Total. Sinovial. pesquisa (Líquido Sinovial) Coment  rios: A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular.Creatinofosfoquinase MB Isoenzima r Coment  rios: Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. ‡ CKMB   ˆu‰  ñ  ò óu†iô ÿ  †iÿ • ô ¡ ‰ m† ™” †† Cristais com Luz Polarizada. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica. M todo: Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. PARDINI .8 mL de Soro. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. Os cristais de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa.0 mL Líq.

correlacionados ao fluxo urin rio. Líq. pancreatite.6 indica exudato. Condi o: 0. Relaç o LDH pleural/s rica > 0.0 a 450. sendo liberada na ocorr ncia de dano celular. til na diferenciaç tre a uremia pr -renal. Hemól ise pode levar a resultados falsamente elevados. Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Líquido ascítico: níveis de LDH s % dos valores s ricos. colagenoses. hepatites.8 mL de Soro.100 mL/hora.20 a .6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato. hipóxia. Pleural .10 a valores positivos. tumores do sistema nervoso central e meningites.Líq.Líquor. Níveis de LDH acima de 1. hipotireoidismo. Níveis elevados s contrados no acidente vascular cerebral. Ascítico . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. atrav s da relaç o entre os componentes  livre. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia renal crônica. Est levada nas peritonites (espontâneas e sec rias). tuberculose peritoneal e carcinomatoses. NTA: de .0 mL de Urina 24h. mononucleose. pneumopatias. cardiopatias. †  † † ™ ˆu” ‰ ˆu‰Á—u” “  u‘u—u ˆu‰©A@ ˆ ñ ‘† ò óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ † ˆu‰R• Á” † ˆˆ † ˆ€‰Á”u‘ ` Depur t¤£¦¥ o da gua Livre Coment  rios: Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular.0 U/L (37o ) Condi o: 0.Dehidrogenase L e¦s tica Coment  rios: Sangue:  ma enzima que cataliza a convers lactato a piruvato. inflamaç s. ñ ‡ óuô ™ ”” † ‡ ò ˆ€‰ ‰ ”ådӐu’ ud ‘uˆudÓ ˆu‰R”u‘ ˆ † † ˆ “€‘ †ô –uu’ Instituto de Patologia Clínica H. LDH elevada ocorre em neoplasias.5 mL de Soro + 1. anemia hemolítica. Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato. renal e pós -renal. anemia megalobl stica. PARDINI 73 . Trata-se de uma das osmoticamente ativos da uri ltimas funç s renais a serem perdidas.000 U/l s o encontrados em neoplasias e empiema. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: 180. 353 Laboratórios: Informar volume total. trauma e obstruç intestinal. Raz DH pleural/s rica maior que 0. M todo: Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia Valor de Refer ncia: . etilismo.

Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da ECA. menstruaç o e fases iniciais de remiss anemia perniciosa. ñ w w w w uˆ í ‰ u— ‰ † † ˆu‰î—ud m † ”R ò x x x x x x  ˆ ˆu‰ ¡ ” ˆu‰©”u‘ ˆ óuô †©y ô 74 Instituto de Patologia Clínica H. silicose e psoríase. hemocromatose. “u‘ ò ˆ ˆ óuô vv  †©¨ ô ˆu‰ Ferro Coment  rios: A determinaç ferro s rico sada no diagnóstico diferencial de anemias. doença he tica alcoólica. anticoncepcionais lcool. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher. les p tica aguda. Valor de Refer ncia: Zona 3 de Liley Condi o: 5. Ferritina e Capacidade de combinaç o. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enzima Conversora da Angiotensina u Coment  rios: Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico.5 mL de Soro. talassemias. cirrose biliar prim ria. radiológico e à biópsia com granulomas caseosos sugerem sarcoidose. Jejum: Criança JO 4h / Adulto JO 8h. valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A espectrofotometria estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico. hanseníase. Amniótico. mieloma. Nascido 90 a 240 µg/dL Criança 35 a 90 µg/dL Homem 60 a 160 µg/dL Mulher 40 a 150 µg/dL Condi o: 1. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. glomerulopatias. Veja tam m ITL. uso de estrógeno s. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 35 a 90 U/L Condi o: 0.0 mL de Líq. amiloidose. M todo: Ferene-S Valor de Refer ncia: R. asbestose. hipertireoidismo.8 mL de Soro. hemocromatose e hemossiderose. ™” ECA ñ óuô †Rþ ô  ò † –u ‘uˆu‰  Espectrofotometria 450 NM Coment  rios: Na ocorr cia da eritroblastose fetal. Níveis aumentados s contrados na hemossiderose. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva. anemias hemolíticas. diabete melito. Informaç es nece rias: Informar semanas de gestaç . permitindo comparaç o do achado com os dados de Liley.

 ñ  ò óu† ô ï †iÿ ô m†  ˆ  ™” ”R  u– Fosfatase cida Prost e tica Coment  rios: ` A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido t rtrico. . PARDINI 75 . óssos. trombocitoses. embolia pulmonar. interfer cias de outras fosfatases no ensaio.0 U/L Condi o: 0. adenomas e câncer da próstata. Elevaç s tam m podem decorrer da manipulaç o prost tica. prostatite e outras neoplasi as. hiperparatireoidismo. tumores ósseos. plaquetas. baço. .  ˆ  d† † “u‘ ñ  ˆ ˆ †óu©ô ¨ ò †Rþ ô † † ˆ€‰å—u‰ —udu—u” † ™” m† ‰ö Instituto de Patologia Clínica H. pulm s.Após Toque Retal. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At .Ultra-Som Trans-Retal. leucócitos. Laboratórios: Separar e refrigerar o mais r ido possível. . M todo: Enzim tico (Inibiç o com Tartarato) Valor de Refer ncia: At . aguardar 24 horas. fígado. Aumentos ocorrem nas leucemias. . infarto agudo do mioc rdio. Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%.0 U/L Condi o: 0. aguardar 4 semanas. rins.8 mL de Soro. anemias hemolíticas. .Após Exercícios pesados.5 mL de Soro.Fosfatase cida Coment  rios: ` As fosfatases cidas est o presentes na próstata. aguardar 24 horas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hem cias. aguardar 2 dias. Doença de Gaucher. mieloma. Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de próstata.Após Biópsia de Próstata. Veja tam m Fosfatas cida prost tica. aguardar 4 semanas. pâncreas e vesícula seminal.Após Ma ssagem na próstata. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Relaç E. osteomal cia e raquitismo. Em crianças a fraç óssea predomina. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram na composiç surfactante pulmonar. hipolipemiantes. hepatites virais (mais discretamente). Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras. Veja tam m C lulas Orangiófilas. placenta. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas hep ticas e ósseas. anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. tumores ósseos. óuô †H• ð ô ¡ ‰ 250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270 Fosfatidil Glicerol Coment  rios: Auxiliar na avaliaç maturaç lmonar fetal.0 mL de Líquido Amniótico. M todo: Cromatografia em Camada Fina Valor de Refer ncia: Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo Condi o: 4. Medicamentos como anticoncepcionais orais. Teste de clements. Fosfolípid es. A fosfatase alcalina total encontra -se elevada na colestase. Doença de Paget. M todo: Ci tico Optimizado Valor de Refer ncia:  ˆu‰«– ñ ‘† ò Feminino m†  ˆu‰ ˆ€‰àd †– Idade Masculino Ambos os sexos R m nascidos 64z(X 6 meses a 9 anos 250 a 950 10 a 11 anos 12 a 13 anos 14 a 15 anos 16 a 18 anos > 18 anos 250 a 730 150 a 600 275 a 875 170 a 970 125 a 720 50 a 250 Condi o: 2. fígado.Fosfatase Alcalina Coment  rios: As fosfatases alcalinas est resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso. entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. hiperparatireoidismo. intestino. rins e leucócitos. ñ óuô “ †ô ˆu‰Ó—u‰ ˆu‰Á—ud m† † ò ˆu‰Á– “ “ ˆ€‰(• 76 Instituto de Patologia Clínica H. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da membrana hialina. PARDINI .

Líq.0 mg/dL Condi o: 0.JO 12h. Heparina.: Anti cidos.. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos. calcitonina. Insulina e Éter anest sico. sarcoidose. Amostras refrigeradas. n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias. diur ticos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Causas de fósforo elevado: exercícios. alendronato. insufici ncia renal e trombocitose. aspirina. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III de Frederickson.8 mL de Soro. Varias drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida. Veja tam m C lulas Orangiófilas. defici ncia de vitamina D. Vitamina D. Níveis urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia .Interromper 48 horas antes da coleta ou C. defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. Meticilina. Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios.V.sangue: 125 a 250 mg/dL Condi o: 1. hipervitaminose D. salbutamol. óuô ò| | Continua. Tetraciclina. lítio. prometazina e anticoncepcionais.5 a 4.8 mg/dL Criança 4. . Fosfatidil Glicerol.Fosfolípedes Coment  rios: Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas representando parte consider vel dessas.O. Teste de clements. uso de diur tico. sais de alumínio. azatioprina. Valores baixos ocorrem na desnutriç o e hipolipemias familiares. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hipotireoidismo e síndrome nefrótica. glicose endovenosa. isoniazida.M. Amniótico.0 a 7. hipovolemia. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç . Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç lmonar fetal. hepatites colest ticas. pseudohipoparatireoidismo. . hepatopatias. hipoparatireoidismo. met stases ósseas. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. embolismo pulmonar. diltiazen. uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D. corticóides. corticóides e diur ticos. bicarbonato. Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o surfactante pulmonar.. Outras drogas podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida. hipoparatireoidismo. Laboratórios: Dessorar rapidamente. M todo: Ci tico U. PARDINI 77 . ñ óuô m† † †ò ˆ  ˆu‰    ˆu‰ ˆ u ‰ R • ˆu‰R– ™” †ô †  Fósf oro Coment  rios: Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. acromegalia.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina). Instituto de Patologia Clínica H. ‡ ˆ  ˆ ˆuˆu‰ ‰â—u‰â”uë ˆ “u‘  “ †  ™ ” –u‡ ‘uˆu‰ ‘u † ˆ€‰ ñ ‘† †Rþ ô { { “ ˆu‰Õ”  ˆ€‰ ˆu‰Û—u‰ †    SANGUE Valor de Refer ncia: Adulto 2. Relaç E. hiperalimentaç o. s epse. di lise.

3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico. Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina.. Vari veis pr -analíticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. Hiperventilaç Acidose metabólica Cetoacidose di tica Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. alteraç HCO3 8 "„ # ‚ ƒ# "8#†…‚‡ "8#ˆ)$# Continua. Nos quadros de icterícia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. Diminuiç s valores podem ocorrer no uso de azatioprina. PARDINI . demora na an lise e o refrigeraç as amostras. M todo: Ci tico Colorim trico Valor de Refer ncia: Homem 10 a 50 U/L (37o) Mulher 07 a 32 U/L (37o) Condi o: 1. clofibrato. 8 "# ⇓ Pco2 ⇓ HCO3 ⇑ HCO3 ⇓ HCO3 ⇓ Pco2 ⇑ Pco2  1‚ €9 Alcalose metabólica Vômitos. HCO3. Paralisia muscular Respiratória Alcalose respiratória Ansiedade.Urina 24h: 400 a 1300 mg/24h Condi o: Urina 24h .M.. 78 Instituto de Patologia Clínica H. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da amostra (arterial ou venosa). Fístulas digestivas 1 a 1. estrógenos e metronidazol. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína..Continu õuóuô o. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . Nenhuma. 8 "# 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer.O. 3 a 5 mmHg para cada alteraç mmol/l de O mesmo. Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas Alter o Prim ria ⇑ Pco2 243(5 l ˆ ˆ  † ˆ  ‘uˆ “u‘ Compensaç o ⇑ HCO3 5 Resultado a curto prazo Resultado a longo prazo 1 mmol/l para cada alteraç de 10 mmHg na Pco2. ˆ ñ ‘† m† † ò ~ ~ óuô  †ô ˆu‰Ý— ˆ€‰å—u‰ ˆu‰Á”€‘ ‰R—u”R GGT  “€‘ Gasometria Coment  rios: Desordem (exemplos) Acidose respiratória DPOC.3 mmHg para cada 1mmol/l de alteraç O mesmo.Urina recente C. 353 óuô ò u– u ’ Gama Glutamil Transferase } Coment  rios: Gama GT } É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us lcool.. . conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io suplementar.FÓSFORO URINA Valor de Refer ncia . cido valpróico e contraceptivos.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. carbamazepina. fenobarbital.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

43 PCO2 38 a 50 mmHg PO2 35 a 40 mmHg HCO3 Atual 22 a 29 mmoL/L CO2 Total 23 a 30 mmoL/L B.E . outros)? Laboratórios: N o deixar bolhas de ar na seringa durante a coleta. tonteira e/ou outros? É fumante? H to tempo? Faz uso de alguma medicaç Qual? Algum problema respiratório (asma.0 a + 3. Conservaç o de envio: Enviar na própria seringa.0 mL de Sangue Total Heparinizado.35 a 7. 10 minutos em temperatura ambiente ou at recicl vel p/ unidade matriz.0 a + 2. enfisema. ter andado muito. . por exemplo..32 a 7.45 PCO2 35 a 45 mmHg PO2 83 a 108 mmHg HCO3 Atual 21 a 28 mmoL/L CO2 Total 24 a 31 mmoL/L B. o ser que o m dico solicite uma coleta diferenciada. Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ ò ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ óuô  ô †ÿ horas após a coleta em gelo Instituto de Patologia Clínica H. Conserva o de envio: Enviar na própria seringa at horas após a coleta em gelo recicl vel p/ unidade matriz.2. Vedar a agulha com rolha de borracha. falta de ar. foi feito repouso de 15 minutos antes da coleta? (se cliente tiver feito algum tipo de esforço físico.. Colher sempre sangue da art ria radial.GASOMETRIA ô ˆ †  vv  »  ë u ud ‘  ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ˆu‰‰ † d»‘uˆ ARTERIAL Valor de Refer ncia: pH 7. Vedar a agulha com rolha de borracha. ñ Continuaç o. prolongar o repouso para 30 minutos) Faz uso de oxigenoterapia? H quanto tempo? Sente algum sintoma como fadiga. Nascido: P02 60 a 70 mmHg HCO3 16 a 24 mmoL/L Condi o: 5. PARDINI 79 .E.M todo: Eletrodo Seletivo Informaç es nece rias: Informar: hor rio da coleta.0 mL de Sangue Total Heparinizado. Š Š Š Š Š Š Š Š ò óuô ‹ ‹ óuô †ÿ  VENOSA Valor de Refer ncia: pH 7.0 mmoL/L SO2 95 a 99% R.0 mmoL/L SO2 60 a 75% Condi o: 5.3. pneumonia.

Diabetes Care 2002. Níveis de at % da hemoglobina fetal (HF) interferem com a acur cia do exame. Controle de tratamento 2. ‘€d † ‘ u d ‰ †† † u  m ˆ € ‰ ( — € ‰ ( ” †  ˆ † u— ” ‡ “ ˆu‰ ˆ ‘€ˆu‰í—u” ˆ †¨ @  “ € ‘ ™ ñ ò Ž  Ž   Ž  Ž  óuô †ô  HbA1c  Hemoglobina Glicada ˆ€‰ ˆ ˆu‰ö–€‰  † dum †   ‘uˆu‰ 80 Instituto de Patologia Clínica H. Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico). Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros sugeridos pela ADA podem ser utilizados.2% (de acordo com DCCT). essa convertida em uma forma cetoamina est vel (HbA1c). A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. A taxa de produç o pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das hem cias (tipicamente 120 dias).Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica Valor de Refer ncia: Normal 4a6% Bom controle <7% Faixa Intermedi ria 7a8% Controle inadequado >8% American Diabetes Association.Glicohemoglobina  Coment  rios: A medida da glicohemoglobi a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico. A glicohemoglobi formada em duas etapas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: 4. “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”. Durante a circulaç ritrócito. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s ssíveis interf erentes da dosagem de glicohemoglobina.8 a 5. Dessa forma. Hb SS). O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel (Hba1c l il ou pr -Hba1c). Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC. Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com conseqüente aumento da sua glicosilaç .25(Suppl):S33-S49. M todo: HPLC . Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. PARDINI . reflete os valores integrados da glicose correspondentes às ltimas 6 a 8 semanas.

par ja consumo deste analito. Líquor . Ascítico . N serve para monitorizaç tratamento. Instituto de Patologia Clínica H. Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos. ˆ€‰ ‘ † €’ud  –u‡ ˆ  ˆu‰R”u‘  ˆ€‰  ˆ ‡ ‡ ˆu‰R— dum † ‡ ˆ € ‰ ö — u ‰ ˆ € ‰ uˆ ‰Ó–ud † uˆ « ‰ €— « d u– d dÁëu”»‘uˆu‰ ¡ d d†d ˆ †ò ò  † ˆu‰÷—u‰   SORO / LÍQUIDOS / SECRE‘ O NASAL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . . Sinovial .Sangue: 60 a 109 mg/dL . tuberculose pleural e derrames malignos.Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL .Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL Valor de Refer ncia .Líquor: 50 a 80 mg/dL Condi o: 1. PARDINI 81 . Raz glicose líquor/sangue abaixo de 0.O. Refrigerar ou coletar em fluoreto.JO 8h ou C. Laboratório s: Secreç o nasal. Outra forma de se evitar este problem coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto. empiema. Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados como portadores de glicemia de jejum prejudicada. 2) Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos celulares logo após a coleta).. Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. ñ óuô ˆ ô †&• ð ¡ ‰ ˆu‰ Continua. Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasm tica.Líq. Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica.Secreç nasal. hemólise e glicólise em amostras submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria. bacteriana secund ria. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de glicose dissolvida em .4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana. Crianças e gr vidas podem apresentar glicos ria por diminuiç limiar renal.Glicose Coment  rios: Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto).Líq.. Observaç ra todas as amostras : a separaç rte fluida dos elementos figurados (hem cias. Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasm ticos s contrados.M. Leucocitose. Pleural . colher de forma espontânea. meningites e hemorragia subaracnóidea. leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata. Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas.Líq. Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame parapneumônico. tuberculosa e carcinomatose peritoneal. colagenoses.

*Urina 12h .GLICOSE †ò óuô † — ˆu‰  du‘ ¡ ˆ ‰ ÿ u– u ’ ô ¡ †H• ð ‰  • ¡  Glicose pós -prandial Preparo: Conforme orientaç o m ica. Caso o contr rio.N precisa conservante .. PARDINI .. orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas (120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.*Urina 24h.Continu URINA – DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Jato m io da 1a Urina da m . ñ õuóuô o. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . ˆ †— ˆ †   Globulina (Líquor) Coment  rios: O teste de Pandy  m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas. . Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo.Adultos. . hor rio inicial e final da coleta.5 mL Líquor. 353 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.Refrigerar. M todo: PANDY Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ñ ™ óuô †ô ò ˆ€‰ ‡ ˆu‰«—u”«’ 82 Instituto de Patologia Clínica H. Em infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de Pandy positivo. Laboratórios: *Enviar 5 mL e informar volume total. mantendo jejum após o almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta).

hepatites. A excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. na Doença de Paget.JO 8h. Dieta (sugerida ou C. Condi o: 1.Após dieta. Piridinolinas e N-telopeptídeo.Hidroxiprolina Total Coment  rios: A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno. gelatina. salsichas.M. Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do NTelopeptídeo. PARDINI † ˆ€‰(— o plasma. Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç Valor de Refer ncia: 20 a 50% Condi o: 1. ˆu‰ ˆ€‰å”å‘u —€d ” † ˆ ‘u‰u †ò m† ’ ’ ’ ’ ’ ˆ “u‘  u’€”u‘u‰ö– “u‘ ñ óuô ˆ  ô –uu’ Índice de Satur “¦£¤¥ o da Transferrina Coment  rios: A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1 a 5 anos 10 a 38 mg/24 horas 6 a 10 anos 12 a 58 mg/24 horas 11 a 14 anos 21 a 106 mg/24 horas 18 a 21 anos 10 a 32 mg/24 horas > 21 anos 5 a 25 mg/24 horas Condi o: Urina de 24h. .): N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes. . Valores elevados ocorrem na hemocromatose. Veja tam m Deoxipiridinolinas. colher Urina 24 horas . sorvete e doces. Por sofrer interfer cias do col roveniente da dieta e dos demais tecidos. gravidez. Capacidade de combinaç e Ferro s rico. . ñ  ò óuô †©” ô óuô ò ˆu‰ì‘u— d † d(– ˆm † ˆ ˆu‰Ý‰ ™” ˆu‰ ˆu‰ † ˆ Insp ¢¦£¤¥ o do Plasma Refrigerado Coment  rios: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç Valor de Refer ncia: Límpido. Refrigerar (facultativo). Veja tam m Ferritina. 20 a 50% dos sítios de ligaç o ferro na transferrina s cupados. Em condiç s normais.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. hor rio inicial e final da coleta. talassemia.O. 83 .353 Conservaç o de envio: Ate 1 semana entre 2 o e 8o C.5 mL de Soro. sendo abundante na matriz óssea. Na reposiç o de ferro. valores superiores a 100% podem ser encontrados.JO 12h. Níveis elev ados s o encontradas em crianças. ingest o de ferro e uso de progesterona. desnutriç o e na anemia das doenças crônicas. estando elevado na ocorr cia de reabsorç struiç o óssea. após fraturas e no hiperparatireoidismo.

Estimula a formaç uto -anticorpos. ”†   ñ ‘† m† † †óuiô ÿ @@ ò †ô ñ ˆu‰ ™”  ˆ Lípides Totais Coment  rios: Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes tica. cirrose biliar prim ria. M todo: Ci tico Turbidim trico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.14 o e . Níveis baixos s contrados na m absorç intestinal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal. morfina e na hemorragia intracraniana. tabagismo. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 EU/mL negativo Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado > 25 EU/mL Positivo Condi o: 0.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). hipertens o.LDL Oxidada. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 400 a 800 mg/dL Condi o: 1. A lipase permanece elevada por v rios dias. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal. PARDINI . l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia. Seus níveis se encontram elevados na pancreatite. Conservaç o de envio: At m s entre . Elevaç s s contradas nas hipertrigliricidemias. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito.20o C. —€d † ñ ò  ˆ ˆu‰«—u”«—u”«d ‡ ’u“u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ u‰ u’ “ ˆ€‰«—u‰«– †  ô“ óuô • • • Lipase Coment  rios: A lipas ma enzima produzida principalmente no pâncreas. hemodi lise. hiperlipidemia. Anti Coment  rios:  ma forma de LDL combinada com o oxi LDL oxida io que estimula a ater nese na parede vascular. colecistite. . hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias.5 mL de Soro. no uso de meperidina.8 mL de Soro. que s indicadores da progress rocesso aterosclerótico. Veja tam m Amilase. “ ˆ † óuô †ò † ” ¡ ™ ”u” –u ˆu‰Õ”u‘ ˆu‰«”u‘  – – – †ô 84 Instituto de Patologia Clínica H. e se encontram no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos. Jejum: at 1 ano JO 3h > 1 a 5 anos JO 6h > 5 anos JO 12h. a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier. septicemia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Colesterol.coli. Resultados citológicos negativos para maligni xcluem a possibilidade de neoplasias. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa. Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est ssociados à pancreatite. derrame parapneumônico complicado.5 indica exudato. “ “ † —udu—€”(‘€ˆu‰R” m†  ˆ€‰(”R‰  ˆu‰âd ™”  u‡ u‘ ’ ˆu‰ ˆu‰ ‘uˆ † uˆ ˆu‰ ‰R” ˆ ˆ † † “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. pancreatite. tuberculosa e carcinomatose peritoneal. Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s % menores que os do sangue. Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de pancreatite. Citologia oncótic sitiv a em 50 a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal. tuberculose.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. Proteínas: valores abaixo de 2.32 sugerem transudatos. síndrome nefrótica). em geral. Est levada nas peritonites (espontâneas e secun rias). Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias. Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame parapneumônico. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax. Tam m se elevam na perfuraç vísceras e neoplasias de ov rio.1 g/dl sugere hipertens o porta. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose. bacteriana sec ria. fístula esofago pleural e acidose sist mica. pneumotórax. insufici cia cardíaca. colagenoses. Predomínio de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade. A peritonite bacteriana secund ri em geral polimicrobiana. Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea.000 ocorrem no hemotórax.6 indica exudato. Cerca de 10% dos casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. ascite quilosa. BAAR. Triglic rides. pantreatite). Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0. Veja tam m ADA. pneumoniae. infecç s parasit rias e f icas. tuberculose pleural e derrames malignos. quilotórax). colagenoses. PARDINI 85 . inclusive na fase inicial da tuberculose pleural. embolia. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. m† “  † ˆu‰«—u” ˆ€‰(—€” †  —u ˆu‰A@  d† † m† €ˆ ‰ ˆ€‰ † ˆ †  ˆ d † –u‰ â” ˆu‰Õ• €‘u—u † “€‘ Líquido Pleural. Linfocitose e aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose. malignidade. Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se. Streptococcus viridans). Proteínas: valores abaixo de 2. bact rias gram-negativas (E. Klebisiella) ou gram positivas (S. neoplasias e sarcoidose. insufici cia cardíaca). PMN s encontrados nos processos infecciosos. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7. A raz o líquido pleural/soro acima de 0.2 podem ocorrer no empiema. Triglic rides.Líquido Ascítico. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. artrite reumató ide. empiema. Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç m caso de resultados negativos. turvo nos quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias. Citometria e citologia: hem cias acima de 100. infarto pulmonar. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. infecç s. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose. Veja tam m ADA. neoplasias e tromboembolismo. Raz DH pleural/s rica maior que 0. traumas e punç vasos. BAAR.

Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. uremia e Síndrome de Cushing. Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores plasm ticos s contrados. Rotina  Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam as proteína no líquor. Leucócitos abaixo de 50% sugerem quadro n o inflamatório.000 e 100. A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. sarcoidose e esclerose m ltipla. Linfocitose e aumento das proteínas s vi cias de neurosífilis ativa. reumatóide e induzidas por cristais. Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa. ˆ †– ˆu‰R”u‘ ˆ †–  ˆu‰R”uˆ€‘ ‰(‰ ˆu‰ † ˆu‰÷”u‘ ‡ † ˆ€‰à—ud۔ † ˆ  ˆu‰ Líquor. Veja tam m cido l tico. Proteínas: elevaç corre nos processos inflamatórios articulares. podendo demorar anos para se negativarem. Os cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. Rotina Equivale às seguintes an lises: … —€‰ù‡ Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos inflamatórios. Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório. ™” ™” † ˆu‰R—u‰  † † ‡ “u‘ ™” ‡  m†   ˆu‰Ó”u‘ ˆ€‰Á—u”Á’ ™” ˆu‰R” —u“u‘ 86 Instituto de Patologia Clínica H. estando aumentados na artrite gotosa. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas. neoplasias.000 s contrados nas artrites s ticas. Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. ci rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais. nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia. PARDINI . Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as globulinas. Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos. Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais. infecç s e inflamaç s do sistema nervoso central.Líquido Sinovial. Valores entre 50. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. títulos caem entre 3 e 6 meses. Após tratamento. neurotoxoplasmose. Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas torna o teste de Pandy positivo. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide. com especificidade em torno de 99%. neurocisticercose. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. VDRL: resultados positivos no líquor s contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. meningites.000 hem cias).

hipoparatireoidismo. hiperaldosteronismo. Variaç s intra -individuais de at % podem ocorrer. Níveis baixos na urina precedem a reduç magn sio s rico. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total .O.O. Níveis baixos s contrados na m sorç o. .Magn ’¤— io Coment  rios: Sangue:  m dos principais c tions. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Refrigerar. .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo).5 mg/dL Condi o: 0. desidrataç cetoacidose diab tica. óuô óuô ò ò URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: 50 a 150 mg/24h Condi o: Urina de 24h – Urina recente C.2 mg/dl ou maiores que 4.8 mL de Soro.M. sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. hipervolemia.9 mg/dl. suprimetaç insuficiente.M. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria.Frasco pl stico. hipertireoidismo. 353   Microalbuminúria Coment  rios: É o nome dado à detecç nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente reversível. 6 ou 12 h: < 20 µg/min Condi o: Urina recente. uso de medicamentos com m sio. .N fazer esforço físico durante a coleta. Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço. Doença de Addison. Níveis elevados s encontrados na insufici cia renal. PARDINI 87 . uso de digit licos. Urina 24h ou C. Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m hipomagnesemia concomitante. Sintomas clínicos surgem quando seus níveis s menores que 1. 353 ñ ò ˆ€‰Á—u”Á–u”€ëu” ˆ ™” © † ¨@ d€m † ˆu‰î–u‰ “ óuô ˆu‰ ˆu‰R—u”  Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina Urina 24h: < 30 mg/24h Urina 4. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. diur ticos e cisplatina. M todo: Magon Sulfonado Conservaç o de envio: At semanas entre 2o e 8o C.9 a 2. Evitar excesso de ingest líquidos. † ñ † ˆu‰b” ‰ ˆ u “u‘ † ™” ud €’ ‘ † †iÿ ô ×dum ˆ ‘ud † ˆu ‰R—u‰ † † ˆ€‰(—€d ‡ ‘€ ˆu‰×”u‘ d€’u‘ †  ˆu‰ “ˆ€‰  SANGUE Valor de Refer ncia: 1.

cimetidina. infecç r bact rias ure ticas (proteus). hiperglicemia. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. M todo: Mediç direta em potenciômetro Valor de Refer ncia: 5 a 6. corticóides. Laboratórios: Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante. hiponatremia e SIADH.sicos. SIADH. hepatopatias. ñ ‡ ˆ ˆ€‰ ò óuô † ô †  ‰ † ‡ ˆu‰÷—u‰ † ” ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰f  ‡ ˆu‰R–u‰ †  88 Instituto de Patologia Clínica H. desidrataç . PARDINI . etanol e metanol. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. no uso de tiazídicos. diabetes insipidus e amiloidose. M todo: Crioscopia Valor de Refer ncia: Adultos e Crianças: Soro 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Rec m Nascido: Soro at mosmoL/Kg/H2O Urina 75 a 300 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Condi o: 0. Urina: usada na avaliaç capacidade de concentraç renal. xânticas e cistínicas. na terapia de alcalinizaç rin ria e nos dist rbios hidroeletrolíticos. acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç . hipovolemia. cido. uremia. avaliaç ADH e no coma hiperosmolar.5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0. Veja tam m Teste de restriç ídrica. Tem uso clínico na avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico.M.Osmolaridade Coment  rios: Soro: a osmolarid roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç . e na acidose metabóli ca.5 mL de Soro ou Plasma (Heparina). Diminuiç pH ncontrado nas litíases ricas. dist rbios hidroeletrolíticos. Conservaç o de envio: Urina recente: at 4 horas após a coleta. Aumento ocorre na alcalose respiratória.5 Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . Osmolaridade diminuída ocorre na hipervolemia. Encontra-se elevada na hipernatremia.Urina 24 horas C. ˆ €d u— ” † –  mu ñ m† ˆu‰â—ud ™ ˜ ˜ ò ˆu‰ ¡ ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ — u ‰ ˆu‰á ‡ óuô † ˆ ˆ™ ™ †iÿfšš ™ †ô  pH urin e rio Coment  rios: A determinaç o do pH urin ri til no manejo de litíases.O.

M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 3.3 mmoL/L Controle Moderado 3.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.  ñ † ˆu‰   óuô †ô  ò ˆ€‰(” d † ˆu‰«—u‰ ˆ ˆ † ˆ€‰  URINA Coment rios: Principais causas da diminuiç : doenças de Addison. Reflete o controle dos níveis glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas. N ve ser utilizado para diagnóstico de diabete melito.M. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia Urina 24h: 23 a 123 mEq/24h Condiç o: *Urina 24h . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante.O. .JO 8h. Níveis baixos s contrados na desnutriç . doença tubular renal.9 a 2. aldosteronismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: veja Urina 24 . 353 ñ ˆ€‰ ˆ ‘u ô ò †ô “ ¡ u– u ’ Proteína Glicosilada Coment  rios: É o resultado da ligaç licose com a albumina ou outras proteínas. na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base. ñ ud m † óuô †ò ˆ€‰ › › › ‰ u— « d’ ‡ uˆ « ˆ€‰ ” u ‘ € — u ‰ ‡ ˆ€‰ù”€‘ ˆu‰ ˆ u ‰ å — € ” œ œ œ †ô Instituto de Patologia Clínica H.8 mmoL/L Di ticos: Controle Satisfatório < 3. PARDINI 89 .Urina recente C. s til nos pacientes com hemoglobinopatias para monitorizaç do tratamento. Aumento: síndrome de Cushing.Pote¦—¤— io SANGUE Coment rios: É o principal c tion intracelular.0 mL de Soro.7 a 5. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Esta diferenç importante na manutenç o do potencial el trico da membrana celular e na excitaç tecido neuromuscular. . Na urina ou soro sua aplica ç est relacionada aos níveis de aldosterona.8 mmoL/L Condi o: 1. doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio.3 a 3. com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta concentraç est em torno de 4 mEq/L.6 mEq/L Condi o: 1. M todo: Colorim trico (Reduç do NBT) Valor de Refer ncia: 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Soro.8 mmoL/L Controle Inadequado > 3.

neoplasias.. enteropatias perdedoras de proteínas.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. Valores baixos na gravidez. ñ †ô    ò óuô †H• ô ž ž ž Continua. pancreatite. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos.Líq. síndrome nefrótica. PLEURAL / LÍQ. insufici cia cardíaca). infecç s.. SINOVIAL M todo: Biureto Valor de Refer ncia . desnutriç o. PARDINI . leishmaniose. ASCÍTICO / LÍQ. insufici cia cardíaca. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. Aumentos s o encontrados na desidrataç . O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. doenças crônicas. uremia e Síndrome de Cushing. ñ  ™” ò ò óuô LIQUOR M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Lombar 15 a 45 mg/dL Cisternal 10 a 25 mg/dL Ventricular 5 a 15 mg/dL Condi o: 0. Sinovial: 2.5 a 3. Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. uso de corticóides.Líq.3 g/dL Valor de Refer ncia . e no uso de carvedil ol e laxativos. cirrose. doenças granulomatosas. Sinovial. “ˆ ˆu‰ ˆ  ˆ Líquido ascítico: valores abaixo de 2. neoplasias. meningites. mieloma. ascite quilosa. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.8 mL de Líquor. imobilizaç rolongada. pancreatite).4 a 8. hiperteroidismo. digitais. Pleural . embolia e quilotórax).5 indica exudato Líquido sinovial: elevaç ˆ€‰(—€”(– ˆ€‰ ˆ€‰ ˆ ˆ † ™” roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose.000 hem cias). 90 Instituto de Patologia Clínica H. síndrome nefrótica). colagenoses. hanseníase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias.Proteínas Totais Coment  rios: Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1.1 g/dl sugere hipertens o porta. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose. Hemólise pode causar aumentos es rios. doença hep tica. Ascítico .0 mL de Soro. SANGUE / LÍQ. macroglobulinemia Waldenströn. insufici ncia cardíaca.Líq. Líq.Sangue: 6. colagenoses. queimaduras. furosemida e contraceptivos orais.0 g/dL Condi o: 1. † €ˆ ‰ –€‡ ˆu‰ì– “u‘ “u‘ ˆ ˆu‰ Líquido pleural: valores abaixo de 2.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Sintetizada pelas c lulas do par nquim tico. mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.2 g/dL Totais 6. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para indicar resultados de maturidade pulmonar. tem meia vida de 15 a 19 dias. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.0 mL de Soro. Amniótico. Laboratório s: Enviar em frasco âmbar. . Sua funç o prim r i manter a press coloidosmótica do plasma. A lecitin o principal componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez. mieloma. Resultados baixos ocorrem na cirrose. ˆu‰âd †d ò ˆˆ  d† m† ˆu‰ † ™” “ d ¡ ”u–u ñ        ¡ ¡ ¡ óuô †ô Rel ¢ £¦¥ o Lecitina/Esfingomielina £ Coment  rios: Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. infecç s agudas.5 a 5.Continua. Normalmente espera-se uma raz lbumina/globulina maior ou igual a 1. M todo: Cromatografia em camada fina Valor de Refer ncia: Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar) Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo) Condi o: 5.0 mL de Líq. M todo: Biureto e Verde Bromocresol Valor de Refer ncia: Albumina 3. doenças granulomatosas. queimaduras e doenças inflamatórias intestinais. Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%. glomerulopatias. Fosfatid il Glicerol. colagenoses. Veja tam m C lulas Orangiófilas. ñ m† † ò• € ˆ ( ‰     óuô ˆ€‰(• †ô ˆu‰ ˆ Rel ¢ £¦¥ o LE  “ dum † d† ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Níveis elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico. identificar.. caquexia.Urina 24h: 20 a 150 mg/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C.. Fosfolípides. Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de proteínas.4 a 8.M. Teste de clements. PARDINI 91 .3 g/dL Condi o: 1. ñ óuô ò †ô –€u’ Proteínas Totais e Fracionadas Coment  rios: Albumina proteína mais abundante no plasma. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .O. enquanto a concentraç da esfingomielina permanece est vel. sarcoidose.PROTE NAS TOTAIS Ÿ URINA .4 a 3.DOSAGEM M todo: Vermelho de Pirogalol Valor de Refer ncia .5 g/dL Globulina 1.

pois quanto maior a manipulaç o. dieta rica em sal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro. Valores aumentados: alcalose metabólica e acidose respiratória. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 135 a 145 mEq/L Condi o: 1. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 20 a 33 mmoL/L Condi o: 0. secreç inadequada de ADH e doença de Addison. necrose tubular.M. O test til na avaliaç s dist rbios hidro -eletrolíticos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico. ñ ”†‡ óuô † ¤8õuóuô  ò ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰ù‰ † URINA Coment rios: Principais causas de aumento: uso de diur ticos. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante. ñ óuô  ò ”†‡ €ˆ ý ‰ u— ‰ ‰ý m€ ˆu‰ †©¨  “u‘ ˆ€‰ ô   ˆ Sódio SANGUE Coment rios: É o principal c tion extra celular. Os sais de sódio s s principais determinantes da osmolalidade celular.Reserva Alcalina Coment  rios: Este test til na avaliaç equilíbri cido . Diminuiç : síndrome nefrótica. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. dieta pobre em sódio e síndrome de Cushing.8 mL de Soro. Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro.O. afetando diretamente o resultado. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. repetidas vezes. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 27 a 287 mEq/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória.0 mL de Soro. PARDINI . maior a alteraç do pH da amostra. Laboratórios: Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente. .sico. ñ ˆu‰ † ˆu‰ óuô ò †ô ¡ u– u ’ 92 Instituto de Patologia Clínica H.

insufici cia cardíaca. hepatites virais. em geral. Valores elevados s ncontrados no etilismo.Subfracionamento das Fraç ¥ es do Colesterol Coment  rios: Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. superiores às elevaç s da TGP.M. cirrose. hemocromatoses. pâncreas. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 03 a 50 U/L (37o) Criança 10 a 60 U/L (37o) Condi o: 1. sendo.0 mL de Soro.0 mL de Soro. hipotireoidismo. cirrose. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 12 a 46 U/L (37o) Criança 10 a 70 U/L (37o) Condi o: 1. baço e leucócitos.JO 12h ou C. HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2. colestase. A TGP mais sensível que a TGO na detecç de inj ria do hepatócito. A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular. Na hepatite alcoólica os valores de TGO s . hepatites virais.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). menores e mais densas que t m efeito ater nico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. S identificadas 3 subfraç s de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria). defici cia de piridoxina. anemias hemolíticas. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses alcoólicas. sendo que todas essas se associam com aumento do risco cardiovascular. e partículas HDL3. ‡ ˆ u ‰ å d † † “ u ‘ ™ –u ‡ ˆu‰ † ñ ‘ † ò¨ § § óuô ¨ †ô ˆu‰ ‘uˆu‰Ýd ‡ “u‘   ñ ‘† ò¨ § § óuô ¨ †ô “u‘ TGO ‘uˆ ‡ † m†  “u‘ ™” Transaminase Pirúvica ¦ Coment  rios: TGP A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. anemias hemolíticas. colescistite.O. TGO (AST) tam m encontrada no m sculo esquel tico. doenças m sculoesquel ticas. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 93 . infarto agudo do mioc rdio. infarto agudo do mioc rdio. maiores e menos densas que t m maior efeito protetor. pulm es. hemocromatose. colestase. insufici cia cardíaca. Valores elevados ocorrem na ingest lcoólica. Doença de Wilson e na defici cia de alfa-1-tripsina. uˆ ‰ ˆu‰í” ‡ † † –u‡ ‘uˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. . c rebro. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO. enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. entretanto. inferiores a 250U/L. hipotireoidismo. nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. M todo: Eletroforese em Gel de Poliacrilamida Condi o: 1. hepatites lcoólicas. rins. “ ˆu‰ ‰€’u“ “ ñ  ˆu‰ ™” óuô ˆ ô † Transaminase Oxala s¤’ tica ¦ Coment  rios: Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares. doenças m sculoesquel ticas.

Líq. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. na ingest elevada lcool. 353 óuô † ˆu‰R– du‘ ¡ ˆ  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ 94 Instituto de Patologia Clínica H. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . Ascítico/Líq. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . . mal nutriç ipertireoidismo. etc) no hipotireoidismo. induzido por drogas (estr ios. -N recisa conservante.JO 8h.Trigli s¦’ rides Coment  rios: Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos. óuô ò ò ò URINA Valor de Refer ncia . contraceptivos orais. S transportados no sangue por VLDL e LDL. diabetes e gravidez.Urina 24h.*Urina de 24h.*Urina 12h . Interferente: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame.0 mL de Soro. . M todo: Colorim trico Enzim tico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 12h. † ˆ  ñ †ò ò  † ˆ u ‰ á ” ‰€’u“u‘ ˆ€‰ ††  uˆ Ó ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ € ‰ « u— î ” —u‰  uˆ ‰ ˆu‰R” ¡ A©fª †© « « óuô ¬ ¬ ˆ ô † Ur’ ia Coment  rios: É a principal fonte de excreç o nitr io. Ascítico . Refrigerar. Líq. Os triglic rides em conjunto com Colesterol s teis na avaliaç risco cardíaco.Líq. Desta forma a ur i iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e excretória renal. prednisona. Níveis elevados s ncontrados na Síndrome nefrótica.Soro: Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL < 10 anos > 100 ≤ 100 10 a 19 anos > 130 ≤130 Adultos < 150 150 a 199 ≥ 200 Valor de Refer ncia .0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina e informar volume total.5 g/12h Valor de Refer ncia . Pleural. Sua concentraç pode variar com a dieta.Urina 24h: 10 a 35 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .Urina 12h: 5 a 17. ñ † ô †  ˆu‰á— † €‰d u’ u“† ‘ — ˆu‰  ˆ u ‰ ˆu‰R” ˆ  † SANGUE Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL Condi o: 1. Produto do metabolismo hep tico das proteínas. hidrataç funç o renal. excretada nos rins. Adultos: questionar volume inferior a 500 mL. PARDINI . Os níveis baixos est relacionados a mal absorç .

Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . -N recisa conservante. hor rio inicial e final da coleta. devido as variaç s de dieta. peso e altura do cliente.Adultos. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 41 a 65 mL/minuto Obs. . clearence Coment  rios: Este teste.0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h. Condi o: 1. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. uco til na mediç da taxa de filtraç lomerular. Refrigerar. reabsorç renal e síntese hep tica. filtraç . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 4h.: O resultado corrigido para a superfície corpórea. .Ur’ ia. PARDINI 95 . sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos. ñ ˆ€ˆ‰ óuô †ò †  ˆu‰R™’ ” ˆ€‰ ˆ † ˆ€‰  ˆ † –u‰ † ‡ ˆu‰R– ‰ ÿ €– u ’ ô †  • ¡  Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.

PARDINI .96 Instituto de Patologia Clínica H.

estando 70% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Informaç e s neces rias: Medicamentos em uso.2 µg/mL Condi o: 2.5 mL de Soro. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento.JO 8h. dosagem. com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Somalium®) m benzodiazepínico usado como hipnótico.O. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais. cido Valpróico   † † † ‡ uˆ ‰  ñ ò “u‘ u– “  óuô u“ ‘ vv  ˆ ô † ™” † ‰Û‘uˆ ’ud † ¡ ”€–u ˆu‰ “€‘ m † ˆu‰  ‡ du–u“ ‰†  ™ dR—udR‡ Bromazepam Coment  rios: O bromazepam (Lexotan®.M. ansiolítico e miorelaxante. apresentando grandes variaç s individuais. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.JO 8h.M. O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital.` Comen rios: O cido valpróico (Depakene ® Epilenil®) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador.Fluoresc cia Polarizada Nível Terap utico: 50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico) Condi o: 0. fenitoína. . de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.O. sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina. M todo: FPIA . Valores acima de 200 µg/ml s considerados tóxicos. Seu metabolism hep tico (95%). dia e hora da ltima dose. dia e hor ltima dose. PARDINI 97 . ñ   † óuô ò  ˆu‰  ˆu‰ †iÿ @ ô — v u“ ‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H.10o C. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Alguns pacientes necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es. A principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . Sua dosagem til para monitorizaç dos níveis ter uticos e toxicidade. sendo sua depuraç influenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .HPLC Nível terap utico: 0. Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç . Cerca de 90% da droga se liga à albumina.0 mL de Soro. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. dependente da idade. dosagem. O metabolismo da dro tico.08 a 0. Conservaç o de envio: At 14 dias entre 2o e 8o C.

Carbamazepina Coment  rios: A carbamazepina (Tegretol®) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diab ticas. Drogas que a umentam nível da ciclosporina: corticóides.O. nicarpidina. Essa auto -induç respons vel pela diminuiç meia vida da droga após 6 semanas de tratamento. dia e hor ltima dose. o Tolycapocladium inflatum. Drogas como fenitoína.Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. PARDINI . Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina. sendo o tempo necess rio para atingir níveis est veis entre 2 e 6 dias. M todo: Imunoensaio Valor de Refer ncia: 150 a 400 ng/mL Condi o: 5.5 mL de Soro. diltiazem. cimetidina. carbamazepina. eritromicina. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. ranitidina. Laboratórios: N o pode ser colhido em tubo com gel separador. anfotericina B. verapamil. furosemida. . metoclopramida. Cerca de 3 a 7 dias s ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio. dosagem. etanol.O. bem como dela própria. É um polipeptídeo cíclico. propoxifeno. rifampicina. podendo levar à induç s enzimas ticas e conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas. Sua complicaç mais s ri toxicidade renal. estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. que se inicia quando níveis da droga est o acima de 400 ng/ml. Informaç es nece rias: Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: FPIA . A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da ciclosporina plasm tica.M. primidona. . eritromicina. fenitoína. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. trimetoprim. testosterona. Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico. O pico plasm tico ocorre em 6 horas. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.0 mL de Sangue Total (EDTA). Atinge pico de concentraç entre 2 e 6 horas após dose oral. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. sulfametoxazol. A monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. anti-concepcionais. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. e cai 2 a 14 dias após sua reduç . isoniazida. cimetidina. cido valpróico. isoniazida. ˆ€‰Á—u‰ † ˆ  † ˆ€‰ † d†d ˆ€‰  ‘† ˆ€‰ ñ  óuô ò  ô †©¨ vv  “  ‰R‰(‡ 98 Instituto de Patologia Clínica H.  † uˆ ‰ “u‘ ‘   óuô ò † †‡ –u ˆ ˆu‰Á—€d “u‘ ˆu‰ † ˆu‰«—u‰ † ñ –€“  ¡ ”u–u ˆu‰ý—ud ˆu‰ † d t‘ uˆ ‰ †ù  ˆu‰R—u” u“ ‘ ˆ ô † •  vv  dR—udR‡ Ciclosporina Coment  rios: A ciclosporina (Sandimmun®) tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados.M. warfarin. Apresenta meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico. Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 µg/ml. amiodarona. com meia vida de 8 a 24h.JO 8h. fluoxetina. derivado de um fungo. cetoconazol.Polarizaç Fluoresc cia Nível terap utico: 4 a 10 µg/mL Condi o: 0. danazol.

Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o. . Pode elevar o nível s rico da carbamazepina.O. dia e hora da ltima dose. dosagem.M. dosagem. dia e hor ltima dose. quanto tempo usa a medicaç .JO 8h.O. sendo seu metabolism tico.M.10o C. ñ † óuô ò † †  ”( —ud † †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ Clonazepam Coment  rios: O clonazepam (Rivotril®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. fenobarbital cido valpróico. ansiolítico e miorelaxante. quanto tempo usa a medicaç .HPLC Nível terap utico: 15 a 60 ng/mL Condi o: 2.JO 8h. Tam m utilizado como anticonvulsivante. ansiolítico e miorelaxante. com meia vida de 20 a 40h. ñ m† dݑu‘uˆuˆ ‰ † –u“ ‰u’udÙ ò †  †  ˆ ‰ ¡ ”u–u  ˆu‰ óuô †iÿ @ ô — vv  u“ ‘ dR—udR‡ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . . PARDINI 99 . de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua meia vi de 10 a 30h.Clobazam Coment  rios: O clobazam (Frisium®. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. Efic cia tera tic bem correlacionada com os níveis s ricos. fenitoína. Valores acima de 80 ng/ml s considerados tóxicos. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas. Urbanil®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.HPLC Nível terap utico: 200 a 1200 ng/mL Condi o: 2. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias. Essa dr o tem efeito indutor enzim tico.

oxacilina. Veja tamb m: N-Desmetildiazepam p g.000 ng/mL Condi o: 2. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral. corticóides.JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . etilismo e algumas drogas (carbamazepina. O tabagismo. a meia vida no sistema nervoso central mais curta. Níveis elevados podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina. Diazepam ®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Absorç roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital. Valium ®. Entretanto. doenças virais. lamo trigina. com meia vida plasm tica de 20 a 50 horas.M.10o C. Informaç es ne rias: Medicamentos em uso. Anticoncepcionais orais. carbamazepina.M. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ñ óuô  ‰  † ¡ ”u–u ˆ  ò ­ª vv m†  †   † †iÿ @ ô — ñ u“ ‘  dÁ‡ ˆu‰R” Difenilhidantoína ® Coment  rios: Fenitoína A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin®. nifedipina. o que acarreta em níveis s ricos mais baixos. cido fólico.O. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.10o C. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico. 103 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . doxiciclina. Hidantal®) tilizada como anticonvulsivante.5 mL de Soro. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . dia. Níveis acima de 25 µg/ml s considerados tóxicos. warfarin e ciclosporina. ansiolítico e miorelaxante. isoniazida e trimetoprim. dieta por sonda ent rica. Seu metabolism tico. . PARDINI . metronidazol. . dosagem. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e toxicidade. primidona. fenitoína. hora d ltima dose.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. cimetidina e isoniazida aumentam os níveis plasm ticos do diazepam. imipramina.Diazepam Coment  rios: O diazepam (Diempax®. dia e hora da ltima dose. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. dosagem.O. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). fenobarbital e rifampicina diminuem a meia vida do diazepam. sendo que o estado de equilíbri alcançado em 1 a 5 semanas. cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína. Crianças e alguns adultos podem ter metabolism tico mais r pido. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. n o tendo efeito indutor enzim tico. fenilbutazona.HPLC Nível terap utico: 100 a 1. nitrofurantoína. ‡ ñ  ˆu‰Á—u‰ ‰ † “ “u‘ ˆu‰«—ud«—  ‰ ¡ ”u–€ †  ˆu‰  uˆ ‰ ò u“ ‘ † † ‰ †  † dà‘uˆ€‰  †   óuô †iÿ @ ô — vv  ‡ 100 Instituto de Patologia Clínica H. clorafenicol. quanto tempo usa a medicaç peso. cimetidina. ibuprofen. Gravidez. amiodarona. etanol. Cerca de 95% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. warfarin. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. miconazol. O metabolism hep tico.JO 8h.

hipercalcemia.5 ng/m significam necessariamente níveis tóxicos.5 mL de Soro. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina. Quinidina. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após absorç . na insufici ncia renal. e infarto agudo do mioc rdio. espironolactona. Estado de equilíbri lcançado em 5 dias. clorafenicol. eritromicina. anticoncepcional oral. Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal. Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos. anti cidos.O. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina.2 nmol/L) Crianças acima 3. se funç renal normal. . verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico.HPLC Nível terap utico: 15 a 40 µg/mL Condi o: 0. ˆu‰ ˆ€‰Ü—€‰  “ ò d€–u“ †  ñ   ˆ † dý‘€ˆ ˆu‰ýdu‰    ‡  ™ ‰ † ¡ ”u–u †‡ … óuô “ †iÿ @ ô — vv  Instituto de Patologia Clínica H. dosagem. fenitoína furosemida. valores superiores a 2. acetazolamida. cido valpróico.Digoxina Coment  rios: É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de dist rbios do ritmo cardíaco. gravidez e em crianças. Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina. Salicilatos. JO 8h. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 60h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. alcalose. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Nível Tera tico de 0.8 a 2. ciclosporina.0 ng/mL (3. fenitoína. Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. dia e hor ltima dose. Possui metabolism tico. dia e hora da ltima dose. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento.0 ng/mL Obs. Algumas drogas diminuem a absorç digoxina: metoclopramida. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. nas hepatopatias. Gardenal®) tilizado como anticonvulsivante. cimetidina. Níveis elevados podem decorrer do uso concomitante de cido valpróico. sendo til para se prevenir toxicidade.5 mL de Soro.0 ng/mL Níveis Tóxicos: Adultos acima 2. determinando níveis falsamente elevados. hipóxia.8 nmol/L) Níveis de Pânico acima de 3. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem.M. colestiramina. insufici ci tica. diltiazem. carbamazepina e oxcarbazepina. ‡ ‡  ˆu‰ ñ ˆu‰î—ud “u‘ ¯ ¯ ¯ ò u– “  “u‘ ‘uˆu‰R—u” ˆ “  —€‰ ‰ † ¡ d  ¡ ”u–€ “ € ‘ d † †  ˆu‰ö—€‰ “ ‡ ° óuô ° “ ° ° •(‘€ˆu‰ Fenobarbital Coment  rios: †Rþ ô vv  dR—udR‡ O fenobarbital (Edhanol®. warfarin.5 ng/mL (3. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan hipocalemia. dosagem. hipomagnesemia. PARDINI 101 . vitamina D. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. Interferentes: cido valpróico. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç medicamento. sendo que 50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. teofilina. Interaç es medicamentosas com antipsicóticos. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. sendo um indutor enzim tico potente. Condi o: 0. cimetidina. laxativos e fenitoína. Em períodos mais curtos. A principal causa de níveis baixos o ades tratamento.JD 4h. piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital. itraconazol.

ñ ˆu‰î– † † †‡ óuô ò ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰ —€‰ m †  ˆu‰ “ †iÿ @ ô — vv  “ dÁ‡ ˆu‰ Gabapentina Coment  rios: A gabapentina (Neurotin ®. dia. Progresse®) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam.Fluoxetina Coment  rios: A fluoxetina (Daforin®.O. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C.M. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. dosagem. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Neurium ®) m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas. † ñ óuô ò † †  †ˆ ‡ ˆ …  †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ 102 Instituto de Patologia Clínica H. apresentando meia vida de 5 a 7 horas. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Prozac®) um antidepressiv tricíclico tam m utilizado no tratamento da tens r -menstrual. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . cido va lpróico inibe o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados. estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas.10o C. Drogas que induzem sistema microssomal podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina. JO 8h. com meia vida de 23 a 72 horas (menor em crianças). Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade.0 mg/L a tr s horas após a administraç de 300. Estado de equilíbrio ocorre em 10 a 15 dias. Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína. dosagem. JO 8h.M. Condi o: 1. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap ticos e toxicidade. Pode considerar de forma orientativa.0 a 4. Cerca de 90% da dr excretada inalterada na urina.0 a 400.M. dosagem. Anti cidos podem diminuir sua absorç . JO 8h. Quadro de hipersensibilidade cutânea pode ocorrer independente do nível s rico. fenobarbital). Possui meia vida de 2 a 3 dias. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas.HPLC Nível terap utico: 2 a 4 µg/mL Condi o: 1.0 mL de Soro. dia e hora da ltima dose.O. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . estando 95% ligada às proteínas plasm ticas. Sua absorç influenciada pela alimentaç .O. dia. PARDINI . Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 mL de Soro. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.HPLC Valor de Refer ncia: 100 a 800 ng/mL Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 mL de Soro.0 mg. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos.HPLC Nível terap utico: N o estabelecido. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ñ ˆu‰ ˆ ò ˆ€‰ óuô †iÿ @ ô — –u“ ˆu‰ †   ˆu ‰â‘uˆu‰ † €‰ u’ d † vv  “ “ ‡ Lamotrigina Coment  rios: A Lamotrigina (Lamictal®.10o C. níveis de 3. hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .

000 ng/mL Condi o: 2. Níveis aumentam na insufici cia renal. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .HPLC Nível terap utico: 120 a 1. Carbolim®) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e outros dist rbios psiqui tricos. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. hiponatremia. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Estado de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas. e no uso de acetazolamida.Lítio  Coment rios: Os sais de lítio (Carbolitium®. ñ óuô ò m† ˆ †‰ ˆ †‡ ˆu‰Û—u‰Û— †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “€‘ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Pode causar diminuiç T4 e elevaç TSH transitória.6 a 1.O. inibidores da ECA. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e toxicidade.5 mEq/l s o considerados tóxicos. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . haloperidol. JO 12h.0 mL de Soro. dia e hora da ltima dose. Níveis acima de 1. teofilina e cafeína. ansiolítico e miorelaxante. Estabilidade 2 dias. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. PARDINI 103 . Sua determinaç o til para identificaç iazepam como causa de sedaç o prolongada. clorpromazina e anti-inflamatórios esteróides. Esse metabólito tem meia vida mais longa (50 a 100 horas) que o diazepam. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta). uso de diur ticos. JO 8h.M.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Valium®. ˆu‰ ‡  ñ óuô ˆu‰R—u‰ ò ô † ˆ †‡ ™ ” ‡ ˆu‰R—ud ˆu‰ ˆ ‡ ˆ “u‘  ˆ du–€“ ˆ ˆu‰ ‘ € ˆu‰î—u” vv  “€‘ N-Desmetildiazepam Coment  rios: O n-desmetildiazepam principal metabólito do diazepam (Diempax ®.M. Veja tam m Diazepam. dosagem. reposiç o de sódio.2 mEq/L Condi o: 1. benzodiazepínico usado como hipnótico. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. M todo: Eletrodo Seletivo Nível Terap utico: 0. com meia vida de 18 a 24 horas . Diazepam®).10o C. Depuraç droga aumenta na gravidez. dia. desidrataç o.O.

estando 95% da droga ligada às proteínas plasm ticas. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .O. dosagem. ñ  †‡ † ˆu‰ ˆ  ˆu‰± m  ⠗ † –€“  “€‘ óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ ˆu‰ 104 Instituto de Patologia Clínica H. dia e hora da ltima dose.O. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Conservaç o de e nvio: At ias entre 0o a . Uso de anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o.400 ng/mL Condi o: 2. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e to xicidade. dosagem.Nitrazepam Coment  rios: O Nitrazepam (Nitrapan®. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . JO 8h. JO 8h. Nitrazepol®.M.HPLC Nível terap utico: 200 a 1000 ng/mL Condi o: 2. dia.10o C. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada. PARDINI . Sonebon®) m benzodiazepínico usado no tratamento da insônia.HPLC Nível terap utico: 200 a 1. quanto tempo usa a medicaç .M. Picos plasm ticos ocorrem em 2 a 4 horas após absorç . ansiolíticos e anticonvulsivantes. ñ ˆ€‰ —u‰ “ óuô ò ˆ † †‡ †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “ ˆu‰ Oxazepam Coment  rios: O oxazepam metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s sados como hipnóticos. de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares.10o C. Possui meia vida de 4 a 12 horas.

estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas. A primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam meia vida mais curta. A carbamazepina.Oxcarbazepina Coment  rios: A Oxcarbazepina (Auran®. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . que tam m deve ser monitorado durante o uso da primidona. Interferentes: Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante. os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C. ñ “ uˆ ‰ †† ¡  ”  ˆu‰  d † —u”  ˆu‰  u–  m† óuô ò u “ ‘ … vv  †iÿ @ ô — ‡ Instituto de Patologia Clínica H. JO 8h.O.5.M. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .10o C.0 a 15. fenitoína e diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina. Após absorç . A raz fenobarbital/primidona ótim 2 . Pacientes com insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de primidona. Trileptal®). cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s. dia e hora da ltima dose.0 mL de Soro. estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Apresenta meia vida de 2h.0 µg/mL Condi o: 0.HPLC Nível terap utico: 5.HPLC Nível terap utico: 15 a 35 µg/mL Condi o: 1. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital. fenitoína. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Interferentes: Isoniazidas. fenobarbital.M. m anticonvulsivante. Concentraç s est veis ocorrem após 2 a 3 dias de uso.10o C.O. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. dosagem. PARDINI 105 .M. um derivado da carbamazepina.5 mL de Soro. . podendo ser mais elevada se o paciente estiver usando outros anticonvulsivantes. dia e hor ltima dose. Apresenta meia vida de 4 a 12h.O.. antes da administraç o de oxcarbazepina. Seu metabolismo p tico. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6 horas. cido Valpróico e Fenitoinas.JO 8h. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de 9h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ñ ˆu‰«– †‡ ˆu‰R—u‰ –u“ †   ™”  óuô ò vv  †iÿ @ ô — ‘€ˆ † “ d(—€d(‡ ˆ Primidona Coment  rios: A primidona (Primidon®) m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e parciais. Apresenta eliminaç rincipalmente renal. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.

29 horas na cirros tica.O. 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca. uma vez que apresentam janela terap tica estreita. dia e hor ltima dose. Limbitrol®). Suas dosagens s teis para monitorizaç s níveis ter uticos e toxicidade. Cannabis sativa. propranolol. 2 a 9 horas em crianças. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco. neurol pticos.Teofilina Coment  rios: A teofili m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e asma. Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6 horas após preparaç liberaç lenta). dia e hora da ltima dose. eritromicina. Interferentes: Eritromicina.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. principal metabólito da amitriptilina. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. amiodarona. PARDINI . JO 8h. possui meia vida de 20 a 60 horas.10o C. Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40 horas.O. A concentraç teofilina pode ser diminuída por: tabagismo.M. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. A nortriptilina. ‘ud †  ñ ˆu‰»—ud ˆ€‰ ˆ ˆu‰÷—u” ™ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ì—ud †  “ † “u‘ ‘€d †  ¡ ”u–u ” uˆ ‰™ ”   óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ Tricíclicos. Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após absorç . Fumo e Cimetidina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Obs. Níveis elevados podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona. imipramina (Tofranil®) e nortriptilina (Pamelor ®) s rogas amplamente usadas como antidepressivos. Anti-Depressivos Coment  rios: A amitriptilina (Tryptanol®.3 mL de Soro.M. carbamazepina e fenitoína. Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após início ou alteraç terapia. Informaç es nece rias: Informar: medicamentos em uso. cimetidina e anticoncepcional oral. ou antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta). de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. alopurinol. sendo a aminofilina (sal etilenediamina da teofilina) a preparaç o mais utilizada. dosagem. A coleta ideal deve ser realizada antes da administraç da próxima dose do medicamento. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína. ˆu‰ — ˆˆ €‰Á—uˆu‰‰á  † d€–u“ ‡ ™” ñ ² ² ² óuô ò ˆu‰R—u” ³ ³ ³ vv  “u‘  ‡ –u“ ² ² ² ˆu‰ † †  “ˆu ‰î‡ ‘uˆ€‰ ³ ³ ³ u“ ‘ ˆ ô †ÿ dR—udR‡ 106 Instituto de Patologia Clínica H. fenobarbital. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. vacina anti-gripal. Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. Fenobarbital. ciprofloxacin. ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas). M todo: FPIA . Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas.5 mL de Soro.Polarizaç Fluoresc cia Níveis Terap uticos: Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina 100 a 270 ng/mL Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL Imipramina 75 a 250 ng/mL Clormipramina 50 a 150 ng/mL Nortriptilina pura 50 a 150 ng/mL Condi o: 0. JO 8h. rifampicina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . Cimetidina. A desipramina m metabólito da imipramina cuja meia vida maior. clomipramina (Anafranil®). A meia vida d a teofili vari vel: 6 a 10 horas em adultos normais. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a efetividade do tratamento. 20 a 90 horas. Conservaç o de envio: At 4 horas entre 2o e 8o C.

Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .10o C.O.0 mL de Soro. PARDINI 107 . dosagem. sendo excretada principalmente pela urina. Apresenta meia vida de 5 a 8 horas. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. † ñ óuô ò † ™   Á ‰ du–u“ u‘ ˆ uˆ ‰ um ” †iÿ @ ô — vv  “u‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. .HPLC Nível terap utico: 12 a 22 mg/L Condi o: 1.Vigabatrina Coment  rios: A vigabatrina (Sabril®) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA). de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Níveis ter ticos o s m correlacionados com níveis s ricos.JO 8h.M. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . dia e hora da ltima dose. A vigabatrina reduz em cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína.

108 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

9 mL de Soro. componentes dos cidos nucleicos. . ñ  ´ ´ ´ óuô “u‘ ò µ µ µ cido Fólico Coment  rios: ` ô †R þ †©š  O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas.JD 4h.. anticorpo anti-receptor Coment  rios: O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias que cursam com fraqueza muscular. das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo. “u‘ ‰à ñ † ˆ€‰î—ud  ëu“u‘  ˆu‰ óuô ò “u‘ ‡ R– †Rþ ô Continua.2 nmoL/L Miast icos 0 a 1500 nmoL/L Outras doenças auto -imunes 0 a 0.JD 4h. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais 0 a 0.2 mL de Soro. .. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 3 a 17 ng/mL Condi o: 0.5 nmoL/L Condi o: 0.25o C. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 o a .Acetilcolina. na maioria dos alcoólatras crônicos. PARDINI 109 . Instituto de Patologia Clínica H. A defici cia d cido fóli co quase sempre conse cia de ingest insuficiente e est resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. At meses entre .

Conservaç o para envio: At meses entre . Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais e insufici cia adrenal sec ria. ˆ€‰î—ud   “u‘ dӗu‰å ˆu‰«”«” «– † ë   ”€ëu“u‘ dådå— † ‡ ˆ —u”ې   “€‘  “ u ‘ ˆ †  † ” † ˆu‰Á—u”Á †  ñ ò “u‘ óuô †©¨ ô u” u‘ €—   †  ACTH Coment  rios: O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal. indica ou uma defici cia verdadeira de cido fólico. Laboratórios: O material deve ser congelado imediatamente. em situaç s de stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH. A centrífuga deve ser refrigerada. Doença de Addison. CIDO FÓLICO r HEM¶ CIAS Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. A determinaç o de níveis baixos cido fóli co nas hem cias. Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo.JD 4h. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 12 a 70 pg/mL Condi o: 0.. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado.25o C. pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro. Informaç es neces rias: Informar medicamentos em uso. na maioria dos alcoólatras crônicos.Continu õuóuô o. ou uma defici cia de vitamina B12. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 175 a 700 ng/mL Condi o: 5. componentes dos cidos nucleicos. Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria). PARDINI . Laboratórios: É recom vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado envie valor do Hematócrito.Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas.5 o a . † —u‰ ñ óuô ò “u‘ v “u‘ ˆ €‘u—u    ™” “ †©š ô  110 Instituto de Patologia Clínica H. A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. .7 mL de Plasma (EDTA). Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao laboratório.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina). que necess ria para a penetraç o tissular do Folato. A coleta e transporte t m que ser em tubo de pl stico. A defici ci cido fólico ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. ..

após congelar por at meses.0 a 19. defici ncia de síntese.0 a 40. dieta pobre em sódio.Dieta C. Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreni mico.0 a 130.0 mL Soro.0 µg/24h Dieta Hiperssódica 0. ñ ‰u‘ud † ™ ” “ ‘u“ “ ò –† –† ™ ” ˆu‰ ‰€m  ˆu‰ † €‘u—u · · · · · · · ˆu‰ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ † óuô URINA M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Dieta Normal 4. .Informar medicamentos em uso.Refrigerar. hipo ssódica ou hiperssódica.0 a 30. A sua produç regulada pelo sistema renina angiotensina. PARDINI 111 .0 a 50. .Informar tipo de dieta: normossódica. ñ †Rþ ô vv  · · · ò ¸ ¸ ¸ óuô vv  … † †©¨ ô –€u’  †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H. Reduç s s servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal cong nita.0 µg/24h Dieta Hipossódica 10.M.Aldosterona Coment  rios: A aldoster secretada pela glândula adrenal. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.O.0 ng/dL Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30.0 ng/dL Dieta Normossódica 4. hor rio inicial e final da coleta.5 a 90. dieta rica em sódio.0 ng/dL Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4.5 a 4. JD 4h.M.Dieta C.0 ng/dL Condi o: 1.0 µg/24h Condi o: Urina 24h. . hipossódica ou hiperssódica. Instruç es de coleta: Urina 24h veja . Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio. . 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Síndrome de Bartter. Informaç es nece rias: . Informaç es nece rias: . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 10. gravidez.0 a 20.Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M . SANGUE M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Após 2h em (Normossódica) 5.0 ng/dL Crianças de 1 a 11 meses 6.0 ng/dL Deitado (Repouso) 3.O.Informar tipo de dieta: normossódica.0 ng/dL 2 horas em + Furosemida 13.

.08 a 205. É um marcador da formaç aç androg nica perif rica. teratocarcinoma.0 ng/mL Menopausa 0.0 ng/mL Condi o: 0.65 a 257. informar tempo de gestaç .JD 4h. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a Síndrome dos Ov rios Policísticos.20 47.42 28. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.35 53. . 112 Instituto de Patologia Clínica H.0 ng/mL Homem 3. .39 †Rþ ô Continua.08 22.09 a 112. Semanas de Gest 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23‚5 o † ÿ óuô ng/mL 15.1 ng/mL ± Adultos e Crianças ± Gravidez veja tabela abaixo: ò ˆu‰ » Condi o: 0.82 19.19 a 163.01 35.38 16.36 a 58.53 38. Níveis muito baixos s adultos ( o gr vidas). Alfa feto proteína elevada no soro materno. carcinoma normais em embri rio.5 mL de Soro.81 a 74.44 a 85.73 84.87 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29 30 4 2 (3 5 o ng/mL 42. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida). Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5αredutase. ñ ‘€ˆ  † vv  d  ˆu‰ ‰ u ‘ €   SANGUE Valor de Refer ncia: at .24 a 185. M todo: Imunofluorimetria Informaç es nece rias: Se gr vida.72 a 128. coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica.16 24.94 a 50.39 a 67.5 a 5.13 a 45.4 a 22.46 a 98.13 58.70 a 284.35 96.JD 4h.4 mL de Soro.80 a 313. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher adulta 0. ñ “ —u”u‰ † ‰ u ’ € “ u ‘ † » » » ‰u–€ “u‘ ˆu‰Ý” ˆu‰ º º º ò óuô †Rþ ô Alfa Fetoproteína Coment  rios: A alfa feto proteína  ma importante proteína do plasma fetal.10 71.3 Alfa Androstanediol Glicuronide Coment  rios: O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos andr ios (por exemplo: folículo piloso).31 31.32 78. Est  mentado no carcinoma hepatocelular.39 a 232. PARDINI .1 a 6..35 a 145.

Continu õuóuô o.O.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar. após congelar por at meses. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Ascítico .: No sangue o tem valor clínico. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 1. †‡ ò ñ ˆ€‰å— † ‘uˆ€‰ ¡  ˆ  “ ˆ  ‡€m óuô u‘ ˆ óuô †©¨ ô %(½8¾ †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H.Líq. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH.81 ng/mL Condi o: 0. PARDINI 113 .Líq. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.Líq.0 nmoL/mg creatinina Obs. a despeito de níveis elevados de PTH.M.. Pleural. Pleural: < que 1.Líquor .5 a 6. aver incremento dos níveis de AMPc. ng/mL 10648 a 17908 9559 a 13310 7865 a 11737 6050 a 9196 4179 a 7623 3388 a 6292 2662 a 5203 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29/30 4 2 (3 5 o ng/mL 2299 a 4719 1936 a 4114 1331 a 3509 1089 a 2783 1089 a 2420 726 a 1936 484 a 1815 óuô †©¨ ô AMP Cíclico Coment  rios: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los.5 mL Líquor . Resultados falso -positivos podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH.Líq. Instru o de coleta ..353 Urina veja Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nos pseudo-hipoparatireoidismo.ALFA FETOPROTE NA Ÿ L¼ QUIDOS Valor de Refer ncia .Líq. Amniótico: Semanas de Gest 16 17 18 19 20 21 22 ò ò 24(3 5 o Valor de Refer ncia . Ascítico . Sua dosagem isolada ou n o teste de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio.Líq. Amniótico . . Condi o: Urina 24h ou C.

5 ng/mL Homem 0. Sua produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing.Urina amostra isolada: at 275 µg/L Valor de Refer ncia . Refrigerar.2 a 0. Sua concentraç contra-se reduzida na Doença de Addison. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ‘€—udR‘uˆu‰ ‡ ¿ ¿ óuô † ò À À URINA – FLUIDOS CORPORAIS M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia . Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo.6 µg/mL Condi o: 0. Sua s características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Fluidos corporais: at 275 µg/L Condi o: Urina 24h . após congelar por at meses.Urina C.5 mL de Soro. Hiperplasia Adrenal Co ita. Hirsutismo Idiop tico.4 a 2. Fluidos corporais.M.Urina 24h: 30 a 330 µg/24 horas Valor de Refer ncia . † ‘ud † ™ ” † “ SANGUE M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: at 60 anos < 2 µg/mL > 60 anos < 2. 353 Conservaç o par a envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.4 a 3. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Pr -Puberais ambos os sexos 0. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 g. ñ †Rþ ô † òò óu† ô ˆu‰R– ò u–  ô †©¨ †¹¨ 114 Instituto de Patologia Clínica H.0 ng/mL Condi o: 0.5 mL de Soro.JD 4h. Ajustar pH 7 com NaOH1m.O. ñ ˆ ‰u‘ud †  ‰u’u“  ˆu‰â”u‘ ‘u’u“€‘ ¿ ¿ ¿ óuô † òÀ À À †Rþ ô Beta 2 Microglobulina Coment  rios:  ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as A Beta-2-Microglobuli c lulas nucleadas. . -N recisa conservante.Androstenediona Coment  rios:  m hormônio esteróide andr A androstenedi nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas.0 ng/mL Mulher 0.JD 4h. Síndrome dos Ov rios Policísticos.

. . nas pancreatites. A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. Sua maior utilidade ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide.Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina.Big Prolactina Coment  rios: O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) tilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica. o concordantes com a clínica.124. em geral. † –ud m † ˆu‰Á” † uˆ î ‰—  à à à ‘€d †   † ˆu‰÷ê “u‘  ˆu‰ † ˆ ˆu‰ —€d † A@ –u’ò   ‘uˆ óuô  ˆ   u“ †©š ô ”R‘uˆu‰R–u‰€—u” ™” Instituto de Patologia Clínica H. vem acompanhado de FSH e LH.0 mL de Soro. ñ A calcitoni m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide. Síndrome de Zollinger -Ellison. A dosagem d e calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide. tireoidites. informar somente se controle de tratamento ou sendo possível. em alguns pacientes com câncer de pulm o.JD 4h. Conservaç o para envio: At meses entre . † ˆu‰ †  ñ ò ˆu‰ à ˆu‰‰ à u ˆ óuô Á    “ vv  †Rþ ô † l l ˆu‰ Calcitonina Coment  rios: M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: at /mL Suspeito de CMT entre 50 e 100 pg/mL Sugestivo de CMT > 100 pg/mL . anemia perniciosa.Client ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou estar em uso de anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . mama ou pâncreas. CMT: Carcinoma Medular da Tireóide. Sendo solicitado isolado. Veja tam m Teste de infus o C lcio ou Teste de infus Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. Monômero de prolactina: 23 -kDa.5 o a . fal cia renal. Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big Prolactina) M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Recuperaç < 30% Big Prolactina Recuperaç > 65% aus ncia de Big Prolactina Recuperaç entre 30 e 65% Indeterminado Condi o: 1. .Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias.Resultados > 50 pg/mL. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana. Informaç es nece rias: Este exame. verificar com o cliente a raz pela qual o exame foi solicitado. PARDINI 115 . dever ser colhida nova amostra.8 mL de Soro.25o C. gestaç rec m -natos. Sua secreç estimulada pelo c lcio. veja question rio p g. que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular. Condi o: 0.

Cortisol Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Condi o: 0. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. Se mulher. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Urina 24h. Informaç es nece rias: . para diminuir a ingest de líquidos. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 08:00 horas 5 a 25 µg/dL 16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h. 18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h.Ingest o normal de líquidos.Sendo di tico. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. informar uso de anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. controlar rigorosamente a dieta e medicamentos.5 mL de Soro. † ñ ˆu‰Õ—u” ™ Ä Ä Ä óuô ò Å “u‘ Å Å vv  ˆu‰â”u‘ ™  ˆu‰Ç–€ˆu‰ ‰ †Rþ ô dӇ  Cortisol Livre Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). As concentraç es plasm ticas de cortisol s influenciadas pela CBG. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Criança 2 a 27 µg/24h Adolescente 5 a 55 µg/24h Adulto 10 a 90 µg/24h Condi o: 5. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficient e de ACTH). . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. após congelar. dia.Informar medicamentos em uso. † ñ Ä Ä Ä ˆu‰R–u‰ ò “u‘ Å Å Å vv  ˆu‰Û—u” ™ ˆ€‰b— ˆ óuô ˆ dum † † ˆu‰ †©¨ ô  116 Instituto de Patologia Clínica H. Sua concentraç o encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficiente de ACTH). PARDINI . Sua concentraç contra -se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas.JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. hora d ltima dose e hor rio da coleta. .

É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides.5 mL de Soro. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison.5 ng/mL Gravidez 0.5 a 3. É o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher 1 m s at anos 30 a 550 ng/mL 30 a 410 ng/mL 5 a 9 anos 50 a 1400 ng/mL 50 a 1400 ng/mL 10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL 12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL 16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL 21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL 41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL 51 a 80 anos 500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL Condi o: 0. tumores virilizantes das adrenais e na Síndrome de Cushing. . Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais.JD 4h.Dehidroepiandrosterona Æ Coment  rios: O DHEA roduzido pela supra-renal e gônadas. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Adulto ambos os sexos 0.5 mL de Soro. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via convers ra testosterona.5 a 13. Encontra -se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita. doen ça de Cushing.0 ng/mL Condi o: 0. Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na Hipoplasia Adrenal. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.JD 4h. hiperplasia adrenal e adrenarca precoce.0 ng/mL Criança 0. † SDHEA ‘u ñ “ †É• ò “u‘ ’ € “ u ‘ ˆu‰ ”€‘ ˆ € ‰ óuô †Rþ ô vv  Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. É um marcador da funç adrenal cortical. ñ †– ˆu‰Á–€d ò DHEA ™” ™ ˆ ˆu‰ Ç Ç Ç óuô È È È †Rþ ô vv  Dehidroepiandrosterona. Sulfato Æ Coment  rios: O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. carcinoma adrenal.5 a 6. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 117 .

Condi o: 0.25 a 0. Síndrome de Anovulaç Crônica e alta atividade da 5α-redutase. ñ “ † ‰Ó‰u– ‘€’u“ Ì Ì Composto S ˆ€‰ —u—‰ † ¡ åm  Ë ò †Rþ ô óuô “ “u‘ Dihidrotestosterona Ê Coment  rios: DHT É derivada principalment e da convers rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase sobre a testosterona.20 ng/mL Adulto 0.05 a 0.0 ng/mL 30’e 60’ após ACTH aumento de 3 a 5 vezes. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. PARDINI .35 ng/mL Condi o: 1. É relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers testosterona-DHT.20 ng/mL 04 a 10 anos < que 0.20 ng/mL 11 a 14 anos < que 0. ‰€’u“u‘ ˆu‰ý–€” † ˆu‰»—   ˆu‰ † ˆ ñ † u‰ m ˆu‰R—ud ˆu‰  “ “u‘ † ò óuô †Rþ ô vv  118 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro.35 < que 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da 5α-redutase.15 ng/mL at 3 anos < que 0. Nascido < que 0. . Eleva-se quan loqueio da enzima 11-hidroxilase. principalmente nas formas tardias do adulto.11 Desoxicortisol Ê Coment  rios: O 11-desoxicortisol (composto S) recursor imediato do cortisol.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase).65 < que 0. nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos.2 mL Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.60 < que 0. . A DHT exerce sua atividade andr ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo.70 < que 0. pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico tumoral.80 0.JD 4h. por defici ncia c nita. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher R. com hiper resposta ao ACTH. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais: Basal < 8.JD 4h. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo. Obs. É um androg nio importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico.

