MANUAL DE EXAMES Laboratório Hermes Pardini - 2002

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes com o menor acréscimo de custo possível. EQUIPES ESPECIALIZADAS Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência, formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os diferentes testes.

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GLOBALIZAÇÃO Quem o se atualiza com as últimas inovações das revistas médicas e de laboratório fica rapidamente obsoleto. Nossa equipe est sempre atenta às inovações, adotando as quando ficam evidentes suas vantagens.

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Sempre a disposiç o,

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3 9 31 33 35 37 39 41 55 97 109 147 157 177 189 253 259 275 279 301 315 331 353 354 355 361 369 379 389 391 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Apresentaç Índice por exames ISO Informaç s Gerais Nossos Serviços

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Unidades de Atendimento Patologia Clínica Vari veis pr -analíticas Biologia Molecular Bioquímica Drogas Tera ticas Endocrinologia Gen tica – DNA Hematologia

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D8EGF

HPLC Imunologia Líquido Seminal Microbiologia Ortomolecular Parasitologia e Uran lise Triagem neonatal - Teste do Pezinho Toxicologia Protocolo de Provas Funcionais Urina, Instruç es de coleta Urina 24 horas, conservantes Anatomia Patológica Citologia Diagnóstico por Imagem – DDI Medicina Nuclear “In Vivo” Reaç s Intr rmicas

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Vacinas

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dosagem Ácido Úrico. QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO “MANUAL DE EXAMES”. 110 178 279 178 57 179 179 58 58. 59 283 9 rus rts r r v r w x€y v w ƒ€y(„€v s€ƒuw v ‚ u‚ Instituto de Patologia Clínica H. anticorpo anti-receptor Acetona. dosagem Acidez Fecal vide pH Fecal Acidificaç urin ria. PARDINI . 316 293 351 177 187 253 57 316 317 177 109. pesquisa (urina) vide Cristais. CONSULTE-NOS ! Página 1.25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 11 Desoxicortisol 17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 Beta Estradiol vide Estradiol 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 OH Pregnenolona 17 OH Progesterona 17 OH Progesterona neonatal 17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 2. dosagem (urina) Ácido Delta Amino Levulínico Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase Ácido Fenilglioxílico Ácido Fólico Ácido Hi rico Ácido Homogentísico Ácido Homovanílico Áci tico Ácido Ma lico Ácido Metil Hip rico Ácido Ox lico Ácido Úrico. anticorpos anti ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina Acetil Colinesterase vide Colinesterase Acetilcolina. teste Ácido 5 Hidroxi Indolac tico Ácido Ascórbico vide Vitamina C Ácido Cítrico (esperma) Ácido Cítrico. MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE REFERÊNCIA NO EXTERIOR.5 Hexanodiona Urin ria 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico 5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina 5 Nucleotidase ACA vide Centrômero.PR (Q0SUT4VW X` fYbac UWe `dhgpi W¨q VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS. pesquisa 188 118 130 119 55 56 56 129 130 567 55 56 129 130 303 56 315 112 112 177 186 56 197 74 68 109 315.

contagem 59 Adenosina Deaminase 113 Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 189 Adenovírus . Primidona pág.tTG vide tTG ‡ † † ˆu‰ …  … ‘u‰€ ‰€‘u‡ … ‡ … ˆ  ‡   ‘u‘u‰u‰u ’€“ ‡ ˆu‰ 10 Instituto de Patologia Clínica H. 91 Albumina. Lamotrigina pág. 3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 114 Androstenediona 246 Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 158 Anticoagulante L pico Anti-Convulsivantes equivale cido Valpróico pág. PARDINI . Carbamazepina pág. Gabapentina pág.…… … 97 cido Valpróico 180 cido Vanil Mand lico 110 ACTH 147 Acondroplasia. pesquisa vide Proteínas. Ami cido Quantitativo 316 ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 91 Albumina. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 90. 107 144 Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb 144 Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb 209 Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 210 Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 249 Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA . 318 Alumínio 230 AMA vide Mitocôndria. 97. Mutaç o (Diagnóstico) 190 Alfa 1 Glicoproteína cida 112. Oxcarbazepina pág. Vigabatrina pág.pesquisa direta 182. 183 Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 190 AEO vide Antiestreptolisina O 213 AGA vide Gliadina. 98. 100. pesquisa 279 Alcapt ria vide cido Homogentísico 60 Aldolase 111 Aldosterona 336 Aldosteronismo Prim rio. 113 Alfa Fetoproteína 93 ALT vide Transaminase Pir vica 317. 102. Testes confirmatórios 189 Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue) 279 Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 154 Alfa 1 Antitripsina. Fenobarbital pág. Cromatografia Quantitativa 61 Amônia 113 AMP Cíclico 147 An lise de Alimentos Trans nicos 275 An lise Mineral vide Mineralograma 253 An lise Seminal Computadorizada 232 ANCA vide Neutrófilos. anticorpos anti 157 Agregaç Plaquet ria 317 ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase 93 Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica 303 Alanina. anticorpos anti 112 Androstanediol Glicuronide. Clearence 304 Ami cidos. Difenilhidantoína pág. 105. 102. 105. Cromatografia Qualitativa 304. anticorpos anti 283 Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 190 Amebíase 60 Amilase 61 Amilase. 101. estudo gen tico 282 Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores 59 ADA vide Adenosina Deaminase 279 Addis. 306 Ami cidos. 305.

anticorpos anti Ars ico ASLO vide Antiestreptolisina O ASMA vide M sculo Liso. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 2. Glutation Peroxidase. anti Anti-TPO. anti AST vide Transaminase Oxalac tica Ataxia de Friedreich. pesquisa Antígeno HLA-B-27. 158. pesquisa Bact ria e Antibiograma Automatizado. estudo ge tico ARA vide Reticulina. anticorpos vide TPO Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal. PARDINI 11 .Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto Antidepressivos vide Tricíclicos Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes Anti-Espermatozóides vide Imunobeads Antiestreptolisina O Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ico pág. 135 241 143 197 210 276 276 232 203 240 143 192 209 276 229 61 147 235 318 190 231 93 83 192 93 148 148 148 148 148 148 344 387 136 259 260 260 268 260 208 150 296   ‰u‘u ”R•u‡u–  † “u‘ ‘† ‡ ˆ † † ˆuˆu‰‰ ˆuˆu‰‰  †† †  ˆu‰R—u‰ ˆt‰ Instituto de Patologia Clínica H. Diagnóstico vide Ataxias. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 10. PCR Antígeno Prost tico Específico vide PSA Anti-La. anticorpos vide SSB. anti Anti-Nucleares. Superoxido Dismutase Antioxidantes Totais Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 1. Identificaç Bact rias Anaeróbias.Teste Integrado Baar . anti Anti-Microssomal. 196 Antifungigrama Antígeno Austr lia vide Hepatite B . Diagnóstico vide Ataxias. Painel Ataxias. anti Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado Aspergillus sp. Diagnóstico vide Ataxias. Distrofia (Diagnóstico) Bence Jones vide Proteína de Bence Jones † 203 106 255 190 259 216 191 191 41 134. Cardiolipina IgG e IgM pág. Diagnóstico vide Ataxias. cultura Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) Becker e Duchenne. Painel Ataxia de Machado Joseph. anticorpos Antitrombina III Anti-VCA vide Epstein Barr ANTOX vide Antioxidantes Totais Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) Apolipoproteína A1 e B Apolipoproteína E. anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais. Diagnóstico vide Ataxias. anticorpos vide SSA.HbsAG Antígeno Carcinoembri rio Antígeno HLA B27.Bacterioscopia Bacilo Dift rico Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia. Painel Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Avaliaç Mineral Óssea Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç Tubo Neural vide Avaliaç do Risco Fetal . anticorpos anti Anti-Rh vide Coomb’s Indireto Anti-RO.

Ducreyi 389 Candidina. Oxazepam p g. intradermoreaç s 64 Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro 64 Capacidade Total de Combinaç Ferro 98 Carbamazepina 281 Carbohidratos. N-Desmetildiazepam p g. 99. 103. Beta 92 Bicarbonato vide Reserva Alcalina 115 Big Prolactina 62 Bilirrubinas. Clobazam p g. 104 114 Beta 2 Microglobulina 180 Beta Caroteno 123 Beta HCG vide HCG. 97. cultura 232 C-ANCA vide Neutrófilos. 183 Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina 196 Caxumba IgG/IgM 197 CCP 243 CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ †       ™” ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ u’ 12 Instituto de Patologia Clínica H. 104. An lise Físico e Química 89 Calemia vide Pot ssio 89 Caliuria vide Pot ssio 261 Campylobacter. Cromatografia 319 Carboxi Hemoglobina 196 Cardiolipina IgG/IgM. anticorpos anti 267 Cancro Mole. Clonazepam p g. dosagem (sangue) 280 Bilirrubinas. An lise Físico e Química 280 C lculo Renal. pesquisa (urina) 355 Biópsias 307 Biotinidase 193 Blastomicose Sul Americana 230 Borr lia vide Lyme 97 Bromazepam 193 Brucelose 202 C1q vide Complemento C1q 195 C1S Esterase Inibidor 202 C2 vide Complemento C2 202 C3 vide Complemento C3 203 C4 vide Complemento C4 194 CA 125 194 CA 15/3 195 CA 19/9 319 C dmio 63 C lcio 64 C lcio Iônico 64 C lcio Livre vide C lcio Iônico 115 Calcitonina 188 Calcitriol vide Vitamina D3 280 C lculo Biliar. Nitrazepam p g.Benzodiazepínicos equivale Bromazepam p g. anticorpos anti 232 C-ANCA vide Neutrófi los.100. 99. Diazepam p g. auto anticorpos anti 148 Cariótipo com Banda G 149 Cariótipo com Bandas de Vilo corial 148 Cariótipo de Alta Resoluç o 149 Cariótipo de Medula 150 Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 149 Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula 149 Cariótipo para pesquisa de X -Fr il 182. pesquisa vide H. PARDINI .

383. 382. Tempo Atividade de Protrombina p g. 67 Cloretos 92 CO2 vide Reserva Alcalina Coagulograma equivale Plaquetas p g.175. pesquisa 384 Cistografia Radioisotópica Direta 267 Citobacteriologia vide Gram 362. Teste 66 Cloreto de Sódio no Suor 66. pesquisa 65 C lulas Orangiófilas. 17 201 CH 100 vide Complemento CH 100 201 CH 50 vide Complemento CH 100 248. pesquisa 261 C lulas de Inclus Citomeg lica 261 C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas. Anti 159 C lulas de Downey. pesquisa 197 Centrômero. 384 Cintilografias 384 Cisternografia Cerebral 199 Cistatina C 199 Cisticercose 281 Cistina.170. pesquisa 281 Ceton ria. anti vide CCP 72 CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 66. Tempo de Coagulaç p g.228 CD3 vide Linfócitos T Ativado 242 CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos 191 CEA vide Antígeno Carcino Embri rio 197 C lula Parietal. pesquisa 261 C lulas Her ticas.176 †† †† †† † ˆu‰ †  † –† u‰ u‘  ‡ “€‘ “ … u‘  … † ˆ  ˆ  ˆ€‰ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H.Pesquisa) 198 Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta) 322 Chumbo 145 Cianocobalamina vide Vitamina B12 98 Ciclosporina 379. 363. Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria.175. Anti 198 Ceruloplasmina 65 Cetonemia.175. 249 Chagas vide Trypanosoma cruzi 198 Chlamydia pneumoniae IgG 262 Chlamydia trachomatis (Cultura) 262 Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta) 41 Chlamydia trachomatis (PCR) 262 Chlamydia tracomatis (Giemsa . 67 CL vide Cloretos Clamídia vide Chlamydia 384 Clearence Pulmonar de DTPA 65 Clements. Tempo de Sangria p g. 364 Citologias 201 Citomegalovírus (ELFA) 200 Citomegalovírus (Elisa) 42 Citomegalovírus (PCR) 261 Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica 160 Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 253 Citrato (esperma) vide cido Cítrico 57 Citrato (urina) vide cido Cítrico 197 Citrulina. PARDINI 13 . Teste de 99 Clobazam 99 Clonazepam 351 Cloreto de Amônio. 381. 380. pesquisa 159 C lulas LE. pesquisa 55 Cetosteróides Neutros Totais. Tempo de Tromboplastina Parcial p g.

Clearence Creatinofosfoquinase Creatinofosfoquinase MB Isoenzima Crioaglutininas. pesquisa Cristais com Luz Polarizada. pesquisa CPK vide Creatinofosfoquinase Creatina Creatinina Creatinina. Estudo Gen tico das Microdeleç s Cross Laps vide N-Telopeptídeo Cryptococcus Neoformans. pesquisa Cultura + Antibiograma Automatizado Curva de Tolerância a Glicose Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria Dacriocintilografia DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina uˆ ‰ ˆ ™” ™” †  “ u’ † uˆ ‰ ™” u’  ˆ  320 246 188 274 67 67 67 68 68 93 68 254 202 202 202 203 201 201 118 203 203 263 321 282 161 282 281 116 116 263 71 69 70 71 71 72 204 204 204 72 283 365 321 149 149 150 150 232 263 205 263 264 337 157 384 332 14 Instituto de Patologia Clínica H. Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula Cromossomo X-Fr il. pesquisa (urina) Cromatina Sexual Cromo Cromossomo Philadelphia. microscopia Cryptococcus Neoformans. aglutinaç direta Cryptosporidium. pesquisa Crioglobulinas. pesquisa (líquido sinovial) Cristais com Luz Polarizada.Cobre Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso Colecalciferol vide Vitamina D3 Cólera Vibri . pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il Cromossomo Y para Síndrome de Turner. Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol Colinesterase Coloraç o Supra Vital Complemento C1q Complemento C2 Complemento C3 Complemento C4 Complemento CH 100 Complemento S rico Total vide Complemento CH 100 Composto S vide 11 Desoxicortisol Coombs Direto Coombs Indireto Coprocultura Coproporfirinas. cultura vide Vibrio Cholerae. Cromatografia Cortisol Cortisol Livre Corynebacterium minutissimum. pesquisa Criofibrinog nio. pesquisa Corpos de Heinz. PARDINI . pesquisa Cromossomo Y. dosagem Coproporfirinas. cultura Colesterol Colesterol HDL vide Colesterol Colesterol LDL vide Colesterol Colesterol TOTAL vide Colesterol Colesterol VLDL vide Colesterol Colesterol. pesquisa Corpos Redutores Fecal Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos.

213. Teste de Solubilidade 246.249. Pylori pelo Teste Respiratório 151 Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 155 Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians 156 Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita 277 Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído 100 Diazepam 100 Difenilhidantoína 285 Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes 101 Digital s rico vide Digoxina 101 Digoxina 118 Dihidrotestosterona 206 Dímero D 264 Direto a Fresco. PARDINI 15 . Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 370 Duplex Scan 349 D-Xilose. PCR Qualitativa e Tipagem 387 Densitometria Óssea 181 Deoxipiridinolina 73 Depuraç gua Livre 122 Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD. tTG-anticorpos anti p g. Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g.209. 247 Drogas de Abuso. anti vide Estreptozima Doença Celíaca equivale Endomísio-anticorpos anti p g. anticorpos anti 153 Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD 117 DHEA vide Dehidroepiandrosterona 73 DHL vide Dehidrogenas ctica 118 DHT vide Dihidrotestosterona 339 Diagnóstico de Diabetes Gestacional 150 Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne 154 Diagnóstico da Mutaç Alfa 1 Antitripsina 385 Diagnóstico do H.117 Dehidroepiandrosterona 117 Dehidroepiandrosterona. Determinaç o de Paternidade 210 Dnase. anticorpos anti 154 DNA. Sulfato 73 Dehidrogenase ctica 114 Delta 4 vide Androstenediona 129 Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona 152 Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística 205 Dengue IgG e IgM 43 Dengue.235 151 Doença de Gaucher. Teste 121 E1 vide Estrona 119 E2 vide Estradiol 120 E3 vide Estriol 209 EBV vide Epstein Barr 74 ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 370 Ecocardiografia u•  † ˆ ˆu‰R—ud … … ”(•€ ˆ e €ˆ ( ‰ €— d “t‘ † ˆ  ˜˜ ˜ ˜ du–u–u“u“uff  Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 283 Dismorfismo Eritrocit rio. diagnóstico molecular 42 Doenças sexualmente transmissíveis. diagnóstico 151 Doença de Huntington. Reticulina-anticorpos anti p g. PCR 265 Donovanose 385 Dose Tera tica com Iodo-131 385 Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153 165 Drepanóticos. pesquisa vide Hemoglobina S. Diagnóstico 206 DNA. pesquisa 150 Distrofia de Becker e Duchenne.

SSA/RO-anti p g. neonatal vide Hemoglobinopatias. 17 OH 333 Pregnenolona. 89. intradermoreaç es 210 Estreptozima 120 Estriol Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g. 183 Epinefrina e Norepinefrina 209 Epstein Barr 162 Eritrograma 119 Eritropoietina 167 Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos . 208 Eletroforese de Proteínas Eletrólitos equivale Cloretos p g. Cortisol.240.121 121 Estrona 154 Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade 385 Estudo de Viabilidade Mioc rdica 153 Estudo G tico da Hemocromatose ‡ ˜ ˜  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˜ ˜ ‘u‘u‰u‰u ˆ  ˆ  ˜˜ ˆu‰ ˜ ˜ “™ ” ˆ ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆ   ”€‘ † ˆ  ˜ ™ ˜ ˜ 16 Instituto de Patologia Clínica H.simultâneo 342.Cromatografia Qualitativa (cart ) p g. pesquisa 370 Eletrocardiograma 67. 17 OH Progesterona 346 Estímulo para Calcitonina com infus C lcio 346 Estímulo para Calcitonina com infus Pentagastrina 346 Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina . 343. SM-anti p g. 191 Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27 209 Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) 390 Esquistossomose. Sódio p g. 67 Pot ssio p g. Estrona p g. DHEA. Progesterona. Triagem neonatal 224 Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç 207 Eletroforese de Lipoproteínas 207. PARDINI . SSB/LA-anti p g.370 Ecodoppler 265 Ectoparasitas. pesquisa 74 Espectrofotometria 450 NM 253 Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada 41.304. 17 Beta 389 Estreptoquinase/Estreptodornase. Carbohidratos . intradermoreaç s 333 Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona 340 Estímulo do Peptídeo C .241.Cromatografia p g.Sustacal 334 Estímulo para ACTH com CRH/CRF 332 Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP Estímulo com ACTH para: Androstenediona. anticorpos anti 283 Entamoeba histolytica 291 Enterobius vide Oxi rus 74 Enzima Conversora de Angiotensina 162 Eosinófilos 182. LDL.240 209 Endomísio. Total 161 Eletroforese de Hemoglobina 308 Eletroforese de Hemoglobina. VLDL. anticorpos anti ENA equivale RNP-anti p g.305. 344 Estímulo para HGH 345 Estímulo para LH e FSH com LH-RH 340 Estímulo do Peptídeo C 344 Estímulo para Prolactina com TRH 351 Estímulo para Testosterona com HCG 337 Estímulo para TSH com TRH 332 Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina 119 Estradiol. 92 209 EMA vide Endomísio. Composto S.120. 66.304. 68 Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL.Cromatografia Quantitativa (urina) p g.281 265 Escabiose vide Ectoparasitas. Estriol p g. Ami cidos . Ami cidos .Cromatografia Quantitativa (soro) p g.235.119.

78 Fósforo 163 Fragilidade Osmótica das Hem cias 89 Frutosamina vide Proteína Glicosilada 254 Frutose (esperma) 284 Frutose (urin ria) 124 FSH vide Hormônio Folículo Estimulante 138 FT3 vide T3 Livre 140 FT4 vide T4 Livre 238 FTA abs vide Sífilis .152. Tripsina neonatal p g.Treponema IgG 285 Funcional de Fezes ””€€‘‘ †† ”€‘ † ˜ ””€€‘‘ †† ™” ˜ ˜ ˜ † ˆ ˆ€‰ ‘u‰€  “ ˜ ˜ † ˜ …… … †    Instituto de Patologia Clínica H. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. Gene da Protrombina p g.66. Imunocromatografia 163. anti 211 Fator Reumatóide 251 Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose 214 Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 152 Fator V de Leiden 211 Febre Amarela IgG e IgM 307 Fenilalanina .312 e Fibroce Cística . estudo gen tico p g. PARDINI 17 . 212 Filariose vide Filaria 324 Fluoreto 102 Fluoxetina 385 Fluxo Sangüineo das Extremidades 109. 292 Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes 163 Fibrinog nio Fibrose Cística equivale Cloreto de Sódio no Suor p g. 305. pesquisa 270 Exame Micológico Direto 208 Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 210 FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210 Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 197 Fator Intríseco. pesquisa 212 Filaria.PKU. 110 Folato vide cido Fólico 75 Fosfatase cida 75 Fosfatase cida Prost tica 76 Fosfatase Alcalina 212 Fosfatase Alcalina Específica Óssea 212 Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea 76 Fostatidil Glicerol 77 Fosfolípides 77.152 163 Fil ria. pesquisa (urina) 100 Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 101 Fenobarbital 323 Fenol 121 Ferritina 74 Ferro 285 Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 291.152 equivale Fator V Leiden p g. Cromatografia quantitativa 284 Fenilalanina. 306 Fenilalanina. anti vide C lula Parietal. quantitativa (cart ) 304.152 152 Estudo G tico de Fibrose Cística 151 Estudo G tico Fetal 151 Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 323 Etanol 264 Exame direto a Fresco. Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.153.155 Estudo G tico da Síndrome de Gilbert 150 Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y Estudo G tico das Trombofilias p g.

identificaç o G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase G6PD. 208 78 78 266 78. Mutaç 2 (G A) Glicose. anti vide Hepatite A HbA1c vide Glicohemoglobina HBc. pesquisa da deleç o – PCR Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase Gene da Protrombina Geraç e IGF-1 GGT vide Gama Glutamil Transferase GH vide Hormônio de Crescimento Gi rdia Gilbert. Mutaç o 202 (G A) Gabapentina GAD. Beta Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae Gordura Fecal GPX vide Glutation Peroxidase Gram Bacterioscopia Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU GTT vide Tolerância a Glicose H. anticorpos anti Galactose (urina) Galactose Total . anti vide Hepatite B HBe. anti vide Hepatite B HBeAg vide Hepatite B ˆ ˆ g  ˆu‰R— ˆ 266 266 265 213 153 102 122 286 308 207. pesquisa Glicose. pesquisa Fungos. 79 122 352 352 43 152 153 345 78 124 286 155 213 80 213 153 81. 82 286 82 82 91 137 141 276 123 42. 271 287 276 267 267 214 337 267 267 214 153 214 215 80 216 217 217 uˆ i‰ uh j g 18 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . estímulo após glucagon Gene CCR-5. pós -prandial Globulina (liquor) Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG Glutation Peroxidase Gonadotrofina Coriônica vide HCG. Síndrome Gliadina IgA e IgG. cultura Gasometria Gastrina Gastrina.Fungos. teste Haplotipagem de HLADR e DQ Haptoglobina HAV. dosagem Glicose.Triagem neonatal Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas Gama Glutamil Transferase Gama GT vide Gama Glutamil Transferase Gardnerella. anticorpos Anti Glicemia vide Glicose Glicohemoglobina Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase. estímulo alimentar Gastrina. cultura Fungos. Ducreyi Haemophilus Ducreyi vide H. Ducreyi Ham.

Isopropanol.216. pesquisa Hemoglobina Inst vel equivale Corpos Heinz (pesquisa) p g. Colesterol 218 HDV. Teste de Solubilidade 308 Hemoglobinopatias.45 218 Hepatite D 218 Hepatite Delta vide Hepatite D 218 Hepatite E 219 Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 47 Herpes vírus Simples. HBV PCR p g. teste p g. anti vide Hepatite B 216 HbsAg vide Hepatite B 44 HBV. anti vide Hepatite E 124 HGH vide Hormônio de Crescimento 100 Hidantoína vide Difenilhidantoína 281 Hidratos de Carbono vide Carboidratos. 218 HCV. Biópsia 168 Hem cias Fetais vide Kleihauer 166 Hem cias vide Hemograma 166 Hematócrito vide Hemograma 170 Hematozo rios. PARDINI 19 . pesquisa vide C lulas Herp ticas 218 HEV.216. cultura 261 Herpesvírus. Beta . HbeAg p g.217. HBs-anti p g. Teste Desnaturaç ao calor p g. PCR Quantitativo 45 HBV.167. PCR p g. 17 177 Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico “u‘ u‘     † †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˆ ˜ u“ ‘ ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ † † ’u“ … † Instituto de Patologia Clínica H. PCR 267 Hemocultura Automatizada 269 Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias. 17 56 Hidroxi Esteróides Ceto nicos.pesquisa uri ria vide Pregnosticon 46. HBV . PCR Qualitativo 44 HBV.217. Hbe-anti p g. Beta 295 HCG. HCV. cultura automatizada 164 Hemoglobinas 164 Hemoglobina A2 164 Hemoglobina Fetal 80 Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 165 Hemoglobina H. Teste de Resist cia aos antivirais 123 HCG. PCR Qualitativo 47 HCV. pesquisa vide Plasmodium 153 Hemocromatose.217 HBs. anti vide Hepatite D 215 Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico) 385 Helicobacter Pylori. Teste Respiratório 355 Helicobacter Pylori.44. 47 . anti vide Hepatite C 45 HCV.176 308 Hemoglobina S.46. neonatal vide Hemoglobinopatias. Triagem neonatal 165 Hemoglobina S.218. HBc IgG/IgM p g.161.45 Hepatite C equivale HCV-anti p g. HCV Genotipagem p g. triagem neonatal 166 Hemograma 167 Hemossedimentaç o 167 Hemossiderina 210 Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 215 Hepatite A vide HAV IgG/IgM Hepatite B equivale HbsAg p g.Teste de Resist cia aos Antivirais p g. Cromatografia 56 Hidroxi Corticosteróides.217. 47. PCR Quantitativo 67 HDL. Genotipagem 46 HCV. PCR qualitativo e tipagem 268 Herpesvírus.

Ami cido quantitativo 219 Histona. anticorpos anti 125 ICA vide IA2.Quantitativo 48 HIV PCR – Qualitativo 49 HIV PCR – Quantitativo 48 HIV PCR . 306 Identificaç o de Ami cidos. Resist cia Genotípica aos antivirais 41 HLA-B27. 49. Resist ncia Genotípica aos antivirais p g. 17 130 Hidroxi Progesterona. 219.50. anti 125 ICA512 vide IA2. Biópsia 51 HPV.309 220 HIV 1 e 2. 268 HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 48. HIV NASBA p g. HIV Wester Blot p g. pesquisa vide Antígeno HLA-B27 183 Homocisteína 352 Homocisteína após estímulo com metionina 288 Homocistina 110 Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 124 Hormônio de Crescimento 124 Hormônio Folículo Estimulante 125 Hormônio Luteinizante 124 Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 137 Hormônios Sexuais. PCR vide Antígeno HLA-B27 191 HLA-B27. anticorpos Anti 219 Histoplasma Capsulatum.Quantitativo Ultrasensível 50 HIV-1 Genotipagem vide HIV. 17 83 Hidroxiprolina Total 348 Hipercalci ria vide Teste de PAK 332 Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH 255 Hipoosmolaridade 309 Histidina. 221 HTLV III vide HIV 221 HTLV-I e II. PCR p g. anti 304. pesquisa 221 HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221 HIV Western Blot 49 HIV NASBA .48. quantitativo vide Amin cidos. Captura Híbrida 363 HPV.49. neonatal 50 HIV-1.49 . HIV.221. HIV 1 neonatal p g. HIV-PCR Ultrasensível p g. PCR – Tipagem 47.129 Hidroxi Pregnenolona. anti 219 Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum. pesquisa 53 HTLV-I. 50. Globulina Ligadora vide SHBG 355 HPV. Doença 125 IA2. PCR 151 Huntington. anti HIV equivale HIV 1 e 2 pesquisa p g.220. Resist ncia Genotípica aos antivirais 309 HIV-1.48. 305. HIV. Cromatografia Quantitativa 268 Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado 288 Identificaç o de Helmintos e Fragmentos 225 IgA Salivar vide Imunoglobulinas 231 IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 222 IgE Específico 223 IgE M ltiplo 223 IgE Total 126 IGF 1 ‡ ‘u‰u “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ u“ ‘ “ ˆˆ ˆ ‘u† ‰u ‰u ‡ 20 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . Citologia 52 HPV. 220. 261. anti 128 IAA vide Insulina.

Sódio p g. Cromatografia quantitativa 167 Isopropanol. intradermoreaç es p g. 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 241 LA vide SSB. anticorpos anti 389 Intradermoreaç s Ionograma equivale Cloreto p g. pesquisa 83 Índice de Saturaç o da Transferrina 128 Índice de Tixorina Livre vide ITL 226 Influenza vírus A e B – pesquisa direta 158 Inibidor L pico vide Anticoagulante pico 324 Inseticidas Organoclorados 325 Inseticidas Organofosforados 83 Inspeç Plasma Refrigerado 128 Insulina 128 Insulina. 305. Tipagem de Linfócitos T e B p g. Tricofitina. Anti 277 LDL Peroxidada 67 LDL. Pot ssio p g. intradermoreaç s vide Montenegro 227 Leishmaniose IgG e IgM. Imunofluoresc ncia 168 Leishmaniose. Cultura 228 Leptospirose. teste de tolerância 227 Lambda (cadeia leve) 102 Lamotrigina 73 LDH vide Dehidrogenas ctica 84 LDL Oxidada. Sódio p g. Teste 289 Isospora Belli 128 ITL 226 Jo 1.389 .89. testes equivale Candidina. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.66.389.66. pesquisa 349 Lactose. 356 Imunohistoquímica 288 Indican. pesquisa 129 Leptina 269 Leptospirose. Estreptoquinase/Estreptodornase.390 .390. anticorpos Anti 89 K vide Pot ssio 227 Kappa (cadeia leve) 56 KGS. anticorpos anti 57 Lactato vide cido tico 83 Lactesc cia vide Inspeç Plasma Refrigerado 289 Lactose. intradermoreaç s p g. anti vide IA2. Elisa ˆ ™ ” ˜™ ˜ ˆ ™” ˜ ™” ˜ ˜ ‡ ˆu‰R—u‰ ˆ €• ‡ ™” ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰u  “ … u•  “u‘ ˆu‰R—u‰ ”(•€ ™” “ Instituto de Patologia Clínica H. Pot ssio p g.127 IGFBP-3 125 Ilhota. 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 339 Kitt 168 Kleihauer 55 KS. Colesterol 277 LDL-PX 389 Leishmaniose.92 Íons equivale Cloreto p g.243 224 Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG 224 Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o 224 Imunofixaç o 225 Imunoglobulinas 355. PARDINI 21 . PPD intradermoreaç s p g. 306 Isoleucina.92 66 Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 312 IRT vide Tripsina neonatal 226 Isoaglutininas 304. anti 255 Immunobeads Test Imunidade Celular.67 .89. intradermoreaç s p g.67 .

241 230 Lyme IgG/IgM 248 Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 247 Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 115 Macro Prolactina vide Big Prolactina 87 M sio 277 Malônico Dialdeído 350 Maltose.194. CA 19/9 p g. Triglic rides p g.269 Leptospirose. pesquisa vide Cristais.68.112. anti p g. Lípides totais p g.238. anti p g.134 135 277 MDA vide Malônico Dialdeído 344 Megateste 326 Merc rio 326 Meta Hemoglobina 184 Metanefrina e Normetanefrina 327 Metanol 327 Metiletilcetona ˆ ‘u‰€  ˜ † ˜ ‘u ˜ ˜  “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜† ˜ ˜ ˜   ˜ ˜ “ ˜ ˜˜ ˜ du’u‘ †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ “ ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ 22 Instituto de Patologia Clínica H. II .123. VDRL p g.206.240.194. 306 Leucina. RNP.235. HCG p g. 94 Lipóides Birrefringentes. 294 Leucócitos vide Piócitos 169 Leucograma 125 LH vide Hormônio Luteinizante 335. anti p g. Cromatografia quantitativa 255 Leucócitos (esperma) 293. PARDINI .207.283 229 Lipoproteína ( a ) 85 Líquido Ascítico (Rotina) 85 Líquido Pleural (Rotina) 86 Líquido Sinovial (Rotina) 86 Líquor (Rotina) 229 Listeriose Litíase uri ria vide C lculo Renal. An lise Físico e Química p g. Pesquisa (Campo Escuro) 268 Leptospirose. PSA p g. Fosfolípides p g. Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g.280 veja também Teste de PAK p g.348 e Nefrolitíase p g. CEA p g.239 Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA. anti p g.72 e (urina) p g. pesquisa (líquido sinovial) p g. anticorpos anti Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g.CA 125 p g. VLDL p g.240. LDL p g.77.Testes 228 Linfócitos T Ativado 243 Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos. Tipagem 198 Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta) 84 Lipase 84 Lípides Totais Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Lipidograma Cl ssico equivale Colesterol Total p g.239. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. 67. SSB/La. Total p g. CA 15/3 p g. SM.113 . SSA/Ro. Treponema (Hemoaglutinaç ) p g. Subtipagem 243 Linfócitos.195.191. Eletroforese de Lipoproteínas p g. 68. 336 Liddle I.84.94 Lipidograma equivale Colesterol HDL p g.210. anti p g. Triglic rides p g. teste de tolerância 372 Mamografia 325 Mangan s 383 Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide 256 Mar Test Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g. 305. 68. 67.347 103 Lítio 229 LKM. Soro Aglutinaç o Microscópica 304.

pesquisa 328 Níquel 104 Nitrazepam 170 Nitro Blue Tetrazolium 61 Nitrog io Amoniacal vide Amônia 82 Nonne-Appelt vide Globulina (liquor) 182. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.280 271 Neisseria gonorrhoeae.347 veja também Teste de PAK p g. Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 275 Mineralograma 290 Mioglobina.304. 305.209. anticorpos anti . 183 Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182. Cultura 270 Mycoplasma. Cultura Automatizada 53 Micobact rias. anticorpos anti vide TPO 169 Mielograma 292 MIF. cultura 232 Neutrófilos. intradermoreaç s 290 Mucopolissacaridoses. pesquisa 230 Mitocôndria. anticorpos anti 325 Mn vide Mangan s Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g. PCR 270 Micológico Direto Micoplasma vide Mycoplasma 87 Microalbumi ria 87 Microprotein ria vide Microalbumi ria 289 Microsporídeos. Tripsina neonatal p g. Monoteste p g. pesquisa 231 Mucoproteínas 197 Mucosa G strica vide C lula Parietal. PCR 232 Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 270 Mycoplasma pneumoniae.66. Cromatografia quantitativa 87 MG vide M sio 269 Micobact rias. identificaç o em cultura.312 e Fibroce Cística .ANCA 169 Neutrófilos. estudo gen tico p g. anticorpos IgA 53 Mycobacterium Tuberculosis.152 231 M sculo Liso. Paul Bunnel Davidsohn p g. 183 Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina 184 Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s 232 N-Telopeptídeo † du’u‘ † † ‘€‡ ‡ ˆ ‘u‰u ‘u‡ “ ˜ ˜ ˜ ‡ uˆ ‰ihuj k uˆuˆ ‰R ‰uˆ ‰R—‘ uˆ ‰R‘u‰  † ™” ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜  ‘u ˜ “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 143 Microssomal.348 e C lculo Renal. anti Mucoviscidose equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.234 72 Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada. pesquisa (liquido sinovial) 230 Monoteste 389 Montenegro. A lise Físico/Química p g. anticorpos anti 153 Mutaç 2 (G A) da G6PD 154 Mutaç a Alfa 1 Antitripsina 152 Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase 153 Mutaç o Gene da Protrombina 154 Mutaç Gene da MCAD 231 Mycobacterium Tuberculosis. 306 Metionina. PARDINI 23 .230. cultura 92 Na vide Sódio 92 Natriemia vide Sódio (sangue) 92 Natriuria vide Sódio (urina) 170 NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 103 N-Desmetildiazepam 355 Necropsia Nefrolitíase vide p g.

234 Fatores Metabólicos : Homocisteína p g.93. 17 228 OKT3 vide Linfócitos T Ativado 290 Oograma 247 Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 88 Osmolaridade 130 Osteocalcina 58 Oxalato vide cido Ox lico 104 Oxazepam 105 Oxcarbazepina 291 Oxi rus 77.207. Quantitativa 355 Peça C ir rgica Radical Simples 293 Pentose 131 Peptídeo C 232 Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo 285 Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes Perfil do FAN especificar DNA.232 NTX vide N-Telopeptídeo 129 OH Pregnenolona. Imunoglobulinas p g.117. Gene Protrombina p g. 17 OH Progesterona p g.152. Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g.130.292 Perfil Risco Coro rio Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g.206.240.93.142.62. PARDINI .202. Fungos p g. Dehidrogenas ctica p g. Hemograma p g. Estudo de Determinaç o 234 Paul Bunnel Davidsohn 322 Pb vide Chumbo 234 PCNA.225. Citomegalovírus p g. Helicobacter pylori p g. Colinesterase p g.153. C4 p g. anti p g. SM.141. Testosterona Total p g. Imunoglobulinas p g. anti p g.210. Dihidrotestosterona p g.129. .198. cultura p g.186. Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g.390.225 Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g. Fosfatase Alcalina p g.235. SSA. SSB. Cultura + Antibiograma p g.200. anticorpos anti 154 Paternidade.137 232 P-ANCA vide Neutrófilos. RNP. Parasitológico de Fezes p g. Histona.389. anticorpos anti 234 PCR vide Proteína C Reativa.202. anti p g. TGP p g. 17 303 OH Progesterona neonatal.219.241 Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g.78.207.166. anti p g. SCL 70.152  … ‡  l … ˜ ˜ †  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˆ ‡ 24 ˜ ˜ ˜ ˜ ”R•u ˜ ˜ ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘€ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ™” ˜ ˜ ”˜ u–u † ˜ ˜˜ ˆ ˜ ˜  ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. SHBG p g.Sulfato p g. anti p g. Androstenediona p g.264.215 Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g.240. anti p g. anti p g. Estreptoquinase p g.93 Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g. Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g. Dehidroepiandrosterona p g.183.208. Gama GT p g. 292 Parasitológico de Fezes 131 Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) 233 Parvovírus B19 IgG e IgM. PPD p g.73 Perfil Imunógico especificar C3 p g. Fator anti Nuclear (Hep 2) p g.118.68. 78 P vide Fósforo 148 Painel das Ataxias Painel de Andrógenos especificar Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g. Tipagem Linfócitos p g.291.266. 17 OH Pregnenolona p g. Eletroforese de Proteínas p g. anticorpos anti – ANCA 75 PAP vide Fosfatase cida Prost tica 193 Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 233 Parainfluenza vírus 1.226. 17 130 OH Progesterona. anti p g. TGO p g. 11Desoxicortisol p g.240.76. 2 e 3 – pesquisa direta 184 Paraminofenol 291. Dehidroepiandrosterona.114.118.208.117.243 Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico Perfil Microbiológico especificar Campylobacter.112. JO1.

Porfirinas p g. Vitamina E p g. Protoporfirinas p g. Teste de Solubilidade 149 Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil 150 Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g.294. HCV. anti p g.216.321. HBc IgM p g. pesquisa e contagem 185 Piridinolina 72 Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada. pesquisa 294 Porfobilin io 89 Pot ssio 390 PPD 2 UT 132 Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 130 Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130 Pregnenolona. 91 Proteínas Totais 91 Proteínas Totais e Fracionadas 91 Proteínas.296.161. 17 OH 132 Pro-Insulina 133 Prolactina 133 Prolactina Pool vide Prolactina 115 Prolactina. Vitamina C p g.pesquisa (urina) 307 PKU vide Fenilalanina . quantitativa (cart ) 170 Plaquetas.Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g.215.294. Coproporfirinas p g. pesquisa 296 Protoz rios. HAV IgM p g. Urina-quantitativo: ALA-U p g.282. Resist cia 234 Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível 296 Proteína de Bence-Jones 89 Proteína Glicosilada 173 Proteína S 90. Uroporfirinas p g. Teste de desnaturaç calor p g. Ducreyi. Big vide Big Prolactina 171 Proteína C 172 Proteína C Ativada. 294 Piócitos. 17 OH 295 Pregnosticon 105 Primidona 132 Progesterona 303 Progesterona neonatal. Porfobili io p g.216.188 143 Peroxidase. pesquisa 296 Protoporfirinas. pesquisa (liquido sinovial) 284 PKU vide Fenilalanina . contagem 83 Plasma Refrigerado vide Inspeç o Plasma Refrigerado 170 Plasmodium. Isopropanol p g.330 294 Porfirinas. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 295 Proteínas. pesquisa 175 Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina 173 Prova do Laço 349 Provas de Absorç Carboidratos † ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˆu‰Rdu‰  ˜    ˆu‰R— ˆu‰  €‰ u’ u“ ‘ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰€’u“u‘ ˜ ˜ “u‘ ‰u ˆu‰R—u” Instituto de Patologia Clínica H.176 293 Ph (fezes) 88 Ph (urina) 293.167. pesquisa Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g. anti vide TPO 282 Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores 267 Pesquisa de Cancro Mole vide H. Sangue: Zinco Protoporfirina p g.316. pesquisa 165 Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S.218 Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g.299.187. pesquisa 271 Pneumocystis Carinii.PKU. 17 OH 130 Progesterona.187. PARDINI 25 .

334. anticorpos anti 174 Reticulócitos 187 Retinol vide Vitamina A 174 Retraç o do Co gulo 366 Revis e Lâmina (citologia) 214 Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 252 Ricketsiose vide Weil F lix 136 Risco Fetal – Teste Combinado 136 Risco Fetal – Teste Integrado 137 Risco Fetal – Teste Triplo 175 RNI vide Tempo Atividade Protombina 235 RNP. 236 Ru la 310 Ru la neonatal 237 Sacarose.211. C3 p g. teste de tolerância 297 Sangue Oculto 237 Sarampo IgG e IgM 322 Saturnismo vide Chumbo (sangue) 209 Schistossomose vide Esquistossomose 390 Schistossomose. 344. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. 335. anticorpos anti ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ … ˜ ˆ ˜ ˜ ˜ ˆu‰ † ˆu™ ‰R ” —u” ˆ ˆˆ ˆu‰R•u” “u“u‘‘ † uˆ ˆ ‰R—   ˆu‰ “€‘   † mm †† ‰‰ ™ 26 Instituto de Patologia Clínica H. 336 Provas funcionais da Supra Renal 337 Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337 Provas funcionais da Tireóide 135 PSA Livre e Total 134 PSA Total 68 Pseudocolinesterase vide Colinesterase 131 PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) 176 PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial 355 Punç Biópsia 154 Quebras Cromossômicas. 345 Provas funcionais para Hipófise anterior 347 Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 332. C4 p g. 376 Ressonância Magn tica 235 Reticulina.234 346 Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 342. Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç ) 91 Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina 91 Relaç o Lecitina/Esfingomielina 135 Renina 92 Reserva Alcalina 340 Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose 163 Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 375.190. Hemossedimentaç o p g. pesquisa 277 Radicais Livres 377 Raio X 222 Rast vide IgE específico 386 Rastreamento com Sestamibi 385 Rastreamento de Corpo Inteiro 248 Reaç Fixaç o de Complemento para T.203. Antiestreptolisina O p g. 333. 248. Mucoproteínas p g. PARDINI .202. 343.190.231. pesquisa 235. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia). Imunocomplexos Circulantes p g. 249 Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico). Fator Reumatóide p g.224. anti 271 Rotavírus. teste 350 Sacarose. intradermoreaç es vide Schistotest 390 Schistotest 240 SCL 70.167.Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g. anticorpos Anti 240 RO vide SSA.

Teste de Estímulo do Peptídeo C Swelling vide Hipoosmolaridade Swim Up T. teste de tolerância Sucrose. diagnóstic tico Síndrome de Turner.246. teste vide Sacarose. anticorpos anti SOD vide Superoxido Dismutase Sódio Somatomedina C vide IGF 1 SRY. PARDINI . anticorpos Anti SSB (La). Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g. Sulfato Sedimentoscopia S rie Branca vide Leucograma S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma S rie Vermelha vide Eritrograma Seromucóide vide Mucoproteínas Serotonina Sexo G tico SHBG Siderofilina equivale Transferrina p g. teste de tolerância vide Sacarose. teste Sudan Black B Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona. 239 155 150 155 389 240 276 92 126 155 240 241 272 241 93 242 282 242 350 237 174 117 276 335. Sulfato Superóxido Dismutase Supress o com Dexametasona Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress Captopril Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol) Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Supress o para Prolactina após L -Dopa Supress o Tireoidiana com Cynomel Surdez C ita. anticorpos Anti Streptococcus A (Imunoteste R ido) Subclasses de IgG Subfracionamento das Fraç es do Colesterol Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) Subtipagem de Linfócitos Sucrose. diagnóstico molecular SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase SM. pesquisa vide Cromossomo Y. Cruzi vide Trypanosoma cruzi T3 Captaç o vide T3 Retenç o T3 Livre T3 Retenç o T3 Reverso T3 Total T3 Uptake vide T3 Retenç o T4 Livre T4 neonatal T4 Total Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina †† † † u” ‘ † ˜ ‰(’€”u‘ † ˆ ˜ 117 297 169 166 162 231 186 155 137 310 238. diagnóstico molecula r Sustacal.SDHEA vide Dehidroepiandrosterona. 249 138 138 138 139 139 138 140 311 140 161 27 ˆu‰R•  ™ t – ˆˆ ˆˆ ˆˆu‰R—u‰ ˆ ˆ ˆ ‰€‘u’u“u‘ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. 336 334 334 343 344 345 386 156 340 255 256 248. pesquisa para Síndrome de Turner Síndrome de Willians. Estudo por PCR SSA (Ro).64 Sífilis neonatal Sífilis Síndrome de Gilbert.

TAP vide Tempo Atividade Protrombina TBG Tempo Atividade Protrombina Tempo de Coagulaç o Tempo de Esvaziamento G strico Tempo de Sangria Tempo de Tromboplastina Parcial Teofilina Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria. teste de tolerância Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose.KITT Tomografia Computadorizada TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g.245. PARDINI . Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g. 374 m†‰ u –  ˜  “u‘ ˜ ˜ ˜ ˜ 243 244. Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g. teste de tolerância Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose.200. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos.142 Tirosina. Teste de Solubilidade Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose.236.219. 245 312 143 28 Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa Tocoferol vide Vitamina E Tolerância a Glicose Tolerância a Glicose Endovenosa Tolerância a Glicose pós -prandial Tolerância r ida a Insulina .PAK Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S.235. Cromatografia quantitativa Tirosina.143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g. Teste Respiratório Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es . anticorpos anti equivale TPO p g. PPD intradermoreaç s Testosterona Testosterona Livre TG vide Tireoglobulina TGO vide Transaminase Oxalac tica TGP vide Transaminase Pir vica Tiocianato Tipagem de Linfócitos Tireoglobulina Tireoglobulina. teste de tolerância Teste Desnaturaç o ao Calor Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori. anticorpos anti Toxoplasmose Toxoplasmose neonatal TPO ˆ  ˆ  ˆ ˆu‰  ˆ   ˆ ™  ™ ™” ‡ † ˜  ˜ 175 141 175 175 386 175. Teste Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S. Teste de Solubilidade Teste de DNA para Paternidade Teste de PAK . anticorpos anti Tireograma Tiroidianos.239 Toxocara.Sobrecarga oral com C lcio Teste de Paternidade Teste de Penetraç "In Vitro" Teste de Perclorato Teste de Restriç o Hídrica Teste de Simms Hühner Teste de Sobrecarga oral com C lcio . 305. VDRL p g. Citomegalovírus IgG/IgM p g. 390 141 142 143 93 93 328 243 143 142 386 304. 306 298 188 337 341 82 339 373. 176 176 106 351 165 154 348 154 257 386 338 257 348 165 66 349 350 350 176 257 333 385 336 389 389.244.

Clearence 94 Uremia vide Ur ia 58 Uricemia vide cido Úrico (sangue) 58. Toxoplasmose p g. 249 Trypanosoma cruzi 248 Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia) 311 TSH neonatal 144 TSH Ultrasensível 249 tTG . pesquisa Uveite (rotina) equivale AEO p g.144 TRAb 93 Transaminase Oxalac tica 93 Transaminase Pir vica 246 Transferrina 249 Transglutaminase Tecidual IgA. 247 Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas . cultura 107 Vigabatrina 209 Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 250 Vírus Respiratórios – pesquisa direta 251 Vírus Sincicial – pesquisa direta ‡ † ˆu‰  † ™” ™ ‘€‰u ‘ † “u‘ †† …   ‘u‰u’u“ ˜ ‡ … †… ˜ …  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H.292 . Proteína C Reativa (quantitativa) p g. PARDINI 29 . Hemograma p g. Parasitológico de Fezes p g. anticorpos anti vide tTG 285 Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 156 Translocaç B CR-ABL 238. cultura 272 Trichomonas.166. Ami cido quantitativo 152 Trombofilias. 341 TTG vide Tolerância a Gli cose 176 TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 273 Tuberculost ticos. Anti-Depressivos 329 Triclorocompostos Totais e Fraç es 390 Tricofitina. 305.234. Estudo Ge tico 247 Troponina I 248. anticorpos anti 239 VDRL (quantitativo) vide Sífilis 274 Vibrio cholerae. Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 371. intradermoreaç s 94 Triglic rides 298 Tripsina Fecal 312 Tripsina neonatal 313 Triptofano.390. 59 Uricos ria vide cido Úrico (urina) 298 Urina Rotina 298 Uroan lise vide Urina rotina 299 Urobili nio 366 Urocitograma 299 Uroporfirinas. pesquisa 106 Tricíclicos.190.Cocaína . Cromatografia quantitativa vide Amino cidos.239 274 Vacina Autógena 391 Vacinas 304. PPD p g.244. Cultura 94 Ur ia 95 Ur ia. 239 Treponema vide Sífilis 310 Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 272 Treponema. Cromatografia quantitativa 97 Valproato de Sódio vide cido Valpróico 250 Varicella zoster IgG e IgM. 337. 59 Uratos vide cido Úrico 273 Ureaplasma.291. 306 Valina. VDRL p g. 245. pesquisa (Campo Escuro) 246. 372 Ultra Sonografia 58.Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 82.Maconha .Opi ceos) 272 Trichomonas.

PARDINI . cultura Zinco Zinco Protoporfirina … ˆn‰ du‘u— † 187 145 187 188 188 68 180 251 252 252 155 274 329. 330 330 30 Instituto de Patologia Clínica H. Colesterol VMA vide cido Vanil M lico Waaler Rose Weil Felix Widal (reaç ) Willians. Síndrome Yersinia Enterocolítica.Vitamina A Vitamina B12 Vitamina C Vitamina D3 Vitamina E VLDL.

capacitação dos profissionais. promoção de um ambiente de bem estar. e Imagem. eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável. Anatomia Patológica. tecnologia de ponta no processo.” MISSÃO “Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em tecnologia quanto em procedimentos. Manter a privacidade da identidade do cliente. garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação internacional específica para esse segmento.” VALORES ALTOS PADRÕES ÉTICOS CONFIABILIDADE DOS LAUDOS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e respeito ao indivíduo.oipr xq sut¨ etwvzyG{ut¨te ¨t VISÃO “Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos. ISO 9001/2000 Diretor EDUCAÇÃO CONTINUADA QUALIDADE NO ATENDIMENTO RESPEITO AO CLIENTE MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES Instituto de Patologia Clínica H. Dr. Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica. aprendizado e aperfeiçoamento contínuos. harmonia e valorização dos nossos colaboradores. difundir para toda a empresa e fornecedores a noção de valor superior do cliente externo. treinamentos internos. tendo como principal objetivo atender e superar as expectativas do cliente. confiabilidade dos laudos.D. Condições de ergonomia e saúde do trabalhador. Utilização. participação em congressos e cursos. Carlos Olney Soares R. por profissionais qualificados. Genética Humana. Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório clínico. remuneração sem atraso. de metodologia de qualidade científica comprovada e controlada. oferecendo aos nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica. PARDINI 31 . Atendimento rápido. com: qualidade no atendimento. Desenvolver um ambiente propício à evolução profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à comunidade. investimentos em benefícios.

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M.O. JO IBMP JD † † † CONFORME ORIENTA ‡4ˆ O MÉDICA. NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO. PCR. JEJUM DESEJ VEL. ”” “ ” • • Instituto de Patologia Clínica H. Š Š ‹hŒŽ Œ  ¦‘p’ N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR. PARDINI 33 . PCR PARA HIV veja HIV. †‰ JEJUM OBRIGATÓRIO. EXEMPLOS: IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE. CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA.|¢}~h¨€pA„|c‚ ©ƒ0~¤|c… C.

PARDINI .34 Instituto de Patologia Clínica H.

Contamos. internet ou motoboy de acordo com o seu caso. PARDINI 35 .1800 0300.  $§ Instituto de Patologia Clínica H. DOMIC LIO 0800. Essa conta com mais de 100 linhas.7898990 Para atendimento à laboratórios conveniados. HOME PAGE www.br RESULTADO DE EXAMES Disponibilizamos os resultados via fax.hermespardini. ¤ ¥   ¦  $§«ª $  §  $§©¨ facilitando a ATENDIMENTO A DOMICÍLIO Realizamos coleta de material ou entrega de resultado em domicílio em Belo Horizonte e regi . foi criada para concen trar os serviços de comunicaç o telefônica internos e externos. O Call Center do Laboratório Hermes Pardini coloca à disposiç o os seguintes serviços: £       ¡ ¢   MATRIZ (0xx31) 3228. CART O CLIENTE Oferecemos o Cart Cliente que facilita o atendimento agilizando a identificaç localizaç e exames an teriores.com. correio.–2 U—2 ˜¤ ˜x r— 2˜ ˜© ™¤ š¤›œ4žh—Ÿ˜ CALL CENTER A nova central de atendimento do Laboratório Hermes Pardini. tamb m com uma central PABX de alto nível tecnoló gico com linhas de transmiss o por fibra ótica que garantem a qualidade na comunicaç o.Para atendimento domiciliar (Belo Horizonte e regi o).6464 LABORATÓRIOS .6200 UNIDADES (0xx31) 3228. bidirecionais e digitais que permitem atender a todo tr fego de ligaç es recebidas ou executadas.ATENDIMENTO AUTOM TICO (0xx31) 3228.998686 .

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Bandeirantes. Gal. 867 Belo Horizonte – MG UNIDADE ELDORADO I Av. 7781 Belo Horizonte – MG UNIDADE BARROCA Av. 629 Belo Horizonte – MG UNIDADE MANGABEIRAS Av. 45 Belo Horizonte – MG † REGI O MÉDICA Av. Prudente de Morais. 127 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE NOVA Av.6200 UNIDADES: (0xx31) 3228.6464 Instituto de Patologia Clínica H. 2904 – 7 o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE BARREIRO Av. 893 – 2o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO II Rua Tupis. Luíz Paulo Franco. Amazonas. PARDINI 37 . 343 – 3o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO III Rua Carijós. 31 Belo Horizonte – MG UNIDADE BELVEDERE Av. Cristiano Machado. 1808 Belo Horizonte – MG UNIDADE VENDA NOVA Av. Vilarinho. David Sarnoff. 4747 2o e 3o andar Belo Horizonte – MG EM BREVE: UNIDADE IPIRANGA UNIDADE PEDRO II º ˆ€‰ »— MATRIZ: (0xx31) 228.¬Ÿ 0­¯®±°³²´°hµu b¶ °hµ ²c·©µ ¤­0 Ÿ°¦®±¸ µ¤ ­ ¦·r x¹ MATRIZ – FUNCIONÁRIOS Rua Aimor s. Bernardo Monteiro. 626 – loja 5 Contagem – MG UNIDADE PAMPULHA Av. Sinfrônio Brochado. Contorno. 842 Belo Horizonte – MG UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO Rua Par e Minas. 597 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE JARDIM Av. Antônio Carlos. 57 Contagem – MG UNIDADE ELDORADO II Rua Norberto Mayer. 66 Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO I Rua S Paulo. 115 Belo Horizonte – MG UNIDADE LIFE CENTER Av. 901 Rua Maçon Ribeiro.

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Postura: quando o s retirado na posiç reta. amônia. Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado. c lcio. aldosterona. renina. Após 3 minutos de garroteamento: proteínas totais. fosfato. devendo -se atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o. devendo-se consultar cada exame. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de albumina. Os anticoagulantes s o diferenciados pela cor da tampa do tubo: Rolhas Anticoagulante Roxa EDTA Amarela Gel separador com ativador de c gulo Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante Verde Heparina sódica Cinza Fluoreto de sódio + EDTA Azul Citrato de Sódio Ú ˆu‰Rd(ˆ€”‰Ü—€” † ™ ” ˆu‰Û—u”  †  ˆu‰  ˆu‰Ý—u” du–€“uÞ ˆ u ‰ R ”  ˆ u ‰ ”Ր † ™ ” Ê ‰‡ ”Ó‘uˆu‰  † —u‰«‡ †  “u† ‘ † † ˆu‰ dos resultados de exames  ˆ  ˆ du‘u’uހ” † ˆu‰R” † ˆu‰Û‘udà߀‰   ˆ€‰ ‰á—ud “  ˆud⠇u‘ ˆ ˆ ˆu‰ ‰u   ™ Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames. pot ssio. creatinina. ALT. creatinoquinase. Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto. Se o sor ser analisado no momento. fósforo. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas. ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total. c id rico. mas mesmo dentro deste pequeno tempo. Nas amostras uri rias. As amostras devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç aerolizaç . V rios analitos t m concentraç es no plasma e no soro diferentes. m sio e fosfato. Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç amostra e a correta determinaç o do analito. A cafeína pode promover glicólise.¼½¿¾ÁÀÃÂÅÄÇÆ¿ÀÃȝÉʾRË Ì Í¿ÎÇÍ¿ÏGÐtÑÓÒÃÔÕÍ×ÖÙØ O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç laboratoriais. cortisol e CEA. de acordo com o especificado em cada exame. colesterol. AST. transferrina. haptoglobina. ci rico. leucócitos e hem cias no sangue perif rico. ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. lactato. especialmente com a bilirrubina. triglicerídeos. hemoglobina e hematócrito. Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato. a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta. fosfatase alcalina. pode haver interfer cia em muitos analitos. catecolaminas . Hemólise significativa causa aumento na atividade plasm tica da aldolase. albumina. Da mesma forma. ferro e colesterol aumentam em torno de 5%. desde que estas estejam bem conservadas. A curto prazo. O ato de abrir e fechar a m ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio. AST. amônia e c lcio ionizado. ferro e sódio. Descremos sumariamente algumas vari veis: Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea. principalmente em amostras de 12 ou 24 horas. ALT. VCM. A meia -vida das drogas e o hor rio de sua administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. ur ia. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. epinefrina. dehidrogenase l ctica e nas dosagens de pot ssio. fosfatas cida. para que se evite contaminaç . GGT. ALT e ferro. proteína total. PARDINI 39 . fosfatase alcalina. a part ir do momento da coleta at sua execuç . catecolaminas e contagem de leucócitos. tubos sem aditivos devem ser utilizados primeiro. fosfatase alcalina e fósforo. duas a quatro horas após o consumo. deve se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç . o etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina. O uso contínuo de etanol eleva HDL. havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio. triglic rides. Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at momento em que ser lisada.  du’€‘ †  ã€ä Ûdu‘ud ‰Á‘uˆu‰Á–€‰u—u” ˆ †d ˆ uˆ ‰ ˆ€‰Á” ˆ † ˆu‰ †  ˆ€‰ €– ‘€ †‰ Instituto de Patologia Clínica H. pode variar de minutos at dias. na exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç . A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros. aldolase. TGO. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora Angiotensina (ECA).

PARDINI .40 Instituto de Patologia Clínica H.

Urina. Para amostra de Urina. quand tratadas. podendo evoluir. at 10 dias da coleta em temperatura ambiente. reto ou esperma. uma vez que est resente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. . Uma de suas principais vantagens possibilidade de ser realizada em amostra de urina. esterilidade t ria). A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes. ao inv s do raspado uretral. Ú ‰– ˆ uˆ Á ˆu‰R‰um  ˆu‰Ó—ud嗀‰u”u‘ ”u‘u‰¿‘uˆu‰ † Þ  ˆ ãuä æˆ ˆu‰ ×– † —u“€‘ †iç ä Ú † ˆu‰ ˆu‰ Chlamydia trachomatis. A C. A PCR til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia trachomatis. pesquisa PCR Coment rios: Os antígenos HLA s rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. e alguns destes antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato (homem/mulher). Método: PCR . pesquisa PCR Coment rios: As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias. HLA-B37 e HLAB39 e interpretaç jetiva ). salpingite. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7. Conservaç o para envio: . . . N congelar. N colher em heparina. Este antíg m marcador da doença. at dias da coleta entre 2o e 8o C. Endocervical (mulher). Laboratórios: Para amostras de raspado uretral e endocervical cess rio kit especial com swab apropriado e meio de transporte. peri-hepatite.Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças.Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta.Swab. Limitaç es: N o pode ser realizada na conjuntiva.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Sangue total (ACD/EDTA). uveíte anterior. colher em frasco est ril.Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada. Método: PCR .Antígeno HLA-B-27. ãuä æˆ ˆ™ ” †  † ‰«‘uˆu‰  ހmu  † †‡ ˆu‰ u– ™” †d †™ ™” “ † ‘uˆu‰RÞ ‘uˆu‰RÞ ˆ ä† éˆ †Áè † ‘u”  † Instituto de Patologia Clínica H. artrite reativa e artrite psori tica. respons vel igualmente por conjuntivites e pneumonia no rec m-nascido. PARDINI 41 . Raspado Uretral (homem/mulher). para infecç s profundas (epididimite. Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30% dos homens. Aumento na inci cia do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter. Laboratórios: Colher em tubo est ril. . A associaç o mais freqüente a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta.tracomatis respons vel por infecç es sexualmente transmissíveis (uretrites e cervicites). desenvolvendo -se na c lula hospedeira e formando inclus s citoplasm ticas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o a 25o C. O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença.

trachomatis. GENITALIUM – M. AIDS).Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. líquido amniótico.Infecç rec m -nascido: a detecç CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras semanas de vida define a infecç o co ita. respectivamente. A importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto. em um ica reaç . hominis. TRACHOMATIS – N. Manifestaç s graves podem ocorrer quando o CMV irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante. gonorrhoea.Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç retende -se afastar o a possibilidade de infecç o intra -uterina. . outros fluidos orgânicos. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) . material de biópsia. secreç es vaginais. M todo: Multiplex PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL). líquor. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo. plasma.S realizadas duas PCRs. HOMINIS Coment rios: A multiplex PCR capaz de detectar. UREALYTICUM – M. A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal) st ssociado à presença de doença. ai isponível em nosso laboratório. sangue total. r ida e sensível que os m todos convencionais. dado ao seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais. GONORRHOAE . sendo que a segunda reaç o s m uma regi interna à primeira. urina e outros fluidos corpóreos como o s men. As DST est tre as 5 principais causas de procura por serviços de s (OMS -1990) e quan tratadas podem levar a doenças inflamatória s da pelve. É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. Limit o: Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente. A sensibilidade e especificidade s % e 100%. N. M. A PCR til nas seguintes situaç s: .Citomegalovírus (pesquisa do DNA) . . Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina. . -N rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta. M.Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de biópsia de les s ou órg os suspeitos. pertence à família dos herpesvírus.PCR qualitativa Coment rios: O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA. PCR C. A PCR pode ser realizada no líquido amniótico. e às vezes. urealyticum. É encontrado na saliva. É um m t invasivo por utilizar amostra de urina de 1 o jato. dù‡€‘ ˆu‰ ñ u– óuô ò ‘uˆ€‰ † † —u‰«† ‘u‰uˆu—€‰ ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰Û”u‘ † ˆu‰Rû †Rü ô d€‘uúuˆ † 42 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . aumentando a sensibilidade desse procedimento. É uma t cnica mais simples. genitalium e U.U. o CMV em geral ssintim tico. a maioria das bact rias associadas às infecç es do trato genital: C. infertilidade e gravidez ectópica. Ú †d ‰uÞì‘uˆ † ˆ ˆu‰í—€‰ † ˆ u‘ ˆuu’ ‰î u“ ‘ —u‰ ˆu‰ ™ ” ˆ ’uˆu‰ ñ ˆu‰Ó” ˆ ”Ç—€Ç” ˆu‰ ò óuô õuóuô † ˆu‰ (— ˆ€‰ö”u‘ ‘uˆu‘u‰Ó —udR”™ ”‘uˆuå‰Rd — ˆu‰R—u‰ ø ™ † d€‡u—u”  ‡ ˆ † €d u— uë Þ ™ ” † † ˆu‰â—u”âê ’€ˆ ™” ˆu‰ “ ™ ” ™ duÞu—u † ˆu‰âdu’uÞu—ud`”â– ˆ€‰à—u”Ûïu“ð ˆu‰ ˆu‰ † ˆu‰÷—u” † ì d Doenças sexualmente transmissíveis . Em adultos s veis. sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral. pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose infecciosa. Laboratórios: Colher em frasco est ril. Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra. Conservaç o para envio: At dias da coleta entre 2o e 8o C.

Dengue – PCR qualitativa e tipagem

Coment rios: A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent dengue 2 ou 3. A confirmaç iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç e iniciadores (“primers”) específicos. M todo: Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conserva o para envio: At ras entre 2o e 8o C. Limit o: Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

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Gene CCR-5, pesquisa da del ¢¤£¦¥ o Coment § rios:

A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç lo HIV -1 por cepas macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Aus cia de deleç o no gene CCR -5 Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.

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Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios: A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de 10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A pesquisa de DNA do HBV no sor marcador mais sensível na avaliaç infectividade e replicaç viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç or cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Condi o: 1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nota: A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

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HBV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Útil para avaliaç rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores crônicos do HBV. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Indicado para avaliaç o do paciente que est respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o: - Mutaç M: a substituiç mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç 8 na proteína da DNA polimerase leva a reduç vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. - Mutaç regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552): . Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç , leva a uma reduç de 150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina. . Mutaç o M552I: a substituiç metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç st relacionada com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç cerca de 10.000 vezes da sensibilidade. M todo: Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç m cadeia da polimerase (PCR) e lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas. Condi o: 2,0 mL de Soro em tubo est ril. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). 

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Hepatite C
HCV, GENOTIPAGEM
Coment rios: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili tica, o que leva à uma grande heterogeneidade em suas s cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b, 1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo. M todo: Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest com Enzimas de Restriç o (RFLP) Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Conservaç o para envio: Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUALITATIVO

Coment rios: O HCV o principal agente das hepatites -A -B. É um vírus RNA pertencente à família Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para: - confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo; - fazer o diagnóstico da infecç lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que podem permanecer soronegativos; e - detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o. A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log. M todo: Transcriç Reversa e Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente mero de cópias do RN A do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o próximos a o limite de detecç teste. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem Coment  rios:

Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes. Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç rolongada no paciente imunocomprometido. Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç lo HSV, o diagnóstico precoc e extrema importância. O uso da PCR cess rio nos c asos de: - Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a especificidade de 99%. A PCR tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu diagnóstico. - Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com meningites recorrentes. - Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo). - Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR). Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus) Condi o: 0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab das vesículas Condiç es de envio: Líquor e Swab - refrigerar overnight. Tecidos - enviar em gelo seco. Valor de Refer ncia: Negativo. Limit o: Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

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HIV
HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios: O HIVum vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores, especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da Imunodefici cia Adquirida (AIDS). A PCR qualitativa do HIVtil para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es sabidamente infectadas pelo HIV-1. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente. Laboratórios: Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2o e 25o C. N congelar.  

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HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL

Coment rios: A realizaç ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50 cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV 1/mL. Condi o: 1,5 de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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HIV PCR - QUANTITATIVO

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Coment rios: A quantificaç carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: - Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.
Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr Carga viral AIDS após 5 (cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç > 36000 62% 13000 – 36000 49% 4000 – 13000 26% 4000 8% 

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- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000): paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000 (PCR) cópias /ml. - Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se: .N eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento. . N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses. . Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais. . Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%). . Deterioraç clínica. OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do que 0,5 log10 (~3 vezes) s consideradas significativas do ponto vista clínico. 2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo. O valor mínimo quantific vel 400 cópias de RNA viral/mL de plasma. Condi o: 1,0 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV QUANTITATIVO - NASBA

Coment rios: O NASBA teste aprovado pelo Minist rio da S utilizado na r lica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de detectar at cópias de RNA do HIV -1/mL. M todo: NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 5,0 de Plasma (EDTA/ACD). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente 2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua...

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HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste est indicado para: - determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual. - avaliar o padr vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV. - avaliar o padr resist cia na mulher gr vida. Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais, ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a. M todo: Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e seqüenciament tico. Valor de Refer ncia: N o foi detectada a presença de resist ncia Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30 dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL. Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na requisiç o. Conservaç o para envio: At ras à - 40C. Enviar em gelo seco. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes genotípicos quanto os fenotípicos s uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç terapia leva a proliferaç tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade. 

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HPV. Para isso.Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at semanas em temperatura ambiente.Para aferir a efic cia do tratamento. indicam peque mero de cópias virais por c lula. ñ † † ˆu‰«–€” ˆu‰â— ™ “ ˆ † ˆ€‰ ˆ ñ † ˆ†  ˆu‰÷‘u‰ ˆ B † ˆu‰ý— †  ‘uˆu‰ ˆ€‰Á–u” “u‘  ”€‡u—u‰ –u“u‘ † ˆ€‰öëu”  uˆ ‰  † ’u“€‘ ˆ ™” † †  –u“ ô  “ ˆu‰Û—u‰ † ˆu‰ ’€“ ˆ ‘€‰«‘u‡ ™” ˆu‰ “ ˆ †ÿ † Instituto de Patologia Clínica H. . Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. 45. vulva. 35.Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar. Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da caixa. a crit rio clínico. pesquisa do(s) tipo(s) específico (s). Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da aplicaç o do cido a c tico e iodo. Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV. tecnologia Digene Coleta: O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório. Instruç es: N o recomend vel efetuar exame digital (toque). efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi se quer estudar (colo uterino. 18. preferentemente nas reas consideradas suspeitas. solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a paciente n deve estar menstruada.Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16. a crit rio clínico. no exame colposcópico. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da anatomia patológica. evitar contaminar a escova. antes de qualquer tratamento.25o C. PARDINI 51 . 11. esta deve ser realizada em primeiro lugar. vagina. Nota: . Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e 8o C por 1 noite. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da tera tica. . essa deve ser umedecida com soro fisiológico. 52. 42. Nesses casos.1 cópia de vírus por c lula. 39. só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias. quebrar a haste.5 a . após entre . colposcopia ou assepsia pr via. 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1. equivalente a 0. Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para os vírus do grupo A (6. 58. 56. confirmar a presença de infecç o ativa com nova coleta após intervalo de tr s me ses. inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material. . podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea. 31. raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova. M todo: T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais. sugere-se. cavidade oral). 33. necess ria a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç o local anatômico de onde deve ser colhida a amostra.Em virtude da biologia viral. Para os casos de coleta c rvico-vaginal. Laboratórios e m dicos: Solicitar kit especial para coleta do material.A Captura Híbrida cont m sondas icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco nicos. 51. a presença de sangu e ( menstrual) ou cont vaginal supostamente infectado n traz qualquer alteraç resultado. Captura Híbrida Coment  rios: Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç lo HPV. . Na coleta de material da pele. regi rineal e perianal. is. .

vagina.Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP) Condi o: Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino. 11 26. vulva. 45. Na coleta de material da pele. após entre . bolsa escrotal.25o C.Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç cido ac tico e iodo. MM9. 67. 33. 52. †ˆ †  ˆ€‰ù’€” ˆ u ‰ å — ‰€’u“u‘ ˆ m† ” † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰ †— “ † “  ”€ˆ –u‡ ’u“u‘u”   u’ ˆ€‰ —€“u‘ « ‰ €— « ”‡  ™” ñ óuô ™ “ ˆu‰ † u” €‘ u—  u‘ —u ‘u“ ˆu‰ ˆ ˆu‰ uˆ « ‰ u— « ‰ † ˆ †  ˆu‰  ô  ™”  ˆu‰ † 52 Instituto de Patologia Clínica H. 54. biópsia de colo. PARDINI . p nis. . pr cio. em temperatura ambiente. das neoplasias intraepiteliais vulvares.N realizar a coleta durante o período menstrual. perianal. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite. CP8061. Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo risco. quebrar a haste. .Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar. 62. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica. dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero. . .Solicitar kit especial para coleta do material. e MM8 Nota: Sensibilidade do teste e 15 cópias do genoma do HPV. Cuidados -N recome vel efetuar exame digital (toque). 53. Existem mais de 70 genótipos do HPV. 42. colposcopia ou assepsia pr via. preferencialmente nas reas consideradas suspeitas. 34. 43. Tipo do HPV Risco Associaç freqüente Associaç menos freqüente 31. . 56. 39. anal. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. 66.Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material. Coleta . essa deve ser umedecida com soro fisiológico. CP8304 e CPLVL1 Baixo Risco 6. 70. 51. Em mais de 90% dos casos de câncer cervical. . conforme seu potencial onc ico (ver tabela). 40. 59.É recom vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta. Alto Risco 16. Identifica tam m a presença de infecç s mistas (por mais de um tipo diferente). regi o perianal. Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. cavidade oral.5o a . . raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de coleta. e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia humana. existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV). no exame colposcópico. 73.Tipagem Coment  rios: O HPV  m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas. glande. 55. 57. CP6108.O material dever ser enviado o mais r pido possível. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. esta deve ser realizada em primeiro lugar. 44. MM7.HPV. 35.Evitar contaminar a escova de coleta. 68. H forte evi cia de que o HPV desempenha um papel na carcino se da genit lia externa. 58. PCR . 18 MM4. uterino. Para aferir a efic cia do tratamento. M todo: PCR .

Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos tuberculost ticos. M.Líquido Pleural Secreç o orofaringe. M. Detecta diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas.1a urina da m (após assepsia) . Trata-se de t cnica específica. contato sexual e seringas contaminadas (usu rios de drogas).Lavado brônquico alveolar . PCR Coment  rios: O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA). tuberculosis. identifi D¦E £¤¥ o em cultura Coment  rios: O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio de cultura. M. As amostras devem ser processadas em at . N congelar.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). PCR pesquisa Coment  rios: A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d lica em todo mundo. N congelar. gordonae. Enviar em frasco est ril.). † ñ †  óuô òˆ † – €  ˆu‰ý‰ † ˆu‰«–€” ˆ u ‰ ý — ˆ u ‰ ë!u“u‘ † †”   m† † † ô ˆu‰ †  Micobact C rias. fortuitum.Refrigerar e enviar o mais r ido possível. Conservaç o para envio: At meses entre 2o a 8o C. permitindo o diagnóstico e tratamento precoce.HTLV-I. para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I. A presença de anticorpos anti-HTLV-I. ajudando a guiar decis s ter ticas. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 5. sensível e r ida. Sua transmiss corre atrav s de transfus e sangue. no m ximo 72 horas após a coleta. A transmiss rinatal ainda n foi comprovada. ou inibiç replicaç o. Obs. etc.0 mL de Escarro . ncontrado em alta fre cia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. avium. de qualquer material clínico (M. u– —€‰ † ” † du‡ ”í–€‡um † ˆ ëu” † ô †HG u– † ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰î—u” ˆ Instituto de Patologia Clínica H.: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo). detectados atrav s do Elisa. Conservaç o para envio: Entre 2 o a 25o C. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M. intracellulare. O diagnóstico r i ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. Laboratórios: Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o). uma característica do m todo. Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da t cnica Western blot ou do PCR. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou 10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9). ñ uˆ ‰R”  ò óuô †©F ô ñ uˆ ‰R” óuô ˆ u– ˆu‰   –† ™ ” duˆ€–u‰“ —u‰¿–ud ˆ€‰ † €” ‘uˆ€‰  ˆu‰ Mycobacterium Tuberculosis. . kansasii. com uma desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao HTLV-I (MAH). M todo: PCR . (falso negativo). PARDINI 53 . auxiliando no controle de disseminaç o da doença. M. O PCR est indicado tam m.

PARDINI .54 Instituto de Patologia Clínica H.

tumores de testículo. Pode ser realizado após supress o com dexametasona. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. à crit rio m ico.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.0 mg/m2 superfície corporal . SDHEA.Ingest o normal de líquidos. Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal.ambos os sexos (< 1 ano): 1. deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente: . M todo: Drekter Valor de Refer ncia: Homem 10 a 20 mg/24h Mulher 5 a 15 mg/24h Crianças .05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL .3 a 1. VOLUME URIN RIO. Valores elevados s ncontrados na hiperplasia adrenal cong nita.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL .0 mg/24h por ano de idade Condi o: Urina de 24h. ˆ ñ “ ˆ ‘uˆ ™ P R R òQ Q † †— ˆ   ˆu‰R—u”  17 KS ˆu‰ì” “ óuô ˆ †@ S ™” † †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. androstenediol. androsterona.17 Cetosteróides Neutros Totais I Coment  rios: S o derivados dos andrógenos. tumores hipofis rios. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal. administraç ACTH e corticóides. sendo os catabólitos urin rios do DHEA. tendo o restante origem testicular no homem. .masculino (1 a 13 anos): 0. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo).15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL.feminino (1 a 10 anos): 0. síndrome dos ov rios policísticos. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. androstenediona. mas o da testosterona. Em mulheres. se originam principalmente na adrenal. PARDINI 55 .0 mg/24h por ano de idade . Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. tumores da suprarenal.3 a 1. doença de Cushing.At 4 anos: questionar volume > 500 mL . .

insufici cia renal e tica podem acarretar concentraç s urin rias baixas. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL .9 tem sensibilidade de 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica. . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pode ser realizado após supress com dexametasona.8 mL de Soro.At 4 anos: questionar volume > 500 mL . jejum prolongado. à crit rio m ico. ñ ˆu‰ ˆ  ò óu† ô  †Rþ ô ˆ    56 Instituto de Patologia Clínica H.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL . A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os metabólitos do cortisol. Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes. clordiazepóxido. VOLUME URIN RIO. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente: . Aumentos discretos ou níveis normais s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas.5 a 2. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. Encontra -se elevada (4 a 6 vezes) na obstruç o biliar.feminino (1 a 10 anos): 0. Hipotireoidismo.0 mg/24 horas por ano de idade .0 mg/24 horas por ano de idade Condi o: Urina 24h. Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1. fenobarbital e fenitoína.Ingest o normal de líquidos. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no hipertireoidismo.0 mg/m2 superfície corporal . PARDINI .17 Hidroxi Esteróides Cetog T nicos U Coment  rios: Fornece uma estimativa do produç o do cortisol. colestase intra -hep tica e cirrose biliar. ñ ˆu‰ ˆ V V òW ™”  † †— ˆ u‘  ‘u “ u ‘ 17 OH ¡ u” u–  óuô ˆ †@ ˆuY ‰ † † X ™” †Rþ ô  5-Nucleotidase Coment  rios: É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares.ambos os sexos (< 1 ano): 1.5 a 2. M todo: Norymberski Valor de Refer ncia: Adultos 9 a 24 mg/24h Crianças .masculino (1 a 13 anos): 0. .Este teste n feito sozinho veja tamb m 17 KS.

96 mmoL/24h ou 200 mg/24h Adultos > 1. Líquor. Valores elevados s encontrados no pós -prandial.7 a 22.9 mg/dL Condi o: 0. O citrato administrado via oral. anomalias do metabolism cidos graxos e amino cidos.Plasma: 5.` Coment rios: A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico. salicilatos.  ’€ “u‘  ò ò † ñ  “€‘ ‡  ” € – u  ˆ€‰ “ ˆ ”   ˆu‰© ˆ u ‰ ‰ —u”ý óuô ô † † ˆu‰â‘ud ¡ ‰ u– Instituto de Patologia Clínica H.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant rigatório). intoxicaç o por etanol.0 mL de Sangue). Evitar movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue. . h tica. Conservaç o de envio: Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança at 10 anos > 0. PARDINI 57 . das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs. Instruç es: Cliente deve estar em repouso. ao contr rio da meningite viral. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia . hiperoxal ria ou dist rbios intestinais.8 a 18. Caso tenha feito algum exercício físico. O citrato reduz a taxa de formaç o de novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes. onde níveis normais s sualmente encontrados. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria. promovendo hipocalci ria.Líquor: 10. uso de medicamentos (biguanidas.0 mg/dL Valor de Refer ncia . leva a um aumento na reabsorç tubular renal de c lcio. barbit ricos).: mmoL/24 X 208 = mg/24h Condi o: Urina 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 h p . 353 Conservaç o de en vio: At dias com conservante. sendo o principal metabólito do glico io em anaerobiose.53 mmoL/24h ou 320 mg/24h Obs. glicogenoses cong nitas. que acompanha a administraç citrato. cido Cítrico. Refrigerar (facultativo). Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite bacteriana. 2 gotas para cada 2. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. repouso de 30 minutos. Dessorar rapidamente. hiperuricos ria. informar volume total. O citrato tem importância marcante na calculose urin ria recidivante. dosagem  ñ a a óuô  ò † b ˆ   ‡ ‡ ‡  ˆ€‰à—u” b ˆ ‡ —€‰Á —u‰»‡ €ˆ ì ‰— ˆ u ‰   ” † ‰um ‘u ‡  ‡ ˆu‰ ˆ cido L c tico Coment  rios: ` †Rþ ô u’ O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos.8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto. A elevaç o pH uri rio. Garroteamento r ido. após exercícios físicos. no choque. Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C. insufici cia renal. aumenta a solubilizaç ci rico.

didanosina.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de c lcio.. PARDINI . c lcio. M todo: Colorim trico Enzim tico SANGUE Valor de Refer ncia: Mulheres 2. beta-bloqueadores. colher urina de 24h conforme instruç s .O.0 mg/dL Homens 3.4 a 6.` Coment rios: A excreç ri ria do oxalato m preditor de nefrolitíase.JO 8h. Hiperoxal ria pode decorrer de m sorç o intestinal. pós -quimioterapia e radioterapia. dentre outras drogas. cido O d¦e lico  f ñ   òh g g g ˆu‰ ‘u  h h  †‡ ‡ ‰ùd —€”ù † —€ ”   –udu‰ m ˆ ˆu‰Ó ˆu‰ óuô ˆ ˆu‰ cido Úrico. metotrexato. Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias. dosagem Coment  rios: ` †Rþ ô ˆ€‰ å” ™ ” –uu’  Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas. dieta rica em purinas. Laboratórios: Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total.0 mg/dL Condi o: 1. abacaxi. Conservaç o de envio: At dias entre 18 a 25o C. aspirina (doses baixas). Níveis elevados tamb m s contrados na insufici cia renal. psoríase. uso de paracetamol. ampicilina. uso de tetraciclina. estando elevado em v rias situaç es clínicas al m da gota. indometacina. . M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança 13 a 38 mg/24h Mulher 4 a 31 mg/24h Homem 7 a 44 mg/24h Condi o: Urina 24h. defeitos dos t los renais. gelatina. alopurinol. Após dieta. N Refrigerar. Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas.M.4 a 7. verapamil. aspirina. Esta dosagem til em pacientes com c lculos urin rios para identificaç les com excreç rin ria de urato aumentada.): O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. etilismo. Dieta (sugerida ou C. acerola. laranja. durante 48:00 horas. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota. Urina: cerca de 70% ci ric liminado pelos rins.0 mL de Soro. corticóides. intoxicaç r metais p esados e no aumento do clearence renal. neoplasias. N o colher durante o período de cólica renal. diur ticos e warfarim podem interferir no resultado. vitamina C. espinafre. Hiperoxalat ri tect vel em 30% dos pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato. 353. A dieta e o us cido ascórbico podem alterar os resultados. ‰– ™ ‰í † —u‰í‡ ˆ u ‰ Á † ”€‘ † í “u‘ † ˆ u ‰ Á — € ‰ † ”u‘ ˆ€‰(–€‰ —u‰ý —u‰ý‡ ‰ † ”  ˆu‰â—u‰i ‘€ ˆu‰Á—ud€ëu” ˆu‰  † ñ †  ‡ òq p p óuô q †ô ‡€m †‡ dum † “  † … Continua. metildopa. 58 Instituto de Patologia Clínica H. pós -operatório de bypass intestinal. porfiria. Anti-inflamatórios. diur ticos. morango. doenças infla matórias intestinais. . Evitar: lim . pr eclâmpsia. lcool causa diminuiç ra to uri rio. tomate. cetoacidose di tica..

participando do processo de diferenciaç proliferaç d e linfócitos. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Soro: at . *Urina 24h. 353 ò ò óuô † du‘ ¡ ˆ ˆu‰ u’  LÍQUIDO SINOVIAL . no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%.0 U/L Condi o: 0. manter em local fresco. † ˆu‰ ” ˆ€‰  ˆu‰©—ud uˆ ‰ ñ †ò †Hv @  †iÿ @ †iÿ @ † Hv @ óuô ô † † R— ™ ˆu‰ ˆ m†  Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro. PARDINI 59 . hor rio inicial e final da coleta. peric rdico: at .0 mL Líquido Sinovial.Liq. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.0 U/L Líq. Líquor .Adultos. *Urina 12h.Continua.24h: 150 a 850 mg/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . peric rdica e peritoneal. N Refrigerar.0 U/L Líq. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p . Ascítico . no líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. Conservaç o de envio: Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose.DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Semelhante ao Soro Condi o: 2. informar o volume total.12h: 75 a 425 mg/12h Valor de Refer ncia . Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de tuberculose meníngea. peric rdico. Soro: at ias entre 2o e 8o C. no líquido peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%. rts IDO ÚRICO URINA Valor de Refer ncia . Pleural .0 U/L Líquor/Líq. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. Ascítico: at . criptocóccicas e neoplasias. A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico.. Resultados falso negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em infecç es bacterianas. ..*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. ñ óuô † Rô —  †ò  Adenosina Deaminase u ADA Coment  rios: ADA  ma enzima que cataliza a convers adenosina à inosina. Pleural: at .Líq.Líq. .

sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Pleural. cirrose hep tica. Ascítico . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados s encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Líq.9 U/L Condi o: 0.8 U/L Adulto 1. sem significado patológico. aneurisma de aorta.4 a 11. Na macroamilasemia encontramos a amilase ligada a uma proteína maior. Ascítico/Líq. Urina 24h . obstruç infarto intest inal.2 a 8. lcer tica perfurada. Nascido at .6 U/L 10 a 24 meses 3. Instruç es de Coleta: Veja Urina 2 ou 24h p . d†  ‡ dö– † –  ˆu‰ö” m † ˆ † ‰ † ‘€‰ ˆ u ‰ ñ ‘† óuô † ˆu‰÷”ö‰  † uˆ ‰ ˆ † ïAò @ †yv A@ †iÿ ðA@ †Rþ ô u’ 60 Instituto de Patologia Clínica H.Urina 2h. Amilase no líquido ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite.Líq. Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares.8 mL de Soro. traumas. Valor de Refer ncia: Soro: at U/L Urina 24h: at U/24 h. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. uso de colin rgicos. infarto do mioc rdio e neoplasias. Laboratórios: Enviar 5 mL de urina e informar volume total. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças ticas. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos. Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s considerados significativos.8 U/L > 2 a 16 anos 1. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. colecistopatias sem pancreatite. Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite. pancreatite. Eleva -se 12h após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: R. determinando níveis s ricos aumentados e níveis urin rios normais.7 a 4.Aldolase Coment  rios: Essa enzima utilizada na avaliaç s quadros de fraqueza muscular. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o associados à pancreatite.8 mL de Soro. PARDINI . meperidina e morfina. queimaduras. caxumba. Em 10% dos casos de pancreatite amilase no soro e líquido ascític rmal. Urina 2h: at U/2 h Líq. † ñ w w w w  ò m† ˆ€‰Ù—u‰ ¡ ”u–€  ˆu‰ x x x x † uï óuô †Rþ ô Amilase Coment  rios: Sangue: enzim excretada pelo pâncreas. Pleural: Igual ao soro. apendicite.

APO A1: 91. ñ ‘† óuô ˆu‰ sendo. choque. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia. tabagismo.0 mL de Plasma heparizado. Conservaç o de envio: Enviar congelado.JO 12h. transporte.0 a 133. Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye. as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a insufici nci tica. Clearence Coment  rios: É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia. É um fator de proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral.2 a 3. sangramento gastro -intestinal. n macroamilasemia encontra-se clearence baixo. Na Amônia Coment  rios: †Rþ ô ò A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no cont do intestino delgado e grosso. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. asfixia perinatal.APO B: 63.8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h. IDL. LDL e lipoproteína (a). hipovolemia. ñ ˆu‰ † † A@@ † † ò ò óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H.0 a 175. M todo: Enzim tico UV Condi o: 1. hemólise). M todo: Ci tico CNP Condi o: 0.0 mg/dL Valor de Refer ncia .Amilase.0 mL de Soro. Apo Bfator de risco para doença coronariana. terapia de hiperalimentaç .0 mg/dL Condi o: 1.8% Conservaç o de envio : At dias entre 2o e 8o C. insufici ncia cardíaca congestiva e infecç r bact ria urease -positiva. infecç rin ria. . Valor de Refer ncia: 1. A Apolipoproteína B (apo B -100) o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL. miopatias mitocondriais. Excluindo as vari veis pr -analíticas. marcador específico. uso de valproato. PARDINI 61 . nutriç renteral total . Reduç s ní veis de amônia plasm tica s contrados na Hiperornitinemia. entretanto.  ”u‡€—u“ ‰ d † ¡ €” –u ñ ˆu‰R—u‰ óuô  ò ô ˆ  m ˆ † ˆu‰ ˆu‰å–ud ˆu‰¦  ˆu‰R–u‰ †  “ ˆu‰R”u‘ ˆ † € € €  † ™” Apolipoproteína A1 e B Coment  rios: A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL. neonatos normais (transitória). M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia . tabagismo. Valor de Refer ncia: 0 a 10 dias 100 a 200 µmoL/L 10 dias a 2 anos 40 a 80 µmoL/L > 2 anos 10 a 47 µmoL/L Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta.

tóxica. Rotor). neoplasias).5 mg/dL < 24 horas 8.0 mg/dL 10.Bilirrubinas. Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós hep tica.2 mg/dL Bilirrubina Total (Rec m Nascidos): Idade Pr -maturo Termo Cord o 2.0 mL de Soro. conjugada no fígado para. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Direta at .5 mg/dl. Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2. les atócitos (viral. Test til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia.8 mg/dL Total at . a seguir. ser excretada na bile.9 mg/dL 2. Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas. reabsorç o de hematomas. lcool) e obstruç o biliar (litíase. medicamentos. PARDINI .0 mg/dL 12.0 mg/dL 10. hemólise autoimune. ‘ud †  ˆ ñ † ò    † ˆu‰â—u” ¡ ”u– ”†‡ ˆ u” u–   ”u–uˆ  ¡ †  ˆ  ‚ ‚ ‚ †† @@ ˆ † † ñ óuô †Hƒ ð ô ¡ ‰ 62 Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/dL < 48 horas 12.0 mg/dL 7 dias 15. eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas.Proteger da luz. Crigler-Najar). Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.4 mg/dL Indireta at .0 mg/dL Condi o: 1. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças ticas heredit rias (Dubin Johnson. transfus o de sangue. .0 mg/dL 6.0 mg/dL 3 a 5 dias 15. dosagem Coment  rios: A bilirrubi um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial.

N Refrigerar.Urina recente. .): O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados (manteiga. hipertireoidismo. etc. colocar em geladeira. ñ ˆ † ‡ ˆ € ‰ Á — u ” Á ‘ u ” ˆ€‰ — †– ‡ † ˆ€‰ ‡  €‘u—u † óuô †iÿ õ€óuô óuô †ò †ò ™ ” †  ™ ” ˆ Çdum  ˆu‰ d† u“ˆ Ó ‰ u” ‘ “ ˆ “u‘ ˆ “ ˆu‰ýê m † ˆu‰ uˆ ‰  ‡  URINA M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Com Dieta at mg/24h Sem Dieta at mg/24h Condi o: Urina 24h . feocromocitoma. Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C. urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina. desidrataç o. acromegalia. creme de leite. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o.O. Deixar em temperatura ambiente.  SANGUE M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 8. alcalose.M.C e lcio Coment  rios: Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). esp erar 10 dias (C. rigorosamente antes de começar a coleta. N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos. síndrome de imobilidade. m sorç .M. Hemólise pode elevar seus resultados. trazer ao Laboratório assim que terminar a coleta. Hipocalci ria pode ser sec ria à hipocalcemia. permanecendo sob dieta. Sua determinaç referida na urina de 24h.4 mg/dL Condi o: 0. requeij o. Coleta Do 3o para o 4o dia da dieta. osteomal cia. hipertireoidismo.). queijo. hepatopatias. Cushing. defici ncia vitamina D. diminuiç s da albumina. PARDINI 63 . osteoporose. Níveis baixos de c lcio total s contrados na osteomal cia. 353 Conservaç o de envio: At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. linfoma. uso de diur ticos e estrógenos. sarcoidose. hipomagnesemia. dist rbios da reabsorç tubular de c lcio. Laboratórios: Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total. corticoterapia. Conserv o de envio: At semanas entre 2 o e 8o C. insufici ncia renal. Hipercalcemi encontrada no hiperparatireoidismo. e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal. uso de diur ticos e estrógenos.).Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina.5 a 10. mieloma. ñ „ „ … … ††iÿuð†ð†@@ ˆu‰  ‡ ‡ ‡ ‡ ‡  ˆ … ˆ ‘uˆu‰  … ˆ †iÿ ô  Instituto de Patologia Clínica H. hipoparatireoidismo). Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias. hipervitaminose D. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Colocar no frasco. pancreatite. 20 mL por litro de urina de cido Clorídrico 6N (HCL 6N). algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas. hipervolemia. Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14 mg/dl. raquitismo. Tam m utilizado na avaliaç frolitíase.8 mL de Soro. colher urina de 24 horas. neste caso. O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório.O. insufici ncia renal. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. hiperabsorç o intestinal de c lcio. Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea.