M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 2. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos. Em mulheres menopausadas a estrona. hepatoma. Transfus s e estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina. estenose de art ria renal. p los pubianos. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxi nio. Sua dosagem tilizada para a investigaç emias e avaliaç mia provocada pela insufici cia renal. algumas doenças pulmonares hipox micas. Se criança (masculino: < 14 anos .6 a 34. Sua dosagem til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia medular. AIDS). mais do que o estradiol.0 mU/mL Condi o: 0. Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio. nefroblastoma. Informaç es nece rias: Se mulher. Encontra -se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianó tica. É tam m utilizada para diferenciaç tre os quadros de policitemia prim ria e sec ria. doenç tica e ginecomastia masculina. responder: Atraso de desenvolvimento seios. anemias crônicas (insufici ncia renal. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. 17 Beta Í Coment  rios: O 17-Beta Estradiol estr io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais. tumores femininizantes adrenais. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. . testículos e pela convers perif rica da testosterona. PARDINI 119 . genital. . leiomiomas e adenocarcinoma renal). M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 20 a 215 pg/mL Menopausa at /mL Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Homem at 5 pg/mL Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Criança at /mL Pr -Menopausa at /mL Condi o: 0. puberdade precoce feminina. O estradiol medido para estudo dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç da ovulaç o. ‡ ñ †’u“u‘ ˆu‰à—€”à‘ ˆu‰à—€”àˆudu‰« ‘ ”u‘ “ ’u“ ò “u‘ €ˆ ‰ ““ ˆu‰à—€dàdu‘€”  “u‘ u‘u—u † m † † ™” † óuô †Rþ ô Estradiol.5 mL de Soro. cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo. Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. genital. uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas. strog nio circulante predominante.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. shunts veno/arteriais. Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. feocromocitoma. † ˆ † ‰ u‰ €’ u“ ‘ †† † E2 ñ Î Î Î Î ò ‡u‘  u –  ˆu‰R—u‰R—uu” ‘u—u † d† ‰ö¡ ””€–u “ uˆ ⠉ u” ‘ Î Î Î Ï Ï Ï ˆuˆu‰‰ ˆu‰ Ï Ï Ï Ï óuô †  †H• R–u’ †i†ÿ ¨ R–u’ †iÿ R–u’ ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † Á’  ˆu‰‰ »ëud ˆ€‰ ” ˆ dR—udR‡ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰  ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios. Os níveis de eritropoietina podem estar elevados tamb m devido a flebotomias.feminino: < 11 anos). pós -quimioterapia.JD 4h.Eritropoietina Coment  rios: É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. sugere-se seu controle em um ico laboratório.5 mL de Soro..

M todo: Radioimunoensaio Informaç es necess rias: Se gr vida.Estriol Ð E3 Coment  rios: É o estrógeno mais importante da gravidez . Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina.0 ng/mL ± N Gr vidas: at ± Homens: at . perda fetal. ˆu‰  ò †iÿ † †@   ˆu‰ uˆ ‰ óuô ng/mL 14 a 53 24 a 75 29 a 127 45 a 175 60 a 210 90 a 325 †Rþ ô URINA Valor de Refer ncia: Homem e mulher ± Gravidez: Ñ ò ‘uˆ  Condi o: 1a Urina da m . Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.N precisa conservante. Valores isolados s ifícil interpretaç . após congelar por at Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . gestaç molar.Refrigerar. A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens induzida pela gravidez. informar tempo de gestaç . uso de corticoesteróides. sendo mais importante as medidas seriadas. .  ™” ˆ “u‘ ñ ˆu‰ ‡ ˆ€‰à—u”Û— † ˆ€‰ ˆ u ‰  ˆ€‰ SANGUE Valor de Refer ncia: . 353 óuô ˆu‰ d€‘ ¡ ˆ o gr vida: at . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.JD 4h.0 ng/mL Semanas de Gestaç ± Gravidez: 16 a 20 semanas 21 a 24 semanas 25 a 28 semanas 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas 37 a 40 semanas Condi o: 0. 120 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mg/24h ou g creatinina Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina 11 a 24 semanas 2a 8 25 a 30 semanas 7 a 29 31 a 35 semanas 10 a 36 36 a 40 semanas 13 a 50 †  uˆ ‰ †©¨ ô %‚Ò$Ó †¹¨ meses. . aplasia ou hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia. anormalidades fetais cromossômicas. defici cia de sulfatase placent ria. É sintetizado na placenta. nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional. estrógenos entre outros. . diur ticos.5 mL de Soro. em penicilinoterapia. representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres gr vidas. Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores de altas altitudes. Urina 24h*. PARDINI .

Encontra-se aumentada em desordens infecciosas e inflamatórias. A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato.Estrona Ô Coment  rios: A estr mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol. a defici cia do ferro o ser refletida pela ferritina s rica. É o principal estr io circulante após a menopausa. Na presença de doença h tica.JD 4h. Nascido 25 a 200 ng/mL 1m s 200 a 600 ng/mL 2 a 5 meses 50 a 200 ng/mL 6 m a 15 anos 10 a 140 ng/mL Mulher .5 mL de Soro. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: R. PARDINI 121 . Conservaç o para envio: At dias entre 2o C e 8o C. diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na menopausa.5 mL de Soro. ñ u‰ u‘ d † u‘ d † ò E1 ˆu‰÷—u‰ ¡ †  ˆu‰ö—u” ˆ u‰ u’ u“ ‘ Õ Õ Õ Õ Õ Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ferritina Coment  rios: †Rþ ô vv  O teste da ferriti tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose. ñ ”u–u “u‘ † ‘ud †  Õ Õ Õ Õ Õ Õ Õ “ ò “u‘ u– €‰ u— ” €‘ ˆ ”u–u d† † Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ö Ö †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. Pode estar aumentada em etilistas ativos e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C. . doenças malignas ou terapia com ferro. A ferritin um reagente de fase aguda.pós -menopausa Menopausa 10 a 280 ng/mL Homem 29 a 300 ng/mL Condi o: 0.JO 8h. . A dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro. em estados inflamatórios como artrite reumatóide. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Fase Folicular 15 a 100 pg/mL Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Menopausa 15 a 65 pg/mL Homem 30 a 55 pg/mL Condi o: 0. A estro muito utilizada para avaliaç ipogonadism o. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. avaliaç puberdade precoce (completa ou parcial).pr -menopausa 10 a 100 ng/mL Mulher . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

O. . PARDINI . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.GAD. para realizaç xame. Por m. nestas situaç es os níveis de gastri tingem valores t elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: ≤ 1.JO 10h. dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C.0 U/mL Condi o: 0.2 mL de Soro. A dosagem de gatrina pr pós cirurgia. anemia perniciosa. anticorpos anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica. m bom indicador da efici cia da ter tica cir rgica. Lozec. A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma). na insufici ncia renal crônica e após vagotomia.JD 4h. incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta.000 pg/ml. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: < que 90 pg/mL Intermedi rio de 90 a 200 pg/mL Patológico > de 200 pg/mL Condi o: 0. no carcinom strico.6 mL de Soro. na dispepsia. distribuídas em todo o tubo digestivo. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol. Anti-GAD s servados em 70 a 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1.M. Gastrium. Lansoprazol. ñ óuô ò † dum † † † † ˆu‰ † ˆu‰»‰um ”u †Rþ ô Gastrina Coment  rios: A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. em pacientes com lcer tica. . Peprazol. Victrix. onde os níveis s ricos encontram-se acima de 1. na lcera strica e duodenal. † ‘ud † † m† ‡ † €’  ™ †‡” u “ ‘ u d u –  “  ñ ò ×  ØØ × × óuô †Rþ ô ˆu‰R—u‰R” vv  † d ‘u’udR ‘uˆu‰Rd “ ˆ€‰ ‡ d■† – †  ùd€’ud ˆ 122 Instituto de Patologia Clínica H.

Beta Coment  rios: O HCG  ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). N o havendo correlaç o clínica.5 mUI/mL Condi o: 0. Condi o: 1a Urina da m .5 mL Líquor. mola hidatiforme. Est mentado na gravidez. que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara. É usado no diagnóstico de gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas.HCG.Cromatogr fico Valor de Refer ncia: Negativo (Obs. Controle de Mola? Suspeita de aborto? Quando? † “ d† ˆ € ‰ å ” ™ ” ˆ€‰ ˆu‰ý— “u‘ “u‘u”ud † vv  † ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ —u‰ ˆ  ˆu‰Õ  âd ˆu‰ ˆu‰ ô dR—udR‡ QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE Valor de Refer ncia: Diagnóstico de Gravidez: de 0 a 5 mUI/mL Negativo de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado acima de 50 mUI/mL Positivo Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL. Est iminuído na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectópica. Informaç es nece rias: A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez. coriocarcinoma.JD 4h. Est mentado na gravidez. Homem: 0 a 5 mUI/mL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ † €– ò ó u ô ˆ d€‘ ¡ ˆ †¨ô ©  ”⇠† †  öd Û— ‡  ™” ˆu‰ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. .: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina.5 mL de Soro. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos.Urina após 4 horas sem urinar. sugere-se HCG no sangue (soro). atenç o especial para sua evoluç . Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Deve -se ter em mente. no entanto. mas possível dos anticorpos heterofílicos. M todo: Imunoensaio . tais ensaios n o necessariamente detectam mol culas degradadas ou homog s encontradas nas doenças troflobl sticas. †Rþ ô IMUNO ENZIM¶ TICO – URINA óuô †©¨ ô  ò Coment rios: O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta). mola hidatiforme. Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. coriocarcinoma. PARDINI 123 . Algumas das metodologias para detecç HCG s direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez. ò Ù Ù Ù Ú Ú Ú Ù óuô ˆ ˆu‰ QUIMIOLUMINESC NCIA – L ¼ QUOR Valor de Refer ncia: ≤ 1. O beta-HCG dosado por quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto após 7 dias da implantaç mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç .

estes picos s raros. na qual os valores de LH se eleva.0 U/L Pr -Puberal < que 5. nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa.Fase Luteínica 0.Informar medicamentos em uso ou recente. Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura.5 mL de Soro.0 U/L Adultos . Informaç es nec rias: . p los pubianos. ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens.3 a 8. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade at níveis de adulto. . Eleva -se precocemente na instalaç o da menopausa. menos evidente que o LH. .JD 4h. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Menopausa > do que 20.3 U/L . Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç ctópica de hormônios esteróideos. genital. O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no primeiro ano de vida. Se mulher.9 a 13. Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress. ‰ u— ‰ † –  ˆ ˆu‰ €ˆ Á  ‘€ˆ ‘uˆ€‰ ˆ€‰å‡ ˆu‰ ñ ò óuô †Rþ ô †   ™”  Hormônio Folículo Estimulante Û Coment  rios: FSH O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua relaç o com o LH. É secretado de maneira puls til. genital.5 U/L Condi o: 0. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < 10 ng/mL Condi o: 0.Fase Ovulatória 3. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 3. Nos adultos. Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreç . responder: Atraso de desenvolvimento seios.Homem 0. bem como valores moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia. PARDINI .2 a 10. ñ ˆ Ü Ü Ü Ü ˆ “u‘ “€‘u” ˆ€‰î”  † † ò Ý Ý Ý Ý Ý Ý óuô Ý ‰† ª vv  †Rþ ô † u” † –u‰€‰ ‘u »’  Rë€d ˆu‰‰ ˆ ˆ “ ‰â‘uˆu‰ ˆu‰Á‰ ˆ u ‰ dR—udR‡  ˆ Áëudu‘ “ 124 Instituto de Patologia Clínica H.4 a 9.Fase Folicular 2.JO 8h. O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares. com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H to tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Informar dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. exercício físico e sono.Hormônio de Crescimento Û HGH Coment  rios: A secreç HGH  ls til.0 U/L Adultos . estatura? Desenvolvimento precoce: seios.3 U/L .Mulher . Se criança (masculino: < 14 anos .0 U/L . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.feminino: < 11 anos).5 mL de Soro.

02 a 3.Mulher .8 a 71. Informaç es nece rias: Se mulher.Homem 0. valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. estatura? Desenvolvimento precoce: seios.Fase Folicular 1. .0 U/L Adultos . aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.20 U/L Pr -Puberal 0.JD 4h. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 0. p los pubianos. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.Fase Ovulatória 13. pode determinar a data da ovulaç o.JD 4h. É secretado de maneira puls til.8 U/L .50 U/mL Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Hormônio Luteinizante Þ Coment  rios: O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais.6 a 9.3 U/L . Anticorpos anti IA-2 s servados em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta.2 a 10.Menopausa > do que 15. responder: Atraso de desenvolvimento seios. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal.5 mL de Soro. seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç .Fase Luteínica 0.2 a 12. Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH. ñ † ˆu‰ ˆu‰ö‰€m ”u óuô †Rþ ô ò Instituto de Patologia Clínica H. Se for dosado de maneira seriada. . genital. genital.2 mL de Soro. mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica. Valor de Refer ncia: < 0. nos ov rios e nos testículos.0 U/L Adultos . PARDINI 125 . † ˆu‰ ˆ † LH ñ ß ß ß ß † ò u–  ˆu‰   ˆu‰ö•  ˆu‰ à à à à à à óuô  à ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆu‰‰ † m† † ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ ‰â‘uˆ€ˆu‰ ‰ ‡  “ ˆu‰ IA2.8 U/L . o que parece ser fundamental para a sua aç . M todo: Radioimunoensaio Condi o: 0.0 U/L Condi o: 0. Se criança (masculino: < 14 anos . Eleva -se nas patologias primariamente gonadais. No sexo feminino.feminino: < 11 anos).

4 a 290. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 23.0 a 494.0 14 a 15 153.JD 4h.0 a 428.0 16 a 18 239. obesidade.0 a 494.0 9 a 10 72.0 108. gigantismo e acromegalia.0 5a6 33.0 a 258.0 † ˆu‰â‰um ˆ ò “u‘ d u m † ˆu‰ m † ˆu‰ ñ ˆu‰ ò ”ö‘€ˆu‰ ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 3.0 a 276.1 a 131. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa.0 a 831.0 40 a 50 101.0 6a7 43.0 a 466.0 a 575.0 12 a 13 55.0 a 289.0 a 521.0 261.0 50 a 70 78.0 a 354.0 11 a 12 29. hipopituitarismo.0 a 628.0 a 484.0 a 476.0 25 a 30 119.0 1a2 6.0 a 956. hipotireoidismo.0 a 630.0 10 a 11 30.0 a 972. nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos.0 288.0 163.0 a 995. .0 a 117.0 22. hepatoma.0 193. desnutriç o.0 30 a 40 100.0 a 752.0 15 a 16 358.1 a 383.0 20. atraso puberal. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 13 a 14 71.0 110.0 97.0 96.0 2a3 24.0 a 303.0 18 a 20 197. Valores altos ocorrem na adolesc cia.0 a 150.0 3a4 44.0 a 591.7 a 100. Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis funcionantes.0 a 870. Valores baixos s servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade). síndrome de privaç materna.0 236.0 203.9 a 392.0 129. diabetes mell itus.0 a 570.0 Condi o: 0.0 a 991.0 a 648.0 a 502.0 a 756. PARDINI .0 a 480. retinopatia di tica.0 a 699. O IGF.0 a 624.0 20 a 23 215. cirrose.IGF 1 á Somatomedina C Coment  rios:  m peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento.0 23 a 25 169. puberdade precoce verdadeira.0 a 373. ò óuô †Rþ ô 126 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro.0 4a5 30.0 30 a 40 100.0 a 526.3 a 152.0 8a9 81. gestaç .0 130.0 30.

3 2.0 a 7.0 a 4.7 a 7.1 a 6.7 a 7.2 2.7 10 a 11 1.6 2a3 1.9 a 7. De todas as IGFBPs.8 a 7.7 2. Originalmente.3 a 5. sendo a mais abundante na circulaç .7 a 7. inibindo a proliferaç celular).IGFBP-3 Coment  rios: Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia estrutural à insulina.1 1a2 1.3 a 7.1 a 7. atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico.3 ñ ˆu‰ ò ׆ d “ ˆu‰ †  ¨ ™” u‰ €’ “  ˆu‰R—u”R—u” ud«‡€‘ ˆu‰ ˆu‰Û” ˆ€‰ ò ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 1.0 25 a 30 2.4 a 4. a IGFBPmais estudada.5 2.6 2.5 18 a 20 2.6 30 a 40 1.2 11 a 12 2.1 a 7.6 a 3.8 a 7. uma categoria composta agora por 10 membros.3 a 7.3 a 6.5 9 a 10 2. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.3 a 7. PARDINI 127 .3 4a5 1.7 12 a 13 1.5 20 a 23 2.1 2.2 6a7 2.0 a 6.3 40 a 50 2.4 2.0 Condi o: 0.1 a 4.3 15 a 16 2.7 a 6. No plasma os IGFs est ligados a uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs).4 a 7.0 a 4.1 2. Sua determinaç tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1.4 13 a 14 2.9 2. acreditava-se que s ica funç ra o transporte das IGFs.5 8a9 2. .9 a 7.3 2.2 a 4.8 a 7.7 a 5.0 3a4 1.0 a 3. ò óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. entretanto.2 5a6 2. e liga aproximadamente 95% dos IGFs no sangue.3 a 6.0 a 4.1 a 3. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores.5 2. Recentemente.2 a 5.3 a 5.1 14 a 15 1.2 30 a 40 1.0 16 a 18 2. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (ng/mL) (ng/mL) (anos) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 1.6 a 7.8 a 8.6 a 7.2 2.4 a 6.3 2.3 50 a 70 2.4 23 a 25 2.4 2.6 a 5.0 a 5. com potentes aç s anabólicas e mit nicas.3 mL de Soro.9 a 7.0 1.JD 4h.

80 Veja: p g. Nesses casos. . Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1.JO 10h. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos antiinsulina. ñ ˆu‰ “u‘ ˆ u ‰ « ‘ € ‰ ˆu‰ ”† †óuô • @ ‘ ò H †Rþ ô  ITL â Indice de Tiroxina Livre Coment rios: O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade.Insulina Coment  rios: Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma. com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. ocorre elevaç insulinemia. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . Diversas formas de resist ncia à insulina. Veja tam m Resist ncia à Insulina. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 2. frente a níveis normais ou elevados da glicemia.40 a 3. Recentemente. † ñ m† “ ˆ †óuô ˆ ò “ ˆu‰R—ud —ud † “ ˆu‰R‘uˆu‰ †Rþ ô Insulina. anticorpos anti Coment  rios: Essencialmente. por diferentes mecanismos.5 a 20.138 e T4 Total p g.30 (Esta relaç tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol) Condi o: 0. Apresenta estimativa satisfatória da concentraç T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada. v m sendo descritas. Entretanto. a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudos de outras causas de hipoglicemia. A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç s resultados dos ensaios para insulina.0 µU/mL Relaç o Insulina/Glicose: at 0. T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL Valor de Refer ncia: 1. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. que apresenta níveis de insulina elevados. mas poucos s IgE.JD 4h.140 T3 Retenç ˆuò ‰ ™ ˆ ˆ ˆ€‰à—u” † ˆu‰ l l 128 Instituto de Patologia Clínica H. resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament observada (0. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: At U/mL Condi o: 0. PARDINI .5 mL de Soro. proporcional ao T4 livre.01%) nos pacientes tratados. os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído.5 mL de Soro. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG.

0 a 59. A maior parte da pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administraç e ACTH. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher N sa: 2.JD 4h.Pr -Puberal 20 a 140 ng/dL . Condi o: 2. Concentraç s baixas podem ser encontradas em pacientes lipoatróficos. Em humanos produzida no tecido adiposo.0 ng/mL Obesa: 7. produzindo defici cia de leptina.0 ng/mL Homem N so: 1. Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal cong nita por defici cia da 3 β-OH esteróide desidrogenase. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos. Mutaç s no gene da leptina. .Menopausa 18 a 48 ng/dL Homem: 41 a 183 ng/dL 1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL Obs.Leptina Coment  rios: É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994. ñ “u‘ † †† ™” ™” † ã ã óuô ò ä ˆu‰í‰€mu” ä ä ˆu‰R‰umu” ä †Rþ ô “ 17 OH Pregnenolona Coment  rios: 17-alfa hidroxipregnenolona formada pela hidroxilaç regnenolona. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de Cushing ACTH dependente. conduz a quadros raros de obesidade extrema.0 a 11. PARDINI 129 .0 a 35.5 mL de Soro.JD 4h.0 ng/mL Obeso: 4.Fase Folicular 45 a 1185 ng/dL .0 a 17. ñ † ” † ˆu‰í— “ € ‘ ä ä ä ä † ã ò †ˆ ˆu‰¿—ud¿– ‡ m† ‡ ˆ ã ã óuô ‘€’u“u‘ “u‘ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. É tam m til para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal. Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase). com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL.5 mL de Soro.0 ng/mL Condi o: 0. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher .Fase Luteínica 42 a 450 ng/dL .

17 OH Progesterona Coment  rios:

A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia c ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher: Fase Folicular de 20 a 150 ng/dL Fase Luteínica de 50 a 300 ng/dL Menopausa de 10 a 100 ng/dL Homem adulto de 50 a 300 ng/dL Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL Rec m nascidos os valores podem estar elevados at 0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Conservaç o para envio: At dias entre 2 o e 8o C.

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Osteocalcina Coment  rios:

A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Paratormônio Intacto (Mol ’¦s ula Inteira) ç Coment  rios:

O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 10 a 65 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Peptídeo C Coment  rios:

O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais. O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em diabetes tipo I e na administraç insulina exógena. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0,4 a 3,5 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Progesterona Coment  rios:

A progester roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim secretada pelas adrenais, elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 250 a 850 pg/mL Fase Luteínica 3.000 a 20.000 pg/mL Menopausa at /mL Homens 200 a 800 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pro-Insulina Coment  rios:

Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç c lula beta. Entretanto, pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at % de insulina imunoreativa como sendo material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de próinsulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: N sos 5,0 a 16,0 picomoL/L Obesos 8,5 a 42,0 picomoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Prolactina Coment  rios:  m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular Prolacti

mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem 0,6 a 17,0 ng/mL Mulher - Fase Folicular 0,6 a 19,0 ng/mL - Fase Luteínica at ,0 ng/mL Criança 30% mais que adulto Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a Prolactina sofre muitas infl cias. Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984): 1 o Trimestre 30 ng/mL (10 a 80 ng/mL) 2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL) 3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL) Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz la qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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PSA í Antígeno Prost e tico Específico Coment  rios:  ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas O antígeno prost tico específic
epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA tilizado isoladamente para estagiamento e seleç candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital, massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha, retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç r -operatória n o define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma express tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas. M todo: Imunofluorimetria Informaç es necess rias: - Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. - Após Ejaculaç , aguardar 2 dias. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Valor de Refer ncia: Homem at ,5 ng/mL 2,5 a ,4,0 ng/mL 4,1 a 10,0 ng/mL 11,0 a 20,0 ng/mL > 20,0 ng/mL Mulher < que 0,5 ng/mL

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Nota: Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade. Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais rigoroso e Biópsia. Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama. Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy. J Urol 2001;165:757-60.

Moderadamente elevado Elevado Aumento Significativo Grande Aumento normal

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PSA LIVRE E TOTAL

Valor de Refer ncia: PSA Livre at ,720 ng/mL PSA Total at ,50 ng/mL % PSA Livre Probabilidade de CA 0 a 10% 56% 10 a 15% 28% 15 a 20% 20% 20 a 25% 16% > 25% 8% Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de probabilidade. Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam fazer controle mais rigoroso com o clínico. Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

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Renina Coment  rios:

A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II, um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de hiperaldosteronismo: prim rio e sec rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose, hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos. Interpretaç reni ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde). M todo: Radioimunoensaio Ci tico Valor de Refer ncia: Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado 1,9 a 4,3 ng/mL/h 2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P 3,0 a 7,6 ng/mL/ 2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais. Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. - Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar ou C.O.M. Medicamentos: Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M. Laboratórios: Congelar imediatamente e enviar material congelado. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Risco Fetal
TESTE INTEGRADO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 1%. Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n exclui a possibilidade de uma gestaç fetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista, data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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TESTE COMBINADO

PAPP-A - Translu ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta somente Síndrome de Down. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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o...RISCO FETAL

TESTE TRIPLO

Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : 69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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SHBG ò Globulina Ligadora de Hormônios Sexuais Coment  rios:

É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona, dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç , alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: Homem 13 a 71 nmoL/L Mulher 18 a 114 nmoL/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 27 a 36% Condi o: 0. ligada.30 a 0.JD 4h. inclusive fórmulas para e magrecer e.51 ng/dL Condi o: 0. se mulher. O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos. T3 retenç mede os níveis s ricos de T3. PARDINI . Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos). . na tireotoxicose por T3. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. inclusive fórmulas para emagrecer e. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. Recentemente. ñ óuô ۆ † ” † ˆu‰Û—u‰ “ ò “u‘ ¨ vv  † † ‘uˆu‰ †Rþ ô  T3 Reten £¤¥ o Coment  rios: É uma medida indireta dos sítios saturados da TBG. Quando um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3. Encontra -se aumentado na Doença de Graves. adenoma produtor de T3. o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condiç verdadeiro hipertireoidismo. na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade da T3 retenç . informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. O T3 retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina Livre). A medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. somente 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. . T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido a sua menor afinidade pela TBG.JD 4h. se mulher.T3 Livre Coment  rios: A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas.5 mL de Soro.3% existe na forma livre. ñ ˆu‰ †  ‘€ˆu‰ ˆu‰R‘uˆu‰ óuô ò “u‘ vv  ˆu‰  “u‘ † †Rþ ô  138 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro.

se mulher. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente. hipotireoidismo e reduç s da TBG.5. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Apresenta-se elevado na Doença de Graves. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Cor 15 a 75 ng/dL 1 a 30 dias 32 a 216 ng/dL 31 dias a 5 anos 80 a 270 ng/dL 6 a 10 anos 90 a 249 ng/dL > 10 anos a Adulto 75 a 220 ng/dL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. nos casos de hipertireoidismo TSH dependente . inclusive fórmulas para emagrecer.3´5´-Triiodotironina (T3 reverso. T3 no sa redominantemente ligado a proteínas plasm ticas.3´-Triiodotironina (T3).6 mL de Soro. ñ ↠¨ † ˆu‰  † ‰um † óuô ò †Rþ ô  T3 Total Coment  rios: A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) tam m secretada diretamente pela glândula tireóide. Ao contr rio do T3. . um metabólito deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide). M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 0.35 ng/mL Condi o: 0.JD 4h. ent retanto. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. † ñ õ õ õ õ õ “u‘ ò —uˆ€‰ vv  ˆ ™” ‘u’u” † – ˆ ” † m† ö ö ö ö ö óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.09 a 0.JD 4H. aumento de TBG. juntamente com o 3. na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. no rec mnato. Reduç nos seus níveis servada no hipotireoidismo. rT3) . PARDINI 139 . Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de doença n o tireoidiana. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.5 mL de Soro. o rT metabolicamente inerte. gravidez.T3 Reverso Coment  rios: 3. T3 toxicose. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente.

pr -albumina e albumina. transtiretina e albumina. inclusive fórmulas para emagrecer.2 µg/dL 10 dias a 1 ano 8. tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide. .5 mL de Soro. Somente 0.3 µg/dL > 10 anos a Adulto 5. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 1 a 10 dias 11. doenças tireoidianas. Estas incluem a TBG. † ˆu‰ ñ ˆu‰»d ‘u“ óuô “€™ ‘   ò “u‘ vv  ™” ˆ€‰Á”u‘ † ˆuˆu‰ ‰Û‰um ‘uˆu‰ ˆ †Rþ ô  T4 Total Coment  rios: Tiroxina (T4. se mulher.3 a 15. Conservaç o para envi o: At dias entre 2o e 8o C. Sua concentraç contra -se diminuída no hipotireoidismo.0 µg/dL 6 a 10 anos 6.8 a 23. Encontra -se aumentado no hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano.75 a 1. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o ensaio. No sangue T ligado a uma de tr s classes de proteínas: TBG.  ‘ud “ ⠆ ñ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ dۑuˆu‰ ò “u‘ ø ø ø ø ø vv  ˆu‰ • ˆu‰Û—ud ˆu‰©” ©— ˆu‰ö† —u‰ óuô †Rþ ô  140 Instituto de Patologia Clínica H.T4 Livre Coment  rios: Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o. fator reumatóide ou tratamento com heparina. Somente uma pequena fraç T4T est forma livre (0. disalbuminemia familiar. Hipertireoidismo e hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre.0 a 16.80 ng/dL Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.0 a 12.0 µg/dL Condi o: 0. globulina. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo.JD 4h.4 a 13. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. aumento da transtiretina (TBPA). aumento da TBG. .03%).0 µg/dL 1 a 5 anos 7. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. inclusive fórmulas para emagrecer. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos anti-tiroxina. anticonvulsivantes e algumas outras drogas.JD 4h. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia disalbumi mica familiar. A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da glândula tireóide. PARDINI . se mulher. Sua concentraç st iminuída no hipotireoidismo. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e s inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç . no quadro de doenç tireoidiana e na reduç TBG.5 mL de Soro. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente.03% de T4 est livre.

A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. defeitos testiculares e doenças sist micas. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.2 mg/L Condi o: 0. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem Mulher 200 a 500 pg/mL 230 a 370 pg/mL ± Cor ± 0 a 3 meses 200 a 1000 pg/mL 50 a 160 pg/mL ± 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL 40 a 300 pg/mL 30 a 200 pg/mL ± 1 a 9 anos 200 a 2000 pg/mL 100 a 300 pg/mL ± Pr Puberal 2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL ± Adulto Condi o: 0. Al m disso. informar uso de anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). por sua vez. A c onvers em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase.5 mL Soro. †d † ˆu‰Û‰ۗ ˆ ˆu‰Á—€” † † u“u‘ “u‘ † “uˆ‘ ‘u’€“u‘ ‘€—u” ™ †” ‡  ˆu‰Û”u‘ ”uëu“ ˆu‰ö—€‰ u‘ ‡ ˆu‰R— ˆ € ‰ ö ‰   ÷ ë   u ” u — u d ÷ — u d ˆ u ‰ ¡‰ ˆ u ‰ R — u ‰ ñ ò “u‘ óuô ™ †Rþ ô vv   Testosterona Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH).JD 4h. Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal (masculino).5 mL de Soro. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. na gravidez e tamb m por causas heredit rias. o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo natal baixo) e defici cia co ita de TBG. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆ  † “ ˆ€‰ö” † ‰u’u“€‘ “u‘   ˆ ˆ€‰ † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ùu‘ – u’ u“ ‘ “  —uˆu‰ óuô † †Rþ ô vv  d«—ud«‡ Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. Síndrome dos Ov rios Policísticos. tumores adrenais. tumores ovarianos. Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons ncia um aumento ou reduç mero de sítios de ligaç isponíveis para o T4. inclusive fórmulas para emagrecer. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. . dia e hor ltima dose. hiperplasia adrenal co ita.TBG ù Globulina Ligadora de Tiroxina Coment  rios: A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) principal proteína s rica carreadora de T4 e T3. com consequente elevaç fraç ligada deste hormônio. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). a concentraç TBG se altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos). PARDINI 141 . se mulher. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 13. defici cia de gonadotropina. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. resist cia andr ica. às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre. Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos.6 a 27. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Se mulher. Testosterona tanto um hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. testotoxicose.

Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina).9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL Menopausa: 0. depende da estimulaç ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). Anticorpos anti -Tg interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆu‰R—ud ¡ †   ‰u’u“€‘ “u‘ “ ˆ€‰ö” †  ˆ uˆ ý ‰” † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ù– “u‘ “  ú ú ú ú û ú ú ú ú ú ô †Rþ ô vv  d«—ud«‡ † Tireoglobulina.0 pg/mL Uso de contraceptivo: 0. defici cia de gonadotropina.2 a 5.6 mL de Soro. hiperplasia adrenal cong ita. testotoxicose.Testosterona Livre Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença tireodiana clinicamente significativa. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal (masculino). tumores ovarianos. por sua vez.3 a 2. ˆu‰ ñ óuô ò “u‘ vv  ‘€d ˆ † ˆu‰ ‘€ˆu‰Á—u” ˆ ˆ †Rþ ô Á’  142 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. Os novos m todos praticados em nosso laboratório s mais sensíveis.5 pg/mL ± Mulher Fase folicular: 0. resist cia andr ica. Testosterona tanto um hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.6 pg/mL Fase luteínica: 0. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Síndrome dos Ov rios Policísticos. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. doença de Graves.5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL > 60 anos: 10 a 30 pg/mL Condiç o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Conseq üentemente. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < 40 IU/mL Condi o: 0. Anticorpos Anti Coment  rios: Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite de Hashimoto e em uma menor extens . se mulher.3 a 25. A convers m DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Homem 6 a 10 anos: 0.3 a 2. Se mulher.5 a 3. defeitos testiculares e doenças sist micas. dia e hor ltima dose. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. PARDINI .8 pg/mL 11 a 14 anos: 0. tumores adrenais. informar uso de anticoncepcional.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. o soro a ser estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina. . Eles finem o status da funç o tireoidiana. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%).4 a 3.

Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Valor de Refer ncia: Normal 2 a 35 ng/mL Suprimidos < 2 ng/mL A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos antitireoglobulina por interm io do teste de recuperaç . Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide. por m os índices só eram liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%. carcinomas da tireóide (papilífero. . A administraç rmônio tireoidiano diminui os níveis de tireoglobulina circulantes. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. M todo: Imunofluorimetria Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina. H tamb m um aumento dos níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH. Dist rbio de síntese e Tireoidite. inclusive fórmulas para emagrecer. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. anticorpos anti Coment  rios: A peroxidase tireoidiana (TPO). que j ra executado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ”†d ñ † ˆ du’u‰ ˆu‰Û— ˆu‰â”ùd ò “ óuô  †Rþ ô ‘uˆu‰Ó— ˆu‰©‘u‰ † vv  î’  Instituto de Patologia Clínica H. Se mulher.JD 4h. podem apresentar anti -TPO positivo.JD 4h. hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula. se mulher.Tireoglobulina ü Coment  rios: A Tireoglobuli uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do colóide intrafolicular da glândula tireoide. por m em níveis limiares. Sua avaliaç til após cirurgia de cânc er da tireóide. Condi o: 0.0 mL de Soro.: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de doenças reum ticas e inflamatórias. Anticorpos anti-TPO podem ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa. . PARDINI 143 . ‘€d † TG ñ “ † “u‘ uˆ ‰ † ‡ ˆ †† uˆ ö ‰ €— ” ¡ ‰  † “ ý ý ò þ ˆu‰ óuô uˆ þ ‰ † † — ˆ vv   ˆ€‰ Á” ‡ † †Rþ ô (’  TPO ü Microssomal. Condi o: 1. folicular e misto). O principal uso deste exam confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune. Eles efinem o status funcional tireoidiano do paciente. Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: < 15 IU/mL Obs. podem elevar os níveis de TG.6 mL de Soro. O anticorpo anti -TPO tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da biosíntese do hormônio tireoidiano. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites). como marcador da recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total. ra conhecida como o principal antígeno microssomal.

hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireoidiano. Obs. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto. Assim. A ¡ © secreç e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos hormônios tireoidianos livres circulantes. devido à transfer cia feto-placent ria destes anticorpos. 311.3 a 5. . aceitam -se os valores de TSH at µUI/mL (o sistema de feedback ai st totalmente amadurecido). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. Valores reduzidos podem ser observados nos casos de hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. se mulher. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. † ˆ ñ ò † € ˆ ‰ óuô †Rþ ô “u‘  “ † † ‡ ˆu” €” u‘ u— “ ™” vv  R’  TSH ultra sensível Coment  rios: A medida s rica do TSH  m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas. aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença. M todo: Radioimunoensaio (Radioreceptor) Valor de Refer ncia: Inibiç > 10% considerado Positivo Condi o: 0. tireoidite silenciosa. ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH. em alguns casos de tireoidite de Hashimoto.TRAb ÿ Anticorpo Inibidor da Lig ¢ £¤¥ o de TSH Endógeno Coment  rios: O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). É til no diagnóstico de hipertireoidismo e na avaliaç o de recidiva da doença de Graves.JD 4h. uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas antitireoidianas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . Estes anticorpos podem estar presentes tamb m.  ˆu‰Ó— † “u‘ ˆu‰ † ñ ò “u‘  ™”  u‘u—€ †  du—€‰ † †   óuô †Rþ ô † ïA@ — v  v  † A‘u@ —udR‘uˆ€‰(”  l  144 Instituto de Patologia Clínica H.0 µUI/mL Nota: Crianças com idade de at meses e com T4 Livre normal. inclusive fórmulas para emagrecer e. PARDINI . se mulhe r.9 mL de Soro. Assim.5 mL de Soro. e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves.JD 4h. Condi o: 0.: at ias vide TSH neonatal p g. tireoidite subaguda. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. O TSH aument observado nos casos de hipotireodismo prim rio.

JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da absorç s dietas vegetarianas estritas. na produç ficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.  “u‘ ˆu‰ ñ ˆ u ‰ R ” R ‘ u d “u‘ ò óuô ‡ vv  ˆu‰â—  ˆ€‰å‘u” ˆu‰í—€” … ˆ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. Apresenta -se diminuído. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia:   200 a 950 pg/mL   Faixa de D vida (Cinza) ¡ 120 a 200 pg/mL Condi o: 0.Vitamina B12 Coment  rios: A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese.8 mL de Soro. nas síndromes de m -absorç (por ressecç o intestino delgado. no metabolismo do cido Fólico e na síntese adequada de DNA. PARDINI 145 . Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). . resultando em anemia perniciosa). na defici cia de ferro e folato. no alcoolismo. na funç ural. doença celíaca e espru tropical).

PARDINI .146 Instituto de Patologia Clínica H.

Arthur Eisenberg. com mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S¦ o Paulo/Escola Paulista de Medicina. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. V ICTOR C. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C. em Fort Worth. possui cursos no “Hôpital C. endocrinologista com form¥ Saint-Louis”. M todo: PCR Condi o: Gr os. PARDINI 147 . M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). coordenado pelo Dr. “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am¢ rica. ñ óuô d€—u‰Rdu‘uˆ d † ô ™ ˆu‰ †  An e lise de Alimentos Transg T nicos Coment  rios: Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s. como o Laboratório de Identificaç¦ o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A apolipoproteína E possui um papel importante na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal. EUA. ñ ™ ” u” ‘ † ”u‘ † ˆu‰  óuˆô ô  Apolipoproteína E. farelos e produtos prim rios. PARDINI ¢ o respon£¥¤ vel pelo Departamento de Gen¢ tica. Acondroplasia.O Dr. ñ ”† €”  ˆ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. O Dr. uma das mais renomadas universidades do país. Victor § ¨ ¦ o em gen ¢ tica. Conservaç o para envio: Entrar em contato com o setor de g tica. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. farelos e produtos prim rios de soja e milho. Pardini. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo cham o. ¡ suspeita Este exam indicado para casos em q clínica de Alzheimer e para pacientes com fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A acondroplasi a forma mais comum de displasia. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA).

Fundamental: s houverem as hipóteses diagnósticas do m dico.Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. . . M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. ñ ‘† óuô ”Á‘uˆu† ‰ ‘€ˆu‰ (d ‰u‘u †— ô 148 †ÿ ˆu‰ †  Instituto de Patologia Clínica H. hora da coleta e idade do paciente. . enviar em at 4 horas refrigerado. O material n ser ceito em tubo tampa amarela. Est m exame constitucional. Painel Coment  rios: As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas. por exemplo. Criança: 2 a 4 mL . . caracterizadas principalmente por ataxia progressiva e disartria.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. Conservaç o para envio: Após colher. dentre outras. PARDINI . Síndrome de Turner. N congelar. Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi.O tubo deve ser est ril.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). . SCA2. . SCA3.Informar dia. . Adulto: 3 a 7 mL. . N congelar (prazo de saída do laboratório de origem). perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. ñ óuô ™” “ ˆu‰ † ˆ ô Cariótipo com Banda G Coment  rios: Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G ssível identificar de forma precisa cada par de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como. por exemplo.Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0.Ataxias. . hora da coleta e idade do paciente. SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das expans s de nucleotídeos.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). Síndrome de Down. Neste painel s estudadas as ataxias espinocerebelares SCA1. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. . Adulto: 3 a 7 mL. Síndrome de Klinefelter.Informar dia. l detecta alteraç s cromossômicas adquiridas. † † ñ óuô ™” † † –u‰ ”† ‰u’u‰Û‘uˆu‰ FETAL Condi o: 1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor mbilical em heparina sódica. Síndrome de Beckwith-Wiedemann. Síndrome de Digeorge. O material ser ceito em tubo tampa amarela.Fundamental: s tiver as hipóteses diagnósticas do m ico. . Criança: 2 a 4 mL. óuô ô †  ”Ý‘u† ˆu‰ uˆ ‰ ( d  ˆu‰ —uˆu‰©ˆ  † ‰R‘ud ™” ”u‘ † † Cariótipo de Alta Resolu £¤¥ o Coment  rios: É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas como. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado.O tubo deve ser est ril.

1 a 3.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X.0 mL de aspirado de medula colhido com 0. hora da coleta e idade do paciente. .O tubo deve ser est ril. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.0 a 5.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0. Conservaç o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas. colhida pelo m ico.O material tem que chegar at m ximo 06 horas após a coleta. caso contr rio poder ver perda do material. . Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura. N resfriar. Interferentes: Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas. .Informar hipótese diagnóstica.Informar medicamentos em uso. PARDINI 149 . † ñ ‰u’u”u‘ † óuô ô u’ † u’ ˆu‰ … † ‘€ˆu‰ (d ‘uˆ€‰ †É• Instituto de Patologia Clínica H. . . .Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. criança 2 a 4 mL. Laboratórios: Informar dia. bem como em outras desordens hematológicas malignas.Cariótipo com Bandas de Vilo Corial M todo: Bandamento G Condi o: Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório). entre a 10 a e a 14a semanas de gestaç o. Adulto 3 a 7 mL. ñ óuô ô †&• ˆu‰ ‘ ¡ ˆÓ”  ˆ †—   ¡d Cariótipo de Medula Coment  rios: O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias. O material ser ceito em tubo de tampa amarela. Conser o para envio: Enviar em temperatura ambiente. ñ óuô © † ‘u‰  ˆu‰ 8õuóuô ‰u‘u † ˆu‰ Cariótipo p/ pesquisa de X -Fre gil Coment  rios: A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il. se estiver em uso. Laboratórios: Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o material chegue at a feira pela ma m nosso laboratório. N congelar.0 mL de heparina sódica. tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell. M todo: Bandamento G Condi o: Medula: 2. Laboratórios: Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula.

Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente. pesquisa Coment  rios: Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond presença do cromossomo Y ou parte dele.Realizado somente em pacientes do sexo masculino. ñ uˆ ‰R” óuô ô ” ‘uˆ ñ R óuô uˆ ‰R” ô ñ uˆ ‰R” óuô ô ™” ˆ ˆ Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . 2. Este exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. 150 ™ uˆ ‰  ™” Instituto de Patologia Clínica H. Diagnóstico Coment  rios: As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina. A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Este test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. 1. Informaç es nece rias: Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos.0 mL de Saliva (swab bucal).Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas Coment  rios: Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas. PARDINI . o que justifica a importância deste diagnóstico. sendo possível concluir o diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos. N congelar.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue Total (EDTA) . nos casos de leucemias e linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue. detectadas neste estudo. É realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória. Swab bucal. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. localizadas no braço longo do cromossomo Y.0 mL de Sangue Total (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . estudo gen ’ tico das microdeleç ¥ es Coment  rios: Estas microdeleç s. ¡ ” ˆ ˆ Distrofia de Becker e Duchenne. N o congelar.PCR Condi o: 2.0 mL de Esperma . ñ óuô ˆ€‰ ™” ˆ du† ‘€—u‰ ‘€ˆ † – €‰ ‘u ˆu‰ †  ˆ€‰ö‘ud ô † vv  † Cromossomo Y. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. est o associadas aos casos de infertilidade masculina.

16. permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21. o que torna a tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç redisposiç surgimento da doença. X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. . Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente ou resfriado. PARDINI 151 . Material enviado em formol pode destruir o DNA.Al m do cromossomo 21. Conservaç o de envio: Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. R463C) que causam a doença de Gaucher. M todo: PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes Condi o: Material de aborto ou restos ovulares. 16 e 18. Analisamos as mais comuns mutaç es (N370S. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Este estudo detecta a A doença de Huntingt expans de trinucleotídeos na regi ica. n ser ceito. L444P.Doença de Gaucher. N o congelar. diagnóstico molecular Coment  rios:  m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. N o congelar. diagnóstico Coment  rios: A Doença de Gaucher (DG) mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico (esfingolipidose). ñ u—u‰ † † ˆ óuô † †ô ˆu‰  u ’ ˆu‰ (d ˆ u‰ u’ u” ‘ †  ™ Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1 Coment  rios: Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4. 18. X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13. . ñ óuô ˆu‰ ‰u‘ † ‡ ˆu‰R’u“u‘ ô ˆ Estudo Gen ’ tico Fetal Coment  rios: Este est  realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto . Conservaç o para en vio: Enviar material refrigerado. principalmente em estudos de alteraç es estruturais. causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal. 13. ñ óuô ™ †d ˆ “ ™ ô Doença de Huntington. ñ óuô ˆu‰R—u”R– ˆu‰Rdu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H.Cariótipo Mole cular n substitui a cit tica cl ssica.

Swab bucal. Veja Estudo G tico das Trombofilias.Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta. Condi o: 2.0 mL de Sangue (EDTA) Saliva (swab bucal).Identificaç rtadores de defeito no gene da FC.R553X . Equivale FATOR V LEIDEN GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE GENE DA PROTROMBINA  ˆ uˆ Á ‰ €‘ Á ‰ u’ u” u‘ » ” u— d ˆu‰ ýd Fator V de Leiden M todo: PCR-RFLP para mutaç tual R506Q do gene Fator V Condi o: 2.0 mL de Saliva (swab bucal). soluç conservante fornecida pelo laboratório. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. As mutaç s estudadas s : Delta F508 .0 mL de Sangue (EDTA).Doadores de esperma e óv ulos. Veja Estudo G tico das Trombofilias. ñ ‰R—u—u”R ‰R–u— ‰ ˆˆuuˆu‰‰R R—u† ”R–u‰ ™” óuô ™” ô ™” ˆ€‰ ™ ” ‘uˆu‰R” ˆ €ˆ ‰  u—u‰ † ˆu‰ Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase M todo: PCR-RFLP para mutaç tual C677T do gene da MTHFR Condi o: 2.Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC.G542X . . Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ 152 Instituto de Patologia Clínica H. O est realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante. PARDINI .0 mL de Saliva (swab bucal). .Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC. 2.Específico Fluorescente .N1303K .Estudo Gen ’ tico das Trombofilias Coment  rios: O Fator V Leiden e a mutaç Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa. j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína. 2. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. M todo: PCR Alelo . Swab bucal. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Swab bucal.Diagnóstico pr -natal. . .Resultado negativo para as 4 mutaç s xclui o diagnóstico de Fibrose Cística. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ Fibrose Cística Coment  rios: Estudo indicado para: .0 mL de Sangue (EDTA).

M todo: PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D. avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal.0 mL de Sangue (EDTA). Swab bucal. ñ  ˆ óuô ô Hemocromatose.0 mL de Sangue Total (EDTA). Condi o: 2. ñ óuô ˆ ˆ€‰ ™” ˆ u ‰ ˆu‰Û—u‰Û—  † ˆ ˆu‰â—u” ô Mut ¢ ¤ £ ¥ o 202 (G Coment  rios: © A) da G6PD Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA).0 mL de Saliva (swab bucal). Haplotipagem de HLA DR e DQ Coment  rios: V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes. PARDINI 153 . 2. suspeita após avaliaç clínica. ñ ˆu‰R“u‘” óuô ô ˆ€‰Á—udÁ– ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.0 mL de Saliva (swab bucal). que leva à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. dentre os indivíduos com a variante A. 2. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô Veja Estudo G ”€‘ † ˆ tico das Trombofilias. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. artrite reumatóide. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo Sangue Total (EDTA). Swab bucal.Gene da Protrombina M todo: PCR-RFLP para mutaç tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2) Condi o: 2. etc. PCR Coment  rios: Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose. Conservaç o para envio: Manter em temperatura ambiente ou resfriado. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina.

 † ‰u–u ”(ˆu‰R‘€d(—u”‡€‘ uˆ R ‰ u— ” ñ ‰u’u”u‘ † óuô © † u‘ ˆ 8õuóuô † ‘uˆ€‰ †É• 154 Instituto de Patologia Clínica H. hora da coleta e idade do paciente.Informar dia. Conservaç o pa ra envio: Enviar em temperatura ambiente. um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. Al teraç ssociada a Síndrome da Morte S ita Infantil. A realizaç sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Estudo de Determin ¢ £¦¥ o TRIO: Suposto Pai. soluç o conservante forn ecida pelo laboratório. Swab bucal.Informar medicamentos em uso. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). discriminando -a da anemia apl stica idi tica. como tamb m para a detecç heterozigotos. ñ uˆ ‰R” óuô ô “u‘ Mut ¢ ¤ £ ¥ o do Gene da MCAD Coment  rios: Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR.Mut ¢ ¤ £ ¥ o da Alfa 1 Antitripsina Coment  rios: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina. Esta mutaç ra uma desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos. . . ñ uˆ ‰R” óuô ô ñ óuô uˆ ‰ ‡um ˆ † †  uˆ ‰Ûˆ€‰« d ’u” Paternidade. Condi o: 2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ˆu”R” ˆu‰ † ˆu”R” ô ˆu‰R– ˆ ˆ Quebras Cromossômicas. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Conser o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.O tubo deve ser est ril. M Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M Filho M todo: PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem). . pesquisa Coment  rios: Esta pesquisa consist ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi. PARDINI . Laboratórios: Fichas de identificaç /autorizaç / a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório). 2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo.

0 mL de Sangue Total (EDTA). o que caracteriza as anomalias dent rias e faciais.Exame realizado em m .Sexo Gen ’ tico Coment  rios: Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo gen tico de um indivíduo. Conservaç o para e nvio: Manter tubos em temperatura ambiente. N congelar. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . estenose aórtica supravalvar e estenose pulmonar.PCR Condi o: 2. pai e filho. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. diagnóstico molecular Coment  rios: O diagnóstic feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi o gene da elastina. retardo mental. 2. Swab bucal. Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual. Estudo por PCR Coment  rios: Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex tico de um indivíduo atrav s da utilizaç ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ  óuô u—u‰ † ”u–u “u‘ ô †Rþ — ˆu‰ Síndrome de Willians. ñ †† óuô ”R‘uˆu‰ ”† † ô ˆ Síndrome de Gilbert. ñ uˆ ‰R” óuô ô ‰† † ˆu‰î‘ud ˆu‰î— ™ ˆu” ˆu‰Ó—u” SRY. visto ser a Síndrome de Gilbert Este est  indicado para afastar hipótese de doenças caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença hep tica.Enviar informaç es clínicas.0 mL de Saliva (swab bucal). Swab bucal.0 mL de Saliva (swab bucal). Este test o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner. diagnóstico gen ’ tico Coment  rios: ¡ ticas. . Conservaç o para envio: Enviar at ias em temperatura ambiente. Este test serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. † ‘uˆ R ” ñ ˆu‰R” óuô ô ˆ €– ‰à’€”u‘ † ˆ Instituto de Patologia Clínica H. O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um cromossomo X e um Y. .PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA) Swab bucal. PARDINI 155 . soluç o conservante fornecida pelo laboratório. 2.0 mL de Sangue (EDTA). M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 2.

diagnóstico molecular Coment  rios: O gene da conexi fš rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. PARDINI . M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ óuô €ˆ ‰ ‘ud (ÿ €— « ” † ‰«– uˆ R ‰ u‘ R ‰ u’ u” u‘ R ” u— d ˆ ô Translo s ¢ £¦¥ o BCR-ABL Coment  rios: Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia). Este e studo detecta a mutaç ¨  l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina. caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide Crônica (LMC).0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA). ñ uˆ ‰R” óuô ô † † † ˆu‰í”€‘ ˆ 156 Instituto de Patologia Clínica H. N o congelar.Surdez Cong T nita. M todo: Reaç m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR) Condi o: 3.

Informaç es nece rias: . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Valor de Refer ncia:  Adrenalina  40 a 80%  ADP  60 a 80%  Ristocetina  70 a 90%  Col  60 a 80%  Agregaç spontânea  ausente Condi o: Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA). .Informar medicamentos em uso. pet ias. ñ   ˆ€‰(– ™ ”  ò u’u”u‘uˆu‰ ‰R” ™ ”  ‰uu‘u’ ’u“u‘ m † ˆu‰  ‡ ˆ ‘† † “ ˆu‰ uˆ ‰ óuô † vv  umud †iÿ ô ˆu‰R‘ud † ë Instituto de Patologia Clínica H. . atrav s do agregômetro de plaquetas.material colhido e enviado no mesmo dia at 2 horas após a coleta.Fazer levantamento histórico de sangramento. As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de funç laquet ria e para cada medicamento. medica mentos em uso.Agreg ¢ £¦¥ o Plaquet e ria Coment  rios: O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç plaquet ria. PARDINI 157 . aparecimento de manchas roxas. doenças de coagulaç família. principalmente nas desordens c itas.JO 8h. Tam m usado na investigaç laboratorial de pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos em uso de antiagregantes plaquet rios. Laboratórios: Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) . M todo: Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica.

20  duvidoso  > 1. Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada. em gelo seco de prefer ncia. acidente vascular cerebral. colher tubo sem anticoagulante. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. . . . Sua presença pode causar tromboembolismo venoso recorrente. . .Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos). Laboratórios (outras regi es): Neste caso.Enviar material congelado.000/mm3 repetir o processo.Triagem com confirmaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2.Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Conservaç o de envio: At ias congelar em temperatura inferior a 0o C.0 mL de Plasma em citrato. PARDINI . Conservaç o de envio: Enviar at horas em temperatura ambiente. ñ ñ ò ˆ ò “ ‡u– “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ uˆ Á ‰ u— ‰ óuô ˆ  ‰ R  ” ôR  ™ ô †iÿ  vv  ”R‘uˆu‰ † †iÿ ¡ du–uê  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰ dR‘uˆu‰  †  • ô— ‰R‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  “ 158 Instituto de Patologia Clínica H. O exame sofre alteraç es importantes s for executado dent ro de at s a coleta. . Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas.Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. .Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.15 a 1.Anticoagulante Lúpico Coment  rios: Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune.000 plaquetas por mm3 de plasma. ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel. . abortos de repetiç . Informaç es nece r ias: Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem. M todo: Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular Valor de Refer ncia:  < 1.Separar o plasma cuidadosamente. Laboratórios (regi o BH): Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia. S ver solicitaç tro exame. sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico.20  positivo M todo: Veneno de Víbora de Russel . . desprezar e depois colher o tubo com citrato.JD 4h.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta.15  negativo  1.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.

Liq. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da pesquis servada em 70 a 80% dos casos. sendo necess rio para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas. glomerulonefrites. monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE. Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta. PARDINI 159 . † † €— d † † €‘ uˆ ‰ † ˆ  d † ‰um ™ ñ m† ò óuô ô † “ ™ ”™ “u‘ “ † †   † † ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. N congelar.0 mL de Sangue Total sem anticoagulante.Líq. a presença de somente uma c lula LE suficiente para dar um resultado positivo. Refrigerar. O resultado do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE.169 Conser o de envio: Sangue: At ras em temperatura ambiente. etc. Pleural . Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias.0 mL Liquor . pesquisa Coment  rios: Os linfócitos atípicos ( pl sicos) s contrados na Mononucleose Infecciosa. Por m. Sinovial . uso de corticóides. Esfregaço: At ras em temperatura ambiente ( corados). sendo o tipo de c lulas maiores conhecido como c lula de Downey. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. artrite reumatóide. óuô †ò ‘€ˆu‰ý‘u”u‰  ˆu‰ý”u‘ “u‘ † ™” ñ dí–uu’ ©8õuóuô † †(ÿ þ ÿ¡ ‰ ¡ ‰ u‘ uˆ ‰ C ’ lulas LE. Laboratórios: Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at  s 16:00 horas (2a a 6a feira) do mesmo dia da coleta. etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas. Veja tamb m: Leucogram .Lavado bronco alveolar. pesquisa Coment  rios: A c lula LE pode ser um neutrófilo. Variam bastante em tamanho e apa r cia.5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem corar). em infecç s viróticas e outras. Veja tam m FAN. M todo: Hargraves Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 7. Ascítico . At 4 horas a 37o C.C ’ lulas de Downey. Conservaç o de envio: Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente.Liq. 3.

May Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Líquor  incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) Cor  límpido. aliadas às determinaç s bioquímicas.0 mL Lavado broncoalveolar. 5. Líq. artrites e peritonites. hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas cavidades. PARDINI . Aspecto rocha Leucometria  at c lulas/mm3  Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3 Citologia diferencial de c lulas:  Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos  Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos Líq. O aumento de celularidade e suas particularidades. Lavado broncoalveolar Cor  incolor Aspecto  claro.Líq. transparente. N o congelar.Citometria e Citologia (Líquidos corporais) Coment  rios: O estudo dos líquidos corporais ferramenta indispens vel para o diagnóstico.Pleural . M todo Citometria: Contagem manual M todo Citologia: Microscopia . infla matórios. pneumonias. Sinovial  amarelo palha Cor  transparente. cristalino. Pleural A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica. bacterianos. límpido Celularidade  200 a 1000 c lulas/mm3 Citologia  Macrófagos alve olares: 80 a 89 %  Linfócitos: 8 a 18%  Neutrófilos: < 3%  Eosinófilos: < 1%  Outras c lulas: 0 % Condi o: 1.0 mL Líq. xistem valores normais e sim correlaç clínica e patológica.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ). locais ou sist micos. viróticos ou f icos.Líq. monitoraç o e prognóstico de processos infecciosos. exames bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites. u‡ u‘ ’ † ˆu‰«— ñ ñ   u’ ™”  “ ˆ ò ˆu‰ † † † † † † u’udR—u” † †  † @ u’ ˆ€‰  † ‘uˆu‰Á”  † –ud † óuô † †©š ô ˆu‰ ˆ ˆu‰ 160 Instituto de Patologia Clínica H. Ascítico A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j tológico.Coloraç . É utilizado para diferenciaç os processos em agudos ou crônicos. límpido Aspecto  elevada Viscosidade Co lo de mucina  grumo firme em líquido claro  0 a 200/mm 3 Leucometria Neutrófilos  0 a 25% Líq. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C. com predomínio das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias.Ascítico .Líquor (EDTA) . Laboratórios: Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta.

J.0 mL de Sangue Total (EDTA). O. esplenectomizados e outros. pesquisa Coment  rios: Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias.0 mL de Sangue Total (EDTA). At ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.HPLC Valor de Refer ncia: 94. A metodologia de eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino. As hemoglobinas anômalas mais comumente encontradas s : S. na defici ncia de G6PD. α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas. D. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ ñ †i†Rÿþ • ÿ ô ¡ ¡ ‰ ‰  —u‰ †  ™ † † ˆu‰â‰◠ˆu‰â—u”âd “u‘ ™   † óuô ò ò pH ALCALINO (HPLC) M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . na talassemia maior.0 mL de Sangue Total (EDTA). nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis. E. €d u‘  † ˆ€‰Á—uˆu” ‰ pH ¶ IDO M todo: Agar Citrato pH 6. PARDINI 161 .Corpos de Heinz. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.7% at .2 Valor de Refer ncia: Hemoglobina A Condi o: 1.5 a 3. ˆ ñ   “™ ” óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò Eletroforese de Hemoglobina AN¶ LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC Coment  rios: A lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente.3 a 96.0 %  Hemoglobina Fetal Condi o: 1. nas intoxicaç s por drogas. I .5%  Hemoglobina A1  Hemoglobina A2 2. At ras entre 2 O e 8O C. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de Hb Fetal. Lepore e H. C. A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer anemia de etilogia obscura. β-Talassemia. óuô †ÿ Instituto de Patologia Clínica H.

O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. s ndantes na disenteria amebiana. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso. Após corar. constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do sistema nervoso (cisticercose. sem corar. na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos. entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo. … ñ  óuô ò €’ † ð ô¡ ‰ † †¨ 162 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Coloraç May -Grunwald .Secreç conjuntival (lâminas confeccionadas ou material biológico). M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: veja Hemograma p . Conservaç o de envio: Lâminas j confeccionadas : At ras em temperatura ambiente. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante.Escarro . No líquor. sem corar e junto com o sangue).Urina . As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. at 15 dias em temperatura ambiente. embor patognomônico.Secreç Nasal . . Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta. ñ ˆ ˆ€‰ì‘ud — ˆu‰«—u”«‘uˆu” ‰Ý † ˆu‰îd€m óuô ˆu‰ ò  dݑuˆ€‰ ô †H• ˆu‰ †Rþ ÿ † ¡ ‰ ˆ ˆu‰ Eritrograma HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM .Escarro: at horas após colhida.Lavado Brônquico .0 mL de Sangue Total (EDTA). mantidas secas.Eosinófilos Coment  rios: A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas patologias.Líquor . al m do Sangue total. 166 Condi o: 1. PARDINI . No escarro e lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. equinococose).Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes .JD 4H. Nas fezes. Laboratórios: Enviar.CHCM Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias. At 6 horas. longe de calor e umidade. Urina .Fezes .

uso de contraceptivos orais.40 a 0. qua  m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes Talass micas).45% a 0. .59% de NaCL Final 0. fibrinólise e doenç tica.Coloraç Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.20% de NaCL Condi o: 5. Sangue. Enviar o mais r ido possível.JD 4h. gravidez. Laboratórios: N o Refrigerar. At dias congelado (m ximo . nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas.4 o C) ñ óuô †ò ‘€‰u’u“u‘ ˆu‰ý d ¡ — ”u–u ˆu‰Û”  ˆ †H†R•þ ô  Fil e ria.70% de NaCL 50% 0. estrógenos e andrógenos. Laboratórios: Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar. Est levados em estados inflamatórios agudos. M todo: Esfregaço em Lâmina . Veja tam m Filariose.N realizamos aos s s e v spera de feriados.30% de NaCL 0.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos. ˆ ô †i† ÿ• ¡ ‰ “ ò  u– ñ ‘u—u‰  ‡   ˆu‰î—ud óuô ˆu‰ †iÿ ¡ ‰ umud€—u‰ † Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Lâminas.0 mL de Plasma (Citrato).Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas.Fibrinog T nio Coment  rios: Os níveis de fibri io est iminuídos em afibrinogenemia heredit ria. at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar). . . ñ m† † ‰†  óuô ò ˆu‰R—u” Fragilidade Osmótica das Hem e¦s ias Coment  rios: O aumento da fragilidade osmótica ocorre esferocitose heredit ria.45% de NaCL 0.0 mL de Sangue Total Heparinizado. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente Wuchereria bancrofti. Laboratórios: Enviar at ras após a cole ta em temperatura ambiente. PARDINI 163 . . coagulaç o intravascular disseminada. A diminuiç fragilidade ¡ –na osmótica ocorre nas hipocromias.JO 8h. M todo: Dacie Valor de Refer ncia: Hemólise Curva Imediata Curva após 24h a 37 o C Inicial 0. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ! Adultos " 200 a 450 mg/dL ! Crianças " 150 a 300 mg/dL Condi o: 1.50% de NaCL 0. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. at ras em temperatura ambiente.

5 a 3. Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose heredit ria. ñ  HEMOGLOBINA A2 ò –u€’ óuô ô 𠆩 † ¨š ¡ ‰  ˆu‰R—u” Coment rios: Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias.JD 4H..: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi 90%. etc. M todo: Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance . A Beta Talassemi ça heredit ria. intermedi ria e maior) quando ser contrados valores aumentados de HbF.166 Condi o: 1. . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Espectrofotometria com reagente livre de cianeto Valor de Refer ncia: veja Hemograma . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C.HPLC Valor de Refer ncia: # Singer $ at . anemia falciforme.0 mL de Sangue Total (EDTA).0% # Betke $ at . ñ  †  “u‘ ˆ€‰ö”u‘  óu“ ô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò © † i† ¨ ÿ †iÿ “u‘ “ u— d † u— ” • @ d Continua. Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de Hemoglobina Fetal. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.0 mL de Sangue Total (EDTA).Hemoglobinas HEMOGLOBINA Coment rios: Indicada na avaliaç anemias e policitemias. que mostram níveis elevados da HbA2. leucemias agudas e crônicas. Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o m s.7% Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ HEMOGLOBINA FETAL óuô †i†Rÿþ • ô ¡ ‰  ò ™” d † —€‰u”u‘  Coment rios: Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor. At ras entre 2 o e 8o C.0 mL de Sangue Total (EDTA).HPLC Valor de Refer ncia: 2.0 % Obs. 164 Instituto de Patologia Clínica H..0% # HPLC $ at . At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . Condi o: 5. freqüente com apresentaç s clínicas variadas.

Heparina ou Citrato). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.Continu õuóuô  o. TESTE DE SOLUBILIDADE Coment rios: O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose. At ras entre 2 o e 8o C.. Condi o: 1..PESQUISA Coment rios: Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero nas c lulas vermelhas.  ñ † ˆ “ ‡ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰  HEMOGLOBINA S. Testes falsonegativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S. PARDINI 165 . Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras. M todo: Ditionito de Sódio Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina H.0 mL de Sangue Total em EDTA. ñ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò  Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Sangue Total (EDTA. At ras entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se apresentam em menor quantidade ou raros.HEMOGLOBINAS HEMOGLOBINA H .

0 31.5 at026 .0 a 36.5 at026 .0 a 16. neoplasias hematológicas.0 a 36.0 12.5 a 10.5 a 15.0 a 13.9 3.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 26.89 at087(9 0 at083(6 0 4.5 at026 .0 a 36.0 a 36. Rotineiramente indicado para avaliaç e anemias.0 a 67.0 at021 .5 a 22.5 a 15.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 70.5 45.5 39.0 a 124.0 2.2 a 5.0 a 14.0 31.0 23.0 a 98.0 9.0 a 126. dispers óptica/fluoresc ncia e impedância. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliaç ist rbios plaquet rios.5 a 15.4 2.2 0.0 a 6.0 a 17.5 4.0 11.6 a 6. parasitoses.5 at0 1.0 a 66.0 2.0 a 100.34 20 a 850 at087(6 0 6.0 77.mulher homem Adulto .0 1.7 a 5.0 28.0 at021 .0 a 18.0 77.5 a 17.9 ˆu‰î— &') RN (cord( 1 a 3 dias 1 semana 2 semanas 1 m) s 2 meses 3 a 6 meses 6 meses a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 12 anos 12 a 18 anos .0 1.0 a 11.0 300 a 900 150 a 450 11.0 a 46.5 29.0 a 123.0 a 41.0 88.5 a 15. laser.0 a 36.5 3.0 a 46.0 a 16.2 4.5 a 21.0 37. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.5 a 8.0 a 100.0 1.0 a 36.0 98.0 a 35. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total.0 a 15.0 a 37.0 31.5 a 15.0 31.0 a 40.0 29.0 a 11.0 a 39. óuô HGB HCT VCM HCM g% % fl pg 13.9 a 2.0 24.0 a 9.0 a 12.1 a 5.5 a 19.0 a 30.0 1.0 a 108.96 at087(9 0 at083(6 0 3. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.0 78.Hemograma Coment  rios: Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como tamb m muitas outras de variadas etiologias.0 95.0 50 a 1100 150 a 450 11.84 50 a 500 at0@4A6 0 Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW % 400 a 1800 150 a 450 11.0 † ðô † † 166 Instituto de Patologia Clínica H.9 a 5.mulher homem Faixa Et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos Faixa et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos RBC x106/mm 3 3.5 a 10.0 80. absorç spectrofom trica. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.0 36. M todo: Sistema automatizado: Citometria de fluxo.0 12.0 a 55.5 1.0 a 20.9 Condi o: 1.23 20 a 850 at087(6 0 9. intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos.0 a 53.0 a 9.0 a 5.90 20 a 850 at087(6 0 5.7 a 4.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 a 34.5 4.0 13.0 a 40.0 28.0 25.0 at054 .0 31.0 a 36.0 74.0 Linfócitos x103/mm3 2.0 at026 . cor e estrutura das hem cias e conseqüente direcionamento diagnóstico e ter tico.0 25.0 a 49.0 a 10.0 29.0 a 36.0 a 16.5 1.5 a 15.0 at02BC6 0 150 a 450 11.5 a 6.0 13.0 a 36.5 35.0 28.86 at089(6 0 at083(6 0 3. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e bacterianas.0 25. 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem anticoagulante.0 a 118.0 1.5 41.91 50 a 700 at083(6 0 6. Valor de Refer ncia: † ñ ™ ” uˆ Û ”— ‡ ™ ” du‰–u“u—  Û ™ˆu”‰ ™ ˆ  Faixa Et% ria ò “ ˆu‰Û—ud  ˆu‰Õ”u† ‘ ™ ˆu‰©ëud ‘€’u“u‘ † ˆu‰h” ˆu‰ † CHCM % 30.0 12.5 a 13.0 31.5 at023 .0 31.1 4.2 4.01 20 a 850 at087(6 0 5.0 a 26.1 a 4.0 a 86.0 11.0 a 40.0 a 42.0 31.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 30.5 a 13.0 2.5 a 15.5 42.0 1.5 a 15.0 14.5 a 10.9 a 5.0 a 62.0 31.0 26.0 a 36.3 4.0 a 33.0 a 11.0 9.5 a 10.0 400 a 1800 150 a 450 11.0 85.0 a 36.9 a 6.5 a7.3 3.4 a 34.2 3.0 a 34.0 6.0 26.5 a 13. sem corar.0 a 35.0 a 36.0 10.0 a 21.0 a 17.5 a 8.0 a 8.0 13.5 42.0 28.5 a 15. junto com o sangue).0 a 34. PARDINI .0 80.5 a 15.5 a 15.5 a 8.0 a 5.0 a 37.0 28.0 a 95.5 at026 .5 a 15.0 a 87.0 1.0 at026 .5 a 7.0 29.0 a 5.0 a 115.0 a 102.0 10. tamanho.0 at02BC6 0 150 a 450 11.7 a 8.6 3.5 33.0 a 60. Atrav s de avaliaç ntitativa e morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co itas e adquiridas.0 a 35.8 a 8.0 1. JD 4H.0 a 36.0 25. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.0 1.5 a 20.0 78. reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas.3 4.0 1.5 a 5.0 a 45.0 a 34.0 a 40. Fornece dados para classificaç s anemias de acordo com alteraç s na forma. inflamaç s.0 75.73 at089(6 0 at083(6 0 3.0 35.0 30.0 mL de Sangue Total (EDTA).5 4.3 3.0 a 31.5 a 16.20 20 a 850 at087(6 0 5.5 34.0 28.0 a 121.0 86.5 a 8.0 1.0 Neutrófilo Neutrófilos WBC Eosinófilos Basófilos segmentado bastonetes x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm 3 x103/mm3 9.0 1.0 400 a 1800 150 a 450 11.5 a 5.0 a 36.

variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+: F 1+/4+: ferro medular diminuído F 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal F 4+/4+:ferro medular aumentado É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria.0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA). M todo: Tris/Isopropanol Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. longe de calor e umidade). leucemia mielóide aguda e outros. Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados parâmetros subjetivos e semi -quantitativos. Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de progress ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. PARDINI 167 . Teste Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis. .Hemossediment ¢ £¦¥ o Coment  rios: A VHS  m fenômeno n o específico e sua medi clinicament til em desordens associadas com produç o aumentada de proteínas de fase aguda. anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas.Para coleta. ñ uˆ ‰ ˆ  óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença. Veja tamb m: Mielograma p . ˆ€‰ù—€d  ˆu‰Ó—  ‡ m†  ñ ˆu‰R–u” óuô ñ u’ †©¨ @ ô — ò ‡ “ Isopropanol. M todo: Coloraç lo Azul da Pr ssia Condi o: Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. . pois tamb m influenciada pela idade.0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina). É tam m til como teste de screening em exames de rotina. alcoolismo. ñ ˆ † ˆu‰R—udR—u‰€”u‘ ˆ u‘ dî‡ m† ‡ ò óuô † † †‡ —ud †  ”à‡ † † ÿô¡‰ Hemossiderina Coment  rios: É um t este sensível para a avaliaç reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç o mielograma. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. agendar antecipadamente no laboratório. Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas. ciclo menstrual e drogas. VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade ltima).JD 8h. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.169 Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente (mantidas secas. M todo: Westergreen automatizado Valor de Refer ncia: D Homem E 0 a 15 mm na 1a hora D Mulher E 0 a 20 mm na 1a hora D Criança E 0 a 20 mm na 1a hora Condi o: 1.

Condi o: 2. Conservaç o para envio: At horas em temperatura ambiente. I Sangue de cor H próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal. Secar a les com gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando. delicadamente.0 mL de Sangue Total (EDTA). logo abaixo da borda. Esse m todo d bons resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. Deixar os esfregaços secarem ao ar. ñ ˆu” m † “ ˆ  ˆu‰Rò–u” —uˆu‰ ˆ † ˆ ¡ ‰u’u“ ˆ u ‰ ˆ ‰u’€“u‘ † ˆ€‰ ”ádu ‘u óuô ô †© š ¡ †Rþ ÿ ‰  Leishmaniose.negativos). Outro m todo simples consiste em comprimir a lâmina contra a superfície cruenta da les . forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 esfregaços de Raspado de Úlceras. recobrem lcera. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. M todo: Coloraç la Eosina Valor de Refer ncia: G Adultos e > 2 anos de idade H < 0. as formas amastigot as s mais abundantes na fase inicial da doença.05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal. pesquisa Coment  rios: Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça bacteriológica. Laboratórios: Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril.Kleihauer Coment  rios: Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç eter nea nas hem cias) e Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). Essa limpeza deve ser feita par haja contaminaç o do esfregaço por cocos que. De modo geral. At ras entre 2 o e 8o C. Em casos d lise de sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno. tornando -se rara em les s antigas (resultados falso. Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de m Rh negativo e feto Rh positivo. ñ óuô ˆu‰Rò–u” ™” ˆu‰ ˆ ˆ ˆ €‘u—u‰Á—ud»‡ ™ ˆu‰ † †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Rmud † då‡ ˆ ˆ€‰Á—u‰Á – “ ™ ” ‘u† ˆu‰ˆ   d(ëˆuu‰ ”R‘uˆu‰ 168 Instituto de Patologia Clínica H. Enviar o mais r pido possível. usando lâminas limpas e desengorduradas. sem corar. PARDINI . Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes. normalmente. alcançar a regi o do f lcera. após remover crostas ou escarificar as les s lceradas.

Para coletar. Escarro.PROMIELÓCITOS  ñ óuô m† † ˆ€‰Ê—€” ™ ™ † ðô † Mielograma Coment  rios: O mielogram sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses. neoplasias hematológicas.JD 4H. . ‘uˆu‰ d† óuô † ‡ ˆu‰R† — ˆu‰Rd ™”  †©¨ @ ô — Neutrófilos. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante.MIELÓCITOS . mantidas secas. protegidos de luz. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo sem corar junto com o sangue). Condi o: 02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa. met stases infiltrativas de M. neoplasias e patologias hematológicas. É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares.MONÓCITOS NEUTRÓFILOS BASTONETES . calor e umidade. Conservaç o de envio: Esfregaços j confeccionados : Sem corar. intestinais. ñ ˆu‰Ý— óuô ˆu‰Rò–u” ‘u †H• ô  †† ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (EDTA).NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS . sendo que o primeiro nome seja escrito por extenso. PARDINI 169 . agendar antecipadamente no laboratório. BASÓFILOS . Lavado Brônquico.LINFÓCITOS .BLASTOS . M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 1. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias. .METAMIELÓCITOS . trombocitoses. Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente. Laboratórios: Enviar esfregaços sem corar. Secreç o conjuntival. Após corar. at 72 horas em temperatura ambiente. inflamaç es. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes. cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis.Leucograma Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç infecç es.EOSINÓFILOS . longe de calor e umidade. oculares e outros de acordo com o material examinado. Urina. Laboratórios: Enviar al m do sangue total. desordens imunoglobulínicas. pulmonares. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Secreç Nasal. acompanhamento de terapias medicamentosas. Material biológico : At horas após colhido. at 15 dias em temperatura ambien te. Veja tam m Hemograma. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica de numerosas patologias. entre outras.O e outras doenças menos comuns.

M todo: Reduç NBT Valor de Refer ncia: 2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT Condi o: 2. Veja tam m Hemograma.malariae. M todo: Fluxometria e impedância Valor de Refer ncia: 150. Conservaç o de envio: Sangue . P. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Condi o: 1. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.5 mL de Sangue total heparinizado.0 mL de Sangue Total (EDTA). produzindo numerosos resultados falso.positivos e falso– negativos.falciparum. corticóides.JD 4h. plaquetopenias e alteraç s morfológicas de plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas. Es cies encontradas: P. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos.At 2 horas entre 2o e 8o C. .At 2 horas em temperatura ambiente.000 a 450. .sem corar. j tratament diferente para cada es cie.corado. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos. em temperatura ambiente por tempo indeterminado. Condi o: 1. 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. A demonstraç o do parasito e a diferenciaç s ci muito importante. 7 dias em temperatura ambiente. ñ m† “ ˆu‰©—u” ™” óuô ò ˆ ††©ð¨š ô ¡ ‰ † Plasmodium. 170 ˆu‰ö—€dö” – † ” † † † ñ ˆu‰R–u” óuô ô † †Áþ öëu”÷‰ ‰† ˆ –† –† Instituto de Patologia Clínica H.000/mm 3 Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase. . Laboratórios: Enviar imediatamente após a coleta.Nitro Blue Tetrazolium Coment  rios: O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s contrados resultados muito diminuídos.vivax. PARDINI . Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa . Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais. ñ ‘uˆu‰«—u” óuô † ‰â‡ P NBT m† ˆ ˆu‰R—uò‰ ™” ™ ˆ€‰å”u‘ †ô Plaquetas (contagem) Coment  rios: Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose. salicilatos. O teste ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es. At ras entre 2 o e 8o C. P. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente.

8% proporç 9 partes de sangue p ara 1 de anticoagulante). Informaç es nece rias: Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis. . Laboratórios . fibrinólise. nefropatia di tica. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. desprezar e depois colher o tubo com citrato.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.At 4 dias congelado em temperatura inferior a . colher tubo sem anticoagulante. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. insufici cia renal crônica. ñ “ò ˆ  “ u ‘ ‘u’u“u‘ ˆu‰ “ ˆuˆu‰‰ óuô † ¡ ”u–€ d ‡ “€‘ dum † “ “u‘ “u‘ ˆ ‘uˆuv‰ v  ˆu‰î—€” ˆuˆ ‰ý—ud † —  ˆu‰ý—u”   ˆu‰â—u”  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰  ”ý‘uˆ ˆu‰â” dR‘uˆu‰  ‰â‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  † ô “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. repetir o processo. Conservaç o de envio: .Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). M todo: Cromog nico (Funcional) Valor de Refer ncia: 78 a 134% Nota: Proteína extremamente termo sensível. presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos. . confundir com Proteína C Reativa.000 plaquetas por mm3 de plasma.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. Defici ncias adquiridas s encontradas em casos de desordens hep ticas. .Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. . A suspens qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. .Colher em tubo siliconizado.4 o C.Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. . Tal fato leva a uma diminuiç Proteína C. É desej vel que o pacient o esteja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. doenç tica. . pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. .000/mm3.Proteína C Coment  rios: A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural. Defici cias co itas s caracterizadas por tromboses venosas recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. Condi o: 3. PARDINI 171 . S ver solicitaç tro exame. terapia com anticoagulante oral. Se possível informar no pedido a contagem encontrada.Enviar material congelado. sem garrotear ou com garroteamento mínimo.Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame).O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. em gelo seco de prefer cia. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina K. . . Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolesc cia.Atenç o. uso de anticoagulantes. coagulaç intravascular disseminada.Separar o plasma cuidadosamente.

. para sua correta avaliaç o. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.O teste positivo. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Separar o plasma cuidadosamente. Proteína S e Antitrombina III combinadas.000 plaquetas por mm3 de plasma. Fibrinólise. Anticorpos anti fosfolipídeos. Fatores de coagulaç . u“€‘ ! “ ñ u‘ uˆ © ‰ u— ” ˆ €• u‡ – ˆu“u‰ ‘ — óuô  ˆ vv  † — †ò m† † €d u— d † “u‘ † ˆ€‰ ¡ ”   ˆu‰©— ™” “u‘ ˆu‰u‰ ‘u’u“ ™” ˆu‰©” ˆu‰  ˆ ˆ€‰Ü—€” ˆu† ‰  ˆ€‰ý—u”  † ˆu‰  ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ ˆu‰ —€” ˆ  †©¨ @ ô — “u‘ “u‘  ‰ì‘u‡  172 Instituto de Patologia Clínica H. A freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante).000/mm3 repetir o processo. S ver solicitaç outro exame. . que quando presente.Teste extremamente sensível em temperatura. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. PARDINI . embora outras mutaç s mais raras tam m tenham sido descritas. pois defici cias c nitas ou adquiridas de Proteína C. desempenha um papel importante na trombofilia. devem ser consideradas. Antitrombina III. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta.86 . colher um tubo sem anticoagulante.É desej vel que o paciente n steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Enviar o material congelado em gelo seco de prefer cia. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. Proteína S. . Laboratórios: Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Condi o: 3. desde que afastadas as causas acima.0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3. embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas. presença de plaquetas e uso de anticoagulantes.20 o C. Anticoagulante ico. . Resist T ncia Coment  rios: A resist ncia à proteína C ativ um defeito heredit rio que. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. caracteriza a alteraç heredit ria da Resist cia a Proteína C Ativada. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.Proteína C Ativada. A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este exame. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas. pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.Este teste ve ser interpretado isoladamente. aparentemente. que quando presente. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 0.JD 4h. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. desprezar e depois colher o tubo com citrato. uso de anticoagulantes. caracteriza a alteraç redit ria da RPCa. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis e autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.

doença hep tica.É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. inflamatórias e durante tratamento anticoagulante. Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. ñ †ò ˆu“ ‰ý—€d –€  d ‰u‘€’u“ “ ý “ m† ˆu‰ ‡ óuô † ‰u–u“€‘ ˆu‰«” ‰€–u ’u“u‘ ‡u– “€‘ “u‘  d€m † “u‘  ˆu‰R—u” vv    ”ý‘uˆu‰ý” ˆu‰î—€” ˆu‰R”  ˆuˆu‰R‰ —u‰ †  ˆ€‰ dۑuˆu‰ ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ “ ˆu‰ì—u”  ‰ì‘u‡ ˆu‰ † †©¨ @ ô —  Prova do Laço Coment  rios: Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar. .000 plaquetas por mm3 de plasma. Valor de Refer ncia: Negativo a (+). Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. reposiç stro ica. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Laboratórios: A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. óuô ò ™ ˆ  ™” Instituto de Patologia Clínica H. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç m dico respons vel pelo paciente. S ver solicitaç outro exame. Um teste positivo pode ocorrer em trombocitopenias. . uso de anticoagulantes orais. P rpura Trombocit ica Idi tica. Síndrome Nefrótica. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: 70 a 123% . PARDINI 173 . que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. colher um tubo sem anticoagulante. Separar o plasma cuidadosamente.000/mm3. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico.Proteína S Coment  rios: A diminuiç prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K.Proteína extremamente termo sensível.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.JO 8h. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Colher em tubo siliconizado. . desprezar e depois colher o tubo com citrato. crises inflamatórias agudas. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . Condi o: 3.Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico). gravidez.4 o C. Enviar o material congelado. Nefropatia Di tica.Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos. . Condi o: Cliente deve estar presente na unidade de atendimento. Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. Insufici cia Renal Crônica e Fibrinólise. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. em gelo seco de prefer ncia.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante. disfunç s plaquet rias. S descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em doenças he ticas. repetir o processo.

Para coletar. Condi o: 2 esfregaços. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente.5 % Q Quantitativo R de 25.000/mm3 Condi o: 1. PARDINI .Reticulócitos Coment  rios: A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: . Conserva-se at 30 dias em temperatura ambiente. Exemplo: Aplasia medular. M todo: Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B Valor de Refer ncia: Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos compatível com Leucemia Mielóide Aguda.5 a 1. †‡ † ñ óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Retr ¢ ¤ £ ¥ o do Co e gulo Coment  rios: Sua principal indicaç como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç praticamente nula.000 a 75. longe d e calor e umidade. mantidos secos. agendar antecipadamente no laboratório. Laboratórios: Enviar esfregaços sem conservante. M todo: Azul de Cresil brilhante Valor de Refer ncia: Q Percentual R 0. . ñ ˆu‰ † ˆu‰ † †óuô ÿ• ò i † ô † ˆò Sudan Black B Coment  rios: Útil na classificaç s leucemias agudas. M todo: Aggler-Lucia Valor de Refer ncia: At % Condi o: 5.0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1.Coleta at S s 18:00 horas. E xemplo: anemias hemolíticas. auxiliando na diferenciaç s linhagens linfóide e mielóide.valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia). Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis. . . É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento.0 mL de Sangue Total (EDTA).valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose). ñ ˆu‰ö—€d ˆu‰ö—ud óuô ”(d€’u—ud † † 174 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total em EDTA. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s vasculares. V. . PARDINI 175 . ñ ˆ ˆu‰ Ùd óuô vv  Tempo de Sangria Coment  rios: É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas e qualitativas das plaquetas.0 mL de Plasma (citrato). coagulaç intravascular disseminada. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. Informar história de sangramentos importantes anteriores. doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente. Hirudoid. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50.. Conserv o de envio: At horas em temperatura ambiente. defici cia de fatores VII. situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado. † DUKE M todo: Duke Valor de Refer ncia: 1 a 3 minutos Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.000/mm3. Heparina. M todo: Lee-White Valor de Refer ncia: 5 a 12 minutos Condi o: 2 tubos (2. Marcoumar.Cliente deve comparecer em uma das unidades.) e qual a dosagem. Laboratórios: Enviar no m ximo at s a coleta. Instituto de Patologia Clínica H. Est mentado nas defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII). M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 70 % Condi o: 1. doenças h ticas. Teste de pouca sensibilidade. X ou protrombina.0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante. ñ    ™” —u ‘u‡ ™™” ™” ˆu‰ ò vv  Continua.Tempo Atividade Protrombina Coment  rios: As utilizaç es mais comuns s ra monitoramento de terapia anticoagulante oral. Marevan e etc. defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç plaquet ria. .. nos casos de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas. Liquemine. ñ “u‘ ™ óuô †ò ™” ˆu‰Á–ud ˆ u ‰ T RNI T TAP “u‘ ”€–u vv    õ € u ó ô †š © “u‘ ˆu‰z— ò i† ÿ ¡ ud u– ê ˆu‰ö‘€d ˆ Tempo de Coagul ¢ £¦¥ o Coment  rios: Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o. .JD 4h. defici cia de vitamina K.Cliente deve comparecer em uma das unidades.

Marcoumar. doenç tica. PARDINI . Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç m grande quantidade. ñ õuóuô o. . doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.) e qual a dosagem. antes de intervenç es cir rgicas e no O PTT indicado nos casos on controle de ter  tica anticoagulante pela heparina. Condi o: 1..JD 4h. uso de anticoagulantes orais. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: At segundos acima do Plasma controle. anticoagulantes circulantes. Hirudoid.Continu IVY M todo: IVY Valor de Refer ncia: U Crianças V 2 a 7 minutos U Adultos V 3 a 9 minutos Informaç es nece rias: . Liquemine. Heparina. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. terapia heparínica. . Em sangue com hemoglobinas normais a precipitaç corre ou ocorre em grau discreto. hemofilias A e B. defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia. Laboratórios: Enviar no m ximo at após a coleta do material. Informar história de sangramentos importantes anteriores.0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina.Cliente deve comparecer em uma das unidades. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.TEMPO DE SANGRIA ò vv  Tempo de Tromboplastina Parcial Coment  rios: ¡ te cia à hemorragia.Informar medicamentos em uso.. M todo: Exposiç Hemoglobina a 50/60 o C Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. uˆ ‰ ˆ u Á ‰ u ‘ u ˆ » ‰ ‰ ñ † ” ˆu‰R—u” ò óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰   ˆu‰ 176 Instituto de Patologia Clínica H. ñ óu† ô A@ † d€–u“ ˆu‰ †ò —€”  ‘u—u“u‘ d ”€–u “ ™ ‡ ˆ †H• ô  vv  i† ÿ ¡  ˆ ˆ€‰(d Teste Desnatur¢ £¦¥ o ao Calor Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis.0 mL de Plasma em citrato. Marevan e etc. As causas mais comuns de PTT prolongado s o: ¡ coagulaç intravascular disseminada.

Urina recente . A relaç cido m lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. imipramina. cido dihidrofenilac tico. A excreç rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas após o t rmino da mesma.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. borrachas e resinas. cido ac tico. pois estes interferem no resultado: abacate. 353 Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. PARDINI 177 . morfina. O lcool inibe o metabolismo do estireno.*Urina 24 h. colher Urina 24h p g. dose e tempo de uso. Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. Dieta O paciente dever rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os alimentos relacionados.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel W IBMP para Estireno X 240 mg/g de creatinina (NR-7. 1994. acetominofen. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . salicilatos. isoniazida. tendo como metabólitos urin rios principais o cido m lico (85%) e fenilglioxílico (10%).HPLC Valor de Refer ncia: ` < 10 mg/24h ` Limiares a de 11 a 20 mg/24h Condi o: Urina 24h. beringela. . xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.Após dieta. ameixa. antidepressivo IMAO. . banana. sendo maior em concentraç s mais elevadas deste. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa.  du‘€— † ˆu‰    † ˆ ñ ˆ ò óuô ˆ † A@ ô —  cido Fenilglioxílico   † ˆu‰÷—u–€”ö –u‰   ‰ † uˆ R ‰  ud™ u‘” —  †  ˆ  ` Coment rios: O 5-HIAA m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). . formaldeído. hor rio inicial e final da coleta. cido 5 Hidroxi Indola s¦’ tico   † Y 5 HIAA (quantitativo) ñ  †  † óuô ò  vv   †ô“  –€” Instituto de Patologia Clínica H. nozes e tomate. metildopa. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. medicamentos em uso.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç límeros pl sticos. Informaç es nece rias: Informar peso. Seu metabolismo e he tico. picles. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. Laboratórios: Especificar tipo de urina. sendo neurotóxico e hepatotóxico. fenotiazinas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.

etanol.4 a 4. 353 Conservaç o de envio: At m s acifidificada e entre 2o e 8o C.8 mg/24h Condi o: Urina 24h.7 mg/24h b 10 a 16 anos c 2. pridoxina e Levodopa.: medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais. Antidepressivos IMAO. MT/Br) b IBMP c 2. tabaco.7 mg/24h b Adultos c 1.5 g/g de creatinina (NR-7. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos. femprobamato.*Urina 24h. refrigerantes e alguns tipos d s. Laboratórios: Especificar tipo de urina. cloropromazina. cido Homovanílico  ñ  ˆu‰©” óuô † ™” ‘uR ” “u‘ ud u‘ — † ˆ m † ò vv   (–€” ý–  †ô“  178 Instituto de Patologia Clínica H.` Coment rios: O cido hi ric rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm lico.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. cido Hipúrico  …  ‡ –€‡ ‰ † ‰ † ‰å–  óuô † ò –u“ ñ  ‘u ˆu‰ Ù ” ˆ –€ˆu” †  ˆu‰ ™ ”   m† –u‡ ˆu‰ ‡ † A@ ô —  ` Coment rios: O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. **Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. aspirina. hor rio inicial e final da coleta.HPLC Valor de Refer ncia: b at .HPLC Valor de Refer ncia: b 03 a 06 anos c 1. 1994. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . *enviar 50 mL e informar volume total. PARDINI . quinidina. Excreç o do HVA pode ser intermitente. .5 g/g de creatinina (NR-7.1 a 4. fumo. lcool etílico e drogas.3 mg/24h b 06 a 10 anos c 2. dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. podendo tam m advir de dietas ricas em cido benzóico: frutas (ameixa. refrigerantes com coca. alimentos conservados com benzoatos. metildopa. disulfiran.O. gr s verdes de caf . borrachas e t intas). ketchup. ssegos). mostarda. 1994. ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day.4 a 8. Níveis elevados tam m s ncontrados no feocromocitoma.M. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. acarretando em concentraç s urin rias baixas. broncodilatadores). tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç hep tica do tolueno. dose e tempo de uso. Acetominofen (paracetamol). cido hip ric um metabólito normal do organismo humano.4 a 8. MT/Br) Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . tetraciclina. 353 Conservaç o de e nvio: At ias entre 2o e 8o C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Instruç es de coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . reserpina.

Urina recente . 1994. MT/Br) d IBMP para Etil-Benzeno e 1.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o cido hi rico.*Urina 24h. Tem metabolism tico. cido Mand ’ lico  ‰í ñ ˆu‰Á” š ¡ ˆ ‰ † † ‰ ˆu¡ ‰”u–u   ˆ€‰f †  ‘€   — † ˆ  ˆ  — †™  ˆ ò óuô ˆ€‰(—€” † A@ ô —  cido Metil Hipúrico Coment  rios: O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho .*Urina 24h. Os xilenos s  tilizados como thinner para tintas e lacas. A excreç ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposiç ras após o t rmino da mesma. `  ˆ€‰ – u ‡ ñ ˆu‰R—u” ˆ ò  óuô ‘uˆu‰Ó–ud ‡ † A@ ô — —u‰R—u”î  ˆu‰ ˆuˆ‰R u‰î ‰Ó ˆ€‰ ‡ ˆ † ‡ Ó ‰ u‘ uˆ ‰ ˆ€‰  ‡ Instituto de Patologia Clínica H. ** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. 1994. agentes de limpeza al m de outros usos industriais. .5 g/g de creatinina (NR-7. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.5 g/g de creatinina (NR-7. Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. O cido man lico se correlaciona melhor com os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico. 1994. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno. *enviar 50 mL e informar volume total. MT/Br) Por presentar valor basal.N ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. 353 Laboratórios: Especificar tipo de urina. sendo maior em concentraç es mais elevadas deste. Laboratórios: Especificar tipo de urina. borrachas e resinas. A relaç o cido man lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. O lcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. PARDINI 179 . *enviar 50 mL e informar volume total. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A primeira fase da excreç cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em torno de 48h após exposiç .8 g/g de creatinina (NR-7. sendo neurotóxico e hepatotóxico. tendo como metabólitos urin rios principais cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%).HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP para Estireno e 0.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP e 1. diminuindo a excreç seu metabólito na urina.

óleos minerais. Medicamentos .HPLC Valor de Refer ncia: g Adulto h 10 a 35 µmoL/24 horas g 02 a 18 anos h < 25 µmoL/24 horas g < 02 anos h < 10 µmoL/24 horas Condi o: Urina de 24h. medicamentos em uso. Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento. Laboratórios: Material deve ser enviado o mais r ido possível. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C.JO 8h. propanolol. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Adicionar cido Clorídrico at alcançar o pH desejado. metildopa. hor rio inicial e final da coleta. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Encontra -se elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma.O. gravidez e diabetes melito. neomicina e kanamicina. Interferentes: Diminuindo . tabagismo. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. tetraciclina. .O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. ch . cirrose e gastrectomia.HPLC Valor de Refer ncia: 10 a 85 µg/dL Condi o: 2. O betacarot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos. antidepressivo IMAO.10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. cido Vanil Mand ’ lico   ñ  €d u‘ ™ — ” † †‰ f VMA ˆu‰©—u” ˆu‰ ò óuô vv  Ó”  … † †   ù–   Beta Caroteno Coment  rios: †ô“ ˆu‰ Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol.` Coment rios: O cido vanil m lico (VMA) principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. aspirina. cardidopa. chocolate. ganglioneuroblastoma. conservas. m absorç . dose e tempo de uso. PARDINI . espinafre). caf . 353 Dieta O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool. quinidina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. refrigerantes com coca. fumo.M. verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4. Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.0 mL de Soro. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Informaç es nece rias: Informar peso. no hipotireoidismo. piridoxina. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . etilismo. broncodilatadores). Níveis baixos de beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas.: medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. levodopa.contraceptivos orais. ”u‘u‰ † d«– ˆ ò ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰÷”u‘ † “u‘  óuô vv  u– †iÿ @ ô — 180 Instituto de Patologia Clínica H. amoxicilina.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) . Laboratórios: Antes de enviar. hiperlipidemia. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . metiformim. qualquer frutas (especialmente banana). Níveis elevados podem ser encontrados na alimentaç rica em carotenóides ( cenoura. neuroblastoma e ganglioneuroma. cloropromazina.

A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 4 a 21 nmoL/mmoL de creat. i Adulto . Níveis elevados s encontrados na osteoporose. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados.Proteger da luz (frasco âmbar).Deoxipiridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col tipo I.Homem p 4 a 19 nmoL/mmoL de creat.*Urina 12h .HPLC Valor de Refer ncia: i 02 a 10 anos p 31 a 110 nmoL/mmoL de creat. sendo influenciada pela dieta. deve -se preferir a coleta de 24 horas. Veja tam m Piridinolina.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança). A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina. Laboratórios: Especificar tipo de urina.*Urina 24h. Refrigerar.  ™ † ñ m† ‘uˆ€‰ ™ ˆ ” † ÿ @ du–u“ u– ˆ  ™ ‘u ˆu‰«ê ‘ud † u’u”u‘u‰ ˆu‰â—u” ˆ€‰öˆu—u‰ ” ò óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. . 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. met stases ósseas. i 11 a 14 anos p 17 a 100 nmoL/mmoL de creat. e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia. . Doença de Paget. Considerando que a excreç sses marcadores maior à noite. PARDINI 181 .Mulher p Condi o: Urina 2h . i Adulto . Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . i 15 a 17 anos p ≤ 59 nmoL/mmoL de creat.

Catecolaminas elevadas tamb m s contradas no trauma. É necess rio que a amostra de sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos. clozapina.  ˆu‰ † “ ˆu‰ † ˆ u ‰ Û ” u ‘ ™” u–  † ˆ ‰† ˆu‰ ‰ ˆ € † ñ ™” vv  å– dÁ‡ SANGUE Valorr de Refer ncia: s Epinefrina (Adrenalina) s Norepinefrina s (Noradrenalina) s ò (–€”  † ¡ r r s s s Dopamina Condi o: 2. a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas na medula adrenal.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório.M. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos. mas sob nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. fruta (especialmente banana). anfetaminas. cocaína. óuô < que 140 pg/mL entre 140 a 200 pg/mL > que 200 pg/mL < que 1400 pg/mL entre 1400 a 2000 pg/mL > que 2000 pg/mL < 30 pg/mL s suspeitos s muito sugestivo s suspeitos s muito sugestivo ™  †  †iÿ @ ô — ˆ€‰ ˆu‰ †  ”† ˆ ˆu‰ † d† Continua. caf . Centrifugar rapidamente. furosemida. retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. . descartar os primeiros 0. nicardipina. Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin. O plasm transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado. Medicamentos: O paciente dever rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C. isoproterenol. pós -operatórios. nitratos. amitriptilina. efedrina. metoclopramida. nitrogliceirna. imediatamente. prometazina.Epinefrina e Norepinefrina Coment  rios: q Catecolaminas A epinefrina (adrenalina). dosagem. com o auxílio das m s. timolol. c rebro e sistema nervoso sim tico. sem fumar. refrigerantes com coca. 182 Instituto de Patologia Clínica H. Esses tumores s causa de hipertens severa de difícil controle. que se origina em 90% dos casos na supra-renal. sendo em 10% deles malignos. nortriptilina. em ambiente calmo. verapamil. hidralazina. difenilhidramina. clorfeniramina.HPLC Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Obs. propranolol. para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente. sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e drogas. acalmar o cliente. homogeniza-se cuidadosamente e. metilfenidato.. reserpipna. clonidina. labetamol. disulfiram e octeotrídeo. desipramina. bromoergocriptina. Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue. morfina. hidroclorotiazida. insulina.5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida. Seu maior uso clínic no diagnósti co do feocromocitoma. metoprolol. metildopa. salbutamol.. chocolate.JO 8h. fumo. dia. Após isto. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fentolamina. imipramina. c . terbutalina. haloperidol. hora d ltima dose. atenolol. clorpromazina. frio. cafeína. ansiedade. Catecolaminas s compostos l beis. Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado). aminofilina. naloxona e TRH. teofilina.10o C. Dieta O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool. nadolol. minoxidil. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do feocromocitoma. felodipina. Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril.O. pseudoefedrina.. transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH. PARDINI . nicotina. levodopa.5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico congelado. dopamina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .

0 a 80.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar. . hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo (homocistin ria).0 15. B12 (cobalamina). ‘ud †  ‘u‰u — € ‰ (  ñ ò uˆˆu‰R ‰ˆu‰R—d óuô uˆˆu‰‰© †iÿ @ ô — ‡ † “u‘  “ u ‘ åd ˆu‰ † ‘€d † † † Instituto de Patologia Clínica H.EPINEFRINA E NOREPINEFRINA Norepinefrina 0.2 a 10.0 0.0 a 65. Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina.0 < de 60 61 a 80 t suspeito > 80 t sugestivo ò õ€óuô o. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.N colher amostra com o paciente deitado. PARDINI 183 . cido fólico e da riboflavina. corticóides. cido fólico e riboflavina.5 0.0 a 29.Continu URINA Valor de Refer ncia . Enviar alíquota 10 mL e informar volume de total.0 4.0 a 3. u Após dieta.0 1.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal. fenitoína. na maioria dos casos. Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6. Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural. na insufici cia renal crônica.10o C. metotrexato.0 0. -N sar o garote por muito tempo. óuô † †ô“  ™ ” –u å”  †¦š Homocisteína Coment  rios:  m ami A homocisteí cido formado no metabolismo da metionina. vascular perif rica) e trombose.0 a 6.5 mL de Plasma (EDTA). Obs.0 a 10. hor rio inicial e final da coleta. trimetoprim.5 a 20.0 a 2. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC Valor de Refer ncia: t Homens: 4 a 14 µmoL/L t Mulheres: 4 a12 µmoL/L t Elevaç iscreta: 15 a 25 µmoL/L t Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L t Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L Condi o: 1. carotídea.5 0.µg/24h: Idades Epinefrina < de 1 ano 1 ano 2 a 3 anos 4 a 9 anos 10 a 15 anos adulto 0. Condi o: Urina de 24h. 353 Laboratórios: Antes de enviar. . Sua remetilaç  metioni dependente da cobalamina. por m em valores limiares.0 a 17.Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta. colher Urina 24h conforme instruç s g. Homocisteína em níveis elevados um fator de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana.. verificar pH da amostra que dever star cido (pH at ).0 8. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .0 < de 200 201 a 260 t suspeito t sugestivo > 260 Dopamina 0 a 85 0 a 140 40 a 260 65 a 400 65 a 400 65 a 400 Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos. Laboratórios: ..

benzodiapínicos. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. hor rio inicial e final da coleta.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança).HPLC Valor de Refer ncia: Idades Normetanefrina Metanefrina < de 2 anos < que 1. sotalol.Metanefrinas . fruta (especialmente banana). broncodilatadores). chocolate.Fraç ¥ es Coment  rios: A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. paragangliomas e neuroblastomas. c . sendo a determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro da faixa normal. medicamentos em uso. ‘uˆuñ ‰ † u‘ ˆu‰R—u” ò  óuô † A@ ô — ™”  ˆ u ‰ ˆu‰  ˆu‰ †   184 Instituto de Patologia Clínica H. levodopa.30 < que 0. bromoergocriptina.HPLC Valor de Refer ncia: tect vel v v IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. oxitetraciclina. Informaç es nece rias: Informar peso. metildopa. dosagem. devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico.41 < que 0. fumo. quinidina. acetominofen. cloropromazina). caf . 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. anti-depressivos tricíclicos.Urina recente . 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. refrigerantes com coca. T m importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma.43 < que 0.: medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .*Urina 24h.O.53 mg/g de creatinina 2 a 10 anos < que 0. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . tetraciclina. fenotiazidas e propranolol. 1994. ñ ˆ “u‘ €‘  ˆu‰ ˆ€‰ ™” “ ò óuô vv   å–u” ý–  ‡ † ¡ †ô“  Paraminofenol Coment  rios: O paraminofenol  m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na (utilizada em tintas. medicamentos. buspiroma. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . dia e hora da ltima dose.41 mg/g de creatinina 10 a 15 anos < que 0. PARDINI . Refrigerar. labetamol.M.73 < que 0.30 mg/g de creatinina Condi o: Urina de 24h. borrachas e pl sticos). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. A excreç – rin ria do paraminofenol vari vel sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç .31 mg/g de creatinina > que 15 anos < que 0.

Doença de Paget. Laboratórios: Especificar tipo de urina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Para monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç lteraç es de forma mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas).Proteger da luz (frasco âmbar). ñ ™ ” ˆ€‰ý—ud †  m† ò  –u“ uˆ ‰ ¨  ™ u‘  ˆu‰Û—u‘u” d † † ˆu‰â—u”âd ˆ€‰í”u™ ‘ ˆ  ‘uˆu‰ óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H.Piridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno tipo I. w 15 a 17 anos w Adulto . Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. met stases ósseas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. x 42 a 200 nmoL/mmoL de creat. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz :1. w Adulto . deve -se preferir a coleta de 24 horas.*Urina 12h . Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Refrigerar. Considerando que a excreç sses ma rcadores maior à noite e que variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. Condi o: Urina 2h . Níveis elevados s contrados na osteoporose. .Homem x 20 a 61 nmoL/mmoL de creat. PARDINI 185 . Veja tam m Deoxipiridinolina. .Mulher x 22 a 89 nmoL/mmoL de creat.HPLC Valor de Refer ncia: w 02 a 10 anos x 160 a 440 nmoL/mmoL de creat. w 11 a 14 anos x 105 a 400 nmoL/mmoL de creat.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança). *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. sendo influenciada pela dieta.*Urina 24h.

ñ óuô ‘uˆu‰ “u† ‘ † ‰ ò   † y 5 Hidroxi Triptamina † ™” ‘uˆ  ˆ … ™” vv    †— †iÿ @ ô — ù– †— –€”u‘u—u“ 186 Instituto de Patologia Clínica H. Dieta O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados. tomate. naproxeno e reserpina. Separar o plasma.p. pickles. banana. dividir 5 mL deste sangue para cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório).10o C.m. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi indolac tico) marcador mais sensível de tumores carcinóides. O seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus -lo. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . evitar 7 dias. O laboratório fornecer tubos p/coleta. pois estes alimentos interferem no resultado: abacate. beringela. Laboratórios: Enviar o material congelado em tubo pl stico. antidepressivos IMAO. por 20 minutos. guafenesin. “sem agitar”.JO 8h. Informaç es nece rias: Informar peso. Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r. nozes. dose e tempo de uso. medicamentos em uso. morfina. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. porque pode haver hemólise. lítio.HPLC Valor de Refer ncia: € 50 a 200 ng/mL € Intermedi rio  200 a 400 ng/mL € Tumor Carcinóide  > 400 ng/mL Condi o: Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA). Homogeinizar imediatamente “ o esperar”.Serotonina Coment  rios: A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios. Sua dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. . Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame.M: acetominofen. imipramina. metildopa. por invers o num total de 6 invers s. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .O. congelar. C. PARDINI .

na síndrome do desconforto respiratório.HPLC Valor de Refer ncia: ‚ 1 a 6 anos ƒ 20 a 43 µg/dL ‚ 7 a 12 anos ƒ 26 a 49 µg/dL ‚ 13 a 19 anos ƒ 26 a 72 µg/dL ‚ Adulto ƒ 30 a 80 µg/dL Condiç o: 1.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O material dever ser enviado o mais r pido possível. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Usar frasco âmbar (sensível à luz). uso de contraceptivos orais. Usar frasco âmbar (sensível à luz).JO 8h. pancreatite. ñ ˆu‰â”u‘ ˆ “ ò †™ ” ‡ “ ˆ “ † ™ ‰u’u“u‘  Ódum ˆu‰ ô vv  †iÿ @ ô — u– Vitamina C Coment  rios: A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias.4 a 1. Níveis baixos s contrados na defici ncia diet tica da vitamina. A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). grandes queimados. PARDINI 187 . insufici ncia pancre tica exócrina. SIDA .JO 8h. aspirina. etilismo. Informaç es nec rias: Informar medicamentos em uso. Refrigerar. nitrosaminas e paraldeído. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.Vitamina A Coment  rios: A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol.  † ‘ud«–€” † ˆu‰»—u” ˆ u ‰ ⠗ u ”  † ˆ “€‘ ñ ‡ uˆ Ó ‰ u– ‰ †‰ † óuô ò ª vv    Instituto de Patologia Clínica H. contato com metais pesados.5 mL de Soro. barbit ricos. pós -operatórios. Seu uso clínico principal squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias após privaç s se oligoelemento. tabagismo. Níveis baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. uso de estr ios e anticoncepcionais. parasitoses. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A.5 mg/dL Condi o: 1. A determinaç r HPLC m todo de escolha. infecç es e etilismo. . estrógenos. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de oxalato com formaç c lculos renais. . síndrome nefrótica. m sorç intestinal.HPLC Valor de Refer ncia: 0. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. Enviar congelado. cirrose. Doença de Adison. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

cirrose.25 a 0. . .25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas. O metabólito 1. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Laboratórios: Enviar o mais r ido possível congelado. Usar frasco âmbar (sensível à luz). colestiramina.9 mg/dL … 13 a 19 anos † 0.HPLC Valor de Refer ncia: … Prematuro † 0. anemia hemolítica e alteraç visual). Juntamente com calcitonina e PTH regulam o metabolismo do c lcio. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais.5 mL de Soro. Informaç es nec ess rias: Informar medicamentos em uso.37 mg/dL … 1 a 12 anos † 0. Valores elevados de 1. ñ  ‡ ˆu‰«”u‘ “u‘ d ˆ † “€‘  “u‘ ˆ † óuô ò ˆu‰ u– Vitamina E Coment  rios: É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres.JO 8h.6 a 1. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro neurodegenerativo. prematuridade. sarcoidose e na intoxicaç vitamínica.8 mL de Soro. A sua car ci respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea (raquitismo e osteomal cia).JO 8h. uso de anticonvulsivante.3 a 0.HPLC Valor de Refer ncia: 20 a 76 pg/mL Condi o: 1. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. ressecç es intestinais). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez.5 a 1. Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com valores de outro metabólito. fibrose cística. Níveis baixos podem ser determinados por m absorç (pancreatite.Vitamina D3 Coment  rios: „ 1. ñ ˆu‰ d ‡† ‰ ˆ€‰ † ‡ ™ ˆu‰ “u‘  ò óuô †iÿ @ ô —  u– 188 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . atresia de vias biliares. óleos minerais e contraceptivos orais. A sua forma mais ativ alfa-tocoferol.8 mg/dL Condi o: 1. etilismo.25hidroxicolecalciferol s contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo. Valores baixos de 1.0 mg/dL … Adulto † 0.25 Dihidroxi O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol).

† ñ –u “ò ™ “€‘ ‘ † ”€–u   †‰ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Swab de nasofaringe. reaspire. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. artrites. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ‡ 0a1m s ˆ 124 a 348 mg/dL ‡ 2 a 6 meses ˆ 111 a 297 mg/dL 95 a 251 mg/dL ‡ 7 meses a 2 anos ˆ ˆ 110 a 279 mg/dL ‡ 3 a 19 anos ˆ 78 a 220 mg/dL ‡ Adulto Condi o: 0. M todo: Imunofluoresc cia direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s.Adenovírus – Pesquisa direta Comen rios: Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia. . Lavado de nasofaringe. vasculites. Laboratórios: Swab de nasofaringe. Resultados falso-negativos podem ocorrer. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Elevada em infecç es. doença he tica crônica. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar. ñ  óuô ò “€‘ ‰Rëu” †  † u– ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Alfa 1 Anti-Tripsina Coment  rios: AAT  ma proteína de fase aguda.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: Ate 5 dias entre 2o e 8o C. neoplasias e pós -operatórios. Conservaç o de envio: Refrigerar e enviar imediatamente. terapia com estrógeno ou corticóide. aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos inflamatórios. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura viral. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. nos casos em que o material de ser aspirado. gravidez. Lavado de nasofaringe. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. PARDINI 189 . cistite hemorr gica e ceratoconjuntivite. cirrose h tica e carcinoma hepatocelular. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. AAT principal componente da alfa-1-globulina. gastroenterite. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. tonsilite. ma característica do m todo.JO 8h.

A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. . O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos. Títulos se elevando em determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o.5 mL de Soro. † ‘€ˆu‰«” ò ‡ ñ óuô Amebíase Coment  rios: †ô A Infecç or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica. É uma proteína de ` fase aguda. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Inferior a 250 UI/mL Condi o: 0. AEO tectado em 85% das faringites. Veja tam m Estreptozima.JO 8h. Conservaç o de envio: Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C.0 a 121. esquistossomose.5 mL de Soro. 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro. aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 75% em 2 meses. Falso -positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%). Na Febre Reum tica.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mg/dL Condi o: 0. Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. .JO 8h. ñ m† ™ ™ ” † — u ” ˆ€‰  ˆu‰`–u‰  ‰ AEO ‡™ ˆ du—ud ‘uˆ€‰ ™” óuô ò 190 †ô Instituto de Patologia Clínica H. hepatites. Níveis de AEO pod em apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica. terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas. Nas infecç s estreptocócicas. PARDINI . neoplasias e terapia com corticóides. gravidez.Alfa 1 Glicoproteína cida Coment  rios: AAGP  ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias. É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler.5 mL de Soro. sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas assintom ticas. causar doença invasiva intestinal ou doença extra -intestinal. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. specífica. 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. mas de forma isol permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 41. . Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. 30% das piodermites e 50% das GNDA. ñ ˆu‰î–  —€“ ò ”†‡ ˆu‰R—  ”u–€ u‰ €’ u“ ‘ óuô   ô Antiestreptolisina O Coment  rios: AEO elevada indica infecç r streptococos beta -hemolíticos. entretanto. a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste.

enfisema pulmonar. quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . ao diagnóstico. pancreatite . Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Outra s neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama.Antígeno Carcinoembrion e rio  CEA Coment  rios: CEA uma glicoproteína q ór specíf ica. Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27. Valor de Refer ncia: Negativo Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. N o enviar em banho de gelo. Artrite Psori tica.0 nanog/mL Fumantes ‘ 5 a 10 nanog/mL Suspeito Maior probabilidade ‘ > 10 nanog/mL Condi o: 0.JO 8h. Níveis elevados tam m podem ocorrer em fumantes. mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 10. Tem forte associaç com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com alteraç es radiológicas compatíveis. Cirurgia. O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal. Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ‘ < 4. PARDINI 191 . Hiperplasia Adrenal.0 nanog/mL N o fumante ‘ < 5. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro intestinais. tero. Artrite Reumatóide Juvenil.5 mL de Soro. m †™ ñ óuô m† Ó– ˆ™ ˆu‰«‘u‰ ˆ  ˆu‰ “u‘ †ˆ H• ð ô ¡ ‰ ò † Instituto de Patologia Clínica H. infecç s. †   ˆ€‰ ‡  ™” u”î‘uˆ€ˆu‰ ‰ † † ’€ˆu‰î” ˆu‰ì”€‘ —€“u‘ ™” ‡ –† † ˆ  ñ ˆu‰R—u” “u‘ ò ˆ  ”ô R †Rþ vv   m † ˆu‰    ˆu‰  óuô  Antígeno HLA B27.0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para realizar em at 48 horas). lceras pticas. Níveis elevados s o encontrados em v rios tumores. Artrites Infeciosas. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem. polipose retal e doença mam ria benigna. Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de Complemento. Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. doença inflamatória intestinal. Para fins de comparaç ve -se usar mesmo m todo. pâncreas. cirrose hep tica. inflamaç s. Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter. N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante. pulm . Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorizaç . tireóide e tumores de cabeça e pescoço. . ov rio. pesquisa Coment  rios: Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas (antígenos). estômago. Níves mais elevados s contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e hep ticas.

podem apresentar níveis diminuídos.JO 8h. . estando sua defici ncia associada a estado de hipercoagulabilidade. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. uso de anabolizantes e penicilina. Defici ncias adquiridas s mais comuns e podem decorrer de reduç síntes tica (cirrose. No tipo I a concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas. Teste negativ o exclui aspergilose. com o aumento do risco de trombose venosa. ñ ˆu‰ “ ˆ€‰ý“ — ˆu‰»— ˆu‰ ” † mud “ ¡ ”u–u ˆ € ‰ å — u d ” ˆu‰ ˆu‰Á” † — † “ “€‘  ˆu‰ ˆ€‰  ò óuô † †Rþ ÿ ô ¡ ‰  vv  Aspergillus sp. Informaç es nece rias: Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 28 a 38 mg/dL Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios. Conservaç o de envio: At ras refrigerar entre 2 o e 8o C. Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. meníngea). Condi o: 0. ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ™” ‰R‘uˆ d† ˆu‰ † 192 Instituto de Patologia Clínica H.7% da populaç . enteropatias. A defici cia de antitrobina III est presente em 1. PARDINI . As defici ncias cong nitas s ivididas em tipo I e tipo II. Reaç s cruzadas com histoplasmose. Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus. Ao nascimento. No tipo II. uso de estrógenos. em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetect veis. infarto agudo do mioc rdio). anti Coment  rios: Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva (pulmonar. e paracocidioidomicose podem ocorrer.5 mL de Plasma (EDTA).Antitrombina III Coment  rios: A Antitrombina III  ma proteína anticoagulante natural. a sua atividade funcional ixa. apesar da concentraç normal da antitrobina III. blastomicose. hepatite). que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. níveis de antitrombina s m m ia 63% dos níveis do adulto. etilismo. gravidez). M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Sorologi positiva em 90% dos pacientes com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica. traumas) e de outras causas (uso de heparina.3 mL Soro. aumentando a estes níveis com seis meses de idade. de aumento do consumo (tromboses. Pacientes imunocomprometidos. coagulaç intravascular disseminada. perda (síndrome nefrótica.

Blastomicose Sul Americana Coment  rios: A Blastomicose Sul-Americana. Yersinia enterocolitica. Títulos de 1:160 s sugestivos de infecç recente. 70% dos pacientes tratados permanecem com sorologia positiva at m ano após o tratamento. PARDINI 193 . na fase aguda e convalescença (após 14 dias). em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. paracoccidiodomicos uma doença granulomatosa que acomete pulm es. Aumento dos títulos de IgG. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a aglutinaç o. IgG persiste por anos após a infecç . ˆu‰ ˆ ”† ˆ ˆ  ˆu‰ ™ ” ˆu‰ † ˆ “  ˆ€‰«— ˆ uˆ ‰ † SORO AGLUTI’”“”•– O M todo: Reaç A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. F. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos. A melhora clínica após tratament companhada da queda dos títulos. na brucelose. Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas. mucosas. entretanto. o que possível em apenas 20% dos casos. Conservaç o de envio: Refrigerar. Vibrio colerae.3 mL de Soro. tularensis. Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas. podendo ser usado para diagnóstico e seguimento do paciente. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose requer visualizaç do P. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. em amostras pareadas.JO 8h. Títulos de 1:4 mantidos. brasiliensis no exame microscópico. devem ser considerados cicatriz sorológica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . pele e linfonodos. indicativo de infecç o recente. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus. por período superior a 6 meses.5 mL de Soro p/ cada. ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †Rþ ô ñ óuô ò ˆu‰  ô Instituto de Patologia Clínica H. ™ ‰†d ò ˆ€‰ ”† ñ ˆu‰ † ˆ † ‰u‘u—u”«‘€ˆu‰ óuô †Rþ ô Brucelose Coment  rios: Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a infecç o comprovada.3 mL de Soro. num mesmo laboratório. Imunoensaio enzim tico: permite detecç e anticorpos IgM e IgG. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos se visualizou ou isolou o fungo. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. complementado pela cultura.

Deve ser realizado pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura. doenças benignas e pacientes normais. peritonites. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. cirrose hep tica. . Cerca de 1.5 mL de Soro. . ˆu‰â”u† ‘    €– ˆu‰ ˆ † ˆu‰ – †  ™” † ™”  ˆ € ‰ † –† ˆ ˆ u ‰ † ˆu‰ † ñ ò “u‘ óuô ”â‘uˆ€‰ù—  ”ô R †Rþ  ™ ” ‡ ˆu‰  ‰å‘uˆˆ€‰  † vv  CA 15/3 Coment  rios: É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares. N se pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. Possui baixo valor preditivo positivo e negativo. menstruaç . sendo usado como marcador tumoral. câncer de endom trio. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pulm . pâncreas. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 30 U/mL ˜ negativo — 30 a 50 U/mL ˜ elevado — > 50 U/mL ˜ positivo Condi o: 0. Cerca de 20% dos cânceres de ov ri produzem CA 125. endoc rvix e trompas. É utilizado em pacientes com câncer de mama para detecç o de recidiva. gestaç o. ov rio.JO 8h. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas. ñ ˆ óuô ò “u‘  ˆ ‘€ˆu‰Á—u”  ˆ † † † ˆ€‰ý— ˆ  ”ô R †Rþ  194 Instituto de Patologia Clínica H. cólon. doenças benignas de mama e hepatopatias. (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e quimioter ico.3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. linfoma n o -Hodgkin.JO 8h. pulm o. pacientes saud veis. doença inflamatória lvica. fígado.5 mL de Soro. PARDINI . met st ases e monitorizaç e tratamento. uroepiteliais. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose. colo uterino. Indicaç s no Câncer de Ov rio: (1) Avaliaç prognóstica. teratomas beni ngos. (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. neoplasias de fígado. Condi o: 0. Aumento do CA 125 pode preceder as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio. abscesso tubo-ovariano. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 35 U/mL ˜ Negativo — 35 a 65 U/mL ˜ Elevado — > que 65 U/mL ˜ Positivo Nota: Este exam eve ser utilizado para diagnóstico. A sua produç o excessiva nos carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados. Informaç es necess rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.CA 125 Coment  rios: Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio. câncer de mama.

A forma co ita. podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. aquelas superiores a 50% do valor anterior. hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. inibidor de protease. É sintetizado nas c lulas epiteliais.CA 19/9 Coment  rios: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino gross tico. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ™ Homens d 29 a 42 mg/dL ™ Mulheres d 26 a 39 mg/dL Condi o: 0. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ™ < que 37 U/mL d Negativo ™ 37 a 120 U/mL d Elevado ™ > que 120 U/mL d Positivo Nota: Este exam ve ser utilizado para diagnóstico. Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia tica. havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. N recomendado para triagem de forma isolada. Tem papel regulador nas enzimas do complemento.5 mL de Soro. havendo diferenças g ticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador). Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. coagulaç fibrinólise. A sua defici cia leva ao edema angioneurótico. S consideradas alteraç es significativas. PARDINI 195 . caracterizada por episódios recorre ntes de edemas. Condi o: 0. doenças benignas e pacientes normais. presente no soro e plasma de indivíduos normais. muitas vezes associadas a v rias doenças. inclusive linfomas. pancreatite crônica. cistos espl ico. Síndrome de Sjögren.5 mL de Soro. para fins de comparaç o. ñ ‰«” ¡ ”u–u ™™ ” m † † ˆu‰â‘uˆ “u‘ ò “u‘ ˆ “u‘ ¡ u” u–  €” u–  ”€‘ † ˆ t ‰ † ˆu‰ óuô ⠔ u‘ €ˆ ù ‰ €— ” †  ”ô R †Rþ vv   C1S Esterase Inibidor Coment  rios: É uma proteína de fase aguda. fibrose pulmonar.JO 8h. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. Nas formas adquiridas. Laboratórios: Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta. o angioedema heredit rio. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. endometriose. Duas formas dessa defici ncia s scritas: a forma cong nita e a adquirida. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo. comum ocorrer a defici ncia funcional. . cistadenoma ducto h tico. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. ñ ‘u’u“u‘ “u‘  ò ˆ€‰à” “ ˆ € ‰ Á — u ”  † † “ “ “u‘ óuô ô u – Instituto de Patologia Clínica H.

”å‡ ñ ò  † mu”umu“ ˆ u ” “u‘ ˆu‰Rd um €” um “ ˆ ˆ ˆu‰ óuô ô 196 Instituto de Patologia Clínica H.90 0. Entretanto alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune).JO 8h. IgA. PARDINI . em geral títulos baixos e do isotipo IgM. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e f negativo e ≤ 0.JO 8h. . endocardite infecciosa.Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em níveis protetores de forma duradoura.10o C. naturalmente ou por vacinaç o.09 f indeterminado e f positivo ≥ 1.Cardiolipina IgG/IgM. estes anticorpos est sentes. hanseníase. IgM . infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. Conservaç o de envio: Entre 0 o e . doenças infecciosas (síf ilis. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e IgG f ≤ a 10 GPL e IgM f ≤ a 10 MPL Condi o: 0. Nesses casos encontra-se. ˆu‰ ˆu‰Á– ñ ˆu‰ ™ óuô ò  ‘uˆu‰ Caxumba IgG/IgM Coment  rios: †Rþ ô IgG . cada. Os s de m s imunizadas. Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite Reumatóide (7. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç recente. tuberculose. apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade.10 Condi o: 0. auto anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL.91 a 1. Em quadros crônicos. .Test til no diagnóstico da Caxumba. se observando fenômenos trombóticos. mais raramente.7 a 33% dos pacientes).5 mL de Soro.2 mL de Soro.

5 mL de Soro. Anti Coment  rios: h Anticorpos anti-centrômero s toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados em pacientes com AR. . Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator reumatóide.JO 8h. disfunç o esofagiana. . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 197 . sendo til ao diagnóstico diferencial de outras colagenoses. independente do fator reumatóide. anti Coment rios: Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR). Cerca de 7% dos adultos saud veis t m esses anticorpos detect veis. Valores elevados tam m podem ser encontrados em lceras stricas.CCP  g Citrulina. prediz evoluç o mais agressiva da AR. Raynaud. ˆu‰Ád ACA ˆ óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo: ≤ 50 U Condi o: 0. nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para diagnóstico precoce. Anticorpos anti -c lula parietal s encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. Absorç vitamina B12 (cobalamina) depende da produç fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido clorídrico.2 mL de Soro. A determinaç o conjunta com o fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR. É visto em 70 a 80 % dos casos de síndrome de CREST (calcinose. se til no diagnóstico dos pacientes com artrite reumatóide e FR negativo. Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.2 mL de Soro. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido resultante de modificaç o da arginina. esclerodactilia e telangiectasia).JO 8h. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ˆu‰«—u‰ ‡ ’€  “ ñ ò “€‘ óuô †ô ñ ò “€‘ “€‘   ˆu‰Á—u† ‰ ’€ † ˆ u ‰ « — u d m† † m†  uˆ ‰ Centrômero. Anti Coment  rios: Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa. câncer g strico e Síndrome de Sjögren. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: Refrigerar. † ˆ ñ ˆ ‘€—u‰â‡ óuô ò  ”† ˆ ‡ †  ˆ€‰(”€‘ ‘u‰u ô C ’ lula Parietal.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. bronquite. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.76 vezes.JO 8h.5 mL Soro. que carrega 70 a 90% do cobre plasm tico. produzida no fígado.Ceruloplasmina Coment  rios: A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina). ˆ ñ † ™ ” ˆu‰â—u” ò “€‘ ˆ † dà—€‰u”u‘  † ˆu‰ d –† ™” Ù óuô †ô 198 Instituto de Patologia Clínica H.0 a 53. Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas com infecç s n tectadas em gestantes. Conservaç o de envio: At dias. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda. um resultado normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson. PARDINI . Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios. Entretanto.JO 8h.0 mg/dL Condi o: 0. A maioria das mulheres apresentam infecç o assintom tica. sinusite e pneumonia.2 mL de Soro. ˆu‰ádu— ñ óuô ò “€‘ “ “ “ ˆu‰í—€ ” †ô Chlamydia tracomatis Coment  rios: A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson. . podendo levar à doença inflamatóri lvica. enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano.  ñ  ‘uˆu‰Á” ò † d ¡ ”u–u ˆ€‰(— ˆ u ‰ “€‘ óuô †ô Chlamydia pneumoniae IgG Coment  rios: A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite. M todo: Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM Valor de Refer ncia: IgG i Homem j < que 1:16 i Mulher j < que 1:64 IgM i < que 1:8 Condi o: 0. Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias nutricionais. sendo ainda necess rio biópsi tica para confirmaç iagnóstica. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 21.2 mL de Soro . . entre 2 o e 8o C. Cerca de 50% da  lta apresenta resultados positivos. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar níveis mais baixos. t m sido observada a associaç populaç doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de 2. infertilidade e gravidez ectópica.

4o C. ™ ˆ ñ ‡ ò óuô ô uˆ R ‰ u– ‰ ò † Óëud ˆu‰ †† ˆ ˆ ˆ€‰ ” ”u–u ¡ u‡ m  ˆu‰«’ ˆu‰ ˆ  ™† ” ‘u‡ † ˆuˆu‰ ‰ Cisticercose Coment  rios: A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central. Sua concentraç independe da massa muscular. a seguir. A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal. sendo que apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva. sem correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular. tumores malignos. Assim. . 0. ñ óuô ò “€‘ ô ˆu‰ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. V rios estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica.4o C. . reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal.JO 8h . PARDINI 199 . devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . ñ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ‡u‘ “  ™” óuô  ô ˆu‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Cistatina C Coment  rios: Útil como ma rcador da funç renal. e alguns hipertensos com protei ria. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. reaç s cruzadas com equinococos podem ocorrer. Sorologia pode complementar o diagnóstico.33 mg/L k 0.63 a 1. sendo capaz de detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular.7 mL de Soro.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. Conservaç o de envio: Refrigerar. foram descritas em pacientes com o mieloma m ltiplo. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . entretanto. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1 a 50 anos k 0.5 mL de Líquor.JO 8h. 0. cirros tica.5 mL de Líquor. sua concentraç s rica depender se que exclusivamente da capacidade de filtraç lomerular. . Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . sendo. Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.55 mg/L > 50 anos Condi o: 0.5 mL de Soro. É importante citar que elevaç s da cistatina C.JO 8h .74 a 1. do sexo ou da alimentaç . devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .5 mL de Soro.

5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). se est r vida e se fez este exame anteriormente. † †  ˆ †  ÿ ™ ™” ˆu‰ vv  Á’   ˆu‰Á–ud ˆ  ˆ€‰(d€‰ ™ ™” ˆ   ™† ‘uˆu‰÷—u” ™” † † ˆu‰Rˆudu‰ — ‰ud ‘u’€† “ ˆ ˆ€‰ ‰u‘u’u“ ‘uˆu‰  ˆu‰ ‡ ˆt‰ † ‰R‡ ELISA IgG e IgM IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .99 m positivo Condiç o IgM: 0. Assim. Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado. Recoleta na convalescença (após 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos.IgM: m negativo l ndice < 0.80 ndice 0.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. para afastarmos infecç o pelo CMV. . Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç ssada ou recente. Cerca de 85% da populaç ult soropositiva. sendo que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. Informaç es nece rias: Informar. PARDINI . caso colhido precocemente.. ñ óuô ò IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valorl de Refer ncia . quando utilizado antes de 18 semanas de gestaç . entretanto.99 m indeterminado l ndice > 0.JO 8h. pois. Falso -positivos tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus.JO 8h.Citomegalovírus Coment  rios: O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita. Assim. Por ltrapassar a barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c nita.MEIA Valor de Refer ncia . de infecç es passadas e reinfecç es. por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados títulos baixos por at meses.80 a 0. ser avaliado como um indicador absoluto de infecç recente. vendo. ñ †Rþ ô ô B B B ò  ˆ€‰ ô †Rþ ˆu‰ Continua. 200 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). essa determinaç muit til para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos. Tem grande poder de predizer rec m-nascidos infectados. deve-se repetí-lo após 15 dias. A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide.. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . Essa avidez aumenta progressivamente em semanas.IgG: Negativo Condi o IgG: 0. Líquor. . Geralmente permanecem detect veis por 3 meses.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.p. Imediatamente.IgG e IgM M todo: ELFA Valor de Refer ncia . ..70 a < 0. As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est ausentes no hipercatabolismo. Laboratórios: Após a coleta de sangue.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . ñ ò ô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses ô ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ Complemento CH 100 Coment rios: Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica).IgM: n Negativo o < que 0.. artrite reumatóide). deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.00 UA/mL n Indeterminado o ≥ 4..3 mL de Soro. lupus eritematoso sist mico. O material deve ser transportado para o laboratório congelado.5 mL Soro p/ cada.00 UA/mL Valor de Refer ncia . separar o soro e congelar.90 Condi o: 0.CITOMEGALOV RUS Ÿ ELFA .5 mL Soro.90 n Positivo o ≥ que 0.JO 8h. ñ ò ò óuô †ô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: ELFA Valor de Refer ncia: n Baixa avidez: inferior a 30% o n Inconclusivo: entre 30 e 60% o n Alta avidez: superior a 60% o Condiç o: 0.00 e < 6.m. defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos (glomerulonefrites. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.00 UA/mL n Positivo o ≥ 6.. Instituto de Patologia Clínica H. para coagular.  ñ óuô ò  “u‘ “  †  ˆu‰ uˆ ‰ ô u – Continua.Continuaçao. PARDINI 201 .70 n Indeterminado o ≥ 0. Conservaç o de envio: Refrigerar.IgG : n Negativo o < 4. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ≥ 60 U/CAE Condi o: 0.

.. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Continua. glomerulonefrites e outras.5 mL Soro.p. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. lupus eritematoso sist mico (LES).COMPLEMENTO C1q Coment rios: OC ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1.. ñ uë †  €ˆ ‰Á —  óuô ò ˆ€‰ “u‘  ˆu‰ “ † ‡ ô u – ™ C2 Coment rios: O C o segundo componente do complemento. Laboratórios: Após a coleta de sangue. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Laboratórios: Após a coleta de sangue. para coagular. separar o soro e congelar.3 mL de Soro.0 mg/dL Condi o: 0.JO 8h. separar o soro e congelar. Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a susceptibilidade a infecç es.  ˆu‰Û—u” †  ñ uˆ Û ‰ u— ” ¡  “ ‰u‘€’u“ óuô ò ô u – 202 Instituto de Patologia Clínica H. para coagular. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: 4 a 24 µg/mL Condi o: 0. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. O material deve ser transportado para o laboratório congelado.JO 8h. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 70. ñ  ÿӆ óuô ò ˆ€‰ “ † ˆ€‰ ô u – C3 Coment rios: A quantificaç C3 tilizada para avaliaç indivídu os com defici ncia c nita deste fator ou portadores de doenças por imunocomplexos. Imediatamente. Laboratórios: Após a coleta de sangue.0 a 176. Imediatamente. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. para coagular. Níveis s ricos de C1q est iminuidos na doença de imunocomplexos. Imediatamente.m. lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: Superior a 125 µg/L Condi o: 0. .3 mL de Soro. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. onde consumo de complemento: LES. separar o soro e congelar. É til no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.Continu õuó€ô o. artralgia e nefrite.m. . PARDINI .p.. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase aguda.m. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p. O material deve ser transportado para o laboratór io congelado.

glomerulonefrite. alfa metildopa e insulina. por isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional. separar o soro e congelar. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. triagem de anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais.JO 8h.0 mg/dL Condi o: 0. m s de gestaç o e n o filhos (1o. para coagular. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 12. ñ •u‡u–  óuô ò ˆu‰Û—u”  †  “ uˆ ‰ ˆu‰Á—ud “  ‰€‘u’u“ ô u – Coombs DIRETO Coment rios: O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes.4o C. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.5 mL Sangue Total em EDTA. cefalosporinas. PARDINI 203 . Conservaç o de envio: Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta.. doença do soro. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo.5 mL Soro. 2o. etc.. .5 mL de Soro. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente à hemólise.  ñ  óuô ò † † ™” ™ †Rþ ô vv  R’  “ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.0 a 36. Imediatamente. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Laboratórios: Após a coleta de sangue. etc).m. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar .p. sulfonamidas. Informaç es nece rias: Informar se a cliente est r vida. M todo: Teste em Gel (Micro Typing System) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.  ñ óuô ˆò ˆu‰ † ™ˆ ô ˆ u– † INDIRETO Coment rios: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do complemento ligadas às hem cias. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas.Continu õuó€ô o. tetraciclina.COMPLEMENTO C4 Coment rios: A quantificaç C4 tilizada para avaliaç de indivíduos com defici ncia c nita deste fator ou de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento: us Eritematoso Sist mico.

Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente refrigeradas ou uso de antibióticos.p.JO 8h. macroglobulinemia de Waldenstron. ser colocada na geladeira. Essa amostra o deve. PARDINI . Transportar o soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.m. estando associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas. Laboratórios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período de 8 a 30 dias após o início da infecç . doenças infecciosas agudas ou crônicas.5 mL Soro* + 1. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç o. Laborató rios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta.m.JO 8h. pesquisa Coment  rios: Criofibrino io  ma proteína que tem ˆ€‰(–€‰u—u” dۑuˆu‰Û—u” ‰uu’ a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. ñ óuô ˆuò ‰ ‡ ‡ u– ˆ u ‰ dà‘€ˆu‰à—€” 204 Instituto de Patologia Clínica H. em hipótese nenhuma.0 mL de Sangue Total em EDTA.0 mL de Plasma (Citrato de sódio). ñ óuô €’ “u‘ † ˆuò ‰ R v  ” u‘ ˆ ˆu‰R‘u”€‰ ˆu‰ u– Crioglobulinas. Essa amostr ve.p. . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 1:32 Condi o: 0. . M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. estando associada com desordens na coagulaç . JO 8h.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n ser armazenado com o c ulo. mieloma m ltiplo.p. pesquisa Coment  rios: É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas.Crioaglutininas. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. pesquisa Coment  rios: A presença de crioaglutininas em título superior a 1: indicativa de infecç por Mycoplasma pneumoniae. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Informaç es neces rias: Informar se est m uso de anticoagulante. doenças auto -imunes como l pus. ser colocada na geladeira. Essa amostr ve. processos inflamatórios. em hipótese nenhuma. ñ óuô ˆò ˆu™ ‰” ¨ ÿ† ™” ˆu‰ ô u– ˆ Criofibrinog T nio. Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença da crioglobulina (IgM-kappa).m. Laboratórios : *A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Transportar o Soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. Centrifugar o sangue por 10 minutos a 2000 r. incluindo infecç natal. em hipótese nenhuma. ser colocada na geladeira. doenças malignas. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç .

Den 3 e Den 4. ˆ ™” † † “ u” † ‰ † † —€” IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença. O vírus da deng da família flavivírus que cont m 70 esp cies. H possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos. ñ ˆ † —u” ˆ d†  ˆ † ò  ˆ ˆu‰   d Ó ‘ u ˆ u ‰ “ ˆ u ‰ Á — u ”  — u  ˆ€‰  ˆu‰Û–  ‰†  “u‘ ˆ€m‰ †  “u‘ óuô  ô †Rþ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Reaç s falso -positivas podem ocorrer.JO 8h Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o a 8o C. Esse dad importância diagnóstica. relacionadas com fatores reumatóides. diminuiç do título de antígeno corresponde a bom prognóstico. . pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico. Anticorpos s detect veis por 60 dias. da mesma maneira. IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mas na maiori indetect vel após 60 dias. Conservaç o de env io: At dias entre 0o e . .Lavado Brônquico Alveolar . IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses.5 mL de Soro p/cada. Den 2.10 o C. Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças. Uma pequena porcentagem de pacientes com infecç secund ri t m IgM detect vel.Cryptococcus Neoformans Coment  rios: Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica. 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias. Na infecç terci ria os títulos s o mais baixos. o que acarreta em altas taxas de falso-positivos.JO 8h. ”R‡ ñ óuô ˆò ™” ˆ ˆu‰ ô Dengue. pesquisa Coment  rios: S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de doença. M todo: Aglutinaç o . Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e.Urina.Pesquisa Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. IgM tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. o que possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos. PARDINI 205 .5 ml de Soro . entre elas o vírus da febre amarela. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos.Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas. . Tem valor diagnóstico quando realizado em sorologias pareadas. Em alguns casos de infecç rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias.Líquor . Causa comum de falso -negativ a coleta prematura. e da aplicaç o de vacina para febre amarela.

Dímero D Coment  rios: O Dímero-D (DD) m produto da degradaç a fibrina pela plasmina. Laboratórios: Centrifugar imediatamente após a coleta. sepses. Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados a baixos níveis de complemento significam doença em atividade. Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç . Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico.J 4h. † ñ  ˆ óuô ò ˆu‰Ó— ˆu‰ † ‡ ˆu‰Û—u‰ † — ˆu‰Û—u‰ † u— ” “ m † ˆu‰«† ”u‘ ™ ˆ € ‰ “u‘ †  ˆu‰ ˆu‰Ûd  †iÿ ô   DNA. em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos. . . Entretanto.20o C. devemos ressaltar sua baixa especificidade. Sua determinaç til no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). Ressalta-se que as dosagens do DD s rico realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex. pós -operatório (at semana). que tectado uma hora após formaç trombo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ † ™” † ô óuô uˆ ÷ ‰ u” ‘ ò “€‘  ˆ€‰ † u‡ –  206 Instituto de Patologia Clínica H. por m os títulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) Valor de Refer ncia: 68 a 494 nanog/mL Condi o: 0. neoplasias. anemia falciforme.5 mL de Plasma citratado. Conservaç o de envio: At dias em temperatura inferior a . e permanece elevado em m ia 7 dias.20o C em tubo pl stico contendo aprotinina (anti-plasmina) e envi -lo congelado. confirmada à cintilografia ou angiografia . M todo: Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Nestes pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD. Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas. insufici cia cardíaca e pneumonias.2 mL de Soro. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90% na identificaç o de TEP. Níveis elevados tam m s contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo do mioc rdio.JO 8h. coagulaç intravascular disseminada. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-dsDNA s contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e marcador de acometimento renal. auto -imunes e infecç s como a esquistossomose e a mal ria. mesmo com a remiss clínica da doença. PARDINI .

aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes gen ticas. †   ñ  ò ˆu‰ ™ † † óuô † †©¨ ô  u– †©š Eletroforese de Proteínas SORO Coment rios: É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas. Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem defici cia imune.4 a 8. usualmente. doença inflamatória cr ônica.1 g/dL Gama 12. alfa1. As lipoproteínas podem ser separadas atrav s de eletroforese.5 mL de Soro.Eletroforese de Lipoproteínas Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias.5 a 1.0 a 14. Em um soro normal.2 g/dL Beta 8. PARDINI 207 .3 g/dL Condi o: 0.0% 0.JO 12h.0 a 65. 5 bandas (albumina. bem como em gr vidas e na terapia com estrógeno. . Laboratór ios: Enviar material o mais r ido possível. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento policlonal de gama-globulina por reaç s imunes.6 Proteínas Totais 6. alfa2. LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas. Alfa 30 a 36% 27 a 37% 19 a 27% Pr -Beta 09 a 15% 04 a 12% 08 a 16% Beta 50 a 60% 54 a 66% 57 a 73% Condi o: 0. Bandas m ltiplas.0% 0..6 g/dL Alfa 1 2. Níveis baixos podem ser encontrados na desnutriç . M todo: Eletroforese em Gel Agarose Valor de Refer ncia: Adulto Criança Fem.  ‡ †  “u™ ‘ ò “u‘ ˆu‰à—€” u‘ uˆ ‰ ˆu‰ “ “ ˆ † ‘udݐ ™ ˆu‰à—€d  ñ ™” ˆ ’u“€‘ ™ ” “u‘ ˆ d ”u–€ ¡ ™” óuô †»þ ô ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2 (Haptoglobina) sugerem uma reaç fase aguda.. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram com as alfa-1-globulinas.1 a 0.6 g/dL Relaç o A/G 1.5 a 13. Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados de estrógeno. infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas.5 a 1.0 a 5. infecç s respiratórias e de pele e artrite reumatóide. Masc. M todo: Eletroforese em Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Albumina 52. con ita ou adquirida.5 a 1.0 a 22. doenç tica e neoplasias.0% 0. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda alfa2. beta e gama) s visíveis.2 a 5. VLDL (pr betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas.4 g/dL Alfa 2 7. JO 8h.4 a 2.0% 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2 o e 8o C.0% 3. Bandas intensamente coradas das regi es alfa à gama em reas que normalmente cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais. Continua.5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta).

353 ñ ˆ ‡ ò ˆ€‰(” ˆu‰ ¡  óuô ˆu‰© † †©¨ ô –u€’ 208 Instituto de Patologia Clínica H.Continu CONCENTp“”•”– O NO L¼ QUOR õuóuô o... .0 mL de Líquor. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. como paraproteínas. Instruç es de Coleta Veja Urina 24 horas . M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Pr -Albumina 2 a 7% Albumina 56 a 76% Alfa 1 2 a 7% Alfa 2 4 a 12% Beta 8 a 18% Gama 3 a 12% Banda/Faixas Oligoclonais Ausente Proteínas Totais 15 a 45 mg/dL Condi o: 5.Refrigerar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m gel de agarose Valor de Refer ncia: Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h Alfa 2 7.ELETROFORESE DE PROTE NAS Ÿ Coment rios: O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central.  ñ † ò ˆ€‰(” ‡ óuô †©¨ ô  CONCENTp“”•”– O NA URINA Coment rios: Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina.4 a 11% 11 a 17 mg/24h Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h Gama 15 a 22% 23 a 33 mg/24h Proteínas Totais at 150 mg/24h Condi o: Urina 24h. -N sar conservante. Nestes casos indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica. na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças degenerativas. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Particularmente na esclerose m ltipla.

Se repetido após alguns dias. Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma. PARDINI 209 . que caracterizam infecç recente. Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o pr via. Entretanto. ñ dî‘uˆu‰  ò ˆ u’ u“ ‘ ˆu‰ † “u‘ ˆ ™ ˆu” ‰ † q EBV “u‘ ” ë € ö ”d † u— ö óuô  Esquistossomose IgG Coment  rios: †Rþ ô ‰R‘uˆu‰ ˆu‰ Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença.Líquor.JO 8h. .JO 8h. na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande atipia linfocit ria.A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. M todo: Imunofluoresc cia Indireta . toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e hematológicos s freqüentemente superponíveis. mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de classe IgG e IgM. A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia. Presença apenas de anticorpos IgG traduz infecç o antiga. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç . Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. podem n o ser detectados em indivíduos com infecç s leves ou moderadas. e sim.  ˆ ™” ñ † “€‘ ò óuô ˆ ô †  ™ ” ˆu‰  ˆ ˆu‰ ˆ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais.Endomísio.Substrato Cerc ria Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. Após início de terapia de restriç l ten. Ciclos de congelamento/descongelament s recomendados. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme.5 mL de Soro p/ cada. Endomísio  ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa. Outra possibilidade doenç seja mononucleose. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a reaç o se torn a positiva. a ingest o de gl ten leva a produç nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos antiendomísio. . anticorpos anti Coment  rios: †ô A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos heterófilos na vi cia de quadro clínico. . ”î‡ Na DC.JO 8h. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ascaris). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.2 mL de Soro . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. como só IgM.gliadina. no início da doença. ñ óuô ˆu‰à—€”à’ ‡ † d ò “€‘ ˆ ‡† ˆ ˆˆu‰Ó—u”åd ˆu‰»‰ Epstein Barr IgG e IgM. O padr ro para diagnóstico de DC biópsia intestinal.6 mL de Soro. É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado negativo nos testes.

Estreptozima Coment  rios: O teste de estreptozima (STZ) ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos. Reaç s falso negativas podem ocorrer na presença de anticorpos anti -SSA/Ro.JO 8h. ñ Sm Pontilhado 25-30% dos pacientes com LES RNP Pontilhado LES. devido a possibilidade de contaminaç material durante a punç o. Pericardico.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).Líq. esc lerodermia. Condi o: 0. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em títulos geralmente at :160 na artrite reumatóide. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 100 U Stz Obs. lupus subcutâneo.: A pesquisa de anticorpos em líquidos corporais deve ser realizado em paralelo com o soro. Altos títulos est&(' presentes na DMTC. Estreptoquinase. de Sjogren SSB/La Pontilhado fino Síndrome de Sjogren.Líq. Após o teste de triagem positivo deve ser feita a dosagem de auto-anticorpos separadamente. Síndrome de Sjogren LES-lupus eritematoso sist) mico. lupus induzido por drogas ˆu‰Û” ˆ r FAN uˆ à ‰ €” ‘ “ “ ‰ö‘€ˆu‰ † ™” ™” “ † M todo: Imunofluoresc cia Indireta . ñ ™” † ˆu‰ u– ˆˆ ˆò † ˆ ˆu‰ óuô †Rþ ô Fator Anti-Nuclear (Hep 2) Coment  rios: Anticorpos antinucleares s o detectados por imunofluoresc ncia indireta em substratos de c lulas humanas . anticorpos anti-DNA de fita simples (ss-DNA) e durante o uso de corticóide ou outra terapia imunossupressora.Substrato: C lulas Hep 2 Valor de Refer ncia: Negativo Obs. Cerca de 98% dos pacientes com lupus eritematoso sist mic tratado t m o teste de Hep 2 positivo. Hialuronidase. DNase e NADase. PARDINI . ESP-esclerose sist) mica progressiva DMTC-doença mista do tecido conjuntivo ò “€‘ † óuô ˆu‰R—u‰ ˆ †ô 210 Instituto de Patologia Clínica H.2 mL de Soro Líquor . S. N xiste relaç tre os títulos de ANA e a atividade da doença. Pode -se encontrar resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa. LES Jo-1 Citoplasmw tico Polimiosite PCNA Pontilhado característico LES Lamin Perif0 rico Significado clínico desconhecido Complexo de Golgi Citoplasmw tico LES. . síndrome de Sjögren. lupus neonatal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. n o apenas contra a estreptolisina O. Ascítico . Pleural . Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. Sinovial .Líq.: Pesquisa de anticorpos para antígenos extracelulares do Streptococcus A: Estreptolisina O. Scl-70 Nucleolar e pontilhado fino 75% dos pacientes com a forma difusa da ESP Centrômero Pontilhado característico Síndrome de CREST SSA/Ro Pontilhado ou negativo LES. . hepatite auto-imune e em cerca de 10% de pacientes acima de 50 anos. Anticorpo Padrs o Características 't( DNA nativo Perif0 rico e HomC LES associado a nefrite )C uv' Histona Hom'(t )(uCv ' LES . Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada.JO 8h. Títulos se elevam 1 semana após infecç aguda e podem permanecer por at 2 meses.Hep 2.Líq. Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

u’ d†  ˆ ˆ ˆu‰ óuô ò  †ô Instituto de Patologia Clínica H.Fator Reumatóide Coment  rios: O fator reumatóide (FR) m auto -anticorpo. gota. algumas consideraç s devem ser realizadas na interpretaç seu resultado: FR positivo em 5 a 10% da populaç saud vel .25 mL de Soro ou Plasma (Heparina) p/ cada. S. A nefelometri m todo atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR. Sjögren. . hepatite viral. É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR). É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença. Sorologia se torna positiva 7 a 10 dias após início dos sintomas. ñ †ô óuô †ô ˆò Febre Amarela Coment  rios: IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mal ria. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. após congelar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. doenç tica crônica e endocardite). tuberculose.SORO M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 35 UI/mL Condi o: 0.L ¼ QUIDO SINOVIAL M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. esclerodermia. ñ óuô AGLUTI ’”“”•”– O . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. doenças que cursam com aumentos de gamaglobulinas podem causar falsos positivos biológicos (LES. IgM ELISA permanece positivo por um curto espaço de tempo. dirigido contra IgG. presente em 10 a 40% dos portadores de infecç es crônicas (sífilis. ñ O vírus da febre amarel respons vel por quadros que variam de sintomas auto-limitados à forma hemorr ica. brucelose.JO 8h. PARDINI 211 . tripanossomíase. artrite reativa. polimiosite e polimialgia reum tica). da classe IgM. FR tivo em 1/3 dos pacientes com AR. † ˆu‰ ™ ”  ™ d ¡ ”u–u ò † ˆu‰«—u”   † ‘€”u’ud † d†‰ NEFELOMETRIA . Falso -positivos podem ocorrer devido a vacinaç o e reaç cruzada com outros flavivírus (incluindo os vírus da dengue).2 mL de Líquido Sinovial. entretanto.Colher 7 dias após iníc io dos sintomas. Na recidiva da infecç o IgM e IgG podem se positivar com 4 a 5 dias de doença. pseudogota. apresentando maior especificidade e sensiblidade. . lepra.JO 4h . e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos. esquistossomose.

Níveis aumentados s contrados na Doença de Paget. a amostra para pesquisa do antígeno da W. gravidez. intestino e placenta. com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. fraturas. elefantíase de membros. osteomal cia. M todo: Imunocromatografia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. bancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia. As amostras em ser submetidas a mais de 3 ciclos de congelamento/descongelamento. Doença de Niemann -Pick.3 U/L Condi o: 0. crescimento ósseo fisiológico da criança. bancrofti superior a determinaç o de anticorpos por imunofluoresc cia indireta. mamas e or s genitais.6 a 30. especificidade de 96. . M todo: Imunoensaio por Captura Valor de Refer ncia: Mulheres: 25 a 55 anos y 11.3 mL de Soro.6 U/L > 56 anos y 14. estando envolvida no processo de formaç o e mineralizaç s ossos. rins. síndrome de m -absorç . Doença de Gaucher. A fosfatase alcalina presente no soro produzida em diversos ór s: osso.JO 8h. tumores ósseos prim rios ou metast ticos.0 a 41. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .5 mL de Soro. raquitismo por car cia de vitamina D. bancrofti por m todo imunocromatogr fico apresenta sensibilidade de 100%. hipertireoidismo e no tratamento da osteoporose.4%. pois esta possibilita reaç es cruzadas com outras parasitoses. Ao contr rio da pesquisa de microfil rias. A fosfatase alcalina óssea se localiza na membrana plasm tica dos osteoblastos. Níveis diminuídos podem ser encontrados na hipofosfatesemia heredit ria.10 o C. A pesquisa do antígeno da W. hiperparatireoidismo. PARDINI . Doença de Recklinghausen.4 U/L Homens: ≥ 25 anos y 15. .JO 8h.Filariose Coment  rios: No Brasil a filariose causada pela Wuchereria bancrofti. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. ñ † u ˆ » ‰ Á d udu— ë ’€ˆu‰ ˆu‰â—  ˆ ò ô “u‘  † ™ †  óuô Fosfatase Alcalina Específica Óssea Coment  rios: Útil como marcador da formaç o óssea. desnutriç . ’uˆ€‰  ˆu‰Ó”u‘ ˆ x Esquel ’ tica  ñ ò  ˆu‰ ˆ †  “ u ‘ ˆu‰Ó—u‰   ˆ€‰ óuô †Rþ ô ‘€ˆu‰R–u‰u— 212 Instituto de Patologia Clínica H. A detecç o antígeno da W.8 a 43. tendo como vetor o mosquito Culex. A evoluç ros crônicos pode trazer graves seqüe las: hidrocele. fígado.

0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA/ACD). Detecç o molecular da mutaç (G -A) da G6PD tam m est isponível. anti-mal ricos. Conservaç o de envio: At ras se enviado Heparina ou ACD. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. sem significado patológico. Informaç es nece rias: Checar se cliente foi submetido a transfus sangue. Incide em at 10% da populaç . paracetamol. infecç s bacterianas e viróticas e pela ingest o de fava. Anti-gliadina IgA est presente em 75 a 90% dos casos de DC. a ingest de gl ten leva a produç o de anticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-endomísio. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-endomísio.JD 4h. Resultado negativ fasta completamente DC. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemólise. .Gliadina. A dosagem de anti -gliadina IgM rega poder diagnóstico. O padr o ouro para diagnóstico de DC a biópsia intestinal. M todo: Reaç Ci tica Quantitativa Valor de Refer ncia: 4. ”î‡ ñ IgA e IgG †R8þõuóuô © †  ˆu‰ ‡ ˆ ‰R‘uˆ€‰(d ˆ “ “  Û – “ ˆu‰Û— ˆ ‘€ˆu‰Ádu’ † †  ˆ ˆu‰Á—€‰ Valor de Refer ncia: Negativo z < 20 unidades Indeterminado z 20 a 30 unidades z > 30 unidades Positivo Condi o: 0.5 mL de Soro p/ cada. ligada ao cromossomo X. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icterícia neonatal.6 a 13. A detecç e anti-gliadina IgG importante pois 10% dos pacientes portadores de DC t m defici ncia cong nita de IgA. Reduç s títulos de gliadina ocorrem em meses após o início da restriç o diet tica. “u‘ ˆ€‰ †   †  m † Á— ñ ˆuˆu‰ ‰ ÿ @‘ ÿ† ò  ™” ”u‘ † ™” ˆ ˆ † óuô  ™” ô¡‰ †R þ ÿ †iÿ • ¡ ‰ vv  ˆu‰R—u” ˆu‰R—u”Rd Instituto de Patologia Clínica H. induzida por drogas (sulfas. Condi o: 1. ò óuô Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase { G6PD SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: A defici cia de G6PD ma enzimopatia comum.5 U/G Hb Nota: Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento e em outras situaç s onde ocorram predomínio de hem cias jovens (exemplo: anemias hemolíticas). derivados Vitamina K. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (at 2 meses de idade) e em outras situaç s em que ocorram predomínio de hem cias jovens (ex: anemias hemolíticas) sem significado patológico. Anti-gliadina IgG est resente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença. Na DC. ingest spirina. At ras se enviado em EDTA. g tica. PARDINI 213 . anti-histamínicos). M todo: Imunoensaio Enzim tico Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

 ˆ€‰ ˆu‰ ˆ ˆu‰Õ‘ud ˆ  ˆ € ‰ ( — € ” ( – € d ñ ó u ô ˆu‰R” ô ‘u‡ | Rh (D) fraco ™” ˆ † Ham.0 mL de Soro desfibrinado (colhido no mesmo dia) transportado em banho de gelo + 1. produzida no fígado. É o marcador mais sensível de hemólise onde seus níveis est iminuídos (ex: hemoglobinopatias. Os anticorpos do sistema ABO s turais. entre 2o e 8o C. processos inflamatórios agudos podem falsear resultados verdadeiramente baixos.0 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). Os de maior express s o os sistemas ABO e Rh ou CDE. Passar o sangue desfibrinado para um tubo e centrifugar a 2000 r. ‘ud †  ñ óuô ò … ‰ †ˆ   ˆ ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ † €ˆ ù ‰ €— ” † Haptoglobina Coment  rios:  ma proteína de fase aguda (alfa2-glicoproteína).p.0 a 48..0 mg/dL Condi o: 0. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus o ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia autoimune. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. ‘ud † ñ  ” † ˆ€‰Ù— † óuô † ò †ô 214 Instituto de Patologia Clínica H. . formando um complexo qu removido pelas c lulas de Kuppfer.JO 8h.0 mg/dL } Adulto ~ 26. Conservaç o de envio: Enviar no mesmo dia da coleta.0 a 185.JO 8h.m. O diagnóstic feito pela realizaç o do teste de Ham. anemias megalobl sticas. que se liga A Haptoglobi irreversivelmente à hemoglobina ap ós a hemólise.5 mL de Soro.Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU Coment  rios: Os antígenos eritrocit rios s geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas. M todo: Hemólise em pH cido Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pr -natal ou para auxiliar na exclus ternidade. Laboratórios: Colher sangue do paciente em um Erlenmeyer de 50 mL contendo de 8 a 10 p rolas de vidro. Hepatopatias e uso de estrógeno podem causar níveis diminuídos. por 5 minutos.0 mL de Sangue Total (Citrato/EDTA/Oxalato/Heparina/Desfibrinado). enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situaç s patológicas (vide COOMBS). M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: } Rec m Nascido ~ 5. Embora seja um reator de fase aguda fraco e tardio. transplantes. anemias hemolíticas induzidas por drogas). Fazer movimento rotatório at que haja formaç fibrina. . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. M todo: Classificaç m Tubo e Micro Typing System Condi o: 3. Separar o Soro. PARDINI . A determinaç o dos antígenos eritrocit rios deve ser feita para transfus o.

pylori tem forte associaç o com lcer strica.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo  índice < 0. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Anti-HAV IgG surgem na convalescença e persitem por toda a vida. a soropositividade pode persistir por anos o se til para controle ter tico. coli. Mesmo após tratamento. É de scrito como fator de risco independente para câncer strico. t m pico em 3 mese s e caem em 4 a 6 meses.10 Condi o: 0.90 Indeterminado  índice ≥ 0.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ñ ‘uˆ u‘ €— « ‰‡ ò  ˆ ’ u  ‡ dR’u ud u– “  ˆ ™” óuô †ô Hepatite A € HAV IgG e IgM.Helicobacter Pylori Coment  rios: H.JO 8h. Anti -HAV IgM surgem dentro da primeira semana de doença. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a prese nça de fibrina. Cerca de 25% dos pacientes t m Anti-HAV IgM positivo por 12 meses.5 mL de Soro. PARDINI 215 . ñ óuô ˆ€‰å—u” å— “ ˆu‰R–u‰€— ò  “ ˆu‰  † •ô— Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anti Coment  rios: O vírus da hepatite A causa uma doença autolimitada de transmiss fecal -oral e com período de incubaç ¤ ias.10 Positivo  > 1. . Para prevenir este fenômeno.JO 8h. Raramente pode se manifestar como hepatite fulminante. N o apresenta reaç s cruzadas com o Campylobacter jejuni ou E. Vacinaç e levar a títulos detect veis de anti -HAV IgG. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .90 e ≤ 1. duodenal e gastrite crônica. .