8 mmol/L Hipocalcemia Moderada Obs.JO 8h. Vide alteraç s patológicas no c lcio total. entretanto varia com o ph (aumenta na acidose. Condi o: 1 tubo de Soro (tubo gel). ferritina e ferro s rico. hemolíticas. A dosagem do c lcio iônico independe da albumina. diminui na alcalose). Útil no diagnóstico diferencial das anemias. Valores normais ou baixos s contrados nas anemias de doenças crônicas.C e lcio Iônico Coment  rios: O c lcio iônic fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total.7 mmol/L Hipocalcemia Severa 0.20 a 1. A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso de ferro. que bloqueia a leitura do aparelho. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. uso de anticoncepcionais e gravidez. PARDINI . hemocromatose. pois.25. tubos de soroteca ou vidro.40 mg/dL R. M todo: Eletrodo Seletivo c/ correç tom tica p/ variaç o do pH Valor de Refer ncia: Adultos 1.28 mg/dL at s 1. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo). Veja tam m ITL.32 mmoL/L ou 4. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro repetidas vezes. quanto maior a manipulaç .  ˆu‰ ‰ † † d ˆ  ñ ˆu‰Rd  ò ˆ ‰ ˆ † uðRdu‘u‰ ‰ ‰ ˆ ‰ ˆ u ‰ ‰ óuô †©¨ ô ˆ€‰  du‘ ¡ ˆ †  ˆ ™” ˆu‰   ˆ ˆu‰ “€‘ Capacidade de Combin  £¦¥ o do Ferro Coment  rios: Os sítios agregados de ligaç ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de combinaç ferro total. Condi o: 1.35 mmoL/L ou 4. siderobl sticas.Nascido: 0. ma ior o aumento do pH. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf.17 a 1.70 a 5. Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório. desnutriç o e estados inflamatórios. Sua concentraç mais baixa à noite e maior pela m .: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0. Encontra -se elevado na anemia ferropriva. N enviar a amostra em pipetas de pl stico.80 a 5. . Laboratórios: Dessorar rapidamente e congelar imediatamente. LIVRE M todo: Schade Valor de Refer ncia: 140 a 280 µg/dL ñ ˆu‰«—€‰ u‘ d † óuô m † †©‘ ô ò ò  ˆu‰ † ˆ€‰ ˆuˆ ‰ö”€‘ ˆ TOTAL M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre Valor de Refer ncia: 250 a 410 µg/dL ñ  64 Instituto de Patologia Clínica H. re presentando 43% desse.5 mL de Soro.

realizado no líquido amniótico.0 mL Líq. PARDINI 65 .5%. Veja tam m Fosfatidil Glicerol. o índice de membrana hialina ser m torno de 80% e 30%. M todo: Formaç lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina. ricas em lípides Valor de Refer ncia: Formaç lhas est veis à partir do 3 o tubo. Condi o: 6. al m da interfer ncia de drogas.  ˆ † ”á —u”–@ R” m † † ñ ˆu‰R—u”Rmu‰ ò—u”Rmu‰  u ˆ R ‰ óuô †ô u’ud ˆ  ™”  ˆu‰R• Instituto de Patologia Clínica H. Relaç M todo: Azul de Nilo Valor de Refer ncia: Abaixo de 1% antes de 34 semanas entre 1 e 10% entre 34 e 38 semanas entre 10 e 50% entre 38 e 40 semanas acima 50% 40 semanas em diante Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Se os 3 tubos forem negativos. como a levodopa. vômitos. Rela ç E.Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. ou apenas o primeiro for positivo. ñ m† † ò † ˆu‰÷ˆu—u‰Rd • † † E. Teste de clements.JO 10h. Amniótico.0 mL de Líquido Amniótico. Fosfolípides. Teste de Coment  rios: Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em presença d lcool absoluto e . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos os tubos . Fosfolípides.0 mL de Soro. Fosfatidil Glicerol. o que permite avaliaç o da maturidade fetal. subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo tubos.C ’ lulas Orangiófilas. Veja tam m C lulas Orangiófilas. pesquisa Coment  rios: No teste do azul do Nilo. ˆu‰Ù—  ñ óuô †ò † “ † †H• ð ô ¡ ‰ Clements. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes. pesquisa Coment  rios: Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da cetonemia: diabetes melito descompensado. “ “ “ “ ” ” ” ” óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Cetonemia. . respectivamente. M todo: Colorim trico . estresse. diarr ias e doenças metabólicas. Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer. o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas fetais e do v rnix que se coram de laranja)  tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal. etilismo.

Em mulheres adultas o teste sofre variaç s com o ciclo menstrual. . 1. sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. síndrome nefrótica. dermatite atópica. Resultados falso negativos podem ocorrer no edema. perdas gastro -intestinais. acidose tubular renal. O diagnóstico molecular (PCR para fibrose cística) encontra-se disponível. M todo: Iontoforese e Condutividade Material: Suor Valor de Refer ncia: Normal < 40 mEq/L de Cloreto Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto Fibrose Cística > 60 mEq/L de Cloreto Adultos < 80 mEq/L de Cloreto Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística.Cloreto de Sódio no Suor Coment  rios: Teste do cloreto de sódio no suor til na investigaç fibrose cística (mucoviscidose). Eldorado I.sicos. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides. defici ncia de G6PD. Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o. diabetes insipidus nefrog ico. Doença de Addison. Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido.. Juntamente com o sódio s s principais respons veis pela manutenç meostase osmótica do plasma. vômitos. É uma herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais.sicos. insufici ncia adrenal e hipotireoidismo.Líquor: 690 a 770 mg/dL Condi o: 1.É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado. Valores elevados podem ser encontrados em outras doenças: anorexia nervosa. Sudores induzida no antebraço por iontoforese. Unidades que realizam este exame: Aimor s.0 mL de Líquor.Soro: 96 a 109 mEq/L Valor de Refer ncia . infus salina excessiva. colestase. Sua determinaç til na avaliaç dist rbios hidroeletrolíticos cido. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. ò ò óuô Continua. mucopolissacaridose tipo 1. M todo: Eletrodo Seletivo Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. no diagnóstico da alcalose metabólica responsiva a sal.0 mL de Soro. acarretando dist rbio da secreç o exócrina. em especial. cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos. alcalose metabólica. hipogamaglobulinemia. acidose metabólica. PARDINI . hipoproteinemia e na sudorese excessiva. desnutriç . acidose respirat ória crônica. secreç inapropriada de ADH. ˆu‰Û”« —ud  ¡ ‰ €m  ˆu‰ ”uˆ€ ‰ ‡ ˆ m† ‡ ˆu‰Û”u‘ † « ”  m€ ˆu‰ † ‡ ˆu“€‰Û‘ ‰ ˆ † ˆu‰»—u” ‡  “u‘ ñ †ô SANGUE / LÍQUOR Valor de Refer ncia . disautonomia.. 66 Instituto de Patologia Clínica H. Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos. fístula pancr tica e hiperparatireoidismo. S Paulo e Pampulha. insufici cia cardíaca. † †‡ ñ ™” ˆ€‰ ˆu‰©—ud “ u ‘ ‡ ˆ ˆ  ”† “ “ “u‘ — — — — ò  ˜ ˜ ˜ ˜ † ˆ€‰ ˆ † Cloretos ™ Coment  rios: CL Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. Klinefelter.

353 óuô ò ˆu‰R–u‰u— –uu’ Colesterol Coment  rios: Sangue: o colesterol principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica. triglic rides.JO 12h ou C. lipoproteína (a).CLORETOS URINA Valor de Refer ncia: 170 a 254 mEq/24h. PARDINI 67 .32 sugerem transudatos. ñ †H• ð ô ¡ ‰ ô 41 a 59 †ò   Adfe Aceit el mg/dL 110 a 129 130 a 159 Ad Aumentado mg/dL ≥ 130 ≥ 160 Continua. subfraç es das lipoproteínas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. -N e usar conservante . ™ ˆu‰Ý† —u” ‰  † ™ ˆ  ˆu‰í—€d m† † ˆ † óuô ˆ HDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Baixo mg/dL < 10 anos 10 a 19 anos Adultos ≤ 40 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.M. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Instituto de Patologia Clínica H... Tam m utilizado na produç hormônios esteróides.M.. 25% por HDL e 5% por VLDL). Laboratórios : *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. cidos biliares e na constituiç s membranas celulares.Urina recente C.O. apolipoproteínas A1 e B100.0 mL de Soro. Condi o: *Urina de 24h .Continua.Refrigerar. Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico < 0.. Seu metabolismo se d no fígado. A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas fraç es. sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por LDL.O. Condi o: 1. . proteína C reativa ultra-sensível e homocisteína. ñ †ò   Desej †dfe l mg/dL ≥ 40 ≥ 35 ≥ 60 Aceit el mg/dL Ad LDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Desej l mg/dL 2 a 19 anos < 110 Adultos ≤ 129 Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C.

Ascítico ..000 U/L (37o) Condi o: 0. Líq. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.Soro: Faixa Et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL 2 a 19 anos < 170 170 a 199 Adultos < 200 200 a 239 Valor de Refer ncia . e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no fígado. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 5. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína. Níveis baixos tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos. desnutridos e portadores de insufici cia cardíaca.Líq.Líq.0 mL de Soro.Líq. ñ ñ TOTAL †ô †ò †ò ò   M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . contraceptivos orais.8 mL Soro.000 a 14. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1. Conservaç o d e envio: At semana entre 2 o e 8o C.Continua.  Adfe Ad g g óuô †† Aumentado mg/dL ≥ 200 ≥ 240 h h †H• ð ô ¡ ‰ Colinesterase Coment  rios: Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias. PARDINI .COLESTEROL VLDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 0 a 40 mg/dL Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.. Ascítico . pulm o e c rebro. hepatopatas. Pleural. ˆ † † ñ  ò óuô †ô “€‘   68 Instituto de Patologia Clínica H.

gravidez. PARDINI 69 . Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas.Urina 24h. 353 òj † i óuô † j † A@@ du‘ ¡ ˆ i u– u ’ Instituto de Patologia Clínica H. necrose muscular.0 mL de Soro. M todo: Colorim trico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ † ô †Rþ ˆu‰Ý”u‘ ˆ u ‰ « — u ” SANGUE Valor de Refer ncia: 76 a 124 mmoL/L Condi o: 3. corticoterapia e no hipotireoidismo.Creatina Coment  rios: É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. indivíduos com massa muscular elevada. .Refrigerar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . Laboratórios : Enviar 5 mL de Urina. óuô ò URINA Valor de Refer ncia: Homem at 500 µmoL/L Mulher at 0 µmoL/L Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . miopatias.

) ñ É o teste mais utilizado para se estimar a taxa de filtraç lomerular. salicilato.5 g/24h Mulher 0. Veja tam m Cistatina C.Creatinina Coment  rios: M todo: Colorim trico (Jaff mod. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C. concentraç licose. . alimentaç . . cimetidina. k k óuô † †ô òl l du‘ ¡ ˆ … † u–   70 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. proteína.O.5 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . PARDINI . hidantoína. É o produto de degradaç creatina.*Urina 12h ou 24h ou C. anticoncepcionais e anti-inflamatórios). bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12h ou 24h g. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. hor rio inicial e final da coleta. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. mas tam m da massa muscular.8 a 1. Fluoreto). † m † ˆu‰R—ud ò ˆ€‰ † ˆuˆ ‰ ˆu‰«’ ˆu‰ý—u” ’ ˆ  —u‰ý‡ m ˆu† ‰«—ud † SANGUE Valor de Refer ncia: 0.Adultos.JO 8h. óuô † ô URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: Homem 1. . piruvato. sexo. ci rico. idade.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina.7 a 1.2 mg/dL Condi o: 1. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo sua concentraç s rica n o só dependente da taxa de filtraç o renal. Níveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuiç massa muscular.5 a 2. trimpetoprim.M.0 mL Soro ou Plasma (EDTA.

clearence Coment  rios: Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç lomerular.Adultos. sendo mais sensível que a determinaç s rica isolada. rabdomilóise. informar volume total. distrofia muscular. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Veja tam m troponina I.0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h. em altas temperaturas pode causar convers creatina à creatinina. No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal. hor rio inicial. Clearence elevado pode ser encontrado após exercícios.) Valor de Refer ncia: Homem 90 a 130 mL de Plasma/minuto Mulher 75 a 115 mL de Plasma/minuto Obs. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem at U/L Mulher at U/L Criança d e 2 a 12 meses at U/L Criança após 12 meses at U/L Condi o: 0. .: O result corrigido para a superfície corpórea. peso e altura do cliente. Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio. exercício físico. ñ o o o o óuô †Rþ ô m† ™”  ò n † uï†@ n † q uˆ ‰  ˆu‰Û”u† ‘ ˆ€‰  n n †© †iÿu¨ ÿÿ  Instituto de Patologia Clínica H. . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. miocardite. acarretando aumentos es rios. 353 † ˆ ñ †ò † m n o n óuô d u — u ‰ † †ô m† –u‡ ˆu‰Á’ † ˆ ‘€ ˆ ˆu‰Á—ud ˆu‰ ˆu‰ † … †  –uu’ Creatinofosfoquinase p Coment  rios: CPK Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada.Creatinina. Veja tam m: Cistatina C. Condi o: 1. mas inespecífico de les mioc rdica. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. Armazenamento da urina por muito tempo. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. M todo: Colorim trico (Jaff mod. dermatopolimiosite. na gravidez e no diabete melito. em traumas e injeç s musculares. Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%. É um marcador sensível. hipertermia maligna. PARDINI 71 .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .8 mL Soro. final da coleta. c rebro e coraç .

pesquisa (Líquido Sinovial) Coment  rios: A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. ñ ˆu‰ì”€‘ ‡ † ˆu‰Á—ud»”  uˆ ‰ óuô †Rþ ô ò 72 Instituto de Patologia Clínica H. Veja tam m troponina I. ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. Os cristais de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.0 mL Líq. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%.Creatinofosfoquinase MB Isoenzima r Coment  rios: Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro. PARDINI . Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular.8 mL de Soro. sem significado patológico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB acima dos valores da CPK Total. Sinovial. A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica. podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. M todo: Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. ‡ CKMB   ˆu‰  ñ  ò óu†iô ÿ  †iÿ • ô ¡ ‰ m† ™” †† Cristais com Luz Polarizada.

correlacionados ao fluxo urin rio. hipóxia. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. 353 Laboratórios: Informar volume total. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia renal crônica.6 indica exudato. PARDINI 73 .0 mL de Urina 24h. hepatites.5 mL de Soro + 1. sendo liberada na ocorr ncia de dano celular. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .10 a valores positivos. Trata-se de uma das osmoticamente ativos da uri ltimas funç s renais a serem perdidas. etilismo. Níveis de LDH acima de 1. tumores do sistema nervoso central e meningites. Níveis elevados s contrados no acidente vascular cerebral. atrav s da relaç o entre os componentes  livre. Hemól ise pode levar a resultados falsamente elevados. Raz DH pleural/s rica maior que 0.6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato. LDH elevada ocorre em neoplasias. †  † † ™ ˆu” ‰ ˆu‰Á—u” “  u‘u—u ˆu‰©A@ ˆ ñ ‘† ò óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ † ˆu‰R• Á” † ˆˆ † ˆ€‰Á”u‘ ` Depur t¤£¦¥ o da gua Livre Coment  rios: Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular. Relaç o LDH pleural/s rica > 0. colagenoses.20 a . renal e pós -renal. M todo: Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia Valor de Refer ncia: . pancreatite. Ascítico . Condi o: 0. Líq. pneumopatias. Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue. NTA: de . hipotireoidismo. Pleural .Líquor. Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato.8 mL de Soro. mononucleose. anemia megalobl stica. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: 180. Líquido ascítico: níveis de LDH s % dos valores s ricos. inflamaç s.0 U/L (37o ) Condi o: 0. ñ ‡ óuô ™ ”” † ‡ ò ˆ€‰ ‰ ”ådӐu’ ud ‘uˆudÓ ˆu‰R”u‘ ˆ † † ˆ “€‘ †ô –uu’ Instituto de Patologia Clínica H.Dehidrogenase L e¦s tica Coment  rios: Sangue:  ma enzima que cataliza a convers lactato a piruvato. cardiopatias. Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.000 U/l s o encontrados em neoplasias e empiema.100 mL/hora. Est levada nas peritonites (espontâneas e sec rias).Líq. anemia hemolítica. trauma e obstruç intestinal. til na diferenciaç tre a uremia pr -renal.0 a 450.

Ferritina e Capacidade de combinaç o. ñ w w w w uˆ í ‰ u— ‰ † † ˆu‰î—ud m † ”R ò x x x x x x  ˆ ˆu‰ ¡ ” ˆu‰©”u‘ ˆ óuô †©y ô 74 Instituto de Patologia Clínica H. anticoncepcionais lcool. amiloidose. menstruaç o e fases iniciais de remiss anemia perniciosa. uso de estrógeno s. permitindo comparaç o do achado com os dados de Liley.Enzima Conversora da Angiotensina u Coment  rios: Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico.0 mL de Líq. hemocromatose e hemossiderose. ™” ECA ñ óuô †Rþ ô  ò † –u ‘uˆu‰  Espectrofotometria 450 NM Coment  rios: Na ocorr cia da eritroblastose fetal. M todo: Ferene-S Valor de Refer ncia: R. Informaç es nece rias: Informar semanas de gestaç . valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o. PARDINI . Nascido 90 a 240 µg/dL Criança 35 a 90 µg/dL Homem 60 a 160 µg/dL Mulher 40 a 150 µg/dL Condi o: 1. diabete melito. A espectrofotometria estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico. Jejum: Criança JO 4h / Adulto JO 8h. radiológico e à biópsia com granulomas caseosos sugerem sarcoidose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. les p tica aguda. hemocromatose. anemias hemolíticas. doença he tica alcoólica. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). Valor de Refer ncia: Zona 3 de Liley Condi o: 5. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. “u‘ ò ˆ ˆ óuô vv  †©¨ ô ˆu‰ Ferro Coment  rios: A determinaç ferro s rico sada no diagnóstico diferencial de anemias.8 mL de Soro. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 35 a 90 U/L Condi o: 0. hipertireoidismo. Níveis aumentados s contrados na hemossiderose.5 mL de Soro. Veja tam m ITL. Amniótico. cirrose biliar prim ria. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. hanseníase. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva. mieloma. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher. silicose e psoríase. asbestose. glomerulopatias. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da ECA. talassemias.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . M todo: Enzim tico (Inibiç o com Tartarato) Valor de Refer ncia: At . aguardar 2 dias. PARDINI 75 . Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de próstata.0 U/L Condi o: 0. aguardar 4 semanas.Após Biópsia de Próstata. . Doença de Gaucher.5 mL de Soro. pulm s. Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%. interfer cias de outras fosfatases no ensaio. Veja tam m Fosfatas cida prost tica. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At .  ñ  ò óu† ô ï †iÿ ô m†  ˆ  ™” ”R  u– Fosfatase cida Prost e tica Coment  rios: ` A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido t rtrico. leucócitos. óssos. aguardar 24 horas. aguardar 4 semanas. fígado.Após Toque Retal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. mieloma.  ˆ  d† † “u‘ ñ  ˆ ˆ †óu©ô ¨ ò †Rþ ô † † ˆ€‰å—u‰ —udu—u” † ™” m† ‰ö Instituto de Patologia Clínica H. pâncreas e vesícula seminal. embolia pulmonar.Após Ma ssagem na próstata. hiperparatireoidismo. Laboratórios: Separar e refrigerar o mais r ido possível.0 U/L Condi o: 0.8 mL de Soro. anemias hemolíticas. .Ultra-Som Trans-Retal. Elevaç s tam m podem decorrer da manipulaç o prost tica. tumores ósseos. plaquetas. prostatite e outras neoplasi as. Aumentos ocorrem nas leucemias. . rins. adenomas e câncer da próstata. trombocitoses. infarto agudo do mioc rdio.Após Exercícios pesados. . aguardar 24 horas. baço. hem cias.Fosfatase cida Coment  rios: ` As fosfatases cidas est o presentes na próstata.

óuô †H• ð ô ¡ ‰ 250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270 Fosfatidil Glicerol Coment  rios: Auxiliar na avaliaç maturaç lmonar fetal. hepatites virais (mais discretamente). M todo: Ci tico Optimizado Valor de Refer ncia:  ˆu‰«– ñ ‘† ò Feminino m†  ˆu‰ ˆ€‰àd †– Idade Masculino Ambos os sexos R m nascidos 64z(X 6 meses a 9 anos 250 a 950 10 a 11 anos 12 a 13 anos 14 a 15 anos 16 a 18 anos > 18 anos 250 a 730 150 a 600 275 a 875 170 a 970 125 a 720 50 a 250 Condi o: 2. Conservaç o de envio: At ras. tumores ósseos. osteomal cia e raquitismo. PARDINI . rins e leucócitos. placenta. Doença de Paget. Teste de clements. entre 2o e 8o C. fígado. M todo: Cromatografia em Camada Fina Valor de Refer ncia: Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo Condi o: 4. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da membrana hialina. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram na composiç surfactante pulmonar. Medicamentos como anticoncepcionais orais.0 mL de Soro. ñ óuô “ †ô ˆu‰Ó—u‰ ˆu‰Á—ud m† † ò ˆu‰Á– “ “ ˆ€‰(• 76 Instituto de Patologia Clínica H. hipolipemiantes. Fosfolípid es. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas hep ticas e ósseas.0 mL de Líquido Amniótico. Veja tam m C lulas Orangiófilas.Fosfatase Alcalina Coment  rios: As fosfatases alcalinas est resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso. Em crianças a fraç óssea predomina. anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica. A fosfatase alcalina total encontra -se elevada na colestase. intestino. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. hiperparatireoidismo. Relaç E.

0 mL de Soro ou Plasma (Heparina). óuô ò| | Continua. acromegalia. corticóides e diur ticos. salbutamol.Fosfolípedes Coment  rios: Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas representando parte consider vel dessas.V. Vitamina D. Teste de clements.8 mL de Soro. azatioprina. M todo: Ci tico U. Meticilina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia . Níveis urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo. Líq. hepatopatias. corticóides.5 a 4. defici ncia de vitamina D. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III de Frederickson. alendronato. Instituto de Patologia Clínica H.Interromper 48 horas antes da coleta ou C. Fosfatidil Glicerol..: Anti cidos. s epse. sais de alumínio. lítio. calcitonina. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos. Heparina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 12h. glicose endovenosa. Tetraciclina. insufici ncia renal e trombocitose. uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D. Amniótico. hipoparatireoidismo. PARDINI 77 .0 mg/dL Condi o: 0. met stases ósseas. Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o surfactante pulmonar. diltiazen. hipoparatireoidismo. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. ‡ ˆ  ˆ ˆuˆu‰ ‰â—u‰â”uë ˆ “u‘  “ †  ™ ” –u‡ ‘uˆu‰ ‘u † ˆ€‰ ñ ‘† †Rþ ô { { “ ˆu‰Õ”  ˆ€‰ ˆu‰Û—u‰ †    SANGUE Valor de Refer ncia: Adulto 2.sangue: 125 a 250 mg/dL Condi o: 1. hepatites colest ticas. sarcoidose.O. n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias. aspirina. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç . Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç lmonar fetal.M. Relaç E.8 mg/dL Criança 4. embolismo pulmonar. Valores baixos ocorrem na desnutriç o e hipolipemias familiares. di lise. uso de diur tico. hipotireoidismo e síndrome nefrótica. Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios. prometazina e anticoncepcionais. Laboratórios: Dessorar rapidamente. diur ticos. Amostras refrigeradas. hiperalimentaç o. hipervitaminose D. defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. Causas de fósforo elevado: exercícios. ñ óuô m† † †ò ˆ  ˆu‰    ˆu‰ ˆ u ‰ R • ˆu‰R– ™” †ô †  Fósf oro Coment  rios: Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. Varias drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida. bicarbonato. hipovolemia. Outras drogas podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida.. Veja tam m C lulas Orangiófilas.0 a 7. . isoniazida. . pseudohipoparatireoidismo. Insulina e Éter anest sico.

Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.FÓSFORO URINA Valor de Refer ncia .Urina 24h: 400 a 1300 mg/24h Condi o: Urina 24h .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io suplementar. PARDINI . alteraç HCO3 8 "„ # ‚ ƒ# "8#†…‚‡ "8#ˆ)$# Continua. cido valpróico e contraceptivos. estrógenos e metronidazol. HCO3. . Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina.M. fenobarbital.. 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da amostra (arterial ou venosa).. Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas Alter o Prim ria ⇑ Pco2 243(5 l ˆ ˆ  † ˆ  ‘uˆ “u‘ Compensaç o ⇑ HCO3 5 Resultado a curto prazo Resultado a longo prazo 1 mmol/l para cada alteraç de 10 mmHg na Pco2. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Soro.Continu õuóuô o. Vari veis pr -analíticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta.Urina recente C.3 mmHg para cada 1mmol/l de alteraç O mesmo.. demora na an lise e o refrigeraç as amostras. Hiperventilaç Acidose metabólica Cetoacidose di tica Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. 3 a 5 mmHg para cada alteraç mmol/l de O mesmo.O. Diminuiç s valores podem ocorrer no uso de azatioprina. 8 "# ⇓ Pco2 ⇓ HCO3 ⇑ HCO3 ⇓ HCO3 ⇓ Pco2 ⇑ Pco2  1‚ €9 Alcalose metabólica Vômitos. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer. clofibrato. ˆ ñ ‘† m† † ò ~ ~ óuô  †ô ˆu‰Ý— ˆ€‰å—u‰ ˆu‰Á”€‘ ‰R—u”R GGT  “€‘ Gasometria Coment  rios: Desordem (exemplos) Acidose respiratória DPOC. Nos quadros de icterícia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. 353 óuô ò u– u ’ Gama Glutamil Transferase } Coment  rios: Gama GT } É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us lcool. Fístulas digestivas 1 a 1. 8 "# 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. Nenhuma. M todo: Ci tico Colorim trico Valor de Refer ncia: Homem 10 a 50 U/L (37o) Mulher 07 a 32 U/L (37o) Condi o: 1.. carbamazepina. 78 Instituto de Patologia Clínica H. Paralisia muscular Respiratória Alcalose respiratória Ansiedade.

Š Š Š Š Š Š Š Š ò óuô ‹ ‹ óuô †ÿ  VENOSA Valor de Refer ncia: pH 7.0 a + 3. o ser que o m dico solicite uma coleta diferenciada. enfisema. foi feito repouso de 15 minutos antes da coleta? (se cliente tiver feito algum tipo de esforço físico..43 PCO2 38 a 50 mmHg PO2 35 a 40 mmHg HCO3 Atual 22 a 29 mmoL/L CO2 Total 23 a 30 mmoL/L B. PARDINI 79 . Nascido: P02 60 a 70 mmHg HCO3 16 a 24 mmoL/L Condi o: 5.32 a 7. falta de ar. tonteira e/ou outros? É fumante? H to tempo? Faz uso de alguma medicaç Qual? Algum problema respiratório (asma. outros)? Laboratórios: N o deixar bolhas de ar na seringa durante a coleta. Vedar a agulha com rolha de borracha.0 mmoL/L SO2 95 a 99% R.0 mL de Sangue Total Heparinizado. Colher sempre sangue da art ria radial. Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ ò ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ óuô  ô †ÿ horas após a coleta em gelo Instituto de Patologia Clínica H.GASOMETRIA ô ˆ †  vv  »  ë u ud ‘  ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ˆu‰‰ † d»‘uˆ ARTERIAL Valor de Refer ncia: pH 7.45 PCO2 35 a 45 mmHg PO2 83 a 108 mmHg HCO3 Atual 21 a 28 mmoL/L CO2 Total 24 a 31 mmoL/L B..2.E.0 mmoL/L SO2 60 a 75% Condi o: 5.35 a 7. prolongar o repouso para 30 minutos) Faz uso de oxigenoterapia? H quanto tempo? Sente algum sintoma como fadiga. Vedar a agulha com rolha de borracha.3. Conserva o de envio: Enviar na própria seringa at horas após a coleta em gelo recicl vel p/ unidade matriz.E .0 mL de Sangue Total Heparinizado. ñ Continuaç o. 10 minutos em temperatura ambiente ou at recicl vel p/ unidade matriz.M todo: Eletrodo Seletivo Informaç es nece rias: Informar: hor rio da coleta.0 a + 2. . por exemplo. Conservaç o de envio: Enviar na própria seringa. ter andado muito. pneumonia.

A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. Diabetes Care 2002. Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina. Dessa forma. Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros sugeridos pela ADA podem ser utilizados.25(Suppl):S33-S49. Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC.2% (de acordo com DCCT). Durante a circulaç ritrócito. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s ssíveis interf erentes da dosagem de glicohemoglobina. A taxa de produç o pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das hem cias (tipicamente 120 dias).0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico). reflete os valores integrados da glicose correspondentes às ltimas 6 a 8 semanas. ‘€d † ‘ u d ‰ †† † u  m ˆ € ‰ ( — € ‰ ( ” †  ˆ † u— ” ‡ “ ˆu‰ ˆ ‘€ˆu‰í—u” ˆ †¨ @  “ € ‘ ™ ñ ò Ž  Ž   Ž  Ž  óuô †ô  HbA1c  Hemoglobina Glicada ˆ€‰ ˆ ˆu‰ö–€‰  † dum †   ‘uˆu‰ 80 Instituto de Patologia Clínica H. Controle de tratamento 2. A glicohemoglobi formada em duas etapas. M todo: HPLC . Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel (Hba1c l il ou pr -Hba1c). essa convertida em uma forma cetoamina est vel (HbA1c).Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica Valor de Refer ncia: Normal 4a6% Bom controle <7% Faixa Intermedi ria 7a8% Controle inadequado >8% American Diabetes Association. Condi o: 4. Níveis de at % da hemoglobina fetal (HF) interferem com a acur cia do exame.8 a 5. PARDINI . Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com conseqüente aumento da sua glicosilaç . “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”. Hb SS).Glicohemoglobina  Coment  rios: A medida da glicohemoglobi a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico.

.4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana. Laboratório s: Secreç o nasal.Líquor: 50 a 80 mg/dL Condi o: 1.Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL .Sangue: 60 a 109 mg/dL . Outra forma de se evitar este problem coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto. PARDINI 81 . colagenoses. Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasm tica.Líq. meningites e hemorragia subaracnóidea. Observaç ra todas as amostras : a separaç rte fluida dos elementos figurados (hem cias. 2) Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos celulares logo após a coleta).. tuberculose pleural e derrames malignos.Líq. Raz glicose líquor/sangue abaixo de 0. tuberculosa e carcinomatose peritoneal. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de glicose dissolvida em . Sinovial .0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica. colher de forma espontânea..Glicose Coment  rios: Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl. Ascítico .JO 8h ou C. Instituto de Patologia Clínica H. Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos. bacteriana secund ria. leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata. empiema. N serve para monitorizaç tratamento. Crianças e gr vidas podem apresentar glicos ria por diminuiç limiar renal. Refrigerar ou coletar em fluoreto. Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasm ticos s contrados. Leucocitose.Líq. Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas. par ja consumo deste analito. Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados como portadores de glicemia de jejum prejudicada. ˆ€‰ ‘ † €’ud  –u‡ ˆ  ˆu‰R”u‘  ˆ€‰  ˆ ‡ ‡ ˆu‰R— dum † ‡ ˆ € ‰ ö — u ‰ ˆ € ‰ uˆ ‰Ó–ud † uˆ « ‰ €— « d u– d dÁëu”»‘uˆu‰ ¡ d d†d ˆ †ò ò  † ˆu‰÷—u‰   SORO / LÍQUIDOS / SECRE‘ O NASAL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia .O. Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame parapneumônico.M. Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. Líquor .Secreç nasal. hemólise e glicólise em amostras submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria. Pleural . ñ óuô ˆ ô †&• ð ¡ ‰ ˆu‰ Continua.Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL Valor de Refer ncia .

. orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas (120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente. Em infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de Pandy positivo. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.Adultos. . hor rio inicial e final da coleta.*Urina 24h. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo.5 mL Líquor. PARDINI . Laboratórios: *Enviar 5 mL e informar volume total.Continu URINA – DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Jato m io da 1a Urina da m .. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.GLICOSE †ò óuô † — ˆu‰  du‘ ¡ ˆ ‰ ÿ u– u ’ ô ¡ †H• ð ‰  • ¡  Glicose pós -prandial Preparo: Conforme orientaç o m ica. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . Caso o contr rio. M todo: PANDY Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.. ñ õuóuô o. 353 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.*Urina 12h .Refrigerar.N precisa conservante . ˆ †— ˆ †   Globulina (Líquor) Coment  rios: O teste de Pandy  m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas. ñ ™ óuô †ô ò ˆ€‰ ‡ ˆu‰«—u”«’ 82 Instituto de Patologia Clínica H. mantendo jejum após o almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta).

Níveis elev ados s o encontradas em crianças. hor rio inicial e final da coleta. Dieta (sugerida ou C.Hidroxiprolina Total Coment  rios: A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno. PARDINI † ˆ€‰(— o plasma. Piridinolinas e N-telopeptídeo.M. M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç Valor de Refer ncia: 20 a 50% Condi o: 1. estando elevado na ocorr cia de reabsorç struiç o óssea. hepatites. . sendo abundante na matriz óssea. Capacidade de combinaç e Ferro s rico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 12h. após fraturas e no hiperparatireoidismo. Condi o: 1. Veja tam m Ferritina.JO 8h.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. colher Urina 24 horas . ˆu‰ ˆ€‰å”å‘u —€d ” † ˆ ‘u‰u †ò m† ’ ’ ’ ’ ’ ˆ “u‘  u’€”u‘u‰ö– “u‘ ñ óuô ˆ  ô –uu’ Índice de Satur “¦£¤¥ o da Transferrina Coment  rios: A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do NTelopeptídeo. valores superiores a 100% podem ser encontrados. gravidez. desnutriç o e na anemia das doenças crônicas.): N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. na Doença de Paget. talassemia.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).5 mL de Soro. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1 a 5 anos 10 a 38 mg/24 horas 6 a 10 anos 12 a 58 mg/24 horas 11 a 14 anos 21 a 106 mg/24 horas 18 a 21 anos 10 a 32 mg/24 horas > 21 anos 5 a 25 mg/24 horas Condi o: Urina de 24h. 83 . salsichas. 20 a 50% dos sítios de ligaç o ferro na transferrina s cupados.353 Conservaç o de envio: Ate 1 semana entre 2 o e 8o C. Valores elevados ocorrem na hemocromatose. A excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. Em condiç s normais. Refrigerar (facultativo). . ñ  ò óuô †©” ô óuô ò ˆu‰ì‘u— d † d(– ˆm † ˆ ˆu‰Ý‰ ™” ˆu‰ ˆu‰ † ˆ Insp ¢¦£¤¥ o do Plasma Refrigerado Coment  rios: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç Valor de Refer ncia: Límpido. Na reposiç o de ferro.Após dieta.O. . . Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva. ingest o de ferro e uso de progesterona. Instituto de Patologia Clínica H. Veja tam m Deoxipiridinolinas. gelatina. Por sofrer interfer cias do col roveniente da dieta e dos demais tecidos. sorvete e doces.

M todo: Ci tico Turbidim trico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.20o C. l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia. hiperlipidemia. —€d † ñ ò  ˆ ˆu‰«—u”«—u”«d ‡ ’u“u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ u‰ u’ “ ˆ€‰«—u‰«– †  ô“ óuô • • • Lipase Coment  rios: A lipas ma enzima produzida principalmente no pâncreas. . tabagismo. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 400 a 800 mg/dL Condi o: 1.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).5 mL de Soro. Jejum: at 1 ano JO 3h > 1 a 5 anos JO 6h > 5 anos JO 12h. Elevaç s s contradas nas hipertrigliricidemias. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 EU/mL negativo Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado > 25 EU/mL Positivo Condi o: 0.8 mL de Soro. cirrose biliar prim ria. que s indicadores da progress rocesso aterosclerótico. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal.LDL Oxidada. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito. morfina e na hemorragia intracraniana. no uso de meperidina.JO 8h. Seus níveis se encontram elevados na pancreatite. Veja tam m Amilase. hemodi lise. Conservaç o de envio: At m s entre . Níveis baixos s contrados na m absorç intestinal. hipertens o. e se encontram no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos.14 o e . hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias. “ ˆ † óuô †ò † ” ¡ ™ ”u” –u ˆu‰Õ”u‘ ˆu‰«”u‘  – – – †ô 84 Instituto de Patologia Clínica H. ”†   ñ ‘† m† † †óuiô ÿ @@ ò †ô ñ ˆu‰ ™”  ˆ Lípides Totais Coment  rios: Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes tica. Anti Coment  rios:  ma forma de LDL combinada com o oxi LDL oxida io que estimula a ater nese na parede vascular. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. colecistite. A lipase permanece elevada por v rios dias. Estimula a formaç uto -anticorpos. septicemia.

Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. Triglic rides. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax. m† “  † ˆu‰«—u” ˆ€‰(—€” †  —u ˆu‰A@  d† † m† €ˆ ‰ ˆ€‰ † ˆ †  ˆ d † –u‰ â” ˆu‰Õ• €‘u—u † “€‘ Líquido Pleural. Proteínas: valores abaixo de 2. inclusive na fase inicial da tuberculose pleural. Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0. Colesterol. turvo nos quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias. artrite reumató ide. fístula esofago pleural e acidose sist mica. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. tuberculosa e carcinomatose peritoneal.2 podem ocorrer no empiema. tuberculose pleural e derrames malignos.coli. PMN s encontrados nos processos infecciosos. Linfocitose e aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose. colagenoses. Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se. neoplasias e tromboembolismo. traumas e punç vasos. A peritonite bacteriana secund ri em geral polimicrobiana. Proteínas: valores abaixo de 2. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. pneumoniae. PARDINI 85 . Cerca de 10% dos casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal. Raz DH pleural/s rica maior que 0. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. Streptococcus viridans). Est levada nas peritonites (espontâneas e secun rias).1 g/dl sugere hipertens o porta. colagenoses. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Veja tam m ADA.32 sugerem transudatos. bacteriana sec ria. insufici cia cardíaca). tuberculose. BAAR. BAAR. ascite quilosa. Citologia oncótic sitiv a em 50 a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal. neoplasias e sarcoidose. pancreatite. Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa. derrame parapneumônico complicado. quilotórax). pneumotórax. embolia. malignidade. Predomínio de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade.6 indica exudato. Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de pancreatite. Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç m caso de resultados negativos.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. Resultados citológicos negativos para maligni xcluem a possibilidade de neoplasias. síndrome nefrótica). Veja tam m ADA. empiema. infecç s parasit rias e f icas. pantreatite). Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est ssociados à pancreatite. infecç s. Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame parapneumônico. infarto pulmonar. Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s % menores que os do sangue.Líquido Ascítico. Klebisiella) ou gram positivas (S.5 indica exudato. Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias. Citometria e citologia: hem cias acima de 100. “ “ † —udu—€”(‘€ˆu‰R” m†  ˆ€‰(”R‰  ˆu‰âd ™”  u‡ u‘ ’ ˆu‰ ˆu‰ ‘uˆ † uˆ ˆu‰ ‰R” ˆ ˆ † † “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. insufici cia cardíaca.000 ocorrem no hemotórax. Triglic rides. em geral. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. bact rias gram-negativas (E. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. Tam m se elevam na perfuraç vísceras e neoplasias de ov rio.

uremia e Síndrome de Cushing. Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. Linfocitose e aumento das proteínas s vi cias de neurosífilis ativa. Os cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. Rotina Equivale às seguintes an lises: … —€‰ù‡ Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos inflamatórios. neoplasias. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. ˆ †– ˆu‰R”u‘ ˆ †–  ˆu‰R”uˆ€‘ ‰(‰ ˆu‰ † ˆu‰÷”u‘ ‡ † ˆ€‰à—ud۔ † ˆ  ˆu‰ Líquor.000 hem cias). Após tratamento. Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores plasm ticos s contrados. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. infecç s e inflamaç s do sistema nervoso central. neurotoxoplasmose. Proteínas: elevaç corre nos processos inflamatórios articulares. VDRL: resultados positivos no líquor s contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis.000 e 100. A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa.Líquido Sinovial. Leucócitos abaixo de 50% sugerem quadro n o inflamatório. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas. Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. sarcoidose e esclerose m ltipla. Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias. Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. neurocisticercose. PARDINI . Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide. podendo demorar anos para se negativarem.000 s contrados nas artrites s ticas. Valores entre 50. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório. com especificidade em torno de 99%. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas torna o teste de Pandy positivo. ™” ™” † ˆu‰R—u‰  † † ‡ “u‘ ™” ‡  m†   ˆu‰Ó”u‘ ˆ€‰Á—u”Á’ ™” ˆu‰R” —u“u‘ 86 Instituto de Patologia Clínica H. Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as globulinas. Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos. estando aumentados na artrite gotosa. ci rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais. meningites. Rotina  Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam as proteína no líquor. reumatóide e induzidas por cristais. nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia. Veja tam m cido l tico. títulos caem entre 3 e 6 meses. Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais.

N fazer esforço físico durante a coleta. desidrataç cetoacidose diab tica. Níveis baixos na urina precedem a reduç magn sio s rico. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina Urina 24h: < 30 mg/24h Urina 4. 353   Microalbuminúria Coment  rios: É o nome dado à detecç nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente reversível. 6 ou 12 h: < 20 µg/min Condi o: Urina recente. 353 ñ ò ˆ€‰Á—u”Á–u”€ëu” ˆ ™” © † ¨@ d€m † ˆu‰î–u‰ “ óuô ˆu‰ ˆu‰R—u”  Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Magon Sulfonado Conservaç o de envio: At semanas entre 2o e 8o C. uso de digit licos. Níveis baixos s contrados na m sorç o. suprimetaç insuficiente. hipertireoidismo.M.8 mL de Soro. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. óuô óuô ò ò URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: 50 a 150 mg/24h Condi o: Urina de 24h – Urina recente C. Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m hipomagnesemia concomitante.9 mg/dl. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. hipoparatireoidismo.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo).Frasco pl stico. Sintomas clínicos surgem quando seus níveis s menores que 1. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total .O. PARDINI 87 . † ñ † ˆu‰b” ‰ ˆ u “u‘ † ™” ud €’ ‘ † †iÿ ô ×dum ˆ ‘ud † ˆu ‰R—u‰ † † ˆ€‰(—€d ‡ ‘€ ˆu‰×”u‘ d€’u‘ †  ˆu‰ “ˆ€‰  SANGUE Valor de Refer ncia: 1. Evitar excesso de ingest líquidos.M. diur ticos e cisplatina. hipervolemia. uso de medicamentos com m sio. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas. .5 mg/dL Condi o: 0. Variaç s intra -individuais de at % podem ocorrer. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria.Refrigerar.2 mg/dl ou maiores que 4. .O. Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço.Magn ’¤— io Coment  rios: Sangue:  m dos principais c tions. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Doença de Addison. hiperaldosteronismo. sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas. . Urina 24h ou C.9 a 2. Níveis elevados s encontrados na insufici cia renal.

5 Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . no uso de tiazídicos. SIADH. Encontra-se elevada na hipernatremia. PARDINI . Veja tam m Teste de restriç ídrica. hipovolemia. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. xânticas e cistínicas. e na acidose metabóli ca. hepatopatias. Diminuiç pH ncontrado nas litíases ricas.5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0. infecç r bact rias ure ticas (proteus). Aumento ocorre na alcalose respiratória.5 mL de Soro ou Plasma (Heparina).Osmolaridade Coment  rios: Soro: a osmolarid roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç . acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç . Tem uso clínico na avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico. hiperglicemia. cimetidina. M todo: Crioscopia Valor de Refer ncia: Adultos e Crianças: Soro 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Rec m Nascido: Soro at mosmoL/Kg/H2O Urina 75 a 300 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Condi o: 0. avaliaç ADH e no coma hiperosmolar.M. hiponatremia e SIADH. diabetes insipidus e amiloidose. M todo: Mediç direta em potenciômetro Valor de Refer ncia: 5 a 6. dist rbios hidroeletrolíticos.sicos. ñ ‡ ˆ ˆ€‰ ò óuô † ô †  ‰ † ‡ ˆu‰÷—u‰ † ” ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰f  ‡ ˆu‰R–u‰ †  88 Instituto de Patologia Clínica H. cido. uremia. Urina: usada na avaliaç capacidade de concentraç renal. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. ˆ €d u— ” † –  mu ñ m† ˆu‰â—ud ™ ˜ ˜ ò ˆu‰ ¡ ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ — u ‰ ˆu‰á ‡ óuô † ˆ ˆ™ ™ †iÿfšš ™ †ô  pH urin e rio Coment  rios: A determinaç o do pH urin ri til no manejo de litíases. Osmolaridade diminuída ocorre na hipervolemia. Conservaç o de envio: Urina recente: at 4 horas após a coleta.O. desidrataç . corticóides. Laboratórios: Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante. etanol e metanol.Urina 24 horas C. na terapia de alcalinizaç rin ria e nos dist rbios hidroeletrolíticos.

8 mmoL/L Condi o: 1. com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta concentraç est em torno de 4 mEq/L. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia Urina 24h: 23 a 123 mEq/24h Condiç o: *Urina 24h . ñ ud m † óuô †ò ˆ€‰ › › › ‰ u— « d’ ‡ uˆ « ˆ€‰ ” u ‘ € — u ‰ ‡ ˆ€‰ù”€‘ ˆu‰ ˆ u ‰ å — € ” œ œ œ †ô Instituto de Patologia Clínica H. doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio. Aumento: síndrome de Cushing.Urina recente C.Pote¦—¤— io SANGUE Coment rios: É o principal c tion intracelular. Instruç es de Coleta: veja Urina 24 .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante.JO 8h.0 mL de Soro. aldosteronismo. Na urina ou soro sua aplica ç est relacionada aos níveis de aldosterona. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis baixos s contrados na desnutriç . M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 3. Reflete o controle dos níveis glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas. Esta diferenç importante na manutenç o do potencial el trico da membrana celular e na excitaç tecido neuromuscular. na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base.  ñ † ˆu‰   óuô †ô  ò ˆ€‰(” d † ˆu‰«—u‰ ˆ ˆ † ˆ€‰  URINA Coment rios: Principais causas da diminuiç : doenças de Addison. N ve ser utilizado para diagnóstico de diabete melito.8 mmoL/L Controle Inadequado > 3. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. PARDINI 89 .0 mL de Soro. M todo: Colorim trico (Reduç do NBT) Valor de Refer ncia: 1.9 a 2. .6 mEq/L Condi o: 1. s til nos pacientes com hemoglobinopatias para monitorizaç do tratamento. 353 ñ ˆ€‰ ˆ ‘u ô ò †ô “ ¡ u– u ’ Proteína Glicosilada Coment  rios: É o resultado da ligaç licose com a albumina ou outras proteínas.O.3 a 3.7 a 5.M. doença tubular renal.8 mmoL/L Di ticos: Controle Satisfatório < 3.3 mmoL/L Controle Moderado 3. .

ASCÍTICO / LÍQ.. leishmaniose. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. infecç s. 90 Instituto de Patologia Clínica H. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias. insufici ncia cardíaca. insufici cia cardíaca. mieloma.1 g/dl sugere hipertens o porta. Ascítico . embolia e quilotórax). furosemida e contraceptivos orais. digitais. SANGUE / LÍQ. doenças crônicas. neoplasias. neoplasias. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. síndrome nefrótica.Sangue: 6. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas.5 a 3. † €ˆ ‰ –€‡ ˆu‰ì– “u‘ “u‘ ˆ ˆu‰ Líquido pleural: valores abaixo de 2. “ˆ ˆu‰ ˆ  ˆ Líquido ascítico: valores abaixo de 2. ñ †ô    ò óuô †H• ô ž ž ž Continua. SINOVIAL M todo: Biureto Valor de Refer ncia .0 mL de Soro. Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. doença hep tica. hanseníase. Pleural .5 indica exudato Líquido sinovial: elevaç ˆ€‰(—€”(– ˆ€‰ ˆ€‰ ˆ ˆ † ™” roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares. ñ  ™” ò ò óuô LIQUOR M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Lombar 15 a 45 mg/dL Cisternal 10 a 25 mg/dL Ventricular 5 a 15 mg/dL Condi o: 0. A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. PLEURAL / LÍQ. insufici cia cardíaca). imobilizaç rolongada. cirrose.Líq. ascite quilosa. colagenoses.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose.Proteínas Totais Coment  rios: Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas.. macroglobulinemia Waldenströn. síndrome nefrótica). e no uso de carvedil ol e laxativos.Líq. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose.4 a 8. PARDINI . doenças granulomatosas. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. meningites. desnutriç o. Sinovial. Líq. Hemólise pode causar aumentos es rios.0 g/dL Condi o: 1. colagenoses.Líq. enteropatias perdedoras de proteínas.000 hem cias). pancreatite. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. pancreatite).5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. Valores baixos na gravidez. uremia e Síndrome de Cushing. uso de corticóides. queimaduras.8 mL de Líquor. hiperteroidismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Sinovial: 2.3 g/dL Valor de Refer ncia . Aumentos s o encontrados na desidrataç .

5 g/dL Globulina 1.M. identificar. mieloma. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Veja tam m C lulas Orangiófilas.. Laboratório s: Enviar em frasco âmbar. doenças granulomatosas. Sintetizada pelas c lulas do par nquim tico. tem meia vida de 15 a 19 dias. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Sua funç o prim r i manter a press coloidosmótica do plasma. colagenoses. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. M todo: Cromatografia em camada fina Valor de Refer ncia: Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar) Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo) Condi o: 5. Normalmente espera-se uma raz lbumina/globulina maior ou igual a 1..Continua.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.3 g/dL Condi o: 1. M todo: Biureto e Verde Bromocresol Valor de Refer ncia: Albumina 3.5 a 5. A lecitin o principal componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez. ñ óuô ò †ô –€u’ Proteínas Totais e Fracionadas Coment  rios: Albumina proteína mais abundante no plasma. PARDINI 91 . Resultados baixos ocorrem na cirrose. enquanto a concentraç da esfingomielina permanece est vel.0 mL de Soro. queimaduras e doenças inflamatórias intestinais.DOSAGEM M todo: Vermelho de Pirogalol Valor de Refer ncia . caquexia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sarcoidose.PROTE NAS TOTAIS Ÿ URINA . ñ m† † ò• € ˆ ( ‰     óuô ˆ€‰(• †ô ˆu‰ ˆ Rel ¢ £¦¥ o LE  “ dum † d† ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. glomerulopatias. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para indicar resultados de maturidade pulmonar. Amniótico. mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos. Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de proteínas.Urina 24h: 20 a 150 mg/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C.O. Fosfatid il Glicerol. Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%. infecç s agudas. ˆu‰âd †d ò ˆˆ  d† m† ˆu‰ † ™” “ d ¡ ”u–u ñ        ¡ ¡ ¡ óuô †ô Rel ¢ £¦¥ o Lecitina/Esfingomielina £ Coment  rios: Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal. Níveis elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .0 mL de Líq.4 a 8.2 g/dL Totais 6. Fosfolípides.4 a 3. . Teste de clements.

secreç inadequada de ADH e doença de Addison. dieta pobre em sódio e síndrome de Cushing. Os sais de sódio s s principais determinantes da osmolalidade celular. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.8 mL de Soro. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico.sico. Diminuiç : síndrome nefrótica.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante.M. em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro. pois quanto maior a manipulaç o. Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. necrose tubular. Valores aumentados: alcalose metabólica e acidose respiratória.0 mL de Soro. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 27 a 287 mEq/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória. afetando diretamente o resultado. . ñ ”†‡ óuô † ¤8õuóuô  ò ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰ù‰ † URINA Coment rios: Principais causas de aumento: uso de diur ticos. dieta rica em sal. maior a alteraç do pH da amostra. repetidas vezes. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível. O test til na avaliaç s dist rbios hidro -eletrolíticos.O. ñ óuô  ò ”†‡ €ˆ ý ‰ u— ‰ ‰ý m€ ˆu‰ †©¨  “u‘ ˆ€‰ ô   ˆ Sódio SANGUE Coment rios: É o principal c tion extra celular.Reserva Alcalina Coment  rios: Este test til na avaliaç equilíbri cido . ñ ˆu‰ † ˆu‰ óuô ò †ô ¡ u– u ’ 92 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 135 a 145 mEq/L Condi o: 1. PARDINI . Laboratórios: Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 20 a 33 mmoL/L Condi o: 0.

rins. baço e leucócitos. TGO (AST) tam m encontrada no m sculo esquel tico. nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. hemocromatose. Valores elevados s ncontrados no etilismo. uˆ ‰ ˆu‰í” ‡ † † –u‡ ‘uˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 93 . superiores às elevaç s da TGP.M.JO 12h ou C.Subfracionamento das Fraç ¥ es do Colesterol Coment  rios: Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco. sendo que todas essas se associam com aumento do risco cardiovascular. insufici cia cardíaca. ‡ ˆ u ‰ å d † † “ u ‘ ™ –u ‡ ˆu‰ † ñ ‘ † ò¨ § § óuô ¨ †ô ˆu‰ ‘uˆu‰Ýd ‡ “u‘   ñ ‘† ò¨ § § óuô ¨ †ô “u‘ TGO ‘uˆ ‡ † m†  “u‘ ™” Transaminase Pirúvica ¦ Coment  rios: TGP A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. anemias hemolíticas. entretanto. doenças m sculoesquel ticas. e partículas HDL3. insufici cia cardíaca. colestase. hepatites virais. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hemocromatoses. M todo: Eletroforese em Gel de Poliacrilamida Condi o: 1. Na hepatite alcoólica os valores de TGO s . Valores elevados ocorrem na ingest lcoólica.0 mL de Soro. hepatites virais. infarto agudo do mioc rdio. “ ˆu‰ ‰€’u“ “ ñ  ˆu‰ ™” óuô ˆ ô † Transaminase Oxala s¤’ tica ¦ Coment  rios: Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). menores e mais densas que t m efeito ater nico. S identificadas 3 subfraç s de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria). pâncreas.O. colestase. . HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2. hipotireoidismo. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses alcoólicas. enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular. hipotireoidismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. inferiores a 250U/L. A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular. pulm es. cirrose. defici cia de piridoxina. Doença de Wilson e na defici cia de alfa-1-tripsina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO. cirrose. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. em geral. doenças m sculoesquel ticas. maiores e menos densas que t m maior efeito protetor. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO. anemias hemolíticas. A TGP mais sensível que a TGO na detecç de inj ria do hepatócito. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 12 a 46 U/L (37o) Criança 10 a 70 U/L (37o) Condi o: 1. hepatites lcoólicas. c rebro.0 mL de Soro. sendo. infarto agudo do mioc rdio. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 03 a 50 U/L (37o) Criança 10 a 60 U/L (37o) Condi o: 1. colescistite.

0 mL de Soro. Refrigerar. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1. Os triglic rides em conjunto com Colesterol s teis na avaliaç risco cardíaco. Níveis elevados s ncontrados na Síndrome nefrótica. contraceptivos orais. S transportados no sangue por VLDL e LDL.Líq. mal nutriç ipertireoidismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . diabetes e gravidez. etc) no hipotireoidismo.JO 12h.Líq. excretada nos rins. Ascítico/Líq. Ascítico . Interferente: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. .Urina 12h: 5 a 17.Urina 24h: 10 a 35 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .JO 8h. M todo: Colorim trico Enzim tico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 g/12h Valor de Refer ncia . induzido por drogas (estr ios. 353 óuô † ˆu‰R– du‘ ¡ ˆ  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ 94 Instituto de Patologia Clínica H. Líq. PARDINI .Trigli s¦’ rides Coment  rios: Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). ñ † ô †  ˆu‰á— † €‰d u’ u“† ‘ — ˆu‰  ˆ u ‰ ˆu‰R” ˆ  † SANGUE Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL Condi o: 1. † ˆ  ñ †ò ò  † ˆ u ‰ á ” ‰€’u“u‘ ˆ€‰ ††  uˆ Ó ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ € ‰ « u— î ” —u‰  uˆ ‰ ˆu‰R” ¡ A©fª †© « « óuô ¬ ¬ ˆ ô † Ur’ ia Coment  rios: É a principal fonte de excreç o nitr io.*Urina 12h . Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. hidrataç funç o renal. Desta forma a ur i iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e excretória renal. . Sua concentraç pode variar com a dieta. .Urina 24h. prednisona.Soro: Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL < 10 anos > 100 ≤ 100 10 a 19 anos > 130 ≤130 Adultos < 150 150 a 199 ≥ 200 Valor de Refer ncia . na ingest elevada lcool. Pleural. -N recisa conservante. Os níveis baixos est relacionados a mal absorç . óuô ò ò ò URINA Valor de Refer ncia . Adultos: questionar volume inferior a 500 mL.*Urina de 24h. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Produto do metabolismo hep tico das proteínas.

Adultos. . PARDINI 95 . ñ ˆ€ˆ‰ óuô †ò †  ˆu‰R™’ ” ˆ€‰ ˆ † ˆ€‰  ˆ † –u‰ † ‡ ˆu‰R– ‰ ÿ €– u ’ ô †  • ¡  Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 1. .: O resultado corrigido para a superfície corpórea. clearence Coment  rios: Este teste. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 41 a 65 mL/minuto Obs. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Refrigerar. filtraç . hor rio inicial e final da coleta.0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos.Ur’ ia. peso e altura do cliente. devido as variaç s de dieta. uco til na mediç da taxa de filtraç lomerular. reabsorç renal e síntese hep tica.JO 4h. -N recisa conservante.

96 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

sendo sua depuraç influenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico. O metabolismo da dro tico. dosagem. dependente da idade. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ansiolítico e miorelaxante. Informaç e s neces rias: Medicamentos em uso.` Comen rios: O cido valpróico (Depakene ® Epilenil®) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. M todo: FPIA . A principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . . Conservaç o de envio: At 14 dias entre 2o e 8o C. com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. fenitoína.M.2 µg/mL Condi o: 2. dosagem.0 mL de Soro.08 a 0. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico. ñ   † óuô ò  ˆu‰  ˆu‰ †iÿ @ ô — v u“ ‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Sua dosagem til para monitorizaç dos níveis ter uticos e toxicidade. O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. Cerca de 90% da droga se liga à albumina.O.HPLC Nível terap utico: 0. .JO 8h.Fluoresc cia Polarizada Nível Terap utico: 50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico) Condi o: 0.O. PARDINI 97 . dia e hor ltima dose. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . cido Valpróico   † † † ‡ uˆ ‰  ñ ò “u‘ u– “  óuô u“ ‘ vv  ˆ ô † ™” † ‰Û‘uˆ ’ud † ¡ ”€–u ˆu‰ “€‘ m † ˆu‰  ‡ du–u“ ‰†  ™ dR—udR‡ Bromazepam Coment  rios: O bromazepam (Lexotan®. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina. Somalium®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.10o C. apresentando grandes variaç s individuais. Valores acima de 200 µg/ml s considerados tóxicos. Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç . estando 70% da droga ligada às proteínas plasm ticas. dia e hora da ltima dose. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.5 mL de Soro. Alguns pacientes necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es.JO 8h.M. Seu metabolism hep tico (95%).

O. etanol. podendo levar à induç s enzimas ticas e conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas. propoxifeno. testosterona. Drogas como fenitoína. cimetidina. Essa auto -induç respons vel pela diminuiç meia vida da droga após 6 semanas de tratamento. o Tolycapocladium inflatum. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico. É um polipeptídeo cíclico.M. carbamazepina. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. e cai 2 a 14 dias após sua reduç . anfotericina B. diltiazem. trimetoprim. Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital.JO 8h. metoclopramida. Atinge pico de concentraç entre 2 e 6 horas após dose oral. warfarin. amiodarona. Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 µg/ml. isoniazida.Polarizaç Fluoresc cia Nível terap utico: 4 a 10 µg/mL Condi o: 0. cetoconazol. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. O pico plasm tico ocorre em 6 horas. eritromicina. estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. sulfametoxazol. sendo o tempo necess rio para atingir níveis est veis entre 2 e 6 dias. . PARDINI .Carbamazepina Coment  rios: A carbamazepina (Tegretol®) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diab ticas. nicarpidina. com meia vida de 8 a 24h. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. Sua complicaç mais s ri toxicidade renal. Cerca de 3 a 7 dias s ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio. M todo: FPIA . ranitidina. cido valpróico. anti-concepcionais. rifampicina. que se inicia quando níveis da droga est o acima de 400 ng/ml. Apresenta meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico. Drogas que a umentam nível da ciclosporina: corticóides.M. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. bem como dela própria. cimetidina. isoniazida. verapamil.0 mL de Sangue Total (EDTA). furosemida. dosagem.  † uˆ ‰ “u‘ ‘   óuô ò † †‡ –u ˆ ˆu‰Á—€d “u‘ ˆu‰ † ˆu‰«—u‰ † ñ –€“  ¡ ”u–u ˆu‰ý—ud ˆu‰ † d t‘ uˆ ‰ †ù  ˆu‰R—u” u“ ‘ ˆ ô † •  vv  dR—udR‡ Ciclosporina Coment  rios: A ciclosporina (Sandimmun®) tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados. A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da ciclosporina plasm tica. A monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. ˆ€‰Á—u‰ † ˆ  † ˆ€‰ † d†d ˆ€‰  ‘† ˆ€‰ ñ  óuô ò  ô †©¨ vv  “  ‰R‰(‡ 98 Instituto de Patologia Clínica H. dia e hor ltima dose. eritromicina. fluoxetina. M todo: Imunoensaio Valor de Refer ncia: 150 a 400 ng/mL Condi o: 5. fenitoína. derivado de um fungo. Informaç es nece rias: Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O.Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. primidona. Laboratórios: N o pode ser colhido em tubo com gel separador. danazol. Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina.

0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).O. fenobarbital cido valpróico. quanto tempo usa a medicaç . Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas. Tam m utilizado como anticonvulsivante. ñ † óuô ò † †  ”( —ud † †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ Clonazepam Coment  rios: O clonazepam (Rivotril®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. PARDINI 99 . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.Clobazam Coment  rios: O clobazam (Frisium®.M. dosagem. Sua meia vi de 10 a 30h. Valores acima de 80 ng/ml s considerados tóxicos. com meia vida de 20 a 40h. fenitoína. dia e hor ltima dose.10o C. ansiolítico e miorelaxante. dia e hora da ltima dose. quanto tempo usa a medicaç . Pode elevar o nível s rico da carbamazepina.HPLC Nível terap utico: 200 a 1200 ng/mL Condi o: 2.10o C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.O. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . sendo seu metabolism tico.HPLC Nível terap utico: 15 a 60 ng/mL Condi o: 2.JO 8h. ñ m† dݑu‘uˆuˆ ‰ † –u“ ‰u’udÙ ò †  †  ˆ ‰ ¡ ”u–u  ˆu‰ óuô †iÿ @ ô — vv  u“ ‘ dR—udR‡ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Essa dr o tem efeito indutor enzim tico. ansiolítico e miorelaxante.JO 8h. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. . Urbanil®) m benzodiazepínico usado como hipnótico.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). . de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o. Efic cia tera tic bem correlacionada com os níveis s ricos. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .M. dosagem.

etanol.10o C. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. corticóides. fenilbutazona. fenobarbital e rifampicina diminuem a meia vida do diazepam. ansiolítico e miorelaxante. Informaç es ne rias: Medicamentos em uso.M. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). dosagem. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.10o C. clorafenicol. doenças virais. cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e toxicidade. isoniazida e trimetoprim. carbamazepina. . imipramina. ñ óuô  ‰  † ¡ ”u–u ˆ  ò ­ª vv m†  †   † †iÿ @ ô — ñ u“ ‘  dÁ‡ ˆu‰R” Difenilhidantoína ® Coment  rios: Fenitoína A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin®. cimetidina e isoniazida aumentam os níveis plasm ticos do diazepam. miconazol.5 mL de Soro. nifedipina. Níveis elevados podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina. 103 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . dia e hora da ltima dose. Crianças e alguns adultos podem ter metabolism tico mais r pido. Cerca de 95% da droga est ligada às proteínas plasm ticas.000 ng/mL Condi o: 2. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Gravidez. Seu metabolism tico. a meia vida no sistema nervoso central mais curta. Anticoncepcionais orais. metronidazol. O metabolism hep tico. com meia vida plasm tica de 20 a 50 horas. warfarin e ciclosporina. ibuprofen. etilismo e algumas drogas (carbamazepina. hora d ltima dose.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). doxiciclina. fenitoína. Níveis acima de 25 µg/ml s considerados tóxicos.M.JO 8h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . quanto tempo usa a medicaç peso. dia. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico. n o tendo efeito indutor enzim tico. O tabagismo. . lamo trigina.JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . PARDINI . Valium ®. Diazepam ®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. Veja tamb m: N-Desmetildiazepam p g. nitrofurantoína. sendo que o estado de equilíbri alcançado em 1 a 5 semanas. oxacilina. warfarin.O. cimetidina. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral. amiodarona. Entretanto. Absorç roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital. dieta por sonda ent rica. Hidantal®) tilizada como anticonvulsivante. o que acarreta em níveis s ricos mais baixos. ‡ ñ  ˆu‰Á—u‰ ‰ † “ “u‘ ˆu‰«—ud«—  ‰ ¡ ”u–€ †  ˆu‰  uˆ ‰ ò u“ ‘ † † ‰ †  † dà‘uˆ€‰  †   óuô †iÿ @ ô — vv  ‡ 100 Instituto de Patologia Clínica H.Diazepam Coment  rios: O diazepam (Diempax®. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . cido fólico.HPLC Nível terap utico: 100 a 1.O. primidona. dosagem.

nas hepatopatias. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 ng/mL (3. Possui metabolism tico. verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem. determinando níveis falsamente elevados.HPLC Nível terap utico: 15 a 40 µg/mL Condi o: 0. ‡ ‡  ˆu‰ ñ ˆu‰î—ud “u‘ ¯ ¯ ¯ ò u– “  “u‘ ‘uˆu‰R—u” ˆ “  —€‰ ‰ † ¡ d  ¡ ”u–€ “ € ‘ d † †  ˆu‰ö—€‰ “ ‡ ° óuô ° “ ° ° •(‘€ˆu‰ Fenobarbital Coment  rios: †Rþ ô vv  dR—udR‡ O fenobarbital (Edhanol®. carbamazepina e oxcarbazepina. anti cidos.8 nmol/L) Níveis de Pânico acima de 3. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. insufici ci tica.0 ng/mL Obs. Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. dosagem. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento. diltiazem. warfarin.0 ng/mL Níveis Tóxicos: Adultos acima 2. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 60h. Condi o: 0. laxativos e fenitoína. A principal causa de níveis baixos o ades tratamento.JD 4h. e infarto agudo do mioc rdio. sendo que 50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após absorç .Digoxina Coment  rios: É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de dist rbios do ritmo cardíaco. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. Em períodos mais curtos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 ng/mL (3. cimetidina. alcalose. Níveis elevados podem decorrer do uso concomitante de cido valpróico. clorafenicol. dosagem. Gardenal®) tilizado como anticonvulsivante. dia e hor ltima dose. dia e hora da ltima dose. Quinidina. JO 8h. vitamina D. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Nível Tera tico de 0. se funç renal normal.5 mL de Soro. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan hipocalemia. hipomagnesemia. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.5 ng/m significam necessariamente níveis tóxicos. Interferentes: cido valpróico. eritromicina. cimetidina. anticoncepcional oral.5 mL de Soro. hipercalcemia. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico. acetazolamida. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina.2 nmol/L) Crianças acima 3.O. PARDINI 101 . Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos. cido valpróico. Interaç es medicamentosas com antipsicóticos.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç medicamento. hipóxia. sendo til para se prevenir toxicidade. fenitoína. Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal. ciclosporina. Salicilatos. Algumas drogas diminuem a absorç digoxina: metoclopramida. valores superiores a 2. Estado de equilíbri lcançado em 5 dias. piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital. colestiramina.M. na insufici ncia renal. sendo um indutor enzim tico potente. espironolactona. itraconazol. teofilina. gravidez e em crianças. Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina. . ˆu‰ ˆ€‰Ü—€‰  “ ò d€–u“ †  ñ   ˆ † dý‘€ˆ ˆu‰ýdu‰    ‡  ™ ‰ † ¡ ”u–u †‡ … óuô “ †iÿ @ ô — vv  Instituto de Patologia Clínica H.8 a 2. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína. fenitoína furosemida.

Possui meia vida de 2 a 3 dias. dosagem. Drogas que induzem sistema microssomal podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. níveis de 3. JO 8h.O. com meia vida de 23 a 72 horas (menor em crianças).0 mL de Soro. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos.HPLC Nível terap utico: 2 a 4 µg/mL Condi o: 1. Sua absorç influenciada pela alimentaç . dosagem.Fluoxetina Coment  rios: A fluoxetina (Daforin®. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . ñ ˆu‰î– † † †‡ óuô ò ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰ —€‰ m †  ˆu‰ “ †iÿ @ ô — vv  “ dÁ‡ ˆu‰ Gabapentina Coment  rios: A gabapentina (Neurotin ®. Condi o: 1. Anti cidos podem diminuir sua absorç . estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Prozac®) um antidepressiv tricíclico tam m utilizado no tratamento da tens r -menstrual. ñ ˆu‰ ˆ ò ˆ€‰ óuô †iÿ @ ô — –u“ ˆu‰ †   ˆu ‰â‘uˆu‰ † €‰ u’ d † vv  “ “ ‡ Lamotrigina Coment  rios: A Lamotrigina (Lamictal®. fenobarbital). estando 95% ligada às proteínas plasm ticas. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 a 4. Pode considerar de forma orientativa.O.M. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C.HPLC Valor de Refer ncia: 100 a 800 ng/mL Condi o: 1.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 mg.M. PARDINI .HPLC Nível terap utico: N o estabelecido. hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .10o C. JO 8h. cido va lpróico inibe o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o. apresentando meia vida de 5 a 7 horas. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap ticos e toxicidade. † ñ óuô ò † †  †ˆ ‡ ˆ …  †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ 102 Instituto de Patologia Clínica H. JO 8h. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 mL de Soro. dia e hora da ltima dose. Quadro de hipersensibilidade cutânea pode ocorrer independente do nível s rico. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.O. Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína.0 a 400.M. Neurium ®) m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas. Progresse®) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam. dia.10o C. Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. dia. Estado de equilíbrio ocorre em 10 a 15 dias. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mg/L a tr s horas após a administraç de 300. dosagem. Cerca de 90% da dr excretada inalterada na urina. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade.

ñ óuô ò m† ˆ †‰ ˆ †‡ ˆu‰Û—u‰Û— †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “€‘ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. benzodiazepínico usado como hipnótico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. JO 8h.O. Carbolim®) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e outros dist rbios psiqui tricos. desidrataç o. com meia vida de 18 a 24 horas .Lítio  Coment rios: Os sais de lítio (Carbolitium®. PARDINI 103 . Esse metabólito tem meia vida mais longa (50 a 100 horas) que o diazepam. M todo: Eletrodo Seletivo Nível Terap utico: 0. dia. e no uso de acetazolamida. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Valium®. inibidores da ECA. Níveis acima de 1. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.2 mEq/L Condi o: 1. teofilina e cafeína. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua determinaç o til para identificaç iazepam como causa de sedaç o prolongada.M. clorpromazina e anti-inflamatórios esteróides. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Veja tam m Diazepam. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Diazepam®).M. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. uso de diur ticos. Pode causar diminuiç T4 e elevaç TSH transitória.000 ng/mL Condi o: 2. dia e hora da ltima dose. haloperidol. ansiolítico e miorelaxante. dosagem.HPLC Nível terap utico: 120 a 1.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). reposiç o de sódio. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e toxicidade. Depuraç droga aumenta na gravidez. ˆu‰ ‡  ñ óuô ˆu‰R—u‰ ò ô † ˆ †‡ ™ ” ‡ ˆu‰R—ud ˆu‰ ˆ ‡ ˆ “u‘  ˆ du–€“ ˆ ˆu‰ ‘ € ˆu‰î—u” vv  “€‘ N-Desmetildiazepam Coment  rios: O n-desmetildiazepam principal metabólito do diazepam (Diempax ®. Níveis aumentam na insufici cia renal.6 a 1.5 mEq/l s o considerados tóxicos. Estabilidade 2 dias.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . hiponatremia. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta). JO 12h. Estado de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas.10o C.O.

JO 8h. Nitrazepol®. JO 8h. Sonebon®) m benzodiazepínico usado no tratamento da insônia. Possui meia vida de 4 a 12 horas. PARDINI . ansiolíticos e anticonvulsivantes. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .Nitrazepam Coment  rios: O Nitrazepam (Nitrapan®. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. Conservaç o de e nvio: At ias entre 0o a . quanto tempo usa a medicaç .O. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.M. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada. dosagem. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .400 ng/mL Condi o: 2. ñ ˆ€‰ —u‰ “ óuô ò ˆ † †‡ †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “ ˆu‰ Oxazepam Coment  rios: O oxazepam metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s sados como hipnóticos.HPLC Nível terap utico: 200 a 1000 ng/mL Condi o: 2. Uso de anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o. dia.O.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares. ñ  †‡ † ˆu‰ ˆ  ˆu‰± m  ⠗ † –€“  “€‘ óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ ˆu‰ 104 Instituto de Patologia Clínica H. estando 95% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Picos plasm ticos ocorrem em 2 a 4 horas após absorç .10o C. dosagem. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e to xicidade.10o C. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .HPLC Nível terap utico: 200 a 1.M.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). dia e hora da ltima dose.

sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de 9h.0 a 15. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Interferentes: Isoniazidas. Apresenta meia vida de 2h.5. Seu metabolismo p tico. m anticonvulsivante. ñ “ uˆ ‰ †† ¡  ”  ˆu‰  d † —u”  ˆu‰  u–  m† óuô ò u “ ‘ … vv  †iÿ @ ô — ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . A primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos. os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C. A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital. antes da administraç o de oxcarbazepina. fenitoína e diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina.O. Trileptal®). PARDINI 105 . Após absorç .HPLC Nível terap utico: 15 a 35 µg/mL Condi o: 1. fenitoína. Apresenta eliminaç rincipalmente renal. Concentraç s est veis ocorrem após 2 a 3 dias de uso. cido Valpróico e Fenitoinas. dia e hora da ltima dose. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam meia vida mais curta.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fenobarbital. um derivado da carbamazepina.10o C. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. dosagem.5 mL de Soro. estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas.JO 8h.0 µg/mL Condi o: 0. estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. ñ ˆu‰«– †‡ ˆu‰R—u‰ –u“ †   ™”  óuô ò vv  †iÿ @ ô — ‘€ˆ † “ d(—€d(‡ ˆ Primidona Coment  rios: A primidona (Primidon®) m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e parciais. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Pacientes com insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de primidona. seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6 horas. cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s. A carbamazepina. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dia e hor ltima dose.O.Oxcarbazepina Coment  rios: A Oxcarbazepina (Auran®.O.M. podendo ser mais elevada se o paciente estiver usando outros anticonvulsivantes. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. que tam m deve ser monitorado durante o uso da primidona.10o C.M. Interferentes: Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante. sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital. Apresenta meia vida de 4 a 12h. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. A raz fenobarbital/primidona ótim 2 . JO 8h.HPLC Nível terap utico: 5.0 mL de Soro. .. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .

29 horas na cirros tica. clomipramina (Anafranil®). ciprofloxacin. Cimetidina. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. sendo a aminofilina (sal etilenediamina da teofilina) a preparaç o mais utilizada. A meia vida d a teofili vari vel: 6 a 10 horas em adultos normais. carbamazepina e fenitoína. A nortriptilina. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. eritromicina. Conservaç o de envio: At 4 horas entre 2o e 8o C. anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. A coleta ideal deve ser realizada antes da administraç da próxima dose do medicamento. Interferentes: Eritromicina. Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. Fumo e Cimetidina. Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6 horas após preparaç liberaç lenta).Polarizaç Fluoresc cia Níveis Terap uticos: Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina 100 a 270 ng/mL Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL Imipramina 75 a 250 ng/mL Clormipramina 50 a 150 ng/mL Nortriptilina pura 50 a 150 ng/mL Condi o: 0. possui meia vida de 20 a 60 horas. A concentraç teofilina pode ser diminuída por: tabagismo.5 mL de Soro. JO 8h. alopurinol. Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após absorç . ou antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta). de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. 20 a 90 horas. vacina anti-gripal. Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40 horas. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca. imipramina (Tofranil®) e nortriptilina (Pamelor ®) s rogas amplamente usadas como antidepressivos.O. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco. Cannabis sativa. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a efetividade do tratamento. Fenobarbital. Suas dosagens s teis para monitorizaç s níveis ter uticos e toxicidade. ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas). ˆu‰ — ˆˆ €‰Á—uˆu‰‰á  † d€–u“ ‡ ™” ñ ² ² ² óuô ò ˆu‰R—u” ³ ³ ³ vv  “u‘  ‡ –u“ ² ² ² ˆu‰ † †  “ˆu ‰î‡ ‘uˆ€‰ ³ ³ ³ u“ ‘ ˆ ô †ÿ dR—udR‡ 106 Instituto de Patologia Clínica H. rifampicina. A desipramina m metabólito da imipramina cuja meia vida maior. ‘ud †  ñ ˆu‰»—ud ˆ€‰ ˆ ˆu‰÷—u” ™ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ì—ud †  “ † “u‘ ‘€d †  ¡ ”u–u ” uˆ ‰™ ”   óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ Tricíclicos.3 mL de Soro. neurol pticos.O. JO 8h. fenobarbital. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Anti-Depressivos Coment  rios: A amitriptilina (Tryptanol®. dia e hor ltima dose. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. M todo: FPIA .M. Limbitrol®). Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. amiodarona. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. Níveis elevados podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona. uma vez que apresentam janela terap tica estreita. Obs.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas. principal metabólito da amitriptilina. PARDINI . Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após início ou alteraç terapia.Teofilina Coment  rios: A teofili m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e asma.M. propranolol. Informaç es nece rias: Informar: medicamentos em uso. dosagem. dia e hora da ltima dose.10o C. cimetidina e anticoncepcional oral. 2 a 9 horas em crianças. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0.

de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.M.O. A vigabatrina reduz em cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína. dia e hora da ltima dose.JO 8h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Apresenta meia vida de 5 a 8 horas. dosagem.10o C. sendo excretada principalmente pela urina. .Vigabatrina Coment  rios: A vigabatrina (Sabril®) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA).0 mL de Soro. Níveis ter ticos o s m correlacionados com níveis s ricos. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . † ñ óuô ò † ™   Á ‰ du–u“ u‘ ˆ uˆ ‰ um ” †iÿ @ ô — vv  “u‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H.HPLC Nível terap utico: 12 a 22 mg/L Condi o: 1. PARDINI 107 .

108 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 3 a 17 ng/mL Condi o: 0.2 nmoL/L Miast icos 0 a 1500 nmoL/L Outras doenças auto -imunes 0 a 0. . na maioria dos alcoólatras crônicos.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ  ´ ´ ´ óuô “u‘ ò µ µ µ cido Fólico Coment  rios: ` ô †R þ †©š  O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo.2 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.. At meses entre . componentes dos cidos nucleicos.5 nmoL/L Condi o: 0.5 o a . PARDINI 109 . anticorpo anti-receptor Coment  rios: O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias que cursam com fraqueza muscular. “u‘ ‰à ñ † ˆ€‰î—ud  ëu“u‘  ˆu‰ óuô ò “u‘ ‡ R– †Rþ ô Continua..JD 4h.Acetilcolina. . A defici cia d cido fóli co quase sempre conse cia de ingest insuficiente e est resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas.25o C. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais 0 a 0. Instituto de Patologia Clínica H.9 mL de Soro.

PARDINI . na maioria dos alcoólatras crônicos. ou uma defici cia de vitamina B12. Laboratórios: O material deve ser congelado imediatamente. A coleta e transporte t m que ser em tubo de pl stico. Doença de Addison. Informaç es neces rias: Informar medicamentos em uso. Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria). Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais e insufici cia adrenal sec ria. A centrífuga deve ser refrigerada. A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato. componentes dos cidos nucleicos. indica ou uma defici cia verdadeira de cido fólico. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro. em situaç s de stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH.25o C. CIDO FÓLICO r HEM¶ CIAS Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo.Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 175 a 700 ng/mL Condi o: 5.Continu õuóuô o. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. A determinaç o de níveis baixos cido fóli co nas hem cias.. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 12 a 70 pg/mL Condi o: 0. . ˆ€‰î—ud   “u‘ dӗu‰å ˆu‰«”«” «– † ë   ”€ëu“u‘ dådå— † ‡ ˆ —u”ې   “€‘  “ u ‘ ˆ †  † ” † ˆu‰Á—u”Á †  ñ ò “u‘ óuô †©¨ ô u” u‘ €—   †  ACTH Coment  rios: O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal. . † —u‰ ñ óuô ò “u‘ v “u‘ ˆ €‘u—u    ™” “ †©š ô  110 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: É recom vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado envie valor do Hematócrito.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina). A defici ci cido fólico ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas..5 o a . Conservaç o para envio: At meses entre .JD 4h.7 mL de Plasma (EDTA). que necess ria para a penetraç o tissular do Folato.

gravidez. hipo ssódica ou hiperssódica.O.0 ng/dL Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4. . Informaç es nece rias: . A sua produç regulada pelo sistema renina angiotensina.Dieta C.0 a 10.0 mL Soro.0 ng/dL Condi o: 1. PARDINI 111 .Dieta C. Reduç s s servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal cong nita.M.5 a 4. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.Aldosterona Coment  rios: A aldoster secretada pela glândula adrenal.0 a 20. dieta pobre em sódio. após congelar por at meses. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 µg/24h Dieta Hiperssódica 0.0 ng/dL Crianças de 1 a 11 meses 6. dieta rica em sódio.0 ng/dL 2 horas em + Furosemida 13.Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Informar tipo de dieta: normossódica.0 a 50.Informar medicamentos em uso. Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio. hor rio inicial e final da coleta.0 a 130. SANGUE M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Após 2h em (Normossódica) 5. Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreni mico. Instruç es de coleta: Urina 24h veja .O.0 a 30. . ñ †Rþ ô vv  · · · ò ¸ ¸ ¸ óuô vv  … † †©¨ ô –€u’  †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: .M.Informar tipo de dieta: normossódica. defici ncia de síntese.5 a 90. JD 4h.0 µg/24h Dieta Hipossódica 10. Síndrome de Bartter. ñ ‰u‘ud † ™ ” “ ‘u“ “ ò –† –† ™ ” ˆu‰ ‰€m  ˆu‰ † €‘u—u · · · · · · · ˆu‰ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ † óuô URINA M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Dieta Normal 4.0 µg/24h Condi o: Urina 24h. hipossódica ou hiperssódica.0 a 40.Refrigerar.0 ng/dL Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30. .0 ng/dL Dieta Normossódica 4.0 a 19. .0 ng/dL Deitado (Repouso) 3.

ñ “ —u”u‰ † ‰ u ’ € “ u ‘ † » » » ‰u–€ “u‘ ˆu‰Ý” ˆu‰ º º º ò óuô †Rþ ô Alfa Fetoproteína Coment  rios: A alfa feto proteína  ma importante proteína do plasma fetal.35 a 145.81 a 74. coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica. Semanas de Gest 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23‚5 o † ÿ óuô ng/mL 15. .32 78..46 a 98.0 ng/mL Menopausa 0.70 a 284.19 a 163. Alfa feto proteína elevada no soro materno.87 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29 30 4 2 (3 5 o ng/mL 42.65 a 257. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.09 a 112. .35 96. carcinoma normais em embri rio.JD 4h.39 a 232.73 84. ñ ‘€ˆ  † vv  d  ˆu‰ ‰ u ‘ €   SANGUE Valor de Refer ncia: at .3 Alfa Androstanediol Glicuronide Coment  rios: O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos andr ios (por exemplo: folículo piloso).4 a 22.1 ng/mL ± Adultos e Crianças ± Gravidez veja tabela abaixo: ò ˆu‰ » Condi o: 0.94 a 50.38 16.01 35.08 a 205. Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5αredutase. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.39 †Rþ ô Continua.0 ng/mL Homem 3.44 a 85.. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher adulta 0.39 a 67.1 a 6.53 38.20 47.16 24.80 a 313.72 a 128. informar tempo de gestaç . teratocarcinoma.10 71.13 a 45. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a Síndrome dos Ov rios Policísticos.5 mL de Soro.0 ng/mL Condi o: 0. PARDINI . Níveis muito baixos s adultos ( o gr vidas).5 a 5.08 22.4 mL de Soro. 112 Instituto de Patologia Clínica H.13 58. É um marcador da formaç aç androg nica perif rica. colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida). M todo: Imunofluorimetria Informaç es nece rias: Se gr vida.24 a 185.42 28.JD 4h.31 31.35 53.36 a 58.82 19. Est  mentado no carcinoma hepatocelular.

81 ng/mL Condi o: 0.353 Urina veja Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. aver incremento dos níveis de AMPc.. após congelar por at meses. Pleural: < que 1. Nos pseudo-hipoparatireoidismo. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH.0 nmoL/mg creatinina Obs.Líq.Líq. PARDINI 113 .O. Ascítico .Líq. Ascítico . Amniótico: Semanas de Gest 16 17 18 19 20 21 22 ò ò 24(3 5 o Valor de Refer ncia .Líq.5 mL Líquor . Resultados falso -positivos podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH.Líquor . Pleural.5 a 6. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 1. Amniótico . Condi o: Urina 24h ou C.: No sangue o tem valor clínico..M.Líq. .Continu õuóuô o.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar.Líq. Sua dosagem isolada ou n o teste de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio.ALFA FETOPROTE NA Ÿ L¼ QUIDOS Valor de Refer ncia . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ng/mL 10648 a 17908 9559 a 13310 7865 a 11737 6050 a 9196 4179 a 7623 3388 a 6292 2662 a 5203 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29/30 4 2 (3 5 o ng/mL 2299 a 4719 1936 a 4114 1331 a 3509 1089 a 2783 1089 a 2420 726 a 1936 484 a 1815 óuô †©¨ ô AMP Cíclico Coment  rios: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los. †‡ ò ñ ˆ€‰å— † ‘uˆ€‰ ¡  ˆ  “ ˆ  ‡€m óuô u‘ ˆ óuô †©¨ ô %(½8¾ †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H. a despeito de níveis elevados de PTH. Instru o de coleta .

Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. -N recisa conservante. Refrigerar.JD 4h.Fluidos corporais: at 275 µg/L Condi o: Urina 24h .4 a 2.M. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Pr -Puberais ambos os sexos 0.Urina C. 353 Conservaç o par a envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI .Urina 24h: 30 a 330 µg/24 horas Valor de Refer ncia . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.6 µg/mL Condi o: 0. Hiperplasia Adrenal Co ita. Fluidos corporais. após congelar por at meses. ñ ˆ ‰u‘ud †  ‰u’u“  ˆu‰â”u‘ ‘u’u“€‘ ¿ ¿ ¿ óuô † òÀ À À †Rþ ô Beta 2 Microglobulina Coment  rios:  ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as A Beta-2-Microglobuli c lulas nucleadas.0 ng/mL Mulher 0.5 ng/mL Homem 0.5 mL de Soro. Síndrome dos Ov rios Policísticos. Sua concentraç contra-se reduzida na Doença de Addison.O. Hirsutismo Idiop tico. Ajustar pH 7 com NaOH1m. Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 g.JD 4h. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.0 ng/mL Condi o: 0.Androstenediona Coment  rios:  m hormônio esteróide andr A androstenedi nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas.Urina amostra isolada: at 275 µg/L Valor de Refer ncia . ñ †Rþ ô † òò óu† ô ˆu‰R– ò u–  ô †©¨ †¹¨ 114 Instituto de Patologia Clínica H.2 a 0. † ‘ud † ™ ” † “ SANGUE M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: at 60 anos < 2 µg/mL > 60 anos < 2.5 mL de Soro. ñ ‘€—udR‘uˆu‰ ‡ ¿ ¿ óuô † ò À À URINA – FLUIDOS CORPORAIS M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia . . Sua produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. Sua s características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas.4 a 3.

Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias. anemia perniciosa. mama ou pâncreas. Condi o: 0. . Síndrome de Zollinger -Ellison.Big Prolactina Coment  rios: O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) tilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica. informar somente se controle de tratamento ou sendo possível.Resultados > 50 pg/mL.124.5 o a . fal cia renal. Monômero de prolactina: 23 -kDa. Conservaç o para envio: At meses entre . vem acompanhado de FSH e LH.JD 4h.8 mL de Soro. ñ A calcitoni m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide. gestaç rec m -natos. A dosagem d e calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide. A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. tireoidites.Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina. † –ud m † ˆu‰Á” † uˆ î ‰—  à à à ‘€d †   † ˆu‰÷ê “u‘  ˆu‰ † ˆ ˆu‰ —€d † A@ –u’ò   ‘uˆ óuô  ˆ   u“ †©š ô ”R‘uˆu‰R–u‰€—u” ™” Instituto de Patologia Clínica H. nas pancreatites. Veja tam m Teste de infus o C lcio ou Teste de infus Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. PARDINI 115 . Informaç es nece rias: Este exame. Sua secreç estimulada pelo c lcio. veja question rio p g. em geral. o concordantes com a clínica.25o C. Sendo solicitado isolado. verificar com o cliente a raz pela qual o exame foi solicitado.Client ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou estar em uso de anticoncepcional. CMT: Carcinoma Medular da Tireóide. dever ser colhida nova amostra. . Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana.0 mL de Soro. † ˆu‰ †  ñ ò ˆu‰ à ˆu‰‰ à u ˆ óuô Á    “ vv  †Rþ ô † l l ˆu‰ Calcitonina Coment  rios: M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: at /mL Suspeito de CMT entre 50 e 100 pg/mL Sugestivo de CMT > 100 pg/mL . Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big Prolactina) M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Recuperaç < 30% Big Prolactina Recuperaç > 65% aus ncia de Big Prolactina Recuperaç entre 30 e 65% Indeterminado Condi o: 1. em alguns pacientes com câncer de pulm o. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular. Sua maior utilidade ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide. .

Informaç es nece rias: . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Criança 2 a 27 µg/24h Adolescente 5 a 55 µg/24h Adulto 10 a 90 µg/24h Condi o: 5. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficiente de ACTH).Ingest o normal de líquidos. † ñ ˆu‰Õ—u” ™ Ä Ä Ä óuô ò Å “u‘ Å Å vv  ˆu‰â”u‘ ™  ˆu‰Ç–€ˆu‰ ‰ †Rþ ô dӇ  Cortisol Livre Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). PARDINI . É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. . Condi o: 0. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. Se mulher. Sua concentraç contra -se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. As concentraç es plasm ticas de cortisol s influenciadas pela CBG. É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficient e de ACTH). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 08:00 horas 5 a 25 µg/dL 16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h. informar uso de anticoncepcional. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica.0 mL de Urina 24h.Cortisol Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). para diminuir a ingest de líquidos. hora d ltima dose e hor rio da coleta. .JD 4h. † ñ Ä Ä Ä ˆu‰R–u‰ ò “u‘ Å Å Å vv  ˆu‰Û—u” ™ ˆ€‰b— ˆ óuô ˆ dum † † ˆu‰ †©¨ ô  116 Instituto de Patologia Clínica H. após congelar. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Informar medicamentos em uso.Sendo di tico.5 mL de Soro. dia. controlar rigorosamente a dieta e medicamentos. 18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h. Sua concentraç o encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

ñ †– ˆu‰Á–€d ò DHEA ™” ™ ˆ ˆu‰ Ç Ç Ç óuô È È È †Rþ ô vv  Dehidroepiandrosterona.5 a 6. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher 1 m s at anos 30 a 550 ng/mL 30 a 410 ng/mL 5 a 9 anos 50 a 1400 ng/mL 50 a 1400 ng/mL 10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL 12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL 16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL 21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL 41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL 51 a 80 anos 500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL Condi o: 0.5 ng/mL Gravidez 0.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. doen ça de Cushing. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via convers ra testosterona. Sulfato Æ Coment  rios: O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. . carcinoma adrenal. hiperplasia adrenal e adrenarca precoce.5 mL de Soro.5 mL de Soro. É um marcador da funç adrenal cortical. Encontra -se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Adulto ambos os sexos 0. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison. † SDHEA ‘u ñ “ †É• ò “u‘ ’ € “ u ‘ ˆu‰ ”€‘ ˆ € ‰ óuô †Rþ ô vv  Instituto de Patologia Clínica H.0 ng/mL Criança 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais.5 a 13. É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides.Dehidroepiandrosterona Æ Coment  rios: O DHEA roduzido pela supra-renal e gônadas.0 ng/mL Condi o: 0. tumores virilizantes das adrenais e na Síndrome de Cushing. PARDINI 117 .5 a 3. Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na Hipoplasia Adrenal. É o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios.JD 4h. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

.5 mL de Soro. pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico tumoral.60 < que 0.65 < que 0. Síndrome de Anovulaç Crônica e alta atividade da 5α-redutase. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da 5α-redutase.70 < que 0.05 a 0. . M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher R. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos. Eleva-se quan loqueio da enzima 11-hidroxilase.2 mL Soro. Nascido < que 0.11 Desoxicortisol Ê Coment  rios: O 11-desoxicortisol (composto S) recursor imediato do cortisol. PARDINI . por defici ncia c nita. principalmente nas formas tardias do adulto. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. É relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers testosterona-DHT.JD 4h. nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado. Obs. ñ “ † ‰Ó‰u– ‘€’u“ Ì Ì Composto S ˆ€‰ —u—‰ † ¡ åm  Ë ò †Rþ ô óuô “ “u‘ Dihidrotestosterona Ê Coment  rios: DHT É derivada principalment e da convers rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase sobre a testosterona.15 ng/mL at 3 anos < que 0.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase).35 ng/mL Condi o: 1.25 a 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.80 0.20 ng/mL 04 a 10 anos < que 0. É um androg nio importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo.35 < que 0.20 ng/mL Adulto 0.JD 4h. A DHT exerce sua atividade andr ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo. Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.20 ng/mL 11 a 14 anos < que 0. ‰€’u“u‘ ˆu‰ý–€” † ˆu‰»—   ˆu‰ † ˆ ñ † u‰ m ˆu‰R—ud ˆu‰  “ “u‘ † ò óuô †Rþ ô vv  118 Instituto de Patologia Clínica H.0 ng/mL 30’e 60’ após ACTH aumento de 3 a 5 vezes. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais: Basal < 8. com hiper resposta ao ACTH.

pós -quimioterapia.0 mU/mL Condi o: 0. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos. Em mulheres menopausadas a estrona. sugere-se seu controle em um ico laboratório. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. mais do que o estradiol. É tam m utilizada para diferenciaç tre os quadros de policitemia prim ria e sec ria.JD 4h. † ˆ † ‰ u‰ €’ u“ ‘ †† † E2 ñ Î Î Î Î ò ‡u‘  u –  ˆu‰R—u‰R—uu” ‘u—u † d† ‰ö¡ ””€–u “ uˆ ⠉ u” ‘ Î Î Î Ï Ï Ï ˆuˆu‰‰ ˆu‰ Ï Ï Ï Ï óuô †  †H• R–u’ †i†ÿ ¨ R–u’ †iÿ R–u’ ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † Á’  ˆu‰‰ »ëud ˆ€‰ ” ˆ dR—udR‡ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰  ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios. Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. anemias crônicas (insufici ncia renal. Sua dosagem til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia medular. nefroblastoma. genital. uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas. Transfus s e estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. strog nio circulante predominante. Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio.feminino: < 11 anos). responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro.. AIDS). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 2.JD 4h. genital. Encontra -se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianó tica. ‡ ñ †’u“u‘ ˆu‰à—€”à‘ ˆu‰à—€”àˆudu‰« ‘ ”u‘ “ ’u“ ò “u‘ €ˆ ‰ ““ ˆu‰à—€dàdu‘€”  “u‘ u‘u—u † m † † ™” † óuô †Rþ ô Estradiol. tumores femininizantes adrenais. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. feocromocitoma. algumas doenças pulmonares hipox micas. hepatoma.6 a 34.5 mL de Soro. leiomiomas e adenocarcinoma renal). 17 Beta Í Coment  rios: O 17-Beta Estradiol estr io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. testículos e pela convers perif rica da testosterona. O estradiol medido para estudo dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç da ovulaç o. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais. . doenç tica e ginecomastia masculina. Sua dosagem tilizada para a investigaç emias e avaliaç mia provocada pela insufici cia renal. Os níveis de eritropoietina podem estar elevados tamb m devido a flebotomias. puberdade precoce feminina. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxi nio. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 20 a 215 pg/mL Menopausa at /mL Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Homem at 5 pg/mL Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Criança at /mL Pr -Menopausa at /mL Condi o: 0. p los pubianos. cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo.5 mL de Soro. PARDINI 119 . estenose de art ria renal. Se criança (masculino: < 14 anos . Informaç es nece rias: Se mulher. . shunts veno/arteriais.Eritropoietina Coment  rios: É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue. responder: Atraso de desenvolvimento seios.