A persist cia de HBsAg por mais de 6 meses indica estado de portador ou hepatite crônica.Hepatite B Coment  rios: A hepatite B tem início insidioso e curso clínico mais prolongado. embora raramente. † ˆ ™ ™ ˆu” ‰ † •ô—  HbsAg  ANT GENO AUSTp LIA Coment rios: Aparece antes do início dos sintomas e mant m-se at 0 semanas. . A presença de anti -HBc IgG isolado pode ocorrer na infecç recente (HBsAg j negativo e anti -HBs ainda sitivou). Condi o: 0. Para prevenir este fenômeno.: Este exame pode.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBc s o produzidos contra antígenos do “core” do HBV. à crit rio de seu m ico. Entre 1 e 10% das infecç s pelo HBV evoluem para a forma crônica: portador assintom tico. atrav s de exposiç o a secreç es. Anticorpos anti-HBc IgG surgem com 8 semanas de infecç rsistem por toda a vida. ¼ ¶ † †ÿ ñ † óuô ò  ˆ ˆu‰R—u‰ ™ † ” “u‘ ™ ” † ††— †— ˆ HBc IgG e IgM. A presença de anti -HBc IgM significa infecç aguda ou recente. Pod e-se observar reaç s falso -positivas em pacientes heparinizados ou com desordens da coagulaç o e reaç s falso -negativas. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Em caso de incompatibilidade clínica. . hepatite crônica ativa ou persistente.  ñ ‘uˆu† ‰R–u‰ óuô ˆu‰ ˆ ò  ˆ  ‰ ( ‡ € ‘ ˆu‰R”(–€” ˆu‰  †  ˆ€‰ Continua. 216 Instituto de Patologia Clínica H. que ma característica do m todo.. Este exame só deve ser interpretado pelo m ico. O anti -HBc IgM pode ser ico marcador detectado nas hepatites fulminantes. dever o ser feitos testes confirmatórios. Anticorpos anti-HBc IgM elevamse ao mesmo tempo que as transaminases e caem em 6 a 8 meses. Hepatite fulminante ocorre em 1% dos pacientes. sexual e raramente. PARDINI .. apresentar resultados falso-positivos ou falso-negativos. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .JO 8h.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .JO 8h.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Obs. infecç o crônica (HBsAg em níveis indetect veis por m todos convencionais) ou infecç pr via pelo HBV com anti-HBs indetect vel. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). quando o HBsAg encontra-se em níveis inferiores à sensibilidade de detecç s m todos utilizados. Sua transmiss pode ser parenteral.

MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .JO 8h.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.MEIA Valor de Refer ncia: < 10 mUI/mL Condi o: 0. É o primeiro sinal de recuperaç . É til para deter minar risco de infecç m acidentes e de infecç o em crianças nascidas de m s infectadas. .  ñ ˆu‰ý—u”  óuô ò  “ ˆu‰R” ˆ€‰ ˆu‰ HBs. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBe s tect veis em 90% dos pacientes que foram HBeAg positivos. . M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). podendo cair at íveis indetect veis. período em que lto risco de transmiss . ñ ¡ åd óuô  ò  ˆ ‡ ˆ € ‰ ˆu” ˆu‰«” ˆ HBe.JO 8h. após 2 a 3 semanas do desaparecimento deste antígeno.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).HEPATITE B HBeAg Coment rios: O antígeno “e” pode ser detectado na fase aguda. A presença de anti -HBs isolado pode ser encontrado após vacinaç ra hepatite B. Persiste por muitos anos. Pacientes anti -HBe positivos podem ser portadores crônicos. É uma proteína do HBV. por m após a imunizac spera -se obter títulos de pelo menos 100 UI/mL. mas t m melhor ev oluç menor risco de transmiss . . Permanece positivo cerca de 3 a 6 semanas.Continuacao.  ñ ˆu‰«–ud † ò óuô  ‘ —€”   † ˆu‰ý ˆu‰R” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA)..JO 8h. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBs s tect veis meses após o d esaparecimento do HBsAg. PARDINI 217 . Pacientes com títulos de anti -HBs superiores a 10 UI/mL s considerados positivos. produzida durante a replicaç o viral ativa. logo após o HBsAg.

entretanto. . Anticorpos anti -HDV surgem 5 a 7 semanas após o início da infecç . Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo. A hepatite delta aguda tem t ncia a ser mais grave ou apresentar-se na forma fulminante. A confirmaç soropositividade requer. fator reumatóide e doenças reum ticas. A janela imunológica tem sido descrita como d e at meses.JO 8h. . vacinaç para influenza. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. 70% dos infectados evoluem para forma crônica. ñ ˆu† ‰÷–ud ‡ óuô ò  d† ”u‘u—€“ ˆ€‰ ˆ †Rþ ô Hepatite E Coment  rios: ƒ HEV. sendo que 20% desses evoluir para cirrose após 20 anos de infecç o. entretanto. a realizaç PCR est indicada. ensaios de quarta geraç . anti A hepatite E tem transmiss fecal-oral e apresenta clínica similar a hepatite A. Aparece em pessoas com exposiç renteral m ltipla. hipergamaglobulinemia. Em caso de resultados indeterminados por RIBA (10 a 20% dos casos). M todo: Imunoensaio Enzim tico . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. maior colestase e mortalidade fetal durante a gravidez.JO 8h. PARDINI . Torna-se positivo cerca de 27 dias após elevaç s transaminases e persiste por anos. ñ ˆ€‰ † ò óuô  ˆu‰ ˆu‰ì—u” ˆu‰R—ud † ‰† †Rþ ô 218 Instituto de Patologia Clínica H. O di agnóstic feito atrav s da demonstraç anticorpos anti -HEV pelo m todo ELISA no soro de pacientes infectados. à crit rio m ico. ñ †— óuô ò  ˆ u ‰ ⠗ u d ˆu‰ ˆ u ‰ ˆu‰âd ˆu‰  †š   ˆu‰ö—ud ˆu‰R—u‰  ˆ ˆ€‰ ˆ€‰ †  † •ô— Hepatite D Coment  rios: ƒ HDV.JO 8h. A hepatite delta crônic mais severa que as hepatites crônicas B ou C.ELISA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . podem reduzir esse tempo para 6 a 9 semanas.3 mL de Soro. complementaç investigaç com RIBA (ensaio immunoblot recombinante). s falso-positivos. anti O vírus da hepatite delta (HDV) m vírus RNA incompleto que requer o HBV para sua replicaç o.Hepatite C Coment  rios: ‚ HCV. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. Tem período de incubaç maior. anti O vírus da hepatite C freqüentemente causa infecç ssintom tica. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Falso-positivos podem ocorrem em gr vidas. Para prevenir este fenômeno.2 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). de 21 a 45 dias. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina.

IgM . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.3 mL Soro. Em outras fases da vida. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. recomenda-se a colheita de duas amostras: uma na fase aguda e outra 15 dias após onde a elevaç título de pelo menos duas diluiç s sugere o diagnóstico.5 mL de Soro . A procainamida. .Na populaç m geral podem ser encontrados indivíduos com altos títulos de anticorpos. anti Coment  rios: A presença da reaç o de identidade contra a histoplasmina indica infecç tiva ou recente pelo Histoplasma capsulatum. . PARDINI 219 .9 ‡ Indeterminado † 1.4 ‡ Positivo † ≥ 1. quinidina e anticonvulsivantes s s medicamentos relacionados com auto-imunidade causada por drogas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ˆ ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ d÷‘uˆu‰÷” ˆ € ‰ à m u d € ‘ ˆu‰ád Instituto de Patologia Clínica H. Est ravida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Herpesvírus Simples 1 e 2 „ Coment  rios: IgG . a hidralazina. pois na infecç onata l ou pós -natal em geral os anticorpos s tectados de duas a quatro semanas após a infecç o aparecer.A presença de anticorpos IgM nas duas primeiras semanas de vida estabelece o diagnóstico de infecç o c ita.JO 8h. formar das. A sorologia negativ xclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura. Informaç es nece rias: Informar.Líquor. a detecç IgM pode estar presente nas recorr ncias. No LES pode ser encontrado em 24% dos pacientes e na AR. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmaç . M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. Em infecç e s her ticas bem localizadas pode correr estímulo anti ico para provocar elevaç título de anticorpos. ñ ò  ˆu‰Á‰ óuô †Rþ ô Histoplasma Capsulatum. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: … Negativo † ≤ 0. juntamente com anticorpos para o ssDNA. Em caso de quadro clínico sugestivo.2 mL de Soro. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes. “ ‘uˆu‰R‰ óuô ˆu‰Û” HSV ñ ˆ ‰u‘u’u“u‘ ò ’€“u‘ ™ ” ˆ  ˆu‰Óˆ ‘u” ˆu‰R—u” ˆ€‰(—€‰ ™ –† ˆu‰÷—u‰ “ ˆu‰«—u” vv   ( ’ ô †H• Histona.5 Condi o: 0.0 a 1. e com aus ncia de quadro clínico sugestivo de infecç o aguda. em 20% dos casos.

Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. PARDINI . Pacientes com fase avançada da doença podem apresentar reatividade. padronizou procedimento seqüenciado para diagnóstico sorológico de HIV em maiores de 2 anos de idade: o diagnóstico sorológico só pode ser confirmado após lise de no mínimo duas amostras coletadas em momentos diferentes. multíparas e politransfundios. ELFA e MEIA devem ser confirmados por ensaios mais específicos (Western Blot ou imunofluoresc cia). hepatites alcoólicas.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). Para prevenir este fenômeno. indeterminadas ou discordantes devem ser submetidas a testes confirmatórios. portadores de dist rbios imunológicos.JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.. Pacientes com amostras reagentes em ambos os testes devem ser submetidos. r Ÿ  †  ô• — Continua. à etapa confirmatória (imunofluoresc cia ou Western blot). Apresenta 1 a 2% de resultados falso-positivos. sendo ao menos um capaz de detectar HIV 2.2 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). MEIA ou ELFA. liberadas como amostra negativa para HIV. Os testes imunoenzim ticos t m sensibilidade e especificidade em torno de 98%. n o sendo pois a sorologia definitiva no diagnóstico. se reagentes. Amostra n o-reagente: aus cia de bandas. t m valor preditivo positivo de 99%. p24. Falsos positivos podem ocorrer em testes imunoenzim ticos nos pacientes com anticorpos anti-HLADR4.SIDA. simultaneamente. Amostra reagente (positiva para HIV): presença de no mínimo duas bandas dentre: gp 160/120. Filhos m HIV pos itivo t m anticorpos maternos. . gp 41. Cerca de 20% da populaç normal infectada apresentam resultados indeterminados no Western blot. ˆu‰ý–€” “ ‡ “u‘ “ “ † ‘€ˆu‰ ˆ  ˆ€” du‘€ “ ‘uˆuˆ€‰ ‰ “u‘ ˆ ˆu‰ ˆ ˆu‰ “€‘ ˆu‰ † ˆ ˆ ˆu‰ HIV 1 e 2. Amostra indeterminada: qualquer padr o de bandas diferentes dos descritos acima. sendo que: se resultados negativos. PESQUISA ELISA – ENZIMA IMUNOENSAIO Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP160. GAG P24 e PEPTIDEO ANT70 (SUBTIPO “O”) HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. Etapa de Triagem sorológica : devem ser realizados dois testes distintos como ELISA. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Etapa de confirmaç sorológica pelo Western blot : s utilizados os seguintes crit rios de liberaç o do exame: . em seguida. com um teste enzim tico positivo. As amostras n o reagentes nos dois testes ter seu resultado definido como amostra negativa para HIV. devem ser retestadas pelos mesmos testes. outras viroses. Indivíduos de alto risco.. 220 Instituto de Patologia Clínica H. Testes de triagem como ELISA. A portaria 488 de 1998.HIV  Coment rios: A infecç los vírus HIV 1 e 2 leva à Síndrome da Imunodefici ncia Adquirida . vacinados para influenza. Recomendase recoleta após 30 dias para confirmaç sorológica. óuô óuô † •ô— MEIA – IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS Pesquisa de anaticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. neoplasias. . .JO 8h. . Western blot utilizado como teste confirmatório. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. As amostras com resultados iniciais discordantes ou indeterminados nos dois testes.

3 mL de Soro ou Plasma (Heparina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Citrato ou EDTA). Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Falso-positivos podem decorrer de anticorpos anti-HLA e sucessivos congelamentos e descongelamentos das amostras. PARDINI 221 . . ñ õuó€ô o. deve ser realizado em paralelo com o soro.Elisa Condi o: 0. M todo . . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Valor de Refer ncia: Negativo Obs.JO 8h. M todos do tipo ELISA. M todo .Liquor: Aglutinaç o Condi o: Líquor.5 mL de Soro (pode ser inativado . ELFA. Laboratórios: Devido a possibilidade de contaminaç o da amostra este exam da amostra.56oC c/ 30 min) ou Plasma (EDTA/Oxalato/Heparina/Citrato).Sangue: Imunoensaio Enzim tico Condi o: 0. ñ † •ô— CONFIRMATÓRIO óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ ”÷‘uˆu‰÷–u‰u—u” ser incluído após manipulaç o ˆ HTLV I e II.HIV óuô HIV WESTERN BLOT Š M todo: Western Blot . Cerca de 20% dos infectados desenvolvem quadros neurológicos ou leucemia após 20 anos de infecç .: A pesquisa de anticorpos no líquor. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç o. Á d ñ ñ uˆ  ‰ † u‰ m ˆ€‰Á–ud ˆu‰ – u  † óuô  ˆ óuô ˆ †Rþ ô ò ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. Sua triagem em bancos de sangue rigatória devido sua transmiss renteral.JO 8h. pesquisa Coment  rios: O vírus HTLV est ssociado a leucemias e desordem neurológica crônica (paralisia es stica t ropical)..Continu ELFA DUO M todo: ELFA .6 mL de Soro. MEIA s tilizados para testes de triagem. . A confirmaç o diagnóstica pode ser realizada com o PCR para HTLV.VIDAS DUO (Biomerrieux) Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ‰ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ‰ ENV GP36 Antígeno viral pesquisa: HIV 1 ‰ GAG P24 (antígeno P24) Condi o: 0..

222 Instituto de Patologia Clínica H. Veneno (I3) "$# ("8# $ "# óuô ó€ô Continua.50 kU/L  Classe 4: 17. o que lhe confere maior reprodutibilidade.2 mL para cada IgE adicional.. tendo valor diagnóstico..00 kU/L  Classe 5: 50. Síndrome de Nezelof).35 a 0. Podem ser realizados IgE m ltiplos para v rios al rgenos de forma conjunta. Síndrome de DiGeorge ‹ s. utilizando padr s de IgE da Organizaç o Mundial de Sa de. a alimentos. N h interfer cia de anti histamínicos.50 kU/L  Classe 3: 3. caros. Após esta idade IgE total pode se elevar devido a parasitoses intestinais e contatos mais intensos com outros al rgenos. PARDINI . IgE total: em crianças com at s de idade m indicador da presença de alergia. ‘uˆu‰ ‡  ñ ‡ †Rþ ô  ‡ ˆ †©¨ du‘u‰ m† † um ‰ † ™” “u‘ † ‡  ™ ”† ˆu‰ Ád ˆ “u‘ IgE ESPEC¼ FICO para Valor de Refer ncia:  Classe 0: < que 0. Veneno (I1) Acarius Siro (D70) Alfa lactoalbuminas (F76) Alho (F47) Alternaria Alternata (M6) Amendoim (F13) Ampicilina (C5) Amoxicilina (C6) Ananas (Abacaxi) (F210) Arroz (F9) Aspergillus fumigatus (M3) Aveia (F7) Atum (F40) Banana (F92) Barata (I6) Batata (F35) Beta Lactoglobulina (F77) Blomia Tropicallis (RD201) Cacau (F93) Camar (F24) Candida albicians (M5) "$# ò Caranguejo (F23) Carne de Galinha (F83) Carne de Porco (F26) Carne de Vaca (F27) Caseína (F78) Cebola (F48) Cenoura (F31) Clara de Ovo (F1) Côco (F36) Dermatophagoides farinae (D2) Dermatophagoides microcera (D3) Dermatophagoides pteronyssinus (D1) Feij Branco (F15) Folha de Tabaco (RO201) Formiga (I70) Gema de Ovo (F75) Gl Œ ten (F79) Gr Soja (F14) Laranja (F33) Latex (K82) Leite (F2) "8# "8#H)8' Leite de Cabra (RF300) Lim (F208) Marimbondo. Tam m se eleva em outras condiç s: imunodefici cias (ex: Síndrome de Wiskott-Aldrich.70 kU/L  Classe 2: 0.4o C. Veneno (I4) Mel (RF247) Mexil  Azul (F37) Milho (F8) Morango (F44) Peixe (F3) PŽ lo de C (E5) PŽ lo de Gato (E1) Penas de Galinha (E85) Penicilina G (C1) Penicilina V (C2) Pernilongo (I71) Queijo – Tipo Cheddar (F81) Seda Brava (K73) Tomate (F25) Trigo (F4) Uva (F259) Vespa.35 kU/L   Classe 1: 0.00 a 100 kU/L Classe 6: > 100 kU/L Interpreta o: Classe 0 = negativo Classe 1 a 6 = positivo Condi o: 0. cutâneas.50 a 17. IgE específicos e m ltiplos: usado no diagnóstico de alerg ias respiratórias. Servem para complementar o diagnóstico clínico de alergia.IgE Coment rios: Os testes sangüíneos de alergia s o a IgE total e IgE específico para al rgenos isolados ou em conjunto (m ltiplos). pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas. Abelha. picada de insetos. Síndrome “Hiper-IgE” e na aspergilose broncopulmonar. M todo: Immunocap Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar a .70 a 3. pólen. O Sistema Cap apresenta maior sensibilidade analítica.5 mL de Soro para IgE isolado e 0.50 a 50.

2 mL para cada IgE adicional. Côco Fx2: Peixe. Aveia. Am doa.51 kU/L ‘ Valor muito alto Condi o: 0. Dermatophagoides pteronyssinus. Tentilh o Fx1: Amendoim. Aspergillus fumigatus e Alternaria alternata (Tenuis) Valor de Refer ncia: tect vel  Classe 0: < que 0.36 a 0.50 kU/L ‘ Valor moderado  Classe 3: 3. Grama de Campina. Boi e Cachorro) Ex71 Penas: Frango. Grama de Bahia) Hx2 Pó: Poeira Caseira. Soja Gx2: Pólen de Gramíneas (Grama de1 Bermuda.. Ganso.51 a 17. Atum. Salm Fx3: Cereais (Trigo. Grama de Johnson.IGE “ ‘u ˆ ˆu‰ ˆu‰ “uˆu‘ ‰ ˆ ò ˆu‰R—u”  óuô IgE TOTAL M todo: Immunocap Valor de Refer ncia: ’ R. Ca rio. Dermatophagoides farinae e Blatella germânica Mx1 Fungos: Penicillium notatum.70 kU/L ‘ Valor baixo  Classe 2: 0. Avel .0 kU/L . PARDINI 223 . ñ ò óuô at at at at at at †† †† ††  • @š 2.. Gergelim) Fx5: Clara de Ovo. Cavalo. Cladosporium herbarum (Hormodendrum). Partículas e P los (Gato.IgE MÚLTIPLO para Phadiatop Al rgenos Inalantes Phadiatop Inalantes e Alimentares Ex1: Epit lios.5 mL de Soro.3 kU/L 8.0 kU/L 30. † † Continu õuóuô o.71 a 3. Leite.50 kU/L ‘ Valor alto Classe 4: > que 17. Amendoim. Camar . Milho.6 kU/L 24. Grama de Centeio. Papagaio. Mexilh . Capim Ra bo-de-Rato.0 kU/L Instituto de Patologia Clínica H.35 kU/L ‘ N  Classe 1: 0.Nascido “ ’ 1 a 11 meses “ ’ 1 a 3 anos “ ’ 4 a 6 anos “ ’ 7 a 10 anos “ ’ > de 10 anos “ Condi o: 0. Noz Brasileira. Peru Ex72 Penas: Periquito.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. Trigo. Pato.0 kU/L .

Urina e Liquor .Soro: JO 8h. . macroglobulinemia de Waldenstrom. PARDINI .JO 8h. . Conservaç o de envio: At ras entre 2o e 8o C.At semana entre 2o e 8o C. doenças linfoproliferativas malignas e nas gamopatias monoclonais benignas. ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆ€‰å‘u‰ óuô ò  ‡u– du—€ “ †iÿ• ô ¡ ‰ Imunofi d ¢ £¦¥ o Coment  rios: O teste til no diagnóstico de paraproteinemias. . como as observadas no mieloma m ltiplo. mas s rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide (AR) e l s eritematoso sist mico (SLE) durante doença ativa.5 mL de Soro.Urina: N sar conservante. *Urina 24h. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 34 µ/mL Condi o: 0.0 mL de Líquor. após congelar. Auxilia tam m no diagnóstico e caracterizaç s disgamaglobulinemias.Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG Coment  rios: Os imunocomplexos circulantes (CIC) n s rmalmente expressos em indivíduos s veis. Refrigerar. 5.5 mL de Soro. M todo: Imunofixaç Condi o: 0. Conservaç o de envio: Soro . Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. 353 ñ †‡ óuô ˆu‰ m† ˆu‰R—ud ‡ ô † †¨  –uu’ ˆu‰© 224 Instituto de Patologia Clínica H.At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .

JO 8h.Imunoglobulinas SANGUE IgG.10 mg/dL Condi o: 0. n o somente permitem o monitoramento da evoluç ciente. mas tam m ajuda na avaliaç ravidade e formulaç o de um diagnóstico. Essas mudanças podem ser funcionais como nos tumores celulares. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 225 . Entretanto. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. devido a poss ibilidade de contaminaç do material durante a punç . Obs. ou doença neurológica prim ria (em particular. como as proteínas embrion rias. ñ ™ óuô ò ‘€ˆu‰R” †  ‡ SALIVA IgA ˆu‰ ô †  ˆ€‰ Coment rios: Test til na avaliaç imunodefici cia prim ria que nas crianças est freqüentemente associada a infecç es otorrinolarin gológicas. IgA. .5 mL de Saliva.8 mg/dL Condi o: 0. ñ ”Û™ ‡ uˆ Û ‰ u— d “€‘   óuô ò †©¨ ô † Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 3. Determinaç es periódicas de imunoglobulinas durante a doença.50 a 6.  ’u“u‘ ñ ˆ€‰(—€d(’ ˆ ò ˆ  ™ ˆu‰ ™ ˆu‰ €ˆ ö ‰ u— ÷ ‰ u– d  m† óuô L¼ QUOR IgG †ô  Coment rios: A dosagem de IgG no líquor tilizada para avaliar o envolvimento do sistema nervoso central com infecç es.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. IgM Coment rios: Muitas doenças adquiridas ou con itas levam a alteraç es das proteínas plasm ticas.5 mL de Soro. neoplasia. níveis normais de IgG xcluem doença.5 mL de Líquor.5 a 36. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 0. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Idade IgG (mg/dL) IgA (mg/dL) IgM (mg/dL) R. Nascido 700 a 1480 0 a 2. Laboratórios: Enviar em pote est ril. escle rose m ltipla). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. quantitativas como nos processos inflamatórios ou mesmo o ap arecimento de proteínas que n s normalmente encontradas em indivíduos sadios.2 05 a 30 01 a 03 ms 250 a 1100 2 a 50 10 a 80 04 a 06 ms 300 a 1000 3 a 82 15 a 109 6m a 01 ano 500 a 1200 14 a 108 43 a 239 02 a 06 anos 500 a 1300 23 a 190 50 a 199 06 a 12 anos 700 a 1650 29 a 270 50 a 260 12 a 16 anos 700 a 1550 81 a 232 45 a 240 Adulto 564 a 1765 85 a 385 45 a 250 Condi o: 0.

Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. Condi o: 0. Utiliza-se a titulaç stes anticorpos para avaliar o funcionamento d o sistema imune. . insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas.coleta: Swab de nasofaringe. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.Influenza vírus A e B – pesquisa direta Coment  rios: Doença respiratória aguda. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Acima de 1 ano: ≥ 1:4 Obs. ñ ˆu‰ ˆò † ˆu‰Á—u”»‰ “ ˆu‰R—u” ˆu‰ óuô † Rô — Jo 1.JO 8h. Condi o: 0. PARDINI . caracterizada por um início agudo e por um período de estado de curta duraç . Os títulos de anti -Jo-1 podem variar em concordância com a atividade da miosite e sua a quantificaç o pode ser til na avaliaç clínica destes pacientes. reaspire. ñ óuô ò “€‘ ˆ€‰ —u“ †† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † Isoaglutininas Coment  rios: No sistema ABO anticorpos s ricos s corr ncia natural e s formados após o nascimento com a colonizaç intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do indivíduo.3 mL de Soro. Lavado de nasofaringe. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. com dermatomiosite (cerca de 10% dos casos) e em outras doenças reum ticas. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. muitas vezes exibindo uma clínica superponível a outras doenças respiratórias agudas.5 mL de Soro + 0.5 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina).Swab de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado. principalmente quando associados a doença pulmonar intersticia l. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini.Lavado de nasofaringe . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. de natureza infecto -contagiosa e de grande potencialidade epi mica. ñ óuô ò ˆu‰  ˆ  ‡ uˆ ‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô 226 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios . M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .: Valores menores que 1:4 podem ser encontrados em crianças abaixo de 1 ano devido a imaturidade imunológica. anticorpos Anti Coment  rios: A presença deste anticorpo est relacionado com a polimiosite (20 a 40% dos casos).

.0 a 1300. filariose. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas.0 mg/dL Condi o: 0. ñ óuô ò †©¨ ô  Leishmaniose IgG e IgM Coment  rios: A sorologia para leishmanios til principalmente na forma visceral (Calazar). Reatividade cruzada com tripanossomíase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro.0 mg/dL Condi o: 0. Títulos podem ser baixos em imunodeprimidos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h.024 s o muito sugestivos de leishmaniose visceral.5 mL de Soro. esquistossomose e hanseníase s descritas. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 566. títulos tendem a ser baixos sendo negativos em 20% dos casos dessa forma.JO 8h. mal ria. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 304. A confirmaç iagnóstica requer a detecç leishmania em algum sítio. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. . ñ 뀔 † óuô ò †©¨ ô Lambda (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas. ˆ ”†‡ ñ óuô ò “€‘ ˆu‰R— ˆ u ‰ ˆ€‰(—€d †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro p/ cada. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: < 1:80 Condi o: 0. Títulos iguais ou maiores que 1:1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 227 . tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. . produzida cerca de duas vezes mais que a cadeia leve lambda.JO 8h.0 a 735.Kappa (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas. Na forma cutânea.

. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Faixa et ria Linfócitos CD 3 0 a 6 meses 55 a 82% 3505 – 5009 mm3 6 a 12 meses 55 a 82% 3409 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.pesquisa de anticorpos IgM Coment  rios:  ma doença febril aguda causada primariamente pelo Leptospira interrogans . N enviar no gelo.3508 mm3 24 a 30 meses 55 a 82% 2324 .4575 mm3 12 a 18 meses 55 a 82% 3156 .0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina/ACD). Enviar de 2a a 5a feira. Os níveis de anticorpos re duzem-se gradualmente.JD 4h. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mas podem permanecer detect veis durante anos. Anticorpos podem ser detectados a partir do 6” ao 10” dia e geralmente atingem níveis m ximos após 3 a 4 semanas.3899 mm3 18 a 24 meses 55 a 82% 2766 . PARDINI . Laboratórios: Enviar Sangue total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). óuô † ˆ ˆ€‰(”€‘ ˆu‰ 228 Instituto de Patologia Clínica H. doenças auto -imunes e nas leucemias e linfomas. no monitoramento de imunodefici ncia.Informar data e hora da coleta.3141 mm3 > 3 anos 55 a 82% 1072 . Elisa .3295 mm3 30 a 36 meses 55 a 82% 1923 .3890 mm3 ñ  ò “ ˆu‰Û‡ • OKT3 • ˆu‰ CD3 † Condi o: 5.5 mL de Soro. os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes. Transportar em temperatura ambiente. N viar pipetex. Leptospiros As manifestaç s clínicas variam de uma leve coriza a uma doença ict rica com comprometimento severo do paciente. Conservaç o de envio: At dias em geladeira entre 2 o a 8o C. ñ  ™ ”” † óuô ò  †  †ô Linfócitos T At ivado Coment  rios: Os anticorpos anti-CD3 s teis para sondar a regi constante dos receptores de c lulas T.Leptospirose. .

JO 8h. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. Uma ascens títul sugestiva de infecç recente. ñ “u‘ ™ ˆò ’u“u‘ ” † ˆu‰R—u” ‰ † ˆ ™” ˆu‰ † ˆu‰ óuô ‡ ˆu‰ †Rþ ô LKM. pois reaç s cruzadas s freqüentes em decorr cia de determinantes anti icos comuns entre a L. . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: – Antígenos O e H — < do que 1:160 – Faixa de D vida — 1:160 a 1:320 – Sugestivo — acima de 1:320 Obs. Níveis elevados de Lp (a) tam m s contrados na pre-eclâmpsia. diabetes e vitiligo). O resultado de uma amostra nem sempr conclusivo. podendo ter grandes variaç s entre indivíduos de uma mesma populaç o.JO 8h.: Fazer curva com diferença de 30 dias. . mas sim para indivíduos com história familiar de doença coronariana. Esta doença redominante em mulheres e geralmente associada a outras doenças auto -imunes (tireoidite. Níveis de Lp (a) s terminados geneticamente. e por vezes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. insufici ncia renal e tromboembolismo. com 30 dias de intervalo. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-LKM s o anticorpos dirigidos contra a fraç microssomal de fígado e rim e est relacionados a hepatite auto-imune tipo 2. impossibilit -la. ˆu‰«ˆ —€”  ˆ€‰ ˆ ñ óuô ò “ m † ˆu‰Á”u‘ ˆu™‰ ” †  †©¨ ô u– Listeriose Coment  rios: Os resultados das reaç es sorológicas devem ser interpretados com cautela. Condi o: 0.0 mg/dL Condi o: 0.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Lp(a) parece estar associada à doença coronariana. PARDINI 229 . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.monocytogenes e bact rias gram positivas. perda fetal recorrente. É formado por dois constituintes: apo B-100 (principal componente estrutural do LDL e VLDL) e apo (a) que apresenta grande heterogeneidade estrutural.Lipoproteína (a) Coment  rios: É uma lipoproteína plasm tica com composiç muito similar à LDL.2 mL de Soro. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 30. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆ † ô óuô ò “€‘ † ˆ€– ‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. N recomendado para triagem indiscriminada. acidente vascular cerebral e dislipidemia. . o que pode interferir na sua determinaç o.5 mL de Soro. devendo-se sempre proceder a duas coletas. havendo ascens o significa infecç recente.5 mL de Soro.

JO 8h. hepatites virais. “ ñ u’ ”R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ¡ d ˆu‰R”  † ò óuô †ô Mitocôndria.75 a < 1. .0 ˜ Positivo Condi o: 0. Cerca de 10% da populaç o adulta com monucleose infecciosa p senvolver anticorpos heterófilos.2 mL de Soro.JO 8h.75 ˜ Indeterminado ™ ≥ 0. testes para anticorpos específicos s cess rios. o Monotest indicado como teste inicial. cirrose h tica e doenças auto -imunes.0 ™ ≥ que 1. mais freqüente em mulheres A cirrose biliar prim ri entre 30 e 60 anos. Este tipo de test pouco til no diagnóstico de Monucleose Infecciosa em pacientes imunocomprometidos. pois a grande maioria desses pacientes roduz anticorpos heterófilos. sendo na forma crônica de quase 100%. Diante da suspeita clínica e sorologia negativa. Se o monoteste for negativo. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) . repetir a sorologia após 4 a 6 semanas. N specífico para cirrose biliar prim ria. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.VIDAS Valor de Refer ncia: ˜ Negativo ™ < 0. ent s casos suspeitos devem ser avaliados atrav s da determinaç ticorpos específicos para EBV. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos anti š AMA Coment  rios:  ma doença colest tica intra -hep tica crônica.5 mL de Soro. em altos títulos. ñ óuô d† ˆ u ‰ † ” ”u–u ò “€‘   ˆ u ‰  †ô Monoteste Coment  rios: Em pacientes com suspeita de infecç rim ria pelo vírus Epstei n-Baar. anticorpos totais Coment  rios: Doença multissist mica. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Se positivo e apresentar clínica apropriada com exame hematológico correspondente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti-mitocondria (AMA) est presentes em cerca de 90% dos casos.2 mL de Soro. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Lyme. . podendo cronificar -se. pois nos est ios iniciais ou em antibioticoterapia precoc ver níveis detect veis de anticorpos. PARDINI . Na fase inicial da doença a sensibilidade da sorologia de 40 a 60%. ñ ‡ óuô ˆò ˆu‰à–  † ‘uˆu‰ ˆu‰R‘u”  ˆ u ‰ Û — u ” Û d u ‘ ‰€—u‘€”Rˆu‘u‰âˆu‰R– —u” ˆu‰R‰ ”† ˆ ”† †Rþ ô 230 Instituto de Patologia Clínica H. podendo estar presente na hepatite crônica ativa.JO 8h. Um resultado negativo n xclui o diagnóstico da doença.

anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-m sculo liso (ASMA) est resentes em altos títulos em cerca de 70% dos pacientes com hepatite crônica ativa auto -imune.Mucoproteínas Coment  rios: É uma glicoproteína. Entretanto. O exam til no diagnósti co da tuberculose pulmonar e extrapulmonar ativa. . Pleural . ñ ˆu‰«—€”«d “ € ‘ ò  ”†‡ óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. . ñ ‡ óuô ò “€‘  ˆu‰«– › ASMA †ô Mycobacterium Tuberculosis.Líq.Líq. É importante para o diagnóstico e acompanhamento da doença reum tica. Apresenta elevada especificidade. Baixos títulos (inferiores a 1:80) podem ser observados nas hepatites virais.JO 8h. outras cirroses e doenças malígnas.2 mL de Soro. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1. anticorpos IgA Coment  rios: A detecç nticorpos IgA anti -Micobacterium sp auxilia em casos difíceis que apresentam anergia imunológica (aus cia de reatividade à tuberculina e anticorpos IgG). Peric rdico. . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 231 .5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .1 mg/dL Condi o: 0.7 a 5. Líquor . tecnicamente este exam resenta boa reprodutibilidade sofrendo infl ncia da temperatura e do tempo. ñ ”R‘uˆ€‰(d€–  ò †  ™”‡ ˆ  u“  óuô † ô Músculo Liso.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C. É substituída com vantagens pela determinaç o da alfa -1-glicoproteína cida. pois ma das ltimas provas a se normalizar. típica das secreç s mucosas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  inferior a 200 U œ Negativo œ Indeterminado  de 200 a 350 U  superior a 350 U œ Positivo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. cirrose biliar prim ria.10 0 C.JO 8h.

insufici cia renal.Urina 24 horas. A remodelaç ssea m processo contínuo. os valores de NTx caem 30 a 40% em relaç o ao valor basal.P-ANCA: relacionado com v rios tipos de vasculites. osteoporose. H is padr s possíveis: . 232 BCE = Bone Collagen Equivalents óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. etilismo. Raramente el contrado em indivíduos normais e na aus cia de vasculite. É til para monitorizaç o da resposta ao tratamento. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . Um aumento significativo nos níveis de anticorpos ltamente sugestivo de infecç . ñ ‡ ò  †d ˆu‰ ˆ óuô Neutrófilos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ¢ Homem £ 3 a 63 nMBCE/mM creatinina ¢ Mulher £ 5 a 65 nMBCE/mM creatinina † ™”  ñ ò “u‘  ˆ ˆu‰àê ‡ uˆ à ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰Áˆ ê †  ˆu‰Ûê Condi o: 2o jato da 1a urina da ma .10 o C. Após 3 meses de terapia adequada. sendo o NTx liberado e excretado na urina.Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM Coment  rios: Testes teis no diagnóstico das pneumonias por Micoplasma.Anca Ÿ Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ž ≤ 200 U/mL IgM ž Negativo Ÿ < 770 U/mL ž Indeterminado Ÿ 770 a 950 U/mL ž Positivo Ÿ > 950 U/mL Condi o: 0. O padr C-ANCA deve ser valorizado em qualquer título.2 mL de Soro.JO 8h. Bifosfonatos e estrógenos reduzem os níves de N Tx. . .C-ANCA: associado a granulomatose de Wegener. colangite esclerosante e Doença de Crohn). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: ž P . anticorpos anti Coment  rios: †Rþ ô Os ANCA s ticorpos que reagem com citoplasma de neutrófilos e est resentes em vasculites necrotizantes sist micas. Os níveis de ANCA s teis na monitorizaç o da atividade da doença.JO 8h. fraturas recentes e uso de medicamentos. tabagismo. Níveis elevados s encontrados em crianças. PARDINI . Recomenda -se a determinaç o de anticorpos em 2 amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. após congelar . . amostras de urinas noturnas. Doença de Paget. uˆ å ‰ ud ‘ “   ANCA ñ óuô ò “€‘ R—u‰ ™ ” uˆ R ‰ ‡  ” † ”u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰å– u“ ‘ †ô N-Telopeptídeo ¡ NTX Coment  rios: O NTx  m marcador específico da reabsorç ssea.Anca Ÿ Negativo ž C . Algumas condiç s clínicas podem interferir na determinaç s indicadores de remodelaç sseas: doenças reum ticas.5 mL de Soro p/ cada. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C.

No eritema infeccioso e na artropatia. Reinfecç s podem ocorrer em pessoas com títulos baixos de IgG. traqueobronquite e pneumonia. ñ óuô ò “€‘ ˆu†‰©—ud d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Parvovírus B19 IgG / IgM. sendo 50% dos adultos soropositivos. IgM específicos desenvolvem na segunda semana após infecç viral podendo ser detectados por 4 a 6 meses. anticorpos anti Coment  rios: Infecç lo parvovírus comum.Swab de nasofaringe. ˆ€‰ù–€”  ˆu‰ †   ñ ‰† óuô ò  ™” ˆu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. IgG surgem ao final da segunda semana persistindo por anos. reaspire. PARDINI 233 .JO 8h. artropatias e crise apl stica transitória em pacientes com anemia hemolítica crônica. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Heparina/Citrato) p/ cada. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. 2 e 3 . instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Laboratórios . o quadro clínic concomitante com o aumento dos anticorpos. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. causador da maioria das síndromes cruposas.coleta: Swab de nasofaringe. resfriado comum com ou sem febre. Imunodeprimidos podem ter infeç arrastada resultando em anemia crônica. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. entretanto.pesquisa direta Coment  rios: Constitui no agente mais comum de infecç s vias reas superiores. Na grav idez pode causar hidropsia e perda fetal.Lavado de nasofaringe . insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. com títulos baixos ou ausentes de anticorpos. . Pode ser assintom tica ou causar quadro clínico variado: eritema infeccioso. nos casos em que o material de ser aspirado.Parainfluenza vírus 1. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. a crise apl stica precede em dias o surgimento dos anticorpos. Lavado de nasofaringe. Caracterizam por otite m dia.

se esta reaç tiver título igual ou maior a 1/ efetuado a reaç Davidsohn.2 mL de Soro.12 a 0. ”Û‡ ñ óuô ˆò ˆ€‰(—€” ˆu‰à—€” uˆ © ‰ u— ” ˆ ˆ€‰ ˆ € ‰ à — u ‰ dR‘uˆ€‰(”  š ý† d ¡  ˆu‰R—u”  ˆu‰  †Rþ ô PCNA.JO 8h.37 0. Anticorpos antiPCNA s tectados em 3% dos pacientes com LES. anticorpos anti Coment  rios: PCNA (proliferating cell nuclear antigen) est correlacionada a proteína nuclear cyclina.7 mL de Soro.JO 8h. pois a segunda leva a uma concentraç muito mais elevada desta proteína.20 a 0. por meio da absorç soro com hem cias de boi e rim de cobaia. determinados pela reaç Paul -Bunnel.01 a 0. óuô Níveis (mg/dL) 0. doença de Crohn (PCR elevada) da retocolite ulcerativa (PCR baixa).50 Risco estimado Baixo Moderado Elevado Muito elevado †ô 234 Instituto de Patologia Clínica H. O PCR ultrasensível tam m um novo marcador de ater se. na qual ocorrem anticorpos heterófilos da classe IgM. Caracteriza -se por um padr tilhado heter eo expresso apenas nas c lulas em divis . M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 0. artrite reumatóide (PCR elevada) do lupus eritematoso sist mico sem complicaç es (PCR baixa).80 mg/dL para doenças inflama tórias.5 mL de Soro. Condi o: 0. PARDINI .JO 8h. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Aglutinaç o e Absorç o Valor de Refer ncia: Título < que 1:56 Nota: Na mononucleose infeccios reduç 90% do título após absorç por hem cias de boi. ñ ‰ €— ” ˆuuˆ ‰î óuô ò “€‘ † ˆ€‰ ˆu‰ ˆu‰«–u‰u‘ ‰€’u“u‘ †ô ™ Proteína C Reativa (Quantitativa) Ultrasensível Coment  rios: Tradicionalmente a quantificaç da PCR usada para monitorar processos inflamatórios e diferenciar: infecç es virais das bacterianas.38 a 1. em criança.11 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . Uma reaç Paul -Bunnel-Davidsohn negativ xclui o diagnóstico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.19 0. apresentando alta especificidade mas sem associaç com apresentaç clínica evidente. . ñ ò † m† “ ˆu‰ † ™ ‰u’u“u‘u” ˆu‰ Risco coronariano: Condi o: 0.Paul Bunnel Davidsohn Coment  rios: Test til no diagnóstico da mononucleose infecciosa.

ñ “u‘ “u‘ óuô ò ˆ€‰ ‰€— † ˆ u ‰  ˆ€‰ †Rþ ô Rub ’ ola Coment  rios: Doença viral de comportamento benigno. IgG avidez n o tem utilidade pois pode permanecer com baixa avidez por at s na R ola Con ita. com queda dos títulos. infecç s por parvovírus e coxsakievírus B. IgG de alta avidez present e. síndrome de Sjögren e lupus induzido por droga. Resposta linfoproliferativa presente. No primeiro m s de vida. Hemoaglutinaç o a partir de 1 a 3 dias do início da doença e presente indefinidamente. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h.Reticulina. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-reticulina est resentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos. ndice de soroconvers com a vaci 95%.. Resposta linfoproliferativa (linfocitose com atipia) est resente a partir da primeira semana.2 mL de Soro. IgG materna pode estar presente por mais de 6 meses. IgG de alta avidez presente.3 mL de Soro. Ru la co ita: IgM (ELFA/MEIA) positivo. Reinfecç : sorologia positiva anterior a reinfecç . Altos títulos de RNP.. 60% das crianças e at A@ % dos pacientes di ticos. lupus discóide. . Informaç es nece rias: Est r vida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? ˆ€‰Ü–  um † ‰ ™ ” “€‘ ™”   “ m † ‰ ‘u’€“u‘ ˆu‰ vv  R’  ˆ€‰ ‘ud † —u”  ( – ˆu‰ ˆu‰ “ † © ¨ d € ‘ u ‰ um † ˆ ™ ˆu‰©du’ † ù ÿ †ê¨ ˆu‰R—u” • B ’u“u‘ ˆ Continua. PARDINI 235 . Imunes e vacinados: IgG positivo. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. miosite e sinovite tipo reumatóide). artrite reumatóide. IgG de baixa avidez presente at meses. IgM (ELFA/MEIA) pode estar presente. anticorpos anti Coment  rios: †ô “ Anticorpos anti-RNP aparecem em baixos títulos em 30 a 40% dos pacientes com lupus eritematoso sist mico.JO 8h. IgM negativo após 3 meses. Reaç s falso -positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa. N representa risco para gestantes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô †ï ò “€‘ ˆ u ‰ « – dum † RNP. s sugestivos de doença mista de tecido conjuntivo (acometimento cutâneo do tipo escler rmico. H ma menor preval cia de doença renal em pacientes com este auto -anticorpo. exceto em gr vidas quando infecç uda pode levar à Síndrome da R la Cong ita. Seguem os achados sorológicos nas situaç es clínicas possíveis: Infecç rim ria : IgM positivo a partir de 1 a 3 dias após início da doença at a 12 meses (ELFA/MEIA). . Instituto de Patologia Clínica H. síndrome de Sjögren e miastenia gravis. IgG (ELFA/MEIA) positivo a partir de 3 a 4 dias de doença e presente indefinidamente. cerca de 20% dos infectados t m IgM negativo. Condi o: 0. IgG (ELFA/MEIA) positivo com elevaç vezes ou mais no título da segunda amostra. na aus cia de anti-Sm. Podem estar presentes em outras doenças como: doença de Crohn.

.6 mL de Soro.800 ¥ Positivo Condi o: 0.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).IgM: ¥ Negativo ¤ < 0.799 ¥ Indeterminado ¤ ≥ 0.20 ¥ positivo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. . †Rþ ô óuô † •ô— ELFA – ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY (VIDAS) IgG e IgM Valor¤ de Refer ncia . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óuô ò ò ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO DE MICROPART ¼ CULAS .600 a 0.0 a 9.80 ¥ negativo ¤ ¥ indeterminado 0.0 UI/mL 5.Continu õuóuô o. ñ †ô ò  †ô ô  €m † ‘uˆu‰R– ˆ€‰(‰ ˆ€‰ ¡ R  u– ” ˆ  236 Instituto de Patologia Clínica H. Condiç o: 0.RUBÉOLA HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.20 ≥ ¤ > 1.5 mL de Soro p/ cada. .IgM: < 0.JO 8h.JO 8h.MEIA Valor¤ de Refer ncia . PARDINI .JO 8h.600 0.80 a < 1.IgG: ¥ negativo < 10 UI/mL ¤ 10 a < 15 UI/mL ¥ indeterminado ≥ ¤ ¥ positivo ≥ 15 UI/mL Valor¤ de Refer ncia .JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ò ò óuô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor¤ de Refer ncia: corrida lo menos 3 meses ¤ Baixa avidez: inferior a 36% ¥ sugere-se infecç Inconclusivo: entre 36 e 60% ermite definir o período de infecç o ¥ ¤ Alta avidez: superior a 60% ¥ sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses Nota: Este teste baseia-se na intensidade ou avidez com que anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de R ola... Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 UI/mL ¥ Positivo Valor¤ de Refer ncia .IgG: ¥ Negativo ¤ < 5. .9 UI/mL ¥ Indeterminado ¤ ≥ 10.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada.

M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç à sintomatologia. A presença de anticorpos IgG contra o vírus do Sarampo em uma amostr suficiente para a distinç o entre infecç s recentes e antigas. ‘u‡ ¦ Sucrose ñ óuô ò ˆ€‰ ‘ud †  ˆu‰©‰  ” †  ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ Sarampo IgG e IgM Coment  rios: IgG .  ˆ ™” ñ u’ óuô u’ ò  uˆ ‰ ˆu‰ ˆu‘u‰Rˆ d ˆ ˆ  ˆu‰ dà‘€ˆu‰ †  †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. O resultado deste teste pode ser negativo em pacientes nos est ios tardios da infecç . O teste da sucros m teste de triagem.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç  sintomatologia. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus u uso dos anticoagulantes heparina e EDTA. . Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. Um teste específico para anticorpos IgM dever ser realizado em amostras dos indivíduos com suspeita de infecç tiva pelo vírus do Sarampo. PARDINI 237 . sendo que o resultado positivo deve ser confirmado pelo teste de Ham. enquanto falso positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia auto-imune. M todo: Hemólise em soluç de baixa força iônica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.5 mL de Soro p/ cada.JO 8h. IgM .10 o C.0 mL de Sangue Total citratado.JO 8h.Sacarose. história clínica e outros dados laboratoriais. . Líquor. história clínica e outros dados laboratoriais. Indivíduos infectados com o Sarampo podem o exibir níveis detect veis de IgM nos est ios iniciais da doença. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. quando os títulos de IgM n o s o mais detect veis.

vacinaç s e gravidez. Líquor. outras infecç s bacterianas. Falso -negativos podem ocorrer na sífilis tardia. portadores de doenças auto -imunes. títulos caem entre 3 e 6 meses. portadores HIV.. gravidez. pod e indicar novo tratamento. leptospirose e infecç s por outros treponemas. Menos de 1% dos indivíduos sau veis tem FTAABS positivo.Sífilis § Treponema pallidum Coment  rios: Na sífilis prim ria os testes VDRL e FTA-ABS (imunofluoresc cia indireta) se positivam depois do cancro duro com sensibilidade de 85%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hanseníase. Linfocitose e aumento das proteínas s o evi cias de neurosífilis ativa. apresentando como vantagem maior reprodutibilidade. após um ano de tratamento. negativando-se em 1 a 2 anos. podendo demorar anos para se negativarem. apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. Após tratam ento. Testes trepo micos: os testes de imunofluoresc cia (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%. mal ria. PARDINI . O VDR ma reaç de floculaç o. hepatites. hanseníase.JO 8h.5 mL de Soro. ˆ ˆ ‰ùdâ‘uˆ€‰ ˆu‰R–u‰ ‘ u “ †  ˆ€‰à—u‰ ò ™ ”u–u‰€‘u“ “u‘ ™” ˆ —u“u‘ —u “ ˆ —u‰R‡ ˆ€‰ ‰u‘u’u“€‘ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG ¨ Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . mal ria. por m. S sitivos em outras infecç es tr micas. . sen til para indicar infecç c ita. mononucleose. ”Û‘uˆu‰ “ —u “u‘ ˆu‰ ” uï ï † u— Á  •† ˆ€‰ “ ˆ ˆ€‰(” †   ™”  u‘u—u ™” VDRL líquor: resultos positivos no líquor s o encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis.   VDRL: test trepon mico. Na avaliaç o do tratamento observa-se que na sífilis prim ria e sec ria. Na sífilis secun ria a sensibilidade da sorologia %. falso-positivos podem ocorrer em doenças auto -imunes. FTA ABS óuô ˆu‰ ô †Rþ ò †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. A persist ncia de títulos elevados reduç m 4 vezes dos títulos. ELISA IgG: teste trepon mico que tem estreita correlaç o com os resultados do FTA -ABS. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda. com especificidade em torno de 99%. leptospirose. o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. e 8 vezes em 6 meses.5 mL de Soro. 238 Instituto de Patologia Clínica H. Falso -positivos mostram títulos em geral at :4. Devem ser utilizados para confirmaç s resultados de VDRL. os títulos caem cerca de 4 vezes em 3 meses. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL s falso-positivos: idosos. .. VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%. Na sífilis terci ria. Após tratamento. mononucleose.JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. viciados em drogas. brucelose. óuô Continua. mas títulos maiores podem ser encontrados. Se torna positivo 2 semanas após o cancro. Obs.

. ñ óuˆ ô ˆu‰ ò †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.S FILIS Ÿ FTA ABS †Rþ ô †Rþ ô †Rþ ô IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG . óuô ò VDRL QUANTITATIVO M todo: Floculaç Valor de Refer ncia: N o reativo Condi o: 0. PARDINI 239 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óuô ò AGLUTI ’”“”•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. Líquor.JO 8h.JO 8h.Continu IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA QUANTITATIVA © Condi o: 0.. .5 mL de Soro. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óuô õuó€ô o.3 mL de Soro.pesquisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. .5 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h..3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).

anticorpos Anti Coment  rios: É encontrado em pac ientes com esclerose sist mica progressiva na sua forma difusa (ESD) em 75% dos pacientes e 13% na forma CREST. ñ “ óuô ò ˆ€‰ ™ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SM. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Condi o: 0.SCL 70. risco de síndrome de l pus neonatal e forma cutânea subaguda) e em 5% de poliomiosite e artrite reumatóide. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES. Condi o: 0.3 mL de Soro. Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSA/Ro s  toanticorpos dirigidos contra antígenos do n cleo celular (anticorpos anti- nucleares). Autoanticorpos anti-SSA/Ro est resentes em 95% dos casos de Síndrome de Sjogren prim ria. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. antes do surgimento das manifestaç es clínicas da ESD. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. 40% dos casos de Lupus Eritemetoso Sist mico (comprometimento renal.JO 8h. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Pode surgir em pacientes com fenômeno de Raynaud. outros o associam com envolvimento do SNC e outros o correlacionam com uma exacerbaç clínica da doença.JO 8h.3 mL de Soro. . .JO 8h.3 mL de Soro. sendo marcador de gravidade.  ‡ ñ óuô ˆu‰»d ò ˆ€‰ ˆ€‰ù– “ ‡ ˆ€‰ †Rþ ô 240 Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô ˆ€‰ ò ˆ€‰ † A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SSA (Ro). . por m com sensibilidade de apenas 25 a 30%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Raramente aparece em outras desordens. PARDINI . Condi o: 0.

SSB(La). Quando o estímulo anti ico feito por polissac rides. ñ  óuô ò ˆ€‰ †  ˆu‰ ˆu‰«du‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô † Subclasses de IgG Coment  rios: IgG constituida de 4 subclasses: IgG1. mais particularmente em pacientes com gamopatias monoclonais e infecç s associadas a imunodefici cias prim rias e sec rias. IgG2. Condi o: 0. causadas principalmente por pneumococos e H.Mulher 9 óuô 280 a 3150 565 a 3450 420 a 3750 610 a 4300 730 a 4550 710 a 4600 435 a 4950 1235 a 5487 1476 a 5246 35 a 705 75 a 1256 91 a 1069 100 a 975 156 a 1938 115 a 1775 75 a 2088 276 a 1344 211 a 1142 8 a 900 18 a 1155 3 a 1380 11 a 945 14 a 1530 15 a 1425 45 a 1635 84 a 888 69 a 888 †ô Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Baixas concentraç s. Estes auto-anticorpos podem estar presentes em baixos títulos em at % da populaç normal . Na regulaç o da resposta imunológica contra antígenos prot icos os anticorpos produzidos s sualmente das subclasses IgG1 ou IgG3. No sangue de adultos. 70% das imunoglobulinas da classe IgG s o IgG1. PARDINI 241 . ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSB/La ocorrem na maioria dos casos em associaç anti S SA. A presença do anti SSB/La est fortemente associadas à Síndrome de Sjögren.5 mL de Soro.6% IgG3. os anticorpos produzidos s rincipalmente da subclasse IgG2. em 15%. incluindo c sulas de bact rias. 2 a 4 anos 4 a 6 anos 6 a 8 anos 8 a 10 anos 10 a 12 anos 12 a 14 anos 14 a 18 anos Adultos . M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.20% IgG2. . influenzae. .JO 8h. IgG3 e IgG4.4% e IgG4.Homem Adultos . M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: Idades IgG1 mg/L IgG2 mg/L IgG3 mg/L IgG4 mg/L at«ª anos 1700 a 9500 215 a 4400 134 a 694 4 a 1200 ñ † ’€“u‘ † ˆu‰Û– ˆ€‰ d “ u ‘  ™ ”  u ‘ u — u  ò 2900 a 10650 3300 a 10650 2250 a 11000 3900 a 12350 3800 a 14200 1650 a 14400 1550 a 10200 2396 a 10835 3422 a 11178 ˆ ˆ € ‰   € – ™” † u“ ‘ ™ ” “ ˆ Condi o: 0. ou mesmo aus cia de IgG2 e IgG3. est ssociadas a infecç s recorrentes das vias respiratórias. Anormalidades nos níveis de subclasses de IgG t m sido relatadas.JO 8h.3 mL de Soro.

Faixa Et ria CD4 CD8 0. em duas ocasi s. como pneumocistose. e a medida da carga viral plasm tica s parâmetros a serem considerados na decis iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA.24 1.2 1.2479 mm3 12 . Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decis s de início ou mudança de terapia devemos consider -los.2479 mm3 30 m . T m importante papel no controle de infecç es. Transportar em temperatura ambiente.2 .30 m 38-46% 1538 .2 .6. hepatite B.6.2 1. protozo rios e alguns fungos. Indiana 1992 lò ™” ™” ˆu‰ ‰u–u ˆu‰ö—u” ™ ” ˆu‰ ˆu‰Rd™ ” † ÿ ˆ€‰ ˆu‰à—€” ˆ m † óuô $ 9) CD4/CD8 1.3.31% 351 .98 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.24 m 42-48% 1919 . Diminuiç CD4 tam m pode ser encontrada em outras situaç s o a SIDA: tuberculose. Enviar de 2a a 5a feira. Esplenectomia e co -infecç o pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar da supress imune.6.2 . juntamente com a avaliaç clínica. PARDINI .31% 351 . doenças intercorrentes (modestas diminuiç s em infecç es agudas e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem). A contagem de CD rediz a evoluç s pacientes com SIDA.2 1. Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h).31% 351 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: ðà‘uˆ€‰à– ˆ™ ˆ ¬ CD4 E CD8 ˆu‰»—u‰ † † ™  ˆ€‰ † ˆu‰î–u”  ê  ™ ”  ˆu‰©“–u‰  ™ ñ ™ ” ëu”Ó‘uˆ Condi o: 8.3 a 33-44% 1219 .12 m 49-55% 2630 .3. diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h). lisando c lulas infectadas por vírus.2 .31% 351 .2 1.2 .43% 255 .31% 351 . criptococose e Síndrome de Linfocitopenia CD4 Idi tica. Consideram-se significativas as reduç es de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relaç sua determina ç pr via. citomegalovirose e toxoplasmose.2 0. citomegalovirose.34% 331 .2479 mm3 24 .2472 mm3 8 .1720 mm3 Hospital Pedi­ trico de Riley .6.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina/ACD). sazonais. toxoplasmose. Os linfócitos T CD8 s o citotóxicos. Fatores influenciam a contagem do CD4: variaç s analíticas. Na infecç lo HIV h ma predileç r esta categoria.2 1. A contagem de CD4.6m 50-57% 2780 .5 .2479 mm3 18 .6.2864 mm3 8 .Centro M ico da Univ.2 .3499 mm3 8 . .2009 mm3 8 . eliminando c lulas infecciosas ou neopl sicas. idealmente.3908 mm3 8 .31% 351 .2692 mm3 14 .2213 mm3 8 . N enviar no gelo.5 ˆu‰R”u‘ † ˆ ˆu‰ 242 Instituto de Patologia Clínica H.2479 mm3 > 3 anos 27-57% 562 . Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em at 0% dos pacientes.2480 mm3 17 .2479 mm3 6 .Subtipagem de Linfócitos Coment  rios: Os linfócitos T CD4 s o espefíficos para a maioria das infecç s oportunísticas.1445 mm3 Adultos 33-51% 508 . -N viar em Pipetex.6.18 m 46-51% 2307 .Informar data e hora da coleta.

0.88% 3101 .680 mm3 †Rþ ô † ˆ ˆu‰©”u‘ Toxocara. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em 25% de indivíduos com esquistossomose e filariose.3345 mm3 432 .88% 2649 .3345 mm3 432 .84% 1230 . .3345 mm3 432 . anticorpos anti Coment  rios: No diagnóstico da toxocaríase. s consideradas duas formas clínicas: . at severa e potencialmente inevit vel enfermidade. N viar em gelo.88% 3516 .45% > 3 anos 65 .17% Hospital Pedi¯ trico de Riley .Tipagem de Linfócitos Coment  rios: Test til na avaliaç o das imunodefici cias con itas de linfócitos B (gamaglobulinemias co itas) ou combinadas (defici cia de imunidade humoral e celular).3 mL de Soro. diagnóstico e classificaç leucemias e linfomas. doença causada pelo Toxocara canis (verme canino).3639 mm3 11 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.45% 6-12 meses 55 . Transportar em temperatura ambiente. Aplicaç tam m na a lise. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.3868 mm3 11 .88% 3929 .A forma ocular (ocular larva migrans) tam m varia amplamente na apresentaç o de les s agudas nos olhos at infecç es assintom ticas.45% 24-30 meses 55 .3560 mm3 6 .5775 mm3 11 .3345 mm3 432 . Indiana 1992 ˆu‰R—u” ò  ˆ “€‘ ® “u‘ CD2 e CD19 ’u“€‘ ˆu‰ m † ‘ u  ‘u’u“u‘ óuô $ 9) 432 .JO 8h.3345 mm3 432 .45% 12-18 meses 55 .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina).45% 30-36 meses 55 . † ™ ” ™ ñ ò  óuô †Rþ ô   m† † ˆu‰ ˆ ™”  Instituto de Patologia Clínica H.1259 mm3 90 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.6 meses 55 .88% 3806 .88% 2236 -3463 mm3 11 .89% 1035 .3345 mm3 200 . .3868 mm3 11 .29% Adultos 61 . Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h).Centro M ico da Univ.A forma visceral da doença (larva migrans visceral) cujos sinais e sintomas da V LM pode variar de um estado assintom tico apresentando leve eosinofilia.4881 mm3 11 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.45% 18-24 meses 55 . PARDINI 243 .4074 mm3 9 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Subgrupos de Linfócitos Faixa et ria CD2 CD19 % ñ ”Á‡ Condi o: 8.

. . ELFA IgG: independente do nível o pode predizer se a infecç recente ou tardia. Imumoensaio enzim tico IgG: independente do nível redizer se a infecç recente ou tardia. Valores altos ° significam maior probabilidade de infecç recente. Assim. 3(5 d«‡€‘ ˆ€‰ recente ou ("$# "8# ("8# ("8#f) Teste de imunofluoresc ncia indireta IgM: detecta IgM nas primeiras semanas. suporte ou afaste o diagnóstico de infecç tardia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Resultados p ositivos podem persistir por mais de um ano. Teste de imunofluoresc cia indireta IgG: título começa a subir entre 4 e 7 dias após IgM.55 ¼ Negativo » ≥ 0. Teste de avidez de IgG: na fase aguda anticorpos IgG ligam-se fracamente ao antígeno (baixa avidez). desaparecendo em meses. lise do resultado deve ser cautelosa: Anticorpos IgG ˆ d(d€‘u IgM IgA Evolu o Surgem em 1-2 semanas.55 e < 0. s´° ¶Œ til no ° diagnóstico da infecç c·°¸± Ž ° ita. papagaio)? Fez este exame anteriormente?  “ “€‘ "$# # $' " "$#f1 ()81 $ "# ' ()8# # "$# # 9 “ ˆ   ˆ u ‰ R m ˆu‰ ‘ u ˆ € ‰ ö – u ‰ u — € ” ö – u’ u“ ‘ d ”©‘uˆu‰ † d ˆ u‰ u‘ u’ “ ˆu‰ † “u‘  vv  « ’ † ˆ€‰Üd€– ˆu‰ ‘ u ˆ ˆu‰«d€—uë —ud ¡  “ ˆt‰ † † ˆu‰»—u”Ádu‘  “u‘ ELFA .65 ¼ Indeterminado » ≥ que 0. ° significando necessariamente infecç o recente. Importante principalmente no diagnóstico de infecç o c nita. Est r vida? Teve contato com algum animal dom stico (gato. utilidade no diagnóstico de toxoplasmose con ita. ELFA IgM .65 ¼ Positivo Condi o: 0. Surgem em 5 dias.. Falsos positivos para fator reumatóide e FAN podem ocorrer. Títulos baixos podem persistir por mais de um ano em 20% dos casos. Persiste positiva por 12 a 18 meses em títulos baixos. caem variavelmente. Na fase crônica (após 4 meses) tem -se elevada avidez. Detectados em infecç¹ s agudas e na doença c´º ° ± Ž nita. A detecç ticorpos de alta avidez em pacientes com IgM positivo indica infecç iri mais de 4 meses. N µ³ ltrapassa a placenta. Imunoensaio enzim tico IgA: detectada na infecç re cente.JO 8h. principalmente no primeiro trimestre. Tratamento anti-parasit rio pode manter a baixa avidez por mais de 4 meses. IgM negativo ou positivo na gravidez iagnostica ou afasta infecç ²±´³ . pois.IgG: » < que 4 UI/mL ¼ Negativo » ≥ 4 a < 8 UI/mL ¼ Indeterminado » ≥ 8 UI/mL ¼ Positivo Valor de Refer ncia . Informaç es nece rias: Informar. Falso negativo para títulos baixos de IgG. Falso positivo para FAN pode ocorrer. É indicado para mulheres gr vidas. que de form ica. Alto índice de positividade na populaç rasileira. Alto índice de positividade na populaç brasileira. podendo persistir por toda vida. Podem persistir por 1 ano. diminuindo em poucas semanas ou meses. que apresentam IgG e IgM positivos. N o atravessa a placent bsorvida pelo leite materno. PARDINI . Maior sensibilidade que IgM na infecç c·°¸± Ž ° ita. Sensibilidade de 88.8%.captura: tamb m n resenta as interfer ncias observadas na imunofluoresc cia. permanecendo elevada por no mínimo 26 semanas. tendo. com pico em 8 semanas e início de queda no sexto m s.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . Podem persistir por meses e at mais de 1 ano.IgM: » < que 0. 244 Instituto de Patologia Clínica H. Títulos baixos podem persistir por anos.IgG e IgM Valor de Refer ncia .Toxoplasmose Coment  rios: N o existe nenhum teste.5 mL de Soro p/ cada. Imunoensaio enzim tico IgM duplo sanduíche ou captura de anticorpos: elimina a interfer cia do fator reumatóide. ò ò óuô †ô Continua. pico em 1-2 meses.

ò ò õuóuô o.JO 8h. . ñ ò  óuô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 4 meses ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ †ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C..: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.5 mL de Soro p/ cada. Obs. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .80 a 0.10o C. Líquor. . ˆu‰ ô ¡ †Rþ ÿ ‰ ò ò † Rô — †Rþ ô ˆ€‰ óuô óuô HEMOAGLUTINA•”– O INDIRETA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. .80 ¾ indeterminado ndice de 0. ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.TOXOPLASMOSE óuB ô óuô B B IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG e IgM †Rþ ô Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0..Continu IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM Valor de Refer ncia IgG: < 10 UI/mL Valor½ de Refer ncia IgM: ¾ negativo ½ ndice < 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. devido a pos sibilidade de contaminaç do material durante a punç .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina) p/ cada.99 Condi o: 0.JO 8h.JO 8h. PARDINI 245 .3 mL de Soro. .99 ½ ¾ positivo ndice > 0.0 mL de Soro.5 mL de Soro.JO 8h. . TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor½ de Refer ncia: ½ Baixa avidez: inferior a 30% ¾ ½ Inconclusivo: entre 30 e 40% ¾ Alta Avidez: superior a 40% ¾ Condi o: 1.

O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 1. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ¿ 3 meses a 10 anos À 203.. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 2 a 4 dias. ˆu‰â“ —u” ‰u‘u’u“ ñ ò óuô †ô  † ˆuˆ ‰ý”€‘ ‰€‘uˆ ’u“ † ”† ˆu‰Ó”u‘ ˆ Triagem de Drogas de Abuso ANFETAMINAS Coment rios: No teste de triagem para anfetaminas e metanfetaminas realizado na urina. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. síndrome nefrótica. Útil para diagnóstico e manejo de anemias. hemocromatose. feita a detecç substância D -anfetamina. PARDINI .0 mg/dL Condi o: 0. Condi o: Urina recente (mínimo 0. insufici ncia c nita e atransferrinemia c nita.000 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA).0 a 360. ñ v ô “u‘ † † ˆu‰©—ud óuô ˆt‰ † ‰ †©¨ ô   COCA¼ NA Coment rios: No teste de triagem para cocaína realizado na urina.5 mL).5 mL de Soro.5 mL).0 a 400. sendo sintetizada no fígado e migrando para regi o beta na eletroforese. Pode ser detectado após 2 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. Valores elevados s contrados nas anemias ferroprivas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. neoplasias. HPLC). no uso de estrógeno e gravidez (elevaç o de 30 a 50%). Continua. feita a detecç s substâncias benzoilecgonina e ecgonina.. ñ † v ô “u‘ † ˆu‰R—ud óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô  246 Instituto de Patologia Clínica H. hemorragias agudas. desnutriç o prot ico -calórica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Coleta assistida. Sua síntes inversamente proporcional à quantidade de ferro s rico. Níveis baixos s contrados na reaç fase aguda. .JO 8h. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA).Transferrina Coment  rios: É a principal proteína de transporte do ferro. HPLC). Coleta assistida.0 mg/dL ¿ Adulto À 200.

0 ng/mL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Após 7h. Outras causas de necrose mioc rdica tamb m elevar a troponina I. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. com pico em 12 a 18h. Condi o: Urina recente (mínimo 0.. feita a detecç da substância 11 -nor-9-carboxydelta-9-THC.5 mL). se †©¨ ô  til no diagnóstico do infarto agudo do mioc rdio. M todo: Quimioluminesc cia Níveis Terap uticos: < 1. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. PARDINI 247 . M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 50 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Pacientes com angina que apresentam níveis elevados (les o mioc rdica mínima) de cTnI t m prognóstico pior.5 mL). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA).Continu õuó€ô o. Coleta assistida. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Na insufici cia renal a especificidade do ensaio pode ser menor. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias.  † ˆ ñ óuô †ô ò “u‘  ˆ   ‘€—u‰Á‡  † ˆ€‰ “ ˆ † uˆ—u”‰ “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. feita a detecç substância morfina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.TRIAGEM DE DROGAS DE ABUSO MACONHA Coment rios: No teste de triagem para maconha realizado na urina.5 mL de Soro. a sensibilidade 100%. após uso crônico.. permanecendo elevada por 6 a 10 dias. N o deve ser utilizada como marcador absoluto do infarto agudo do mioc rdio. Sua presença denota necrose do tecido mioc rdico. HPLC). Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. HPLC). É detect vel em 4 a 6h após a les mioc rdica. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. ñ  v ô “u‘ † † ˆu‰÷—ud óuô ˆu‰ † ‰ Troponina I Coment  rios: A cTnI  m marcador de les o da musculatura cardíaca.  † ñ † ˆu‰ v ô “u‘ óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô   OPI¶” EOS Coment rios: No teste de triagem para opi ceos realizado na urina. Coleta assistida. Pode ser detectado após 4 a 6 horas do uso e se mant m positivo por 7 a 10 dias após uso eventual ou 1 a 6 meses.

ˆ€‰ “€‘ Imunoensaio enzim tico: utiliza antígenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%). ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. alguns cuidados s cess rios na escolha do m todo e sua interpretaç .5 mL de Soro. toxoplasmose. sífilis. mal ria. PARDINI . Conser o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.6%.. .QUANTITATIVO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mas por apresentar baixa sensibilidade (69%). †  • —ô óuô ò Continua. hanseníase.JO 8h. Imunofluoresc cia indireta: IgG xame sensível no diagnóstico da Doença de Chagas. baixa especificidade e complexidade na sua execuç mais deve ser utilizado. maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva.JO 8h. pelo clínico assistente.5 mL de Soro. Entretanto. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. hepatites) recomendado que o soro seja testado.Trypanosoma cruzi Coment  rios: Os testes sorológicos s  tilizados para confirmaç e suspeita cl ínica da Doença de Chagas e triagem em bancos de sangue. imunofluoresc ncia e imunoensaio apresentam sensibilidade próximo a 100%.  ˆ u ‰ © — ˆ€‰ö‘u”  ˆu‰å—u” ˆu‰ “ †  † † “  †” † uˆ ‰ †‡ til para IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG . Tendo em vista a possibilidade de falso -positivos (leishmania. . 248 Instituto de Patologia Clínica H. doenças do col geno.JO 8h. tem especificidade inferior à imunofluoresc ncia e ao imunoensaio enzim tico. IgM caracterizar fase aguda. óuô †R8© þõ€ÿ óuô ¡ ‰ óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ò IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a positividade da sorologia. Imunoensaio de partículas em gel: a pesquisa de anticorpos por meio do imunoensaio de partículas em gel apresenta sensibilidade de 96. Os m todos Hemaglutinaç . entretanto.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). em pelo menos 2 m todos diferentes antes de aceito. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. ‘uˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  Hemoaglutinaç : utilizado para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade.. O Machado Guerreiro (Fixaç complemento) era o exame de escolha no passado. .8% e especificidade de 94. Apresenta menor reprodutibilidade que o ELISA.

. .TRYPANOSSOMA CRUZZI HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0..  ”î‡ Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA ñ ò  ˆ† Á ‰ d  ˆ€‰(‰ † dRm óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Continua. . mas especificidade menor (94 a 100%). óuô ò †Rþ ô PESQUISA DE ANTICORPOS M todo: Imunoensaio de Partículas em gel Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. A transglutaminase tecidual to-antígeno detectado pelos anticorpos anti-endomísio. O padr ro para diagnóstico de DC iópsia intestinal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 249 .JO 8h.3 mL de Soro. Anticorpos anti-tTG apresentam sensibilidade (95 a 98%) superior aos anticorpos anti-endomísio.3 mL de Soro.JO 8h. ñ óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Á ò tTG Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  negativo < 20 unidades entre 20 e 29 unidades  fracamente positivo  moderamente positivo > 30 e 39 unidades  fortemente positivo ≥ 40 unidades Condi o: 1.

M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .3 – VŸ RUS SINCICIAL Coment  rios: Permite diagnóstico r pido desses vírus em quadros de infecç s de vias reas superiores. a IgM tectada na 1à semana após o rash.coleta: Swab de nasofaringe. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. . Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Lavado de nasofaringe. atingindo o pico em 14 dias. É mais comum acima dos 50 anos. Na forma prim ria. colha toda secreç xistente e fricci one as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas.Varicella zoster IgG / IgM.2. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. a IgM aumenta em torno do 8” e 10” dia após a erupç .JO 8h. Laboratórios . Na catapora. após o aparecimento do rash. sendo freqüente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias. enquanto baixos títulos de IgG s servados em adultos s s. A presença de IgM ou alto título de IgG detectado poder correlacionar-se com infecç u exposiç recente. anticorpos anti Coment  rios: O vírus da varicella zoster respons vel por duas síndromes clínicas: a catapor infecç rim ria e o herpes zoster que ocorre quando da reativaç vírus.Lavado de nasofaringe . reaspire. †  ˆu‰»—u‰ €ˆ ‰  d ö ë   u ” † ˆ€‰ö–  ™” ñ ˆu‰ ˆu‰«‰€m  ˆu‰Á—€”Ádu‘  ˆu‰ ˆu‰R‰ † —u” uˆ ‰ óuô ò †H• ð ô ¡ ‰ Vírus Respiratórios – Pesquisa direta ADENOVŸ RUS – INFLUENZA VŸ RUS A e B . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI . nos casos em que o material de ser aspirado. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.5 mL de Soro p/ cada. com pico geralmente no 18” e 19” dia. Ocorre casos de detecç ticorpos 48 horas. ñ óuô ò “€‘  ™” d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† 250 Instituto de Patologia Clínica H. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. É importante ressaltar que as vacinaç s induzem à síntese de Ig G. Liquor.Swab de nasofaringe. representa um a grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos. uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal. embora a grande proteç seja do tipo celular. Quanto ao Herpes zoster.PARAINFLUENZA VŸ RUS 1.

mononucleose e outras doenças.Lavado de nasofaringe . doenças linfoproliferativas que evoluem com crioglobulinemia.JO 8h. . bronquites e pneumonites). instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. a detecç nte por m todos diretos r ida e vantajosa.3 mL de Soro.Vírus Sincicial – pesquisa direta Coment  rios: O vírus sincicial respiratóri rincipal agente viral caus ador de infecç s respiratórias baixas em crianças com idade inferior a 2 anos (Traqueo bronquites. Em geral. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. O teste de Waaler -Rose apresenta algumas desvantagens devido a subjetividade na leitura e baixa reprodutividade. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. j s t cnicas de isolamento s xtremamente demoradas. em decorr ncia da estimula ç liclonal dos linfócitos B. Lavado de nasofaringe. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s.Swab de nasofaringe. Reaç s positivas para o FR n s specificas da AR. Conservaç o de e nvio: Refrigerar a 4 o C. hepatite. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. reaspire. toxoplasmose. PARDINI 251 . Como o diagnóstico clínico das infecç es por vírus no trato respiratóri complexo. ñ † óuô ò “€‘ ‰ † ‰ù– † u – ™ Rëu”Rd † ˆu‰«” ‰† ™” ˆ€‰(” ˆu‰«—€‰«du’u” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Waaler Rose Coment  rios: Fator reumatóide um auto -anticorpo que est resente no soro da maioria dos pacientes portadores de artrite reumatóide (60 a 70%). M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . altos títulos de FR se correlacionam com maior severidade da doença.coleta: Swab de nasofaringe. na mal ria. Laboratórios . Na AR juvenil sua ocorr nci s de 30%. Veja tam m Fator Reumatóide. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Inferior a 6 UI/mL = negativo Condi o: 0. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. sífilis. podendo estar presentes em outras colagenoses. uˆ ‰ uˆ ‰ ” ˆò m† † R  – “ d † du–u”€‘ud “  ˆu‰«–€‰ ™” ñ óuô †iÿ ô Instituto de Patologia Clínica H. nos casos em que o material de ser aspirado. endocardite.

com títulos superiores ao anti O. pois somente indica a presença de uma infecç causada por riquetsia. Paratyphi B Æ at . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Aglutinaç (Proteus Ox19) Valor de Refer ncia: < 1:160 Condi o: 0. . Na pesquisa de Salmonella paratyphi A e B s clinicamente significativos títulos iguais ou superiores a 1/160. em geral.4 mL de Soro. ñ ”R‡ Ä Ricketsiose óuô ˆu‰ ò ˆ ’u“ ˆ uˆ ‰ ˆu‰ “ ˆu‰ †Rþ ô Widal (r ¢ ¢ £¤¥ o) Coment  rios: Test til no diagnóstico da febre tifóide. ñ ˆu‰ ”LJ ˆu‰Rd ™” ™ ” ˆu‰ ˆò uˆ ‰ ˆu‰ óuô ††  ††  †Rþ ô 252 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h.1:80 Æ at :80 Å S. A reaç o n faz o diagnóstico entre tifo end mico e murino. . Typhi O Å S. Reaç s com antígeno “H “ s mais tardias. Reaç s positivas com antígeno “O” ocorrem mais precocemente. PARDINI . títulos de anti O iguais ou maiores que 1/160 s confirmatórios de infecç tiva. após a 1” semana de infecç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Na vi ncia de quadro clínico. Typhi H Æ at :80 Condi o: 0.Weil Felix Coment  rios: Test til no diagnóstico das riquetsio ses. títulos de 1/160 ou maiores s quase que confirmatórios de infecç o recente.JO 8h. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Å S.3 mL de Soro. Paratyphi A Æ at :80 Å S.

. Velocidade curvilinear: Percurso efetivamente realizado pelo espermatozóide na unidade de tempo (trajetória re al). Quanto maior a elongaç . . cujo valor cerca de 0. † ™ ”ˆ ˆ€‰ ó€ô  † ˆu‰ ‘€ˆu‰ ˆ “u‘ ‘uˆu‰ “ †  ˆ ˆu‰R—ud ˆ€‰«—ud ˆ € ‰ ( ‘ € d ‡ ˆu‰ ( ‰ €‘ ‡ “ ˆu‰â”u‘ d R ˆ ˆu‰R”u‘ ˆu‰ d † d † † óuô †É•  € ˆ ‰ ˆ€‰ ‘uˆuˆu‰ ‰© ”(‘€ˆu‰  †  u“ ‘ † ˆ€‰  Continua. mais estreita a cabeça. garantindo a interfer cia de outr os elementos. Este sistema de grande sofisticaç o tecnológica nos perm ite obter dados totalmente inacessíveis quando feitos por t cnicas manuais. enviar at h após a coleta.` Coment rios: O cido cítrico roduzido pela próstata. debris. Conservaç o para envio: Enviar congelado..O. p or exemplo. Amplitude lateral: Comprimento total da oscilaç cabeça. Elongaç o : É a relaç tre o eixo menor (largura) e maior (comprimento) da cabeça do espermatozóide. ñ cido Cítrico – Teste Bioquímico   óuô †ò †– ˆ€‰(” ˆu‰R—u‰R” ˆu‰à—€”u–u”u‘u—  ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ An e lise Seminal Computadorizada Coment  rios: É um exame indicado na avaliaç inicial da infertilidade masculina. 253 Instituto de Patologia Clínica H. Linearidade: É a relaç tre Velocidade em linha reta/Velocidade curvilinear. Freqü ncia de oscilaç : É mero de vezes que o espermatozóide cruza a linha ideal por unidade de tempo.N colher em preservativos. as avaliaç s de motili dade em seus diversos parâmetros t m mais car ter subjetivo. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. Nesse m todo. Usado tamb m para controle de vasectomia. PARDINI . Os dados da motilidade s o medidos rigorosamente por um sistema estroboscópico de alta precis o.M. menor ser sua linearidade. etc. Tem sua produç ente da atividade hormonal e est ligado ao processo de coagulaç liquefaç sperma.Colher esperma por masturbaç sem que haja perda em frasco de vidro ou pl stico inerte. que permitem caracterizar os espermatozóides. mais larg cabeça. É o elemento de c lculo para a linearidade. tais como. Interpreta o dos Novos Parâmetros de Motilidade: Progressivos: Percentual de espermatozóides móveis levando em conta a sua velocidade e linearidade. -N recisa absti cia. . Velocidade com trajetória harmonizada : Retificaç trajetória real feita pelo espermatozóide. Importante porque est relacionada com a capacidade de penetraç zona pel cida do óvulo. Controle de Qualidade: Existem dois sistemas de aferiç : tamanho e forma conjugados ao brilho.. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido.Abstenç de 2 a 5 dias.6. forma afilada ou tapering. leucócitos. Condi o: Volume ejaculado. Velocidade em linha reta: Velocidade m dia em linha reta do começo ao fim da trajetória. no m ximo 7 dias ou C. totalmente controlado por computador. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 300 a 800 mg/dL Condi o: 1. É uma refer cia para a morfologia. Quanto menor a elongaç .0 mL de esperma. É uma medida de sinuosidade (Zig-Zags). Quanto mais o espermatozóide se afasta da Velocidade em linha reta. hem cias.

Teste complementar espermograma Coment  rios: Avalia a vitalidade dos espermatozóides.5 mL de esperma.9 micro m/seg Lentos: abaixo de 5.normal at % Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.Continu õuóuô o. Conservaç o para envio: Enviar congelado. ñ óuô †ò ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ 254 Instituto de Patologia Clínica H. -N recisa absti cia. M todo: Eosina Valor de Refer ncia: Acima de 60% de formas vivas Condi o: Todo volume ejaculado. PARDINI .9 micro m/seg Est ticos: imóveis .. Valores baixos indicam processos inflamatórios ou i nfecciosos na vesícula seminal.. enviar at h após a coleta.AN LISE SEMINAL COMPUTADORIZADA r Valores normais: Ç Velocidade c/ Trajetória Harmonizada: > de 33 micro m/seg Ç Velocidade em Linha Reta: acima de 28 micro m/seg Ç Velocidade Curvilinear: acima de 42 micro m/seg Ç Amplitude Lateral: entre 2 e 4 micro cia de Oscilaç : entre 6 e 16 hertz Ç Fr Ç Linearidade: acima de 60% Ç Elongaç : entre 54 e 68% Ç Progressivos: acima de 30% Distribuiç o das Velocidades: R pidos: acima de 25 micro m/seg M ios: entre 6 e 24. ñ óuô †H• ô †É• Frutose . Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. ”€ë!u“u‘ ˆu‰ † — ô ô †H• ò ˆ€‰ y• @ † Color ¢ £¦¥ o Supra Vital . Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 100 a 350 mg/dL Condi o: 0.Teste Bioquímico Coment  rios: É o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides.

Este teste. .Absti ncia 2 a 5 dias. Condi o: Todo volume ejaculado.N colher em preservativos. determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads.N colher em preservativos. Condi o: 0.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: Este teste avalia a integridade da membrana do espermatozóide. Este teste.000/mL Condi o: 0. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads.Imunologia do Esperma TEST DIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. PARDINI 255 . sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At dias entre 18o a 25o C. peça intermedi ria ou cabeça. Condi o: Todo volume ejaculado. ñ ˆ óuô †ô“ ò ˆ  Leucócitos Coment  rios: Valores aumentados s encontrados em processos infecciosos. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.M. ñ †óuô  ò †iÿ ô ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.O. peça intermedi ria ou cabeça. se positivo.000.Absti ncia de 2 a 5 dias. . ñ ˆ óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ‘u“ †H•  †É• ‘uˆu‰© ”(‘€ˆu‰ † TESTE INDIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. M todo: Swelling Valor de Refer ncia: ≥ 50% apresentando inchaço de cauda. Conservaç o para envio: At m s entre 2o e 8o C. enviar at h após a coleta. se positivo. indica causa imunológica como fator de infertilidade. ñ óuô ò ˆu‰ ô ‘u“ †H•  ‘€ˆ †É• ˆ † Immunobeads . indica causa imunológica como fator de infertilidade. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. Conservaç o para envio: At horas após coleta em t emperatura ambiente. enviar at h após a coleta.Hipoosmolaridade .5 mL de Soro da mulher ou homem – C. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: At . . .3 mL de Esperma.

M. PARDINI . óuô ˆu‰ ô ‘u“ †H• ò ˆ€‰(—€”(‘€‰ ‘€ˆ †É• ˆu‰ ˆ † 256 Instituto de Patologia Clínica H. . Condi o: 0.Absti ncia 2 a 5 dias.C. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. . Condi o: Todo volume ejaculado. M todo: Swim Up Valor de Refer ncia: Recuperaç mínimo 10% da concentraç inicial com melhoria da motilidade.Abstenç a 5 dias. . Condi o: Volume ejaculado. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. indica causa imunológica como fator de infertilidade. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. ñ uˆ ‰R—u” ˆ€‰ ò óuô †É• ˆ u ‰ R — u ” ÿ ˆu‰ ô ‘€ˆ †H• ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †iÿ ô ñ    ˆ † INDIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo. . Conservaç o para envio: At semanas entre 2 o e 8o C. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex.N colher em preservativos.N colher em preservativos.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: É utilizado para avaliar o potencial migratório dos espermatozóides.5 mL de Soro da mulher ou homem . indica causa imunológica como fator de infertilidade.O. enviar at h após a coleta.Imunologia do Esperma DIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo. ˆ€‰  Swim Up . enviar at h após a c oleta.Mar Test .

o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. PARDINI 257 .Teste Penetr ¢ £¦¥ o "In Vitro" Teste complementar do espermograma Coment  rios: Este teste simula a interaç o do espermatozóide com o muco cervical (in vitro).0 cm/hora Condi o: Todo volume ejaculado. resença de espermatozóides no canal ce rvical. 1. 6. M todo: Capilar Valor de Refer ncia: ≥ 2.Absti ncia 2 a 5 dias. 2. 5. enviar at h após a coleta. É Pobre: qu É Moderado: at espermatozóides no canal cervical c/movimentos lentos. Após o coito deitar de costas por 30 minutos com os joelhos dobrados e as coxas levantadas para evitar a perda do s men.N colher em preservativos. Dirigir ao laboratório para o teste. A paciente e seu companheiro devem abster-se de relaç s sexuais 2 a 5 dias antes do teste. N ser ssível faz -lo por algumas horas depois disso. período ovulatório (a ser definido juntamente com o m dico). M todo: Observaç ireta ao Microscópio óptico Valor de Refer ncia: É Negativo: aus ncia de espermatozóides. 3 a 4 horas após a relaç sexual ou de acordo com instruç s m icas. Cliente tem que comparecer na unidade. É Excelente: mais de 10 espermatozóides com movimentaç linear e ativa. . ñ óuô ò ˆ ˆu‰ ô ‘u“ †H• ‘€ˆ †É• ˆ † Teste Simms Hühner È Teste Pós coital Teste complementar do espermograma Coment  rios: Avalia a interaç spermatozóide com o muco cervical. Use papel higi ico ou absorvente sanit rio.Exame realizado somente na unidade aimor s. 4. . mas todos imóveis. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Dia adequado: metade do ciclo. Atenda às necessidades higi icas antes da relaç sexual. ñ ˆuò‰R— du‘u—€†‰ “ ¡ (– ™” ˆu‰R—u‰R” “u‘ ˆu‰ ˆ u ‰ ™ ” ˆu‰ «–€‰ ˆu‰ “ †— “u‘ “  † † ™” Instituto de Patologia Clínica H. 3. . Instruç es As instruç s devem ser seguidas o mais estritamente possível. ou seja. É Bom: de 6 a 10 espermatozóides no canal cervical c/movimentos lineares.

PARDINI .258 Instituto de Patologia Clínica H.

* Colher amostra de Urina pela m (1a Urina do dia). sangue. Punç o de Linfonodos. Manter entre 2 o a 8o C. Condi o: Leveduras (Cândid a spp. Nistatina. Secreç s de Feridas. Pleural. líquor. Todas as amostras dever o ser enviadas em frascos limpos. Lavado G strico (JO 8h). Ascítico ou peritonial. Lavado G strico. ñ ™” † ™” ˆ† óuô ˆ ô © † š ¡ ‰ ”«‘uˆu‰ ™ ” ˆu‰R—u† ”R‰ •uêum  ‘€ˆu‰ý— uˆ « ‰ u— « ”d †É• ˆ† ™” ¡ˆ d € ‘  ˆu‰ ™ ” €–  CULTURA Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s pulmonares localizadas ou disseminadas p ara outros locais do corpo como medula óssea . n sendo recomendado. Líq. S testados: Econazol. O teste para 5 fluorocitosina ser realizado se solicitado em separado. Para pesquisa de Hanseníase: Raspado da incis lo de Orelha. al m de au xiliar na monitoraç o de pacientes em tratamento com antimicobacterianos. Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. ñ €ˆ ‰à—u‰Û— óuô ô    ‡u‘u’ ˆu‰ ™ ‡u‘u’  ˆ€‰¹ ˆ€‰(” Baar. Econazol. desprezar o 1o jato e colher todo o restante da micç o. Obs. etc (swabs vem ser utilizados. As amostras de urina de 24 horas colhidas em “pool” s o inadequadas. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Fluconazol. desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. PARDINI †©š ¡ ‰ ˆu‰ † 259 . Liq. Ascítico. rins . Líquor. Clotrimazol. Cetoconazol). N tilizar meios suplementados com antibiótic os. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Urina (enviar volume total colhido). Urina recente* (enviar volume total colhido). e Cryptococcus spp. baço . Conservaç o de envio: Enviar o mais r ido possível. Pleural. M todo: Ziehl Neelsen Condi o: Para pesquisa de Tuberculose: Escarro. Conservaç o de envio: Para leveduras j isoladas enviar em meio apropriado (Agar-Sabourand Glicosado) sob refrigeraç m cultivos de no m ximo 48 horas. Os esfregaços confeccionados no ato da coleta s o conservados fixados pelo calor brando. Anfotericina B e Nistatina. Nas secreç s das feridas somente s for possível a obtenç spirados ou biópsias. fezes. Lavado Brônquico. Bacterioscopia PESQUISA Coment rios: É diagnóstico na maioria das infecç s causadas por micobact rias (Tuberculose. Punç Abscessos. sangue menstrual.Antifungigrama Coment  rios: Orienta na escolha do antif ico adequado ao tratamento de infecç es f icas causadas por leveduras (Cândida spp. Líq.  ñ ™” ˆ óuô ™” ˆ ˆ ˆu‰ ô u– ˆ ‘uˆu‰R—u” ud ‘ ¡ ˆ  ™” ˆu‰«—u” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. At ras em temperatura ambiente ou at 48 horas entre 2o e 8o C. Nas secreç s de fer idas somente se n for possível a obtenç de aspirados ou biópsias. Cryptococcus spp) isoladas de cultura positiva. Hanseníase e outras formas de infecç s). Sinovial. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Miconazol.). Aspirado transtraqueal. Nunca refrigerar sangue. Clotrimazol. sistema nervoso central . biópsias. Aminiótico. Conservaç o de envio: Urina – at ras em temperatura ambiente ou at 8 horas se refrigerada. Líq. Urina: Colher a amostra de Urina pela m (1 a Urina do dia). Lavado Brônquico. M todo: Difus isco em meio específico (Anfotericina B. secreç s de feridas. etc (Swabs evem ser utilizdos. O material dever ser entregue ao laboratório o mais r ido possível após a coleta. Líq. A s amostras de 24 horas colhidas em “pool” s inadequadas. medula óssea.: Mucosa nasal local menos sensível e específico. Les s ativas de pele ou reas dormentes. Líq. M todo: Cultura em meio específico Condi o: Escarro. dobra de Cotovelo. Cetoconaz ol.

Sangue. N rocedemos à confirmaç iagnóstica atrav s da pesquisa de toxina. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. M todo: Microscopia . cultura Coment  rios: O exame auxilia no diagnóstico de infecç s em que microorganismos anaeróbios possam estar envolvidos. ñ  óuô ˆ ô ˆu‰R–u” vv  ™” †  CULTURA Coment rios: Confirma o achado da bacterioscopia atrav s do cultivo do microrganismo. etc. ñ  óuô ˆ ô ˆ€‰(— † † ™”  † ™” ˆ ˆu‰Ù– Bact’ rias Anaeróbias. Nasofaringe e Les s Cutâneas .Raramente outras amostras. . M todo: Semeadura em meios específicos incubados em atmosfera de anaerobiose Condi o: Abcessos fechados. Obs. .Como a maioria das infecç es por Anaeróbios s mistas. Líq. PARDINI . Secreç s. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.: Para pesquisa de portadores assintom ticos.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. Nasofaringe. Aspirado Transtraqueal. Escarro expectorado e Urina obtida por micç o espontânea ou Cateterizaç . Obs. M todo: Semeadura em meios específicos. Brônquico. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. seguida de identificaç o. Lav. etc. Condi o: Secreç o de Orofaringe. Punç Seios Paranasais. Les s Cutâneas ou outros materiais especificados pelo clínico. ñ óuô ˆu‰R—u” ô d † ‰um ™ †— ˆu‰ ™ ” ‡ † ˆ ˆu‰ ˆ€‰ †  † €– 260 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâm ina de vidro. a amostra recomendada o Swab de Nasofaringe.Geralmente a amostr tida pelo m ico assistente. Conservaç o de envio: As amostras devem ser enviadas em meio de Loeffler ou de Stuart. Líq. Celulite. Obs.Coloraç lo Albert Laybourn e Gram Condi o: Secreç o de Orofaringe.Pleural. recomend vel fazer em paralelo Cultura para Aeróbios e Gram. Líquor. Ascítico.: Qualquer material colhido por Swab (Garganta.Bacilo Dift ’ rico PESQUISA Coment rios: É diagnóstico presuntivo de Difteria. recomendado Swab de Nasofaringe. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135 C com rolha de borracha. assim como Fezes. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos especiais de hemocultura destinados a cultivo de anaeróbios.) inadequado. Nasofaringe. Urina colhida atrav s de Punç Supra -P bica.

-N star em uso de antimicrobiano. tem grande valor diagnóstico. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). at horas. Cary-Blair. estas inclus s. M todo: May-Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente. ™” — † ñ ò óuô ™” vv  ô † ™ C ’ lulas de Inclu —¦¥ o Citomeg e lica Coment  rios: Quando presentes. Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: In Natura. entre 2 o e 8o C. M todo: Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Exsudato das les s. ñ óuô ˆu‰R—u‰ ˆu‰Rô” †ÿ C ’ lulas Herp ’ ticas. pesquisa ( s¤’ lulas de Tzanck) Coment  rios: Nas infecç s por Herpes vírus simplex e zoster o achado de c lulas gigantes (Tzanck) em les es ativas iagnóstico. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado so bre lâmina de vidro. devendo ser complementada com outras t cnicas mais sensíveis. fornecido pelo laboratório. Contudo. a alta inci cia de falsos resultados negativos limita seu uso. PARDINI 261 . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.Campylobacter. cultura Coment  rios: Isolamento e identificaç s Campylobacter spp em quadros de enterocolite aguda. ñ ™” óuô ò † —u“u‘ ô Instituto de Patologia Clínica H.

Secar o esfregaço em temperatura ambiente. em temperatura ambiente. portant feito em Urina. PARDINI . aguardar. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. M todo: Inoculaç m Monocamada de cultura de C lulas McCoy Condi o: Raspado uretral. pus de b inguinal. Sua sensibilidade decresce para o diagnóstico de conjuntivites em adultos e infecç es do trato genital. ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar.Para material uretral. o paciente deve vir pela manh tes de urinar. em gelo recicl vel. Enviar at dias. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. ñ  † óuô ô ‡ ˆ«du‘ † ”«‘uˆu‰«–€‰u—u”«” †Rþ umuˆu‰ ‰R‘uˆu‰ † ™” PESQUISA . pneumonia do RN.Para material endocervical a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. conjuntivites de inclus o. a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç es tópicas. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente ou at 24 horas entre 2o e 8o C. ñ ”u‘ † ™ ” ˆ dî– † ˆ ó u ô ˆu‰R” ô † u– ‘u‡ ˆ÷du‘ † ”R‘uˆ€‰(–€‰u—u”R” m† †  ˆ€‰ ‰R‘uˆu‰ † ™ IMUNOFLUORESC NCIA DIRETA M todo: Anticorpo Monoclonal Condi o: Raspado uretral. linfogranuloma v reo. uretrites n o gonocócica. . M todo: GIEMSA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de conjuntiva ocular. retal e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). endocervical. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. tracoma. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço.Material uretral. . Obs. esperma e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). .  ñ † ˆu™ ‰Û—u” † óuô ò ô vv  262 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Esfregaços em lâminas apropriadas fixado com 2 gotas de metanol e/ou acetona.GIEMSA Coment rios: Esse m todo apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico das conjuntivi tes de inclus rec mnascidos. conjuntival. . conjuntival.: Esse teste requer amostra c/ mero adequado de c lulas.: Esse teste requer amostra com um n mero adequado de c lulas. esperma.Material endocervical. Obs. doença inflamatóri lvica.Chlamydia trachomatis Coment  rios: CULTURA Indicado no diagnóstico de infecç s do tipo: cervicites . retal. pus de bub inguinal. o paciente deve vir pela manh tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. endocervical. portant feito em Urina.

E. Shigella spp. seguida de identificaç cteriana bioquímica e/ou sorológica. ñ ˆt‰ † m† óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Instituto de Patologia Clínica H.Preferencialmente.Coprocultura Coment  rios: A cultura de fezes identifica microrganismos enteropat icos em casos de diarr ia aguda ou crônica. Campylobacter spp.Neelsen Modificado Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recentes. etc. M todo: Ziehl .Fezes rec m-excretadas antes da administraç timicrobianos. No Laboratório Her mes Pardini as culturas s direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. .). Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro ou enviar as escamas obtidas em frascos limpos. M todo: Coloraç Giemsa Condi o: Raspado de pele .Escarro . M todo: Semeadura em meios de cultivo específicos. pesquisa Coment  rios: Exame bacterioscópico para o diagnóstico de Eritrasma. lavado brônquico. fornecido pelo laboratório. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Líquor . entre outros eventuais patógenos. mas nestes a infecç auto -limitada. ñ óuô uˆ ‰Rdu‰ ô ‘uˆu‰R” Cryptococcus Neoformans. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”. A Criptosporidiose pode tam m afetar paciente imunocompetentes. ñ  óuô ò ô ˆ ˆu‰ Cryptosporidium. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C ou em formol a 10%. Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). pesquisa Coment  rios: Diagnóstico da Criptosporidiose em quadros intestinais. principalmente em pacientes Imunocomprometidos. star em uso de medicamentos tópicos. ñ ’u“u‘ ˆu‰ ‰u’u“u‘ † óuô ˆu‰Ýmud ô † ˆ€‰(—€”(d€‘ Corynebacterium minutissimum. As fezes acondicionadas em cary-blair podem ser preservadas entre 4o e 8o C. lavado bronco -alveolar.Lavado Brônquico e outros. Conservaç o de envio: LCR deve ser enviado ao laboratório imediatamente e n o pode ser submetido à refrigeraç . PARDINI 263 . coli enteropato icas. pesquisa Coment  rios: Exame microscópico direto q ue permite diagnóstico r pido da Criptococose em LCR (meningites) e outros materiais (escarro.

M todo: Microscopia Direta Condi o: Secreç o Vaginal. leveduras e microrganismos fastidiosos como Haemophilus spp e Neisseria spp. . Escarro. Identifica bact rias Gram -negativas fermentadoras fermentadoras. Determina se h sinergismo entre penicilinas e aminoglicosídeos nas infecç es graves por Enteroccus spp.Material de regi suspeita de infecç cteriana (Só ser feito quando o m ico pedir MIC ou Cultura Automatizada).Qualquer material colhido por Swab (garganta. expectorado e urina obtida por micç spontânea ou cateterizaç o.Como a maioria das infecç s por anaeróbios s mistas. assim como fezes. .Nunca deixar amostra em contato prolongado com o ar. Sangue e Líquido ascítico: enviar no frasco próprio para hemocultura de anaeróbios. star em uso de medicamentos tópicos. secreç s. recom vel sempre fazer em paralelo cultura para aeróbios e gram. Conservaç o de envio: Conservar de acordo com o material especificado ou tipo de cultura a ser executado. Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreç vaginal. Anaeróbios. PARDINI .Cultura + Antibiograma Automatizado Coment  rios: O m todo especifica a suscetibilidade antimicrobiana com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) com ampla variedade dde antibióticos. Condi o: Enviar no meio de transporte para anaeróbios (tioglicolato 135 o C). .Preferencialmente. Cocos Gram-positivos. ˆ óuô ™” ˆu‰ ô † ”u‘€—u ˆ€‰(” ™ ” ‘ u ˆ € ‰ ˆ † €– Direto a Fresco. etc. escarro. Conservaç o de envio: Conservar em salina est ril em temperatura ambiente ou em frascos esterilizados. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos anaeróbicos de hemocultura. Uretral. ñ óuô ˆ ô ˆu‰ ‘uˆu‰R” † ˆu‰Û—u‰Û— ™” ˆ 264 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135o C com rolha de borracha. uretral e urina 1 o jato). Urina 1 o Jato (1a micç ia). Enviar o material ao laboratório imediatamente após a coleta.) o ideal. Punç o de Linfonodos e Abcessos. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. . nasofaringe. pesquisa r Ê IOS – PARASITAS FUNGOS – TRICHOMONAS – PROTOZOË SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de Tricomoníase. Secreç s de Feridas. Detecta cepas produtoras de Beta-lactamases e de Beta-lactamases de espectro ampliado (ESBL). Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. M todo: Identificaç o dos microorganismos e Teste de sensibilidade a antimicrobianos com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) pelo sistema Micros can (walkAway 96) ”à‘€ˆu‰ óuô † ñ ™ ˆ ˆu‰  † ˆu‰î—ud ˆu‰ ˆu‰â—ud AERÓBIOS Condi o: Diversas . etc. ô ˆu‰ ˆu‰»mud  †— ANAERÓBIOS N o se processa antibiograma para anaeróbios.

esporotricose. star em uso de medicamentos tópicos. entre outras). Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. star em uso de antimicrobiano. M todo: GIEMSA Condi o: Esfregaço de les o. . M todo: Microscopia Direta Condi o: Raspado de Les s de Pele e los. etc. ñ ‡ † ˆ€‰ö—u‰ s macrófagos com cor s culos de –u‡ óuô ô ˆ ‘uˆu‰R” ˆ Ectoparasitas. identificaç ¥ o Coment  rios: Permite o diagnóstico das infecç s f icas (micoses superficiais.Preferencialmente. óuô ò ™ ” ‡u‘€’ - Instituto de Patologia Clínica H. granulomatis.Preferencialmente. pediculose. biópsia de borda da les o. atrav s da visualizaç C. cromomicose. subcutâneas ou profundas dermatofitoses. Conser o de envio: Conservar em temperatura ambiente. pesquisa Coment  rios: O exam  tilizado no diagnóstico das ectoparasitoses (escabiose. ñ óuô ©8õuóuô ”† ™ ” ‘uˆu‰R” u– “ Fungos. PARDINI 265 .).Donovanose Coment  rios: É til no diagnóstico do granuloma inguinal. . Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fungo isolado em meio de cultura. histoplasmose.

secreç feridas. unha. Fezes.Fungos PESQUISA Coment rios: O exame micológico direto tilizado para diagnóstico r ido das micoses e.Urina 1o Jato. P los. Descamaç Les s de Pele. uretrais e no sangue. Líquor. P los. . raspado cutâneo descamativo. Urina 1 o Jato. Escarr o. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses s coleta adequada.Secreç Uretral . Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE . entre 2 o a 8o C. Unhas. Líquor n deve ser refrigerado. Escarro. tilizado tamb m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. seu pronto e adequado processamento e inoculaç s meios apropriados. P los. los e unhas: em temperatura ambiente. escarro. ñ ” † m† ™ ‘u  ˆu‰ 266 Instituto de Patologia Clínica H. cultura Coment  rios:  tilizado principalmente no diagnóstico das vaginoses bacterianas. Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: Meio de transporte Stuart ou frasco apropriado. Biópsia de Les s.Secreç o Vaginal. urina e sangue. Abcessos. Urina. Lavado Brônquico. -N star em uso de antifungicos. PARDINI . escarro. caso positivo. Secreç s de Feridas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal. Conservaç o de envio: Biópsia de tecido. Os microrganismos O exam podem ser tam m isolado em infecç es uri rias. Secreç es de Feridas. uretral. corporais. líq. Uretral. ñ ˆu‰ ò óuô ˆ ô ˆ   ˆ ud –u“ ™ †  ‡€† ‘u ’ ˆu‰R—u” ™ ” † u– ™” “ ™ ˆu‰Ý—u” ˆu‰R—u”R–u” – u “ ˆu‰í—€” ˆu‰ CULTURA Coment rios: Utilizada no diagnóstico das infecç es f ngicas em diversos materiais clínicos com identificaç agente causal. Sangue.Descamaç le. prost ticas. Punç linfonodos. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Vaginal . Urina 1 o jato. Secreç s Uretrais e Vaginais. punç de linfonodos. ñ ˆ€‰(d ò ™ ‡ ˆ€‰(‘€‰ u– ˆu‰ý—u‰ óuô “ ˆu‰ óuô ˆ ô ˆu‰Rô” ™” “ ™ ” ˆu‰R—u” ™” ™” Gardnerella. em temperatura ambiente. M todo: Semeadura em meios específicos Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de Les s de Pele. permite pronta instituiç o t er tica. o r ido transporte das amostras ao laboratório. Punç Linfonodos. abscessos: conservar entre 2o e 8o C.

Mobiluncus. Neisseria. devem obedecer às recomendaç es determinadas para cada tipo de material como se fosse ser processado como cultura. Em ambos casos.. Cancro mole e infecç s urin rias (gram da gota de urina n o centrifugada). etc). star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. heparina. ñ † u– vv  óuô ˆu‰R–u” ˆu‰ ™”  —† ˆ ™ ”™ ˆu‰R–u‰ ô † ” u‘ €ˆ ‰ ™ ë u ì Ì ™”  ˆu‰ H. ñ óuô ˆ u– ò “ ˆu‰ì” ‘uˆu‰R” ô † u”«‘uˆu‰ ˆu‰Û” ˆ † Instituto de Patologia Clínica H. Ducreyi Coment  rios: O exam til no diagnóstico do Cancróide (Cancro mole). . M todo: Microscopia ao Gram Condi o: Esfregaço de Les . Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: Esfregaço fixado pelo calor. Presta informaç es importantes e r idas para o início de terapia dando i ia semi-quantitativa em algumas infecç s e estabelece diagnóstico em muitos casos. n star em uso de antimicrobianos. leucócitos. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Í Criança Î 1. M todo: Microscopia .0 mL de Sangue Total . Meningites bacterianas. Ducreyi. Vaginose. distinguindo as les es de outras lceras clinicamente semelhantes. H. Fungos.0 mL de Sangue Total Ï Adulto Î 10. pelo achado das formas bacterianas características do H.Preferencialmente. protegidos da luz. ñ ”†‡ Pesquisa de Cancro Mole óuô ™ ‡ ô ˆ€‰ ˆu‰R” Hemocultura Automatizada Coment  rios: Diagnóstico de processos infecciosos sist micos. PARDINI 267 . Conservaç o de envio: As amostras q forem coletadas nos frascos próprios do equipamento ESP devem ser coletadas em tubos est reis com soluç o anticoagulante (citrato.0 a 5. Exemplos: Uretrites gonocócicas.Preferencialmente. ducreyi. Informaç es nece r ias: Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta – V rias pesquisas como a de Gardnerella. etc. Gonococos. associaç Fuso -Espiralar. M todo: Detecç o r ida computadorizada de Microorganismos aeróbios e anaer óbios por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano. outros tipos celulares. as amostras devem ser mantidas em temperatura ambiente at seu processamento. SPS). podem ser solicitadas atrav s do Gram. Conservaç o de envio: As amostras forem enviadas em esfregaç s fixados em lâminas.Coloraç lo Gram Condi o: Qualquer material de regi suspeita de infecç r microorganismo.Gram Bacterioscopia Coment  rios: O exame bacteriscópico ao Gram permite um estudo mais acurado das características morfo -tinturais das bact rias e outros elementos (fungos.

O exame deve ser repetido at semanas para confirmaç . 268 Instituto de Patologia Clínica H. . em gelo recicl vel. Gryppotyphosa.Herpesvírus.: A sensibilidade do exam muito baixa. ñ ˆu” ò ˆ ˆ€‰ ™ ” ˆ † ¨ óuô †ô Continua. quando a colet feita em les s após a eclos s vesículas. Condi o: Bact ria vi vel isolada enviada em meio de cultura óuô †  ”î’u“u‘€” –† ˆu‰î” determinaç ˆu‰ Leptospirose Coment  rios: Indicado no diagnostico diferencial em pacientes e ou animais onde o ambiente seja potencialmente contaminado por Leptospira (presença de roedores . Icterohemorrhagiae. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s(rosa). podem ser considerados negativos. Bataviae. c s. Copenhageni. oral e genital . Djasiman. ñ ó u ô ˆu‰R” ™” ô ”R‘uˆu‰R—u” † ˆ ˆu‰ ” † † d† ™” ˆu‰«—ud  m ††  ÿ Identifi s ¢ £¤¥ o de Bact’ ria e Antibiograma Automatizado Coment  rios: Identificaç o a nível d ro e es cie do microrganismo causador da infecç quantitativa (MIC) da sensibilidade aos antimicrobianos. Panama. Butembo. Condi o: 1. M todo: Inoculaç m monocamadas de Cultura de C lulas Hep 2 Condi o: Fluído da Vesícula da Les . Cynopteri. Obs.0 mL de Soro. animais de corte. Shermani. Celledoni. nos casos suspeitos. . Hebdomadis. Tarassov e Wolffii. Antígenos utilizados: L. SORO AGLUTI’”“”•– O MICROSCÓPICA M todo: Soro Aglutinaç o microscópica com antígenos vivos Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Títulos igual 1:100. cultura Coment  rios: Indicado no diagnóstico de infecç s mucocutâneas . Hardjo. Pode ocorrer demora no aumento dos títulos dos anticorpos.. Pomona. at horas em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C por at 24 horas. dependendo da clínica.). Autumnalis. Javanica. Ballum. Canicola. PARDINI . Bratislava. Castellonis.Altas concentraç s de anticorpos no soro dos pacientes poder o acarretar resultados falso -negativos (casos raros).. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. etc. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.Client ve estar em uso de medicamentos tópicos.JD 4h. Pyrogenes. Australis. . Patoc.Andamana.

Continua...LEPTOSPIROSE

PESQUISA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE M todo: Microscopia Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos qu uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica ou Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 30 mL Urina recente - 1,0 mL Líquor. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ copo de a, para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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CULTURA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HO RIZONTE M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos que uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica o u Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 0,5 mL Líquor - 30 mL Urina recente. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ c , para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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Micobact ’ rias, Cultura Automatizada Coment  rios:

Permite a detecç mais r ida de infecç s causadas por micobact rias. M todo: Detecç o r ida computadorizada de micobact rias por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano Condi o: 5,0 a 10,0 mL de Sangue Total heparinizado. Medula óssea – Líquor – Líq. corpóreos – Escarro – Lav. Brônquico, Bronco Alveolar, etc. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Sangue, nunca refrigerar. Demais amostras manter entre 2o a 8o C. As amostras dever ser enviadas em frascos limpos.

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Micológico Direto Coment  rios:

O exame micológico diret tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç terap utica; tilizado tam m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarro, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç o de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

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Mycoplasma, cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Uri rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh antes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical a pacient e estar menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r ido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s . Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1 o Jato de Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Mycoplasma pneumoniae, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico das doenças das vias reas superiores, traqueobronquite, pneumonia atípica. M todo: Isolamento em meio de cultura Condi o: Escarro, Lavado Brônquico, Líq. Pleural e Swab de Nasofaringe. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa), at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Neisseria gonorrhoeae, cultura Coment  rios:

O exam til no diagnóstico de infecç es causadas por Neisseria gonorrhoeae. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Uretral, Endocervical, Vaginal, Retal, Faríngea, Conjuntival, outras (Punç e Articulaç s, Líquor, Sangue, etc.). Laboratórios: Envi conselhado devido a vida curta da Bact ria. Obs.: A Vagina da mulher adulta raramente se infecta, sendo recomendada a coleta no canal Endocervical. - A bact ria n sobrevive na Urina, sendo recomendado a coleta na Uretra. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Meio de Thayer-Martin ou Stuart.

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Pneumocystis Carinii, pesquisa Coment  rios:

Seu ach iagnóstico de Pneumocistose devido ao fato do P. carinii n o se desenvolver em meios de cultivos. M todo: Giemsa - Fast Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Lavado Brônquico, Aspi rado Transtraqueal, Biópsia Pulmonar, Escarro Expectorado. Conservaç o de envio: At ras, refrigerada entre 2o a 8o C.

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RotavírusÐ pesquisa Coment  rios:

Detecç o r pida do rotavírus em fezes, permitindo diagnóstico diferencial com outras gastroente rites aguda, evitando o uso desnecess rio de antibióticos. M todo: Anticorpo Monoclonal Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Realizar a coleta preferencialmente durante os primeiros 3 a 5 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Conservaç o de envio: Enviar imediatamente, mantidas em banho de gelo em frascos que n o contenham conservantes, meios de transportes ou detergentes.

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Streptococcus A (Imunoteste Re pido) Coment  rios:

A detecç r ida de antígenos do Streptococcus pyogenes (grupo A de Lancefield) permite a instituiç precoce do tratamento adequado evitando as graves seqüelas das infecç s por este microrganismo. M todo: Imunoensaio p/detecç Antígeno Streptococcus pyogenes Condi o: Secreç Orofaringe, Nasofaringe e Amigdalas. - Colher preferencialmente antes da administraç tibacterianos pela m , antes do desjejum e da higiene oral. Conservaç o de envio: Swab sem meio de transporte, enviar imediatamente ou sob refrigeraç por at ias.

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Treponema, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Coment rios: Detecç o do Treponema pallidum em les s sifilíticas prim rias ou sec diagnóstico precoce, pois os testes sorológicos se positivam tardiam ente. M todo: Microscopia em Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Condi o: Exsudato da Les o. Conservaç o de envio: Em salina est ril, em temperatura ambiente.

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Trichomonas
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

PESQUISA

Coment rios: Diagnóstico de Tricomoníase. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Uretral, Secreç Vaginal, Secreç o Colo Uterino, 1 o Jato Uri rio. Conservaç o de envio : Conservar em temperatura ambiente e enviar imediatamente.

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CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites o gonocócica, prostatite, irritaç vagina, vulva e períneo, secreç rulenta aquosa , etc. M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Secreç cervical, Secreç Uretral, 1 o Jato Uri rio, Esperma. - O cliente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. -N e estar menstruada, nem fazendo uso de medicaç tópica. Conservaç o de envio: Enviar at ras após coleta em temperatura ambiente.
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Tuberculost e ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimiotere picos Coment  rios:

Indicado nos casos de tratamento adequado para tuberculose, fal ncia de tratamento, retratamento , pacientes com suspeita de resist cia . M todo: Cultura em meio específico com Drogas Condi o: Cultura positiva para micobact rias no material de: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç o de Abscessos, Punç Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue ou fezes. * Colher amostra de Urina pela ma (1a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Laboratórios: Na amostra de BK cultura positiva pode ser solicitado a inclus ste teste. - Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Cultura positiva para micobact rias ou cepa vi vel em temperatura ambiente.

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Ureaplasma, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Urin rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical e vaginal a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar amostras em meio de transporte específico, fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s (rosa). Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1o Jato Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at ras, em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Vacina Autógena Coment  rios:

As vacinas autó genas s o utilizadas especialmente em casos de furunculose, acne supurada, infecç s recidivantes ou de car ter crônico (amigdalites, faringites, sinusites). N feita a vacina caso o microrganismo isolado seja o Streptococcus pyogenes. M todo: Isolamento e esterilizaç o da bact ria isolada Condi o: Bact ria isolada de infecç s bacterianas de car ter crônico ou recidivante (Acnes, Fur nculos, Amigdalites, Abcessos, etc. Obs.: Vacina contra-indicada se o isolado for um Estreptococo β Hemolítico do grupo A. Conservaç o de envio: Bact ria isolada ou conservar em meio de transporte Stuart.

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Vibrio cholerae, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Vibrio cholerae. M todo: Semeadura em meio específico, seguida de identificaç o e sorotipagem. Condi o: Fezes, Vômitos, Swab Retal. - Colher antes da administraç o de antibióticos. Conservaç o de envio: - In natura, at 2 horas em temperatura ambiente ou at ras refrigerada. - Cary-Blair, at ias entre 2o e 8o C. - Tubos tonada alcalinizada (APA), at ras em temperatura ambiente.

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Yersinia Enterocolítica, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Yersinia enterocolítica. M todo: Semeadura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”.

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Mineralograma Coment  rios:

Avaliar defici cia ou excesso de elementos essenciais com fins nutricionais, a efic cia e controle dos tratamentos de quelaç , níveis endógenos de minerais, oligoelementos, metais tóxicos, no controle e monitorizaç de contaminaç mbiental. M todo: Inductively Coupled Plasma Emission Spectroscopy Condi o: Unha - Cabelo - Sangue. UNHA Coletar 2,0 gramas de unhas, o que equivale a uma colher de sobremesa. Pode-se colher de v rios locais diferentes e juntar o material at conseguir o peso exigido. As unhas n o devem receber nenhum tratamento químico por 1 semana antes da coleta. CABELO As amostras par lise de cabelo que refletem com mais precis atual perfil mineral do organismo s uelas de cabelo mais recente, na regi ca. Uma quantidade de cerca de 2,0 gramas necess rio para a lise (cerca de uma colher de sopa), que dever ser pesado usando-se a balança. O cabelo dever ser cortado o mais próximo do couro cabeludo e limitado aos primeiros 2,5 cm do cabelo. Quando o cabelo tiver sido tratado recentemente com cosm ticos (permanentes, tinturas, descoloraç o, reflexo, etc...) consel vel aguardar cerca de 10 semanas antes de coletar a amostra para an lise. Estes tratamentos podem alterar os níveis de alguns minerais, notadamente o c lcio, mag sio, zinco, cobre, chumbo e níquel, podendo levar a uma interpretaç uivocada dos resultados. O uso los pubianos ou outros los corpóreos par lise de mineral dever ser reservado para aquelas situaç s onde isponibilidade alguma de cabelo na regi cabeça ou ent ra os testes confirmatórios propostos para distinç o entre contamina ç xterna do cabelo, da absorç interna de elementos tóxicos. CABELOS MÉDIOS OU LONGOS Ñ Horizontalmente parta o cabelo para tr s da cabeça e puxe para cima e para fora. Ñ Corte uma tira fina de cabelo próximo do couro cabeludo. Ñ Corte e despreze as pontas desta tira, ficando apenas com 2,5 cm mais próximos do couro cabeludo. Ñ Pese o restante na balança de amostra e repita at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Coloque o cabelo pesado no envelope. CABELOS CURTOS o puder ser cortado como descrito acima, uma tesoura ou uma Ñ Quando o cabelo for muito curto lâmina fina poder ser utilizada para aparar o cabelo at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Pese o cabelo na balança de amostra e coloque no envelope. SANGUE Coletar 6,0 mL de Sangue total (heparina). JO 12h. Enviar o material no tubo de heparina específico para este exame (fornecemos este tubo sem ônus). Favor enviar o questio rio devidamente preenchido. INSTR ÒËÓ ÕES IMPORTANTE: O indivíduo que coletar a amostra dever estar com as m s limpas e secas antes de iniciar o corte e manuseio do cabelo. Tam m, para evitar contaminaç mostra, coloc -la sobre superfícies sujas ou empoeiradas. É muito importante ainda que a tesoura utilizada esteja bastante lim tenha pontos de ferrugem. REALIZADO SOMENTE NAS UNIDADE MATRIZ E BARREIRO.

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ANTIOXIDANTES
Antioxidantes Totais Coment  rios:
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Representa proteç rgânica contra a aç M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,1 a 2,0 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Glutation Peroxidase Coment  rios:

Representa proteç rgânica contra a aç radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 31 a 47 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Superóxido Dismutase Coment  rios:

Representa proteç rgân ica contra a aç o de radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 750 a 1200 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Instruç es de Coleta : Veja Urina 24 horas .PLASMA: At .JO 12h. ñ óu† ô †ò ˆ LDL-PX  †Rþ ô Malônico Dialdeído Coment  rios: Õ MDA Avalia os danos causados ao organismo porque atua lesando membranas celulares como produto da lipoperoxidaç .URI Ö Ë× IO: At moL/mg de creatinina Condi o: 1.5 nm/mg apoproteína Condi o: 3. . 353 ñ †• ò H óu† ô uðR‘ † ô †ò ˆ€‰ … ‡ r –uu’ Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) Urina recente . Laboratórios: Enviar 5. Conservaç o para envio: At 1 semana entre 2o e 8o C.Urina 24h. PARDINI 277 .0 mL de Urina. M todo: Colorim trico ( cido Tiobarbit rico) Valor de Refer ncia . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at 0.RADICAIS LIVRES LDL Peroxidada Coment  rios: Õ Valores elevados indicam aç o indesej vel dos radicais livres. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.8 nmoL/mL Valor de Refer ncia .0 mL de Soro.

278 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Enviar rapidamente ao laboratório. particularmente na glomerulonefrite e no controle do tratamento. ñ ˆu‰ö—€d ™ “ ˆ ™ óuô  ò †† A@@ ˆu‰R—u”  ¡ d † ˆu‰R” †iÿ ô  Alfa 1 Antitripsina nas fezes Coment  rios: A Alfa 1 Antitripsina nas fezes  ma proteína s rica que difunde em pequena quantidade na luz intestinal. . L-dopa cido ascórbico.Enviar rapidamente ao laboratório.M.72 mg/g de fezes secas Adultos: at .000.000 por 12 hs Condi o: Urina 12h.98 mg/g de fezes secas Condi o: Fezes de 24 horas ou C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.O. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Esta condiç se manifesta clinicamente na primeira infância. especialmente na glomerulonefrite. cido Homogentísico  ñ ‰u‘u‡ ‡ u‘ ˆ  u“ ‘ †— ’u“u‘ óuô †ò ‡   ˆu‰ý‘uˆu‰ ‘¡ˆ †iÿ ô ( ” Addis.000 por 12 hs Ø Hem cias Ù at Ø Cilindros hialinos Ù at . ñ † † ò † ˆ€@‰ óuô † @ ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imuno Difus Radial Valor de Refer ncia: Crianças: at .000 por 12hs . . sendo relativamente resistente as proteólises intestinais. M todo: Colorim trico (Prova do nitrato de prata amoniacal) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).` Coment rios: A alcapt ria ocorre devido à aus cia con ita da enzima cido homogentísi co-oxidase no sangue. sendo que mais tarde ocorre depósito de pigmento marrom nos tecidos do corpo podendo provocar artrite. levando a um ac mulo de cido homogentísico no sangue. dist rbios hep ticos e cardíacos. urina e tecidos. .Evitar o contato com o ar.Manter dieta hídrica habitual. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O paciente o deve estar em uso de medicamentos como: aspirina. Laboratórios: Enviar 30 mL e informar o volume total. Cifras acima dos valores de refer ncia s o verificados em les es renais. -N ver ver ingest xcessiva de líquidos durante a coleta da urina. contagem Coment  rios: É importante para acompanhar a evoluç s afecç es rena is. Portanto a presença nas fezes indica uma perda geral de proteínas pelo intestino. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: Ø Piócitos Ù at 1. Conservaç o de envio: Refrigerar. PARDINI 279 .

pesquisa Coment  rios: O aparecimento de bilirrubina na urin a primeira indicaç doenças da vesícula biliar. colesterol. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. 347 Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. Os c lculos de cistina s raros. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. Os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano). As substâncias mais comumente encontradas na formaç o dos c lculos biliares s o: bilirrubia. Os c lculos de oxalato de c lcio s o os mais freqüentemente encontr ados. Evitar o contato com o ar. frasco âmbar. . biliverdina. ‡ “ ˆ€‰Á—ud   †— ñ óuô  ñ u– € ’ †Rþ ô “ ˆ€‰Á—ud †ò  ‡ˆ ˆu‰  ™ ˆu” ‰ ‡ ”R–uu’ ˆu‰Á—€‰  † —u” ˆu‰Ý—u” † ˆuˆu‰ ‰  C e lculo Biliar. e decorrentes de uma rara condiç autossômica recessiva.Enviar rapidamente ao laboratório. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s substâncias presentes na consti tuiç o do c lculo biliar rande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). 348 e Nefrolitías . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo.Bilirrubinas. Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. . associados a infecç s por germes desdobradores da ur ia (Proteus. ñ óuô †ò d† ˆu‰ de hepatopatias como hepatite. cirrose ou †iÿ ô † ‘¡ˆ C e lculo Renal. Veja tamb m: Teste de PAK . s os chamados “c lculo de infecç ”. c lcio. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s s ubstâncias presentes na constituiç c lculo renal grande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar. a cistin ria. PARDINI . Os de cido rico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricos ria. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. ñ †— óuô  †Rþ ô †ò  ˆ   ˆ † —u”Á’  ˆu‰Ýˆ —u” 280 Instituto de Patologia Clínica H. ferro e fosfato.Proteger da luz. Pseudomonas e Klebsiella).

PARDINI 281 .XILOSÚRIA Coment rios: Normalmente a uri apresenta aç cares em quantidades detect veis. ‘€‡ ˆ€‰Ù † —u‰ ‡   ˆ u‘ ‡ † d ”u‘u—u“€‘ ˆ € ‰ ñ † ò óuô … ¡ˆ — ‘ † † ‰   ÿ ÿ • ¡ –€u’ †iÿ ô ˆu‰R—u”  d † ëu”Ûd ‡ € m  † ‘€dà‘uˆ€‰ ˆu‰àd€m Instituto de Patologia Clínica H. A presença de um destes aç cares demonstra uma desordem do metabolismo do carboidrato.Urina 12h* ou 24h*. Enviar rapidamente ao laboratório.Carbohidratos.  ñ † ‡ ‘udّuˆu‰ † ‡ ‡  óuô ò †iÿ ô ‘¡ˆ Cetonúria. Manter em local fresco durante a coleta. Laboratórios: *Enviar alíquota de 30 mL. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Cromatografia FRUTOSÚRIA .GALACTOSÚRIA . t cia a formaç c lculos. ñ u‘ d † ‡ †— ˆ €d m † óuô †ò ˆ u ‰ å ” ˆu‰ †ÿ ô ‘uˆ€‰¹ ‘¡ˆ Cistina. glicose. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m io 1a urina da ma ) . . arginina e ornitina afetada (t los renai s incapacitados de reabsorç o) e outra em que apenas a cistina e lisi s sorvidos. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 20 mL/L de Urina.*Usar cido Ac tico 8M. M todo: Cromatografia em camada delgada de celulose Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). desidrataç .MALTOSÚRIA .LACTOSÚRIA . se n for corrigido. Laboratórios: Enviar amostra refrigerada.Armazenar em frasco limpo. O aumento excessivo de cetona no sangue provoca desequilíbrio eletrolítico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 1 . A principal consideraç clínica na cisti ria. A cromatografia de carbohidratos til para identificar o tipo de carbohidrato presente na urina: xilose. próprio para a coleta de urina. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de cetona na uri til no diagnóstico da descompensaç o di tica do diabetes melito. lisina. pesquisa Coment  rios: Cisti ria  m dist rbio de origem heredit ria podendo ocorrer de duas maneiras: a primeir reabsorç s quatro amino cidos cistina. a cetose e coma. sar conservantes. .GLICOSÚRIA . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. frutose. galactose. bem tampada. maltose e lactose. M todo: Colorim trico e Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).

pesquisa FEZES Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfirias. Manter sob refrigeraç . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservantes). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . ˆu‰Rd † ™ † ‘ ¡ ˆ ˆu‰  Corpos Redutores Fecal Coment  rios: Os aç cares s substâncias redutoras. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina em frasco âmb ar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. PARDINI .*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Enviar rapidamente ao laboratório. . manter sob refrigeraç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.At dias entre 2o e 8o C. . ñ óuô †ò ˆ€‰ ˆu‰ †iÿ ô 282 Instituto de Patologia Clínica H.Urina 24h*.Proteger da luz. Conservaç o de envio: Frasco âmbar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. que quando presentes nas fezes indicam uma mal absorç intestinal (intolerância a carboidratos). 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Proteger a Urina da luz. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. .Coproporfirinas. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . URINA ñ  “€‘ ò óuô ô †ÿ ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ‡   ˆu‰Rd † ™” ˆu‰ Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfiri as. As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç es eritrocíticas e hep ticas. . Enviar rapidamente ao laboratório. As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos.Enviar rapidamente ao laboratório.

ñ óuô ˆ ‡ ˆu‰R—u” ò  ‘ud † ˆ † ‘¡ˆ †iÿ ô   Dismorfismo Eritrocit e rio.Cuidado par contaminar as fezes. M todo: Microscopia de contraste de fase Valor de Refer ncia: Aus ncia de Acantócitos e Codócitos. no ato da coleta.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.jato m dio). 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: Urina recente (2 a micç matinal . PARDINI 283 . O ensaio detecta o antígeno de cepas pato icas t icas do organismo. -N star usar laxante ou supositório. . at  e se obtenha uma amostra com mero representativo de hem cias. pesquisa Coment  rios: A an lise da morfologia das hem cias no sedimento uri rio pode indicar se a origem da hemat ria glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos)  lomerular.*Urina 24 h. Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . .N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. erros inatos do metabolismo ou les o renal causada pela cristalizaç metabólitos (c lculos). . indicando tam m a direç conduta m ica. pesquisa Coment  rios: A identificaç o dos cristais na uri muito importante.Enviar rapidamente ao laboratório. ˆu‰ † —  ñ ò “ óuô †©š ô ˆ ñ  ë u”R† ‘uˆuë ‰ ‡ ‰‡ Á‘uˆ€‘u‰Á ’ ‘€‡  m† ˆu‰R‡ —u d †  ˆu‰ † Entamoeba histolytica Coment  rios: Ú Ameba histolytica Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de Entamoeba histolytica em amostras de fezes. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç o intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. . com a urina. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. pois alguns tipos de cristais (anormais) podem representar dist rbios como doenças do fígado.Recomenda-se colher no laboratório. M todo: Microscopia com Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Ausente. ’ u “ u ‘ ˆ ”â‘uˆu‰â–ud ‰u’u“€‘ ‰u óuô ò †iÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Instituto de Patologia Clínica H.Cristais com Luz Polarizada. devido ao car ter às vezes transitório das hemat rias microscópicas. Ter o cuidado de homogeneizar bem a urina antes de separar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C. . Indivíduos  apresentam n mero significativo de hem cias no sedimento urin rio dever colher nova amostra.

pesquisa Coment  rios: A presença de fenilalanina na uri resultante da defici cia do metabolismo da mesma devido a aus ncia da enzima fenilalanina hidroxilase. urin e ria Coment  rios: A presença de frutose na urina indica alteraç s no metabolismo da mesma.*Urina 24h. ñ ™” óuô †ò †  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ † ‘¡ˆ †iÿ ô 284 Instituto de Patologia Clínica H.Para crianças. . Enviar rapidamente ao laboratório. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . por ser um composto de alto peso molecular. recomenda -se o maior volume possível em Urina 24h. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório.Fenilalanina. 353 Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina.*Urina 12h ou 24h. causando a dist rbios neurológicos irreversíveis com retardamento mental. ñ “ ‘ud † óuô †ò “€‘ ‡ ‡ €ˆ ‰ ” † ‘¡ˆ †iÿ ô  Frutose. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. se localiza principalmente nos tecidos conjuntivos causando s rios danos a estes. A fru tose. levando a um ac mulo de fenilalanina na circulaç conseqüentemente no sistema nervoso central. PARDINI .

Û 1 ovo frito mal passado. Û 2 torradas com muita manteiga. desvios da flora bacteriana (fermentaç o hidrocarbonada e putrefaç o).Enviar rapidamente ao laboratório. Û No 4o dia colher toda a primeira evacuaç o da m Û Usar recipientes limpos e secos.Fazer a dieta durante 3 dias. com uma fatia de queijo fresco. Û Igual ao almoço. gordura ou outro elemento. síndromes ileal e cecal.O. pancr ti ca e biliar.Funcional de Fezes Coment  rios: O estudo coprológico. M todo: É realizada um lise Macroscópica e Microscópica das Fezes e pesquisas Bioquímicas Valor de Refer ncia: Fornecemos relatório do resultado Dieta: . gua. À noite Û 1 copo de leite com pouco caf . Û 2 torradas com muita manteiga. . hipersecreç iliar. À tarde Û 1 copo de leite com pouco caf .Evitar o uso de bebidas gasosas e alcoólicas. visa o estudo das funç s digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscópicas. r urina. Às 08:00 horas da manh . colites e outras alteraç s do trânsito intestinal. . ñ ™” ò d(d€‘u ˆ “€‘  ™” ”€ˆ  ˆu‰Ým ˆ †  ÿ du‘€‰ ‘uˆuˆ ‰R‘u” ˆu‰ †— † † † “R—u”Rmud ˆu‰R”© ˆu‰© †©¨ ô ˆu‰R–u‰ ˆu ‰R—u” ˆ du‘ ¡ ˆR” Instituto de Patologia Clínica H. Almoço Û 1 bife m io mal passado. Û 2 torradas com muita manteiga. Jantar cenoura. tipo minas ou prato. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.É importante informar a idade.Crianças at s cessitam de dieta. tipo maça. cujos resultados permitem avaliar no diagnóstico das diferentes síndromes coprológicas: insufici cia g strica. exames químicos e outras.M. PARDINI 285 . .Suspender toda medicaç o (principalmente laxantes e supositórios) durante 3 dias ou C. . Û arroz Û caldo de feij Û batata cozida (ou pur tata) à vontade. acrescentando macarr Sobremesa Û 1 a 2 bananas cruas. tomar Û 1 copo de leite com um pouco de caf . Û Evitar contaminaç sar laxantes para obtenç fezes. Coleta trazer ao laboratório imediatamente. Û N .

M todo: Precipitaç com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ) . o permitindo o desenvolvimento da criança. doença renal avançada. M todo: Colorim trico/Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . pesquisa Coment  rios: A presença de Glicose na urina depende de sua concentraç sangue.Enviar rapidamente ao laboratório. síndrome de Fanconi. . casos de hiperglicemi ia tica e outras. ñ óuô ™” ˆuò ‰ ‘ud †  ‡ ‘uˆ † ˆu— ‰R—u”© ˆu‰ ”u‘ † ‘¡ˆ “ ˆ€‰ †iÿ ô Gi e rdia Coment  rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de gi rdia em amostras de fezes. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento.Enviar rapidamente ao laboratório. torna-se incapaz de converter a galactose da alimentaç em glicose levando ao seu ac mulo. A pesquisa de glicose na urina muito importante para auxiliar no diagnóstico de patologia s como: diabetes mellitus.Cuidado par contaminar as fezes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. por defici ncia da enzima galactose-1-fosfato-uridil-transferase. .Galactose Coment  rios: O aparecimento de galactose na uri ma condiç g tica na qual o organismo. . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . com a urina. Laboratórios: *enviar 30 mL de Urina.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente.*Urina 12h ou 24h. . ñ ˆ óuô ò ‰u’u“€ˆu‘ ‰ ”ý‘uˆ u’ €“ ‘ ‰u  †ÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Glicose urin e ria. O ensaio detecta antígeno de cepas pat icas o pato icas do organismo. PARDINI . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Usar frasco limpo e próprio para coleta de urina. -N star usar laxante ou supositório. provocando outras complicaç s inclusive a morte. Enviar rapidamente ao laboratório.Colher após 2 horas de ingest copo de leite. ñ † óuô †ò  ˆ€‰ö‘u‰ dR‘uˆu‰R— m † † ‘¡ˆ ‰ ÿ €– u ’ ô †iÿ  • ¡ 286 Instituto de Patologia Clínica H. no ato da coleta.

informar peso total e tempo de coleta.N fazer uso de laxantes e/ou supositórios.Usar recipientes limpos e secos. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível pequena alíquota. gordura ou outro elemento.O.Refrigerar durante a coleta. N o usar: Ü Supositório Ü Óleo de rícin o ou outros laxantes Dieta (03 dias): Manter a dieta at encerrar a coleta. Conservar o material sob refrigeraç rante e após a coleta. ñ óuô ò “  † † ˆu‰R—u” †©¨ ô ˆu‰ ˆ€‰(—€d Instituto de Patologia Clínica H. .Evitar contaminaç r urina. . Adultos e jovens Acrescentar à dieta habitual di ria. distribuindo durante o dia: Ü 03 colheres (sopa) de azeite Ü 02 colheres (sopa) de creme de leite Ü 01 colher (sopa) de manteiga Ü 02 pedaços de queijo prato Idade de 06 a 14 anos Seguir metade da dieta para adultos Idade de 02 a 05 anos Seguir 1/3 da dieta para adultos Idade de 01 a 02 anos Manter a dieta normal. .Enviar rapidamente ao laboratório.  ñ ô óuô †ò † ùd€m ˆ€‰ ˆu‰R—u‰ å‘uˆud€‰â m — ˆ€‰ ˆ€‰(— “€‘ ”u †  †©¨ ô  u– ˆ u ‰ R – u ‰ u–  € ’   u d † †— PESQUISA Coment rios: O aparecimento de gordura fecal acima do normal indicativo do esteatorr ia devido a mal absorç gorduras ou defici ncia de enzimas pancre ticas. Evitar a contaminaç s fezes com a urina.Colher todo volume de 24 horas. após os 3 dias de dieta ou a crit rio do m ico. .Gordura Fecal COLORIMÉTRICO – DOSAGEM Coment rios: O aparecimento de gorduras neutras e proteínas igeridas nas fezes em quantidades acima do normal indicativo m sorç intestinal e de m sorç intestinal e de insufici cia pancr tica exócrina. .M. 48h ou 72h . .8 a 6. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Sudam III – Pesquisa em microscopia ótica Valor de Refer ncia: < 5% de gordura fecal Condi o: Fezes recente (à fresco) ou C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1. acrescentando creme de leite e queijo prato.C.0 g/24h Condi o: Fezes de 24h. . Pode s er usado no monitorizaç tratamento.O. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 287 . .Trazer ao laboratório o mais r ido possível.M.

M todo: Macroscopia .J.Homocistina Coment  rios: O aparecimento de Homocistina na urina. MIF: at semana em temperatura ambiente.Microscopia Ótica direta e H. doença tromboembólica e morte. O Indican tem o nível aumentado quan um aumento da putrefaç o intestinal. em enterites. insufici cia pancr tica. ñ óuô †ò † ‘¡ˆ †iÿ ô  Identifi s ¢ £¤¥ o de Helmintos e Fragmentos Coment  rios: É til no diagnóstico das diversas infestaç s parasit ri a (identificaç proglotes de T adultos de helmintos). . Recente: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: Isolado: conservar em salina ou formol at ias. retardo mental. ñ ‡ ™”  ˆ€‰(—€” du“u‘ ia e vermes óuô ô †  †©¨  — †R Indican. larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal = Traços Condi o: 30. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. como óuô †iÿ ô 288 Instituto de Patologia Clínica H. ñ m† ˆ ˆ€‰ù—€‰ ˆ ˆu‰ ”u–u † ˆu‰ “€‘ ”€ ˆu‰ bacterian a da proteína corpórea. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: O Indic ¡ resultado da decomposiç Triptofano intes tinal. comum do ducto biliar ou obstruç biliar intra —u‰ du‘  † ‰ †ò O Indican tam m apresenta aumentado na decomposiç septicemia com formaç o de abcessos.Enviar rapidamente ao laboratório. deve-se a erros no seu metabolismo podendo levar a incapacidade de desenvolvimento.*Urina 12h ou 24h.0 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da manhâ). Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina.P. obstruç ¡ tico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Condi o: Vermes adultos. catarata.

J.P. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa Coment  rios: Usado para o diagnóstico complementar das microsporidoses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô †©¨ ô ‰u ˆu‰Rò” ˆ ™ Instituto de Patologia Clínica H.Enviar rapidamente ao laboratório. com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). Ocorre tamb m pela defici ncia de lactase ou por intolerância sem car cia enzim tica. M todo: Coloraç microscopia ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (a fresco). ñ óuô ò ˆu‰R—u‰R –ud †iÿ ô Lactose. Estes microsporídeos se caracterizam por serem oportunistas. ñ óuô †ò † “ ‡ “u‘  €ˆ ‰ †iÿ ô †— ‘¡ˆ Microsporídeos. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Lactose na urina pode ocorrer nos ltimos meses da gravidez e durante a lactaç . . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). que s o infecç es causadas por protoz rios do filo Microspora.Isospora Belli Coment  rios: Achados do protozo rio (oocisto) Isospora belli no sedimento fecal esta relacionado com um quadro de imunossupress ciente por se tratar de parasita oportunista. PARDINI 289 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: H.

podendo levar desde anormalidades na estrutura esquel tica at retardo mental e morte. Conservaç o de envio: At dias conservado em salina. M todo: Pesquisa direta por Microscopia Ótica (A lise Qualitativa e Quantitativa) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fragmentos da Mucosa Retal. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 ou .O cliente n deve estar fazendo uso de Vitamina C e medicamentos a base de Iodo. atrav s do estudo da idade dos ovos encontrados. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).*Urina 12h ou 24h. . Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. . doenças musculares atróficas. infarto do mioc rdio e intoxicaç s. esforço físico intenso.Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: As mucopolissacaridoses s ¹ m grupo de doenças cong itas resultantes de defici cia na degradaç dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo. ñ óuô †©¨ ô ò † ‘u † ˆu‰R—udR”  du–€“ utica no tratamento da 290 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. trauma muscular. convuls es. ñ óuô †ò ™  ™” †iÿ ô ˆu‰ † ‘¡ˆ Mucopolissacaridoses. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) .Mioglobina. ñ óuô † † †ò ˆ€‰ “u‘ “€‘ ˆu‰ † ‘¡ˆ †iÿ ô ÿ• ¡ –€u’ Oograma Coment  rios: Útil no diagnóstico da esquistossomose e tamb m na avaliaç fic cia ter mesma. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Mioglobina na urina esta relacionado com: coma prolongado.

HPJ (Hoffman .Oxiúrus Coment  rios: Ý Enterobius É a meto dologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose (oxi rus). Swab: at ias conservado em salina. M todo: Baermann e Moraes Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante).N colher as fezes após ingerir contraste radiológico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 291 . At ia em temperatura ambiente. ñ ‘uˆu‰ óuô ˆ ò ˆu‰ ‡ ô du‘ ¡ ˆRdu‘ ˆu‰ †iÿ — †„ÿ Parasitológico de Fezes PARASITOLÓGICO Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. .Fazer coleta pela m tes do cliente defecar ou tomar banho (n fazer assepsia). -N ve-se colher material muito liquefeito. evitando dobras e bolhas de ar.. pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. Conservaç o de envio: N o pode refrigerar.  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™”  óuô BAERMANN E MORAES †©¨ ô  ˆu‰ † ‘€ˆu‰ ” ‘u‰«‘u‡ Coment rios: É específico para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da estrongiloidíase.M todo de Lutz Condi o: Fezes recente (à fresco). Instituto de Patologia Clínica H. .Enviar rapidamente ao laboratório. pois o Enterobius vermiculares faz postura dos ovos na luz intestinal e sim na regi perianal no período da noite. . N o usar nenhum medicamento no local. . É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. ñ óuô ò ˆu‰R—u” ˆ ô † R— Continua.Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório.Pons e Janer) . A intensidade do parasitismo influi mero de formas parasit rias eliminadas. At dias em temperatura ambiente. M todo: Concentrado .. . Conservaç o de envio: Fita: fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada. M todo: Fita Gomada / Pesquisa Direta por Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Swab e Fita Gomada.

Þ Uso de laxativos (30g de sulfato de sódio para adultos ou limonada purgativa para crianças).HPJ (Hoffman . pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo . Após o t rmino das coletas. fechar bem o frasco para n entornar.I.F. sendo de grande importância para o acompanhamento do tratamento. Iodo e Formol.M.O. Trichuris trichura. MIF = Merc rio. retirar uma quantidade correspondente a uma colher de caf início. Coleta da Amostra: Colocar o material no recipiente contendo o conservante líquido fornecido pelo laboratório.M todo de Lutz Condi o: Amostras colhidas no M. Þ Após a coleta. sem qualquer ônus. Enterobios vermiculares e Strongyloides) fornece tam m a quantificaç sta infestaç por grama de fezes. que devem ser previamente bem lavados. Fornecemos todos os tipos de frascos. O líquido conservante só tem validade a part ir do dia que se inicia entre 7 a 8 dias.. Taenia sp.  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™” —u“  óuô † ‘€ˆu‰ ” ‡ ˆu‰ † —  ‰R‘u‡ † KATO KATZ ‡ ô †  ™” †— ˆu‰ ˆu‰ ™ ” ˆ † u— ‰ ˆ —u‰ † † ‡ † Coment rios: O exame parasitológico pela metodologia Kato -katz al m de ser til no diagnóstico das infestaç s parasit rias causadas por alguns helmintos (Ascaris lumbricóides . meio e fim da amostra de fezes. PARDINI . N precisa colocar em geladeira. O n mero de amostras variado conforme instruç s m icas. Colhe-se uma amostra por dia. podendo ser em dias consecutivos ou alternados. As amostras s o colocadas dentro do mesm o frasco contendo o líquido. soluç s conservantes e fixadoras.C. pois o líqui conservante.PARASITOLÓGICO DE FEZES MIF Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. Conservaç o de envio: At semana em temperatura ambiente.Pons e Janer) . A intensidade d o parasitismo influi no n mero de formas parasit rias eliminadas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Þ As fezes devem ser colhidas em urinol ou bi . É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. M todo: Concentrado . . somente por solicitaç m ica. at obter mero de amostras desejado.Continu õuóuô o. Ancylostomideos. M todo: Kato Katz (Qualitativo e Quantitativo/g de Fezes) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco).. Schistosoma mansoni. de 3 a 5 dias .Enviar rapidamente ao laboratório.  ñ ˆu‰b—€” ˆu‰ † ‡ m† ™” óuô ò †iÿ ô 292 Instituto de Patologia Clínica H. Þ Urinar no vaso sanit rio antes da coleta do material. Evitar contaminaç o com urina.

. infecç r clamídia. ˆu‰«—ud ˆu†‰Á” —udۉÛmu — u d u — € ” Á — u ” Á  ˆu‰ ñ R † ò óuô †iÿ ô  ˆu‰ Rd ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ Piócito s. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratóri o. quadros febris na infância. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. PARDINI 293 . h cessidade da demonstraç ente infeccioso atrav s de exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. Para confirmar a presença de processo infeccioso. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. a reaç ser lcalina. pesquisa e contagem URINA Coment rios: Um aumento de leucócitos (piócitos) na urina. etc. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.Evitar o uso de talco. podendo estar localizado desde os glom rulos at uretra e podendo ser de causa infecciosa. ñ †‡ ‡€m † ô † †óuô • ò H ˆu‰f—€”f”u‘  †— † ù‘€” † ˆu‰R–u‰ ‰©‘uˆu‰ ˆ€‰å—u‰Ódu‘u’  á‘ ‘u ‘¡ˆ Continua. indica processo inflamatório das vias uri rias. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) ..Enviar rapidamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pós -operatórios de prostatectomia. .Manter dieta hídrica habitual. nefrites t lo-intersticiais. ñ óuô †ò ‡d†  † ‘¡ˆ pH Fecal Coment  rios: †iÿ ô  O pH indica se a reaç s fezes ci sica. Predominando a fermentaç .*Urina 24h.2 Condi o: Fezes recente. o tipo de dieta alimentar e conseqüentemente a quanti cidos de fermentaç a quantidade de bases. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: At piócitos por campo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).8 a 7. rejeiç xerto renal. .Enviar rapidamente ao laboratório. .Pentose Coment  rios: A pentos ri uma doença rara e assintom tica devi do a um erro inato do metabolismo o que ocorre principalmente em pessoas da raça judaica. ter o cuidado de homogeneizar bem a urina. H merosas causas de leucocit ria com a urocultura habitual negativa: glomerulonefrites exsudativas ou proliferativas. laxantes e supositórios. tuberculose de vias uri rias. . a reaç ser cida e no predomínio do processo de putrefaç . calculose das vias urin rias. M todo: Colorim trico (Fita) Valor de Refer ncia: 6.. Instituto de Patologia Clínica H. proteger contra a contaminaç com Urina.

Enviar rapidamente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. indica um processo inflamatório da luz intestinal. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). ˆ ñ óuô “€‘ ò ‘ u ‡ ˆ€‰ †  ˆ ™” ˆu‰»—u‰Á’ ” ¡ ”u–u ™” †iÿ ô  Porfobilinog T nio Coment  rios: O porfobilinog io se encontra aumentado em casos de porfiria aguda intermitente e na porfiria variegata. PARDINI .Enviar rapidamente ao laboratório. h necessidade da demonstraç o do agente infeccioso atrav s do exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ñ óuô †ò “u‘ †iÿ ô †— ‘¡ˆ 294 Instituto de Patologia Clínica H. s chamadas de porfiria e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas ticas.Usar 5 g de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. causadas por doenças metabólicas ou exposiç o a agentes tóxicos. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . .. Para se confirmar a presença do processo infeccioso.Continu õuóuô o.. Laboratórios: Enviar alíquota de 30 mL em frasco âmbar (sensível à luz) ou proteger com papel alumínio ou carbono. Enviar rapidamente ao lab oratório.PIÓCITOS FEZES Coment rios: O aparecimento de leucócitos (piócitos) nas fezes.  ñ † óuô ò †  ˆ †©¨ ô Porfirinas. pesquisa Coment  rios: As Porfirinas s o compostos intermedi rios da produç rupo heme. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Ausente Condi o: Fezes recente (à fresco). As condiç s que resultam no aparecimento de porfiri rias. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h.

.Informar se suspeita de gravidez. M todo: Colorim trico . s foram preenchidos os dados necess rios solicitados. dist rbios por imunocomplexo. N vendo correlaç o clínica. A interpretaç resultado do(s) exame(s) somente poder ser feita pelo clínico. pesquisa Coment  rios: A presença de proteínas na urina nem sempre significa doença renal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Pregnosticon Coment  rios: O test uma prova de aglutinaç o direta de l tex para a detecç Gonatropina Coriônica Humana (HCG) na urina.G.O client ve colher a urina após esforço físico. ciclo de quantos dias. uri rio sofre as variaç s da diluiç o ou concentraç rina. sugere-se H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.C.Enviar rapidamente ao laboratório. indica aus ncia de gravidez.G. PARDINI 295 . M todo: tex . sua presença exige que sejam feitas outras a lises para determinar se essa proteína representa uma condiç normal ou patológica.: O H. no sangue (soro). . . O resultado positivo indica a presenç a de gravidez. exceto em casos em que o HCG esta muito diluído ou em baixa concentraç urina.Colher de prefer ncia a 1a urina da ma . e especialmente se a coleta o foi assistida. Contudo.Robert Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). ñ •u “ ”† ˆ  ˆu‰»—u” óuô u‘ ˆ †iÿ ô ò ˆu‰ ˆu‰ ‘u “ ˆu‰R‘ud ˆ ”Á‘uˆu‰ ™” † ­ª vv ‘¡ˆ ¡d ˆ €ˆ ö ˆ u ‰ 4 ‘ € d ˆ ˆ u ‰ ‰ u— ‰  ‘¡ˆ ‡ ˆ Proteínas. se suspeita de aborto. Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1 a urina da ma ). reabsorç tubular deficiente. ñ óuô †ò † ‘u ˆ € ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰«— ‘¡ˆ ˆ€‰ ‡ †iÿ ô ”(‘€ˆu‰R—u” †— Instituto de Patologia Clínica H.Aglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo: N Gr vida Obs. Algumas causas patológicas da protein ria s : les a membr ana glomerular. doenças renais decorrentes do diabetes mellitus e pr -eclâmpsia. Informaç es ne rias: . data da ltima menstruaç o. .Enviar rapidamente ao laboratório.Colher após 2 dias de atraso menstrual. . se controle de mola.C. O resultado negativo. agentes tóxicos.

ñ óuô “€‘ ò  ‡ ˆu‰Rd † ˆu‰ ™” †iÿ ô  Protozo e rios. linfoma. leucemia.Proteína de Bence-Jones Coment  rios: O aparecimento da Proteína de Bence Jones na urina. sarcoma ost ico. . Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). se houver. ñ óuô ò ™” ‰u † ˆu‰  u“ ‘ † † ™” 296 Instituto de Patologia Clínica H.Enviar no m ximo at 30 minutos após a coleta. que s chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. PARDINI . .N refrigerar. ñ óuô ˆuò ‰R” ˆ€‰ ”€‰u’u“u‘ ˆu‰÷—ud ‡ †iÿ ô  ˆ Protoporfirinas. N o usar conservante. macroglobulinemia. Laboratórios: Enviar alíquota 30 mL. Ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. Enviar rapidamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: Auxílio na triagem das infecç s intestinais causadas por protoz rios e/ou bact rias. M todo: Precipitaç Turvaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. M todo: Direto a fresco Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente.Colher de prefer cia as fezes liquefeitas (diarr icas) e porç s contendo muco e sangue. . amiloidoses e mieloma m ltiplo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. pode estar relacionado com: Les membrana glomerular. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de protoporfirina nas fezes se deve ao dist rbio das porfirinas.

ñ €‘  óuô ˆu‰ † ™” †ô † ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H.Imunocromatogr fico Valor de Refer ncia: < 0. . .Deve-se evitar a contaminaç c/ vaso sanit rio ou com a urina. varizes esofagianas. gastrite e câncer strico. cilindros. .M.Enviar rapidamente ao laboratório. cristais. .sangramento intestinal baixo: colite. parasitas e fungos.O.Nas suspeitas de sangramento. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.Sangue Oculto Coment  rios: O teste de sangue oculto nas fezes com resultado positivo. Muito importante na triagem das divers as patologias que afetam a funç renal. permite diagnosticar ulceraç s no trato digestivo: .Manter dieta hídrica habitual. PARDINI 297 . eritrócitos. ‡ dR– † – ™” ’u ˆuˆu‰‰ ¡¡ R m † ‘u” ˆ ˆu‰ Á” ñ ò óuô ‰u‘udRëu” † d ˆ ˆu‰  u ’   u d R — u ‰ ˆ€‰(–€‰  ™” “€‘ ˆu‰  †©¨ ô Sedimentoscopia Coment  rios: A sedimentoscopia uri ria fornece informaç s importantes sobre a presença de leucócitos (piócitos). ß Tam m n o h feito proz inibiç o da reaç r altas concentraç s de hemoglobina. carcinoma de cólon e diverticulite. As grandes interfer cias s : Sangramento Menstrual ou de Hemorróidas.Enviar rapidamente ao laboratório. .sangramento gastrointestinal superior: lcer tica. devem ser examinadas pelo menos 3 amostra de fezes. bact rias. . O uso de anticorpo monoclonal específico para hemoglobina humana trouxe uma grande vantagem na pesquisas de Sangue Oculto nas Fezes: cessidade de dieta especial ß N ß N reaç cruzada com hemoglobina de ou tros animais. M todo: Anticorpo Monoclonal Anti-Hemoglobina Humana .): ß Aspirina ß Fenilbutazona ß Indometacina ß Corticosteróides ß Reserpina Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Bebida alcoólica Medicamentos que podem causar sangramento gastro-intestinal (suspender 2 dias antes ou C. M todo: Microscopia Ótica Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).50 mg Hb/g Fezes = negativo Condi o: Fezes recente.

.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Revelaç o da Película Fotogr fica . . -N sar laxantes ou supositórios. cuja investigaç tem interesse no diagnóstico da fibrose pancr tica. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.Manter dieta hídrica habitual. pesquisa Coment  rios: Os dist rbios do metabolismo da tirosina devem-se a anormalidades heredit rias ou metabólicas. monitorar o progresso desta patologia.sedimentoscopia: corresponde ao exame microscópico da urina. ‡  ñ óuô †ò ™”  ‰ ¡ ”u–€ ‘udR‘uˆu‰ ˆu‰R–  —u‡ ˆu‰R–u” ™” †iÿ ô †— ‘¡ˆ Tripsina Fecal Coment  rios: A atividade tríptica das fezes um indicador da atividade pancr tica. ñ ˆò † ó u ô ˆu‰R—ud ˆu© ‰ †©¨ ô ”u †  ”u î눀u‰ ” “u‘ d † ‘uˆ€‰(” Urina Rotina Coment  rios: O exame de urina rotina muito importante para avaliar a funç renal e infecç s podendo auxiliar no diagnóstico de uma patologia. sendo causada pela imaturidade das funç s hep ticas e raramente causam les rman ente. Usar frasco limpo e próprio para a coleta de urina. . Condi o: Fezes recente. Nas anormalidades heredit rias as enzimas metabólicas da tirosi s roduzidas levando a evoluç s graves geralmente fatais com envolviment tico.Atividade Triptica á > 1:40 Nota: Em crianças com mais de 5 anos e adultos. . renal e com aminoaci ria generalizada. acompanhar a efic cia do tratamento e constatar a cura. podem evoluir de forma transitória como nos prematuros.caracteres gerais: corresponde a avaliaç s propriedades físicas da urina.pesquisa de elementos anormais: corresponde à pesquisa química feita na urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. este exame pode apresentar falso -positivo em virtude da aç flora bacteriana intestinal. PARDINI . . As anomalias metabólicas adquiridas.Atividade Triptica á > 1:80 â crianças (1 a 5 anos) . a lise química qualitativa e quantitativa dos elementos anormais (automaç ) lise do sedimento (Microscopia Ótica). . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório.Tirosina. star em uso de enzimas digestivas 24 horas antes da coleta. O exame compreende tr s etapas: . . † ñ ˆ€‰(—€d “ ˆu‰ ™”   ˆ u ‰ ” R d u ‘ u  óuô † †ô ‘u ud ‘ ¡ ˆ ‡ ˆ 298 Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: Urina recente (jato m dio 1a Urina m ) ou Urina c/ no mínimo de 4h após ltima micç o. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). j a sua aus ci acompanhada freqüentemente da falta da amilase e lípase.Prova de Schwachman Valor de Refer ncia: à crianças (at 1 ano) .Ideal colher no laboratório. M todo: É realizada uma an lise física da urina.Enviar rapidamente ao laboratório.

ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ˆ€‰Á—u” ‘u‡ ‡ ˆ uˆ R ‰R d ud u’ €” ‘ † ™” ™” † ‘¡ˆ  Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar de 30 mL de Urina em frasco âmbar (sensível a luz) ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. A s condiç s que resultam no aparecimento de porfiri ria.Urina 24h*.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. neste caso de uroporfirina. O aumento da concentraç o da urobilino io na urina (> 1 mg/dL) contrado nas hepatopatias. pesquisa Coment  rios:  roporfirina na urina auxilia no diagnóstico dos dist A detecç rbios das porfirias. nos dist rbios hemolíticos e na porfiri ria. . PARDINI 299 .*Usar 5 g urina de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. A aus ncia do urobili io na urina e nas fezes significa obstruç o do ducto biliar.Urobilinog T nio Coment  rios: O urobili io assim como a Bilirrubina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ‘u‰u’u“€‘ ñ óuô †ò ˆ‡ ˆ †  u‘ ‡ ’u“u‘ “ ‘¡ˆ ˆu‰ —ud ” u ‘ † ‘u‰u’u“€‘ †iÿ ô †— Uroporfirinas. .Enviar rapidamente ao laboratório. . M todo: Colorim trico (Ehrlich) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). m pigmento biliar resultante da degradaç hemoglobina. s o chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas causadas por doenças metaból icas ou exposiç tes tóxicos. que impede a passagem normal de bilirrubina para o intestino.

PARDINI .300 Instituto de Patologia Clínica H.

HIV. em papel filtro: O Teste do Pezinho. O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disponibiliza o TP em 3 perfis: bãåä ico. Cada uma das determinações tamb æ m podem ser solicitadas isoladamente.O rastreamento de um grande número de doenças congênitas. Rub æ ola IgM e Sífilis IgM podem ser requisitados em qualquer um dos perfis. É sugerido que o teste seja realizado entre 3 e 30 dias de vida. Hipotireoidismo cong nito Hipotireoidismo cong nito “ “ 17-OH-Progesterona neonatal Tripsina neonatal Galactose Hiperplasia Adrenal Cong ita Fibrose Cística Galactosemia “u‘ Hemoglobinopatias triagem neo Hemoglobinopatias Atividade da Biotinidase Toxoplasmose IgM neonatal HIV neonatal Sífilis IgM neonatal Ru Defici cia de Biotinidase Toxoplasmose cong nita “u‘ “ Síndrome da imunodefici cia adquirida Sífilis c Ru m†‰ la IgM neonatal m † ‰ ’€“u‘ la con ‰€‘u’u“u‘ “u‘ ita ita Nessa seçç o outros exames nç o realizados no Teste do Pezinho. compondo um perfil individualizado. PARDINI 301 . ampliado e plus. mas de importância no diagnóstico de erros do metabolismo èéç o descritos. Instituto de Patologia Clínica H. Determinaç es A M S P I L C I O A D O P L U S B Condi o detectada Detecta fenilceton ria (PKU) cidos Detecç o de ami r Fenilalanina Cromatografia de ami TSH neonatal T4 neonatal ‘u‰u ˆ ‡ €‘ u‰  ó€ô cidopatias. pode ser realizado pela anã lise de gotas de sangue do neonato. relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções.

Orientaçê es para coleta do Teste do pezinho: • No ato da coleta. at vazar no verso. Para aumentar o fluxo sangüíneo no local. evitando solicitaç s de nova coleta ou coleta de sangue em excesso. Envolver o cart o em papel alumínio e enviar separado dos demais materiais biológicos. cuidadosamente. deixar o sangue sair naturalmente. para evitar que se molhe. pode-se colocar. uma vez que pode haver interfer cia do fluido tecidual. compress ua quente por 3 minutos antes da punç . N o colocar em geladeira ou banho de gelo. N secar em estufas ou no sol. deixando o sangue saturar todos as círculos do cart . de ver ser colhidos novos círculos. Deixar secar em temperatura ambiente. PARDINI . Círculos necess rios: consulte os exames solicitados ˆ • † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰â— “u‘ ˆ dۗu”ېu’ • •  ˆ ˆu‰ ™” ™” ˆu‰ ˆ€‰ 302 Instituto de Patologia Clínica H. que atendam às especificaç s acima. N eve ser feita massagem no local da punç o para estimular o fluxo sangüíneo. No caso de n o estarem nestas condiç s. Encostar o papel de filtro no local da picada.