ˆu‰  ò †iÿ † †@   ˆu‰ uˆ ‰ óuô ng/mL 14 a 53 24 a 75 29 a 127 45 a 175 60 a 210 90 a 325 †Rþ ô URINA Valor de Refer ncia: Homem e mulher ± Gravidez: Ñ ò ‘uˆ  Condi o: 1a Urina da m . uso de corticoesteróides.Estriol Ð E3 Coment  rios: É o estrógeno mais importante da gravidez . Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina. anormalidades fetais cromossômicas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. em penicilinoterapia. 120 Instituto de Patologia Clínica H.N precisa conservante. estrógenos entre outros.0 ng/mL Semanas de Gestaç ± Gravidez: 16 a 20 semanas 21 a 24 semanas 25 a 28 semanas 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas 37 a 40 semanas Condi o: 0.0 mg/24h ou g creatinina Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina 11 a 24 semanas 2a 8 25 a 30 semanas 7 a 29 31 a 35 semanas 10 a 36 36 a 40 semanas 13 a 50 †  uˆ ‰ †©¨ ô %‚Ò$Ó †¹¨ meses. . 353 óuô ˆu‰ d€‘ ¡ ˆ o gr vida: at . informar tempo de gestaç . aplasia ou hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia. após congelar por at Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores de altas altitudes. . . A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens induzida pela gravidez. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Valores isolados s ifícil interpretaç . perda fetal. diur ticos.  ™” ˆ “u‘ ñ ˆu‰ ‡ ˆ€‰à—u”Û— † ˆ€‰ ˆ u ‰  ˆ€‰ SANGUE Valor de Refer ncia: . representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres gr vidas. M todo: Radioimunoensaio Informaç es necess rias: Se gr vida. defici cia de sulfatase placent ria. gestaç molar. É sintetizado na placenta. nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional. Urina 24h*.5 mL de Soro.0 ng/mL ± N Gr vidas: at ± Homens: at .Refrigerar.JD 4h. sendo mais importante as medidas seriadas. PARDINI .

Na presença de doença h tica.5 mL de Soro.JO 8h. A estro muito utilizada para avaliaç ipogonadism o.pr -menopausa 10 a 100 ng/mL Mulher . PARDINI 121 . Nascido 25 a 200 ng/mL 1m s 200 a 600 ng/mL 2 a 5 meses 50 a 200 ng/mL 6 m a 15 anos 10 a 140 ng/mL Mulher . Pode estar aumentada em etilistas ativos e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C.Estrona Ô Coment  rios: A estr mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol. avaliaç puberdade precoce (completa ou parcial). . a defici cia do ferro o ser refletida pela ferritina s rica.pós -menopausa Menopausa 10 a 280 ng/mL Homem 29 a 300 ng/mL Condi o: 0. diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na menopausa.5 mL de Soro. A ferritin um reagente de fase aguda. ñ u‰ u‘ d † u‘ d † ò E1 ˆu‰÷—u‰ ¡ †  ˆu‰ö—u” ˆ u‰ u’ u“ ‘ Õ Õ Õ Õ Õ Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ferritina Coment  rios: †Rþ ô vv  O teste da ferriti tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose. É o principal estr io circulante após a menopausa. Conservaç o para envio: At dias entre 2o C e 8o C. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: R. . em estados inflamatórios como artrite reumatóide. doenças malignas ou terapia com ferro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Fase Folicular 15 a 100 pg/mL Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Menopausa 15 a 65 pg/mL Homem 30 a 55 pg/mL Condi o: 0. Encontra-se aumentada em desordens infecciosas e inflamatórias. ñ ”u–u “u‘ † ‘ud †  Õ Õ Õ Õ Õ Õ Õ “ ò “u‘ u– €‰ u— ” €‘ ˆ ”u–u d† † Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ö Ö †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. A dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro.JD 4h.

Por m. Anti-GAD s servados em 70 a 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1. distribuídas em todo o tubo digestivo.6 mL de Soro. anticorpos anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. na dispepsia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: < que 90 pg/mL Intermedi rio de 90 a 200 pg/mL Patológico > de 200 pg/mL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Lansoprazol. PARDINI . Gastrium.2 mL de Soro.0 U/mL Condi o: 0. . Peprazol. dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C. Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica. para realizaç xame. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: ≤ 1. A dosagem de gatrina pr pós cirurgia. † ‘ud † † m† ‡ † €’  ™ †‡” u “ ‘ u d u –  “  ñ ò ×  ØØ × × óuô †Rþ ô ˆu‰R—u‰R” vv  † d ‘u’udR ‘uˆu‰Rd “ ˆ€‰ ‡ d■† – †  ùd€’ud ˆ 122 Instituto de Patologia Clínica H. na insufici ncia renal crônica e após vagotomia.JO 10h. ñ óuô ò † dum † † † † ˆu‰ † ˆu‰»‰um ”u †Rþ ô Gastrina Coment  rios: A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G.O.M. onde os níveis s ricos encontram-se acima de 1.GAD. m bom indicador da efici cia da ter tica cir rgica. incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta. nestas situaç es os níveis de gastri tingem valores t elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison.JD 4h.000 pg/ml. Lozec. Victrix. A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma). anemia perniciosa. no carcinom strico. na lcera strica e duodenal. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . em pacientes com lcer tica. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol.

Est mentado na gravidez. ñ † €– ò ó u ô ˆ d€‘ ¡ ˆ †¨ô ©  ”⇠† †  öd Û— ‡  ™” ˆu‰ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.5 mL Líquor.JD 4h.HCG. O beta-HCG dosado por quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto após 7 dias da implantaç mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç . É usado no diagnóstico de gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas. ò Ù Ù Ù Ú Ú Ú Ù óuô ˆ ˆu‰ QUIMIOLUMINESC NCIA – L ¼ QUOR Valor de Refer ncia: ≤ 1. coriocarcinoma. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos. mola hidatiforme.5 mUI/mL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. coriocarcinoma. Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç . Informaç es nece rias: A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez. Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. . Algumas das metodologias para detecç HCG s direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez. Controle de Mola? Suspeita de aborto? Quando? † “ d† ˆ € ‰ å ” ™ ” ˆ€‰ ˆu‰ý— “u‘ “u‘u”ud † vv  † ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ —u‰ ˆ  ˆu‰Õ  âd ˆu‰ ˆu‰ ô dR—udR‡ QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE Valor de Refer ncia: Diagnóstico de Gravidez: de 0 a 5 mUI/mL Negativo de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado acima de 50 mUI/mL Positivo Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Urina após 4 horas sem urinar. M todo: Imunoensaio . Beta Coment  rios: O HCG  ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). Condi o: 1a Urina da m . Deve -se ter em mente. sugere-se HCG no sangue (soro). no entanto. que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara. atenç o especial para sua evoluç . mola hidatiforme. N o havendo correlaç o clínica. †Rþ ô IMUNO ENZIM¶ TICO – URINA óuô †©¨ ô  ò Coment rios: O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta). tais ensaios n o necessariamente detectam mol culas degradadas ou homog s encontradas nas doenças troflobl sticas. PARDINI 123 .Cromatogr fico Valor de Refer ncia: Negativo (Obs.5 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina. Est mentado na gravidez. Est iminuído na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectópica. mas possível dos anticorpos heterofílicos. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. Homem: 0 a 5 mUI/mL Condi o: 0.

Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress. na qual os valores de LH se eleva. estes picos s raros. Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura.5 mL de Soro. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < 10 ng/mL Condi o: 0. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua relaç o com o LH. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç ctópica de hormônios esteróideos. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no primeiro ano de vida. p los pubianos. Se mulher. Nos adultos.3 a 8.Homem 0. O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares. ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens.Mulher .0 U/L .3 U/L .Hormônio de Crescimento Û HGH Coment  rios: A secreç HGH  ls til.5 mL de Soro.5 U/L Condi o: 0.Fase Ovulatória 3.0 U/L Adultos . .Fase Luteínica 0. Se criança (masculino: < 14 anos .JD 4h.2 a 10. ‰ u— ‰ † –  ˆ ˆu‰ €ˆ Á  ‘€ˆ ‘uˆ€‰ ˆ€‰å‡ ˆu‰ ñ ò óuô †Rþ ô †   ™”  Hormônio Folículo Estimulante Û Coment  rios: FSH O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. É secretado de maneira puls til. estatura? Desenvolvimento precoce: seios.Informar medicamentos em uso ou recente. genital. ñ ˆ Ü Ü Ü Ü ˆ “u‘ “€‘u” ˆ€‰î”  † † ò Ý Ý Ý Ý Ý Ý óuô Ý ‰† ª vv  †Rþ ô † u” † –u‰€‰ ‘u »’  Rë€d ˆu‰‰ ˆ ˆ “ ‰â‘uˆu‰ ˆu‰Á‰ ˆ u ‰ dR—udR‡  ˆ Áëudu‘ “ 124 Instituto de Patologia Clínica H. Eleva -se precocemente na instalaç o da menopausa. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . Informaç es nec rias: .JO 8h.feminino: < 11 anos).0 U/L Adultos . responder: Atraso de desenvolvimento seios. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.4 a 9.Fase Folicular 2. . menos evidente que o LH. bem como valores moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 3.9 a 13. exercício físico e sono.3 U/L . com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H to tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Informar dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa. decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade at níveis de adulto. Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreç . genital.Menopausa > do que 20.0 U/L Pr -Puberal < que 5.

Valor de Refer ncia: < 0.50 U/mL Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.feminino: < 11 anos). Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.Mulher . mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica. Se for dosado de maneira seriada.3 U/L . genital. responder: Atraso de desenvolvimento seios. Anticorpos anti IA-2 s servados em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta.0 U/L Adultos . ñ † ˆu‰ ˆu‰ö‰€m ”u óuô †Rþ ô ò Instituto de Patologia Clínica H. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal.JD 4h.Menopausa > do que 15. genital. Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. Informaç es nece rias: Se mulher. No sexo feminino.Fase Ovulatória 13.0 U/L Adultos . † ˆu‰ ˆ † LH ñ ß ß ß ß † ò u–  ˆu‰   ˆu‰ö•  ˆu‰ à à à à à à óuô  à ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆu‰‰ † m† † ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ ‰â‘uˆ€ˆu‰ ‰ ‡  “ ˆu‰ IA2. Se criança (masculino: < 14 anos . valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame.8 U/L .Hormônio Luteinizante Þ Coment  rios: O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais. É secretado de maneira puls til. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. pode determinar a data da ovulaç o.Fase Folicular 1.Homem 0. nos ov rios e nos testículos.02 a 3.Fase Luteínica 0.0 U/L Condi o: 0. p los pubianos. M todo: Radioimunoensaio Condi o: 0. .2 a 10. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.JD 4h. .20 U/L Pr -Puberal 0. PARDINI 125 . seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç . o que parece ser fundamental para a sua aç . Eleva -se nas patologias primariamente gonadais.8 a 71.2 mL de Soro.2 a 12.5 mL de Soro. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 0.8 U/L .6 a 9.

0 30. Valores altos ocorrem na adolesc cia.0 a 373. atraso puberal. Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis funcionantes.0 a 117. nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos.0 22. síndrome de privaç materna. PARDINI .0 a 466.0 † ˆu‰â‰um ˆ ò “u‘ d u m † ˆu‰ m † ˆu‰ ñ ˆu‰ ò ”ö‘€ˆu‰ ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 3.0 a 276. puberdade precoce verdadeira.JD 4h.0 a 628.0 288.0 193.5 mL de Soro.IGF 1 á Somatomedina C Coment  rios:  m peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento. diabetes mell itus.0 18 a 20 197.0 a 521.0 163.0 a 630.0 2a3 24.0 11 a 12 29.0 108.0 Condi o: 0.0 50 a 70 78.0 20.0 203.0 a 289.0 a 303.0 a 484.0 a 972. O IGF.0 236.0 130.4 a 290.0 a 956.0 a 480.0 a 354.3 a 152.0 6a7 43.0 261.0 13 a 14 71. hipopituitarismo.1 a 383.0 3a4 44. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 23.0 a 752. gestaç .0 12 a 13 55.0 20 a 23 215.0 5a6 33.0 a 258.0 30 a 40 100. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.1 a 131.0 a 870. cirrose.0 8a9 81.0 a 575.0 30 a 40 100.0 25 a 30 119. obesidade.0 4a5 30.0 a 570.0 a 502.0 a 699.0 97. retinopatia di tica.0 a 756.0 a 476.0 9 a 10 72. Valores baixos s servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade). hepatoma.0 a 991.7 a 100.0 a 494. desnutriç o.9 a 392.0 1a2 6.0 a 428.0 a 494.0 a 526.0 129.0 96.0 40 a 50 101.0 a 648.0 15 a 16 358.0 110. hipotireoidismo.0 a 150. ò óuô †Rþ ô 126 Instituto de Patologia Clínica H.0 10 a 11 30. gigantismo e acromegalia.0 a 831.0 a 624.0 23 a 25 169.0 14 a 15 153.0 16 a 18 239. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa.0 a 591.0 a 995. .

3 15 a 16 2.0 25 a 30 2.6 a 5.1 a 4.4 2.3 ñ ˆu‰ ò ׆ d “ ˆu‰ †  ¨ ™” u‰ €’ “  ˆu‰R—u”R—u” ud«‡€‘ ˆu‰ ˆu‰Û” ˆ€‰ ò ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 1.7 a 7.4 13 a 14 2.6 a 7.9 a 7. No plasma os IGFs est ligados a uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs).7 2.1 a 3. Recentemente.0 3a4 1.9 a 7.8 a 7.3 2.1 2.6 2. PARDINI 127 .8 a 7. De todas as IGFBPs.2 2.3 a 5.3 2.3 a 7.0 1.5 2.0 a 4.4 a 7.7 a 5. a IGFBPmais estudada.6 a 3. e liga aproximadamente 95% dos IGFs no sangue.9 2.5 2. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.2 a 5. acreditava-se que s ica funç ra o transporte das IGFs.4 a 4.7 a 6.1 a 7. Originalmente. com potentes aç s anabólicas e mit nicas.0 16 a 18 2.1 2.4 2. entretanto.7 a 7.3 4a5 1.3 40 a 50 2.0 a 4.0 a 3.1 1a2 1.7 a 7.JD 4h.3 mL de Soro.5 8a9 2.1 a 6.9 a 7.3 a 5.5 20 a 23 2. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores.5 18 a 20 2.8 a 8. Sua determinaç tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1.8 a 7.6 30 a 40 1.3 50 a 70 2.3 a 7.2 a 4.1 14 a 15 1.6 2a3 1. ò óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.2 11 a 12 2.7 12 a 13 1.0 a 5. sendo a mais abundante na circulaç .2 6a7 2.0 a 7.2 2. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico. .0 a 4.IGFBP-3 Coment  rios: Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia estrutural à insulina. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (ng/mL) (ng/mL) (anos) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 1.3 a 6.7 10 a 11 1. atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico.6 a 7.3 a 6. inibindo a proliferaç celular).4 a 6.5 9 a 10 2.1 a 7.4 23 a 25 2.0 Condi o: 0.2 30 a 40 1.0 a 6. uma categoria composta agora por 10 membros.2 5a6 2.3 2.3 a 7.

a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudos de outras causas de hipoglicemia.140 T3 Retenç ˆuò ‰ ™ ˆ ˆ ˆ€‰à—u” † ˆu‰ l l 128 Instituto de Patologia Clínica H.0 µU/mL Relaç o Insulina/Glicose: at 0. . frente a níveis normais ou elevados da glicemia.Insulina Coment  rios: Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma.5 mL de Soro. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos antiinsulina. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 2. v m sendo descritas.30 (Esta relaç tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol) Condi o: 0. anticorpos anti Coment  rios: Essencialmente. T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL Valor de Refer ncia: 1. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: At U/mL Condi o: 0. .5 a 20. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu‰ “u‘ ˆ u ‰ « ‘ € ‰ ˆu‰ ”† †óuô • @ ‘ ò H †Rþ ô  ITL â Indice de Tiroxina Livre Coment rios: O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total. os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído. que apresenta níveis de insulina elevados.40 a 3. Recentemente. com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. PARDINI . resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament observada (0.JD 4h. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade. por diferentes mecanismos. Nesses casos.5 mL de Soro. A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç s resultados dos ensaios para insulina.80 Veja: p g. Diversas formas de resist ncia à insulina. mas poucos s IgE. ocorre elevaç insulinemia. Apresenta estimativa satisfatória da concentraç T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada.138 e T4 Total p g. proporcional ao T4 livre. Veja tam m Resist ncia à Insulina.JO 10h. Entretanto. † ñ m† “ ˆ †óuô ˆ ò “ ˆu‰R—ud —ud † “ ˆu‰R‘uˆu‰ †Rþ ô Insulina.01%) nos pacientes tratados. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG. Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1.

Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal cong nita por defici cia da 3 β-OH esteróide desidrogenase.0 a 17.JD 4h. com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado. produzindo defici cia de leptina.5 mL de Soro.Menopausa 18 a 48 ng/dL Homem: 41 a 183 ng/dL 1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL Obs. . Concentraç s baixas podem ser encontradas em pacientes lipoatróficos. M todo: Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher .Pr -Puberal 20 a 140 ng/dL . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. conduz a quadros raros de obesidade extrema.0 a 59. ñ † ” † ˆu‰í— “ € ‘ ä ä ä ä † ã ò †ˆ ˆu‰¿—ud¿– ‡ m† ‡ ˆ ã ã óuô ‘€’u“u‘ “u‘ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. ñ “u‘ † †† ™” ™” † ã ã óuô ò ä ˆu‰í‰€mu” ä ä ˆu‰R‰umu” ä †Rþ ô “ 17 OH Pregnenolona Coment  rios: 17-alfa hidroxipregnenolona formada pela hidroxilaç regnenolona.0 ng/mL Condi o: 0. É tam m til para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos.0 a 35.Leptina Coment  rios: É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994.5 mL de Soro. Mutaç s no gene da leptina. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de Cushing ACTH dependente. Condi o: 2. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Em humanos produzida no tecido adiposo.JD 4h.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase).0 ng/mL Obesa: 7.Fase Luteínica 42 a 450 ng/dL .Fase Folicular 45 a 1185 ng/dL .0 ng/mL Obeso: 4. PARDINI 129 . M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher N sa: 2.0 a 11.0 ng/mL Homem N so: 1. A maior parte da pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administraç e ACTH. .

17 OH Progesterona Coment  rios:

A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia c ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher: Fase Folicular de 20 a 150 ng/dL Fase Luteínica de 50 a 300 ng/dL Menopausa de 10 a 100 ng/dL Homem adulto de 50 a 300 ng/dL Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL Rec m nascidos os valores podem estar elevados at 0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Conservaç o para envio: At dias entre 2 o e 8o C.

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Osteocalcina Coment  rios:

A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Paratormônio Intacto (Mol ’¦s ula Inteira) ç Coment  rios:

O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 10 a 65 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Peptídeo C Coment  rios:

O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais. O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em diabetes tipo I e na administraç insulina exógena. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0,4 a 3,5 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Progesterona Coment  rios:

A progester roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim secretada pelas adrenais, elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 250 a 850 pg/mL Fase Luteínica 3.000 a 20.000 pg/mL Menopausa at /mL Homens 200 a 800 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pro-Insulina Coment  rios:

Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç c lula beta. Entretanto, pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at % de insulina imunoreativa como sendo material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de próinsulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: N sos 5,0 a 16,0 picomoL/L Obesos 8,5 a 42,0 picomoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Prolactina Coment  rios:  m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular Prolacti

mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem 0,6 a 17,0 ng/mL Mulher - Fase Folicular 0,6 a 19,0 ng/mL - Fase Luteínica at ,0 ng/mL Criança 30% mais que adulto Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a Prolactina sofre muitas infl cias. Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984): 1 o Trimestre 30 ng/mL (10 a 80 ng/mL) 2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL) 3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL) Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz la qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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PSA í Antígeno Prost e tico Específico Coment  rios:  ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas O antígeno prost tico específic
epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA tilizado isoladamente para estagiamento e seleç candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital, massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha, retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç r -operatória n o define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma express tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas. M todo: Imunofluorimetria Informaç es necess rias: - Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. - Após Ejaculaç , aguardar 2 dias. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Valor de Refer ncia: Homem at ,5 ng/mL 2,5 a ,4,0 ng/mL 4,1 a 10,0 ng/mL 11,0 a 20,0 ng/mL > 20,0 ng/mL Mulher < que 0,5 ng/mL

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Nota: Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade. Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais rigoroso e Biópsia. Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama. Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy. J Urol 2001;165:757-60.

Moderadamente elevado Elevado Aumento Significativo Grande Aumento normal

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PSA LIVRE E TOTAL

Valor de Refer ncia: PSA Livre at ,720 ng/mL PSA Total at ,50 ng/mL % PSA Livre Probabilidade de CA 0 a 10% 56% 10 a 15% 28% 15 a 20% 20% 20 a 25% 16% > 25% 8% Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de probabilidade. Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam fazer controle mais rigoroso com o clínico. Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

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Renina Coment  rios:

A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II, um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de hiperaldosteronismo: prim rio e sec rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose, hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos. Interpretaç reni ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde). M todo: Radioimunoensaio Ci tico Valor de Refer ncia: Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado 1,9 a 4,3 ng/mL/h 2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P 3,0 a 7,6 ng/mL/ 2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais. Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. - Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar ou C.O.M. Medicamentos: Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M. Laboratórios: Congelar imediatamente e enviar material congelado. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Risco Fetal
TESTE INTEGRADO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 1%. Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n exclui a possibilidade de uma gestaç fetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista, data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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TESTE COMBINADO

PAPP-A - Translu ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta somente Síndrome de Down. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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o...RISCO FETAL

TESTE TRIPLO

Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : 69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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SHBG ò Globulina Ligadora de Hormônios Sexuais Coment  rios:

É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona, dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç , alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: Homem 13 a 71 nmoL/L Mulher 18 a 114 nmoL/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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51 ng/dL Condi o: 0.T3 Livre Coment  rios: A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas. inclusive fórmulas para emagrecer e. na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. A medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. se mulher. Encontra -se aumentado na Doença de Graves.30 a 0. o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condiç verdadeiro hipertireoidismo. O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos. na tireotoxicose por T3. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. adenoma produtor de T3. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 27 a 36% Condi o: 0. . os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade da T3 retenç . T3 retenç mede os níveis s ricos de T3.3% existe na forma livre. . PARDINI . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente.JD 4h.5 mL de Soro. T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido a sua menor afinidade pela TBG. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Quando um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu‰ †  ‘€ˆu‰ ˆu‰R‘uˆu‰ óuô ò “u‘ vv  ˆu‰  “u‘ † †Rþ ô  138 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. inclusive fórmulas para e magrecer e. Recentemente. ligada. se mulher. O T3 retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina Livre). somente 0. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. ñ óuô ۆ † ” † ˆu‰Û—u‰ “ ò “u‘ ¨ vv  † † ‘uˆu‰ †Rþ ô  T3 Reten £¤¥ o Coment  rios: É uma medida indireta dos sítios saturados da TBG. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos).5 mL de Soro.

PARDINI 139 . juntamente com o 3. .T3 Reverso Coment  rios: 3. gravidez. se mulher. † ñ õ õ õ õ õ “u‘ ò —uˆ€‰ vv  ˆ ™” ‘u’u” † – ˆ ” † m† ö ö ö ö ö óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. Reduç nos seus níveis servada no hipotireoidismo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. T3 toxicose.6 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. o rT metabolicamente inerte.35 ng/mL Condi o: 0. aumento de TBG.5 mL de Soro. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Ao contr rio do T3. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 0. inclusive fórmulas para emagrecer. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente. nos casos de hipertireoidismo TSH dependente . um metabólito deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide).09 a 0. rT3) .3´-Triiodotironina (T3). T3 no sa redominantemente ligado a proteínas plasm ticas.3´5´-Triiodotironina (T3 reverso.5. ent retanto. ñ ↠¨ † ˆu‰  † ‰um † óuô ò †Rþ ô  T3 Total Coment  rios: A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) tam m secretada diretamente pela glândula tireóide. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Cor 15 a 75 ng/dL 1 a 30 dias 32 a 216 ng/dL 31 dias a 5 anos 80 a 270 ng/dL 6 a 10 anos 90 a 249 ng/dL > 10 anos a Adulto 75 a 220 ng/dL Condi o: 0. Apresenta-se elevado na Doença de Graves. na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de doença n o tireoidiana.JD 4H. no rec mnato. hipotireoidismo e reduç s da TBG.

fator reumatóide ou tratamento com heparina. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. no quadro de doenç tireoidiana e na reduç TBG.5 mL de Soro. tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo.JD 4h. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. anticonvulsivantes e algumas outras drogas. Hipertireoidismo e hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre. † ˆu‰ ñ ˆu‰»d ‘u“ óuô “€™ ‘   ò “u‘ vv  ™” ˆ€‰Á”u‘ † ˆuˆu‰ ‰Û‰um ‘uˆu‰ ˆ †Rþ ô  T4 Total Coment  rios: Tiroxina (T4.75 a 1.03%). globulina. A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da glândula tireóide. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Somente uma pequena fraç T4T est forma livre (0.T4 Livre Coment  rios: Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o. Conservaç o para envi o: At dias entre 2o e 8o C. se mulher.3 µg/dL > 10 anos a Adulto 5. . inclusive fórmulas para emagrecer. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.0 µg/dL Condi o: 0. Estas incluem a TBG.  ‘ud “ ⠆ ñ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ dۑuˆu‰ ò “u‘ ø ø ø ø ø vv  ˆu‰ • ˆu‰Û—ud ˆu‰©” ©— ˆu‰ö† —u‰ óuô †Rþ ô  140 Instituto de Patologia Clínica H.0 µg/dL 1 a 5 anos 7. inclusive fórmulas para emagrecer. Encontra -se aumentado no hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.2 µg/dL 10 dias a 1 ano 8. aumento da transtiretina (TBPA). Somente 0. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia disalbumi mica familiar.JD 4h. transtiretina e albumina. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e s inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. No sangue T ligado a uma de tr s classes de proteínas: TBG.0 µg/dL 6 a 10 anos 6.0 a 16.4 a 13. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 1 a 10 dias 11. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos anti-tiroxina. aumento da TBG. PARDINI . Sua concentraç st iminuída no hipotireoidismo. disalbuminemia familiar.3 a 15. doenças tireoidianas.03% de T4 est livre. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Sua concentraç contra -se diminuída no hipotireoidismo.80 ng/dL Condi o: 0. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o ensaio.8 a 23. se mulher.0 a 12. pr -albumina e albumina.

. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. resist cia andr ica. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. na gravidez e tamb m por causas heredit rias. depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). defeitos testiculares e doenças sist micas. Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal (masculino). Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem Mulher 200 a 500 pg/mL 230 a 370 pg/mL ± Cor ± 0 a 3 meses 200 a 1000 pg/mL 50 a 160 pg/mL ± 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL 40 a 300 pg/mL 30 a 200 pg/mL ± 1 a 9 anos 200 a 2000 pg/mL 100 a 300 pg/mL ± Pr Puberal 2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL ± Adulto Condi o: 0. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆ  † “ ˆ€‰ö” † ‰u’u“€‘ “u‘   ˆ ˆ€‰ † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ùu‘ – u’ u“ ‘ “  —uˆu‰ óuô † †Rþ ô vv  d«—ud«‡ Instituto de Patologia Clínica H. hiperplasia adrenal co ita.2 mg/L Condi o: 0. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. a concentraç TBG se altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos). dia e hor ltima dose. Al m disso. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). †d † ˆu‰Û‰ۗ ˆ ˆu‰Á—€” † † u“u‘ “u‘ † “uˆ‘ ‘u’€“u‘ ‘€—u” ™ †” ‡  ˆu‰Û”u‘ ”uëu“ ˆu‰ö—€‰ u‘ ‡ ˆu‰R— ˆ € ‰ ö ‰   ÷ ë   u ” u — u d ÷ — u d ˆ u ‰ ¡‰ ˆ u ‰ R — u ‰ ñ ò “u‘ óuô ™ †Rþ ô vv   Testosterona Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. por sua vez.TBG ù Globulina Ligadora de Tiroxina Coment  rios: A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) principal proteína s rica carreadora de T4 e T3. Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. tumores adrenais. se mulher. às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes).JD 4h. Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons ncia um aumento ou reduç mero de sítios de ligaç isponíveis para o T4. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). inclusive fórmulas para emagrecer. . A c onvers em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 13. defici cia de gonadotropina. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. Síndrome dos Ov rios Policísticos.5 mL Soro. PARDINI 141 . testotoxicose. com consequente elevaç fraç ligada deste hormônio. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. informar uso de anticoncepcional.JD 4h. Testosterona tanto um hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo natal baixo) e defici cia co ita de TBG. Se mulher.5 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.6 a 27. tumores ovarianos. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00.

A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes).4 a 3. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.5 mL de Soro. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que.JD 4h. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. hiperplasia adrenal cong ita. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < 40 IU/mL Condi o: 0. doença de Graves. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆu‰R—ud ¡ †   ‰u’u“€‘ “u‘ “ ˆ€‰ö” †  ˆ uˆ ý ‰” † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ù– “u‘ “  ú ú ú ú û ú ú ú ú ú ô †Rþ ô vv  d«—ud«‡ † Tireoglobulina. Anticorpos anti -Tg interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . Testosterona tanto um hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol).6 pg/mL Fase luteínica: 0. ˆu‰ ñ óuô ò “u‘ vv  ‘€d ˆ † ˆu‰ ‘€ˆu‰Á—u” ˆ ˆ †Rþ ô Á’  142 Instituto de Patologia Clínica H.0 pg/mL Uso de contraceptivo: 0.2 a 5.8 pg/mL 11 a 14 anos: 0. por sua vez. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. resist cia andr ica.5 pg/mL ± Mulher Fase folicular: 0. Eles finem o status da funç o tireoidiana. Síndrome dos Ov rios Policísticos. testotoxicose. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 a 3.6 mL de Soro. se mulher. defeitos testiculares e doenças sist micas. dia e hor ltima dose. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal (masculino). M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Homem 6 a 10 anos: 0. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença tireodiana clinicamente significativa. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). defici cia de gonadotropina. . informar uso de anticoncepcional. Os novos m todos praticados em nosso laboratório s mais sensíveis.9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL Menopausa: 0. tumores ovarianos. depende da estimulaç ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. A convers m DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. Se mulher. Conseq üentemente.Testosterona Livre Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig.3 a 2.3 a 25. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre.5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL > 60 anos: 10 a 30 pg/mL Condiç o: 0.3 a 2. Anticorpos Anti Coment  rios: Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite de Hashimoto e em uma menor extens . o soro a ser estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina. tumores adrenais.

Se mulher. ra conhecida como o principal antígeno microssomal. anticorpos anti Coment  rios: A peroxidase tireoidiana (TPO). se mulher. O principal uso deste exam confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune. uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da biosíntese do hormônio tireoidiano. A administraç rmônio tireoidiano diminui os níveis de tireoglobulina circulantes. Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves.JD 4h. Condi o: 1. ‘€d † TG ñ “ † “u‘ uˆ ‰ † ‡ ˆ †† uˆ ö ‰ €— ” ¡ ‰  † “ ý ý ò þ ˆu‰ óuô uˆ þ ‰ † † — ˆ vv   ˆ€‰ Á” ‡ † †Rþ ô (’  TPO ü Microssomal. podem apresentar anti -TPO positivo. inclusive fórmulas para emagrecer. ”†d ñ † ˆ du’u‰ ˆu‰Û— ˆu‰â”ùd ò “ óuô  †Rþ ô ‘uˆu‰Ó— ˆu‰©‘u‰ † vv  î’  Instituto de Patologia Clínica H. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. como marcador da recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. por m os índices só eram liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%. . podem elevar os níveis de TG. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. Eles efinem o status funcional tireoidiano do paciente.: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de doenças reum ticas e inflamatórias. hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.Tireoglobulina ü Coment  rios: A Tireoglobuli uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do colóide intrafolicular da glândula tireoide. Condi o: 0. H tamb m um aumento dos níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH. Valor de Refer ncia: Normal 2 a 35 ng/mL Suprimidos < 2 ng/mL A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos antitireoglobulina por interm io do teste de recuperaç . folicular e misto). Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais.JD 4h. estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites). M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: < 15 IU/mL Obs. . O anticorpo anti -TPO tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.6 mL de Soro. Sua avaliaç til após cirurgia de cânc er da tireóide. que j ra executado.0 mL de Soro. M todo: Imunofluorimetria Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide. PARDINI 143 . Dist rbio de síntese e Tireoidite. por m em níveis limiares. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Anticorpos anti-TPO podem ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa. carcinomas da tireóide (papilífero.

O TSH aument observado nos casos de hipotireodismo prim rio. † ˆ ñ ò † € ˆ ‰ óuô †Rþ ô “u‘  “ † † ‡ ˆu” €” u‘ u— “ ™” vv  R’  TSH ultra sensível Coment  rios: A medida s rica do TSH  m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.TRAb ÿ Anticorpo Inibidor da Lig ¢ £¤¥ o de TSH Endógeno Coment  rios: O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto.9 mL de Soro.0 µUI/mL Nota: Crianças com idade de at meses e com T4 Livre normal. se mulhe r. Valores reduzidos podem ser observados nos casos de hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio. tireoidite subaguda. devido à transfer cia feto-placent ria destes anticorpos. ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH. Assim.5 mL de Soro. aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença. Condi o: 0. uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas antitireoidianas. Estes anticorpos podem estar presentes tamb m. 311. M todo: Radioimunoensaio (Radioreceptor) Valor de Refer ncia: Inibiç > 10% considerado Positivo Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. se mulher. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. É til no diagnóstico de hipertireoidismo e na avaliaç o de recidiva da doença de Graves. em alguns casos de tireoidite de Hashimoto. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves. inclusive fórmulas para emagrecer e.JD 4h. Obs.JD 4h.: at ias vide TSH neonatal p g. A ¡ © secreç e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos hormônios tireoidianos livres circulantes. Assim. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireoidiano.3 a 5. aceitam -se os valores de TSH at µUI/mL (o sistema de feedback ai st totalmente amadurecido). .  ˆu‰Ó— † “u‘ ˆu‰ † ñ ò “u‘  ™”  u‘u—€ †  du—€‰ † †   óuô †Rþ ô † ïA@ — v  v  † A‘u@ —udR‘uˆ€‰(”  l  144 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . tireoidite silenciosa.

doença celíaca e espru tropical).  “u‘ ˆu‰ ñ ˆ u ‰ R ” R ‘ u d “u‘ ò óuô ‡ vv  ˆu‰â—  ˆ€‰å‘u” ˆu‰í—€” … ˆ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. resultando em anemia perniciosa). nas síndromes de m -absorç (por ressecç o intestino delgado. Apresenta -se diminuído. PARDINI 145 .8 mL de Soro. na funç ural. no alcoolismo. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). no metabolismo do cido Fólico e na síntese adequada de DNA. na produç ficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica. na defici cia de ferro e folato.Vitamina B12 Coment  rios: A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia:   200 a 950 pg/mL   Faixa de D vida (Cinza) ¡ 120 a 200 pg/mL Condi o: 0.JD 4h. no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da absorç s dietas vegetarianas estritas.

PARDINI .146 Instituto de Patologia Clínica H.

Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Victor § ¨ ¦ o em gen ¢ tica. Acondroplasia. Conservaç o para envio: Entrar em contato com o setor de g tica. M todo: PCR Condi o: Gr os. em Fort Worth. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C. coordenado pelo Dr. como o Laboratório de Identificaç¦ o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas. farelos e produtos prim rios. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A apolipoproteína E possui um papel importante na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal. ñ ”† €”  ˆ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Pardini. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo cham o. Arthur Eisenberg. ñ ™ ” u” ‘ † ”u‘ † ˆu‰  óuˆô ô  Apolipoproteína E. “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am¢ rica. PARDINI ¢ o respon£¥¤ vel pelo Departamento de Gen¢ tica. possui cursos no “Hôpital C. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A acondroplasi a forma mais comum de displasia. ñ óuô d€—u‰Rdu‘uˆ d † ô ™ ˆu‰ †  An e lise de Alimentos Transg T nicos Coment  rios: Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s. V ICTOR C.O Dr. com mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S¦ o Paulo/Escola Paulista de Medicina. ¡ suspeita Este exam indicado para casos em q clínica de Alzheimer e para pacientes com fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. endocrinologista com form¥ Saint-Louis”. EUA. PARDINI 147 . O Dr. farelos e produtos prim rios de soja e milho. uma das mais renomadas universidades do país.

Fundamental: s tiver as hipóteses diagnósticas do m ico.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. N congelar (prazo de saída do laboratório de origem). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. PARDINI .Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. ñ ‘† óuô ”Á‘uˆu† ‰ ‘€ˆu‰ (d ‰u‘u †— ô 148 †ÿ ˆu‰ †  Instituto de Patologia Clínica H. O material n ser ceito em tubo tampa amarela. Síndrome de Beckwith-Wiedemann. Est m exame constitucional. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.Ataxias.Fundamental: s houverem as hipóteses diagnósticas do m dico. . Conservaç o para envio: Após colher. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. . Síndrome de Down. l detecta alteraç s cromossômicas adquiridas.Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos. . por exemplo. . Síndrome de Klinefelter. por exemplo. Síndrome de Digeorge. . perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi. hora da coleta e idade do paciente. Síndrome de Turner. ñ óuô ™” “ ˆu‰ † ˆ ô Cariótipo com Banda G Coment  rios: Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G ssível identificar de forma precisa cada par de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como.Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento.O tubo deve ser est ril. SCA2. Criança: 2 a 4 mL . SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das expans s de nucleotídeos. .O tubo deve ser est ril.Informar dia. † † ñ óuô ™” † † –u‰ ”† ‰u’u‰Û‘uˆu‰ FETAL Condi o: 1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor mbilical em heparina sódica. Adulto: 3 a 7 mL. N congelar. . .1 mL de Liquemine (enviar a seringa). óuô ô †  ”Ý‘u† ˆu‰ uˆ ‰ ( d  ˆu‰ —uˆu‰©ˆ  † ‰R‘ud ™” ”u‘ † † Cariótipo de Alta Resolu £¤¥ o Coment  rios: É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas como. O material ser ceito em tubo tampa amarela. Adulto: 3 a 7 mL. . Criança: 2 a 4 mL. hora da coleta e idade do paciente. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. caracterizadas principalmente por ataxia progressiva e disartria. .Informar dia. dentre outras. SCA3. enviar em at 4 horas refrigerado. . Neste painel s estudadas as ataxias espinocerebelares SCA1. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. Painel Coment  rios: As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas.1 mL de Liquemine (enviar a seringa).

Laboratórios: Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula. Interferentes: Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas. tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell.O tubo deve ser est ril. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. se estiver em uso.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. . uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X. ñ óuô © † ‘u‰  ˆu‰ 8õuóuô ‰u‘u † ˆu‰ Cariótipo p/ pesquisa de X -Fre gil Coment  rios: A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il.O material tem que chegar at m ximo 06 horas após a coleta. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura. colhida pelo m ico. † ñ ‰u’u”u‘ † óuô ô u’ † u’ ˆu‰ … † ‘€ˆu‰ (d ‘uˆ€‰ †É• Instituto de Patologia Clínica H.Informar medicamentos em uso. criança 2 a 4 mL. . .Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0. . Adulto 3 a 7 mL.0 a 5. bem como em outras desordens hematológicas malignas. N resfriar.0 mL de aspirado de medula colhido com 0. entre a 10 a e a 14a semanas de gestaç o. N congelar. hora da coleta e idade do paciente. O material ser ceito em tubo de tampa amarela. PARDINI 149 .0 mL de heparina sódica. Conservaç o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas. Laboratórios: Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o material chegue at a feira pela ma m nosso laboratório. . Laboratórios: Informar dia.Cariótipo com Bandas de Vilo Corial M todo: Bandamento G Condi o: Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório). M todo: Bandamento G Condi o: Medula: 2. Conser o para envio: Enviar em temperatura ambiente.Informar hipótese diagnóstica.1 a 3. ñ óuô ô †&• ˆu‰ ‘ ¡ ˆÓ”  ˆ †—   ¡d Cariótipo de Medula Coment  rios: O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). caso contr rio poder ver perda do material. .

localizadas no braço longo do cromossomo Y. detectadas neste estudo.Realizado somente em pacientes do sexo masculino. o que justifica a importância deste diagnóstico.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue Total (EDTA) .Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas Coment  rios: Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas. Diagnóstico Coment  rios: As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina.0 mL de Sangue Total (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase .PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ñ uˆ ‰R” óuô ô ” ‘uˆ ñ R óuô uˆ ‰R” ô ñ uˆ ‰R” óuô ô ™” ˆ ˆ Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner. ñ óuô ˆ€‰ ™” ˆ du† ‘€—u‰ ‘€ˆ † – €‰ ‘u ˆu‰ †  ˆ€‰ö‘ud ô † vv  † Cromossomo Y. sendo possível concluir o diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos. estudo gen ’ tico das microdeleç ¥ es Coment  rios: Estas microdeleç s. ¡ ” ˆ ˆ Distrofia de Becker e Duchenne. N o congelar. PARDINI .PCR Condi o: 2. 1. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Este test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. 150 ™ uˆ ‰  ™” Instituto de Patologia Clínica H. 2. Informaç es nece rias: Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase .0 mL de Esperma . N congelar. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente. Este exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina. Swab bucal. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. pesquisa Coment  rios: Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond presença do cromossomo Y ou parte dele. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. É realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória. est o associadas aos casos de infertilidade masculina. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea. nos casos de leucemias e linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue.0 mL de Saliva (swab bucal). A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma.

13. PARDINI 151 . X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13. causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal. ñ óuô ˆu‰R—u”R– ˆu‰Rdu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H.Doença de Gaucher. N o congelar. permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21. Conservaç o para en vio: Enviar material refrigerado. ñ óuô ˆu‰ ‰u‘ † ‡ ˆu‰R’u“u‘ ô ˆ Estudo Gen ’ tico Fetal Coment  rios: Este est  realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto . 16 e 18. 16. diagnóstico molecular Coment  rios:  m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. ñ óuô ™ †d ˆ “ ™ ô Doença de Huntington. L444P. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). principalmente em estudos de alteraç es estruturais. Conservaç o de envio: Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. ñ u—u‰ † † ˆ óuô † †ô ˆu‰  u ’ ˆu‰ (d ˆ u‰ u’ u” ‘ †  ™ Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1 Coment  rios: Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4. X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. o que torna a tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç redisposiç surgimento da doença. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente ou resfriado. .Al m do cromossomo 21. n ser ceito. Material enviado em formol pode destruir o DNA.Cariótipo Mole cular n substitui a cit tica cl ssica. Analisamos as mais comuns mutaç es (N370S. M todo: PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes Condi o: Material de aborto ou restos ovulares. Este estudo detecta a A doença de Huntingt expans de trinucleotídeos na regi ica. diagnóstico Coment  rios: A Doença de Gaucher (DG) mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico (esfingolipidose). M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). 18. N o congelar. R463C) que causam a doença de Gaucher. . M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA).

. M todo: PCR Alelo . .0 mL de Saliva (swab bucal).Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta.Diagnóstico pr -natal. Veja Estudo G tico das Trombofilias. As mutaç s estudadas s : Delta F508 . Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Condi o: 2. Swab bucal.G542X .Específico Fluorescente .0 mL de Sangue (EDTA).N1303K . Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. soluç o conservante fornecida pelo laboratório.Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC. 2.Identificaç rtadores de defeito no gene da FC. Equivale FATOR V LEIDEN GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE GENE DA PROTROMBINA  ˆ uˆ Á ‰ €‘ Á ‰ u’ u” u‘ » ” u— d ˆu‰ ýd Fator V de Leiden M todo: PCR-RFLP para mutaç tual R506Q do gene Fator V Condi o: 2.R553X . O est realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante. j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente.0 mL de Sangue (EDTA).Doadores de esperma e óv ulos. Veja Estudo G tico das Trombofilias. .0 mL de Sangue (EDTA) Saliva (swab bucal). ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ 152 Instituto de Patologia Clínica H. 2. soluç conservante fornecida pelo laboratório. Swab bucal. .0 mL de Saliva (swab bucal). PARDINI . Swab bucal.Estudo Gen ’ tico das Trombofilias Coment  rios: O Fator V Leiden e a mutaç Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ Fibrose Cística Coment  rios: Estudo indicado para: . soluç o conservante fornecida pelo laboratório.Resultado negativo para as 4 mutaç s xclui o diagnóstico de Fibrose Cística.Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC. ñ ‰R—u—u”R ‰R–u— ‰ ˆˆuuˆu‰‰R R—u† ”R–u‰ ™” óuô ™” ô ™” ˆ€‰ ™ ” ‘uˆu‰R” ˆ €ˆ ‰  u—u‰ † ˆu‰ Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase M todo: PCR-RFLP para mutaç tual C677T do gene da MTHFR Condi o: 2.

ñ  ˆ óuô ô Hemocromatose. dentre os indivíduos com a variante A. ñ ˆu‰R“u‘” óuô ô ˆ€‰Á—udÁ– ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Swab bucal. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô Veja Estudo G ”€‘ † ˆ tico das Trombofilias. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. que leva à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. suspeita após avaliaç clínica. Swab bucal.0 mL de Saliva (swab bucal). Condi o: 2. artrite reumatóide.0 mL de Saliva (swab bucal).0 mL de Sangue (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D. avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. etc. 2.Gene da Protrombina M todo: PCR-RFLP para mutaç tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2) Condi o: 2.0 mL de Sangue Total (EDTA). M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo Sangue Total (EDTA). pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. 2. ñ óuô ˆ ˆ€‰ ™” ˆ u ‰ ˆu‰Û—u‰Û—  † ˆ ˆu‰â—u” ô Mut ¢ ¤ £ ¥ o 202 (G Coment  rios: © A) da G6PD Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç . Conservaç o para envio: Manter em temperatura ambiente ou resfriado. Haplotipagem de HLA DR e DQ Coment  rios: V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes. PCR Coment  rios: Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. PARDINI 153 .

Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. pesquisa Coment  rios: Esta pesquisa consist ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi. Swab bucal. . A realizaç sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico. Conservaç o pa ra envio: Enviar em temperatura ambiente. ˆu”R” ˆu‰ † ˆu”R” ô ˆu‰R– ˆ ˆ Quebras Cromossômicas.Mut ¢ ¤ £ ¥ o da Alfa 1 Antitripsina Coment  rios: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina. .  † ‰u–u ”(ˆu‰R‘€d(—u”‡€‘ uˆ R ‰ u— ” ñ ‰u’u”u‘ † óuô © † u‘ ˆ 8õuóuô † ‘uˆ€‰ †É• 154 Instituto de Patologia Clínica H. Conser o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Fichas de identificaç /autorizaç / a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório).O tubo deve ser est ril. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Al teraç ssociada a Síndrome da Morte S ita Infantil. 2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo. Esta mutaç ra uma desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M Filho M todo: PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem). PARDINI . soluç o conservante forn ecida pelo laboratório. ñ uˆ ‰R” óuô ô “u‘ Mut ¢ ¤ £ ¥ o do Gene da MCAD Coment  rios: Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR. discriminando -a da anemia apl stica idi tica. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Estudo de Determin ¢ £¦¥ o TRIO: Suposto Pai. como tamb m para a detecç heterozigotos. Condi o: 2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo.Informar medicamentos em uso. ñ uˆ ‰R” óuô ô ñ óuô uˆ ‰ ‡um ˆ † †  uˆ ‰Ûˆ€‰« d ’u” Paternidade. . hora da coleta e idade do paciente. um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares.Informar dia.

. 2. ñ uˆ ‰R” óuô ô ‰† † ˆu‰î‘ud ˆu‰î— ™ ˆu” ˆu‰Ó—u” SRY.Sexo Gen ’ tico Coment  rios: Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo gen tico de um indivíduo.Exame realizado em m . N congelar. Este test o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). . Swab bucal. ñ  óuô u—u‰ † ”u–u “u‘ ô †Rþ — ˆu‰ Síndrome de Willians. diagnóstico molecular Coment  rios: O diagnóstic feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi o gene da elastina.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA) Swab bucal. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Este test serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. ñ †† óuô ”R‘uˆu‰ ”† † ô ˆ Síndrome de Gilbert. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. PARDINI 155 . estenose aórtica supravalvar e estenose pulmonar. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. diagnóstico gen ’ tico Coment  rios: ¡ ticas. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 2. retardo mental.Enviar informaç es clínicas.0 mL de Saliva (swab bucal). visto ser a Síndrome de Gilbert Este est  indicado para afastar hipótese de doenças caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença hep tica.0 mL de Saliva (swab bucal). soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Swab bucal. Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual. Conservaç o para e nvio: Manter tubos em temperatura ambiente. pai e filho. 2. Conservaç o para envio: Enviar at ias em temperatura ambiente. † ‘uˆ R ” ñ ˆu‰R” óuô ô ˆ €– ‰à’€”u‘ † ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Estudo por PCR Coment  rios: Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex tico de um indivíduo atrav s da utilizaç ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X.0 mL de Sangue Total (EDTA). o que caracteriza as anomalias dent rias e faciais. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase .0 mL de Sangue (EDTA). O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um cromossomo X e um Y. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase .PCR Condi o: 2.

Surdez Cong T nita. ñ uˆ ‰R” óuô ô † † † ˆu‰í”€‘ ˆ 156 Instituto de Patologia Clínica H. N o congelar. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR) Condi o: 3. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. PARDINI . ñ óuô €ˆ ‰ ‘ud (ÿ €— « ” † ‰«– uˆ R ‰ u‘ R ‰ u’ u” u‘ R ” u— d ˆ ô Translo s ¢ £¦¥ o BCR-ABL Coment  rios: Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia). diagnóstico molecular Coment  rios: O gene da conexi fš rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide Crônica (LMC). Este e studo detecta a mutaç ¨  l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina.

Informaç es nece rias: . doenças de coagulaç família. As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de funç laquet ria e para cada medicamento. principalmente nas desordens c itas.Agreg ¢ £¦¥ o Plaquet e ria Coment  rios: O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç plaquet ria. pet ias. ñ   ˆ€‰(– ™ ”  ò u’u”u‘uˆu‰ ‰R” ™ ”  ‰uu‘u’ ’u“u‘ m † ˆu‰  ‡ ˆ ‘† † “ ˆu‰ uˆ ‰ óuô † vv  umud †iÿ ô ˆu‰R‘ud † ë Instituto de Patologia Clínica H. . Laboratórios: Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) . aparecimento de manchas roxas. PARDINI 157 . Valor de Refer ncia:  Adrenalina  40 a 80%  ADP  60 a 80%  Ristocetina  70 a 90%  Col  60 a 80%  Agregaç spontânea  ausente Condi o: Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA).material colhido e enviado no mesmo dia at 2 horas após a coleta.Informar medicamentos em uso. atrav s do agregômetro de plaquetas. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.JO 8h. medica mentos em uso. M todo: Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica.Fazer levantamento histórico de sangramento. . Tam m usado na investigaç laboratorial de pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos em uso de antiagregantes plaquet rios.

Anticoagulante Lúpico Coment  rios: Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune.Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. acidente vascular cerebral.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. Conservaç o de envio: Enviar at horas em temperatura ambiente.Triagem com confirmaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. . Sua presença pode causar tromboembolismo venoso recorrente. .15  negativo  1. . . .000/mm3 repetir o processo. . ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel. O exame sofre alteraç es importantes s for executado dent ro de at s a coleta. Conservaç o de envio: At ias congelar em temperatura inferior a 0o C. desprezar e depois colher o tubo com citrato. M todo: Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular Valor de Refer ncia:  < 1. .20  duvidoso  > 1. abortos de repetiç .000 plaquetas por mm3 de plasma.JD 4h. Laboratórios (regi o BH): Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia. PARDINI . sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico. . pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Laboratórios (outras regi es): Neste caso. ñ ñ ò ˆ ò “ ‡u– “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ uˆ Á ‰ u— ‰ óuô ˆ  ‰ R  ” ôR  ™ ô †iÿ  vv  ”R‘uˆu‰ † †iÿ ¡ du–uê  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰ dR‘uˆu‰  †  • ô— ‰R‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  “ 158 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Plasma em citrato.Separar o plasma cuidadosamente. Informaç es nece r ias: Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem.Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. . em gelo seco de prefer ncia. colher tubo sem anticoagulante. S ver solicitaç tro exame.20  positivo M todo: Veneno de Víbora de Russel . Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada.15 a 1.Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos).Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.Enviar material congelado.

óuô †ò ‘€ˆu‰ý‘u”u‰  ˆu‰ý”u‘ “u‘ † ™” ñ dí–uu’ ©8õuóuô † †(ÿ þ ÿ¡ ‰ ¡ ‰ u‘ uˆ ‰ C ’ lulas LE. uso de corticóides.Líq. O resultado do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE. etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas. N congelar. Sinovial . PARDINI 159 . sendo necess rio para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas. Variam bastante em tamanho e apa r cia. Veja tamb m: Leucogram .0 mL de Sangue Total sem anticoagulante. monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE. Esfregaço: At ras em temperatura ambiente ( corados). Veja tam m FAN. pesquisa Coment  rios: Os linfócitos atípicos ( pl sicos) s contrados na Mononucleose Infecciosa. artrite reumatóide. Refrigerar. etc. M todo: Hargraves Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 7. Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias. sendo o tipo de c lulas maiores conhecido como c lula de Downey.5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem corar). glomerulonefrites. 3. † † €— d † † €‘ uˆ ‰ † ˆ  d † ‰um ™ ñ m† ò óuô ô † “ ™ ”™ “u‘ “ † †   † † ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at  s 16:00 horas (2a a 6a feira) do mesmo dia da coleta.0 mL Liquor . Ascítico . Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da pesquis servada em 70 a 80% dos casos. Conservaç o de envio: Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente.Liq.Liq. em infecç s viróticas e outras. pesquisa Coment  rios: A c lula LE pode ser um neutrófilo. a presença de somente uma c lula LE suficiente para dar um resultado positivo. Por m.169 Conser o de envio: Sangue: At ras em temperatura ambiente. Pleural .Lavado bronco alveolar. At 4 horas a 37o C.C ’ lulas de Downey.

límpido Celularidade  200 a 1000 c lulas/mm3 Citologia  Macrófagos alve olares: 80 a 89 %  Linfócitos: 8 a 18%  Neutrófilos: < 3%  Eosinófilos: < 1%  Outras c lulas: 0 % Condi o: 1. Laboratórios: Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta.Ascítico . Líq. monitoraç o e prognóstico de processos infecciosos. aliadas às determinaç s bioquímicas. Sinovial  amarelo palha Cor  transparente.Líquor (EDTA) . artrites e peritonites. cristalino. pneumonias. O aumento de celularidade e suas particularidades. viróticos ou f icos. N o congelar. hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas cavidades. Pleural A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica. Lavado broncoalveolar Cor  incolor Aspecto  claro.Citometria e Citologia (Líquidos corporais) Coment  rios: O estudo dos líquidos corporais ferramenta indispens vel para o diagnóstico.Líq.0 mL Lavado broncoalveolar. exames bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites. M todo Citometria: Contagem manual M todo Citologia: Microscopia . infla matórios. É utilizado para diferenciaç os processos em agudos ou crônicos.Coloraç . Ascítico A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j tológico. com predomínio das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias. límpido Aspecto  elevada Viscosidade Co lo de mucina  grumo firme em líquido claro  0 a 200/mm 3 Leucometria Neutrófilos  0 a 25% Líq. bacterianos.0 mL Líq.May Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Líquor  incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) Cor  límpido. PARDINI . Aspecto rocha Leucometria  at c lulas/mm3  Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3 Citologia diferencial de c lulas:  Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos  Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos Líq. u‡ u‘ ’ † ˆu‰«— ñ ñ   u’ ™”  “ ˆ ò ˆu‰ † † † † † † u’udR—u” † †  † @ u’ ˆ€‰  † ‘uˆu‰Á”  † –ud † óuô † †©š ô ˆu‰ ˆ ˆu‰ 160 Instituto de Patologia Clínica H. 5.Líq. locais ou sist micos.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ). transparente. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C.Pleural . xistem valores normais e sim correlaç clínica e patológica.

At ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC. nas intoxicaç s por drogas.5 a 3. A metodologia de eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino. β-Talassemia. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. PARDINI 161 . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. D. C.7% at . M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer anemia de etilogia obscura. ñ ñ †i†Rÿþ • ÿ ô ¡ ¡ ‰ ‰  —u‰ †  ™ † † ˆu‰â‰◠ˆu‰â—u”âd “u‘ ™   † óuô ò ò pH ALCALINO (HPLC) M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . na defici ncia de G6PD.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 mL de Sangue Total (EDTA). nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis. na talassemia maior. O. As hemoglobinas anômalas mais comumente encontradas s : S.0 mL de Sangue Total (EDTA). esplenectomizados e outros. €d u‘  † ˆ€‰Á—uˆu” ‰ pH ¶ IDO M todo: Agar Citrato pH 6.5%  Hemoglobina A1  Hemoglobina A2 2.HPLC Valor de Refer ncia: 94. I .3 a 96. ˆ ñ   “™ ” óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò Eletroforese de Hemoglobina AN¶ LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC Coment  rios: A lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente. E.0 %  Hemoglobina Fetal Condi o: 1. J. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de Hb Fetal. α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas.2 Valor de Refer ncia: Hemoglobina A Condi o: 1. At ras entre 2 O e 8O C. pesquisa Coment  rios: Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias. óuô †ÿ Instituto de Patologia Clínica H.Corpos de Heinz. Lepore e H.

embor patognomônico.Urina . As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. s ndantes na disenteria amebiana.Secreç Nasal .CHCM Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias. PARDINI . O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.Fezes . No escarro e lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. equinococose). Após corar. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: veja Hemograma p .JD 4H. Urina .Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes . … ñ  óuô ò €’ † ð ô¡ ‰ † †¨ 162 Instituto de Patologia Clínica H. No líquor. sem corar e junto com o sangue). . sem corar.Secreç conjuntival (lâminas confeccionadas ou material biológico). M todo: Coloraç May -Grunwald . al m do Sangue total. At 6 horas. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.Escarro: at horas após colhida. at 15 dias em temperatura ambiente. constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do sistema nervoso (cisticercose. Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta. mantidas secas.Escarro .Eosinófilos Coment  rios: A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas patologias. ñ ˆ ˆ€‰ì‘ud — ˆu‰«—u”«‘uˆu” ‰Ý † ˆu‰îd€m óuô ˆu‰ ò  dݑuˆ€‰ ô †H• ˆu‰ †Rþ ÿ † ¡ ‰ ˆ ˆu‰ Eritrograma HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM .Líquor . Nas fezes. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. longe de calor e umidade. na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos.0 mL de Sangue Total (EDTA). 166 Condi o: 1.Lavado Brônquico . entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo. Conservaç o de envio: Lâminas j confeccionadas : At ras em temperatura ambiente. Laboratórios: Enviar.

at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar). Conservaç o de envio: Lâminas. M todo: Esfregaço em Lâmina . Laboratórios: Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar.JD 4h.45% de NaCL 0. gravidez. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ! Adultos " 200 a 450 mg/dL ! Crianças " 150 a 300 mg/dL Condi o: 1. qua  m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes Talass micas).Fibrinog T nio Coment  rios: Os níveis de fibri io est iminuídos em afibrinogenemia heredit ria.30% de NaCL 0. At dias congelado (m ximo .Coloraç Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. M todo: Dacie Valor de Refer ncia: Hemólise Curva Imediata Curva após 24h a 37 o C Inicial 0.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos.0 mL de Plasma (Citrato). . pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente Wuchereria bancrofti. PARDINI 163 . Enviar o mais r ido possível.50% de NaCL 0. estrógenos e andrógenos. Laboratórios: N o Refrigerar. . ˆ ô †i† ÿ• ¡ ‰ “ ò  u– ñ ‘u—u‰  ‡   ˆu‰î—ud óuô ˆu‰ †iÿ ¡ ‰ umud€—u‰ † Instituto de Patologia Clínica H. uso de contraceptivos orais.0 mL de Sangue Total Heparinizado.70% de NaCL 50% 0.Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas. Sangue.40 a 0. Est levados em estados inflamatórios agudos.45% a 0.JO 8h. fibrinólise e doenç tica. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.59% de NaCL Final 0.4 o C) ñ óuô †ò ‘€‰u’u“u‘ ˆu‰ý d ¡ — ”u–u ˆu‰Û”  ˆ †H†R•þ ô  Fil e ria. coagulaç o intravascular disseminada.20% de NaCL Condi o: 5. . at ras em temperatura ambiente. Laboratórios: Enviar at ras após a cole ta em temperatura ambiente. A diminuiç fragilidade ¡ –na osmótica ocorre nas hipocromias. ñ m† † ‰†  óuô ò ˆu‰R—u” Fragilidade Osmótica das Hem e¦s ias Coment  rios: O aumento da fragilidade osmótica ocorre esferocitose heredit ria. nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas. .N realizamos aos s s e v spera de feriados. Veja tam m Filariose.

0 mL de Sangue Total (EDTA). leucemias agudas e crônicas.7% Condi o: 1. M todo: Espectrofotometria com reagente livre de cianeto Valor de Refer ncia: veja Hemograma . Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose heredit ria.5 a 3. freqüente com apresentaç s clínicas variadas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . intermedi ria e maior) quando ser contrados valores aumentados de HbF.0% # Betke $ at . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o m s. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. A Beta Talassemi ça heredit ria. At ras entre 2 o e 8o C.0% # HPLC $ at .JD 4H. Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de Hemoglobina Fetal.0 % Obs.HPLC Valor de Refer ncia: # Singer $ at . Condi o: 5. At dias entre 2o e 8o C. M todo: Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance .166 Condi o: 1.HPLC Valor de Refer ncia: 2. PARDINI . ñ HEMOGLOBINA FETAL óuô †i†Rÿþ • ô ¡ ‰  ò ™” d † —€‰u”u‘  Coment rios: Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor.0 mL de Sangue Total (EDTA). At ras entre 2 o e 8o C.Hemoglobinas HEMOGLOBINA Coment rios: Indicada na avaliaç anemias e policitemias.: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi 90%. anemia falciforme.. que mostram níveis elevados da HbA2. ñ  †  “u‘ ˆ€‰ö”u‘  óu“ ô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò © † i† ¨ ÿ †iÿ “u‘ “ u— d † u— ” • @ d Continua. .0 mL de Sangue Total (EDTA).. etc. ñ  HEMOGLOBINA A2 ò –u€’ óuô ô 𠆩 † ¨š ¡ ‰  ˆu‰R—u” Coment rios: Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias. 164 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

Condi o: 1. Testes falsonegativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S.5 mL de Sangue Total (EDTA. At ras entre 2 o e 8o C.. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se apresentam em menor quantidade ou raros. M todo: Ditionito de Sódio Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.0 mL de Sangue Total em EDTA. At ras entre 2 o e 8o C.Continu õuóuô  o. ñ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò  Instituto de Patologia Clínica H.HEMOGLOBINAS HEMOGLOBINA H . Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras. Heparina ou Citrato). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. PARDINI 165 . TESTE DE SOLUBILIDADE Coment rios: O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose.  ñ † ˆ “ ‡ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰  HEMOGLOBINA S.PESQUISA Coment rios: Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero nas c lulas vermelhas.. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina H.

0 1.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 at026 .0 1.0 9.0 37.23 20 a 850 at087(6 0 9.0 77.0 1.0 a 11.0 26.0 a 40.0 a 5.5 a 5.5 at026 .0 35.0 78.9 ˆu‰î— &') RN (cord( 1 a 3 dias 1 semana 2 semanas 1 m) s 2 meses 3 a 6 meses 6 meses a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 12 anos 12 a 18 anos .0 a 60.0 a 5. Fornece dados para classificaç s anemias de acordo com alteraç s na forma. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.0 a 55.0 a 36.89 at087(9 0 at083(6 0 4.9 a 2. 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem anticoagulante.7 a 8.0 10.5 4.0 a 40.5 a 17.5 a 15.5 29.0 400 a 1800 150 a 450 11.9 Condi o: 1.0 31.5 39.0 † ðô † † 166 Instituto de Patologia Clínica H.5 at026 .0 a 34.0 a 9.0 1.0 a 31.0 88.0 a 121.0 a 108.5 35.0 2.5 a 13.0 a 36.5 a 8.0 74.6 3.5 a 15.0 13.Hemograma Coment  rios: Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como tamb m muitas outras de variadas etiologias.5 a 7.5 a 15.5 a 15.5 a 10.0 a 39.5 a 13.5 a 22. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.0 a 16.0 a 17. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.0 a 9.0 a 45.0 31.0 31.0 6.0 86. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliaç ist rbios plaquet rios.0 28.01 20 a 850 at087(6 0 5.5 at0 1.0 29.0 25.9 a 6.0 31.0 a 40.3 3.0 78.5 4.8 a 8.0 2.5 a 8.0 a 30.5 a 21. junto com o sangue).0 a 15.0 Linfócitos x103/mm3 2.0 23. Atrav s de avaliaç ntitativa e morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co itas e adquiridas.1 4.3 4.0 a 36. tamanho.73 at089(6 0 at083(6 0 3.5 42. Rotineiramente indicado para avaliaç e anemias.0 28. reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas.0 80.5 a 15.3 3.0 at026 .0 2.0 a 33.5 a 15.0 a 46.0 70.5 4.1 a 4. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total.0 75.0 a 102.0 a 123.0 14.2 4.0 a 36.1 a 5.0 a 21.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 a 37.0 28.34 20 a 850 at087(6 0 6.0 30.5 a 6. JD 4H.5 1. óuô HGB HCT VCM HCM g% % fl pg 13.0 a 35.0 77.0 1. laser.0 a 5.0 mL de Sangue Total (EDTA).2 4.5 at026 .5 a 20.0 1.0 29.5 a 10.0 a 18.0 a 26.2 0.0 31.0 a 8.0 a 95.0 1.0 a 46.0 a 126.86 at089(6 0 at083(6 0 3.0 a 10.0 a 36.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 9.5 a 15.0 28.0 31.0 a 66.5 a 15.5 a 15.0 a 34.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 a 87.0 a 115.0 a 20.0 25.0 50 a 1100 150 a 450 11.5 a 10.5 1. neoplasias hematológicas.0 a 53.0 a 124.5 a 8.91 50 a 700 at083(6 0 6.0 26.0 12.0 a 17. sem corar.7 a 5.0 1.0 a 36. M todo: Sistema automatizado: Citometria de fluxo.0 a 37.2 a 5.5 a 15.0 400 a 1800 150 a 450 11.0 a 13.0 a 49.0 a 11.0 26.0 a 36.0 300 a 900 150 a 450 11.0 a 36.mulher homem Faixa Et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos Faixa et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos RBC x106/mm 3 3. parasitoses.0 a 42. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e bacterianas.5 3.0 11.0 13. inflamaç s. cor e estrutura das hem cias e conseqüente direcionamento diagnóstico e ter tico.0 a 35.0 a 67.0 95.0 1.0 1.0 a 62.0 a 6.0 a 36.0 a 16.9 a 5.5 42.0 a 11.20 20 a 850 at087(6 0 5.0 98.0 Neutrófilo Neutrófilos WBC Eosinófilos Basófilos segmentado bastonetes x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm 3 x103/mm3 9.0 a 100.0 12.5 33. intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos.0 a 34.6 a 6. Valor de Refer ncia: † ñ ™ ” uˆ Û ”— ‡ ™ ” du‰–u“u—  Û ™ˆu”‰ ™ ˆ  Faixa Et% ria ò “ ˆu‰Û—ud  ˆu‰Õ”u† ‘ ™ ˆu‰©ëud ‘€’u“u‘ † ˆu‰h” ˆu‰ † CHCM % 30.5 41.0 13.5 a 10.0 a 36.4 2.5 a 13.5 a 16.0 a 36.0 85.7 a 4.5 a 8.0 31.5 a 15.0 a 34.2 3.0 80. absorç spectrofom trica.9 a 5.0 a 36.5 a 19.0 a 12.0 10.0 28.0 12.5 at026 .96 at087(9 0 at083(6 0 3.0 a 86.0 24. PARDINI .5 a 15. dispers óptica/fluoresc ncia e impedância.0 29.0 31.0 a 118.0 1.0 a 100.0 a 98.5 45.9 3.84 50 a 500 at0@4A6 0 Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW % 400 a 1800 150 a 450 11.mulher homem Adulto .0 a 40.0 at054 .0 25.4 a 34.0 25.0 at021 .0 36.5 at023 .0 31.5 34.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 11.0 a 14.0 a 41.0 a 36.0 a 16.0 a 36.90 20 a 850 at087(6 0 5. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.5 a7.0 a 35.5 a 5.0 1.0 28.0 at021 .0 30.0 at02BC6 0 150 a 450 11.3 4.

ciclo menstrual e drogas. alcoolismo.0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA). M todo: Tris/Isopropanol Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. . . Teste Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis. Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença. agendar antecipadamente no laboratório.169 Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente (mantidas secas. anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas. VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade ltima). PARDINI 167 .JD 8h. ñ uˆ ‰ ˆ  óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. pois tamb m influenciada pela idade.Para coleta. M todo: Coloraç lo Azul da Pr ssia Condi o: Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de progress ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. leucemia mielóide aguda e outros. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+: F 1+/4+: ferro medular diminuído F 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal F 4+/4+:ferro medular aumentado É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria.0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina). Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados parâmetros subjetivos e semi -quantitativos. Veja tamb m: Mielograma p . ˆ€‰ù—€d  ˆu‰Ó—  ‡ m†  ñ ˆu‰R–u” óuô ñ u’ †©¨ @ ô — ò ‡ “ Isopropanol. É tam m til como teste de screening em exames de rotina. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. longe de calor e umidade).Hemossediment ¢ £¦¥ o Coment  rios: A VHS  m fenômeno n o específico e sua medi clinicament til em desordens associadas com produç o aumentada de proteínas de fase aguda. M todo: Westergreen automatizado Valor de Refer ncia: D Homem E 0 a 15 mm na 1a hora D Mulher E 0 a 20 mm na 1a hora D Criança E 0 a 20 mm na 1a hora Condi o: 1. Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas. ñ ˆ † ˆu‰R—udR—u‰€”u‘ ˆ u‘ dî‡ m† ‡ ò óuô † † †‡ —ud †  ”à‡ † † ÿô¡‰ Hemossiderina Coment  rios: É um t este sensível para a avaliaç reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç o mielograma.

0 mL de Sangue Total (EDTA). De modo geral. sem corar. pesquisa Coment  rios: Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. após remover crostas ou escarificar as les s lceradas. tornando -se rara em les s antigas (resultados falso. logo abaixo da borda. Laboratórios: Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril. Em casos d lise de sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno. Enviar o mais r pido possível. recobrem lcera. delicadamente.Kleihauer Coment  rios: Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç eter nea nas hem cias) e Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). PARDINI . ñ ˆu” m † “ ˆ  ˆu‰Rò–u” —uˆu‰ ˆ † ˆ ¡ ‰u’u“ ˆ u ‰ ˆ ‰u’€“u‘ † ˆ€‰ ”ádu ‘u óuô ô †© š ¡ †Rþ ÿ ‰  Leishmaniose. Deixar os esfregaços secarem ao ar.05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal. I Sangue de cor H próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal. normalmente. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de m Rh negativo e feto Rh positivo. alcançar a regi o do f lcera. At ras entre 2 o e 8o C. Secar a les com gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando. forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos.negativos). as formas amastigot as s mais abundantes na fase inicial da doença. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 esfregaços de Raspado de Úlceras. usando lâminas limpas e desengorduradas. Condi o: 2. M todo: Coloraç la Eosina Valor de Refer ncia: G Adultos e > 2 anos de idade H < 0. Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça bacteriológica. Esse m todo d bons resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes. Conservaç o para envio: At horas em temperatura ambiente. Outro m todo simples consiste em comprimir a lâmina contra a superfície cruenta da les . Essa limpeza deve ser feita par haja contaminaç o do esfregaço por cocos que. ñ óuô ˆu‰Rò–u” ™” ˆu‰ ˆ ˆ ˆ €‘u—u‰Á—ud»‡ ™ ˆu‰ † †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Rmud † då‡ ˆ ˆ€‰Á—u‰Á – “ ™ ” ‘u† ˆu‰ˆ   d(ëˆuu‰ ”R‘uˆu‰ 168 Instituto de Patologia Clínica H.

‘uˆu‰ d† óuô † ‡ ˆu‰R† — ˆu‰Rd ™”  †©¨ @ ô — Neutrófilos.MONÓCITOS NEUTRÓFILOS BASTONETES . pesquisa Coment  rios: A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica de numerosas patologias. Urina. Secreç o conjuntival. mantidas secas. . oculares e outros de acordo com o material examinado. trombocitoses. at 72 horas em temperatura ambiente.LINFÓCITOS . longe de calor e umidade. acompanhamento de terapias medicamentosas. neoplasias e patologias hematológicas. Laboratórios: Enviar esfregaços sem corar.EOSINÓFILOS .METAMIELÓCITOS . protegidos de luz.MIELÓCITOS . At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo sem corar junto com o sangue). Material biológico : At horas após colhido. ñ ˆu‰Ý— óuô ˆu‰Rò–u” ‘u †H• ô  †† ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. Veja tam m Hemograma.JD 4H. Condi o: 02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa. entre outras. É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares. Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias. intestinais. met stases infiltrativas de M. Secreç Nasal. BASÓFILOS . Escarro.Para coletar. pulmonares. neoplasias hematológicas.Leucograma Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç infecç es. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. Lavado Brônquico. Após corar. PARDINI 169 . calor e umidade. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes.BLASTOS . . sendo que o primeiro nome seja escrito por extenso. Laboratórios: Enviar al m do sangue total. Conservaç o de envio: Esfregaços j confeccionados : Sem corar.PROMIELÓCITOS  ñ óuô m† † ˆ€‰Ê—€” ™ ™ † ðô † Mielograma Coment  rios: O mielogram sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. agendar antecipadamente no laboratório. at 15 dias em temperatura ambien te. desordens imunoglobulínicas.O e outras doenças menos comuns.0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente. inflamaç es.NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS . M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 1.

P.0 mL de Sangue Total (EDTA).At 2 horas em temperatura ambiente. Es cies encontradas: P. O teste ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total. M todo: Fluxometria e impedância Valor de Refer ncia: 150. . pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria. Conservaç o de envio: Sangue . produzindo numerosos resultados falso. ñ m† “ ˆu‰©—u” ™” óuô ò ˆ ††©ð¨š ô ¡ ‰ † Plasmodium.At 2 horas entre 2o e 8o C. P. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos. Veja tam m Hemograma. salicilatos. . 170 ˆu‰ö—€dö” – † ” † † † ñ ˆu‰R–u” óuô ô † †Áþ öëu”÷‰ ‰† ˆ –† –† Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Condi o: 1. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.corado. j tratament diferente para cada es cie.5 mL de Sangue total heparinizado. . Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa .JD 4h. 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante.positivos e falso– negativos. em temperatura ambiente por tempo indeterminado. Laboratórios: Enviar imediatamente após a coleta. plaquetopenias e alteraç s morfológicas de plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas. 7 dias em temperatura ambiente.000/mm 3 Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase. A demonstraç o do parasito e a diferenciaç s ci muito importante. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.vivax.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos. ñ ‘uˆu‰«—u” óuô † ‰â‡ P NBT m† ˆ ˆu‰R—uò‰ ™” ™ ˆ€‰å”u‘ †ô Plaquetas (contagem) Coment  rios: Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose. At ras entre 2 o e 8o C.000 a 450. Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais.falciparum. corticóides. PARDINI . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.Nitro Blue Tetrazolium Coment  rios: O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s contrados resultados muito diminuídos. M todo: Reduç NBT Valor de Refer ncia: 2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT Condi o: 2.malariae.sem corar. Condi o: 1.

. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina K. Condi o: 3. colher tubo sem anticoagulante. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Laboratórios . pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. doenç tica. M todo: Cromog nico (Funcional) Valor de Refer ncia: 78 a 134% Nota: Proteína extremamente termo sensível.At 4 dias congelado em temperatura inferior a . Informaç es nece rias: Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico.Enviar material congelado. uso de anticoagulantes. em gelo seco de prefer cia. Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolesc cia.Colher em tubo siliconizado. Tal fato leva a uma diminuiç Proteína C.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. .Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Conservaç o de envio: .O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. .8% proporç 9 partes de sangue p ara 1 de anticoagulante). insufici cia renal crônica.Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. S ver solicitaç tro exame. . A suspens qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente.4 o C.Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame). presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos.000 plaquetas por mm3 de plasma. .Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. desprezar e depois colher o tubo com citrato. Defici ncias adquiridas s encontradas em casos de desordens hep ticas. É desej vel que o pacient o esteja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. coagulaç intravascular disseminada. . fibrinólise. . PARDINI 171 .Atenç o. terapia com anticoagulante oral.Proteína C Coment  rios: A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural. nefropatia di tica. repetir o processo. . .Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). confundir com Proteína C Reativa.Separar o plasma cuidadosamente.000/mm3. . Defici cias co itas s caracterizadas por tromboses venosas recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas. ñ “ò ˆ  “ u ‘ ‘u’u“u‘ ˆu‰ “ ˆuˆu‰‰ óuô † ¡ ”u–€ d ‡ “€‘ dum † “ “u‘ “u‘ ˆ ‘uˆuv‰ v  ˆu‰î—€” ˆuˆ ‰ý—ud † —  ˆu‰ý—u”   ˆu‰â—u”  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰  ”ý‘uˆ ˆu‰â” dR‘uˆu‰  ‰â‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  † ô “u‘ Instituto de Patologia Clínica H.

M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 0.20 o C. .É desej vel que o paciente n steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Enviar o material congelado em gelo seco de prefer cia.Proteína C Ativada. presença de plaquetas e uso de anticoagulantes. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas. aparentemente. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. devem ser consideradas. O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden.Teste extremamente sensível em temperatura. embora outras mutaç s mais raras tam m tenham sido descritas. que quando presente. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. uso de anticoagulantes. .86 . PARDINI . Proteína S. colher um tubo sem anticoagulante. Condi o: 3. Fatores de coagulaç . A freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. . Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . Anticoagulante ico. Separar o plasma cuidadosamente.000 plaquetas por mm3 de plasma. desempenha um papel importante na trombofilia. para sua correta avaliaç o. Antitrombina III.JD 4h. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis e autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Anticorpos anti fosfolipídeos. desprezar e depois colher o tubo com citrato. A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este exame. caracteriza a alteraç redit ria da RPCa. Resist T ncia Coment  rios: A resist ncia à proteína C ativ um defeito heredit rio que. u“€‘ ! “ ñ u‘ uˆ © ‰ u— ” ˆ €• u‡ – ˆu“u‰ ‘ — óuô  ˆ vv  † — †ò m† † €d u— d † “u‘ † ˆ€‰ ¡ ”   ˆu‰©— ™” “u‘ ˆu‰u‰ ‘u’u“ ™” ˆu‰©” ˆu‰  ˆ ˆ€‰Ü—€” ˆu† ‰  ˆ€‰ý—u”  † ˆu‰  ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ ˆu‰ —€” ˆ  †©¨ @ ô — “u‘ “u‘  ‰ì‘u‡  172 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3.Este teste ve ser interpretado isoladamente. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. que quando presente. Proteína S e Antitrombina III combinadas.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante).O teste positivo. Fibrinólise. S ver solicitaç outro exame.000/mm3 repetir o processo. Laboratórios: Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. desde que afastadas as causas acima. pois defici cias c nitas ou adquiridas de Proteína C. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). . embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas. caracteriza a alteraç heredit ria da Resist cia a Proteína C Ativada. Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta.

0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3.4 o C. ñ †ò ˆu“ ‰ý—€d –€  d ‰u‘€’u“ “ ý “ m† ˆu‰ ‡ óuô † ‰u–u“€‘ ˆu‰«” ‰€–u ’u“u‘ ‡u– “€‘ “u‘  d€m † “u‘  ˆu‰R—u” vv    ”ý‘uˆu‰ý” ˆu‰î—€” ˆu‰R”  ˆuˆu‰R‰ —u‰ †  ˆ€‰ dۑuˆu‰ ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ “ ˆu‰ì—u”  ‰ì‘u‡ ˆu‰ † †©¨ @ ô —  Prova do Laço Coment  rios: Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar.Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos. S descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em doenças he ticas. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. gravidez. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Condi o: Cliente deve estar presente na unidade de atendimento. Colher em tubo siliconizado. Valor de Refer ncia: Negativo a (+). Laboratórios: A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. Separar o plasma cuidadosamente. colher um tubo sem anticoagulante. desprezar e depois colher o tubo com citrato.000 plaquetas por mm3 de plasma. Nefropatia Di tica. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. óuô ò ™ ˆ  ™” Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: 70 a 123% . Insufici cia Renal Crônica e Fibrinólise. .Proteína S Coment  rios: A diminuiç prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo.Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico). Síndrome Nefrótica.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante. em gelo seco de prefer ncia. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . doença hep tica. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. .JO 8h. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias. repetir o processo. Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç m dico respons vel pelo paciente.000/mm3. reposiç stro ica.É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. crises inflamatórias agudas. Enviar o material congelado. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. P rpura Trombocit ica Idi tica. Um teste positivo pode ocorrer em trombocitopenias. Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S. PARDINI 173 . inflamatórias e durante tratamento anticoagulante. uso de anticoagulantes orais. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada.Proteína extremamente termo sensível. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. . que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. disfunç s plaquet rias. . Condi o: 3. S ver solicitaç outro exame.

Para coletar. Exemplo: Aplasia medular.000/mm3 Condi o: 1. . M todo: Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B Valor de Refer ncia: Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos compatível com Leucemia Mielóide Aguda. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. E xemplo: anemias hemolíticas.5 % Q Quantitativo R de 25. .0 mL de Sangue Total (EDTA). longe d e calor e umidade.000 a 75. É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento. Laboratórios: Enviar esfregaços sem conservante. auxiliando na diferenciaç s linhagens linfóide e mielóide. Condi o: 2 esfregaços. Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis.Reticulócitos Coment  rios: A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: .5 a 1. ñ ˆu‰ö—€d ˆu‰ö—ud óuô ”(d€’u—ud † † 174 Instituto de Patologia Clínica H.valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia). M todo: Aggler-Lucia Valor de Refer ncia: At % Condi o: 5.0 mL de Sangue Total em EDTA. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. Conserva-se at 30 dias em temperatura ambiente. PARDINI .Coleta at S s 18:00 horas. agendar antecipadamente no laboratório. M todo: Azul de Cresil brilhante Valor de Refer ncia: Q Percentual R 0. . ñ ˆu‰ † ˆu‰ † †óuô ÿ• ò i † ô † ˆò Sudan Black B Coment  rios: Útil na classificaç s leucemias agudas. mantidos secos.valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose).0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1. †‡ † ñ óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Retr ¢ ¤ £ ¥ o do Co e gulo Coment  rios: Sua principal indicaç como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç praticamente nula.

Marevan e etc.. Heparina. . ñ ˆ ˆu‰ Ùd óuô vv  Tempo de Sangria Coment  rios: É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas e qualitativas das plaquetas.000/mm3. nos casos de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas.Tempo Atividade Protrombina Coment  rios: As utilizaç es mais comuns s ra monitoramento de terapia anticoagulante oral. M todo: Lee-White Valor de Refer ncia: 5 a 12 minutos Condi o: 2 tubos (2.JD 4h.Cliente deve comparecer em uma das unidades. Marcoumar. Instituto de Patologia Clínica H. .0 mL de Plasma (citrato). Hirudoid. coagulaç intravascular disseminada.) e qual a dosagem. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s vasculares. situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado. X ou protrombina. PARDINI 175 . Laboratórios: Enviar no m ximo at s a coleta. . † DUKE M todo: Duke Valor de Refer ncia: 1 a 3 minutos Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. V. doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente.Cliente deve comparecer em uma das unidades. Informar história de sangramentos importantes anteriores. Conserv o de envio: At horas em temperatura ambiente. ñ “u‘ ™ óuô †ò ™” ˆu‰Á–ud ˆ u ‰ T RNI T TAP “u‘ ”€–u vv    õ € u ó ô †š © “u‘ ˆu‰z— ò i† ÿ ¡ ud u– ê ˆu‰ö‘€d ˆ Tempo de Coagul ¢ £¦¥ o Coment  rios: Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o. plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50.0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante. Teste de pouca sensibilidade. Liquemine. ñ    ™” —u ‘u‡ ™™” ™” ˆu‰ ò vv  Continua. doenças h ticas. Est mentado nas defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII). M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 70 % Condi o: 1. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane.. defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç plaquet ria. defici cia de vitamina K. defici cia de fatores VII.

M todo: Exposiç Hemoglobina a 50/60 o C Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. PARDINI . . . ñ óu† ô A@ † d€–u“ ˆu‰ †ò —€”  ‘u—u“u‘ d ”€–u “ ™ ‡ ˆ †H• ô  vv  i† ÿ ¡  ˆ ˆ€‰(d Teste Desnatur¢ £¦¥ o ao Calor Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: At segundos acima do Plasma controle.0 mL de Plasma em citrato. Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç m grande quantidade. Marcoumar.Cliente deve comparecer em uma das unidades. uˆ ‰ ˆ u Á ‰ u ‘ u ˆ » ‰ ‰ ñ † ” ˆu‰R—u” ò óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰   ˆu‰ 176 Instituto de Patologia Clínica H.TEMPO DE SANGRIA ò vv  Tempo de Tromboplastina Parcial Coment  rios: ¡ te cia à hemorragia.JD 4h. Em sangue com hemoglobinas normais a precipitaç corre ou ocorre em grau discreto.0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina. As causas mais comuns de PTT prolongado s o: ¡ coagulaç intravascular disseminada. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. hemofilias A e B.) e qual a dosagem. uso de anticoagulantes orais. doenç tica. doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente..Continu IVY M todo: IVY Valor de Refer ncia: U Crianças V 2 a 7 minutos U Adultos V 3 a 9 minutos Informaç es nece rias: . Condi o: 1. defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia. Heparina. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane.. terapia heparínica.Informar medicamentos em uso. antes de intervenç es cir rgicas e no O PTT indicado nos casos on controle de ter  tica anticoagulante pela heparina. Laboratórios: Enviar no m ximo at após a coleta do material. ñ õuóuô o. anticoagulantes circulantes. Liquemine. Informar história de sangramentos importantes anteriores. Hirudoid. Marevan e etc.

colher Urina 24h p g. 1994.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç límeros pl sticos. ameixa. 353 Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. A relaç cido m lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. morfina. borrachas e resinas. tendo como metabólitos urin rios principais o cido m lico (85%) e fenilglioxílico (10%). isoniazida. A excreç rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas após o t rmino da mesma. . Seu metabolismo e he tico. O lcool inibe o metabolismo do estireno. xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. cido 5 Hidroxi Indola s¦’ tico   † Y 5 HIAA (quantitativo) ñ  †  † óuô ò  vv   †ô“  –€” Instituto de Patologia Clínica H. sendo maior em concentraç s mais elevadas deste.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel W IBMP para Estireno X 240 mg/g de creatinina (NR-7. PARDINI 177 . MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . imipramina. antidepressivo IMAO. Dieta O paciente dever rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os alimentos relacionados.Após dieta. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.*Urina 24 h. Laboratórios: Especificar tipo de urina. banana. metildopa.HPLC Valor de Refer ncia: ` < 10 mg/24h ` Limiares a de 11 a 20 mg/24h Condi o: Urina 24h. Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. beringela. fenotiazinas.N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. salicilatos. medicamentos em uso. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . hor rio inicial e final da coleta. picles. nozes e tomate. . pois estes interferem no resultado: abacate.Urina recente . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. dose e tempo de uso. Informaç es nece rias: Informar peso.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. . cido ac tico. formaldeído. acetominofen.  du‘€— † ˆu‰    † ˆ ñ ˆ ò óuô ˆ † A@ ô —  cido Fenilglioxílico   † ˆu‰÷—u–€”ö –u‰   ‰ † uˆ R ‰  ud™ u‘” —  †  ˆ  ` Coment rios: O 5-HIAA m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). *enviar 50 mL de urina e informar volume total. cido dihidrofenilac tico. sendo neurotóxico e hepatotóxico.

hor rio inicial e final da coleta.*Urina 24h. metildopa.4 a 8. cido Homovanílico  ñ  ˆu‰©” óuô † ™” ‘uR ” “u‘ ud u‘ — † ˆ m † ò vv   (–€” ý–  †ô“  178 Instituto de Patologia Clínica H. **Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm lico. refrigerantes e alguns tipos d s. Acetominofen (paracetamol). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.4 a 4. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. etanol. MT/Br) b IBMP c 2. tetraciclina. broncodilatadores). tabaco. Antidepressivos IMAO.` Coment rios: O cido hi ric rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos. 353 Conservaç o de e nvio: At ias entre 2o e 8o C. ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos.M. ssegos).Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). 1994. alimentos conservados com benzoatos. acarretando em concentraç s urin rias baixas. reserpina. refrigerantes com coca. *enviar 50 mL e informar volume total. disulfiran. aspirina. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool.7 mg/24h b 10 a 16 anos c 2.3 mg/24h b 06 a 10 anos c 2. pridoxina e Levodopa. 1994.5 g/g de creatinina (NR-7. PARDINI . 353 Conservaç o de envio: At m s acifidificada e entre 2o e 8o C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . lcool etílico e drogas.HPLC Valor de Refer ncia: b at . fumo. Níveis elevados tam m s ncontrados no feocromocitoma. Instruç es de coleta: Veja Urina 24h p g. gr s verdes de caf .7 mg/24h b Adultos c 1. MT/Br) Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho .4 a 8. ketchup. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.5 g/g de creatinina (NR-7.HPLC Valor de Refer ncia: b 03 a 06 anos c 1. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Excreç o do HVA pode ser intermitente.8 mg/24h Condi o: Urina 24h. cido Hipúrico  …  ‡ –€‡ ‰ † ‰ † ‰å–  óuô † ò –u“ ñ  ‘u ˆu‰ Ù ” ˆ –€ˆu” †  ˆu‰ ™ ”   m† –u‡ ˆu‰ ‡ † A@ ô —  ` Coment rios: O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina.: medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais. podendo tam m advir de dietas ricas em cido benzóico: frutas (ameixa. cloropromazina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . quinidina. dose e tempo de uso. .1 a 4. cido hip ric um metabólito normal do organismo humano. borrachas e t intas). dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico. mostarda.O. femprobamato. tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç hep tica do tolueno.

sendo maior em concentraç es mais elevadas deste. diminuindo a excreç seu metabólito na urina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . agentes de limpeza al m de outros usos industriais. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A primeira fase da excreç cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em torno de 48h após exposiç . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. O lcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. 1994.*Urina 24h. 1994. *enviar 50 mL e informar volume total. A relaç o cido man lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. *enviar 50 mL e informar volume total. sendo neurotóxico e hepatotóxico. cido Mand ’ lico  ‰í ñ ˆu‰Á” š ¡ ˆ ‰ † † ‰ ˆu¡ ‰”u–u   ˆ€‰f †  ‘€   — † ˆ  ˆ  — †™  ˆ ò óuô ˆ€‰(—€” † A@ ô —  cido Metil Hipúrico Coment  rios: O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos).*Urina 24h. ** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o cido hi rico. `  ˆ€‰ – u ‡ ñ ˆu‰R—u” ˆ ò  óuô ‘uˆu‰Ó–ud ‡ † A@ ô — —u‰R—u”î  ˆu‰ ˆuˆ‰R u‰î ‰Ó ˆ€‰ ‡ ˆ † ‡ Ó ‰ u‘ uˆ ‰ ˆ€‰  ‡ Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 179 . Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Tem metabolism tico. 353 Laboratórios: Especificar tipo de urina.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos. 1994.N ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.8 g/g de creatinina (NR-7. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. A excreç ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposiç ras após o t rmino da mesma. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . Os xilenos s  tilizados como thinner para tintas e lacas. borrachas e resinas. MT/Br) Por presentar valor basal. MT/Br) d IBMP para Etil-Benzeno e 1.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP e 1. O cido man lico se correlaciona melhor com os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP para Estireno e 0. Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . .Urina recente .5 g/g de creatinina (NR-7. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. tendo como metabólitos urin rios principais cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%).5 g/g de creatinina (NR-7.