58 a 3. . Apresenta -se elevado na hiperalaninemia.79 mg/dL ì Rec m Nascido í 2.22 a 2. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .89 mg/dL Condi o: 0. sendo mais freqüente em amostras colhidas nas primeiras 24 horas de vida.72 mg/dL ì 1 a 3 meses í 1. A possibilidade de falso-negativo deve sempre ser considerada devido ao espectro clínico-laboratorial da HAC.10 a 3.17 OH Progesterona neonatal Coment  rios: Usada para triagem da Hiperplasia Adrenal Cong ita (HAC) no Teste do Pezinho.72 a 4.HPLC Valor de Refer ncia: ì Prematuros í 2. defici cia de piruvato desidrogenase. defici cia de vitamina B12 e diabetes descompensado. citrulinemia. O objetivo primordial da triagem tecç forma cl ssica perdedora de sal.Colher após 4 o dia de nascimento. o que acarreta em níveis elevados de 17α-hidroxiprogesterona (17-OHP). defici cia de piruvato carboxilase.65 mg/dL ì 3 a 10 anos í 1. defeitos do ciclo da ur ia. hipoglicemia e na Cor ia de Huntington. Sua concentraç iminui na insufici cia renal crônica. Conservaç o para envio: At ias entre 2o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Peso ao nascimento Idade gestacional (semanas) Valor de Refer ncia ≤ 2500 g ≤ 32 ≤ 8260 nanog/dL > 32 at 36 ≤ 4950 nanog/dL > 36 ou desconhecida ≤ 3965 nanog/dL > 2500 g Desconhecida ≤ 990 nanog/dL ≤ 33 ≤ 8260 nanog/dL Entre 34 e 36 ≤ 3300 nanog/dL ≥ 37 ≤ 1320 nanog/dL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. ˆ u ‰ Á — u ” —€“u‘ “ † d « — € ” ˆu‰«—ud u“ ‘ ò ‰ ö — † “u‘   —u“€‘ † ë 17 OHP neo ñ †– †‰þ † ò óuô †©¨ @ ô —  ˆu‰ Alanina.08 mg/dL ì 11 a 18 anos í 1. Sua determinaç o tem utilidade no diagnóstico de erros inatos do metabolismo das proteínas. A qualidade da coleta pode interferir nos resultados. A Academia o dia de vida da criança.82 a 3. Cerca de 90 a 95% dos casos de HAC s vidos à defici ncia da enzima 21 -hidroxilase (21-OH). Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar.86 mg/dL ì 4 a 6 meses í 1. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio para enviar. Inci cia no Brasil: 1:7500 nascidos vivos. PARDINI 303 . ‘ud † † ñ †  ò † “€‘ “u‘ ˆu‰Ó— ˆ u“ ‘ “€‘ óuô vv  Instituto de Patologia Clínica H. Doença de Cushing. gota. rec m nascidos com baixo peso ao nascer e em crianças com doenças intercorrentes. histi dinemia. A possibilidade de encontrarmos valores falso-positivos ocorre principalmente em prematuros. hiperornitinemia.2 mL Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.89 a 3. Para os Americana de Pediatria sugere que o teste deva ser coletado at valores de refer cia abaixo.87 a 5. septicemia. Kwashiokor.79 mg/dL ì 7 meses a 2 anos í 0. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Alani um amino cido presente em todas as proteínas. a sensibilidade desse teste róxima a 100% com a especificidade maior que 99%.88 a 2.68 mg/dL ì Adultos í 1. A HAC apresenta um amplo espectro de inci cia variando com ficit enzim tico específico.

hiperprolinemia. Aumento de glutamina e citrulina no plasma e urina. Sugere a presença das seguintes amino cidopatias: citrulinemia. no sangue e urina. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.  ‰u ‘u‡ ‰u‘€‡ ñ † óuô ò ˆu‰ ™ ‘u‰u ô¡‰ †R þ ÿ †©¨ @ — Amino e¦s idos. Aumento da homocistina e metionina plasmï tica e Tromboembolismo uriñCï rias CistationiñCî ria Assintomï tico Aumento cistationina uri( ñ ï ria CistiñCî ria Cï lculos uriñ(ï rios Aumento da cistina e amiñ ' ï cidos dibï sicos uriñCï rios Hiperglicinemia cetótica Cetose. PARDINI ˆu‰»—u‰  uˆ ‰ì—  ˆ€‰w—u‰ ‘ u ‡ ‡ “ ¦ † ¨@ ™ ” ˆu‰ † ™” † —u” “u‘ u‰  ™” ˆ ™ rys . retardo mental Aminoacidemia de cadeia ConvulsC Aumento amin' ï cidos ramificados plasmï ticos e ramificada uriñCï rios Homocistiñ(î ria Retardo mental. chegando a níveis at z vezes maiores. hiperornitinemia. indometacina. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. acidose metabólica. glicose. hidroxiprolinemia. Para evitar falsonegativos. anticonceptivos orais. em casos suspeitos. 304 Instituto de Patologia Clínica H. doença do Xarope de Bordo. PKU. hiperargininemia. retardo mental Aumento da glicina e ï cido propiônico plasmï ticos e uriñCï rios & ' -cetótica Hiperglicinemia nC Retardo mental Aumento da glicina na urina e plasma Anormalidades do ciclo da ur0 ia Retardo mental. neutropenia. aspirina.. Cromatografia qualitativa Coment  rios: É utilizada como triagem de amin cidopatias no Teste do Pezinho. Como em casos poucos freqüentes pode haver variaç es transitórias do nível de ami cidos. hipervalinemia. Condi o: 1 círculo de sangue separados em papel de filtro saturado dos dois lados do papel. Est indicada no estudo de crianças com vômitos recorrentes. retardo mental Aumento de amiñ ' ï cidos neutros na urina Síndrome de Fanconi Acidose e raquitismo Aminoacidî ria. letargia. distî rbio psiquiï trico Fenilalanina plasmï tica > 15 mg/dl Fenilalaninemia benigna Assintomï tico Aumento fenilalanina plasmï tica Fenilalaninemia maligna Retardo mental. Resultados positivos devem ser confirmados pela Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) Quantitativa em soro/urina. cetose. d efici cias neurológicas. hipertirosinemia. sulfametoxazol + trimetoprim. glicinemia. hiperglicinemia. Cromatografia quantitativa Coment  rios: É utilizada para confirmaç iagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentraç s amino cidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal. infecç s agudas. Devem ser considerados na interpretaç s resultados: variaç s neonatais transitórias (hipertirosinemia.Amino e¦s idos. At ias entre 2o a 8o C. envolver em papel alumínio para enviar. gravidez. diabetes descompensado e traumatismos. Distúrbios Achados clínicos Achados laboratoriais Fenilcetonî ria Clï ssica Retardo mental. interfer ncia da ingesta prot ica nos valores encontrados. histidinemia. GliciñCî ria Assintomï tico Aumento da glicina. fosfatî ria. convulsò es Aumento da amônia plasmï tica. progesterona. aspartame. Laboratórios: Após secar a gota de sangue. prolina e hidroxiprolina Doença de Hartnup Ataxia. fenil cet ria. M todo: Cromatografia em papel Valor de Refer ncia: Apenas identificaç . vômitos. homocisti ria. sugere-se repetir a prova. AMINO IDOS MAIS FREQUENTES: FENILALANINA – TIROSINA – METIONINA – VALINA – LEUCINA – ISOLEUCINA Continua. variaç es circadianas de at % (concentraç s s mais altas pela tarde e mais baixas pela manh ).. insulina. este exame deve ser realizado após 48h de vida. distî rbio psiquiï trico Aumento de fenilalanina plasmï tica Tirosinemia hereditï ria Cirrose heð ï tica Aumento tirosina plasmï tica Disfunç& o renal tubular Alcapto( Ocronose e Artrite Aumento ï cido homogentísico uri( ñ î ria ñ ï rio &' Histidinemia Defeito de fala e audiç( Aumento da histidina urinï ria e plasmï tica & ' . hiperamonemia. hipermetionemia. e no controle de tratamento de anim cidopatias. Podem interferir no ensaio: cido ascórbico. valproato. cisti ria-lisin ria). testosterona. hiperlisinemia.

93 a 2.48 a 1.24 a 0.23 mg/dL 0.Veja tamb m: TRIPTOFANO .75 mg/dL 0.26 a 0.83 a 3. ñ ñ Continu –uu’ u– € ’ õuóuô o.0 mg/dL 7.2 a 3.73 mg/dL 0.37 mg/dL 1.24 mg/dL 0.70 a 2. 303.50 a 1. Laboratórios : Separar imediatamente após coleta e congelar.88 mg/dL 1.03 a 2.25 mg/dL 0.45 a 0.8 a 2.24 mg/dL 0.7 mg/dL 0.98 a 2.10 mg/dL 0.69 mg/dL 0.04 a 0.18 a 0. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e ..50 a 1. HISTIDINA .73 a 2.Nascido (1 dia) ô Adultos ô Metionina: Prematuros 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Valina: Prematuros R.50 a 3.10o C.43 mg/dL 0.59 a 0.0 a 24.31 mg/dL 1.61 mg/dL 0.09 a 0.59 a 1. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r €– u ’ .37 a 1.11 mg/dL 0.84 mg/dL 0.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô 0.43 mg/dL 0.59 a 2.78 mg/dL 0.94 a 2.8 a 4.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó vv  †iÿ @ ô — Continua.65 a 3. Instituto de Patologia Clínica H.34 a 1.28 mg/dL 0.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Isoleucina: Prematuros R.95 mg/dL 0. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.AMINO CIDOS.97 a 1. SANGUE Valores de Refer ó Fenilalanina: Prematuros R.0 mg/dL 1.03 mg/dL 0.Nascido (1 dia) Adultos ò ncia: ô ô ô 2.9 mg/dL Tirosina: ô Prematuros R.35 a 0.4 mg/dL 0.6 a 3..07 mg/dL 1.59 mg/dL 0...24 a 0.29 mg/dL 0.67 a 3.55 mg/dL 0. 309 e ALANINA M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC.0 a 7. PARDINI 305 .71 mg/dL 0.5 mg/dL 1.16 a 0.62 a 1.44 mg/dL 0. 313. óuô Leucina: Prematuros R.2 mL Soro.33 mg/dL 1.60 mg/dL Condi o: 0.28 mg/dL ó ô ô ô ô ô ô ô 0.

8 a 6..9 ö 3.4 Adultos ö 12.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.0 3 a 12 anos ö 3.2 3 a 12 anos ö < 9. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .2 3 a 12 anos ö 1.5 a 11.1 õ Isoleucina .6 a 8.0 a 17.3 Adulto ò Valores de Refer ncia . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.5 Adulto õ Tirosina .10o C.9 a 2.AMINO CIDOS.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 4. Adultos: *Urina 24h. PARDINI . Laboratórios: *Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.0 a 7..2 a 1.0 ö 2.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö < 0.2 a 30. .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.0 Adulto ö 2.1 õ Metionina .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.2 3 a 12 anos ö 7. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r URINA Valor de Refer ncia – Urina 24 horas: õ Fenilalanina .5 ö < 16.7 3 a 12 anos ö 4.0 a 11.0 a 7.1 a 1.9 Adulto õ Leucina .0 a 14.*Usar 20 mL de Tolueno.0 a 24. “ †©š “ †©š ò Valina .0 Adulto õ “ †©š “ †©š “ † “ †©š óuô † Rô — vv   306 Instituto de Patologia Clínica H.4 ö 2.Continu õuóuô o.4 a 3.Urina recente (amostra isolada): õ õ Tirosina – nmoL/mg creatinina: Fenilalanina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 1090 a 6780 Prematuros(at semanas) ö 920 a 2280 0 a 1 m s ö 220 a 1650 0a1m s ö 91 a 457 2 a 24 meses ö 333 a 1550 2 a 24 meses ö 175 a 1340 3 a 18 anos ö 122 a 517 3 a 18 anos ö 61 a 314 ö ö Adultos 90 a 290 Adultos 51 a 250 õ õ Metionina – nmoL/mg creatinina: Isoleucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 500 a 1230 Prematuros(at semanas) ö 250 a 640 0 a 1 m s ö 342 a 880 0 a 1 m s ö 125 a 390 2 a 24 meses ö 174 a 1090 2 a 24 meses ö 38 a 342 3 a 18 anos ö 16 a 114 3 a 18 anos ö 10 a 126 ö ö Adultos 38 a 210 Adultos 16 a 180 õ õ Valina – nmoL/mg creatinina: Leucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 180 a 890 Prematuro (at 6 semanas) ö 190 a 790 0 a 1 m s ö 113 a 369 0 a 1 m s ö 78 a 195 2 a 24 meses ö 99 a 316 2 a 24 meses ö 70 a 570 3 a 18 anos ö 58 a 143 3 a 18 anos ö 30 a 500 ö 27 a 260 ö 30 a 150 Adultos Adultos Condi o: Crianças: Urina recente.0 3 a 12 anos ö 5.0 a 55.

o que pode reverter o quadro clínico. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. A defici ncia da  m dist rbio autossômico recessivo que leva à pouca disponibilidade de biotina. PARDINI 307 . alteraç s de pele e anexos. Inci cia no Brasil: 1:15. Diagnóstico precoce permite reposiç o oral da biotina. este exame deve ser realizado após 48h de vida.000 nascidos.Colher após 4 o dia do nascimento. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por “imaturidade das enzimas” com subseqüente normalizaç . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. retard o neuropsicomotor. Fenilalanina tamb m pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas. convuls s. Conservaç o para envio: Após a dosagem conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar.  —u“u‘ ‰u‘u‡ ˆu‰Ó— †d ñ † †óuHô • ò ô † ˆu‰ “ d † —u” † ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. hipoacusia). M todo: Fluorimetrico modificado Valor de Refer ncia: At mg/dL Condi o: 2 círculos de Sangue (separados) em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. sendo herança autossômica recessiva. co -fator biotinidas para atividade de v rias enzimas. Inci cia no Brasil: 1:125. cegueira.Biotinidase Coment  rios: É utilizado para triagem da defici ncia de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. A PKU mais freqüente das amino cidopatias. Para evitar falso -negativos. . As formas severas cursam com alteraç s do SNC (ataxia.000. A hiperfenilalaninemi let ria ao SNC. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. ñ ”† ‡ ™” “ —u“u™ ‘” “ óuô †ò ˆ ™”  Fenilalanina Coment  rios: ÷ PKU Utilizado para triagem da fenilcet ria (PKU) no teste do pezinho. Resulta de defici ncia da fenilalanina hidroxilase que catalisa a convers a fenilalanina em tirosina. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12.

Manifesta-se com sinais e sintomas gastro-intestinais. coli. PARDINI .At 2 horas em temperatura ambiente. uridina-difosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase. 3) anormalidade de desenvolvimento (ex: persist cia de hemoglobina fetal). causada pela defici cia das enzimas galactose -1-fosfato-uridil-transferase (forma cl ssica). O rec m -nascido normal apresenta HbA e Hbfetal. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .At 0 dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar.HPLC Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina anômala Condi o: 2 círculos de sangue total coletado em cart . Apresentam alta preval cia na populaç rasileira em virtude da miscigenaç racial.000 nascidos.000 a 1:80. Acarreta no ac mulo da galactose no sangue e tecidos. “u‘ † ñ ˆu‰âm ˆ ˆu‰ — ˆ “u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰×—u” † † ˆ€‰ †‰ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ˆu‰ 308 Instituto de Patologia Clínica H. catarata. Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. S o conhecidas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Rec m Nascido . retardo mental e susceptibilidade a sepsis por E. Conservaç o para envio: . Incid ncia: 1:60. At ras entre 2 o e 8o C. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. 2) reduç o na quantidade de proteína normal (ex: talassemia). As anormalidades da síntese da hemoglobina s ivididas em 3 grupos: 1) produç mol cula anormal (ex: drepanocitose).at . Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestaç o da defici cia. aproximadamente.Galactose Total – triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de galactossemia no Teste do Pezinho.  ñ “ “u‘ d† ò † óuô ô †Á þ †¨  ˆ ‡ “u‘ † †@ Hemoglobinopatias. icterícia. A HbF predomina ao nascimento. As Hemoglobinopatias s um grupo de desordens gen ticas caracterizadas pela produç anormal de cadeias de hemoglobina. A Galactosemi uma doença autossômica recessiva. 400 hemoglobinas variantes. . com seus níveis decrescendo at s 36 meses de idade. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do Pezinho.0 mg/dL Condi o: 2 círculos de sangue separados em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.

M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.10o C.64 mg/dL ø 11 a 18 anos ù 0. . Aumento dos níveis plasm ticos podem ser encontrados na Histidinemia (retardo mental e dist rbio da fala). tendo em vista que a IgG atravessa barreira placent ria.09 mg/dL ø R. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congela r.50 a 1. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A pesquisa do HIV com PCR til para se confirmar a infecç m crianças.37 a 1. Nascido (1 dia) ù 0.37 a 1.14 mg/dL ø 1 a 3 meses ù 1.77 mg/dL ù 0.HPLC Valor de Refer ncia: ø Prematuros ù 0. Conservaç o para envio: At ias entre 0o e .76 a 1. Neonatos de m es HIV positivo podem ser soropositivos at 18 meses.66 mg/dL ø Adultos Condi o: 0.82 a 1. PARDINI 309 . ˆ ˆ€‰ ò ñ ˆu‰ –u” ˆ  óuô  ˆ “u‘ †‡ † ˆ u ‰ ÷ — u d ˆu‰R” †  Instituto de Patologia Clínica H. No Teste do Pezinho realiza-se a pesquisa de anticorpos para antígeno viral HIV-1 do envelope (ENV GP41). Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç erro inato do metabolismo das proteínas. neonatal Coment  rios: Útil para triagem de infecç lo vírus da imunodefici cia humana (HIV) no Teste do Pezinho.2 mL Soro. É necess rio a complementaç sorologia em caso de HIV neonatal positivo. A histidi m ami cido de importância na síntese das bases p ricas e pirimídicas.32 mg/dL ø 3 a 10 anos ù 0. A infecç o pelo HIV por via vertical apresenta evoluç o clínica mais grave que nas outras formas de transmiss .74 mg/dL ù 0.49 a 2.Histidina. elevaç transitória do neonato e na hemólise.47 a 1.99 a 1. gravidez (aumento de at 50%). ñ ˆu‰ ˆu‰â—u” ‡ ‡ €‘ d †   ‘u‰u † ò óuô vv  †iÿ @ ô — HIV-1.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.12 mg/dL ø 4 a 6 meses ø 7 meses a 2 anos ù 0.

Entretanto. A presença de anticorpos IgM para R la no neonat indicativo de r  ola co ita. Deve ser complementada pela sorologia caso positiva ou haja suspeita clínica. ñ ‘u’€“u‘ ˆ ò u m † ‰ ˆ€‰ “  €m † ‰ m†‰  óuô  ‰† ™ ‘uˆ€‰(–  ˆu‰ u m ‰ † um † ‘u’u“u‘ Sífilis IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de sífilis no teste do pezinho. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. A presença de anticorpo IgM para treponema caracteriza uma infecç guda. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. M todo: Imunoensaio enzim tico por captura Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Ressalta-se que 20% dos neonatos infectados roduzem IgM antes de 30 dias de idade. sen til no diagnóstico da sífilis cong nita.Rub ’ ola IgM neonatal Coment  rios: Útil para diagnóstico da infecç cong nita pelo vírus da ru la no Teste do Pezinho. Ressalta-se que VDRL e FTA-ABS positivos em rec m-nascidos s o de difícil interpretaç vido possibilidade de transfer cia materna. Resultado negativ xclui esta infecç o (sensibilidade de 80%). PARDINI . Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. A infecç materna pelo vírus da r  la pode gerar aborto ou feto com m formaç es (Síndrome da R la Co ita). . na infecç co ita os títulos se mant m ou se elevam com o passar dos meses. ñ óuô ˆ ˆ u ‰ ˆu‰«d — u ‰ « ‡ † ˆu‰R—u” ò  “€‘ “ ‰«‘uˆu‰«” † ˆ€‰ ‘u’u“u‘ ˆ †  310 Instituto de Patologia Clínica H. pois esse n o atravessa a barreira placent ria. Deve ser complementa da pela sorologia caso seja positiva ou haja suspeiç clínica.

dist rbios da horm nese. pr -termo. freqüente no sexo masculino (1 em 5.0 a 17. ñ uˆ ‰ † óuô  ô ò ˆu‰ ‰u‘u’u“u‘ m† m† † ™” u– ™” €– ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. conservar o papel d e filtro por 30 dias entre 2o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . Aceita-se como normais valores at 40 µUI/ml com queda r ida em 10 dias. baixo peso e infecç es intercorrentes. .000 nascimentos). Elevaç s persistentes s características de hipotireoidismo. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú < que 10 µUI/mL ú Aceit vel: < 40 µUI/mL com queda r ida em 10 dias Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Nestes casos os valores tam m se normalizam em 10 dias. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar.T4 neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem do hipotireoidismo cong nito (HC) no Teste do Pezinho. ‰€‘u‰u’u“ “  ‰ ”€‘u—u“ †«ÿuÿ † u“ ‘ “ ˆ ‡ ñ ™ ˆu‰Û—u‰ ‰»ëu” † ™” óuô  ò † ÿ€ÿ ô ˆu‰  TSH neonatal Coment  rios: Utilizado na triagem do hipotireoidismo c ito (HC) no teste do pezinho.000 a 10.Colher após 4 o dia do nascimento. cretinism mico e hipopituitarismo. A produç o inadequada do hormônio da tireóide no HC tem v rias causa s: agenesia ou ectopia da tireóide. icterícia. A confirmaç HC deve ser realizada com as determinaç s do T4 livre e do TSH ultra sensível s ricos. Os valores normais de TSH neonatal s menores que 10 µUI/ml. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú Desej vel û 6.0 µg/dL em virtude do TBG materno Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.0 µg/dL ú Aceit vel û limite superior at . Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG. Conservaç o para envio: Após a dosagem. PARDINI 311 .Colher após o 4 o dia do nascimento. Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. Aceita-se como normais valores de at µg/dl em virtude de interfer cia da tireoglobulina (TBG) materna. doença hipertensiva materna e descolamento prematuro de placenta. síndrome do desconforto respiratório. Incid ncia no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos. O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal. Valores entre 40-100 µUI/ml tam m podem decorrer de outras condiç s: anóxia perinatal. Conservaç o para envio: Após a dosagem. Valores baixos podem decorrer da prematuridade. .

PARDINI . 3 trimestre 6065%. . Caso a triagem da toxoplasmose seja positiva. Ac mulo de tripsina decorre da obstruç s ductos pancr ticos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. 2” trimestre 30-54%. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: /mL ý 0 a 30 dias þ at ý alerta þ > que 250 ng/mL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de Filtro saturado nos dois lados do papel.Colher após 4 o dia do nascimento. A mutaç mais comum em crianças brancas F508. Em m s com infecç a -tratada. havendo mais de 150 mutaç s descritas. que determinam defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. A Fibrose Cística ou mucoviscidose. . acarretando dist rbio da secreç xócrina (muco espesso).000 nascidos -vivos. ñ “ ˆ ò † ˆu‰ ˆu‰ “  ˆu‰ † ˆu” óuô  ˆu‰ ’u—ud4‘uˆu‰ —u“u‘ † ˆ ’u“u‘ ˆuˆ€‰‰  Tripsina neonatal Coment  rios: ü Fibrose Cística Triagem neonatal no Teste do Pezinho. ma herança autossômica recessiva decorrente de mutaç es ge ticas. A confirmaç o da doença requer níveis aumentados de cloreto de sódio no suor (iontoforese) e PCR para fibrose cística. Inci cia: 1:2. Conservaç o para envio: Após a dosagem.000 a 1:9. A transmiss transplacent ria ocorre na infecç materna recente. A infecç o transplacent ria no início da gestaç mais grave.000 nascidos. infecç cong nita ocorre na seguinte probabilidade: 1” trimestre 10-25%. Laboratório s: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. ˆu‰á” ñ óuô ™ d€–u“ ò †iÿ @ • ‘€’ ˆu‰  ™ ‘ † —u“u‘ ˆ€‰à—u‰ † d ”u ‘† ˆ † † ™” ‡ ‡uˆ ‰ “u‘ ô  312 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. sendo a IgA mais sensível que o IgM no diagnóstico da infecç o con ita.Rec m nascidos com 3 a 5 dias. localizadas no cromossomo 7. Inci cia de 1:3. O diagnóstico precoce permite intervenç es ter ticas precoces e o aconselhamento ge ti co aos pais.Toxoplasmose IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de infecç cong nita pelo Toxoplasma goondi no teste do pezinho. deve ser complementada pelos m todos sorológicos tradicionais.

ñ ˆ –u óuô † ò ˆ † vv  †iÿ @ ô — Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.HPLC Valor de Refer ncia: ÿ Prematuros   0. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç o de erro inato do metabolismo de proteínas. enterite regional.10o C. Diminui na síndrome carcinóide. Conservaç o para envio: At ias entre 0o a . PARDINI 313 . Encontra-se elevado na hipertriptofanemia.92 mg/dL ÿ Rec m Nascido   < 1. hipotermia. Doença de Hartnup.37 mg/dL 0.49 mg/dL ÿ Adultos   Condi o: 0.51 a 1.2 mL de Soro.Triptofano. sepse e encefalopatia he tica. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .30 a 0. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. pós -operatório. pelagra e desnutriç o prot ico -calórica.

314 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

0 mg/g de creatinina (NR-7.5 hexanodiona.5 hexanodiona. O seu principal efeito tóxico ocorre a nível de sistema nervoso central. câimbras nas extremidades dos m sculos inferiores.Urina recente ..Urina 24h. Interferentes: A exposiç simultânea ao tolueno inibe consideravelmente a excreç o uri ria da 2. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel ¡ IBMP: 5. A acet rapidamente absorvida pelo trato respiratório. por m a intoxicaç o comumente ocorre pela inalaç o de seus vapores nas exposiç s ocupacionais ou quan sado como droga de abuso. ¡ Cetoacidoses ¢ 10. Mt/Br) Condi o: 50 mL de Urina final jornada de trabalho .2. Pode produzir neuropatia perif rica e nas intoxicaç s graves: fraqueza.0 mg/dL ¡ Níveis Tóxicos > que 20.0 a 70. dosagem Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níves de acetona no organismo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Após o processo de biotransformaç do n-hexano o principal produto excretado na uri a 2.Para avaliaç xposiç cupacional recomenda -se a coleta de duas amostras de urina.0 mg/dL ¡ Exposiç Ocupacional ¢ < que 10. calculando -se em torno de 70% a absorç terminada concentraç inalada. ñ ˆu‰÷—u”ö—€” u‰ u‘ d † ˆu‰ö—€” ˆ€‰ ˆu‰ SANGUE Valor de Refer ncia: ¡ 0. Conservaç o de envio: Congelar. óuô ò ˆu‰ † v— v ud  m † ˆu‰ dum † ô Continua. O n-hexan prontamente absorvido por qualquer via.3 a 2.5 Hexanodiona Urin e ria Coment  rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o n -hexano. A sua inalaç termina irritaç e bronco espasmo. Instituto de Patologia Clínica H.. perda de peso. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. PARDINI 315 .0 mg/dL (para indivíduos n di ticos e em caso de jejum prolongado). bradicardia e hipotermia. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. ñ du‡€—u” ‘ud † † —u‰ †  ˆ ™ ˆu‰âm ˆ ˆ€‰ùd ‰† ˆ ò óuô ˆu‰ ô ‡† ˆu‰ ™” ˆ ™” ˆu‰R—udR” ˆ€‰(‰  ˆ u‘  Acetona. 1994. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Informaç es nece rias: Informar se i tico. anorexia.0 mL de Plasma Fluoretado.0 mg/dL ¢ Condi o: 5. uma de início e outra do final da jornada de trabalho. visando a prevenç o de alteraç es da s do trabalhador. .

. Conservaç o de envio: Congelar. .0 e 4. ñ †ò † dö ‰R—u‰R ™” ALA-U ˆ ˆ ˆu‰ † óuô ˆu‰ … ‡ ô †R †H•þ † … † ˆu‰ 316 Instituto de Patologia Clínica H. 1994.N coletar amostras às segundas -feiras. .. ò ó u ô ˆu‰ ô õuóuô o.0 mg/dL £ Exposiç Condi o: 5. DOSAGEM cido Delta Amino Levulínico ¤ Coment  rios: ` É o indicador de efeito mais utilizado nas exposiç s ao chumbo. 1994.Urina 24h. hidantoinatos.5 mg/24h ¥ at . Enviar 50 mL e informar volume total. O Pb inibe a enzim cido delta aminolevulínico desidratase em combinaç com o aumento da Ala -S. Laboratórios : Especificar tipo de urina e enviar em Frasco âmbar (sensível à l uz). levando a um aument cido delta aminolevulínico na urina.9 mg/24h £ Criança ¥ Condi o: 50 mL de Urina recente . . PARDINI .Urina início ou final de jornada.3 mg/dL Ocupacional: > 27.Usar cido Ac tico 8M(10 mL/L de Urina) ou cido Ac tico concentrado(pH da amostra entre 4.0 mg/g de creatinina (NR-7.ACETONA. cloroquina. a partir do 15o dia de exposiç . clorpropamida. diazepam. A aç o nociva do chumbo no organismo precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteraç o na síntese do heme. O congelamento da amostra deve ser evitado. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Urina isolada: £ at 4. hor rio inicial e final da coleta. Conservaç o de envio: Refrigerar.5 mg/g de creatinina (NR-7. . Interferentes: Barbit ricos.0 mL de Urina recente .Urina início ou final jornada de trabalho . MT/Br) 10.5). estrógenos.Colher ao final da jornada de trabalho. MT/Br) £ IBMP ¥ Urina 24h: £ Adulto at . sulfamídicos. Laboratórios: Especificar tipo de urina. ergotamina. etanol.Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de Urina.Continu URINA Valor de Refer ncia: £ 0. clordiazepóxido.

se possui história de falha renal crônica.Lembrar que o Alumínio m elemento abundante e precauç s especiais dever o ser tomadas para evitar possível contaminaç o da amostra. Os principais efeitos tóxicos do Al s SNC e no metabolismo oss a.7 a 34. porque os compostos de alumínio n s o os mesmos.0 mL de Sangue Total (Heparina). se fa z tratamento de hemodi lise. Secar em estufa a ± 60o C (o recipiente de secagem dever ser coberto com papel filtro. N o utilize luvas de l tex para manipular amostras e materiais par lises de elementos em baixas concentraç s. Conservaç o de envio: Refrigerar.9 45. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível em frasco protegido da luz. Os valores de refer cia para pacientes em hemodi lise e para trabalhadores expostos devem ser comparados.0 21.8 Condiç o: 3. Enviar material em tubo pl stico previamente desmineralizado (kit fornecido pelo laboratório).0 12. ..0 8.` Coment rios: A atividade da enzima cido delta aminolevulínico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliaç tóxica resultante da exposiç ) nas exposiç s ao chumbo. levando a uma diminuiç na síntese do heme. ars ico e c dmio podem inibir a atividade da Ala-D. preso com el stico).4 31.8 a 15. ñ ‰†  ˆu‰Ó‘u‰  ˆu‰ ˆ ˆu‰R—u” …  d(d€ô ‘u ‰í‘€ˆu‰ ˆ † † ‘uˆu‰ †  ud ‡u—  u“ † ‘ ˆu‰«ë  ˆu‰ ˆ†  u’!u”÷‘u‰ ˆ ™” ™ ”    ˆ€‰ ” ˆ Continua.0 a 49. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor Zeeman) Laboratórios : Informar obrigatoriamente: se est em tratamento com medicamento a base de alumínio (anti cidos). Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 317 . O chumbo inibe a aç da enzima. Enx mínimo 3 vezes em H2O (a melhor qualidade possível).0 a 44. por m de grande uso clínico como anti cido e como agente quelante de fosfato para pacientes em di lise.5 a 23.. Interferentes: lcool. cido Delta Amino Levulínico Desidratase ¦  ñ †ò ò ˆu‰  ALA-D ˆu‰ ˆu‰ ™” ˆ€‰ … ô ô u– “u‘  Alumínio Coment  rios: O alumíni um element essencial considerado tóxico. Procedimento para Desmineralizaç : Deixar o material (preferencialmente virgem) em imers m soluç cido Nítrico 5 a 10% por 48 horas. O Minist rio da S e define como crit rio de avaliaç eo alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 16.1 a 43.5 60. tabaco. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 60 U/L Eritrócitos Valor de Refer ncia correlacionado com Chumbo: Chumbo µg/dL ALA-D U/L de Eritrócitos 30. Sempre mantenha protegido contra poeiras.

MT/Br) ¨ IBMP § 50. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Condi o: 3. enviar 50 mL e informar volume total.. devendo sempre avaliar as fontes cupacionais e a dieta do trabalhador para melhor correlacionar os níveis urin rios do As.. As exposiç s ao ars nico no ambiente de trabalho.0 mL de Soro (tubo especial desmineralizado).Urina recente . comer frutos do mar. 1994. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. .Urina 24h.0 a 10. 1994.0 µg/L § para indivíduos sem história de IRC (Insufici ncia Renal Crônica) Nota: A a cia nacional de vigilância sanit ria (portaria n mero 82.0 µg/24 horas Condi o: 3. lavar as m s e a genit lia antes de colher.0 mg/kg) durante os 60 ltimos minutos da sess di lise e dosa-se o Al após 48 horas (antes da próxima sess i lise). Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. . ò u’ u“ ‘ ˆu‰ö—u‰  ‡“ ˆ óuô óuô ˆu‰Û—u”Û—  ‡ “ ˆu‰â—u” URINA Valor de Refer ncia: Urina recente: 3. retirar o uniforme.ALUM NIO Ÿ SANGUE Valor de Refer ncia: < 10.Recomenda-se colher o material no final da jornada semanal de trabalho. M todo: Expectrofotometria de Absorç o Atômica (gerador de hidretos) Valor de Refer ncia: ¨ at .0 µg/L em relaç o ao valor basal indicam teste posiitvo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 ò  Ar—¦T nico Coment  rios: O ars ico na uri tilizado como indicador biológico para a avaliaç xposiç cupacional. PARDINI . Aumentos de 50. Valores < 30 µg/L § exames anuais .Durante 3 dias que antecedem o exame. Aparece contaminando v rios elementos (especialmente peixes e crust ceos) e a gua. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Obs. com a exposiç cupacional. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mL de Urina recente . “u‘ ™ ” ñ óuô † A@ ò ˆu‰ ‰u’€“u‘ ‘u“d †   ‘€ˆu‰R‰ ˆ u ‰ î ‰ ˆ “€‘ ˆu‰Á—ud»” ˆ€‰Á‰   ˆu‰  ‘uˆu‰ ˆu‰  ô  318 Instituto de Patologia Clínica H.0 µg/g de creatinina (NR-7. normalmente ocorrem por compostos inorgânicos.: N colher em local de trabalho. Valores > 30 µg/L § realizar teste da Desferroxamina (DFO) Teste da Desferroxamina: Infunde-se DFO (5. de 3 de janeiro de 2000) estab elece parâmetros para avaliaç s níveis de alumínio em pacientes portadores de insufici ncia renal crônica: .0 µg/g de creatinina (NR-7.Urina 24 horas. O ars ico e certos compostos arsenica is s considerados carcin icos.Continu õuóuô o.0 µg/L Urina 24 horas: < 10.

Laboratórios: Especificar tipo de urina. M todo: Co-Oxímetro . Possui aç carcinog ica. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.: N colher em local de trabalho. Informaç es nece rios: Informar se fumante. enviar 10 mL e informar volume total. A les renal leva a dist rbios no metabolismo de c lcio e fósforo. que o CO estabelece com tomo de ferro da fraç heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina.0% (NR-7. diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxi io aos tecidos.0 µg/g de creatinina (NR-7.0 µg/g de creatinina (NR-7. MT/Br) 5. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mut nico. MT/Br) © IBMP para diclomometano e monóxido de carbono . 1994. PARDINI 319 .5% (NR-7. † ñ uˆ Á ‰ ud ‰ €ˆ ‰ ’u“ ˆu‰ ˆ ò R ” u‘ uˆ R ‰” vv  † ô €d u’ “ m† ‰Á ’u“u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰Õ—ud óuô ˆu‰ uˆ † ‰  †©¨ Instituto de Patologia Clínica H.Urina recente . 1994.C e dmio Coment  rios: O c mio m agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológic 0 a 30 anos. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Sua aç o tóxica adv m da forte ligaç química por coordenaç . 1994. Podem ocorrer danos pulmonares. sendo muito lentamente excretado pela urina.0%  © Nível tóxico  > 20. u— †  ˆu‰ ˆu‰ “€‘ ‡ ñ ˆ ò † óuô ˆu‰ v  v  † ô  u—  d † —u” ™ ˆu‰  Carboxi Hemoglobina Coment  rios: Avalia exposiç monóxido de carbono (CO) e diclorometano (cloreto de metileno). incapaz de transportar o oxi nio. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal. A presença da carboxihemoglobina tam m dificulta a dissociaç oxihemoglobina presente. Acumula-se nos pulm es.0 a 9.Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho.0 a 5. .0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).0%  © Sintomas de intoxicaç > 10. 353 Conservaç o de envio : Refrigerar.0% Condi o: 5. Conservaç o de envio: Refrigerar. MT/Br) © IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . fígado e rins. Informaç es nece rias: Informar se fumante. MT/Br) © Fumantes (1 a 2 maços/dia) 4. Obs. 1994.Espectrofotometria Valor de Refer ncia: © N o Fumante xposto ocupacionalmente  at . O c mio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins. pigmento anormal do sangue. retirar o uniforme.N fumante  at .0%  © Fumantes (mais 2 maços/dia) 8. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: © at 2.Urina 24h.

hemoglobi ria. Informaç es nece rias: Informar sexo. idade.0 a 302.0 µg/dL  6 meses a 6 anos 80.0 µg/dL  at   90. taquicardia.0 a 140. retirar o uniforme. Caracteriza-se por seas. q ueimaduras. lavar as m s e a genit lia antes de colher. hemorragia intestinal.0 µg/dL  Gr vidas Condi o: 2.0 a 160. se paciente est r vida ou em uso de anticoncepcional. hipotens . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Enviar 10 mL de urina e informar volume total. protei ria.0 mL de Soro.0 a 190.0 a 155. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. oli ria. etc.0 µg/dL  6 anos a 12 anos   70. convuls es. vômitos.Cobre Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níveis de cobre no organismo. queimaç i strica e diarr ia. coma e morte. vascular e no esqueleto.0 a 190. Pode estar diminuído na doença de Wilson. ñ †©š ò óuô  ô vv  R’  URIN¶ RIO M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia .0 µg/dL  Homem 85.0 a 80.0 a 50.Urina recente: 15.0 µg/24h Condi o: 10 mL de Urina recente . ˆ€‰à–u” ‘€“‡ ‡ ˆu‰ì— ˆ “u‘ ‘u‡ ™ ” ‘u ” ˆ € ‰ ¡ ”u–u uˆ ˆu⠉ ‰Ru–‘u‰‰ ˆu‰ “ ˆ€‰à”u– ’€ ˆ u ‰ Ý d ’ € ‡ † ™ SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atôm ica (Chama) Valor de Refer ncia: meses 20.0 a 70.0 µg/dL   Mulher > 60 anos  118.0 µg/dL  Mulher  85.0 a 170.Urina 24h. PARDINI . Desempenha importante funç metabolismo do ferro. Obs. sistema cardíaco. ingest e soluç s e alimentos contaminados e exposiç fungicidas que contenham o metal. Conservaç o de envio: Refrigerar. A defici cia do cobre pode causar defeitos na pigmentaç . azotemia. Os efeitos tóxicos sist micos incluem: hemólise. hemat ria.0 µg/L Valor de Refer ncia . visando detectar a defici ncia ou a intoxicaç lo metal. Recomenda-se acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.0 µg/dL  Homem > 60 anos  80. ñ ò ò ˆ óuô ˆu‰ ˆu‰  ô  320 Instituto de Patologia Clínica H.: N colher em local de trabalho. necros tica. A intoxicaç r cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre).Urina 24h: 2.

ao câncer do trato respiratório. Nas exposiç s ocupacionais ocorrem dermatites de contato. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia:  Normais  at µg/g de creatinina  Exposiç  at µg/g de creatinina Condi o: 50 mL de Urina recente . lavar as m s e genit lia antes de colher. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Ag. Refrigerar.Coproporfirinas.0 µg/g creatinina (NR-7. febre reum tica.: N colher em local de trabalho. ulceraç s.1994.Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Bi e Zn.0 µg/g creatinina (NR-7. cirrose hep tica e na presença de outros metais como Hg. 1994.  ˆ ñ † ò ó u ô ˆu‰ ô m† ˆu‰â—udâ”u‘  uˆ ‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰Rd ††iÿA@†@@ ˆu‰   Cromo Coment  rios: Avalia a exposiç ocupacional ao cromo que est ssociada. A COPRO -U tam m pode estar aumentada em estado febris. poliemielite. principalmente. É irritante e corrosivo para pele e mucosas devido à sua capacidade de desnaturar proteínas cidos nucl icos. anemia hemolítica e perniciosa.0 mcg/dl.Urina 24h. . enviar 10 mL e informar volume total. . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Enviar 50 mL de Urina e informar volume total.Usar frasco âmbar. Retirar o uniforme. rinite e asma brônquica.Recomenda-se a coleta ao final da jornada semanal de trabalho. . fornecendo níveis mais elevados significativamente quando os valores de chumbo no sangue est cima de 70. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . hor rio inicial e final da coleta. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at . Sua determinaç o deve ser usada para a triagem de casos de intoxicaç inicial.Urina recente . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. PARDINI 321 .Coletar ao final da jornada de trabalho.Urina 24h. dosagem Coment  rios: O chumbo provoca a inibiç zima coproporfirinog io descarboxilase. É uma alteraç tardia e inespec ífica. a partir do 15o dia após o início da exposiç . Laboratórios: Especificar tipo de urina. ñ ”« † ˆu‰ óuô † ò ˆu‰ ô ˆ ™” íd ™” ˆu‰   Instituto de Patologia Clínica H. . Sb. Obs. levando ao aumento da coproporfirina nos eritrócitos e na urina. MT/Br)  IBMP  30. eczema.

hor rio inicial e final da coleta. ñ m† † ‡ † ò óuô ˆu‰ ô   ˆ ˆu‰R—u”Rduˆ€’u‰( ”€‘ —€”(d€m ˆ€‰(—€‰  ˆ  322 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . Conservaç o de envio: Refrigerar. 1994. Acidificar a urina (pH=2) com HNO36N. Apresenta efeito cumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos. MT/Br)  IBMP  Condi o: 5.Urina recente . no sistema renal e no fígado. informar volume total. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at 50. 1994. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Chumbo SANGUE Coment rios: É um indicador biológico de exposiç o e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo. lavar as m os e a genit lia antes de colher. Hor rio de colet crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas ltimas 4 semanas. 1994. Tam m muito til após a administraç tes quelantes.Recomenda-se coletar amostra de final de jornada de trabalho.0 mL de Sangue Total (Heparina). M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia:  at 40.0 µg/g de creatinina (NR-7. É absorvido pelas vias respiratórias. .0 µg/dL (NR-7. sem afastamento maior que 4 dias.0 µg/g de creatinina (NR-7. Obs.  ñ ˆ ”u뀓u‘ ˆ óuô † ò ô ˆ  d©‘uˆu‰ † ‡ URINA Coment rios: É o indicador biológico utilizado na m onitorizaç sorç s compostos orgânicos de chumbo. digestiva e cutânea. retirar o uniforme. no sistema nervoso.0 µg/dL (NR-7. MT/Br) 100. Instruç es de C oleta: Veja Urina 24h p g.: N colher em local de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 10 mL. MT/Br)  IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Exerce aç o tóxica na biossíntese do heme.Urina 24h. 1994. MT/Br) 60. Ocorre como contaminante ambiental em cons cia de seu largo emprego industrial.

353 Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: at . . O fenol urin rio deixou de ser o indicador.0 mg/dL  Intoxicaç Acentuada  101. 1978.Urina 24h. A intoxicaç provoca alteraç o digestiva e nervosa. É corrosivo. cardiovasculares.  Ingest o de Medicaç :Fenilsalicilatos. pois nas condiç es propostas.Barbit rico s. pois o Tolueno age como supressor da biotransformaç Benzeno. 1994.Urina final jornada de trabalho . MT/Br) IBMP ! 250. 50 mL de Urina recente . ñ ˆu‰Á—ud ˆ ˆu‰»–u” †d ˆ u ‰ ˆu‰Á— ˆ€‰ † ™” ¡ ‰  ud ’ u €— d ”uuˆ –uR òˆ€‰ ˆ€ˆ€‰‰ óuô ô   Fenol Coment  rios: É um test til para avaliar a exposiç fenol facilmente absorvido atrav s da mucosa.0 mg/g de creatinina (NR-7.0 mL de Plasma Fluoretado. queimaduras e intoxicaç es crônicas. . Fatores que alteram a excreç fenol:  Dist rbios Gastrointestinais favorecem a degradaç cteriana de Tirosina e Fenol. Atualmente n tilizado devido à proibiç pelo minist rio do trabalho da utilizaç zeno em concentraç superior a 2 ppm. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Valor de Refer ncia:  Intoxicaç Moderada  50. PARDINI 323 .  Ingest Benzoato de Sódio (usado como conservante de alimentos). principalmente.0 a 30.0 mg/dL  Intoxicaç  Grave > que 400. Laborató rios: Especificar tipo de urina. aumentam a excreç Fenol.Urina início ou final jornada de trabalho.0 mg/L). Nota: at 4 o fenol uri rio era utilizado como indicador na avaliaç a exposiç recente ao benzeno j rincipal metabólito deste solvente. aumenta excreç Fenol. MT/Br) Em caso de acidentes com benzeno: at . pele e excretado pela urina.0 a 400.Recomenda-se coletar urina ao final da jornada de trabalho. O limite anterior era de 8 ppm. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ”à‡ † Óuï€ëïu” † ‰å– ™ ‘u †  ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰(—€” ˆ ˆ€‰ ™” ñ ˆ€‰(—€” †iÿ @ ò óuô  ˆ€‰àdu‰ ë   u ” † ˆu‰R—u‰Rmu”u‘ “u‘ ˆ ‡ €ˆ ( ‰ €— ‰ †©¨ @ ˆu‰ýmud ˆ ˆu‰ u ˆ © ‰ — ˆu‰ ˆ€‰ † ™  ˆu‰R‘uˆu‰R” ˆu‰â—u‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Especificar tipo de urina. 1994.Etanol Coment  rios: Avalia o nível de etanol no organismo.  Exposiç s simultâneas a Tolueno e Benzeno diminuem a excreç Fenol. a quantidade eliminada encontra-se dentro dos valores de refer cia p/ a populaç xposta (20. endócrinas e psíquicas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. a intoxicaç crônica provoca alteraç s digestivas. A principal via de absorç a oral e a mais importante manifestaç intoxicaç lo etanol depress o sistema nervoso central. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina recente . 353 Conservaç o de envio: Congelar o material e enviar rapidamente para an lise. na forma conjugada. tais como. ticas. levando a severa ulceraç o.0 mg/g de creatinina (NR-7.Fenolato de Sódio que s metabolizados a Fenol.  Consumo de Etanol aumenta a excreç o do Fenol.0 a 100.Urina: Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de urina. enviar 50 mL de urina e informar volume total. trans tornos digestivos e disfunç o do sistema nervoso.0 mg/dL Condi o: 5.0 mg/L (NR-7.0 mg/L (NR-7. sangüíneas. 1978. MT/Br) IBMP ! 50.

Laboratórios: Especificar tipo de urina. do trato respiratório e gastrointestinal. Pode produzir irritaç mucosas. salivaç o. enviar 50 mL e informar volume total. OP-DDE.Urina recente . Instruç es de Coleta . PP-DDT. no tecido abdominal. dieldrin. Os sinais de intoxicaç o aguda compreendem: cefal ia. Obs. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. Cas seja enviado imediatamente ao laboratório. transpiraç xcessiva. retirar o uniforme. após o 4 a dia de trabalho da semana. S o distribuídos uniformemente pelo organismo. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç ntificaç os seguintes organoclorados: heptacloro. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. PARDINI . gama-BHC.: N colher em local de trabalho. aldrin.0 mg/g creatinina no início da jornada (NR-7.Fluoreto Coment  rios: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteobl stica). MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . 50 mL de Urina recente .Urina 24 h . Condi o: 10. ˆ ñ ˆ u ˆ ‰ ” ˆ –u‘ † ˆu‰Ý—u‰ ˆ ò † ™ ” du‡€— ˆu‰öm † ˆ ˆ ˆ † ˆ€‰ ˆ óuô ˆ€‰ ”©ëud ˆu‰©— ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  324 Instituto de Patologia Clínica H. Obs. M todo: Eletrodo on-Específico Valor de Refer ncia: " at 0.Urina: Veja Urina 24h p g. nos casos crônicos. concentrando-se nos tecidos gordurosos. miurex. dis ia. betaBHC. A ingest o de 10 a 80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. em que o excesso de calcificaç s ossos resulta em fus s juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. al m de atuar sobre o SNC e tecido muscular. endo II. Em casos positivos.Urina início ou final jornada de trabalho. visando a prevenç o de alteraç s da s e do trabalhador. PP-DDE. . na tireóide. conserv -la em freezer.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). no c rebro e fígado. endo I.0 mg/g creatinina no final da jornada (NR-7. 1994. 1994. altera ç s reflexos profundos e superficiais. ñ ˆu‰Ù—€” ˆ ˆu‰«—€‰ ˆu‰Û—ud  † óuô † ò B ˆu‰ ˆu‰  ô Inseticidas Organoclorados Coment  rios:  ‰(‘€ˆu‰  Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o aos inseticidas organoclorados. prevalecem os valores citados na NR-7 anterior. Avalia a relaç o entre a intensidade da exposiç com o efeito nocivo provocado no organismo. delta-BCG. aorta e rins.*Urina 24h. reflexos pupilares lentos.: N colher em local de trabalho. perda de peso. . 1994. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os inseticidas Organoclorados foram proibidos por lei. alfa-BHC. n sendo citados valores na atual NR-7. endo sulfato. tremores e hepatomegalia.Recomenda-se coletar no início e ao final da jornada de trabalho. especialmente. Laboratórios: Especificar tipo de urina. MT/Br) " IBMP: 3. PP-DDD. lavar as m s e a genit lia antes de colher. heptacloroepoxi. endrin. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. anorexia. metoxicloro. OP-DDD. respiraç o deprimida.Obrigatório colher em frasco de polietilen o. OP-DDT. especialmente.5 mg/g de creatinina (NR-7. MT/Br) 10. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. retirar o uniforme. lavar as m s e a genit lia antes de colher. mal estar geral.

oral e cutânea. M todo: Espectrofotometria de Absorç atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: At .Urina início ou final jornada de trabalho. Ethion. Provocam a inativaç colinesterase por aç o predominantemente parassimpaticomim tica. produzindo intensa excitaç vagal e uma despolarizaç permanente dos m sculos esquel ticos.Urina recente . O procedimento t cnico utilizado permite a detecç tificaç s seguintes organofosforados: Phorate. A absorç gastrintestinal est relacionada com o teor de ferro na dieta: indivíduos micos absorvem maior quantidade do metal. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Condi o: 10.Urina: Veja Urina 24h p g. PARDINI 325 . retirar o uniforme. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. S o absorvidos pelas vias inalatória. ñ ˆ ò ˆu‰ ˆu‰¿—ud ‡ ˆ€‰ ‡ † ˆu‰©— ˆu‰©du‰ † ˆ ˆ ‘€ˆ ˆu‰ý—u‰ ˆu‰ † †¦š óuô ˆu‰ uˆ å ‰Ó ” ë u ud ‘ uˆ å ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  Mangan T¤— Coment  rios: Indicador biológico para exposiç manga s. Instruç es de Coleta . enviar 10 mL e informar volume total. lavar as m s e a genit lia antes de colher. ossos. ˆu‰zdu‰  ‘u“ ˆ u ‰ du‘u“ ˆ ‘u“  † ñ uˆ ‰ ò óu† ô A@ ˆu‰ ô  ˆu‰ Ç–u” ˆu† ‰ ˆu‰ €’ ud u‘ ˆu“ ‰  Instituto de Patologia Clínica H. O KMnO4 atua destruindo as c lulas das mucosas por aç c stica. fígado. pâncreas e rins. Obs.Urina 24 h . retirar o uniforme.Urina 24h.: N colher em local de trabalho. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Sabe-se que a inalaç de v apores de man s produz deterioraç o progressiva do SNC.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). 50 mL de Urina recente . lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina.: N colher em local de trabalho. ocasionando ac mulo da acetilcolina no sistema nervoso. Laboratórios: Especificar tipo de urina. O manga s concentra-se no c rebro. Paration etílico. Elimina -se lentamente pela urina. Os inseticidas organofosforados o se acumulam no organismo humano. enviar 50 mL e informar volume total. A absorç se d las vias respiratória e gastrintestinal. Paration metílico.Inseticidas Organofosforados Coment  rios: A monitorizaç e exposiç s organofosforados pode ser feita pela determinaç s mesmos inalterados em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas at horas após a exposiç .0 µg/L Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os valores citados na NR-7 s referentes a atividade da Acetil Colinesterase. sendo facilmente degradados e excretados. Obs. Malation. bile e fezes. Diazinon.

Laboratórios: Especificar tipo de urina. ansiedade. .Se for possível coletar urina 24 horas.0 µg/dL Condi o: 10. 1994. 1994. 1994. recomenda-se coletar a amostra 16 horas após o t rmino da exposiç .0 mL de Sangue Total (Heparina). MT/Br) Condi o: 5.0% (NR-7. Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. MT/Br) # IBMP $ 5. tremores e aumento da excitabilidade do SNC. ñ † † ˆ ˆ óuô †ýÿ ò ô †  ˆu‰ýdýdu‘ ™ uˆ ‰  326 Instituto de Patologia Clínica H. fígado. coraç o . o respons vel em grande parte por suas aç es metahemoglobinizantes.Urina 24h.0 µg/g de creatinina (NR-7.Mercúrio Coment  rios: O aumento do nível de merc rio no organismo ocorre como conseq cia da exposiç o a vapores ou partículas de merc rio que podem ser encontrados em ambientes de trabalho onde se localiza o referido metal.: N colher em local de trabalho. Adicionar 1. deprime o SNC. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . enviar 50 mL e informar volume total. retirar o uniforme. embora n seja específica.0% (NR-7.0 mL de HNO36N para cada 100. PARDINI . O seu metabólito.0 µg/g de creatinina (NR-7. Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina recente . A intoxicaç crônic caracterizada por vômitos. pulm . A inalaç representa a principal via de absorç . †óuô  ò URI’¶”p IO Valor de Refer ncia: At . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. baço e intestino. MT/Br) # IBMP: 35.0 mL de urina. a fenilhidroxilamina. diarr ias. A anilina produz aç o local no tecido cutâneo e mucosas e. M todo: CO-Oxímetro (Espectrofotometria) Valor# de Refer ncia: at . O risco de mercurialismo em tais trabalhadores se constitui num s rio problema de s ocupacional. 1994. lavar as m s e a genit lia antes de colher.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). após absorv ida. Obs. 353 † ò óuô u‘ €ˆ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  †  Meta Hemoglobina Coment  rios: A metahemoglobina constitui um indicador de exposiç ilina. pois tamb m indicador de exposiç o a outros amino ou nitrocompostos ou do uso de certos f rmacos. tremores e etc. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Gerador de Hidretos) Conservaç o de envio: Refrigerar. Nas exposiç s acidentais ocorrem bronquites erosivas e pneumonites intesticial. rins. sendo que seu ac mulo ocorre no SNC. ñ ˆu‰ ˆ u ‰ ˆ ‡ ‡ ! ô ˆ † ™ ˆ€” ‰ u“u‘ †‡ ˆ ud u‡ u— ” uˆ ‰ d † SANGUE Valor de Refer ncia: At . perda de peso.

especialmente. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.5 -hexanodiona ). & IBMP: 2.0 mg/L (NR-7.0 mL de Plasma Fluoretado. É rapidamente absorvida pela via respiratória. A sua toxicidade elev vida à metabolizaç o em cido fórmico e formaldeído.Metanol Coment  rios: É utilizado como indicador biológico na monitorizaç exposiç o a o metanol. O formaldeído apresenta efeitos danosos seletivos nas c lulas retin ianas. Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho.0 mg/L (NR-7. sendo o ico lcool alif tico capaz de produzir uma acentuada acidose metabólica.Urina recente . nessas condiç s. com produç de narcose. ñ ˆu‰ † Ù d † u— u” – ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ R — u d ˆu‰R—u‰ óuô ò ˆu‰ ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ Á — u d ™” ”R‘uˆ€‰(” ô  Instituto de Patologia Clínica H. ela potencializa a toxicidade de outros solventes. óuô † ò ô  Metiletilcetona Coment  rios: A MEC excretada na urina pode ser utilizada como indicador de avaliaç s exposiç s ocupacionais. 1994. a hepatoxicidade do tetracloreto de carbono e a neurotoxicidade do hexano (inibiç o na biotransformaç metabólito 2.0 mg/dL Condi o: 5. a introduç sorç s r via respiratória. † ñ SANGUE ˆ Valor de Refer ncia: % < que 0. embora possa ocorrer tamb m a absorç cutânea. 1994.Urina 24 horas. MT/Br) % IBMP: 15. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. aos vapores de metanol e. A ingest ral de metanol dificilmente pode ser vista como um risco ocupacional. Laboratórios: Especificar tipo de urina e informar volume total. . MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina final de jornada de trabalho . Sua excreç inalterada e de seus produtos de biotransformaç (MEC) largamente influenciada por fatores individuais. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Interferentes: A ingest o concomitante de bebidas alcoólicas aumenta ligeiramente a concentraç metanol.Usar 100. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina do final de jornada .15 mg/dL % Concentraç s Tóxicas: > que 20. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Valor de Refer ncia: Geralmente n encontrado na urina d xpostos. A principal aç MEC no organismo humano ress o do sistema nervoso central.Urina 24 horas.0 mg de Fluoreto para cada 100.0 mL de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. principalmente. óuô ò ˆu‰÷—ud ™ ” ˆ ˆu‰÷”à‰ —€à–u‰ ˆ u ‰ Û ” Û d u m ˆ u ‰ † ˆu‰ du—ud † —u” ˆu‰R‰ ˆ  ‡u‘   † ˆu‰R—u‰ ô ™” URINA Valor de Refer ncia: % at 5. PARDINI 327 .Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho.Urina recente . 1994. . A exposiç cupacional . 353 Conservaç o de envio: Enviar material congelado.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mg/L (NR-7.

Preconiza -se a coleta de duas amostras. colapso. edema agudo e necrose pulmonar. MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor Zeeman) Valor de Refer ncia: . dermatite (casos crônicos). taquicardia.*Urina 24h. câncer pulmonar (casos crônicos). A principal manifestaç intoxica ç íquel carbonila a dis ia. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Deve ser colhido após o 3 o dia da exposiç . Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 50 mL. esta dever ser a do final de jornada de trabalho. o CN .0 mg/L (N Fumante) Condi o: 50 mL de Urina final de jornada de trabalho . asfixia. lavar as m s e a genit lia antes de colher.Urina recente . parada cardíaca. A cianos indício de gravidade. zumbidos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. após absorç . uma de início e outra de final de jornada de trabalho. *enviar 10 mL e informar volume total. PARDINI . após 17 a 39 horas de exposiç o semanal. tosse. a ia.poder ser biotransformado no fígado a tiocianato pela aç da rodanase. Este metabólito xcretado pela urina e pode ser utilizado como indicador biológico. atuando a nível celular. necrose cerebral. ˆu‰ † ”  ñ † ‘uˆu‰ †H† • þ ò ˆ€‰ óuô † vv    ˆ€‰  u— R ‰  ˆu‰í–  ˆ€‰ —u” ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰R–u‰ d R ‡ u ‘  ô 328 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ˆu‰öd ˆ u ‰ Û ‘ u d –u‘ † ˆ€‰ý ˆu‰Û—u‰à ‘ du‰ ˆ † –u‘ † ˆu‰ ” — †   óuô †iÿf¨ ò ˆu‰ ô ˆu‰  ˆ  Tiocianato Coment  rios: O cido cianídrico e seus sais s tilizados industrialmente. vômitos. Outros sinais s hipertermia. tontura.0 mg/L (Fumante) ' at . Se houver opç r um ica amostra. mal-estar generalizado. devido à presença cido cianídrico no tabaco.: N colher em local de trabalho.Níquel Coment  rios: Indicador biológico de exposiç níquel. Obs.0 µg/L (NR-7. utilizado na monitorizaç e trabalhadores.0 µg/L (NR-7. que produz hipóxia. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: ' at . Laboratórios: Especificar tipo de urina. 1978. É importante notar que indivíduos fumantes apresentam uma concentraç lasm tica de tiocianato mais elevada do que indivíduos fumantes. retirar o uniforme. n seas.Urina recente. A principal aç stes compostos provocada pelo íon cianeto (CN-). . 1978.Recomenda-se coletar ao final da jornada de trabalho. Informaç es nece rias: Informar se fumante. pulso r pido. MT/Br) ' at ' IBMP ( 60. No organismo. .

Os vapores de zinco ou de seus sais sol veis s o altamente ir ritativos para os pulm s. PARDINI 329 .. exercendo aç irritante e depressora do sistema nervoso central. O zinco um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua defici cia pode acarretar s rias conseq cias à s mana. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: NR-7 Portaria no 24 de 29/12/94 Tetracloroetileno 0 cido Tricloroac tico: 3. Interferentes: O consum lcool pode reduzir a excreç rin ria destes produtos devido à inibiç biotransformaç . Informaç es nece rias: Informar idade do paciente. sendo que a proporç o ent re as partes eliminadas varia de uma substância para outra. Instituto de Patologia Clínica H. tricloroetileno) s sorvidos tanto por via respiratória quanto pela pele íntegra.5 mg/L ) Exposiç 0 Tricloroetano Triclorocompostos totais: 40.Triclorocompostos Totais e Fraç ¥ es Coment  rios: A avaliaç exposiç s compostos clorados util iza a determinaç s concentraç s de tricloroetano (TCE) cido tricloroac tico (TCA) isolados ou conjuntamente. Enviar 50 mL de urina. podendo ocorrer certo ac mulo destes e de seus metabólitos em caso de exposiç freqüente.0 mL de Sangue Total (Heparina). O processo de eliminaç s hidrocarbonetos alif ticos clorados relativamente lento. como triclorocompostos totais..Eritrocit rio: 500 a 900 µg/dL Condi o: 10. O TCE e o TCA s s principais metabólitos encontrados no sangue e na urina. tricloroetano. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (Sensível à luz). ñ óuô  ô vv  Continua. A absorç o s pelas vias percutânea. Os tr s hidrocarbonetos alif ticos clorados contemplados pela NR . Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mg/g creat ) Exposiç Tricloroet ileno Triclorocompostos totais: 300. ˆu‰ uˆ ì ‰ u— d ”ý uˆ ì ‰ ud ‰ † “ ˆu‰÷dum  ‡ … ˆu‰ì—ud ™” ñ †ò ˆ  ˆˆuu‰‰R dduu‰‰ R ó u ô ˆ u ‰ R d u ‰ ‰R‡ ‰Ç—uˆu”z ‰ ô uˆ R ‰ u— ‰ ˆ  €ˆ « ‰‰ ˆu‰ † † ˆu‰   ˆu‰Ù—ud Zinco Coment  rios: Para avaliar a concentraç corpórea do zinco s ropostos como indicadores biológicos o zinco urin rio e o sanguíneo.7 atual (tetracloroetileno.  “u‘ ™” ò ™” ˆu‰ † † ˆu‰ ! ‰†‰ u“u‘ ˆu‰î– du‡u—u” ¡  ‡ ˆ ˆ ù ” €—  ˆ€‰ –u‰ ™” SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç Atômica (Chama) Valor de Refer ncia . Conservaç o de envio: Refrigerar. A chamada febre do fum efeito mais comumente observado em trabalhadores expostos ao óxido de zinco. oral e inalatória. Intoxicaç s crônicas resultantes de exposiç s ocupacionais ao zinco s co freqüentes.0 mg/g creat 0 ) Exposiç Condi o: 50 mL de Urina após ltimo dia de jornada semanal.

M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia m dio: 156. Recomenda-se coletar urina final de jornada de trabalho.Urina recente .Continu URINA M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: 150 a 700 µg/L Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . adicionar cido ac tico (1. lavar as m s e a genit lia antes de colher.: N colher após ejaculaç . uˆ Û ‰ u— ‰ † ñ óuô ò † † ‡ † † ˆ ™” ô  “ ˆ 330 Instituto de Patologia Clínica H. Valores elevados de ZPP tamb m podem indicar anemia. O chumbo inibe a ltima enzima na biossíntese do heme. enviar 50 mL de e informar volume total.ZINCO óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ˆu‰ ˆ u ‰ uˆ ‰   † dý‘uˆ ESPERMA Coment rios: Fatores como motilidade e viabilidade do esperma est iretamente ligados às concentraç s de zinco no mesmo. ñ õuóuô o. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mL de Sangue Total (Heparina). Coletar em qualquer hor rio da jornada de trabalho a partir do 3o m s de exposiç o. forma -se a zinco protoporfirina que liga-se à globina. retirar o uniforme.0 mL para cada 100. que pode estar associada a infecç s crônicas ou malígnas.. Obs. PARDINI . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. A determinaç o do zinco no líquido seminal pode servir para avaliar a evoluç funç secretória da próstata e ainda para salientar d iagnóstico de infecç lândula. com isso o ferro da mol cula de protoporfirina IX substituído pelo zinco dos reticulócitos e conseqüentemente no lugar de se produzir heme.Urina 24h.0 mL esperma.. n colher em local de t rabalho.  ñ ˆ ˆu‰ —€d ˆ óuô ò ñ ˆ ˆ€† ‰(— ˆu‰R—udR’ ˆ€‰«—ud ˆ€‰ ™” ô Zinco Protoporfirina Coment  rios: A elevaç s nívei s de zinco protoporfirina no sangue perif rico constitui um dos efeitos da absorç o do chumbo pelo organismo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Laboratórios: Especificar tipo de urina. a hemessintetase. Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Hematofluorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 80 µmoL/moL HEME Condi o: 5. A diminuiç concentraç o do metal causa de anormalidade do espermograma.0 mL de urina). Se a amostr o for enviada imediatamente ao laboratório. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar.000 µg/L Condi o: 1.

22. 19. 18. Estímulo para Calcitonina com infus 33. 06. 20. 30. D-Xilose. 11. 17 OH Progesterona. 38. 24. 41. 40. 03. 15. 05. estímulo alimentar e estímulo após glucagon Provas Funcionais para o Diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide C lcio Pentagastrina C lcio e Pentagastrina (simultâneo) Provas de absorç1 o de carboidratos Outros testes ˆu‰© ‘u Instituto de Patologia Clínica H. teste Homocisteína após estímulo de Metionina Gastrina. DHEA. testes confirmatórios  ˆˆ ˆˆ ˆu‰ Provas Funcionais da Tireóide 13. Estímulo para TSH com TRH  Provas Funcionais para Pâncreas Endócrino 14. 43.KITT Diagnóstico de diabetes gestacional Estímulo do Peptídeo C .Provas Funcionais da Supra-renal 01.Teste de Restriç Hídrica Tolerância r ida a Insulina .Sustacal Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose Tolerância à Glicose Endovenosa “€‘ u– €ˆ ‰ Provas Funcionais para Hipófise Anterior Estímulo para HGH Estímulo para HGH com Dexametasona Supress o para HGH com Glicose Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Estímulo para Prolactina com TRH Megateste Supress o para Prolactina após L -Dopa Geraç IGF -1 Estímulo para LH e FSH com LH-RH ˆ ˆ † uˆ ‰Rˆ —u” ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆu‰R—u”  Provas Funcionais Metabólicas da Nefrolitíase  31. 09. teste Lactose. PARDINI 331 . 37. 02.Cortrosina Estímulo com ACTH para: Androstenediona. Cortisol. 10. 25. teste de tolerância Estímulo para Testosterona com HCG Acidificaç ri ria. Progesterona Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Estímulo com CRH/CRF pós supress com dexametasona Estímulo para ACTH com CRH/CRF Supress o do Captopril Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress o com Dexametasona Supress o com Dexametasona em crianças Aldosteronismo Prim rio. 27. Estímulo para ACTH com Desmopressina . 17 OH Pregnenolona. 28.DDAVP Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH Estímulo r pido para Cortisol com ACTH . 29. Estímulo para Calcitonina com infus 34. 04. teste de tolerância Maltose. 08. Tolerância a Glico se Diabetes Insipidus . 23. 12. Teste de Pak . 39. 16. Nefrolitíase 35. 21.Sobrecarga oral com C lcio 36. 07. 42. 26. 17. Estímulo para Calcitonina com infus 32. teste de tolerância Sacarose. Composto S.

O ACTH deve ser colhido somente entre 08:00 e 10:00 horas. 3 ACTH após Hipoglicemia aumenta 2 vezes ou mais. PARDINI . 15. doença cerebrovascular. Amostras s o colhidas 30. N o realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. Preparo do Paciente: Colher amostras 15’ antes da administraç DDAVP e colher amostras basal (0).0 mL de Soro.5 mL de Soro. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). Obs. Estímulo para ACTH com Desmopressina 2 DDAVP Material: 2.0 mL de Plasma (EDTA) + Soro. Cushing: Resposta acima de 50% do basal para Cortisol e ACTH. Hipoglicemia com Insulina para dosagem Cortisol e/ou ACTH Material: 1. N o apresenta efeitos colaterais. idosos e com sintomas de insufici cia adrenal.PROVAS FUNCIONAIS DA SUPRA-RENAL 01. Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. em seguida. Cuidados: Contra indicado para pacientes convulsivos. 3 D.1 U de insulina simples/kg de peso (quando h forte suspeita de defici ncia aplicar 0. Teste de estímulo prolongado: hoje pouco usado. 60 e 90 minutos após a hipoglicemia. cardiopatas. 30. • Colher glicemia em todos os tempos e na hipoglicemia. A centrífuga tem que ser refrigerada. Crit rio de Interpreta o: 3 Normais: só 10% responde acima de 50% do basal. ñ ˆô † du‘ ¡ ˆÁ” ˆ€‰ óuô 332 Instituto de Patologia Clínica H.  ˆ ñ “ ˆ óuô ˆ  “€‘ 03. ter sempre glicose hipertônica pa ra aplicaç o EV se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Crit rio de interpreta o: 3 CORTISOL após Hipoglicemia deve ser ≥ 16 µg/dL. colher amostras de soro 30’ e 60’ após a injeç . O material deve ser coletado e transportado em tubo pl stico e congelado imediatamente. Preparo do Paciente: Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da m . ˆ ˆu‰å—€‰ ñ óuô  02. Aplicaç o clínica: (-) 20 kg = 1/2 ampola (+) 20 kg = 1 ampola Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL.05 U/kg).: • Pode ser feito o teste apenas com o Cortisol. 45 e 60 minutos após a admini straç o de 10 ug de DDAVP endovenoso. Estímulo r4 pido para Cortisol com ACTH 2 Cortrosina Material: 1. Cuidado com hipoglicemia durante o teste.

4 mcg/dL indicam Cushing ectópico. supl 1:25 1997. Progesterona Material: 1. Colher entre 08:00 e 09:00 horas.5 ng/mL/h 5 Aldosterona se eleva para 13. supl 1:25 1997 Instituto de Patologia Clínica H. o mais característic discreta ou o resposta da Renina ao estímulo. colher amostras nos tempos: 0 (basal) e 15 minutos após administraç o endovenosa de CRH. seguido de 2 horas em p com deambulaç o. Abaixo de 1. DHEA. Crit rio de Interpreta o: A prov considerada positiva para Síndrome de Cushing (hipofis rio). 17 OH Pregnenolona. nas seguintes dosagens: Adultos 6 100 mcg / Crianças 6 1 mcg/kg peso corporal. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). os valores abaixo de 1. Estímulo com ACTH para: Androstenediona.: O teste pode ser feito com qualquer dos hormônios acima. Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da ma .0 mg/dL Relaç o Aldosterona/Renina 6 20 a 30 No Hiperaldosteronismo prim rio. Interpreta o: 5 Renina se eleva para 1.5 mL de Soro. Só interromper beta bloqueadores. -N resenta efeitos colaterais. The Endocrinologist. Resposta . 60 e 120 minutos (opcional) após a injeç .04.5 ng/mL/h Hiperaldosteronismo Prim rio (HAP) ou outros hipermineralocorticismos. na maioria dos pacientes resposta normal da Aldosterona. Para este teste n o precisa interromper tratamento da hiperten o. Fingling JW.normal.Colher sangue basal para Renina e Aldosterona e 120’ após 40 mg – Oral de Furosemida.4 mcg/dL. em seguida.17 OH Progesterona 60’ após ACTH: 5 Normais: < 200 ng/dL 5 Zona Cinza: 200 a 450 ng/dL 5 Heterozigotos: 450 a 1500 ng/dL 5 Formas o Cl ssicas: 1500 a 12000 ng/dL 5 Formas Cl ssicas: > 12000 ng/dL Resposta dos demais esteróides veja nosso informativo HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA. † ó€ô ˆ   ô ˆ v ô uˆ ‰ ‰ † d ˆ €‘ ˆ ¡  06. A Relaç Aldosterona/Renina se eleva acima de 40. em geral acima de 100. Dose: comprimido 40 mg = 1 comprimido . 17 OH Progesterona. colher amostras de soro 30 (cortisol ou Composto S).5 ng/m/l/h . Estímulo com CRH 6 JO 8h. Estímulo com CRH/CRF pós supress1 o com Dexametasona Material: Cortisol 6 1. PARDINI 333 . ñ d† du‘ ¡ ˆ óuô ‰Û‡  ˆ du‘ ¡ ˆ÷—u‰ Cuttler GB The Endocrinologist. Teste Postural Potencializado pela Furosemida (8) . de 6 em 6 horas durante 2 dias. Preparo do Paciente: Supress o com DXM 6 administrar ao paciente 1 comprimido de 0.0 mL de Soro.5 mg de Dexametasona. Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. Certos adenomas se comportam com hiperplasia. iniciando às 12:00 horas do primeiro dia e terminando às 06:00 horas da m dia seguinte (8 comprimidos equivale a 2 mg/dia = LIDDLE I). quando se aciona o sistema renina-angiotensina com diur ticos ou espirolactona chamado “Adenoma responsivo a angiotensina”. Preparo do Paciente: JD 4h. Cortisol. ñ ˆu‰Rdu– ‘uˆu‰© † óuô ˆu‰ ‘ ¡ ˆR” ˆ  ‘uˆ   † 05.0 a 50. em relaç o aos outros esteróides o valor m ximo de resposta ltrapassa 2 a 3 vezes o valor basal.Atividade Renina Plasm tica (PRA) maior do 1. quando os níveis de Cortisol atingirem valores acima de 1. Após 2 horas da tomada d ltimo comprimido de Dexametasona (08:00 horas da m ).7 a 8. Obs. Composto S.

> 35% indica doença de Cushing em 90% dos casos. ˆu‰  ˆu‰ ñ ‰(‡ ˆu‰Róu—uô ‰ ˆu‰R—u”Rë€d ˆu‰Rdu‰ “ 334 Instituto de Patologia Clínica H. Nieman LK. uso anti -hipertensivos. 1995.: A simplified morning ovine corticotropin-releasing hormone stimulation test for differential diagnosis of adrenocorticotropin-dependent Cushing’s syndrome.relaç Aldosterona/Renina > 50 7 Aldosteronismo prim rio .Tomar 300 mcg (0. Oldfield EH. The Endocrinologist 1997. 8 Tirar toda medicaç ipertensiva 2 semanas antes do teste – C. . 7:10S-16S Nieman L.Philadelphia. WB Saunders Company.A press sistólica deve estar acima de 100 mm Hg antes de tomar o comprimido. .senta no mínimo 10 minutos): > 12. .O. colher novamente Sangue para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). apenas 7% s o irresponsivos. infundir soro fisiológico. Cutler GB Jr: Cushing’s syndrome. 7 Aumento 8 timo e pâncreas. PARDINI .Injetar CRH (l microg/kg) EV .Dosar catecolaminas plasm ticas basais e após supress . 8 Dose: 1 comprimido = 25 mg Condiç es: JD 4h ou C.O. Manter o paciente deitado durante todo teste e 1 hora após.Hormônio Liberador da Corticotrofina Fazer entre 08:00 e 09:00 horas da m Preparo do Paciente: . verificar press rterial.M. Raros casos de 7 Cushing Ectópico.Colher Sangue basal p/ ACTH (10 mL). mas responde à supress com DXM baixa dose. Wesley R.JO 8h. Muit til para afastar aç lquer tipo de stress. J Clin Endocrinol Metab 1993.PA. In Endocrinology.Se no final do teste o paciente estiver hipotenso ou muito sonolento. em geral no pulm ectópicos s o responsivos. . 5 minutos antes da injeç CRH. . logo após tomar 1 comprimido 25 8 mg de Captopril (Capoten). ‰ † óuô ˆu‰Rdu‰Rmud ˆu‰ ˆ ‘uˆ u‘ ˆ ‘u’R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ˆu‰R—u” † ‘uˆu‰ ˆ ˆu‰ 08. respond e ao CRH.07.Realizar somente em adultos. deixar dormir mais um pouco e os cuidados que se deve tomar com a sonol ncia).6 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona/Renina 8 > 8. Crit rio de Interpreta o: Aldosterona plasm tica 8 < 15 ng/dL Aldosterona/Renina < 50 7 Hipertens o arterial essencial . N cess rio dieta pr via. frio. Supress1 o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Preparo do Paciente: . Crit rio de Interpreta o: Normal – reduç s níveis em 50% ou mais em relaç basal.Colher Sangue para ACTH (10 mL). 7 Pseudo Cushi ud ‘ ¡ ˆ ñ Cutler. edited by DeGroot LJ. Supress1 o do Captopril Colher Sangue basal para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). aos 15 e 30 minutos. 77:1308-12. 1 hora de repouso. 2 horas depois. responder ao CRH. Estímulo para ACTH com CRH/CRF CRH . . tomar as mesmas condutas que se toma no teste da clonidina em crianças (sal debaixo da língua. . Crit rio de Interpreta o: O resultad expresso em relaç sal.Repouso antes de colher o basal.9 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona 8 ˆu‰ ¡ ñ ˆt‰ † ˆ€‰(‘u”d  ˆ  ‰ u – u uˆ ‰ d€‘ ¡ ˆ óuô † ˆu‰ uˆ ‰ ˆ —€‰ ¡    09.M.relaç tico = Hipertens o arterial essencial 7 Aldosteronismo idi A relaç Aldosterona/Renina pode ser feita com valores basais 8 (9 a 10 horas da m . o responde ao CRH.3 mg) de Clonidina via oral (pacientes com aproximadamente 70 kg).GB Jr. et al. por m pode haver discreta resposta do 7 Cushing Adrenal (ACTH independente) ACTH que o ultrapassa a 5 pg/mL.

Colher sangue entre 7 e 9 h da manh . . LIDDLE I ˆ ˆ ‘uˆu‰ ‡ dö‡ †‰ ˆ  TESTE C/ 8 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS.1o dia: Tomar 1 comprimido de 0.Colher Urina 24 hs basal p/ 17 OH. LIDDLE II d€‘ ¡ ˆ ‡ ‘uˆu‰ ‡ TESTE R¶ PIDO C/ 8 mg DE DEXAMETASONA † ‰ˆ  Preparo do Paciente Colher sangue entre 7 e 9 h da m . A CORTISOL queda de 60% do valor basal ou < 5 µg/dL A ñ ª vv ô du‘ ¡ ˆ … du‘ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.Colher sangue entre 7 e 9 h da m . p/ Cortisol e/ou ACHT basal.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. segundo LIDDLE). 12:00.Colher Urina 24 h basal p/ 17 OH. 18:00 e a ltima tomada às 2 4:00 (ou começando às 12:00.Dia seguinte: Colher sangue entre 7 e 9 h da man . p/ Cortisol e/ou ACHT. começando às 6:00. 18:00. A Dia seguinte . para Cortisol e/ou ACHT. para Cortisol e/ou ACTH.2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. SUPRESS@ O . p/ Cortisol e/ou ACHT basal. Trazer a urina 24 horas.Tomar 1 mg de Dexametasona VO.10.2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. para Cortisol e/ou ACHT. 17 OH e/ou Cortisol Livre. . segundo LIDDLE). . Preparo do Paciente: BASAL . SUPRESS@ O .3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 horas da manh . durante 2 dias (16 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 32 comprimidos). p/Cortisol e/ou ACHT. 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. A Crit rios para Supr o 17 KS < 7 mg/24 horas A 17 OH < 4. 12:00. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante).Colher sangue entre 7 e 9 h da m . PARDINI 335 . 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). 18:00 e lt ima tomada às 24:00 (ou começando às 12:00. durante 2 dias (4 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 8 comprimidos).5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas.5 mg/24 horas A CORTISOL LIVRE URIN RIO A queda de 50% do valor basal ACTH queda de 50% do valor basal. Trazer a Urina 24 h. 18:00. começando às 6:00. 17 OH e/ou Cortisol Livre. .3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 hrs da manh .Tomar 8 mg de Dexametasona VO. du‘ ˆ ¡ TESTE C/ 2 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS.Colher sangue entre 7 e 9 h da m . 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. . 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. . A Às 23:00 horas . p/ Cortisol e/ou ACHT. . Supress1 o com Dexametasona TESTE R¶ PIDO C/ 1 mg de DEXAMETASONA ¡ .1o dia: Tomar 4 comprimidos de 0. . Preparo do Paciente: BASAL .Às 23:00 horas .

4 gramas por dia. Valores maiores de 10 nanog/dL s o diagnóstico de produç autônoma de aldosterona (adenoma). Importante: Este test o pode ser feito em pessoas que tem comprometimento cardíaco ou pessoas debilitadas. Injeta-se 200 microgramas de ACTH sint tico (cortrosina) e colhe-se sangue a cada 10 minutos durante 50 minutos após ACTH. As pessoas normais excretam aldosterona igual ou menor do que 12 microgramas/24 horas. uˆ ‰R”u‘u—u‰ ó€ô ”«‘€ˆ † — ˆ€‰  ˆ † ˆ ˆu‰R” ˆ ˆu‰ SUPRESS– O ORAL COM SAL O paciente tem que tomar dieta com alta quantidade de sal com 3 dias. Por isso tem que ser acompanhadas por enfermagem. fracionar de 6 em 6 horas por 2 dias. Primeiro faz-se a laparoscopia. Se o paciente tiver o tumor a relaç ldosterona/cortisol estar maior no lado do tumor. A dosagem de Cortisol feita para excluir stress mediado por ACTH. Teste r pido . Aldosteronismo PrimB rio. ou seja. Interpreta o: Em pessoas normais. o pot ssio tem que ser dosado com fr ncia para constatar os valores de c lcio.331:629-36 12. testes confirmatórios . No 3 o dia colher Urina 24 horas e verificar se o Sódio urin rio esta maior do que 200 milimoL/24 horas o que confirma a alta ingest Sódio. ou seja. que aumenta aldosterona e da resultado falso-positivo. a aldosterona plasm tica cair ixo de 6 nanog/dL. Importante: Este test muito perigoso porque pode produzir severa hipocalemia. . Na suprarenal do outro lado a relaç ldosterona/cortisol est suprimida e geralmente com valores inferiores da relaç o medida na veia perif rica. hipertens ssencial a aldosterona cai abaixo de 6 nanog/dL após 2 ou 3 litros de infus o.11.15 mcg/kg às 23:00 horas. Acima de 13 microgramas indica aldosteronismo prim rio. Colhe-se o sangue perif rico simultaneamente e o sangue de cada veia adrenal para aldosterona e cortisol. de 500 mL de soro fisiológico por hora. PARDINI .Acompanhamento m ico rigoroso .  ˆu‰R—u” NEJM 1994. 2 tabletes de 1 grama de NaCl em cada refeiç o por dia. eventualmente. ou seja.  ˆ SUPRESS– O COM FLUORHIDROCORTISONA ORAL Ingest 0. Normais. Supress1 o com Dexametasona em Crianças Dose Baixa (equivale a 2 mg) → 30 mcg/kg/dia Dose Alta (equivale a 8 mg) → 120 mcg/kg/dia Calcular a dose total.Tomar VO comprimidos ou soluç Dexametasona.Controle rigoroso da press SUPRESS– O COM SORO FISIOLÓGICO Administraç venosa por 4 a 6 horas.1 miligramas a cada 6 horas com suplementaç rigatória de sódio 20 a 30 milimol 3 veze s ao dia por 4 dias. dividir em 4 tomadas. após 2 a 3 litros de soro fisiológico. ‘uˆu‰R”    ˆu‰ † d † † ˆ€‰«d   † uˆ ‰ ˆ 336 Instituto de Patologia Clínica H. laparotomia. Dosa-se Aldosterona e cortisol plasm ticos no início e no fim da infus o. A relaç Aldosterona/Cortisol calculada de cada lado e comparada. ou seja.Cuidado com problemas cardíacos . ˆu‰Û—u”  ˆu‰Á—€” ”uë!u” “ †  Rdumud ˆu‰Á‰um AMOSTRAS DE SANGUE VENOSO ADRENAL ESQUERDA E DA DIREITA Esse teste obviamente só ser feito quando as imagens radiológicas especialmente tomografia espiral com corte de 3 milimetros videnciar o tumor.

PROVAS FUNCIONAIS DA TIREÓIDE 13. mas em indivíduos diferentes h grande variaç . nos tr s dias que antecedem ao teste.: A resposta aumentada fica a crit rio clínico. ** Glicemia plasm tica casual definida como aquela realizada a qualquer hora do dia. 100 µg. com 8 a 14 horas de jejum (ou C. PARDINI 337 . agudamente doentes ou inativos.9 mL de Soro. consultar o m ico se pode fazer apenas o TSH Ultra Sensível. *** Os sintomas cl ssicos de Diabetes Mellitus incluem poli ria. com um mínimo de 150 gr de carboidratos. polidpsia e perda inexplicada de peso. sea. Crit rio de Interpreta o: Resposta baixa: espera-se um incremento menor de 2. O prazo m ximo de jejum 14 horas segundo a OMS. fazer o teste com 1/4 da ampola. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. 50 µg. Obs. se mulher.M). ou seja. †— dÁ‡   ˆu‰ † ˆ < 140 mg/dl (se realizada) > 140 e < 200 > 200 > 200 (com sintomas clï ssicos***) † —u” ‡ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ Instituto de Patologia Clínica H. Nota: O diagnóstico de Diabetes Mellitus deve sempre ser confirmado pela repetiç test e em outro dia. sendo que a resposta em geral roporcional ao valor basal. gosto amargo. a menos que haja hiperglicemia inequívoca com descompensaç metabólica aguda ou sintomas óbvios de DM. crianças de 6 a 13 anos . Todos r idos e imediatamente após a injeç o. ñ õuóuô C Curva GlicD mica ” † ‘€”  —€”(€’ud “ ¡ ˆ ˆu‰ ™” ‘uˆ€‰ †  Categoria Glicemia de Jejum Alterada Tolerância Diminuída à Glicose Diabetes Mellitus Jejum* > 110 e <126 < 126 > 126 2 horas após 75 gramas de glicose (mg/dL) Casual** *O jejum efinido como a falta de ingest o calórica de no mínimo 8 horas. sem observar o intervalo d ltima refeiç . fazer o teste com 1/2 da ampola. Caso o m dico insista. Tolerância à Glicose Crit rio de Interpret o: Preparo do Paciente: o paciente deve fazer dieta sem restriç s. O teste deve ser realizado pela man . Preparo do Paciente: Colher amostra basal e 30 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. em um volume de 300 ml para ser ingerida em 5 minutos. Dar 75 gr de glicose. Dose: Evitar fazer o teste em crianças menores de 5 anos . > 13 anos.O.5 µUI/mL em relaç valor basal. O TTG recomendado para pacientes hospitalizados. sendo indicada atividade física normal nesse período. ñ €ˆ ‰ óuô ˆ †– † ‘ €    ˆu‰ † ™”  †  ˆu‰Rdu‰ u– †— ˆu‰ PROVAS FUNCIONAIS PARA PÂNCREAS ENDÓCRIN O 14. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. As respostas numa mesma pessoa s sempre semelhantes. . igual adulto.Informar medicamentos em uso e. calor perineal. Estímulo para TSH com TRH Material: 0. Durante o exam cess rio que o paciente permaneça sentado e n fume. embora os crit rios de baixa reserva tenham sido modificados porque pessoas normais podem ter elevaç s de 60 µUI/mL. ou seja.

ˆu‰â– 1.02 mcg/kg (ou 20 mcg) de DDAVP via subcutânea (9). apresenta boa correlaç com a poderia ser o peso. 338 Instituto de Patologia Clínica H. $ "& # (% 8 #$ )' ídrica s colocados em um . A utilizaç o nomograma de ADH x osmolalidade uri ri til para diferenciaç tre diabetes insipidus nefro ico parcial e polidpsia prim ria (figura 2). smolalidade s ric tingir um valor igual ou superior a 292 mOsm/l .O peso do paciente deve ser verificado regularmente (de hora em hora. Parcial D.5 1 5 10 50 > 50 OSM OLALIDADE PLASMÁTICA mosmol / Kg ADH PLASMÁTICO pg/ml Figura 1-Relação do ADH plasmático com osmolalidade plasmática durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias(4). Se a relaç ·° tre Uosm/Posm < 1. que pode ser v erificada indiretamente ˆ† ˆ ¡ u ˆ ‰ ‰R—u”R   ˆ€‰ ˆ€‰à—u‰ *Pode se optar por iniciar o jejum em outro horF rio de acordo com a disponibilidade do local onde o exame serF realizado. 4. Área 3: Síndrome de Secreção Inapropriada de ADH.  ‘€ d † ‡ 3 ˆu‰Rd(‰ ˆu‰ 1 ˆu‰©”u‘ † dR‘uˆu‰Rd ˆu‰ uˆ ¡© ‰ — ’u“€‘ ˆu‰ 1 8 "t #' 9 15 10 9 8 7 ADH PLASMÁTICO pg/ml 4 12 00 10 00 D E S ID R ATA Ç Ã O P IT R E SS IN A 80 0 6 5 4 3 2 1 LD 2 80 2 90 3 00 3 10 OSM OLALIDADE URINÁRIA mosmol / Kg 60 0 2 40 0 20 0 2 0 .I. Nefr ico Polidpsia Prim ria final do test ó€ô 9 ˆ '9 ‰u’u“u‘  improvF vel o diagnóstico de polidpsia primF ria.11). Área 2: Diabetes Insipidus Central. O us lcool. Central D. A densidade uri G osmolalidade uri G teste (notadamente a ° F ria e pode ser interessante sua pesquisa durante a realizaç refratometria)(10. atrav s do crioscópio. A urina coletada de hora em hora para verificaç volume e osmolalidade**. # ‚"$# $ "ˆ #) $ "# $ )# "8# Interpreta o (5): Aumento na Uosm após Vasopressina < 9% > 50 % > 9% e < 50 % < 50 % < 9% Nos pacientes com polidpsia primF ria o período de privaç ser maior. nesse instante do teste. tabaco e cafeína deve ser evitado a partir de seis horas antes do início do teste*. diretamente.I. O laboratório Hermes Pardini realiza a dosagem da osmolalidade.15. Quando houver estabilizaç o da osmolalidade urin ria (alteraç menor ou igual a 30mOsm/kg por 2 a 3 horas consecutivas – usualmente leva 8 a 12 horas para ocorrer) colhe-se material para dosagem s rica de ADH e Posm (8). Interpretação: Área 1: pessoas normais e com polidpsia primária. o parâmetro a ser seguido **Cas° seja disponível a aferiç ireta da osmolalidade uri G ° F ria.I. Área 2: Diabetes Insipidus Nefrogênico.Faz-se coleta de sódio e ADH s ricos.Relação da osmolalidade urinária com ADH plasmático durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias (7-modificado).5 ao Normais D. Diabetes Insipidus E A desidrataç romove um forte estímulo para liberaç medindo-se a osmolalidade uri ria e/ou ADH s rico. Se ao final do teste de restriç deve-se proceder ao teste de infus salina. pelo menos) e o teste interrompido caso a perda de peso seja superior a 5%.N o permitida ingest líquidos at conclus o do teste. PARDINI . 6. Os valores de ADH e osmolalidade colhidos ao final do teste de restriç nomograma (figura 1) e o diagnóstico diretamente observado.Pesar o paciente no início da restriç o hídrica. Área 4: Diabetes Insipidus Nefrogênico. como sugerido.Administrar 5 UI de pitressina ou 0. ˆ†  ‘u Teste de Restriç1 o Hídrica ˆ ˆu‰R—u” ‘u † † †d ‘¡ˆ † ˆ€‰ù—€”  ADH. Pode se iniciar a restriç ídrica à meia noite. caso o fluxo urin rio seja < 4 l/dia ou às 6 da ma caso o contr rio.Medir a osmolalidade uri ria 30 e 60 minutos depois. embora menos precisa. Figura 2 . Interpretação: Área 1: Pessoas normais e polidpsia primária. 3. Caso o período noturno seja utilizado o peso dever ser verificado o mais próximo possível desse período. 2. 5. ° F ria.

-5’. * jejum de 8 a 14 horas. Nota: no rastreamento com 50 gramas de glicose.1 unidade de insulina regular por Kg de peso EV. Diagnósti co: Preparo: 8 a 14 horas de jejum.01%/min Resist ncia a insulina: I < 3. iagnóstico de Diabetes Gestacional ˆu‰ † ‘u”  †— ˆu‰ Diabetes Gestacional – SBD/OMS Rastreio: . Deve ser realizado na 24a a 28a semana de gestaç . . + 15’.01 a 6.10 a 5. valores de glicose plasm tica de uma hora > 185 mg/dl s considerados diagnósticos de Diabetes Mellitus Gestacional. PARDINI 339 . N cess rio jejum. O test realizado para caracterizar o grau de resist cia à insulina em pacientes di ticos.30 %/min ”† u ˆ ‰ ñ “ óuô “u‘ d€m † 17.40 %/min I obesos 3. 100 gramas de glicose. +12’. Colher sangue para Glicose nos tempos: -15’. Crit rio de Interpreta o: I normal 5.16.N realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. 0. > 95 mg/dl ² Jejum : > 180 mg/dl ² 60 min: > 155 mg/dl ² 120 min: > 140 mg/dl ² 180 min: Dois ou mais valores. como acima. ˆ ˆu‰R–u‰€—u” † ˆu‰ ‰†  Instituto de Patologia Clínica H.Na primeira consulta s o empregados os mesmos procedimentos e crit rios diagnósticos empregados fora da gravidez. +3’. Considerado positivo se glicemia uma hora após sobrecarga > 140 mg/dl. Tolerância rB pida à Insulina H KITT Preparo do Paciente: JO 10h ou C.M.O rastreamento entre a 24a e 28a semanas de gestaç ser realizado em uma ou duas etapas: Em duas etapas: • Com glicemia de Jejum: rastreio positivo se Gj > 85 mg/dl • Com glicemia 1 hora após 50 gramas de glucose: rastreio positivo se Glicemia > 140 mg/dl Nos casos positivos aplicar o TTOG* com 75 gramas de glicose.O. No tempo “0” aplicar 0. + 6’. Diagnóstico de Diabetes Gestacional Diabetes Gestacional – ADA/NDDG Rastreio: 50 gramas de glicose VO. + 20’ e + 30’. Diagnóstico de Diabetes Gestacional O diagnóstic feito quando a glicemia duas horas após o TTOG com 75 gramas de glicose for >140 mg/dl. . Em uma etapa: • É aplicado diretamente o TTOG* com 75 gramas de glicose. +9’.

245 Crit rio de Interpreta o: INSULINA BASAL S Normal < 20 µUI/mL S Suspeita de RI 20 a 30 µUI/mL S RI > 30 µUI/mL INSULINA PÓS -GLICOSE S Normal < 150 µUI/mL S RI moderada 150 a 300 µUI/mL S RI severa > 300 µUI/mL Ref. 73: 590-595 ñ óuô  340 Instituto de Patologia Clínica H. ˆu‰à”  ˆu‰ ˆu‰ €ó ô ” † ˆu‰â—u” ‡ † u– ˆ 19. Embora esse teste possa ser til para distinguir Diabetes Tipo 2 de Tipo 1. 180 min atR 300 ) Preparo do Paciente veja TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE p g. ResistQ ncia à Insulina GTT c/dosagem de insulina e glicose (0. 30.Após 90 minutos. Tomar o Sustacal em menos de 10 minutos. a queda progressiva de Peptídeo C muito mais r ida do que em adultos.: Endocrinol Metab Clin N Amer 1988. . PARDINI .Colher sangue para Peptídeo C e Glicose. colher outro sangue para Peptídeo C e Glicose. • Em adolescentes com IDDM. Observaç es: • Resposta normal 150 a 300% do basal.013 ng/mL subindo somente para ± • Pacientes com mais de 5 anos de duraç 0. 60. Interpreta o: Pacientes c/ Peptídeo C > 2. após a sobrecarga de Sustacal. • 19% de pacientes com Peptídeo C abaixo de 0.Tomar 6 mL de Sustacal por Kg (acima de 60 Kg n xceder a 360 mL).15 ng/mL.33 ng/mL e se elevam para ± 0. pode haver superposiç valores. tem grande aumento do Peptídeo C após o Sustacal.77 ng/mL após Sustacal.20 respondem aos agentes orais. • Pacientes com IDDM (Diabetes Mellitus Insulino Dependentes) com menos de 5 anos de duraç .18. Bibl. aqui vai valer a avaliaç o clínica. Lembrar que em 81% d os casos o test conclusivo. Estímulo do Peptídeo C P Sustacal . .Diluir 6 medidas de Sustacal em 1 copo de leite + 1 /2 copo de gua = 360 mL. IDDM tem basal ± 0. tem Peptídeo C basal ± 0. . 120.019 ng/mL. 17 (4): 685-703 J Clin Endocrinol Metab 1991. em alguns casos.

O teste deve ser adiado se o paciente apresentar qualquer doença. ‡  õuóuô  vô ˆu‰ ˆ ˆu‰ Crit rio de Interpreta o: Acompanhar a queda do percentil.O.M. fazer 3 dias de dieta contendo pelo menos 150g de aç car e atividade física habitual. Jejum: JO 10h ou C. . +1’. PARDINI 341 . PERCENTIL DA SECRET @ O NORMAL DE INSULINA µU/mL Percentil 1 3 5 10 25 50 75 99 1+3 Min 46 56 64 81 112 162 219 551 1+3 2 vezes o Basal 24 36 43 55 91 137 193 462 ñ óuô Diabetes Care 1992: 15(10). Instituto de Patologia Clínica H. Hor rio do Teste: 07:30 às 10:00 horas (preferencialmente) Dose de Glicose: 0. Tolerância à Glicose Endovenosa Material: 1.Excesso de exercício físico deve ser evitado pelo menos 1 dia antes do teste. 1’após fazer infus .20. lavar o escalpe com soro fisiológico. .5 g/kg no m ximo de 35 g Concentr o infundida: 25% Tempo de infu o: 3 min ± 15 segundos Tempo zero: final da infus Tempos de coleta: basal.0 mL de Soro. Cuidado: Após a infus o do soro glicosado. 5’. + 5’ e +10’.1313-1316. Preparo do Paciente: Como recomendado para curva de tolerância. + 3’.

60 minutos após a hipoglicemia. CUIDADOS: V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar a descompensaç o cardíaca. 30. poder ser feito um reforço na dose de Insulina. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. temos que interromper o teste. usamos doses menores de insulina (0.PROVAS FUNCIONAIS PARA HIPÓFISE ANTERI OR 21. V Crianças agitadas. quando ent colhida uma amostra basal. V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar à descompensaç o cardíaca e hipotens severa. 90 e 120 minutos. se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Cuidados: O cliente apresenta com freq ci seas e vômitos. V Reforço: dependendo do nível da hipoglicemia. † ˆ€‰ † † INSULINA Material: 1.0 mL Soro. nesses casos repetimos o teste após ® metoclopramida (Plasil ). Cuidados: V Todos os pacientes apresentam hipotens o e sonol cia..  d€m † ‡ ”† ˆ ˆu‰  ˆu‰ “ †— ¡  ˆ L-DOPA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar por VO L-Dopa na dose de: at kg de peso = 125 mg. ter sempre glicose hipertônica para aplicaç o EV. dentro dos parâmetros iniciais. e 60 minutos após t rmino do exercício. V Pacientes di ticos em uso de insulina: nos hiperglic micos ifícil conseguir hipoglicemia. colhendo ent amostras 60..0 mL de Soro Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. 90 e 120 minutos após. Apenas liberar para atividade física quando tiver passado o efeito do medicamento. PARDINI . ! u“€‘ dî‘u †  CLONIDINA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar VO 0. V Pacientes pós -cir rgicos de hipofisectomia. Seguem-se 20 minutos de exercício contínuo (subir e descer escadas ou andar depressa) e nova coleta de sangue 0 (após t rmino do exercício). V JO 8h. 1 a 2 horas após o teste. que n permitem manter o so ro na veia. Dosagem da clonidina pelo gr fico da superfície corpórea = peso + altura ˆ “€‘ ”† ˆu‰ ˆ€‰ ”† ˆ Continua. Nova coleta de sangue 60. V Com hipoglicemia durante o teste. risco de hipoglicemia grave. 342 Instituto de Patologia Clínica H. Amostras s colhidas 30. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado.05 U/Kg). GH EXERC¼ CIO Preparo do Paciente: O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 15 minutos. Estímulo para HGH U Material: 1.1 U de insulina simples/kg de peso. entre 15 e 30 kg = 250 mg e acima de 30 kg = 500 mg. O repouso após o test fundamental.15 mg/m2 de clonidina (Atensina®).

† ˆ Crianças menores de 2 anos: ˆ  22.00 ng/mL d Sugere Acromegalia f ñ ‰ † —u“€‘ óuô ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Cassorla F. porque apresentam efeitos colaterais mais brandos que os demais. 3:30 e 4 horas) Crit rio de Interpreta o: c Resposta normal: 36 ± 5 mUI/L d Resposta do D ficit de GH: 3 ± 1 mUI/L õuó€ô † ˆu‰ö— o ñ JCEM 1992 75(2):536-9 Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia 1994 -Curitiba. 210 e 240 minutos (basal. sugerimos L-Dopa e exercício. Sendo necess rio teste de estímulo. O laboratório fornece o Etinil Estradiol.. ou seja. Administr o da Dexametasona: a. BROMETO DE PIRIDOSTIGMINA † INTERPRET“•”– O dos testes acima > do que 3 ng/mL: Pr -Puberal (Tanner 1) > do que 5 ng/mL: Tanner 2 > do que 7 ng/mL: Tanner 3 e Tanner 4 † Marin G.(P029) Pinto. apesar dos efeitos delet rios no crescimento. Com essa medicaç o.EST MULO PARA HGH Ÿ MESTINON W Preparo do Paciente: Colher sangue no tempo basal ("0") . desaparec em os falsonegativos. apresenta um potente estímulo à secreç GH. JCEM 1994. aconselhamos fazer como screening o IGF1 e o IGFBP-3.ETINIL ESTRADIOL.00 ng/mL d Normais f > 5. Crit rio de Interpreta o: Queda para níveis < 2.5 mL de Soro..79:537-41 SensibilizX`Yba o com ETINIL ESTRADIOL Nos pr -puberais ou no início da puberdade em “ambos os sexos”. Estímulo para HGH com Dexametasona A Dexametasona. 120. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. N o realizamos testes de estímulo. favor enviar peso e altura da criança. quando administrado agudamente. et al. 2:30 e 3 horas) b. PARDINI 343 . 3. EPM .O. 90 e 120 minutos após o estímulo. após a coleta de uma amostra basal.Administrar VO mestinon 70 mg por m2 de superfície corporal (nomograma). 2 mg VO Colher o sangue basal.M. 1 mg/M2 EV Colher o sangue basal. 2. pode ser utilizado via oral . Supress1 o para HGH com Glicose e Dextrosol Material: 0. o paciente recebe por via oral 75 g de glicose e s o colhidas amostras de Soro 60 e 120 minutos após. Cuidados: O uso pr vio de atropina impede o aparecimento de cólicas intestinais. Colher sangue para GH nos tempos 60. 40 mcg/m2 por dia. 180.SP † óuô 23. O procediment i tico ao de um teste de tolerância glicose cl ssica. ACAR e cols.Continu õuó€ô o. 150 e 180 minutos (basal. 2 dias antes do teste.

Megateste h Avaliaç1 o HipofisB ria Total Material: 1. Todos r idos e g imediatamente após a injeç o. sea. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Preparo do Paciente: JD 4h. em geral elevado. mais 0.5 mL de Soro. ñ  ‰ † ˆu‰R‰ vv  uó ô ˆ ‘u ˆ u ‰ ÷ëudu‘ €– ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ 27. FSH e LH aos 60 minutos para FSH. nesses casos. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. TSH e HGH e 90 minutos para Cortisol. mantendo a veia. Todos r idos e imediatamente após a inj eç .M. Supress1 o do HGH e Prolactina após Bromocriptina Material: 1. Cortisol. ACTH. Pode haver enjôo.7 mL de Plasma. Estímulo para HGH com TRH em CR lulas Tumorais Material: 0. Colher amostra basal 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. o valor de GH. g Crit rio de Interpreta o: Queda maior que 50% dos valores basais. gosto amargo. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. Estímulo para Prolactina com TRH Material: 0. Preparo do Paciente: JO 8h. Cortisol e ACTH.4 mL de Soro e 0.5 mL de Soro.24. tendo como base um ritmo de secreç . ñ õuóuô 344 Instituto de Patologia Clínica H.5 mg por via oral). 60. PARDINI . Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Crit rio de Interpreta o: Aumento > 100%. HGH.0 mL de Soro. Crit rio de Interpreta o: Pacientes com c lulas tumorais devem responder e. após 20 minutos da hipoglicemia aplicar LH -RH + TRH. deve pelo menos duplicar ou. Colher amostra basal. LH. Obs. calor perineal. deve ser significativamente maior que o valor basal. LH. Administrar ao paciente. ñ † óuô ˆ€‰ ‘€ ˆu‰ u– ˆu‰ 25. via endovenosa. Preparo do Paciente: JD 4h. Colher sangue "0" (basal). ñ óuô ˆ€‰(d€– 26. Após 1 comprimido de Bromocriptina (2. colher sangue aos 30. calor perineal.: 30% dos normais podem responder. ACTH e HGH. Crit rio de Interpret o: A resposta de cada teste deve ser considerada isoladamente. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH.O. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneame nte? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. sea. Informaç es nece rias: Se mulher. 200 mcg de TRH e 100 mcg de LH-RH. Colher sangue aos 30 minutos após estímulo para TSH. gosto amargo. FSH.05 UI/Kg de peso de insulina simples. vômitos e hipotens ós o Parlodel. 120 e 180 minutos para dosar GH e Prolactina. Colher sangue no tempo "0" (basal) para TSH. Aplicar insulina.

Informaç es nece rias: Se mulher.28. PARDINI 345 .mesmo dia “0” às 18:00 horas p 2o . Crit rio de Interpreta o: Queda de 50% dos níveis basais. p N resenta efeitos colaterais. Preparo do Paciente: Colher amostras basal (0'). 30 e 60 minutos após a administraç EV de 100 µg de LH-RH. Interpreta o: Incremento de 20% em relaç basal ou IGF -1 p > 15 ng/mL e IGFBP-3 p > 0.1 unidade/kg/ de GH) p 1o .5 a 2 vezes.5 mL de Soro.1 ng/m t m valor.dia “2” às 18:00 horas p 4o . Supress1 o para Prolactina após L -Dopa Material: 0. uˆ du‰ – u ˆ R ‰ ñ † –u‡€m óuô ‰ † ˆu‰R‰ vv  ˆu‰ –u‰u—u”R‘uˆu‰Rd u• ‡  ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Geraç1 o de IGF -1 Procedimento: i IGF 1 e IGFBP 3 basal p às 09:00 horas dia “0” i Injeç s GH (0.: tomar cuidado com o limite inferior de detecç do ensaio que 0. variaç s de 0. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est gr vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. ou seja. Aplicaç da ampola: (+) 20 kg = 1 ampola ( -) 20 kg = 1/2 ampola. colher sangue aos 60 e 90 minutos para dosar Prolactina. Colher sangue para dosar Prolactina no tempo "0" (basal).5 a 2 vezes Mulheres: Fase Folicular: i LH aumenta 3 a 4 vezes i FSH 0. 10 mg/Kg de peso.0 mL de Soro. Informaç es nece rias: Se mulher. ó€ô •(‘€ˆu‰ “ ˆu‰Rdu‰ ˆ€‰ ™ ˆ † €— ” ™” 30. Estímulo para LH e FSH com LH-RH Material: 1. Obs. Crit rio de Interpreta o: Crianças pr . Após L -DOPA. pode ser encarado como insensibilidade parcial do receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH que pode revelar mutaç es.5 a 2 vezes i LH aumenta de 4 a 10 vezes Fase tea: i FSH 0.4 mcg/mL. dose m xima de 500 mg.1 ng/mL. responder questi rio: atualmente sua menstruaç v m todo m s? Caso n venham. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J us ou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. via oral.dia “1” às 18:00 horas p 3o .dia “3” às 18:00 horas i IGF 1 e IGFBP 3 após GH p dia “4” às 09:00 horas i GH Basal ou estimulado elevado com pequena resposta de IGF 1 e/ou IGFBP 3 em relaç o ao normal. ñ   ‰ † ˆu‰R‰ ™” vv  óuô ˆ ‰€‘u†  ëu” †   ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆu‰ “ “ ‡ ˆ u‰ uˆ ‰ “ ˆu‰ 29.eres: i LH mentar i FSH duplica Homens: i LH aumenta 4 a 10 vezes i FSH 0. Preparo do Paciente: JD 4h e repouso.

a infus e c lcio pode provocar sensaç calor e de plenitu strica e a pentagastrina pode provocar desconforto subesternal. PARDINI .0 mL de Soro. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de CB lcio Material: 1. seguido de 0.5 µg/Kg em 2.PROVAS FUNCIONAIS PARA O DIAGNÓSTICO DO CARCINOMA MEDULAR DA TIREÓIDE 31.9% de NaCL) de pentagastrina.0 mL de 0. 2 mg/Kg de peso. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de Pentagastrina 0. .0 mL de 0.0 mL de soro fisiológico. Aplicar EV 2 mg/kg de gluconato de c lcio a 10% infundido em 1 minuto. Colher sangue no tempo "0" (basal) para dosar calcitonina. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosagem de Calcitonina. Após injeç r ida (1 minuto) de gluconato de c lcio a 10%. C lculo da ampola: peso x 2 : 9 = mL da ampola Resposta do Teste: < 100 pg/mL q Normais r entre 100 e 200 pg/mL q Suspeito de CMT r > 200 pg/mL q Sugestivo de CMT r  ˆu‰ u– 32. sensaç lenitud strica ou n sea que regride espontaneamente em 1 ou 2 minutos. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r ñ ˆ€‰ u– ˆu‰ s 1 o de CB lcio e Pentagastrina 33. Estímulo da Calcitonina com infut (simultâneo) Material: 0.8 mL de Soro Preparo do Paciente: JD 4h. infundida em 10 segundos.9% de NaCL infundida em 10 segundos Cada ampola possui 40 µg de Pentagastrina diluída em 2. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosar calcitonina. Após injeç r ida (10 segundos).0 mL de soluç fisiológica.a ampola de pentagastrina cont m 40 µg em 2. Colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina.0 mL de 0. .5 µg/kg (em 2. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar a calcitonina.9% de NaCL. 1 ampola diluída em 2. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r  ñ ˆu‰å—  † ˆu‰«ˆu‰w —u” — u ” w – ”w’u —u”«’u  346 Instituto de Patologia Clínica H. Preparo do Paciente: JD 4h.

fornecido pelo laboratório. N o pode refrigerar. dever ser colocado no frasco Bicarbonato de Sódio 5 g/L de urina. Urina isolada (Jejum Obrigatório). Outros laboratórios. Manter em temperatura ambiente. Obser oA Se o pH > 5. colocar inicialmente no frasco. Outros laboratórios. Manter temperatura ambiente. Para outros laboratórios enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. Colher amostra isolada de urina (2a da manh ou após 4 horas de r etenç ) para os exames: A) v pH pelo pHm tro . Nesse material ser feito o exame de v cido Úrico …  du’u‘ † ˆ€‰ ˆ A terceira urina 24h dever ser colhida sem conservante e refrigerada.5. dosar PTH v Creatinina v Fósforo v Pot ssio Exames de Urina 1.após 12h de jejum absoluto de gua e alimentos ( veja observaç v Urina tipo I com pesquisa de dismorfismo eritrocit rio v Urocultura com antibiograma 2. N o refrigerar. rigorosamente antes de começar a coleta. solicitar prova de Acidificaç urina.PROVAS FUNCIONAIS METABÓLICAS DA NEFROLI T ASE 34. enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h.   © 8õuó€ô €ˆ ‰ ˆ€‰(—€d ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Colher todas as urinas sem perder nenhuma m icç . O estudo com a dieta pobre em c lci mais realizado. de prefer ncia tr s rotinas. enviar alíquota 50 mL e Informar o volume de 24h. Citrato. Se o pH desta gasometria arterial for ≤ 7. M sio e Oxalato u …   “ “ ˆ   “  ‰R‘u“ˆu‰ †  ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ ˆu‰ Na segunda urina 24h. PARDINI 347 . Nefrolitíase Exames de Sangue: cido Úrico v v C lcio Iônico. realizar teste de PAK.30. Sódio e Creatinina. Rotinas Na primeira Urina 24h. Urina de 24 horas Colher material para duas ou tr s rotinas. Nesse material ser feitos os exames de: C lcio. Nesse material ser feitos os exames de: Cistina qualitativa. fornecido pelo laboratório. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o. Para cada rotina deve-se coletar urina de 24 horas. se elevado. 2 0 mL por litro de urina de HCL 50%. fazer gasometria arterial. Deoxipiridinolina/Piridinolina. Nos casos de hipercalci ria.

Teste de Pak w x Ingerir 300 mL d’ ua entre 21:00 e 24:00 horas.Hiperabsorç o Intes tinal de C lcio: C lcio urin. 300 mL d’ . ingerindo: 1 copo de c + 4 torradas ou 4 bolachas sal + 1 copo d’ ua. poder fazer x desjejum. pós -sobrecarga dividido pela relaç o c lcio urin. jejum < 0.  s 07:00 horas da m Colher amostra da primeira urina da man para exame de Urina rotina (jato m dio) às 08:00 horas e x desprezar o restante.11. urin.Hipercalciúria Marginal: C lcio uri rio: > 150 e < 250 mg/24h ./creat. Após 3:30 horas da x sobrecarga de c lcio colher toda a urina e dosar: y C lcio y Creatinina   ¡  d” —u”Ruu’’€ud( u’   ˆ€‰  ô uõ €ó ô  ‘u  ˆ  ‘u    ˆ   348 Instituto de Patologia Clínica H.11 e após sobrecarga ≥ 0. jejum ≥ 3. Nesse momento./creat. Obs. urin.20. desprezar toda a urina. jejum ≥ 0./creat. urin.Hipercalciúria indeterminada: C lcio urin. urin.Hipercalciúria: C lcio uri rio: > 4 mg/Kg de peso ou € Homens: > 300 mg/24h € Mulheres: > 250 mg/24h . c lcio urin. jejum < 0. no dia do teste. ñ Tomar 2 comprimidos de C lcio Sandoz F em 1/2 copo d’ . Após 1/2 hora (30 minutos).35. PARDINI . apesar do c lcio urin.: Após sobrecarga diminui AMP Cíclico. x Permanecer em jejum durante 08:00 horas. da realizaç o desta dieta. urin./creat.5 € Relaç .11 e c lcio urin. x Ingerir.Hipercalciúria Renal: Relaç o c lcio urin. pós -sobrecarga < 0. ./creat. Colher toda a urina das próximas 2:00 horas (mais ou m enos at  s 10:00 horas) e dosar: x y C lcio y Creatinina u’ Teste de Sobrecarga Oral com CB lcio €’ud ¡ ˆ ˆ  du‘ ¡ ˆ † † Crit rios de Interpret o: . urin./creat. > 4 mg/24h.20.

ˆu‰  —u “u‘ † “ “ ˆ€‰à—u“u” ‘ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—ud Instituto de Patologia Clínica H. doença inflamatória intestinal. D-Xilose. indometacina. Medicamentos como aspirina. Lactose.  ˆ ýd€m ˆ€‰ù— óuô ˆ  ˆ ”† ò ˆu‰ † — d† ꆇ ”† ˆ€‰ ud ‘ ¡ ˆ  †‰ † ”Ru’€† d ‘  †ô  37. após administraç lactose. C lculo da dose D-Xylose: Diluir a dose em 250 mL d : Criança „ 0. Condi o: 0. Em pacientes normais observa-se um aumento da glicemia maior que 20 a 25 mg/dl. É absorvido no intestino delgado e excretado sem ser metabolizado na urina.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado basal. PARDINI 349 . Jejum: Adultos „ JO 8h / Crianças < 1 ano „ JO 6 a 8h. D -xilos m monossacarídeo normalmente inexistente no sangue.5 g/Kg de peso at o m ximo 25 gramas. tomar dose de Xylose. Procedimento: N o h coleta basal. 30’e 60’ após lactose. Doença de Whipple e giardíase. Adulto „ 25 gramas Valor de Refer ncia: … Soro Adultos: > 25 mg/dL „ Criança: > 20 mg/dL „ … Urina „ Adulto: > 16% da dose ingerida Criança: > 10% da dose ingerida „ Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.PROVAS DE ABSORƒ  ‚ O DE CARBOIDRATOS 36. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici ncia de lactase. Procedimento: 1. neomicina e glipizida podem interferir e devem ser descontinuados 24 horas antes do teste sob orientaç m ica. Essa defici cia pode ser idiop tica. Essa defici ncia na síntese de lactase pelo enterócito acarreta em diarr ia osmótica. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç lactose oral. teste de tolerância Coment rios: Útil na investigaç da defici cia de lactase na mucosa intestinal. Obs. teste Coment rios: Teste usado na triagem de m sorç e carboidratos por doe nças da mucosa intestinal (doença celíaca.: O test realizado pela m . Após administraç o de dos e oral de xilose. Falsopositivos podem ocorrer.Permanecer em jejum at t rmino do teste. Esse teste s til em pacientes com funç renal normal. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).5 mL de Soro ou Plasma (fluoreto) + 5 mL de Urina (informar volume total de 5 horas). Esvaziar a bexiga no início do teste. Dose Administrada: 2. fibrose cística.0 g/Kg (at no m ximo 50 g). Resultados falso-positivos e falso-negativos podem ocorrer. doença de Crohn. ou secun ria a outras doenças: enterites infecciosas. Colher Sangue 1 hora após a ingest o da D -Xylose e colher Urina durante 5 horas após a dose. est medida no sangue e urina. entre outras). sprue tropical. Jejum: Adultos „ JO 8h Crianças „ JO 4h .

0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL da glicemia. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. após administraç sacarose. basal.0 g). Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).0 g/Kg (at no m ximo 50. resultando em mol culas de glicose e frutose. Procedimento: 1.0 g). A maltase age sobre a maltose.  † ud u‘  “u‘ † “ ˆ€‰Ù—u” ˆu‰ †  †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d † ud u‘  ˆu‰R—u” 39. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. 30’e 60’ após sacarose. A Sucrase age sobre a sacarose.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. Dose Administrada: 2. “u‘ ˆu‰«—u” †“ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—u” 350 Instituto de Patologia Clínica H. basal. PARDINI . acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. Procedimento: 1. Maltose. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. resultando em mol culas de glicose que s prontamente absorvidas. após administraç maltose. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h.38. 30’e 60’ após maltose.0 g/Kg (at no m ximo 50. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado). Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. Sacarose. Dose Administrada: 2. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h.

num m ximo de 4000 unidades. em frasco contendo vaselina líquida. Teste Coment rios: Test til na investigaç feitos no t ulo renal de acidificaç o uri ria. 3 e 4 horas para medir pH.1988 41.  ”R‡ ˆ € ‰ ( — € ” ( — € ” ˆ u ‰ R —  ‡ u m ‘u ˆ ‘u ‡ ˆu‰ —uò ‰  †H• ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. Colher Soro no 4 dia. Crit rio de Interpreta o: Aumento de pelo menos duas vezes do valor basal.1 g/Kg de peso de Cloreto de amônio e colher Urina 1. Esses dist rbios podem levar a nefrocalcinose e formaç e c lculos uri rios.3 em pelo menos uma das amostras colhidas após sobrecarga com Cloreto de amônio. administrar 0. ñ ˆu‰ óuô †   JORN MÜLLER . dosar pH. Estímulo para Testosterona com HCG Material: 0.5 mL de Soro. Preparo do Paciente: ® Colher sangue para testosterona basal (7 às 9 horas).30:187-192. Aplicaç do Profasi feita na farm cia.HORMONE RESEARCH . Jejum: Adultos ‡ JO 8h Crianças ‡ JO 4h Procedimento: Colher Urina basal.OUTROS TESTES 40. Aplicar por via intramuscul ar o HCG (Profasi – ® o Pregnyl ) 100 unidades/Kg de peso. para dosar Testosterona. Laboratórios: Enviar todo material colhido (cada) hora at ras após coleta. Valor de Refer ncia: Reduç pH urin rio a v alores inferiores a 5. Acidificaç1 o UrinB ria. 2. PARDINI 351 . após o estímulo.

ixa resposta. Esse teste pode ser utilizado para detecç casos moderados de homocistin ria. Em pacientes n o portadores da síndrome. Colher Sangue basal ‰ dosagem de Gastrina .5  ˆ ò ˆ€‰(—€” ˆ ˆ ‡ ˆuˆu‰R ‰ˆu‰R—d 43. folato e riboflavina e para definiç o de risco cardiovascular.0 µmoL/L ˆ Elevaç centuada ‰ 50 a 500. sugere fortemente a presença de síndrome de Zollinger -Ellison.42. avaliaç o das reservas de vitaminas B6.Diferença entre total e após estímulo Risco HCT-M (resposta total HCT-D (diferença entre Risco relativo ao estímulo) total e após estímulo) Baixo < 30 < 20 <1 Moderado 31 a 37 21 a 25 + ou – 1 Aumentado > 38 > 26 2 a 2.Colher amostras após 5’. . Valores de Refer ncia: Basal ˆ Homens 4. Ingest ife m dio ( ± 150 g) + 1 ovo cozido (pode ser substituído por sanduíche de ham rguer) .Colher amostra a basal para dosagem de Gastrina. ou mesmo diminuiç o do nível de gastrina. .0 a 14. 30’ após alim entaç : colher sangue ‰ dosagem de Gastrina Obs.0 µmoL/L ˆ Elevaç moderada ‰ 25 a 50. Interpreta o: ˆ Valores > 1000 pg/mL ‰ s sugestivos de Gastrinoma. 10’.0 µmoL/L ˆ ‰ Elevaç iscreta 15 a 25. em duas ou mais vezes o nível basal.0 µmoL/L Seis horas após Metionina .: O uso de insulina estimula a secreç o da Gastrina. Em pacientes rtadores da síndrome. . ou mesmo diminuiç ível de Gastrina. 15’.Advertir o paciente de que pode sentir lev sea transitória. sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger -Ellison.Aplicar EV 1 mg de Glucagon . PARDINI . baixa resposta. B12.  † ˆ ”R‘u ‘uˆu‰Á–€‰ ˆu‰R—u‰ ¡  ó€ô † ˆu‰R—u‰R‘ ˆ ¡ Ýmud 352 Instituto de Patologia Clínica H. ó€ô ˆu‰H@fRm ˆu† ‰ ˆu‰ ˆ mu‡ EST¼ MULO APÓS GLUCAGON † Coment rios: O aumento do nível s rico de gastrina após o estímulo. Interpreta o: O aumento do nível s rico de Gastrina em duas ou mais vezes o nível basal.0 µmoL/L ‰ ˆ ‰ Mulheres 4. Gastrina EST¼ MULO ALIMENTAR .0 a 12. ˆ Valores de 500 a 600 pg/mL ‰ sugestivo de hiperplasia de c lulas G. Homocisteína após estímulo de Metionina Coment rios: Realiza-se sobrecarga da via da metionina (100mg/kg peso) para determinaç o da homocisteína basal e após 6 horas. 30’e 60 minutos. após a administraç Glucagon.

. Muitos exames exigem conservantes. todas as urinas at completar 12 horas. Colher as amostras em recipiente limpo e seco.O.Urina 1 ou 2 horas . ud ‘ R ˆ” ˆu‰Û” m † ™ ˆu‰ ™ ” ˆu‰Á—u‰Á— ™” ˆ  Á”   Urina Início ou Final de Jornada Coletar urina após período de exposiç  ntes do período de exposiç jornada de trabalho ou início). a fim de evitar contaminaç es.). no mínimo. tomar 02 copos de gua.  † ‘udR”(‘€ˆu‰Rdu–u”u‘ud ‘ u ˆ u ‰  Urina de 24 horas ¡ svaziar totalmente a bexiga desprezando esta urina. tomar bastante líquido durante a coleta. . . ˆu‰ý‰ d ˆu‰ – C.Conservar a amostra na geladeira ou em local fresco. Evitar fazer a coleta em dias nos quais haja mudança nos seus h bitos (dieta. 3. Colher toda micç tam m.Desprezar a urina e marcar o hor rio. dietas ou recomendaç s específicas. .Em seguida. . Ao acordar pela m A partir daí. Qu alquer erro nesta coleta. 4. perder nenhuma urina. du ‘ ¡ ˆRdu‰ ‘€  Urina 12 horas . Caso aconteça de esquecer de colher alguma micç . interromper a coleta e inicia -la novamente no dia seguinte. . 2. stress.Pacientes com problema renal que urinam pouco. (ou seja. exercícios físicos.Manter dieta hídrica habitual. colher rigorosamente todas as micç s (inclusive à noite) e n o apenas uma parte. no mesmo hor rio em que jogou fora a do dia anterior.Nas próximas 01 ou 02 horas (C.Colher a partir daí. colher todo o volume uri rio.M. volume total das 12 horas. . integralmente.O. implicar m erro nos resultados. a primeira micç ia seguinte. após a Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 353 . .Desprezar toda a 1a Urina da m se levantar e marcar o hor rio. etc). IMPORTANTE 1. .A coleta da urina tem que obedecer o hor rio rigorosamente.M. preferencialmente em garrafas de gua mineral.Encerrar a coleta e trazer o material ao laboratório. É fundamental que seja entregue ao laboratório toda a amostra da urina de 24 horas.Colher toda a uri s parte.

O. CLEARENCE DEOXIPIRIDINOLINA FÓSFORO HIDROXIPROLINA MAGNÉSIO METANEFRINAS PIRIDINOLINA  POT SSIO PROTE“ NAS TOTAIS SÓDIO VMA ’‘ ¶” IDO CLOR¼ DRICO 6N – HCL 50% 20 mL/L ADULTOS: 20 mL/L .M. Os volumes dever ser colhidos rigorosamente. deve-se orientar para a realizaç o de cuidadosa higiene íntima antes de cada coleta. FLUORETO 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 20 mL/L Congelar Congelar Congelar SIM TOLUENO INSTRU• ÕES 1.N o desprezar.. rigatório. 8.Produto tóxico . Os conservantes dever o ser adicionados ao frasco no início da colheita. 3.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . especialmente para pacientes do sexo feminino. Os frascos devem ter etiquetas que informem sobre o conte rmitam a identificaç clara do paciente. Por exemplo: “Este frasco cont m cido Clorídrico 6N . Sempre que possível. nem lavar .CRIA d ™ ” A: 10 mL/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L CONSERVANTE OBS. O uso do conservante. sem nenhuma perda de material.CRIA ™d” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) ADULTO: 20 mL/L . Refrigerar.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . etc. pois poder casionar contaminaç rina. 7.Manter fora do alcance de crianças”. 5. PESQUISA ALA-U ALDOSTERONA CISTINA CREATININA CREATININA. quando necess rio. par o haja alteraç s provocadas pelas mudanças de itos dos finais de semana. O uso de absorvente interno pode ser uma alternativa em situaç es urgentes. Sugerimos que as urinas devam ser colhidas em frasco pl stico liso. Relacionar o uso de medicamentos em caso da impossibilidade de suspens o. 6. Quando indicado.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . 2. N sar recipientes de refrigerantes. URINA 24 horas sem conservante.M. CLEARENCE ACETONA ETANOL METANOL AMINO CIDOS. com o objetivo de se reduzir eventuais contaminaç s por fluidos genitais. tipo gua mineral. Evitar colheitas nos finais de semana. REFRIGERAR SIM SIM SIM N• O SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM COM DIETA COM DIETA COM DIETA COM DIETA C. PESQUISA UROPORFIRINAS. COM DIETA FRASCO ÂMBAR COM DIETA FRASCO PL˜ – — TICO DIETA FRASCO ÂMBAR BICARBONATO DE SÓDIO COM DIETA SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM IDO ÚRICO COPROPORFIRINAS PORFIRINAS. O material eve ser colhido durante episódios de cólica renal (aguardar 10 dias) ou em uso de medicamentos que causem interfer cias nos exames. CROMATOGRAFIA  ¶” IDO ACÉTICO – 8M 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR DIETA C. deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual e nos dias imediatamente anterior e posterior.EXAME ’‘ ’‘ IDO C“ TRICO ’‘ IDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO “ LICO ’‘ IDO HOMOVAN  IDO OX LICO AMP C“ CLICO ‘’  LCIO CATECOLAMINAS CREATININA CREATININA.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . medicamentos.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTO: 20 mL/L . 4.O. PARDINI . ˆu‰ ˆ  † ‰um ¡u  m ‘uˆu‰ý— ™ ™” ˆ “u‘ dýëu”ý‘€ˆ ™” † … ‡u—u‰ ”ýˆ –u” ˆu‰ ˆ R‰   ˆ u ‰ R ‘ u d ©  ˆu‰  354 Instituto de Patologia Clínica H.

receptores hormonais (estrógeno+progesterona) . P 53 protein . É sempre necesb Instituto de Patologia Clínica H.Estudo imunohistoquímico de hipófise . Anti human IgG . CD 79 . CD 34 .Estudo imunohistoquímico carcinomas metast ticos . PARDINI 355 . CEA . ACTH .ResponsBte el: Dr. NSE . Epithelial membrane antigen . Cytokeratin . PAN T CELLS .Pain is para tumores indiferenciados . Receptor progesterônico .UFMG) Exames: f g g g g g g Biópsia simples h i Especial Biópsia c/Coloraçj Biópsia c/microscopia de polarizaçh o Biópsia Renal com Imunofluoresck ncia Biópsia Intestinal com Imunofluoresck ncia Biópsia em pacientes HIV e AIDS Imunohistoquímica para: g g g g g Biópsia de Pele com imunofluoresckjl cia direta e indireta Punçh o Bió psia Revishjinmjonp âminas Necrópsia Peça Cirq rgica Radical Simples . Anti human C3 .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Sinaptofisina . Desmina .Estudo imunohistoquímico de linfomas . Helicobacter pylori . Receptor estrogs nico . C-erb-2 neu protein . Anti human IgM . Actina de mr sculo liso . Enolase neurônio específica . KI-67 (MIB 1)  2 (3 5 Câncer de Mama . CD 74 . Prolactina . Anti human IgA . Proteínas S 100 . CD 43 . CD 30 . HGH . Vimentina Outros anticorpos sob consulta direta ao setor (31) 3228-6394 g .painel (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteína p53+Ki67) . CDW 75 . Somatostatina . CD 15 . Anti human Kappa L C . Anti human Lambda L C . Cromogranina . CD 45 RO Imunohistoquímica . Anti human C1q . Calcitonina . Tireoglobulina . CD 45 . Eduardo Alves Bambirra Prof.Pain is para tumores indiferenciados l X X Biópsias positivas (sob demanda específica) u`a o fotodocumentadas. Gonadotrofina fr o sub-alfa (SUBalfa) . CD 20 . Macrophages .Imunohistoquímica Hercep test Outros . TSH . u v rio o envio de informes clínicos do caso a ser estudado. Neurofilamento . CA 125 . HMB 45 . Fator de angiogs nese tumoral .pailjt is . Titular de Anatomia Patológica (Faculdade Medicina . LH .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . PAN B CELLS . Human milk fat globulin .Estudo imunohistoquímico câncer de mam a . FSH .Estudo imunohistoquímico de sarcomas .painel completo (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteín a p53+ki67+angiogs neses) .

A identificaç o destes receptores (Estrógeno e Progesterona) tem ótima correlaç o com a adequada resposta à terap utica antineopl sica do tipo hormonal (homonioterapia) e do tipo química (quimioterapia). Reagentes utilizados: Os reagentes utilizados s o de primeira linha. correlaç o com outros fatores de marcaç o prognóstica. exames de maior urg ncia podem ser agendados diretamente no laboratório. etc). . etc). o ncogens e proteínas associadas. de forma que. . —udu—€”(‰(‘€†ˆu—‰R—ud ˆu‰  †  ˆu‰Ý—u” ˆ du–u“ ‰€’u† “u‘ ˆu‰ ˆ ˆ ‘uˆ€‰ ˆ ˆ€‰ ¡ ˆ †  ˆu‰  €– “  Aplicaç o da Imunohistoquímica para Receptores Hormonais no Câncer de Mama: Um grande avanço no arsenal tera tico do câncer de mama foi a possibilidade de detecç o imunohistoquímica no tecido de receptores hormonais. De forma geral o emprego de t nicas Imunohistoquímicas visam: . as reaç s s complexas e levam cerca de sete (07) dias para terem seu laudo final emitido.Outros anticorpos. chamando atenç ra a positivi reaç . câncer de mama.IMUNOHISTOQU w MICA .Favor especificar o anticorpo. ˆ ˆu‰R—u‰Rdu‘ ˆu‰ ” ™ ” ˆu‰ “ ˆ€‰ du‘ “u‘  ˆu‰ö‘u‰ ˆu‰R—u” † ñ­ ˆu‰R ˆu‰R–ud du‰ A Imunohistoquímica representa um conjunto de procedimentos que utilizam anticorpos (policlonais ou monoclonais) como reagentes de grande especificidade para a detecç antígenos que marcam estruturas teciduais e celulares. Resultados . em todo material examinado s xecutados procedimentos de exacerbaç tig ica para melhor demonstraç tígeno pesquisado. etc. de adenohipófise. ô †¡ Ûmu‰ud ˆ€‰  ˆ ‰u’u“u‘ ˆ ˆ “ ˆ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆ du–u“ ˆ 356 Instituto de Patologia Clínica H. o m ico solicitante ter clara noç do que representa a reaç scrita em relaç conjunto de c lulas neopl sicas amostradas. fator es de angi ese tumoral e fatores de proliferaç celular.: esôfago de Barrett. empregando anticorpos prim rios monoclonais altamente específicos para os produtos pesquisados (marcas tipo Dako. Material a ser enviado: Tecido fixado em lcool ou em formol ou material histológico processado e incluído em bloco de parafina.tempo de demora: Em geral. recentemente desenvolvidos.Detecç o de fatores de proliferaç celular. tais como.  Resultados . etc) importantes na monitoraç o da evoluç o e da ter utica em pacientes com neoplasias de mama. entrar em contato com o Laboratório. sua intensidade e sua localizaç tecido e nas c lulas neopl sicas.Detecç o de marcadores de c lulas neopl sicas: importante elemento adjuvante no di agnóstico e no conseqüente tratamento adequado das neoplasias indiferenciadas em que a morfologia isolada consegue caracterizar com segurança a origem das c lulas que proliferam. hormônio da adenohipófise. Biogenex. telefone (31) 3228. Expressiva ajuda em casos em que se tem necessidade de se definir a melhor forma de conduta a ser adotada (ex. Geralmente a descriç de uma reaç Imunohistoquímica com positividade dos receptores hormonais nas c lulas neopl sicas representa uma melhor resposta à ter tica hormonal e química. PARDINI . Novocastra. Nestes casos. de angi ese tumoral.tipo de laudo: O laudo emitido explicita os anticorpos usados e apresenta o resultado documentado em microfotografias coloridas. progesterona.6394.Detecç o de receptores de secreç ormonal (ex: es trógeno. . Estudos mais recentes apontam esse tipo de exame como o de padr o ouro para avaliaç o da resposta à terapia oncótica no câncer de mama.

INST xzy|{ ÕES

Envio de material: O Laboratório H. Pardini pode fornecer os seguintes kits para preservaç , acondicionamento e envio de mat ria, visando exam tomo-patológico: - para exames convencionais (constituído por frascos com rótulo), - para biópsias de estudo de infertilidade masculina e feminina (constituído por frascos com soluç o fixadora de Bouin), - para exames com indicaç o de imunofluoresc cia. Para material visando imunofluoresc cia indireta ser cess rio pelo menos 1,0 mL de Soro. Procedimento: Devido à grande importância da lise A tomo -Patológica devemos ter um cuidado especial na preservaç (fixaç ), no acondicionamento, envio e na feitura da requisiç xame. Trata -se de um material biológico nobre, de recoleta difícil e cujo resultado geralment motivo de grande ansiedade para pacientes, familiares e m ico assistente. Al m da Anatomia Patológica Convencional (biópsias simples, peças cir rgicas complexas) o Laboratório de Anatomia Patológica pode realizar:

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1. 2. 3. 4. 5.

Exames de Congelaç . Necrópsia de Feto. Reaç ImunofluorescŽ ° cia Direta em Tecidos (Rim, Pele, Intestino, etc). Reaç ImunofluorescŽ ° cia Indireta (Pele). Imuno-histoquímica para Marcadores de Secreç (hormôn ios, produtos de síntese neopl} sica) e Neoplasia (indicadores de prognóstico, definiç hist ± Ž ° se e de diagnóstico). 6. Citopatologia de Punç -biópsia de Ór± s variados. 7. Fotodocumentaç em Microscopia Óptica Convencional, de Polarizaç de FluorescŽ ncia.

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Prepara o do tecido: Para a histopatologia convencional o fixador mais comum soluç uosa de formalina (formol) a 10%. Tam m podem ser fixadores alternativos o lcool etílico e ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3cm e 48h em amostras maiores que 3 cm o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Para casos de imunofluoresc cia indireta em tecido, o material deve ser enviado em salina gelada (5~ C) quando puder chegar ao Laboratório em menos de 1h após a coleta ou em lcool etílico a 70 ~ nos demais casos. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaç ciente. Para casos de fluoresc cia direta, enviar no mínimo 2 ml do soro do paciente de prefer ncia gelado (5~ C). Para casos de revis casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório/solicitaç m dica e da cópia do laudo anterior. Requisiç o de exame: Para enviar exames de Anatomia Patológica anexar sempre informes m icos identificando sexo, idade e informes mínimos do caso. Em casos de transcriç , caso haja algum vida, consulte o m ico do paciente ou o setor de Anatomia Patológica do LHP antes desta transcriç . Desta forma, estaremos evitando maiores transtornos na execuç o do exame e at mesmo na realizaç lgum tipo de an lise que n tenha sido solicitada pelo m dico.

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A requisiç o deve vir protegida por pl stico do restante do material. Desta forma, evitaremos derrames e borr s e desaparecimento da escrita e dos informes. Estes procedimentos facilitar nosso entendimento, agilizando portanto a entrega dos laudos. Tipos de exames e padr es mais utilizados: . Peça cir Œ rgica radical simples : Amostragem de algo ≥ 3,0 cm dimens . . Peça cir Œ rgica radical simples adicional : Amostragem anexa a uma peça cir Œ rgica (ex.: Œ tero/ovario/tubas/ colo). . Biópsia simples : Amostragem de umt} rea / ór± . . Biópsia com pesquisa de H.pylori : Gengiva, esôfago, estômago, duodeno, etc. . Biópsia com coloraç special : Fígado, medula óssea, pesquisa de agentes infeciosos. . Biópsia renal com imunofluorescŽ ncia. . Biópsia de pele com imunofluorescŽ ° cia. . ImunofluorescŽ ° cia em tecidos ·³ ° seja rim/pele. . ImunofluorescŽ ° cia utilizando soro: ImunofluorescŽ ° cia indireta. líquidos: Punç ór± s variados: tireóide, cistos de ov} rio, etc. . Citologia de punç . Imunohistoquímica: Imunohistoquímica em tecido. Afora mama (estr²± Ž ° io/progesterona) pesquisado 5 tipos. lâmina : Caso externo, sendo solicitada laudo adicional / opini respeito. . Revis Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 357

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Exames com pesquisa de agentes específicos color o especial Pesquisa de agentes específicos: Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de agentes etiológicos de condiç s como lepra/hanseníase, tuberculose/micobacteriose atípica, HPV/Papiloma vírus, HV/Herpes vírus, Leishmaniose, Pneumocystis carinii, Esporotricose, micoses em geral, outros agentes infecciosos. Coloraç s especiais: Sempre que houver material do tipo fígado / medula óssea / outros. Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de glic nio, substância amilóide, depósitos de ferro, depósitos de cobre. Consultar o setor em casos vidas. Exames com imunohistoquímica A Anatomia Patológica moderna apresenta situaç es em que a coloraç rotineira (Hematoxilina -Eosina) deve ser complementada com m todos de imuno-histoquímica, como a seguir: Quando for necess rio: - Auxiliar na diferenciaç tre estados proliferativos benignos e neoplasias. Ex. linfomas x estados reacionais de linfonodos. - Definir a histog se de neoplasias morfologicamente indiferenciadas. Ex. linfomas x carcinomas x sarcomas. - Imunofenotipagem de neoplasias j classificadas pela morfologia rotineira. Ex. linfomas de c lulas T x linfomas de c lulas B. - Identificar produtos de síntese endócrina das c lulas ne opl sicas. Ex. adenomas de hipófise; carcinoide; melanoma. - Pesquisar fatores indicadores de prognóstico, importantes em câncer de mama, esôfago de Barrett. Ex. receptores de estrógeno/progesterona; antígeno de proliferaç celular (KI67, p53). - Identificar antígenos de agentes infecciosos. Ex. Citomegalovírus, H.pylori, vírus de Ebstein Barr. Importante: Em casos em que o pedido m dic xplicitar claramente a necessidade dos anticorpos a serem utilizados dever haver consulta ao setor / pesquisado 5 tipos. Exames com peças cir„ rgicas complexas A Anatomia Patológica num padr lidade de a lise necessita de individualizaç o de partes de ór s complexos retirados cirurgicamente para segurança diagnóstica, como a seguir: Útero : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • Corpo e fundo • Tuba D • Ov rio D • Colo • Tuba E • Ov rio E Placenta: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: mbilical • cor • feto • membranas extra-placent rias • placenta (partes fetal e materna) Curetagem fracionad tero: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • endom trio • colo Tubo digestivo – Peças radicais : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • estrutura do tubo digestivo (estômago, intestino delgado, intestino grosso) • meso • linfonodos Mama: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • mama • musculatura esquel tica • linfonodos • tecido fibro-adiposo Testículo: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: ima testicular • par • estruturas epiteliais e vasos do funículo esperm tico • epidídimo • tecido fibro-adiposo Rim: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: uima renal • par • gordura peri-renal • ureter • vasos do hilo renal Importante: Em casos em que o pedido m ico o explicitar claramente as peças que com m o material enviado ou tal identificaç o n o tenha sido possível na recepç ça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Exames m„ ltiplos acondicionados num mesmo frasco A Anatomia Patológica freqüentemente recebe m ltiplas amostras de locais diferentes de um mesm o material num mesmo frasco: Pele: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas amostras de les s de pele de reas diferentes enviadas num mesmo frasco. Amígdalas palatinas/adenóides : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Hemorróidas / Fístulas ano -retais: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Peças de neoplasias com especificaç o de margens cir rg icas: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • peça principal • cada uma das margens cir rgicas marcadas pelo cirurgi Importante: Em casos onde o pedido m ic xplicitar claramente as peças que com em o material enviado ou tal identificaç tenha sido possível na recepç peça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

ResponsBte el: Dra. Juçara M. de Castro Sobrinho
Mestre em Patologia Geral (Faculdade Medicina – UFMG)

Exames: …
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Citologia de Escarro Citologia Hormonal Seriada Citologia Hormonal Simples Citologia para HPV Citologia de Mama Citologia Oncótica C‡ rvico -Vaginal Citologia Oncótica geral Citologia Oncótica geral urinˆ ria Citologia Punç‰ o de Líquidos Cromatina Sexual Revis‰tŠŒ‹t Lâmina Urocitograma

Citologias positivas (sob demanda especifica) sa o fotodocumentadas..

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Citologia de Escarro Condi o: ¡ Escarro fresco colhido pela man

ao acordar. - Para citologia de escarro simples colhida apenas uma amostra - Para seriada 3 amostras colhidas seqüencialmente durante 3dias Instruç es: O paciente deve colher o material pela m , em jejum, antes de escovar os dentes. Deve realizar uma inspiraç rofunda e fazer uma expectoraç , depositando o escarro em um vidro limpo de boca larga. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo pont o) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do pulm . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; Processos proliferativos benignos; Anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e simples; Alteraç s epiteliais ocasionadas por agress it lio, radioterapia.

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Citologia Hormonal Seriada

Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m dico, seguindo uma s ncia que pode representar as diferentes fases do ciclo menstrual. Sugere-se o seguinte esquema: - Colher a primeira lâmina da primeira fase (at 8 0 dia do ciclo menstrual). - A segunda colheita dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dia do ciclo menstrual). - A terceira lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. - A ltima lâmina em torno do 26 o - 28o dia do ciclo. - Locais: Preferencialmente na parede vaginal (no seu terço superior) n vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da colheita; Fundo de saco vaginal; Ectoc rvix; Vestíbulo. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas ser ve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç o percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; Acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia Hormonal Simples
Condi o: Raspado do colo uterino, raspado vaginal: parede lateral da vagina no seu terço superior, fundo de saco vaginal e vestíbulo. Obs.: - A amostra pode ser coletada em qualquer fase do ciclo menstrual ou na aus cia deste em qualquer ca ou idade da paciente. - A coleta sempre realizada pelo m dico e deve ser acompanhada de informes clínicos bem como dados completos da paciente. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de matur aç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç ormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç ercentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no mero ou proporç e descamaç os tipos celulares. O resultado final levar em consideraç o o aspecto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia para HPV
Condi o: Homem - raspado peniano. Mulher - raspado vulvar, raspado vaginal, raspado cervical. Instruç es: Homem: realizar higiene íntima 24 horas antes da coleta e abster-se de relaç o sexual 24 horas antes coleta. Mulher: realizar higiene 8 horas antes da coleta e o estar menstruada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es c línicas: O exame visa detectar efeitos cit ticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epit lio escamoso do is, colo e vagina. O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular.

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Citologia de Mama

Condi o: Secreç o de mama (geralmente a colet realizada pelo m ico por meio de express mamilar). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama.

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Citologia Oncótica C’ rvico -Vaginal
Condi o: Raspado do colo uterino a nível da junç scamo-coluna. Coleta endocervical: raspado. Coleta vaginal (parede ou fundo de saco): raspado. Coleta ectocervical: raspado. Instruç es: A colet sempre realizada pelo m ico ou enfermeira treinada nos sítios acima discriminados segundo indicaç o clínica. Evitar: Duchas e lavagens vaginais, Cremes e talcos vaginais e Relaç s sexuais (24 horas antes da coleta). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por agress epit lio. Ex.: radioterapia, cauterizaç es.

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Citologia Oncótica Geral

Condi o: Lavado vesical, lavado brônquico, lav strico, lavado peritoneal e líquor. Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m ico nos sítios anatômicos acima discriminados segundo indicaç clínica. A colheit sempre realizada à nível ambulatorial ou de bloco cir rgico. Interpret o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar: patologias benignas; les s pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos; les es provenientes de met stase de outros ór s; les s cessíveis ou invisíveis para o endoscopista.

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Citologia Oncótica Geral Urin e ria Condi o: ¡ (volume total) - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto) ou refrigerada. 1 Urina da m
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Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previ amente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: Exame n o invasivo, que visa detectar tumores vesicais bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. É tam m til como coadjuvante nos diagnósticos das les s “in situ” da mucosa de todo o trato uri rio, papilomas e carcinomas do urot lio, podendo tam m ajudar no diagnóstico de patologias benignas.

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Citologia Pun £¦¥ o de Líquidos

Condi o: Punç de Mama, L. ascítico, L. sinovial, L. pleural, L.. peric rdico, Punç s de coleç s superficiais. Interpreta o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç o subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas bem como les es pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos ou provenientes de met stase de outros ór s.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

P. no seu setor de G tica Humana. bem distribuído.Frasco de citologia conte lcool a 96o (comercial). como o estudo do Cariótipo Sanguíneo com Banda G. PARDINI 365 . Neste exame a integridade dos cleos deve ser mantida para que possa ser visualizada a cromatina sexual. Assim.corp sculo de Barr presente em 90% das c lulas. . Primeiro uma e depois a outra lâmina. O I. geralmente. .Ao distender o esfregaç se deve fazer movimentos rotativos ou de vai -e-vem. .Limpar as lâminas (a serem usadas) com lcool.Colhido o material. hom . Exemplo: Mulheres com 4. . Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar se o indiví geneticamente do sexo masculino ou feminino atrav s da identificaç o e quantificaç s corp sculos de Barr presentes nos cleos das c lulas esfoliadas.indivíduos do sexo masculino com cariótipo XXY . Mergulha -se as lâminas em frasco com lcool. rapidamente este deve ser distendido sobre outra lâmina de vidro fazendo com qu e uma lâmina deslize sobre a outra suavemente (uma lâmina direcionada para o lado esquerdo e outra para o lado direito) de modo que o material fique espalhado sobre as 2 lâminas. O ar resseca a amostra e conseqüentemente as c lulas colhidas. Observaç : É importante ressaltar que esta t cnic mais rudimentar. Se a coleta for feita com es tula de madeira deve-se colher o material em duas etapas.Es tulas de madeira (para pacientes com at 10 anos). . Esta etap de suma importância. Para interpretaç . óuô –u  d u ‘ € ‰ † ˆu‰ Á‘ †   –u ‘u—u‰R † R”  –€  ‘u‰R‘u‡ ‡ † ó€ô ‰u’€“u‘u”u‰ ‰Û‘uˆu‰ †  uˆ R ‰ u—† ‰ ˆ u ‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰R—u‰ d† ‘uˆ ˆu‰ö” “€‘ ‘€‡ ˆu‰ –u‡ –u‡  Ž sculos de Barr.Se o paciente tiver at 10 anos ser sada esp tula de madeira para a coleta. (3) C lulas de indivíduos com 5 cromossomos X → poder resentar 4 cor sculos de Barr por c lula. Acima desta idade usase lâmina de vidro na sua parte mais estreita. 5 ou mais cromossomos X ir o apresentar nŽ meros anormais de cor (1) C lulas de indivíduos com 3 cromossomos X → poder resentar 2 cor sculos de Barr por c lula.Para pacientes acima de um necess rio que estejam em jejum e sem escovar os dentes. †† † ‡ uˆ ˆ ‰ ––uu‡‡ †† – u ‡ —u‰Ûëu”Û‰à‘€‡ †  –u‡ † ˆu‰R—u‰ — ‡u ‰ † † d † ‘€‡ † ˆu‰î‘udîm † €” ‘ † 5 ˆˆuu‰‰÷ dduu–– ÷ † ˆu‰÷† du– –u‡ ‡ –u‡ Instituto de Patologia Clínica H.C. Síndrome de Turner . . Logo: O n mero m ximo de cor sculo de Barr por c lula sempre um a menos mero de cromossomos X. Instruç es: . (2) C lulas de indivíduos com 4 cromossomos X → poder resentar 3 cor sculos de Barr por c lula. Corp sculos de Barr correspondem à condensaç s cromossomos X. lavadas e secas.Cromatina Sexual Condi o: Mucosa oral (parte interna da bochecha). considera -se que os exames que apresentam 4% ou mais cor sculos de Barr s correspondentes à indivíduos que t enham constituiç cromossômica XX (geneticamente feminino). oferecendo dados qualitativos que permitem orientar o clínico direcionando a sua conduta para prosseguir ou n usca do diagnóstico final. imediatamente após cada coleta. Interpreta o: A interpretaç s resultados baseia -se na identificaç contagem dos cor sculos de Barr presentes cleo das c lulas esfoliadas da mucosa oral ou na aus cia destes cor sculos. . O esfregaço deve ser fino.Duas lâminas de vidro virgens. o pode haver contato das lâminas com o ar por tempo superior ao necess rio para a confecç o do esfregaço.A coleta com es tula de madeira ou lâmina de vidro ser fetuada da seg uinte maneira: Abre-se bem a boca do paciente e raspa-se a mucosa oral com o cuidado de coletar material em quantidade razo vel mas sem machucar o mesmo.indivíduos do sexo feminino com cariótipo XO . Síndrome de Klinefelter . Abaixo de um ano n h ecessidade. disposto em um só sentido. Material: . Hermes Pardi ni oferece atualmente t cnicas mais acuradas.cor sculos de Barr ausente nas c lulas.

O resultado final levar m consideraç specto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. ó€ô uˆ ⠉— ™ ™” ™” ˆ ™” †† † ˆu‰ † ˆu‰ìd€‰ † ™ ” † Urocitograma Condi o: ¡ . alteraç s epiteliais ocasionadas por a gress epit lio (ex.: radioterapia. É especialmente indicado para o estudo de puberdade precoce em crianças. PARDINI . alteraç s inflamatórias crônicas e agudas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual. cauterizaç es). a secagem da amostra antes da fixaç o altera a morfologia celular prejudicando o exame. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias. A amostra coletada deve ser distendita rapidamente em lâmina de vidro e colocada imediatament lcool fixador. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost” ou “índice de maturaç celular”. Observaç : Em crianças que n o possuem controle do ato de urina r recomenda-se fazer o raspado direto da mucosa vaginal. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no n mero ou proporç scamaç o dos tipos celulares. mais especificamente da face dos grandes l ios. processos proliferativos benignos. Portanto a O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato ge nital femini a óuô variaç rau de maturaç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç ócrina da mulher. que expressa a relaç percentual entre as c lulas profundas.Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto ou refrigerada). fungos. estudar ciclos anov ulatórios ou ovulatórios.Revi —¦¥ o de Lâmina Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecido s. acompanhar tratamentos hormonais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. volume total . parasitas e vírus. 1 Urina da m Interpreta o: ¡ rmônio dependente. intermedi rias e superficiais. Utilizar lcool comercial à 96 o graus. anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular. ó€ô d€‘ ˆ ˆu‰ ˆ€‰«‘u‰«’ † † ˆu‰«—€” † ˆu‰ ™” † ‰u—u‰Rëu”Rˆ ‘uˆu‰R‘u”  † å ” ˆu‰Ó‰åd ‡ ˆ u‘ ‰ † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰à”€‘u— ˆu‰ u ˆ « ‰ u — ‰ ˆu‰«—u”«—u” ˆ  u”«m ‘u‰« 366 Instituto de Patologia Clínica H. por ser um m t cessita do exame ginecológico.

Escovinha para coleta endocervical. s a leitur ltima lâmina. Formul rio de "Requisiç Exame".  ™” r  † Á— ”© Instituto de Patologia Clínica H. ’ Caso voc se interesse por nosso sistema e deseje esse material.. . Secreç s ricas em muco (escarro. Líquidos pobres em proteínas ou muco (líquor. vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da coleta. basta solicit -lo por telefone (setor de conv nio) ou por ocasi vio do exame. . muito densas. A 3a lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. . . . . . PARDINI 367 . Aus ncia de identificaç ciente na amostra e/ou formul rio de requisiç . 14o e 15o dias do ciclo). “ ˆu‰R—u‰R–ud CAUSAS DE REJEI ƒ { ‘ O ˆu‰R—u” þ  † ˆu‰  ˆu‰ u’ INST xzyz{ ÕES Uso e envio de material destinado a estudo citológico Material para coleta citológica constitui de : (s) esfregaço(s) (segundo instruç s). Porta lâmin as para o envio do material após fixaç . . Amostras muito purulentas. Esp tula de Ayre para coleta de fundo de saco vaginal e ectoc rvix. urina) fixar em igual volume d lcool a 50% e encaminhar ao laboratório. Colher a 1a lâmina no início da 1 a fase (at 8o dia do ciclo menstrual). material do tubo gastrintestinal) ou em proteínas (líquidos serosos) podem ser guardados em geladeira por at ia antes de serem encaminhados ao laboratório. A segunda coleta dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o. Lâminas quebradas.  ˆ€‰(—€‰  “ “ ‡ ˆu‰R—u” ˆu‰R—u‰R”u‘  ˆ€‰ † ™”  No caso de material para ESTUDO FUNCIONAL (estudo de ciclos ovulatórios ou anovulatórios) devem ser observados os seguintes itens: . . usar lcool a 50% como fixador. . L QUIDOS E PUN “ ÕES ASPIRATIVAS devem ser observados os seguintes itens: . Baixa celularidade ou escassez celular. Caixa para remessa. com artefatos ou muito hemorr icas que prejudiquem a interpretaç % ou mais das c lulas epiteliais presentes. O resultado seguir †‰ (d€–uê d(—€d(‡ ‘uˆu‰ —u” Ÿ ˆu‰ No caso de material PARA AN LISE CITOLÓGICA DE SECRE“ ÕES. . A ltima lâmina em torno do 26 o a 28o dia do ciclo. . Duas lâminas para a confecç . . caso contr rio. . Ressecamento da amostra antes da fixaç . As coletas devem ser realizadas na parede vaginal (1/3 superior). .

2. que engloba displasia moderada / NIC II. Les o Intraepitelial de Alto Grau (HSIL). Adenocarcinoma Extrauterino. 3. Carcinoma de C lulas Escamosas. Les o Intraepitelial de Baixo Grau (LSIL). C lulas endometriais citologicamente benignas em mulheres pós -menopausadas. Adenocarcinom specificado.INTERPRETA{n‘ O DOS RESULTADOS CITOLÓGICOS No Sistema de Bethesda as les es cervicais escamo o divididas em 4 categorias: 1. displasia acentuada / Carcinoma in situ / NIC III. † ª v©v ô d(‘€ˆu‰R” ” • O DESCRI CLASSES Classe I Classe II Classe II Classe II Classe III Classe III Classe III Classe IV Classe V ” • O NIC GRADA– NORMAL Atipia reativa ou neopl} sica HPV Atipia com HPV Displasia leve Displasia moderada Displasia acentuada Carcinoma in situ Câncer invasivo Normal Atipia HPV Atipia. ˆ † ˆ † v v©v õ ô ™” † As anormalidades glandular o divididas em: 1. 5. Atipia em C lulas Glandulares de Significado Indeterminado ( AGUS ). que engloba displasia leve / NIC I e alteraç s celulares associadas com o HPV. 6. 3. PARDINI . atipia condilomatosa ou coilocitótica NIC I NIC II NICIII NIC III Câncer invasivo SISTEMA DE BETHESDA Normal ASCUS SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de alto grau SIL de alto grau SIL de alto grau Câncer invasivo 368 Instituto de Patologia Clínica H. 4. Atipia em C lulas Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS ). 2. Adenocarcinoma Endometrial. 4. Adenocarcinoma Endocervical.

Dra. Dra. Adriano Jos¢n£ e Souza Cristiane Nunes Martins Maria C¢ lia Caetano Maria Helena de Albernaz Siqueira Ros lia Morais Torres ¤ AGENDAMENTO PRÉVIO PO R TELEFONE Instituto de Patologia Clínica H. coloca à disposiç š o de seus clientes os mais modernos recursos tecnológicos n ›Œœ rea de imagem. Dra. Dr. Dra. Assis de Souza Gl  ucia Mara Dias Câmara Henrique de Carvalho Jož o Fabiano Rodrigues JŸ lio Gontijo Fernandes Luciana Costa Silva Luciana Coutinho Malta Luciene Mota Andrade Mônica Rodrigues Faria Patrícia Cristina S. PARDINI 369 . Alessandra Teixeira Lanna Fabiana Paiva Martins Fabrícia Saraiva Lanna Francisco Afonso S. Dra. L Fernandes Raquel Fulg  cio Gazoli Renata Lana Arze Ronaldo Magalhžj¡ s Lins Ulisses Campanha Parente CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA RESPONS VEIS – ECOCARDIOGRAFIA r Dr. Dr. Dra. Dra. atra —™˜ s do seu departament o de diagnóstico por imagem. Dr. Dr. Dra. Dr.O Laboratório HERMES PARDINI. Dra. Dra. Dra. Dra. Dra. Dra. Dr. Dra. IMAGINOLOGIA EQUIPE MÉDICA Dra. de Melo Giuliana G.