Medicamentos . broncodilatadores). caf .10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. chocolate. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . Adicionar cido Clorídrico at alcançar o pH desejado. cirrose e gastrectomia. propanolol. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fumo. . cardidopa.JO 8h. gravidez e diabetes melito. dose e tempo de uso.HPLC Valor de Refer ncia: 10 a 85 µg/dL Condi o: 2. etilismo. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. refrigerantes com coca. 353 Dieta O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool. hor rio inicial e final da coleta. tetraciclina. Níveis baixos de beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A. . cido Vanil Mand ’ lico   ñ  €d u‘ ™ — ” † †‰ f VMA ˆu‰©—u” ˆu‰ ò óuô vv  Ó”  … † †   ù–   Beta Caroteno Coment  rios: †ô“ ˆu‰ Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. antidepressivo IMAO.` Coment rios: O cido vanil m lico (VMA) principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. amoxicilina.O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. qualquer frutas (especialmente banana). metildopa. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. ch . no hipotireoidismo. Informaç es nece rias: Informar peso. Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. neomicina e kanamicina. O betacarot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos. piridoxina. ”u‘u‰ † d«– ˆ ò ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰÷”u‘ † “u‘  óuô vv  u– †iÿ @ ô — 180 Instituto de Patologia Clínica H. verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4. Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento. Níveis elevados podem ser encontrados na alimentaç rica em carotenóides ( cenoura. neuroblastoma e ganglioneuroma.: medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) . Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. m absorç . É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma.M. ganglioneuroblastoma. espinafre). aspirina. quinidina. conservas. Usar frasco âmbar (sensível à luz). medicamentos em uso. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. cloropromazina.HPLC Valor de Refer ncia: g Adulto h 10 a 35 µmoL/24 horas g 02 a 18 anos h < 25 µmoL/24 horas g < 02 anos h < 10 µmoL/24 horas Condi o: Urina de 24h. Laboratórios: Material deve ser enviado o mais r ido possível. metiformim. Interferentes: Diminuindo . óleos minerais.O. tabagismo. Encontra -se elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma. Laboratórios: Antes de enviar. PARDINI . levodopa. hiperlipidemia.0 mL de Soro.contraceptivos orais.

Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). i Adulto .*Urina 12h . sendo influenciada pela dieta. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . deve -se preferir a coleta de 24 horas. i Adulto . 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. met stases ósseas. i 11 a 14 anos p 17 a 100 nmoL/mmoL de creat.Homem p 4 a 19 nmoL/mmoL de creat. Veja tam m Piridinolina.Proteger da luz (frasco âmbar). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . . A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina.  ™ † ñ m† ‘uˆ€‰ ™ ˆ ” † ÿ @ du–u“ u– ˆ  ™ ‘u ˆu‰«ê ‘ud † u’u”u‘u‰ ˆu‰â—u” ˆ€‰öˆu—u‰ ” ò óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. Refrigerar. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Deoxipiridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col tipo I.*Urina 24h.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança). 4 a 21 nmoL/mmoL de creat. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. PARDINI 181 . Doença de Paget. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina. Considerando que a excreç sses marcadores maior à noite. *enviar 10 mL de Urina e informar volume total.HPLC Valor de Refer ncia: i 02 a 10 anos p 31 a 110 nmoL/mmoL de creat. i 15 a 17 anos p ≤ 59 nmoL/mmoL de creat.Mulher p Condi o: Urina 2h . e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia. Níveis elevados s encontrados na osteoporose.

frio.M. 182 Instituto de Patologia Clínica H. clozapina. . caf . disulfiram e octeotrídeo.. Esses tumores s causa de hipertens severa de difícil controle. propranolol. levodopa. dopamina. Dieta O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool. minoxidil.  ˆu‰ † “ ˆu‰ † ˆ u ‰ Û ” u ‘ ™” u–  † ˆ ‰† ˆu‰ ‰ ˆ € † ñ ™” vv  å– dÁ‡ SANGUE Valorr de Refer ncia: s Epinefrina (Adrenalina) s Norepinefrina s (Noradrenalina) s ò (–€”  † ¡ r r s s s Dopamina Condi o: 2. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos. atenolol. Obs. Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue. Catecolaminas elevadas tamb m s contradas no trauma. Catecolaminas s compostos l beis. Seu maior uso clínic no diagnósti co do feocromocitoma. pós -operatórios.. sendo em 10% deles malignos. sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e drogas. cafeína. desipramina. metildopa. hora d ltima dose. anfetaminas.5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida. nitrogliceirna. nicardipina. É necess rio que a amostra de sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos. descartar os primeiros 0. acalmar o cliente. efedrina. imediatamente. nadolol. nitratos. O plasm transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do feocromocitoma. Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin. refrigerantes com coca. sem fumar. Centrifugar rapidamente. nicotina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . dia. insulina. aminofilina. óuô < que 140 pg/mL entre 140 a 200 pg/mL > que 200 pg/mL < que 1400 pg/mL entre 1400 a 2000 pg/mL > que 2000 pg/mL < 30 pg/mL s suspeitos s muito sugestivo s suspeitos s muito sugestivo ™  †  †iÿ @ ô — ˆ€‰ ˆu‰ †  ”† ˆ ˆu‰ † d† Continua. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico congelado. prometazina. nortriptilina. felodipina. mas sob nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. Medicamentos: O paciente dever rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C.Epinefrina e Norepinefrina Coment  rios: q Catecolaminas A epinefrina (adrenalina). c . transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH.5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. labetamol. Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado). homogeniza-se cuidadosamente e. haloperidol. cocaína. metoprolol. chocolate. clorfeniramina. terbutalina. clorpromazina. pseudoefedrina. salbutamol. naloxona e TRH. ansiedade. fruta (especialmente banana). metoclopramida. verapamil. hidralazina. metilfenidato.10o C. isoproterenol. imipramina. c rebro e sistema nervoso sim tico. morfina. clonidina. teofilina. amitriptilina.. que se origina em 90% dos casos na supra-renal. fentolamina. a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas na medula adrenal. timolol. furosemida. PARDINI . reserpipna.O.HPLC Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.JO 8h. difenilhidramina. Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril. retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. bromoergocriptina.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório. Após isto. fumo. com o auxílio das m s. para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . em ambiente calmo. hidroclorotiazida. dosagem.

B12 (cobalamina).0 a 3.. Laboratórios: . . Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. óuô † †ô“  ™ ” –u å”  †¦š Homocisteína Coment  rios:  m ami A homocisteí cido formado no metabolismo da metionina.0 a 17. vascular perif rica) e trombose.0 15.Continu URINA Valor de Refer ncia . -N sar o garote por muito tempo.5 a 20.0 1. cido fólico e riboflavina.0 < de 200 201 a 260 t suspeito t sugestivo > 260 Dopamina 0 a 85 0 a 140 40 a 260 65 a 400 65 a 400 65 a 400 Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos. Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural.0 < de 60 61 a 80 t suspeito > 80 t sugestivo ò õ€óuô o. PARDINI 183 . Enviar alíquota 10 mL e informar volume de total.5 mL de Plasma (EDTA)..10o C. cido fólico e da riboflavina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . metotrexato. hor rio inicial e final da coleta. corticóides. u Após dieta. Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6. na insufici cia renal crônica. Sua remetilaç  metioni dependente da cobalamina.0 8.0 a 80.0 a 10. fenitoína.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal.0 a 2. trimetoprim.0 4.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar. colher Urina 24h conforme instruç s g. Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina. Obs.0 0.0 a 65. por m em valores limiares. hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo (homocistin ria).5 0.µg/24h: Idades Epinefrina < de 1 ano 1 ano 2 a 3 anos 4 a 9 anos 10 a 15 anos adulto 0. Homocisteína em níveis elevados um fator de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana.N colher amostra com o paciente deitado. Condi o: Urina de 24h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC Valor de Refer ncia: t Homens: 4 a 14 µmoL/L t Mulheres: 4 a12 µmoL/L t Elevaç iscreta: 15 a 25 µmoL/L t Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L t Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L Condi o: 1.5 0.0 a 29.2 a 10. ‘ud †  ‘u‰u — € ‰ (  ñ ò uˆˆu‰R ‰ˆu‰R—d óuô uˆˆu‰‰© †iÿ @ ô — ‡ † “u‘  “ u ‘ åd ˆu‰ † ‘€d † † † Instituto de Patologia Clínica H. verificar pH da amostra que dever star cido (pH at ).Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta. na maioria dos casos. carotídea. 353 Laboratórios: Antes de enviar.EPINEFRINA E NOREPINEFRINA Norepinefrina 0.0 0. .0 a 6.

borrachas e pl sticos). dosagem. refrigerantes com coca. cloropromazina). broncodilatadores). c . sotalol. Refrigerar. benzodiapínicos. hor rio inicial e final da coleta.43 < que 0. bromoergocriptina. A excreç – rin ria do paraminofenol vari vel sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç . tetraciclina. medicamentos.41 < que 0. dia e hora da ltima dose. chocolate. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho .*Urina 24h. Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro da faixa normal. oxitetraciclina. acetominofen.O. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.53 mg/g de creatinina 2 a 10 anos < que 0. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. fenotiazidas e propranolol.HPLC Valor de Refer ncia: tect vel v v IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7. paragangliomas e neuroblastomas.30 < que 0. metildopa. labetamol.Fraç ¥ es Coment  rios: A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente.30 mg/g de creatinina Condi o: Urina de 24h. sendo a determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ‘uˆuñ ‰ † u‘ ˆu‰R—u” ò  óuô † A@ ô — ™”  ˆ u ‰ ˆu‰  ˆu‰ †   184 Instituto de Patologia Clínica H.Metanefrinas . devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. . PARDINI . levodopa.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança).41 mg/g de creatinina 10 a 15 anos < que 0.M. quinidina. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. fumo. ñ ˆ “u‘ €‘  ˆu‰ ˆ€‰ ™” “ ò óuô vv   å–u” ý–  ‡ † ¡ †ô“  Paraminofenol Coment  rios: O paraminofenol  m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na (utilizada em tintas.HPLC Valor de Refer ncia: Idades Normetanefrina Metanefrina < de 2 anos < que 1. T m importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma. fruta (especialmente banana). Informaç es nece rias: Informar peso. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. medicamentos em uso. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. anti-depressivos tricíclicos. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Laboratórios: Especificar tipo de urina. 1994. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . buspiroma. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool.73 < que 0. caf .Urina recente .: medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais.31 mg/g de creatinina > que 15 anos < que 0.

A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . hiperparatireoidismo e hipertireoidismo.*Urina 12h . Refrigerar.Piridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno tipo I. met stases ósseas. Laboratórios: Especificar tipo de urina.*Urina 24h.HPLC Valor de Refer ncia: w 02 a 10 anos x 160 a 440 nmoL/mmoL de creat. Para monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç lteraç es de forma mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas).Homem x 20 a 61 nmoL/mmoL de creat. x 42 a 200 nmoL/mmoL de creat. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. sendo influenciada pela dieta. Condi o: Urina 2h . Veja tam m Deoxipiridinolina. w Adulto .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança). Doença de Paget. . ñ ™ ” ˆ€‰ý—ud †  m† ò  –u“ uˆ ‰ ¨  ™ u‘  ˆu‰Û—u‘u” d † † ˆu‰â—u”âd ˆ€‰í”u™ ‘ ˆ  ‘uˆu‰ óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz :1. Considerando que a excreç sses ma rcadores maior à noite e que variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia. deve -se preferir a coleta de 24 horas.Proteger da luz (frasco âmbar). *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. PARDINI 185 . Níveis elevados s contrados na osteoporose.Mulher x 22 a 89 nmoL/mmoL de creat. . w 15 a 17 anos w Adulto . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. w 11 a 14 anos x 105 a 400 nmoL/mmoL de creat.

Dieta O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados. imipramina. antidepressivos IMAO. medicamentos em uso. Informaç es nece rias: Informar peso. por invers o num total de 6 invers s. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . C. pois estes alimentos interferem no resultado: abacate. guafenesin. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . lítio. nozes.Serotonina Coment  rios: A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios.p. por 20 minutos. morfina. dose e tempo de uso.JO 8h.m. metildopa. congelar. PARDINI . Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r. O laboratório fornecer tubos p/coleta. Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame. tomate. Separar o plasma. naproxeno e reserpina. porque pode haver hemólise.HPLC Valor de Refer ncia: € 50 a 200 ng/mL € Intermedi rio  200 a 400 ng/mL € Tumor Carcinóide  > 400 ng/mL Condi o: Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA). Laboratórios: Enviar o material congelado em tubo pl stico. O seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus -lo. beringela. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. pickles. banana. ñ óuô ‘uˆu‰ “u† ‘ † ‰ ò   † y 5 Hidroxi Triptamina † ™” ‘uˆ  ˆ … ™” vv    †— †iÿ @ ô — ù– †— –€”u‘u—u“ 186 Instituto de Patologia Clínica H. Homogeinizar imediatamente “ o esperar”. dividir 5 mL deste sangue para cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório).M: acetominofen.10o C. Sua dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. evitar 7 dias. “sem agitar”. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi indolac tico) marcador mais sensível de tumores carcinóides. .O.

pancreatite. A determinaç r HPLC m todo de escolha. Enviar congelado.JO 8h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . PARDINI 187 . Usar frasco âmbar (sensível à luz).5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).5 mL de Soro. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de oxalato com formaç c lculos renais. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. uso de contraceptivos orais. pós -operatórios. Seu uso clínico principal squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias após privaç s se oligoelemento. aspirina. uso de estr ios e anticoncepcionais. Doença de Adison. parasitoses. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Níveis baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses.5 mg/dL Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. contato com metais pesados. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. infecç es e etilismo. A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). . m sorç intestinal. estrógenos. .HPLC Valor de Refer ncia: ‚ 1 a 6 anos ƒ 20 a 43 µg/dL ‚ 7 a 12 anos ƒ 26 a 49 µg/dL ‚ 13 a 19 anos ƒ 26 a 72 µg/dL ‚ Adulto ƒ 30 a 80 µg/dL Condiç o: 1.HPLC Valor de Refer ncia: 0.Vitamina A Coment  rios: A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol. Informaç es nec rias: Informar medicamentos em uso. Refrigerar. barbit ricos. síndrome nefrótica.JO 8h. insufici ncia pancre tica exócrina. SIDA . cirrose. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A. tabagismo. etilismo.4 a 1. na síndrome do desconforto respiratório. Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. Níveis baixos s contrados na defici ncia diet tica da vitamina. Laboratórios: O material dever ser enviado o mais r pido possível. nitrosaminas e paraldeído. grandes queimados. ñ ˆu‰â”u‘ ˆ “ ò †™ ” ‡ “ ˆ “ † ™ ‰u’u“u‘  Ódum ˆu‰ ô vv  †iÿ @ ô — u– Vitamina C Coment  rios: A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias. Usar frasco âmbar (sensível à luz).  † ‘ud«–€” † ˆu‰»—u” ˆ u ‰ ⠗ u ”  † ˆ “€‘ ñ ‡ uˆ Ó ‰ u– ‰ †‰ † óuô ò ª vv    Instituto de Patologia Clínica H.

Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com valores de outro metabólito. sarcoidose e na intoxicaç vitamínica. . Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível.8 mL de Soro. A sua car ci respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea (raquitismo e osteomal cia).9 mg/dL … 13 a 19 anos † 0.25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez. uso de anticonvulsivante. anemia hemolítica e alteraç visual). PARDINI .25 Dihidroxi O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol).25 a 0.25hidroxicolecalciferol s contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo. atresia de vias biliares. Juntamente com calcitonina e PTH regulam o metabolismo do c lcio.5 a 1. ressecç es intestinais).8 mg/dL Condi o: 1. o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Valores elevados de 1.3 a 0. Informaç es nec ess rias: Informar medicamentos em uso. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro neurodegenerativo.HPLC Valor de Refer ncia: … Prematuro † 0.Vitamina D3 Coment  rios: „ 1. Níveis baixos podem ser determinados por m absorç (pancreatite. O metabólito 1. etilismo. óleos minerais e contraceptivos orais.JO 8h. cirrose.25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas. ñ  ‡ ˆu‰«”u‘ “u‘ d ˆ † “€‘  “u‘ ˆ † óuô ò ˆu‰ u– Vitamina E Coment  rios: É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C.0 mg/dL … Adulto † 0. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fibrose cística.JO 8h. Valores baixos de 1. ñ ˆu‰ d ‡† ‰ ˆ€‰ † ‡ ™ ˆu‰ “u‘  ò óuô †iÿ @ ô —  u– 188 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro. Usar frasco âmbar (sensível à luz). .6 a 1.HPLC Valor de Refer ncia: 20 a 76 pg/mL Condi o: 1. A sua forma mais ativ alfa-tocoferol.37 mg/dL … 1 a 12 anos † 0. colestiramina. prematuridade. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível congelado.

vasculites. Resultados falso-negativos podem ocorrer. gravidez. AAT principal componente da alfa-1-globulina. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.Adenovírus – Pesquisa direta Comen rios: Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia. gastroenterite. doença he tica crônica. tonsilite. artrites. cirrose h tica e carcinoma hepatocelular. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ‡ 0a1m s ˆ 124 a 348 mg/dL ‡ 2 a 6 meses ˆ 111 a 297 mg/dL 95 a 251 mg/dL ‡ 7 meses a 2 anos ˆ ˆ 110 a 279 mg/dL ‡ 3 a 19 anos ˆ 78 a 220 mg/dL ‡ Adulto Condi o: 0. † ñ –u “ò ™ “€‘ ‘ † ”€–u   †‰ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura viral.5 mL de Soro.JO 8h. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. terapia com estrógeno ou corticóide. ñ  óuô ò “€‘ ‰Rëu” †  † u– ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Alfa 1 Anti-Tripsina Coment  rios: AAT  ma proteína de fase aguda. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. ma característica do m todo. aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos inflamatórios. Laboratórios: Swab de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado. M todo: Imunofluoresc cia direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe. Conservaç o de envio: Refrigerar e enviar imediatamente. Elevada em infecç es. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar. reaspire. . Lavado de nasofaringe. PARDINI 189 . colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. neoplasias e pós -operatórios. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. Conservaç o de envio: Ate 5 dias entre 2o e 8o C. Lavado de nasofaringe. cistite hemorr gica e ceratoconjuntivite. Swab de nasofaringe.

M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 41. PARDINI . . AEO tectado em 85% das faringites. É uma proteína de ` fase aguda. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica. ñ ˆu‰î–  —€“ ò ”†‡ ˆu‰R—  ”u–€ u‰ €’ u“ ‘ óuô   ô Antiestreptolisina O Coment  rios: AEO elevada indica infecç r streptococos beta -hemolíticos. sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas assintom ticas. 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro.5 mL de Soro. Títulos se elevando em determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mg/dL Condi o: 0. Na Febre Reum tica.JO 8h. A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%). M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Inferior a 250 UI/mL Condi o: 0.JO 8h. † ‘€ˆu‰«” ò ‡ ñ óuô Amebíase Coment  rios: †ô A Infecç or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Alfa 1 Glicoproteína cida Coment  rios: AAGP  ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias. mas de forma isol permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas. aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. 75% em 2 meses. specífica. neoplasias e terapia com corticóides.JO 8h. Conservaç o de envio: Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C.5 mL de Soro.5 mL de Soro. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. causar doença invasiva intestinal ou doença extra -intestinal. hepatites. 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. gravidez. O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos. esquistossomose. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. Falso -positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. ñ m† ™ ™ ” † — u ” ˆ€‰  ˆu‰`–u‰  ‰ AEO ‡™ ˆ du—ud ‘uˆ€‰ ™” óuô ò 190 †ô Instituto de Patologia Clínica H. Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose. É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler. Veja tam m Estreptozima. Níveis de AEO pod em apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas. Nas infecç s estreptocócicas. . entretanto. 30% das piodermites e 50% das GNDA.0 a 121.

M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 10.JO 8h. Tem forte associaç com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com alteraç es radiológicas compatíveis. Hiperplasia Adrenal. ao diagnóstico. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorizaç . PARDINI 191 . Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de Complemento. doença inflamatória intestinal. estômago. pancreatite . Artrite Reumatóide Juvenil. Artrites Infeciosas. Cirurgia. N o enviar em banho de gelo. †   ˆ€‰ ‡  ™” u”î‘uˆ€ˆu‰ ‰ † † ’€ˆu‰î” ˆu‰ì”€‘ —€“u‘ ™” ‡ –† † ˆ  ñ ˆu‰R—u” “u‘ ò ˆ  ”ô R †Rþ vv   m † ˆu‰    ˆu‰  óuô  Antígeno HLA B27. Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro intestinais. pâncreas. O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal.Antígeno Carcinoembrion e rio  CEA Coment  rios: CEA uma glicoproteína q ór specíf ica.5 mL de Soro. Para fins de comparaç ve -se usar mesmo m todo. tero. pesquisa Coment  rios: Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas (antígenos). quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . pulm . Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. Valor de Refer ncia: Negativo Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Artrite Psori tica. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem. lceras pticas. ov rio.0 nanog/mL N o fumante ‘ < 5. enfisema pulmonar.0 nanog/mL Fumantes ‘ 5 a 10 nanog/mL Suspeito Maior probabilidade ‘ > 10 nanog/mL Condi o: 0.0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para realizar em at 48 horas). Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter. Níveis elevados s o encontrados em v rios tumores. infecç s. tireóide e tumores de cabeça e pescoço. m †™ ñ óuô m† Ó– ˆ™ ˆu‰«‘u‰ ˆ  ˆu‰ “u‘ †ˆ H• ð ô ¡ ‰ ò † Instituto de Patologia Clínica H. N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante. inflamaç s. Níves mais elevados s contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e hep ticas. Níveis elevados tam m podem ocorrer em fumantes. Outra s neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ‘ < 4. polipose retal e doença mam ria benigna. cirrose hep tica. mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27.

níveis de antitrombina s m m ia 63% dos níveis do adulto. enteropatias. Reaç s cruzadas com histoplasmose. traumas) e de outras causas (uso de heparina. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 28 a 38 mg/dL Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios. estando sua defici ncia associada a estado de hipercoagulabilidade. anti Coment  rios: Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva (pulmonar. . Pacientes imunocomprometidos. PARDINI . infarto agudo do mioc rdio). que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. blastomicose. perda (síndrome nefrótica. Ao nascimento.Antitrombina III Coment  rios: A Antitrombina III  ma proteína anticoagulante natural. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus.JO 8h. em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetect veis. de aumento do consumo (tromboses. etilismo. podem apresentar níveis diminuídos. meníngea). Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. com o aumento do risco de trombose venosa. apesar da concentraç normal da antitrobina III. a sua atividade funcional ixa. Defici ncias adquiridas s mais comuns e podem decorrer de reduç síntes tica (cirrose. uso de estrógenos. No tipo II. Teste negativ o exclui aspergilose. Condi o: 0. A defici cia de antitrobina III est presente em 1. ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ™” ‰R‘uˆ d† ˆu‰ † 192 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ras refrigerar entre 2 o e 8o C. ñ ˆu‰ “ ˆ€‰ý“ — ˆu‰»— ˆu‰ ” † mud “ ¡ ”u–u ˆ € ‰ å — u d ” ˆu‰ ˆu‰Á” † — † “ “€‘  ˆu‰ ˆ€‰  ò óuô † †Rþ ÿ ô ¡ ‰  vv  Aspergillus sp.5 mL de Plasma (EDTA). uso de anabolizantes e penicilina. hepatite).3 mL Soro. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. Sorologi positiva em 90% dos pacientes com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica. As defici ncias cong nitas s ivididas em tipo I e tipo II. gravidez). coagulaç intravascular disseminada. No tipo I a concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas. aumentando a estes níveis com seis meses de idade.7% da populaç . e paracocidioidomicose podem ocorrer.

mucosas. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus. na brucelose. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. o que possível em apenas 20% dos casos. num mesmo laboratório. devem ser considerados cicatriz sorológica. complementado pela cultura. . IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Aumento dos títulos de IgG. A melhora clínica após tratament companhada da queda dos títulos. em amostras pareadas. em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. podendo ser usado para diagnóstico e seguimento do paciente. Yersinia enterocolitica.3 mL de Soro.5 mL de Soro p/ cada. paracoccidiodomicos uma doença granulomatosa que acomete pulm es.Blastomicose Sul Americana Coment  rios: A Blastomicose Sul-Americana. sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a infecç o comprovada. ˆu‰ ˆ ”† ˆ ˆ  ˆu‰ ™ ” ˆu‰ † ˆ “  ˆ€‰«— ˆ uˆ ‰ † SORO AGLUTI’”“”•– O M todo: Reaç A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. na fase aguda e convalescença (após 14 dias). indicativo de infecç o recente. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos. F. entretanto.JO 8h. tularensis. 70% dos pacientes tratados permanecem com sorologia positiva at m ano após o tratamento. Títulos de 1:4 mantidos. Títulos de 1:160 s sugestivos de infecç recente. brasiliensis no exame microscópico. Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas. por período superior a 6 meses. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose requer visualizaç do P. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a aglutinaç o. Imunoensaio enzim tico: permite detecç e anticorpos IgM e IgG. Vibrio colerae. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos se visualizou ou isolou o fungo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: Refrigerar.3 mL de Soro. PARDINI 193 . ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †Rþ ô ñ óuô ò ˆu‰  ô Instituto de Patologia Clínica H. pele e linfonodos. IgG persiste por anos após a infecç . ™ ‰†d ò ˆ€‰ ”† ñ ˆu‰ † ˆ † ‰u‘u—u”«‘€ˆu‰ óuô †Rþ ô Brucelose Coment  rios: Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

pacientes saud veis. ov rio.5 mL de Soro. A sua produç o excessiva nos carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados.3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. doenças benignas e pacientes normais. fígado.5 mL de Soro. doença inflamatória lvica.CA 125 Coment  rios: Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio.JO 8h. vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose. (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. Aumento do CA 125 pode preceder as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio. PARDINI . doenças benignas de mama e hepatopatias. teratomas beni ngos. Informaç es necess rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ˆu‰â”u† ‘    €– ˆu‰ ˆ † ˆu‰ – †  ™” † ™”  ˆ € ‰ † –† ˆ ˆ u ‰ † ˆu‰ † ñ ò “u‘ óuô ”â‘uˆ€‰ù—  ”ô R †Rþ  ™ ” ‡ ˆu‰  ‰å‘uˆˆ€‰  † vv  CA 15/3 Coment  rios: É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares. menstruaç . neoplasias de fígado. peritonites. Indicaç s no Câncer de Ov rio: (1) Avaliaç prognóstica. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas. câncer de endom trio. N se pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. abscesso tubo-ovariano. (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e quimioter ico. Cerca de 1. câncer de mama. pulm o. uroepiteliais. cólon. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 30 U/mL ˜ negativo — 30 a 50 U/mL ˜ elevado — > 50 U/mL ˜ positivo Condi o: 0. linfoma n o -Hodgkin. Cerca de 20% dos cânceres de ov ri produzem CA 125. Possui baixo valor preditivo positivo e negativo. ñ ˆ óuô ò “u‘  ˆ ‘€ˆu‰Á—u”  ˆ † † † ˆ€‰ý— ˆ  ”ô R †Rþ  194 Instituto de Patologia Clínica H. cirrose hep tica. pulm . sendo usado como marcador tumoral. É utilizado em pacientes com câncer de mama para detecç o de recidiva. pâncreas. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 35 U/mL ˜ Negativo — 35 a 65 U/mL ˜ Elevado — > que 65 U/mL ˜ Positivo Nota: Este exam eve ser utilizado para diagnóstico. endoc rvix e trompas. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. met st ases e monitorizaç e tratamento. . Deve ser realizado pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura. colo uterino. . gestaç o.JO 8h. Condi o: 0.

S consideradas alteraç es significativas. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. Laboratórios: Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta.JO 8h. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. coagulaç fibrinólise. inclusive linfomas. ñ ‘u’u“u‘ “u‘  ò ˆ€‰à” “ ˆ € ‰ Á — u ”  † † “ “ “u‘ óuô ô u – Instituto de Patologia Clínica H. . N recomendado para triagem de forma isolada. PARDINI 195 . Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Tem papel regulador nas enzimas do complemento. A forma co ita. inibidor de protease. havendo diferenças g ticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador). o angioedema heredit rio. cistos espl ico.5 mL de Soro. presente no soro e plasma de indivíduos normais.CA 19/9 Coment  rios: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino gross tico. endometriose. doenças benignas e pacientes normais. havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia tica. Duas formas dessa defici ncia s scritas: a forma cong nita e a adquirida. ñ ‰«” ¡ ”u–u ™™ ” m † † ˆu‰â‘uˆ “u‘ ò “u‘ ˆ “u‘ ¡ u” u–  €” u–  ”€‘ † ˆ t ‰ † ˆu‰ óuô ⠔ u‘ €ˆ ù ‰ €— ” †  ”ô R †Rþ vv   C1S Esterase Inibidor Coment  rios: É uma proteína de fase aguda. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ™ Homens d 29 a 42 mg/dL ™ Mulheres d 26 a 39 mg/dL Condi o: 0. É sintetizado nas c lulas epiteliais. comum ocorrer a defici ncia funcional. fibrose pulmonar. podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. A sua defici cia leva ao edema angioneurótico. cistadenoma ducto h tico. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ™ < que 37 U/mL d Negativo ™ 37 a 120 U/mL d Elevado ™ > que 120 U/mL d Positivo Nota: Este exam ve ser utilizado para diagnóstico. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo. hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. Condi o: 0. para fins de comparaç o. Síndrome de Sjögren. aquelas superiores a 50% do valor anterior. pancreatite crônica. Nas formas adquiridas. muitas vezes associadas a v rias doenças. caracterizada por episódios recorre ntes de edemas.5 mL de Soro.

2 mL de Soro. Nesses casos encontra-se. Conservaç o de envio: Entre 0 o e .Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em níveis protetores de forma duradoura.JO 8h. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e f negativo e ≤ 0.09 f indeterminado e f positivo ≥ 1.10 Condi o: 0. auto anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL.5 mL de Soro. naturalmente ou por vacinaç o. .7 a 33% dos pacientes).90 0. ˆu‰ ˆu‰Á– ñ ˆu‰ ™ óuô ò  ‘uˆu‰ Caxumba IgG/IgM Coment  rios: †Rþ ô IgG .JO 8h. hanseníase.91 a 1. infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. endocardite infecciosa. Entretanto alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. PARDINI . Os s de m s imunizadas. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç recente. IgA. tuberculose.Cardiolipina IgG/IgM. IgM . doenças infecciosas (síf ilis. podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. ”å‡ ñ ò  † mu”umu“ ˆ u ” “u‘ ˆu‰Rd um €” um “ ˆ ˆ ˆu‰ óuô ô 196 Instituto de Patologia Clínica H. mais raramente. cada. estes anticorpos est sentes. Em quadros crônicos. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e IgG f ≤ a 10 GPL e IgM f ≤ a 10 MPL Condi o: 0. se observando fenômenos trombóticos. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune).Test til no diagnóstico da Caxumba. apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade.10o C. Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite Reumatóide (7.

disfunç o esofagiana. independente do fator reumatóide.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. se til no diagnóstico dos pacientes com artrite reumatóide e FR negativo. Anti Coment  rios: h Anticorpos anti-centrômero s toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. É visto em 70 a 80 % dos casos de síndrome de CREST (calcinose. Cerca de 7% dos adultos saud veis t m esses anticorpos detect veis. ˆu‰«—u‰ ‡ ’€  “ ñ ò “€‘ óuô †ô ñ ò “€‘ “€‘   ˆu‰Á—u† ‰ ’€ † ˆ u ‰ « — u d m† † m†  uˆ ‰ Centrômero. A determinaç o conjunta com o fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido resultante de modificaç o da arginina.5 mL de Soro. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados em pacientes com AR.JO 8h. sendo til ao diagnóstico diferencial de outras colagenoses. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo: ≤ 50 U Condi o: 0. Absorç vitamina B12 (cobalamina) depende da produç fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido clorídrico.2 mL de Soro. Anticorpos anti -c lula parietal s encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. prediz evoluç o mais agressiva da AR. † ˆ ñ ˆ ‘€—u‰â‡ óuô ò  ”† ˆ ‡ †  ˆ€‰(”€‘ ‘u‰u ô C ’ lula Parietal. Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). esclerodactilia e telangiectasia). ˆu‰Ád ACA ˆ óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Valores elevados tam m podem ser encontrados em lceras stricas. . PARDINI 197 .CCP  g Citrulina. nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para diagnóstico precoce. câncer g strico e Síndrome de Sjögren. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anti Coment rios: Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR). Conservaç o de envio: Refrigerar. Anti Coment  rios: Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa.2 mL de Soro. Raynaud. Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator reumatóide.

M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 21. M todo: Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM Valor de Refer ncia: IgG i Homem j < que 1:16 i Mulher j < que 1:64 IgM i < que 1:8 Condi o: 0. um resultado normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson. entre 2 o e 8o C. bronquite. sendo ainda necess rio biópsi tica para confirmaç iagnóstica. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson.JO 8h. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda. A maioria das mulheres apresentam infecç o assintom tica. sinusite e pneumonia.76 vezes. . PARDINI .2 mL de Soro. Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Ceruloplasmina Coment  rios: A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina).JO 8h. ˆu‰ádu— ñ óuô ò “€‘ “ “ “ ˆu‰í—€ ” †ô Chlamydia tracomatis Coment  rios: A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente.0 mg/dL Condi o: 0. Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas com infecç s n tectadas em gestantes.  ñ  ‘uˆu‰Á” ò † d ¡ ”u–u ˆ€‰(— ˆ u ‰ “€‘ óuô †ô Chlamydia pneumoniae IgG Coment  rios: A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite.0 a 53. ˆ ñ † ™ ” ˆu‰â—u” ò “€‘ ˆ † dà—€‰u”u‘  † ˆu‰ d –† ™” Ù óuô †ô 198 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias. .JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. t m sido observada a associaç populaç doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de 2. Cerca de 50% da  lta apresenta resultados positivos. que carrega 70 a 90% do cobre plasm tico. enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL Soro.2 mL de Soro . Entretanto. podendo levar à doença inflamatóri lvica. produzida no fígado. Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias nutricionais. infertilidade e gravidez ectópica. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar níveis mais baixos.

. e alguns hipertensos com protei ria. ™ ˆ ñ ‡ ò óuô ô uˆ R ‰ u– ‰ ò † Óëud ˆu‰ †† ˆ ˆ ˆ€‰ ” ”u–u ¡ u‡ m  ˆu‰«’ ˆu‰ ˆ  ™† ” ‘u‡ † ˆuˆu‰ ‰ Cisticercose Coment  rios: A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central.5 mL de Soro. 0. sem correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular. É importante citar que elevaç s da cistatina C. sua concentraç s rica depender se que exclusivamente da capacidade de filtraç lomerular.74 a 1. Conservaç o de envio: Refrigerar.5 mL de Líquor.55 mg/L > 50 anos Condi o: 0. ñ óuô ò “€‘ ô ˆu‰ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal. . Assim. do sexo ou da alimentaç . . Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa. PARDINI 199 .4o C. sendo capaz de detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . entretanto.33 mg/L k 0. sendo que apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva. V rios estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a .JO 8h . tumores malignos.63 a 1.JO 8h .O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. Sua concentraç independe da massa muscular. a seguir. sendo. foram descritas em pacientes com o mieloma m ltiplo.5 mL de Soro.7 mL de Soro. A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal. Sorologia pode complementar o diagnóstico. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1 a 50 anos k 0. ñ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ‡u‘ “  ™” óuô  ô ˆu‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.JO 8h. 0. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .Cistatina C Coment  rios: Útil como ma rcador da funç renal.5 mL de Líquor. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. reaç s cruzadas com equinococos podem ocorrer.4o C. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . cirros tica.

5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). Informaç es nece rias: Informar. por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados títulos baixos por at meses. Cerca de 85% da populaç ult soropositiva. Assim.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.IgG: Negativo Condi o IgG: 0.Citomegalovírus Coment  rios: O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita. sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos. pois.99 m indeterminado l ndice > 0.80 a 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Essa avidez aumenta progressivamente em semanas. Tem grande poder de predizer rec m-nascidos infectados. Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç ssada ou recente.. sendo que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. se est r vida e se fez este exame anteriormente. Líquor. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina).JO 8h.80 ndice 0. . Assim. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ †Rþ ô ô B B B ò  ˆ€‰ ô †Rþ ˆu‰ Continua. entretanto. A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide. . . Por ltrapassar a barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c nita. † †  ˆ †  ÿ ™ ™” ˆu‰ vv  Á’   ˆu‰Á–ud ˆ  ˆ€‰(d€‰ ™ ™” ˆ   ™† ‘uˆu‰÷—u” ™” † † ˆu‰Rˆudu‰ — ‰ud ‘u’€† “ ˆ ˆ€‰ ‰u‘u’u“ ‘uˆu‰  ˆu‰ ‡ ˆt‰ † ‰R‡ ELISA IgG e IgM IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . deve-se repetí-lo após 15 dias. Recoleta na convalescença (após 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda. vendo. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. caso colhido precocemente.IgM: m negativo l ndice < 0. Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado. Falso -positivos tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus. ñ óuô ò IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valorl de Refer ncia . PARDINI . de infecç es passadas e reinfecç es. essa determinaç muit til para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses.MEIA Valor de Refer ncia . 200 Instituto de Patologia Clínica H. Geralmente permanecem detect veis por 3 meses.99 m positivo Condiç o IgM: 0. ser avaliado como um indicador absoluto de infecç recente. Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno. quando utilizado antes de 18 semanas de gestaç .. para afastarmos infecç o pelo CMV.JO 8h.

PARDINI 201 .00 UA/mL n Positivo o ≥ 6. Instituto de Patologia Clínica H.3 mL de Soro..JO 8h. As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est ausentes no hipercatabolismo.5 mL Soro..5 mL Soro p/ cada. para coagular. ñ ò ô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses ô ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ Complemento CH 100 Coment rios: Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica). . Imediatamente. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos (glomerulonefrites.IgG : n Negativo o < 4. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. lupus eritematoso sist mico. separar o soro e congelar.p. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. artrite reumatóide).CITOMEGALOV RUS Ÿ ELFA .Continuaçao.00 UA/mL Valor de Refer ncia .70 a < 0.00 UA/mL n Indeterminado o ≥ 4. Laboratórios: Após a coleta de sangue. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.m.  ñ óuô ò  “u‘ “  †  ˆu‰ uˆ ‰ ô u – Continua.00 e < 6. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. ñ ò ò óuô †ô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: ELFA Valor de Refer ncia: n Baixa avidez: inferior a 30% o n Inconclusivo: entre 30 e 60% o n Alta avidez: superior a 60% o Condiç o: 0.70 n Indeterminado o ≥ 0. Conservaç o de envio: Refrigerar.IgM: n Negativo o < que 0..90 Condi o: 0.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY ..90 n Positivo o ≥ que 0.IgG e IgM M todo: ELFA Valor de Refer ncia . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ≥ 60 U/CAE Condi o: 0.

Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.m.m. Continua. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Laboratórios: Após a coleta de sangue. separar o soro e congelar.0 mg/dL Condi o: 0.p. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 70. glomerulonefrites e outras. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. É til no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES. lupus eritematoso sist mico (LES).3 mL de Soro. Imediatamente.  ˆu‰Û—u” †  ñ uˆ Û ‰ u— ” ¡  “ ‰u‘€’u“ óuô ò ô u – 202 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI ..5 mL Soro. Laboratórios: Após a coleta de sangue. onde consumo de complemento: LES. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase aguda.. ñ  ÿӆ óuô ò ˆ€‰ “ † ˆ€‰ ô u – C3 Coment rios: A quantificaç C3 tilizada para avaliaç indivídu os com defici ncia c nita deste fator ou portadores de doenças por imunocomplexos. . para coagular. artralgia e nefrite. Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a susceptibilidade a infecç es.Continu õuó€ô o.m. .JO 8h.COMPLEMENTO C1q Coment rios: OC ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1. para coagular.3 mL de Soro.JO 8h. Imediatamente. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.0 a 176. para coagular. ñ uë †  €ˆ ‰Á —  óuô ò ˆ€‰ “u‘  ˆu‰ “ † ‡ ô u – ™ C2 Coment rios: O C o segundo componente do complemento. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: 4 a 24 µg/mL Condi o: 0. lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites. separar o soro e congelar. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.. Níveis s ricos de C1q est iminuidos na doença de imunocomplexos.. Laboratórios: Após a coleta de sangue.p. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: Superior a 125 µg/L Condi o: 0. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p. O material deve ser transportado para o laboratór io congelado. Imediatamente. separar o soro e congelar.

2o. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. m s de gestaç o e n o filhos (1o. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.  ñ  óuô ò † † ™” ™ †Rþ ô vv  R’  “ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.5 mL Sangue Total em EDTA.p. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. PARDINI 203 . por isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional. separar o soro e congelar. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.. . Informaç es nece rias: Informar se a cliente est r vida.5 mL Soro. etc. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 12.m. o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente à hemólise. cefalosporinas. glomerulonefrite. ñ •u‡u–  óuô ò ˆu‰Û—u”  †  “ uˆ ‰ ˆu‰Á—ud “  ‰€‘u’u“ ô u – Coombs DIRETO Coment rios: O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes.4o C. triagem de anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais. Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas.Continu õuó€ô o.JO 8h. M todo: Teste em Gel (Micro Typing System) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. para coagular.COMPLEMENTO C4 Coment rios: A quantificaç C4 tilizada para avaliaç de indivíduos com defici ncia c nita deste fator ou de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento: us Eritematoso Sist mico. Laboratórios: Após a coleta de sangue. etc). Imediatamente. sulfonamidas.0 a 36. Conservaç o de envio: Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta.  ñ óuô ˆò ˆu‰ † ™ˆ ô ˆ u– † INDIRETO Coment rios: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do complemento ligadas às hem cias. alfa metildopa e insulina.5 mL de Soro.. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível.0 mg/dL Condi o: 0. tetraciclina. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar . doença do soro.

estando associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç . Essa amostr ve. pesquisa Coment  rios: Criofibrino io  ma proteína que tem ˆ€‰(–€‰u—u” dۑuˆu‰Û—u” ‰uu’ a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. ser colocada na geladeira. Essa amostra o deve.0 mL de Sangue Total em EDTA.p. ser colocada na geladeira. .p. Laboratórios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. pesquisa Coment  rios: A presença de crioaglutininas em título superior a 1: indicativa de infecç por Mycoplasma pneumoniae. Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença da crioglobulina (IgM-kappa). Laborató rios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta.JO 8h. Transportar o Soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. pesquisa Coment  rios: É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas.JO 8h.m. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período de 8 a 30 dias após o início da infecç . Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. PARDINI . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 1:32 Condi o: 0. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. ñ óuô €’ “u‘ † ˆuò ‰ R v  ” u‘ ˆ ˆu‰R‘u”€‰ ˆu‰ u– Crioglobulinas. em hipótese nenhuma. processos inflamatórios. mieloma m ltiplo.m. Centrifugar o sangue por 10 minutos a 2000 r. Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente refrigeradas ou uso de antibióticos. JO 8h. Essa amostr ve. doenças auto -imunes como l pus.5 mL Soro* + 1. doenças infecciosas agudas ou crônicas. ñ óuô ˆò ˆu™ ‰” ¨ ÿ† ™” ˆu‰ ô u– ˆ Criofibrinog T nio. Transportar o soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Conservaç o de envio: O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n ser armazenado com o c ulo. Informaç es neces rias: Informar se est m uso de anticoagulante.m. incluindo infecç natal. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3.p. ser colocada na geladeira. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. macroglobulinemia de Waldenstron. em hipótese nenhuma. Laboratórios : *A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta.0 mL de Soro. doenças malignas. estando associada com desordens na coagulaç . em hipótese nenhuma.0 mL de Plasma (Citrato de sódio). ñ óuô ˆuò ‰ ‡ ‡ u– ˆ u ‰ dà‘€ˆu‰à—€” 204 Instituto de Patologia Clínica H. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç o. .Crioaglutininas.

Tem valor diagnóstico quando realizado em sorologias pareadas. da mesma maneira. M todo: Aglutinaç o . Na infecç terci ria os títulos s o mais baixos. pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico.Lavado Brônquico Alveolar . Den 2. mas na maiori indetect vel após 60 dias. IgM tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. ñ ˆ † —u” ˆ d†  ˆ † ò  ˆ ˆu‰   d Ó ‘ u ˆ u ‰ “ ˆ u ‰ Á — u ”  — u  ˆ€‰  ˆu‰Û–  ‰†  “u‘ ˆ€m‰ †  “u‘ óuô  ô †Rþ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. ˆ ™” † † “ u” † ‰ † † —€” IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença.5 ml de Soro . e da aplicaç o de vacina para febre amarela. diminuiç do título de antígeno corresponde a bom prognóstico. o que acarreta em altas taxas de falso-positivos.Pesquisa Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Den 3 e Den 4.Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas. H possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos. Em alguns casos de infecç rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de doença. IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias. entre elas o vírus da febre amarela. Conservaç o de env io: At dias entre 0o e . Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças. O vírus da deng da família flavivírus que cont m 70 esp cies.Urina. Anticorpos s detect veis por 60 dias. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos. relacionadas com fatores reumatóides. . ”R‡ ñ óuô ˆò ™” ˆ ˆu‰ ô Dengue.5 mL de Soro p/cada.JO 8h. o que possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos.10 o C. Esse dad importância diagnóstica. . Reaç s falso -positivas podem ocorrer. Causa comum de falso -negativ a coleta prematura.JO 8h Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o a 8o C.Cryptococcus Neoformans Coment  rios: Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e. PARDINI 205 . IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses. .Líquor . Uma pequena porcentagem de pacientes com infecç secund ri t m IgM detect vel. pesquisa Coment  rios: S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1.

neoplasias. mesmo com a remiss clínica da doença.JO 8h. Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas. devemos ressaltar sua baixa especificidade. M todo: Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Sua determinaç til no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). que tectado uma hora após formaç trombo. em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos. Nestes pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90% na identificaç o de TEP. Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç . ñ † ™” † ô óuô uˆ ÷ ‰ u” ‘ ò “€‘  ˆ€‰ † u‡ –  206 Instituto de Patologia Clínica H. pós -operatório (at semana). Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados a baixos níveis de complemento significam doença em atividade. sepses.20o C em tubo pl stico contendo aprotinina (anti-plasmina) e envi -lo congelado. PARDINI .Dímero D Coment  rios: O Dímero-D (DD) m produto da degradaç a fibrina pela plasmina. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-dsDNA s contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e marcador de acometimento renal. Ressalta-se que as dosagens do DD s rico realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex. † ñ  ˆ óuô ò ˆu‰Ó— ˆu‰ † ‡ ˆu‰Û—u‰ † — ˆu‰Û—u‰ † u— ” “ m † ˆu‰«† ”u‘ ™ ˆ € ‰ “u‘ †  ˆu‰ ˆu‰Ûd  †iÿ ô   DNA. Entretanto. Conservaç o de envio: At dias em temperatura inferior a . confirmada à cintilografia ou angiografia . . Laboratórios: Centrifugar imediatamente após a coleta.2 mL de Soro. Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. auto -imunes e infecç s como a esquistossomose e a mal ria. e permanece elevado em m ia 7 dias.5 mL de Plasma citratado. coagulaç intravascular disseminada. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) Valor de Refer ncia: 68 a 494 nanog/mL Condi o: 0. Níveis elevados tam m s contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo do mioc rdio.20o C. por m os títulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados. insufici cia cardíaca e pneumonias. anemia falciforme. .J 4h.

Níveis baixos podem ser encontrados na desnutriç .3 g/dL Condi o: 0.5 mL de Soro. alfa1. M todo: Eletroforese em Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Albumina 52. Em um soro normal.0 a 14.5 a 1. doença inflamatória cr ônica. VLDL (pr betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas. con ita ou adquirida.0% 3. Masc. Bandas m ltiplas.5 a 13. LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento policlonal de gama-globulina por reaç s imunes. .0% 0.0% 0.6 g/dL Alfa 1 2.1 a 0.0 a 22.2 g/dL Beta 8. infecç s respiratórias e de pele e artrite reumatóide.0% 0. As lipoproteínas podem ser separadas atrav s de eletroforese.5 a 1.JO 12h. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose. Conservaç o de envio: At dias entre 2 o e 8o C. M todo: Eletroforese em Gel Agarose Valor de Refer ncia: Adulto Criança Fem. infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas.0% 0. PARDINI 207 .1 g/dL Gama 12.4 a 2. doenç tica e neoplasias.2 a 5. Continua. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. beta e gama) s visíveis.5 a 1.6 g/dL Relaç o A/G 1. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda alfa2. JO 8h. 5 bandas (albumina. aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes gen ticas. Bandas intensamente coradas das regi es alfa à gama em reas que normalmente cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais. Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem defici cia imune. usualmente.0 a 65. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram com as alfa-1-globulinas.Eletroforese de Lipoproteínas Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias. alfa2. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante.0 a 5. †   ñ  ò ˆu‰ ™ † † óuô † †©¨ ô  u– †©š Eletroforese de Proteínas SORO Coment rios: É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta.6 Proteínas Totais 6. Alfa 30 a 36% 27 a 37% 19 a 27% Pr -Beta 09 a 15% 04 a 12% 08 a 16% Beta 50 a 60% 54 a 66% 57 a 73% Condi o: 0. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2 (Haptoglobina) sugerem uma reaç fase aguda.4 a 8.  ‡ †  “u™ ‘ ò “u‘ ˆu‰à—€” u‘ uˆ ‰ ˆu‰ “ “ ˆ † ‘udݐ ™ ˆu‰à—€d  ñ ™” ˆ ’u“€‘ ™ ” “u‘ ˆ d ”u–€ ¡ ™” óuô †»þ ô ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Laboratór ios: Enviar material o mais r ido possível..4 g/dL Alfa 2 7. bem como em gr vidas e na terapia com estrógeno.5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta). Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados de estrógeno..

Continu CONCENTp“”•”– O NO L¼ QUOR õuóuô o.0 mL de Líquor.. . PARDINI . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. -N sar conservante. Instruç es de Coleta Veja Urina 24 horas .  ñ † ò ˆ€‰(” ‡ óuô †©¨ ô  CONCENTp“”•”– O NA URINA Coment rios: Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. como paraproteínas. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m gel de agarose Valor de Refer ncia: Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h Alfa 2 7. Nestes casos indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica. Particularmente na esclerose m ltipla.4 a 11% 11 a 17 mg/24h Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h Gama 15 a 22% 23 a 33 mg/24h Proteínas Totais at 150 mg/24h Condi o: Urina 24h. 353 ñ ˆ ‡ ò ˆ€‰(” ˆu‰ ¡  óuô ˆu‰© † †©¨ ô –u€’ 208 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Pr -Albumina 2 a 7% Albumina 56 a 76% Alfa 1 2 a 7% Alfa 2 4 a 12% Beta 8 a 18% Gama 3 a 12% Banda/Faixas Oligoclonais Ausente Proteínas Totais 15 a 45 mg/dL Condi o: 5. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças degenerativas..Refrigerar.ELETROFORESE DE PROTE NAS Ÿ Coment rios: O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central.

Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti. podem n o ser detectados em indivíduos com infecç s leves ou moderadas. a reaç o se torn a positiva. ñ óuô ˆu‰à—€”à’ ‡ † d ò “€‘ ˆ ‡† ˆ ˆˆu‰Ó—u”åd ˆu‰»‰ Epstein Barr IgG e IgM. ”î‡ Na DC. PARDINI 209 . e sim. É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado negativo nos testes. toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e hematológicos s freqüentemente superponíveis. títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ascaris).  ˆ ™” ñ † “€‘ ò óuô ˆ ô †  ™ ” ˆu‰  ˆ ˆu‰ ˆ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Se repetido após alguns dias. Outra possibilidade doenç seja mononucleose. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. M todo: Imunofluoresc cia Indireta . no início da doença. . ñ dî‘uˆu‰  ò ˆ u’ u“ ‘ ˆu‰ † “u‘ ˆ ™ ˆu” ‰ † q EBV “u‘ ” ë € ö ”d † u— ö óuô  Esquistossomose IgG Coment  rios: †Rþ ô ‰R‘uˆu‰ ˆu‰ Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença.gliadina. Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma.Líquor.Substrato Cerc ria Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia.5 mL de Soro p/ cada. Presença apenas de anticorpos IgG traduz infecç o antiga. que caracterizam infecç recente. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç . Entretanto. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Ciclos de congelamento/descongelament s recomendados. como só IgM. a ingest o de gl ten leva a produç nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos antiendomísio. . Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o pr via.6 mL de Soro.Endomísio. Endomísio  ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande atipia linfocit ria.JO 8h.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . Após início de terapia de restriç l ten. O padr ro para diagnóstico de DC biópsia intestinal.A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de classe IgG e IgM. anticorpos anti Coment  rios: †ô A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos heterófilos na vi cia de quadro clínico.JO 8h.2 mL de Soro .

.Líq.: Pesquisa de anticorpos para antígenos extracelulares do Streptococcus A: Estreptolisina O.JO 8h. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em títulos geralmente at :160 na artrite reumatóide. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. Pleural . Sinovial . Reaç s falso negativas podem ocorrer na presença de anticorpos anti -SSA/Ro. Anticorpo Padrs o Características 't( DNA nativo Perif0 rico e HomC LES associado a nefrite )C uv' Histona Hom'(t )(uCv ' LES .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA). devido a possibilidade de contaminaç material durante a punç o. Pericardico. Scl-70 Nucleolar e pontilhado fino 75% dos pacientes com a forma difusa da ESP Centrômero Pontilhado característico Síndrome de CREST SSA/Ro Pontilhado ou negativo LES. ñ ™” † ˆu‰ u– ˆˆ ˆò † ˆ ˆu‰ óuô †Rþ ô Fator Anti-Nuclear (Hep 2) Coment  rios: Anticorpos antinucleares s o detectados por imunofluoresc ncia indireta em substratos de c lulas humanas .Estreptozima Coment  rios: O teste de estreptozima (STZ) ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos. Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada. Ascítico . Altos títulos est&(' presentes na DMTC. hepatite auto-imune e em cerca de 10% de pacientes acima de 50 anos. Cerca de 98% dos pacientes com lupus eritematoso sist mic tratado t m o teste de Hep 2 positivo. n o apenas contra a estreptolisina O.Substrato: C lulas Hep 2 Valor de Refer ncia: Negativo Obs. Síndrome de Sjogren LES-lupus eritematoso sist) mico. esc lerodermia. LES Jo-1 Citoplasmw tico Polimiosite PCNA Pontilhado característico LES Lamin Perif0 rico Significado clínico desconhecido Complexo de Golgi Citoplasmw tico LES. de Sjogren SSB/La Pontilhado fino Síndrome de Sjogren. Títulos se elevam 1 semana após infecç aguda e podem permanecer por at 2 meses. ñ Sm Pontilhado 25-30% dos pacientes com LES RNP Pontilhado LES. Pode -se encontrar resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa. . lupus subcutâneo. Condi o: 0.JO 8h. DNase e NADase. Condi o: 0. Após o teste de triagem positivo deve ser feita a dosagem de auto-anticorpos separadamente.Líq. Estreptoquinase. PARDINI . ESP-esclerose sist) mica progressiva DMTC-doença mista do tecido conjuntivo ò “€‘ † óuô ˆu‰R—u‰ ˆ †ô 210 Instituto de Patologia Clínica H. N xiste relaç tre os títulos de ANA e a atividade da doença. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 100 U Stz Obs. Hialuronidase. lupus induzido por drogas ˆu‰Û” ˆ r FAN uˆ à ‰ €” ‘ “ “ ‰ö‘€ˆu‰ † ™” ™” “ † M todo: Imunofluoresc cia Indireta . anticorpos anti-DNA de fita simples (ss-DNA) e durante o uso de corticóide ou outra terapia imunossupressora. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. S.Líq.2 mL de Soro Líquor . lupus neonatal.: A pesquisa de anticorpos em líquidos corporais deve ser realizado em paralelo com o soro.Líq. síndrome de Sjögren.Hep 2. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR).JO 8h. tripanossomíase. A nefelometri m todo atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR. hepatite viral. pseudogota. algumas consideraç s devem ser realizadas na interpretaç seu resultado: FR positivo em 5 a 10% da populaç saud vel .L ¼ QUIDO SINOVIAL M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro. † ˆu‰ ™ ”  ™ d ¡ ”u–u ò † ˆu‰«—u”   † ‘€”u’ud † d†‰ NEFELOMETRIA .2 mL de Líquido Sinovial. presente em 10 a 40% dos portadores de infecç es crônicas (sífilis. PARDINI 211 . ñ óuô AGLUTI ’”“”•”– O . apresentando maior especificidade e sensiblidade. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . ñ †ô óuô †ô ˆò Febre Amarela Coment  rios: IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.25 mL de Soro ou Plasma (Heparina) p/ cada. entretanto. artrite reativa. S.Fator Reumatóide Coment  rios: O fator reumatóide (FR) m auto -anticorpo. dirigido contra IgG. Falso -positivos podem ocorrer devido a vacinaç o e reaç cruzada com outros flavivírus (incluindo os vírus da dengue). . ñ O vírus da febre amarel respons vel por quadros que variam de sintomas auto-limitados à forma hemorr ica. doenç tica crônica e endocardite). lepra. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença.Colher 7 dias após iníc io dos sintomas. mal ria. da classe IgM.JO 4h . esclerodermia. u’ d†  ˆ ˆ ˆu‰ óuô ò  †ô Instituto de Patologia Clínica H. FR tivo em 1/3 dos pacientes com AR. Na recidiva da infecç o IgM e IgG podem se positivar com 4 a 5 dias de doença. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. brucelose. IgM ELISA permanece positivo por um curto espaço de tempo. doenças que cursam com aumentos de gamaglobulinas podem causar falsos positivos biológicos (LES. polimiosite e polimialgia reum tica). Sjögren. e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos. após congelar. gota.SORO M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 35 UI/mL Condi o: 0. tuberculose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. esquistossomose. Sorologia se torna positiva 7 a 10 dias após início dos sintomas.

especificidade de 96. osteomal cia. Ao contr rio da pesquisa de microfil rias.Filariose Coment  rios: No Brasil a filariose causada pela Wuchereria bancrofti. A evoluç ros crônicos pode trazer graves seqüe las: hidrocele.JO 8h.4 U/L Homens: ≥ 25 anos y 15. Doença de Recklinghausen.10 o C.6 U/L > 56 anos y 14. . raquitismo por car cia de vitamina D. gravidez.8 a 43. elefantíase de membros. tendo como vetor o mosquito Culex.0 a 41. bancrofti por m todo imunocromatogr fico apresenta sensibilidade de 100%. Doença de Gaucher.4%. A fosfatase alcalina óssea se localiza na membrana plasm tica dos osteoblastos.3 U/L Condi o: 0. intestino e placenta.6 a 30. mamas e or s genitais. com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. . pois esta possibilita reaç es cruzadas com outras parasitoses. Doença de Niemann -Pick. M todo: Imunocromatografia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a amostra para pesquisa do antígeno da W. tumores ósseos prim rios ou metast ticos. rins. PARDINI . As amostras em ser submetidas a mais de 3 ciclos de congelamento/descongelamento. fraturas. ’uˆ€‰  ˆu‰Ó”u‘ ˆ x Esquel ’ tica  ñ ò  ˆu‰ ˆ †  “ u ‘ ˆu‰Ó—u‰   ˆ€‰ óuô †Rþ ô ‘€ˆu‰R–u‰u— 212 Instituto de Patologia Clínica H. bancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia. ñ † u ˆ » ‰ Á d udu— ë ’€ˆu‰ ˆu‰â—  ˆ ò ô “u‘  † ™ †  óuô Fosfatase Alcalina Específica Óssea Coment  rios: Útil como marcador da formaç o óssea. Níveis diminuídos podem ser encontrados na hipofosfatesemia heredit ria.5 mL de Soro.JO 8h. A pesquisa do antígeno da W. bancrofti superior a determinaç o de anticorpos por imunofluoresc cia indireta. fígado. A fosfatase alcalina presente no soro produzida em diversos ór s: osso. crescimento ósseo fisiológico da criança. A detecç o antígeno da W. hiperparatireoidismo. estando envolvida no processo de formaç o e mineralizaç s ossos. síndrome de m -absorç .3 mL de Soro. hipertireoidismo e no tratamento da osteoporose. M todo: Imunoensaio por Captura Valor de Refer ncia: Mulheres: 25 a 55 anos y 11. desnutriç . Níveis aumentados s contrados na Doença de Paget. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .

M todo: Reaç Ci tica Quantitativa Valor de Refer ncia: 4. induzida por drogas (sulfas. A dosagem de anti -gliadina IgM rega poder diagnóstico. sem significado patológico. Condi o: 1. Reduç s títulos de gliadina ocorrem em meses após o início da restriç o diet tica. “u‘ ˆ€‰ †   †  m † Á— ñ ˆuˆu‰ ‰ ÿ @‘ ÿ† ò  ™” ”u‘ † ™” ˆ ˆ † óuô  ™” ô¡‰ †R þ ÿ †iÿ • ¡ ‰ vv  ˆu‰R—u” ˆu‰R—u”Rd Instituto de Patologia Clínica H.Gliadina. anti-mal ricos. PARDINI 213 . ligada ao cromossomo X. derivados Vitamina K. . Anti-gliadina IgG est resente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença. Resultado negativ fasta completamente DC.5 U/G Hb Nota: Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento e em outras situaç s onde ocorram predomínio de hem cias jovens (exemplo: anemias hemolíticas). O padr o ouro para diagnóstico de DC a biópsia intestinal. Anti-gliadina IgA est presente em 75 a 90% dos casos de DC. Detecç o molecular da mutaç (G -A) da G6PD tam m est isponível.5 mL de Soro p/ cada. g tica. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemólise.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA/ACD). anti-histamínicos). ò óuô Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase { G6PD SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: A defici cia de G6PD ma enzimopatia comum. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (at 2 meses de idade) e em outras situaç s em que ocorram predomínio de hem cias jovens (ex: anemias hemolíticas) sem significado patológico. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-endomísio. a ingest de gl ten leva a produç o de anticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-endomísio. ”î‡ ñ IgA e IgG †R8þõuóuô © †  ˆu‰ ‡ ˆ ‰R‘uˆ€‰(d ˆ “ “  Û – “ ˆu‰Û— ˆ ‘€ˆu‰Ádu’ † †  ˆ ˆu‰Á—€‰ Valor de Refer ncia: Negativo z < 20 unidades Indeterminado z 20 a 30 unidades z > 30 unidades Positivo Condi o: 0. At ras se enviado em EDTA. A detecç e anti-gliadina IgG importante pois 10% dos pacientes portadores de DC t m defici ncia cong nita de IgA. Na DC.JD 4h. Incide em at 10% da populaç . ingest spirina. infecç s bacterianas e viróticas e pela ingest o de fava. Informaç es nece rias: Checar se cliente foi submetido a transfus sangue. Conservaç o de envio: At ras se enviado Heparina ou ACD. M todo: Imunoensaio Enzim tico Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icterícia neonatal.6 a 13. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. paracetamol.

JO 8h. M todo: Hemólise em pH cido Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2.p. pr -natal ou para auxiliar na exclus ternidade. ‘ud † ñ  ” † ˆ€‰Ù— † óuô † ò †ô 214 Instituto de Patologia Clínica H. por 5 minutos. anemias hemolíticas induzidas por drogas).  ˆ€‰ ˆu‰ ˆ ˆu‰Õ‘ud ˆ  ˆ € ‰ ( — € ” ( – € d ñ ó u ô ˆu‰R” ô ‘u‡ | Rh (D) fraco ™” ˆ † Ham. produzida no fígado.0 a 48. . Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. É o marcador mais sensível de hemólise onde seus níveis est iminuídos (ex: hemoglobinopatias. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h.0 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). M todo: Classificaç m Tubo e Micro Typing System Condi o: 3. Os anticorpos do sistema ABO s turais.5 mL de Soro.m. ‘ud †  ñ óuô ò … ‰ †ˆ   ˆ ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ † €ˆ ù ‰ €— ” † Haptoglobina Coment  rios:  ma proteína de fase aguda (alfa2-glicoproteína). transplantes. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: } Rec m Nascido ~ 5.0 mL de Sangue Total (Citrato/EDTA/Oxalato/Heparina/Desfibrinado). anemias megalobl sticas. Passar o sangue desfibrinado para um tubo e centrifugar a 2000 r. enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situaç s patológicas (vide COOMBS).0 mg/dL Condi o: 0. Separar o Soro. formando um complexo qu removido pelas c lulas de Kuppfer. A determinaç o dos antígenos eritrocit rios deve ser feita para transfus o.0 a 185. que se liga A Haptoglobi irreversivelmente à hemoglobina ap ós a hemólise. PARDINI . O diagnóstic feito pela realizaç o do teste de Ham. Hepatopatias e uso de estrógeno podem causar níveis diminuídos. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. processos inflamatórios agudos podem falsear resultados verdadeiramente baixos. Conservaç o de envio: Enviar no mesmo dia da coleta. Laboratórios: Colher sangue do paciente em um Erlenmeyer de 50 mL contendo de 8 a 10 p rolas de vidro.Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU Coment  rios: Os antígenos eritrocit rios s geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas. entre 2o e 8o C. Embora seja um reator de fase aguda fraco e tardio. Os de maior express s o os sistemas ABO e Rh ou CDE.0 mg/dL } Adulto ~ 26. Fazer movimento rotatório at que haja formaç fibrina. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus o ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia autoimune..0 mL de Soro desfibrinado (colhido no mesmo dia) transportado em banho de gelo + 1.

JO 8h. duodenal e gastrite crônica. Cerca de 25% dos pacientes t m Anti-HAV IgM positivo por 12 meses. ñ ‘uˆ u‘ €— « ‰‡ ò  ˆ ’ u  ‡ dR’u ud u– “  ˆ ™” óuô †ô Hepatite A € HAV IgG e IgM. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo  índice < 0. Para prevenir este fenômeno. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. coli.JO 8h.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. É de scrito como fator de risco independente para câncer strico.Helicobacter Pylori Coment  rios: H. Vacinaç e levar a títulos detect veis de anti -HAV IgG. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Anti -HAV IgM surgem dentro da primeira semana de doença.90 e ≤ 1.90 Indeterminado  índice ≥ 0. PARDINI 215 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. N o apresenta reaç s cruzadas com o Campylobacter jejuni ou E. Mesmo após tratamento. t m pico em 3 mese s e caem em 4 a 6 meses. . a soropositividade pode persistir por anos o se til para controle ter tico. . Anti-HAV IgG surgem na convalescença e persitem por toda a vida. Raramente pode se manifestar como hepatite fulminante.10 Condi o: 0.10 Positivo  > 1. anti Coment  rios: O vírus da hepatite A causa uma doença autolimitada de transmiss fecal -oral e com período de incubaç ¤ ias. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a prese nça de fibrina.5 mL de Soro. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada. ñ óuô ˆ€‰å—u” å— “ ˆu‰R–u‰€— ò  “ ˆu‰  † •ô— Instituto de Patologia Clínica H. pylori tem forte associaç o com lcer strica.

MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. A persist cia de HBsAg por mais de 6 meses indica estado de portador ou hepatite crônica. . embora raramente. PARDINI . infecç o crônica (HBsAg em níveis indetect veis por m todos convencionais) ou infecç pr via pelo HBV com anti-HBs indetect vel. Condi o: 0. apresentar resultados falso-positivos ou falso-negativos. Em caso de incompatibilidade clínica. .: Este exame pode.JO 8h. Para prevenir este fenômeno.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Obs. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti-HBc IgG surgem com 8 semanas de infecç rsistem por toda a vida.JO 8h.  ñ ‘uˆu† ‰R–u‰ óuô ˆu‰ ˆ ò  ˆ  ‰ ( ‡ € ‘ ˆu‰R”(–€” ˆu‰  †  ˆ€‰ Continua. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina.. hepatite crônica ativa ou persistente. † ˆ ™ ™ ˆu” ‰ † •ô—  HbsAg  ANT GENO AUSTp LIA Coment rios: Aparece antes do início dos sintomas e mant m-se at 0 semanas. Hepatite fulminante ocorre em 1% dos pacientes. sexual e raramente. 216 Instituto de Patologia Clínica H. quando o HBsAg encontra-se em níveis inferiores à sensibilidade de detecç s m todos utilizados. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Entre 1 e 10% das infecç s pelo HBV evoluem para a forma crônica: portador assintom tico.Hepatite B Coment  rios: A hepatite B tem início insidioso e curso clínico mais prolongado. Este exame só deve ser interpretado pelo m ico. que ma característica do m todo. Pod e-se observar reaç s falso -positivas em pacientes heparinizados ou com desordens da coagulaç o e reaç s falso -negativas. A presença de anti -HBc IgM significa infecç aguda ou recente. atrav s de exposiç o a secreç es. O anti -HBc IgM pode ser ico marcador detectado nas hepatites fulminantes. ¼ ¶ † †ÿ ñ † óuô ò  ˆ ˆu‰R—u‰ ™ † ” “u‘ ™ ” † ††— †— ˆ HBc IgG e IgM. Sua transmiss pode ser parenteral. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .. à crit rio de seu m ico. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . Anticorpos anti-HBc IgM elevamse ao mesmo tempo que as transaminases e caem em 6 a 8 meses. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBc s o produzidos contra antígenos do “core” do HBV. dever o ser feitos testes confirmatórios. A presença de anti -HBc IgG isolado pode ocorrer na infecç recente (HBsAg j negativo e anti -HBs ainda sitivou).

Persiste por muitos anos.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBs s tect veis meses após o d esaparecimento do HBsAg.Continuacao. produzida durante a replicaç o viral ativa.MEIA Valor de Refer ncia: < 10 mUI/mL Condi o: 0.. . É til para deter minar risco de infecç m acidentes e de infecç o em crianças nascidas de m s infectadas. por m após a imunizac spera -se obter títulos de pelo menos 100 UI/mL.JO 8h. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . . após 2 a 3 semanas do desaparecimento deste antígeno. PARDINI 217 .JO 8h.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Pacientes com títulos de anti -HBs superiores a 10 UI/mL s considerados positivos. período em que lto risco de transmiss .  ñ ˆu‰ý—u”  óuô ò  “ ˆu‰R” ˆ€‰ ˆu‰ HBs. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBe s tect veis em 90% dos pacientes que foram HBeAg positivos.HEPATITE B HBeAg Coment rios: O antígeno “e” pode ser detectado na fase aguda. logo após o HBsAg. Permanece positivo cerca de 3 a 6 semanas.JO 8h. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . A presença de anti -HBs isolado pode ser encontrado após vacinaç ra hepatite B. mas t m melhor ev oluç menor risco de transmiss . Pacientes anti -HBe positivos podem ser portadores crônicos.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).  ñ ˆu‰«–ud † ò óuô  ‘ —€”   † ˆu‰ý ˆu‰R” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.. ñ ¡ åd óuô  ò  ˆ ‡ ˆ € ‰ ˆu” ˆu‰«” ˆ HBe. É uma proteína do HBV. podendo cair at íveis indetect veis. É o primeiro sinal de recuperaç . .

JO 8h. ñ †— óuô ò  ˆ u ‰ ⠗ u d ˆu‰ ˆ u ‰ ˆu‰âd ˆu‰  †š   ˆu‰ö—ud ˆu‰R—u‰  ˆ ˆ€‰ ˆ€‰ †  † •ô— Hepatite D Coment  rios: ƒ HDV. Anticorpos anti -HDV surgem 5 a 7 semanas após o início da infecç . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Aparece em pessoas com exposiç renteral m ltipla. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo.Hepatite C Coment  rios: ‚ HCV. ensaios de quarta geraç . M todo: Imunoensaio Enzim tico . podem reduzir esse tempo para 6 a 9 semanas. . s falso-positivos. a realizaç PCR est indicada. entretanto. sendo que 20% desses evoluir para cirrose após 20 anos de infecç o. Tem período de incubaç maior. A confirmaç soropositividade requer. maior colestase e mortalidade fetal durante a gravidez. fator reumatóide e doenças reum ticas.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio).ELISA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Torna-se positivo cerca de 27 dias após elevaç s transaminases e persiste por anos. anti O vírus da hepatite C freqüentemente causa infecç ssintom tica.3 mL de Soro. 70% dos infectados evoluem para forma crônica. PARDINI . à crit rio m ico.JO 8h. Para prevenir este fenômeno. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. hipergamaglobulinemia. anti O vírus da hepatite delta (HDV) m vírus RNA incompleto que requer o HBV para sua replicaç o. . A hepatite delta aguda tem t ncia a ser mais grave ou apresentar-se na forma fulminante.JO 8h. complementaç investigaç com RIBA (ensaio immunoblot recombinante). Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. ñ ˆu† ‰÷–ud ‡ óuô ò  d† ”u‘u—€“ ˆ€‰ ˆ †Rþ ô Hepatite E Coment  rios: ƒ HEV. anti A hepatite E tem transmiss fecal-oral e apresenta clínica similar a hepatite A.2 mL de Soro. A hepatite delta crônic mais severa que as hepatites crônicas B ou C. de 21 a 45 dias. A janela imunológica tem sido descrita como d e at meses. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. entretanto. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. vacinaç para influenza. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. O di agnóstic feito atrav s da demonstraç anticorpos anti -HEV pelo m todo ELISA no soro de pacientes infectados. Em caso de resultados indeterminados por RIBA (10 a 20% dos casos). Falso-positivos podem ocorrem em gr vidas. ñ ˆ€‰ † ò óuô  ˆu‰ ˆu‰ì—u” ˆu‰R—ud † ‰† †Rþ ô 218 Instituto de Patologia Clínica H.

ˆ ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ d÷‘uˆu‰÷” ˆ € ‰ à m u d € ‘ ˆu‰ád Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes. recomenda-se a colheita de duas amostras: uma na fase aguda e outra 15 dias após onde a elevaç título de pelo menos duas diluiç s sugere o diagnóstico.2 mL de Soro. a hidralazina. ñ ò  ˆu‰Á‰ óuô †Rþ ô Histoplasma Capsulatum. A procainamida.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro . . pois na infecç onata l ou pós -natal em geral os anticorpos s tectados de duas a quatro semanas após a infecç o aparecer.9 ‡ Indeterminado † 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Líquor. Em infecç e s her ticas bem localizadas pode correr estímulo anti ico para provocar elevaç título de anticorpos. juntamente com anticorpos para o ssDNA.A presença de anticorpos IgM nas duas primeiras semanas de vida estabelece o diagnóstico de infecç o c ita. a detecç IgM pode estar presente nas recorr ncias. e com aus ncia de quadro clínico sugestivo de infecç o aguda. quinidina e anticonvulsivantes s s medicamentos relacionados com auto-imunidade causada por drogas. Em outras fases da vida.4 ‡ Positivo † ≥ 1. Em caso de quadro clínico sugestivo.Na populaç m geral podem ser encontrados indivíduos com altos títulos de anticorpos.JO 8h. anti Coment  rios: A presença da reaç o de identidade contra a histoplasmina indica infecç tiva ou recente pelo Histoplasma capsulatum. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. “ ‘uˆu‰R‰ óuô ˆu‰Û” HSV ñ ˆ ‰u‘u’u“u‘ ò ’€“u‘ ™ ” ˆ  ˆu‰Óˆ ‘u” ˆu‰R—u” ˆ€‰(—€‰ ™ –† ˆu‰÷—u‰ “ ˆu‰«—u” vv   ( ’ ô †H• Histona. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 219 . . A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmaç . A sorologia negativ xclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura. formar das.Herpesvírus Simples 1 e 2 „ Coment  rios: IgG . No LES pode ser encontrado em 24% dos pacientes e na AR. em 20% dos casos.3 mL Soro. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: … Negativo † ≤ 0. IgM .5 Condi o: 0.0 a 1. Informaç es nece rias: Informar. Est ravida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Amostra reagente (positiva para HIV): presença de no mínimo duas bandas dentre: gp 160/120. devem ser retestadas pelos mesmos testes. neoplasias. Filhos m HIV pos itivo t m anticorpos maternos. As amostras com resultados iniciais discordantes ou indeterminados nos dois testes. Testes de triagem como ELISA. Cerca de 20% da populaç normal infectada apresentam resultados indeterminados no Western blot. Pacientes com fase avançada da doença podem apresentar reatividade.. Falsos positivos podem ocorrer em testes imunoenzim ticos nos pacientes com anticorpos anti-HLADR4.SIDA. simultaneamente.2 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. com um teste enzim tico positivo.JO 8h. Indivíduos de alto risco. . n o sendo pois a sorologia definitiva no diagnóstico. em seguida. Western blot utilizado como teste confirmatório. liberadas como amostra negativa para HIV.JO 8h. padronizou procedimento seqüenciado para diagnóstico sorológico de HIV em maiores de 2 anos de idade: o diagnóstico sorológico só pode ser confirmado após lise de no mínimo duas amostras coletadas em momentos diferentes. Pacientes com amostras reagentes em ambos os testes devem ser submetidos. 220 Instituto de Patologia Clínica H.HIV  Coment rios: A infecç los vírus HIV 1 e 2 leva à Síndrome da Imunodefici ncia Adquirida . deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. hepatites alcoólicas. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.. Etapa de Triagem sorológica : devem ser realizados dois testes distintos como ELISA. r Ÿ  †  ô• — Continua. Os testes imunoenzim ticos t m sensibilidade e especificidade em torno de 98%. . . multíparas e politransfundios. Etapa de confirmaç sorológica pelo Western blot : s utilizados os seguintes crit rios de liberaç o do exame: . portadores de dist rbios imunológicos. ˆu‰ý–€” “ ‡ “u‘ “ “ † ‘€ˆu‰ ˆ  ˆ€” du‘€ “ ‘uˆuˆ€‰ ‰ “u‘ ˆ ˆu‰ ˆ ˆu‰ “€‘ ˆu‰ † ˆ ˆ ˆu‰ HIV 1 e 2. Amostra n o-reagente: aus cia de bandas. sendo ao menos um capaz de detectar HIV 2. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. PESQUISA ELISA – ENZIMA IMUNOENSAIO Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP160. MEIA ou ELFA. outras viroses.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). Apresenta 1 a 2% de resultados falso-positivos. . Para prevenir este fenômeno. GAG P24 e PEPTIDEO ANT70 (SUBTIPO “O”) HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. A portaria 488 de 1998. PARDINI . Amostra indeterminada: qualquer padr o de bandas diferentes dos descritos acima. à etapa confirmatória (imunofluoresc cia ou Western blot). vacinados para influenza. Recomendase recoleta após 30 dias para confirmaç sorológica. indeterminadas ou discordantes devem ser submetidas a testes confirmatórios. t m valor preditivo positivo de 99%. se reagentes. ELFA e MEIA devem ser confirmados por ensaios mais específicos (Western Blot ou imunofluoresc cia). p24. sendo que: se resultados negativos. As amostras n o reagentes nos dois testes ter seu resultado definido como amostra negativa para HIV. gp 41. óuô óuô † •ô— MEIA – IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS Pesquisa de anaticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0.

. . pesquisa Coment  rios: O vírus HTLV est ssociado a leucemias e desordem neurológica crônica (paralisia es stica t ropical).JO 8h. M todo . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.. Laboratórios: Devido a possibilidade de contaminaç o da amostra este exam da amostra. Citrato ou EDTA).Liquor: Aglutinaç o Condi o: Líquor. MEIA s tilizados para testes de triagem. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.5 mL de Soro (pode ser inativado .Continu ELFA DUO M todo: ELFA .Sangue: Imunoensaio Enzim tico Condi o: 0. M todos do tipo ELISA.6 mL de Soro. ELFA.: A pesquisa de anticorpos no líquor. ñ † •ô— CONFIRMATÓRIO óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ ”÷‘uˆu‰÷–u‰u—u” ser incluído após manipulaç o ˆ HTLV I e II..3 mL de Soro ou Plasma (Heparina. Sua triagem em bancos de sangue rigatória devido sua transmiss renteral. Valor de Refer ncia: Negativo Obs.Elisa Condi o: 0.JO 8h. Falso-positivos podem decorrer de anticorpos anti-HLA e sucessivos congelamentos e descongelamentos das amostras.HIV óuô HIV WESTERN BLOT Š M todo: Western Blot . . ñ õuó€ô o.56oC c/ 30 min) ou Plasma (EDTA/Oxalato/Heparina/Citrato). Cerca de 20% dos infectados desenvolvem quadros neurológicos ou leucemia após 20 anos de infecç . Á d ñ ñ uˆ  ‰ † u‰ m ˆ€‰Á–ud ˆu‰ – u  † óuô  ˆ óuô ˆ †Rþ ô ò ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. A confirmaç o diagnóstica pode ser realizada com o PCR para HTLV. PARDINI 221 . deve ser realizado em paralelo com o soro. M todo . devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.VIDAS DUO (Biomerrieux) Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ‰ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ‰ ENV GP36 Antígeno viral pesquisa: HIV 1 ‰ GAG P24 (antígeno P24) Condi o: 0.

Abelha.50 a 50. O Sistema Cap apresenta maior sensibilidade analítica.. ‘uˆu‰ ‡  ñ ‡ †Rþ ô  ‡ ˆ †©¨ du‘u‰ m† † um ‰ † ™” “u‘ † ‡  ™ ”† ˆu‰ Ád ˆ “u‘ IgE ESPEC¼ FICO para Valor de Refer ncia:  Classe 0: < que 0. Síndrome de Nezelof).35 a 0.50 kU/L  Classe 3: 3. Síndrome “Hiper-IgE” e na aspergilose broncopulmonar.2 mL para cada IgE adicional. Servem para complementar o diagnóstico clínico de alergia. pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas. M todo: Immunocap Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar a . caros.50 kU/L  Classe 4: 17. IgE específicos e m ltiplos: usado no diagnóstico de alerg ias respiratórias. 222 Instituto de Patologia Clínica H. a alimentos.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. pólen. Síndrome de DiGeorge ‹ s.70 a 3. N h interfer cia de anti histamínicos. o que lhe confere maior reprodutibilidade. Após esta idade IgE total pode se elevar devido a parasitoses intestinais e contatos mais intensos com outros al rgenos. Tam m se eleva em outras condiç s: imunodefici cias (ex: Síndrome de Wiskott-Aldrich.00 kU/L  Classe 5: 50. picada de insetos.IgE Coment rios: Os testes sangüíneos de alergia s o a IgE total e IgE específico para al rgenos isolados ou em conjunto (m ltiplos).. Veneno (I4) Mel (RF247) Mexil  Azul (F37) Milho (F8) Morango (F44) Peixe (F3) PŽ lo de C (E5) PŽ lo de Gato (E1) Penas de Galinha (E85) Penicilina G (C1) Penicilina V (C2) Pernilongo (I71) Queijo – Tipo Cheddar (F81) Seda Brava (K73) Tomate (F25) Trigo (F4) Uva (F259) Vespa. tendo valor diagnóstico. utilizando padr s de IgE da Organizaç o Mundial de Sa de. Podem ser realizados IgE m ltiplos para v rios al rgenos de forma conjunta. Veneno (I1) Acarius Siro (D70) Alfa lactoalbuminas (F76) Alho (F47) Alternaria Alternata (M6) Amendoim (F13) Ampicilina (C5) Amoxicilina (C6) Ananas (Abacaxi) (F210) Arroz (F9) Aspergillus fumigatus (M3) Aveia (F7) Atum (F40) Banana (F92) Barata (I6) Batata (F35) Beta Lactoglobulina (F77) Blomia Tropicallis (RD201) Cacau (F93) Camar (F24) Candida albicians (M5) "$# ò Caranguejo (F23) Carne de Galinha (F83) Carne de Porco (F26) Carne de Vaca (F27) Caseína (F78) Cebola (F48) Cenoura (F31) Clara de Ovo (F1) Côco (F36) Dermatophagoides farinae (D2) Dermatophagoides microcera (D3) Dermatophagoides pteronyssinus (D1) Feij Branco (F15) Folha de Tabaco (RO201) Formiga (I70) Gema de Ovo (F75) Gl Œ ten (F79) Gr Soja (F14) Laranja (F33) Latex (K82) Leite (F2) "8# "8#H)8' Leite de Cabra (RF300) Lim (F208) Marimbondo. cutâneas. Veneno (I3) "$# ("8# $ "# óuô ó€ô Continua.35 kU/L   Classe 1: 0. PARDINI .4o C. IgE total: em crianças com at s de idade m indicador da presença de alergia.00 a 100 kU/L Classe 6: > 100 kU/L Interpreta o: Classe 0 = negativo Classe 1 a 6 = positivo Condi o: 0.70 kU/L  Classe 2: 0.50 a 17.

36 a 0.0 kU/L .70 kU/L ‘ Valor baixo  Classe 2: 0. Côco Fx2: Peixe. Dermatophagoides farinae e Blatella germânica Mx1 Fungos: Penicillium notatum.3 kU/L 8.6 kU/L 24. Peru Ex72 Penas: Periquito. Trigo. Grama de Centeio.5 mL de Soro. Grama de Campina. Papagaio.IgE MÚLTIPLO para Phadiatop Al rgenos Inalantes Phadiatop Inalantes e Alimentares Ex1: Epit lios. Boi e Cachorro) Ex71 Penas: Frango. Cavalo. Camar .51 kU/L ‘ Valor muito alto Condi o: 0. Noz Brasileira.IGE “ ‘u ˆ ˆu‰ ˆu‰ “uˆu‘ ‰ ˆ ò ˆu‰R—u”  óuô IgE TOTAL M todo: Immunocap Valor de Refer ncia: ’ R.Nascido “ ’ 1 a 11 meses “ ’ 1 a 3 anos “ ’ 4 a 6 anos “ ’ 7 a 10 anos “ ’ > de 10 anos “ Condi o: 0.50 kU/L ‘ Valor alto Classe 4: > que 17. Grama de Johnson. Aspergillus fumigatus e Alternaria alternata (Tenuis) Valor de Refer ncia: tect vel  Classe 0: < que 0.0 kU/L Instituto de Patologia Clínica H.71 a 3. Capim Ra bo-de-Rato. Ca rio. Atum. Leite.. Partículas e P los (Gato.35 kU/L ‘ N  Classe 1: 0. Avel . Dermatophagoides pteronyssinus. Soja Gx2: Pólen de Gramíneas (Grama de1 Bermuda.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. Aveia. Milho. Gergelim) Fx5: Clara de Ovo.0 kU/L 30.. Pato.0 kU/L .50 kU/L ‘ Valor moderado  Classe 3: 3. Salm Fx3: Cereais (Trigo. Grama de Bahia) Hx2 Pó: Poeira Caseira. † † Continu õuóuô o. ñ ò óuô at at at at at at †† †† ††  • @š 2. Cladosporium herbarum (Hormodendrum). Tentilh o Fx1: Amendoim.2 mL para cada IgE adicional. Mexilh . Am doa.51 a 17. Amendoim. Ganso. PARDINI 223 .

M todo: Imunofixaç Condi o: 0. ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆ€‰å‘u‰ óuô ò  ‡u– du—€ “ †iÿ• ô ¡ ‰ Imunofi d ¢ £¦¥ o Coment  rios: O teste til no diagnóstico de paraproteinemias.Urina: N sar conservante. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . doenças linfoproliferativas malignas e nas gamopatias monoclonais benignas.0 mL de Líquor. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. 5.Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG Coment  rios: Os imunocomplexos circulantes (CIC) n s rmalmente expressos em indivíduos s veis. Auxilia tam m no diagnóstico e caracterizaç s disgamaglobulinemias. Conservaç o de envio: Soro . mas s rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide (AR) e l s eritematoso sist mico (SLE) durante doença ativa.At semana entre 2o e 8o C. PARDINI . *Urina 24h.Soro: JO 8h. Urina e Liquor . . 353 ñ †‡ óuô ˆu‰ m† ˆu‰R—ud ‡ ô † †¨  –uu’ ˆu‰© 224 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro.At dias entre 2o e 8o C. Refrigerar.5 mL de Soro. macroglobulinemia de Waldenstrom. Conservaç o de envio: At ras entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 34 µ/mL Condi o: 0. . . como as observadas no mieloma m ltiplo.JO 8h. após congelar.

n o somente permitem o monitoramento da evoluç ciente.2 05 a 30 01 a 03 ms 250 a 1100 2 a 50 10 a 80 04 a 06 ms 300 a 1000 3 a 82 15 a 109 6m a 01 ano 500 a 1200 14 a 108 43 a 239 02 a 06 anos 500 a 1300 23 a 190 50 a 199 06 a 12 anos 700 a 1650 29 a 270 50 a 260 12 a 16 anos 700 a 1550 81 a 232 45 a 240 Adulto 564 a 1765 85 a 385 45 a 250 Condi o: 0. Laboratórios: Enviar em pote est ril.50 a 6. PARDINI 225 .10 mg/dL Condi o: 0. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 3. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. quantitativas como nos processos inflamatórios ou mesmo o ap arecimento de proteínas que n s normalmente encontradas em indivíduos sadios. Obs. Entretanto. neoplasia.5 mL de Saliva. IgM Coment rios: Muitas doenças adquiridas ou con itas levam a alteraç es das proteínas plasm ticas. níveis normais de IgG xcluem doença. escle rose m ltipla).5 a 36.5 mL de Líquor. .8 mg/dL Condi o: 0. devido a poss ibilidade de contaminaç do material durante a punç .  ’u“u‘ ñ ˆ€‰(—€d(’ ˆ ò ˆ  ™ ˆu‰ ™ ˆu‰ €ˆ ö ‰ u— ÷ ‰ u– d  m† óuô L¼ QUOR IgG †ô  Coment rios: A dosagem de IgG no líquor tilizada para avaliar o envolvimento do sistema nervoso central com infecç es. Essas mudanças podem ser funcionais como nos tumores celulares. IgA. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Idade IgG (mg/dL) IgA (mg/dL) IgM (mg/dL) R. ñ ”Û™ ‡ uˆ Û ‰ u— d “€‘   óuô ò †©¨ ô † Instituto de Patologia Clínica H. como as proteínas embrion rias.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.5 mL de Soro. ou doença neurológica prim ria (em particular.Imunoglobulinas SANGUE IgG. mas tam m ajuda na avaliaç ravidade e formulaç o de um diagnóstico. ñ ™ óuô ò ‘€ˆu‰R” †  ‡ SALIVA IgA ˆu‰ ô †  ˆ€‰ Coment rios: Test til na avaliaç imunodefici cia prim ria que nas crianças est freqüentemente associada a infecç es otorrinolarin gológicas. Nascido 700 a 1480 0 a 2. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 0. Determinaç es periódicas de imunoglobulinas durante a doença. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Laboratórios . nos casos em que o material de ser aspirado. Condi o: 0.3 mL de Soro.Lavado de nasofaringe .5 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). muitas vezes exibindo uma clínica superponível a outras doenças respiratórias agudas. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. anticorpos Anti Coment  rios: A presença deste anticorpo est relacionado com a polimiosite (20 a 40% dos casos). ñ óuô ò “€‘ ˆ€‰ —u“ †† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † Isoaglutininas Coment  rios: No sistema ABO anticorpos s ricos s corr ncia natural e s formados após o nascimento com a colonizaç intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do indivíduo. ñ ˆu‰ ˆò † ˆu‰Á—u”»‰ “ ˆu‰R—u” ˆu‰ óuô † Rô — Jo 1. com dermatomiosite (cerca de 10% dos casos) e em outras doenças reum ticas. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. ñ óuô ò ˆu‰  ˆ  ‡ uˆ ‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô 226 Instituto de Patologia Clínica H.coleta: Swab de nasofaringe. caracterizada por um início agudo e por um período de estado de curta duraç . principalmente quando associados a doença pulmonar intersticia l. Lavado de nasofaringe. Condi o: 0. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini.JO 8h. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. reaspire. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.Swab de nasofaringe. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .: Valores menores que 1:4 podem ser encontrados em crianças abaixo de 1 ano devido a imaturidade imunológica. PARDINI . Os títulos de anti -Jo-1 podem variar em concordância com a atividade da miosite e sua a quantificaç o pode ser til na avaliaç clínica destes pacientes.5 mL de Soro + 0. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. Utiliza-se a titulaç stes anticorpos para avaliar o funcionamento d o sistema imune. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Acima de 1 ano: ≥ 1:4 Obs. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. de natureza infecto -contagiosa e de grande potencialidade epi mica.Influenza vírus A e B – pesquisa direta Coment  rios: Doença respiratória aguda.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. Títulos iguais ou maiores que 1:1.5 mL de Soro p/ cada. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: < 1:80 Condi o: 0. mal ria. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 566.JO 8h. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. .5 mL de Soro. esquistossomose e hanseníase s descritas. produzida cerca de duas vezes mais que a cadeia leve lambda. ñ 뀔 † óuô ò †©¨ ô Lambda (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.JO 8h.0 mg/dL Condi o: 0. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 304.024 s o muito sugestivos de leishmaniose visceral. ñ óuô ò †©¨ ô  Leishmaniose IgG e IgM Coment  rios: A sorologia para leishmanios til principalmente na forma visceral (Calazar).0 a 735. ˆ ”†‡ ñ óuô ò “€‘ ˆu‰R— ˆ u ‰ ˆ€‰(—€d †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. . Na forma cutânea.0 a 1300. filariose. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Reatividade cruzada com tripanossomíase. A confirmaç iagnóstica requer a detecç leishmania em algum sítio. Títulos podem ser baixos em imunodeprimidos. .0 mg/dL Condi o: 0.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. títulos tendem a ser baixos sendo negativos em 20% dos casos dessa forma. PARDINI 227 .Kappa (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.

.3890 mm3 ñ  ò “ ˆu‰Û‡ • OKT3 • ˆu‰ CD3 † Condi o: 5. PARDINI . no monitoramento de imunodefici ncia. ñ  ™ ”” † óuô ò  †  †ô Linfócitos T At ivado Coment  rios: Os anticorpos anti-CD3 s teis para sondar a regi constante dos receptores de c lulas T. doenças auto -imunes e nas leucemias e linfomas. Transportar em temperatura ambiente. . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Faixa et ria Linfócitos CD 3 0 a 6 meses 55 a 82% 3505 – 5009 mm3 6 a 12 meses 55 a 82% 3409 . mas podem permanecer detect veis durante anos. Elisa . Enviar de 2a a 5a feira. Laboratórios: Enviar Sangue total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.3899 mm3 18 a 24 meses 55 a 82% 2766 . Os níveis de anticorpos re duzem-se gradualmente.Leptospirose.3295 mm3 30 a 36 meses 55 a 82% 1923 .pesquisa de anticorpos IgM Coment  rios:  ma doença febril aguda causada primariamente pelo Leptospira interrogans . N enviar no gelo. Anticorpos podem ser detectados a partir do 6” ao 10” dia e geralmente atingem níveis m ximos após 3 a 4 semanas.5 mL de Soro.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina/ACD). Leptospiros As manifestaç s clínicas variam de uma leve coriza a uma doença ict rica com comprometimento severo do paciente.JD 4h. N viar pipetex.3508 mm3 24 a 30 meses 55 a 82% 2324 . Conservaç o de envio: At dias em geladeira entre 2 o a 8o C.3141 mm3 > 3 anos 55 a 82% 1072 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.4575 mm3 12 a 18 meses 55 a 82% 3156 .Informar data e hora da coleta. óuô † ˆ ˆ€‰(”€‘ ˆu‰ 228 Instituto de Patologia Clínica H. os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes.

insufici ncia renal e tromboembolismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível.2 mL de Soro. . Níveis de Lp (a) s terminados geneticamente. É formado por dois constituintes: apo B-100 (principal componente estrutural do LDL e VLDL) e apo (a) que apresenta grande heterogeneidade estrutural. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: – Antígenos O e H — < do que 1:160 – Faixa de D vida — 1:160 a 1:320 – Sugestivo — acima de 1:320 Obs. com 30 dias de intervalo. acidente vascular cerebral e dislipidemia.: Fazer curva com diferença de 30 dias. Níveis elevados de Lp (a) tam m s contrados na pre-eclâmpsia. . diabetes e vitiligo).0 mg/dL Condi o: 0.JO 8h. Esta doença redominante em mulheres e geralmente associada a outras doenças auto -imunes (tireoidite. podendo ter grandes variaç s entre indivíduos de uma mesma populaç o. ñ “u‘ ™ ˆò ’u“u‘ ” † ˆu‰R—u” ‰ † ˆ ™” ˆu‰ † ˆu‰ óuô ‡ ˆu‰ †Rþ ô LKM. mas sim para indivíduos com história familiar de doença coronariana. pois reaç s cruzadas s freqüentes em decorr cia de determinantes anti icos comuns entre a L. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-LKM s o anticorpos dirigidos contra a fraç microssomal de fígado e rim e est relacionados a hepatite auto-imune tipo 2. Uma ascens títul sugestiva de infecç recente. e por vezes. O resultado de uma amostra nem sempr conclusivo. havendo ascens o significa infecç recente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. Lp(a) parece estar associada à doença coronariana.monocytogenes e bact rias gram positivas. devendo-se sempre proceder a duas coletas. . M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 30. ñ ˆ † ô óuô ò “€‘ † ˆ€– ‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. o que pode interferir na sua determinaç o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. impossibilit -la.5 mL de Soro.JO 8h. perda fetal recorrente. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 229 .JO 8h.Lipoproteína (a) Coment  rios: É uma lipoproteína plasm tica com composiç muito similar à LDL. Condi o: 0. ˆu‰«ˆ —€”  ˆ€‰ ˆ ñ óuô ò “ m † ˆu‰Á”u‘ ˆu™‰ ” †  †©¨ ô u– Listeriose Coment  rios: Os resultados das reaç es sorológicas devem ser interpretados com cautela. N recomendado para triagem indiscriminada.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos totais Coment  rios: Doença multissist mica. Se o monoteste for negativo.2 mL de Soro. ñ ‡ óuô ˆò ˆu‰à–  † ‘uˆu‰ ˆu‰R‘u”  ˆ u ‰ Û — u ” Û d u ‘ ‰€—u‘€”Rˆu‘u‰âˆu‰R– —u” ˆu‰R‰ ”† ˆ ”† †Rþ ô 230 Instituto de Patologia Clínica H. .75 a < 1. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) . sendo na forma crônica de quase 100%.JO 8h. pois nos est ios iniciais ou em antibioticoterapia precoc ver níveis detect veis de anticorpos. Um resultado negativo n xclui o diagnóstico da doença. podendo cronificar -se. Diante da suspeita clínica e sorologia negativa. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. repetir a sorologia após 4 a 6 semanas. testes para anticorpos específicos s cess rios. . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. o Monotest indicado como teste inicial. N specífico para cirrose biliar prim ria. Anticorpos anti-mitocondria (AMA) est presentes em cerca de 90% dos casos. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Este tipo de test pouco til no diagnóstico de Monucleose Infecciosa em pacientes imunocomprometidos. Se positivo e apresentar clínica apropriada com exame hematológico correspondente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô d† ˆ u ‰ † ” ”u–u ò “€‘   ˆ u ‰  †ô Monoteste Coment  rios: Em pacientes com suspeita de infecç rim ria pelo vírus Epstei n-Baar.2 mL de Soro. ent s casos suspeitos devem ser avaliados atrav s da determinaç ticorpos específicos para EBV. hepatites virais. “ ñ u’ ”R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ¡ d ˆu‰R”  † ò óuô †ô Mitocôndria. Na fase inicial da doença a sensibilidade da sorologia de 40 a 60%.Lyme. pois a grande maioria desses pacientes roduz anticorpos heterófilos. . podendo estar presente na hepatite crônica ativa. mais freqüente em mulheres A cirrose biliar prim ri entre 30 e 60 anos. PARDINI . cirrose h tica e doenças auto -imunes.0 ˜ Positivo Condi o: 0.VIDAS Valor de Refer ncia: ˜ Negativo ™ < 0. Cerca de 10% da populaç o adulta com monucleose infecciosa p senvolver anticorpos heterófilos.0 ™ ≥ que 1.5 mL de Soro.JO 8h. anticorpos anti š AMA Coment  rios:  ma doença colest tica intra -hep tica crônica.JO 8h. em altos títulos.75 ˜ Indeterminado ™ ≥ 0.

M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.10 0 C. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C.7 a 5. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1.JO 8h. Entretanto. . É substituída com vantagens pela determinaç o da alfa -1-glicoproteína cida.Líq. .5 mL de Soro. Peric rdico. tecnicamente este exam resenta boa reprodutibilidade sofrendo infl ncia da temperatura e do tempo. ñ ˆu‰«—€”«d “ € ‘ ò  ”†‡ óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.2 mL de Soro. Apresenta elevada especificidade. ñ ‡ óuô ò “€‘  ˆu‰«– › ASMA †ô Mycobacterium Tuberculosis. Líquor . PARDINI 231 . ñ ”R‘uˆ€‰(d€–  ò †  ™”‡ ˆ  u“  óuô † ô Músculo Liso. É importante para o diagnóstico e acompanhamento da doença reum tica. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . O exam til no diagnósti co da tuberculose pulmonar e extrapulmonar ativa.5 mL de Soro.JO 8h. anticorpos IgA Coment  rios: A detecç nticorpos IgA anti -Micobacterium sp auxilia em casos difíceis que apresentam anergia imunológica (aus cia de reatividade à tuberculina e anticorpos IgG).JO 8h.Líq. .Mucoproteínas Coment  rios: É uma glicoproteína. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-m sculo liso (ASMA) est resentes em altos títulos em cerca de 70% dos pacientes com hepatite crônica ativa auto -imune. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  inferior a 200 U œ Negativo œ Indeterminado  de 200 a 350 U  superior a 350 U œ Positivo Condi o: 0. típica das secreç s mucosas. outras cirroses e doenças malígnas.1 mg/dL Condi o: 0. Pleural . Baixos títulos (inferiores a 1:80) podem ser observados nas hepatites virais. pois ma das ltimas provas a se normalizar. cirrose biliar prim ria.

M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ž ≤ 200 U/mL IgM ž Negativo Ÿ < 770 U/mL ž Indeterminado Ÿ 770 a 950 U/mL ž Positivo Ÿ > 950 U/mL Condi o: 0. Algumas condiç s clínicas podem interferir na determinaç s indicadores de remodelaç sseas: doenças reum ticas. Doença de Paget. .5 mL de Soro p/ cada. tabagismo. É til para monitorizaç o da resposta ao tratamento. .C-ANCA: associado a granulomatose de Wegener. após congelar . doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa. os valores de NTx caem 30 a 40% em relaç o ao valor basal.Anca Ÿ Negativo ž C . 232 BCE = Bone Collagen Equivalents óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Um aumento significativo nos níveis de anticorpos ltamente sugestivo de infecç .10 o C.P-ANCA: relacionado com v rios tipos de vasculites.2 mL de Soro. anticorpos anti Coment  rios: †Rþ ô Os ANCA s ticorpos que reagem com citoplasma de neutrófilos e est resentes em vasculites necrotizantes sist micas.Urina 24 horas. amostras de urinas noturnas. Bifosfonatos e estrógenos reduzem os níves de N Tx. uˆ å ‰ ud ‘ “   ANCA ñ óuô ò “€‘ R—u‰ ™ ” uˆ R ‰ ‡  ” † ”u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰å– u“ ‘ †ô N-Telopeptídeo ¡ NTX Coment  rios: O NTx  m marcador específico da reabsorç ssea. Raramente el contrado em indivíduos normais e na aus cia de vasculite.Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM Coment  rios: Testes teis no diagnóstico das pneumonias por Micoplasma. colangite esclerosante e Doença de Crohn).Anca Ÿ Negativo Condi o: 0. fraturas recentes e uso de medicamentos.JO 8h. Os níveis de ANCA s teis na monitorizaç o da atividade da doença. sendo o NTx liberado e excretado na urina.JO 8h. Níveis elevados s encontrados em crianças. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. etilismo. A remodelaç ssea m processo contínuo. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ¢ Homem £ 3 a 63 nMBCE/mM creatinina ¢ Mulher £ 5 a 65 nMBCE/mM creatinina † ™”  ñ ò “u‘  ˆ ˆu‰àê ‡ uˆ à ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰Áˆ ê †  ˆu‰Ûê Condi o: 2o jato da 1a urina da ma . Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . . ñ ‡ ò  †d ˆu‰ ˆ óuô Neutrófilos. H is padr s possíveis: . Recomenda -se a determinaç o de anticorpos em 2 amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença. insufici cia renal. Após 3 meses de terapia adequada. osteoporose. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: ž P . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C. PARDINI . O padr C-ANCA deve ser valorizado em qualquer título.

reaspire. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C.JO 8h. sendo 50% dos adultos soropositivos. a crise apl stica precede em dias o surgimento dos anticorpos.pesquisa direta Coment  rios: Constitui no agente mais comum de infecç s vias reas superiores. ñ óuô ò “€‘ ˆu†‰©—ud d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Parvovírus B19 IgG / IgM. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. causador da maioria das síndromes cruposas. Imunodeprimidos podem ter infeç arrastada resultando em anemia crônica. Reinfecç s podem ocorrer em pessoas com títulos baixos de IgG. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. anticorpos anti Coment  rios: Infecç lo parvovírus comum. Laboratórios . PARDINI 233 . artropatias e crise apl stica transitória em pacientes com anemia hemolítica crônica. IgM específicos desenvolvem na segunda semana após infecç viral podendo ser detectados por 4 a 6 meses. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. resfriado comum com ou sem febre. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s.Parainfluenza vírus 1. Pode ser assintom tica ou causar quadro clínico variado: eritema infeccioso. com títulos baixos ou ausentes de anticorpos. IgG surgem ao final da segunda semana persistindo por anos. nos casos em que o material de ser aspirado. Lavado de nasofaringe. o quadro clínic concomitante com o aumento dos anticorpos. Na grav idez pode causar hidropsia e perda fetal. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. entretanto.coleta: Swab de nasofaringe. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. traqueobronquite e pneumonia. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. No eritema infeccioso e na artropatia.Lavado de nasofaringe . . ˆ€‰ù–€”  ˆu‰ †   ñ ‰† óuô ò  ™” ˆu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. 2 e 3 . M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Heparina/Citrato) p/ cada. Caracterizam por otite m dia.Swab de nasofaringe.

em criança. determinados pela reaç Paul -Bunnel.20 a 0.Paul Bunnel Davidsohn Coment  rios: Test til no diagnóstico da mononucleose infecciosa.7 mL de Soro.2 mL de Soro. pois a segunda leva a uma concentraç muito mais elevada desta proteína. artrite reumatóide (PCR elevada) do lupus eritematoso sist mico sem complicaç es (PCR baixa).JO 8h. anticorpos anti Coment  rios: PCNA (proliferating cell nuclear antigen) est correlacionada a proteína nuclear cyclina. Condi o: 0. Uma reaç Paul -Bunnel-Davidsohn negativ xclui o diagnóstico.11 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ò † m† “ ˆu‰ † ™ ‰u’u“u‘u” ˆu‰ Risco coronariano: Condi o: 0.37 0. Caracteriza -se por um padr tilhado heter eo expresso apenas nas c lulas em divis .5 mL de Soro. .80 mg/dL para doenças inflama tórias.38 a 1. óuô Níveis (mg/dL) 0.12 a 0. se esta reaç tiver título igual ou maior a 1/ efetuado a reaç Davidsohn. O PCR ultrasensível tam m um novo marcador de ater se. . . ñ ‰ €— ” ˆuuˆ ‰î óuô ò “€‘ † ˆ€‰ ˆu‰ ˆu‰«–u‰u‘ ‰€’u“u‘ †ô ™ Proteína C Reativa (Quantitativa) Ultrasensível Coment  rios: Tradicionalmente a quantificaç da PCR usada para monitorar processos inflamatórios e diferenciar: infecç es virais das bacterianas.JO 8h.01 a 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. Anticorpos antiPCNA s tectados em 3% dos pacientes com LES. doença de Crohn (PCR elevada) da retocolite ulcerativa (PCR baixa).19 0.50 Risco estimado Baixo Moderado Elevado Muito elevado †ô 234 Instituto de Patologia Clínica H. ”Û‡ ñ óuô ˆò ˆ€‰(—€” ˆu‰à—€” uˆ © ‰ u— ” ˆ ˆ€‰ ˆ € ‰ à — u ‰ dR‘uˆ€‰(”  š ý† d ¡  ˆu‰R—u”  ˆu‰  †Rþ ô PCNA. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 0. apresentando alta especificidade mas sem associaç com apresentaç clínica evidente. M todo: Aglutinaç o e Absorç o Valor de Refer ncia: Título < que 1:56 Nota: Na mononucleose infeccios reduç 90% do título após absorç por hem cias de boi. na qual ocorrem anticorpos heterófilos da classe IgM. por meio da absorç soro com hem cias de boi e rim de cobaia. PARDINI . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Condi o: 0.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Resposta linfoproliferativa presente. com queda dos títulos. Imunes e vacinados: IgG positivo. IgG de alta avidez present e.. exceto em gr vidas quando infecç uda pode levar à Síndrome da R la Cong ita.2 mL de Soro. cerca de 20% dos infectados t m IgM negativo. Resposta linfoproliferativa (linfocitose com atipia) est resente a partir da primeira semana. ndice de soroconvers com a vaci 95%. na aus cia de anti-Sm. Podem estar presentes em outras doenças como: doença de Crohn.JO 8h. IgG (ELFA/MEIA) positivo com elevaç vezes ou mais no título da segunda amostra. . síndrome de Sjögren e miastenia gravis.JO 8h.. IgG de alta avidez presente. IgM negativo após 3 meses. IgG (ELFA/MEIA) positivo a partir de 3 a 4 dias de doença e presente indefinidamente. infecç s por parvovírus e coxsakievírus B. IgG avidez n o tem utilidade pois pode permanecer com baixa avidez por at s na R ola Con ita. H ma menor preval cia de doença renal em pacientes com este auto -anticorpo. No primeiro m s de vida. Informaç es nece rias: Est r vida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? ˆ€‰Ü–  um † ‰ ™ ” “€‘ ™”   “ m † ‰ ‘u’€“u‘ ˆu‰ vv  R’  ˆ€‰ ‘ud † —u”  ( – ˆu‰ ˆu‰ “ † © ¨ d € ‘ u ‰ um † ˆ ™ ˆu‰©du’ † ù ÿ †ê¨ ˆu‰R—u” • B ’u“u‘ ˆ Continua. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. artrite reumatóide. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-reticulina est resentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos. IgG materna pode estar presente por mais de 6 meses. Reaç s falso -positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa. Instituto de Patologia Clínica H. síndrome de Sjögren e lupus induzido por droga. PARDINI 235 . IgM (ELFA/MEIA) pode estar presente. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . Hemoaglutinaç o a partir de 1 a 3 dias do início da doença e presente indefinidamente. Seguem os achados sorológicos nas situaç es clínicas possíveis: Infecç rim ria : IgM positivo a partir de 1 a 3 dias após início da doença at a 12 meses (ELFA/MEIA). ñ óuô †ï ò “€‘ ˆ u ‰ « – dum † RNP. Ru la co ita: IgM (ELFA/MEIA) positivo.Reticulina. ñ “u‘ “u‘ óuô ò ˆ€‰ ‰€— † ˆ u ‰  ˆ€‰ †Rþ ô Rub ’ ola Coment  rios: Doença viral de comportamento benigno. Reinfecç : sorologia positiva anterior a reinfecç . N representa risco para gestantes. lupus discóide. anticorpos anti Coment  rios: †ô “ Anticorpos anti-RNP aparecem em baixos títulos em 30 a 40% dos pacientes com lupus eritematoso sist mico. 60% das crianças e at A@ % dos pacientes di ticos. miosite e sinovite tipo reumatóide). M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Altos títulos de RNP. IgG de baixa avidez presente at meses. s sugestivos de doença mista de tecido conjuntivo (acometimento cutâneo do tipo escler rmico.

Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.IgM: ¥ Negativo ¤ < 0. ñ †ô ò  †ô ô  €m † ‘uˆu‰R– ˆ€‰(‰ ˆ€‰ ¡ R  u– ” ˆ  236 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C..600 0. óuô ò ò ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO DE MICROPART ¼ CULAS .IgG: ¥ negativo < 10 UI/mL ¤ 10 a < 15 UI/mL ¥ indeterminado ≥ ¤ ¥ positivo ≥ 15 UI/mL Valor¤ de Refer ncia . †Rþ ô óuô † •ô— ELFA – ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY (VIDAS) IgG e IgM Valor¤ de Refer ncia . Condiç o: 0.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).800 ¥ Positivo Condi o: 0.0 UI/mL 5.MEIA Valor¤ de Refer ncia .9 UI/mL ¥ Indeterminado ¤ ≥ 10.5 mL de Soro p/ cada.0 UI/mL ¥ Positivo Valor¤ de Refer ncia . PARDINI .20 ¥ positivo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C..JO 8h.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada.0 a 9. .IgM: < 0.JO 8h.RUBÉOLA HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.20 ≥ ¤ > 1. .Continu õuóuô o.JO 8h.IgG: ¥ Negativo ¤ < 5.80 a < 1.JO 8h. ò ò óuô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor¤ de Refer ncia: corrida lo menos 3 meses ¤ Baixa avidez: inferior a 36% ¥ sugere-se infecç Inconclusivo: entre 36 e 60% ermite definir o período de infecç o ¥ ¤ Alta avidez: superior a 60% ¥ sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses Nota: Este teste baseia-se na intensidade ou avidez com que anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de R ola.799 ¥ Indeterminado ¤ ≥ 0.6 mL de Soro. .600 a 0.80 ¥ negativo ¤ ¥ indeterminado 0. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

M todo: Hemólise em soluç de baixa força iônica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Líquor. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus u uso dos anticoagulantes heparina e EDTA.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç  sintomatologia.5 mL de Soro p/ cada. . IgM . história clínica e outros dados laboratoriais.0 mL de Sangue Total citratado. . Indivíduos infectados com o Sarampo podem o exibir níveis detect veis de IgM nos est ios iniciais da doença. ‘u‡ ¦ Sucrose ñ óuô ò ˆ€‰ ‘ud †  ˆu‰©‰  ” †  ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ Sarampo IgG e IgM Coment  rios: IgG .JO 8h. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro.  ˆ ™” ñ u’ óuô u’ ò  uˆ ‰ ˆu‰ ˆu‘u‰Rˆ d ˆ ˆ  ˆu‰ dà‘€ˆu‰ †  †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. O teste da sucros m teste de triagem. sendo que o resultado positivo deve ser confirmado pelo teste de Ham.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç à sintomatologia. O resultado deste teste pode ser negativo em pacientes nos est ios tardios da infecç . história clínica e outros dados laboratoriais.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .10 o C. quando os títulos de IgM n o s o mais detect veis. Um teste específico para anticorpos IgM dever ser realizado em amostras dos indivíduos com suspeita de infecç tiva pelo vírus do Sarampo. enquanto falso positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia auto-imune. A presença de anticorpos IgG contra o vírus do Sarampo em uma amostr suficiente para a distinç o entre infecç s recentes e antigas. PARDINI 237 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Sacarose.

5 mL de Soro. ˆ ˆ ‰ùdâ‘uˆ€‰ ˆu‰R–u‰ ‘ u “ †  ˆ€‰à—u‰ ò ™ ”u–u‰€‘u“ “u‘ ™” ˆ —u“u‘ —u “ ˆ —u‰R‡ ˆ€‰ ‰u‘u’u“€‘ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG ¨ Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. por m. hepatites. vacinaç s e gravidez. hanseníase. Linfocitose e aumento das proteínas s o evi cias de neurosífilis ativa. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Na avaliaç o do tratamento observa-se que na sífilis prim ria e sec ria. Falso -negativos podem ocorrer na sífilis tardia. ELISA IgG: teste trepon mico que tem estreita correlaç o com os resultados do FTA -ABS. Falso -positivos mostram títulos em geral at :4. mal ria. apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. mal ria. ”Û‘uˆu‰ “ —u “u‘ ˆu‰ ” uï ï † u— Á  •† ˆ€‰ “ ˆ ˆ€‰(” †   ™”  u‘u—u ™” VDRL líquor: resultos positivos no líquor s o encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. mas títulos maiores podem ser encontrados. FTA ABS óuô ˆu‰ ô †Rþ ò †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. 238 Instituto de Patologia Clínica H. os títulos caem cerca de 4 vezes em 3 meses. títulos caem entre 3 e 6 meses. sen til para indicar infecç c ita. Após tratam ento. Testes trepo micos: os testes de imunofluoresc cia (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%. . portadores HIV..Sífilis § Treponema pallidum Coment  rios: Na sífilis prim ria os testes VDRL e FTA-ABS (imunofluoresc cia indireta) se positivam depois do cancro duro com sensibilidade de 85%. Menos de 1% dos indivíduos sau veis tem FTAABS positivo. Líquor. pod e indicar novo tratamento. mononucleose. com especificidade em torno de 99%. leptospirose e infecç s por outros treponemas. leptospirose.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL s falso-positivos: idosos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .   VDRL: test trepon mico. Obs. utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. Devem ser utilizados para confirmaç s resultados de VDRL. Na sífilis secun ria a sensibilidade da sorologia %.5 mL de Soro. negativando-se em 1 a 2 anos. VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%. Se torna positivo 2 semanas após o cancro. apresentando como vantagem maior reprodutibilidade.JO 8h.. o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. após um ano de tratamento. outras infecç s bacterianas. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . brucelose. S sitivos em outras infecç es tr micas. O VDR ma reaç de floculaç o. A persist ncia de títulos elevados reduç m 4 vezes dos títulos. gravidez. portadores de doenças auto -imunes. mononucleose.JO 8h. podendo demorar anos para se negativarem. falso-positivos podem ocorrer em doenças auto -imunes. Após tratamento. hanseníase. Na sífilis terci ria. viciados em drogas. PARDINI . e 8 vezes em 6 meses. óuô Continua.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Continu IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA QUANTITATIVA © Condi o: 0. .5 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óuô ò AGLUTI ’”“”•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Líquor.5 mL de Soro.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).S FILIS Ÿ FTA ABS †Rþ ô †Rþ ô †Rþ ô IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG . ñ óuˆ ô ˆu‰ ò †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. PARDINI 239 .JO 8h..JO 8h.pesquisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. óuô õuó€ô o. .3 mL de Soro. óuô ò VDRL QUANTITATIVO M todo: Floculaç Valor de Refer ncia: N o reativo Condi o: 0.. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

ñ “ óuô ò ˆ€‰ ™ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SM. outros o associam com envolvimento do SNC e outros o correlacionam com uma exacerbaç clínica da doença. por m com sensibilidade de apenas 25 a 30%.3 mL de Soro. Pode surgir em pacientes com fenômeno de Raynaud. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.JO 8h. sendo marcador de gravidade. Autoanticorpos anti-SSA/Ro est resentes em 95% dos casos de Síndrome de Sjogren prim ria.3 mL de Soro. Condi o: 0. Raramente aparece em outras desordens. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES. antes do surgimento das manifestaç es clínicas da ESD. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.  ‡ ñ óuô ˆu‰»d ò ˆ€‰ ˆ€‰ù– “ ‡ ˆ€‰ †Rþ ô 240 Instituto de Patologia Clínica H. Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno. . ñ óuô ˆ€‰ ò ˆ€‰ † A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SSA (Ro).JO 8h. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Condi o: 0.SCL 70. PARDINI . anticorpos Anti Coment  rios: É encontrado em pac ientes com esclerose sist mica progressiva na sua forma difusa (ESD) em 75% dos pacientes e 13% na forma CREST.JO 8h. . risco de síndrome de l pus neonatal e forma cutânea subaguda) e em 5% de poliomiosite e artrite reumatóide. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSA/Ro s  toanticorpos dirigidos contra antígenos do n cleo celular (anticorpos anti- nucleares).3 mL de Soro. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 40% dos casos de Lupus Eritemetoso Sist mico (comprometimento renal.

est ssociadas a infecç s recorrentes das vias respiratórias. Na regulaç o da resposta imunológica contra antígenos prot icos os anticorpos produzidos s sualmente das subclasses IgG1 ou IgG3.Homem Adultos . M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: Idades IgG1 mg/L IgG2 mg/L IgG3 mg/L IgG4 mg/L at«ª anos 1700 a 9500 215 a 4400 134 a 694 4 a 1200 ñ † ’€“u‘ † ˆu‰Û– ˆ€‰ d “ u ‘  ™ ”  u ‘ u — u  ò 2900 a 10650 3300 a 10650 2250 a 11000 3900 a 12350 3800 a 14200 1650 a 14400 1550 a 10200 2396 a 10835 3422 a 11178 ˆ ˆ € ‰   € – ™” † u“ ‘ ™ ” “ ˆ Condi o: 0. Condi o: 0. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSB/La ocorrem na maioria dos casos em associaç anti S SA. os anticorpos produzidos s rincipalmente da subclasse IgG2.4% e IgG4. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IgG3 e IgG4. ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES. ou mesmo aus cia de IgG2 e IgG3. influenzae.3 mL de Soro. Estes auto-anticorpos podem estar presentes em baixos títulos em at % da populaç normal .JO 8h.5 mL de Soro. Anormalidades nos níveis de subclasses de IgG t m sido relatadas. 2 a 4 anos 4 a 6 anos 6 a 8 anos 8 a 10 anos 10 a 12 anos 12 a 14 anos 14 a 18 anos Adultos . Baixas concentraç s. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.SSB(La). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . ñ  óuô ò ˆ€‰ †  ˆu‰ ˆu‰«du‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô † Subclasses de IgG Coment  rios: IgG constituida de 4 subclasses: IgG1. Quando o estímulo anti ico feito por polissac rides. 70% das imunoglobulinas da classe IgG s o IgG1. causadas principalmente por pneumococos e H.20% IgG2.Mulher 9 óuô 280 a 3150 565 a 3450 420 a 3750 610 a 4300 730 a 4550 710 a 4600 435 a 4950 1235 a 5487 1476 a 5246 35 a 705 75 a 1256 91 a 1069 100 a 975 156 a 1938 115 a 1775 75 a 2088 276 a 1344 211 a 1142 8 a 900 18 a 1155 3 a 1380 11 a 945 14 a 1530 15 a 1425 45 a 1635 84 a 888 69 a 888 †ô Instituto de Patologia Clínica H. mais particularmente em pacientes com gamopatias monoclonais e infecç s associadas a imunodefici cias prim rias e sec rias.JO 8h. incluindo c sulas de bact rias. A presença do anti SSB/La est fortemente associadas à Síndrome de Sjögren.6% IgG3. PARDINI 241 . em 15%. . No sangue de adultos. IgG2.

criptococose e Síndrome de Linfocitopenia CD4 Idi tica. em duas ocasi s.2 1. eliminando c lulas infecciosas ou neopl sicas.5 ˆu‰R”u‘ † ˆ ˆu‰ 242 Instituto de Patologia Clínica H. Esplenectomia e co -infecç o pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar da supress imune.2 1.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina/ACD). Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.2479 mm3 6 .2213 mm3 8 .2 .1720 mm3 Hospital Pedi­ trico de Riley .6.6.2009 mm3 8 .31% 351 . como pneumocistose. .43% 255 .2479 mm3 12 .6.Subtipagem de Linfócitos Coment  rios: Os linfócitos T CD4 s o espefíficos para a maioria das infecç s oportunísticas. hepatite B. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: ðà‘uˆ€‰à– ˆ™ ˆ ¬ CD4 E CD8 ˆu‰»—u‰ † † ™  ˆ€‰ † ˆu‰î–u”  ê  ™ ”  ˆu‰©“–u‰  ™ ñ ™ ” ëu”Ó‘uˆ Condi o: 8. PARDINI . diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h). idealmente.31% 351 .2 0.2 1. lisando c lulas infectadas por vírus. Fatores influenciam a contagem do CD4: variaç s analíticas.2 .2472 mm3 8 . Transportar em temperatura ambiente. citomegalovirose.31% 351 .3908 mm3 8 . A contagem de CD4.2864 mm3 8 .2479 mm3 > 3 anos 27-57% 562 . Faixa Et ria CD4 CD8 0.34% 331 .6.5 . toxoplasmose.6m 50-57% 2780 .3.Informar data e hora da coleta. N enviar no gelo.3499 mm3 8 .2 1. doenças intercorrentes (modestas diminuiç s em infecç es agudas e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem).2 .2 .2479 mm3 24 .12 m 49-55% 2630 .2480 mm3 17 .2 1. citomegalovirose e toxoplasmose.2692 mm3 14 . Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decis s de início ou mudança de terapia devemos consider -los. Diminuiç CD4 tam m pode ser encontrada em outras situaç s o a SIDA: tuberculose.3 a 33-44% 1219 . Consideram-se significativas as reduç es de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relaç sua determina ç pr via.24 1.31% 351 .1445 mm3 Adultos 33-51% 508 .98 .31% 351 . Indiana 1992 lò ™” ™” ˆu‰ ‰u–u ˆu‰ö—u” ™ ” ˆu‰ ˆu‰Rd™ ” † ÿ ˆ€‰ ˆu‰à—€” ˆ m † óuô $ 9) CD4/CD8 1. -N viar em Pipetex.24 m 42-48% 1919 .30 m 38-46% 1538 . juntamente com a avaliaç clínica.18 m 46-51% 2307 . sazonais. Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). e a medida da carga viral plasm tica s parâmetros a serem considerados na decis iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA.3. Enviar de 2a a 5a feira. Os linfócitos T CD8 s o citotóxicos.2479 mm3 18 .6. Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em at 0% dos pacientes. T m importante papel no controle de infecç es.2479 mm3 30 m .2 .2 .6. Na infecç lo HIV h ma predileç r esta categoria. A contagem de CD rediz a evoluç s pacientes com SIDA. protozo rios e alguns fungos.Centro M ico da Univ.31% 351 .

88% 3929 . 0.88% 3101 .3345 mm3 432 .JO 8h. Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). at severa e potencialmente inevit vel enfermidade. . PARDINI 243 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Subgrupos de Linfócitos Faixa et ria CD2 CD19 % ñ ”Á‡ Condi o: 8.A forma visceral da doença (larva migrans visceral) cujos sinais e sintomas da V LM pode variar de um estado assintom tico apresentando leve eosinofilia.45% 24-30 meses 55 .88% 2236 -3463 mm3 11 . Reaç s falso -positivas podem ocorrer em 25% de indivíduos com esquistossomose e filariose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.3868 mm3 11 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.1259 mm3 90 .Centro M ico da Univ.45% 6-12 meses 55 .4074 mm3 9 .6 meses 55 .88% 3516 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.3639 mm3 11 .3 mL de Soro.680 mm3 †Rþ ô † ˆ ˆu‰©”u‘ Toxocara.A forma ocular (ocular larva migrans) tam m varia amplamente na apresentaç o de les s agudas nos olhos at infecç es assintom ticas. Transportar em temperatura ambiente. N viar em gelo.84% 1230 .3560 mm3 6 .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina). Aplicaç tam m na a lise.45% 12-18 meses 55 .3345 mm3 432 .88% 2649 .3345 mm3 432 . doença causada pelo Toxocara canis (verme canino).45% 18-24 meses 55 .Tipagem de Linfócitos Coment  rios: Test til na avaliaç o das imunodefici cias con itas de linfócitos B (gamaglobulinemias co itas) ou combinadas (defici cia de imunidade humoral e celular). diagnóstico e classificaç leucemias e linfomas.45% 30-36 meses 55 . Indiana 1992 ˆu‰R—u” ò  ˆ “€‘ ® “u‘ CD2 e CD19 ’u“€‘ ˆu‰ m † ‘ u  ‘u’u“u‘ óuô $ 9) 432 . † ™ ” ™ ñ ò  óuô †Rþ ô   m† † ˆu‰ ˆ ™”  Instituto de Patologia Clínica H.4881 mm3 11 .17% Hospital Pedi¯ trico de Riley .3345 mm3 200 .88% 3806 .3345 mm3 432 .5775 mm3 11 .29% Adultos 61 .3345 mm3 432 . anticorpos anti Coment  rios: No diagnóstico da toxocaríase. . s consideradas duas formas clínicas: .45% > 3 anos 65 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.89% 1035 .3868 mm3 11 .

ELFA IgG: independente do nível o pode predizer se a infecç recente ou tardia. lise do resultado deve ser cautelosa: Anticorpos IgG ˆ d(d€‘u IgM IgA Evolu o Surgem em 1-2 semanas. Est r vida? Teve contato com algum animal dom stico (gato. Falsos positivos para fator reumatóide e FAN podem ocorrer. Resultados p ositivos podem persistir por mais de um ano. papagaio)? Fez este exame anteriormente?  “ “€‘ "$# # $' " "$#f1 ()81 $ "# ' ()8# # "$# # 9 “ ˆ   ˆ u ‰ R m ˆu‰ ‘ u ˆ € ‰ ö – u ‰ u — € ” ö – u’ u“ ‘ d ”©‘uˆu‰ † d ˆ u‰ u‘ u’ “ ˆu‰ † “u‘  vv  « ’ † ˆ€‰Üd€– ˆu‰ ‘ u ˆ ˆu‰«d€—uë —ud ¡  “ ˆt‰ † † ˆu‰»—u”Ádu‘  “u‘ ELFA .. Títulos baixos podem persistir por anos. Persiste positiva por 12 a 18 meses em títulos baixos. pois. A detecç ticorpos de alta avidez em pacientes com IgM positivo indica infecç iri mais de 4 meses. principalmente no primeiro trimestre. Tratamento anti-parasit rio pode manter a baixa avidez por mais de 4 meses. Maior sensibilidade que IgM na infecç c·°¸± Ž ° ita. Surgem em 5 dias. ELFA IgM . s´° ¶Œ til no ° diagnóstico da infecç c·°¸± Ž ° ita. IgM negativo ou positivo na gravidez iagnostica ou afasta infecç ²±´³ . Teste de avidez de IgG: na fase aguda anticorpos IgG ligam-se fracamente ao antígeno (baixa avidez).Toxoplasmose Coment  rios: N o existe nenhum teste. Títulos baixos podem persistir por mais de um ano em 20% dos casos. desaparecendo em meses.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . . com pico em 8 semanas e início de queda no sexto m s. utilidade no diagnóstico de toxoplasmose con ita.8%. Alto índice de positividade na populaç brasileira. Informaç es nece rias: Informar. permanecendo elevada por no mínimo 26 semanas. tendo. diminuindo em poucas semanas ou meses. caem variavelmente. 244 Instituto de Patologia Clínica H.captura: tamb m n resenta as interfer ncias observadas na imunofluoresc cia.65 ¼ Indeterminado » ≥ que 0. É indicado para mulheres gr vidas.55 ¼ Negativo » ≥ 0. Imumoensaio enzim tico IgG: independente do nível redizer se a infecç recente ou tardia. Podem persistir por 1 ano.IgG: » < que 4 UI/mL ¼ Negativo » ≥ 4 a < 8 UI/mL ¼ Indeterminado » ≥ 8 UI/mL ¼ Positivo Valor de Refer ncia . Imunoensaio enzim tico IgM duplo sanduíche ou captura de anticorpos: elimina a interfer cia do fator reumatóide. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Alto índice de positividade na populaç rasileira.IgG e IgM Valor de Refer ncia .55 e < 0. Na fase crônica (após 4 meses) tem -se elevada avidez. pico em 1-2 meses.. N µ³ ltrapassa a placenta.JO 8h. Teste de imunofluoresc cia indireta IgG: título começa a subir entre 4 e 7 dias após IgM. Podem persistir por meses e at mais de 1 ano. Detectados em infecç¹ s agudas e na doença c´º ° ± Ž nita. Falso positivo para FAN pode ocorrer. Imunoensaio enzim tico IgA: detectada na infecç re cente. PARDINI .IgM: » < que 0. Importante principalmente no diagnóstico de infecç o c nita. ° significando necessariamente infecç o recente.5 mL de Soro p/ cada. podendo persistir por toda vida. Sensibilidade de 88. que de form ica. ò ò óuô †ô Continua. 3(5 d«‡€‘ ˆ€‰ recente ou ("$# "8# ("8# ("8#f) Teste de imunofluoresc ncia indireta IgM: detecta IgM nas primeiras semanas. N o atravessa a placent bsorvida pelo leite materno. que apresentam IgG e IgM positivos. Falso negativo para títulos baixos de IgG. Assim. Valores altos ° significam maior probabilidade de infecç recente.65 ¼ Positivo Condi o: 0. suporte ou afaste o diagnóstico de infecç tardia.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C..0 mL de Soro.JO 8h. .JO 8h. .JO 8h. Obs.5 mL de Soro p/ cada.JO 8h.80 ¾ indeterminado ndice de 0. ˆu‰ ô ¡ †Rþ ÿ ‰ ò ò † Rô — †Rþ ô ˆ€‰ óuô óuô HEMOAGLUTINA•”– O INDIRETA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . PARDINI 245 .Continu IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM Valor de Refer ncia IgG: < 10 UI/mL Valor½ de Refer ncia IgM: ¾ negativo ½ ndice < 0.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. .99 ½ ¾ positivo ndice > 0. ñ ò  óuô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 4 meses ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ †ô Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .10o C.5 mL de Soro. ò ò õuóuô o. ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.TOXOPLASMOSE óuB ô óuô B B IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG e IgM †Rþ ô Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. devido a pos sibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C..JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.80 a 0. TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor½ de Refer ncia: ½ Baixa avidez: inferior a 30% ¾ ½ Inconclusivo: entre 30 e 40% ¾ Alta Avidez: superior a 40% ¾ Condi o: 1.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina) p/ cada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .3 mL de Soro.99 Condi o: 0. Líquor.

Útil para diagnóstico e manejo de anemias. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). ñ † v ô “u‘ † ˆu‰R—ud óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô  246 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 1. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. no uso de estrógeno e gravidez (elevaç o de 30 a 50%). HPLC). PARDINI .Transferrina Coment  rios: É a principal proteína de transporte do ferro. ñ v ô “u‘ † † ˆu‰©—ud óuô ˆt‰ † ‰ †©¨ ô   COCA¼ NA Coment rios: No teste de triagem para cocaína realizado na urina. HPLC). desnutriç o prot ico -calórica. hemocromatose. Níveis baixos s contrados na reaç fase aguda. Condi o: Urina recente (mínimo 0.0 a 360. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Sua síntes inversamente proporcional à quantidade de ferro s rico. ˆu‰â“ —u” ‰u‘u’u“ ñ ò óuô †ô  † ˆuˆ ‰ý”€‘ ‰€‘uˆ ’u“ † ”† ˆu‰Ó”u‘ ˆ Triagem de Drogas de Abuso ANFETAMINAS Coment rios: No teste de triagem para anfetaminas e metanfetaminas realizado na urina. Valores elevados s contrados nas anemias ferroprivas. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Condi o: Urina recente (mínimo 0. neoplasias. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ¿ 3 meses a 10 anos À 203.5 mL). insufici ncia c nita e atransferrinemia c nita. Coleta assistida.5 mL). sendo sintetizada no fígado e migrando para regi o beta na eletroforese. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 2 a 4 dias. síndrome nefrótica.5 mL de Soro. feita a detecç s substâncias benzoilecgonina e ecgonina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. hemorragias agudas.0 mg/dL ¿ Adulto À 200.0 a 400. Continua..000 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA).0 mg/dL Condi o: 0.JO 8h. Pode ser detectado após 2 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. Coleta assistida. feita a detecç substância D -anfetamina.

 † ñ † ˆu‰ v ô “u‘ óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô   OPI¶” EOS Coment rios: No teste de triagem para opi ceos realizado na urina.. Pacientes com angina que apresentam níveis elevados (les o mioc rdica mínima) de cTnI t m prognóstico pior. ñ  v ô “u‘ † † ˆu‰÷—ud óuô ˆu‰ † ‰ Troponina I Coment  rios: A cTnI  m marcador de les o da musculatura cardíaca. PARDINI 247 . Coleta assistida.. Pode ser detectado após 4 a 6 horas do uso e se mant m positivo por 7 a 10 dias após uso eventual ou 1 a 6 meses. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. se †©¨ ô  til no diagnóstico do infarto agudo do mioc rdio.Continu õuó€ô o.  † ˆ ñ óuô †ô ò “u‘  ˆ   ‘€—u‰Á‡  † ˆ€‰ “ ˆ † uˆ—u”‰ “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. após uso crônico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. Outras causas de necrose mioc rdica tamb m elevar a troponina I. Na insufici cia renal a especificidade do ensaio pode ser menor.0 ng/mL Condi o: 0. É detect vel em 4 a 6h após a les mioc rdica. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 50 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA).5 mL). N o deve ser utilizada como marcador absoluto do infarto agudo do mioc rdio. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. HPLC). M todo: Quimioluminesc cia Níveis Terap uticos: < 1. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. HPLC). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. feita a detecç substância morfina. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. a sensibilidade 100%. permanecendo elevada por 6 a 10 dias. feita a detecç da substância 11 -nor-9-carboxydelta-9-THC. Após 7h. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Sua presença denota necrose do tecido mioc rdico.TRIAGEM DE DROGAS DE ABUSO MACONHA Coment rios: No teste de triagem para maconha realizado na urina.5 mL). Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. com pico em 12 a 18h. Coleta assistida.

O Machado Guerreiro (Fixaç complemento) era o exame de escolha no passado. PARDINI .. Apresenta menor reprodutibilidade que o ELISA.QUANTITATIVO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . Conser o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.JO 8h. Tendo em vista a possibilidade de falso -positivos (leishmania. ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. sífilis. hanseníase. toxoplasmose. mal ria. imunofluoresc ncia e imunoensaio apresentam sensibilidade próximo a 100%. baixa especificidade e complexidade na sua execuç mais deve ser utilizado. . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. mas por apresentar baixa sensibilidade (69%).  ˆ u ‰ © — ˆ€‰ö‘u”  ˆu‰å—u” ˆu‰ “ †  † † “  †” † uˆ ‰ †‡ til para IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG . IgM caracterizar fase aguda.Trypanosoma cruzi Coment  rios: Os testes sorológicos s  tilizados para confirmaç e suspeita cl ínica da Doença de Chagas e triagem em bancos de sangue. hepatites) recomendado que o soro seja testado. ˆ€‰ “€‘ Imunoensaio enzim tico: utiliza antígenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%). ‘uˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  Hemoaglutinaç : utilizado para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade. Imunoensaio de partículas em gel: a pesquisa de anticorpos por meio do imunoensaio de partículas em gel apresenta sensibilidade de 96. Entretanto. doenças do col geno. Os m todos Hemaglutinaç .5 mL de Soro. em pelo menos 2 m todos diferentes antes de aceito. . óuô †R8© þõ€ÿ óuô ¡ ‰ óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ò IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. †  • —ô óuô ò Continua. pelo clínico assistente. a positividade da sorologia.8% e especificidade de 94.6%. maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva. alguns cuidados s cess rios na escolha do m todo e sua interpretaç . Imunofluoresc cia indireta: IgG xame sensível no diagnóstico da Doença de Chagas. tem especificidade inferior à imunofluoresc ncia e ao imunoensaio enzim tico.JO 8h.JO 8h.. 248 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina).5 mL de Soro. entretanto.

. mas especificidade menor (94 a 100%)..3 mL de Soro.TRYPANOSSOMA CRUZZI HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.  ”î‡ Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA ñ ò  ˆ† Á ‰ d  ˆ€‰(‰ † dRm óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  negativo < 20 unidades entre 20 e 29 unidades  fracamente positivo  moderamente positivo > 30 e 39 unidades  fortemente positivo ≥ 40 unidades Condi o: 1.JO 8h.0 mL de Soro. óuô ò †Rþ ô PESQUISA DE ANTICORPOS M todo: Imunoensaio de Partículas em gel Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. O padr ro para diagnóstico de DC iópsia intestinal. . Anticorpos anti-tTG apresentam sensibilidade (95 a 98%) superior aos anticorpos anti-endomísio. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Á ò tTG Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. A transglutaminase tecidual to-antígeno detectado pelos anticorpos anti-endomísio. PARDINI 249 .Continua.3 mL de Soro..

sendo freqüente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias. †  ˆu‰»—u‰ €ˆ ‰  d ö ë   u ” † ˆ€‰ö–  ™” ñ ˆu‰ ˆu‰«‰€m  ˆu‰Á—€”Ádu‘  ˆu‰ ˆu‰R‰ † —u” uˆ ‰ óuô ò †H• ð ô ¡ ‰ Vírus Respiratórios – Pesquisa direta ADENOVŸ RUS – INFLUENZA VŸ RUS A e B .Swab de nasofaringe. a IgM tectada na 1à semana após o rash.JO 8h.Lavado de nasofaringe . Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal. Na forma prim ria. com pico geralmente no 18” e 19” dia. atingindo o pico em 14 dias. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. A presença de IgM ou alto título de IgG detectado poder correlacionar-se com infecç u exposiç recente. PARDINI . Na catapora. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. representa um a grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos.5 mL de Soro p/ cada. Liquor.coleta: Swab de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. após o aparecimento do rash. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Quanto ao Herpes zoster.PARAINFLUENZA VŸ RUS 1. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. embora a grande proteç seja do tipo celular. colha toda secreç xistente e fricci one as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Laboratórios .Varicella zoster IgG / IgM. reaspire. É importante ressaltar que as vacinaç s induzem à síntese de Ig G. a IgM aumenta em torno do 8” e 10” dia após a erupç .2. enquanto baixos títulos de IgG s servados em adultos s s. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. Ocorre casos de detecç ticorpos 48 horas. É mais comum acima dos 50 anos. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .3 – VŸ RUS SINCICIAL Coment  rios: Permite diagnóstico r pido desses vírus em quadros de infecç s de vias reas superiores. anticorpos anti Coment  rios: O vírus da varicella zoster respons vel por duas síndromes clínicas: a catapor infecç rim ria e o herpes zoster que ocorre quando da reativaç vírus. Lavado de nasofaringe. ñ óuô ò “€‘  ™” d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† 250 Instituto de Patologia Clínica H.

Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. podendo estar presentes em outras colagenoses. PARDINI 251 . instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. a detecç nte por m todos diretos r ida e vantajosa.coleta: Swab de nasofaringe. Veja tam m Fator Reumatóide. Em geral. na mal ria. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. mononucleose e outras doenças. ñ † óuô ò “€‘ ‰ † ‰ù– † u – ™ Rëu”Rd † ˆu‰«” ‰† ™” ˆ€‰(” ˆu‰«—€‰«du’u” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Waaler Rose Coment  rios: Fator reumatóide um auto -anticorpo que est resente no soro da maioria dos pacientes portadores de artrite reumatóide (60 a 70%). .Swab de nasofaringe.3 mL de Soro. Laboratórios . Na AR juvenil sua ocorr nci s de 30%. Reaç s positivas para o FR n s specificas da AR. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas.Lavado de nasofaringe . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de e nvio: Refrigerar a 4 o C. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. sífilis. em decorr ncia da estimula ç liclonal dos linfócitos B. altos títulos de FR se correlacionam com maior severidade da doença.Vírus Sincicial – pesquisa direta Coment  rios: O vírus sincicial respiratóri rincipal agente viral caus ador de infecç s respiratórias baixas em crianças com idade inferior a 2 anos (Traqueo bronquites. nos casos em que o material de ser aspirado. Como o diagnóstico clínico das infecç es por vírus no trato respiratóri complexo. toxoplasmose. uˆ ‰ uˆ ‰ ” ˆò m† † R  – “ d † du–u”€‘ud “  ˆu‰«–€‰ ™” ñ óuô †iÿ ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Inferior a 6 UI/mL = negativo Condi o: 0. j s t cnicas de isolamento s xtremamente demoradas. Lavado de nasofaringe. endocardite. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. hepatite. doenças linfoproliferativas que evoluem com crioglobulinemia. bronquites e pneumonites). O teste de Waaler -Rose apresenta algumas desvantagens devido a subjetividade na leitura e baixa reprodutividade. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . reaspire.JO 8h.

4 mL de Soro. após a 1” semana de infecç . Reaç s com antígeno “H “ s mais tardias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Å S. títulos de anti O iguais ou maiores que 1/160 s confirmatórios de infecç tiva. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. . com títulos superiores ao anti O.Weil Felix Coment  rios: Test til no diagnóstico das riquetsio ses. Typhi O Å S.1:80 Æ at :80 Å S.JO 8h.3 mL de Soro. Na pesquisa de Salmonella paratyphi A e B s clinicamente significativos títulos iguais ou superiores a 1/160. ñ ”R‡ Ä Ricketsiose óuô ˆu‰ ò ˆ ’u“ ˆ uˆ ‰ ˆu‰ “ ˆu‰ †Rþ ô Widal (r ¢ ¢ £¤¥ o) Coment  rios: Test til no diagnóstico da febre tifóide. Paratyphi A Æ at :80 Å S. Na vi ncia de quadro clínico. M todo: Aglutinaç (Proteus Ox19) Valor de Refer ncia: < 1:160 Condi o: 0. em geral. Reaç s positivas com antígeno “O” ocorrem mais precocemente. pois somente indica a presença de uma infecç causada por riquetsia. A reaç o n faz o diagnóstico entre tifo end mico e murino. . Typhi H Æ at :80 Condi o: 0. títulos de 1/160 ou maiores s quase que confirmatórios de infecç o recente. Paratyphi B Æ at . ñ ˆu‰ ”LJ ˆu‰Rd ™” ™ ” ˆu‰ ˆò uˆ ‰ ˆu‰ óuô ††  ††  †Rþ ô 252 Instituto de Patologia Clínica H.

M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 300 a 800 mg/dL Condi o: 1. enviar at h após a coleta. Interpreta o dos Novos Parâmetros de Motilidade: Progressivos: Percentual de espermatozóides móveis levando em conta a sua velocidade e linearidade. hem cias. etc. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. p or exemplo. Freqü ncia de oscilaç : É mero de vezes que o espermatozóide cruza a linha ideal por unidade de tempo. forma afilada ou tapering.. garantindo a interfer cia de outr os elementos. Condi o: Volume ejaculado.Abstenç de 2 a 5 dias. Tem sua produç ente da atividade hormonal e est ligado ao processo de coagulaç liquefaç sperma. ñ cido Cítrico – Teste Bioquímico   óuô †ò †– ˆ€‰(” ˆu‰R—u‰R” ˆu‰à—€”u–u”u‘u—  ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ An e lise Seminal Computadorizada Coment  rios: É um exame indicado na avaliaç inicial da infertilidade masculina.Colher esperma por masturbaç sem que haja perda em frasco de vidro ou pl stico inerte. Velocidade curvilinear: Percurso efetivamente realizado pelo espermatozóide na unidade de tempo (trajetória re al). Velocidade em linha reta: Velocidade m dia em linha reta do começo ao fim da trajetória. -N recisa absti cia. debris. Elongaç o : É a relaç tre o eixo menor (largura) e maior (comprimento) da cabeça do espermatozóide. Nesse m todo.N colher em preservativos. Controle de Qualidade: Existem dois sistemas de aferiç : tamanho e forma conjugados ao brilho. . sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. as avaliaç s de motili dade em seus diversos parâmetros t m mais car ter subjetivo. mais estreita a cabeça. menor ser sua linearidade. 253 Instituto de Patologia Clínica H. Este sistema de grande sofisticaç o tecnológica nos perm ite obter dados totalmente inacessíveis quando feitos por t cnicas manuais. Quanto menor a elongaç . † ™ ”ˆ ˆ€‰ ó€ô  † ˆu‰ ‘€ˆu‰ ˆ “u‘ ‘uˆu‰ “ †  ˆ ˆu‰R—ud ˆ€‰«—ud ˆ € ‰ ( ‘ € d ‡ ˆu‰ ( ‰ €‘ ‡ “ ˆu‰â”u‘ d R ˆ ˆu‰R”u‘ ˆu‰ d † d † † óuô †É•  € ˆ ‰ ˆ€‰ ‘uˆuˆu‰ ‰© ”(‘€ˆu‰  †  u“ ‘ † ˆ€‰  Continua.M. cujo valor cerca de 0.. no m ximo 7 dias ou C.0 mL de esperma. leucócitos.O. Linearidade: É a relaç tre Velocidade em linha reta/Velocidade curvilinear. Quanto mais o espermatozóide se afasta da Velocidade em linha reta. Conservaç o para envio: Enviar congelado. Quanto maior a elongaç . Velocidade com trajetória harmonizada : Retificaç trajetória real feita pelo espermatozóide. É o elemento de c lculo para a linearidade. Amplitude lateral: Comprimento total da oscilaç cabeça. totalmente controlado por computador. tais como. Os dados da motilidade s o medidos rigorosamente por um sistema estroboscópico de alta precis o. Usado tamb m para controle de vasectomia.` Coment rios: O cido cítrico roduzido pela próstata. Importante porque est relacionada com a capacidade de penetraç zona pel cida do óvulo. PARDINI . É uma medida de sinuosidade (Zig-Zags).6. . . mais larg cabeça. que permitem caracterizar os espermatozóides. É uma refer cia para a morfologia.

AN LISE SEMINAL COMPUTADORIZADA r Valores normais: Ç Velocidade c/ Trajetória Harmonizada: > de 33 micro m/seg Ç Velocidade em Linha Reta: acima de 28 micro m/seg Ç Velocidade Curvilinear: acima de 42 micro m/seg Ç Amplitude Lateral: entre 2 e 4 micro cia de Oscilaç : entre 6 e 16 hertz Ç Fr Ç Linearidade: acima de 60% Ç Elongaç : entre 54 e 68% Ç Progressivos: acima de 30% Distribuiç o das Velocidades: R pidos: acima de 25 micro m/seg M ios: entre 6 e 24.. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 100 a 350 mg/dL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.Teste Bioquímico Coment  rios: É o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides.. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio.5 mL de esperma. enviar at h após a coleta. M todo: Eosina Valor de Refer ncia: Acima de 60% de formas vivas Condi o: Todo volume ejaculado.Continu õuóuô o. ñ óuô †H• ô †É• Frutose . Valores baixos indicam processos inflamatórios ou i nfecciosos na vesícula seminal. ñ óuô †ò ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ 254 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .9 micro m/seg Est ticos: imóveis .Teste complementar espermograma Coment  rios: Avalia a vitalidade dos espermatozóides. -N recisa absti cia. Conservaç o para envio: Enviar congelado.9 micro m/seg Lentos: abaixo de 5. ”€ë!u“u‘ ˆu‰ † — ô ô †H• ò ˆ€‰ y• @ † Color ¢ £¦¥ o Supra Vital .normal at % Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.

5 mL de Soro da mulher ou homem – C.3 mL de Esperma. M todo: Swelling Valor de Refer ncia: ≥ 50% apresentando inchaço de cauda. ñ ˆ óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ‘u“ †H•  †É• ‘uˆu‰© ”(‘€ˆu‰ † TESTE INDIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.N colher em preservativos. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads.000. Condi o: 0. ñ †óuô  ò †iÿ ô ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. se positivo. Conservaç o para envio: At m s entre 2o e 8o C.Absti ncia de 2 a 5 dias. . Este teste.Imunologia do Esperma TEST DIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. . indica causa imunológica como fator de infertilidade. enviar at h após a coleta. determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. Conservaç o para envio: At horas após coleta em t emperatura ambiente. . Condi o: Todo volume ejaculado. ñ óuô ò ˆu‰ ô ‘u“ †H•  ‘€ˆ †É• ˆ † Immunobeads .Hipoosmolaridade . o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At dias entre 18o a 25o C. . peça intermedi ria ou cabeça.M. indica causa imunológica como fator de infertilidade.000/mL Condi o: 0. determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads.Absti ncia 2 a 5 dias. enviar at h após a coleta.O. Este teste. Condi o: Todo volume ejaculado.N colher em preservativos. se positivo. ñ ˆ óuô †ô“ ò ˆ  Leucócitos Coment  rios: Valores aumentados s encontrados em processos infecciosos. PARDINI 255 .Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: Este teste avalia a integridade da membrana do espermatozóide. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: At . peça intermedi ria ou cabeça.

óuô ˆu‰ ô ‘u“ †H• ò ˆ€‰(—€”(‘€‰ ‘€ˆ †É• ˆu‰ ˆ † 256 Instituto de Patologia Clínica H.Imunologia do Esperma DIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo. indica causa imunológica como fator de infertilidade. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex.C. . enviar at h após a coleta. Condi o: 0.M. Conservaç o para envio: At semanas entre 2 o e 8o C. Condi o: Todo volume ejaculado.Mar Test . .Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: É utilizado para avaliar o potencial migratório dos espermatozóides. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.O.5 mL de Soro da mulher ou homem . enviar at h após a c oleta.Abstenç a 5 dias. indica causa imunológica como fator de infertilidade. PARDINI . Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. . M todo: Swim Up Valor de Refer ncia: Recuperaç mínimo 10% da concentraç inicial com melhoria da motilidade. Condi o: Volume ejaculado. ˆ€‰  Swim Up .N colher em preservativos.Absti ncia 2 a 5 dias. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.N colher em preservativos. ñ uˆ ‰R—u” ˆ€‰ ò óuô †É• ˆ u ‰ R — u ” ÿ ˆu‰ ô ‘€ˆ †H• ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †iÿ ô ñ    ˆ † INDIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. .

Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. enviar at h após a coleta. 3 a 4 horas após a relaç sexual ou de acordo com instruç s m icas.Absti ncia 2 a 5 dias. N ser ssível faz -lo por algumas horas depois disso. É Pobre: qu É Moderado: at espermatozóides no canal cervical c/movimentos lentos. M todo: Capilar Valor de Refer ncia: ≥ 2.0 cm/hora Condi o: Todo volume ejaculado. 5. É Bom: de 6 a 10 espermatozóides no canal cervical c/movimentos lineares. . Cliente tem que comparecer na unidade. mas todos imóveis. 1. 3. período ovulatório (a ser definido juntamente com o m dico). resença de espermatozóides no canal ce rvical. A paciente e seu companheiro devem abster-se de relaç s sexuais 2 a 5 dias antes do teste. Use papel higi ico ou absorvente sanit rio.N colher em preservativos. PARDINI 257 . 6. ñ ˆuò‰R— du‘u—€†‰ “ ¡ (– ™” ˆu‰R—u‰R” “u‘ ˆu‰ ˆ u ‰ ™ ” ˆu‰ «–€‰ ˆu‰ “ †— “u‘ “  † † ™” Instituto de Patologia Clínica H. É Excelente: mais de 10 espermatozóides com movimentaç linear e ativa. M todo: Observaç ireta ao Microscópio óptico Valor de Refer ncia: É Negativo: aus ncia de espermatozóides. 2. Após o coito deitar de costas por 30 minutos com os joelhos dobrados e as coxas levantadas para evitar a perda do s men. Atenda às necessidades higi icas antes da relaç sexual. ñ óuô ò ˆ ˆu‰ ô ‘u“ †H• ‘€ˆ †É• ˆ † Teste Simms Hühner È Teste Pós coital Teste complementar do espermograma Coment  rios: Avalia a interaç spermatozóide com o muco cervical.Exame realizado somente na unidade aimor s. Dirigir ao laboratório para o teste. Dia adequado: metade do ciclo. ou seja. . Instruç es As instruç s devem ser seguidas o mais estritamente possível.Teste Penetr ¢ £¦¥ o "In Vitro" Teste complementar do espermograma Coment  rios: Este teste simula a interaç o do espermatozóide com o muco cervical (in vitro). o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. . 4.

PARDINI .258 Instituto de Patologia Clínica H.

Lavado Brônquico. M todo: Difus isco em meio específico (Anfotericina B. O teste para 5 fluorocitosina ser realizado se solicitado em separado. ñ ™” † ™” ˆ† óuô ˆ ô © † š ¡ ‰ ”«‘uˆu‰ ™ ” ˆu‰R—u† ”R‰ •uêum  ‘€ˆu‰ý— uˆ « ‰ u— « ”d †É• ˆ† ™” ¡ˆ d € ‘  ˆu‰ ™ ” €–  CULTURA Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s pulmonares localizadas ou disseminadas p ara outros locais do corpo como medula óssea . Nas secreç s de fer idas somente se n for possível a obtenç de aspirados ou biópsias. al m de au xiliar na monitoraç o de pacientes em tratamento com antimicobacterianos. medula óssea. As amostras de urina de 24 horas colhidas em “pool” s o inadequadas. n sendo recomendado. Econazol. Todas as amostras dever o ser enviadas em frascos limpos. Líq. Líq. desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Liq. Sinovial. Aminiótico. etc (swabs vem ser utilizados. Obs. Lavado G strico. Ascítico ou peritonial. Manter entre 2 o a 8o C. Nunca refrigerar sangue. Pleural. Clotrimazol. secreç s de feridas. Nas secreç s das feridas somente s for possível a obtenç spirados ou biópsias. biópsias.). Líq. Pleural. Cetoconaz ol. Condi o: Leveduras (Cândid a spp. Nistatina. Bacterioscopia PESQUISA Coment rios: É diagnóstico na maioria das infecç s causadas por micobact rias (Tuberculose.  ñ ™” ˆ óuô ™” ˆ ˆ ˆu‰ ô u– ˆ ‘uˆu‰R—u” ud ‘ ¡ ˆ  ™” ˆu‰«—u” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Os esfregaços confeccionados no ato da coleta s o conservados fixados pelo calor brando. sistema nervoso central . Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. dobra de Cotovelo. Anfotericina B e Nistatina. Lavado G strico (JO 8h). líquor. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). desprezar o 1o jato e colher todo o restante da micç o. Conservaç o de envio: Enviar o mais r ido possível. O material dever ser entregue ao laboratório o mais r ido possível após a coleta. Punç o de Linfonodos. fezes. Lavado Brônquico. * Colher amostra de Urina pela m (1a Urina do dia). Urina: Colher a amostra de Urina pela m (1 a Urina do dia). Ascítico. sangue. Líquor. etc (Swabs evem ser utilizdos. Urina (enviar volume total colhido). Cetoconazol). Líq. PARDINI †©š ¡ ‰ ˆu‰ † 259 . Les s ativas de pele ou reas dormentes. Miconazol. ñ €ˆ ‰à—u‰Û— óuô ô    ‡u‘u’ ˆu‰ ™ ‡u‘u’  ˆ€‰¹ ˆ€‰(” Baar. Conservaç o de envio: Para leveduras j isoladas enviar em meio apropriado (Agar-Sabourand Glicosado) sob refrigeraç m cultivos de no m ximo 48 horas. e Cryptococcus spp. Líq. Cryptococcus spp) isoladas de cultura positiva. M todo: Cultura em meio específico Condi o: Escarro. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Secreç s de Feridas. Aspirado transtraqueal. Clotrimazol. Punç Abscessos. Fluconazol. baço . Urina recente* (enviar volume total colhido). Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. At ras em temperatura ambiente ou at 48 horas entre 2o e 8o C. Para pesquisa de Hanseníase: Raspado da incis lo de Orelha. M todo: Ziehl Neelsen Condi o: Para pesquisa de Tuberculose: Escarro. Conservaç o de envio: Urina – at ras em temperatura ambiente ou at 8 horas se refrigerada. N tilizar meios suplementados com antibiótic os.Antifungigrama Coment  rios: Orienta na escolha do antif ico adequado ao tratamento de infecç es f icas causadas por leveduras (Cândida spp.: Mucosa nasal local menos sensível e específico. S testados: Econazol. rins . A s amostras de 24 horas colhidas em “pool” s inadequadas. sangue menstrual. Hanseníase e outras formas de infecç s).

Bacilo Dift ’ rico PESQUISA Coment rios: É diagnóstico presuntivo de Difteria. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. Punç Seios Paranasais. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos especiais de hemocultura destinados a cultivo de anaeróbios. recomendado Swab de Nasofaringe.Raramente outras amostras.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. ñ  óuô ˆ ô ˆu‰R–u” vv  ™” †  CULTURA Coment rios: Confirma o achado da bacterioscopia atrav s do cultivo do microrganismo. . Sangue. Escarro expectorado e Urina obtida por micç o espontânea ou Cateterizaç . cultura Coment  rios: O exame auxilia no diagnóstico de infecç s em que microorganismos anaeróbios possam estar envolvidos. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Líq. etc. Líq. M todo: Semeadura em meios específicos. recomend vel fazer em paralelo Cultura para Aeróbios e Gram. Obs. Ascítico. Líquor. Nasofaringe e Les s Cutâneas . Lav. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa.: Qualquer material colhido por Swab (Garganta.Coloraç lo Albert Laybourn e Gram Condi o: Secreç o de Orofaringe. Celulite.Pleural. Aspirado Transtraqueal.) inadequado. Conservaç o de envio: As amostras devem ser enviadas em meio de Loeffler ou de Stuart. N rocedemos à confirmaç iagnóstica atrav s da pesquisa de toxina. Les s Cutâneas ou outros materiais especificados pelo clínico. PARDINI .Como a maioria das infecç es por Anaeróbios s mistas. M todo: Semeadura em meios específicos incubados em atmosfera de anaerobiose Condi o: Abcessos fechados. Obs. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâm ina de vidro. . ñ óuô ˆu‰R—u” ô d † ‰um ™ †— ˆu‰ ™ ” ‡ † ˆ ˆu‰ ˆ€‰ †  † €– 260 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Microscopia . Condi o: Secreç o de Orofaringe. Brônquico. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135 C com rolha de borracha. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. ñ  óuô ˆ ô ˆ€‰(— † † ™”  † ™” ˆ ˆu‰Ù– Bact’ rias Anaeróbias. etc.Geralmente a amostr tida pelo m ico assistente. Nasofaringe. seguida de identificaç o. Obs.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. Urina colhida atrav s de Punç Supra -P bica. Nasofaringe. assim como Fezes. Secreç s. a amostra recomendada o Swab de Nasofaringe.

-N star em uso de antimicrobiano. Contudo. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ñ ™” óuô ò † —u“u‘ ô Instituto de Patologia Clínica H. fornecido pelo laboratório. PARDINI 261 . entre 2 o e 8o C.Campylobacter. cultura Coment  rios: Isolamento e identificaç s Campylobacter spp em quadros de enterocolite aguda. ñ óuô ˆu‰R—u‰ ˆu‰Rô” †ÿ C ’ lulas Herp ’ ticas. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado so bre lâmina de vidro. M todo: Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Exsudato das les s. estas inclus s. pesquisa ( s¤’ lulas de Tzanck) Coment  rios: Nas infecç s por Herpes vírus simplex e zoster o achado de c lulas gigantes (Tzanck) em les es ativas iagnóstico. Conservaç o de envio: In Natura. ™” — † ñ ò óuô ™” vv  ô † ™ C ’ lulas de Inclu —¦¥ o Citomeg e lica Coment  rios: Quando presentes. a alta inci cia de falsos resultados negativos limita seu uso. devendo ser complementada com outras t cnicas mais sensíveis. Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o e 8o C. M todo: May-Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). at horas. Cary-Blair. tem grande valor diagnóstico.

conjuntival. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. Secar o esfregaço em temperatura ambiente. portant feito em Urina. pneumonia do RN. tracoma. conjuntival.Para material uretral. PARDINI . . conjuntivites de inclus o. o paciente deve vir pela manh tes de urinar. . o paciente deve vir pela manh tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro.GIEMSA Coment rios: Esse m todo apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico das conjuntivi tes de inclus rec mnascidos. pus de bub inguinal. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.Material endocervical. portant feito em Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente ou at 24 horas entre 2o e 8o C. esperma e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). ñ ”u‘ † ™ ” ˆ dî– † ˆ ó u ô ˆu‰R” ô † u– ‘u‡ ˆ÷du‘ † ”R‘uˆ€‰(–€‰u—u”R” m† †  ˆ€‰ ‰R‘uˆu‰ † ™ IMUNOFLUORESC NCIA DIRETA M todo: Anticorpo Monoclonal Condi o: Raspado uretral. ñ  † óuô ô ‡ ˆ«du‘ † ”«‘uˆu‰«–€‰u—u”«” †Rþ umuˆu‰ ‰R‘uˆu‰ † ™” PESQUISA . pus de b inguinal. a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç es tópicas. linfogranuloma v reo. Conservaç o de envio: Esfregaços em lâminas apropriadas fixado com 2 gotas de metanol e/ou acetona. . endocervical. Enviar at dias.  ñ † ˆu™ ‰Û—u” † óuô ò ô vv  262 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível.: Esse teste requer amostra c/ mero adequado de c lulas. doença inflamatóri lvica.Para material endocervical a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. M todo: Inoculaç m Monocamada de cultura de C lulas McCoy Condi o: Raspado uretral. esperma. aguardar. M todo: GIEMSA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de conjuntiva ocular.: Esse teste requer amostra com um n mero adequado de c lulas. ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. . retal e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). uretrites n o gonocócica. endocervical. Sua sensibilidade decresce para o diagnóstico de conjuntivites em adultos e infecç es do trato genital. Obs.Material uretral. em gelo recicl vel. em temperatura ambiente. retal.Chlamydia trachomatis Coment  rios: CULTURA Indicado no diagnóstico de infecç s do tipo: cervicites . Obs.

A Criptosporidiose pode tam m afetar paciente imunocompetentes. M todo: Ziehl . M todo: Semeadura em meios de cultivo específicos. fornecido pelo laboratório. pesquisa Coment  rios: Exame bacterioscópico para o diagnóstico de Eritrasma. E.). ñ ˆt‰ † m† óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Instituto de Patologia Clínica H. lavado bronco -alveolar. pesquisa Coment  rios: Diagnóstico da Criptosporidiose em quadros intestinais. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C ou em formol a 10%.Lavado Brônquico e outros. lavado brônquico. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”. pesquisa Coment  rios: Exame microscópico direto q ue permite diagnóstico r pido da Criptococose em LCR (meningites) e outros materiais (escarro. etc. principalmente em pacientes Imunocomprometidos. PARDINI 263 . No Laboratório Her mes Pardini as culturas s direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. seguida de identificaç cteriana bioquímica e/ou sorológica. ñ  óuô ò ô ˆ ˆu‰ Cryptosporidium. .Fezes rec m-excretadas antes da administraç timicrobianos.Preferencialmente. M todo: Coloraç Giemsa Condi o: Raspado de pele . Shigella spp. As fezes acondicionadas em cary-blair podem ser preservadas entre 4o e 8o C. Conservaç o de envio: LCR deve ser enviado ao laboratório imediatamente e n o pode ser submetido à refrigeraç . mas nestes a infecç auto -limitada. coli enteropato icas.Neelsen Modificado Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recentes. Campylobacter spp. Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Líquor .Escarro . ñ ’u“u‘ ˆu‰ ‰u’u“u‘ † óuô ˆu‰Ýmud ô † ˆ€‰(—€”(d€‘ Corynebacterium minutissimum. ñ óuô uˆ ‰Rdu‰ ô ‘uˆu‰R” Cryptococcus Neoformans. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro ou enviar as escamas obtidas em frascos limpos.Coprocultura Coment  rios: A cultura de fezes identifica microrganismos enteropat icos em casos de diarr ia aguda ou crônica. star em uso de medicamentos tópicos. entre outros eventuais patógenos.

ˆ óuô ™” ˆu‰ ô † ”u‘€—u ˆ€‰(” ™ ” ‘ u ˆ € ‰ ˆ † €– Direto a Fresco. leveduras e microrganismos fastidiosos como Haemophilus spp e Neisseria spp. escarro. etc. Anaeróbios. Sangue e Líquido ascítico: enviar no frasco próprio para hemocultura de anaeróbios. recom vel sempre fazer em paralelo cultura para aeróbios e gram. Identifica bact rias Gram -negativas fermentadoras fermentadoras. Escarro.Qualquer material colhido por Swab (garganta. . Detecta cepas produtoras de Beta-lactamases e de Beta-lactamases de espectro ampliado (ESBL). . uretral e urina 1 o jato). Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135o C com rolha de borracha. Conservaç o de envio: Conservar de acordo com o material especificado ou tipo de cultura a ser executado. etc. M todo: Microscopia Direta Condi o: Secreç o Vaginal. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. pesquisa r Ê IOS – PARASITAS FUNGOS – TRICHOMONAS – PROTOZOË SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de Tricomoníase. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos anaeróbicos de hemocultura. expectorado e urina obtida por micç spontânea ou cateterizaç o. nasofaringe. assim como fezes. Secreç s de Feridas. Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreç vaginal.Material de regi suspeita de infecç cteriana (Só ser feito quando o m ico pedir MIC ou Cultura Automatizada).) o ideal.Como a maioria das infecç s por anaeróbios s mistas. Condi o: Enviar no meio de transporte para anaeróbios (tioglicolato 135 o C).Cultura + Antibiograma Automatizado Coment  rios: O m todo especifica a suscetibilidade antimicrobiana com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) com ampla variedade dde antibióticos. . Urina 1 o Jato (1a micç ia). . Uretral. Conservaç o de envio: Conservar em salina est ril em temperatura ambiente ou em frascos esterilizados. Punç o de Linfonodos e Abcessos. Determina se h sinergismo entre penicilinas e aminoglicosídeos nas infecç es graves por Enteroccus spp. Cocos Gram-positivos. Enviar o material ao laboratório imediatamente após a coleta.Preferencialmente. ñ óuô ˆ ô ˆu‰ ‘uˆu‰R” † ˆu‰Û—u‰Û— ™” ˆ 264 Instituto de Patologia Clínica H. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. PARDINI . ô ˆu‰ ˆu‰»mud  †— ANAERÓBIOS N o se processa antibiograma para anaeróbios. M todo: Identificaç o dos microorganismos e Teste de sensibilidade a antimicrobianos com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) pelo sistema Micros can (walkAway 96) ”à‘€ˆu‰ óuô † ñ ™ ˆ ˆu‰  † ˆu‰î—ud ˆu‰ ˆu‰â—ud AERÓBIOS Condi o: Diversas . star em uso de medicamentos tópicos. secreç s.Nunca deixar amostra em contato prolongado com o ar.

Donovanose Coment  rios: É til no diagnóstico do granuloma inguinal. atrav s da visualizaç C. histoplasmose. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fungo isolado em meio de cultura.Preferencialmente. óuô ò ™ ” ‡u‘€’ - Instituto de Patologia Clínica H. .). ñ ‡ † ˆ€‰ö—u‰ s macrófagos com cor s culos de –u‡ óuô ô ˆ ‘uˆu‰R” ˆ Ectoparasitas.Preferencialmente. star em uso de antimicrobiano. identificaç ¥ o Coment  rios: Permite o diagnóstico das infecç s f icas (micoses superficiais. biópsia de borda da les o. M todo: GIEMSA Condi o: Esfregaço de les o. esporotricose. pediculose. subcutâneas ou profundas dermatofitoses. pesquisa Coment  rios: O exam  tilizado no diagnóstico das ectoparasitoses (escabiose. ñ óuô ©8õuóuô ”† ™ ” ‘uˆu‰R” u– “ Fungos. star em uso de medicamentos tópicos. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. PARDINI 265 . granulomatis. entre outras). Conser o de envio: Conservar em temperatura ambiente. . etc. cromomicose. M todo: Microscopia Direta Condi o: Raspado de Les s de Pele e los.

uretrais e no sangue. Lavado Brônquico. Sangue. caso positivo. permite pronta instituiç o t er tica. Unhas. em temperatura ambiente. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal. seu pronto e adequado processamento e inoculaç s meios apropriados. corporais. unha. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Vaginal . Líquor. Secreç s de Feridas. Urina. uretral. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE . . ñ ” † m† ™ ‘u  ˆu‰ 266 Instituto de Patologia Clínica H. Escarro. ñ ˆu‰ ò óuô ˆ ô ˆ   ˆ ud –u“ ™ †  ‡€† ‘u ’ ˆu‰R—u” ™ ” † u– ™” “ ™ ˆu‰Ý—u” ˆu‰R—u”R–u” – u “ ˆu‰í—€” ˆu‰ CULTURA Coment rios: Utilizada no diagnóstico das infecç es f ngicas em diversos materiais clínicos com identificaç agente causal. Uretral. Unhas e Líquidos corpóreos. -N star em uso de antifungicos. Punç Linfonodos. prost ticas. punç de linfonodos. o r ido transporte das amostras ao laboratório. escarro. Urina 1 o jato. Secreç s Uretrais e Vaginais.Secreç Uretral . Os microrganismos O exam podem ser tam m isolado em infecç es uri rias. Secreç es de Feridas. líq. PARDINI . Biópsia de Les s. tilizado tamb m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. Conservaç o de envio: Biópsia de tecido. urina e sangue. secreç feridas. Fezes. Líquor n deve ser refrigerado. cultura Coment  rios:  tilizado principalmente no diagnóstico das vaginoses bacterianas. entre 2 o a 8o C. raspado cutâneo descamativo. Descamaç Les s de Pele. Escarr o.Fungos PESQUISA Coment rios: O exame micológico direto tilizado para diagnóstico r ido das micoses e. los e unhas: em temperatura ambiente. abscessos: conservar entre 2o e 8o C. Punç linfonodos.Descamaç le. Urina 1 o Jato. ñ ˆ€‰(d ò ™ ‡ ˆ€‰(‘€‰ u– ˆu‰ý—u‰ óuô “ ˆu‰ óuô ˆ ô ˆu‰Rô” ™” “ ™ ” ˆu‰R—u” ™” ™” Gardnerella. P los. P los.Urina 1o Jato. Abcessos. escarro. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses s coleta adequada. Conservaç o de envio: Meio de transporte Stuart ou frasco apropriado. P los. M todo: Semeadura em meios específicos Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de Les s de Pele.Secreç o Vaginal.

as amostras devem ser mantidas em temperatura ambiente at seu processamento. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: Esfregaço fixado pelo calor. ñ óuô ˆ u– ò “ ˆu‰ì” ‘uˆu‰R” ô † u”«‘uˆu‰ ˆu‰Û” ˆ † Instituto de Patologia Clínica H.Preferencialmente. devem obedecer às recomendaç es determinadas para cada tipo de material como se fosse ser processado como cultura.Preferencialmente. protegidos da luz. Neisseria. podem ser solicitadas atrav s do Gram. Ducreyi Coment  rios: O exam til no diagnóstico do Cancróide (Cancro mole). Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Í Criança Î 1. outros tipos celulares. Em ambos casos. M todo: Microscopia . Conservaç o de envio: As amostras q forem coletadas nos frascos próprios do equipamento ESP devem ser coletadas em tubos est reis com soluç o anticoagulante (citrato. n star em uso de antimicrobianos. Informaç es nece r ias: Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta – V rias pesquisas como a de Gardnerella.Coloraç lo Gram Condi o: Qualquer material de regi suspeita de infecç r microorganismo. star em uso de antimicrobianos.0 mL de Sangue Total . distinguindo as les es de outras lceras clinicamente semelhantes. ducreyi. Cancro mole e infecç s urin rias (gram da gota de urina n o centrifugada). heparina. Gonococos. PARDINI 267 . ñ ”†‡ Pesquisa de Cancro Mole óuô ™ ‡ ô ˆ€‰ ˆu‰R” Hemocultura Automatizada Coment  rios: Diagnóstico de processos infecciosos sist micos. H. Vaginose. M todo: Microscopia ao Gram Condi o: Esfregaço de Les . leucócitos.Gram Bacterioscopia Coment  rios: O exame bacteriscópico ao Gram permite um estudo mais acurado das características morfo -tinturais das bact rias e outros elementos (fungos. M todo: Detecç o r ida computadorizada de Microorganismos aeróbios e anaer óbios por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano. Conservaç o de envio: As amostras forem enviadas em esfregaç s fixados em lâminas. Presta informaç es importantes e r idas para o início de terapia dando i ia semi-quantitativa em algumas infecç s e estabelece diagnóstico em muitos casos.0 a 5. Meningites bacterianas. associaç Fuso -Espiralar. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Ducreyi. etc). . ñ † u– vv  óuô ˆu‰R–u” ˆu‰ ™”  —† ˆ ™ ”™ ˆu‰R–u‰ ô † ” u‘ €ˆ ‰ ™ ë u ì Ì ™”  ˆu‰ H. Mobiluncus. etc. pelo achado das formas bacterianas características do H. Exemplos: Uretrites gonocócicas..0 mL de Sangue Total Ï Adulto Î 10. Fungos. SPS).

Bataviae. podem ser considerados negativos.Herpesvírus.JD 4h. Condi o: Bact ria vi vel isolada enviada em meio de cultura óuô †  ”î’u“u‘€” –† ˆu‰î” determinaç ˆu‰ Leptospirose Coment  rios: Indicado no diagnostico diferencial em pacientes e ou animais onde o ambiente seja potencialmente contaminado por Leptospira (presença de roedores . nos casos suspeitos. animais de corte. O exame deve ser repetido at semanas para confirmaç . dependendo da clínica. at horas em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C por at 24 horas. cultura Coment  rios: Indicado no diagnóstico de infecç s mucocutâneas . Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s(rosa). Shermani.Altas concentraç s de anticorpos no soro dos pacientes poder o acarretar resultados falso -negativos (casos raros). Ballum. oral e genital . .Client ve estar em uso de medicamentos tópicos. . Cynopteri. Djasiman. ñ ó u ô ˆu‰R” ™” ô ”R‘uˆu‰R—u” † ˆ ˆu‰ ” † † d† ™” ˆu‰«—ud  m ††  ÿ Identifi s ¢ £¤¥ o de Bact’ ria e Antibiograma Automatizado Coment  rios: Identificaç o a nível d ro e es cie do microrganismo causador da infecç quantitativa (MIC) da sensibilidade aos antimicrobianos. em gelo recicl vel. quando a colet feita em les s após a eclos s vesículas.: A sensibilidade do exam muito baixa. Bratislava. Hebdomadis.Andamana. Tarassov e Wolffii.. SORO AGLUTI’”“”•– O MICROSCÓPICA M todo: Soro Aglutinaç o microscópica com antígenos vivos Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Títulos igual 1:100.. Canicola. Condi o: 1. etc. c s. Javanica. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. PARDINI . Patoc. Pyrogenes. Antígenos utilizados: L.). Icterohemorrhagiae. 268 Instituto de Patologia Clínica H. Obs. Pode ocorrer demora no aumento dos títulos dos anticorpos. Pomona. Celledoni. Copenhageni. Panama. Hardjo. Gryppotyphosa.0 mL de Soro. M todo: Inoculaç m monocamadas de Cultura de C lulas Hep 2 Condi o: Fluído da Vesícula da Les . . Butembo. ñ ˆu” ò ˆ ˆ€‰ ™ ” ˆ † ¨ óuô †ô Continua. Autumnalis. Castellonis. Australis. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.

Continua...LEPTOSPIROSE

PESQUISA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE M todo: Microscopia Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos qu uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica ou Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 30 mL Urina recente - 1,0 mL Líquor. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ copo de a, para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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CULTURA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HO RIZONTE M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos que uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica o u Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 0,5 mL Líquor - 30 mL Urina recente. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ c , para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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Micobact ’ rias, Cultura Automatizada Coment  rios:

Permite a detecç mais r ida de infecç s causadas por micobact rias. M todo: Detecç o r ida computadorizada de micobact rias por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano Condi o: 5,0 a 10,0 mL de Sangue Total heparinizado. Medula óssea – Líquor – Líq. corpóreos – Escarro – Lav. Brônquico, Bronco Alveolar, etc. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Sangue, nunca refrigerar. Demais amostras manter entre 2o a 8o C. As amostras dever ser enviadas em frascos limpos.

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Micológico Direto Coment  rios:

O exame micológico diret tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç terap utica; tilizado tam m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarro, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç o de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

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Mycoplasma, cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Uri rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh antes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical a pacient e estar menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r ido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s . Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1 o Jato de Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Mycoplasma pneumoniae, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico das doenças das vias reas superiores, traqueobronquite, pneumonia atípica. M todo: Isolamento em meio de cultura Condi o: Escarro, Lavado Brônquico, Líq. Pleural e Swab de Nasofaringe. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa), at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Neisseria gonorrhoeae, cultura Coment  rios:

O exam til no diagnóstico de infecç es causadas por Neisseria gonorrhoeae. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Uretral, Endocervical, Vaginal, Retal, Faríngea, Conjuntival, outras (Punç e Articulaç s, Líquor, Sangue, etc.). Laboratórios: Envi conselhado devido a vida curta da Bact ria. Obs.: A Vagina da mulher adulta raramente se infecta, sendo recomendada a coleta no canal Endocervical. - A bact ria n sobrevive na Urina, sendo recomendado a coleta na Uretra. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Meio de Thayer-Martin ou Stuart.

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Pneumocystis Carinii, pesquisa Coment  rios:

Seu ach iagnóstico de Pneumocistose devido ao fato do P. carinii n o se desenvolver em meios de cultivos. M todo: Giemsa - Fast Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Lavado Brônquico, Aspi rado Transtraqueal, Biópsia Pulmonar, Escarro Expectorado. Conservaç o de envio: At ras, refrigerada entre 2o a 8o C.

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RotavírusÐ pesquisa Coment  rios:

Detecç o r pida do rotavírus em fezes, permitindo diagnóstico diferencial com outras gastroente rites aguda, evitando o uso desnecess rio de antibióticos. M todo: Anticorpo Monoclonal Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Realizar a coleta preferencialmente durante os primeiros 3 a 5 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Conservaç o de envio: Enviar imediatamente, mantidas em banho de gelo em frascos que n o contenham conservantes, meios de transportes ou detergentes.

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Streptococcus A (Imunoteste Re pido) Coment  rios:

A detecç r ida de antígenos do Streptococcus pyogenes (grupo A de Lancefield) permite a instituiç precoce do tratamento adequado evitando as graves seqüelas das infecç s por este microrganismo. M todo: Imunoensaio p/detecç Antígeno Streptococcus pyogenes Condi o: Secreç Orofaringe, Nasofaringe e Amigdalas. - Colher preferencialmente antes da administraç tibacterianos pela m , antes do desjejum e da higiene oral. Conservaç o de envio: Swab sem meio de transporte, enviar imediatamente ou sob refrigeraç por at ias.

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Treponema, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Coment rios: Detecç o do Treponema pallidum em les s sifilíticas prim rias ou sec diagnóstico precoce, pois os testes sorológicos se positivam tardiam ente. M todo: Microscopia em Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Condi o: Exsudato da Les o. Conservaç o de envio: Em salina est ril, em temperatura ambiente.

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Trichomonas
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

PESQUISA

Coment rios: Diagnóstico de Tricomoníase. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Uretral, Secreç Vaginal, Secreç o Colo Uterino, 1 o Jato Uri rio. Conservaç o de envio : Conservar em temperatura ambiente e enviar imediatamente.

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CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites o gonocócica, prostatite, irritaç vagina, vulva e períneo, secreç rulenta aquosa , etc. M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Secreç cervical, Secreç Uretral, 1 o Jato Uri rio, Esperma. - O cliente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. -N e estar menstruada, nem fazendo uso de medicaç tópica. Conservaç o de envio: Enviar at ras após coleta em temperatura ambiente.
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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Tuberculost e ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimiotere picos Coment  rios:

Indicado nos casos de tratamento adequado para tuberculose, fal ncia de tratamento, retratamento , pacientes com suspeita de resist cia . M todo: Cultura em meio específico com Drogas Condi o: Cultura positiva para micobact rias no material de: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç o de Abscessos, Punç Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue ou fezes. * Colher amostra de Urina pela ma (1a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Laboratórios: Na amostra de BK cultura positiva pode ser solicitado a inclus ste teste. - Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Cultura positiva para micobact rias ou cepa vi vel em temperatura ambiente.

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Ureaplasma, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Urin rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical e vaginal a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar amostras em meio de transporte específico, fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s (rosa). Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1o Jato Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at ras, em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Vacina Autógena Coment  rios:

As vacinas autó genas s o utilizadas especialmente em casos de furunculose, acne supurada, infecç s recidivantes ou de car ter crônico (amigdalites, faringites, sinusites). N feita a vacina caso o microrganismo isolado seja o Streptococcus pyogenes. M todo: Isolamento e esterilizaç o da bact ria isolada Condi o: Bact ria isolada de infecç s bacterianas de car ter crônico ou recidivante (Acnes, Fur nculos, Amigdalites, Abcessos, etc. Obs.: Vacina contra-indicada se o isolado for um Estreptococo β Hemolítico do grupo A. Conservaç o de envio: Bact ria isolada ou conservar em meio de transporte Stuart.

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Vibrio cholerae, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Vibrio cholerae. M todo: Semeadura em meio específico, seguida de identificaç o e sorotipagem. Condi o: Fezes, Vômitos, Swab Retal. - Colher antes da administraç o de antibióticos. Conservaç o de envio: - In natura, at 2 horas em temperatura ambiente ou at ras refrigerada. - Cary-Blair, at ias entre 2o e 8o C. - Tubos tonada alcalinizada (APA), at ras em temperatura ambiente.

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Yersinia Enterocolítica, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Yersinia enterocolítica. M todo: Semeadura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”.

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Mineralograma Coment  rios:

Avaliar defici cia ou excesso de elementos essenciais com fins nutricionais, a efic cia e controle dos tratamentos de quelaç , níveis endógenos de minerais, oligoelementos, metais tóxicos, no controle e monitorizaç de contaminaç mbiental. M todo: Inductively Coupled Plasma Emission Spectroscopy Condi o: Unha - Cabelo - Sangue. UNHA Coletar 2,0 gramas de unhas, o que equivale a uma colher de sobremesa. Pode-se colher de v rios locais diferentes e juntar o material at conseguir o peso exigido. As unhas n o devem receber nenhum tratamento químico por 1 semana antes da coleta. CABELO As amostras par lise de cabelo que refletem com mais precis atual perfil mineral do organismo s uelas de cabelo mais recente, na regi ca. Uma quantidade de cerca de 2,0 gramas necess rio para a lise (cerca de uma colher de sopa), que dever ser pesado usando-se a balança. O cabelo dever ser cortado o mais próximo do couro cabeludo e limitado aos primeiros 2,5 cm do cabelo. Quando o cabelo tiver sido tratado recentemente com cosm ticos (permanentes, tinturas, descoloraç o, reflexo, etc...) consel vel aguardar cerca de 10 semanas antes de coletar a amostra para an lise. Estes tratamentos podem alterar os níveis de alguns minerais, notadamente o c lcio, mag sio, zinco, cobre, chumbo e níquel, podendo levar a uma interpretaç uivocada dos resultados. O uso los pubianos ou outros los corpóreos par lise de mineral dever ser reservado para aquelas situaç s onde isponibilidade alguma de cabelo na regi cabeça ou ent ra os testes confirmatórios propostos para distinç o entre contamina ç xterna do cabelo, da absorç interna de elementos tóxicos. CABELOS MÉDIOS OU LONGOS Ñ Horizontalmente parta o cabelo para tr s da cabeça e puxe para cima e para fora. Ñ Corte uma tira fina de cabelo próximo do couro cabeludo. Ñ Corte e despreze as pontas desta tira, ficando apenas com 2,5 cm mais próximos do couro cabeludo. Ñ Pese o restante na balança de amostra e repita at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Coloque o cabelo pesado no envelope. CABELOS CURTOS o puder ser cortado como descrito acima, uma tesoura ou uma Ñ Quando o cabelo for muito curto lâmina fina poder ser utilizada para aparar o cabelo at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Pese o cabelo na balança de amostra e coloque no envelope. SANGUE Coletar 6,0 mL de Sangue total (heparina). JO 12h. Enviar o material no tubo de heparina específico para este exame (fornecemos este tubo sem ônus). Favor enviar o questio rio devidamente preenchido. INSTR ÒËÓ ÕES IMPORTANTE: O indivíduo que coletar a amostra dever estar com as m s limpas e secas antes de iniciar o corte e manuseio do cabelo. Tam m, para evitar contaminaç mostra, coloc -la sobre superfícies sujas ou empoeiradas. É muito importante ainda que a tesoura utilizada esteja bastante lim tenha pontos de ferrugem. REALIZADO SOMENTE NAS UNIDADE MATRIZ E BARREIRO.

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ANTIOXIDANTES
Antioxidantes Totais Coment  rios:
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Representa proteç rgânica contra a aç M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,1 a 2,0 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Glutation Peroxidase Coment  rios:

Representa proteç rgânica contra a aç radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 31 a 47 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Superóxido Dismutase Coment  rios:

Representa proteç rgân ica contra a aç o de radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 750 a 1200 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) Urina recente . M todo: Colorim trico ( cido Tiobarbit rico) Valor de Refer ncia .JO 12h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Urina 24h.PLASMA: At .RADICAIS LIVRES LDL Peroxidada Coment  rios: Õ Valores elevados indicam aç o indesej vel dos radicais livres.5 nm/mg apoproteína Condi o: 3.8 nmoL/mL Valor de Refer ncia . Conservaç o para envio: At 1 semana entre 2o e 8o C. Laboratórios: Enviar 5. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at 0. . ñ óu† ô †ò ˆ LDL-PX  †Rþ ô Malônico Dialdeído Coment  rios: Õ MDA Avalia os danos causados ao organismo porque atua lesando membranas celulares como produto da lipoperoxidaç .URI Ö Ë× IO: At moL/mg de creatinina Condi o: 1. Instruç es de Coleta : Veja Urina 24 horas .0 mL de Soro. 353 ñ †• ò H óu† ô uðR‘ † ô †ò ˆ€‰ … ‡ r –uu’ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Urina. PARDINI 277 .

278 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Portanto a presença nas fezes indica uma perda geral de proteínas pelo intestino. sendo que mais tarde ocorre depósito de pigmento marrom nos tecidos do corpo podendo provocar artrite.O. contagem Coment  rios: É importante para acompanhar a evoluç s afecç es rena is.M.` Coment rios: A alcapt ria ocorre devido à aus cia con ita da enzima cido homogentísi co-oxidase no sangue. M todo: Colorim trico (Prova do nitrato de prata amoniacal) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). . PARDINI 279 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Manter dieta hídrica habitual. Conservaç o de envio: Refrigerar.O paciente o deve estar em uso de medicamentos como: aspirina. levando a um ac mulo de cido homogentísico no sangue. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: Ø Piócitos Ù at 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.000 por 12 hs Ø Hem cias Ù at Ø Cilindros hialinos Ù at .000 por 12hs .Evitar o contato com o ar. ñ ˆu‰ö—€d ™ “ ˆ ™ óuô  ò †† A@@ ˆu‰R—u”  ¡ d † ˆu‰R” †iÿ ô  Alfa 1 Antitripsina nas fezes Coment  rios: A Alfa 1 Antitripsina nas fezes  ma proteína s rica que difunde em pequena quantidade na luz intestinal.000 por 12 hs Condi o: Urina 12h. Enviar rapidamente ao laboratório.72 mg/g de fezes secas Adultos: at .000. Cifras acima dos valores de refer ncia s o verificados em les es renais. . M todo: Imuno Difus Radial Valor de Refer ncia: Crianças: at . cido Homogentísico  ñ ‰u‘u‡ ‡ u‘ ˆ  u“ ‘ †— ’u“u‘ óuô †ò ‡   ˆu‰ý‘uˆu‰ ‘¡ˆ †iÿ ô ( ” Addis. urina e tecidos. dist rbios hep ticos e cardíacos. L-dopa cido ascórbico. Laboratórios: Enviar 30 mL e informar o volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . Esta condiç se manifesta clinicamente na primeira infância. especialmente na glomerulonefrite. . ñ † † ò † ˆ€@‰ óuô † @ ô Instituto de Patologia Clínica H.Enviar rapidamente ao laboratório. -N ver ver ingest xcessiva de líquidos durante a coleta da urina. particularmente na glomerulonefrite e no controle do tratamento. sendo relativamente resistente as proteólises intestinais.98 mg/g de fezes secas Condi o: Fezes de 24 horas ou C.

. 348 e Nefrolitías . ñ óuô †ò d† ˆu‰ de hepatopatias como hepatite. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. ñ †— óuô  †Rþ ô †ò  ˆ   ˆ † —u”Á’  ˆu‰Ýˆ —u” 280 Instituto de Patologia Clínica H.Proteger da luz. s os chamados “c lculo de infecç ”.Bilirrubinas. Os c lculos de cistina s raros. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar. As substâncias mais comumente encontradas na formaç o dos c lculos biliares s o: bilirrubia. ferro e fosfato. . cirrose ou †iÿ ô † ‘¡ˆ C e lculo Renal. biliverdina. ‡ “ ˆ€‰Á—ud   †— ñ óuô  ñ u– € ’ †Rþ ô “ ˆ€‰Á—ud †ò  ‡ˆ ˆu‰  ™ ˆu” ‰ ‡ ”R–uu’ ˆu‰Á—€‰  † —u” ˆu‰Ý—u” † ˆuˆu‰ ‰  C e lculo Biliar. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s s ubstâncias presentes na constituiç c lculo renal grande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. a cistin ria. Veja tamb m: Teste de PAK . 347 Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco.Enviar rapidamente ao laboratório. frasco âmbar. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. PARDINI . An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s substâncias presentes na consti tuiç o do c lculo biliar rande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. Os de cido rico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricos ria. Evitar o contato com o ar. colesterol. c lcio. associados a infecç s por germes desdobradores da ur ia (Proteus. Os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano). pesquisa Coment  rios: O aparecimento de bilirrubina na urin a primeira indicaç doenças da vesícula biliar. Os c lculos de oxalato de c lcio s o os mais freqüentemente encontr ados. e decorrentes de uma rara condiç autossômica recessiva. Pseudomonas e Klebsiella). M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente.

bem tampada. sar conservantes. Enviar rapidamente ao laboratório. desidrataç . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m io 1a urina da ma ) . t cia a formaç c lculos. A cromatografia de carbohidratos til para identificar o tipo de carbohidrato presente na urina: xilose.XILOSÚRIA Coment rios: Normalmente a uri apresenta aç cares em quantidades detect veis. se n for corrigido.Urina 12h* ou 24h*. maltose e lactose. PARDINI 281 .MALTOSÚRIA .GLICOSÚRIA . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. frutose.Carbohidratos. próprio para a coleta de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 1 . a cetose e coma. Laboratórios: *Enviar alíquota de 30 mL. A principal consideraç clínica na cisti ria. 20 mL/L de Urina. Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de cetona na uri til no diagnóstico da descompensaç o di tica do diabetes melito. ‘€‡ ˆ€‰Ù † —u‰ ‡   ˆ u‘ ‡ † d ”u‘u—u“€‘ ˆ € ‰ ñ † ò óuô … ¡ˆ — ‘ † † ‰   ÿ ÿ • ¡ –€u’ †iÿ ô ˆu‰R—u”  d † ëu”Ûd ‡ € m  † ‘€dà‘uˆ€‰ ˆu‰àd€m Instituto de Patologia Clínica H. . ñ u‘ d † ‡ †— ˆ €d m † óuô †ò ˆ u ‰ å ” ˆu‰ †ÿ ô ‘uˆ€‰¹ ‘¡ˆ Cistina. arginina e ornitina afetada (t los renai s incapacitados de reabsorç o) e outra em que apenas a cistina e lisi s sorvidos. A presença de um destes aç cares demonstra uma desordem do metabolismo do carboidrato. glicose. O aumento excessivo de cetona no sangue provoca desequilíbrio eletrolítico.LACTOSÚRIA . Cromatografia FRUTOSÚRIA . Laboratórios: Enviar amostra refrigerada. lisina. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.  ñ † ‡ ‘udّuˆu‰ † ‡ ‡  óuô ò †iÿ ô ‘¡ˆ Cetonúria. pesquisa Coment  rios: Cisti ria  m dist rbio de origem heredit ria podendo ocorrer de duas maneiras: a primeir reabsorç s quatro amino cidos cistina.*Usar cido Ac tico 8M. M todo: Colorim trico e Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).Armazenar em frasco limpo. galactose. Manter em local fresco durante a coleta.GALACTOSÚRIA . M todo: Cromatografia em camada delgada de celulose Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).

ˆu‰Rd † ™ † ‘ ¡ ˆ ˆu‰  Corpos Redutores Fecal Coment  rios: Os aç cares s substâncias redutoras. Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina em frasco âmb ar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservantes). pesquisa FEZES Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfirias. . causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. ñ óuô †ò ˆ€‰ ˆu‰ †iÿ ô 282 Instituto de Patologia Clínica H.At dias entre 2o e 8o C. .Proteger a Urina da luz. que quando presentes nas fezes indicam uma mal absorç intestinal (intolerância a carboidratos). 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. URINA ñ  “€‘ ò óuô ô †ÿ ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ‡   ˆu‰Rd † ™” ˆu‰ Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfiri as. manter sob refrigeraç . . As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. Enviar rapidamente ao laboratório. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç es eritrocíticas e hep ticas.Proteger da luz.Enviar rapidamente ao laboratório.Urina 24h*. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) .*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Coproporfirinas. . . PARDINI . Manter sob refrigeraç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: Frasco âmbar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono.

pesquisa Coment  rios: A an lise da morfologia das hem cias no sedimento uri rio pode indicar se a origem da hemat ria glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos)  lomerular. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C. . . pois alguns tipos de cristais (anormais) podem representar dist rbios como doenças do fígado.Enviar rapidamente ao laboratório.Recomenda-se colher no laboratório. erros inatos do metabolismo ou les o renal causada pela cristalizaç metabólitos (c lculos). Condi o: Urina recente (2 a micç matinal .Enviar rapidamente ao laboratório. indicando tam m a direç conduta m ica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada.Cuidado par contaminar as fezes. . at  e se obtenha uma amostra com mero representativo de hem cias. devido ao car ter às vezes transitório das hemat rias microscópicas. ñ óuô ˆ ‡ ˆu‰R—u” ò  ‘ud † ˆ † ‘¡ˆ †iÿ ô   Dismorfismo Eritrocit e rio. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina.*Urina 24 h.Cristais com Luz Polarizada. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). O ensaio detecta o antígeno de cepas pato icas t icas do organismo.jato m dio). M todo: Microscopia de contraste de fase Valor de Refer ncia: Aus ncia de Acantócitos e Codócitos.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç o intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Microscopia com Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Ausente. Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . ˆu‰ † —  ñ ò “ óuô †©š ô ˆ ñ  ë u”R† ‘uˆuë ‰ ‡ ‰‡ Á‘uˆ€‘u‰Á ’ ‘€‡  m† ˆu‰R‡ —u d †  ˆu‰ † Entamoeba histolytica Coment  rios: Ú Ameba histolytica Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de Entamoeba histolytica em amostras de fezes. . com a urina. Indivíduos  apresentam n mero significativo de hem cias no sedimento urin rio dever colher nova amostra. Ter o cuidado de homogeneizar bem a urina antes de separar. pesquisa Coment  rios: A identificaç o dos cristais na uri muito importante. -N star usar laxante ou supositório. PARDINI 283 . ’ u “ u ‘ ˆ ”â‘uˆu‰â–ud ‰u’u“€‘ ‰u óuô ò †iÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Instituto de Patologia Clínica H. no ato da coleta.

353 Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . por ser um composto de alto peso molecular. pesquisa Coment  rios: A presença de fenilalanina na uri resultante da defici cia do metabolismo da mesma devido a aus ncia da enzima fenilalanina hidroxilase. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 .*Urina 24h. PARDINI . urin e ria Coment  rios: A presença de frutose na urina indica alteraç s no metabolismo da mesma. ñ ™” óuô †ò †  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ † ‘¡ˆ †iÿ ô 284 Instituto de Patologia Clínica H. ñ “ ‘ud † óuô †ò “€‘ ‡ ‡ €ˆ ‰ ” † ‘¡ˆ †iÿ ô  Frutose.*Urina 12h ou 24h. Enviar rapidamente ao laboratório. levando a um ac mulo de fenilalanina na circulaç conseqüentemente no sistema nervoso central.Fenilalanina. A fru tose. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . recomenda -se o maior volume possível em Urina 24h. . se localiza principalmente nos tecidos conjuntivos causando s rios danos a estes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Para crianças. causando a dist rbios neurológicos irreversíveis com retardamento mental.

colites e outras alteraç s do trânsito intestinal.Funcional de Fezes Coment  rios: O estudo coprológico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Às 08:00 horas da manh . com uma fatia de queijo fresco. cujos resultados permitem avaliar no diagnóstico das diferentes síndromes coprológicas: insufici cia g strica.M. À tarde Û 1 copo de leite com pouco caf .É importante informar a idade. . Û 2 torradas com muita manteiga. Û Evitar contaminaç sar laxantes para obtenç fezes. exames químicos e outras. visa o estudo das funç s digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscópicas. Û Igual ao almoço. Jantar cenoura. gordura ou outro elemento.Enviar rapidamente ao laboratório. acrescentando macarr Sobremesa Û 1 a 2 bananas cruas. Û N . Almoço Û 1 bife m io mal passado. Coleta trazer ao laboratório imediatamente. Û arroz Û caldo de feij Û batata cozida (ou pur tata) à vontade. síndromes ileal e cecal. Û 2 torradas com muita manteiga. ñ ™” ò d(d€‘u ˆ “€‘  ™” ”€ˆ  ˆu‰Ým ˆ †  ÿ du‘€‰ ‘uˆuˆ ‰R‘u” ˆu‰ †— † † † “R—u”Rmud ˆu‰R”© ˆu‰© †©¨ ô ˆu‰R–u‰ ˆu ‰R—u” ˆ du‘ ¡ ˆR” Instituto de Patologia Clínica H. gua. hipersecreç iliar. M todo: É realizada um lise Macroscópica e Microscópica das Fezes e pesquisas Bioquímicas Valor de Refer ncia: Fornecemos relatório do resultado Dieta: . Û No 4o dia colher toda a primeira evacuaç o da m Û Usar recipientes limpos e secos. r urina. tipo minas ou prato. pancr ti ca e biliar.Evitar o uso de bebidas gasosas e alcoólicas. PARDINI 285 . tipo maça.Suspender toda medicaç o (principalmente laxantes e supositórios) durante 3 dias ou C.Fazer a dieta durante 3 dias. Û 2 torradas com muita manteiga. .Crianças at s cessitam de dieta. .O. . tomar Û 1 copo de leite com um pouco de caf . desvios da flora bacteriana (fermentaç o hidrocarbonada e putrefaç o). Û 1 ovo frito mal passado. À noite Û 1 copo de leite com pouco caf .

*Urina 12h ou 24h. ñ ˆ óuô ò ‰u’u“€ˆu‘ ‰ ”ý‘uˆ u’ €“ ‘ ‰u  †ÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Glicose urin e ria. O ensaio detecta antígeno de cepas pat icas o pato icas do organismo.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. síndrome de Fanconi. . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. no ato da coleta. ñ óuô ™” ˆuò ‰ ‘ud †  ‡ ‘uˆ † ˆu— ‰R—u”© ˆu‰ ”u‘ † ‘¡ˆ “ ˆ€‰ †iÿ ô Gi e rdia Coment  rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de gi rdia em amostras de fezes. por defici ncia da enzima galactose-1-fosfato-uridil-transferase.Cuidado par contaminar as fezes. . ñ † óuô †ò  ˆ€‰ö‘u‰ dR‘uˆu‰R— m † † ‘¡ˆ ‰ ÿ €– u ’ ô †iÿ  • ¡ 286 Instituto de Patologia Clínica H. Enviar rapidamente ao laboratório. torna-se incapaz de converter a galactose da alimentaç em glicose levando ao seu ac mulo.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Precipitaç com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ) . provocando outras complicaç s inclusive a morte. pesquisa Coment  rios: A presença de Glicose na urina depende de sua concentraç sangue. -N star usar laxante ou supositório.Colher após 2 horas de ingest copo de leite.Enviar rapidamente ao laboratório. PARDINI . A pesquisa de glicose na urina muito importante para auxiliar no diagnóstico de patologia s como: diabetes mellitus. casos de hiperglicemi ia tica e outras.Usar frasco limpo e próprio para coleta de urina. com a urina. o permitindo o desenvolvimento da criança. doença renal avançada. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . Laboratórios: *enviar 30 mL de Urina. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada.Galactose Coment  rios: O aparecimento de galactose na uri ma condiç g tica na qual o organismo. M todo: Colorim trico/Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . . Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. .

M todo: Sudam III – Pesquisa em microscopia ótica Valor de Refer ncia: < 5% de gordura fecal Condi o: Fezes recente (à fresco) ou C.Refrigerar durante a coleta. . ñ óuô ò “  † † ˆu‰R—u” †©¨ ô ˆu‰ ˆ€‰(—€d Instituto de Patologia Clínica H.M.M.0 g/24h Condi o: Fezes de 24h. . .  ñ ô óuô †ò † ùd€m ˆ€‰ ˆu‰R—u‰ å‘uˆud€‰â m — ˆ€‰ ˆ€‰(— “€‘ ”u †  †©¨ ô  u– ˆ u ‰ R – u ‰ u–  € ’   u d † †— PESQUISA Coment rios: O aparecimento de gordura fecal acima do normal indicativo do esteatorr ia devido a mal absorç gorduras ou defici ncia de enzimas pancre ticas. Pode s er usado no monitorizaç tratamento. após os 3 dias de dieta ou a crit rio do m ico. informar peso total e tempo de coleta. 48h ou 72h .Usar recipientes limpos e secos. distribuindo durante o dia: Ü 03 colheres (sopa) de azeite Ü 02 colheres (sopa) de creme de leite Ü 01 colher (sopa) de manteiga Ü 02 pedaços de queijo prato Idade de 06 a 14 anos Seguir metade da dieta para adultos Idade de 02 a 05 anos Seguir 1/3 da dieta para adultos Idade de 01 a 02 anos Manter a dieta normal. Conservar o material sob refrigeraç rante e após a coleta. Evitar a contaminaç s fezes com a urina. .Colher todo volume de 24 horas. Adultos e jovens Acrescentar à dieta habitual di ria. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível pequena alíquota. .Trazer ao laboratório o mais r ido possível. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1.8 a 6.Gordura Fecal COLORIMÉTRICO – DOSAGEM Coment rios: O aparecimento de gorduras neutras e proteínas igeridas nas fezes em quantidades acima do normal indicativo m sorç intestinal e de m sorç intestinal e de insufici cia pancr tica exócrina. .N fazer uso de laxantes e/ou supositórios.C. PARDINI 287 . . N o usar: Ü Supositório Ü Óleo de rícin o ou outros laxantes Dieta (03 dias): Manter a dieta at encerrar a coleta. acrescentando creme de leite e queijo prato.Evitar contaminaç r urina. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. gordura ou outro elemento.Enviar rapidamente ao laboratório.O.

doença tromboembólica e morte.J. como óuô †iÿ ô 288 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. pesquisa Coment  rios: O Indic ¡ resultado da decomposiç Triptofano intes tinal.*Urina 12h ou 24h. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal = Traços Condi o: 30.P.Homocistina Coment  rios: O aparecimento de Homocistina na urina. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: Isolado: conservar em salina ou formol at ias. deve-se a erros no seu metabolismo podendo levar a incapacidade de desenvolvimento.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ óuô †ò † ‘¡ˆ †iÿ ô  Identifi s ¢ £¤¥ o de Helmintos e Fragmentos Coment  rios: É til no diagnóstico das diversas infestaç s parasit ri a (identificaç proglotes de T adultos de helmintos). Condi o: Vermes adultos. catarata. O Indican tem o nível aumentado quan um aumento da putrefaç o intestinal. retardo mental. ñ m† ˆ ˆ€‰ù—€‰ ˆ ˆu‰ ”u–u † ˆu‰ “€‘ ”€ ˆu‰ bacterian a da proteína corpórea. comum do ducto biliar ou obstruç biliar intra —u‰ du‘  † ‰ †ò O Indican tam m apresenta aumentado na decomposiç septicemia com formaç o de abcessos. PARDINI . em enterites.Microscopia Ótica direta e H. larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes. MIF: at semana em temperatura ambiente. obstruç ¡ tico. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Recente: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Macroscopia . insufici cia pancr tica. ñ ‡ ™”  ˆ€‰(—€” du“u‘ ia e vermes óuô ô †  †©¨  — †R Indican. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da manhâ).

ñ óuô ò ˆu‰R—u‰R –ud †iÿ ô Lactose. . M todo: Coloraç microscopia ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (a fresco). M todo: H. Estes microsporídeos se caracterizam por serem oportunistas. que s o infecç es causadas por protoz rios do filo Microspora.P. pesquisa Coment  rios: Usado para o diagnóstico complementar das microsporidoses. ñ óuô †ò † “ ‡ “u‘  €ˆ ‰ †iÿ ô †— ‘¡ˆ Microsporídeos. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Lactose na urina pode ocorrer nos ltimos meses da gravidez e durante a lactaç .Isospora Belli Coment  rios: Achados do protozo rio (oocisto) Isospora belli no sedimento fecal esta relacionado com um quadro de imunossupress ciente por se tratar de parasita oportunista. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).J.Enviar rapidamente ao laboratório. com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 289 . ñ óuô †©¨ ô ‰u ˆu‰Rò” ˆ ™ Instituto de Patologia Clínica H. .Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Ocorre tamb m pela defici ncia de lactase ou por intolerância sem car cia enzim tica.

pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Mioglobina na urina esta relacionado com: coma prolongado.O cliente n deve estar fazendo uso de Vitamina C e medicamentos a base de Iodo. Conservaç o de envio: At dias conservado em salina. trauma muscular.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Pesquisa direta por Microscopia Ótica (A lise Qualitativa e Quantitativa) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fragmentos da Mucosa Retal. esforço físico intenso. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). ñ óuô †ò ™  ™” †iÿ ô ˆu‰ † ‘¡ˆ Mucopolissacaridoses. podendo levar desde anormalidades na estrutura esquel tica at retardo mental e morte. infarto do mioc rdio e intoxicaç s. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 ou .Mioglobina. pesquisa Coment  rios: As mucopolissacaridoses s ¹ m grupo de doenças cong itas resultantes de defici cia na degradaç dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo. convuls es. atrav s do estudo da idade dos ovos encontrados. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . doenças musculares atróficas. ñ óuô †©¨ ô ò † ‘u † ˆu‰R—udR”  du–€“ utica no tratamento da 290 Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô † † †ò ˆ€‰ “u‘ “€‘ ˆu‰ † ‘¡ˆ †iÿ ô ÿ• ¡ –€u’ Oograma Coment  rios: Útil no diagnóstico da esquistossomose e tamb m na avaliaç fic cia ter mesma. PARDINI . Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina.*Urina 12h ou 24h. Enviar rapidamente ao laboratório. .

Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: N o pode refrigerar. At dias em temperatura ambiente. pois o Enterobius vermiculares faz postura dos ovos na luz intestinal e sim na regi perianal no período da noite. At ia em temperatura ambiente. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes.Enviar rapidamente ao laboratório. ..HPJ (Hoffman . . -N ve-se colher material muito liquefeito.Oxiúrus Coment  rios: Ý Enterobius É a meto dologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose (oxi rus).Fazer coleta pela m tes do cliente defecar ou tomar banho (n fazer assepsia). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. N o usar nenhum medicamento no local.M todo de Lutz Condi o: Fezes recente (à fresco). pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. ñ ‘uˆu‰ óuô ˆ ò ˆu‰ ‡ ô du‘ ¡ ˆRdu‘ ˆu‰ †iÿ — †„ÿ Parasitológico de Fezes PARASITOLÓGICO Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais.Enviar rapidamente ao laboratório. Swab: at ias conservado em salina..  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™”  óuô BAERMANN E MORAES †©¨ ô  ˆu‰ † ‘€ˆu‰ ” ‘u‰«‘u‡ Coment rios: É específico para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da estrongiloidíase. evitando dobras e bolhas de ar. M todo: Baermann e Moraes Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). . Conservaç o de envio: Fita: fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada. . PARDINI 291 .Pons e Janer) . . ñ óuô ò ˆu‰R—u” ˆ ô † R— Continua. A intensidade do parasitismo influi mero de formas parasit rias eliminadas. M todo: Concentrado . Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Fita Gomada / Pesquisa Direta por Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Swab e Fita Gomada.N colher as fezes após ingerir contraste radiológico.

Após o t rmino das coletas. sem qualquer ônus. Þ Após a coleta.Enviar rapidamente ao laboratório.I.  ñ ˆu‰b—€” ˆu‰ † ‡ m† ™” óuô ò †iÿ ô 292 Instituto de Patologia Clínica H. podendo ser em dias consecutivos ou alternados. at obter mero de amostras desejado.O. O n mero de amostras variado conforme instruç s m icas. N precisa colocar em geladeira..HPJ (Hoffman . Þ Urinar no vaso sanit rio antes da coleta do material. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. Schistosoma mansoni. M todo: Concentrado . PARDINI . meio e fim da amostra de fezes.F. MIF = Merc rio. Evitar contaminaç o com urina. Coleta da Amostra: Colocar o material no recipiente contendo o conservante líquido fornecido pelo laboratório. M todo: Kato Katz (Qualitativo e Quantitativo/g de Fezes) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). somente por solicitaç m ica.M todo de Lutz Condi o: Amostras colhidas no M. pois o líqui conservante. soluç s conservantes e fixadoras. que devem ser previamente bem lavados. Ancylostomideos. Enterobios vermiculares e Strongyloides) fornece tam m a quantificaç sta infestaç por grama de fezes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. de 3 a 5 dias . sendo de grande importância para o acompanhamento do tratamento. retirar uma quantidade correspondente a uma colher de caf início. Taenia sp. Fornecemos todos os tipos de frascos. Þ Uso de laxativos (30g de sulfato de sódio para adultos ou limonada purgativa para crianças). Iodo e Formol. Þ As fezes devem ser colhidas em urinol ou bi .C.PARASITOLÓGICO DE FEZES MIF Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais.. A intensidade d o parasitismo influi no n mero de formas parasit rias eliminadas. .Continu õuóuô o. fechar bem o frasco para n entornar.M. Trichuris trichura.  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™” —u“  óuô † ‘€ˆu‰ ” ‡ ˆu‰ † —  ‰R‘u‡ † KATO KATZ ‡ ô †  ™” †— ˆu‰ ˆu‰ ™ ” ˆ † u— ‰ ˆ —u‰ † † ‡ † Coment rios: O exame parasitológico pela metodologia Kato -katz al m de ser til no diagnóstico das infestaç s parasit rias causadas por alguns helmintos (Ascaris lumbricóides . As amostras s o colocadas dentro do mesm o frasco contendo o líquido.Pons e Janer) . Conservaç o de envio: At semana em temperatura ambiente. O líquido conservante só tem validade a part ir do dia que se inicia entre 7 a 8 dias. Colhe-se uma amostra por dia. pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo .

nefrites t lo-intersticiais. podendo estar localizado desde os glom rulos at uretra e podendo ser de causa infecciosa.Enviar rapidamente ao laboratóri o. tuberculose de vias uri rias. ˆu‰«—ud ˆu†‰Á” —udۉÛmu — u d u — € ” Á — u ” Á  ˆu‰ ñ R † ò óuô †iÿ ô  ˆu‰ Rd ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ Piócito s. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ter o cuidado de homogeneizar bem a urina. Para confirmar a presença de processo infeccioso.Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa e contagem URINA Coment rios: Um aumento de leucócitos (piócitos) na urina. . M todo: Colorim trico (Fita) Valor de Refer ncia: 6.Pentose Coment  rios: A pentos ri uma doença rara e assintom tica devi do a um erro inato do metabolismo o que ocorre principalmente em pessoas da raça judaica. etc. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. laxantes e supositórios. H merosas causas de leucocit ria com a urocultura habitual negativa: glomerulonefrites exsudativas ou proliferativas.Manter dieta hídrica habitual..8 a 7. h cessidade da demonstraç ente infeccioso atrav s de exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. Instituto de Patologia Clínica H. ñ †‡ ‡€m † ô † †óuô • ò H ˆu‰f—€”f”u‘  †— † ù‘€” † ˆu‰R–u‰ ‰©‘uˆu‰ ˆ€‰å—u‰Ódu‘u’  á‘ ‘u ‘¡ˆ Continua.. infecç r clamídia. pós -operatórios de prostatectomia. calculose das vias urin rias. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . .Evitar o uso de talco. . a reaç ser lcalina.*Urina 24h. indica processo inflamatório das vias uri rias. . Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. a reaç ser cida e no predomínio do processo de putrefaç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ óuô †ò ‡d†  † ‘¡ˆ pH Fecal Coment  rios: †iÿ ô  O pH indica se a reaç s fezes ci sica. rejeiç xerto renal. proteger contra a contaminaç com Urina. quadros febris na infância. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: At piócitos por campo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.2 Condi o: Fezes recente. . o tipo de dieta alimentar e conseqüentemente a quanti cidos de fermentaç a quantidade de bases. Predominando a fermentaç . PARDINI 293 .

M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. causadas por doenças metabólicas ou exposiç o a agentes tóxicos. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Ausente Condi o: Fezes recente (à fresco). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente.PIÓCITOS FEZES Coment rios: O aparecimento de leucócitos (piócitos) nas fezes.. h necessidade da demonstraç o do agente infeccioso atrav s do exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura.  ñ † óuô ò †  ˆ †©¨ ô Porfirinas. . PARDINI . pesquisa Coment  rios: As Porfirinas s o compostos intermedi rios da produç rupo heme. Laboratórios: Enviar alíquota de 30 mL em frasco âmbar (sensível à luz) ou proteger com papel alumínio ou carbono. indica um processo inflamatório da luz intestinal. Para se confirmar a presença do processo infeccioso.Usar 5 g de Bicarbonato de Sódio por litro de urina.Enviar rapidamente ao laboratório..Continu õuóuô o. As condiç s que resultam no aparecimento de porfiri rias. . ñ óuô †ò “u‘ †iÿ ô †— ‘¡ˆ 294 Instituto de Patologia Clínica H. Enviar rapidamente ao lab oratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ˆ ñ óuô “€‘ ò ‘ u ‡ ˆ€‰ †  ˆ ™” ˆu‰»—u‰Á’ ” ¡ ”u–u ™” †iÿ ô  Porfobilinog T nio Coment  rios: O porfobilinog io se encontra aumentado em casos de porfiria aguda intermitente e na porfiria variegata. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). s chamadas de porfiria e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas ticas.

s foram preenchidos os dados necess rios solicitados. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. N vendo correlaç o clínica.O client ve colher a urina após esforço físico. . .Informar se suspeita de gravidez. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Robert Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). A interpretaç resultado do(s) exame(s) somente poder ser feita pelo clínico.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ •u “ ”† ˆ  ˆu‰»—u” óuô u‘ ˆ †iÿ ô ò ˆu‰ ˆu‰ ‘u “ ˆu‰R‘ud ˆ ”Á‘uˆu‰ ™” † ­ª vv ‘¡ˆ ¡d ˆ €ˆ ö ˆ u ‰ 4 ‘ € d ˆ ˆ u ‰ ‰ u— ‰  ‘¡ˆ ‡ ˆ Proteínas. PARDINI 295 . Informaç es ne rias: . exceto em casos em que o HCG esta muito diluído ou em baixa concentraç urina. O resultado positivo indica a presenç a de gravidez. M todo: tex . ñ óuô †ò † ‘u ˆ € ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰«— ‘¡ˆ ˆ€‰ ‡ †iÿ ô ”(‘€ˆu‰R—u” †— Instituto de Patologia Clínica H. O resultado negativo. sua presença exige que sejam feitas outras a lises para determinar se essa proteína representa uma condiç normal ou patológica.G. pesquisa Coment  rios: A presença de proteínas na urina nem sempre significa doença renal.: O H. data da ltima menstruaç o. M todo: Colorim trico . indica aus ncia de gravidez.Pregnosticon Coment  rios: O test uma prova de aglutinaç o direta de l tex para a detecç Gonatropina Coriônica Humana (HCG) na urina. . uri rio sofre as variaç s da diluiç o ou concentraç rina. Algumas causas patológicas da protein ria s : les a membr ana glomerular. no sangue (soro). dist rbios por imunocomplexo. .Enviar rapidamente ao laboratório. . se controle de mola.Colher após 2 dias de atraso menstrual.C. Contudo. sugere-se H.C. doenças renais decorrentes do diabetes mellitus e pr -eclâmpsia. Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1 a urina da ma ).G. agentes tóxicos. se suspeita de aborto. reabsorç tubular deficiente. ciclo de quantos dias. e especialmente se a coleta o foi assistida.Aglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo: N Gr vida Obs.Colher de prefer ncia a 1a urina da ma .

causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. ñ óuô “€‘ ò  ‡ ˆu‰Rd † ˆu‰ ™” †iÿ ô  Protozo e rios. Ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. pesquisa SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: Auxílio na triagem das infecç s intestinais causadas por protoz rios e/ou bact rias. que s chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. .Colher de prefer cia as fezes liquefeitas (diarr icas) e porç s contendo muco e sangue. N o usar conservante. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). . M todo: Direto a fresco Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. . ñ óuô ò ™” ‰u † ˆu‰  u“ ‘ † † ™” 296 Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô ˆuò ‰R” ˆ€‰ ”€‰u’u“u‘ ˆu‰÷—ud ‡ †iÿ ô  ˆ Protoporfirinas. sarcoma ost ico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. macroglobulinemia. M todo: Precipitaç Turvaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. linfoma. leucemia. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de protoporfirina nas fezes se deve ao dist rbio das porfirinas. Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: Enviar alíquota 30 mL.N refrigerar. pode estar relacionado com: Les membrana glomerular. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar no m ximo at 30 minutos após a coleta. amiloidoses e mieloma m ltiplo. se houver. PARDINI . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante).Proteína de Bence-Jones Coment  rios: O aparecimento da Proteína de Bence Jones na urina.

varizes esofagianas. PARDINI 297 . As grandes interfer cias s : Sangramento Menstrual ou de Hemorróidas. O uso de anticorpo monoclonal específico para hemoglobina humana trouxe uma grande vantagem na pesquisas de Sangue Oculto nas Fezes: cessidade de dieta especial ß N ß N reaç cruzada com hemoglobina de ou tros animais. ß Tam m n o h feito proz inibiç o da reaç r altas concentraç s de hemoglobina. . .Deve-se evitar a contaminaç c/ vaso sanit rio ou com a urina.Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório. Muito importante na triagem das divers as patologias que afetam a funç renal. .Sangue Oculto Coment  rios: O teste de sangue oculto nas fezes com resultado positivo.Manter dieta hídrica habitual. carcinoma de cólon e diverticulite. . cristais.O. . ñ €‘  óuô ˆu‰ † ™” †ô † ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. ‡ dR– † – ™” ’u ˆuˆu‰‰ ¡¡ R m † ‘u” ˆ ˆu‰ Á” ñ ò óuô ‰u‘udRëu” † d ˆ ˆu‰  u ’   u d R — u ‰ ˆ€‰(–€‰  ™” “€‘ ˆu‰  †©¨ ô Sedimentoscopia Coment  rios: A sedimentoscopia uri ria fornece informaç s importantes sobre a presença de leucócitos (piócitos).sangramento gastrointestinal superior: lcer tica. cilindros. M todo: Anticorpo Monoclonal Anti-Hemoglobina Humana .Imunocromatogr fico Valor de Refer ncia: < 0. .50 mg Hb/g Fezes = negativo Condi o: Fezes recente. bact rias. M todo: Microscopia Ótica Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). parasitas e fungos. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. gastrite e câncer strico. devem ser examinadas pelo menos 3 amostra de fezes.Nas suspeitas de sangramento. permite diagnosticar ulceraç s no trato digestivo: .sangramento intestinal baixo: colite.): ß Aspirina ß Fenilbutazona ß Indometacina ß Corticosteróides ß Reserpina Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. eritrócitos. Bebida alcoólica Medicamentos que podem causar sangramento gastro-intestinal (suspender 2 dias antes ou C.M.

Nas anormalidades heredit rias as enzimas metabólicas da tirosi s roduzidas levando a evoluç s graves geralmente fatais com envolviment tico. . M todo: Revelaç o da Película Fotogr fica .Atividade Triptica á > 1:80 â crianças (1 a 5 anos) .Ideal colher no laboratório. † ñ ˆ€‰(—€d “ ˆu‰ ™”   ˆ u ‰ ” R d u ‘ u  óuô † †ô ‘u ud ‘ ¡ ˆ ‡ ˆ 298 Instituto de Patologia Clínica H. . Usar frasco limpo e próprio para a coleta de urina. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C.Prova de Schwachman Valor de Refer ncia: à crianças (at 1 ano) .Atividade Triptica á > 1:40 Nota: Em crianças com mais de 5 anos e adultos. este exame pode apresentar falso -positivo em virtude da aç flora bacteriana intestinal.Tirosina. . pesquisa Coment  rios: Os dist rbios do metabolismo da tirosina devem-se a anormalidades heredit rias ou metabólicas. j a sua aus ci acompanhada freqüentemente da falta da amilase e lípase. star em uso de enzimas digestivas 24 horas antes da coleta. M todo: É realizada uma an lise física da urina. sendo causada pela imaturidade das funç s hep ticas e raramente causam les rman ente.Manter dieta hídrica habitual.Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório. renal e com aminoaci ria generalizada. podem evoluir de forma transitória como nos prematuros. a lise química qualitativa e quantitativa dos elementos anormais (automaç ) lise do sedimento (Microscopia Ótica). PARDINI . .caracteres gerais: corresponde a avaliaç s propriedades físicas da urina.sedimentoscopia: corresponde ao exame microscópico da urina. Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. acompanhar a efic cia do tratamento e constatar a cura. . ‡  ñ óuô †ò ™”  ‰ ¡ ”u–€ ‘udR‘uˆu‰ ˆu‰R–  —u‡ ˆu‰R–u” ™” †iÿ ô †— ‘¡ˆ Tripsina Fecal Coment  rios: A atividade tríptica das fezes um indicador da atividade pancr tica. O exame compreende tr s etapas: . monitorar o progresso desta patologia. . ñ ˆò † ó u ô ˆu‰R—ud ˆu© ‰ †©¨ ô ”u †  ”u î눀u‰ ” “u‘ d † ‘uˆ€‰(” Urina Rotina Coment  rios: O exame de urina rotina muito importante para avaliar a funç renal e infecç s podendo auxiliar no diagnóstico de uma patologia. cuja investigaç tem interesse no diagnóstico da fibrose pancr tica. -N sar laxantes ou supositórios.pesquisa de elementos anormais: corresponde à pesquisa química feita na urina. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: Urina recente (jato m dio 1a Urina m ) ou Urina c/ no mínimo de 4h após ltima micç o. As anomalias metabólicas adquiridas.Enviar rapidamente ao laboratório.

Enviar rapidamente ao laboratório.Urobilinog T nio Coment  rios: O urobili io assim como a Bilirrubina. M todo: Colorim trico (Ehrlich) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). nos dist rbios hemolíticos e na porfiri ria. neste caso de uroporfirina. . m pigmento biliar resultante da degradaç hemoglobina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.*Usar 5 g urina de Bicarbonato de Sódio por litro de urina.Enviar rapidamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . que impede a passagem normal de bilirrubina para o intestino. s o chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas causadas por doenças metaból icas ou exposiç tes tóxicos. . ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ˆ€‰Á—u” ‘u‡ ‡ ˆ uˆ R ‰R d ud u’ €” ‘ † ™” ™” † ‘¡ˆ  Instituto de Patologia Clínica H. . pesquisa Coment  rios:  roporfirina na urina auxilia no diagnóstico dos dist A detecç rbios das porfirias. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ‘u‰u’u“€‘ ñ óuô †ò ˆ‡ ˆ †  u‘ ‡ ’u“u‘ “ ‘¡ˆ ˆu‰ —ud ” u ‘ † ‘u‰u’u“€‘ †iÿ ô †— Uroporfirinas. A s condiç s que resultam no aparecimento de porfiri ria. Laboratórios: Enviar de 30 mL de Urina em frasco âmbar (sensível a luz) ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. O aumento da concentraç o da urobilino io na urina (> 1 mg/dL) contrado nas hepatopatias. A aus ncia do urobili io na urina e nas fezes significa obstruç o do ducto biliar. PARDINI 299 .Urina 24h*.

300 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disponibiliza o TP em 3 perfis: bãåä ico. mas de importância no diagnóstico de erros do metabolismo èéç o descritos. Determinaç es A M S P I L C I O A D O P L U S B Condi o detectada Detecta fenilceton ria (PKU) cidos Detecç o de ami r Fenilalanina Cromatografia de ami TSH neonatal T4 neonatal ‘u‰u ˆ ‡ €‘ u‰  ó€ô cidopatias. Hipotireoidismo cong nito Hipotireoidismo cong nito “ “ 17-OH-Progesterona neonatal Tripsina neonatal Galactose Hiperplasia Adrenal Cong ita Fibrose Cística Galactosemia “u‘ Hemoglobinopatias triagem neo Hemoglobinopatias Atividade da Biotinidase Toxoplasmose IgM neonatal HIV neonatal Sífilis IgM neonatal Ru Defici cia de Biotinidase Toxoplasmose cong nita “u‘ “ Síndrome da imunodefici cia adquirida Sífilis c Ru m†‰ la IgM neonatal m † ‰ ’€“u‘ la con ‰€‘u’u“u‘ “u‘ ita ita Nessa seçç o outros exames nç o realizados no Teste do Pezinho. relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções. HIV. É sugerido que o teste seja realizado entre 3 e 30 dias de vida. compondo um perfil individualizado. Rub æ ola IgM e Sífilis IgM podem ser requisitados em qualquer um dos perfis. PARDINI 301 .O rastreamento de um grande número de doenças congênitas. ampliado e plus. Cada uma das determinações tamb æ m podem ser solicitadas isoladamente. em papel filtro: O Teste do Pezinho. Instituto de Patologia Clínica H. pode ser realizado pela anã lise de gotas de sangue do neonato.

pode-se colocar. deixar o sangue sair naturalmente. Encostar o papel de filtro no local da picada. evitando solicitaç s de nova coleta ou coleta de sangue em excesso. Deixar secar em temperatura ambiente. Para aumentar o fluxo sangüíneo no local. cuidadosamente. para evitar que se molhe. Círculos necess rios: consulte os exames solicitados ˆ • † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰â— “u‘ ˆ dۗu”ېu’ • •  ˆ ˆu‰ ™” ™” ˆu‰ ˆ€‰ 302 Instituto de Patologia Clínica H. uma vez que pode haver interfer cia do fluido tecidual. PARDINI . compress ua quente por 3 minutos antes da punç . que atendam às especificaç s acima. at vazar no verso. Envolver o cart o em papel alumínio e enviar separado dos demais materiais biológicos.Orientaçê es para coleta do Teste do pezinho: • No ato da coleta. de ver ser colhidos novos círculos. N secar em estufas ou no sol. No caso de n o estarem nestas condiç s. N o colocar em geladeira ou banho de gelo. deixando o sangue saturar todos as círculos do cart . N eve ser feita massagem no local da punç o para estimular o fluxo sangüíneo.

68 mg/dL ì Adultos í 1. citrulinemia. rec m nascidos com baixo peso ao nascer e em crianças com doenças intercorrentes. defici cia de vitamina B12 e diabetes descompensado. A Academia o dia de vida da criança.72 mg/dL ì 1 a 3 meses í 1.17 OH Progesterona neonatal Coment  rios: Usada para triagem da Hiperplasia Adrenal Cong ita (HAC) no Teste do Pezinho. O objetivo primordial da triagem tecç forma cl ssica perdedora de sal. Para os Americana de Pediatria sugere que o teste deva ser coletado at valores de refer cia abaixo. A HAC apresenta um amplo espectro de inci cia variando com ficit enzim tico específico.Colher após 4 o dia de nascimento.86 mg/dL ì 4 a 6 meses í 1.08 mg/dL ì 11 a 18 anos í 1.89 mg/dL Condi o: 0. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Peso ao nascimento Idade gestacional (semanas) Valor de Refer ncia ≤ 2500 g ≤ 32 ≤ 8260 nanog/dL > 32 at 36 ≤ 4950 nanog/dL > 36 ou desconhecida ≤ 3965 nanog/dL > 2500 g Desconhecida ≤ 990 nanog/dL ≤ 33 ≤ 8260 nanog/dL Entre 34 e 36 ≤ 3300 nanog/dL ≥ 37 ≤ 1320 nanog/dL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel.79 mg/dL ì Rec m Nascido í 2. hipoglicemia e na Cor ia de Huntington. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. Apresenta -se elevado na hiperalaninemia.88 a 2. Inci cia no Brasil: 1:7500 nascidos vivos. defici cia de piruvato carboxilase. gota.58 a 3. PARDINI 303 .87 a 5. Sua determinaç o tem utilidade no diagnóstico de erros inatos do metabolismo das proteínas. hiperornitinemia. Cerca de 90 a 95% dos casos de HAC s vidos à defici ncia da enzima 21 -hidroxilase (21-OH). ‘ud † † ñ †  ò † “€‘ “u‘ ˆu‰Ó— ˆ u“ ‘ “€‘ óuô vv  Instituto de Patologia Clínica H.10 a 3.22 a 2. Conservaç o para envio: At ias entre 2o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . sendo mais freqüente em amostras colhidas nas primeiras 24 horas de vida. Sua concentraç iminui na insufici cia renal crônica.HPLC Valor de Refer ncia: ì Prematuros í 2. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Alani um amino cido presente em todas as proteínas.65 mg/dL ì 3 a 10 anos í 1. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ˆ u ‰ Á — u ” —€“u‘ “ † d « — € ” ˆu‰«—ud u“ ‘ ò ‰ ö — † “u‘   —u“€‘ † ë 17 OHP neo ñ †– †‰þ † ò óuô †©¨ @ ô —  ˆu‰ Alanina. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio para enviar. A qualidade da coleta pode interferir nos resultados. a sensibilidade desse teste róxima a 100% com a especificidade maior que 99%. histi dinemia.79 mg/dL ì 7 meses a 2 anos í 0. . A possibilidade de encontrarmos valores falso-positivos ocorre principalmente em prematuros. o que acarreta em níveis elevados de 17α-hidroxiprogesterona (17-OHP). septicemia. Doença de Cushing. Kwashiokor. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .82 a 3. defici cia de piruvato desidrogenase. defeitos do ciclo da ur ia.72 a 4. A possibilidade de falso-negativo deve sempre ser considerada devido ao espectro clínico-laboratorial da HAC.2 mL Soro.89 a 3.

hipermetionemia. GliciñCî ria Assintomï tico Aumento da glicina. aspartame. convulsò es Aumento da amônia plasmï tica. Aumento da homocistina e metionina plasmï tica e Tromboembolismo uriñCï rias CistationiñCî ria Assintomï tico Aumento cistationina uri( ñ ï ria CistiñCî ria Cï lculos uriñ(ï rios Aumento da cistina e amiñ ' ï cidos dibï sicos uriñCï rios Hiperglicinemia cetótica Cetose. doença do Xarope de Bordo. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. Para evitar falsonegativos. hiperprolinemia. letargia. Cromatografia quantitativa Coment  rios: É utilizada para confirmaç iagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentraç s amino cidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal. glicose. PARDINI ˆu‰»—u‰  uˆ ‰ì—  ˆ€‰w—u‰ ‘ u ‡ ‡ “ ¦ † ¨@ ™ ” ˆu‰ † ™” † —u” “u‘ u‰  ™” ˆ ™ rys . hidroxiprolinemia. cetose. em casos suspeitos.. fenil cet ria. hipertirosinemia.. Como em casos poucos freqüentes pode haver variaç es transitórias do nível de ami cidos. neutropenia. hiperglicinemia. hiperlisinemia. distî rbio psiquiï trico Fenilalanina plasmï tica > 15 mg/dl Fenilalaninemia benigna Assintomï tico Aumento fenilalanina plasmï tica Fenilalaninemia maligna Retardo mental. sugere-se repetir a prova. diabetes descompensado e traumatismos. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.  ‰u ‘u‡ ‰u‘€‡ ñ † óuô ò ˆu‰ ™ ‘u‰u ô¡‰ †R þ ÿ †©¨ @ — Amino e¦s idos. Est indicada no estudo de crianças com vômitos recorrentes. envolver em papel alumínio para enviar. d efici cias neurológicas. acidose metabólica. hiperargininemia. progesterona. Resultados positivos devem ser confirmados pela Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) Quantitativa em soro/urina. infecç s agudas. Cromatografia qualitativa Coment  rios: É utilizada como triagem de amin cidopatias no Teste do Pezinho. 304 Instituto de Patologia Clínica H. retardo mental Aminoacidemia de cadeia ConvulsC Aumento amin' ï cidos ramificados plasmï ticos e ramificada uriñCï rios Homocistiñ(î ria Retardo mental. variaç es circadianas de at % (concentraç s s mais altas pela tarde e mais baixas pela manh ). insulina. AMINO IDOS MAIS FREQUENTES: FENILALANINA – TIROSINA – METIONINA – VALINA – LEUCINA – ISOLEUCINA Continua. gravidez. homocisti ria. anticonceptivos orais. M todo: Cromatografia em papel Valor de Refer ncia: Apenas identificaç . indometacina. hipervalinemia. glicinemia. Sugere a presença das seguintes amino cidopatias: citrulinemia. fosfatî ria. retardo mental Aumento da glicina e ï cido propiônico plasmï ticos e uriñCï rios & ' -cetótica Hiperglicinemia nC Retardo mental Aumento da glicina na urina e plasma Anormalidades do ciclo da ur0 ia Retardo mental. chegando a níveis at z vezes maiores. valproato. histidinemia. Distúrbios Achados clínicos Achados laboratoriais Fenilcetonî ria Clï ssica Retardo mental. At ias entre 2o a 8o C. e no controle de tratamento de anim cidopatias. distî rbio psiquiï trico Aumento de fenilalanina plasmï tica Tirosinemia hereditï ria Cirrose heð ï tica Aumento tirosina plasmï tica Disfunç& o renal tubular Alcapto( Ocronose e Artrite Aumento ï cido homogentísico uri( ñ î ria ñ ï rio &' Histidinemia Defeito de fala e audiç( Aumento da histidina urinï ria e plasmï tica & ' . no sangue e urina. hiperornitinemia. cisti ria-lisin ria). Aumento de glutamina e citrulina no plasma e urina. aspirina. interfer ncia da ingesta prot ica nos valores encontrados. hiperamonemia. PKU. este exame deve ser realizado após 48h de vida. retardo mental Aumento de amiñ ' ï cidos neutros na urina Síndrome de Fanconi Acidose e raquitismo Aminoacidî ria. Condi o: 1 círculo de sangue separados em papel de filtro saturado dos dois lados do papel. prolina e hidroxiprolina Doença de Hartnup Ataxia. vômitos. Podem interferir no ensaio: cido ascórbico. sulfametoxazol + trimetoprim.Amino e¦s idos. Devem ser considerados na interpretaç s resultados: variaç s neonatais transitórias (hipertirosinemia. testosterona. Laboratórios: Após secar a gota de sangue.

8 a 4.26 a 0.11 mg/dL 0.10 mg/dL 0. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .73 a 2.03 mg/dL 0.35 a 0.33 mg/dL 1.98 a 2.70 a 2. óuô Leucina: Prematuros R. Instituto de Patologia Clínica H. 309 e ALANINA M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC.. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.50 a 1.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Isoleucina: Prematuros R.24 a 0.43 mg/dL 0.4 mg/dL 0.65 a 3.09 a 0.31 mg/dL 1.10o C.2 a 3.71 mg/dL 0.28 mg/dL ó ô ô ô ô ô ô ô 0.24 a 0. 303.18 a 0..50 a 1.Nascido (1 dia) Adultos ò ncia: ô ô ô 2.37 mg/dL 1.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó vv  †iÿ @ ô — Continua.16 a 0.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô 0. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r €– u ’ . ñ ñ Continu –uu’ u– € ’ õuóuô o.43 mg/dL 0.04 a 0.59 mg/dL 0.07 mg/dL 1.0 a 7.73 mg/dL 0. 313.23 mg/dL 0.Veja tamb m: TRIPTOFANO .83 a 3. Laboratórios : Separar imediatamente após coleta e congelar.61 mg/dL 0.60 mg/dL Condi o: 0.03 a 2. HISTIDINA .62 a 1.2 mL Soro.0 mg/dL 7. SANGUE Valores de Refer ó Fenilalanina: Prematuros R.50 a 3.97 a 1.8 a 2.93 a 2..0 mg/dL 1.5 mg/dL 1.7 mg/dL 0.37 a 1.95 mg/dL 0.25 mg/dL 0.59 a 0.28 mg/dL 0.6 a 3.48 a 1.59 a 2..Nascido (1 dia) ô Adultos ô Metionina: Prematuros 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Valina: Prematuros R.75 mg/dL 0.34 a 1.94 a 2.24 mg/dL 0.45 a 0.29 mg/dL 0. PARDINI 305 .24 mg/dL 0.0 a 24.78 mg/dL 0.67 a 3.44 mg/dL 0.55 mg/dL 0.9 mg/dL Tirosina: ô Prematuros R.69 mg/dL 0.AMINO CIDOS.84 mg/dL 0.59 a 1.88 mg/dL 1.

3 Adulto ò Valores de Refer ncia .2 3 a 12 anos ö 1.0 ö 2.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.5 a 11.0 3 a 12 anos ö 5.10o C.0 a 55. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .*Usar 20 mL de Tolueno.Continu õuóuô o.1 õ Isoleucina . “ †©š “ †©š ò Valina .0 a 7.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö < 0.9 ö 3.1 a 1.0 a 14. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r URINA Valor de Refer ncia – Urina 24 horas: õ Fenilalanina .8 a 6. Laboratórios: *Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.0 a 17. Adultos: *Urina 24h.4 ö 2.AMINO CIDOS.0 a 7.9 a 2.0 Adulto ö 2. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 a 11.2 3 a 12 anos ö 7.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0..mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.2 3 a 12 anos ö < 9.Urina recente (amostra isolada): õ õ Tirosina – nmoL/mg creatinina: Fenilalanina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 1090 a 6780 Prematuros(at semanas) ö 920 a 2280 0 a 1 m s ö 220 a 1650 0a1m s ö 91 a 457 2 a 24 meses ö 333 a 1550 2 a 24 meses ö 175 a 1340 3 a 18 anos ö 122 a 517 3 a 18 anos ö 61 a 314 ö ö Adultos 90 a 290 Adultos 51 a 250 õ õ Metionina – nmoL/mg creatinina: Isoleucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 500 a 1230 Prematuros(at semanas) ö 250 a 640 0 a 1 m s ö 342 a 880 0 a 1 m s ö 125 a 390 2 a 24 meses ö 174 a 1090 2 a 24 meses ö 38 a 342 3 a 18 anos ö 16 a 114 3 a 18 anos ö 10 a 126 ö ö Adultos 38 a 210 Adultos 16 a 180 õ õ Valina – nmoL/mg creatinina: Leucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 180 a 890 Prematuro (at 6 semanas) ö 190 a 790 0 a 1 m s ö 113 a 369 0 a 1 m s ö 78 a 195 2 a 24 meses ö 99 a 316 2 a 24 meses ö 70 a 570 3 a 18 anos ö 58 a 143 3 a 18 anos ö 30 a 500 ö 27 a 260 ö 30 a 150 Adultos Adultos Condi o: Crianças: Urina recente.0 a 24.4 a 3.1 õ Metionina .9 Adulto õ Leucina .5 ö < 16.2 a 30. .4 Adultos ö 12.5 Adulto õ Tirosina .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.0 Adulto õ “ †©š “ †©š “ † “ †©š óuô † Rô — vv   306 Instituto de Patologia Clínica H.6 a 8..0 3 a 12 anos ö 3.2 a 1.7 3 a 12 anos ö 4.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 4. PARDINI .

Fenilalanina tamb m pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas.Biotinidase Coment  rios: É utilizado para triagem da defici ncia de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho.000. M todo: Fluorimetrico modificado Valor de Refer ncia: At mg/dL Condi o: 2 círculos de Sangue (separados) em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Inci cia no Brasil: 1:125. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. A PKU mais freqüente das amino cidopatias. Inci cia no Brasil: 1:15. A hiperfenilalaninemi let ria ao SNC. cegueira.  —u“u‘ ‰u‘u‡ ˆu‰Ó— †d ñ † †óuHô • ò ô † ˆu‰ “ d † —u” † ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. As formas severas cursam com alteraç s do SNC (ataxia. A defici ncia da  m dist rbio autossômico recessivo que leva à pouca disponibilidade de biotina.000 nascidos. hipoacusia). Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por “imaturidade das enzimas” com subseqüente normalizaç . Diagnóstico precoce permite reposiç o oral da biotina.Colher após 4 o dia do nascimento. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. Para evitar falso -negativos. co -fator biotinidas para atividade de v rias enzimas. sendo herança autossômica recessiva. retard o neuropsicomotor. alteraç s de pele e anexos. Resulta de defici ncia da fenilalanina hidroxilase que catalisa a convers a fenilalanina em tirosina. convuls s. o que pode reverter o quadro clínico. Conservaç o para envio: Após a dosagem conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. este exame deve ser realizado após 48h de vida. ñ ”† ‡ ™” “ —u“u™ ‘” “ óuô †ò ˆ ™”  Fenilalanina Coment  rios: ÷ PKU Utilizado para triagem da fenilcet ria (PKU) no teste do pezinho. PARDINI 307 . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12. .

Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.At 2 horas em temperatura ambiente.  ñ “ “u‘ d† ò † óuô ô †Á þ †¨  ˆ ‡ “u‘ † †@ Hemoglobinopatias. aproximadamente. causada pela defici cia das enzimas galactose -1-fosfato-uridil-transferase (forma cl ssica). A HbF predomina ao nascimento.HPLC Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina anômala Condi o: 2 círculos de sangue total coletado em cart .Galactose Total – triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de galactossemia no Teste do Pezinho. catarata.000 a 1:80. Conservaç o para envio: . O rec m -nascido normal apresenta HbA e Hbfetal. com seus níveis decrescendo at s 36 meses de idade. S o conhecidas. A Galactosemi uma doença autossômica recessiva. icterícia. Acarreta no ac mulo da galactose no sangue e tecidos. At ras entre 2 o e 8o C. As anormalidades da síntese da hemoglobina s ivididas em 3 grupos: 1) produç mol cula anormal (ex: drepanocitose). M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Rec m Nascido .000 nascidos.0 mg/dL Condi o: 2 círculos de sangue separados em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. “u‘ † ñ ˆu‰âm ˆ ˆu‰ — ˆ “u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰×—u” † † ˆ€‰ †‰ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ˆu‰ 308 Instituto de Patologia Clínica H. retardo mental e susceptibilidade a sepsis por E. 2) reduç o na quantidade de proteína normal (ex: talassemia). triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do Pezinho. 3) anormalidade de desenvolvimento (ex: persist cia de hemoglobina fetal). Incid ncia: 1:60. coli.At 0 dias entre 2o e 8o C. As Hemoglobinopatias s um grupo de desordens gen ticas caracterizadas pela produç anormal de cadeias de hemoglobina. Manifesta-se com sinais e sintomas gastro-intestinais. uridina-difosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase.at . Apresentam alta preval cia na populaç rasileira em virtude da miscigenaç racial. . 400 hemoglobinas variantes. Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestaç o da defici cia. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . PARDINI . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar.

A pesquisa do HIV com PCR til para se confirmar a infecç m crianças.12 mg/dL ø 4 a 6 meses ø 7 meses a 2 anos ù 0.50 a 1.37 a 1. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. tendo em vista que a IgG atravessa barreira placent ria.74 mg/dL ù 0. No Teste do Pezinho realiza-se a pesquisa de anticorpos para antígeno viral HIV-1 do envelope (ENV GP41). elevaç transitória do neonato e na hemólise.77 mg/dL ù 0.Histidina. ñ ˆu‰ ˆu‰â—u” ‡ ‡ €‘ d †   ‘u‰u † ò óuô vv  †iÿ @ ô — HIV-1. Conservaç o para envio: At ias entre 0o e . A histidi m ami cido de importância na síntese das bases p ricas e pirimídicas. neonatal Coment  rios: Útil para triagem de infecç lo vírus da imunodefici cia humana (HIV) no Teste do Pezinho. Nascido (1 dia) ù 0.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç erro inato do metabolismo das proteínas. .99 a 1.66 mg/dL ø Adultos Condi o: 0.49 a 2.14 mg/dL ø 1 a 3 meses ù 1. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congela r. Aumento dos níveis plasm ticos podem ser encontrados na Histidinemia (retardo mental e dist rbio da fala).47 a 1.32 mg/dL ø 3 a 10 anos ù 0.HPLC Valor de Refer ncia: ø Prematuros ù 0.09 mg/dL ø R. A infecç o pelo HIV por via vertical apresenta evoluç o clínica mais grave que nas outras formas de transmiss .82 a 1.76 a 1.10o C.2 mL Soro. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel.37 a 1.64 mg/dL ø 11 a 18 anos ù 0. ˆ ˆ€‰ ò ñ ˆu‰ –u” ˆ  óuô  ˆ “u‘ †‡ † ˆ u ‰ ÷ — u d ˆu‰R” †  Instituto de Patologia Clínica H. gravidez (aumento de at 50%). É necess rio a complementaç sorologia em caso de HIV neonatal positivo. Neonatos de m es HIV positivo podem ser soropositivos at 18 meses. PARDINI 309 . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.

pois esse n o atravessa a barreira placent ria. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Deve ser complementada pela sorologia caso positiva ou haja suspeita clínica.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. ñ ‘u’€“u‘ ˆ ò u m † ‰ ˆ€‰ “  €m † ‰ m†‰  óuô  ‰† ™ ‘uˆ€‰(–  ˆu‰ u m ‰ † um † ‘u’u“u‘ Sífilis IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de sífilis no teste do pezinho. ñ óuô ˆ ˆ u ‰ ˆu‰«d — u ‰ « ‡ † ˆu‰R—u” ò  “€‘ “ ‰«‘uˆu‰«” † ˆ€‰ ‘u’u“u‘ ˆ †  310 Instituto de Patologia Clínica H. A presença de anticorpos IgM para R la no neonat indicativo de r  ola co ita. sen til no diagnóstico da sífilis cong nita. M todo: Imunoensaio enzim tico por captura Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. PARDINI . . A infecç materna pelo vírus da r  la pode gerar aborto ou feto com m formaç es (Síndrome da R la Co ita). Ressalta-se que VDRL e FTA-ABS positivos em rec m-nascidos s o de difícil interpretaç vido possibilidade de transfer cia materna. Entretanto. Deve ser complementa da pela sorologia caso seja positiva ou haja suspeiç clínica. na infecç co ita os títulos se mant m ou se elevam com o passar dos meses. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. A presença de anticorpo IgM para treponema caracteriza uma infecç guda. Resultado negativ xclui esta infecç o (sensibilidade de 80%). Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. Ressalta-se que 20% dos neonatos infectados roduzem IgM antes de 30 dias de idade.Rub ’ ola IgM neonatal Coment  rios: Útil para diagnóstico da infecç cong nita pelo vírus da ru la no Teste do Pezinho.

Nestes casos os valores tam m se normalizam em 10 dias. Os valores normais de TSH neonatal s menores que 10 µUI/ml. Valores entre 40-100 µUI/ml tam m podem decorrer de outras condiç s: anóxia perinatal. A confirmaç HC deve ser realizada com as determinaç s do T4 livre e do TSH ultra sensível s ricos.Colher após 4 o dia do nascimento. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú Desej vel û 6.0 a 17. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar.000 nascimentos). baixo peso e infecç es intercorrentes. ñ uˆ ‰ † óuô  ô ò ˆu‰ ‰u‘u’u“u‘ m† m† † ™” u– ™” €– ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. doença hipertensiva materna e descolamento prematuro de placenta. O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal. A produç o inadequada do hormônio da tireóide no HC tem v rias causa s: agenesia ou ectopia da tireóide. . dist rbios da horm nese. cretinism mico e hipopituitarismo. Aceita-se como normais valores at 40 µUI/ml com queda r ida em 10 dias. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . freqüente no sexo masculino (1 em 5. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú < que 10 µUI/mL ú Aceit vel: < 40 µUI/mL com queda r ida em 10 dias Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. síndrome do desconforto respiratório. Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. Conservaç o para envio: Após a dosagem.0 µg/dL ú Aceit vel û limite superior at . Elevaç s persistentes s características de hipotireoidismo. .0 µg/dL em virtude do TBG materno Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.Colher após o 4 o dia do nascimento. Aceita-se como normais valores de at µg/dl em virtude de interfer cia da tireoglobulina (TBG) materna. PARDINI 311 . conservar o papel d e filtro por 30 dias entre 2o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç .000 a 10. Valores baixos podem decorrer da prematuridade. Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG. Incid ncia no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. icterícia. ‰€‘u‰u’u“ “  ‰ ”€‘u—u“ †«ÿuÿ † u“ ‘ “ ˆ ‡ ñ ™ ˆu‰Û—u‰ ‰»ëu” † ™” óuô  ò † ÿ€ÿ ô ˆu‰  TSH neonatal Coment  rios: Utilizado na triagem do hipotireoidismo c ito (HC) no teste do pezinho. pr -termo. Conservaç o para envio: Após a dosagem.T4 neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem do hipotireoidismo cong nito (HC) no Teste do Pezinho.

ñ “ ˆ ò † ˆu‰ ˆu‰ “  ˆu‰ † ˆu” óuô  ˆu‰ ’u—ud4‘uˆu‰ —u“u‘ † ˆ ’u“u‘ ˆuˆ€‰‰  Tripsina neonatal Coment  rios: ü Fibrose Cística Triagem neonatal no Teste do Pezinho. deve ser complementada pelos m todos sorológicos tradicionais. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Em m s com infecç a -tratada. Inci cia de 1:3.000 a 1:9. PARDINI . ˆu‰á” ñ óuô ™ d€–u“ ò †iÿ @ • ‘€’ ˆu‰  ™ ‘ † —u“u‘ ˆ€‰à—u‰ † d ”u ‘† ˆ † † ™” ‡ ‡uˆ ‰ “u‘ ô  312 Instituto de Patologia Clínica H. que determinam defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. Caso a triagem da toxoplasmose seja positiva.Colher após 4 o dia do nascimento. O diagnóstico precoce permite intervenç es ter ticas precoces e o aconselhamento ge ti co aos pais. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. Laboratório s: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: Após a dosagem. sendo a IgA mais sensível que o IgM no diagnóstico da infecç o con ita. A transmiss transplacent ria ocorre na infecç materna recente. acarretando dist rbio da secreç xócrina (muco espesso). . infecç cong nita ocorre na seguinte probabilidade: 1” trimestre 10-25%.Toxoplasmose IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de infecç cong nita pelo Toxoplasma goondi no teste do pezinho. ma herança autossômica recessiva decorrente de mutaç es ge ticas. A Fibrose Cística ou mucoviscidose. 2” trimestre 30-54%. Inci cia: 1:2.000 nascidos. 3 trimestre 6065%. A infecç o transplacent ria no início da gestaç mais grave. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç .Rec m nascidos com 3 a 5 dias. havendo mais de 150 mutaç s descritas. . A confirmaç o da doença requer níveis aumentados de cloreto de sódio no suor (iontoforese) e PCR para fibrose cística. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: /mL ý 0 a 30 dias þ at ý alerta þ > que 250 ng/mL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de Filtro saturado nos dois lados do papel.000 nascidos -vivos. Ac mulo de tripsina decorre da obstruç s ductos pancr ticos. A mutaç mais comum em crianças brancas F508. localizadas no cromossomo 7.

Diminui na síndrome carcinóide.49 mg/dL ÿ Adultos   Condi o: 0.37 mg/dL 0. Doença de Hartnup.10o C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç o de erro inato do metabolismo de proteínas. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. PARDINI 313 . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . pós -operatório. Encontra-se elevado na hipertriptofanemia.Triptofano.51 a 1. pelagra e desnutriç o prot ico -calórica. hipotermia. ñ ˆ –u óuô † ò ˆ † vv  †iÿ @ ô — Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At ias entre 0o a . sepse e encefalopatia he tica. enterite regional.2 mL de Soro.92 mg/dL ÿ Rec m Nascido   < 1.HPLC Valor de Refer ncia: ÿ Prematuros   0.30 a 0.

314 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

. O n-hexan prontamente absorvido por qualquer via. Após o processo de biotransformaç do n-hexano o principal produto excretado na uri a 2. A sua inalaç termina irritaç e bronco espasmo. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.5 hexanodiona.0 mg/dL (para indivíduos n di ticos e em caso de jejum prolongado). câimbras nas extremidades dos m sculos inferiores.0 mg/dL ¢ Condi o: 5. uma de início e outra do final da jornada de trabalho. Interferentes: A exposiç simultânea ao tolueno inibe consideravelmente a excreç o uri ria da 2. visando a prevenç o de alteraç es da s do trabalhador. Pode produzir neuropatia perif rica e nas intoxicaç s graves: fraqueza.3 a 2. óuô ò ˆu‰ † v— v ud  m † ˆu‰ dum † ô Continua.0 mg/g de creatinina (NR-7. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Informaç es nece rias: Informar se i tico. ¡ Cetoacidoses ¢ 10. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. dosagem Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níves de acetona no organismo.5 hexanodiona. calculando -se em torno de 70% a absorç terminada concentraç inalada. 1994. A acet rapidamente absorvida pelo trato respiratório.0 mL de Plasma Fluoretado. Conservaç o de envio: Congelar. por m a intoxicaç o comumente ocorre pela inalaç o de seus vapores nas exposiç s ocupacionais ou quan sado como droga de abuso.0 a 70.2. .0 mg/dL ¡ Níveis Tóxicos > que 20. anorexia.Urina 24h. bradicardia e hipotermia. perda de peso.5 Hexanodiona Urin e ria Coment  rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o n -hexano. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel ¡ IBMP: 5.0 mg/dL ¡ Exposiç Ocupacional ¢ < que 10. O seu principal efeito tóxico ocorre a nível de sistema nervoso central..Urina recente . PARDINI 315 . Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. Instituto de Patologia Clínica H.Para avaliaç xposiç cupacional recomenda -se a coleta de duas amostras de urina. ñ du‡€—u” ‘ud † † —u‰ †  ˆ ™ ˆu‰âm ˆ ˆ€‰ùd ‰† ˆ ò óuô ˆu‰ ô ‡† ˆu‰ ™” ˆ ™” ˆu‰R—udR” ˆ€‰(‰  ˆ u‘  Acetona. ñ ˆu‰÷—u”ö—€” u‰ u‘ d † ˆu‰ö—€” ˆ€‰ ˆu‰ SANGUE Valor de Refer ncia: ¡ 0. Mt/Br) Condi o: 50 mL de Urina final jornada de trabalho .

hidantoinatos. clorpropamida. levando a um aument cido delta aminolevulínico na urina. A aç o nociva do chumbo no organismo precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteraç o na síntese do heme.5). ñ †ò † dö ‰R—u‰R ™” ALA-U ˆ ˆ ˆu‰ † óuô ˆu‰ … ‡ ô †R †H•þ † … † ˆu‰ 316 Instituto de Patologia Clínica H. DOSAGEM cido Delta Amino Levulínico ¤ Coment  rios: ` É o indicador de efeito mais utilizado nas exposiç s ao chumbo. 1994. Interferentes: Barbit ricos. estrógenos.5 mg/g de creatinina (NR-7. etanol. Laboratórios: Especificar tipo de urina. MT/Br) 10.0 mL de Urina recente . hor rio inicial e final da coleta. O congelamento da amostra deve ser evitado. Enviar 50 mL e informar volume total.9 mg/24h £ Criança ¥ Condi o: 50 mL de Urina recente . ò ó u ô ˆu‰ ô õuóuô o.0 e 4. . diazepam.5 mg/24h ¥ at . .Usar cido Ac tico 8M(10 mL/L de Urina) ou cido Ac tico concentrado(pH da amostra entre 4. . sulfamídicos..0 mg/g de creatinina (NR-7. PARDINI .Urina 24h. cloroquina. O Pb inibe a enzim cido delta aminolevulínico desidratase em combinaç com o aumento da Ala -S. .Continu URINA Valor de Refer ncia: £ 0.0 mg/dL £ Exposiç Condi o: 5.Urina início ou final jornada de trabalho .. Laboratórios : Especificar tipo de urina e enviar em Frasco âmbar (sensível à l uz). clordiazepóxido. MT/Br) £ IBMP ¥ Urina 24h: £ Adulto at . Conservaç o de envio: Refrigerar.Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de Urina.Colher ao final da jornada de trabalho. ergotamina.3 mg/dL Ocupacional: > 27.N coletar amostras às segundas -feiras. Conservaç o de envio: Congelar.Urina início ou final de jornada.ACETONA. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Urina isolada: £ at 4. a partir do 15o dia de exposiç . 1994.

Interferentes: lcool.8 a 15. Os valores de refer cia para pacientes em hemodi lise e para trabalhadores expostos devem ser comparados.0 16. se fa z tratamento de hemodi lise. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível em frasco protegido da luz. levando a uma diminuiç na síntese do heme.Lembrar que o Alumínio m elemento abundante e precauç s especiais dever o ser tomadas para evitar possível contaminaç o da amostra.5 a 23.1 a 43. O Minist rio da S e define como crit rio de avaliaç eo alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. porque os compostos de alumínio n s o os mesmos. preso com el stico)..0 21. Enx mínimo 3 vezes em H2O (a melhor qualidade possível). Conservaç o de envio: Refrigerar.5 60. tabaco. Os principais efeitos tóxicos do Al s SNC e no metabolismo oss a. Procedimento para Desmineralizaç : Deixar o material (preferencialmente virgem) em imers m soluç cido Nítrico 5 a 10% por 48 horas.0 8.` Coment rios: A atividade da enzima cido delta aminolevulínico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliaç tóxica resultante da exposiç ) nas exposiç s ao chumbo. Sempre mantenha protegido contra poeiras. cido Delta Amino Levulínico Desidratase ¦  ñ †ò ò ˆu‰  ALA-D ˆu‰ ˆu‰ ™” ˆ€‰ … ô ô u– “u‘  Alumínio Coment  rios: O alumíni um element essencial considerado tóxico.9 45. ñ ‰†  ˆu‰Ó‘u‰  ˆu‰ ˆ ˆu‰R—u” …  d(d€ô ‘u ‰í‘€ˆu‰ ˆ † † ‘uˆu‰ †  ud ‡u—  u“ † ‘ ˆu‰«ë  ˆu‰ ˆ†  u’!u”÷‘u‰ ˆ ™” ™ ”    ˆ€‰ ” ˆ Continua. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor Zeeman) Laboratórios : Informar obrigatoriamente: se est em tratamento com medicamento a base de alumínio (anti cidos).7 a 34. Conservaç o de envio: Refrigerar. Secar em estufa a ± 60o C (o recipiente de secagem dever ser coberto com papel filtro.0 12. O chumbo inibe a aç da enzima. Enviar material em tubo pl stico previamente desmineralizado (kit fornecido pelo laboratório).8 Condiç o: 3. Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (Heparina).0 a 44. ars ico e c dmio podem inibir a atividade da Ala-D. . N o utilize luvas de l tex para manipular amostras e materiais par lises de elementos em baixas concentraç s.. PARDINI 317 .0 a 49. por m de grande uso clínico como anti cido e como agente quelante de fosfato para pacientes em di lise.4 31. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 60 U/L Eritrócitos Valor de Refer ncia correlacionado com Chumbo: Chumbo µg/dL ALA-D U/L de Eritrócitos 30. se possui história de falha renal crônica.

Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total.ALUM NIO Ÿ SANGUE Valor de Refer ncia: < 10. retirar o uniforme. comer frutos do mar. lavar as m s e a genit lia antes de colher. de 3 de janeiro de 2000) estab elece parâmetros para avaliaç s níveis de alumínio em pacientes portadores de insufici ncia renal crônica: .Durante 3 dias que antecedem o exame. As exposiç s ao ars nico no ambiente de trabalho. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.. Aumentos de 50. 1994.0 µg/g de creatinina (NR-7.Continu õuóuô o. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Urina recente . enviar 50 mL e informar volume total.Urina 24 horas.0 µg/L § para indivíduos sem história de IRC (Insufici ncia Renal Crônica) Nota: A a cia nacional de vigilância sanit ria (portaria n mero 82.. . Laboratórios: Especificar tipo de urina. 353 ò  Ar—¦T nico Coment  rios: O ars ico na uri tilizado como indicador biológico para a avaliaç xposiç cupacional.0 µg/L em relaç o ao valor basal indicam teste posiitvo. normalmente ocorrem por compostos inorgânicos.Urina 24h. 1994. Aparece contaminando v rios elementos (especialmente peixes e crust ceos) e a gua.: N colher em local de trabalho.Recomenda-se colher o material no final da jornada semanal de trabalho. “u‘ ™ ” ñ óuô † A@ ò ˆu‰ ‰u’€“u‘ ‘u“d †   ‘€ˆu‰R‰ ˆ u ‰ î ‰ ˆ “€‘ ˆu‰Á—ud»” ˆ€‰Á‰   ˆu‰  ‘uˆu‰ ˆu‰  ô  318 Instituto de Patologia Clínica H.0 µg/L Urina 24 horas: < 10. com a exposiç cupacional. O ars ico e certos compostos arsenica is s considerados carcin icos. Condi o: 3. Valores < 30 µg/L § exames anuais .0 µg/24 horas Condi o: 3.0 µg/g de creatinina (NR-7.0 mg/kg) durante os 60 ltimos minutos da sess di lise e dosa-se o Al após 48 horas (antes da próxima sess i lise). Obs. PARDINI . Valores > 30 µg/L § realizar teste da Desferroxamina (DFO) Teste da Desferroxamina: Infunde-se DFO (5. MT/Br) ¨ IBMP § 50.0 a 10. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Expectrofotometria de Absorç o Atômica (gerador de hidretos) Valor de Refer ncia: ¨ at . ò u’ u“ ‘ ˆu‰ö—u‰  ‡“ ˆ óuô óuô ˆu‰Û—u”Û—  ‡ “ ˆu‰â—u” URINA Valor de Refer ncia: Urina recente: 3. devendo sempre avaliar as fontes cupacionais e a dieta do trabalhador para melhor correlacionar os níveis urin rios do As. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 mL de Soro (tubo especial desmineralizado).0 mL de Urina recente .

Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 a 5.Espectrofotometria Valor de Refer ncia: © N o Fumante xposto ocupacionalmente  at . O c mio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins. retirar o uniforme.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). MT/Br) © IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Acumula-se nos pulm es. sendo muito lentamente excretado pela urina. que o CO estabelece com tomo de ferro da fraç heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina.5% (NR-7. 353 Conservaç o de envio : Refrigerar.Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. 1994. MT/Br) © IBMP para diclomometano e monóxido de carbono . 1994.0 µg/g de creatinina (NR-7. 1994. pigmento anormal do sangue. PARDINI 319 . Possui aç carcinog ica. A les renal leva a dist rbios no metabolismo de c lcio e fósforo. enviar 10 mL e informar volume total. 1994. MT/Br) © Fumantes (1 a 2 maços/dia) 4.C e dmio Coment  rios: O c mio m agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológic 0 a 30 anos.0%  © Nível tóxico  > 20.Urina 24h. Sua aç o tóxica adv m da forte ligaç química por coordenaç . † ñ uˆ Á ‰ ud ‰ €ˆ ‰ ’u“ ˆu‰ ˆ ò R ” u‘ uˆ R ‰” vv  † ô €d u’ “ m† ‰Á ’u“u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰Õ—ud óuô ˆu‰ uˆ † ‰  †©¨ Instituto de Patologia Clínica H. MT/Br) 5. u— †  ˆu‰ ˆu‰ “€‘ ‡ ñ ˆ ò † óuô ˆu‰ v  v  † ô  u—  d † —u” ™ ˆu‰  Carboxi Hemoglobina Coment  rios: Avalia exposiç monóxido de carbono (CO) e diclorometano (cloreto de metileno).0% Condi o: 5.N fumante  at . Laboratórios: Especificar tipo de urina. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: © at 2. Podem ocorrer danos pulmonares. Obs.0% (NR-7. M todo: Co-Oxímetro . O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mut nico.0 µg/g de creatinina (NR-7.0%  © Sintomas de intoxicaç > 10. Informaç es nece rias: Informar se fumante. incapaz de transportar o oxi nio.: N colher em local de trabalho.0 a 9. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Conservaç o de envio: Refrigerar. diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxi io aos tecidos. . fígado e rins.0%  © Fumantes (mais 2 maços/dia) 8. A presença da carboxihemoglobina tam m dificulta a dissociaç oxihemoglobina presente. Informaç es nece rios: Informar se fumante.Urina recente .

hemat ria.0 µg/L Valor de Refer ncia . visando detectar a defici ncia ou a intoxicaç lo metal.0 a 170.Urina 24h: 2.0 µg/dL  Gr vidas Condi o: 2. ingest e soluç s e alimentos contaminados e exposiç fungicidas que contenham o metal.0 a 155. Os efeitos tóxicos sist micos incluem: hemólise. Caracteriza-se por seas. coma e morte.0 µg/24h Condi o: 10 mL de Urina recente . ñ ò ò ˆ óuô ˆu‰ ˆu‰  ô  320 Instituto de Patologia Clínica H. vascular e no esqueleto.Cobre Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níveis de cobre no organismo.0 µg/dL  6 meses a 6 anos 80.0 a 80. Informaç es nece rias: Informar sexo. Obs.0 µg/dL  Homem > 60 anos  80. Laboratórios: Enviar 10 mL de urina e informar volume total.Urina recente: 15. hemorragia intestinal. Pode estar diminuído na doença de Wilson.0 a 190. vômitos. necros tica. retirar o uniforme. PARDINI . idade. Conservaç o de envio: Refrigerar. ñ †©š ò óuô  ô vv  R’  URIN¶ RIO M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia . queimaç i strica e diarr ia. sistema cardíaco.0 a 70. lavar as m s e a genit lia antes de colher.Urina 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. A intoxicaç r cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). ˆ€‰à–u” ‘€“‡ ‡ ˆu‰ì— ˆ “u‘ ‘u‡ ™ ” ‘u ” ˆ € ‰ ¡ ”u–u uˆ ˆu⠉ ‰Ru–‘u‰‰ ˆu‰ “ ˆ€‰à”u– ’€ ˆ u ‰ Ý d ’ € ‡ † ™ SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atôm ica (Chama) Valor de Refer ncia: meses 20.0 µg/dL  Homem 85. convuls es.0 µg/dL   Mulher > 60 anos  118.0 µg/dL  6 anos a 12 anos   70.0 a 140. A defici cia do cobre pode causar defeitos na pigmentaç .0 µg/dL  Mulher  85. oli ria. q ueimaduras. etc.0 a 302.0 µg/dL  at   90.0 a 160. taquicardia. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. azotemia.0 a 50. se paciente est r vida ou em uso de anticoncepcional. protei ria.0 mL de Soro.: N colher em local de trabalho.0 a 190. hipotens . hemoglobi ria. Desempenha importante funç metabolismo do ferro. Recomenda-se acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.

MT/Br)  IBMP  30. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.: N colher em local de trabalho. dosagem Coment  rios: O chumbo provoca a inibiç zima coproporfirinog io descarboxilase. a partir do 15o dia após o início da exposiç . . É uma alteraç tardia e inespec ífica.Urina 24h. A COPRO -U tam m pode estar aumentada em estado febris.Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina.0 µg/g creatinina (NR-7. ao câncer do trato respiratório.  ˆ ñ † ò ó u ô ˆu‰ ô m† ˆu‰â—udâ”u‘  uˆ ‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰Rd ††iÿA@†@@ ˆu‰   Cromo Coment  rios: Avalia a exposiç ocupacional ao cromo que est ssociada. eczema. .Coletar ao final da jornada de trabalho. hor rio inicial e final da coleta. febre reum tica.1994.Urina recente . enviar 10 mL e informar volume total. Nas exposiç s ocupacionais ocorrem dermatites de contato. Laboratórios: Enviar 50 mL de Urina e informar volume total. ñ ”« † ˆu‰ óuô † ò ˆu‰ ô ˆ ™” íd ™” ˆu‰   Instituto de Patologia Clínica H. principalmente. Retirar o uniforme.Coproporfirinas. PARDINI 321 . Ag. . ulceraç s. Obs.MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . É irritante e corrosivo para pele e mucosas devido à sua capacidade de desnaturar proteínas cidos nucl icos. anemia hemolítica e perniciosa. poliemielite. Laboratórios: Especificar tipo de urina. levando ao aumento da coproporfirina nos eritrócitos e na urina. cirrose hep tica e na presença de outros metais como Hg. 1994.0 mcg/dl. fornecendo níveis mais elevados significativamente quando os valores de chumbo no sangue est cima de 70.Urina 24h. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.0 µg/g creatinina (NR-7. Refrigerar. Sb. lavar as m s e genit lia antes de colher. Sua determinaç o deve ser usada para a triagem de casos de intoxicaç inicial.Recomenda-se a coleta ao final da jornada semanal de trabalho. Bi e Zn. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . rinite e asma brônquica. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia:  Normais  at µg/g de creatinina  Exposiç  at µg/g de creatinina Condi o: 50 mL de Urina recente .Usar frasco âmbar.

retirar o uniforme. PARDINI . Instruç es de C oleta: Veja Urina 24h p g. Apresenta efeito cumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos. MT/Br)  IBMP  Condi o: 5. 1994. no sistema renal e no fígado. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at 50. Exerce aç o tóxica na biossíntese do heme. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 10 mL. 1994. É absorvido pelas vias respiratórias. 1994. MT/Br) 60.  ñ ˆ ”u뀓u‘ ˆ óuô † ò ô ˆ  d©‘uˆu‰ † ‡ URINA Coment rios: É o indicador biológico utilizado na m onitorizaç sorç s compostos orgânicos de chumbo. MT/Br) 100. 1994.0 mL de Sangue Total (Heparina). M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia:  at 40. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. no sistema nervoso.Urina 24h.Chumbo SANGUE Coment rios: É um indicador biológico de exposiç o e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo. Acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.0 µg/dL (NR-7. Tam m muito til após a administraç tes quelantes.Recomenda-se coletar amostra de final de jornada de trabalho. Hor rio de colet crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas ltimas 4 semanas.0 µg/dL (NR-7.0 µg/g de creatinina (NR-7. digestiva e cutânea. Conservaç o de envio: Refrigerar. ñ m† † ‡ † ò óuô ˆu‰ ô   ˆ ˆu‰R—u”Rduˆ€’u‰( ”€‘ —€”(d€m ˆ€‰(—€‰  ˆ  322 Instituto de Patologia Clínica H.0 µg/g de creatinina (NR-7. MT/Br)  IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Urina recente . informar volume total. lavar as m os e a genit lia antes de colher. sem afastamento maior que 4 dias. . hor rio inicial e final da coleta.: N colher em local de trabalho. Obs. Ocorre como contaminante ambiental em cons cia de seu largo emprego industrial.

A principal via de absorç a oral e a mais importante manifestaç intoxicaç lo etanol depress o sistema nervoso central.0 mg/dL  Intoxicaç Acentuada  101. aumenta excreç Fenol.Etanol Coment  rios: Avalia o nível de etanol no organismo. pois o Tolueno age como supressor da biotransformaç Benzeno. 1978.0 mg/g de creatinina (NR-7. Nota: at 4 o fenol uri rio era utilizado como indicador na avaliaç a exposiç recente ao benzeno j rincipal metabólito deste solvente.0 a 400. MT/Br) Em caso de acidentes com benzeno: at .0 mg/dL Condi o: 5. a intoxicaç crônica provoca alteraç s digestivas. pois nas condiç es propostas. 1978. aumentam a excreç Fenol. trans tornos digestivos e disfunç o do sistema nervoso. . Fatores que alteram a excreç fenol:  Dist rbios Gastrointestinais favorecem a degradaç cteriana de Tirosina e Fenol. 1994. MT/Br) IBMP ! 250. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: Congelar o material e enviar rapidamente para an lise. O limite anterior era de 8 ppm.Urina início ou final jornada de trabalho. levando a severa ulceraç o.Urina 24h.  Consumo de Etanol aumenta a excreç o do Fenol. sangüíneas. na forma conjugada. pele e excretado pela urina. cardiovasculares. 50 mL de Urina recente .Urina final jornada de trabalho . endócrinas e psíquicas. A intoxicaç provoca alteraç o digestiva e nervosa. É corrosivo. MT/Br) IBMP ! 50.  Ingest Benzoato de Sódio (usado como conservante de alimentos). M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Valor de Refer ncia:  Intoxicaç Moderada  50.Barbit rico s. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.  Exposiç s simultâneas a Tolueno e Benzeno diminuem a excreç Fenol. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: at . ñ ˆu‰Á—ud ˆ ˆu‰»–u” †d ˆ u ‰ ˆu‰Á— ˆ€‰ † ™” ¡ ‰  ud ’ u €— d ”uuˆ –uR òˆ€‰ ˆ€ˆ€‰‰ óuô ô   Fenol Coment  rios: É um test til para avaliar a exposiç fenol facilmente absorvido atrav s da mucosa. 1994. O fenol urin rio deixou de ser o indicador. ”à‡ † Óuï€ëïu” † ‰å– ™ ‘u †  ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰(—€” ˆ ˆ€‰ ™” ñ ˆ€‰(—€” †iÿ @ ò óuô  ˆ€‰àdu‰ ë   u ” † ˆu‰R—u‰Rmu”u‘ “u‘ ˆ ‡ €ˆ ( ‰ €— ‰ †©¨ @ ˆu‰ýmud ˆ ˆu‰ u ˆ © ‰ — ˆu‰ ˆ€‰ † ™  ˆu‰R‘uˆu‰R” ˆu‰â—u‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. Laborató rios: Especificar tipo de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Recomenda-se coletar urina ao final da jornada de trabalho.0 mg/L).0 a 30.0 mg/g de creatinina (NR-7.0 mg/dL  Intoxicaç  Grave > que 400.0 mL de Plasma Fluoretado. ticas.Fenolato de Sódio que s metabolizados a Fenol. .Urina: Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de urina. principalmente. tais como.0 mg/L (NR-7.0 mg/L (NR-7. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina recente . PARDINI 323 . enviar 50 mL de urina e informar volume total. Atualmente n tilizado devido à proibiç pelo minist rio do trabalho da utilizaç zeno em concentraç superior a 2 ppm.0 a 100. Laboratórios: Especificar tipo de urina.  Ingest o de Medicaç :Fenilsalicilatos. queimaduras e intoxicaç es crônicas. a quantidade eliminada encontra-se dentro dos valores de refer cia p/ a populaç xposta (20.

5 mg/g de creatinina (NR-7.Urina recente . retirar o uniforme. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Avalia a relaç o entre a intensidade da exposiç com o efeito nocivo provocado no organismo. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os inseticidas Organoclorados foram proibidos por lei.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). Obs. endo sulfato. 50 mL de Urina recente . aorta e rins. endo I. ñ ˆu‰Ù—€” ˆ ˆu‰«—€‰ ˆu‰Û—ud  † óuô † ò B ˆu‰ ˆu‰  ô Inseticidas Organoclorados Coment  rios:  ‰(‘€ˆu‰  Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o aos inseticidas organoclorados. Os sinais de intoxicaç o aguda compreendem: cefal ia. A ingest o de 10 a 80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. tremores e hepatomegalia. MT/Br) " IBMP: 3. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. PP-DDE. PARDINI . Obs.Recomenda-se coletar no início e ao final da jornada de trabalho. salivaç o. enviar 50 mL e informar volume total. altera ç s reflexos profundos e superficiais. 1994. dis ia. al m de atuar sobre o SNC e tecido muscular. especialmente. no c rebro e fígado. aldrin. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . endrin. betaBHC. . lavar as m s e a genit lia antes de colher. OP-DDD.Obrigatório colher em frasco de polietilen o.: N colher em local de trabalho.*Urina 24h. M todo: Eletrodo on-Específico Valor de Refer ncia: " at 0. 1994. OP-DDT. lavar as m s e a genit lia antes de colher. reflexos pupilares lentos. OP-DDE. conserv -la em freezer. prevalecem os valores citados na NR-7 anterior. endo II. anorexia. heptacloroepoxi. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Condi o: 10. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç ntificaç os seguintes organoclorados: heptacloro.Urina: Veja Urina 24h p g. Pode produzir irritaç mucosas. retirar o uniforme.Fluoreto Coment  rios: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteobl stica). delta-BCG. miurex. gama-BHC. perda de peso. do trato respiratório e gastrointestinal. na tireóide. respiraç o deprimida.0 mg/g creatinina no início da jornada (NR-7. após o 4 a dia de trabalho da semana. especialmente. nos casos crônicos. Laboratórios: Especificar tipo de urina. PP-DDT. Instruç es de Coleta . em que o excesso de calcificaç s ossos resulta em fus s juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. 1994. visando a prevenç o de alteraç s da s e do trabalhador. Cas seja enviado imediatamente ao laboratório. metoxicloro. mal estar geral. ˆ ñ ˆ u ˆ ‰ ” ˆ –u‘ † ˆu‰Ý—u‰ ˆ ò † ™ ” du‡€— ˆu‰öm † ˆ ˆ ˆ † ˆ€‰ ˆ óuô ˆ€‰ ”©ëud ˆu‰©— ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  324 Instituto de Patologia Clínica H. dieldrin. Em casos positivos. S o distribuídos uniformemente pelo organismo. MT/Br) 10. concentrando-se nos tecidos gordurosos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Urina 24 h . no tecido abdominal. PP-DDD.: N colher em local de trabalho.Urina início ou final jornada de trabalho. n sendo citados valores na atual NR-7. . alfa-BHC.0 mg/g creatinina no final da jornada (NR-7. transpiraç xcessiva.

Obs. lavar as m s e a genit lia antes de colher. PARDINI 325 .Urina recente . Elimina -se lentamente pela urina. Condi o: 10. Instruç es de Coleta . Paration metílico. oral e cutânea.: N colher em local de trabalho. 50 mL de Urina recente . pâncreas e rins.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).Inseticidas Organofosforados Coment  rios: A monitorizaç e exposiç s organofosforados pode ser feita pela determinaç s mesmos inalterados em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas at horas após a exposiç .Urina 24 h . enviar 50 mL e informar volume total. Obs. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. ossos. ñ ˆ ò ˆu‰ ˆu‰¿—ud ‡ ˆ€‰ ‡ † ˆu‰©— ˆu‰©du‰ † ˆ ˆ ‘€ˆ ˆu‰ý—u‰ ˆu‰ † †¦š óuô ˆu‰ uˆ å ‰Ó ” ë u ud ‘ uˆ å ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  Mangan T¤— Coment  rios: Indicador biológico para exposiç manga s. Sabe-se que a inalaç de v apores de man s produz deterioraç o progressiva do SNC. fígado. Malation. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os valores citados na NR-7 s referentes a atividade da Acetil Colinesterase. Paration etílico.0 µg/L Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . S o absorvidos pelas vias inalatória. ˆu‰zdu‰  ‘u“ ˆ u ‰ du‘u“ ˆ ‘u“  † ñ uˆ ‰ ò óu† ô A@ ˆu‰ ô  ˆu‰ Ç–u” ˆu† ‰ ˆu‰ €’ ud u‘ ˆu“ ‰  Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Diazinon. M todo: Espectrofotometria de Absorç atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: At . bile e fezes. enviar 10 mL e informar volume total. sendo facilmente degradados e excretados.: N colher em local de trabalho.Urina 24h. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina: Veja Urina 24h p g. Provocam a inativaç colinesterase por aç o predominantemente parassimpaticomim tica.Urina início ou final jornada de trabalho. O KMnO4 atua destruindo as c lulas das mucosas por aç c stica. retirar o uniforme. O manga s concentra-se no c rebro. Ethion. A absorç se d las vias respiratória e gastrintestinal. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç tificaç s seguintes organofosforados: Phorate. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. A absorç gastrintestinal est relacionada com o teor de ferro na dieta: indivíduos micos absorvem maior quantidade do metal. Laboratórios: Especificar tipo de urina. produzindo intensa excitaç vagal e uma despolarizaç permanente dos m sculos esquel ticos. retirar o uniforme. lavar as m s e a genit lia antes de colher. ocasionando ac mulo da acetilcolina no sistema nervoso. Os inseticidas organofosforados o se acumulam no organismo humano.

Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho.0 mL de HNO36N para cada 100. MT/Br) # IBMP $ 5. O seu metabólito. ansiedade. †óuô  ò URI’¶”p IO Valor de Refer ncia: At . fígado. embora n seja específica. rins. retirar o uniforme.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).0 µg/g de creatinina (NR-7. perda de peso. deprime o SNC.0% (NR-7.0 µg/dL Condi o: 10.Se for possível coletar urina 24 horas. A inalaç representa a principal via de absorç . 353 † ò óuô u‘ €ˆ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  †  Meta Hemoglobina Coment  rios: A metahemoglobina constitui um indicador de exposiç ilina. Obs. após absorv ida.Urina 24h.0 mL de urina. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Gerador de Hidretos) Conservaç o de envio: Refrigerar. A intoxicaç crônic caracterizada por vômitos. A anilina produz aç o local no tecido cutâneo e mucosas e. coraç o .0 µg/g de creatinina (NR-7. ñ ˆu‰ ˆ u ‰ ˆ ‡ ‡ ! ô ˆ † ™ ˆ€” ‰ u“u‘ †‡ ˆ ud u‡ u— ” uˆ ‰ d † SANGUE Valor de Refer ncia: At . diarr ias. 1994.0% (NR-7. Nas exposiç s acidentais ocorrem bronquites erosivas e pneumonites intesticial. Adicionar 1. recomenda-se coletar a amostra 16 horas após o t rmino da exposiç . . MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Conservaç o de envio: Refrigerar. O risco de mercurialismo em tais trabalhadores se constitui num s rio problema de s ocupacional. M todo: CO-Oxímetro (Espectrofotometria) Valor# de Refer ncia: at . enviar 50 mL e informar volume total. MT/Br) # IBMP: 35. pois tamb m indicador de exposiç o a outros amino ou nitrocompostos ou do uso de certos f rmacos. tremores e etc. baço e intestino. 1994.Mercúrio Coment  rios: O aumento do nível de merc rio no organismo ocorre como conseq cia da exposiç o a vapores ou partículas de merc rio que podem ser encontrados em ambientes de trabalho onde se localiza o referido metal. Laboratórios: Especificar tipo de urina. o respons vel em grande parte por suas aç es metahemoglobinizantes.: N colher em local de trabalho. ñ † † ˆ ˆ óuô †ýÿ ò ô †  ˆu‰ýdýdu‘ ™ uˆ ‰  326 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . lavar as m s e a genit lia antes de colher. 1994.0 mL de Sangue Total (Heparina). MT/Br) Condi o: 5.Urina recente . pulm . 1994. sendo que seu ac mulo ocorre no SNC. tremores e aumento da excitabilidade do SNC. a fenilhidroxilamina.

especialmente. nessas condiç s.0 mg/L (NR-7. . Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. .0 mL de Urina.0 mg/dL Condi o: 5.15 mg/dL % Concentraç s Tóxicas: > que 20.0 mL de Plasma Fluoretado. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Interferentes: A ingest o concomitante de bebidas alcoólicas aumenta ligeiramente a concentraç metanol.Usar 100. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. 353 Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. a hepatoxicidade do tetracloreto de carbono e a neurotoxicidade do hexano (inibiç o na biotransformaç metabólito 2. a introduç sorç s r via respiratória. & IBMP: 2. sendo o ico lcool alif tico capaz de produzir uma acentuada acidose metabólica.0 mg/L (NR-7. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 1994. ñ ˆu‰ † Ù d † u— u” – ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ R — u d ˆu‰R—u‰ óuô ò ˆu‰ ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ Á — u d ™” ”R‘uˆ€‰(” ô  Instituto de Patologia Clínica H. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina do final de jornada . com produç de narcose. † ñ SANGUE ˆ Valor de Refer ncia: % < que 0. Laboratórios: Especificar tipo de urina e informar volume total.5 -hexanodiona ). PARDINI 327 .0 mg de Fluoreto para cada 100. ela potencializa a toxicidade de outros solventes. A principal aç MEC no organismo humano ress o do sistema nervoso central. embora possa ocorrer tamb m a absorç cutânea. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Urina 24 horas.Urina recente . A exposiç cupacional .Urina 24 horas. 1994.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho.Urina recente . M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Valor de Refer ncia: Geralmente n encontrado na urina d xpostos. MT/Br) % IBMP: 15. principalmente. É rapidamente absorvida pela via respiratória.Metanol Coment  rios: É utilizado como indicador biológico na monitorizaç exposiç o a o metanol. 1994. óuô † ò ô  Metiletilcetona Coment  rios: A MEC excretada na urina pode ser utilizada como indicador de avaliaç s exposiç s ocupacionais. . MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina final de jornada de trabalho . aos vapores de metanol e.0 mg/L (NR-7. A sua toxicidade elev vida à metabolizaç o em cido fórmico e formaldeído. óuô ò ˆu‰÷—ud ™ ” ˆ ˆu‰÷”à‰ —€à–u‰ ˆ u ‰ Û ” Û d u m ˆ u ‰ † ˆu‰ du—ud † —u” ˆu‰R‰ ˆ  ‡u‘   † ˆu‰R—u‰ ô ™” URINA Valor de Refer ncia: % at 5. Sua excreç inalterada e de seus produtos de biotransformaç (MEC) largamente influenciada por fatores individuais. O formaldeído apresenta efeitos danosos seletivos nas c lulas retin ianas. A ingest ral de metanol dificilmente pode ser vista como um risco ocupacional.

Se houver opç r um ica amostra. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. vômitos.*Urina 24h. Informaç es nece rias: Informar se fumante. A principal manifestaç intoxica ç íquel carbonila a dis ia. dermatite (casos crônicos). necrose cerebral.0 µg/L (NR-7. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor Zeeman) Valor de Refer ncia: . mal-estar generalizado. Obs. tontura. . MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Deve ser colhido após o 3 o dia da exposiç . tosse. colapso. No organismo. asfixia.0 mg/L (N Fumante) Condi o: 50 mL de Urina final de jornada de trabalho . n seas. câncer pulmonar (casos crônicos).poder ser biotransformado no fígado a tiocianato pela aç da rodanase. A cianos indício de gravidade. a ia.0 mg/L (Fumante) ' at . Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 50 mL. uma de início e outra de final de jornada de trabalho. após absorç .0 µg/L (NR-7. taquicardia. pulso r pido. esta dever ser a do final de jornada de trabalho. atuando a nível celular. . *enviar 10 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: ' at . após 17 a 39 horas de exposiç o semanal.: N colher em local de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina. zumbidos. utilizado na monitorizaç e trabalhadores.Urina recente . Este metabólito xcretado pela urina e pode ser utilizado como indicador biológico. ñ ˆu‰öd ˆ u ‰ Û ‘ u d –u‘ † ˆ€‰ý ˆu‰Û—u‰à ‘ du‰ ˆ † –u‘ † ˆu‰ ” — †   óuô †iÿf¨ ò ˆu‰ ô ˆu‰  ˆ  Tiocianato Coment  rios: O cido cianídrico e seus sais s tilizados industrialmente. 1978. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. ˆu‰ † ”  ñ † ‘uˆu‰ †H† • þ ò ˆ€‰ óuô † vv    ˆ€‰  u— R ‰  ˆu‰í–  ˆ€‰ —u” ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰R–u‰ d R ‡ u ‘  ô 328 Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. retirar o uniforme. parada cardíaca. A principal aç stes compostos provocada pelo íon cianeto (CN-). lavar as m s e a genit lia antes de colher. edema agudo e necrose pulmonar. PARDINI . Outros sinais s hipertermia. É importante notar que indivíduos fumantes apresentam uma concentraç lasm tica de tiocianato mais elevada do que indivíduos fumantes.Recomenda-se coletar ao final da jornada de trabalho. o CN . 1978. que produz hipóxia. Preconiza -se a coleta de duas amostras.Urina recente.Níquel Coment  rios: Indicador biológico de exposiç níquel. MT/Br) ' at ' IBMP ( 60. devido à presença cido cianídrico no tabaco.

tricloroetano.7 atual (tetracloroetileno. exercendo aç irritante e depressora do sistema nervoso central. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mL de Sangue Total (Heparina).Eritrocit rio: 500 a 900 µg/dL Condi o: 10. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: NR-7 Portaria no 24 de 29/12/94 Tetracloroetileno 0 cido Tricloroac tico: 3. Conservaç o de envio: Refrigerar. Interferentes: O consum lcool pode reduzir a excreç rin ria destes produtos devido à inibiç biotransformaç . O zinco um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua defici cia pode acarretar s rias conseq cias à s mana. Instituto de Patologia Clínica H. ˆu‰ uˆ ì ‰ u— d ”ý uˆ ì ‰ ud ‰ † “ ˆu‰÷dum  ‡ … ˆu‰ì—ud ™” ñ †ò ˆ  ˆˆuu‰‰R dduu‰‰ R ó u ô ˆ u ‰ R d u ‰ ‰R‡ ‰Ç—uˆu”z ‰ ô uˆ R ‰ u— ‰ ˆ  €ˆ « ‰‰ ˆu‰ † † ˆu‰   ˆu‰Ù—ud Zinco Coment  rios: Para avaliar a concentraç corpórea do zinco s ropostos como indicadores biológicos o zinco urin rio e o sanguíneo.. ñ óuô  ô vv  Continua. oral e inalatória. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (Sensível à luz). O processo de eliminaç s hidrocarbonetos alif ticos clorados relativamente lento. Os tr s hidrocarbonetos alif ticos clorados contemplados pela NR . tricloroetileno) s sorvidos tanto por via respiratória quanto pela pele íntegra.0 mg/g creat 0 ) Exposiç Condi o: 50 mL de Urina após ltimo dia de jornada semanal. A chamada febre do fum efeito mais comumente observado em trabalhadores expostos ao óxido de zinco..5 mg/L ) Exposiç 0 Tricloroetano Triclorocompostos totais: 40. Os vapores de zinco ou de seus sais sol veis s o altamente ir ritativos para os pulm s. Enviar 50 mL de urina. como triclorocompostos totais. Intoxicaç s crônicas resultantes de exposiç s ocupacionais ao zinco s co freqüentes.0 mg/g creat ) Exposiç Tricloroet ileno Triclorocompostos totais: 300. Informaç es nece rias: Informar idade do paciente. A absorç o s pelas vias percutânea. PARDINI 329 .  “u‘ ™” ò ™” ˆu‰ † † ˆu‰ ! ‰†‰ u“u‘ ˆu‰î– du‡u—u” ¡  ‡ ˆ ˆ ù ” €—  ˆ€‰ –u‰ ™” SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç Atômica (Chama) Valor de Refer ncia .Triclorocompostos Totais e Fraç ¥ es Coment  rios: A avaliaç exposiç s compostos clorados util iza a determinaç s concentraç s de tricloroetano (TCE) cido tricloroac tico (TCA) isolados ou conjuntamente. podendo ocorrer certo ac mulo destes e de seus metabólitos em caso de exposiç freqüente. sendo que a proporç o ent re as partes eliminadas varia de uma substância para outra. O TCE e o TCA s s principais metabólitos encontrados no sangue e na urina.

Recomenda-se coletar urina final de jornada de trabalho.Continu URINA M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: 150 a 700 µg/L Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Urina recente . que pode estar associada a infecç s crônicas ou malígnas. O chumbo inibe a ltima enzima na biossíntese do heme.Urina 24h. Se a amostr o for enviada imediatamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia m dio: 156. forma -se a zinco protoporfirina que liga-se à globina.  ñ ˆ ˆu‰ —€d ˆ óuô ò ñ ˆ ˆ€† ‰(— ˆu‰R—udR’ ˆ€‰«—ud ˆ€‰ ™” ô Zinco Protoporfirina Coment  rios: A elevaç s nívei s de zinco protoporfirina no sangue perif rico constitui um dos efeitos da absorç o do chumbo pelo organismo. Coletar em qualquer hor rio da jornada de trabalho a partir do 3o m s de exposiç o. n colher em local de t rabalho. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 mL para cada 100. PARDINI .. Obs. Conservaç o de envio: Refrigerar. A determinaç o do zinco no líquido seminal pode servir para avaliar a evoluç funç secretória da próstata e ainda para salientar d iagnóstico de infecç lândula.0 mL esperma. A diminuiç concentraç o do metal causa de anormalidade do espermograma. uˆ Û ‰ u— ‰ † ñ óuô ò † † ‡ † † ˆ ™” ô  “ ˆ 330 Instituto de Patologia Clínica H. lavar as m s e a genit lia antes de colher. M todo: Hematofluorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 80 µmoL/moL HEME Condi o: 5. enviar 50 mL de e informar volume total. a hemessintetase.0 mL de Sangue Total (Heparina). com isso o ferro da mol cula de protoporfirina IX substituído pelo zinco dos reticulócitos e conseqüentemente no lugar de se produzir heme.. adicionar cido ac tico (1. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mL de urina).000 µg/L Condi o: 1. Valores elevados de ZPP tamb m podem indicar anemia. Laboratórios: Especificar tipo de urina.ZINCO óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ˆu‰ ˆ u ‰ uˆ ‰   † dý‘uˆ ESPERMA Coment rios: Fatores como motilidade e viabilidade do esperma est iretamente ligados às concentraç s de zinco no mesmo.: N colher após ejaculaç . ñ õuóuô o. retirar o uniforme. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar.

Composto S. 26. 22. Tolerância a Glico se Diabetes Insipidus . 24. Estímulo para ACTH com Desmopressina .Teste de Restriç Hídrica Tolerância r ida a Insulina . 10. D-Xilose. 43. Teste de Pak .Sustacal Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose Tolerância à Glicose Endovenosa “€‘ u– €ˆ ‰ Provas Funcionais para Hipófise Anterior Estímulo para HGH Estímulo para HGH com Dexametasona Supress o para HGH com Glicose Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Estímulo para Prolactina com TRH Megateste Supress o para Prolactina após L -Dopa Geraç IGF -1 Estímulo para LH e FSH com LH-RH ˆ ˆ † uˆ ‰Rˆ —u” ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆu‰R—u”  Provas Funcionais Metabólicas da Nefrolitíase  31.DDAVP Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH Estímulo r pido para Cortisol com ACTH . 08. 07. teste de tolerância Estímulo para Testosterona com HCG Acidificaç ri ria. 41. 02. 06. 30. 16. Estímulo para Calcitonina com infus 32.Provas Funcionais da Supra-renal 01. 03. 42. 23.Sobrecarga oral com C lcio 36. 05. 12. teste Lactose. 15. 28. Nefrolitíase 35. PARDINI 331 . 40. 04. 20. Estímulo para TSH com TRH  Provas Funcionais para Pâncreas Endócrino 14. Estímulo para Calcitonina com infus 34. 37. Cortisol. 09. estímulo alimentar e estímulo após glucagon Provas Funcionais para o Diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide C lcio Pentagastrina C lcio e Pentagastrina (simultâneo) Provas de absorç1 o de carboidratos Outros testes ˆu‰© ‘u Instituto de Patologia Clínica H. 39. 29. 27. 38. 21. Progesterona Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Estímulo com CRH/CRF pós supress com dexametasona Estímulo para ACTH com CRH/CRF Supress o do Captopril Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress o com Dexametasona Supress o com Dexametasona em crianças Aldosteronismo Prim rio. 17 OH Pregnenolona. 11.KITT Diagnóstico de diabetes gestacional Estímulo do Peptídeo C . 17 OH Progesterona. teste de tolerância Sacarose. DHEA. 17.Cortrosina Estímulo com ACTH para: Androstenediona. Estímulo para Calcitonina com infus 33. 18. teste Homocisteína após estímulo de Metionina Gastrina. teste de tolerância Maltose. testes confirmatórios  ˆˆ ˆˆ ˆu‰ Provas Funcionais da Tireóide 13. 19. 25.

0 mL de Plasma (EDTA) + Soro. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). 45 e 60 minutos após a admini straç o de 10 ug de DDAVP endovenoso. ñ ˆô † du‘ ¡ ˆÁ” ˆ€‰ óuô 332 Instituto de Patologia Clínica H. doença cerebrovascular. 60 e 90 minutos após a hipoglicemia. em seguida. cardiopatas. O ACTH deve ser colhido somente entre 08:00 e 10:00 horas. colher amostras de soro 30’ e 60’ após a injeç . Cuidados: Contra indicado para pacientes convulsivos. Preparo do Paciente: Colher amostras 15’ antes da administraç DDAVP e colher amostras basal (0). • Colher glicemia em todos os tempos e na hipoglicemia. ˆ ˆu‰å—€‰ ñ óuô  02. N o apresenta efeitos colaterais. Preparo do Paciente: Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da m . PARDINI .: • Pode ser feito o teste apenas com o Cortisol. 3 D. Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. N o realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. Aplicaç o clínica: (-) 20 kg = 1/2 ampola (+) 20 kg = 1 ampola Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. idosos e com sintomas de insufici cia adrenal.5 mL de Soro. Obs. Crit rio de interpreta o: 3 CORTISOL após Hipoglicemia deve ser ≥ 16 µg/dL. A centrífuga tem que ser refrigerada. Estímulo r4 pido para Cortisol com ACTH 2 Cortrosina Material: 1. Teste de estímulo prolongado: hoje pouco usado.1 U de insulina simples/kg de peso (quando h forte suspeita de defici ncia aplicar 0. Crit rio de Interpreta o: 3 Normais: só 10% responde acima de 50% do basal. Cuidado com hipoglicemia durante o teste. Cushing: Resposta acima de 50% do basal para Cortisol e ACTH.PROVAS FUNCIONAIS DA SUPRA-RENAL 01. Amostras s o colhidas 30. 3 ACTH após Hipoglicemia aumenta 2 vezes ou mais.0 mL de Soro. 30. ter sempre glicose hipertônica pa ra aplicaç o EV se necess rio (manter soro fisiológico venoso).05 U/kg). O material deve ser coletado e transportado em tubo pl stico e congelado imediatamente. Estímulo para ACTH com Desmopressina 2 DDAVP Material: 2.  ˆ ñ “ ˆ óuô ˆ  “€‘ 03. Hipoglicemia com Insulina para dosagem Cortisol e/ou ACTH Material: 1. 15.

0 a 50. † ó€ô ˆ   ô ˆ v ô uˆ ‰ ‰ † d ˆ €‘ ˆ ¡  06.0 mL de Soro.Colher sangue basal para Renina e Aldosterona e 120’ após 40 mg – Oral de Furosemida. Após 2 horas da tomada d ltimo comprimido de Dexametasona (08:00 horas da m ). Obs. supl 1:25 1997. os valores abaixo de 1. Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL.5 ng/mL/h Hiperaldosteronismo Prim rio (HAP) ou outros hipermineralocorticismos. na maioria dos pacientes resposta normal da Aldosterona. quando os níveis de Cortisol atingirem valores acima de 1. 17 OH Progesterona. colher amostras de soro 30 (cortisol ou Composto S). Cortisol. PARDINI 333 . Estímulo com ACTH para: Androstenediona. o mais característic discreta ou o resposta da Renina ao estímulo.0 mg/dL Relaç o Aldosterona/Renina 6 20 a 30 No Hiperaldosteronismo prim rio. Colher entre 08:00 e 09:00 horas. em geral acima de 100. colher amostras nos tempos: 0 (basal) e 15 minutos após administraç o endovenosa de CRH.17 OH Progesterona 60’ após ACTH: 5 Normais: < 200 ng/dL 5 Zona Cinza: 200 a 450 ng/dL 5 Heterozigotos: 450 a 1500 ng/dL 5 Formas o Cl ssicas: 1500 a 12000 ng/dL 5 Formas Cl ssicas: > 12000 ng/dL Resposta dos demais esteróides veja nosso informativo HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA. 17 OH Pregnenolona.04. quando se aciona o sistema renina-angiotensina com diur ticos ou espirolactona chamado “Adenoma responsivo a angiotensina”. Preparo do Paciente: Supress o com DXM 6 administrar ao paciente 1 comprimido de 0. Interpreta o: 5 Renina se eleva para 1.5 ng/m/l/h . Composto S. The Endocrinologist. Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da ma . Teste Postural Potencializado pela Furosemida (8) .5 mL de Soro.Atividade Renina Plasm tica (PRA) maior do 1.5 mg de Dexametasona.7 a 8. A Relaç Aldosterona/Renina se eleva acima de 40. iniciando às 12:00 horas do primeiro dia e terminando às 06:00 horas da m dia seguinte (8 comprimidos equivale a 2 mg/dia = LIDDLE I). em seguida.4 mcg/dL. Só interromper beta bloqueadores. Estímulo com CRH/CRF pós supress1 o com Dexametasona Material: Cortisol 6 1.4 mcg/dL indicam Cushing ectópico. Resposta .: O teste pode ser feito com qualquer dos hormônios acima. ñ d† du‘ ¡ ˆ óuô ‰Û‡  ˆ du‘ ¡ ˆ÷—u‰ Cuttler GB The Endocrinologist. DHEA. 60 e 120 minutos (opcional) após a injeç . Crit rio de Interpreta o: A prov considerada positiva para Síndrome de Cushing (hipofis rio). em relaç o aos outros esteróides o valor m ximo de resposta ltrapassa 2 a 3 vezes o valor basal. nas seguintes dosagens: Adultos 6 100 mcg / Crianças 6 1 mcg/kg peso corporal.5 ng/mL/h 5 Aldosterona se eleva para 13. Progesterona Material: 1. Abaixo de 1. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). de 6 em 6 horas durante 2 dias. -N resenta efeitos colaterais.normal. Dose: comprimido 40 mg = 1 comprimido . ñ ˆu‰Rdu– ‘uˆu‰© † óuô ˆu‰ ‘ ¡ ˆR” ˆ  ‘uˆ   † 05. seguido de 2 horas em p com deambulaç o. Estímulo com CRH 6 JO 8h. Preparo do Paciente: JD 4h. Fingling JW. supl 1:25 1997 Instituto de Patologia Clínica H. Certos adenomas se comportam com hiperplasia. Para este teste n o precisa interromper tratamento da hiperten o.

Tomar 300 mcg (0. em geral no pulm ectópicos s o responsivos.Philadelphia. Oldfield EH. Manter o paciente deitado durante todo teste e 1 hora após.PA. Wesley R.Realizar somente em adultos. Raros casos de 7 Cushing Ectópico. .relaç tico = Hipertens o arterial essencial 7 Aldosteronismo idi A relaç Aldosterona/Renina pode ser feita com valores basais 8 (9 a 10 horas da m . J Clin Endocrinol Metab 1993. responder ao CRH. 77:1308-12.Repouso antes de colher o basal. WB Saunders Company. Cutler GB Jr: Cushing’s syndrome.A press sistólica deve estar acima de 100 mm Hg antes de tomar o comprimido. frio. mas responde à supress com DXM baixa dose. por m pode haver discreta resposta do 7 Cushing Adrenal (ACTH independente) ACTH que o ultrapassa a 5 pg/mL.3 mg) de Clonidina via oral (pacientes com aproximadamente 70 kg). logo após tomar 1 comprimido 25 8 mg de Captopril (Capoten). apenas 7% s o irresponsivos. Muit til para afastar aç lquer tipo de stress. ‰ † óuô ˆu‰Rdu‰Rmud ˆu‰ ˆ ‘uˆ u‘ ˆ ‘u’R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ˆu‰R—u” † ‘uˆu‰ ˆ ˆu‰ 08. . Supress1 o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Preparo do Paciente: . ˆu‰  ˆu‰ ñ ‰(‡ ˆu‰Róu—uô ‰ ˆu‰R—u”Rë€d ˆu‰Rdu‰ “ 334 Instituto de Patologia Clínica H. Supress1 o do Captopril Colher Sangue basal para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). 7 Pseudo Cushi ud ‘ ¡ ˆ ñ Cutler. The Endocrinologist 1997. Nieman LK. deixar dormir mais um pouco e os cuidados que se deve tomar com a sonol ncia).07. tomar as mesmas condutas que se toma no teste da clonidina em crianças (sal debaixo da língua. Crit rio de Interpreta o: O resultad expresso em relaç sal.Dosar catecolaminas plasm ticas basais e após supress . edited by DeGroot LJ. Estímulo para ACTH com CRH/CRF CRH .6 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona/Renina 8 > 8. . 7:10S-16S Nieman L.M. 7 Aumento 8 timo e pâncreas.senta no mínimo 10 minutos): > 12. verificar press rterial. 2 horas depois. > 35% indica doença de Cushing em 90% dos casos. . . uso anti -hipertensivos. 1995.GB Jr.9 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona 8 ˆu‰ ¡ ñ ˆt‰ † ˆ€‰(‘u”d  ˆ  ‰ u – u uˆ ‰ d€‘ ¡ ˆ óuô † ˆu‰ uˆ ‰ ˆ —€‰ ¡    09.Se no final do teste o paciente estiver hipotenso ou muito sonolento. colher novamente Sangue para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro).O. et al.: A simplified morning ovine corticotropin-releasing hormone stimulation test for differential diagnosis of adrenocorticotropin-dependent Cushing’s syndrome. . respond e ao CRH. PARDINI . In Endocrinology. N cess rio dieta pr via. Crit rio de Interpreta o: Aldosterona plasm tica 8 < 15 ng/dL Aldosterona/Renina < 50 7 Hipertens o arterial essencial . .M.Injetar CRH (l microg/kg) EV .Colher Sangue basal p/ ACTH (10 mL).JO 8h. o responde ao CRH.relaç Aldosterona/Renina > 50 7 Aldosteronismo prim rio .Hormônio Liberador da Corticotrofina Fazer entre 08:00 e 09:00 horas da m Preparo do Paciente: .O. 5 minutos antes da injeç CRH. 8 Tirar toda medicaç ipertensiva 2 semanas antes do teste – C. 8 Dose: 1 comprimido = 25 mg Condiç es: JD 4h ou C. infundir soro fisiológico. aos 15 e 30 minutos. Crit rio de Interpreta o: Normal – reduç s níveis em 50% ou mais em relaç basal. 1 hora de repouso.Colher Sangue para ACTH (10 mL).

17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. SUPRESS@ O .Colher sangue entre 7 e 9 h da manh . .5 mg/24 horas A CORTISOL LIVRE URIN RIO A queda de 50% do valor basal ACTH queda de 50% do valor basal.3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 hrs da manh .1o dia: Tomar 4 comprimidos de 0. 17 OH e/ou Cortisol Livre. 18:00 e a ltima tomada às 2 4:00 (ou começando às 12:00. 17 OH e/ou Cortisol Livre. 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. . du‘ ˆ ¡ TESTE C/ 2 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS.Colher sangue entre 7 e 9 h da m . começando às 6:00. 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. Preparo do Paciente: BASAL . A Às 23:00 horas . 18:00. LIDDLE I ˆ ˆ ‘uˆu‰ ‡ dö‡ †‰ ˆ  TESTE C/ 8 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS. segundo LIDDLE). p/Cortisol e/ou ACHT. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). para Cortisol e/ou ACHT.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. 18:00.Colher sangue entre 7 e 9 h da m .Colher Urina 24 h basal p/ 17 OH. A Dia seguinte . segundo LIDDLE). Supress1 o com Dexametasona TESTE R¶ PIDO C/ 1 mg de DEXAMETASONA ¡ .Dia seguinte: Colher sangue entre 7 e 9 h da man . SUPRESS@ O .5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. PARDINI 335 . . 12:00. p/ Cortisol e/ou ACHT. para Cortisol e/ou ACTH.Tomar 8 mg de Dexametasona VO. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). para Cortisol e/ou ACHT. começando às 6:00. .Colher Urina 24 hs basal p/ 17 OH. p/ Cortisol e/ou ACHT basal. . 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. Preparo do Paciente: BASAL . 18:00 e lt ima tomada às 24:00 (ou começando às 12:00. p/ Cortisol e/ou ACHT basal.1o dia: Tomar 1 comprimido de 0. durante 2 dias (16 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 32 comprimidos). .Colher sangue entre 7 e 9 h da m . p/ Cortisol e/ou ACHT.2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. . LIDDLE II d€‘ ¡ ˆ ‡ ‘uˆu‰ ‡ TESTE R¶ PIDO C/ 8 mg DE DEXAMETASONA † ‰ˆ  Preparo do Paciente Colher sangue entre 7 e 9 h da m . Trazer a urina 24 horas. Trazer a Urina 24 h.Tomar 1 mg de Dexametasona VO.2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. A CORTISOL queda de 60% do valor basal ou < 5 µg/dL A ñ ª vv ô du‘ ¡ ˆ … du‘ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. durante 2 dias (4 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 8 comprimidos). A Crit rios para Supr o 17 KS < 7 mg/24 horas A 17 OH < 4. .3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 horas da manh .Às 23:00 horas . 12:00.10.

após 2 a 3 litros de soro fisiológico. Aldosteronismo PrimB rio. Se o paciente tiver o tumor a relaç ldosterona/cortisol estar maior no lado do tumor.Tomar VO comprimidos ou soluç Dexametasona. Primeiro faz-se a laparoscopia. 4 gramas por dia.15 mcg/kg às 23:00 horas. Na suprarenal do outro lado a relaç ldosterona/cortisol est suprimida e geralmente com valores inferiores da relaç o medida na veia perif rica. Supress1 o com Dexametasona em Crianças Dose Baixa (equivale a 2 mg) → 30 mcg/kg/dia Dose Alta (equivale a 8 mg) → 120 mcg/kg/dia Calcular a dose total. a aldosterona plasm tica cair ixo de 6 nanog/dL. . dividir em 4 tomadas. ou seja. A dosagem de Cortisol feita para excluir stress mediado por ACTH. hipertens ssencial a aldosterona cai abaixo de 6 nanog/dL após 2 ou 3 litros de infus o. ˆu‰Û—u”  ˆu‰Á—€” ”uë!u” “ †  Rdumud ˆu‰Á‰um AMOSTRAS DE SANGUE VENOSO ADRENAL ESQUERDA E DA DIREITA Esse teste obviamente só ser feito quando as imagens radiológicas especialmente tomografia espiral com corte de 3 milimetros videnciar o tumor.11. laparotomia. ou seja. Teste r pido . uˆ ‰R”u‘u—u‰ ó€ô ”«‘€ˆ † — ˆ€‰  ˆ † ˆ ˆu‰R” ˆ ˆu‰ SUPRESS– O ORAL COM SAL O paciente tem que tomar dieta com alta quantidade de sal com 3 dias. ou seja.331:629-36 12. Interpreta o: Em pessoas normais.1 miligramas a cada 6 horas com suplementaç rigatória de sódio 20 a 30 milimol 3 veze s ao dia por 4 dias. ‘uˆu‰R”    ˆu‰ † d † † ˆ€‰«d   † uˆ ‰ ˆ 336 Instituto de Patologia Clínica H. 2 tabletes de 1 grama de NaCl em cada refeiç o por dia. Valores maiores de 10 nanog/dL s o diagnóstico de produç autônoma de aldosterona (adenoma). PARDINI . A relaç Aldosterona/Cortisol calculada de cada lado e comparada. Por isso tem que ser acompanhadas por enfermagem.Controle rigoroso da press SUPRESS– O COM SORO FISIOLÓGICO Administraç venosa por 4 a 6 horas. o pot ssio tem que ser dosado com fr ncia para constatar os valores de c lcio. Acima de 13 microgramas indica aldosteronismo prim rio. Normais. As pessoas normais excretam aldosterona igual ou menor do que 12 microgramas/24 horas. Importante: Este test o pode ser feito em pessoas que tem comprometimento cardíaco ou pessoas debilitadas.Acompanhamento m ico rigoroso . testes confirmatórios .Cuidado com problemas cardíacos . Injeta-se 200 microgramas de ACTH sint tico (cortrosina) e colhe-se sangue a cada 10 minutos durante 50 minutos após ACTH. No 3 o dia colher Urina 24 horas e verificar se o Sódio urin rio esta maior do que 200 milimoL/24 horas o que confirma a alta ingest Sódio. que aumenta aldosterona e da resultado falso-positivo. ou seja.  ˆ SUPRESS– O COM FLUORHIDROCORTISONA ORAL Ingest 0. eventualmente.  ˆu‰R—u” NEJM 1994. fracionar de 6 em 6 horas por 2 dias. de 500 mL de soro fisiológico por hora. Dosa-se Aldosterona e cortisol plasm ticos no início e no fim da infus o. Importante: Este test muito perigoso porque pode produzir severa hipocalemia. Colhe-se o sangue perif rico simultaneamente e o sangue de cada veia adrenal para aldosterona e cortisol.

ou seja.Informar medicamentos em uso e. embora os crit rios de baixa reserva tenham sido modificados porque pessoas normais podem ter elevaç s de 60 µUI/mL. agudamente doentes ou inativos. . sea. ** Glicemia plasm tica casual definida como aquela realizada a qualquer hora do dia. Dose: Evitar fazer o teste em crianças menores de 5 anos . com 8 a 14 horas de jejum (ou C. crianças de 6 a 13 anos . Tolerância à Glicose Crit rio de Interpret o: Preparo do Paciente: o paciente deve fazer dieta sem restriç s. se mulher. O teste deve ser realizado pela man . Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Nota: O diagnóstico de Diabetes Mellitus deve sempre ser confirmado pela repetiç test e em outro dia. Durante o exam cess rio que o paciente permaneça sentado e n fume. O TTG recomendado para pacientes hospitalizados. em um volume de 300 ml para ser ingerida em 5 minutos. 50 µg. †— dÁ‡   ˆu‰ † ˆ < 140 mg/dl (se realizada) > 140 e < 200 > 200 > 200 (com sintomas clï ssicos***) † —u” ‡ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ Instituto de Patologia Clínica H. ñ €ˆ ‰ óuô ˆ †– † ‘ €    ˆu‰ † ™”  †  ˆu‰Rdu‰ u– †— ˆu‰ PROVAS FUNCIONAIS PARA PÂNCREAS ENDÓCRIN O 14. Crit rio de Interpreta o: Resposta baixa: espera-se um incremento menor de 2. ou seja. *** Os sintomas cl ssicos de Diabetes Mellitus incluem poli ria. Caso o m dico insista. com um mínimo de 150 gr de carboidratos. sem observar o intervalo d ltima refeiç . > 13 anos. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.5 µUI/mL em relaç valor basal. fazer o teste com 1/2 da ampola.: A resposta aumentada fica a crit rio clínico. Dar 75 gr de glicose.M). mas em indivíduos diferentes h grande variaç . igual adulto. consultar o m ico se pode fazer apenas o TSH Ultra Sensível. sendo que a resposta em geral roporcional ao valor basal. As respostas numa mesma pessoa s sempre semelhantes. Preparo do Paciente: Colher amostra basal e 30 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. Obs. gosto amargo. O prazo m ximo de jejum 14 horas segundo a OMS. sendo indicada atividade física normal nesse período. calor perineal. ñ õuóuô C Curva GlicD mica ” † ‘€”  —€”(€’ud “ ¡ ˆ ˆu‰ ™” ‘uˆ€‰ †  Categoria Glicemia de Jejum Alterada Tolerância Diminuída à Glicose Diabetes Mellitus Jejum* > 110 e <126 < 126 > 126 2 horas após 75 gramas de glicose (mg/dL) Casual** *O jejum efinido como a falta de ingest o calórica de no mínimo 8 horas. polidpsia e perda inexplicada de peso. Estímulo para TSH com TRH Material: 0. Todos r idos e imediatamente após a injeç o. fazer o teste com 1/4 da ampola. a menos que haja hiperglicemia inequívoca com descompensaç metabólica aguda ou sintomas óbvios de DM.O. 100 µg.9 mL de Soro.PROVAS FUNCIONAIS DA TIREÓIDE 13. nos tr s dias que antecedem ao teste. PARDINI 337 .

02 mcg/kg (ou 20 mcg) de DDAVP via subcutânea (9).Medir a osmolalidade uri ria 30 e 60 minutos depois. ˆu‰â– 1. Quando houver estabilizaç o da osmolalidade urin ria (alteraç menor ou igual a 30mOsm/kg por 2 a 3 horas consecutivas – usualmente leva 8 a 12 horas para ocorrer) colhe-se material para dosagem s rica de ADH e Posm (8).Faz-se coleta de sódio e ADH s ricos. Pode se iniciar a restriç ídrica à meia noite. Os valores de ADH e osmolalidade colhidos ao final do teste de restriç nomograma (figura 1) e o diagnóstico diretamente observado. PARDINI . Diabetes Insipidus E A desidrataç romove um forte estímulo para liberaç medindo-se a osmolalidade uri ria e/ou ADH s rico. Central D.  ‘€ d † ‡ 3 ˆu‰Rd(‰ ˆu‰ 1 ˆu‰©”u‘ † dR‘uˆu‰Rd ˆu‰ uˆ ¡© ‰ — ’u“€‘ ˆu‰ 1 8 "t #' 9 15 10 9 8 7 ADH PLASMÁTICO pg/ml 4 12 00 10 00 D E S ID R ATA Ç Ã O P IT R E SS IN A 80 0 6 5 4 3 2 1 LD 2 80 2 90 3 00 3 10 OSM OLALIDADE URINÁRIA mosmol / Kg 60 0 2 40 0 20 0 2 0 . smolalidade s ric tingir um valor igual ou superior a 292 mOsm/l .5 1 5 10 50 > 50 OSM OLALIDADE PLASMÁTICA mosmol / Kg ADH PLASMÁTICO pg/ml Figura 1-Relação do ADH plasmático com osmolalidade plasmática durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias(4).11).I. 3. Área 3: Síndrome de Secreção Inapropriada de ADH. Se ao final do teste de restriç deve-se proceder ao teste de infus salina. como sugerido. apresenta boa correlaç com a poderia ser o peso. ˆ†  ‘u Teste de Restriç1 o Hídrica ˆ ˆu‰R—u” ‘u † † †d ‘¡ˆ † ˆ€‰ù—€”  ADH. Caso o período noturno seja utilizado o peso dever ser verificado o mais próximo possível desse período.Relação da osmolalidade urinária com ADH plasmático durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias (7-modificado). Área 4: Diabetes Insipidus Nefrogênico. Área 2: Diabetes Insipidus Nefrogênico. que pode ser v erificada indiretamente ˆ† ˆ ¡ u ˆ ‰ ‰R—u”R   ˆ€‰ ˆ€‰à—u‰ *Pode se optar por iniciar o jejum em outro horF rio de acordo com a disponibilidade do local onde o exame serF realizado.I. 4. A utilizaç o nomograma de ADH x osmolalidade uri ri til para diferenciaç tre diabetes insipidus nefro ico parcial e polidpsia prim ria (figura 2). o parâmetro a ser seguido **Cas° seja disponível a aferiç ireta da osmolalidade uri G ° F ria. caso o fluxo urin rio seja < 4 l/dia ou às 6 da ma caso o contr rio.Pesar o paciente no início da restriç o hídrica. Nefr ico Polidpsia Prim ria final do test ó€ô 9 ˆ '9 ‰u’u“u‘  improvF vel o diagnóstico de polidpsia primF ria. embora menos precisa.5 ao Normais D. # ‚"$# $ "ˆ #) $ "# $ )# "8# Interpreta o (5): Aumento na Uosm após Vasopressina < 9% > 50 % > 9% e < 50 % < 50 % < 9% Nos pacientes com polidpsia primF ria o período de privaç ser maior. diretamente.N o permitida ingest líquidos at conclus o do teste. 2. 338 Instituto de Patologia Clínica H. Interpretação: Área 1: pessoas normais e com polidpsia primária. 5. O us lcool. pelo menos) e o teste interrompido caso a perda de peso seja superior a 5%. A urina coletada de hora em hora para verificaç volume e osmolalidade**. nesse instante do teste. Área 2: Diabetes Insipidus Central. tabaco e cafeína deve ser evitado a partir de seis horas antes do início do teste*. $ "& # (% 8 #$ )' ídrica s colocados em um . Interpretação: Área 1: Pessoas normais e polidpsia primária. Parcial D.Administrar 5 UI de pitressina ou 0. O laboratório Hermes Pardini realiza a dosagem da osmolalidade. ° F ria. Se a relaç ·° tre Uosm/Posm < 1. A densidade uri G osmolalidade uri G teste (notadamente a ° F ria e pode ser interessante sua pesquisa durante a realizaç refratometria)(10. 6. Figura 2 .15. atrav s do crioscópio.O peso do paciente deve ser verificado regularmente (de hora em hora.I.

10 a 5. Diagnóstico de Diabetes Gestacional O diagnóstic feito quando a glicemia duas horas após o TTOG com 75 gramas de glicose for >140 mg/dl. + 20’ e + 30’. como acima. Colher sangue para Glicose nos tempos: -15’.N realizamos em crianças menores de 2 anos de idade.30 %/min ”† u ˆ ‰ ñ “ óuô “u‘ d€m † 17. Considerado positivo se glicemia uma hora após sobrecarga > 140 mg/dl. 100 gramas de glicose. N cess rio jejum. * jejum de 8 a 14 horas.O. PARDINI 339 . valores de glicose plasm tica de uma hora > 185 mg/dl s considerados diagnósticos de Diabetes Mellitus Gestacional. Deve ser realizado na 24a a 28a semana de gestaç . Tolerância rB pida à Insulina H KITT Preparo do Paciente: JO 10h ou C. Diagnóstico de Diabetes Gestacional Diabetes Gestacional – ADA/NDDG Rastreio: 50 gramas de glicose VO. +9’. Nota: no rastreamento com 50 gramas de glicose. 0.M. iagnóstico de Diabetes Gestacional ˆu‰ † ‘u”  †— ˆu‰ Diabetes Gestacional – SBD/OMS Rastreio: .1 unidade de insulina regular por Kg de peso EV. ˆ ˆu‰R–u‰€—u” † ˆu‰ ‰†  Instituto de Patologia Clínica H.Na primeira consulta s o empregados os mesmos procedimentos e crit rios diagnósticos empregados fora da gravidez. No tempo “0” aplicar 0. -5’. > 95 mg/dl ² Jejum : > 180 mg/dl ² 60 min: > 155 mg/dl ² 120 min: > 140 mg/dl ² 180 min: Dois ou mais valores.01 a 6. +12’. O test realizado para caracterizar o grau de resist cia à insulina em pacientes di ticos. Em uma etapa: • É aplicado diretamente o TTOG* com 75 gramas de glicose.16. .O rastreamento entre a 24a e 28a semanas de gestaç ser realizado em uma ou duas etapas: Em duas etapas: • Com glicemia de Jejum: rastreio positivo se Gj > 85 mg/dl • Com glicemia 1 hora após 50 gramas de glucose: rastreio positivo se Glicemia > 140 mg/dl Nos casos positivos aplicar o TTOG* com 75 gramas de glicose. + 15’.01%/min Resist ncia a insulina: I < 3. Crit rio de Interpreta o: I normal 5. +3’. + 6’. . Diagnósti co: Preparo: 8 a 14 horas de jejum.40 %/min I obesos 3.

a queda progressiva de Peptídeo C muito mais r ida do que em adultos. • 19% de pacientes com Peptídeo C abaixo de 0. tem grande aumento do Peptídeo C após o Sustacal. em alguns casos.20 respondem aos agentes orais. aqui vai valer a avaliaç o clínica.15 ng/mL.Colher sangue para Peptídeo C e Glicose. .245 Crit rio de Interpreta o: INSULINA BASAL S Normal < 20 µUI/mL S Suspeita de RI 20 a 30 µUI/mL S RI > 30 µUI/mL INSULINA PÓS -GLICOSE S Normal < 150 µUI/mL S RI moderada 150 a 300 µUI/mL S RI severa > 300 µUI/mL Ref. colher outro sangue para Peptídeo C e Glicose. ResistQ ncia à Insulina GTT c/dosagem de insulina e glicose (0. Estímulo do Peptídeo C P Sustacal . 120.019 ng/mL.: Endocrinol Metab Clin N Amer 1988.Tomar 6 mL de Sustacal por Kg (acima de 60 Kg n xceder a 360 mL).013 ng/mL subindo somente para ± • Pacientes com mais de 5 anos de duraç 0. pode haver superposiç valores. 60. Bibl. PARDINI . 180 min atR 300 ) Preparo do Paciente veja TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE p g.Diluir 6 medidas de Sustacal em 1 copo de leite + 1 /2 copo de gua = 360 mL. Interpreta o: Pacientes c/ Peptídeo C > 2.77 ng/mL após Sustacal. . tem Peptídeo C basal ± 0. 30.18. ˆu‰à”  ˆu‰ ˆu‰ €ó ô ” † ˆu‰â—u” ‡ † u– ˆ 19. 73: 590-595 ñ óuô  340 Instituto de Patologia Clínica H. • Pacientes com IDDM (Diabetes Mellitus Insulino Dependentes) com menos de 5 anos de duraç . • Em adolescentes com IDDM. Tomar o Sustacal em menos de 10 minutos. 17 (4): 685-703 J Clin Endocrinol Metab 1991. IDDM tem basal ± 0. Embora esse teste possa ser til para distinguir Diabetes Tipo 2 de Tipo 1.33 ng/mL e se elevam para ± 0. . Lembrar que em 81% d os casos o test conclusivo.Após 90 minutos. Observaç es: • Resposta normal 150 a 300% do basal. após a sobrecarga de Sustacal.

Excesso de exercício físico deve ser evitado pelo menos 1 dia antes do teste.1313-1316. +1’. Tolerância à Glicose Endovenosa Material: 1. fazer 3 dias de dieta contendo pelo menos 150g de aç car e atividade física habitual. 5’. Hor rio do Teste: 07:30 às 10:00 horas (preferencialmente) Dose de Glicose: 0. lavar o escalpe com soro fisiológico.M. 1’após fazer infus . Cuidado: Após a infus o do soro glicosado. .20. + 5’ e +10’.O. + 3’. . PERCENTIL DA SECRET @ O NORMAL DE INSULINA µU/mL Percentil 1 3 5 10 25 50 75 99 1+3 Min 46 56 64 81 112 162 219 551 1+3 2 vezes o Basal 24 36 43 55 91 137 193 462 ñ óuô Diabetes Care 1992: 15(10). PARDINI 341 .5 g/kg no m ximo de 35 g Concentr o infundida: 25% Tempo de infu o: 3 min ± 15 segundos Tempo zero: final da infus Tempos de coleta: basal. Preparo do Paciente: Como recomendado para curva de tolerância. Instituto de Patologia Clínica H. Jejum: JO 10h ou C.0 mL de Soro.O teste deve ser adiado se o paciente apresentar qualquer doença. ‡  õuóuô  vô ˆu‰ ˆ ˆu‰ Crit rio de Interpreta o: Acompanhar a queda do percentil.

15 mg/m2 de clonidina (Atensina®). dentro dos parâmetros iniciais. V Crianças agitadas. Nova coleta de sangue 60. usamos doses menores de insulina (0. temos que interromper o teste. ter sempre glicose hipertônica para aplicaç o EV. entre 15 e 30 kg = 250 mg e acima de 30 kg = 500 mg. risco de hipoglicemia grave. quando ent colhida uma amostra basal.. poder ser feito um reforço na dose de Insulina. V Pacientes pós -cir rgicos de hipofisectomia. V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar à descompensaç o cardíaca e hipotens severa. Apenas liberar para atividade física quando tiver passado o efeito do medicamento. 90 e 120 minutos após. V JO 8h. GH EXERC¼ CIO Preparo do Paciente: O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 15 minutos.0 mL de Soro Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. nesses casos repetimos o teste após ® metoclopramida (Plasil ). † ˆ€‰ † † INSULINA Material: 1. se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Seguem-se 20 minutos de exercício contínuo (subir e descer escadas ou andar depressa) e nova coleta de sangue 0 (após t rmino do exercício)..1 U de insulina simples/kg de peso. V Pacientes di ticos em uso de insulina: nos hiperglic micos ifícil conseguir hipoglicemia. O repouso após o test fundamental. CUIDADOS: V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar a descompensaç o cardíaca. 1 a 2 horas após o teste. e 60 minutos após t rmino do exercício. Amostras s colhidas 30. PARDINI .PROVAS FUNCIONAIS PARA HIPÓFISE ANTERI OR 21. colhendo ent amostras 60. ! u“€‘ dî‘u †  CLONIDINA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar VO 0. V Reforço: dependendo do nível da hipoglicemia. 60 minutos após a hipoglicemia. 30. Cuidados: V Todos os pacientes apresentam hipotens o e sonol cia. 342 Instituto de Patologia Clínica H. que n permitem manter o so ro na veia. Estímulo para HGH U Material: 1.  d€m † ‡ ”† ˆ ˆu‰  ˆu‰ “ †— ¡  ˆ L-DOPA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar por VO L-Dopa na dose de: at kg de peso = 125 mg. 90 e 120 minutos. Cuidados: O cliente apresenta com freq ci seas e vômitos. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. V Com hipoglicemia durante o teste. Dosagem da clonidina pelo gr fico da superfície corpórea = peso + altura ˆ “€‘ ”† ˆu‰ ˆ€‰ ”† ˆ Continua.05 U/Kg).0 mL Soro.

EST MULO PARA HGH Ÿ MESTINON W Preparo do Paciente: Colher sangue no tempo basal ("0") .SP † óuô 23. N o realizamos testes de estímulo.5 mL de Soro. Supress1 o para HGH com Glicose e Dextrosol Material: 0. 2 dias antes do teste. desaparec em os falsonegativos. pode ser utilizado via oral . o paciente recebe por via oral 75 g de glicose e s o colhidas amostras de Soro 60 e 120 minutos após. O laboratório fornece o Etinil Estradiol. sugerimos L-Dopa e exercício. apesar dos efeitos delet rios no crescimento. Cassorla F.Administrar VO mestinon 70 mg por m2 de superfície corporal (nomograma). 2:30 e 3 horas) b. O procediment i tico ao de um teste de tolerância glicose cl ssica. 40 mcg/m2 por dia. Com essa medicaç o. 180.M. 210 e 240 minutos (basal.ETINIL ESTRADIOL. JCEM 1994. Colher sangue para GH nos tempos 60. apresenta um potente estímulo à secreç GH.00 ng/mL d Sugere Acromegalia f ñ ‰ † —u“€‘ óuô ˆ Instituto de Patologia Clínica H. EPM . 2.00 ng/mL d Normais f > 5.Continu õuó€ô o. porque apresentam efeitos colaterais mais brandos que os demais. Administr o da Dexametasona: a. Estímulo para HGH com Dexametasona A Dexametasona. et al.O. Sendo necess rio teste de estímulo. Preparo do Paciente: JO 8h ou C.. BROMETO DE PIRIDOSTIGMINA † INTERPRET“•”– O dos testes acima > do que 3 ng/mL: Pr -Puberal (Tanner 1) > do que 5 ng/mL: Tanner 2 > do que 7 ng/mL: Tanner 3 e Tanner 4 † Marin G. † ˆ Crianças menores de 2 anos: ˆ  22. ou seja. 120. Cuidados: O uso pr vio de atropina impede o aparecimento de cólicas intestinais. após a coleta de uma amostra basal. quando administrado agudamente. favor enviar peso e altura da criança. Crit rio de Interpreta o: Queda para níveis < 2.(P029) Pinto. ACAR e cols. 2 mg VO Colher o sangue basal. 3:30 e 4 horas) Crit rio de Interpreta o: c Resposta normal: 36 ± 5 mUI/L d Resposta do D ficit de GH: 3 ± 1 mUI/L õuó€ô † ˆu‰ö— o ñ JCEM 1992 75(2):536-9 Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia 1994 -Curitiba.. 90 e 120 minutos após o estímulo. 150 e 180 minutos (basal.79:537-41 SensibilizX`Yba o com ETINIL ESTRADIOL Nos pr -puberais ou no início da puberdade em “ambos os sexos”. 3. 1 mg/M2 EV Colher o sangue basal. PARDINI 343 . aconselhamos fazer como screening o IGF1 e o IGFBP-3.

ACTH. Preparo do Paciente: JO 8h. 120 e 180 minutos para dosar GH e Prolactina. Todos r idos e g imediatamente após a injeç o. 200 mcg de TRH e 100 mcg de LH-RH. gosto amargo. vômitos e hipotens ós o Parlodel. Pode haver enjôo. mantendo a veia. Preparo do Paciente: JD 4h.5 mL de Soro. via endovenosa.05 UI/Kg de peso de insulina simples. Colher sangue "0" (basal). Crit rio de Interpreta o: Pacientes com c lulas tumorais devem responder e. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneame nte? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. TSH e HGH e 90 minutos para Cortisol.O. nesses casos. PARDINI . Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Preparo do Paciente: JD 4h. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. deve pelo menos duplicar ou. Crit rio de Interpret o: A resposta de cada teste deve ser considerada isoladamente. Administrar ao paciente. Colher sangue no tempo "0" (basal) para TSH. calor perineal.M. Megateste h Avaliaç1 o HipofisB ria Total Material: 1. Estímulo para Prolactina com TRH Material: 0. ACTH e HGH. Estímulo para HGH com TRH em CR lulas Tumorais Material: 0. Colher amostra basal 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. após 20 minutos da hipoglicemia aplicar LH -RH + TRH.4 mL de Soro e 0. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. gosto amargo. Todos r idos e imediatamente após a inj eç . Após 1 comprimido de Bromocriptina (2. Informaç es nece rias: Se mulher. g Crit rio de Interpreta o: Queda maior que 50% dos valores basais.: 30% dos normais podem responder. tendo como base um ritmo de secreç . deve ser significativamente maior que o valor basal.7 mL de Plasma.0 mL de Soro. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. colher sangue aos 30. FSH. Obs. Cortisol e ACTH. 60. ñ  ‰ † ˆu‰R‰ vv  uó ô ˆ ‘u ˆ u ‰ ÷ëudu‘ €– ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ 27. calor perineal. sea. LH. sea. ñ õuóuô 344 Instituto de Patologia Clínica H. HGH. FSH e LH aos 60 minutos para FSH. Supress1 o do HGH e Prolactina após Bromocriptina Material: 1. LH. Colher amostra basal.24. Aplicar insulina. o valor de GH. ñ óuô ˆ€‰(d€– 26. Crit rio de Interpreta o: Aumento > 100%. Colher sangue aos 30 minutos após estímulo para TSH. mais 0. em geral elevado.5 mL de Soro.5 mg por via oral). ñ † óuô ˆ€‰ ‘€ ˆu‰ u– ˆu‰ 25. Cortisol.

eres: i LH mentar i FSH duplica Homens: i LH aumenta 4 a 10 vezes i FSH 0.dia “3” às 18:00 horas i IGF 1 e IGFBP 3 após GH p dia “4” às 09:00 horas i GH Basal ou estimulado elevado com pequena resposta de IGF 1 e/ou IGFBP 3 em relaç o ao normal. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 100 µg de LH-RH. Colher sangue para dosar Prolactina no tempo "0" (basal). Supress1 o para Prolactina após L -Dopa Material: 0.1 ng/m t m valor. Estímulo para LH e FSH com LH-RH Material: 1. Interpreta o: Incremento de 20% em relaç basal ou IGF -1 p > 15 ng/mL e IGFBP-3 p > 0. Crit rio de Interpreta o: Queda de 50% dos níveis basais.5 a 2 vezes. responder questi rio: atualmente sua menstruaç v m todo m s? Caso n venham. Obs. ó€ô •(‘€ˆu‰ “ ˆu‰Rdu‰ ˆ€‰ ™ ˆ † €— ” ™” 30. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est gr vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Preparo do Paciente: JD 4h e repouso. ñ   ‰ † ˆu‰R‰ ™” vv  óuô ˆ ‰€‘u†  ëu” †   ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆu‰ “ “ ‡ ˆ u‰ uˆ ‰ “ ˆu‰ 29. Informaç es nece rias: Se mulher. pode ser encarado como insensibilidade parcial do receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH que pode revelar mutaç es. Informaç es nece rias: Se mulher. ou seja. PARDINI 345 . Geraç1 o de IGF -1 Procedimento: i IGF 1 e IGFBP 3 basal p às 09:00 horas dia “0” i Injeç s GH (0.5 a 2 vezes Mulheres: Fase Folicular: i LH aumenta 3 a 4 vezes i FSH 0. Crit rio de Interpreta o: Crianças pr . Preparo do Paciente: Colher amostras basal (0').mesmo dia “0” às 18:00 horas p 2o . Aplicaç da ampola: (+) 20 kg = 1 ampola ( -) 20 kg = 1/2 ampola.1 ng/mL. 10 mg/Kg de peso.: tomar cuidado com o limite inferior de detecç do ensaio que 0. via oral. dose m xima de 500 mg.1 unidade/kg/ de GH) p 1o . variaç s de 0. colher sangue aos 60 e 90 minutos para dosar Prolactina. Após L -DOPA.5 a 2 vezes i LH aumenta de 4 a 10 vezes Fase tea: i FSH 0.0 mL de Soro.4 mcg/mL.dia “1” às 18:00 horas p 3o . com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J us ou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. p N resenta efeitos colaterais.5 mL de Soro.28.dia “2” às 18:00 horas p 4o . uˆ du‰ – u ˆ R ‰ ñ † –u‡€m óuô ‰ † ˆu‰R‰ vv  ˆu‰ –u‰u—u”R‘uˆu‰Rd u• ‡  ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.

C lculo da ampola: peso x 2 : 9 = mL da ampola Resposta do Teste: < 100 pg/mL q Normais r entre 100 e 200 pg/mL q Suspeito de CMT r > 200 pg/mL q Sugestivo de CMT r  ˆu‰ u– 32.0 mL de 0. Após injeç r ida (1 minuto) de gluconato de c lcio a 10%. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar a calcitonina. PARDINI . Estímulo para Calcitonina com infus1 o de CB lcio Material: 1. infundida em 10 segundos.0 mL de soro fisiológico. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r ñ ˆ€‰ u– ˆu‰ s 1 o de CB lcio e Pentagastrina 33.0 mL de soluç fisiológica. .5 µg/kg (em 2.0 mL de 0.a ampola de pentagastrina cont m 40 µg em 2.0 mL de Soro. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosagem de Calcitonina. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de Pentagastrina 0.9% de NaCL infundida em 10 segundos Cada ampola possui 40 µg de Pentagastrina diluída em 2.0 mL de 0. . seguido de 0. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosar calcitonina.PROVAS FUNCIONAIS PARA O DIAGNÓSTICO DO CARCINOMA MEDULAR DA TIREÓIDE 31. Após injeç r ida (10 segundos).5 µg/Kg em 2. Aplicar EV 2 mg/kg de gluconato de c lcio a 10% infundido em 1 minuto. sensaç lenitud strica ou n sea que regride espontaneamente em 1 ou 2 minutos. 1 ampola diluída em 2. Preparo do Paciente: JD 4h. Estímulo da Calcitonina com infut (simultâneo) Material: 0.9% de NaCL.9% de NaCL) de pentagastrina.a infus e c lcio pode provocar sensaç calor e de plenitu strica e a pentagastrina pode provocar desconforto subesternal. 2 mg/Kg de peso.8 mL de Soro Preparo do Paciente: JD 4h. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r  ñ ˆu‰å—  † ˆu‰«ˆu‰w —u” — u ” w – ”w’u —u”«’u  346 Instituto de Patologia Clínica H. Colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Colher sangue no tempo "0" (basal) para dosar calcitonina. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina.

Obser oA Se o pH > 5. fornecido pelo laboratório. rigorosamente antes de começar a coleta. Nesse material ser feitos os exames de: C lcio. Manter em temperatura ambiente.5.   © 8õuó€ô €ˆ ‰ ˆ€‰(—€d ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Outros laboratórios. Urina isolada (Jejum Obrigatório). Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o. enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. O estudo com a dieta pobre em c lci mais realizado. Colher amostra isolada de urina (2a da manh ou após 4 horas de r etenç ) para os exames: A) v pH pelo pHm tro . solicitar prova de Acidificaç urina. enviar alíquota 50 mL e Informar o volume de 24h. Colher todas as urinas sem perder nenhuma m icç . dever ser colocado no frasco Bicarbonato de Sódio 5 g/L de urina. N o pode refrigerar. Para cada rotina deve-se coletar urina de 24 horas. Rotinas Na primeira Urina 24h. M sio e Oxalato u …   “ “ ˆ   “  ‰R‘u“ˆu‰ †  ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ ˆu‰ Na segunda urina 24h. Sódio e Creatinina. dosar PTH v Creatinina v Fósforo v Pot ssio Exames de Urina 1. N o refrigerar. PARDINI 347 . fornecido pelo laboratório. fazer gasometria arterial. Urina de 24 horas Colher material para duas ou tr s rotinas. Nesse material ser feitos os exames de: Cistina qualitativa. 2 0 mL por litro de urina de HCL 50%.PROVAS FUNCIONAIS METABÓLICAS DA NEFROLI T ASE 34. Deoxipiridinolina/Piridinolina. realizar teste de PAK. Nesse material ser feito o exame de v cido Úrico …  du’u‘ † ˆ€‰ ˆ A terceira urina 24h dever ser colhida sem conservante e refrigerada. Para outros laboratórios enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. Manter temperatura ambiente.30. colocar inicialmente no frasco. de prefer ncia tr s rotinas. Outros laboratórios. se elevado. Nos casos de hipercalci ria. Se o pH desta gasometria arterial for ≤ 7.após 12h de jejum absoluto de gua e alimentos ( veja observaç v Urina tipo I com pesquisa de dismorfismo eritrocit rio v Urocultura com antibiograma 2. Citrato. Nefrolitíase Exames de Sangue: cido Úrico v v C lcio Iônico.

Obs./creat. no dia do teste./creat./creat. urin. pós -sobrecarga < 0. urin. x Ingerir. > 4 mg/24h. pós -sobrecarga dividido pela relaç o c lcio urin.11 e após sobrecarga ≥ 0.Hipercalciúria Marginal: C lcio uri rio: > 150 e < 250 mg/24h .5 € Relaç . 300 mL d’ ./creat. jejum < 0. urin.  s 07:00 horas da m Colher amostra da primeira urina da man para exame de Urina rotina (jato m dio) às 08:00 horas e x desprezar o restante. desprezar toda a urina./creat. Colher toda a urina das próximas 2:00 horas (mais ou m enos at  s 10:00 horas) e dosar: x y C lcio y Creatinina u’ Teste de Sobrecarga Oral com CB lcio €’ud ¡ ˆ ˆ  du‘ ¡ ˆ † † Crit rios de Interpret o: .: Após sobrecarga diminui AMP Cíclico. jejum ≥ 0. x Permanecer em jejum durante 08:00 horas.Hipercalciúria Renal: Relaç o c lcio urin. PARDINI . Após 3:30 horas da x sobrecarga de c lcio colher toda a urina e dosar: y C lcio y Creatinina   ¡  d” —u”Ruu’’€ud( u’   ˆ€‰  ô uõ €ó ô  ‘u  ˆ  ‘u    ˆ   348 Instituto de Patologia Clínica H. jejum ≥ 3. Teste de Pak w x Ingerir 300 mL d’ ua entre 21:00 e 24:00 horas. jejum < 0. ingerindo: 1 copo de c + 4 torradas ou 4 bolachas sal + 1 copo d’ ua. c lcio urin.Hiperabsorç o Intes tinal de C lcio: C lcio urin.Hipercalciúria indeterminada: C lcio urin. apesar do c lcio urin. Nesse momento. da realizaç o desta dieta.35.11.20.20. urin. poder fazer x desjejum. Após 1/2 hora (30 minutos). ñ Tomar 2 comprimidos de C lcio Sandoz F em 1/2 copo d’ . urin.Hipercalciúria: C lcio uri rio: > 4 mg/Kg de peso ou € Homens: > 300 mg/24h € Mulheres: > 250 mg/24h . ./creat.11 e c lcio urin. urin.

É absorvido no intestino delgado e excretado sem ser metabolizado na urina. est medida no sangue e urina. Doença de Whipple e giardíase. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia.Permanecer em jejum at t rmino do teste. Dose Administrada: 2. teste Coment rios: Teste usado na triagem de m sorç e carboidratos por doe nças da mucosa intestinal (doença celíaca. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici ncia de lactase. Medicamentos como aspirina. indometacina.: O test realizado pela m . Jejum: Adultos „ JO 8h Crianças „ JO 4h . Obs. D-Xilose. Colher Sangue 1 hora após a ingest o da D -Xylose e colher Urina durante 5 horas após a dose. Essa defici ncia na síntese de lactase pelo enterócito acarreta em diarr ia osmótica. Falsopositivos podem ocorrer. Em pacientes normais observa-se um aumento da glicemia maior que 20 a 25 mg/dl. Lactose. neomicina e glipizida podem interferir e devem ser descontinuados 24 horas antes do teste sob orientaç m ica. teste de tolerância Coment rios: Útil na investigaç da defici cia de lactase na mucosa intestinal.  ˆ ýd€m ˆ€‰ù— óuô ˆ  ˆ ”† ò ˆu‰ † — d† ꆇ ”† ˆ€‰ ud ‘ ¡ ˆ  †‰ † ”Ru’€† d ‘  †ô  37. Condi o: 0. tomar dose de Xylose. doença de Crohn. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç lactose oral. sprue tropical. Esse teste s til em pacientes com funç renal normal.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado basal.5 g/Kg de peso at o m ximo 25 gramas. C lculo da dose D-Xylose: Diluir a dose em 250 mL d : Criança „ 0. Jejum: Adultos „ JO 8h / Crianças < 1 ano „ JO 6 a 8h. PARDINI 349 . Resultados falso-positivos e falso-negativos podem ocorrer.5 mL de Soro ou Plasma (fluoreto) + 5 mL de Urina (informar volume total de 5 horas). entre outras). após administraç lactose. Esvaziar a bexiga no início do teste.0 g/Kg (at no m ximo 50 g). ou secun ria a outras doenças: enterites infecciosas. ˆu‰  —u “u‘ † “ “ ˆ€‰à—u“u” ‘ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—ud Instituto de Patologia Clínica H. Essa defici cia pode ser idiop tica. fibrose cística. Após administraç o de dos e oral de xilose. Procedimento: N o h coleta basal. Procedimento: 1. doença inflamatória intestinal.PROVAS DE ABSORƒ  ‚ O DE CARBOIDRATOS 36. Adulto „ 25 gramas Valor de Refer ncia: … Soro Adultos: > 25 mg/dL „ Criança: > 20 mg/dL „ … Urina „ Adulto: > 16% da dose ingerida Criança: > 10% da dose ingerida „ Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado). 30’e 60’ após lactose. D -xilos m monossacarídeo normalmente inexistente no sangue.

Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado). teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. basal. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL da glicemia. Procedimento: 1. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado). Procedimento: 1.0 g). Dose Administrada: 2.38. A Sucrase age sobre a sacarose.  † ud u‘  “u‘ † “ ˆ€‰Ù—u” ˆu‰ †  †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d † ud u‘  ˆu‰R—u” 39. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. PARDINI . após administraç sacarose.0 g). 30’e 60’ após maltose. resultando em mol culas de glicose e frutose. Dose Administrada: 2.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. resultando em mol culas de glicose que s prontamente absorvidas. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. A maltase age sobre a maltose. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. após administraç maltose. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. Maltose. 30’e 60’ após sacarose. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. basal.0 g/Kg (at no m ximo 50. “u‘ ˆu‰«—u” †“ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—u” 350 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. Sacarose.0 g/Kg (at no m ximo 50.

 ”R‡ ˆ € ‰ ( — € ” ( — € ” ˆ u ‰ R —  ‡ u m ‘u ˆ ‘u ‡ ˆu‰ —uò ‰  †H• ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. 2.3 em pelo menos uma das amostras colhidas após sobrecarga com Cloreto de amônio. num m ximo de 4000 unidades. Crit rio de Interpreta o: Aumento de pelo menos duas vezes do valor basal. Acidificaç1 o UrinB ria. dosar pH.HORMONE RESEARCH . PARDINI 351 . administrar 0. para dosar Testosterona.OUTROS TESTES 40.1 g/Kg de peso de Cloreto de amônio e colher Urina 1. Aplicar por via intramuscul ar o HCG (Profasi – ® o Pregnyl ) 100 unidades/Kg de peso.30:187-192. Esses dist rbios podem levar a nefrocalcinose e formaç e c lculos uri rios. Laboratórios: Enviar todo material colhido (cada) hora at ras após coleta. Jejum: Adultos ‡ JO 8h Crianças ‡ JO 4h Procedimento: Colher Urina basal. Teste Coment rios: Test til na investigaç feitos no t ulo renal de acidificaç o uri ria. ñ ˆu‰ óuô †   JORN MÜLLER . Estímulo para Testosterona com HCG Material: 0. Aplicaç do Profasi feita na farm cia. após o estímulo. Colher Soro no 4 dia. 3 e 4 horas para medir pH.1988 41. Preparo do Paciente: ® Colher sangue para testosterona basal (7 às 9 horas). Valor de Refer ncia: Reduç pH urin rio a v alores inferiores a 5.5 mL de Soro. em frasco contendo vaselina líquida.

.0 µmoL/L ˆ Elevaç moderada ‰ 25 a 50.42. sugere fortemente a presença de síndrome de Zollinger -Ellison.0 a 14. Ingest ife m dio ( ± 150 g) + 1 ovo cozido (pode ser substituído por sanduíche de ham rguer) .Aplicar EV 1 mg de Glucagon . ou mesmo diminuiç o do nível de gastrina. .0 µmoL/L ˆ ‰ Elevaç iscreta 15 a 25. Colher Sangue basal ‰ dosagem de Gastrina .0 µmoL/L Seis horas após Metionina .5  ˆ ò ˆ€‰(—€” ˆ ˆ ‡ ˆuˆu‰R ‰ˆu‰R—d 43. Em pacientes n o portadores da síndrome.Advertir o paciente de que pode sentir lev sea transitória. sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger -Ellison. após a administraç Glucagon. Homocisteína após estímulo de Metionina Coment rios: Realiza-se sobrecarga da via da metionina (100mg/kg peso) para determinaç o da homocisteína basal e após 6 horas. 30’e 60 minutos.0 µmoL/L ‰ ˆ ‰ Mulheres 4. Esse teste pode ser utilizado para detecç casos moderados de homocistin ria. 15’. Em pacientes rtadores da síndrome. baixa resposta.: O uso de insulina estimula a secreç o da Gastrina. B12. Interpreta o: ˆ Valores > 1000 pg/mL ‰ s sugestivos de Gastrinoma.0 µmoL/L ˆ Elevaç centuada ‰ 50 a 500. 30’ após alim entaç : colher sangue ‰ dosagem de Gastrina Obs. 10’. ixa resposta. . PARDINI . em duas ou mais vezes o nível basal. ou mesmo diminuiç ível de Gastrina. Valores de Refer ncia: Basal ˆ Homens 4.Colher amostra a basal para dosagem de Gastrina. folato e riboflavina e para definiç o de risco cardiovascular. Gastrina EST¼ MULO ALIMENTAR . Interpreta o: O aumento do nível s rico de Gastrina em duas ou mais vezes o nível basal.0 a 12.  † ˆ ”R‘u ‘uˆu‰Á–€‰ ˆu‰R—u‰ ¡  ó€ô † ˆu‰R—u‰R‘ ˆ ¡ Ýmud 352 Instituto de Patologia Clínica H. avaliaç o das reservas de vitaminas B6. ó€ô ˆu‰H@fRm ˆu† ‰ ˆu‰ ˆ mu‡ EST¼ MULO APÓS GLUCAGON † Coment rios: O aumento do nível s rico de gastrina após o estímulo.Diferença entre total e após estímulo Risco HCT-M (resposta total HCT-D (diferença entre Risco relativo ao estímulo) total e após estímulo) Baixo < 30 < 20 <1 Moderado 31 a 37 21 a 25 + ou – 1 Aumentado > 38 > 26 2 a 2.Colher amostras após 5’. ˆ Valores de 500 a 600 pg/mL ‰ sugestivo de hiperplasia de c lulas G.

O. volume total das 12 horas. IMPORTANTE 1.M. .Desprezar toda a 1a Urina da m se levantar e marcar o hor rio. É fundamental que seja entregue ao laboratório toda a amostra da urina de 24 horas. Ao acordar pela m A partir daí. Caso aconteça de esquecer de colher alguma micç . 2. . PARDINI 353 . a primeira micç ia seguinte. du ‘ ¡ ˆRdu‰ ‘€  Urina 12 horas . . Colher toda micç tam m. exercícios físicos. dietas ou recomendaç s específicas. colher rigorosamente todas as micç s (inclusive à noite) e n o apenas uma parte. (ou seja. Qu alquer erro nesta coleta. tomar bastante líquido durante a coleta.). a fim de evitar contaminaç es.  † ‘udR”(‘€ˆu‰Rdu–u”u‘ud ‘ u ˆ u ‰  Urina de 24 horas ¡ svaziar totalmente a bexiga desprezando esta urina. .A coleta da urina tem que obedecer o hor rio rigorosamente. integralmente. tomar 02 copos de gua.Manter dieta hídrica habitual. stress. no mesmo hor rio em que jogou fora a do dia anterior. ˆu‰ý‰ d ˆu‰ – C.Nas próximas 01 ou 02 horas (C.Colher toda a uri s parte. no mínimo. . 4.Conservar a amostra na geladeira ou em local fresco. perder nenhuma urina.M. Colher as amostras em recipiente limpo e seco. .Colher a partir daí.O. Muitos exames exigem conservantes. preferencialmente em garrafas de gua mineral.Urina 1 ou 2 horas . etc). . 3. Evitar fazer a coleta em dias nos quais haja mudança nos seus h bitos (dieta. .Desprezar a urina e marcar o hor rio.Pacientes com problema renal que urinam pouco. . após a Instituto de Patologia Clínica H.Em seguida. interromper a coleta e inicia -la novamente no dia seguinte. implicar m erro nos resultados. colher todo o volume uri rio. ud ‘ R ˆ” ˆu‰Û” m † ™ ˆu‰ ™ ” ˆu‰Á—u‰Á— ™” ˆ  Á”   Urina Início ou Final de Jornada Coletar urina após período de exposiç  ntes do período de exposiç jornada de trabalho ou início).Encerrar a coleta e trazer o material ao laboratório. todas as urinas at completar 12 horas.

O uso de absorvente interno pode ser uma alternativa em situaç es urgentes. sem nenhuma perda de material. quando necess rio. par o haja alteraç s provocadas pelas mudanças de itos dos finais de semana. Evitar colheitas nos finais de semana.M. PARDINI .. FLUORETO 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 20 mL/L Congelar Congelar Congelar SIM TOLUENO INSTRU• ÕES 1. tipo gua mineral. N sar recipientes de refrigerantes. Os conservantes dever o ser adicionados ao frasco no início da colheita. COM DIETA FRASCO ÂMBAR COM DIETA FRASCO PL˜ – — TICO DIETA FRASCO ÂMBAR BICARBONATO DE SÓDIO COM DIETA SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM IDO ÚRICO COPROPORFIRINAS PORFIRINAS. ˆu‰ ˆ  † ‰um ¡u  m ‘uˆu‰ý— ™ ™” ˆ “u‘ dýëu”ý‘€ˆ ™” † … ‡u—u‰ ”ýˆ –u” ˆu‰ ˆ R‰   ˆ u ‰ R ‘ u d ©  ˆu‰  354 Instituto de Patologia Clínica H. 8. Refrigerar.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . Sugerimos que as urinas devam ser colhidas em frasco pl stico liso.O. O material eve ser colhido durante episódios de cólica renal (aguardar 10 dias) ou em uso de medicamentos que causem interfer cias nos exames.Manter fora do alcance de crianças”. PESQUISA UROPORFIRINAS. com o objetivo de se reduzir eventuais contaminaç s por fluidos genitais. medicamentos.CRIA d ™ ” A: 10 mL/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L CONSERVANTE OBS.N o desprezar. Sempre que possível. deve-se orientar para a realizaç o de cuidadosa higiene íntima antes de cada coleta. REFRIGERAR SIM SIM SIM N• O SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM COM DIETA COM DIETA COM DIETA COM DIETA C. especialmente para pacientes do sexo feminino.Produto tóxico . PESQUISA ALA-U ALDOSTERONA CISTINA CREATININA CREATININA.CRIA ™d” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) ADULTO: 20 mL/L . URINA 24 horas sem conservante.M.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTO: 20 mL/L . CROMATOGRAFIA  ¶” IDO ACÉTICO – 8M 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR DIETA C. Os frascos devem ter etiquetas que informem sobre o conte rmitam a identificaç clara do paciente. Os volumes dever ser colhidos rigorosamente. 7. Relacionar o uso de medicamentos em caso da impossibilidade de suspens o. 4. 3. rigatório.EXAME ’‘ ’‘ IDO C“ TRICO ’‘ IDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO “ LICO ’‘ IDO HOMOVAN  IDO OX LICO AMP C“ CLICO ‘’  LCIO CATECOLAMINAS CREATININA CREATININA. 6.O. etc. Quando indicado. CLEARENCE ACETONA ETANOL METANOL AMINO CIDOS. nem lavar . deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual e nos dias imediatamente anterior e posterior. CLEARENCE DEOXIPIRIDINOLINA FÓSFORO HIDROXIPROLINA MAGNÉSIO METANEFRINAS PIRIDINOLINA  POT SSIO PROTE“ NAS TOTAIS SÓDIO VMA ’‘ ¶” IDO CLOR¼ DRICO 6N – HCL 50% 20 mL/L ADULTOS: 20 mL/L .CRIAN” A: 10 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . Por exemplo: “Este frasco cont m cido Clorídrico 6N .CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . pois poder casionar contaminaç rina.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . 5. 2. O uso do conservante.

Epithelial membrane antigen .painel completo (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteín a p53+ki67+angiogs neses) . CA 125 .Estudo imunohistoquímico câncer de mama .UFMG) Exames: f g g g g g g Biópsia simples h i Especial Biópsia c/Coloraçj Biópsia c/microscopia de polarizaçh o Biópsia Renal com Imunofluoresck ncia Biópsia Intestinal com Imunofluoresck ncia Biópsia em pacientes HIV e AIDS Imunohistoquímica para: g g g g g Biópsia de Pele com imunofluoresckjl cia direta e indireta Punçh o Bió psia Revishjinmjonp âminas Necrópsia Peça Cirq rgica Radical Simples . Sinaptofisina . HGH . Calcitonina . É sempre necesb Instituto de Patologia Clínica H. CD 30 . TSH .Estudo imunohistoquímico de hipófise . ACTH . Cromogranina . CD 45 . PAN B CELLS .Estudo imunohistoquímico carcinomas metast ticos . CD 20 . Eduardo Alves Bambirra Prof. Macrophages .Imunohistoquímica Hercep test Outros . Anti human Lambda L C . Anti human C1q .painel (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteína p53+Ki67) . Fator de angiogs nese tumoral .Pain is para tumores indiferenciados . Anti human IgM . CD 34 . Proteínas S 100 . Anti human C3 .receptores hormonais (estrógeno+progesterona) . Helicobacter pylori .Pain is para tumores indiferenciados l X X Biópsias positivas (sob demanda específica) u`a o fotodocumentadas. CD 15 . CD 74 . Cytokeratin . HMB 45 . u v rio o envio de informes clínicos do caso a ser estudado.Estudo imunohistoquímico câncer de mam a . KI-67 (MIB 1)  2 (3 5 Câncer de Mama . PAN T CELLS . Desmina . Human milk fat globulin . Receptor estrogs nico . C-erb-2 neu protein . CEA . LH . Neurofilamento . Enolase neurônio específica . FSH . Vimentina Outros anticorpos sob consulta direta ao setor (31) 3228-6394 g . Anti human Kappa L C . Tireoglobulina . Receptor progesterônico . Gonadotrofina fr o sub-alfa (SUBalfa) .ResponsBte el: Dr. P 53 protein . CD 79 . CD 43 . CD 45 RO Imunohistoquímica .Estudo imunohistoquímico de sarcomas .Estudo imunohistoquímico de linfomas .pailjt is . NSE . Somatostatina . CDW 75 . Actina de mr sculo liso .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Anti human IgG . Anti human IgA . Titular de Anatomia Patológica (Faculdade Medicina . PARDINI 355 . Prolactina .

—udu—€”(‰(‘€†ˆu—‰R—ud ˆu‰  †  ˆu‰Ý—u” ˆ du–u“ ‰€’u† “u‘ ˆu‰ ˆ ˆ ‘uˆ€‰ ˆ ˆ€‰ ¡ ˆ †  ˆu‰  €– “  Aplicaç o da Imunohistoquímica para Receptores Hormonais no Câncer de Mama: Um grande avanço no arsenal tera tico do câncer de mama foi a possibilidade de detecç o imunohistoquímica no tecido de receptores hormonais. o ncogens e proteínas associadas.Detecç o de fatores de proliferaç celular. Nestes casos. . empregando anticorpos prim rios monoclonais altamente específicos para os produtos pesquisados (marcas tipo Dako. fator es de angi ese tumoral e fatores de proliferaç celular. De forma geral o emprego de t nicas Imunohistoquímicas visam: . . Resultados . ô †¡ Ûmu‰ud ˆ€‰  ˆ ‰u’u“u‘ ˆ ˆ “ ˆ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆ du–u“ ˆ 356 Instituto de Patologia Clínica H. de adenohipófise. chamando atenç ra a positivi reaç . telefone (31) 3228. sua intensidade e sua localizaç tecido e nas c lulas neopl sicas.Outros anticorpos. as reaç s s complexas e levam cerca de sete (07) dias para terem seu laudo final emitido. Estudos mais recentes apontam esse tipo de exame como o de padr o ouro para avaliaç o da resposta à terapia oncótica no câncer de mama.Detecç o de marcadores de c lulas neopl sicas: importante elemento adjuvante no di agnóstico e no conseqüente tratamento adequado das neoplasias indiferenciadas em que a morfologia isolada consegue caracterizar com segurança a origem das c lulas que proliferam.tipo de laudo: O laudo emitido explicita os anticorpos usados e apresenta o resultado documentado em microfotografias coloridas.tempo de demora: Em geral. tais como. exames de maior urg ncia podem ser agendados diretamente no laboratório. etc. o m ico solicitante ter clara noç do que representa a reaç scrita em relaç conjunto de c lulas neopl sicas amostradas. recentemente desenvolvidos. etc).Favor especificar o anticorpo. Expressiva ajuda em casos em que se tem necessidade de se definir a melhor forma de conduta a ser adotada (ex. etc). entrar em contato com o Laboratório. de forma que.Detecç o de receptores de secreç ormonal (ex: es trógeno. .6394. PARDINI . hormônio da adenohipófise. Novocastra. câncer de mama.IMUNOHISTOQU w MICA . ˆ ˆu‰R—u‰Rdu‘ ˆu‰ ” ™ ” ˆu‰ “ ˆ€‰ du‘ “u‘  ˆu‰ö‘u‰ ˆu‰R—u” † ñ­ ˆu‰R ˆu‰R–ud du‰ A Imunohistoquímica representa um conjunto de procedimentos que utilizam anticorpos (policlonais ou monoclonais) como reagentes de grande especificidade para a detecç antígenos que marcam estruturas teciduais e celulares. etc) importantes na monitoraç o da evoluç o e da ter utica em pacientes com neoplasias de mama.: esôfago de Barrett. progesterona. de angi ese tumoral. Geralmente a descriç de uma reaç Imunohistoquímica com positividade dos receptores hormonais nas c lulas neopl sicas representa uma melhor resposta à ter tica hormonal e química. Biogenex. A identificaç o destes receptores (Estrógeno e Progesterona) tem ótima correlaç o com a adequada resposta à terap utica antineopl sica do tipo hormonal (homonioterapia) e do tipo química (quimioterapia).  Resultados . em todo material examinado s xecutados procedimentos de exacerbaç tig ica para melhor demonstraç tígeno pesquisado. correlaç o com outros fatores de marcaç o prognóstica. Reagentes utilizados: Os reagentes utilizados s o de primeira linha. Material a ser enviado: Tecido fixado em lcool ou em formol ou material histológico processado e incluído em bloco de parafina.

INST xzy|{ ÕES

Envio de material: O Laboratório H. Pardini pode fornecer os seguintes kits para preservaç , acondicionamento e envio de mat ria, visando exam tomo-patológico: - para exames convencionais (constituído por frascos com rótulo), - para biópsias de estudo de infertilidade masculina e feminina (constituído por frascos com soluç o fixadora de Bouin), - para exames com indicaç o de imunofluoresc cia. Para material visando imunofluoresc cia indireta ser cess rio pelo menos 1,0 mL de Soro. Procedimento: Devido à grande importância da lise A tomo -Patológica devemos ter um cuidado especial na preservaç (fixaç ), no acondicionamento, envio e na feitura da requisiç xame. Trata -se de um material biológico nobre, de recoleta difícil e cujo resultado geralment motivo de grande ansiedade para pacientes, familiares e m ico assistente. Al m da Anatomia Patológica Convencional (biópsias simples, peças cir rgicas complexas) o Laboratório de Anatomia Patológica pode realizar:

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1. 2. 3. 4. 5.

Exames de Congelaç . Necrópsia de Feto. Reaç ImunofluorescŽ ° cia Direta em Tecidos (Rim, Pele, Intestino, etc). Reaç ImunofluorescŽ ° cia Indireta (Pele). Imuno-histoquímica para Marcadores de Secreç (hormôn ios, produtos de síntese neopl} sica) e Neoplasia (indicadores de prognóstico, definiç hist ± Ž ° se e de diagnóstico). 6. Citopatologia de Punç -biópsia de Ór± s variados. 7. Fotodocumentaç em Microscopia Óptica Convencional, de Polarizaç de FluorescŽ ncia.

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Prepara o do tecido: Para a histopatologia convencional o fixador mais comum soluç uosa de formalina (formol) a 10%. Tam m podem ser fixadores alternativos o lcool etílico e ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3cm e 48h em amostras maiores que 3 cm o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Para casos de imunofluoresc cia indireta em tecido, o material deve ser enviado em salina gelada (5~ C) quando puder chegar ao Laboratório em menos de 1h após a coleta ou em lcool etílico a 70 ~ nos demais casos. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaç ciente. Para casos de fluoresc cia direta, enviar no mínimo 2 ml do soro do paciente de prefer ncia gelado (5~ C). Para casos de revis casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório/solicitaç m dica e da cópia do laudo anterior. Requisiç o de exame: Para enviar exames de Anatomia Patológica anexar sempre informes m icos identificando sexo, idade e informes mínimos do caso. Em casos de transcriç , caso haja algum vida, consulte o m ico do paciente ou o setor de Anatomia Patológica do LHP antes desta transcriç . Desta forma, estaremos evitando maiores transtornos na execuç o do exame e at mesmo na realizaç lgum tipo de an lise que n tenha sido solicitada pelo m dico.

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A requisiç o deve vir protegida por pl stico do restante do material. Desta forma, evitaremos derrames e borr s e desaparecimento da escrita e dos informes. Estes procedimentos facilitar nosso entendimento, agilizando portanto a entrega dos laudos. Tipos de exames e padr es mais utilizados: . Peça cir Œ rgica radical simples : Amostragem de algo ≥ 3,0 cm dimens . . Peça cir Œ rgica radical simples adicional : Amostragem anexa a uma peça cir Œ rgica (ex.: Œ tero/ovario/tubas/ colo). . Biópsia simples : Amostragem de umt} rea / ór± . . Biópsia com pesquisa de H.pylori : Gengiva, esôfago, estômago, duodeno, etc. . Biópsia com coloraç special : Fígado, medula óssea, pesquisa de agentes infeciosos. . Biópsia renal com imunofluorescŽ ncia. . Biópsia de pele com imunofluorescŽ ° cia. . ImunofluorescŽ ° cia em tecidos ·³ ° seja rim/pele. . ImunofluorescŽ ° cia utilizando soro: ImunofluorescŽ ° cia indireta. líquidos: Punç ór± s variados: tireóide, cistos de ov} rio, etc. . Citologia de punç . Imunohistoquímica: Imunohistoquímica em tecido. Afora mama (estr²± Ž ° io/progesterona) pesquisado 5 tipos. lâmina : Caso externo, sendo solicitada laudo adicional / opini respeito. . Revis Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 357

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Exames com pesquisa de agentes específicos color o especial Pesquisa de agentes específicos: Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de agentes etiológicos de condiç s como lepra/hanseníase, tuberculose/micobacteriose atípica, HPV/Papiloma vírus, HV/Herpes vírus, Leishmaniose, Pneumocystis carinii, Esporotricose, micoses em geral, outros agentes infecciosos. Coloraç s especiais: Sempre que houver material do tipo fígado / medula óssea / outros. Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de glic nio, substância amilóide, depósitos de ferro, depósitos de cobre. Consultar o setor em casos vidas. Exames com imunohistoquímica A Anatomia Patológica moderna apresenta situaç es em que a coloraç rotineira (Hematoxilina -Eosina) deve ser complementada com m todos de imuno-histoquímica, como a seguir: Quando for necess rio: - Auxiliar na diferenciaç tre estados proliferativos benignos e neoplasias. Ex. linfomas x estados reacionais de linfonodos. - Definir a histog se de neoplasias morfologicamente indiferenciadas. Ex. linfomas x carcinomas x sarcomas. - Imunofenotipagem de neoplasias j classificadas pela morfologia rotineira. Ex. linfomas de c lulas T x linfomas de c lulas B. - Identificar produtos de síntese endócrina das c lulas ne opl sicas. Ex. adenomas de hipófise; carcinoide; melanoma. - Pesquisar fatores indicadores de prognóstico, importantes em câncer de mama, esôfago de Barrett. Ex. receptores de estrógeno/progesterona; antígeno de proliferaç celular (KI67, p53). - Identificar antígenos de agentes infecciosos. Ex. Citomegalovírus, H.pylori, vírus de Ebstein Barr. Importante: Em casos em que o pedido m dic xplicitar claramente a necessidade dos anticorpos a serem utilizados dever haver consulta ao setor / pesquisado 5 tipos. Exames com peças cir„ rgicas complexas A Anatomia Patológica num padr lidade de a lise necessita de individualizaç o de partes de ór s complexos retirados cirurgicamente para segurança diagnóstica, como a seguir: Útero : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • Corpo e fundo • Tuba D • Ov rio D • Colo • Tuba E • Ov rio E Placenta: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: mbilical • cor • feto • membranas extra-placent rias • placenta (partes fetal e materna) Curetagem fracionad tero: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • endom trio • colo Tubo digestivo – Peças radicais : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • estrutura do tubo digestivo (estômago, intestino delgado, intestino grosso) • meso • linfonodos Mama: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • mama • musculatura esquel tica • linfonodos • tecido fibro-adiposo Testículo: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: ima testicular • par • estruturas epiteliais e vasos do funículo esperm tico • epidídimo • tecido fibro-adiposo Rim: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: uima renal • par • gordura peri-renal • ureter • vasos do hilo renal Importante: Em casos em que o pedido m ico o explicitar claramente as peças que com m o material enviado ou tal identificaç o n o tenha sido possível na recepç ça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Exames m„ ltiplos acondicionados num mesmo frasco A Anatomia Patológica freqüentemente recebe m ltiplas amostras de locais diferentes de um mesm o material num mesmo frasco: Pele: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas amostras de les s de pele de reas diferentes enviadas num mesmo frasco. Amígdalas palatinas/adenóides : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Hemorróidas / Fístulas ano -retais: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Peças de neoplasias com especificaç o de margens cir rg icas: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • peça principal • cada uma das margens cir rgicas marcadas pelo cirurgi Importante: Em casos onde o pedido m ic xplicitar claramente as peças que com em o material enviado ou tal identificaç tenha sido possível na recepç peça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

ResponsBte el: Dra. Juçara M. de Castro Sobrinho
Mestre em Patologia Geral (Faculdade Medicina – UFMG)

Exames: …
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Citologia de Escarro Citologia Hormonal Seriada Citologia Hormonal Simples Citologia para HPV Citologia de Mama Citologia Oncótica C‡ rvico -Vaginal Citologia Oncótica geral Citologia Oncótica geral urinˆ ria Citologia Punç‰ o de Líquidos Cromatina Sexual Revis‰tŠŒ‹t Lâmina Urocitograma

Citologias positivas (sob demanda especifica) sa o fotodocumentadas..

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Citologia de Escarro Condi o: ¡ Escarro fresco colhido pela man

ao acordar. - Para citologia de escarro simples colhida apenas uma amostra - Para seriada 3 amostras colhidas seqüencialmente durante 3dias Instruç es: O paciente deve colher o material pela m , em jejum, antes de escovar os dentes. Deve realizar uma inspiraç rofunda e fazer uma expectoraç , depositando o escarro em um vidro limpo de boca larga. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo pont o) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do pulm . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; Processos proliferativos benignos; Anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e simples; Alteraç s epiteliais ocasionadas por agress it lio, radioterapia.

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Citologia Hormonal Seriada

Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m dico, seguindo uma s ncia que pode representar as diferentes fases do ciclo menstrual. Sugere-se o seguinte esquema: - Colher a primeira lâmina da primeira fase (at 8 0 dia do ciclo menstrual). - A segunda colheita dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dia do ciclo menstrual). - A terceira lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. - A ltima lâmina em torno do 26 o - 28o dia do ciclo. - Locais: Preferencialmente na parede vaginal (no seu terço superior) n vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da colheita; Fundo de saco vaginal; Ectoc rvix; Vestíbulo. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas ser ve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç o percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; Acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia Hormonal Simples
Condi o: Raspado do colo uterino, raspado vaginal: parede lateral da vagina no seu terço superior, fundo de saco vaginal e vestíbulo. Obs.: - A amostra pode ser coletada em qualquer fase do ciclo menstrual ou na aus cia deste em qualquer ca ou idade da paciente. - A coleta sempre realizada pelo m dico e deve ser acompanhada de informes clínicos bem como dados completos da paciente. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de matur aç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç ormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç ercentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no mero ou proporç e descamaç os tipos celulares. O resultado final levar em consideraç o o aspecto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia para HPV
Condi o: Homem - raspado peniano. Mulher - raspado vulvar, raspado vaginal, raspado cervical. Instruç es: Homem: realizar higiene íntima 24 horas antes da coleta e abster-se de relaç o sexual 24 horas antes coleta. Mulher: realizar higiene 8 horas antes da coleta e o estar menstruada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es c línicas: O exame visa detectar efeitos cit ticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epit lio escamoso do is, colo e vagina. O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular.

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Citologia de Mama

Condi o: Secreç o de mama (geralmente a colet realizada pelo m ico por meio de express mamilar). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama.

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Citologia Oncótica C’ rvico -Vaginal
Condi o: Raspado do colo uterino a nível da junç scamo-coluna. Coleta endocervical: raspado. Coleta vaginal (parede ou fundo de saco): raspado. Coleta ectocervical: raspado. Instruç es: A colet sempre realizada pelo m ico ou enfermeira treinada nos sítios acima discriminados segundo indicaç o clínica. Evitar: Duchas e lavagens vaginais, Cremes e talcos vaginais e Relaç s sexuais (24 horas antes da coleta). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por agress epit lio. Ex.: radioterapia, cauterizaç es.

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Citologia Oncótica Geral

Condi o: Lavado vesical, lavado brônquico, lav strico, lavado peritoneal e líquor. Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m ico nos sítios anatômicos acima discriminados segundo indicaç clínica. A colheit sempre realizada à nível ambulatorial ou de bloco cir rgico. Interpret o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar: patologias benignas; les s pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos; les es provenientes de met stase de outros ór s; les s cessíveis ou invisíveis para o endoscopista.

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Citologia Oncótica Geral Urin e ria Condi o: ¡ (volume total) - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto) ou refrigerada. 1 Urina da m
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Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previ amente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: Exame n o invasivo, que visa detectar tumores vesicais bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. É tam m til como coadjuvante nos diagnósticos das les s “in situ” da mucosa de todo o trato uri rio, papilomas e carcinomas do urot lio, podendo tam m ajudar no diagnóstico de patologias benignas.

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Citologia Pun £¦¥ o de Líquidos

Condi o: Punç de Mama, L. ascítico, L. sinovial, L. pleural, L.. peric rdico, Punç s de coleç s superficiais. Interpreta o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç o subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas bem como les es pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos ou provenientes de met stase de outros ór s.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

O esfregaço deve ser fino. Síndrome de Klinefelter .Cromatina Sexual Condi o: Mucosa oral (parte interna da bochecha). rapidamente este deve ser distendido sobre outra lâmina de vidro fazendo com qu e uma lâmina deslize sobre a outra suavemente (uma lâmina direcionada para o lado esquerdo e outra para o lado direito) de modo que o material fique espalhado sobre as 2 lâminas.Ao distender o esfregaç se deve fazer movimentos rotativos ou de vai -e-vem. disposto em um só sentido. geralmente. Mergulha -se as lâminas em frasco com lcool.Se o paciente tiver at 10 anos ser sada esp tula de madeira para a coleta. .Frasco de citologia conte lcool a 96o (comercial). Instruç es: . como o estudo do Cariótipo Sanguíneo com Banda G.P. (3) C lulas de indivíduos com 5 cromossomos X → poder resentar 4 cor sculos de Barr por c lula.cor sculos de Barr ausente nas c lulas. Se a coleta for feita com es tula de madeira deve-se colher o material em duas etapas. Exemplo: Mulheres com 4. Síndrome de Turner . Observaç : É importante ressaltar que esta t cnic mais rudimentar. óuô –u  d u ‘ € ‰ † ˆu‰ Á‘ †   –u ‘u—u‰R † R”  –€  ‘u‰R‘u‡ ‡ † ó€ô ‰u’€“u‘u”u‰ ‰Û‘uˆu‰ †  uˆ R ‰ u—† ‰ ˆ u ‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰R—u‰ d† ‘uˆ ˆu‰ö” “€‘ ‘€‡ ˆu‰ –u‡ –u‡  Ž sculos de Barr. Acima desta idade usase lâmina de vidro na sua parte mais estreita. hom . Abaixo de um ano n h ecessidade. . Neste exame a integridade dos cleos deve ser mantida para que possa ser visualizada a cromatina sexual. . Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar se o indiví geneticamente do sexo masculino ou feminino atrav s da identificaç o e quantificaç s corp sculos de Barr presentes nos cleos das c lulas esfoliadas.Limpar as lâminas (a serem usadas) com lcool. PARDINI 365 . Primeiro uma e depois a outra lâmina. no seu setor de G tica Humana. Material: .A coleta com es tula de madeira ou lâmina de vidro ser fetuada da seg uinte maneira: Abre-se bem a boca do paciente e raspa-se a mucosa oral com o cuidado de coletar material em quantidade razo vel mas sem machucar o mesmo. †† † ‡ uˆ ˆ ‰ ––uu‡‡ †† – u ‡ —u‰Ûëu”Û‰à‘€‡ †  –u‡ † ˆu‰R—u‰ — ‡u ‰ † † d † ‘€‡ † ˆu‰î‘udîm † €” ‘ † 5 ˆˆuu‰‰÷ dduu–– ÷ † ˆu‰÷† du– –u‡ ‡ –u‡ Instituto de Patologia Clínica H.Colhido o material. O I. Logo: O n mero m ximo de cor sculo de Barr por c lula sempre um a menos mero de cromossomos X. Assim. o pode haver contato das lâminas com o ar por tempo superior ao necess rio para a confecç o do esfregaço. 5 ou mais cromossomos X ir o apresentar nŽ meros anormais de cor (1) C lulas de indivíduos com 3 cromossomos X → poder resentar 2 cor sculos de Barr por c lula. Esta etap de suma importância. oferecendo dados qualitativos que permitem orientar o clínico direcionando a sua conduta para prosseguir ou n usca do diagnóstico final. considera -se que os exames que apresentam 4% ou mais cor sculos de Barr s correspondentes à indivíduos que t enham constituiç cromossômica XX (geneticamente feminino). . imediatamente após cada coleta. .Es tulas de madeira (para pacientes com at 10 anos). Hermes Pardi ni oferece atualmente t cnicas mais acuradas. O ar resseca a amostra e conseqüentemente as c lulas colhidas.indivíduos do sexo feminino com cariótipo XO .C. lavadas e secas.corp sculo de Barr presente em 90% das c lulas. . Interpreta o: A interpretaç s resultados baseia -se na identificaç contagem dos cor sculos de Barr presentes cleo das c lulas esfoliadas da mucosa oral ou na aus cia destes cor sculos. (2) C lulas de indivíduos com 4 cromossomos X → poder resentar 3 cor sculos de Barr por c lula.indivíduos do sexo masculino com cariótipo XXY . Para interpretaç . bem distribuído.Para pacientes acima de um necess rio que estejam em jejum e sem escovar os dentes.Duas lâminas de vidro virgens. . Corp sculos de Barr correspondem à condensaç s cromossomos X.

Observaç : Em crianças que n o possuem controle do ato de urina r recomenda-se fazer o raspado direto da mucosa vaginal. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no n mero ou proporç scamaç o dos tipos celulares. alteraç s inflamatórias crônicas e agudas. que expressa a relaç percentual entre as c lulas profundas. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual. cauterizaç es).Revi —¦¥ o de Lâmina Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecido s. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. PARDINI . Portanto a O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato ge nital femini a óuô variaç rau de maturaç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç ócrina da mulher. mais especificamente da face dos grandes l ios. ó€ô uˆ ⠉— ™ ™” ™” ˆ ™” †† † ˆu‰ † ˆu‰ìd€‰ † ™ ” † Urocitograma Condi o: ¡ . Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost” ou “índice de maturaç celular”. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias. anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular. processos proliferativos benignos. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. por ser um m t cessita do exame ginecológico. alteraç s epiteliais ocasionadas por a gress epit lio (ex. 1 Urina da m Interpreta o: ¡ rmônio dependente.: radioterapia. intermedi rias e superficiais. O resultado final levar m consideraç specto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Utilizar lcool comercial à 96 o graus. fungos. ó€ô d€‘ ˆ ˆu‰ ˆ€‰«‘u‰«’ † † ˆu‰«—€” † ˆu‰ ™” † ‰u—u‰Rëu”Rˆ ‘uˆu‰R‘u”  † å ” ˆu‰Ó‰åd ‡ ˆ u‘ ‰ † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰à”€‘u— ˆu‰ u ˆ « ‰ u — ‰ ˆu‰«—u”«—u” ˆ  u”«m ‘u‰« 366 Instituto de Patologia Clínica H. volume total . acompanhar tratamentos hormonais. parasitas e vírus. A amostra coletada deve ser distendita rapidamente em lâmina de vidro e colocada imediatament lcool fixador.Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto ou refrigerada). estudar ciclos anov ulatórios ou ovulatórios. a secagem da amostra antes da fixaç o altera a morfologia celular prejudicando o exame. É especialmente indicado para o estudo de puberdade precoce em crianças.

L QUIDOS E PUN “ ÕES ASPIRATIVAS devem ser observados os seguintes itens: . urina) fixar em igual volume d lcool a 50% e encaminhar ao laboratório. . caso contr rio. .  ™” r  † Á— ”© Instituto de Patologia Clínica H. A 3a lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. Formul rio de "Requisiç Exame". .  ˆ€‰(—€‰  “ “ ‡ ˆu‰R—u” ˆu‰R—u‰R”u‘  ˆ€‰ † ™”  No caso de material para ESTUDO FUNCIONAL (estudo de ciclos ovulatórios ou anovulatórios) devem ser observados os seguintes itens: . Secreç s ricas em muco (escarro. . .. A ltima lâmina em torno do 26 o a 28o dia do ciclo. . . Baixa celularidade ou escassez celular. . O resultado seguir †‰ (d€–uê d(—€d(‡ ‘uˆu‰ —u” Ÿ ˆu‰ No caso de material PARA AN LISE CITOLÓGICA DE SECRE“ ÕES. usar lcool a 50% como fixador. . Esp tula de Ayre para coleta de fundo de saco vaginal e ectoc rvix. Amostras muito purulentas. Porta lâmin as para o envio do material após fixaç . A segunda coleta dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o. Escovinha para coleta endocervical. vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da coleta. . Líquidos pobres em proteínas ou muco (líquor. muito densas. PARDINI 367 . material do tubo gastrintestinal) ou em proteínas (líquidos serosos) podem ser guardados em geladeira por at ia antes de serem encaminhados ao laboratório. . Aus ncia de identificaç ciente na amostra e/ou formul rio de requisiç . Ressecamento da amostra antes da fixaç . Lâminas quebradas. . s a leitur ltima lâmina. basta solicit -lo por telefone (setor de conv nio) ou por ocasi vio do exame. 14o e 15o dias do ciclo). com artefatos ou muito hemorr icas que prejudiquem a interpretaç % ou mais das c lulas epiteliais presentes. “ ˆu‰R—u‰R–ud CAUSAS DE REJEI ƒ { ‘ O ˆu‰R—u” þ  † ˆu‰  ˆu‰ u’ INST xzyz{ ÕES Uso e envio de material destinado a estudo citológico Material para coleta citológica constitui de : (s) esfregaço(s) (segundo instruç s). Duas lâminas para a confecç . . Caixa para remessa. ’ Caso voc se interesse por nosso sistema e deseje esse material. . . As coletas devem ser realizadas na parede vaginal (1/3 superior). Colher a 1a lâmina no início da 1 a fase (at 8o dia do ciclo menstrual).

Les o Intraepitelial de Baixo Grau (LSIL). 4. Adenocarcinoma Endocervical. atipia condilomatosa ou coilocitótica NIC I NIC II NICIII NIC III Câncer invasivo SISTEMA DE BETHESDA Normal ASCUS SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de alto grau SIL de alto grau SIL de alto grau Câncer invasivo 368 Instituto de Patologia Clínica H. 3. que engloba displasia moderada / NIC II. ˆ † ˆ † v v©v õ ô ™” † As anormalidades glandular o divididas em: 1. Adenocarcinoma Extrauterino. 2.INTERPRETA{n‘ O DOS RESULTADOS CITOLÓGICOS No Sistema de Bethesda as les es cervicais escamo o divididas em 4 categorias: 1. Les o Intraepitelial de Alto Grau (HSIL). Carcinoma de C lulas Escamosas. 4. † ª v©v ô d(‘€ˆu‰R” ” • O DESCRI CLASSES Classe I Classe II Classe II Classe II Classe III Classe III Classe III Classe IV Classe V ” • O NIC GRADA– NORMAL Atipia reativa ou neopl} sica HPV Atipia com HPV Displasia leve Displasia moderada Displasia acentuada Carcinoma in situ Câncer invasivo Normal Atipia HPV Atipia. 6. displasia acentuada / Carcinoma in situ / NIC III. 3. Atipia em C lulas Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS ). PARDINI . 2. Adenocarcinom specificado. Atipia em C lulas Glandulares de Significado Indeterminado ( AGUS ). que engloba displasia leve / NIC I e alteraç s celulares associadas com o HPV. Adenocarcinoma Endometrial. C lulas endometriais citologicamente benignas em mulheres pós -menopausadas. 5.

Adriano Jos¢n£ e Souza Cristiane Nunes Martins Maria C¢ lia Caetano Maria Helena de Albernaz Siqueira Ros lia Morais Torres ¤ AGENDAMENTO PRÉVIO PO R TELEFONE Instituto de Patologia Clínica H. Dra. Dra. Dra. Dra. Dr. L Fernandes Raquel Fulg  cio Gazoli Renata Lana Arze Ronaldo Magalhžj¡ s Lins Ulisses Campanha Parente CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA RESPONS VEIS – ECOCARDIOGRAFIA r Dr. Dra. Dra. Dra. coloca à disposiç š o de seus clientes os mais modernos recursos tecnológicos n ›Œœ rea de imagem. Dr. atra —™˜ s do seu departament o de diagnóstico por imagem.O Laboratório HERMES PARDINI. Dr. Dra. Dra. IMAGINOLOGIA EQUIPE MÉDICA Dra. Dra. Alessandra Teixeira Lanna Fabiana Paiva Martins Fabrícia Saraiva Lanna Francisco Afonso S. Assis de Souza Gl  ucia Mara Dias Câmara Henrique de Carvalho Jož o Fabiano Rodrigues JŸ lio Gontijo Fernandes Luciana Costa Silva Luciana Coutinho Malta Luciene Mota Andrade Mônica Rodrigues Faria Patrícia Cristina S. Dra. de Melo Giuliana G. Dra. Dr. Dr. Dra. Dra. Dr. PARDINI 369 . Dra.

PARDINI . bem como fraç o de ejeç  ˆ ˆu‰R” m repouso e stress. As imagens obtidas s¦ o armazenadas na memória do equipamento. ELETROCARDIOGRAFIA Eletrocardiograma Detecç o de arritmias cardíacas. quantificando o grau de obstruç strutivas. ˆ  DUPLEX SCAN (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Duplex Scan Venoso (Membro superior e inferior) Avaliaç de refluxo.  ˆ€‰    Ecodoppler de Stress Farmacológico Avalia a contratilidade mioc rdica segmentar do VE e VD. ˆu‰R” de patologias ˆ€‰(—€”(‰€m ™ ™ Ecodoppler de Carótidas com mapeamento de Fluxo a cores Afastar ateromatose. Doppler e Mapeamento de fluxo a cores.  Ecodoppler pulsado e contínuo . § ¦ o de alta precis¦ o nas imagens cardíacas e vasculares. Projetados para obten  conferindo ao exame maior confiabilidade diagnóstica. podendo tamb¨ m ser gravada em disco ótico. bem como das dilataç es localizadas (aneurismas) deste segmento. aspectos anatômicos e funcionais das v lvulas e contratilidade segmentar mioc rdica. tais como os aneurismas. sobrecarga de câmaras cardíacas.Ecodoppler com mapeamento de fluxo a cores Avalia e quantifica tamanho do coraç . ‘uˆu‰R‰um ˆu‰»—ud ˆ s patologias obstrutivas do segmento arterial. possibilitando acesso r© pido e f© cil ao exame. sinais de isquemia mioc rdica. Avaliaç ˆu‰Û—udۖud “ t ncia venosa dos sistemas superficiais e profundo e do estado funcional. ECOCARDIOGRAFIA (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Ecocardiografia Bidimensional Avalia estruturas anatômicas – mioc rdio (espessura e contratilidade).CARDIOLOGIA Os equipamentos disponíveis re ¥ nem a tecnologia mais recente e sofisticada para aquisiç¦ o de imagens Bidimensionais. tortuosidades e trombos no segmento extra craniano. visan do detecç ˆ€‰ Duplex Scan Arterial (Membro superior e inferior) Duplex Scan da Aorta. v lvulas e peric rdio. 370 Instituto de Patologia Clínica H. Ilíaca e Abdominal Detecç o e quantificaç struç es arteriais da aorta abdominal e seus ramos.

vias biliares. Baço) Avaliaç morfológica de ór e retroperitônio). a ultra-sonografia 3D. pâncreas e baço). objetivando o diagnóstico de alteraç s inflamatórias e Glândulas Salivares Globo Ocular Avaliaç câmara anterior do olho. † ‘€ Próstata via Abdominal Avaliaç Avaliaç †  ™”  “ ™ Próstata via Transretal morfológica da bexiga. ligamentos. morfologia e textura dos testículos e epidídimo. observar m formaç s cong nitas. observar processos inflamatórios do enc falo e meninges. ˆu‰ ’uˆ uˆ ‰ uˆ ‰ ’uˆ uˆ ‰ ˆu‰ uˆ ‰ de ór os do abdômen superior (fígado. etc. ureteres e bexiga). que permite reconstruç ª es de superfície e multiplanares com alta resoluç¦ o. pesquisa de nódulos. reas de distens o e/ou rupturas. baço. ginecologia. ultra-sonografia panorâmica e harmônicas de tecido. Pâncreas. pesquisa de coleç s. ÓRG‘ OS E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS OU PEQUENAS PARTES (ACUSON SEQUOIA/TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/ TOSHIBA TOSBEE) Tireóide Avaliaç volume. incluindo a tecnologia tridimensional. varicocele. Os nossos equipamentos possuem os recursos mais recentes. textura. pâncreas. Estamos oferencendo. vias biliares. cistos e neoplasias. gordura retrobulbar. morfologia e textura tir eoidiana. Vesícula. Pesquisa de les s expans ivas. ’uˆu‰ s abdominais (fígado. Bolsa Escrotal Avaliaç ˆu‰Û—u‰ ˆu‰ ™ ˆu‰î—€d  ˆu‰ —udýdu‘ud ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰»—ud ˆu‰ de tend es. observar m formaç es vasculares. tomia e morfologia dos tend es. parede posterior do globo. próstata e vesículas seminais. da próstata (volume. punç ª es e biópsia dirigidas por ultra -som. bexiga de ór os do aparelho uri rio (rins. ‡ ˆu‰Á—ud  s características do ™ ™” ™” ˆ morfológica de estruturas cervicais (tireóide. etc). MEDICINA INTERNA Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL-HDI 5000 SONO CT/ATL-HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Abdominal Superior (Fígado. avaliaç fluxo sanguíneo tireoidiano. Retroperitonio e Bexiga) Aparelho Urin « rio (Rins e Bexiga) Craniana – Transfontanela Avaliaç morfológica do enc falo. vesícula biliar. derrames articulares. portanto. identificar hidrocefalia. morfológica de glândulas salivares parótidas e submandibulares. nervo óptico e musculatur a extrínseca da órbita. Avaliaç Abdominal Total (Abdômen Superior + Rins. PARDINI 371 ™” . Articulaç¬ es Avaliaç M­ sculos Ten ®¯¬ es Cervical Avaliaç Avaliaç Avaliaç anatomia e morfologia muscular. identificar hemorragias. m sculos. ve sícula biliar. isquemia e infarto intracraniano. linfonodos. do volume. obstetrícia. Avaliaç traum ticas. etc. do humor vítreo. rins. presença de nódulos) e vesículas seminais. Instituto de Patologia Clínica H.ULTRA SONOGRAFIA Est¦ o disponíveis para nossos clientes todos os exames relacionados à ultrasonografia incluindo medicina interna. Vias Biliares. forma. pequenas partes. glândulas salivares .

medida da espessura endometrial.Coleç³ es Obtenç material origi rio de ór citológicas. para determinar sua ocorr ci o momento da ocorr cia. menor dose possível de radia – Aparelhos que verificam automaticamente todos os parâmetros diagnósticos. MAMOGRAFIA (GE-DMR) Mantemos equipamentos que possibilitam a descoberta de sutis mudanças de densidade em todos os tipos de tecidos. PARDINI . estruturas ou cavidades profundas para exames bacteriológicos. espontânea ou induzida.Órg² os profundos . tero e anexos. permitindo otimizar o contraste com a § ¦ o. etc. “€‘ R ” ud €‘  “u‘ dÁ‰Á‘uˆ€‰Á” P yzz{ ÕES E BIÓPSIAS D IRIGIDAS POR ULTRA SONOGRAFIA Tireóide – Mama – Massas . produzindo imagens de excelente qualidade aliada à experiência de nossos profissionais. placenta. da próstata e coleta de material para exame histológico. P° lvico Endovaginal P° lvico Endovaginal para Controle de Ovulaç² o ˆu‰ uˆ ‰ ”Á‡ ˆu‰ ˆ e avaliaç ˆu‰R—u” malformaç es.ULTRA SONOGRAFIA GINECOLÓGICA Mama Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Obst° trica ˆu‰R—u”Rdu‘u‰ rmalidades clinicamente suspeitas ou como complemento da mamografia. 372 Instituto de Patologia Clínica H. hist ológicas e/ou outros. líquido amniótico. detalhada da morfologia Acompanhamento seriado da ovulaç . ™ tero e anexos. (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Próstata Avaliaç uˆ ‰à—€” ˆu‰ ‘u ’uˆu‰ s. Acompanhamento da gestaç Obst° trica Morfológica An lise cuidadosa da anatomia fetal para detecç P° lvico Feminino (supra-p ± bico) Avaliaç Avaliaç morfológica d  ˆ€‰(”Rd ˆ —€”(‡ – † ˆu‰ valiaç o do embri o ou feto. O US lvico transvaginal permit lise mais detalhada da morfologia ovariana.

inflamatórias. meninges. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. neopl sicas. punho. ombros. intervertebrais e canal medular. dis cos. coxofemorais. joelho e p s para diagnóstico e avaliaç e alteraç s c itas. inflamatórias. intervertebrais e canal medular. inflamatórias . este aparelho permite alta velocidade na aquisiç¦ o e formaç¦ o de imagens. d iscos. neopl sicas. e possibilitamos melhor aproveitamento do contraste. Tomografia Computadorizada do ABDOME Avaliaç morfológica de ór para diagnóstico e avaliaç ˆu‰ ˆu‰ Tomografia Computadorizada das ARTICULA´ ÕES Avaliaç morfológica de articulaç s esterno -clavicular. nervo óptico. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. degenerativas e/ou trauma. Tomografia Computadorizada de COLUNA LOMBAR Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. musculo extra -oculares. neopl sicas. neopl sicas e/ou degenerativas. etc. neopl sicas. estrutura óssea. alças intestinais) alteraç s co itas.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Com tecnologia subsecond e um potente tubo gerador.) para diagnóstico e ava liaç lteraç s cong nitas. Tomomielografia Avaliaç morfológica do canal medular e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. degenerativas e/ou trauma. sacro-ilíaca. ri ns. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. Instituto de Patologia Clínica H. neopl sicas. inflamatórias. intervert ebrais e canal medular. neopl sicas. Reduzindo o tempo. cotovelos. Aliada a profissionais altamente especializados oferecemos a melhor qualidade de imagem e a certeza de um diagnóstico preciso. neopl sicas. ˆ€‰(—€”(d ™ ‰€† ‘u’u“u‘  Tomografia Computadorizada das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (globo ocular. vias biliares. pâncreas. inflamatóri as. tornamos o exame mais confort© vel para o cliente.  ™ ” ‰u‘€’u“u‘  Tomografia Computadorizada de COLUNA CERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. neopl sicas e/ou degenerativas. degenerativas e/ou trauma. PARDINI 373 “ ˆu‰ ˆu‰  ˆu‰á—u” alteraç es ™ ˆ€‰(—€”(–€d ‰u‘€’u“u‘  . baço. inflamatórias. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “  Tomografia Computadorizada de SELA TÚRSICA Avaliaç morfológica da hipófise e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç es c itas. inflamatórias. Tomografia Computadorizada DINÂMICA (ANGIOTOMOGRAFIA) Avaliaç morfológica de vasos sanguíneos em diversas partes do corpo. Tomografia Computadorizada da COLUNA DORSAL (TORACICA) Avaliaç morfológica das v rtebras tor cicas. espaços subaracneideanos. avaliaç tologia c itas. inflamatórias. discos. ˆˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆˆu‰ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u† “u‘ ™ ’u† “u‘  ˆu‰Û—u”Ûd ™ lteraç es Tomografia Computadorizada de CRÂNIO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. ˆu‰ö’u—uˆu” ‰ ™ ” ‘u’u“u‘ ™” ˆu‰«— †     s abdominais (fígado. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. degenerativas e/ou trauma.

neopl sicas e/ou degenerativas. Coxas. inflamatórias. Tomografia Computadorizada de ATM Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. Laringe. ov rios. tero. vasos.  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆ ™ “u‘ Tomografia Computadorizada de MASTÓIDES / OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Tomografia Computadorizada de SEIOS DA FACE Avaliaç morfológica dos seios da fase para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. inflamatórias. Pernas e P s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. M sculos. neopl sicas. próstata. degenerativas e/ou trauma. Tomografia Computadorizada do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (Par uima pulmonar. Linfonodos. degenerativas e/ou trauma. Faringe. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. Vasos cervicais. degenerativas e/ou trauma. PARDINI . neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. neopl sicas. inflamatórias. Tomografia Computadorizada dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morfológica de segmentos apendiculares (Braços. coraç o. neopl sicas. ™ ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆu™ ‰ ” – † ˆu‰ ‡  ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ™ ” ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆ€‰ ™ ”   ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” ˆu‰í— lteraç s  e “u‘ “u‘ ‡    ˆu‰¿—u”¿d ™ ” ˆ “ † “ u ‘ “€‘uë 374 Instituto de Patologia Clínica H. inflamatórias. Antebraços. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç alteraç es cong itas. degenerativas e/ou trauma. Tomografia Computadorizada da PELVE / BACIA Avaliaç morfológica dos ór s lvicos (bexiga. inflamatórias. Esôfago) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong nitas. Tireóide. Tomografia Computadorizada de PESCO´ O Avaliaç morfológica de estrut uras cervicais (Glândulas Salivares. inflamatórias.

para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . inflamatórias.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉ TICA (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. bursas. intervertebrais e canal medular. discos. degenerativas e/ou trauma.  Ressonância Magn° tica do OMBRO Avaliaç morfológica da estrutura óssea. neopl sicas. ˆu‰R—u”Rd ’uˆu‰ ™ ”  “u‘ “u‘uë ˆ u ‰ R — u ” R d ˆu‰ ™ ” – † “ u ‘ ‡ ˆ€‰(—€”(d ™ ” ‰€‘u† ’u“ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘u‘ — ™ ” ˆu‰ Ressonância Magn° tica de CRºt» IO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. degenerativas e/ou trauma. alças intestinais e estruturas vasculares) para diagnóstico e avaliaç lteraç s co itas. Ressonância M agn ° tica da PELVE Avaliaç morfológica dos órg s lvicos (bexiga. PARDINI 375 . ligamentos. inflamatórias. tend s. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. tend s. te s. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. intervertebrais e canal medular. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. vias biliares. rins. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. inflamatórias.. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . com tecnologia phased array e gradientes de alta performance. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. inflamatórias. ov rios. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. Instituto de Patologia Clínica H. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. tornando -o mais agrad©¹¸ el para o paciente e mantendo sua qualidade. ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ u ‰ ⠗ u ” â d ™ ” ‘u’u“u‘    Ressonância Magn° tica do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (par ima pulmonar. l ios. § ¦ o de seus cliente equipamento O Laboratório HERMES PARDINI coloca à disposi  com o mais alto campo magn¨ tico (1. bursas. baço. Ressonância Magn° tica da COLUNA TOR¼ CICA Avaliaç o morfológica das v rtebras tor cicas. ligamentos.. inflamatórias. espaços subaracneideanos. €m Ressonância Magn° tica de COTOVELO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. ˆˆu‰ ˆˆ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u“u† ‘ ™ ’u“u† ‘ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ”        Ressonância Magn° tica de COLUNA LOMBO -SACRA Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. discos. cartilagem articular e etc. inflamatórias. cartilagem articular e etc. vasos. intervertebrais e canal medular. Ressonância Magn° ti ca do ABDOME Avaliaç morfológica de órg os abdominais (fígado. degenerativas e/ou trauma. Este equipamento permite a realizaç¦ o do exame em menor tempo..5 T) A qualidade de imagem em Ressonância Magn¨ tica est© diretamente ligada à potência e ao campo magn¨ tico do equipamento. neopl sicas. bursas. neopl sicas. coraç . inflamatórias.5 T) existente no mercado. neopl sicas. meninges. tero. pâncreas. discos. ligamentos. inflamatórias. Ressonância Magn° tica de COLUNA C ERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. cartilagem articular e etc. neopl sicas. próstata. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . inflamatórias. Ressonância Magn° tica de PUNHO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç s c nitas.

nervo óptico. tend s. ˆ€‰(—€”(–€d Ressonância Magn° tica das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (glo bo ocular. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. neopl sicas. esôfago) para diagnóstico e avaliaç alteraç s con itas. bursas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. estrutura óssea. neopl sicas. inflamatórias. inflamatórias. ligamentos. ™ ” ‘€’u“u‘  Ressonância Magn° tica de OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. inflamatórias. cartilagem articular e etc. pernas e p s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” Ressonância Magn° tica de Tornozelo Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. bursas. antebraços. musculo extra -oculares. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ Ressonância Magn° tica de articulaç³ es COXO -FEMORAL Avaliaç morfoló gica da estrutura óssea. l ios. inflamatórias. neopl sicas. l ios. te s. degenerativas e/ou trauma. bursas. laringe. Ressonância Magn° tica de PESCO½ O Avaliaç morfológica de estruturas c ervicais (glândulas salivares. neopl sicas. cartilagem articular e etc. linfonodos. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u”u‘ ‘u— ™ ” ‰u‘€’u“u‘ ˆu‰  um  um  um      Angiografia por RM (Por segmento) Avaliaç morfológica de vaso s sanguíneos em diversas partes do corpo. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. l ios. degenerativas e/ou trauma. Ressonância Magn° tica das ARTICUL t ¾ ½ ÕES T ¿ MPORO-MANDIBULAR Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. etc. ligamentos. bursas. inflamatórias. inflamatórias.. PARDINI . degenerativas e/ou trauma. cartilagem articular e etc. t s. l bios. inflamatórias. cartilagem articular e etc. inflamatórias.) para diagnóstico e avaliaç de alteraç s co itas.5 T) Ressonância Magn° tica de PLEXO-BRAQUIAL Avaliaç morfológica dos componentes do plexo braquial para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong nitas. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas e/ou degenerativas. Ressonância Magn° tica do JOELHO Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. vasos cervicais. neopl sicas e/ou degenerativas.. degenerativas e/ou trauma..RESSONµ·¶ CIA MAGNÉTIC A (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. inflamatórias. Ressonância Magn° tica do PÉ Avaliaç morfológica da es trutura óssea.. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. avaliaç tologia c itas. ligamentos. degenerativas e/ou trauma. ligamentos. “ ˆu‰ ‡  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ˆ ™ ˆ€‰ —u” ™ ” ’u“€‘  ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” † lteraç s Ressonância Magn° tica dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morf ológica de segmentos apendiculares (braços. neopl sicas. m sculos. neopl sicas. ™ ˆu‰ “u‘  ˆ 376 Instituto de Patologia Clínica H. coxas. faringe. tireóide. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. te s.

. . . .RAIO X Atrav¨ s de sistemas mistos de radiografia e fluoroscopia. MAMOGRAFIA . . . morfológica e funcional de ór ’uˆ€‰ s e estruturas. proporcionamos a possibilidade de exames precisos e de f¹ © À il realiza §–¦ o em todos os tipos de aplicaç Á es do Raio -X. $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 SCT¡U V0W¡V£XEY§W`Ia&U bdceW©U YEfQa&gHh¥i SCT¡U V0W¡V£X§XqpVfarW©Vf SCT¡U V0W¡V£XEsHW Yts3Supwv6W SCT¡U V0W¡V£X¡`5S7sBU h xCy¡€ 0‚¡£ƒ§„…€ 0‚ƒ§y†§‡7‚ . Instituto de Patologia Clínica H. .   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¢¥¨   ö© ¡¢Æöæý ÷¨ þ ùÄÿÆý  Éö¡ £¢§ä ¢ ú b ¨ ö©  ùÄÿÆý É   ö¡ £¢ ü ùtõ ý þ ùÄÿÆý Éö ùÄÿÆý . . ç’èæéËêìënëäí™î’ïÎðËñzíóò ô õ’öø÷zõbùóú˜û¯ö ü ùóõjý þ ELETROCARDIOGRAFIA . . ÂÄÃÆÅ ÇÉÈÆÇËÊÍÌΊϐÊnÐnʒÃÒÑ–ÊÓ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙÆØÚÖÜÛÞÝà߯áâ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙnÙäãÎ×åÝàßbØæ×ÒÝ . . . CONVENCIONAL (PHILIS-BUCKY DIAGNOST TS) Avaliaç anatômica e morfológica de órg s e estruturas. CONTRASTADO (PHILIS-DUO DIAGNOST) Avaliaç ˆu‰ uˆ ‰ ˆu‰ anatômica. . ùÄÿÆý Éö   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¥ ¢¨    £¢Íõö ÷zõ`ù¹ú˜û¯ö    £¢Íõö ¨ ¢§¢jù¯þ ü"!# ùóý  $&%' (0)(£1§231546%7)46(£8@98%7A¥1B' 468 ùìÿÚý Éö ùìÿÚý Éö DUPLEX SCAN . . . . REALIZ€‚{ƒ‘ O ECODOPPLERCARDIOGRAFIA . $&%' (0)(£1§1PD(8Q4R)©(8 x&y€ 0‚£ƒEˆ¥‚‰ ƒ§ƒPx6¥‘"’“tx”€ † x&y€ 0‚£ƒ§•5‚‰&‰6ƒB€ ‰C† –&—˜ ™0d™£e§f˜ ™0d©™e…g"dhR™¡˜ i –&—˜ ™0d™£e§j5dh&hrkQf©d –&—˜ ™0d™£e§j3e5h6—7dh6™£k@ik—7l¥eB˜ h6k ULTRA-SONOGRAFIA . . . utilizando equipamentos telecomandados. PARDINI 377 . . .

378 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

­ õuó€ô © 8ˆ õuó€† ô † “ ó€ô ó€ô   † ˆu‰R—u” ™ ” u‘ uˆ ‰ † Cintilografia para Divertículo de Meckel ­ Preparo: JO 6h. Interpreta o: Distribuiç homo radiof rmaco em todo o sistema retículo -endotelial espl nico. Indi o: Divertículo de Meckel. Cintilografia Cerebral Preparo: Administrar perclorato previamente ao exame. PARDINI 379 . hiperostosis frontalis. Hermes Pardini MEDICINA NUCLEAR ˜ uma especialidade m ˜ dica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo de maneira segura e indolor para diagnosticar e tratar doenças precocemente com possibilidade de melhor prognóstico. anormalidades de tamanho/posiç funç o.m MÉDICOS RESPONS VEIS: Dr. displasia fibrosa e morte cerebral. doenças parasit rias. Obser o: N o m todo de escolha para determinaç les s expansivas (CT ou RMN). met stases. doenças vasculares. JontR Ribamar Villela Dra. doenças císticas. Indi o: Doenças neopl sicas. doenças infiltra tivas. baços e acessórios. Administraç de inibidor de receptor H 2 conforme peso e faixa et ria (Cimetidina). ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰   † ˆu‰R—u” ‡ ˆu‰R” ˆ   “ Instituto de Patologia Clínica H. doenças neopl sicas/linfoma/leucemia. doença metast tica. dist rbios hematológicos. Ivana Moura Abuhid Dr. com diferença superior a 2 segundos entre os hemisf rios cerebrais. Interpreta o: Aus ncia de concentraç s anômalas do radionuclídeo em regi o abdominal. Indi o: Asplenia/ectópia. õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰  ™” ˆ Cintilografia Espl T nica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Fluxo sangüíneo cerebral sim trico.

Indi o: Neoplasias. Processos neopl sicos.Cintilografia com G e lio ­ Preparo: Laxantes intestinais para exoneraç intestinal quando a rea de interes se for o intestino (Agarol®. hemangiomas) produzir reas de hipoconcentraç s mapas cintigr ficos. Indi o: Hemorragias digestivas baixas ativas e n ativas. ­ † õuó€ˆ ô ˆ ¡ ”u–u d ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰€’u“u‘u” † “u‘uë d ¡ ”u–u 380 Instituto de Patologia Clínica H. cistos. obstruç veia cava inferior. Interpreta o: Distribuiç m a atrav s do par uim tico. Controle evolutivo de linfomas. Interpreta o: Visualizaç o da vasculatura abdominal e aus ncia de formaç o de “lagos” de hem cias marcadas que podem indicar a presença de sangramento intestinal ativo. cistos. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es anômalas do radiotraçado. A presença de les s ocupantes de espaço (tumores. õuó€ˆ ô † ˆu‰R—u” ó€ô  ‰ † † « ˆu‰ö–u” ™ ” ˆu‰«‘€‰ ”u–u ˆu‰å—ud  † Cintilografia Hep e tica com Hem e¦s ias marcadas Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos . ­ õuó€ˆ ô © 8õuó€ô ó€ô ˆ † ˆu‰ † “ ˆ  Cintilografia Hep e tica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. miocardites. traumas. Indi o: Processos inflamatórios. Indi o: Detecç o de hemangiom tico. Útil para detectar a presença de hemangiomas. Obser o: Pode-se fazer o acompanhamento at por 24 horas. síndrome de Budd-Chiari. estadiamento de linfomas e estudo de febre de etiologia obscura. melanomas. Dulcolax). Útil tamb m para avaliar a morfologia e topografia do baço e/ou presença de baços acessórios. doenças h ticas difusas. õuó€ô ˆu‰ “ ó€ô ™   Cintilografia Hemorragias Gastrointestinais. PARDINI . pesquisa Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos. focos infecciosos. doenças infecciosas. É utilizado para detectar abcessos. Interpreta o: O radiof rmac depurado da circulaç lo Sistema Retículo Endotelial (SRE) representado no fígado pelas c lulas de Kupfer.

cólon e bexi fisiológica e normal. osteonecrose. neuroblastoma. transtornos osteo -metabólicos. Interpreta o: Distribuiç iso -hom nea do radiof rmaco em todos as paredes mioc rdicas. Indi o: Pesquisa de isquemia mioc rdica. Interpreta o: Fluxo sangüíneo sim trico. Preferencialmente. rea cardíaca. carcinoma medular da tireóide. Hipoconcentraç es indicam processos isqu micos e/ou infarto mioc rdico antigo. fígado. síndrome carcinóide. Informar medicamentos em uso. tumores do sistema APUD. Indi o: Feocromocitoma. õuó€ô © 8õuó€ô ó€ô ˆu‰ ‰€’u““  ˆu‰ö—€”     ™ Cintilografia Óssea Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. ˆ ­ õuó€ô “ ó€ô uˆ R ‰ u— ‰ ™ ˆ †  ˆ d␠‘udݐ † ï š ¡ Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina ­ Preparo: Efetuar o bloqueio da tireóide com substâ ncias iodadas (lugol/xarope de iodeto de pot ssio). pesquisa Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. pesquisa de viabilidade mioc rdica. aus cia de concentraç s focais ou difusas em ossos do esqueleto. estratificaç risco pós infarto do mioc rdio. adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol. estudo de próteses articulares. Estado de hidrataç raz vel aconsel vel. at oras após o episódio agudo. tumores ósseos benignos. Indi o: Tumores ósseos prim rios malignos. ˆ ¡ ­ õuó€ô ó€ô  † ˆu‰Á—€” † ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ‰u †  ™” Instituto de Patologia Clínica H. doença metast tica. Indi o: Diagnóstico e localizaç infarto agudo do mioc rdio. Interpreta o: Aus ncia de hiperconcentraç o anômala do MIBG. Obser o: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico. õuó€ô  “ ó€ô ’ud † ˆ   Cintilografia Mio s¤e rdica Perfusional ­ Preparo: JO 6h.Cintilografia de Infarto Agudo do Mio s¦e rdio. tumores de partes moles. em episódios de IAM ocorre deposiç o de pirofosfato n rea peri -infarto. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es de pirofosfato em partes moles rea para-esternal esquerda. diagnóstico diferencial das miocardiopatias. traumas e fraturas. realizar entre 12 a 72 horas após acidente cardiovascular. A presença em glându las salivares. PARDINI 381 . infecç .

acompanhamento de patologias renais parenquimatosas. obt m-se a imagem conjunta de tireóides e paratireóides e. ocorrer wash-out tireoidiano persistindo apenas a imagem das paratireóides (dupla fase). doença de vias reas superiores recorrentes. ˆu‰ ˆ ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰ ˆu‰R—u” ˆu‰÷–ud Cintilografia Pulmonar Perfusional Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. ­ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Ý—  ˆu‰R—ud ˆ€‰ ˆu‰z—ud “u‘ 382 Instituto de Patologia Clínica H. Indi o: Reduç ress sfíncter inferior do esôfago. podendo indicar presença de Tromboembolismo Pulmonar. Interpreta o: Distribuiç m traçador em todo o campo pulmonar. com exceç flebografia radioisotópica de membros inferiores. concentraç e excreç o radiof rmaco por ambos os rins. diagnóstico de hipertens renovascular. avaliaç funç renal d iferencial. pr -operatório de lobectomias e pneumectomias. Indi o: Avaliaç perf us renal. diagnóstico/prognóstico das hidronefroses. rnia hiatal. Interpreta o: Distribuiç homo s aerossóis em ambos os campos pulmonares. Indi o: Tromboembolismo pulmonar. ˆ ­ õuó€ô ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰u’u“€‘u”ud¿—u‰ † ˆu‰ ˆu‰Rdu‘ ©8õuó€ô † ˆ ˆu‰ý—u” u— × ” Cintilografia Refluxo Gastro-Esofe gico.Cintilografia das Paratireóides ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. hipoconcentraç s Obser o: Deve ser associado à Cintilografia Pulmonar Ventilatória. PARDINI . Indi o: Utilizado na correlaç com a cintilografia pul monar de perfus ra o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. avaliaç s uropatias obstrutivas. durante esse lapso. õ u ó € ô ˆ u ‰ « — € d « – ˆu‰«—€‰«” ˆu‰Ó’u “ ó€ô õuó€ô  uˆ ‰Ý—ud ˆu‰ ó€ô ˆˆ€€‰‰(—€” u’  ¡ ˆ€‰ † d u† ’ Cintilografia Renal Dinâmica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. Melhor localizaç o pr -operatória da glândula paratireóide anormal. Indi o: Detecç o de paratireóides anormais nos casos de Hiperparatireoidismo (adenomas. Interpreta o: Primeiramente. hiperplasia e carcinoma). õuó€ˆ ô ˆ ó€ô õuó€ˆ ô † ˆ † † † ˆu‰R—u”  Cintilografia Pulmonar Inalatória ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. esvaziamento g strico retardado. Aus cia de processos obstrutivos. pesquisa ­ Preparo: Adulto: JO 12h. A presença reas de ¥o molas. Interpreta o: Adequadas captaç . defeito dos mecanismos de clearence esof ico. Avaliaç o/acompanhamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas. avaliaç sistemas coletores dilatados. aumento de secreç strica. Interpreta o: Aus ncia de episódios de Refluxo Gastro -Esof ico e Aspiraç Pulmonar. Criança: JO 6 a 8 horas.

C lculo da funç renal diferencial revela contribuiç o sim trica dos rins para a funç o renal. homogeneidade na distribuiç radiotraçador e presença de nód ulos. determinaç fraç ejeç o global dos ventrículos esquerdo e direito em condiç s basais de repouso e após esforço. Interpreta o: Determinaç da fraç jeç o global e regional. diagnóstico de hidronefroses. Indi o: Avaliar posiç o e tamanho renais. tors testicular. tumor.Cintilografia Renal Est e tica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. ­ ˆ õuó€ô  ˆ ˆuó€‰ ô ˆ€‰ö” †  ˆu‰ ©8õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰ —ud uˆ ‰ †  ˆ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰R—u”R” ˆ€‰ ˆ ˆu‰R—u”R” ˆu© ‰ A@ ˆu‰Á—u”Á–€” ˆ€‰(—€” õ€óuô ˆu‰ ˆu‰ ’u“u‘€dö—u‰ ˆu‰ ˆ ˆ ’u“u‘u”udÛ ” u‘ † † ˆu‰R—u” ˆ ˆu‰ ˆ Cintilografia Sincronizada de Câmaras Cardíacas Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. diagnóstico de doença arterial coronariana atrav s da correlaç s exam es esforço -repouso. Indi o: Epididimite. diagnóstico de pielonefrite aguda. cicatrizes. volume. movimentaç r egional de paredes mioc rdias. conformaç volume renais. PARDINI 383 . com distribuiç o homo iforme do radiof rmaco no córtex renal. nódulo tireoidiano pal vel. Interpreta o: Fornece informaç o sobre o status funcional. hidrocele. Indi o: Avaliaç funç ventricular global e regional. õuó€ô ™ ” ˆ ó€ô –u ‰€‘u ˆ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ˆu‰å—€‰ Instituto de Patologia Clínica H. N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. ± 5%. abcesso. aumento do tamanho glandular. avaliaç o de massa s em regi o cervical e mediastino. Interpreta o: Posiç . avaliaç o das miocardiopatias. de morfologia e volume sim tricos. história de irradiaç em cabeça e pescoço. † ­ õuó€ô  Cintilografia da Tireóide e Capt¢ £¤¥ o ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). avaliaç o das valvulopatias/especialmente insufici ncia aórtica. dificuldade para exame físico. ectopias renais e determinaç o da funç renal diferencial. quantificaç de Shunts intracardíacos esquerda-direita. Valores normais: Fraç jeç redes. avaliaç o da mobilidade das paredes mioc rdicas. localizaç . Normocinesia na movimentaç ­ ™” ˆu‰Ý—ud ˆu‰ì—€” ˆ ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ “† ˆu‰  ˆ€‰(—€”(–€d ˆ ˆ Cintilografia Testicular Preparo: Administraç rclorato de pot ssio para bloquear captaç o tiroidiana. rins direito e esquerdo eutópicos. nefropatia do refluxo. Obser o: Deve ser associado à cintilografia renal dinâmica com ou sem diur tico. Intepret o: Concentraç homo radiotraçador em ambos os testículos com intensidade igual e/ou menor que das coxas. Indi o: Disfunç s tiroidianas. espermatocele. presença de hipoconcent raç . corticais.

Extravazamento do LCE do espaço aracnóide indica a p resença de fístula anormal resultante em rinorr ia ou otorr ia. Indi o: Hidroc falo comunicante. anormalidades cong nitas. Obs. Útil para Clearence Pulmonar de DTPA ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. ó€ô ˆu‰«—u‰ † ˆu‰R—u” ˆ uˆ Û ‰ u— à d– resença de refluxos.Cintilografia das Vias Biliares ­ Preparo: Adulto: JO 4h. Interpreta o: Determinaç volume de repleç o. obstruç o do ducto naso -lacrimal. complicaç s pós -cir rgicas do trato biliar. Pulm squerdo: 62 ± 18 min. avaliaç pat cia de Shunts. volume residual e verificaç avaliar nefropatia de refluxo. õuó€ˆ ô ˆ ó€ˆ ô † ˆ ˆ€‰(—€” † †d 384 Instituto de Patologia Clínica H. õuó€ô “ ó€ô ™” ‡ † Cisternografia Cerebral Preparo: JO 6h. Global: 60 ± 7 min. cistos. Interpreta o: Fluxo normal atrav s das cisternas basilares e dos ventrículos at tingir o v rtex. Interpreta o: Migraç o por capilaridade do radiotraçador atrav s dos canículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem atrav s do ducto naso-lacrimal bilateralmente at s cavidades nasais. Indi o: Obstruç o dos canalículos. hidroc fal comunicante. PARDINI . Indi o: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. Criança (com suspeita de atresia de vias biliares): prescrever fenobarbital 5 dias pr vios ao exame. estudo das anormalidades na cintilografia coloidal. Interpreta o: Colescistite aguda/crônica.: Valores abaixo de 2 sd s considerados anormais. Indi o: Processos inflamatórios pulmonares intersticiais. colestase neonatal. Indi o: Doença hepato -biliar. pneumonites. ­ õuó€ô † ó€ô õuó€ˆ ô õuó€ˆ ô † † ‰ ‘uˆ€‰ ˆ u ‰ ì — € ” “u‘ †d † † † Cistografia radioisotópica direta ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. diagnóstico de fístulas liquóricas. atresia de vias biliares em neonatos. ô— uˆˆuó€‰R ‰R” † ˆ€‰(—€” uˆ ‰ † Dacriocintilografia ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Pulm ireito: 66 ± 21 min.

se possível determinar o TSH. Interpreta o: ¥o mala no mapa de corpo inteiro. hormônios tireoidiano. pylori e controle de tratamento. PARDINI 385 . Indi o: Estudo pr vio do paciente com infarto do mioc rdio para planejamento de cirurgia de revascularizaç mioc rdica. Estudo de Viabilidade Mio s¤e rdica Preparo: N o haver realizado exames pr vios c/ utilizaç radioisótopos. Doença de Plummer. Indi o: Doença de Graves. neoplasias tireoidianas.17 – 1. Aus cia de tecido iodo-fixante em regi cervical ou concentraç ­ ™” u“ ‘ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰Rdu‘  Instituto de Patologia Clínica H. Interpreta o: Vasos profundos perm veis. teste respiratório Preparo: JO 6h.18% (Atividade ur stica no trato gastrointestinal superior). õuó€ô ˆ€‰(—€” ˆ€‰(—€”  † Dose Terap T utica p/Tratamento da dor óssea c/Sam e rio -153 Preparo: ¡ Bom estado de hidrataç consel vel. Indi o: Diagnóstico de gastrites e lcer strica e duodenal causada pelo H.Dose Terap T utica com Iodo-131 ­ Preparo: Suspens todas as drogas antitireoidianas por 5 dias pr vios ao tratamento ou hormônios tiroidianos quando tratar-se de ablaç restos tiroidianos. Indi o: Diagnóstico de trombose venosa profunda dos membros inferiores. Suspender drogas inibidoras da bomba de prótons. Interpretaç o: Comparaç s cortes dos estudos adquiridos estabelecendo crit rios p/regi s do mioc rdio que sejam vi veis vi veis. Indi­ o: Paliaç õuó€ô ˆu‰ ˆu‰Rd  da dor óssea metast tica. ­ ˆ€‰(—€” “€‘ ˆ€‰(—€‰ Helicobacter pylori. ­ õuó€ô õuó€ô ó€ô ‡ dR’u ”u Rastreamento de Corpo Inteiro Preparo: Suspender medicaç s iodadas. aus cia de colateralizaç fluxo ou fenômenos obstrutivos. ­ † õuó€ˆ ô † ô  ˆu‰î—u‰‰ (‘€ˆu‰  õuó€ˆ ô ó€ô † ”u ˆu‰R—u”  † ™”  ˆu‰ Fluxo Sanguíneo das Extremidades Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Pesquisa de met tases de carcinomas da tireóide. Indi o: Pesquisa de tecido tireoidiano remanescente pós tireoidectomias totais. Interpreta o: 0.

cardíaca. Obser o: Cuidado com pacientes com cardiopatas. Obs. Informar ao paciente para comparecer ao laboratório no 10 o dia às 07:30 para a realizaç xame. a captaç se eleva após a supress . Interpreta o: Aus ncia de estruturas fixantes tanto na regi cervical quanto nos demais segmentos corporais. anorexia nervosa.: Captaç s glândulas salivares. Indi o: Detecç o de defeitos de síntese intra-tireodiana. õuó€ô ˆ ó€ô  ‰€‘u ˆ€‰(d€–uê s Tempo de Esvaziamento G e¦— trico Preparo: Adulto: JO 12h – Criança: JO 6 a 8h. avaliar efic cia ter tica das síndromes de estases strica. Interpreta o: O teste ser considerado positivo se houver queda de 10 a 15% sobre os valores basais (captaç 2 horas). doenças do col . 02 comprimidos ao dia de Cynomel 50 mg (1 pela m  s 08:00 horas e 1 à noite às 20:00 horas durante 10 dias). PARDINI . Indi o: Avaliar síndromes de estases g stricas em geral. ñ ‡­ õuó€ô ˆu‰ © dÁ‘€ˆu‰Á–u‰  umudu—€‰Á‰ † ˆu‰R—u‰R” du‘ ¡ ˆ 8õuó€ô ˆu‰Á–€‰u— óuô ‰ Á ‘ € ˆ u ‰ ¡  † ˆu‰Á—u‰ ˆ u ‰ m † ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ R — Teste do Perclorato ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). lceras ticas gastroduodenais.Rastreamento com Sestamibi ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Atenç : O 10 o di der ser s v spera de feriado. 2a Hora: 60-75% de esvaziament stric sperado. Só pode ser feito após 3 semanas do ltimo tireograma. Interpreta o: Verificaç recimento do restante glandular tiroidiano suprimido no tireograma convencional. Indi o: Estudo de supressibilidade de nódulos tireoidianos (autonomia nodular). gastroparesia di tica. tica. Associado à pesquisa de refluxo gastroesof gico fornec e dados indiretos lise desta patologia. ó€ô ˆu‰R—u‰Rdu–ud ˆ€‰í—u‰ 386 Instituto de Patologia Clínica H. Interpreta o: 1a Hora: 40-60% de esvaziament strico ocorra. num total de 20 comprimidos. alternativa para realizaç tireograma convencional em uso de substâncias iodadas. intestino e rins s chados normais no exame. isto . õuó€ˆ ô ˆu‰ “ ó€ô ˆu‰â‘ud  † ˆ€‰(—€” ˆ u ‰ ¡ ”u–u ˆu‰âd Supr ¢¦—¤—¦¥ o Tireoidiana com Cynomel Preparo do Paciente: Administrar por via oral. Indi o: Localizaç e pesquisa de met stases de neoplasias tiroidianas diferenciais. ­ õuó€ô dum † ‡ ‘udRdu‘uó€ ô õuó€ô – † – ’€  Tireograma com Sestamibi Indi­ o: ‰‰R R’’uu ‰ † ” u’u”u‘€‰   du–u“ Estudo de autonomia nodular. Ele indica o grau de autonomia do nódulo. Crit rio de Interpreta o: Nos pacientes com adenoma tóxic supress nódulo do tireograma e tam m iminui a captaç endo haver resposta paradoxal. dispepsia funcional.

.N ter ingerido tabletes de c lcio nas ltimas 24 horas. Densiometria Óssea t Preparo: .A Densitometria p@q til para avaliaç r o de densidade mineral óssea em mulheres na prp -menopausa. . Indicaç es: Pacientes na pr -menopausa.N ter se submetido à exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas). e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas e regimes diet ticos para emagrecimento. em regime de reposis£r o estrogênia. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas. anticonvulsivantes. etc. bot s. fornecendo o desvio relativo existente. Interpreta o: A lise computadorizada determina os valores de densidade mineral óssea e compara -os com banco de dados de adultos-jovens (20 a 45 anos).5 desvios v Osteoporose w > 2.M. . pós -menopausa. em regime de reposiç strog ica. menopausa. Crit rios para Interpreta o (O.). e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos.5 desvios v Osteopenia w > 2. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidi anos. corticoesteróides.): u at v normal svio w 1 a 2. PARDINI 387 .5 desvios com presença de fratura osteoporotica v Osteoporose avançada ˆuˆu‰‰ uˆ ‰ Avali ¢ £¤¥ o Mineral Óssea †  ‡ ™” ud u‘  ó€ô ñ †R  —u” ˆ€‰(” “€‘ † ó€ô Instituto de Patologia Clínica H.S. anticonvulsivantes.N ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias). pós -menopausa. menopausa.Comparecer com roupa sem metais (zíper. corticosteróides. broches.

388 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Instituto de Patologia Clínica H. albicans Dose: 0.  ”R‡ ˆ MONTENEGRO Coment rios: Test til no diagnóstico da leishma niose a reaç o positiv Antígeno: Leishmania brasilienses Dose: 0.CANDIDINA Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.  ”R‡ ˆ d † ”u‘ contrada em cerca de 60% dos casos. PARDINI 389 .1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com Necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.  ”R‡ ˆ ESTREPTOQUINASE/ ESTREPTODORNASE Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Positivo: Nódulo acima de 5 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades. Antígeno: S. viridans Dose: 0. Antígeno: C.

05 mL Tempo de Leitura: Após 15 minutos Resultado: Negativo: rea de at 0. E. indivíduo normalmente apresenta reaç sitiva. tendo va lor diagnóstico limitado. Por ser um antígeno comum com o qual se tem contato f cil.0 cm2 x Adultos: ≥ 1. PARDINI .TUBERCULINA PURIFICADA Coment rios: É um teste intr rmico utilizado para o diagnóstico de infecç s por Mycobacterium tuberculosis e avaliaç o da imunidade celular. mansoni Dose: 0. rubrum.  ˆ d€— † ™” ˆ SCHISTOTEST (ESQUISTOSSOMINA) Coment rios: Teste utilizado em i ritos epidemiológicos.   ˆ ˆu‰R–u‰ 390 Instituto de Patologia Clínica H.9 cm 2 Duvidoso: x Crianças: 0. T.2 cm2 Positivo: Cliente deve comparecer em uma das unidades. Antígeno: S.  ‘uë † †  TRICOFITINA Coment rios: Teste utilizado na avaliaç o da imunidade celular. Antígeno: M.0 cm 2 x Adultos: 1.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.1 cm2 x Crianças: ≥ 1. Antígeno: Tuberculina purificada Dose: 2 UT = 0. floccosum Dose: 0.0 a 1. canis.PPD .1 mL Tempo de Leitura: Após 72 horas Resultado: N o reator: Nódulo de 0 a 4 mm Reator Fraco: Nódulo de 5 A 9 mm Reator Forte: Nódulo ≥10 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades.9 a 1.

Hemófilos e Poliomielite) { Pentavalente Pneumococo (conjugada) { (23 Valente) . visando a aplicaç} o segura das vacinas. Tz tano. Coqueluche. Hemófilos. Pólio e Hepatite B) { { Influenza . Caxumba e Sarampo { Tríplice Tuberculose .O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disp | e de serviço de vacinaç} o com salas próprias em todas as nossas unidades. Tz tano e Coqueluche) { viral: Rubz ola. Vacina contra: y Dupla Adulto (Difteria e Tz tato) { Infantil (Difteria e T z tato) { Dupla Hemófilos influenza tipo B (conjugada) { A { Hepatite { Hepatite B AeB { Hepatite Hexavalente (Difteria.BCG { Varicela (Catapora) Instituto de Patologia Clínica H.Polivalente { Pneumococo { Poliomielite (oral) (inativada) { Poliomielite Rubz ola { Sarampo { z tano { T Tríplice Bacteriana Acelular (Difteria. Coqueluche. Tz tano.Gripe AeC { Meningite { Meningite C (Difteria. pessoal em constante treinamento e prontuã rio informatizado. PARDINI 391 .

Última dose deve ser dada at 20 dias antes do parto. Síndrome Guillain-Barr s vacinaç terior. Via de administr o: Intramuscular. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Reforço 6 a 12 meses após dose inicial. Doença febril. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Dois esquemas s ssíveis de serem realizados: Primeiro esquema: tr s doses durante a gravidez com intervalos de 30 a 60 dias entre as doses. Para crianças entre 2 meses e 7 anos incompletos e com contra indicaç es de receber o componente Pertussis da vacina tríplice. Vacinaç o de gr vidas n vacinadas previamente : deve-se considerar as doses anteriores de DTP. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer interv alo de outras vacinas. Vacinaç o de gravidas com esquema completo pr vio : Última dos menos de 5 anos: sem necessidade de vacinaç . Cont m ainda alumínio e timerosal. ˆ† ˆ   ‘€ˆu‰ ˆ€‰(–€‰ “ † ˆ ” ¡ ” ¡ † du–uê  ˆu‰ ˆ   ‰â‡ † ‰Á‡ ˆu‰ ˆu‰«d€‘ † ˆ€‰ † ˆ Vacina contra Difteria e T ’ tano Infantil – Dupla Infantil Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano. Doença febril. õuó€ô uˆ ‰ óuô ™ † † õuóuô d † óuô † du–uê †  ˆ ˆ 392 Instituto de Patologia Clínica H. 6” e 15” meses de vida. devem ser consideradas como n o vacinadas previamente. Segundo esquema: duas doses n ltimo trimestre de gravidez com intervalo de 30 dias entre elas. Esquema de aplica o: A partir de 7 anos de idade a pessoas receberam doses de DTP (tríplice bacteriana) ou dupla infantil ou que n o completaram o esquem sico.Vacina contra Difteria e T ’ tano Adulto – Dupla Adulto Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano a partir de 7 anos de idade. Indicado para pacientes que j receberam esquema inicial de tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil. Cont m ainda alumínio e timerosal. Efic cia de 90 a 95%. Composi o: Toxóides dift rico e tetânico inativados. Deve ser empregada como reforço de DTP e DT após 7 anos de idade. Pacientes com história incerta ou desconhecida devem receber esque ma prim rio. caso história desconhecida ou incerta. Última dos mais de 5 anos: 1 dose de reforço n ltimo trimestre. Esquema para reforço : 10 em 10 anos. Possui maior concentraç o de toxóide dift rico que a Dupla Adulto (dT). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Composi o: Toxóide dift rico e tetânico. Reforço aos 5 anos. Menor concentraç toxóide dift rico que a DT (dupla infantil). pessoas maiores de 7 anos. Via de administr o: Intramuscular. Indicado para quem recebeu tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil na infância. basta complet -lo. PARDINI . Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). 4” . õuó€ô uˆ ‰ óuô † † õuóuô † †  ˆu‰â—u” óuô ˆ “ ëu”Ûd‘uåˆumu‰  N o necess rio reiniciar o esquema para quem tomou apenas uma ou duas doses. nos dois esquemas. Síndrome GuillainBarr s vacinaç o anterior. Efic cia de 95%. Esquema inicial: 3 doses (Inicial + 1m s + 1 ano). Gravidez n contra -indicaç o. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Esquema de aplica o: O esquem o mesmo utilizado pela tríplice: 2” .

18 anos: dose de 50U/1ml (adulto). 2” Reforço após 10 anos. seas. mal-estar. Esquema de aplica o: Varia de acordo com início da idade de vacinaç o: A partir de 2 meses de idade (4 doses): 1à dose: 2 meses idade. inclusive neomicina. 1” Reforço após 6 meses. e sinais flogísticos locais. 2à dose: 4 meses de idade. PARDINI 393 . . Entre 1 e 5 anos: dos ica. Composi o: Vírus cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. Vaqta®: . õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô †  óuô ‡ ˆ u ‰ ˆ€‰ † u—u”u’ud ‘u  Instituto de Patologia Clínica H. Esquema de aplica o: Avaxim ® (0. N deve se r aplicada nas n s. Doenças febri s agudas. irritabilidade e sonol cia em 10% dos vacinados nas primeiras 24h. Reforço aos 15 meses. Reforço com 6 meses. Cont m alumínio e neomicina. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. õuó€ô  óuô ™” † õuóuô óuô † ˆ ”R‡u‘ ˆ “u‘  Vacina contra Hepatite A Indi­ o: Proteç cont ra o vírus da Hepatite A. Gr vidas.5ml): .5ml (infantil). Entre 6 e 12 meses de idade (3 doses): 2 doses com intervalos de 2 meses. Composi o: Polissacarídeo capsular do Hemófilos (PRP) conjugado a uma proteína carreadora (toxóide dift rico). Efic cia de 77 a 100%. Gr vidas. 3à dose: 6 meses de idade. Reforço 12 meses após 1à dose.a partir de 12 meses. vermelhid o e inchaço locais. vômitos. febre. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Via de administr o: Subcutânea o u intramuscular. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Reforço após 6 meses. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive o toxóide tetânico).Vacina conjugada contra Hemófilos influenza tipo B Indi­ o: Protege contra infecç s pela bact ria Hemófilos influenza tipo B (meningite. pneumonia e epiglotite). Efic cia de 88 a 97%. Doença febril aguda.1 a 17 anos: dose de 25U/0. Via de administr o: Intramuscular.

5 ml): a partir de 1 ano at 5 anos: 3 doses. Cont m ainda Timerosal (merthiolate) e alumínio. receptores de sangue e derivados. Assim n tem componentes vivos. Deve ser dada ao rec m -nascido idealmente nas primeiras 12 horas de vida. Intercambiabilidade entre marcas das vacinas para hepatite B possível. At s: 2. Cont m alumínio. Contra-indicaç es: Anafilaxia com fungos. Doenças f ebris agudas. Via de administr o: Intramuscular. Esquema de aplicaç : Twinrix pedi trico (dose 0. A segunda dos da 30 dias após primeira. heterossexuais com mais de um parceiro em seis meses. nem fragmentos de plasma humano. trabalhadores de s xpostos à sangue. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. seas. pacientes com diagnóstico recente de doença sexualmente transmissível. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . somados a HBsAg produzido por c lulas de leveduras. Observaç : no caso de menores de 2000g e m e HbsAg positivo indica-se a vacinaç o (5 mcg) + imunoglobulina. 11 a 19 anos: 5 mcg (dose infantil). homossexuais e bissexuais masculinos. neomicina. B e D.5ml (infantil) e 10 mcg/1ml (adulto). diarr ia e cefal ia. PARDINI . e a terceira dos dada 6 meses após a primeira. A terceira dos e ser aplicada antes dos 6 meses de vida. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. mal-estar.Vacina contra Hepatite B Indi­ o: Proteç contra os vírus da hepatite B e D. Efic cia de 95%. Twinrix adulto (dose de 1ml): a partir de 16 anos: 3 doses. 3à dose 6 me ses após 1à dose. neomicina). Sorologia pode ser indicada previamente à vacinaç m pacientes de alto risco (HbsAg). 2à dose 30 dias após 1à . Efeitos adversos: Dor. Recombivax®: apresentaç o: 5 mcg/0. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (alumínio. Composiç o: Vírus da Hepatite A cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. vermelhid . Composi o: Consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em c lulas de levedura (sacaromices) por recombinaç e tica. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. Podem ocorrer fadiga. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr -dialíticos. Para pacientes em di lise a dos quatro vezes maior. T m prioridade para vacinaç : us  rios de drogas ilícitas. Menores de 2000g. timerosal ou alumínio. 3à dose 6 meses após 1à dose. febre. formaç de nódulo e inchaço local. Esquema de aplica o: É constituído de 3 doses. fungos. todos os adolescentes. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . seas e sinais flogísticos locais. contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. vômitos.5 mcg (metade da dose infantil). Gestantes. õuó€ô ˆu‰ “ óuô €ˆ ‰ u dR du‡€—u”î”   † õuóuô † óu† ô ” † —u† d —u‰ † ˆu‰©” ”«‘€ˆu‰«–u‰u— ˆu‰ý— ˆ ˆ ˆ † A@ du‘u‰  ”† ˆu‰Á” ˆ † ˆu† ‰ ˆu‰ ô †  ˆu‰î’ ‘ † ‡ ˆ€‰ ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰ ”† ˆ€” ‘u Vacina contra Hepatite A e B Indi­ o: Vacina combinada que proteje contra Hepatite A. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Via de administr o: Intramuscular. Dosagem de anti-Hbs permite avaliaç o da imunidade e pode ser feita 30 a 60 dias após a terceira dose. mal estar. Gravidez. a partir 20 anos: 10 mcg (dose adulta). internos em presídios. 2à dose 30 dias após 1à . õuó€ô õuóuô †  † ˆ€‰ ‡ † ˆu‰ ‘u 394 Instituto de Patologia Clínica H. quan t fetiva quanto a imunoglobulina na prevenç a contaminaç da criança pela m infectada. Efic cia de 75 a 100%. todos pacientes portadores de hepatite C.

Via de administr o: Intramuscular. PARDINI 395 . gr vidas que estar o no segundo ou terceiro trimestre de gestaç o na temporada de influenza. pessoas de qualquer idade que tenham contato com idosos. HbsAg purificado produzido por levedura (antígeno da hepatite B). Polio inativada. Hemófilo s B. polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. Após transfus o (adiar 12 semanas).Gripe Indi­ o: Protege contra infecç pelo vírus da influenza. pessoas entre 6 meses e 50 anos de idade com doenças cardíacas. Poliomielite e Hepatite B. História de reaç l rgica após administraç terior de vacinas DTPa.5 ml) 3 a 8 anos de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias. Doenças febris agudas. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. É produzida anualmente com as cepas de vírus que circulam na populaç o durante o inverno do ano anterior. irritabilidade. Pólio e Hepatite B Indi­ o: Proteç contra Difteria. mal estar geral e dor muscular podem ocorrer. 6o m s de vida. disfunç o renal. Após primeiro ano deve ser utilizado somente uma dose por ano. inativados e fracionados que fornecem proteç r um ano. Hemófilos. Composi o: Vírus cultivados em c lulas de galinha. DT. 3 tipos de vírus da polio inativados.25ml) 6 meses a 35 meses de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias entre cada dose. toxóides tetânico e dift rico inativados. T tano. T tano. ou Hepatite B. Via de administr o: Intramuscular ou subcutânea. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 o. inclusive neomicina e ovo. Pod e ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Hemófilos. õuó€ô “ —€“óuô ˆ€‰ ˆ u ‰ ˆ du‡u—u”  † ˆu‰  ˆ ˆ ˆ ˆ õuóu† ô ˆ dÁ ˆ ˆu‰Û–u‰ ˆ€‰à—u” ˆu‰©—u” † Instituto de Patologia Clínica H. diabetes. Maiores de 9 anos de idade: apenas uma dose. Apresentaç o adulto (0. Coqueluche. sonol cia. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais por at 48h após a vacina. Esquema de aplicaç : Apresentaç o infantil (0. viajantes reas de alta inci ncia. Coqueluche. õuó€ô ˆu‰ óuô õuóuô †  óuô “ †  † † ˆu‰ ˆ€‰ýd † “u‘ ™” ˆ ˆ€‰ýdu‘ Vacina contra Influenza . Febre. Anafilaxia à neomicina. Efic cia de 83 a 99%. Choro persistente ou presença de encefalopatia sete dias após vacinaç com vacina contendo componente pertussis. pulmonares. Maior de 7 anos de idade. T m prioridade para vacinaç : adultos maiores de 50 anos. Para crianças que devem j ter tomado uma dose de hepatite ao nascer. Após primeiro ano. convuls s e sinais flogísticos locais. qualquer um que deseje diminuir o risco de influenza. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. 4o. Composi o: Composta de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). trabalhadores de s . somente uma dose por ano. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Cont m ainda alumínio e neomicina. hemoglobinopatias e imunossupress o (incluindo portadores de SIDA). Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. T ’ tano. Efic cia de 70 a 90%.Vacina Hexavalente contra Difteria. Cont m traços de neomicina e timerosal.

Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Efeitos Adversos: Podem ocorrer reaç es locais. febre. apresentando -se muito reativa após quarta dose. febre. Efic cia de 83 a 88%.Vacina contra Meningite A e C Indi­ o: Proteç contra meningococo A e C. Indicado especialmente para pacientes com asplenia. N  so rotineiro. Para menores de 2 anos vide Meningocócica C. Efic cia de 80 a 90%. diarr ia. N induzem reposta adequada em menores de 2 anos. Via de administr o: Intramuscular. defici ncias do complemento. gravidez. vômitos. passado de reaç o al rgica intensa à dose anteri or da vacina. Dose ica. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococo C conjugados à proteína CRM197 (toxóide dift rico). Pode-se repetir at ses de reforço. febre e astenia. epidemias e viagens par reas micas. N uma vacina usada na rotina sendo indicada especialmente para pacientes com asplenia. Ocorr cia de reaç fil tica seguindo -se à aplicaç dose anterior. epidemias e viagens par reas micas. em casos de surtos. Gravidez. inchaço local. dupla adulto ou dupla infantil. irritabilidade. defici cia do complemento. s surtos. anorexia. adolescentes e adultos contra infecç lo meningococo C. Esquema de apli o: Menores de 2 a 12 meses: 3 doses. N sendo duradoura. PARDINI . Contra-indicaç es: Menores de 2 meses de idade. à vacina DTP. õuó€ô uˆ ‰ d(óu ô ”u‘u—u“ õuóuô  “ ˆ u ‰ † ˆu‰ óuô ˆu†©‰ ¨ —€‰ ˆu‰ ˆu‰Á—u” ˆu‰ ˆ “ € ‘ ˆu‰Rdu‘ud  u‡ ‘ ˆu‰ö—€” Vacina contra Meningite C Indi­ o: Protege crianças acima de 2 meses. Contra-indicaç es: Doenças infecciosas agudas. Reforço a cada 3 anos se persistir indicaç . õuó€ô ˆu‰»—u” óuô † õuóuô ­ õuóuô dR ”u‘€—u“  ˆu‰Û–u” “ u ‘ ˆu‰ † “ ”R‡u‘ ˆ † ™ † 396 Instituto de Patologia Clínica H. vermelhid o. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococos A e C. intervalo de 1 m s entre as doses. Maiores de 12 meses: adolescentes e adultos: 1 dose (dos ica). Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. N s so rotineiro. Cont m alumínio. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

2à dose: 4 meses de idade. temperatura acima de 40 o C. Aplicada no 2” . 14. Coqueluche. sonol ncia e convuls s. Choro persistente (> 3h). Via de administr o: Intramuscular. Vacinaç o entre 12 e 23 meses: . polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. incluindo o toxóide dift rico. 18C. 19F. terceira dose após 12 meses de idade . Composi o: Consiste de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). 3à dose: 6 meses de idade. irritabilidade. 6B conjugados à proteína CRM 127(toxóide dift rico). 3 tipos de vírus da polio inativados. Duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas. PARDINI 397 . Via de administr o: Intramuscular. pneumonia e otite m ia causadas por 7 sorotipos do pneumococo.Duas doses com intervalo mínimo de 2 meses. pelo menos 2 meses após segunda dose. História de reaç l rgica após administraç o anterior de vacinas DTP. 6” meses de vida. Efic cia de 83 a 99%.1à dose: 2 meses de idade. 9V. calor e inchaço local. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. Contra-indicaç es: Anafilaxia ao l tex ou qualquer componente da vacina. N recomendado para maiores de 5 anos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. dor. Adultos. febre. Efic cia de 92 a 100%. 4” . Reforço aos 15 meses e 5 anos de vida. T ’ tano.Dos ica. Cont m alumínio. DT. Vacinaç o entre 24 meses e 9 anos: .3 doses. Polio inativada ou Hemófilos. Composi o: Sacarídeos dos sorotipos 4. diarr ia e vômitos. õuó€ô uˆ ‰R—u” óuô † õuóu†ô ˆ óuô ˆ ˆ ”R‡uˆ ‘   †— † †  Instituto de Patologia Clínica H. õuó€ô óuô  † õuóuô õ uó ô ˆ€‰ † ­u ‘uˆu‰ ˆ€‰  † † † ˆ uˆ © ‰ d† ˆ “ ™” Vacina conjugada contra Pneumococo Indi­ o: Proteç crianças de 6 semanas a 9 anos contra doença invasiva. Maior de 7 anos. Coqueluche. Hemófilos influenza tipo B e Poliomielite. T tano. Existem no mercado duas marcas: Infanrix penta e Poliacel que s intercambi veis. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Hemófilos e Poliomielite Indi­ o: Vacina combinada que protege contra Difteria. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. Esquema de aplica o: Vacinaç o de início aos 2 meses de idade: . Gr vidas. 23F. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. toxóides tetânico e dift rico inativados. T tano. Vacinaç o entre 7 e 11 meses: .Vacina Pentavalente contra Difteria. Cont m alumínio. choque e encefalopatia após vacinaç o com vacina contendo componente pertussis. 4à dose: 12 a 15 meses de idade. Esquema de apli o: A partir de 2 meses.

Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. etilistas. pacientes com leucemia ou linfomas. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina ou a qualquer intervalo das demais vacinas. Tend ncia a mais efeitos adversos locais na revacinaç . Caso seja indicado antes de esplenectomia deve ser aplicada 2 semanas antes da cirurgia. esplenectomizados ou com asplenia funcional. portadores de hemoglobinopatias. crianças que estejam em contato domiciliar com imunodeprimido. hep atopatias. Cepas tipo I. O intervalo mínimo entre as doses 0 dias. Maiores de 18 anos de idade. Contra-indicaç es: Anafilaxia à dose anterior ou ao timerosal. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. diarr ia ou vômitos. febre e mialgia. Para menores de 2 anos vide pneumocócica conjugada. Contra-indicaç es: Imunodeprimidos. M ximo de um reforço. Intervalo inferior a 5 anos de dose anterior (exceto transplantados de medula óssea). portadores de fístulas liquóricas. Gravidez. õuó€ô ˆu‰ “ óuô ™” ˆu‰«–€d ˆu‰R” †  ˆu‰  õuóuô  óuô † ˆu‰ ˆ u ‰ Û d u – u ê ˆu‰ ‰€’u“ “ ¡  ˆ Vacina oral contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contra poliomielite. Cont m ainda traços de neomicina. II. Febre. pessoas entre 2 e 65 anos que apresentem doenças crônicas (cardiopatas. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. portadores de síndrome nefró tica. pacientes HIV positivo com ou sem sintomas. Revacinaç s 5 anos ( se transplantados de medula óssea = 3 anos).Vacina Polivalente contra Pneumococo (23 Valente) Indi­ o: Proteç contra infecç s por 23 sorotipos de pneumococo (doença disseminada. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. DPOC. Doença febril. imunossupress . Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados. sinusite). T m especial indicaç ra : adultos com idade maior ou igual a 65 anos. Cont m ainda fenol e timerosal. Efeitos adversos: Paralisias pelo vírus vacinal 4 a 40 dias após vacinaç (1:3 milh s vacinados). pois doses seguintes s muito reat nicas. portadores de outras neoplasias malignas. 4” e 6” meses de idade. otite. pneumonia. Via de administr o: Via oral. diab ticos). inclusive neomicina. Efic cia de 70 a 93%. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Infecç o grave por pneumococo comprovada menos de 3 meses. III. Composi o: Polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococos. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . PARDINI . Efic cia de 83%. incluindo usu rios de corticóides. Anafilaxia aos componentes da vacina. Intervalo entre vacinaç início de quimioterapia deve ser de pel o menos 2 semanas. Reforços aos 15 meses de idade e 5 anos de idade. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô  óuô † †¨ ˆu‰ ™” † 398 Instituto de Patologia Clínica H. meningi te.

Reforço a cada 10 anos. Raramente encefalite. Cepa Wistar RA 27/3M. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô † ˆ † óuô ™ † †¨ @ ˆ d† ˆu‰ Vacina contra Rub ’ ola Indi­ o: Proteç contra r  ola. Ao contr rio da vacina oral. sangue total. Uso de corticóide por mais de duas se manas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Reforço de tríplice viral aos 10 anos. 4o e 6o meses de idade. deve receber a Polio oral nas campanhas para desenvolver a defesa de mucosa (IgA). doença febril aguda. Após vacinaç com SALK. Cepas I. Indica-se reforço em mulheres entre 12 e 49 anos rperas após parto e aborto. pode ser aplicada em imunodeprimidos e em contactantes de imunodeprimidos. õuó€ô €ˆ ‰ óuô um †  õuóuô † † óuô ”Û– † ”R”(–€‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Anafilaxi rara. Esquema de aplica o: A partir de dois meses de idade: 2 o. Efeitos adversos: Podem ocorrer reaç es al rgicas e sinais flogísticos no local da aplicaç o. inclusive neomicina. quadro rubeolifome brando 6 a 10 dias após vacinaç . Tamb m indicada para início de vacinaç o em maiores de 18 anos. Cont m traços de neomicina. Doenças febris agudas. Via de administr o: Via subcutânea ou intramuscular.Vacina inativada contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contr a poliomielite. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Cont m ainda traços de neomicina. Reforços aos 15 meses e 5 anos de idade. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados cultivados em c lulas humanas. II e III cultivadas em c lulas de rim de macaco e inativadas. Composi o: Vacina de vírus inativados. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Gravidez. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses juntamente com anti-sarampo e anti-caxumba (tríplice viral). Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. neurit rpura. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Imunodepress . Caso ocorra administraç o de imunoglobulina humana. Efic cia de 90%. Efeitos adversos: Artrite passageira (25% das mulheres adultas). O intervalo mínimo entre as doses dias. Evitar gravidez 30 dias após a vacinaç . PARDINI 399 . Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina.

Efic cia de 95%. Efic cia 95%. Composi o: Vacina de vírus vivo atenuado. ltima N o N o dose entre cinco e dez anos. Efeitos adversos: Podem ocorrer 5 a 12 dias após aplicaç : rinofaringite discreta. Esquema de aplica o: No caso de reforço de DTP e DT após 7 anos de idade preferir dT. devendo tamb m evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç .Vacina contra Sarampo Indi­ o: ¡ Proteç contra sarampo. Reforço entre 12 e 15 meses juntamente com primeira dose de r la e caxumba (tríplice viral). “” ¡ “ “” ¡ ñ ‡ ‡ ‡ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ Outros tipos de ferimentos Vacina Soro* Sim Sim N o Sim Sim ˆ N o N o N o ˆ ˆ ˆ “u‘ ‡ Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). PARDINI . febre. neomicina e gelatina. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. At s exposiç cientes com sarampo. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Cont m ainda traços de neomicina e gelatina. ltima Sim N o dos mais de dez anos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Contra-indicaç es: Anafilaxia à ovo. Deve-se sempre preferir a vacina Dupla tipo adulto quando disponível. Após transplante de medula esperar 2 anos. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô óuô † ˆ   †  Em caso de ferimentos: História vacinal Ferimento limpo ou superficial Contra t tano Vacina Soro* Incerta ou menor de 3 doses. ltima N o N o dos menos de 5 anos. Doença febril aguda. Tr s doses ou mais. * Disponível nos centros de refer cia da rede p blica. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. No caso de gr vidas consultar o esquema exposto na dT adulto. Cepa Schwarz cultivada em ovos de galinha. õuó€ô uˆ ‰ óuô  †Ûþ ÿ du–uê ˆu‰Ûdà–€d õuóuô † óuô ˆu‰  um † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ † uˆ ý ‰— Vacina contra T ’ tano Indi­ o: Proteç contra o T tano. Via de administr o: Intramuscular. Cont m alumínio e timerosal. Sinais flogísticos locais podem ocorrer. Gestaç . A vacinaç o de gr vidas previne o t tano neonatal. Doenças febris agudas. 400 Instituto de Patologia Clínica H. Esquema de aplica o: A partir de nove meses de idade. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. a vacina pode prevenir a doença. exantema e artrite. Pode ser usada na gravidez. calafrios e irritabilidade. sangue total. Sim N o Tr s doses ou mais. Composi o: Toxóide tetânico inativado. Imunodepress . Tr s doses ou mais.

Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivo (exceto: poliomielite oral). Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. parotidite e rinofaringite. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre. choque).Vacina Acelular contra Difteria. doenças do sistema nervoso central em evoluç o (incluindo convuls s sem co ntrole). A vacina acelular apresenta menor índice de eventos adversos. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). Raramente ocorrem encefalite. rub la ou caxumba pr via s contra-indicaç es. sonol cia e convuls s. dor. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Contra-indicaç es: Pessoas acima de 7 anos. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses de idade. Efic cia 90%. Composi o: Composta de cepas de vírus atenuados da r  la. Contra-indicaç es: Anafilaxia a ovo. reaç es anafil ticas à doses anteriores. Caso receba imunoglobulinas ou sangue 30 dias após a vacinaç recomenda-se revacinar após 3 meses. t tano e coqueluche para menores de 7 anos de idade. Caxumba e Sarampo Indi­ o: Proteç contra r  la. Reforço aos 5 anos de idade. neomicina e gelatina. Doenças febris agudas. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. T ’ tano e Coqueluche – Tríplice Bacteriana Acelular Indi­ o: Proteç contra difteria. calor e inchaço locais. sarampo e caxumba. doenças febris agudas. Caso ocorra administraç de imunoglobulina humana. sonol ncia. episódio hipotônico -hiporesponsivo. õuó€ô uˆ ‰ óuô † óuô ˆ ˆu‰Rdu‘ † óuô †  ™™ ”  “u‘ ™” ˆ “ ™” † du– Vacina Tríplice viral: contra Rub ’ ola. Imunodepress . Cont m ainda alumínio. orquite (inflamaç o dos testícul os) e rpura. Evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç o. PARDINI 401 . vermelhid o. 4” . paralisia após aplicaç o de dose anterior. Efeitos adversos: Podem ocorrer entre 5 e 12 dias após a vacinaç : febre at 39C. irritabi lidade. Síndrome Guillain -Barr ós vacinaç terior. Composi o: Utilizamos a vacina acelular: componentes celulares purificados da Bordetella pertussis + toxóide dift rico + toxóide tetânico inativados. Encefalopatia nos 7 primeiros dias após dose anterior (choro por mais de 3 horas. 6” e 15” meses de vida. convuls s. Efic cia de 90 a 95%. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. pancreatite. õuóuô † óuô ˆu‰ um † ‰ um † ‰  –u‡ ˆu‰ † ˆ ˆ †‰ ‘uˆu‰ ˆu‰ ™ ˆu‰ † ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . sangue total. Via de administra o: Intramuscular. Gravidez. História sarampo. sarampo e caxumba (Wistar RA 27/3M + Schwarz + õuó€ô uˆ ‰ óuô RIT 4385). aumento de gânglios. Cont m traços de neomicina e gelatina.

Esquema de aplic o: Aplicada a partir de 12 meses. Efic cia de at 0%. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. deve ser revacinada. sangue total. õuó€ô óuô ™ †«þ ÿ ˆu‰ õuóuô õuóuô † †  †‰ †  ˆ ˆu‰ ˆ 402 Instituto de Patologia Clínica H. na inserç m sculo deltóide. At h após contato com doente. Efeitos adversos: Ocorrem 0. Doença febril aguda. Intervalar 15 dias das vacinas de vírus vivo.Vacina contra Tuberculose . com intervalo mínimo de 6 meses (considerar a presença de cicatriz vacinal como primeira dose). Imunodepress o celular com linfócitos abaixo de 1. A partir de 13 anos s o aplicadas duas doses com intervalos de 6 a 10 semanas. õuó€ô uˆ ‰ óuô óuô óuô du— † ¡ ˆt‰ ¡  ˆ u ‰ d€‡ õuóuô  †ð ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ ‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰Û‘u‰ ™” ‡ ˆu‰Ù— ˆ ˆu‰ ëu”∠‘uˆu‰ Vacina contra Varicela (Catapora) Indi­ o: Protege contra varicela. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina.04% dos vacinados. Esquema de aplica o: A partir do nascimento. At s 12 anos indicado uma dose. Se a primeira dose for aplicada após 5 anos n necessidade de reforço. Via de administr o: Exclusivamente por via intr rmica no braço direito. abscessos frios subcutâneos. febre baixa. Comunicantes de hanseníase devem receber duas doses de BCG. reaç o lupó ide. Paciente HIV positivo com sintomas. abscessos quentes subcutâneos. o mais breve possível. Contra-indicaç es: Peso menor que 2000g.BCG Indi­ o: Proteç contra formas graves da tuber culose. PARDINI . Cont m ainda traços de neomicina. dor local e fadiga. C erca de 18% dos vacinados n desenvolvem cicatriz. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Criança que recebeu BCG mais de 6 meses e n tem cicatriz vacinal. Composi o: Bacilos atenuados do Mycobacterium bovis. Efeitos adversos: Erupç es de pele (menos de 4%) nas primeiras semanas. Cepa OKA 27/3M. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia prednisona). S o complicaç s: lceras maiores que 10 mm cicatrizam. a vacina pode evitar a doença. Composi o: Vírus vivos atenuado (cultura de c lulas humanas). Evitar gravidez por 3 meses após a vacinaç . Entre 6 a 12 semanas: cicatriz de 4 a 7 mm. Gravidez. Profissionais de s de que tenham contato com pacientes com AIDS e tuberculose devem receber BCG se apresentarem PPD < 10 mm. dor de cabeça. Presença de les local de aplicaç o. Via de administr o: Subcutânea. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Doença s febris agudas. linfonodos. Entre 3 a 4 semanas: pequena bolha com pus seguindo-se de uma crosta. Evolu o da cicatriz vacinal: Após 2 semanas: pequena elevaç o avermelhada e dolorosa de 5 a 15 mm. Reforço entre 6 e 10 anos de idade. Imunodepress . quelóide.200/mm3. Gravidez. Evitar cido acetil salicílico durante seis semanas após vacinaç . Entre 4 a 5 semanas: lcera de 4 a 10 mm de diâmetro. Efic cia de 95%. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

 um † ‰ ô N@ O VIVA (INATIVADAS) DTP. Pólio injet vel. B ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. Hemófilos. Sarampo. Caxumba.Intervalo mínimo entre doses de uma mesma vacina VACINA INTERVALO M NIMO ENTRE DOSES DTP 4 semanas Poliomielite 4 semanas Hepatite B* Entre 1-2à dose: 4 semanas Entre 2-3à dose: 8 semanas Entre 1-3à dose: 24 semanas Varicela 4 semanas * Consultar esquema de vacinaç r pida. 2000. PARDINI 403 . Influenza (gripe). IDADE VACINAS Ao nascer BCG + Hepatite B 1m s Hepatite B 2 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 6 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos + Hepatite B 9 meses Sarampo + Febre Amarela 12 a 15 meses Tríplice Viral + Varicela(catapora)+ Hepatite A 15 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 a 6 anos DTP + Poliomielite 4 a 10 anos Tríplice Viral 6 a 10 anos BCG 14 a 16 anos Dupla tipo adulto  “ 3 .Vacinas vivas atenuadas e n o-vivas VIVA ATENUADA BCG. R la.TABELAS 1 . Meningocócicas.Intervalo mínimo entre vacinas diferentes VACINAS INTERVALO M NIMO ENTRE VACINAS Entre 2 inativadas NENHUM Entre 1 inativada e 1 viva atenuada NENHUM Entre 2 vivas atenuadas 15 dias (exceto polio oral) B 4 . Hepatite B. Varicela. Polio VACINAS oral. Febre amarela.  2 – Calend rio da Sociedade Brasileira de Pediatria. Hepatite A. Pneumocócicas.

Œ ˆ‰ ‡ ‡ Todos adolescentes e adultos. Pessoas que manipulam alimentos. us rios de drogas ilícitas. ao timerosal (merthiolate). outras neoplasias malignas e imunossupress (incluindo uso de corticóide). viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. homossexuais e bissexuais masculinos. portadores de leucemia. neomicina. Rub ola) Dupla Adulto (Difteria.1 e 6 meses. DPOC. hemoglobinopatias. Reforço a cada 10 anos. Reaç fil tica pr via à vacina e à neomicina. Pode ser usada durante a epidemia. Todos pacientes portadores do vírus da hepatite C. Ž o de adultos. Reaç fil tica pr via à vacina. Caxumba. incluindo hepatite C. considerando a DTP) recomendado reforço a cada 10 anos. Adultos maiores de 50 anos. ao timerosal. Adultos de alto risco: trabalhadores de sa . ˆ ‰ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ‚ƒ"„ ‚ƒ"…„ ‘ ‡ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina. pulmonares. Possibilidade de vacina combinada A+B em 3 doses. homossexuais e bissexuais masculinos. T tano ) Pneumocócica polissacarídea Influenza ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ Œ ‘ Œ Œ“ ‡ Œ“ ‡ ‹Ž” ‘ ‡ ‘ Œ ‘ ‹ ‡ ‡  Œ ˆ ‹ ˆ ‘ ’ ‰“ ‡  ŒŠ Ž ‹Ž” ŒŠ • ‡ ‡ ŒŠ ‡ ˆ ˆ ‡ ˆ ˆ Œ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Subcutânea ou intramuscular. profissionais rea de sa . sem comprovaç o sorológica de imunidade. Gravidez ( soluta). Duas doses. Segurança na gravidez n o est finida. Trabalhadores de s de. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr dialíticos. Doença aguda febril com repercuss clínica. Doença aguda febril com repercuss . heterosexuais com mais de um parceiro em seis meses. ˆ‰ ‡ õuóuô Œ ‡ Pacientes com doenças hep ticas crônicas. Doença aguda febril com repercuss clínica. receptores de derivados de sangue. Doença aguda febril com repercuss . hemoglobinopatias. paciente com diagnóstico recente de DST. anti-Hbs para níveis de proteç o. Reforço com 5 anos pode ser necess rio no manejo de feridas. Intervalo mínimo de 6 meses. ‘ ‘ Reaç fil tica pr via à vacina ou à neomicina. Asplenia. Doença aguda febril com repercuss clínica.Sum rio de recomendaç es para imuniz ‡ ‡ ‡ Intramuscular. ‹Ž” ˆ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina ou a ovo. linfoma. deve-se considerar a vacinaç o de profissionais de sa . imunossupress . timerosal ou ovo de galinha. ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š CONTRA-INDI ÕES E PRE ÕES ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ Reaç fil tica pr via à vacina. Marcas podem ser intercambi veis. 3 doses: 0. Todos adolescentes. diabetes. Pessoas entre 6 meses e 50 anos com doenças cardíacas. hepatopatas. Duas doses. Evitar por 30 dias. Mulheres em idade f rtil que o receberam vacina de r la ou tenham evid ncia sorológica de imunidade. repetir esquema. Adultos com idade maior ou igual à 65 anos. Passado de Guillain-Barr . portadores de fístulas liquóricas.200/mm3. us rios de drogas. Imunossupress o com linfócitos abaixo de 1. Viajantes reas de alta inci ncia. Após s rie prim ria completa (3 doses. Possibilidade de vacina combinada A+B em esquema de 3 doses. Pode ser aplicada junto com outra vacina em local diferente. viajantes internacionais. Intramuscular. Em caso de falha. Em caso de atras indicado recomeçar o esquema. internos em presídios. Gravidez. a fungos. 1 dose. gelatina ou neomicina Doenç a aguda febril com repercuss . ‡ † ‡ ‡ Caso n ja comprovaç laboratorial ou história clínica. . Subcutânea. HIV + com ou sem sintomas. contactantes de imunodeprimidos. trabalhadores de internatos. ˆ ‘ ‘ ‘ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š Š ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‘ ˆ‰ ‡ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ˆ‰ ŒŽ” Reaç fil tica ou neurológica Guillain-Barre) pr via à vacina. militares. ‡ ‡ ‡ CALE ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. pessoas que trabalham em creche e instituiç es de deficientes mentais. Reforço com 5 anos. trabalhadores de sa de expostos à sangue. etilistas. Intramuscular. Aplicada anualmente. Viajantes par reas de alta endemicidade Sorologia antes da vacinaç o deve ser individualizada. Deve ser aplicada no outono. PARDINI ~"€ IO E VIA Intramuscular. Doença aguda febril. Adultos de alto risco e seus contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. Portadores de dist rbio da coagulaç o. militares. estudantes entrando em escolas. Gravidez ( soluta). Intervalar 30 dias da tríplice viral. Marcas s o intercambi veis. Pessoas entre 2 e 65 anos que apresentam doenças crônicas: cardiopatas. diab ticos. Mulheres gr vidas que v estar no 2 e 3 semestre na temporada de influenza Qualquer um que queira diminuir o risco de influenza. hepatite B. ‡ ‡ Intramuscular ou subcutâneo. Evitar por 30 dias. Pessoas com qualquer idade que tenham contato com idosos. síndrome nefrótica. Doença aguda febril com repercuss clínica. Sorologia pode evidenciar os o imunes. profissionais que trabalham em esgotos. Sorologia pode ser indicada previamente à vacina ç o em pacientes de alto risco: HbsAg para triagem. ˆ‰ ˜Š Œ ‘ ˆ ‰ ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ˆ ‡ ˆ‰ ˆ 5 . Gravidez. Iniciar esquema de 3 doses em quem o souber passado vacinal.404 – — Tríplice viral Hepatite A Hepatite B  VACINA Varicela (Sarampo. disfunç renal. Imunossupress o. ‡ ‘ ˆ‰ PARA QUEM É RECOMEND ADO ˆ ‡  ‘ ˆ‰ ‹Š Pacientes n vacinados.

™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 405 .

PARDINI .™ š s: Anotaç3 406 Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI 407 .™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI .™ š s: Anotaç3 408 Instituto de Patologia Clínica H.

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