§ ¦ o de alta precis¦ o nas imagens cardíacas e vasculares. aspectos anatômicos e funcionais das v lvulas e contratilidade segmentar mioc rdica. As imagens obtidas s¦ o armazenadas na memória do equipamento. Ilíaca e Abdominal Detecç o e quantificaç struç es arteriais da aorta abdominal e seus ramos. sinais de isquemia mioc rdica. sobrecarga de câmaras cardíacas. possibilitando acesso r© pido e f© cil ao exame. ELETROCARDIOGRAFIA Eletrocardiograma Detecç o de arritmias cardíacas. ‘uˆu‰R‰um ˆu‰»—ud ˆ s patologias obstrutivas do segmento arterial. ECOCARDIOGRAFIA (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Ecocardiografia Bidimensional Avalia estruturas anatômicas – mioc rdio (espessura e contratilidade). PARDINI .  Ecodoppler pulsado e contínuo . Avaliaç ˆu‰Û—udۖud “ t ncia venosa dos sistemas superficiais e profundo e do estado funcional. tais como os aneurismas. visan do detecç ˆ€‰ Duplex Scan Arterial (Membro superior e inferior) Duplex Scan da Aorta. Projetados para obten  conferindo ao exame maior confiabilidade diagnóstica.CARDIOLOGIA Os equipamentos disponíveis re ¥ nem a tecnologia mais recente e sofisticada para aquisiç¦ o de imagens Bidimensionais. 370 Instituto de Patologia Clínica H. bem como fraç o de ejeç  ˆ ˆu‰R” m repouso e stress. Doppler e Mapeamento de fluxo a cores. v lvulas e peric rdio. bem como das dilataç es localizadas (aneurismas) deste segmento. tortuosidades e trombos no segmento extra craniano.  ˆ€‰    Ecodoppler de Stress Farmacológico Avalia a contratilidade mioc rdica segmentar do VE e VD. quantificando o grau de obstruç strutivas. ˆu‰R” de patologias ˆ€‰(—€”(‰€m ™ ™ Ecodoppler de Carótidas com mapeamento de Fluxo a cores Afastar ateromatose.Ecodoppler com mapeamento de fluxo a cores Avalia e quantifica tamanho do coraç . ˆ  DUPLEX SCAN (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Duplex Scan Venoso (Membro superior e inferior) Avaliaç de refluxo. podendo tamb¨ m ser gravada em disco ótico.

vias biliares. do volume. identificar hemorragias. derrames articulares. morfologia e textura tir eoidiana. pâncreas. ultra-sonografia panorâmica e harmônicas de tecido. próstata e vesículas seminais. pequenas partes. MEDICINA INTERNA Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL-HDI 5000 SONO CT/ATL-HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Abdominal Superior (Fígado. † ‘€ Próstata via Abdominal Avaliaç Avaliaç †  ™”  “ ™ Próstata via Transretal morfológica da bexiga. Vias Biliares.ULTRA SONOGRAFIA Est¦ o disponíveis para nossos clientes todos os exames relacionados à ultrasonografia incluindo medicina interna. m sculos. ureteres e bexiga). Pâncreas. pesquisa de nódulos. rins. vias biliares. ’uˆu‰ s abdominais (fígado. Articulaç¬ es Avaliaç M­ sculos Ten ®¯¬ es Cervical Avaliaç Avaliaç Avaliaç anatomia e morfologia muscular. etc). pâncreas e baço). Estamos oferencendo. forma. observar m formaç s cong nitas. varicocele. ÓRG‘ OS E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS OU PEQUENAS PARTES (ACUSON SEQUOIA/TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/ TOSHIBA TOSBEE) Tireóide Avaliaç volume. Avaliaç Abdominal Total (Abdômen Superior + Rins. portanto. ˆu‰ ’uˆ uˆ ‰ uˆ ‰ ’uˆ uˆ ‰ ˆu‰ uˆ ‰ de ór os do abdômen superior (fígado. objetivando o diagnóstico de alteraç s inflamatórias e Glândulas Salivares Globo Ocular Avaliaç câmara anterior do olho. avaliaç fluxo sanguíneo tireoidiano. Os nossos equipamentos possuem os recursos mais recentes. presença de nódulos) e vesículas seminais. ginecologia. Bolsa Escrotal Avaliaç ˆu‰Û—u‰ ˆu‰ ™ ˆu‰î—€d  ˆu‰ —udýdu‘ud ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰»—ud ˆu‰ de tend es. Pesquisa de les s expans ivas. punç ª es e biópsia dirigidas por ultra -som. glândulas salivares . linfonodos. do humor vítreo. a ultra-sonografia 3D. PARDINI 371 ™” . parede posterior do globo. identificar hidrocefalia. ‡ ˆu‰Á—ud  s características do ™ ™” ™” ˆ morfológica de estruturas cervicais (tireóide. observar processos inflamatórios do enc falo e meninges. etc. incluindo a tecnologia tridimensional. Avaliaç traum ticas. que permite reconstruç ª es de superfície e multiplanares com alta resoluç¦ o. bexiga de ór os do aparelho uri rio (rins. morfológica de glândulas salivares parótidas e submandibulares. textura. cistos e neoplasias. obstetrícia. baço. nervo óptico e musculatur a extrínseca da órbita. etc. vesícula biliar. observar m formaç es vasculares. reas de distens o e/ou rupturas. Instituto de Patologia Clínica H. morfologia e textura dos testículos e epidídimo. ligamentos. gordura retrobulbar. Vesícula. ve sícula biliar. isquemia e infarto intracraniano. da próstata (volume. tomia e morfologia dos tend es. pesquisa de coleç s. Baço) Avaliaç morfológica de ór e retroperitônio). Retroperitonio e Bexiga) Aparelho Urin « rio (Rins e Bexiga) Craniana – Transfontanela Avaliaç morfológica do enc falo.

Coleç³ es Obtenç material origi rio de ór citológicas. para determinar sua ocorr ci o momento da ocorr cia. 372 Instituto de Patologia Clínica H. medida da espessura endometrial. espontânea ou induzida. hist ológicas e/ou outros. MAMOGRAFIA (GE-DMR) Mantemos equipamentos que possibilitam a descoberta de sutis mudanças de densidade em todos os tipos de tecidos. estruturas ou cavidades profundas para exames bacteriológicos. líquido amniótico. tero e anexos. PARDINI .ULTRA SONOGRAFIA GINECOLÓGICA Mama Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Obst° trica ˆu‰R—u”Rdu‘u‰ rmalidades clinicamente suspeitas ou como complemento da mamografia. etc.Órg² os profundos . P° lvico Endovaginal P° lvico Endovaginal para Controle de Ovulaç² o ˆu‰ uˆ ‰ ”Á‡ ˆu‰ ˆ e avaliaç ˆu‰R—u” malformaç es. permitindo otimizar o contraste com a § ¦ o. placenta. (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Próstata Avaliaç uˆ ‰à—€” ˆu‰ ‘u ’uˆu‰ s. produzindo imagens de excelente qualidade aliada à experiência de nossos profissionais. O US lvico transvaginal permit lise mais detalhada da morfologia ovariana. “€‘ R ” ud €‘  “u‘ dÁ‰Á‘uˆ€‰Á” P yzz{ ÕES E BIÓPSIAS D IRIGIDAS POR ULTRA SONOGRAFIA Tireóide – Mama – Massas . detalhada da morfologia Acompanhamento seriado da ovulaç . da próstata e coleta de material para exame histológico. ™ tero e anexos. Acompanhamento da gestaç Obst° trica Morfológica An lise cuidadosa da anatomia fetal para detecç P° lvico Feminino (supra-p ± bico) Avaliaç Avaliaç morfológica d  ˆ€‰(”Rd ˆ —€”(‡ – † ˆu‰ valiaç o do embri o ou feto. menor dose possível de radia – Aparelhos que verificam automaticamente todos os parâmetros diagnósticos.

) para diagnóstico e ava liaç lteraç s cong nitas. degenerativas e/ou trauma. intervert ebrais e canal medular. neopl sicas. Tomografia Computadorizada da COLUNA DORSAL (TORACICA) Avaliaç morfológica das v rtebras tor cicas. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “  Tomografia Computadorizada de SELA TÚRSICA Avaliaç morfológica da hipófise e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. sacro-ilíaca. ri ns. degenerativas e/ou trauma. coxofemorais. PARDINI 373 “ ˆu‰ ˆu‰  ˆu‰á—u” alteraç es ™ ˆ€‰(—€”(–€d ‰u‘€’u“u‘  . neopl sicas. inflamatórias. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. intervertebrais e canal medular. alças intestinais) alteraç s co itas. este aparelho permite alta velocidade na aquisiç¦ o e formaç¦ o de imagens. avaliaç tologia c itas. tornamos o exame mais confort© vel para o cliente. espaços subaracneideanos. e possibilitamos melhor aproveitamento do contraste. inflamatórias . inflamatóri as. punho. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. degenerativas e/ou trauma. d iscos. neopl sicas.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Com tecnologia subsecond e um potente tubo gerador. Tomografia Computadorizada de COLUNA LOMBAR Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. musculo extra -oculares. discos. etc. Instituto de Patologia Clínica H. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. baço. neopl sicas. joelho e p s para diagnóstico e avaliaç e alteraç s c itas. neopl sicas. vias biliares. Reduzindo o tempo. neopl sicas e/ou degenerativas. neopl sicas. Tomografia Computadorizada do ABDOME Avaliaç morfológica de ór para diagnóstico e avaliaç ˆu‰ ˆu‰ Tomografia Computadorizada das ARTICULA´ ÕES Avaliaç morfológica de articulaç s esterno -clavicular. pâncreas.  ™ ” ‰u‘€’u“u‘  Tomografia Computadorizada de COLUNA CERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. inflamatórias. neopl sicas e/ou degenerativas. Tomografia Computadorizada DINÂMICA (ANGIOTOMOGRAFIA) Avaliaç morfológica de vasos sanguíneos em diversas partes do corpo. dis cos. inflamatórias. Tomomielografia Avaliaç morfológica do canal medular e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. inflamatórias. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç es c itas. ˆu‰ö’u—uˆu” ‰ ™ ” ‘u’u“u‘ ™” ˆu‰«— †     s abdominais (fígado. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. neopl sicas. ˆˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆˆu‰ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u† “u‘ ™ ’u† “u‘  ˆu‰Û—u”Ûd ™ lteraç es Tomografia Computadorizada de CRÂNIO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. ombros. inflamatórias. cotovelos. estrutura óssea. nervo óptico. meninges. intervertebrais e canal medular. neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. Aliada a profissionais altamente especializados oferecemos a melhor qualidade de imagem e a certeza de um diagnóstico preciso. inflamatórias. ˆ€‰(—€”(d ™ ‰€† ‘u’u“u‘  Tomografia Computadorizada das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (globo ocular.

ov rios. Tomografia Computadorizada da PELVE / BACIA Avaliaç morfológica dos ór s lvicos (bexiga. inflamatórias. Tomografia Computadorizada do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (Par uima pulmonar. inflamatórias. Faringe. neopl sicas. inflamatórias. Tomografia Computadorizada de ATM Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas.  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆ ™ “u‘ Tomografia Computadorizada de MASTÓIDES / OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. Pernas e P s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. para diagnóstico e avaliaç alteraç es cong itas. próstata. Vasos cervicais. Tomografia Computadorizada dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morfológica de segmentos apendiculares (Braços. Esôfago) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong nitas. Antebraços. vasos. inflamatórias. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. Tomografia Computadorizada de PESCO´ O Avaliaç morfológica de estrut uras cervicais (Glândulas Salivares. neopl sicas. M sculos. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas e/ou degenerativas. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. inflamatórias. tero. neopl sicas. Tireóide. Coxas. Laringe. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Tomografia Computadorizada de SEIOS DA FACE Avaliaç morfológica dos seios da fase para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. Linfonodos. ™ ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆu™ ‰ ” – † ˆu‰ ‡  ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ™ ” ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆ€‰ ™ ”   ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” ˆu‰í— lteraç s  e “u‘ “u‘ ‡    ˆu‰¿—u”¿d ™ ” ˆ “ † “ u ‘ “€‘uë 374 Instituto de Patologia Clínica H. neopl sicas. PARDINI . coraç o.

ligamentos. inflamatórias. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç s c nitas. cartilagem articular e etc.. inflamatórias. Ressonância Magn° tica de PUNHO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . inflamatórias. Ressonância Magn° ti ca do ABDOME Avaliaç morfológica de órg os abdominais (fígado. ligamentos. inflamatórias. vias biliares. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. PARDINI 375 . neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. ligamentos. degenerativas e/ou trauma. intervertebrais e canal medular. inflamatórias. cartilagem articular e etc. degenerativas e/ou trauma. tend s. espaços subaracneideanos. rins. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. com tecnologia phased array e gradientes de alta performance. Este equipamento permite a realizaç¦ o do exame em menor tempo. meninges. neopl sicas. Ressonância Magn° tica de COLUNA C ERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. tend s. vasos. discos. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. tornando -o mais agrad©¹¸ el para o paciente e mantendo sua qualidade. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . degenerativas e/ou trauma. Ressonância M agn ° tica da PELVE Avaliaç morfológica dos órg s lvicos (bexiga. €m Ressonância Magn° tica de COTOVELO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. inflamatórias. neopl sicas.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉ TICA (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1.5 T) existente no mercado. neopl sicas. Instituto de Patologia Clínica H. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ u ‰ ⠗ u ” â d ™ ” ‘u’u“u‘    Ressonância Magn° tica do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (par ima pulmonar. inflamatórias. ˆu‰R—u”Rd ’uˆu‰ ™ ”  “u‘ “u‘uë ˆ u ‰ R — u ” R d ˆu‰ ™ ” – † “ u ‘ ‡ ˆ€‰(—€”(d ™ ” ‰€‘u† ’u“ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘u‘ — ™ ” ˆu‰ Ressonância Magn° tica de CRºt» IO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. cartilagem articular e etc. degenerativas e/ou trauma. tero. discos. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. intervertebrais e canal medular. Ressonância Magn° tica da COLUNA TOR¼ CICA Avaliaç o morfológica das v rtebras tor cicas. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. § ¦ o de seus cliente equipamento O Laboratório HERMES PARDINI coloca à disposi  com o mais alto campo magn¨ tico (1. neopl sicas. neopl sicas degenerativas e/ou trauma.. discos. intervertebrais e canal medular. degenerativas e/ou trauma. alças intestinais e estruturas vasculares) para diagnóstico e avaliaç lteraç s co itas. l ios. neopl sicas. bursas. inflamatórias. bursas. próstata.5 T) A qualidade de imagem em Ressonância Magn¨ tica est© diretamente ligada à potência e ao campo magn¨ tico do equipamento.. te s. pâncreas. baço. bursas. ov rios. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . ˆˆu‰ ˆˆ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u“u† ‘ ™ ’u“u† ‘ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ”        Ressonância Magn° tica de COLUNA LOMBO -SACRA Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. coraç . neopl sicas.  Ressonância Magn° tica do OMBRO Avaliaç morfológica da estrutura óssea.

faringe. bursas. musculo extra -oculares. l ios. te s. degenerativas e/ou trauma. pernas e p s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. neopl sicas. neopl sicas. neopl sicas. l ios. Ressonância Magn° tica das ARTICUL t ¾ ½ ÕES T ¿ MPORO-MANDIBULAR Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. ligamentos.. cartilagem articular e etc. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. m sculos. degenerativas e/ou trauma. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u”u‘ ‘u— ™ ” ‰u‘€’u“u‘ ˆu‰  um  um  um      Angiografia por RM (Por segmento) Avaliaç morfológica de vaso s sanguíneos em diversas partes do corpo. linfonodos. inflamatórias. neopl sicas. ligamentos. nervo óptico. ligamentos. cartilagem articular e etc. esôfago) para diagnóstico e avaliaç alteraç s con itas. neopl sicas. t s. neopl sicas e/ou degenerativas. bursas. l ios. degenerativas e/ou trauma.. vasos cervicais. estrutura óssea. degenerativas e/ou trauma. etc. inflamatórias. inflamatórias. coxas. ™ ” ‘€’u“u‘  Ressonância Magn° tica de OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. l bios. Ressonância Magn° tica do PÉ Avaliaç morfológica da es trutura óssea. laringe. inflamatórias. antebraços. PARDINI . para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. neopl sicas e/ou degenerativas.5 T) Ressonância Magn° tica de PLEXO-BRAQUIAL Avaliaç morfológica dos componentes do plexo braquial para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong nitas. bursas. degenerativas e/ou trauma. cartilagem articular e etc. ligamentos. degenerativas e/ou trauma. ˆ€‰(—€”(–€d Ressonância Magn° tica das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (glo bo ocular. neopl sicas. bursas. tend s. “ ˆu‰ ‡  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ˆ ™ ˆ€‰ —u” ™ ” ’u“€‘  ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” † lteraç s Ressonância Magn° tica dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morf ológica de segmentos apendiculares (braços. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas..RESSONµ·¶ CIA MAGNÉTIC A (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. cartilagem articular e etc. neopl sicas. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. ™ ˆu‰ “u‘  ˆ 376 Instituto de Patologia Clínica H. Ressonância Magn° tica de PESCO½ O Avaliaç morfológica de estruturas c ervicais (glândulas salivares.. inflamatórias. tireóide. neopl sicas. inflamatórias. Ressonância Magn° tica do JOELHO Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea.) para diagnóstico e avaliaç de alteraç s co itas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ Ressonância Magn° tica de articulaç³ es COXO -FEMORAL Avaliaç morfoló gica da estrutura óssea. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” Ressonância Magn° tica de Tornozelo Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. te s. avaliaç tologia c itas. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias.

. . . ÂÄÃÆÅ ÇÉÈÆÇËÊÍÌΊϐÊnÐnʒÃÒÑ–ÊÓ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙÆØÚÖÜÛÞÝà߯áâ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙnÙäãÎ×åÝàßbØæ×ÒÝ . . . MAMOGRAFIA . . . CONTRASTADO (PHILIS-DUO DIAGNOST) Avaliaç ˆu‰ uˆ ‰ ˆu‰ anatômica. utilizando equipamentos telecomandados. . $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 SCT¡U V0W¡V£XEY§W`Ia&U bdceW©U YEfQa&gHh¥i SCT¡U V0W¡V£X§XqpVfarW©Vf SCT¡U V0W¡V£XEsHW Yts3Supwv6W SCT¡U V0W¡V£X¡`5S7sBU h xCy¡€ 0‚¡£ƒ§„…€ 0‚ƒ§y†§‡7‚ . . CONVENCIONAL (PHILIS-BUCKY DIAGNOST TS) Avaliaç anatômica e morfológica de órg s e estruturas. . .RAIO X Atrav¨ s de sistemas mistos de radiografia e fluoroscopia. Instituto de Patologia Clínica H. . PARDINI 377 . . . $&%' (0)(£1§1PD(8Q4R)©(8 x&y€ 0‚£ƒEˆ¥‚‰ ƒ§ƒPx6¥‘"’“tx”€ † x&y€ 0‚£ƒ§•5‚‰&‰6ƒB€ ‰C† –&—˜ ™0d™£e§f˜ ™0d©™e…g"dhR™¡˜ i –&—˜ ™0d™£e§j5dh&hrkQf©d –&—˜ ™0d™£e§j3e5h6—7dh6™£k@ik—7l¥eB˜ h6k ULTRA-SONOGRAFIA . proporcionamos a possibilidade de exames precisos e de f¹ © À il realiza §–¦ o em todos os tipos de aplicaç Á es do Raio -X. REALIZ€‚{ƒ‘ O ECODOPPLERCARDIOGRAFIA . . . . ùÄÿÆý Éö   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¥ ¢¨    £¢Íõö ÷zõ`ù¹ú˜û¯ö    £¢Íõö ¨ ¢§¢jù¯þ ü"!# ùóý  $&%' (0)(£1§231546%7)46(£8@98%7A¥1B' 468 ùìÿÚý Éö ùìÿÚý Éö DUPLEX SCAN .   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¢¥¨   ö© ¡¢Æöæý ÷¨ þ ùÄÿÆý  Éö¡ £¢§ä ¢ ú b ¨ ö©  ùÄÿÆý É   ö¡ £¢ ü ùtõ ý þ ùÄÿÆý Éö ùÄÿÆý . ç’èæéËêìënëäí™î’ïÎðËñzíóò ô õ’öø÷zõbùóú˜û¯ö ü ùóõjý þ ELETROCARDIOGRAFIA . morfológica e funcional de ór ’uˆ€‰ s e estruturas. . .

378 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

PARDINI 379 . Hermes Pardini MEDICINA NUCLEAR ˜ uma especialidade m ˜ dica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo de maneira segura e indolor para diagnosticar e tratar doenças precocemente com possibilidade de melhor prognóstico. doenças parasit rias. JontR Ribamar Villela Dra. com diferença superior a 2 segundos entre os hemisf rios cerebrais. ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰   † ˆu‰R—u” ‡ ˆu‰R” ˆ   “ Instituto de Patologia Clínica H. doença metast tica. dist rbios hematológicos. hiperostosis frontalis. doenças neopl sicas/linfoma/leucemia. doenças císticas. anormalidades de tamanho/posiç funç o. Indi o: Doenças neopl sicas. doenças vasculares. õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰  ™” ˆ Cintilografia Espl T nica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Indi o: Asplenia/ectópia. doenças infiltra tivas. Administraç de inibidor de receptor H 2 conforme peso e faixa et ria (Cimetidina). Interpreta o: Distribuiç homo radiof rmaco em todo o sistema retículo -endotelial espl nico. ­ õuó€ô © 8ˆ õuó€† ô † “ ó€ô ó€ô   † ˆu‰R—u” ™ ” u‘ uˆ ‰ † Cintilografia para Divertículo de Meckel ­ Preparo: JO 6h. Ivana Moura Abuhid Dr. Cintilografia Cerebral Preparo: Administrar perclorato previamente ao exame. met stases. Interpreta o: Aus ncia de concentraç s anômalas do radionuclídeo em regi o abdominal. Indi o: Divertículo de Meckel. Obser o: N o m todo de escolha para determinaç les s expansivas (CT ou RMN).m MÉDICOS RESPONS VEIS: Dr. Interpreta o: Fluxo sangüíneo cerebral sim trico. baços e acessórios. displasia fibrosa e morte cerebral.

cistos. doenças h ticas difusas. Processos neopl sicos. ­ õuó€ˆ ô © 8õuó€ô ó€ô ˆ † ˆu‰ † “ ˆ  Cintilografia Hep e tica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Distribuiç m a atrav s do par uim tico. Interpreta o: Visualizaç o da vasculatura abdominal e aus ncia de formaç o de “lagos” de hem cias marcadas que podem indicar a presença de sangramento intestinal ativo. PARDINI . A presença de les s ocupantes de espaço (tumores. pesquisa Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos. síndrome de Budd-Chiari. focos infecciosos. Obser o: Pode-se fazer o acompanhamento at por 24 horas. É utilizado para detectar abcessos. cistos. Útil para detectar a presença de hemangiomas. estadiamento de linfomas e estudo de febre de etiologia obscura. õuó€ô ˆu‰ “ ó€ô ™   Cintilografia Hemorragias Gastrointestinais. ­ † õuó€ˆ ô ˆ ¡ ”u–u d ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰€’u“u‘u” † “u‘uë d ¡ ”u–u 380 Instituto de Patologia Clínica H. melanomas. Controle evolutivo de linfomas. Interpreta o: O radiof rmac depurado da circulaç lo Sistema Retículo Endotelial (SRE) representado no fígado pelas c lulas de Kupfer. Dulcolax). hemangiomas) produzir reas de hipoconcentraç s mapas cintigr ficos. Indi o: Hemorragias digestivas baixas ativas e n ativas. Útil tamb m para avaliar a morfologia e topografia do baço e/ou presença de baços acessórios. õuó€ˆ ô † ˆu‰R—u” ó€ô  ‰ † † « ˆu‰ö–u” ™ ” ˆu‰«‘€‰ ”u–u ˆu‰å—ud  † Cintilografia Hep e tica com Hem e¦s ias marcadas Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos .Cintilografia com G e lio ­ Preparo: Laxantes intestinais para exoneraç intestinal quando a rea de interes se for o intestino (Agarol®. Indi o: Detecç o de hemangiom tico. doenças infecciosas. traumas. Indi o: Neoplasias. obstruç veia cava inferior. miocardites. Indi o: Processos inflamatórios. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es anômalas do radiotraçado.

carcinoma medular da tireóide. traumas e fraturas. aus cia de concentraç s focais ou difusas em ossos do esqueleto.Cintilografia de Infarto Agudo do Mio s¦e rdio. transtornos osteo -metabólicos. em episódios de IAM ocorre deposiç o de pirofosfato n rea peri -infarto. Indi o: Tumores ósseos prim rios malignos. Interpreta o: Fluxo sangüíneo sim trico. estratificaç risco pós infarto do mioc rdio. Indi o: Feocromocitoma. ˆ ­ õuó€ô “ ó€ô uˆ R ‰ u— ‰ ™ ˆ †  ˆ d␠‘udݐ † ï š ¡ Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina ­ Preparo: Efetuar o bloqueio da tireóide com substâ ncias iodadas (lugol/xarope de iodeto de pot ssio). Interpreta o: Aus ncia de concentraç es de pirofosfato em partes moles rea para-esternal esquerda. tumores ósseos benignos. Hipoconcentraç es indicam processos isqu micos e/ou infarto mioc rdico antigo. cólon e bexi fisiológica e normal. Interpreta o: Aus ncia de hiperconcentraç o anômala do MIBG. osteonecrose. Indi o: Pesquisa de isquemia mioc rdica. doença metast tica. síndrome carcinóide. õuó€ô  “ ó€ô ’ud † ˆ   Cintilografia Mio s¤e rdica Perfusional ­ Preparo: JO 6h. PARDINI 381 . neuroblastoma. Obser o: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico. rea cardíaca. A presença em glându las salivares. fígado. infecç . tumores de partes moles. diagnóstico diferencial das miocardiopatias. Preferencialmente. Estado de hidrataç raz vel aconsel vel. adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol. Interpreta o: Distribuiç iso -hom nea do radiof rmaco em todos as paredes mioc rdicas. realizar entre 12 a 72 horas após acidente cardiovascular. pesquisa de viabilidade mioc rdica. at oras após o episódio agudo. Indi o: Diagnóstico e localizaç infarto agudo do mioc rdio. Informar medicamentos em uso. õuó€ô © 8õuó€ô ó€ô ˆu‰ ‰€’u““  ˆu‰ö—€”     ™ Cintilografia Óssea Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. ˆ ¡ ­ õuó€ô ó€ô  † ˆu‰Á—€” † ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ‰u †  ™” Instituto de Patologia Clínica H. tumores do sistema APUD. estudo de próteses articulares. pesquisa Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos.

Interpreta o: Adequadas captaç . ˆ ­ õuó€ô ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰u’u“€‘u”ud¿—u‰ † ˆu‰ ˆu‰Rdu‘ ©8õuó€ô † ˆ ˆu‰ý—u” u— × ” Cintilografia Refluxo Gastro-Esofe gico. ocorrer wash-out tireoidiano persistindo apenas a imagem das paratireóides (dupla fase). avaliaç sistemas coletores dilatados. Aus cia de processos obstrutivos. hipoconcentraç s Obser o: Deve ser associado à Cintilografia Pulmonar Ventilatória. Interpreta o: Primeiramente. õ u ó € ô ˆ u ‰ « — € d « – ˆu‰«—€‰«” ˆu‰Ó’u “ ó€ô õuó€ô  uˆ ‰Ý—ud ˆu‰ ó€ô ˆˆ€€‰‰(—€” u’  ¡ ˆ€‰ † d u† ’ Cintilografia Renal Dinâmica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. avaliaç s uropatias obstrutivas. avaliaç funç renal d iferencial. Indi o: Utilizado na correlaç com a cintilografia pul monar de perfus ra o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Indi o: Detecç o de paratireóides anormais nos casos de Hiperparatireoidismo (adenomas. pesquisa ­ Preparo: Adulto: JO 12h. Melhor localizaç o pr -operatória da glândula paratireóide anormal. com exceç flebografia radioisotópica de membros inferiores. A presença reas de ¥o molas. diagnóstico de hipertens renovascular. õuó€ˆ ô ˆ ó€ô õuó€ˆ ô † ˆ † † † ˆu‰R—u”  Cintilografia Pulmonar Inalatória ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. ˆu‰ ˆ ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰ ˆu‰R—u” ˆu‰÷–ud Cintilografia Pulmonar Perfusional Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. defeito dos mecanismos de clearence esof ico. diagnóstico/prognóstico das hidronefroses. Interpreta o: Distribuiç m traçador em todo o campo pulmonar. aumento de secreç strica. Interpreta o: Distribuiç homo s aerossóis em ambos os campos pulmonares. doença de vias reas superiores recorrentes. Indi o: Reduç ress sfíncter inferior do esôfago. pr -operatório de lobectomias e pneumectomias. ­ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Ý—  ˆu‰R—ud ˆ€‰ ˆu‰z—ud “u‘ 382 Instituto de Patologia Clínica H. durante esse lapso. hiperplasia e carcinoma). concentraç e excreç o radiof rmaco por ambos os rins. rnia hiatal. Avaliaç o/acompanhamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas. Criança: JO 6 a 8 horas. Indi o: Tromboembolismo pulmonar.Cintilografia das Paratireóides ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. PARDINI . Indi o: Avaliaç perf us renal. Interpreta o: Aus ncia de episódios de Refluxo Gastro -Esof ico e Aspiraç Pulmonar. esvaziamento g strico retardado. podendo indicar presença de Tromboembolismo Pulmonar. obt m-se a imagem conjunta de tireóides e paratireóides e. acompanhamento de patologias renais parenquimatosas.

avaliaç o de massa s em regi o cervical e mediastino. avaliaç o da mobilidade das paredes mioc rdicas. õuó€ô ™ ” ˆ ó€ô –u ‰€‘u ˆ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ˆu‰å—€‰ Instituto de Patologia Clínica H. conformaç volume renais. presença de hipoconcent raç . movimentaç r egional de paredes mioc rdias. diagnóstico de hidronefroses. rins direito e esquerdo eutópicos. tors testicular. Interpreta o: Posiç . tumor. corticais. com distribuiç o homo iforme do radiof rmaco no córtex renal. † ­ õuó€ô  Cintilografia da Tireóide e Capt¢ £¤¥ o ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). avaliaç o das miocardiopatias. Obser o: Deve ser associado à cintilografia renal dinâmica com ou sem diur tico. Interpreta o: Fornece informaç o sobre o status funcional. homogeneidade na distribuiç radiotraçador e presença de nód ulos. dificuldade para exame físico. cicatrizes.Cintilografia Renal Est e tica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. diagnóstico de doença arterial coronariana atrav s da correlaç s exam es esforço -repouso. localizaç . avaliaç o das valvulopatias/especialmente insufici ncia aórtica. ectopias renais e determinaç o da funç renal diferencial. Indi o: Avaliaç funç ventricular global e regional. Indi o: Disfunç s tiroidianas. ­ ˆ õuó€ô  ˆ ˆuó€‰ ô ˆ€‰ö” †  ˆu‰ ©8õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰ —ud uˆ ‰ †  ˆ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰R—u”R” ˆ€‰ ˆ ˆu‰R—u”R” ˆu© ‰ A@ ˆu‰Á—u”Á–€” ˆ€‰(—€” õ€óuô ˆu‰ ˆu‰ ’u“u‘€dö—u‰ ˆu‰ ˆ ˆ ’u“u‘u”udÛ ” u‘ † † ˆu‰R—u” ˆ ˆu‰ ˆ Cintilografia Sincronizada de Câmaras Cardíacas Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. hidrocele. abcesso. história de irradiaç em cabeça e pescoço. nefropatia do refluxo. aumento do tamanho glandular. Indi o: Epididimite. espermatocele. Normocinesia na movimentaç ­ ™” ˆu‰Ý—ud ˆu‰ì—€” ˆ ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ “† ˆu‰  ˆ€‰(—€”(–€d ˆ ˆ Cintilografia Testicular Preparo: Administraç rclorato de pot ssio para bloquear captaç o tiroidiana. determinaç fraç ejeç o global dos ventrículos esquerdo e direito em condiç s basais de repouso e após esforço. N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. volume. de morfologia e volume sim tricos. ± 5%. Valores normais: Fraç jeç redes. Indi o: Avaliar posiç o e tamanho renais. Intepret o: Concentraç homo radiotraçador em ambos os testículos com intensidade igual e/ou menor que das coxas. Interpreta o: Determinaç da fraç jeç o global e regional. PARDINI 383 . C lculo da funç renal diferencial revela contribuiç o sim trica dos rins para a funç o renal. diagnóstico de pielonefrite aguda. nódulo tireoidiano pal vel. quantificaç de Shunts intracardíacos esquerda-direita.

anormalidades cong nitas. ó€ô ˆu‰«—u‰ † ˆu‰R—u” ˆ uˆ Û ‰ u— à d– resença de refluxos. Indi o: Hidroc falo comunicante. pneumonites. õuó€ˆ ô ˆ ó€ˆ ô † ˆ ˆ€‰(—€” † †d 384 Instituto de Patologia Clínica H. cistos. Indi o: Obstruç o dos canalículos. colestase neonatal. avaliaç pat cia de Shunts. PARDINI . Obs. atresia de vias biliares em neonatos. Indi o: Doença hepato -biliar. ­ õuó€ô † ó€ô õuó€ˆ ô õuó€ˆ ô † † ‰ ‘uˆ€‰ ˆ u ‰ ì — € ” “u‘ †d † † † Cistografia radioisotópica direta ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. estudo das anormalidades na cintilografia coloidal. Interpreta o: Migraç o por capilaridade do radiotraçador atrav s dos canículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem atrav s do ducto naso-lacrimal bilateralmente at s cavidades nasais.Cintilografia das Vias Biliares ­ Preparo: Adulto: JO 4h. õuó€ô “ ó€ô ™” ‡ † Cisternografia Cerebral Preparo: JO 6h. Extravazamento do LCE do espaço aracnóide indica a p resença de fístula anormal resultante em rinorr ia ou otorr ia. Interpreta o: Pulm ireito: 66 ± 21 min. complicaç s pós -cir rgicas do trato biliar. Global: 60 ± 7 min. ô— uˆˆuó€‰R ‰R” † ˆ€‰(—€” uˆ ‰ † Dacriocintilografia ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Útil para Clearence Pulmonar de DTPA ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. hidroc fal comunicante. Indi o: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. Indi o: Processos inflamatórios pulmonares intersticiais.: Valores abaixo de 2 sd s considerados anormais. Interpreta o: Fluxo normal atrav s das cisternas basilares e dos ventrículos at tingir o v rtex. obstruç o do ducto naso -lacrimal. Pulm squerdo: 62 ± 18 min. Interpreta o: Determinaç volume de repleç o. diagnóstico de fístulas liquóricas. Criança (com suspeita de atresia de vias biliares): prescrever fenobarbital 5 dias pr vios ao exame. volume residual e verificaç avaliar nefropatia de refluxo. Interpreta o: Colescistite aguda/crônica.

aus cia de colateralizaç fluxo ou fenômenos obstrutivos. Indi­ o: Paliaç õuó€ô ˆu‰ ˆu‰Rd  da dor óssea metast tica. õuó€ô ˆ€‰(—€” ˆ€‰(—€”  † Dose Terap T utica p/Tratamento da dor óssea c/Sam e rio -153 Preparo: ¡ Bom estado de hidrataç consel vel. Indi o: Diagnóstico de gastrites e lcer strica e duodenal causada pelo H. Indi o: Pesquisa de tecido tireoidiano remanescente pós tireoidectomias totais. Estudo de Viabilidade Mio s¤e rdica Preparo: N o haver realizado exames pr vios c/ utilizaç radioisótopos. Indi o: Diagnóstico de trombose venosa profunda dos membros inferiores. Interpretaç o: Comparaç s cortes dos estudos adquiridos estabelecendo crit rios p/regi s do mioc rdio que sejam vi veis vi veis. se possível determinar o TSH. ­ õuó€ô õuó€ô ó€ô ‡ dR’u ”u Rastreamento de Corpo Inteiro Preparo: Suspender medicaç s iodadas. PARDINI 385 .17 – 1. teste respiratório Preparo: JO 6h. Interpreta o: 0. Interpreta o: ¥o mala no mapa de corpo inteiro.Dose Terap T utica com Iodo-131 ­ Preparo: Suspens todas as drogas antitireoidianas por 5 dias pr vios ao tratamento ou hormônios tiroidianos quando tratar-se de ablaç restos tiroidianos. Indi o: Estudo pr vio do paciente com infarto do mioc rdio para planejamento de cirurgia de revascularizaç mioc rdica.18% (Atividade ur stica no trato gastrointestinal superior). ­ ˆ€‰(—€” “€‘ ˆ€‰(—€‰ Helicobacter pylori. ­ † õuó€ˆ ô † ô  ˆu‰î—u‰‰ (‘€ˆu‰  õuó€ˆ ô ó€ô † ”u ˆu‰R—u”  † ™”  ˆu‰ Fluxo Sanguíneo das Extremidades Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Indi o: Doença de Graves. hormônios tireoidiano. Pesquisa de met tases de carcinomas da tireóide. Suspender drogas inibidoras da bomba de prótons. Interpreta o: Vasos profundos perm veis. pylori e controle de tratamento. neoplasias tireoidianas. Aus cia de tecido iodo-fixante em regi cervical ou concentraç ­ ™” u“ ‘ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰Rdu‘  Instituto de Patologia Clínica H. Doença de Plummer.

intestino e rins s chados normais no exame. Interpreta o: Aus ncia de estruturas fixantes tanto na regi cervical quanto nos demais segmentos corporais. Obser o: Cuidado com pacientes com cardiopatas. 2a Hora: 60-75% de esvaziament stric sperado. cardíaca. anorexia nervosa. PARDINI . Ele indica o grau de autonomia do nódulo. Obs. Crit rio de Interpreta o: Nos pacientes com adenoma tóxic supress nódulo do tireograma e tam m iminui a captaç endo haver resposta paradoxal. avaliar efic cia ter tica das síndromes de estases strica. Indi o: Localizaç e pesquisa de met stases de neoplasias tiroidianas diferenciais. Interpreta o: O teste ser considerado positivo se houver queda de 10 a 15% sobre os valores basais (captaç 2 horas). Interpreta o: 1a Hora: 40-60% de esvaziament strico ocorra. Indi o: Estudo de supressibilidade de nódulos tireoidianos (autonomia nodular). õuó€ˆ ô ˆu‰ “ ó€ô ˆu‰â‘ud  † ˆ€‰(—€” ˆ u ‰ ¡ ”u–u ˆu‰âd Supr ¢¦—¤—¦¥ o Tireoidiana com Cynomel Preparo do Paciente: Administrar por via oral. a captaç se eleva após a supress . dispepsia funcional. Atenç : O 10 o di der ser s v spera de feriado. gastroparesia di tica. Interpreta o: Verificaç recimento do restante glandular tiroidiano suprimido no tireograma convencional. Associado à pesquisa de refluxo gastroesof gico fornec e dados indiretos lise desta patologia. lceras ticas gastroduodenais. 02 comprimidos ao dia de Cynomel 50 mg (1 pela m  s 08:00 horas e 1 à noite às 20:00 horas durante 10 dias). ñ ‡­ õuó€ô ˆu‰ © dÁ‘€ˆu‰Á–u‰  umudu—€‰Á‰ † ˆu‰R—u‰R” du‘ ¡ ˆ 8õuó€ô ˆu‰Á–€‰u— óuô ‰ Á ‘ € ˆ u ‰ ¡  † ˆu‰Á—u‰ ˆ u ‰ m † ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ R — Teste do Perclorato ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). num total de 20 comprimidos. Informar ao paciente para comparecer ao laboratório no 10 o dia às 07:30 para a realizaç xame. Indi o: Detecç o de defeitos de síntese intra-tireodiana.: Captaç s glândulas salivares. Só pode ser feito após 3 semanas do ltimo tireograma. doenças do col . ó€ô ˆu‰R—u‰Rdu–ud ˆ€‰í—u‰ 386 Instituto de Patologia Clínica H. Indi o: Avaliar síndromes de estases g stricas em geral. isto . õuó€ô ˆ ó€ô  ‰€‘u ˆ€‰(d€–uê s Tempo de Esvaziamento G e¦— trico Preparo: Adulto: JO 12h – Criança: JO 6 a 8h.Rastreamento com Sestamibi ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. ­ õuó€ô dum † ‡ ‘udRdu‘uó€ ô õuó€ô – † – ’€  Tireograma com Sestamibi Indi­ o: ‰‰R R’’uu ‰ † ” u’u”u‘€‰   du–u“ Estudo de autonomia nodular. tica. alternativa para realizaç tireograma convencional em uso de substâncias iodadas.

). em regime de reposiç strog ica.5 desvios v Osteoporose w > 2. . anticonvulsivantes.N ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias). broches. PARDINI 387 .S.N ter ingerido tabletes de c lcio nas ltimas 24 horas.N ter se submetido à exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas). pós -menopausa. corticoesteróides. menopausa. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas e regimes diet ticos para emagrecimento.): u at v normal svio w 1 a 2.M. pós -menopausa. bot s. anticonvulsivantes. fornecendo o desvio relativo existente. etc. . Crit rios para Interpreta o (O. menopausa. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos. . Densiometria Óssea t Preparo: . Indicaç es: Pacientes na pr -menopausa. em regime de reposis£r o estrogênia.Comparecer com roupa sem metais (zíper. Interpreta o: A lise computadorizada determina os valores de densidade mineral óssea e compara -os com banco de dados de adultos-jovens (20 a 45 anos).5 desvios com presença de fratura osteoporotica v Osteoporose avançada ˆuˆu‰‰ uˆ ‰ Avali ¢ £¤¥ o Mineral Óssea †  ‡ ™” ud u‘  ó€ô ñ †R  —u” ˆ€‰(” “€‘ † ó€ô Instituto de Patologia Clínica H.5 desvios v Osteopenia w > 2.A Densitometria p@q til para avaliaç r o de densidade mineral óssea em mulheres na prp -menopausa. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidi anos. corticosteróides.

388 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

PARDINI 389 .  ”R‡ ˆ d † ”u‘ contrada em cerca de 60% dos casos.  ”R‡ ˆ ESTREPTOQUINASE/ ESTREPTODORNASE Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com Necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.CANDIDINA Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular. albicans Dose: 0.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.  ”R‡ ˆ MONTENEGRO Coment rios: Test til no diagnóstico da leishma niose a reaç o positiv Antígeno: Leishmania brasilienses Dose: 0. Instituto de Patologia Clínica H.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Positivo: Nódulo acima de 5 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. viridans Dose: 0. Antígeno: S. Antígeno: C.

tendo va lor diagnóstico limitado. T.2 cm2 Positivo: Cliente deve comparecer em uma das unidades.05 mL Tempo de Leitura: Após 15 minutos Resultado: Negativo: rea de at 0.0 cm 2 x Adultos: 1.PPD . E.  ‘uë † †  TRICOFITINA Coment rios: Teste utilizado na avaliaç o da imunidade celular.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.9 cm 2 Duvidoso: x Crianças: 0.TUBERCULINA PURIFICADA Coment rios: É um teste intr rmico utilizado para o diagnóstico de infecç s por Mycobacterium tuberculosis e avaliaç o da imunidade celular. floccosum Dose: 0. Antígeno: S. rubrum.9 a 1. indivíduo normalmente apresenta reaç sitiva. mansoni Dose: 0.0 a 1.1 cm2 x Crianças: ≥ 1.1 mL Tempo de Leitura: Após 72 horas Resultado: N o reator: Nódulo de 0 a 4 mm Reator Fraco: Nódulo de 5 A 9 mm Reator Forte: Nódulo ≥10 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. Antígeno: Tuberculina purificada Dose: 2 UT = 0. Por ser um antígeno comum com o qual se tem contato f cil.   ˆ ˆu‰R–u‰ 390 Instituto de Patologia Clínica H. Antígeno: M. PARDINI . canis.0 cm2 x Adultos: ≥ 1.  ˆ d€— † ™” ˆ SCHISTOTEST (ESQUISTOSSOMINA) Coment rios: Teste utilizado em i ritos epidemiológicos.

Polivalente { Pneumococo { Poliomielite (oral) (inativada) { Poliomielite Rubz ola { Sarampo { z tano { T Tríplice Bacteriana Acelular (Difteria. visando a aplicaç} o segura das vacinas. Pólio e Hepatite B) { { Influenza .Gripe AeC { Meningite { Meningite C (Difteria. Tz tano. Coqueluche. Hemófilos e Poliomielite) { Pentavalente Pneumococo (conjugada) { (23 Valente) . Tz tano e Coqueluche) { viral: Rubz ola. pessoal em constante treinamento e prontuã rio informatizado. PARDINI 391 . Caxumba e Sarampo { Tríplice Tuberculose . Hemófilos. Tz tano. Vacina contra: y Dupla Adulto (Difteria e Tz tato) { Infantil (Difteria e T z tato) { Dupla Hemófilos influenza tipo B (conjugada) { A { Hepatite { Hepatite B AeB { Hepatite Hexavalente (Difteria.O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disp | e de serviço de vacinaç} o com salas próprias em todas as nossas unidades.BCG { Varicela (Catapora) Instituto de Patologia Clínica H. Coqueluche.

Via de administr o: Intramuscular. Síndrome Guillain-Barr s vacinaç terior. Menor concentraç toxóide dift rico que a DT (dupla infantil). Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Efic cia de 90 a 95%. PARDINI . Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. õuó€ô uˆ ‰ óuô ™ † † õuóuô d † óuô † du–uê †  ˆ ˆ 392 Instituto de Patologia Clínica H. Composi o: Toxóide dift rico e tetânico. Vacinaç o de gravidas com esquema completo pr vio : Última dos menos de 5 anos: sem necessidade de vacinaç . Deve ser empregada como reforço de DTP e DT após 7 anos de idade. Reforço aos 5 anos. Última dos mais de 5 anos: 1 dose de reforço n ltimo trimestre. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Para crianças entre 2 meses e 7 anos incompletos e com contra indicaç es de receber o componente Pertussis da vacina tríplice. Doença febril. Esquema de aplica o: O esquem o mesmo utilizado pela tríplice: 2” . basta complet -lo. Cont m ainda alumínio e timerosal. Indicado para quem recebeu tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil na infância. õuó€ô uˆ ‰ óuô † † õuóuô † †  ˆu‰â—u” óuô ˆ “ ëu”Ûd‘uåˆumu‰  N o necess rio reiniciar o esquema para quem tomou apenas uma ou duas doses. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. nos dois esquemas. caso história desconhecida ou incerta. pessoas maiores de 7 anos. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). Efic cia de 95%. Composi o: Toxóides dift rico e tetânico inativados. Possui maior concentraç o de toxóide dift rico que a Dupla Adulto (dT). Dois esquemas s ssíveis de serem realizados: Primeiro esquema: tr s doses durante a gravidez com intervalos de 30 a 60 dias entre as doses. Esquema de aplica o: A partir de 7 anos de idade a pessoas receberam doses de DTP (tríplice bacteriana) ou dupla infantil ou que n o completaram o esquem sico. Via de administr o: Intramuscular. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer interv alo de outras vacinas. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Indicado para pacientes que j receberam esquema inicial de tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil. 6” e 15” meses de vida. devem ser consideradas como n o vacinadas previamente. Última dose deve ser dada at 20 dias antes do parto. 4” . ˆ† ˆ   ‘€ˆu‰ ˆ€‰(–€‰ “ † ˆ ” ¡ ” ¡ † du–uê  ˆu‰ ˆ   ‰â‡ † ‰Á‡ ˆu‰ ˆu‰«d€‘ † ˆ€‰ † ˆ Vacina contra Difteria e T ’ tano Infantil – Dupla Infantil Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano. Vacinaç o de gr vidas n vacinadas previamente : deve-se considerar as doses anteriores de DTP. Pacientes com história incerta ou desconhecida devem receber esque ma prim rio.Vacina contra Difteria e T ’ tano Adulto – Dupla Adulto Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano a partir de 7 anos de idade. Segundo esquema: duas doses n ltimo trimestre de gravidez com intervalo de 30 dias entre elas. Esquema inicial: 3 doses (Inicial + 1m s + 1 ano). Doença febril. Gravidez n contra -indicaç o. Síndrome GuillainBarr s vacinaç o anterior. Esquema para reforço : 10 em 10 anos. Reforço 6 a 12 meses após dose inicial. Cont m ainda alumínio e timerosal.

. Via de administr o: Subcutânea o u intramuscular. Doenças febri s agudas. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. PARDINI 393 . vômitos.a partir de 12 meses.1 a 17 anos: dose de 25U/0. Efic cia de 77 a 100%. Gr vidas. Composi o: Polissacarídeo capsular do Hemófilos (PRP) conjugado a uma proteína carreadora (toxóide dift rico). inclusive neomicina. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive o toxóide tetânico).5ml): . 2” Reforço após 10 anos.5ml (infantil).18 anos: dose de 50U/1ml (adulto). Reforço com 6 meses. Doença febril aguda. Esquema de aplica o: Varia de acordo com início da idade de vacinaç o: A partir de 2 meses de idade (4 doses): 1à dose: 2 meses idade. Reforço após 6 meses. N deve se r aplicada nas n s. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Entre 1 e 5 anos: dos ica. 1” Reforço após 6 meses. õuó€ô  óuô ™” † õuóuô óuô † ˆ ”R‡u‘ ˆ “u‘  Vacina contra Hepatite A Indi­ o: Proteç cont ra o vírus da Hepatite A. febre. Reforço aos 15 meses. mal-estar. Cont m alumínio e neomicina. irritabilidade e sonol cia em 10% dos vacinados nas primeiras 24h. Gr vidas. Composi o: Vírus cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. seas.Vacina conjugada contra Hemófilos influenza tipo B Indi­ o: Protege contra infecç s pela bact ria Hemófilos influenza tipo B (meningite. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô †  óuô ‡ ˆ u ‰ ˆ€‰ † u—u”u’ud ‘u  Instituto de Patologia Clínica H. Esquema de aplica o: Avaxim ® (0. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Via de administr o: Intramuscular. e sinais flogísticos locais. Reforço 12 meses após 1à dose. 3à dose: 6 meses de idade. Vaqta®: . vermelhid o e inchaço locais. Efic cia de 88 a 97%. pneumonia e epiglotite). Raramente neuropatia e eritema multiforme. Entre 6 e 12 meses de idade (3 doses): 2 doses com intervalos de 2 meses. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . 2à dose: 4 meses de idade. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre.

viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. todos os adolescentes. Composi o: Consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em c lulas de levedura (sacaromices) por recombinaç e tica. diarr ia e cefal ia. heterossexuais com mais de um parceiro em seis meses. homossexuais e bissexuais masculinos. A terceira dos e ser aplicada antes dos 6 meses de vida. Sorologia pode ser indicada previamente à vacinaç m pacientes de alto risco (HbsAg). vômitos. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr -dialíticos. mal estar. Efic cia de 95%. Esquema de aplicaç : Twinrix pedi trico (dose 0. Efic cia de 75 a 100%. Efeitos adversos: Dor. 2à dose 30 dias após 1à . somados a HBsAg produzido por c lulas de leveduras. Menores de 2000g. A segunda dos da 30 dias após primeira. Twinrix adulto (dose de 1ml): a partir de 16 anos: 3 doses. Dosagem de anti-Hbs permite avaliaç o da imunidade e pode ser feita 30 a 60 dias após a terceira dose. timerosal ou alumínio. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Doenças f ebris agudas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Via de administr o: Intramuscular. quan t fetiva quanto a imunoglobulina na prevenç a contaminaç da criança pela m infectada. 11 a 19 anos: 5 mcg (dose infantil). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. õuó€ô ˆu‰ “ óuô €ˆ ‰ u dR du‡€—u”î”   † õuóuô † óu† ô ” † —u† d —u‰ † ˆu‰©” ”«‘€ˆu‰«–u‰u— ˆu‰ý— ˆ ˆ ˆ † A@ du‘u‰  ”† ˆu‰Á” ˆ † ˆu† ‰ ˆu‰ ô †  ˆu‰î’ ‘ † ‡ ˆ€‰ ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰ ”† ˆ€” ‘u Vacina contra Hepatite A e B Indi­ o: Vacina combinada que proteje contra Hepatite A. contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. 3à dose 6 meses após 1à dose. 2à dose 30 dias após 1à . õuó€ô õuóuô †  † ˆ€‰ ‡ † ˆu‰ ‘u 394 Instituto de Patologia Clínica H. vermelhid . Via de administr o: Intramuscular. trabalhadores de s xpostos à sangue. Podem ocorrer fadiga. internos em presídios. fungos. Cont m alumínio. Esquema de aplica o: É constituído de 3 doses. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. PARDINI . e a terceira dos dada 6 meses após a primeira. receptores de sangue e derivados.Vacina contra Hepatite B Indi­ o: Proteç contra os vírus da hepatite B e D. Intercambiabilidade entre marcas das vacinas para hepatite B possível. Composiç o: Vírus da Hepatite A cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. B e D. a partir 20 anos: 10 mcg (dose adulta). seas e sinais flogísticos locais. neomicina.5 ml): a partir de 1 ano at 5 anos: 3 doses. todos pacientes portadores de hepatite C. Gestantes. mal-estar. Gravidez. Contra-indicaç es: Anafilaxia com fungos.5 mcg (metade da dose infantil). Subcutânea se dist rbio da coagulaç . T m prioridade para vacinaç : us  rios de drogas ilícitas. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (alumínio. pacientes com diagnóstico recente de doença sexualmente transmissível. nem fragmentos de plasma humano. seas. Para pacientes em di lise a dos quatro vezes maior. neomicina). Recombivax®: apresentaç o: 5 mcg/0. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . febre. Deve ser dada ao rec m -nascido idealmente nas primeiras 12 horas de vida. Cont m ainda Timerosal (merthiolate) e alumínio. Assim n tem componentes vivos. 3à dose 6 me ses após 1à dose. formaç de nódulo e inchaço local. At s: 2.5ml (infantil) e 10 mcg/1ml (adulto). Observaç : no caso de menores de 2000g e m e HbsAg positivo indica-se a vacinaç o (5 mcg) + imunoglobulina.

Maior de 7 anos de idade. Esquema de aplicaç : Apresentaç o infantil (0. HbsAg purificado produzido por levedura (antígeno da hepatite B). 3 tipos de vírus da polio inativados. mal estar geral e dor muscular podem ocorrer.Vacina Hexavalente contra Difteria. T tano.Gripe Indi­ o: Protege contra infecç pelo vírus da influenza. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais por at 48h após a vacina. pessoas entre 6 meses e 50 anos de idade com doenças cardíacas. Coqueluche. Choro persistente ou presença de encefalopatia sete dias após vacinaç com vacina contendo componente pertussis. Doenças febris agudas. Polio inativada. T ’ tano. Hemófilos. Após primeiro ano deve ser utilizado somente uma dose por ano. Efic cia de 83 a 99%. Composi o: Composta de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). Composi o: Vírus cultivados em c lulas de galinha. inativados e fracionados que fornecem proteç r um ano. õuó€ô ˆu‰ óuô õuóuô †  óuô “ †  † † ˆu‰ ˆ€‰ýd † “u‘ ™” ˆ ˆ€‰ýdu‘ Vacina contra Influenza . polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. disfunç o renal. pessoas de qualquer idade que tenham contato com idosos. Cont m ainda alumínio e neomicina. DT. Hemófilo s B. sonol cia.25ml) 6 meses a 35 meses de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias entre cada dose. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. Para crianças que devem j ter tomado uma dose de hepatite ao nascer. Apresentaç o adulto (0. Febre. Hemófilos. Anafilaxia à neomicina. Via de administr o: Intramuscular. trabalhadores de s .5 ml) 3 a 8 anos de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. É produzida anualmente com as cepas de vírus que circulam na populaç o durante o inverno do ano anterior. Efic cia de 70 a 90%. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. T m prioridade para vacinaç : adultos maiores de 50 anos. pulmonares. diabetes. T tano. Após primeiro ano. Pod e ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Coqueluche. convuls s e sinais flogísticos locais. 6o m s de vida. PARDINI 395 . gr vidas que estar o no segundo ou terceiro trimestre de gestaç o na temporada de influenza. hemoglobinopatias e imunossupress o (incluindo portadores de SIDA). Via de administr o: Intramuscular ou subcutânea. irritabilidade. 4o. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. ou Hepatite B. toxóides tetânico e dift rico inativados. viajantes reas de alta inci ncia. inclusive neomicina e ovo. Pólio e Hepatite B Indi­ o: Proteç contra Difteria. Poliomielite e Hepatite B. õuó€ô “ —€“óuô ˆ€‰ ˆ u ‰ ˆ du‡u—u”  † ˆu‰  ˆ ˆ ˆ ˆ õuóu† ô ˆ dÁ ˆ ˆu‰Û–u‰ ˆ€‰à—u” ˆu‰©—u” † Instituto de Patologia Clínica H. Maiores de 9 anos de idade: apenas uma dose. Após transfus o (adiar 12 semanas). História de reaç l rgica após administraç terior de vacinas DTPa. Cont m traços de neomicina e timerosal. somente uma dose por ano. qualquer um que deseje diminuir o risco de influenza. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 o.

Gravidez. Contra-indicaç es: Menores de 2 meses de idade.Vacina contra Meningite A e C Indi­ o: Proteç contra meningococo A e C. vômitos. Maiores de 12 meses: adolescentes e adultos: 1 dose (dos ica). anorexia. Pode-se repetir at ses de reforço. Efeitos Adversos: Podem ocorrer reaç es locais. passado de reaç o al rgica intensa à dose anteri or da vacina. N uma vacina usada na rotina sendo indicada especialmente para pacientes com asplenia. õuó€ô uˆ ‰ d(óu ô ”u‘u—u“ õuóuô  “ ˆ u ‰ † ˆu‰ óuô ˆu†©‰ ¨ —€‰ ˆu‰ ˆu‰Á—u” ˆu‰ ˆ “ € ‘ ˆu‰Rdu‘ud  u‡ ‘ ˆu‰ö—€” Vacina contra Meningite C Indi­ o: Protege crianças acima de 2 meses. N induzem reposta adequada em menores de 2 anos. N sendo duradoura. irritabilidade. PARDINI . Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Efic cia de 83 a 88%. adolescentes e adultos contra infecç lo meningococo C. Esquema de apli o: Menores de 2 a 12 meses: 3 doses. defici cia do complemento. defici ncias do complemento. s surtos. inchaço local. Reforço a cada 3 anos se persistir indicaç . Cont m alumínio. Ocorr cia de reaç fil tica seguindo -se à aplicaç dose anterior. gravidez. febre e astenia. vermelhid o. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. õuó€ô ˆu‰»—u” óuô † õuóuô ­ õuóuô dR ”u‘€—u“  ˆu‰Û–u” “ u ‘ ˆu‰ † “ ”R‡u‘ ˆ † ™ † 396 Instituto de Patologia Clínica H. Indicado especialmente para pacientes com asplenia. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococos A e C. N s so rotineiro. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. epidemias e viagens par reas micas. dupla adulto ou dupla infantil. N  so rotineiro. Dose ica. à vacina DTP. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococo C conjugados à proteína CRM197 (toxóide dift rico). Via de administr o: Intramuscular. febre. Para menores de 2 anos vide Meningocócica C. intervalo de 1 m s entre as doses. apresentando -se muito reativa após quarta dose. febre. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. diarr ia. em casos de surtos. Efic cia de 80 a 90%. Contra-indicaç es: Doenças infecciosas agudas. epidemias e viagens par reas micas.

Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. Efic cia de 92 a 100%. Choro persistente (> 3h). 4” . Coqueluche. Contra-indicaç es: Anafilaxia ao l tex ou qualquer componente da vacina. sonol ncia e convuls s. Efic cia de 83 a 99%. T tano. Esquema de apli o: A partir de 2 meses. 3à dose: 6 meses de idade. Gr vidas. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. Aplicada no 2” . Composi o: Consiste de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). T tano. Vacinaç o entre 12 e 23 meses: . Vacinaç o entre 24 meses e 9 anos: . irritabilidade. Cont m alumínio. Adultos. toxóides tetânico e dift rico inativados. febre. Coqueluche. 4à dose: 12 a 15 meses de idade. 3 tipos de vírus da polio inativados.Vacina Pentavalente contra Difteria. õuó€ô óuô  † õuóuô õ uó ô ˆ€‰ † ­u ‘uˆu‰ ˆ€‰  † † † ˆ uˆ © ‰ d† ˆ “ ™” Vacina conjugada contra Pneumococo Indi­ o: Proteç crianças de 6 semanas a 9 anos contra doença invasiva. dor. DT. Cont m alumínio. Hemófilos e Poliomielite Indi­ o: Vacina combinada que protege contra Difteria. 6B conjugados à proteína CRM 127(toxóide dift rico). 2à dose: 4 meses de idade. diarr ia e vômitos. incluindo o toxóide dift rico. temperatura acima de 40 o C. História de reaç l rgica após administraç o anterior de vacinas DTP. 14. choque e encefalopatia após vacinaç o com vacina contendo componente pertussis. Duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas. calor e inchaço local.3 doses. õuó€ô uˆ ‰R—u” óuô † õuóu†ô ˆ óuô ˆ ˆ ”R‡uˆ ‘   †— † †  Instituto de Patologia Clínica H. Esquema de aplica o: Vacinaç o de início aos 2 meses de idade: . pelo menos 2 meses após segunda dose. Via de administr o: Intramuscular. Composi o: Sacarídeos dos sorotipos 4. T ’ tano. terceira dose após 12 meses de idade . polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. 6” meses de vida. Via de administr o: Intramuscular.1à dose: 2 meses de idade. 9V. Polio inativada ou Hemófilos. Maior de 7 anos.Duas doses com intervalo mínimo de 2 meses. Reforço aos 15 meses e 5 anos de vida. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Hemófilos influenza tipo B e Poliomielite. 19F. 18C.Dos ica. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. N recomendado para maiores de 5 anos. pneumonia e otite m ia causadas por 7 sorotipos do pneumococo. PARDINI 397 . Vacinaç o entre 7 e 11 meses: . 23F. Existem no mercado duas marcas: Infanrix penta e Poliacel que s intercambi veis.

Efic cia de 83%. O intervalo mínimo entre as doses 0 dias. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. M ximo de um reforço. Revacinaç s 5 anos ( se transplantados de medula óssea = 3 anos). Contra-indicaç es: Anafilaxia à dose anterior ou ao timerosal. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. meningi te. pneumonia. esplenectomizados ou com asplenia funcional. Febre. PARDINI . sinusite). Intervalo entre vacinaç início de quimioterapia deve ser de pel o menos 2 semanas. Tend ncia a mais efeitos adversos locais na revacinaç . portadores de fístulas liquóricas. T m especial indicaç ra : adultos com idade maior ou igual a 65 anos. portadores de outras neoplasias malignas. portadores de síndrome nefró tica. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina ou a qualquer intervalo das demais vacinas. DPOC. Cepas tipo I. Cont m ainda fenol e timerosal. Maiores de 18 anos de idade. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. pois doses seguintes s muito reat nicas. Contra-indicaç es: Imunodeprimidos. inclusive neomicina. Doença febril. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô  óuô † †¨ ˆu‰ ™” † 398 Instituto de Patologia Clínica H. III. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona).Vacina Polivalente contra Pneumococo (23 Valente) Indi­ o: Proteç contra infecç s por 23 sorotipos de pneumococo (doença disseminada. hep atopatias. pacientes HIV positivo com ou sem sintomas. Infecç o grave por pneumococo comprovada menos de 3 meses. crianças que estejam em contato domiciliar com imunodeprimido. Caso seja indicado antes de esplenectomia deve ser aplicada 2 semanas antes da cirurgia. incluindo usu rios de corticóides. pacientes com leucemia ou linfomas. febre e mialgia. Para menores de 2 anos vide pneumocócica conjugada. Intervalo inferior a 5 anos de dose anterior (exceto transplantados de medula óssea). 4” e 6” meses de idade. portadores de hemoglobinopatias. II. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados. Reforços aos 15 meses de idade e 5 anos de idade. Gravidez. Anafilaxia aos componentes da vacina. Efeitos adversos: Paralisias pelo vírus vacinal 4 a 40 dias após vacinaç (1:3 milh s vacinados). Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . pessoas entre 2 e 65 anos que apresentem doenças crônicas (cardiopatas. diab ticos). otite. Via de administr o: Via oral. Cont m ainda traços de neomicina. Composi o: Polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococos. etilistas. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. Efic cia de 70 a 93%. diarr ia ou vômitos. imunossupress . õuó€ô ˆu‰ “ óuô ™” ˆu‰«–€d ˆu‰R” †  ˆu‰  õuóuô  óuô † ˆu‰ ˆ u ‰ Û d u – u ê ˆu‰ ‰€’u“ “ ¡  ˆ Vacina oral contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contra poliomielite.

Doenças febris agudas. Uso de corticóide por mais de duas se manas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). õuó€ô €ˆ ‰ óuô um †  õuóuô † † óuô ”Û– † ”R”(–€‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Cont m ainda traços de neomicina. II e III cultivadas em c lulas de rim de macaco e inativadas. Efeitos adversos: Artrite passageira (25% das mulheres adultas).Vacina inativada contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contr a poliomielite. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Caso ocorra administraç o de imunoglobulina humana. pode ser aplicada em imunodeprimidos e em contactantes de imunodeprimidos. PARDINI 399 . doença febril aguda. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses juntamente com anti-sarampo e anti-caxumba (tríplice viral). Evitar gravidez 30 dias após a vacinaç . O intervalo mínimo entre as doses dias. Efeitos adversos: Podem ocorrer reaç es al rgicas e sinais flogísticos no local da aplicaç o. Após vacinaç com SALK. Esquema de aplica o: A partir de dois meses de idade: 2 o. Composi o: Vacina de vírus inativados. Cepas I. Anafilaxi rara. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. 4o e 6o meses de idade. Raramente encefalite. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados cultivados em c lulas humanas. inclusive neomicina. Indica-se reforço em mulheres entre 12 e 49 anos rperas após parto e aborto. Efic cia de 90%. deve receber a Polio oral nas campanhas para desenvolver a defesa de mucosa (IgA). quadro rubeolifome brando 6 a 10 dias após vacinaç . neurit rpura. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Tamb m indicada para início de vacinaç o em maiores de 18 anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. sangue total. Cont m traços de neomicina. Reforço a cada 10 anos. Via de administr o: Via subcutânea ou intramuscular. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô † ˆ † óuô ™ † †¨ @ ˆ d† ˆu‰ Vacina contra Rub ’ ola Indi­ o: Proteç contra r  ola. Gravidez. Reforços aos 15 meses e 5 anos de idade. Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Imunodepress . Ao contr rio da vacina oral. Cepa Wistar RA 27/3M. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores.

febre. Composi o: Toxóide tetânico inativado. Composi o: Vacina de vírus vivo atenuado. Esquema de aplica o: A partir de nove meses de idade. Gestaç . õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô óuô † ˆ   †  Em caso de ferimentos: História vacinal Ferimento limpo ou superficial Contra t tano Vacina Soro* Incerta ou menor de 3 doses. Imunodepress . PARDINI . Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. a vacina pode prevenir a doença. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Efic cia de 95%. Após transplante de medula esperar 2 anos. Tr s doses ou mais. Cont m ainda traços de neomicina e gelatina. Sinais flogísticos locais podem ocorrer. ltima N o N o dos menos de 5 anos. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. No caso de gr vidas consultar o esquema exposto na dT adulto. 400 Instituto de Patologia Clínica H. neomicina e gelatina. Pode ser usada na gravidez. Efeitos adversos: Podem ocorrer 5 a 12 dias após aplicaç : rinofaringite discreta. Via de administr o: Intramuscular. At s exposiç cientes com sarampo. “” ¡ “ “” ¡ ñ ‡ ‡ ‡ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ Outros tipos de ferimentos Vacina Soro* Sim Sim N o Sim Sim ˆ N o N o N o ˆ ˆ ˆ “u‘ ‡ Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. õuó€ô uˆ ‰ óuô  †Ûþ ÿ du–uê ˆu‰Ûdà–€d õuóuô † óuô ˆu‰  um † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ † uˆ ý ‰— Vacina contra T ’ tano Indi­ o: Proteç contra o T tano. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Contra-indicaç es: Anafilaxia à ovo. Esquema de aplica o: No caso de reforço de DTP e DT após 7 anos de idade preferir dT. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.Vacina contra Sarampo Indi­ o: ¡ Proteç contra sarampo. Tr s doses ou mais. Cont m alumínio e timerosal. devendo tamb m evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç . Reforço entre 12 e 15 meses juntamente com primeira dose de r la e caxumba (tríplice viral). Efic cia 95%. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. calafrios e irritabilidade. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Doença febril aguda. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. ltima Sim N o dos mais de dez anos. exantema e artrite. sangue total. Deve-se sempre preferir a vacina Dupla tipo adulto quando disponível. A vacinaç o de gr vidas previne o t tano neonatal. * Disponível nos centros de refer cia da rede p blica. Doenças febris agudas. ltima N o N o dose entre cinco e dez anos. Sim N o Tr s doses ou mais. Cepa Schwarz cultivada em ovos de galinha.

Contra-indicaç es: Anafilaxia a ovo. PARDINI 401 . Reforço aos 5 anos de idade. t tano e coqueluche para menores de 7 anos de idade. vermelhid o. Síndrome Guillain -Barr ós vacinaç terior. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre. T ’ tano e Coqueluche – Tríplice Bacteriana Acelular Indi­ o: Proteç contra difteria. Caso receba imunoglobulinas ou sangue 30 dias após a vacinaç recomenda-se revacinar após 3 meses. rub la ou caxumba pr via s contra-indicaç es. calor e inchaço locais. Efeitos adversos: Podem ocorrer entre 5 e 12 dias após a vacinaç : febre at 39C. Reforço de tríplice viral aos 10 anos. 6” e 15” meses de vida. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. aumento de gânglios. convuls s. Composi o: Utilizamos a vacina acelular: componentes celulares purificados da Bordetella pertussis + toxóide dift rico + toxóide tetânico inativados. sonol ncia. Cont m traços de neomicina e gelatina. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. parotidite e rinofaringite. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivo (exceto: poliomielite oral). Raramente ocorrem encefalite. sangue total. episódio hipotônico -hiporesponsivo. õuó€ô uˆ ‰ óuô † óuô ˆ ˆu‰Rdu‘ † óuô †  ™™ ”  “u‘ ™” ˆ “ ™” † du– Vacina Tríplice viral: contra Rub ’ ola. Efic cia 90%. sarampo e caxumba. irritabi lidade. pancreatite. sonol cia e convuls s. Imunodepress . Evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç o. Doenças febris agudas. Composi o: Composta de cepas de vírus atenuados da r  la. Contra-indicaç es: Pessoas acima de 7 anos. Caxumba e Sarampo Indi­ o: Proteç contra r  la. Cont m ainda alumínio. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Gravidez. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). dor. 4” . Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). õuóuô † óuô ˆu‰ um † ‰ um † ‰  –u‡ ˆu‰ † ˆ ˆ †‰ ‘uˆu‰ ˆu‰ ™ ˆu‰ † ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. paralisia após aplicaç o de dose anterior. orquite (inflamaç o dos testícul os) e rpura.Vacina Acelular contra Difteria. História sarampo. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses de idade. choque). doenças febris agudas. reaç es anafil ticas à doses anteriores. Efic cia de 90 a 95%. Via de administra o: Intramuscular. Caso ocorra administraç de imunoglobulina humana. A vacina acelular apresenta menor índice de eventos adversos. neomicina e gelatina. sarampo e caxumba (Wistar RA 27/3M + Schwarz + õuó€ô uˆ ‰ óuô RIT 4385). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. doenças do sistema nervoso central em evoluç o (incluindo convuls s sem co ntrole). Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . Encefalopatia nos 7 primeiros dias após dose anterior (choro por mais de 3 horas.

abscessos frios subcutâneos. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Contra-indicaç es: Peso menor que 2000g. Se a primeira dose for aplicada após 5 anos n necessidade de reforço. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. a vacina pode evitar a doença. Criança que recebeu BCG mais de 6 meses e n tem cicatriz vacinal. dor local e fadiga. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. Via de administr o: Subcutânea. sangue total. Imunodepress o celular com linfócitos abaixo de 1. quelóide. com intervalo mínimo de 6 meses (considerar a presença de cicatriz vacinal como primeira dose). Gravidez. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia prednisona). Evolu o da cicatriz vacinal: Após 2 semanas: pequena elevaç o avermelhada e dolorosa de 5 a 15 mm. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.200/mm3. abscessos quentes subcutâneos. PARDINI . Evitar cido acetil salicílico durante seis semanas após vacinaç . Intervalar 15 dias das vacinas de vírus vivo. Comunicantes de hanseníase devem receber duas doses de BCG. Efic cia de at 0%. deve ser revacinada. Entre 3 a 4 semanas: pequena bolha com pus seguindo-se de uma crosta. Paciente HIV positivo com sintomas. Profissionais de s de que tenham contato com pacientes com AIDS e tuberculose devem receber BCG se apresentarem PPD < 10 mm.Vacina contra Tuberculose . Cont m ainda traços de neomicina. o mais breve possível. Gravidez. Imunodepress . Presença de les local de aplicaç o. febre baixa. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Efeitos adversos: Erupç es de pele (menos de 4%) nas primeiras semanas. Efeitos adversos: Ocorrem 0. Efic cia de 95%. õuó€ô óuô ™ †«þ ÿ ˆu‰ õuóuô õuóuô † †  †‰ †  ˆ ˆu‰ ˆ 402 Instituto de Patologia Clínica H. S o complicaç s: lceras maiores que 10 mm cicatrizam. Composi o: Vírus vivos atenuado (cultura de c lulas humanas). na inserç m sculo deltóide. õuó€ô uˆ ‰ óuô óuô óuô du— † ¡ ˆt‰ ¡  ˆ u ‰ d€‡ õuóuô  †ð ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ ‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰Û‘u‰ ™” ‡ ˆu‰Ù— ˆ ˆu‰ ëu”∠‘uˆu‰ Vacina contra Varicela (Catapora) Indi­ o: Protege contra varicela. At s 12 anos indicado uma dose. linfonodos. Via de administr o: Exclusivamente por via intr rmica no braço direito. C erca de 18% dos vacinados n desenvolvem cicatriz. dor de cabeça. Reforço entre 6 e 10 anos de idade. At h após contato com doente. Doença s febris agudas. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Entre 4 a 5 semanas: lcera de 4 a 10 mm de diâmetro.04% dos vacinados. Entre 6 a 12 semanas: cicatriz de 4 a 7 mm. reaç o lupó ide. Evitar gravidez por 3 meses após a vacinaç . Cepa OKA 27/3M. Esquema de aplic o: Aplicada a partir de 12 meses. Esquema de aplica o: A partir do nascimento. Doença febril aguda.BCG Indi­ o: Proteç contra formas graves da tuber culose. Composi o: Bacilos atenuados do Mycobacterium bovis. A partir de 13 anos s o aplicadas duas doses com intervalos de 6 a 10 semanas.

 um † ‰ ô N@ O VIVA (INATIVADAS) DTP. Caxumba. IDADE VACINAS Ao nascer BCG + Hepatite B 1m s Hepatite B 2 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 6 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos + Hepatite B 9 meses Sarampo + Febre Amarela 12 a 15 meses Tríplice Viral + Varicela(catapora)+ Hepatite A 15 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 a 6 anos DTP + Poliomielite 4 a 10 anos Tríplice Viral 6 a 10 anos BCG 14 a 16 anos Dupla tipo adulto  “ 3 .Intervalo mínimo entre doses de uma mesma vacina VACINA INTERVALO M NIMO ENTRE DOSES DTP 4 semanas Poliomielite 4 semanas Hepatite B* Entre 1-2à dose: 4 semanas Entre 2-3à dose: 8 semanas Entre 1-3à dose: 24 semanas Varicela 4 semanas * Consultar esquema de vacinaç r pida. Pneumocócicas. Varicela.Vacinas vivas atenuadas e n o-vivas VIVA ATENUADA BCG. Hepatite A. B ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H.TABELAS 1 . PARDINI 403 .Intervalo mínimo entre vacinas diferentes VACINAS INTERVALO M NIMO ENTRE VACINAS Entre 2 inativadas NENHUM Entre 1 inativada e 1 viva atenuada NENHUM Entre 2 vivas atenuadas 15 dias (exceto polio oral) B 4 . Influenza (gripe). Febre amarela. 2000. Meningocócicas. Polio VACINAS oral. Pólio injet vel.  2 – Calend rio da Sociedade Brasileira de Pediatria. R la. Hepatite B. Hemófilos. Sarampo.

‡ ‘ ˆ‰ PARA QUEM É RECOMEND ADO ˆ ‡  ‘ ˆ‰ ‹Š Pacientes n vacinados. ˆ‰ ˜Š Œ ‘ ˆ ‰ ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ˆ ‡ ˆ‰ ˆ 5 . Todos pacientes portadores do vírus da hepatite C. Intramuscular. 3 doses: 0. ‘ ‘ Reaç fil tica pr via à vacina ou à neomicina. Pessoas com qualquer idade que tenham contato com idosos. Adultos com idade maior ou igual à 65 anos. viajantes internacionais. portadores de leucemia. homossexuais e bissexuais masculinos. Pessoas entre 6 meses e 50 anos com doenças cardíacas. ‹Ž” ˆ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina ou a ovo. homossexuais e bissexuais masculinos. Possibilidade de vacina combinada A+B em 3 doses. sem comprovaç o sorológica de imunidade. profissionais que trabalham em esgotos. timerosal ou ovo de galinha. internos em presídios.404 – — Tríplice viral Hepatite A Hepatite B  VACINA Varicela (Sarampo. Reforço a cada 10 anos. Viajantes reas de alta inci ncia. Intramuscular. ao timerosal (merthiolate). Portadores de dist rbio da coagulaç o. Doença aguda febril com repercuss . disfunç renal. síndrome nefrótica. Gravidez ( soluta). Doença aguda febril com repercuss clínica. Após s rie prim ria completa (3 doses. portadores de fístulas liquóricas. Adultos de alto risco: trabalhadores de sa . Reforço com 5 anos. hepatite B. considerando a DTP) recomendado reforço a cada 10 anos.1 e 6 meses. us rios de drogas. Doença aguda febril com repercuss clínica. Deve ser aplicada no outono. trabalhadores de sa de expostos à sangue. Trabalhadores de s de. Reaç fil tica pr via à vacina e à neomicina. DPOC. Iniciar esquema de 3 doses em quem o souber passado vacinal. Asplenia. trabalhadores de internatos. Duas doses. imunossupress . receptores de derivados de sangue. Doença aguda febril com repercuss . Imunossupress o. hemoglobinopatias. Pessoas entre 2 e 65 anos que apresentam doenças crônicas: cardiopatas. Sorologia pode ser indicada previamente à vacina ç o em pacientes de alto risco: HbsAg para triagem. Adultos de alto risco e seus contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. Em caso de falha. Gravidez. pessoas que trabalham em creche e instituiç es de deficientes mentais. Evitar por 30 dias. Viajantes par reas de alta endemicidade Sorologia antes da vacinaç o deve ser individualizada. Pode ser usada durante a epidemia. Mulheres em idade f rtil que o receberam vacina de r la ou tenham evid ncia sorológica de imunidade. Em caso de atras indicado recomeçar o esquema. Possibilidade de vacina combinada A+B em esquema de 3 doses. Mulheres gr vidas que v estar no 2 e 3 semestre na temporada de influenza Qualquer um que queira diminuir o risco de influenza. 1 dose. etilistas. Todos adolescentes. Imunossupress o com linfócitos abaixo de 1. diab ticos. Subcutânea. ‡ † ‡ ‡ Caso n ja comprovaç laboratorial ou história clínica. hepatopatas. Segurança na gravidez n o est finida. pulmonares. Reaç fil tica pr via à vacina. paciente com diagnóstico recente de DST. ‡ ‡ ‡ CALE ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. hemoglobinopatias. Doença aguda febril com repercuss clínica. ao timerosal. incluindo hepatite C. Caxumba. . ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š CONTRA-INDI ÕES E PRE ÕES ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ Reaç fil tica pr via à vacina. diabetes. ˆ‰ ‡ õuóuô Œ ‡ Pacientes com doenças hep ticas crônicas. outras neoplasias malignas e imunossupress (incluindo uso de corticóide). Gravidez ( soluta). repetir esquema. Aplicada anualmente. contactantes de imunodeprimidos. us rios de drogas ilícitas. Evitar por 30 dias. Rub ola) Dupla Adulto (Difteria. Doença aguda febril. Sorologia pode evidenciar os o imunes. PARDINI ~"€ IO E VIA Intramuscular. militares. Intervalar 30 dias da tríplice viral.200/mm3. Gravidez. a fungos. Ž o de adultos. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr dialíticos. T tano ) Pneumocócica polissacarídea Influenza ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ Œ ‘ Œ Œ“ ‡ Œ“ ‡ ‹Ž” ‘ ‡ ‘ Œ ‘ ‹ ‡ ‡  Œ ˆ ‹ ˆ ‘ ’ ‰“ ‡  ŒŠ Ž ‹Ž” ŒŠ • ‡ ‡ ŒŠ ‡ ˆ ˆ ‡ ˆ ˆ Œ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Subcutânea ou intramuscular. Pode ser aplicada junto com outra vacina em local diferente. HIV + com ou sem sintomas. Adultos maiores de 50 anos. ˆ ‘ ‘ ‘ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š Š ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‘ ˆ‰ ‡ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ˆ‰ ŒŽ” Reaç fil tica ou neurológica Guillain-Barre) pr via à vacina. estudantes entrando em escolas. ‡ ‡ Intramuscular ou subcutâneo.Sum rio de recomendaç es para imuniz ‡ ‡ ‡ Intramuscular. neomicina. Intervalo mínimo de 6 meses. militares. Reforço com 5 anos pode ser necess rio no manejo de feridas. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. profissionais rea de sa . heterosexuais com mais de um parceiro em seis meses. deve-se considerar a vacinaç o de profissionais de sa . Pessoas que manipulam alimentos. gelatina ou neomicina Doenç a aguda febril com repercuss . Duas doses. Doença aguda febril com repercuss clínica. Œ ˆ‰ ‡ ‡ Todos adolescentes e adultos. Marcas s o intercambi veis. linfoma. Marcas podem ser intercambi veis. Passado de Guillain-Barr . anti-Hbs para níveis de proteç o. ˆ ‰ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ‚ƒ"„ ‚ƒ"…„ ‘ ‡ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina.

™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 405 .

PARDINI .™ š s: Anotaç3 406 Instituto de Patologia Clínica H.

™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 407 .

™ š s: Anotaç3 408 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .