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MANUAL DE EXAMES Laboratório Hermes Pardini - 2002

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Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes com o menor acréscimo de custo possível. EQUIPES ESPECIALIZADAS Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência, formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os diferentes testes.

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GLOBALIZAÇÃO Quem o se atualiza com as últimas inovações das revistas médicas e de laboratório fica rapidamente obsoleto. Nossa equipe est sempre atenta às inovações, adotando as quando ficam evidentes suas vantagens.

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Prof. Hermes Pardini

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O LABORATÓRIO HERMES PARDINI coloca a disposição de seus conveniados os seguintes serviços ON LINE:
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Informamos que este livro contém novas informações e modificações de exames que não constam em edições anteriores. Favor NÃO UTILIZAR EDIÇÕES ANTERIORES para avaliação e envio dos exames.

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3 9 31 33 35 37 39 41 55 97 109 147 157 177 189 253 259 275 279 301 315 331 353 354 355 361 369 379 389 391 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Apresentaç Índice por exames ISO Informaç s Gerais Nossos Serviços

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Unidades de Atendimento Patologia Clínica Vari veis pr -analíticas Biologia Molecular Bioquímica Drogas Tera ticas Endocrinologia Gen tica – DNA Hematologia

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D8EGF

HPLC Imunologia Líquido Seminal Microbiologia Ortomolecular Parasitologia e Uran lise Triagem neonatal - Teste do Pezinho Toxicologia Protocolo de Provas Funcionais Urina, Instruç es de coleta Urina 24 horas, conservantes Anatomia Patológica Citologia Diagnóstico por Imagem – DDI Medicina Nuclear “In Vivo” Reaç s Intr rmicas

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Vacinas

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5 Hexanodiona Urin ria 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico 5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina 5 Nucleotidase ACA vide Centrômero. anticorpo anti-receptor Acetona. MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE REFERÊNCIA NO EXTERIOR.25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 11 Desoxicortisol 17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 Beta Estradiol vide Estradiol 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 OH Pregnenolona 17 OH Progesterona 17 OH Progesterona neonatal 17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 2. teste Ácido 5 Hidroxi Indolac tico Ácido Ascórbico vide Vitamina C Ácido Cítrico (esperma) Ácido Cítrico. 59 283 9 rus rts r r v r w x€y v w ƒ€y(„€v s€ƒuw v ‚ u‚ Instituto de Patologia Clínica H. dosagem Ácido Úrico. pesquisa 188 118 130 119 55 56 56 129 130 567 55 56 129 130 303 56 315 112 112 177 186 56 197 74 68 109 315. pesquisa (urina) vide Cristais. dosagem Acidez Fecal vide pH Fecal Acidificaç urin ria. 110 178 279 178 57 179 179 58 58. anticorpos anti ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina Acetil Colinesterase vide Colinesterase Acetilcolina. QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO “MANUAL DE EXAMES”.PR (Q0SUT4VW X` fYbac UWe `dhgpi W¨q VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS. 316 293 351 177 187 253 57 316 317 177 109. dosagem (urina) Ácido Delta Amino Levulínico Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase Ácido Fenilglioxílico Ácido Fólico Ácido Hi rico Ácido Homogentísico Ácido Homovanílico Áci tico Ácido Ma lico Ácido Metil Hip rico Ácido Ox lico Ácido Úrico. CONSULTE-NOS ! Página 1. PARDINI .

101. 305. 306 Ami cidos. Vigabatrina pág. 98. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 90. contagem 59 Adenosina Deaminase 113 Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 189 Adenovírus . Ami cido Quantitativo 316 ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 91 Albumina. Cromatografia Qualitativa 304.tTG vide tTG ‡ † † ˆu‰ …  … ‘u‰€ ‰€‘u‡ … ‡ … ˆ  ‡   ‘u‘u‰u‰u ’€“ ‡ ˆu‰ 10 Instituto de Patologia Clínica H. 3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 114 Androstenediona 246 Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 158 Anticoagulante L pico Anti-Convulsivantes equivale cido Valpróico pág. Difenilhidantoína pág. 318 Alumínio 230 AMA vide Mitocôndria. 97. 102. Fenobarbital pág. Carbamazepina pág. estudo gen tico 282 Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores 59 ADA vide Adenosina Deaminase 279 Addis. 183 Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 190 AEO vide Antiestreptolisina O 213 AGA vide Gliadina. Cromatografia Quantitativa 61 Amônia 113 AMP Cíclico 147 An lise de Alimentos Trans nicos 275 An lise Mineral vide Mineralograma 253 An lise Seminal Computadorizada 232 ANCA vide Neutrófilos. Primidona pág. Gabapentina pág. 113 Alfa Fetoproteína 93 ALT vide Transaminase Pir vica 317. Testes confirmatórios 189 Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue) 279 Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 154 Alfa 1 Antitripsina. 105.pesquisa direta 182. 105. Lamotrigina pág. 102. 91 Albumina. anticorpos anti 283 Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 190 Amebíase 60 Amilase 61 Amilase. pesquisa vide Proteínas. anticorpos anti 157 Agregaç Plaquet ria 317 ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase 93 Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica 303 Alanina. Mutaç o (Diagnóstico) 190 Alfa 1 Glicoproteína cida 112. 107 144 Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb 144 Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb 209 Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 210 Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 249 Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA . Clearence 304 Ami cidos. pesquisa 279 Alcapt ria vide cido Homogentísico 60 Aldolase 111 Aldosterona 336 Aldosteronismo Prim rio. anticorpos anti 112 Androstanediol Glicuronide. PARDINI .…… … 97 cido Valpróico 180 cido Vanil Mand lico 110 ACTH 147 Acondroplasia. 100. Oxcarbazepina pág.

Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto Antidepressivos vide Tricíclicos Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes Anti-Espermatozóides vide Imunobeads Antiestreptolisina O Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ico pág. Diagnóstico vide Ataxias. 158. anti AST vide Transaminase Oxalac tica Ataxia de Friedreich. PCR Antígeno Prost tico Específico vide PSA Anti-La. Superoxido Dismutase Antioxidantes Totais Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos. Diagnóstico vide Ataxias. anti Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado Aspergillus sp. anticorpos anti Ars ico ASLO vide Antiestreptolisina O ASMA vide M sculo Liso. Cardiolipina IgG e IgM pág. Painel Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Avaliaç Mineral Óssea Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç Tubo Neural vide Avaliaç do Risco Fetal . PARDINI 11 . anti Anti-Nucleares. anticorpos vide SSA. anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais. anticorpos Antitrombina III Anti-VCA vide Epstein Barr ANTOX vide Antioxidantes Totais Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) Apolipoproteína A1 e B Apolipoproteína E. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 1.HbsAG Antígeno Carcinoembri rio Antígeno HLA B27. Identificaç Bact rias Anaeróbias. Glutation Peroxidase. anti Anti-TPO. anticorpos anti Anti-Rh vide Coomb’s Indireto Anti-RO. 196 Antifungigrama Antígeno Austr lia vide Hepatite B . Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 2. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 10. Painel Ataxias. pesquisa Bact ria e Antibiograma Automatizado.Teste Integrado Baar . anti Anti-Microssomal. 135 241 143 197 210 276 276 232 203 240 143 192 209 276 229 61 147 235 318 190 231 93 83 192 93 148 148 148 148 148 148 344 387 136 259 260 260 268 260 208 150 296   ‰u‘u ”R•u‡u–  † “u‘ ‘† ‡ ˆ † † ˆuˆu‰‰ ˆuˆu‰‰  †† †  ˆu‰R—u‰ ˆt‰ Instituto de Patologia Clínica H. estudo ge tico ARA vide Reticulina. Diagnóstico vide Ataxias. Painel Ataxia de Machado Joseph. anticorpos vide SSB. Distrofia (Diagnóstico) Bence Jones vide Proteína de Bence Jones † 203 106 255 190 259 216 191 191 41 134.Bacterioscopia Bacilo Dift rico Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia. anticorpos vide TPO Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal. cultura Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) Becker e Duchenne. Diagnóstico vide Ataxias. pesquisa Antígeno HLA-B-27. Diagnóstico vide Ataxias.

auto anticorpos anti 148 Cariótipo com Banda G 149 Cariótipo com Bandas de Vilo corial 148 Cariótipo de Alta Resoluç o 149 Cariótipo de Medula 150 Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 149 Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula 149 Cariótipo para pesquisa de X -Fr il 182. 104 114 Beta 2 Microglobulina 180 Beta Caroteno 123 Beta HCG vide HCG. Diazepam p g. N-Desmetildiazepam p g. pesquisa vide H. pesquisa (urina) 355 Biópsias 307 Biotinidase 193 Blastomicose Sul Americana 230 Borr lia vide Lyme 97 Bromazepam 193 Brucelose 202 C1q vide Complemento C1q 195 C1S Esterase Inibidor 202 C2 vide Complemento C2 202 C3 vide Complemento C3 203 C4 vide Complemento C4 194 CA 125 194 CA 15/3 195 CA 19/9 319 C dmio 63 C lcio 64 C lcio Iônico 64 C lcio Livre vide C lcio Iônico 115 Calcitonina 188 Calcitriol vide Vitamina D3 280 C lculo Biliar. Beta 92 Bicarbonato vide Reserva Alcalina 115 Big Prolactina 62 Bilirrubinas. 104. Ducreyi 389 Candidina. intradermoreaç s 64 Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro 64 Capacidade Total de Combinaç Ferro 98 Carbamazepina 281 Carbohidratos. anticorpos anti 232 C-ANCA vide Neutrófi los. 99.100. Nitrazepam p g. 97. PARDINI . 183 Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina 196 Caxumba IgG/IgM 197 CCP 243 CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ †       ™” ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ u’ 12 Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos anti 267 Cancro Mole. cultura 232 C-ANCA vide Neutrófilos. dosagem (sangue) 280 Bilirrubinas. Clobazam p g. An lise Físico e Química 280 C lculo Renal. Oxazepam p g. Cromatografia 319 Carboxi Hemoglobina 196 Cardiolipina IgG/IgM.Benzodiazepínicos equivale Bromazepam p g. 99. Clonazepam p g. 103. An lise Físico e Química 89 Calemia vide Pot ssio 89 Caliuria vide Pot ssio 261 Campylobacter.

pesquisa 261 C lulas de Inclus Citomeg lica 261 C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas. pesquisa 384 Cistografia Radioisotópica Direta 267 Citobacteriologia vide Gram 362.176 †† †† †† † ˆu‰ †  † –† u‰ u‘  ‡ “€‘ “ … u‘  … † ˆ  ˆ  ˆ€‰ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 65 C lulas Orangiófilas. pesquisa 55 Cetosteróides Neutros Totais. 384 Cintilografias 384 Cisternografia Cerebral 199 Cistatina C 199 Cisticercose 281 Cistina. anti vide CCP 72 CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 66. 383. pesquisa 197 Centrômero. Teste de 99 Clobazam 99 Clonazepam 351 Cloreto de Amônio.170. 67 CL vide Cloretos Clamídia vide Chlamydia 384 Clearence Pulmonar de DTPA 65 Clements. pesquisa 261 C lulas Her ticas. PARDINI 13 . Tempo de Sangria p g. 249 Chagas vide Trypanosoma cruzi 198 Chlamydia pneumoniae IgG 262 Chlamydia trachomatis (Cultura) 262 Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta) 41 Chlamydia trachomatis (PCR) 262 Chlamydia tracomatis (Giemsa . 363. Anti 198 Ceruloplasmina 65 Cetonemia. 381. 382. pesquisa 281 Ceton ria. Teste 66 Cloreto de Sódio no Suor 66. 17 201 CH 100 vide Complemento CH 100 201 CH 50 vide Complemento CH 100 248. 364 Citologias 201 Citomegalovírus (ELFA) 200 Citomegalovírus (Elisa) 42 Citomegalovírus (PCR) 261 Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica 160 Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 253 Citrato (esperma) vide cido Cítrico 57 Citrato (urina) vide cido Cítrico 197 Citrulina. Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria. 67 Cloretos 92 CO2 vide Reserva Alcalina Coagulograma equivale Plaquetas p g.175. Tempo de Tromboplastina Parcial p g.175. 380. Tempo Atividade de Protrombina p g. Tempo de Coagulaç p g. pesquisa 159 C lulas LE.Pesquisa) 198 Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta) 322 Chumbo 145 Cianocobalamina vide Vitamina B12 98 Ciclosporina 379. Anti 159 C lulas de Downey.175.228 CD3 vide Linfócitos T Ativado 242 CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos 191 CEA vide Antígeno Carcino Embri rio 197 C lula Parietal.

Cromatografia Cortisol Cortisol Livre Corynebacterium minutissimum. Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol Colinesterase Coloraç o Supra Vital Complemento C1q Complemento C2 Complemento C3 Complemento C4 Complemento CH 100 Complemento S rico Total vide Complemento CH 100 Composto S vide 11 Desoxicortisol Coombs Direto Coombs Indireto Coprocultura Coproporfirinas. PARDINI .Cobre Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso Colecalciferol vide Vitamina D3 Cólera Vibri . pesquisa CPK vide Creatinofosfoquinase Creatina Creatinina Creatinina. pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il Cromossomo Y para Síndrome de Turner. pesquisa Corpos de Heinz. pesquisa Cultura + Antibiograma Automatizado Curva de Tolerância a Glicose Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria Dacriocintilografia DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina uˆ ‰ ˆ ™” ™” †  “ u’ † uˆ ‰ ™” u’  ˆ  320 246 188 274 67 67 67 68 68 93 68 254 202 202 202 203 201 201 118 203 203 263 321 282 161 282 281 116 116 263 71 69 70 71 71 72 204 204 204 72 283 365 321 149 149 150 150 232 263 205 263 264 337 157 384 332 14 Instituto de Patologia Clínica H. cultura vide Vibrio Cholerae. aglutinaç direta Cryptosporidium. pesquisa Crioglobulinas. Clearence Creatinofosfoquinase Creatinofosfoquinase MB Isoenzima Crioaglutininas. pesquisa Cristais com Luz Polarizada. Estudo Gen tico das Microdeleç s Cross Laps vide N-Telopeptídeo Cryptococcus Neoformans. pesquisa Criofibrinog nio. pesquisa (urina) Cromatina Sexual Cromo Cromossomo Philadelphia. pesquisa Cromossomo Y. microscopia Cryptococcus Neoformans. pesquisa (líquido sinovial) Cristais com Luz Polarizada. dosagem Coproporfirinas. Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula Cromossomo X-Fr il. pesquisa Corpos Redutores Fecal Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos. cultura Colesterol Colesterol HDL vide Colesterol Colesterol LDL vide Colesterol Colesterol TOTAL vide Colesterol Colesterol VLDL vide Colesterol Colesterol.

235 151 Doença de Gaucher. Diagnóstico 206 DNA. PARDINI 15 .213. anticorpos anti 154 DNA. Sulfato 73 Dehidrogenase ctica 114 Delta 4 vide Androstenediona 129 Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona 152 Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística 205 Dengue IgG e IgM 43 Dengue. PCR 265 Donovanose 385 Dose Tera tica com Iodo-131 385 Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153 165 Drepanóticos. anticorpos anti 153 Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD 117 DHEA vide Dehidroepiandrosterona 73 DHL vide Dehidrogenas ctica 118 DHT vide Dihidrotestosterona 339 Diagnóstico de Diabetes Gestacional 150 Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne 154 Diagnóstico da Mutaç Alfa 1 Antitripsina 385 Diagnóstico do H. Teste 121 E1 vide Estrona 119 E2 vide Estradiol 120 E3 vide Estriol 209 EBV vide Epstein Barr 74 ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 370 Ecocardiografia u•  † ˆ ˆu‰R—ud … … ”(•€ ˆ e €ˆ ( ‰ €— d “t‘ † ˆ  ˜˜ ˜ ˜ du–u–u“u“uff  Instituto de Patologia Clínica H. Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g. pesquisa 150 Distrofia de Becker e Duchenne.209. anti vide Estreptozima Doença Celíaca equivale Endomísio-anticorpos anti p g. 247 Drogas de Abuso. Reticulina-anticorpos anti p g. pesquisa 283 Dismorfismo Eritrocit rio. Pylori pelo Teste Respiratório 151 Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 155 Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians 156 Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita 277 Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído 100 Diazepam 100 Difenilhidantoína 285 Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes 101 Digital s rico vide Digoxina 101 Digoxina 118 Dihidrotestosterona 206 Dímero D 264 Direto a Fresco. PCR Qualitativa e Tipagem 387 Densitometria Óssea 181 Deoxipiridinolina 73 Depuraç gua Livre 122 Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD. Determinaç o de Paternidade 210 Dnase.117 Dehidroepiandrosterona 117 Dehidroepiandrosterona. Teste de Solubilidade 246. diagnóstico molecular 42 Doenças sexualmente transmissíveis.249. Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 370 Duplex Scan 349 D-Xilose. tTG-anticorpos anti p g. pesquisa vide Hemoglobina S. diagnóstico 151 Doença de Huntington.

17 OH Progesterona 346 Estímulo para Calcitonina com infus C lcio 346 Estímulo para Calcitonina com infus Pentagastrina 346 Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina . Sódio p g.235. 191 Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27 209 Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) 390 Esquistossomose. pesquisa 370 Eletrocardiograma 67. pesquisa 74 Espectrofotometria 450 NM 253 Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada 41.Sustacal 334 Estímulo para ACTH com CRH/CRF 332 Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP Estímulo com ACTH para: Androstenediona.304. Total 161 Eletroforese de Hemoglobina 308 Eletroforese de Hemoglobina. 89. 66. 67 Pot ssio p g. intradermoreaç s 333 Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona 340 Estímulo do Peptídeo C .Cromatografia p g.281 265 Escabiose vide Ectoparasitas. SM-anti p g. 208 Eletroforese de Proteínas Eletrólitos equivale Cloretos p g. Carbohidratos . 344 Estímulo para HGH 345 Estímulo para LH e FSH com LH-RH 340 Estímulo do Peptídeo C 344 Estímulo para Prolactina com TRH 351 Estímulo para Testosterona com HCG 337 Estímulo para TSH com TRH 332 Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina 119 Estradiol.305. VLDL.304. 68 Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL.240 209 Endomísio.Cromatografia Quantitativa (soro) p g. 17 Beta 389 Estreptoquinase/Estreptodornase. anticorpos anti ENA equivale RNP-anti p g. DHEA. Ami cidos . LDL. Triagem neonatal 224 Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç 207 Eletroforese de Lipoproteínas 207. 183 Epinefrina e Norepinefrina 209 Epstein Barr 162 Eritrograma 119 Eritropoietina 167 Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos .119. Composto S.Cromatografia Quantitativa (urina) p g.simultâneo 342.121 121 Estrona 154 Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade 385 Estudo de Viabilidade Mioc rdica 153 Estudo G tico da Hemocromatose ‡ ˜ ˜  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˜ ˜ ‘u‘u‰u‰u ˆ  ˆ  ˜˜ ˆu‰ ˜ ˜ “™ ” ˆ ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆ   ”€‘ † ˆ  ˜ ™ ˜ ˜ 16 Instituto de Patologia Clínica H.Cromatografia Qualitativa (cart ) p g. PARDINI .120.241. 343. 92 209 EMA vide Endomísio. Ami cidos . 17 OH 333 Pregnenolona. SSB/LA-anti p g. intradermoreaç es 210 Estreptozima 120 Estriol Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g.240. neonatal vide Hemoglobinopatias. Estriol p g. Progesterona. SSA/RO-anti p g. Estrona p g. anticorpos anti 283 Entamoeba histolytica 291 Enterobius vide Oxi rus 74 Enzima Conversora de Angiotensina 162 Eosinófilos 182.370 Ecodoppler 265 Ectoparasitas. Cortisol.

pesquisa 212 Filaria. Cromatografia quantitativa 284 Fenilalanina.152 163 Fil ria. 305. 78 Fósforo 163 Fragilidade Osmótica das Hem cias 89 Frutosamina vide Proteína Glicosilada 254 Frutose (esperma) 284 Frutose (urin ria) 124 FSH vide Hormônio Folículo Estimulante 138 FT3 vide T3 Livre 140 FT4 vide T4 Livre 238 FTA abs vide Sífilis .153.152. Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g. PARDINI 17 . pesquisa (urina) 100 Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 101 Fenobarbital 323 Fenol 121 Ferritina 74 Ferro 285 Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 291. anti 211 Fator Reumatóide 251 Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose 214 Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 152 Fator V de Leiden 211 Febre Amarela IgG e IgM 307 Fenilalanina . 292 Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes 163 Fibrinog nio Fibrose Cística equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.66. Tripsina neonatal p g. 306 Fenilalanina. estudo gen tico p g.PKU.152 152 Estudo G tico de Fibrose Cística 151 Estudo G tico Fetal 151 Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 323 Etanol 264 Exame direto a Fresco.312 e Fibroce Cística . Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. 110 Folato vide cido Fólico 75 Fosfatase cida 75 Fosfatase cida Prost tica 76 Fosfatase Alcalina 212 Fosfatase Alcalina Específica Óssea 212 Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea 76 Fostatidil Glicerol 77 Fosfolípides 77.Treponema IgG 285 Funcional de Fezes ””€€‘‘ †† ”€‘ † ˜ ””€€‘‘ †† ™” ˜ ˜ ˜ † ˆ ˆ€‰ ‘u‰€  “ ˜ ˜ † ˜ …… … †    Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 270 Exame Micológico Direto 208 Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 210 FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210 Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 197 Fator Intríseco. Imunocromatografia 163. quantitativa (cart ) 304. 212 Filariose vide Filaria 324 Fluoreto 102 Fluoxetina 385 Fluxo Sangüineo das Extremidades 109. anti vide C lula Parietal.152 equivale Fator V Leiden p g.155 Estudo G tico da Síndrome de Gilbert 150 Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y Estudo G tico das Trombofilias p g. Gene da Protrombina p g.

pesquisa Fungos. estímulo alimentar Gastrina. 271 287 276 267 267 214 337 267 267 214 153 214 215 80 216 217 217 uˆ i‰ uh j g 18 Instituto de Patologia Clínica H. teste Haplotipagem de HLADR e DQ Haptoglobina HAV.Fungos. Mutaç 2 (G A) Glicose. pós -prandial Globulina (liquor) Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG Glutation Peroxidase Gonadotrofina Coriônica vide HCG. anti vide Hepatite B HBeAg vide Hepatite B ˆ ˆ g  ˆu‰R— ˆ 266 266 265 213 153 102 122 286 308 207. anticorpos Anti Glicemia vide Glicose Glicohemoglobina Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase. 79 122 352 352 43 152 153 345 78 124 286 155 213 80 213 153 81. anti vide Hepatite B HBe. PARDINI . Mutaç o 202 (G A) Gabapentina GAD. anti vide Hepatite A HbA1c vide Glicohemoglobina HBc. anticorpos anti Galactose (urina) Galactose Total . cultura Gasometria Gastrina Gastrina. cultura Fungos. 82 286 82 82 91 137 141 276 123 42. 208 78 78 266 78. Síndrome Gliadina IgA e IgG. pesquisa da deleç o – PCR Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase Gene da Protrombina Geraç e IGF-1 GGT vide Gama Glutamil Transferase GH vide Hormônio de Crescimento Gi rdia Gilbert.Triagem neonatal Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas Gama Glutamil Transferase Gama GT vide Gama Glutamil Transferase Gardnerella. estímulo após glucagon Gene CCR-5. pesquisa Glicose. dosagem Glicose. identificaç o G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase G6PD. Ducreyi Ham. Beta Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae Gordura Fecal GPX vide Glutation Peroxidase Gram Bacterioscopia Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU GTT vide Tolerância a Glicose H. Ducreyi Haemophilus Ducreyi vide H.

HBV PCR p g. anti vide Hepatite E 124 HGH vide Hormônio de Crescimento 100 Hidantoína vide Difenilhidantoína 281 Hidratos de Carbono vide Carboidratos. 17 56 Hidroxi Esteróides Ceto nicos. Teste Desnaturaç ao calor p g. pesquisa Hemoglobina Inst vel equivale Corpos Heinz (pesquisa) p g. Isopropanol. PCR qualitativo e tipagem 268 Herpesvírus. cultura automatizada 164 Hemoglobinas 164 Hemoglobina A2 164 Hemoglobina Fetal 80 Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 165 Hemoglobina H. triagem neonatal 166 Hemograma 167 Hemossedimentaç o 167 Hemossiderina 210 Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 215 Hepatite A vide HAV IgG/IgM Hepatite B equivale HbsAg p g. PCR 267 Hemocultura Automatizada 269 Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias. PCR Quantitativo 67 HDL. Triagem neonatal 165 Hemoglobina S.46. Beta .44. HbeAg p g. Hbe-anti p g.45 218 Hepatite D 218 Hepatite Delta vide Hepatite D 218 Hepatite E 219 Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 47 Herpes vírus Simples. HBs-anti p g. 218 HCV.217.167. HBc IgG/IgM p g. pesquisa vide C lulas Herp ticas 218 HEV. Biópsia 168 Hem cias Fetais vide Kleihauer 166 Hem cias vide Hemograma 166 Hematócrito vide Hemograma 170 Hematozo rios.161. Beta 295 HCG. PARDINI 19 . 47. cultura 261 Herpesvírus.Teste de Resist cia aos Antivirais p g. PCR Qualitativo 44 HBV. anti vide Hepatite C 45 HCV. HBV . HCV. Cromatografia 56 Hidroxi Corticosteróides.217.217 HBs.176 308 Hemoglobina S.218. pesquisa vide Plasmodium 153 Hemocromatose.217. Teste de Resist cia aos antivirais 123 HCG. PCR Quantitativo 45 HBV. Colesterol 218 HDV. PCR p g. anti vide Hepatite D 215 Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico) 385 Helicobacter Pylori.216. neonatal vide Hemoglobinopatias. Teste de Solubilidade 308 Hemoglobinopatias.pesquisa uri ria vide Pregnosticon 46. Teste Respiratório 355 Helicobacter Pylori.45 Hepatite C equivale HCV-anti p g. 47 . PCR Qualitativo 47 HCV. HCV Genotipagem p g. teste p g.216. anti vide Hepatite B 216 HbsAg vide Hepatite B 44 HBV. 17 177 Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico “u‘ u‘     † †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˆ ˜ u“ ‘ ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ † † ’u“ … † Instituto de Patologia Clínica H. Genotipagem 46 HCV.

305.48.Quantitativo Ultrasensível 50 HIV-1 Genotipagem vide HIV. HIV. Resist ncia Genotípica aos antivirais 309 HIV-1. pesquisa 53 HTLV-I.Quantitativo 48 HIV PCR – Qualitativo 49 HIV PCR – Quantitativo 48 HIV PCR . PCR 151 Huntington. anticorpos Anti 219 Histoplasma Capsulatum. HIV Wester Blot p g. Resist ncia Genotípica aos antivirais p g. HIV-PCR Ultrasensível p g.129 Hidroxi Pregnenolona.49. 50. neonatal 50 HIV-1. anti 219 Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum. PCR – Tipagem 47. quantitativo vide Amin cidos. 220. 221 HTLV III vide HIV 221 HTLV-I e II.220. Globulina Ligadora vide SHBG 355 HPV. 306 Identificaç o de Ami cidos. pesquisa vide Antígeno HLA-B27 183 Homocisteína 352 Homocisteína após estímulo com metionina 288 Homocistina 110 Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 124 Hormônio de Crescimento 124 Hormônio Folículo Estimulante 125 Hormônio Luteinizante 124 Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 137 Hormônios Sexuais. anti HIV equivale HIV 1 e 2 pesquisa p g. Citologia 52 HPV. Biópsia 51 HPV. 17 83 Hidroxiprolina Total 348 Hipercalci ria vide Teste de PAK 332 Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH 255 Hipoosmolaridade 309 Histidina. Resist cia Genotípica aos antivirais 41 HLA-B27. PCR vide Antígeno HLA-B27 191 HLA-B27. Cromatografia Quantitativa 268 Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado 288 Identificaç o de Helmintos e Fragmentos 225 IgA Salivar vide Imunoglobulinas 231 IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 222 IgE Específico 223 IgE M ltiplo 223 IgE Total 126 IGF 1 ‡ ‘u‰u “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ u“ ‘ “ ˆˆ ˆ ‘u† ‰u ‰u ‡ 20 Instituto de Patologia Clínica H. Ami cido quantitativo 219 Histona. HIV. HIV 1 neonatal p g. PCR p g. 219. Doença 125 IA2. anti 304. 261. PARDINI . 17 130 Hidroxi Progesterona. 49. Captura Híbrida 363 HPV. 268 HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 48. pesquisa 221 HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221 HIV Western Blot 49 HIV NASBA . anticorpos anti 125 ICA vide IA2. anti 128 IAA vide Insulina. anti 125 ICA512 vide IA2.48.49 .50.221.309 220 HIV 1 e 2. HIV NASBA p g.

PPD intradermoreaç s p g.389. Imunofluoresc ncia 168 Leishmaniose. 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 339 Kitt 168 Kleihauer 55 KS. anticorpos Anti 89 K vide Pot ssio 227 Kappa (cadeia leve) 56 KGS.390. 356 Imunohistoquímica 288 Indican. 306 Isoleucina. intradermoreaç s p g.92 66 Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 312 IRT vide Tripsina neonatal 226 Isoaglutininas 304.67 . testes equivale Candidina.66.89.127 IGFBP-3 125 Ilhota. Tipagem de Linfócitos T e B p g. PARDINI 21 . 305. anticorpos anti 389 Intradermoreaç s Ionograma equivale Cloreto p g. Pot ssio p g. anticorpos anti 57 Lactato vide cido tico 83 Lactesc cia vide Inspeç Plasma Refrigerado 289 Lactose.67 . Cromatografia quantitativa 167 Isopropanol. intradermoreaç es p g. Pot ssio p g.66. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. anti 255 Immunobeads Test Imunidade Celular. Colesterol 277 LDL-PX 389 Leishmaniose.92 Íons equivale Cloreto p g. Teste 289 Isospora Belli 128 ITL 226 Jo 1.390 . Sódio p g. pesquisa 129 Leptina 269 Leptospirose. 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 241 LA vide SSB. Elisa ˆ ™ ” ˜™ ˜ ˆ ™” ˜ ™” ˜ ˜ ‡ ˆu‰R—u‰ ˆ €• ‡ ™” ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰u  “ … u•  “u‘ ˆu‰R—u‰ ”(•€ ™” “ Instituto de Patologia Clínica H. teste de tolerância 227 Lambda (cadeia leve) 102 Lamotrigina 73 LDH vide Dehidrogenas ctica 84 LDL Oxidada. anti vide IA2. Estreptoquinase/Estreptodornase. Cultura 228 Leptospirose.389 . intradermoreaç s p g. pesquisa 349 Lactose.89. intradermoreaç s vide Montenegro 227 Leishmaniose IgG e IgM. Anti 277 LDL Peroxidada 67 LDL.243 224 Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG 224 Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o 224 Imunofixaç o 225 Imunoglobulinas 355. Sódio p g. Tricofitina. pesquisa 83 Índice de Saturaç o da Transferrina 128 Índice de Tixorina Livre vide ITL 226 Influenza vírus A e B – pesquisa direta 158 Inibidor L pico vide Anticoagulante pico 324 Inseticidas Organoclorados 325 Inseticidas Organofosforados 83 Inspeç Plasma Refrigerado 128 Insulina 128 Insulina.

CA 125 p g. SSB/La.94 Lipidograma equivale Colesterol HDL p g. CA 19/9 p g. 306 Leucina. pesquisa (líquido sinovial) p g.239. LDL p g.191. anti p g.283 229 Lipoproteína ( a ) 85 Líquido Ascítico (Rotina) 85 Líquido Pleural (Rotina) 86 Líquido Sinovial (Rotina) 86 Líquor (Rotina) 229 Listeriose Litíase uri ria vide C lculo Renal.240. Soro Aglutinaç o Microscópica 304.68. 294 Leucócitos vide Piócitos 169 Leucograma 125 LH vide Hormônio Luteinizante 335. RNP.195. Eletroforese de Lipoproteínas p g. anti p g. Cromatografia quantitativa 255 Leucócitos (esperma) 293. Tipagem 198 Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta) 84 Lipase 84 Lípides Totais Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Lipidograma Cl ssico equivale Colesterol Total p g. HCG p g.238. CEA p g. 67. anti p g.269 Leptospirose.235. SM.72 e (urina) p g. 305.241 230 Lyme IgG/IgM 248 Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 247 Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 115 Macro Prolactina vide Big Prolactina 87 M sio 277 Malônico Dialdeído 350 Maltose. Lípides totais p g.280 veja também Teste de PAK p g.207.134 135 277 MDA vide Malônico Dialdeído 344 Megateste 326 Merc rio 326 Meta Hemoglobina 184 Metanefrina e Normetanefrina 327 Metanol 327 Metiletilcetona ˆ ‘u‰€  ˜ † ˜ ‘u ˜ ˜  “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜† ˜ ˜ ˜   ˜ ˜ “ ˜ ˜˜ ˜ du’u‘ †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ “ ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ 22 Instituto de Patologia Clínica H. 68. anti p g. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.194. Pesquisa (Campo Escuro) 268 Leptospirose. teste de tolerância 372 Mamografia 325 Mangan s 383 Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide 256 Mar Test Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g. PSA p g.206. II . Triglic rides p g.77.194.84. CA 15/3 p g.113 .123. Fosfolípides p g. 67. PARDINI . VLDL p g. 336 Liddle I. pesquisa vide Cristais.239 Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA.112. Subtipagem 243 Linfócitos. anti p g.347 103 Lítio 229 LKM. SSA/Ro. anticorpos anti Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g. Triglic rides p g.348 e Nefrolitíase p g.210. An lise Físico e Química p g. Total p g. Treponema (Hemoaglutinaç ) p g. VDRL p g. 94 Lipóides Birrefringentes.Testes 228 Linfócitos T Ativado 243 Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos. Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g. 68.240.

cultura 92 Na vide Sódio 92 Natriemia vide Sódio (sangue) 92 Natriuria vide Sódio (urina) 170 NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 103 N-Desmetildiazepam 355 Necropsia Nefrolitíase vide p g. identificaç o em cultura.234 72 Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada. Cultura Automatizada 53 Micobact rias. 306 Metionina. anticorpos anti 153 Mutaç 2 (G A) da G6PD 154 Mutaç a Alfa 1 Antitripsina 152 Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase 153 Mutaç o Gene da Protrombina 154 Mutaç Gene da MCAD 231 Mycobacterium Tuberculosis.304. anticorpos anti vide TPO 169 Mielograma 292 MIF.348 e C lculo Renal. Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 275 Mineralograma 290 Mioglobina. Tripsina neonatal p g. pesquisa 143 Microssomal. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. intradermoreaç s 290 Mucopolissacaridoses. Monoteste p g. estudo gen tico p g. anticorpos anti .280 271 Neisseria gonorrhoeae.66. A lise Físico/Química p g. PCR 232 Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 270 Mycoplasma pneumoniae.312 e Fibroce Cística . 183 Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182. Cultura 270 Mycoplasma.152 231 M sculo Liso. Paul Bunnel Davidsohn p g. Cromatografia quantitativa 87 MG vide M sio 269 Micobact rias. anticorpos IgA 53 Mycobacterium Tuberculosis. pesquisa (liquido sinovial) 230 Monoteste 389 Montenegro.ANCA 169 Neutrófilos.230. PARDINI 23 . pesquisa 231 Mucoproteínas 197 Mucosa G strica vide C lula Parietal. anti Mucoviscidose equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.209. 305. 183 Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina 184 Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s 232 N-Telopeptídeo † du’u‘ † † ‘€‡ ‡ ˆ ‘u‰u ‘u‡ “ ˜ ˜ ˜ ‡ uˆ ‰ihuj k uˆuˆ ‰R ‰uˆ ‰R—‘ uˆ ‰R‘u‰  † ™” ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜  ‘u ˜ “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 328 Níquel 104 Nitrazepam 170 Nitro Blue Tetrazolium 61 Nitrog io Amoniacal vide Amônia 82 Nonne-Appelt vide Globulina (liquor) 182. anticorpos anti 325 Mn vide Mangan s Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g.347 veja também Teste de PAK p g. PCR 270 Micológico Direto Micoplasma vide Mycoplasma 87 Microalbumi ria 87 Microprotein ria vide Microalbumi ria 289 Microsporídeos. pesquisa 230 Mitocôndria. cultura 232 Neutrófilos.

anticorpos anti 234 PCR vide Proteína C Reativa.152  … ‡  l … ˜ ˜ †  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˆ ‡ 24 ˜ ˜ ˜ ˜ ”R•u ˜ ˜ ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘€ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ™” ˜ ˜ ”˜ u–u † ˜ ˜˜ ˆ ˜ ˜  ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H.226. anticorpos anti – ANCA 75 PAP vide Fosfatase cida Prost tica 193 Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 233 Parainfluenza vírus 1.240. Dehidroepiandrosterona. Gama GT p g. Citomegalovírus p g. Estreptoquinase p g. Histona. .241 Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g.200. Helicobacter pylori p g.141.390.235.73 Perfil Imunógico especificar C3 p g. Dehidrogenas ctica p g.142. RNP. Dehidroepiandrosterona p g. Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g. 292 Parasitológico de Fezes 131 Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) 233 Parvovírus B19 IgG e IgM.219.234 Fatores Metabólicos : Homocisteína p g. Fator anti Nuclear (Hep 2) p g.62.207.292 Perfil Risco Coro rio Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g.206.118.166.264. anti p g. Tipagem Linfócitos p g.210.202.93.240.243 Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico Perfil Microbiológico especificar Campylobacter. SM. C4 p g. anti p g.389. Testosterona Total p g. SSB. TGO p g. anti p g. 17 OH Progesterona p g. JO1. Colinesterase p g.137 232 P-ANCA vide Neutrófilos. SCL 70. 17 228 OKT3 vide Linfócitos T Ativado 290 Oograma 247 Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 88 Osmolaridade 130 Osteocalcina 58 Oxalato vide cido Ox lico 104 Oxazepam 105 Oxcarbazepina 291 Oxi rus 77. Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.152.215 Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g.93. cultura p g.208. anti p g. Imunoglobulinas p g. 17 303 OH Progesterona neonatal. anti p g.68.266.118. Quantitativa 355 Peça C ir rgica Radical Simples 293 Pentose 131 Peptídeo C 232 Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo 285 Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes Perfil do FAN especificar DNA.153.186. anti p g.112. 11Desoxicortisol p g. Parasitológico de Fezes p g. 17 130 OH Progesterona.183. PPD p g.291. Eletroforese de Proteínas p g.130. anti p g. Estudo de Determinaç o 234 Paul Bunnel Davidsohn 322 Pb vide Chumbo 234 PCNA.76. Androstenediona p g.207. anticorpos anti 154 Paternidade. TGP p g. Dihidrotestosterona p g.117.198. Fungos p g.225 Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g. Cultura + Antibiograma p g.129.114. Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g.78.240.117.202. Fosfatase Alcalina p g. Imunoglobulinas p g.208. anti p g.Sulfato p g.93 Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g. 2 e 3 – pesquisa direta 184 Paraminofenol 291. 78 P vide Fósforo 148 Painel das Ataxias Painel de Andrógenos especificar Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g. 17 OH Pregnenolona p g. SSA. Gene Protrombina p g. SHBG p g. PARDINI .232 NTX vide N-Telopeptídeo 129 OH Pregnenolona. Hemograma p g.225.

17 OH 295 Pregnosticon 105 Primidona 132 Progesterona 303 Progesterona neonatal. quantitativa (cart ) 170 Plaquetas. Big vide Big Prolactina 171 Proteína C 172 Proteína C Ativada. HBc IgM p g. contagem 83 Plasma Refrigerado vide Inspeç o Plasma Refrigerado 170 Plasmodium. pesquisa (liquido sinovial) 284 PKU vide Fenilalanina .161. Vitamina C p g. HCV.299. pesquisa 271 Pneumocystis Carinii.218 Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g. Protoporfirinas p g.282.316. Uroporfirinas p g. pesquisa 165 Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S.216.Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g. Teste de Solubilidade 149 Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil 150 Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g. Isopropanol p g.294. PARDINI 25 . 294 Piócitos.167.216. 91 Proteínas Totais 91 Proteínas Totais e Fracionadas 91 Proteínas.187.176 293 Ph (fezes) 88 Ph (urina) 293. pesquisa Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g. pesquisa e contagem 185 Piridinolina 72 Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada.215.296. pesquisa 294 Porfobilin io 89 Pot ssio 390 PPD 2 UT 132 Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 130 Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130 Pregnenolona. anti p g. Teste de desnaturaç calor p g.294.PKU.330 294 Porfirinas. Sangue: Zinco Protoporfirina p g. Ducreyi. pesquisa 296 Protoz rios. 17 OH 130 Progesterona. anti vide TPO 282 Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores 267 Pesquisa de Cancro Mole vide H. Porfirinas p g. Vitamina E p g. pesquisa 296 Protoporfirinas. pesquisa 175 Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina 173 Prova do Laço 349 Provas de Absorç Carboidratos † ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˆu‰Rdu‰  ˜    ˆu‰R— ˆu‰  €‰ u’ u“ ‘ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰€’u“u‘ ˜ ˜ “u‘ ‰u ˆu‰R—u” Instituto de Patologia Clínica H.188 143 Peroxidase. 17 OH 132 Pro-Insulina 133 Prolactina 133 Prolactina Pool vide Prolactina 115 Prolactina.321. Coproporfirinas p g. HAV IgM p g. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 295 Proteínas. Urina-quantitativo: ALA-U p g. Porfobili io p g.187. Resist cia 234 Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível 296 Proteína de Bence-Jones 89 Proteína Glicosilada 173 Proteína S 90.pesquisa (urina) 307 PKU vide Fenilalanina .

344.231. teste 350 Sacarose.203. anticorpos anti ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ … ˜ ˆ ˜ ˜ ˜ ˆu‰ † ˆu™ ‰R ” —u” ˆ ˆˆ ˆu‰R•u” “u“u‘‘ † uˆ ˆ ‰R—   ˆu‰ “€‘   † mm †† ‰‰ ™ 26 Instituto de Patologia Clínica H. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia). intradermoreaç es vide Schistotest 390 Schistotest 240 SCL 70. 345 Provas funcionais para Hipófise anterior 347 Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 332. PARDINI . C3 p g. Mucoproteínas p g. 343. Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç ) 91 Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina 91 Relaç o Lecitina/Esfingomielina 135 Renina 92 Reserva Alcalina 340 Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose 163 Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 375. C4 p g. 334.211.167. Imunocomplexos Circulantes p g. teste de tolerância 297 Sangue Oculto 237 Sarampo IgG e IgM 322 Saturnismo vide Chumbo (sangue) 209 Schistossomose vide Esquistossomose 390 Schistossomose.202. 335. 376 Ressonância Magn tica 235 Reticulina. 236 Ru la 310 Ru la neonatal 237 Sacarose. anticorpos Anti 240 RO vide SSA. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. anticorpos anti 174 Reticulócitos 187 Retinol vide Vitamina A 174 Retraç o do Co gulo 366 Revis e Lâmina (citologia) 214 Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 252 Ricketsiose vide Weil F lix 136 Risco Fetal – Teste Combinado 136 Risco Fetal – Teste Integrado 137 Risco Fetal – Teste Triplo 175 RNI vide Tempo Atividade Protombina 235 RNP.190. pesquisa 277 Radicais Livres 377 Raio X 222 Rast vide IgE específico 386 Rastreamento com Sestamibi 385 Rastreamento de Corpo Inteiro 248 Reaç Fixaç o de Complemento para T.190. Antiestreptolisina O p g.224. 248. 249 Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico).234 346 Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 342. anti 271 Rotavírus. Hemossedimentaç o p g. 336 Provas funcionais da Supra Renal 337 Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337 Provas funcionais da Tireóide 135 PSA Livre e Total 134 PSA Total 68 Pseudocolinesterase vide Colinesterase 131 PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) 176 PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial 355 Punç Biópsia 154 Quebras Cromossômicas. Fator Reumatóide p g. 333.Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g. pesquisa 235.

teste de tolerância vide Sacarose. 239 155 150 155 389 240 276 92 126 155 240 241 272 241 93 242 282 242 350 237 174 117 276 335. Cruzi vide Trypanosoma cruzi T3 Captaç o vide T3 Retenç o T3 Livre T3 Retenç o T3 Reverso T3 Total T3 Uptake vide T3 Retenç o T4 Livre T4 neonatal T4 Total Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina †† † † u” ‘ † ˜ ‰(’€”u‘ † ˆ ˜ 117 297 169 166 162 231 186 155 137 310 238. Sulfato Sedimentoscopia S rie Branca vide Leucograma S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma S rie Vermelha vide Eritrograma Seromucóide vide Mucoproteínas Serotonina Sexo G tico SHBG Siderofilina equivale Transferrina p g. teste de tolerância Sucrose. diagnóstico molecular SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase SM. anticorpos anti SOD vide Superoxido Dismutase Sódio Somatomedina C vide IGF 1 SRY. diagnóstico molecula r Sustacal. Sulfato Superóxido Dismutase Supress o com Dexametasona Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress Captopril Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol) Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Supress o para Prolactina após L -Dopa Supress o Tireoidiana com Cynomel Surdez C ita. diagnóstic tico Síndrome de Turner. anticorpos Anti Streptococcus A (Imunoteste R ido) Subclasses de IgG Subfracionamento das Fraç es do Colesterol Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) Subtipagem de Linfócitos Sucrose. 336 334 334 343 344 345 386 156 340 255 256 248.246. pesquisa vide Cromossomo Y. Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g. pesquisa para Síndrome de Turner Síndrome de Willians. 249 138 138 138 139 139 138 140 311 140 161 27 ˆu‰R•  ™ t – ˆˆ ˆˆ ˆˆu‰R—u‰ ˆ ˆ ˆ ‰€‘u’u“u‘ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.SDHEA vide Dehidroepiandrosterona. Teste de Estímulo do Peptídeo C Swelling vide Hipoosmolaridade Swim Up T. teste vide Sacarose. anticorpos Anti SSB (La). Estudo por PCR SSA (Ro). teste Sudan Black B Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona. PARDINI .64 Sífilis neonatal Sífilis Síndrome de Gilbert.

teste de tolerância Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose. anticorpos anti Tireograma Tiroidianos. PARDINI .235.TAP vide Tempo Atividade Protrombina TBG Tempo Atividade Protrombina Tempo de Coagulaç o Tempo de Esvaziamento G strico Tempo de Sangria Tempo de Tromboplastina Parcial Teofilina Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria. Teste Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S.219.244. pesquisa Tocoferol vide Vitamina E Tolerância a Glicose Tolerância a Glicose Endovenosa Tolerância a Glicose pós -prandial Tolerância r ida a Insulina . 176 176 106 351 165 154 348 154 257 386 338 257 348 165 66 349 350 350 176 257 333 385 336 389 389. Citomegalovírus IgG/IgM p g. 306 298 188 337 341 82 339 373. teste de tolerância Teste Desnaturaç o ao Calor Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori. Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g.200. Cromatografia quantitativa Tirosina. anticorpos anti Toxoplasmose Toxoplasmose neonatal TPO ˆ  ˆ  ˆ ˆu‰  ˆ   ˆ ™  ™ ™” ‡ † ˜  ˜ 175 141 175 175 386 175.245.142 Tirosina. Teste Respiratório Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es . 390 141 142 143 93 93 328 243 143 142 386 304.PAK Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S. Teste de Solubilidade Teste de DNA para Paternidade Teste de PAK . Cromatografia quantitativa vide Amino cidos. anticorpos anti equivale TPO p g.KITT Tomografia Computadorizada TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g.239 Toxocara. 374 m†‰ u –  ˜  “u‘ ˜ ˜ ˜ ˜ 243 244. Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g. 245 312 143 28 Instituto de Patologia Clínica H. VDRL p g.Sobrecarga oral com C lcio Teste de Paternidade Teste de Penetraç "In Vitro" Teste de Perclorato Teste de Restriç o Hídrica Teste de Simms Hühner Teste de Sobrecarga oral com C lcio .236. PPD intradermoreaç s Testosterona Testosterona Livre TG vide Tireoglobulina TGO vide Transaminase Oxalac tica TGP vide Transaminase Pir vica Tiocianato Tipagem de Linfócitos Tireoglobulina Tireoglobulina. teste de tolerância Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose. Teste de Solubilidade Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose. 305.143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g.

PPD p g. 305. 249 Trypanosoma cruzi 248 Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia) 311 TSH neonatal 144 TSH Ultrasensível 249 tTG .Cocaína . Anti-Depressivos 329 Triclorocompostos Totais e Fraç es 390 Tricofitina. anticorpos anti 239 VDRL (quantitativo) vide Sífilis 274 Vibrio cholerae. 245. Parasitológico de Fezes p g. Cromatografia quantitativa 97 Valproato de Sódio vide cido Valpróico 250 Varicella zoster IgG e IgM. 306 Valina. Hemograma p g. cultura 107 Vigabatrina 209 Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 250 Vírus Respiratórios – pesquisa direta 251 Vírus Sincicial – pesquisa direta ‡ † ˆu‰  † ™” ™ ‘€‰u ‘ † “u‘ †† …   ‘u‰u’u“ ˜ ‡ … †… ˜ …  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. 341 TTG vide Tolerância a Gli cose 176 TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 273 Tuberculost ticos.239 274 Vacina Autógena 391 Vacinas 304.234.Maconha . Ami cido quantitativo 152 Trombofilias. Estudo Ge tico 247 Troponina I 248. Toxoplasmose p g. Clearence 94 Uremia vide Ur ia 58 Uricemia vide cido Úrico (sangue) 58. pesquisa Uveite (rotina) equivale AEO p g. 337. 59 Uratos vide cido Úrico 273 Ureaplasma. pesquisa (Campo Escuro) 246. pesquisa 106 Tricíclicos. 59 Uricos ria vide cido Úrico (urina) 298 Urina Rotina 298 Uroan lise vide Urina rotina 299 Urobili nio 366 Urocitograma 299 Uroporfirinas.Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 82.244. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos. VDRL p g.390.292 .190.Opi ceos) 272 Trichomonas.144 TRAb 93 Transaminase Oxalac tica 93 Transaminase Pir vica 246 Transferrina 249 Transglutaminase Tecidual IgA. Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 371. Cultura 94 Ur ia 95 Ur ia. anticorpos anti vide tTG 285 Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 156 Translocaç B CR-ABL 238. intradermoreaç s 94 Triglic rides 298 Tripsina Fecal 312 Tripsina neonatal 313 Triptofano.166. 372 Ultra Sonografia 58. PARDINI 29 .291. cultura 272 Trichomonas. 239 Treponema vide Sífilis 310 Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 272 Treponema. 247 Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas .

PARDINI . 330 330 30 Instituto de Patologia Clínica H.Vitamina A Vitamina B12 Vitamina C Vitamina D3 Vitamina E VLDL. Síndrome Yersinia Enterocolítica. Colesterol VMA vide cido Vanil M lico Waaler Rose Weil Felix Widal (reaç ) Willians. cultura Zinco Zinco Protoporfirina … ˆn‰ du‘u— † 187 145 187 188 188 68 180 251 252 252 155 274 329.

Carlos Olney Soares R. promoção de um ambiente de bem estar.oipr xq sut¨ etwvzyG{ut¨te ¨t VISÃO “Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos. com: qualidade no atendimento. Dr. eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável. capacitação dos profissionais. por profissionais qualificados.” VALORES ALTOS PADRÕES ÉTICOS CONFIABILIDADE DOS LAUDOS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e respeito ao indivíduo. Condições de ergonomia e saúde do trabalhador. Utilização.” MISSÃO “Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em tecnologia quanto em procedimentos. Atendimento rápido. ISO 9001/2000 Diretor EDUCAÇÃO CONTINUADA QUALIDADE NO ATENDIMENTO RESPEITO AO CLIENTE MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES Instituto de Patologia Clínica H. harmonia e valorização dos nossos colaboradores. difundir para toda a empresa e fornecedores a noção de valor superior do cliente externo. remuneração sem atraso. investimentos em benefícios. aprendizado e aperfeiçoamento contínuos. tendo como principal objetivo atender e superar as expectativas do cliente.D. PARDINI 31 . Genética Humana. de metodologia de qualidade científica comprovada e controlada. Anatomia Patológica. tecnologia de ponta no processo. Manter a privacidade da identidade do cliente. confiabilidade dos laudos. participação em congressos e cursos. Desenvolver um ambiente propício à evolução profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à comunidade. treinamentos internos. Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica. garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação internacional específica para esse segmento. e Imagem. oferecendo aos nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica. Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório clínico.

PARDINI .32 Instituto de Patologia Clínica H.

NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO. ”” “ ” • • Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 33 . EXEMPLOS: IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE. JO IBMP JD † † † CONFORME ORIENTA ‡4ˆ O MÉDICA. PCR. CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA. JEJUM DESEJ VEL. †‰ JEJUM OBRIGATÓRIO.O.M. Š Š ‹hŒŽ Œ  ¦‘p’ N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR.|¢}~h¨€pA„|c‚ ©ƒ0~¤|c… C. PCR PARA HIV veja HIV.

34 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

correio. CART O CLIENTE Oferecemos o Cart Cliente que facilita o atendimento agilizando a identificaç localizaç e exames an teriores. ¤ ¥   ¦  $§«ª $  §  $§©¨ facilitando a ATENDIMENTO A DOMICÍLIO Realizamos coleta de material ou entrega de resultado em domicílio em Belo Horizonte e regi .7898990 Para atendimento à laboratórios conveniados.998686 .  $§ Instituto de Patologia Clínica H.–2 U—2 ˜¤ ˜x r— 2˜ ˜© ™¤ š¤›œ4žh—Ÿ˜ CALL CENTER A nova central de atendimento do Laboratório Hermes Pardini. PARDINI 35 . tamb m com uma central PABX de alto nível tecnoló gico com linhas de transmiss o por fibra ótica que garantem a qualidade na comunicaç o.1800 0300.Para atendimento domiciliar (Belo Horizonte e regi o). Contamos.hermespardini. foi criada para concen trar os serviços de comunicaç o telefônica internos e externos. HOME PAGE www.6200 UNIDADES (0xx31) 3228. Essa conta com mais de 100 linhas.com.6464 LABORATÓRIOS . O Call Center do Laboratório Hermes Pardini coloca à disposiç o os seguintes serviços: £       ¡ ¢   MATRIZ (0xx31) 3228. bidirecionais e digitais que permitem atender a todo tr fego de ligaç es recebidas ou executadas.br RESULTADO DE EXAMES Disponibilizamos os resultados via fax. DOMIC LIO 0800. internet ou motoboy de acordo com o seu caso.ATENDIMENTO AUTOM TICO (0xx31) 3228.

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Luíz Paulo Franco. 31 Belo Horizonte – MG UNIDADE BELVEDERE Av. 867 Belo Horizonte – MG UNIDADE ELDORADO I Av.¬Ÿ 0­¯®±°³²´°hµu b¶ °hµ ²c·©µ ¤­0 Ÿ°¦®±¸ µ¤ ­ ¦·r x¹ MATRIZ – FUNCIONÁRIOS Rua Aimor s. 597 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE JARDIM Av. Prudente de Morais. 2904 – 7 o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE BARREIRO Av. 842 Belo Horizonte – MG UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO Rua Par e Minas. 57 Contagem – MG UNIDADE ELDORADO II Rua Norberto Mayer. Sinfrônio Brochado. 66 Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO I Rua S Paulo. Antônio Carlos. 629 Belo Horizonte – MG UNIDADE MANGABEIRAS Av. Cristiano Machado. Vilarinho. PARDINI 37 . Bernardo Monteiro. 4747 2o e 3o andar Belo Horizonte – MG EM BREVE: UNIDADE IPIRANGA UNIDADE PEDRO II º ˆ€‰ »— MATRIZ: (0xx31) 228. Gal. 343 – 3o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO III Rua Carijós. Bandeirantes. 7781 Belo Horizonte – MG UNIDADE BARROCA Av. 626 – loja 5 Contagem – MG UNIDADE PAMPULHA Av. 127 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE NOVA Av. Amazonas. 1808 Belo Horizonte – MG UNIDADE VENDA NOVA Av. David Sarnoff. 45 Belo Horizonte – MG † REGI O MÉDICA Av.6464 Instituto de Patologia Clínica H. 115 Belo Horizonte – MG UNIDADE LIFE CENTER Av. 901 Rua Maçon Ribeiro. Contorno. 893 – 2o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO II Rua Tupis.6200 UNIDADES: (0xx31) 3228.

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Descremos sumariamente algumas vari veis: Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea. ci rico. transferrina. o etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. AST. fosfatas cida. devendo-se consultar cada exame. Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at momento em que ser lisada. fosfatase alcalina e fósforo. catecolaminas e contagem de leucócitos. TGO. Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato. especialmente com a bilirrubina. duas a quatro horas após o consumo. c id rico. Após 3 minutos de garroteamento: proteínas totais. Da mesma forma. creatinoquinase. lactato. PARDINI 39 . A meia -vida das drogas e o hor rio de sua administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. ALT. ferro e colesterol aumentam em torno de 5%. a part ir do momento da coleta at sua execuç . c lcio. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de albumina. AST. Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina. m sio e fosfato. desde que estas estejam bem conservadas. havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio. a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta. Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç amostra e a correta determinaç o do analito. mas mesmo dentro deste pequeno tempo. pode haver interfer cia em muitos analitos. ALT e ferro. ur ia. fósforo. catecolaminas . Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o. proteína total. ferro e sódio. para que se evite contaminaç . cortisol e CEA. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora Angiotensina (ECA). Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto. Os anticoagulantes s o diferenciados pela cor da tampa do tubo: Rolhas Anticoagulante Roxa EDTA Amarela Gel separador com ativador de c gulo Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante Verde Heparina sódica Cinza Fluoreto de sódio + EDTA Azul Citrato de Sódio Ú ˆu‰Rd(ˆ€”‰Ü—€” † ™ ” ˆu‰Û—u”  †  ˆu‰  ˆu‰Ý—u” du–€“uÞ ˆ u ‰ R ”  ˆ u ‰ ”Ր † ™ ” Ê ‰‡ ”Ó‘uˆu‰  † —u‰«‡ †  “u† ‘ † † ˆu‰ dos resultados de exames  ˆ  ˆ du‘u’uހ” † ˆu‰R” † ˆu‰Û‘udà߀‰   ˆ€‰ ‰á—ud “  ˆud⠇u‘ ˆ ˆ ˆu‰ ‰u   ™ Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames. de acordo com o especificado em cada exame. triglicerídeos. V rios analitos t m concentraç es no plasma e no soro diferentes. fosfatase alcalina. colesterol. O uso contínuo de etanol eleva HDL. Postura: quando o s retirado na posiç reta. albumina. ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total. renina. O ato de abrir e fechar a m ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas. A curto prazo. As amostras devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç aerolizaç . amônia. Se o sor ser analisado no momento. Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado. A cafeína pode promover glicólise. GGT. pode variar de minutos at dias. na exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç . pot ssio. hemoglobina e hematócrito. devendo -se atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. leucócitos e hem cias no sangue perif rico. creatinina. A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. dehidrogenase l ctica e nas dosagens de pot ssio. triglic rides. VCM. epinefrina. fosfato. haptoglobina. Nas amostras uri rias. aldolase. ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. Hemólise significativa causa aumento na atividade plasm tica da aldolase. amônia e c lcio ionizado. deve se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç . aldosterona.¼½¿¾ÁÀÃÂÅÄÇÆ¿ÀÃȝÉʾRË Ì Í¿ÎÇÍ¿ÏGÐtÑÓÒÃÔÕÍ×ÖÙØ O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç laboratoriais. principalmente em amostras de 12 ou 24 horas. tubos sem aditivos devem ser utilizados primeiro.  du’€‘ †  ã€ä Ûdu‘ud ‰Á‘uˆu‰Á–€‰u—u” ˆ †d ˆ uˆ ‰ ˆ€‰Á” ˆ † ˆu‰ †  ˆ€‰ €– ‘€ †‰ Instituto de Patologia Clínica H. ALT. fosfatase alcalina.

PARDINI .40 Instituto de Patologia Clínica H.

Raspado Uretral (homem/mulher). salpingite. . Uma de suas principais vantagens possibilidade de ser realizada em amostra de urina. colher em frasco est ril. ao inv s do raspado uretral. uma vez que est resente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. artrite reativa e artrite psori tica. Método: PCR . Ú ‰– ˆ uˆ Á ˆu‰R‰um  ˆu‰Ó—ud嗀‰u”u‘ ”u‘u‰¿‘uˆu‰ † Þ  ˆ ãuä æˆ ˆu‰ ×– † —u“€‘ †iç ä Ú † ˆu‰ ˆu‰ Chlamydia trachomatis. Aumento na inci cia do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter. O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. podendo evoluir.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Sangue total (ACD/EDTA). A associaç o mais freqüente a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. uveíte anterior. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7.Urina.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato (homem/mulher).tracomatis respons vel por infecç es sexualmente transmissíveis (uretrites e cervicites). desenvolvendo -se na c lula hospedeira e formando inclus s citoplasm ticas. Este antíg m marcador da doença. pesquisa PCR Coment rios: Os antígenos HLA s rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. Endocervical (mulher). A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes. ãuä æˆ ˆ™ ” †  † ‰«‘uˆu‰  ހmu  † †‡ ˆu‰ u– ™” †d †™ ™” “ † ‘uˆu‰RÞ ‘uˆu‰RÞ ˆ ä† éˆ †Áè † ‘u”  † Instituto de Patologia Clínica H. A C. pesquisa PCR Coment rios: As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias. N colher em heparina.Antígeno HLA-B-27. respons vel igualmente por conjuntivites e pneumonia no rec m-nascido. A PCR til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia trachomatis. Para amostra de Urina. PARDINI 41 . Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30% dos homens. . at dias da coleta entre 2o e 8o C. quand tratadas.Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta.Swab. Limitaç es: N o pode ser realizada na conjuntiva. . . reto ou esperma. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças. Conservaç o para envio: . at 10 dias da coleta em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o a 25o C.Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta. Laboratórios: Colher em tubo est ril. Laboratórios: Para amostras de raspado uretral e endocervical cess rio kit especial com swab apropriado e meio de transporte. HLA-B37 e HLAB39 e interpretaç jetiva ). N congelar. para infecç s profundas (epididimite. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta. e alguns destes antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças.Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada. Método: PCR . esterilidade t ria). peri-hepatite.

sangue total. sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral.Infecç rec m -nascido: a detecç CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras semanas de vida define a infecç o co ita. GONORRHOAE . A sensibilidade e especificidade s % e 100%. M todo: Multiplex PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL). trachomatis. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo. sendo que a segunda reaç o s m uma regi interna à primeira. a maioria das bact rias associadas às infecç es do trato genital: C. hominis. É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. Manifestaç s graves podem ocorrer quando o CMV irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante.U. N. líquor. genitalium e U. Laboratórios: Colher em frasco est ril. dù‡€‘ ˆu‰ ñ u– óuô ò ‘uˆ€‰ † † —u‰«† ‘u‰uˆu—€‰ ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰Û”u‘ † ˆu‰Rû †Rü ô d€‘uúuˆ † 42 Instituto de Patologia Clínica H. Limit o: Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente. UREALYTICUM – M. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina. . infertilidade e gravidez ectópica. pertence à família dos herpesvírus. material de biópsia. A importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto.PCR qualitativa Coment rios: O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA. Conservaç o para envio: At dias da coleta entre 2o e 8o C. líquido amniótico. . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) . ai isponível em nosso laboratório. AIDS). É encontrado na saliva. o CMV em geral ssintim tico. Em adultos s veis. GENITALIUM – M. É uma t cnica mais simples. em um ica reaç . secreç es vaginais. M. A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal) st ssociado à presença de doença.Citomegalovírus (pesquisa do DNA) . Ú †d ‰uÞì‘uˆ † ˆ ˆu‰í—€‰ † ˆ u‘ ˆuu’ ‰î u“ ‘ —u‰ ˆu‰ ™ ” ˆ ’uˆu‰ ñ ˆu‰Ó” ˆ ”Ç—€Ç” ˆu‰ ò óuô õuóuô † ˆu‰ (— ˆ€‰ö”u‘ ‘uˆu‘u‰Ó —udR”™ ”‘uˆuå‰Rd — ˆu‰R—u‰ ø ™ † d€‡u—u”  ‡ ˆ † €d u— uë Þ ™ ” † † ˆu‰â—u”âê ’€ˆ ™” ˆu‰ “ ™ ” ™ duÞu—u † ˆu‰âdu’uÞu—ud`”â– ˆ€‰à—u”Ûïu“ð ˆu‰ ˆu‰ † ˆu‰÷—u” † ì d Doenças sexualmente transmissíveis . urealyticum. outros fluidos orgânicos. Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra. As DST est tre as 5 principais causas de procura por serviços de s (OMS -1990) e quan tratadas podem levar a doenças inflamatória s da pelve. urina e outros fluidos corpóreos como o s men. HOMINIS Coment rios: A multiplex PCR capaz de detectar. gonorrhoea. dado ao seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais. . pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose infecciosa. r ida e sensível que os m todos convencionais.Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. TRACHOMATIS – N. A PCR pode ser realizada no líquido amniótico. plasma.S realizadas duas PCRs. e às vezes. respectivamente. M. aumentando a sensibilidade desse procedimento.Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç retende -se afastar o a possibilidade de infecç o intra -uterina.Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de biópsia de les s ou órg os suspeitos. É um m t invasivo por utilizar amostra de urina de 1 o jato. -N rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta. PARDINI . PCR C. A PCR til nas seguintes situaç s: .

Dengue – PCR qualitativa e tipagem

Coment rios: A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent dengue 2 ou 3. A confirmaç iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç e iniciadores (“primers”) específicos. M todo: Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conserva o para envio: At ras entre 2o e 8o C. Limit o: Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

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Gene CCR-5, pesquisa da del ¢¤£¦¥ o Coment § rios:

A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç lo HIV -1 por cepas macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Aus cia de deleç o no gene CCR -5 Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.

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Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios: A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de 10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A pesquisa de DNA do HBV no sor marcador mais sensível na avaliaç infectividade e replicaç viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç or cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Condi o: 1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nota: A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

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HBV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Útil para avaliaç rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores crônicos do HBV. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Indicado para avaliaç o do paciente que est respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o: - Mutaç M: a substituiç mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç 8 na proteína da DNA polimerase leva a reduç vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. - Mutaç regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552): . Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç , leva a uma reduç de 150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina. . Mutaç o M552I: a substituiç metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç st relacionada com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç cerca de 10.000 vezes da sensibilidade. M todo: Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç m cadeia da polimerase (PCR) e lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas. Condi o: 2,0 mL de Soro em tubo est ril. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). 

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Hepatite C
HCV, GENOTIPAGEM
Coment rios: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili tica, o que leva à uma grande heterogeneidade em suas s cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b, 1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo. M todo: Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest com Enzimas de Restriç o (RFLP) Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Conservaç o para envio: Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUALITATIVO

Coment rios: O HCV o principal agente das hepatites -A -B. É um vírus RNA pertencente à família Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para: - confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo; - fazer o diagnóstico da infecç lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que podem permanecer soronegativos; e - detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o. A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log. M todo: Transcriç Reversa e Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente mero de cópias do RN A do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o próximos a o limite de detecç teste. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem Coment  rios:

Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes. Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç rolongada no paciente imunocomprometido. Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç lo HSV, o diagnóstico precoc e extrema importância. O uso da PCR cess rio nos c asos de: - Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a especificidade de 99%. A PCR tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu diagnóstico. - Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com meningites recorrentes. - Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo). - Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR). Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus) Condi o: 0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab das vesículas Condiç es de envio: Líquor e Swab - refrigerar overnight. Tecidos - enviar em gelo seco. Valor de Refer ncia: Negativo. Limit o: Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

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HIV
HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios: O HIVum vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores, especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da Imunodefici cia Adquirida (AIDS). A PCR qualitativa do HIVtil para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es sabidamente infectadas pelo HIV-1. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente. Laboratórios: Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2o e 25o C. N congelar.  

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HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL

Coment rios: A realizaç ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50 cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV 1/mL. Condi o: 1,5 de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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HIV PCR - QUANTITATIVO

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Coment rios: A quantificaç carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: - Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.
Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr Carga viral AIDS após 5 (cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç > 36000 62% 13000 – 36000 49% 4000 – 13000 26% 4000 8% 

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- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000): paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000 (PCR) cópias /ml. - Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se: .N eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento. . N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses. . Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais. . Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%). . Deterioraç clínica. OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do que 0,5 log10 (~3 vezes) s consideradas significativas do ponto vista clínico. 2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo. O valor mínimo quantific vel 400 cópias de RNA viral/mL de plasma. Condi o: 1,0 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV QUANTITATIVO - NASBA

Coment rios: O NASBA teste aprovado pelo Minist rio da S utilizado na r lica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de detectar at cópias de RNA do HIV -1/mL. M todo: NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 5,0 de Plasma (EDTA/ACD). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente 2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua...

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HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste est indicado para: - determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual. - avaliar o padr vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV. - avaliar o padr resist cia na mulher gr vida. Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais, ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a. M todo: Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e seqüenciament tico. Valor de Refer ncia: N o foi detectada a presença de resist ncia Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30 dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL. Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na requisiç o. Conservaç o para envio: At ras à - 40C. Enviar em gelo seco. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes genotípicos quanto os fenotípicos s uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç terapia leva a proliferaç tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade. 

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Laboratórios e m dicos: Solicitar kit especial para coleta do material.Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar. Para isso. Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para os vírus do grupo A (6. solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a paciente n deve estar menstruada. cavidade oral). Para os casos de coleta c rvico-vaginal. 33. a crit rio clínico. . Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV. 18. a presença de sangu e ( menstrual) ou cont vaginal supostamente infectado n traz qualquer alteraç resultado. só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias. vulva. 39.Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados. . . quebrar a haste. no exame colposcópico. confirmar a presença de infecç o ativa com nova coleta após intervalo de tr s me ses. 42. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da tera tica. 56.1 cópia de vírus por c lula. 52. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. is.Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50. vagina. sugere-se. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e 8o C por 1 noite. 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at semanas em temperatura ambiente. a crit rio clínico. preferentemente nas reas consideradas suspeitas. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. Instruç es: N o recomend vel efetuar exame digital (toque). ñ † † ˆu‰«–€” ˆu‰â— ™ “ ˆ † ˆ€‰ ˆ ñ † ˆ†  ˆu‰÷‘u‰ ˆ B † ˆu‰ý— †  ‘uˆu‰ ˆ€‰Á–u” “u‘  ”€‡u—u‰ –u“u‘ † ˆ€‰öëu”  uˆ ‰  † ’u“€‘ ˆ ™” † †  –u“ ô  “ ˆu‰Û—u‰ † ˆu‰ ’€“ ˆ ‘€‰«‘u‡ ™” ˆu‰ “ ˆ †ÿ † Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa do(s) tipo(s) específico (s).Em virtude da biologia viral. antes de qualquer tratamento. após entre . Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. 31. evitar contaminar a escova. Captura Híbrida Coment  rios: Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç lo HPV. 58. essa deve ser umedecida com soro fisiológico. tecnologia Digene Coleta: O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório.Para aferir a efic cia do tratamento. 51. regi rineal e perianal. Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da aplicaç o do cido a c tico e iodo. inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material.5 a . 11. colposcopia ou assepsia pr via.A Captura Híbrida cont m sondas icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco nicos. efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi se quer estudar (colo uterino. esta deve ser realizada em primeiro lugar. podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea. Nesses casos.HPV. PARDINI 51 . 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1. . 35. equivalente a 0. 45.25o C. M todo: T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais. raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova. a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da anatomia patológica. Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da caixa. Na coleta de material da pele. indicam peque mero de cópias virais por c lula. necess ria a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç o local anatômico de onde deve ser colhida a amostra. Nota: . .

PCR . 73. . essa deve ser umedecida com soro fisiológico.Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material. Tipo do HPV Risco Associaç freqüente Associaç menos freqüente 31. raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de coleta. CP8061. regi o perianal. 53. 55. MM7. perianal.O material dever ser enviado o mais r pido possível. p nis. 35. 59. preferencialmente nas reas consideradas suspeitas. vulva. 56.Tipagem Coment  rios: O HPV  m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. Cuidados -N recome vel efetuar exame digital (toque). indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica. 68. H forte evi cia de que o HPV desempenha um papel na carcino se da genit lia externa. quebrar a haste. 51. pr cio.25o C. 18 MM4. . Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. colposcopia ou assepsia pr via.Solicitar kit especial para coleta do material. Identifica tam m a presença de infecç s mistas (por mais de um tipo diferente).Evitar contaminar a escova de coleta. cavidade oral. 43. uterino. 57. conforme seu potencial onc ico (ver tabela). glande. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas. existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV). CP6108.HPV. e MM8 Nota: Sensibilidade do teste e 15 cópias do genoma do HPV. biópsia de colo. 54. 33. Alto Risco 16.Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç cido ac tico e iodo. . Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta.N realizar a coleta durante o período menstrual. Existem mais de 70 genótipos do HPV. 40. Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo risco. em temperatura ambiente.5o a . . . Na coleta de material da pele. CP8304 e CPLVL1 Baixo Risco 6. dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero. . 66. 52. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. MM9. das neoplasias intraepiteliais vulvares. Em mais de 90% dos casos de câncer cervical. após entre . PARDINI . 42. 34. M todo: PCR .Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP) Condi o: Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino. 44. 62. 39. no exame colposcópico. †ˆ †  ˆ€‰ù’€” ˆ u ‰ å — ‰€’u“u‘ ˆ m† ” † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰ †— “ † “  ”€ˆ –u‡ ’u“u‘u”   u’ ˆ€‰ —€“u‘ « ‰ €— « ”‡  ™” ñ óuô ™ “ ˆu‰ † u” €‘ u—  u‘ —u ‘u“ ˆu‰ ˆ ˆu‰ uˆ « ‰ u— « ‰ † ˆ †  ˆu‰  ô  ™”  ˆu‰ † 52 Instituto de Patologia Clínica H. 58. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite. 45. anal. esta deve ser realizada em primeiro lugar. Para aferir a efic cia do tratamento.É recom vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta. vagina.Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar. 67. . Coleta . e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia humana. 11 26. bolsa escrotal. 70.

N congelar. contato sexual e seringas contaminadas (usu rios de drogas).Lavado brônquico alveolar . ñ uˆ ‰R”  ò óuô †©F ô ñ uˆ ‰R” óuô ˆ u– ˆu‰   –† ™ ” duˆ€–u‰“ —u‰¿–ud ˆ€‰ † €” ‘uˆ€‰  ˆu‰ Mycobacterium Tuberculosis. Laboratórios: Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o). A transmiss rinatal ainda n foi comprovada. M. Obs. uma característica do m todo. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2 o a 25o C. detectados atrav s do Elisa. PARDINI 53 . Detecta diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas. intracellulare. ou inibiç replicaç o. sensível e r ida. kansasii. auxiliando no controle de disseminaç o da doença. fortuitum. etc. gordonae. M. Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos tuberculost ticos. Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da t cnica Western blot ou do PCR.0 mL de Escarro . PCR Coment  rios: O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA). As amostras devem ser processadas em at . M. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 5.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA).Líquido Pleural Secreç o orofaringe. PCR pesquisa Coment  rios: A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d lica em todo mundo. no m ximo 72 horas após a coleta. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. N congelar. O PCR est indicado tam m. † ñ †  óuô òˆ † – €  ˆu‰ý‰ † ˆu‰«–€” ˆ u ‰ ý — ˆ u ‰ ë!u“u‘ † †”   m† † † ô ˆu‰ †  Micobact C rias. M. identifi D¦E £¤¥ o em cultura Coment  rios: O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio de cultura. A presença de anticorpos anti-HTLV-I. permitindo o diagnóstico e tratamento precoce.HTLV-I. Trata-se de t cnica específica. u– —€‰ † ” † du‡ ”í–€‡um † ˆ ëu” † ô †HG u– † ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰î—u” ˆ Instituto de Patologia Clínica H. ncontrado em alta fre cia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. com uma desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao HTLV-I (MAH). Sua transmiss corre atrav s de transfus e sangue.1a urina da m (após assepsia) .). Conservaç o para envio: At meses entre 2o a 8o C. para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I.Refrigerar e enviar o mais r ido possível. avium. (falso negativo). M todo: PCR . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou 10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9). ajudando a guiar decis s ter ticas. O diagnóstico r i ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. . M. de qualquer material clínico (M.: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo). tuberculosis.

PARDINI .54 Instituto de Patologia Clínica H.

androstenediol.0 mg/24h por ano de idade . tendo o restante origem testicular no homem. sendo os catabólitos urin rios do DHEA. androsterona. doença de Cushing.Ingest o normal de líquidos. à crit rio m ico. síndrome dos ov rios policísticos. tumores da suprarenal.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. ˆ ñ “ ˆ ‘uˆ ™ P R R òQ Q † †— ˆ   ˆu‰R—u”  17 KS ˆu‰ì” “ óuô ˆ †@ S ™” † †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.ambos os sexos (< 1 ano): 1. VOLUME URIN RIO. SDHEA.3 a 1. deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente: .feminino (1 a 10 anos): 0. tumores de testículo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. administraç ACTH e corticóides.0 mg/24h por ano de idade Condi o: Urina de 24h.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina.At 4 anos: questionar volume > 500 mL .3 a 1. androstenediona. tumores hipofis rios. Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal. . M todo: Drekter Valor de Refer ncia: Homem 10 a 20 mg/24h Mulher 5 a 15 mg/24h Crianças . se originam principalmente na adrenal.05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL . sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). mas o da testosterona. Em mulheres.17 Cetosteróides Neutros Totais I Coment  rios: S o derivados dos andrógenos. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal. Pode ser realizado após supress o com dexametasona. Valores elevados s ncontrados na hiperplasia adrenal cong nita.masculino (1 a 13 anos): 0. .10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL .0 mg/m2 superfície corporal . PARDINI 55 .

deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente: .0 mg/24 horas por ano de idade Condi o: Urina 24h.5 a 2.17 Hidroxi Esteróides Cetog T nicos U Coment  rios: Fornece uma estimativa do produç o do cortisol.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. . .0 mg/24 horas por ano de idade . Aumentos discretos ou níveis normais s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas.ambos os sexos (< 1 ano): 1.At 4 anos: questionar volume > 500 mL . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. jejum prolongado.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL.5 a 2.Este teste n feito sozinho veja tamb m 17 KS. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. Encontra -se elevada (4 a 6 vezes) na obstruç o biliar. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL .05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL . VOLUME URIN RIO.9 tem sensibilidade de 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica.8 mL de Soro. ñ ˆu‰ ˆ  ò óu† ô  †Rþ ô ˆ    56 Instituto de Patologia Clínica H. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.feminino (1 a 10 anos): 0. insufici cia renal e tica podem acarretar concentraç s urin rias baixas. PARDINI . Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1. clordiazepóxido. . A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os metabólitos do cortisol. Pode ser realizado após supress com dexametasona.0 mg/m2 superfície corporal . Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no hipertireoidismo. ñ ˆu‰ ˆ V V òW ™”  † †— ˆ u‘  ‘u “ u ‘ 17 OH ¡ u” u–  óuô ˆ †@ ˆuY ‰ † † X ™” †Rþ ô  5-Nucleotidase Coment  rios: É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares. à crit rio m ico. Hipotireoidismo. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.masculino (1 a 13 anos): 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. colestase intra -hep tica e cirrose biliar. fenobarbital e fenitoína. Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo).Ingest o normal de líquidos. M todo: Norymberski Valor de Refer ncia: Adultos 9 a 24 mg/24h Crianças .

M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia . Líquor.Plasma: 5. . Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C. uso de medicamentos (biguanidas. A elevaç o pH uri rio. no choque. promovendo hipocalci ria.: mmoL/24 X 208 = mg/24h Condi o: Urina 24h. Refrigerar (facultativo). Caso tenha feito algum exercício físico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 h p .53 mmoL/24h ou 320 mg/24h Obs. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança at 10 anos > 0.96 mmoL/24h ou 200 mg/24h Adultos > 1. sendo o principal metabólito do glico io em anaerobiose.0 mL de Sangue). salicilatos. que acompanha a administraç citrato.  ’€ “u‘  ò ò † ñ  “€‘ ‡  ” € – u  ˆ€‰ “ ˆ ”   ˆu‰© ˆ u ‰ ‰ —u”ý óuô ô † † ˆu‰â‘ud ¡ ‰ u– Instituto de Patologia Clínica H. 2 gotas para cada 2.8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto. das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs. h tica. O citrato reduz a taxa de formaç o de novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes.` Coment rios: A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico.0 mg/dL Valor de Refer ncia . aumenta a solubilizaç ci rico. leva a um aumento na reabsorç tubular renal de c lcio. repouso de 30 minutos.9 mg/dL Condi o: 0. Instruç es: Cliente deve estar em repouso. cido Cítrico. Evitar movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue. onde níveis normais s sualmente encontrados. O citrato administrado via oral.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant rigatório).Líquor: 10. após exercícios físicos. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria. intoxicaç o por etanol. Conservaç o de envio: Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C. O citrato tem importância marcante na calculose urin ria recidivante. anomalias do metabolism cidos graxos e amino cidos. glicogenoses cong nitas.8 a 18. 353 Conservaç o de en vio: At dias com conservante. barbit ricos). dosagem  ñ a a óuô  ò † b ˆ   ‡ ‡ ‡  ˆ€‰à—u” b ˆ ‡ —€‰Á —u‰»‡ €ˆ ì ‰— ˆ u ‰   ” † ‰um ‘u ‡  ‡ ˆu‰ ˆ cido L c tico Coment  rios: ` †Rþ ô u’ O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos. informar volume total. ao contr rio da meningite viral. Dessorar rapidamente. Valores elevados s encontrados no pós -prandial.7 a 22. hiperuricos ria. Garroteamento r ido. PARDINI 57 . insufici cia renal. Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite bacteriana. hiperoxal ria ou dist rbios intestinais.

M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança 13 a 38 mg/24h Mulher 4 a 31 mg/24h Homem 7 a 44 mg/24h Condi o: Urina 24h. metildopa. intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de c lcio. tomate. Anti-inflamatórios. 353. dentre outras drogas.. diur ticos. N Refrigerar. Evitar: lim . . estando elevado em v rias situaç es clínicas al m da gota. etilismo. espinafre. ‰– ™ ‰í † —u‰í‡ ˆ u ‰ Á † ”€‘ † í “u‘ † ˆ u ‰ Á — € ‰ † ”u‘ ˆ€‰(–€‰ —u‰ý —u‰ý‡ ‰ † ”  ˆu‰â—u‰i ‘€ ˆu‰Á—ud€ëu” ˆu‰  † ñ †  ‡ òq p p óuô q †ô ‡€m †‡ dum † “  † … Continua. gelatina.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. A dieta e o us cido ascórbico podem alterar os resultados. . psoríase. dosagem Coment  rios: ` †Rþ ô ˆ€‰ å” ™ ” –uu’  Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota.M. porfiria.4 a 6. lcool causa diminuiç ra to uri rio.. abacaxi.0 mg/dL Homens 3. Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias. doenças infla matórias intestinais. Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas. corticóides. vitamina C. defeitos dos t los renais. Níveis elevados tamb m s contrados na insufici cia renal.0 mL de Soro.4 a 7. colher urina de 24h conforme instruç s . Após dieta. pós -operatório de bypass intestinal. c lcio. acerola. laranja. uso de paracetamol. beta-bloqueadores. didanosina. morango. alopurinol.0 mg/dL Condi o: 1. Urina: cerca de 70% ci ric liminado pelos rins. N o colher durante o período de cólica renal. PARDINI . neoplasias. metotrexato. cido O d¦e lico  f ñ   òh g g g ˆu‰ ‘u  h h  †‡ ‡ ‰ùd —€”ù † —€ ”   –udu‰ m ˆ ˆu‰Ó ˆu‰ óuô ˆ ˆu‰ cido Úrico. Hiperoxal ria pode decorrer de m sorç o intestinal. diur ticos e warfarim podem interferir no resultado. M todo: Colorim trico Enzim tico SANGUE Valor de Refer ncia: Mulheres 2. indometacina.): O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C. pós -quimioterapia e radioterapia. cetoacidose di tica. pr eclâmpsia.` Coment rios: A excreç ri ria do oxalato m preditor de nefrolitíase. Esta dosagem til em pacientes com c lculos urin rios para identificaç les com excreç rin ria de urato aumentada. durante 48:00 horas. Hiperoxalat ri tect vel em 30% dos pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato.JO 8h. intoxicaç r metais p esados e no aumento do clearence renal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. uso de tetraciclina. Dieta (sugerida ou C. Conservaç o de envio: At dias entre 18 a 25o C.O. aspirina (doses baixas). 58 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total. aspirina. ampicilina. dieta rica em purinas. verapamil.

peric rdica e peritoneal. criptocóccicas e neoplasias. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em infecç es bacterianas. . Pleural . rts IDO ÚRICO URINA Valor de Refer ncia . .0 U/L Líq. † ˆu‰ ” ˆ€‰  ˆu‰©—ud uˆ ‰ ñ †ò †Hv @  †iÿ @ †iÿ @ † Hv @ óuô ô † † R— ™ ˆu‰ ˆ m†  Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro.12h: 75 a 425 mg/12h Valor de Refer ncia .0 mL Líquido Sinovial. Líquor . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Soro: at . ñ óuô † Rô —  †ò  Adenosina Deaminase u ADA Coment  rios: ADA  ma enzima que cataliza a convers adenosina à inosina.Líq. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de tuberculose meníngea.. *Urina 24h.Adultos.. 353 ò ò óuô † du‘ ¡ ˆ ˆu‰ u’  LÍQUIDO SINOVIAL . hor rio inicial e final da coleta. informar o volume total. PARDINI 59 .Continua. peric rdico.0 U/L Líquor/Líq. Pleural: at . Soro: at ias entre 2o e 8o C. A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico. no líquido peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%. peric rdico: at . Conservaç o de envio: Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C.Líq. N Refrigerar. participando do processo de diferenciaç proliferaç d e linfócitos. No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose.0 U/L Líq. no líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. manter em local fresco. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%.DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Semelhante ao Soro Condi o: 2. Ascítico .0 U/L Condi o: 0. *Urina 12h. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina.*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p .Liq. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. Resultados falso negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA.24h: 150 a 850 mg/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . Ascítico: at .

queimaduras. Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o associados à pancreatite. Líq.8 mL de Soro. pancreatite.4 a 11. Na macroamilasemia encontramos a amilase ligada a uma proteína maior.8 mL de Soro. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. determinando níveis s ricos aumentados e níveis urin rios normais. Nascido at . Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças ticas. † ñ w w w w  ò m† ˆ€‰Ù—u‰ ¡ ”u–€  ˆu‰ x x x x † uï óuô †Rþ ô Amilase Coment  rios: Sangue: enzim excretada pelo pâncreas. Valor de Refer ncia: Soro: at U/L Urina 24h: at U/24 h. cirrose hep tica. infarto do mioc rdio e neoplasias. lcer tica perfurada. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Aldolase Coment  rios: Essa enzima utilizada na avaliaç s quadros de fraqueza muscular. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos. sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Urina 24h . Em 10% dos casos de pancreatite amilase no soro e líquido ascític rmal.Líq. sem significado patológico.8 U/L > 2 a 16 anos 1. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: R.2 a 8. PARDINI . Laboratórios: Enviar 5 mL de urina e informar volume total. aneurisma de aorta.7 a 4. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s considerados significativos. Urina 2h: at U/2 h Líq. Pleural: Igual ao soro. apendicite.6 U/L 10 a 24 meses 3. Ascítico . Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares.9 U/L Condi o: 0. traumas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. meperidina e morfina. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Amilase no líquido ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite. Instruç es de Coleta: Veja Urina 2 ou 24h p . caxumba. uso de colin rgicos. Níveis elevados s encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite. colecistopatias sem pancreatite.8 U/L Adulto 1. d†  ‡ dö– † –  ˆu‰ö” m † ˆ † ‰ † ‘€‰ ˆ u ‰ ñ ‘† óuô † ˆu‰÷”ö‰  † uˆ ‰ ˆ † ïAò @ †yv A@ †iÿ ðA@ †Rþ ô u’ 60 Instituto de Patologia Clínica H. obstruç infarto intest inal.Urina 2h. Ascítico/Líq. Pleural. Eleva -se 12h após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias.

transporte.0 mg/dL Valor de Refer ncia .0 mL de Soro.JO 12h. ñ ˆu‰ † † A@@ † † ò ò óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H.0 a 175. insufici ncia cardíaca congestiva e infecç r bact ria urease -positiva. Conservaç o de envio: Enviar congelado.8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia. n macroamilasemia encontra-se clearence baixo. sangramento gastro -intestinal. neonatos normais (transitória). Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye. nutriç renteral total . PARDINI 61 . Clearence Coment  rios: É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia.Amilase. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia .0 mg/dL Condi o: 1. .APO A1: 91. IDL. É um fator de proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral. M todo: Enzim tico UV Condi o: 1. hemólise).APO B: 63. A Apolipoproteína B (apo B -100) o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL. Valor de Refer ncia: 1. hipovolemia.  ”u‡€—u“ ‰ d † ¡ €” –u ñ ˆu‰R—u‰ óuô  ò ô ˆ  m ˆ † ˆu‰ ˆu‰å–ud ˆu‰¦  ˆu‰R–u‰ †  “ ˆu‰R”u‘ ˆ † € € €  † ™” Apolipoproteína A1 e B Coment  rios: A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL. terapia de hiperalimentaç . marcador específico.0 mL de Plasma heparizado. uso de valproato. Apo Bfator de risco para doença coronariana. Na Amônia Coment  rios: †Rþ ô ò A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no cont do intestino delgado e grosso.8% Conservaç o de envio : At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. tabagismo. choque. as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a insufici nci tica. tabagismo.2 a 3. Reduç s ní veis de amônia plasm tica s contrados na Hiperornitinemia. asfixia perinatal. infecç rin ria.0 a 133. Valor de Refer ncia: 0 a 10 dias 100 a 200 µmoL/L 10 dias a 2 anos 40 a 80 µmoL/L > 2 anos 10 a 47 µmoL/L Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta. miopatias mitocondriais. entretanto. LDL e lipoproteína (a). ñ ‘† óuô ˆu‰ sendo. Excluindo as vari veis pr -analíticas.

Bilirrubinas. Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2.0 mg/dL 3 a 5 dias 15.5 mg/dL < 24 horas 8. transfus o de sangue. tóxica. dosagem Coment  rios: A bilirrubi um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial. conjugada no fígado para. ser excretada na bile.0 mg/dL 12. Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós hep tica. .4 mg/dL Indireta at .2 mg/dL Bilirrubina Total (Rec m Nascidos): Idade Pr -maturo Termo Cord o 2. reabsorç o de hematomas. Rotor). Test til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia. les atócitos (viral. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas.9 mg/dL 2.0 mL de Soro. Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas.5 mg/dl. lcool) e obstruç o biliar (litíase. a seguir.Proteger da luz.0 mg/dL Condi o: 1. eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. hemólise autoimune.0 mg/dL 10. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças ticas heredit rias (Dubin Johnson. PARDINI .0 mg/dL < 48 horas 12.0 mg/dL 10. neoplasias).0 mg/dL 7 dias 15. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Direta at .8 mg/dL Total at . medicamentos.0 mg/dL 6. Crigler-Najar). ‘ud †  ˆ ñ † ò    † ˆu‰â—u” ¡ ”u– ”†‡ ˆ u” u–   ”u–uˆ  ¡ †  ˆ  ‚ ‚ ‚ †† @@ ˆ † † ñ óuô †Hƒ ð ô ¡ ‰ 62 Instituto de Patologia Clínica H.

defici ncia vitamina D.M. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o.Urina recente. Níveis baixos de c lcio total s contrados na osteomal cia. corticoterapia. alcalose.  SANGUE M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 8. hipertireoidismo. osteoporose. sarcoidose. desidrataç o. Coleta Do 3o para o 4o dia da dieta. Sua determinaç referida na urina de 24h. dist rbios da reabsorç tubular de c lcio.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. hipervitaminose D. Colocar no frasco. uso de diur ticos e estrógenos. Cushing. Hipercalcemi encontrada no hiperparatireoidismo. O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório. Hipocalci ria pode ser sec ria à hipocalcemia. Deixar em temperatura ambiente. hipomagnesemia. insufici ncia renal. Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14 mg/dl. osteomal cia. etc. ñ ˆ † ‡ ˆ € ‰ Á — u ” Á ‘ u ” ˆ€‰ — †– ‡ † ˆ€‰ ‡  €‘u—u † óuô †iÿ õ€óuô óuô †ò †ò ™ ” †  ™ ” ˆ Çdum  ˆu‰ d† u“ˆ Ó ‰ u” ‘ “ ˆ “u‘ ˆ “ ˆu‰ýê m † ˆu‰ uˆ ‰  ‡  URINA M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Com Dieta at mg/24h Sem Dieta at mg/24h Condi o: Urina 24h . hepatopatias.O. Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias. pancreatite.4 mg/dL Condi o: 0. Hemólise pode elevar seus resultados. hipertireoidismo. Laboratórios: Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total. . Tam m utilizado na avaliaç frolitíase. N Refrigerar. síndrome de imobilidade. uso de diur ticos e estrógenos. 20 mL por litro de urina de cido Clorídrico 6N (HCL 6N). hipervolemia. linfoma. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta.): O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados (manteiga. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea. colocar em geladeira. raquitismo. creme de leite. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. colher urina de 24 horas. 353 Conservaç o de envio: At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente.O. hiperabsorç o intestinal de c lcio. algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas. ñ „ „ … … ††iÿuð†ð†@@ ˆu‰  ‡ ‡ ‡ ‡ ‡  ˆ … ˆ ‘uˆu‰  … ˆ †iÿ ô  Instituto de Patologia Clínica H. Conserv o de envio: At semanas entre 2 o e 8o C.). Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C. feocromocitoma.M. requeij o. N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos. queijo. acromegalia. mieloma. neste caso. esp erar 10 dias (C. m sorç . hipoparatireoidismo). trazer ao Laboratório assim que terminar a coleta.8 mL de Soro.C e lcio Coment  rios: Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). rigorosamente antes de começar a coleta. urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina. PARDINI 63 . permanecendo sob dieta.5 a 10. diminuiç s da albumina.). e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal. insufici ncia renal.

40 mg/dL R.35 mmoL/L ou 4. ferritina e ferro s rico. PARDINI . de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo).7 mmol/L Hipocalcemia Severa 0. Veja tam m ITL. LIVRE M todo: Schade Valor de Refer ncia: 140 a 280 µg/dL ñ ˆu‰«—€‰ u‘ d † óuô m † †©‘ ô ò ò  ˆu‰ † ˆ€‰ ˆuˆ ‰ö”€‘ ˆ TOTAL M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre Valor de Refer ncia: 250 a 410 µg/dL ñ  64 Instituto de Patologia Clínica H. ma ior o aumento do pH.28 mg/dL at s 1. Encontra -se elevado na anemia ferropriva.32 mmoL/L ou 4.80 a 5.Nascido: 0. Valores normais ou baixos s contrados nas anemias de doenças crônicas.17 a 1.20 a 1. re presentando 43% desse. entretanto varia com o ph (aumenta na acidose. em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf. A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso de ferro. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro repetidas vezes. quanto maior a manipulaç . desnutriç o e estados inflamatórios.8 mmol/L Hipocalcemia Moderada Obs. Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório.JO 8h. N enviar a amostra em pipetas de pl stico. Útil no diagnóstico diferencial das anemias. Vide alteraç s patológicas no c lcio total. siderobl sticas. Laboratórios: Dessorar rapidamente e congelar imediatamente. que bloqueia a leitura do aparelho.: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0.C e lcio Iônico Coment  rios: O c lcio iônic fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total. A dosagem do c lcio iônico independe da albumina.70 a 5. Condi o: 1 tubo de Soro (tubo gel). hemolíticas.  ˆu‰ ‰ † † d ˆ  ñ ˆu‰Rd  ò ˆ ‰ ˆ † uðRdu‘u‰ ‰ ‰ ˆ ‰ ˆ u ‰ ‰ óuô †©¨ ô ˆ€‰  du‘ ¡ ˆ †  ˆ ™” ˆu‰   ˆ ˆu‰ “€‘ Capacidade de Combin  £¦¥ o do Ferro Coment  rios: Os sítios agregados de ligaç ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de combinaç ferro total. .25. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Eletrodo Seletivo c/ correç tom tica p/ variaç o do pH Valor de Refer ncia: Adultos 1. diminui na alcalose). Sua concentraç mais baixa à noite e maior pela m . pois. tubos de soroteca ou vidro. uso de anticoncepcionais e gravidez. Condi o: 1.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hemocromatose.

JO 10h.  ˆ † ”á —u”–@ R” m † † ñ ˆu‰R—u”Rmu‰ ò—u”Rmu‰  u ˆ R ‰ óuô †ô u’ud ˆ  ™”  ˆu‰R• Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 6.0 mL de Soro. respectivamente. pesquisa Coment  rios: Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da cetonemia: diabetes melito descompensado. ñ m† † ò † ˆu‰÷ˆu—u‰Rd • † † E. Amniótico. realizado no líquido amniótico. S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes.5%.Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. ricas em lípides Valor de Refer ncia: Formaç lhas est veis à partir do 3 o tubo. Teste de clements. Fosfatidil Glicerol. Fosfolípides. ˆu‰Ù—  ñ óuô †ò † “ † †H• ð ô ¡ ‰ Clements. al m da interfer ncia de drogas.0 mL Líq. “ “ “ “ ” ” ” ” óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Cetonemia. diarr ias e doenças metabólicas. . como a levodopa. estresse. vômitos. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos os tubos . Teste de Coment  rios: Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em presença d lcool absoluto e . Veja tam m Fosfatidil Glicerol. Fosfolípides. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico .C ’ lulas Orangiófilas. ou apenas o primeiro for positivo. etilismo. M todo: Formaç lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina. Relaç M todo: Azul de Nilo Valor de Refer ncia: Abaixo de 1% antes de 34 semanas entre 1 e 10% entre 34 e 38 semanas entre 10 e 50% entre 38 e 40 semanas acima 50% 40 semanas em diante Condi o: 1. Rela ç E. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Veja tam m C lulas Orangiófilas. pesquisa Coment  rios: No teste do azul do Nilo. o que permite avaliaç o da maturidade fetal.0 mL de Líquido Amniótico. o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas fetais e do v rnix que se coram de laranja)  tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal. o índice de membrana hialina ser m torno de 80% e 30%. subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo tubos. PARDINI 65 . Se os 3 tubos forem negativos. Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer.

Cloreto de Sódio no Suor Coment  rios: Teste do cloreto de sódio no suor til na investigaç fibrose cística (mucoviscidose). Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o. M todo: Iontoforese e Condutividade Material: Suor Valor de Refer ncia: Normal < 40 mEq/L de Cloreto Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto Fibrose Cística > 60 mEq/L de Cloreto Adultos < 80 mEq/L de Cloreto Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística. ˆu‰Û”« —ud  ¡ ‰ €m  ˆu‰ ”uˆ€ ‰ ‡ ˆ m† ‡ ˆu‰Û”u‘ † « ”  m€ ˆu‰ † ‡ ˆu“€‰Û‘ ‰ ˆ † ˆu‰»—u” ‡  “u‘ ñ †ô SANGUE / LÍQUOR Valor de Refer ncia . sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. acidose metabólica. Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido. acidose tubular renal. disautonomia. Em mulheres adultas o teste sofre variaç s com o ciclo menstrual. PARDINI . Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos.Líquor: 690 a 770 mg/dL Condi o: 1. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. Sudores induzida no antebraço por iontoforese. vômitos. síndrome nefrótica. alcalose metabólica. cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos. mucopolissacaridose tipo 1. defici ncia de G6PD. infus salina excessiva. 1. Juntamente com o sódio s s principais respons veis pela manutenç meostase osmótica do plasma. insufici ncia adrenal e hipotireoidismo. desnutriç . hipogamaglobulinemia.0 mL de Líquor. † †‡ ñ ™” ˆ€‰ ˆu‰©—ud “ u ‘ ‡ ˆ ˆ  ”† “ “ “u‘ — — — — ò  ˜ ˜ ˜ ˜ † ˆ€‰ ˆ † Cloretos ™ Coment  rios: CL Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. perdas gastro -intestinais. em especial. . dermatite atópica. Unidades que realizam este exame: Aimor s.sicos. O diagnóstico molecular (PCR para fibrose cística) encontra-se disponível. diabetes insipidus nefrog ico. Klinefelter. 66 Instituto de Patologia Clínica H. acarretando dist rbio da secreç o exócrina.0 mL de Soro. Valores elevados podem ser encontrados em outras doenças: anorexia nervosa.. É uma herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. no diagnóstico da alcalose metabólica responsiva a sal. hipoproteinemia e na sudorese excessiva. ò ò óuô Continua. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides. M todo: Eletrodo Seletivo Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. insufici cia cardíaca.. Doença de Addison. Eldorado I.É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado. colestase. Sua determinaç til na avaliaç dist rbios hidroeletrolíticos cido. acidose respirat ória crônica. Resultados falso negativos podem ocorrer no edema. fístula pancr tica e hiperparatireoidismo. secreç inapropriada de ADH.sicos. S Paulo e Pampulha.Soro: 96 a 109 mEq/L Valor de Refer ncia .

Continua. triglic rides. Tam m utilizado na produç hormônios esteróides. ™ ˆu‰Ý† —u” ‰  † ™ ˆ  ˆu‰í—€d m† † ˆ † óuô ˆ HDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Baixo mg/dL < 10 anos 10 a 19 anos Adultos ≤ 40 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. ñ †H• ð ô ¡ ‰ ô 41 a 59 †ò   Adfe Aceit el mg/dL 110 a 129 130 a 159 Ad Aumentado mg/dL ≥ 130 ≥ 160 Continua. apolipoproteínas A1 e B100. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . 353 óuô ò ˆu‰R–u‰u— –uu’ Colesterol Coment  rios: Sangue: o colesterol principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica.O.0 mL de Soro.. 25% por HDL e 5% por VLDL).O.JO 12h ou C.M. Instituto de Patologia Clínica H.Refrigerar. ñ †ò   Desej †dfe l mg/dL ≥ 40 ≥ 35 ≥ 60 Aceit el mg/dL Ad LDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Desej l mg/dL 2 a 19 anos < 110 Adultos ≤ 129 Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C.32 sugerem transudatos. -N e usar conservante . cidos biliares e na constituiç s membranas celulares. lipoproteína (a). Laboratórios : *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas fraç es. sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por LDL. PARDINI 67 . Condi o: 1. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame.. Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico < 0. Condi o: *Urina de 24h ..Urina recente C.M.. subfraç es das lipoproteínas. Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. proteína C reativa ultra-sensível e homocisteína. Seu metabolismo se d no fígado. .CLORETOS URINA Valor de Refer ncia: 170 a 254 mEq/24h.

pulm o e c rebro.COLESTEROL VLDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 0 a 40 mg/dL Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no fígado. PARDINI . ñ ñ TOTAL †ô †ò †ò ò   M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Pleural. Ascítico . contraceptivos orais. desnutridos e portadores de insufici cia cardíaca.. Ascítico .  Adfe Ad g g óuô †† Aumentado mg/dL ≥ 200 ≥ 240 h h †H• ð ô ¡ ‰ Colinesterase Coment  rios: Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 5.8 mL Soro. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1.Continua. hepatopatas.000 a 14.Líq. Líq.Líq.. ˆ † † ñ  ò óuô †ô “€‘   68 Instituto de Patologia Clínica H.Líq. Níveis baixos tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos.Soro: Faixa Et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL 2 a 19 anos < 170 170 a 199 Adultos < 200 200 a 239 Valor de Refer ncia .0 mL de Soro. Conservaç o d e envio: At semana entre 2 o e 8o C.000 U/L (37o) Condi o: 0.

0 mL de Soro. Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas.Creatina Coment  rios: É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. indivíduos com massa muscular elevada.Urina 24h. necrose muscular. M todo: Colorim trico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óuô ò URINA Valor de Refer ncia: Homem at 500 µmoL/L Mulher at 0 µmoL/L Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . gravidez. PARDINI 69 . 353 òj † i óuô † j † A@@ du‘ ¡ ˆ i u– u ’ Instituto de Patologia Clínica H. miopatias. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . corticoterapia e no hipotireoidismo.Refrigerar. Laboratórios : Enviar 5 mL de Urina. ñ † ô †Rþ ˆu‰Ý”u‘ ˆ u ‰ « — u ” SANGUE Valor de Refer ncia: 76 a 124 mmoL/L Condi o: 3. .

*Urina 12h ou 24h ou C. trimpetoprim.7 a 1. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C. concentraç licose.) ñ É o teste mais utilizado para se estimar a taxa de filtraç lomerular. alimentaç . PARDINI . cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar.M. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12h ou 24h g. cimetidina. anticoncepcionais e anti-inflamatórios).O.5 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .Creatinina Coment  rios: M todo: Colorim trico (Jaff mod. É o produto de degradaç creatina. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. sexo.Adultos. † m † ˆu‰R—ud ò ˆ€‰ † ˆuˆ ‰ ˆu‰«’ ˆu‰ý—u” ’ ˆ  —u‰ý‡ m ˆu† ‰«—ud † SANGUE Valor de Refer ncia: 0. . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. salicilato. idade. proteína. .2 mg/dL Condi o: 1. ci rico. óuô † ô URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: Homem 1.JO 8h. .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. Níveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuiç massa muscular.5 g/24h Mulher 0. Veja tam m Cistatina C. piruvato. mas tam m da massa muscular. sendo sua concentraç s rica n o só dependente da taxa de filtraç o renal. hidantoína.0 mL Soro ou Plasma (EDTA. Fluoreto). k k óuô † †ô òl l du‘ ¡ ˆ … † u–   70 Instituto de Patologia Clínica H.5 a 2.8 a 1.

distrofia muscular. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .: O result corrigido para a superfície corpórea. . acarretando aumentos es rios. informar volume total. miocardite. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo mais sensível que a determinaç s rica isolada. Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%.) Valor de Refer ncia: Homem 90 a 130 mL de Plasma/minuto Mulher 75 a 115 mL de Plasma/minuto Obs. final da coleta. hor rio inicial. Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio.0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h.Creatinina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: 1. hipertermia maligna. Armazenamento da urina por muito tempo.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. em traumas e injeç s musculares. ñ o o o o óuô †Rþ ô m† ™”  ò n † uï†@ n † q uˆ ‰  ˆu‰Û”u† ‘ ˆ€‰  n n †© †iÿu¨ ÿÿ  Instituto de Patologia Clínica H. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. PARDINI 71 . M todo: Colorim trico (Jaff mod. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. Clearence elevado pode ser encontrado após exercícios. na gravidez e no diabete melito. dermatopolimiosite. Veja tam m: Cistatina C.8 mL Soro.Adultos. No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal. Veja tam m troponina I. em altas temperaturas pode causar convers creatina à creatinina. exercício físico. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem at U/L Mulher at U/L Criança d e 2 a 12 meses at U/L Criança após 12 meses at U/L Condi o: 0. peso e altura do cliente. c rebro e coraç . É um marcador sensível. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. clearence Coment  rios: Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç lomerular. rabdomilóise. mas inespecífico de les mioc rdica. 353 † ˆ ñ †ò † m n o n óuô d u — u ‰ † †ô m† –u‡ ˆu‰Á’ † ˆ ‘€ ˆ ˆu‰Á—ud ˆu‰ ˆu‰ † … †  –uu’ Creatinofosfoquinase p Coment  rios: CPK Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada. .

Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica. PARDINI . M todo: Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular.Creatinofosfoquinase MB Isoenzima r Coment  rios: Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro. sem significado patológico. Sinovial. A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. ñ ˆu‰ì”€‘ ‡ † ˆu‰Á—ud»”  uˆ ‰ óuô †Rþ ô ò 72 Instituto de Patologia Clínica H. Veja tam m troponina I. pesquisa (Líquido Sinovial) Coment  rios: A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. Os cristais de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa.8 mL de Soro. A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB acima dos valores da CPK Total.0 mL Líq. ‡ CKMB   ˆu‰  ñ  ò óu†iô ÿ  †iÿ • ô ¡ ‰ m† ™” †† Cristais com Luz Polarizada. podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%.

colagenoses. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Relaç o LDH pleural/s rica > 0. Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato. Ascítico . Pleural .10 a valores positivos. PARDINI 73 . sendo liberada na ocorr ncia de dano celular. Condi o: 0. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . etilismo. Níveis elevados s contrados no acidente vascular cerebral. Trata-se de uma das osmoticamente ativos da uri ltimas funç s renais a serem perdidas.6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato.000 U/l s o encontrados em neoplasias e empiema.Líq. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.20 a . pneumopatias.0 mL de Urina 24h.100 mL/hora. trauma e obstruç intestinal. anemia hemolítica. Hemól ise pode levar a resultados falsamente elevados. mononucleose. hipotireoidismo. tumores do sistema nervoso central e meningites. ñ ‡ óuô ™ ”” † ‡ ò ˆ€‰ ‰ ”ådӐu’ ud ‘uˆudÓ ˆu‰R”u‘ ˆ † † ˆ “€‘ †ô –uu’ Instituto de Patologia Clínica H. til na diferenciaç tre a uremia pr -renal. hepatites. Líq. Est levada nas peritonites (espontâneas e sec rias). Raz DH pleural/s rica maior que 0. correlacionados ao fluxo urin rio. Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue.8 mL de Soro. Níveis de LDH acima de 1.0 U/L (37o ) Condi o: 0. pancreatite. Líquido ascítico: níveis de LDH s % dos valores s ricos. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia renal crônica. LDH elevada ocorre em neoplasias.5 mL de Soro + 1. hipóxia. M todo: Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia Valor de Refer ncia: .6 indica exudato. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: 180. renal e pós -renal.0 a 450. NTA: de .Líquor. cardiopatias. 353 Laboratórios: Informar volume total. inflamaç s. †  † † ™ ˆu” ‰ ˆu‰Á—u” “  u‘u—u ˆu‰©A@ ˆ ñ ‘† ò óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ † ˆu‰R• Á” † ˆˆ † ˆ€‰Á”u‘ ` Depur t¤£¦¥ o da gua Livre Coment  rios: Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular.Dehidrogenase L e¦s tica Coment  rios: Sangue:  ma enzima que cataliza a convers lactato a piruvato. anemia megalobl stica. Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. atrav s da relaç o entre os componentes  livre.

talassemias. Nascido 90 a 240 µg/dL Criança 35 a 90 µg/dL Homem 60 a 160 µg/dL Mulher 40 a 150 µg/dL Condi o: 1. Jejum: Criança JO 4h / Adulto JO 8h.Enzima Conversora da Angiotensina u Coment  rios: Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico. doença he tica alcoólica. M todo: Ferene-S Valor de Refer ncia: R. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Veja tam m ITL. valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o.8 mL de Soro. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva. glomerulopatias. anemias hemolíticas. silicose e psoríase. uso de estrógeno s. cirrose biliar prim ria. hanseníase. ™” ECA ñ óuô †Rþ ô  ò † –u ‘uˆu‰  Espectrofotometria 450 NM Coment  rios: Na ocorr cia da eritroblastose fetal. Valor de Refer ncia: Zona 3 de Liley Condi o: 5. anticoncepcionais lcool. A espectrofotometria estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Amniótico. ñ w w w w uˆ í ‰ u— ‰ † † ˆu‰î—ud m † ”R ò x x x x x x  ˆ ˆu‰ ¡ ” ˆu‰©”u‘ ˆ óuô †©y ô 74 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro. Níveis aumentados s contrados na hemossiderose. diabete melito. asbestose. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. “u‘ ò ˆ ˆ óuô vv  †©¨ ô ˆu‰ Ferro Coment  rios: A determinaç ferro s rico sada no diagnóstico diferencial de anemias. hipertireoidismo. les p tica aguda. hemocromatose. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 35 a 90 U/L Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da ECA. PARDINI .0 mL de Líq. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). radiológico e à biópsia com granulomas caseosos sugerem sarcoidose. amiloidose. menstruaç o e fases iniciais de remiss anemia perniciosa. Informaç es nece rias: Informar semanas de gestaç . permitindo comparaç o do achado com os dados de Liley. hemocromatose e hemossiderose. mieloma. Ferritina e Capacidade de combinaç o.

Ultra-Som Trans-Retal. plaquetas.  ˆ  d† † “u‘ ñ  ˆ ˆ †óu©ô ¨ ò †Rþ ô † † ˆ€‰å—u‰ —udu—u” † ™” m† ‰ö Instituto de Patologia Clínica H. tumores ósseos. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At . Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%.Fosfatase cida Coment  rios: ` As fosfatases cidas est o presentes na próstata. Aumentos ocorrem nas leucemias.8 mL de Soro.0 U/L Condi o: 0. prostatite e outras neoplasi as. Elevaç s tam m podem decorrer da manipulaç o prost tica. pulm s.0 U/L Condi o: 0.Após Exercícios pesados.Após Toque Retal. pâncreas e vesícula seminal. . embolia pulmonar. infarto agudo do mioc rdio. interfer cias de outras fosfatases no ensaio.5 mL de Soro. Doença de Gaucher. hiperparatireoidismo. aguardar 2 dias. rins. trombocitoses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.  ñ  ò óu† ô ï †iÿ ô m†  ˆ  ™” ”R  u– Fosfatase cida Prost e tica Coment  rios: ` A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido t rtrico.Após Ma ssagem na próstata. fígado.Após Biópsia de Próstata. aguardar 24 horas. baço. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óssos. hem cias. Veja tam m Fosfatas cida prost tica. aguardar 24 horas. M todo: Enzim tico (Inibiç o com Tartarato) Valor de Refer ncia: At . adenomas e câncer da próstata. Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de próstata. aguardar 4 semanas. . . . leucócitos. aguardar 4 semanas. anemias hemolíticas. mieloma. . Laboratórios: Separar e refrigerar o mais r ido possível. PARDINI 75 .

fígado. anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. Relaç E. Veja tam m C lulas Orangiófilas. Teste de clements. Conservaç o de envio: At ras. PARDINI . óuô †H• ð ô ¡ ‰ 250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270 Fosfatidil Glicerol Coment  rios: Auxiliar na avaliaç maturaç lmonar fetal. osteomal cia e raquitismo. Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas hep ticas e ósseas. M todo: Ci tico Optimizado Valor de Refer ncia:  ˆu‰«– ñ ‘† ò Feminino m†  ˆu‰ ˆ€‰àd †– Idade Masculino Ambos os sexos R m nascidos 64z(X 6 meses a 9 anos 250 a 950 10 a 11 anos 12 a 13 anos 14 a 15 anos 16 a 18 anos > 18 anos 250 a 730 150 a 600 275 a 875 170 a 970 125 a 720 50 a 250 Condi o: 2. entre 2o e 8o C. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da membrana hialina. rins e leucócitos. A fosfatase alcalina total encontra -se elevada na colestase.Fosfatase Alcalina Coment  rios: As fosfatases alcalinas est resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso. placenta. Em crianças a fraç óssea predomina.0 mL de Líquido Amniótico.0 mL de Soro. hipolipemiantes. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram na composiç surfactante pulmonar. Doença de Paget. Fosfolípid es. Medicamentos como anticoncepcionais orais. M todo: Cromatografia em Camada Fina Valor de Refer ncia: Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo Condi o: 4. tumores ósseos. intestino. hiperparatireoidismo. hepatites virais (mais discretamente). Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. ñ óuô “ †ô ˆu‰Ó—u‰ ˆu‰Á—ud m† † ò ˆu‰Á– “ “ ˆ€‰(• 76 Instituto de Patologia Clínica H.

..sangue: 125 a 250 mg/dL Condi o: 1.JO 12h. alendronato.V. calcitonina. hipoparatireoidismo. Laboratórios: Dessorar rapidamente.. Fosfatidil Glicerol.8 mL de Soro. Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç lmonar fetal. Amostras refrigeradas. uso de diur tico. Níveis urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo. hiperalimentaç o.O. sarcoidose. defici ncia de vitamina D. ‡ ˆ  ˆ ˆuˆu‰ ‰â—u‰â”uë ˆ “u‘  “ †  ™ ” –u‡ ‘uˆu‰ ‘u † ˆ€‰ ñ ‘† †Rþ ô { { “ ˆu‰Õ”  ˆ€‰ ˆu‰Û—u‰ †    SANGUE Valor de Refer ncia: Adulto 2.0 mg/dL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. acromegalia. Líq. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia . glicose endovenosa. Valores baixos ocorrem na desnutriç o e hipolipemias familiares. hipotireoidismo e síndrome nefrótica. Instituto de Patologia Clínica H. Vitamina D. uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D.: Anti cidos. met stases ósseas. isoniazida.Fosfolípedes Coment  rios: Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas representando parte consider vel dessas. Teste de clements. Tetraciclina. Insulina e Éter anest sico. aspirina. azatioprina. Veja tam m C lulas Orangiófilas. PARDINI 77 . corticóides e diur ticos. .Interromper 48 horas antes da coleta ou C. Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios. defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. Causas de fósforo elevado: exercícios.0 a 7. corticóides. Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o surfactante pulmonar.M. óuô ò| | Continua. s epse. diur ticos. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç . acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi.8 mg/dL Criança 4. Heparina. hipovolemia. ñ óuô m† † †ò ˆ  ˆu‰    ˆu‰ ˆ u ‰ R • ˆu‰R– ™” †ô †  Fósf oro Coment  rios: Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. di lise. hipoparatireoidismo.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina). hepatites colest ticas. insufici ncia renal e trombocitose. n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias. hipervitaminose D. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Meticilina. Relaç E. Varias drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida.5 a 4. salbutamol. sais de alumínio. pseudohipoparatireoidismo. hepatopatias. bicarbonato. embolismo pulmonar. M todo: Ci tico U. prometazina e anticoncepcionais. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos. Outras drogas podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida. lítio. Amniótico. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III de Frederickson. diltiazen.

. clofibrato. Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.O. ˆ ñ ‘† m† † ò ~ ~ óuô  †ô ˆu‰Ý— ˆ€‰å—u‰ ˆu‰Á”€‘ ‰R—u”R GGT  “€‘ Gasometria Coment  rios: Desordem (exemplos) Acidose respiratória DPOC. 78 Instituto de Patologia Clínica H. demora na an lise e o refrigeraç as amostras.Urina recente C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Vari veis pr -analíticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io suplementar. 8 "# ⇓ Pco2 ⇓ HCO3 ⇑ HCO3 ⇓ HCO3 ⇓ Pco2 ⇑ Pco2  1‚ €9 Alcalose metabólica Vômitos. cido valpróico e contraceptivos. 353 óuô ò u– u ’ Gama Glutamil Transferase } Coment  rios: Gama GT } É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us lcool. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico. 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. fenobarbital.0 mL de Soro.Urina 24h: 400 a 1300 mg/24h Condi o: Urina 24h .Continu õuóuô o. estrógenos e metronidazol. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da amostra (arterial ou venosa).FÓSFORO URINA Valor de Refer ncia .. 8 "# 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2.. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína.3 mmHg para cada 1mmol/l de alteraç O mesmo. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Nenhuma. M todo: Ci tico Colorim trico Valor de Refer ncia: Homem 10 a 50 U/L (37o) Mulher 07 a 32 U/L (37o) Condi o: 1.. HCO3.M. Diminuiç s valores podem ocorrer no uso de azatioprina. carbamazepina. PARDINI . Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas Alter o Prim ria ⇑ Pco2 243(5 l ˆ ˆ  † ˆ  ‘uˆ “u‘ Compensaç o ⇑ HCO3 5 Resultado a curto prazo Resultado a longo prazo 1 mmol/l para cada alteraç de 10 mmHg na Pco2. 3 a 5 mmHg para cada alteraç mmol/l de O mesmo. . Fístulas digestivas 1 a 1. Paralisia muscular Respiratória Alcalose respiratória Ansiedade. Nos quadros de icterícia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. Hiperventilaç Acidose metabólica Cetoacidose di tica Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. alteraç HCO3 8 "„ # ‚ ƒ# "8#†…‚‡ "8#ˆ)$# Continua.

o ser que o m dico solicite uma coleta diferenciada.M todo: Eletrodo Seletivo Informaç es nece rias: Informar: hor rio da coleta.35 a 7. Nascido: P02 60 a 70 mmHg HCO3 16 a 24 mmoL/L Condi o: 5.32 a 7.0 a + 3.E . tonteira e/ou outros? É fumante? H to tempo? Faz uso de alguma medicaç Qual? Algum problema respiratório (asma. Conservaç o de envio: Enviar na própria seringa. falta de ar. Š Š Š Š Š Š Š Š ò óuô ‹ ‹ óuô †ÿ  VENOSA Valor de Refer ncia: pH 7.E. 10 minutos em temperatura ambiente ou at recicl vel p/ unidade matriz.0 mL de Sangue Total Heparinizado. por exemplo..3.0 a + 2.0 mmoL/L SO2 95 a 99% R.0 mmoL/L SO2 60 a 75% Condi o: 5. outros)? Laboratórios: N o deixar bolhas de ar na seringa durante a coleta. enfisema. foi feito repouso de 15 minutos antes da coleta? (se cliente tiver feito algum tipo de esforço físico.. ter andado muito. Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ ò ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ óuô  ô †ÿ horas após a coleta em gelo Instituto de Patologia Clínica H. Colher sempre sangue da art ria radial. prolongar o repouso para 30 minutos) Faz uso de oxigenoterapia? H quanto tempo? Sente algum sintoma como fadiga.45 PCO2 35 a 45 mmHg PO2 83 a 108 mmHg HCO3 Atual 21 a 28 mmoL/L CO2 Total 24 a 31 mmoL/L B. PARDINI 79 . pneumonia.43 PCO2 38 a 50 mmHg PO2 35 a 40 mmHg HCO3 Atual 22 a 29 mmoL/L CO2 Total 23 a 30 mmoL/L B.2.0 mL de Sangue Total Heparinizado. Vedar a agulha com rolha de borracha. ñ Continuaç o. Conserva o de envio: Enviar na própria seringa at horas após a coleta em gelo recicl vel p/ unidade matriz. . Vedar a agulha com rolha de borracha.GASOMETRIA ô ˆ †  vv  »  ë u ud ‘  ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ˆu‰‰ † d»‘uˆ ARTERIAL Valor de Refer ncia: pH 7.

PARDINI . Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC. Níveis de at % da hemoglobina fetal (HF) interferem com a acur cia do exame.Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica Valor de Refer ncia: Normal 4a6% Bom controle <7% Faixa Intermedi ria 7a8% Controle inadequado >8% American Diabetes Association.Glicohemoglobina  Coment  rios: A medida da glicohemoglobi a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico.8 a 5. “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”. A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros sugeridos pela ADA podem ser utilizados. reflete os valores integrados da glicose correspondentes às ltimas 6 a 8 semanas.25(Suppl):S33-S49. Condi o: 4. Hb SS). essa convertida em uma forma cetoamina est vel (HbA1c). Dessa forma. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s ssíveis interf erentes da dosagem de glicohemoglobina. Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com conseqüente aumento da sua glicosilaç . Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina. ‘€d † ‘ u d ‰ †† † u  m ˆ € ‰ ( — € ‰ ( ” †  ˆ † u— ” ‡ “ ˆu‰ ˆ ‘€ˆu‰í—u” ˆ †¨ @  “ € ‘ ™ ñ ò Ž  Ž   Ž  Ž  óuô †ô  HbA1c  Hemoglobina Glicada ˆ€‰ ˆ ˆu‰ö–€‰  † dum †   ‘uˆu‰ 80 Instituto de Patologia Clínica H.2% (de acordo com DCCT). A taxa de produç o pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das hem cias (tipicamente 120 dias). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Diabetes Care 2002. A glicohemoglobi formada em duas etapas. O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel (Hba1c l il ou pr -Hba1c). M todo: HPLC .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico). Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. Durante a circulaç ritrócito. Controle de tratamento 2.

bacteriana secund ria. Ascítico . Sinovial . leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata. Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasm ticos s contrados. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de glicose dissolvida em .Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL .Glicose Coment  rios: Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl.O. Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas. Laboratório s: Secreç o nasal.Líq. Pleural . 2) Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl. colagenoses.Sangue: 60 a 109 mg/dL . Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados como portadores de glicemia de jejum prejudicada. Leucocitose. Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea.4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana..Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL Valor de Refer ncia .Líq. par ja consumo deste analito. Refrigerar ou coletar em fluoreto. empiema. Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos. Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). tuberculosa e carcinomatose peritoneal. tuberculose pleural e derrames malignos. Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica. Observaç ra todas as amostras : a separaç rte fluida dos elementos figurados (hem cias. Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame parapneumônico. Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasm tica. hemólise e glicólise em amostras submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria.Líquor: 50 a 80 mg/dL Condi o: 1. . ˆ€‰ ‘ † €’ud  –u‡ ˆ  ˆu‰R”u‘  ˆ€‰  ˆ ‡ ‡ ˆu‰R— dum † ‡ ˆ € ‰ ö — u ‰ ˆ € ‰ uˆ ‰Ó–ud † uˆ « ‰ €— « d u– d dÁëu”»‘uˆu‰ ¡ d d†d ˆ †ò ò  † ˆu‰÷—u‰   SORO / LÍQUIDOS / SECRE‘ O NASAL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia .Líq. Outra forma de se evitar este problem coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto.JO 8h ou C.. meningites e hemorragia subaracnóidea. Líquor . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos celulares logo após a coleta). Raz glicose líquor/sangue abaixo de 0. PARDINI 81 . Crianças e gr vidas podem apresentar glicos ria por diminuiç limiar renal. colher de forma espontânea.M. ñ óuô ˆ ô †&• ð ¡ ‰ ˆu‰ Continua. N serve para monitorizaç tratamento.Secreç nasal.

Adultos.N precisa conservante . Em infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de Pandy positivo. ñ õuóuô o.. PARDINI .*Urina 24h.5 mL Líquor.. ˆ †— ˆ †   Globulina (Líquor) Coment  rios: O teste de Pandy  m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas. M todo: PANDY Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mantendo jejum após o almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta). orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas (120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo.Refrigerar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 .*Urina 12h . Laboratórios: *Enviar 5 mL e informar volume total. .Continu URINA – DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Jato m io da 1a Urina da m . 353 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Caso o contr rio. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. ñ ™ óuô †ô ò ˆ€‰ ‡ ˆu‰«—u”«’ 82 Instituto de Patologia Clínica H.GLICOSE †ò óuô † — ˆu‰  du‘ ¡ ˆ ‰ ÿ u– u ’ ô ¡ †H• ð ‰  • ¡  Glicose pós -prandial Preparo: Conforme orientaç o m ica. .

5 mL de Soro. ñ  ò óuô †©” ô óuô ò ˆu‰ì‘u— d † d(– ˆm † ˆ ˆu‰Ý‰ ™” ˆu‰ ˆu‰ † ˆ Insp ¢¦£¤¥ o do Plasma Refrigerado Coment  rios: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç Valor de Refer ncia: Límpido. . Veja tam m Ferritina. . Piridinolinas e N-telopeptídeo. A excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. ˆu‰ ˆ€‰å”å‘u —€d ” † ˆ ‘u‰u †ò m† ’ ’ ’ ’ ’ ˆ “u‘  u’€”u‘u‰ö– “u‘ ñ óuô ˆ  ô –uu’ Índice de Satur “¦£¤¥ o da Transferrina Coment  rios: A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. Dieta (sugerida ou C. Níveis elev ados s o encontradas em crianças. . Por sofrer interfer cias do col roveniente da dieta e dos demais tecidos. sendo abundante na matriz óssea. gelatina. Veja tam m Deoxipiridinolinas. colher Urina 24 horas . ingest o de ferro e uso de progesterona. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valores elevados ocorrem na hemocromatose. hor rio inicial e final da coleta. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1 a 5 anos 10 a 38 mg/24 horas 6 a 10 anos 12 a 58 mg/24 horas 11 a 14 anos 21 a 106 mg/24 horas 18 a 21 anos 10 a 32 mg/24 horas > 21 anos 5 a 25 mg/24 horas Condi o: Urina de 24h. após fraturas e no hiperparatireoidismo. hepatites.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). na Doença de Paget.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. valores superiores a 100% podem ser encontrados. desnutriç o e na anemia das doenças crônicas. . 20 a 50% dos sítios de ligaç o ferro na transferrina s cupados.M.353 Conservaç o de envio: Ate 1 semana entre 2 o e 8o C.): N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes. Instituto de Patologia Clínica H. 83 . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Na reposiç o de ferro. estando elevado na ocorr cia de reabsorç struiç o óssea.JO 8h. Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva. talassemia.Após dieta. gravidez. Refrigerar (facultativo). Condi o: 1. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do NTelopeptídeo. salsichas. PARDINI † ˆ€‰(— o plasma. M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç Valor de Refer ncia: 20 a 50% Condi o: 1. Em condiç s normais.JO 12h. Capacidade de combinaç e Ferro s rico.O.Hidroxiprolina Total Coment  rios: A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno. sorvete e doces.

morfina e na hemorragia intracraniana. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito. septicemia. Conservaç o de envio: At m s entre . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 EU/mL negativo Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado > 25 EU/mL Positivo Condi o: 0.5 mL de Soro. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.20o C. l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia. que s indicadores da progress rocesso aterosclerótico. hemodi lise.LDL Oxidada.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Veja tam m Amilase. —€d † ñ ò  ˆ ˆu‰«—u”«—u”«d ‡ ’u“u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ u‰ u’ “ ˆ€‰«—u‰«– †  ô“ óuô • • • Lipase Coment  rios: A lipas ma enzima produzida principalmente no pâncreas. Estimula a formaç uto -anticorpos. a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier. no uso de meperidina. hipertens o. M todo: Ci tico Turbidim trico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.8 mL de Soro. Seus níveis se encontram elevados na pancreatite. Níveis baixos s contrados na m absorç intestinal. cirrose biliar prim ria. e se encontram no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos. ”†   ñ ‘† m† † †óuiô ÿ @@ ò †ô ñ ˆu‰ ™”  ˆ Lípides Totais Coment  rios: Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes tica.JO 8h. hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias.14 o e . PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tabagismo. hiperlipidemia. colecistite. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 400 a 800 mg/dL Condi o: 1. Anti Coment  rios:  ma forma de LDL combinada com o oxi LDL oxida io que estimula a ater nese na parede vascular. “ ˆ † óuô †ò † ” ¡ ™ ”u” –u ˆu‰Õ”u‘ ˆu‰«”u‘  – – – †ô 84 Instituto de Patologia Clínica H. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal. A lipase permanece elevada por v rios dias. Jejum: at 1 ano JO 3h > 1 a 5 anos JO 6h > 5 anos JO 12h. Elevaç s s contradas nas hipertrigliricidemias.

neoplasias e tromboembolismo. Tam m se elevam na perfuraç vísceras e neoplasias de ov rio. Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s % menores que os do sangue. pantreatite). Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. bacteriana sec ria. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7. malignidade. colagenoses. Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. Proteínas: valores abaixo de 2.2 podem ocorrer no empiema. Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est ssociados à pancreatite. m† “  † ˆu‰«—u” ˆ€‰(—€” †  —u ˆu‰A@  d† † m† €ˆ ‰ ˆ€‰ † ˆ †  ˆ d † –u‰ â” ˆu‰Õ• €‘u—u † “€‘ Líquido Pleural. Triglic rides. bact rias gram-negativas (E. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose. derrame parapneumônico complicado.32 sugerem transudatos. “ “ † —udu—€”(‘€ˆu‰R” m†  ˆ€‰(”R‰  ˆu‰âd ™”  u‡ u‘ ’ ˆu‰ ˆu‰ ‘uˆ † uˆ ˆu‰ ‰R” ˆ ˆ † † “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. embolia. Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se. Linfocitose e aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose. pancreatite. Veja tam m ADA. BAAR. inclusive na fase inicial da tuberculose pleural. pneumoniae.1 g/dl sugere hipertens o porta. Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç m caso de resultados negativos. pneumotórax. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. em geral. insufici cia cardíaca.6 indica exudato. Est levada nas peritonites (espontâneas e secun rias).coli. infecç s. traumas e punç vasos.000 ocorrem no hemotórax. A peritonite bacteriana secund ri em geral polimicrobiana. infecç s parasit rias e f icas. Raz DH pleural/s rica maior que 0. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. ascite quilosa. Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa. Citometria e citologia: hem cias acima de 100. Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias. Klebisiella) ou gram positivas (S. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose. Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame parapneumônico.5 indica exudato. tuberculose. Resultados citológicos negativos para maligni xcluem a possibilidade de neoplasias. Predomínio de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade. Streptococcus viridans). Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de pancreatite. BAAR. síndrome nefrótica). turvo nos quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias. tuberculose pleural e derrames malignos. fístula esofago pleural e acidose sist mica. PARDINI 85 . colagenoses. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax.Líquido Ascítico.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. PMN s encontrados nos processos infecciosos. infarto pulmonar. Citologia oncótic sitiv a em 50 a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal. Veja tam m ADA. Cerca de 10% dos casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal. Triglic rides. empiema. quilotórax). neoplasias e sarcoidose. tuberculosa e carcinomatose peritoneal. Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. insufici cia cardíaca). Colesterol. Proteínas: valores abaixo de 2. artrite reumató ide.

Rotina Equivale às seguintes an lises: … —€‰ù‡ Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos inflamatórios.Líquido Sinovial. Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores plasm ticos s contrados. Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias. Leucócitos abaixo de 50% sugerem quadro n o inflamatório. títulos caem entre 3 e 6 meses. Após tratamento. infecç s e inflamaç s do sistema nervoso central. Valores entre 50. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. neoplasias. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo.000 e 100.000 s contrados nas artrites s ticas. Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea.000 hem cias). reumatóide e induzidas por cristais. ci rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais. sarcoidose e esclerose m ltipla. Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as globulinas. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa. VDRL: resultados positivos no líquor s contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos. Linfocitose e aumento das proteínas s vi cias de neurosífilis ativa. Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório. ™” ™” † ˆu‰R—u‰  † † ‡ “u‘ ™” ‡  m†   ˆu‰Ó”u‘ ˆ€‰Á—u”Á’ ™” ˆu‰R” —u“u‘ 86 Instituto de Patologia Clínica H. A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. uremia e Síndrome de Cushing. Os cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. com especificidade em torno de 99%. neurocisticercose. meningites. PARDINI . Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide. Veja tam m cido l tico. ˆ †– ˆu‰R”u‘ ˆ †–  ˆu‰R”uˆ€‘ ‰(‰ ˆu‰ † ˆu‰÷”u‘ ‡ † ˆ€‰à—ud۔ † ˆ  ˆu‰ Líquor. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas torna o teste de Pandy positivo. nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia. Proteínas: elevaç corre nos processos inflamatórios articulares. Rotina  Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam as proteína no líquor. Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. neurotoxoplasmose. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. podendo demorar anos para se negativarem. estando aumentados na artrite gotosa.

Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Níveis elevados s encontrados na insufici cia renal.8 mL de Soro. . hipoparatireoidismo. hipertireoidismo. hipervolemia. diur ticos e cisplatina. óuô óuô ò ò URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: 50 a 150 mg/24h Condi o: Urina de 24h – Urina recente C. desidrataç cetoacidose diab tica. Níveis baixos na urina precedem a reduç magn sio s rico. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina Urina 24h: < 30 mg/24h Urina 4.Frasco pl stico. .M.5 mg/dL Condi o: 0. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Níveis baixos s contrados na m sorç o. 6 ou 12 h: < 20 µg/min Condi o: Urina recente.N fazer esforço físico durante a coleta. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total .9 mg/dl. Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço.O. † ñ † ˆu‰b” ‰ ˆ u “u‘ † ™” ud €’ ‘ † †iÿ ô ×dum ˆ ‘ud † ˆu ‰R—u‰ † † ˆ€‰(—€d ‡ ‘€ ˆu‰×”u‘ d€’u‘ †  ˆu‰ “ˆ€‰  SANGUE Valor de Refer ncia: 1. Variaç s intra -individuais de at % podem ocorrer. hiperaldosteronismo. uso de digit licos.Refrigerar.M. 353   Microalbuminúria Coment  rios: É o nome dado à detecç nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente reversível. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 ñ ò ˆ€‰Á—u”Á–u”€ëu” ˆ ™” © † ¨@ d€m † ˆu‰î–u‰ “ óuô ˆu‰ ˆu‰R—u”  Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 87 .Magn ’¤— io Coment  rios: Sangue:  m dos principais c tions. Urina 24h ou C. Doença de Addison. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo). uso de medicamentos com m sio. M todo: Magon Sulfonado Conservaç o de envio: At semanas entre 2o e 8o C. suprimetaç insuficiente. Sintomas clínicos surgem quando seus níveis s menores que 1.9 a 2.2 mg/dl ou maiores que 4. sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas. Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m hipomagnesemia concomitante. Evitar excesso de ingest líquidos.O.

5 mL de Soro ou Plasma (Heparina).Urina 24 horas C. Aumento ocorre na alcalose respiratória. na terapia de alcalinizaç rin ria e nos dist rbios hidroeletrolíticos. no uso de tiazídicos. hepatopatias. Tem uso clínico na avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico. Conservaç o de envio: Urina recente: at 4 horas após a coleta. etanol e metanol. desidrataç . PARDINI .M. xânticas e cistínicas. Urina: usada na avaliaç capacidade de concentraç renal. corticóides.sicos.5 Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . avaliaç ADH e no coma hiperosmolar. diabetes insipidus e amiloidose. uremia. acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç . dist rbios hidroeletrolíticos. ˆ €d u— ” † –  mu ñ m† ˆu‰â—ud ™ ˜ ˜ ò ˆu‰ ¡ ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ — u ‰ ˆu‰á ‡ óuô † ˆ ˆ™ ™ †iÿfšš ™ †ô  pH urin e rio Coment  rios: A determinaç o do pH urin ri til no manejo de litíases. hipovolemia. hiperglicemia. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Encontra-se elevada na hipernatremia. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. cido. Laboratórios: Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante. SIADH. M todo: Crioscopia Valor de Refer ncia: Adultos e Crianças: Soro 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Rec m Nascido: Soro at mosmoL/Kg/H2O Urina 75 a 300 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Condi o: 0. M todo: Mediç direta em potenciômetro Valor de Refer ncia: 5 a 6.O. cimetidina. hiponatremia e SIADH. Osmolaridade diminuída ocorre na hipervolemia. infecç r bact rias ure ticas (proteus). e na acidose metabóli ca.Osmolaridade Coment  rios: Soro: a osmolarid roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç . Diminuiç pH ncontrado nas litíases ricas.5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0. ñ ‡ ˆ ˆ€‰ ò óuô † ô †  ‰ † ‡ ˆu‰÷—u‰ † ” ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰f  ‡ ˆu‰R–u‰ †  88 Instituto de Patologia Clínica H. Veja tam m Teste de restriç ídrica.

Instruç es de Coleta: veja Urina 24 . . s til nos pacientes com hemoglobinopatias para monitorizaç do tratamento.8 mmoL/L Condi o: 1. M todo: Colorim trico (Reduç do NBT) Valor de Refer ncia: 1.O. Esta diferenç importante na manutenç o do potencial el trico da membrana celular e na excitaç tecido neuromuscular. Níveis baixos s contrados na desnutriç .3 mmoL/L Controle Moderado 3. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante.Pote¦—¤— io SANGUE Coment rios: É o principal c tion intracelular.M.  ñ † ˆu‰   óuô †ô  ò ˆ€‰(” d † ˆu‰«—u‰ ˆ ˆ † ˆ€‰  URINA Coment rios: Principais causas da diminuiç : doenças de Addison. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.JO 8h.0 mL de Soro. 353 ñ ˆ€‰ ˆ ‘u ô ò †ô “ ¡ u– u ’ Proteína Glicosilada Coment  rios: É o resultado da ligaç licose com a albumina ou outras proteínas. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.8 mmoL/L Controle Inadequado > 3. na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia Urina 24h: 23 a 123 mEq/24h Condiç o: *Urina 24h . ñ ud m † óuô †ò ˆ€‰ › › › ‰ u— « d’ ‡ uˆ « ˆ€‰ ” u ‘ € — u ‰ ‡ ˆ€‰ù”€‘ ˆu‰ ˆ u ‰ å — € ” œ œ œ †ô Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 89 .7 a 5. doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio.3 a 3. N ve ser utilizado para diagnóstico de diabete melito. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.0 mL de Soro.9 a 2.Urina recente C. aldosteronismo. Aumento: síndrome de Cushing.8 mmoL/L Di ticos: Controle Satisfatório < 3. Na urina ou soro sua aplica ç est relacionada aos níveis de aldosterona. com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta concentraç est em torno de 4 mEq/L. Reflete o controle dos níveis glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas.6 mEq/L Condi o: 1. doença tubular renal. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 3.

neoplasias. ñ  ™” ò ò óuô LIQUOR M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Lombar 15 a 45 mg/dL Cisternal 10 a 25 mg/dL Ventricular 5 a 15 mg/dL Condi o: 0. desnutriç o. insufici cia cardíaca).Proteínas Totais Coment  rios: Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas. furosemida e contraceptivos orais.000 hem cias). Sinovial: 2.Líq. PARDINI . “ˆ ˆu‰ ˆ  ˆ Líquido ascítico: valores abaixo de 2. SANGUE / LÍQ.4 a 8.5 a 3. ascite quilosa. colagenoses. hanseníase. leishmaniose. doenças crônicas. Valores baixos na gravidez. meningites. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. ASCÍTICO / LÍQ. Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea.. colagenoses. uso de corticóides. 90 Instituto de Patologia Clínica H.. infecç s.1 g/dl sugere hipertens o porta. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. Ascítico . Pleural . insufici cia cardíaca. pancreatite). insufici ncia cardíaca.Sangue: 6.Líq. Líq.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. embolia e quilotórax). Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. síndrome nefrótica. doença hep tica. PLEURAL / LÍQ. uremia e Síndrome de Cushing. Sinovial. imobilizaç rolongada. queimaduras.5 indica exudato Líquido sinovial: elevaç ˆ€‰(—€”(– ˆ€‰ ˆ€‰ ˆ ˆ † ™” roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose.Líq. † €ˆ ‰ –€‡ ˆu‰ì– “u‘ “u‘ ˆ ˆu‰ Líquido pleural: valores abaixo de 2. Aumentos s o encontrados na desidrataç . Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral.8 mL de Líquor. síndrome nefrótica). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. enteropatias perdedoras de proteínas. neoplasias. pancreatite. hiperteroidismo. SINOVIAL M todo: Biureto Valor de Refer ncia . cirrose. Hemólise pode causar aumentos es rios.0 mL de Soro.3 g/dL Valor de Refer ncia . A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. ñ †ô    ò óuô †H• ô ž ž ž Continua. e no uso de carvedil ol e laxativos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. doenças granulomatosas. digitais.0 g/dL Condi o: 1. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias. mieloma. macroglobulinemia Waldenströn.

PARDINI 91 . Sua funç o prim r i manter a press coloidosmótica do plasma. enquanto a concentraç da esfingomielina permanece est vel. Amniótico. . queimaduras e doenças inflamatórias intestinais.M. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. A lecitin o principal componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez. tem meia vida de 15 a 19 dias.4 a 8. Veja tam m C lulas Orangiófilas. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Resultados baixos ocorrem na cirrose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico.0 mL de Líq. Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%.4 a 3.PROTE NAS TOTAIS Ÿ URINA .0 mL de Soro.5 g/dL Globulina 1.3 g/dL Condi o: 1. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para indicar resultados de maturidade pulmonar. Sintetizada pelas c lulas do par nquim tico. doenças granulomatosas. Normalmente espera-se uma raz lbumina/globulina maior ou igual a 1.. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . M todo: Biureto e Verde Bromocresol Valor de Refer ncia: Albumina 3.2 g/dL Totais 6. glomerulopatias. Teste de clements. M todo: Cromatografia em camada fina Valor de Refer ncia: Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar) Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo) Condi o: 5. ˆu‰âd †d ò ˆˆ  d† m† ˆu‰ † ™” “ d ¡ ”u–u ñ        ¡ ¡ ¡ óuô †ô Rel ¢ £¦¥ o Lecitina/Esfingomielina £ Coment  rios: Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal. Fosfatid il Glicerol.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.DOSAGEM M todo: Vermelho de Pirogalol Valor de Refer ncia . Laboratório s: Enviar em frasco âmbar. Fosfolípides. mieloma. infecç s agudas.O. caquexia. mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos.Urina 24h: 20 a 150 mg/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos. ñ m† † ò• € ˆ ( ‰     óuô ˆ€‰(• †ô ˆu‰ ˆ Rel ¢ £¦¥ o LE  “ dum † d† ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. colagenoses.. Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de proteínas. ñ óuô ò †ô –€u’ Proteínas Totais e Fracionadas Coment  rios: Albumina proteína mais abundante no plasma.Continua. sarcoidose. identificar.5 a 5.

M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 27 a 287 mEq/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro.M. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. dieta pobre em sódio e síndrome de Cushing.sico. Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro.0 mL de Soro. ñ óuô  ò ”†‡ €ˆ ý ‰ u— ‰ ‰ý m€ ˆu‰ †©¨  “u‘ ˆ€‰ ô   ˆ Sódio SANGUE Coment rios: É o principal c tion extra celular. necrose tubular. Os sais de sódio s s principais determinantes da osmolalidade celular. Valores aumentados: alcalose metabólica e acidose respiratória. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 135 a 145 mEq/L Condi o: 1. Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória. Laboratórios: Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente. tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 20 a 33 mmoL/L Condi o: 0. . PARDINI . ñ ”†‡ óuô † ¤8õuóuô  ò ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰ù‰ † URINA Coment rios: Principais causas de aumento: uso de diur ticos.8 mL de Soro. dieta rica em sal. secreç inadequada de ADH e doença de Addison. O test til na avaliaç s dist rbios hidro -eletrolíticos. Diminuiç : síndrome nefrótica. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante. repetidas vezes. maior a alteraç do pH da amostra. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Reserva Alcalina Coment  rios: Este test til na avaliaç equilíbri cido . afetando diretamente o resultado.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . pois quanto maior a manipulaç o. ñ ˆu‰ † ˆu‰ óuô ò †ô ¡ u– u ’ 92 Instituto de Patologia Clínica H.O.

anemias hemolíticas. hipotireoidismo. defici cia de piridoxina. hepatites lcoólicas. pâncreas. hemocromatoses. inferiores a 250U/L.0 mL de Soro. e partículas HDL3. TGO (AST) tam m encontrada no m sculo esquel tico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 12h ou C. hipotireoidismo. anemias hemolíticas. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses alcoólicas. cirrose. infarto agudo do mioc rdio. enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular.M. hepatites virais. hepatites virais. HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 03 a 50 U/L (37o) Criança 10 a 60 U/L (37o) Condi o: 1. doenças m sculoesquel ticas. Valores elevados ocorrem na ingest lcoólica. A TGP mais sensível que a TGO na detecç de inj ria do hepatócito. “ ˆu‰ ‰€’u“ “ ñ  ˆu‰ ™” óuô ˆ ô † Transaminase Oxala s¤’ tica ¦ Coment  rios: Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares. S identificadas 3 subfraç s de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria). doenças m sculoesquel ticas. Doença de Wilson e na defici cia de alfa-1-tripsina. c rebro. colestase. entretanto. sendo. rins. PARDINI 93 . V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO. colestase. uˆ ‰ ˆu‰í” ‡ † † –u‡ ‘uˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. menores e mais densas que t m efeito ater nico.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). baço e leucócitos. maiores e menos densas que t m maior efeito protetor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Soro. em geral. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. colescistite. ‡ ˆ u ‰ å d † † “ u ‘ ™ –u ‡ ˆu‰ † ñ ‘ † ò¨ § § óuô ¨ †ô ˆu‰ ‘uˆu‰Ýd ‡ “u‘   ñ ‘† ò¨ § § óuô ¨ †ô “u‘ TGO ‘uˆ ‡ † m†  “u‘ ™” Transaminase Pirúvica ¦ Coment  rios: TGP A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. pulm es. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 12 a 46 U/L (37o) Criança 10 a 70 U/L (37o) Condi o: 1. insufici cia cardíaca.O. . A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular. M todo: Eletroforese em Gel de Poliacrilamida Condi o: 1. nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. Valores elevados s ncontrados no etilismo.Subfracionamento das Fraç ¥ es do Colesterol Coment  rios: Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco. insufici cia cardíaca. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. hemocromatose. Na hepatite alcoólica os valores de TGO s . superiores às elevaç s da TGP. infarto agudo do mioc rdio. sendo que todas essas se associam com aumento do risco cardiovascular. cirrose.

Ascítico/Líq.5 g/12h Valor de Refer ncia . ñ † ô †  ˆu‰á— † €‰d u’ u“† ‘ — ˆu‰  ˆ u ‰ ˆu‰R” ˆ  † SANGUE Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL Condi o: 1. † ˆ  ñ †ò ò  † ˆ u ‰ á ” ‰€’u“u‘ ˆ€‰ ††  uˆ Ó ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ € ‰ « u— î ” —u‰  uˆ ‰ ˆu‰R” ¡ A©fª †© « « óuô ¬ ¬ ˆ ô † Ur’ ia Coment  rios: É a principal fonte de excreç o nitr io.Soro: Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL < 10 anos > 100 ≤ 100 10 a 19 anos > 130 ≤130 Adultos < 150 150 a 199 ≥ 200 Valor de Refer ncia . Os níveis baixos est relacionados a mal absorç . M todo: Colorim trico Enzim tico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 .Urina 12h: 5 a 17. Interferente: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. 353 óuô † ˆu‰R– du‘ ¡ ˆ  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ 94 Instituto de Patologia Clínica H.JO 12h. prednisona.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). mal nutriç ipertireoidismo. óuô ò ò ò URINA Valor de Refer ncia . Os triglic rides em conjunto com Colesterol s teis na avaliaç risco cardíaco. induzido por drogas (estr ios. -N recisa conservante. Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina e informar volume total.Trigli s¦’ rides Coment  rios: Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos. .Urina 24h: 10 a 35 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . diabetes e gravidez.*Urina de 24h. etc) no hipotireoidismo.Líq. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Sua concentraç pode variar com a dieta. . S transportados no sangue por VLDL e LDL.*Urina 12h . excretada nos rins. PARDINI . Ascítico . Desta forma a ur i iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e excretória renal.Líq.JO 8h. . hidrataç funç o renal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Refrigerar. Líq. contraceptivos orais. Produto do metabolismo hep tico das proteínas. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1.0 mL de Soro. Níveis elevados s ncontrados na Síndrome nefrótica. Adultos: questionar volume inferior a 500 mL.Urina 24h. Pleural. na ingest elevada lcool.

uco til na mediç da taxa de filtraç lomerular. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆ€ˆ‰ óuô †ò †  ˆu‰R™’ ” ˆ€‰ ˆ † ˆ€‰  ˆ † –u‰ † ‡ ˆu‰R– ‰ ÿ €– u ’ ô †  • ¡  Instituto de Patologia Clínica H.: O resultado corrigido para a superfície corpórea. hor rio inicial e final da coleta. reabsorç renal e síntese hep tica. peso e altura do cliente. devido as variaç s de dieta. Refrigerar.Ur’ ia.0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h. filtraç . Condi o: 1. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. . M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 41 a 65 mL/minuto Obs. -N recisa conservante.JO 4h. clearence Coment  rios: Este teste. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . PARDINI 95 . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos. .Adultos.

96 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

dia e hora da ltima dose. Cerca de 90% da droga se liga à albumina. Informaç e s neces rias: Medicamentos em uso.0 mL de Soro. Alguns pacientes necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es. Conservaç o de envio: At 14 dias entre 2o e 8o C. apresentando grandes variaç s individuais. M todo: FPIA .Fluoresc cia Polarizada Nível Terap utico: 50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico) Condi o: 0.O.10o C. dosagem. Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. Valores acima de 200 µg/ml s considerados tóxicos. O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital.HPLC Nível terap utico: 0. PARDINI 97 . estando 70% da droga ligada às proteínas plasm ticas.08 a 0. dosagem. O metabolismo da dro tico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fenitoína. Somalium®) m benzodiazepínico usado como hipnótico.5 mL de Soro. cido Valpróico   † † † ‡ uˆ ‰  ñ ò “u‘ u– “  óuô u“ ‘ vv  ˆ ô † ™” † ‰Û‘uˆ ’ud † ¡ ”€–u ˆu‰ “€‘ m † ˆu‰  ‡ du–u“ ‰†  ™ dR—udR‡ Bromazepam Coment  rios: O bromazepam (Lexotan®. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .JO 8h. Sua dosagem til para monitorizaç dos níveis ter uticos e toxicidade. com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais. . ñ   † óuô ò  ˆu‰  ˆu‰ †iÿ @ ô — v u“ ‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico.2 µg/mL Condi o: 2.M.O. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.` Comen rios: O cido valpróico (Depakene ® Epilenil®) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç . dependente da idade. . sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina. sendo sua depuraç influenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.M. A principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . Seu metabolism hep tico (95%). ansiolítico e miorelaxante. dia e hor ltima dose.JO 8h.

cetoconazol. Drogas como fenitoína. rifampicina. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. Essa auto -induç respons vel pela diminuiç meia vida da droga após 6 semanas de tratamento. Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital. dosagem. verapamil. Informaç es nece rias: Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O. dia e hor ltima dose.Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. sendo o tempo necess rio para atingir níveis est veis entre 2 e 6 dias. derivado de um fungo. .O. furosemida. anfotericina B.Carbamazepina Coment  rios: A carbamazepina (Tegretol®) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diab ticas. Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina.M. cido valpróico. o Tolycapocladium inflatum. cimetidina. Cerca de 3 a 7 dias s ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio.M.0 mL de Sangue Total (EDTA). bem como dela própria. M todo: FPIA . Sua complicaç mais s ri toxicidade renal. isoniazida. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. e cai 2 a 14 dias após sua reduç . cimetidina. . fenitoína. A monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. carbamazepina. fluoxetina. que se inicia quando níveis da droga est o acima de 400 ng/ml. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico. Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 µg/ml. testosterona.JO 8h.Polarizaç Fluoresc cia Nível terap utico: 4 a 10 µg/mL Condi o: 0. amiodarona. eritromicina. anti-concepcionais. etanol. O pico plasm tico ocorre em 6 horas.  † uˆ ‰ “u‘ ‘   óuô ò † †‡ –u ˆ ˆu‰Á—€d “u‘ ˆu‰ † ˆu‰«—u‰ † ñ –€“  ¡ ”u–u ˆu‰ý—ud ˆu‰ † d t‘ uˆ ‰ †ù  ˆu‰R—u” u“ ‘ ˆ ô † •  vv  dR—udR‡ Ciclosporina Coment  rios: A ciclosporina (Sandimmun®) tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados. ˆ€‰Á—u‰ † ˆ  † ˆ€‰ † d†d ˆ€‰  ‘† ˆ€‰ ñ  óuô ò  ô †©¨ vv  “  ‰R‰(‡ 98 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: N o pode ser colhido em tubo com gel separador. primidona. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da ciclosporina plasm tica. trimetoprim. ranitidina. Drogas que a umentam nível da ciclosporina: corticóides. diltiazem. PARDINI . Apresenta meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico. propoxifeno. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. com meia vida de 8 a 24h. É um polipeptídeo cíclico. Atinge pico de concentraç entre 2 e 6 horas após dose oral. sulfametoxazol. warfarin. isoniazida. danazol. metoclopramida. podendo levar à induç s enzimas ticas e conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas. nicarpidina. eritromicina. M todo: Imunoensaio Valor de Refer ncia: 150 a 400 ng/mL Condi o: 5.

Essa dr o tem efeito indutor enzim tico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .JO 8h. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias. ansiolítico e miorelaxante.HPLC Nível terap utico: 15 a 60 ng/mL Condi o: 2. Sua meia vi de 10 a 30h. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). fenobarbital cido valpróico.M. Valores acima de 80 ng/ml s considerados tóxicos.M. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Efic cia tera tic bem correlacionada com os níveis s ricos. Pode elevar o nível s rico da carbamazepina. Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. Tam m utilizado como anticonvulsivante.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). com meia vida de 20 a 40h. dosagem.O.10o C.O.HPLC Nível terap utico: 200 a 1200 ng/mL Condi o: 2. ansiolítico e miorelaxante. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. PARDINI 99 . . sendo seu metabolism tico.JO 8h. ñ m† dݑu‘uˆuˆ ‰ † –u“ ‰u’udÙ ò †  †  ˆ ‰ ¡ ”u–u  ˆu‰ óuô †iÿ @ ô — vv  u“ ‘ dR—udR‡ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. quanto tempo usa a medicaç . quanto tempo usa a medicaç . Urbanil®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . dia e hor ltima dose. dia e hora da ltima dose. . fenitoína.10o C.Clobazam Coment  rios: O clobazam (Frisium®. dosagem. Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o. ñ † óuô ò † †  ”( —ud † †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ Clonazepam Coment  rios: O clonazepam (Rivotril®) m benzodiazepínico usado como hipnótico.

O tabagismo. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Anticoncepcionais orais. Informaç es ne rias: Medicamentos em uso. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). etilismo e algumas drogas (carbamazepina. O metabolism hep tico. Valium ®. com meia vida plasm tica de 20 a 50 horas. nifedipina.000 ng/mL Condi o: 2. clorafenicol.JO 8h. ibuprofen.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). . n o tendo efeito indutor enzim tico. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico. warfarin. warfarin e ciclosporina. isoniazida e trimetoprim. lamo trigina. metronidazol. ‡ ñ  ˆu‰Á—u‰ ‰ † “ “u‘ ˆu‰«—ud«—  ‰ ¡ ”u–€ †  ˆu‰  uˆ ‰ ò u“ ‘ † † ‰ †  † dà‘uˆ€‰  †   óuô †iÿ @ ô — vv  ‡ 100 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. primidona.Diazepam Coment  rios: O diazepam (Diempax®. . dia e hora da ltima dose. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. dia.5 mL de Soro.M. Gravidez. Veja tamb m: N-Desmetildiazepam p g. Cerca de 95% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. amiodarona. Crianças e alguns adultos podem ter metabolism tico mais r pido. Hidantal®) tilizada como anticonvulsivante. oxacilina.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. Diazepam ®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. miconazol. Absorç roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital. Níveis acima de 25 µg/ml s considerados tóxicos. cido fólico. sendo que o estado de equilíbri alcançado em 1 a 5 semanas. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral. doenças virais.10o C. ansiolítico e miorelaxante. hora d ltima dose. ñ óuô  ‰  † ¡ ”u–u ˆ  ò ­ª vv m†  †   † †iÿ @ ô — ñ u“ ‘  dÁ‡ ˆu‰R” Difenilhidantoína ® Coment  rios: Fenitoína A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin®. dosagem. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. a meia vida no sistema nervoso central mais curta. imipramina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . nitrofurantoína. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. cimetidina e isoniazida aumentam os níveis plasm ticos do diazepam. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .O. fenilbutazona. 103 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Seu metabolism tico. fenitoína. quanto tempo usa a medicaç peso. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . carbamazepina. Níveis elevados podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.M. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e toxicidade. cimetidina. Entretanto. cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína.10o C. o que acarreta em níveis s ricos mais baixos. etanol. dieta por sonda ent rica. fenobarbital e rifampicina diminuem a meia vida do diazepam. PARDINI .O. dosagem. corticóides.HPLC Nível terap utico: 100 a 1. doxiciclina.

PARDINI 101 .0 ng/mL (3. Estado de equilíbri lcançado em 5 dias. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. hipomagnesemia. se funç renal normal. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína.HPLC Nível terap utico: 15 a 40 µg/mL Condi o: 0. Níveis elevados podem decorrer do uso concomitante de cido valpróico. dosagem. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. gravidez e em crianças. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico. teofilina.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç medicamento. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . sendo um indutor enzim tico potente.0 ng/mL Obs. colestiramina. Interaç es medicamentosas com antipsicóticos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. dosagem. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 60h. fenitoína. cimetidina. A principal causa de níveis baixos o ades tratamento. dia e hor ltima dose. insufici ci tica. acetazolamida. eritromicina.5 mL de Soro. carbamazepina e oxcarbazepina. cimetidina. ‡ ‡  ˆu‰ ñ ˆu‰î—ud “u‘ ¯ ¯ ¯ ò u– “  “u‘ ‘uˆu‰R—u” ˆ “  —€‰ ‰ † ¡ d  ¡ ”u–€ “ € ‘ d † †  ˆu‰ö—€‰ “ ‡ ° óuô ° “ ° ° •(‘€ˆu‰ Fenobarbital Coment  rios: †Rþ ô vv  dR—udR‡ O fenobarbital (Edhanol®. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan hipocalemia. verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. Salicilatos. sendo que 50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. itraconazol. determinando níveis falsamente elevados. Quinidina. sendo til para se prevenir toxicidade. . Interferentes: cido valpróico. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após absorç . Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos. warfarin. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Nível Tera tico de 0. Possui metabolism tico. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina. ciclosporina. Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento.5 ng/mL (3. diltiazem. fenitoína furosemida.5 ng/m significam necessariamente níveis tóxicos. anti cidos.Digoxina Coment  rios: É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de dist rbios do ritmo cardíaco. laxativos e fenitoína. vitamina D.M. ˆu‰ ˆ€‰Ü—€‰  “ ò d€–u“ †  ñ   ˆ † dý‘€ˆ ˆu‰ýdu‰    ‡  ™ ‰ † ¡ ”u–u †‡ … óuô “ †iÿ @ ô — vv  Instituto de Patologia Clínica H. alcalose. Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal. JO 8h.2 nmol/L) Crianças acima 3. anticoncepcional oral. Algumas drogas diminuem a absorç digoxina: metoclopramida. piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.8 nmol/L) Níveis de Pânico acima de 3. Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina. hipóxia.5 mL de Soro. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem. hipercalcemia.8 a 2.0 ng/mL Níveis Tóxicos: Adultos acima 2. clorafenicol. espironolactona. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. nas hepatopatias. Gardenal®) tilizado como anticonvulsivante. cido valpróico. na insufici ncia renal. Condi o: 0. Em períodos mais curtos.O. valores superiores a 2. dia e hora da ltima dose.JD 4h. e infarto agudo do mioc rdio.

M.0 a 400. Quadro de hipersensibilidade cutânea pode ocorrer independente do nível s rico. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos.0 mg/L a tr s horas após a administraç de 300. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Pode considerar de forma orientativa. Condi o: 1. Prozac®) um antidepressiv tricíclico tam m utilizado no tratamento da tens r -menstrual. hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . ñ ˆu‰î– † † †‡ óuô ò ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰ —€‰ m †  ˆu‰ “ †iÿ @ ô — vv  “ dÁ‡ ˆu‰ Gabapentina Coment  rios: A gabapentina (Neurotin ®. ñ ˆu‰ ˆ ò ˆ€‰ óuô †iÿ @ ô — –u“ ˆu‰ †   ˆu ‰â‘uˆu‰ † €‰ u’ d † vv  “ “ ‡ Lamotrigina Coment  rios: A Lamotrigina (Lamictal®. JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .O. com meia vida de 23 a 72 horas (menor em crianças).0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 mL de Soro. PARDINI . estando 95% ligada às proteínas plasm ticas. Neurium ®) m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína. Drogas que induzem sistema microssomal podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap ticos e toxicidade. cido va lpróico inibe o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados.10o C.HPLC Valor de Refer ncia: 100 a 800 ng/mL Condi o: 1. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.O.Fluoxetina Coment  rios: A fluoxetina (Daforin®.0 a 4. Possui meia vida de 2 a 3 dias. Estado de equilíbrio ocorre em 10 a 15 dias.M. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.M.O. Sua absorç influenciada pela alimentaç . estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Anti cidos podem diminuir sua absorç . Cerca de 90% da dr excretada inalterada na urina. dosagem. † ñ óuô ò † †  †ˆ ‡ ˆ …  †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ 102 Instituto de Patologia Clínica H. dia. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o. apresentando meia vida de 5 a 7 horas. dia.0 mg. dosagem. dosagem. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade.0 mL de Soro.HPLC Nível terap utico: 2 a 4 µg/mL Condi o: 1. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. JO 8h.10o C. JO 8h. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . fenobarbital).10o C.HPLC Nível terap utico: N o estabelecido. dia e hora da ltima dose. Progresse®) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam. níveis de 3.

Valium®.O. benzodiazepínico usado como hipnótico. com meia vida de 18 a 24 horas . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Eletrodo Seletivo Nível Terap utico: 0. Esse metabólito tem meia vida mais longa (50 a 100 horas) que o diazepam.000 ng/mL Condi o: 2. reposiç o de sódio. Diazepam®). uso de diur ticos. Estado de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas. inibidores da ECA.Lítio  Coment rios: Os sais de lítio (Carbolitium®. hiponatremia. haloperidol. teofilina e cafeína.O. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. PARDINI 103 . hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Pode causar diminuiç T4 e elevaç TSH transitória. e no uso de acetazolamida. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dia. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e toxicidade.M. Veja tam m Diazepam. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .HPLC Nível terap utico: 120 a 1. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.M. Níveis aumentam na insufici cia renal. clorpromazina e anti-inflamatórios esteróides. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ˆu‰ ‡  ñ óuô ˆu‰R—u‰ ò ô † ˆ †‡ ™ ” ‡ ˆu‰R—ud ˆu‰ ˆ ‡ ˆ “u‘  ˆ du–€“ ˆ ˆu‰ ‘ € ˆu‰î—u” vv  “€‘ N-Desmetildiazepam Coment  rios: O n-desmetildiazepam principal metabólito do diazepam (Diempax ®. ansiolítico e miorelaxante. JO 12h. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Carbolim®) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e outros dist rbios psiqui tricos. Estabilidade 2 dias.5 mEq/l s o considerados tóxicos. JO 8h.0 mL de Soro. Sua determinaç o til para identificaç iazepam como causa de sedaç o prolongada. Níveis acima de 1. Conservaç o de envio: Enviar material congelado.6 a 1. Depuraç droga aumenta na gravidez. dosagem. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta). dia e hora da ltima dose. ñ óuô ò m† ˆ †‰ ˆ †‡ ˆu‰Û—u‰Û— †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “€‘ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.10o C.2 mEq/L Condi o: 1.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). desidrataç o.

estando 95% da droga ligada às proteínas plasm ticas.HPLC Nível terap utico: 200 a 1. dosagem. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).Nitrazepam Coment  rios: O Nitrazepam (Nitrapan®. Conservaç o de e nvio: At ias entre 0o a . hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . ansiolíticos e anticonvulsivantes. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. quanto tempo usa a medicaç .HPLC Nível terap utico: 200 a 1000 ng/mL Condi o: 2. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares. ñ  †‡ † ˆu‰ ˆ  ˆu‰± m  ⠗ † –€“  “€‘ óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ ˆu‰ 104 Instituto de Patologia Clínica H. Sonebon®) m benzodiazepínico usado no tratamento da insônia. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.M.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . JO 8h.400 ng/mL Condi o: 2. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e to xicidade.10o C. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas.M. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. Picos plasm ticos ocorrem em 2 a 4 horas após absorç . dosagem. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .O. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Nitrazepol®. dia.10o C. dia e hora da ltima dose. Possui meia vida de 4 a 12 horas.O. ñ ˆ€‰ —u‰ “ óuô ò ˆ † †‡ †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “ ˆu‰ Oxazepam Coment  rios: O oxazepam metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s sados como hipnóticos. Uso de anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o. PARDINI . JO 8h.

Seu metabolismo p tico. os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C.10o C.HPLC Nível terap utico: 15 a 35 µg/mL Condi o: 1.M. cido Valpróico e Fenitoinas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Apresenta eliminaç rincipalmente renal. dia e hor ltima dose. Apresenta meia vida de 2h.M. Após absorç .5 mL de Soro. ñ ˆu‰«– †‡ ˆu‰R—u‰ –u“ †   ™”  óuô ò vv  †iÿ @ ô — ‘€ˆ † “ d(—€d(‡ ˆ Primidona Coment  rios: A primidona (Primidon®) m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e parciais. A raz fenobarbital/primidona ótim 2 . cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s. sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de 9h. Interferentes: Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante. JO 8h.Oxcarbazepina Coment  rios: A Oxcarbazepina (Auran®. estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Pacientes com insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de primidona. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam meia vida mais curta.HPLC Nível terap utico: 5. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fenitoína.0 a 15. ñ “ uˆ ‰ †† ¡  ”  ˆu‰  d † —u”  ˆu‰  u–  m† óuô ò u “ ‘ … vv  †iÿ @ ô — ‡ Instituto de Patologia Clínica H. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. fenobarbital. Trileptal®). A primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos. antes da administraç o de oxcarbazepina. podendo ser mais elevada se o paciente estiver usando outros anticonvulsivantes. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade.5. A carbamazepina. estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. um derivado da carbamazepina. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6 horas. Concentraç s est veis ocorrem após 2 a 3 dias de uso. dosagem.O.0 mL de Soro. dia e hora da ltima dose. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. .10o C.O.0 µg/mL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. fenitoína e diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina. que tam m deve ser monitorado durante o uso da primidona.JO 8h.. Interferentes: Isoniazidas. Apresenta meia vida de 4 a 12h. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. m anticonvulsivante. PARDINI 105 . A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital.M. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital.O.

3 mL de Soro. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco. A meia vida d a teofili vari vel: 6 a 10 horas em adultos normais. ou antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta). ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas). dia e hor ltima dose. M todo: FPIA . alopurinol. Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após início ou alteraç terapia. PARDINI .Polarizaç Fluoresc cia Níveis Terap uticos: Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina 100 a 270 ng/mL Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL Imipramina 75 a 250 ng/mL Clormipramina 50 a 150 ng/mL Nortriptilina pura 50 a 150 ng/mL Condi o: 0. A coleta ideal deve ser realizada antes da administraç da próxima dose do medicamento. dia e hora da ltima dose. propranolol.O. Anti-Depressivos Coment  rios: A amitriptilina (Tryptanol®. A nortriptilina. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína. 2 a 9 horas em crianças. Conservaç o de envio: At 4 horas entre 2o e 8o C. rifampicina.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. 20 a 90 horas. A concentraç teofilina pode ser diminuída por: tabagismo. Cannabis sativa. Suas dosagens s teis para monitorizaç s níveis ter uticos e toxicidade. imipramina (Tofranil®) e nortriptilina (Pamelor ®) s rogas amplamente usadas como antidepressivos. ˆu‰ — ˆˆ €‰Á—uˆu‰‰á  † d€–u“ ‡ ™” ñ ² ² ² óuô ò ˆu‰R—u” ³ ³ ³ vv  “u‘  ‡ –u“ ² ² ² ˆu‰ † †  “ˆu ‰î‡ ‘uˆ€‰ ³ ³ ³ u“ ‘ ˆ ô †ÿ dR—udR‡ 106 Instituto de Patologia Clínica H.M. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. JO 8h. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. eritromicina. Interferentes: Eritromicina. principal metabólito da amitriptilina. dosagem.M. Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a efetividade do tratamento. Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após absorç . possui meia vida de 20 a 60 horas. anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. Limbitrol®). sendo a aminofilina (sal etilenediamina da teofilina) a preparaç o mais utilizada. Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6 horas após preparaç liberaç lenta). neurol pticos. ciprofloxacin. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas. 29 horas na cirros tica. JO 8h. Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. Cimetidina.O.5 mL de Soro. fenobarbital. Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40 horas. carbamazepina e fenitoína. Obs. Informaç es nece rias: Informar: medicamentos em uso. Níveis elevados podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona.Teofilina Coment  rios: A teofili m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e asma. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca. vacina anti-gripal. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. ‘ud †  ñ ˆu‰»—ud ˆ€‰ ˆ ˆu‰÷—u” ™ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ì—ud †  “ † “u‘ ‘€d †  ¡ ”u–u ” uˆ ‰™ ”   óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ Tricíclicos. cimetidina e anticoncepcional oral. uma vez que apresentam janela terap tica estreita. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Fumo e Cimetidina. A desipramina m metabólito da imipramina cuja meia vida maior. clomipramina (Anafranil®). Fenobarbital. amiodarona. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C.

dia e hora da ltima dose. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.Vigabatrina Coment  rios: A vigabatrina (Sabril®) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA). Apresenta meia vida de 5 a 8 horas. Níveis ter ticos o s m correlacionados com níveis s ricos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mL de Soro. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. sendo excretada principalmente pela urina.HPLC Nível terap utico: 12 a 22 mg/L Condi o: 1.M.10o C.O. dosagem. † ñ óuô ò † ™   Á ‰ du–u“ u‘ ˆ uˆ ‰ um ” †iÿ @ ô — vv  “u‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. . A vigabatrina reduz em cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína. PARDINI 107 . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .JO 8h.

108 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

At meses entre .JD 4h.25o C.5 nmoL/L Condi o: 0.Acetilcolina. Instituto de Patologia Clínica H.2 mL de Soro.9 mL de Soro. ñ  ´ ´ ´ óuô “u‘ ò µ µ µ cido Fólico Coment  rios: ` ô †R þ †©š  O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. anticorpo anti-receptor Coment  rios: O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias que cursam com fraqueza muscular...5 o a . das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo. .2 nmoL/L Miast icos 0 a 1500 nmoL/L Outras doenças auto -imunes 0 a 0. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 3 a 17 ng/mL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . na maioria dos alcoólatras crônicos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. “u‘ ‰à ñ † ˆ€‰î—ud  ëu“u‘  ˆu‰ óuô ò “u‘ ‡ R– †Rþ ô Continua. A defici cia d cido fóli co quase sempre conse cia de ingest insuficiente e est resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. componentes dos cidos nucleicos.JD 4h. PARDINI 109 . M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais 0 a 0.

Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria). Informaç es neces rias: Informar medicamentos em uso. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado.5 o a . componentes dos cidos nucleicos.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina). indica ou uma defici cia verdadeira de cido fólico.Continu õuóuô o.. que necess ria para a penetraç o tissular do Folato. A coleta e transporte t m que ser em tubo de pl stico.. .Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas. A centrífuga deve ser refrigerada. Laboratórios: É recom vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado envie valor do Hematócrito. † —u‰ ñ óuô ò “u‘ v “u‘ ˆ €‘u—u    ™” “ †©š ô  110 Instituto de Patologia Clínica H.25o C. pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro. PARDINI . Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais e insufici cia adrenal sec ria. Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo. ˆ€‰î—ud   “u‘ dӗu‰å ˆu‰«”«” «– † ë   ”€ëu“u‘ dådå— † ‡ ˆ —u”ې   “€‘  “ u ‘ ˆ †  † ” † ˆu‰Á—u”Á †  ñ ò “u‘ óuô †©¨ ô u” u‘ €—   †  ACTH Coment  rios: O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal. ou uma defici cia de vitamina B12. A defici ci cido fólico ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. . Laboratórios: O material deve ser congelado imediatamente. A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato. em situaç s de stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH.JD 4h. na maioria dos alcoólatras crônicos. Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 12 a 70 pg/mL Condi o: 0.7 mL de Plasma (EDTA). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 175 a 700 ng/mL Condi o: 5. Conservaç o para envio: At meses entre . CIDO FÓLICO r HEM¶ CIAS Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. A determinaç o de níveis baixos cido fóli co nas hem cias. Doença de Addison. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

M.0 ng/dL Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4.Refrigerar.0 a 19.0 a 50. gravidez.Informar tipo de dieta: normossódica. hipossódica ou hiperssódica.0 µg/24h Dieta Hiperssódica 0. dieta rica em sódio. ñ ‰u‘ud † ™ ” “ ‘u“ “ ò –† –† ™ ” ˆu‰ ‰€m  ˆu‰ † €‘u—u · · · · · · · ˆu‰ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ † óuô URINA M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Dieta Normal 4. A sua produç regulada pelo sistema renina angiotensina.5 a 4. .Dieta C.Informar tipo de dieta: normossódica. dieta pobre em sódio. Informaç es nece rias: .0 ng/dL 2 horas em + Furosemida 13. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.O. Reduç s s servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal cong nita.0 ng/dL Crianças de 1 a 11 meses 6.Dieta C. SANGUE M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Após 2h em (Normossódica) 5. ñ †Rþ ô vv  · · · ò ¸ ¸ ¸ óuô vv  … † †©¨ ô –€u’  †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H. defici ncia de síntese. Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreni mico.Informar medicamentos em uso.0 a 10. hipo ssódica ou hiperssódica.0 ng/dL Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30. JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. hor rio inicial e final da coleta.0 a 40.0 a 20. .0 mL Soro.Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M . Informaç es nece rias: . Síndrome de Bartter. Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio.M.Aldosterona Coment  rios: A aldoster secretada pela glândula adrenal. PARDINI 111 . após congelar por at meses.0 µg/24h Dieta Hipossódica 10.0 a 130.0 a 30.O. .0 ng/dL Dieta Normossódica 4.0 µg/24h Condi o: Urina 24h. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.0 ng/dL Deitado (Repouso) 3. .5 a 90. Instruç es de coleta: Urina 24h veja .0 ng/dL Condi o: 1.

38 16.0 ng/mL Condi o: 0.80 a 313.39 a 232.4 a 22.24 a 185.4 mL de Soro.09 a 112.39 a 67.16 24.JD 4h.0 ng/mL Menopausa 0.36 a 58. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Semanas de Gest 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23‚5 o † ÿ óuô ng/mL 15.19 a 163.70 a 284.32 78. 112 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .87 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29 30 4 2 (3 5 o ng/mL 42.72 a 128.53 38. . M todo: Imunofluorimetria Informaç es nece rias: Se gr vida.. . colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida). teratocarcinoma.5 a 5. carcinoma normais em embri rio. informar tempo de gestaç .5 mL de Soro. Níveis muito baixos s adultos ( o gr vidas).01 35. coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica. ñ “ —u”u‰ † ‰ u ’ € “ u ‘ † » » » ‰u–€ “u‘ ˆu‰Ý” ˆu‰ º º º ò óuô †Rþ ô Alfa Fetoproteína Coment  rios: A alfa feto proteína  ma importante proteína do plasma fetal. Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5αredutase.94 a 50.20 47.1 a 6.46 a 98.JD 4h. É um marcador da formaç aç androg nica perif rica.44 a 85.0 ng/mL Homem 3.73 84.13 a 45.13 58. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a Síndrome dos Ov rios Policísticos. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher adulta 0.08 22.08 a 205.10 71..3 Alfa Androstanediol Glicuronide Coment  rios: O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos andr ios (por exemplo: folículo piloso). Est  mentado no carcinoma hepatocelular.35 96.35 a 145. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.82 19.39 †Rþ ô Continua.42 28.81 a 74.1 ng/mL ± Adultos e Crianças ± Gravidez veja tabela abaixo: ò ˆu‰ » Condi o: 0.35 53.31 31. ñ ‘€ˆ  † vv  d  ˆu‰ ‰ u ‘ €   SANGUE Valor de Refer ncia: at . Alfa feto proteína elevada no soro materno.65 a 257.

após congelar por at meses. a despeito de níveis elevados de PTH.ALFA FETOPROTE NA Ÿ L¼ QUIDOS Valor de Refer ncia .0 nmoL/mg creatinina Obs. Pleural. Resultados falso -positivos podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 1.5 mL Líquor .Líq..Líquor . Sua dosagem isolada ou n o teste de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio. Condi o: Urina 24h ou C. Pleural: < que 1. Instru o de coleta .Líq. Ascítico . Nos pseudo-hipoparatireoidismo.. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.: No sangue o tem valor clínico.5 a 6. Amniótico .353 Urina veja Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.M.Líq.O.Continu õuóuô o. ng/mL 10648 a 17908 9559 a 13310 7865 a 11737 6050 a 9196 4179 a 7623 3388 a 6292 2662 a 5203 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29/30 4 2 (3 5 o ng/mL 2299 a 4719 1936 a 4114 1331 a 3509 1089 a 2783 1089 a 2420 726 a 1936 484 a 1815 óuô †©¨ ô AMP Cíclico Coment  rios: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los.Líq. aver incremento dos níveis de AMPc. Ascítico . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.81 ng/mL Condi o: 0. .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar.Líq. Amniótico: Semanas de Gest 16 17 18 19 20 21 22 ò ò 24(3 5 o Valor de Refer ncia . PARDINI 113 . †‡ ò ñ ˆ€‰å— † ‘uˆ€‰ ¡  ˆ  “ ˆ  ‡€m óuô u‘ ˆ óuô †©¨ ô %(½8¾ †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H.Líq.

Sua concentraç contra-se reduzida na Doença de Addison.Urina 24h: 30 a 330 µg/24 horas Valor de Refer ncia .5 mL de Soro.5 mL de Soro.5 ng/mL Homem 0. .Urina amostra isolada: at 275 µg/L Valor de Refer ncia .Urina C. † ‘ud † ™ ” † “ SANGUE M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: at 60 anos < 2 µg/mL > 60 anos < 2. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Pr -Puberais ambos os sexos 0. ñ †Rþ ô † òò óu† ô ˆu‰R– ò u–  ô †©¨ †¹¨ 114 Instituto de Patologia Clínica H.6 µg/mL Condi o: 0. PARDINI . Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo. Refrigerar.Fluidos corporais: at 275 µg/L Condi o: Urina 24h . Sua produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. -N recisa conservante. ñ ˆ ‰u‘ud †  ‰u’u“  ˆu‰â”u‘ ‘u’u“€‘ ¿ ¿ ¿ óuô † òÀ À À †Rþ ô Beta 2 Microglobulina Coment  rios:  ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as A Beta-2-Microglobuli c lulas nucleadas.JD 4h. Fluidos corporais.4 a 2.Androstenediona Coment  rios:  m hormônio esteróide andr A androstenedi nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas.M. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 g.0 ng/mL Condi o: 0. 353 Conservaç o par a envio: At dias entre 2o e 8o C. Síndrome dos Ov rios Policísticos. Sua s características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas. Hirsutismo Idiop tico. Hiperplasia Adrenal Co ita. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Ajustar pH 7 com NaOH1m.0 ng/mL Mulher 0.O. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.4 a 3. ñ ‘€—udR‘uˆu‰ ‡ ¿ ¿ óuô † ò À À URINA – FLUIDOS CORPORAIS M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.JD 4h.2 a 0. após congelar por at meses.

Client ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou estar em uso de anticoncepcional.5 o a . .JD 4h. Sua maior utilidade ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide. em geral. Sendo solicitado isolado. tireoidites. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana.124. A dosagem d e calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide. vem acompanhado de FSH e LH. ñ A calcitoni m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide.8 mL de Soro. o concordantes com a clínica. .Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina. Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big Prolactina) M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Recuperaç < 30% Big Prolactina Recuperaç > 65% aus ncia de Big Prolactina Recuperaç entre 30 e 65% Indeterminado Condi o: 1.0 mL de Soro. .Big Prolactina Coment  rios: O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) tilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica. informar somente se controle de tratamento ou sendo possível. Sua secreç estimulada pelo c lcio. PARDINI 115 . CMT: Carcinoma Medular da Tireóide. que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular. Síndrome de Zollinger -Ellison. fal cia renal. Monômero de prolactina: 23 -kDa. nas pancreatites. anemia perniciosa. . Conservaç o para envio: At meses entre .Resultados > 50 pg/mL. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Veja tam m Teste de infus o C lcio ou Teste de infus Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. † ˆu‰ †  ñ ò ˆu‰ à ˆu‰‰ à u ˆ óuô Á    “ vv  †Rþ ô † l l ˆu‰ Calcitonina Coment  rios: M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: at /mL Suspeito de CMT entre 50 e 100 pg/mL Sugestivo de CMT > 100 pg/mL . veja question rio p g.Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias. gestaç rec m -natos.25o C. † –ud m † ˆu‰Á” † uˆ î ‰—  à à à ‘€d †   † ˆu‰÷ê “u‘  ˆu‰ † ˆ ˆu‰ —€d † A@ –u’ò   ‘uˆ óuô  ˆ   u“ †©š ô ”R‘uˆu‰R–u‰€—u” ™” Instituto de Patologia Clínica H. verificar com o cliente a raz pela qual o exame foi solicitado. Condi o: 0. em alguns pacientes com câncer de pulm o. A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. dever ser colhida nova amostra. mama ou pâncreas. Informaç es nece rias: Este exame.

Sendo di tico. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Sua concentraç contra -se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress.Cortisol Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH).JD 4h. após congelar. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). para diminuir a ingest de líquidos. 18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. controlar rigorosamente a dieta e medicamentos. . Se mulher. .5 mL de Soro. informar uso de anticoncepcional. As concentraç es plasm ticas de cortisol s influenciadas pela CBG. hora d ltima dose e hor rio da coleta. † ñ ˆu‰Õ—u” ™ Ä Ä Ä óuô ò Å “u‘ Å Å vv  ˆu‰â”u‘ ™  ˆu‰Ç–€ˆu‰ ‰ †Rþ ô dӇ  Cortisol Livre Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Criança 2 a 27 µg/24h Adolescente 5 a 55 µg/24h Adulto 10 a 90 µg/24h Condi o: 5. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Informaç es nece rias: . Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficiente de ACTH).Informar medicamentos em uso. Condi o: 0. É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. † ñ Ä Ä Ä ˆu‰R–u‰ ò “u‘ Å Å Å vv  ˆu‰Û—u” ™ ˆ€‰b— ˆ óuô ˆ dum † † ˆu‰ †©¨ ô  116 Instituto de Patologia Clínica H. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. Sua concentraç o encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. dia.0 mL de Urina 24h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes).Ingest o normal de líquidos. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficient e de ACTH). 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 08:00 horas 5 a 25 µg/dL 16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h.

M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher 1 m s at anos 30 a 550 ng/mL 30 a 410 ng/mL 5 a 9 anos 50 a 1400 ng/mL 50 a 1400 ng/mL 10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL 12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL 16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL 21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL 41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL 51 a 80 anos 500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL Condi o: 0.5 mL de Soro. tumores virilizantes das adrenais e na Síndrome de Cushing. doen ça de Cushing.Dehidroepiandrosterona Æ Coment  rios: O DHEA roduzido pela supra-renal e gônadas. É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides. Encontra -se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.JD 4h.5 a 3.0 ng/mL Condi o: 0.0 ng/mL Criança 0. . PARDINI 117 . Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais. Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na Hipoplasia Adrenal. hiperplasia adrenal e adrenarca precoce. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison. carcinoma adrenal.5 a 13. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro.JD 4h. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via convers ra testosterona. Sulfato Æ Coment  rios: O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. † SDHEA ‘u ñ “ †É• ò “u‘ ’ € “ u ‘ ˆu‰ ”€‘ ˆ € ‰ óuô †Rþ ô vv  Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Adulto ambos os sexos 0. É o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios. ñ †– ˆu‰Á–€d ò DHEA ™” ™ ˆ ˆu‰ Ç Ç Ç óuô È È È †Rþ ô vv  Dehidroepiandrosterona.5 ng/mL Gravidez 0.5 a 6. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. É um marcador da funç adrenal cortical. .

Nascido < que 0.35 ng/mL Condi o: 1. principalmente nas formas tardias do adulto. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais: Basal < 8.80 0. com hiper resposta ao ACTH. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos.20 ng/mL 04 a 10 anos < que 0. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da 5α-redutase. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo.25 a 0.20 ng/mL 11 a 14 anos < que 0. Síndrome de Anovulaç Crônica e alta atividade da 5α-redutase.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ñ “ † ‰Ó‰u– ‘€’u“ Ì Ì Composto S ˆ€‰ —u—‰ † ¡ åm  Ë ò †Rþ ô óuô “ “u‘ Dihidrotestosterona Ê Coment  rios: DHT É derivada principalment e da convers rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase sobre a testosterona.2 mL Soro. A DHT exerce sua atividade andr ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo.JD 4h. ‰€’u“u‘ ˆu‰ý–€” † ˆu‰»—   ˆu‰ † ˆ ñ † u‰ m ˆu‰R—ud ˆu‰  “ “u‘ † ò óuô †Rþ ô vv  118 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado.60 < que 0. por defici ncia c nita. Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. É um androg nio importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico. . Obs.JD 4h. Eleva-se quan loqueio da enzima 11-hidroxilase.11 Desoxicortisol Ê Coment  rios: O 11-desoxicortisol (composto S) recursor imediato do cortisol.70 < que 0.35 < que 0.15 ng/mL at 3 anos < que 0. pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico tumoral.20 ng/mL Adulto 0.0 ng/mL 30’e 60’ após ACTH aumento de 3 a 5 vezes. É relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers testosterona-DHT.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase). M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher R. .65 < que 0. PARDINI .05 a 0.

M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 2. O estradiol medido para estudo dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç da ovulaç o. sugere-se seu controle em um ico laboratório. responder: Atraso de desenvolvimento seios.. strog nio circulante predominante. feocromocitoma. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios. Transfus s e estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina. Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio. Encontra -se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianó tica. shunts veno/arteriais. † ˆ † ‰ u‰ €’ u“ ‘ †† † E2 ñ Î Î Î Î ò ‡u‘  u –  ˆu‰R—u‰R—uu” ‘u—u † d† ‰ö¡ ””€–u “ uˆ ⠉ u” ‘ Î Î Î Ï Ï Ï ˆuˆu‰‰ ˆu‰ Ï Ï Ï Ï óuô †  †H• R–u’ †i†ÿ ¨ R–u’ †iÿ R–u’ ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † Á’  ˆu‰‰ »ëud ˆ€‰ ” ˆ dR—udR‡ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰  ˆ Instituto de Patologia Clínica H. pós -quimioterapia. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxi nio. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 20 a 215 pg/mL Menopausa at /mL Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Homem at 5 pg/mL Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Criança at /mL Pr -Menopausa at /mL Condi o: 0. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. p los pubianos. nefroblastoma.5 mL de Soro. Sua dosagem til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia medular. É tam m utilizada para diferenciaç tre os quadros de policitemia prim ria e sec ria. mais do que o estradiol. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos. uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas.0 mU/mL Condi o: 0. algumas doenças pulmonares hipox micas.feminino: < 11 anos). . puberdade precoce feminina. genital. AIDS). estatura? Desenvolvimento precoce: seios. Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais. testículos e pela convers perif rica da testosterona. Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. PARDINI 119 . doenç tica e ginecomastia masculina. . Os níveis de eritropoietina podem estar elevados tamb m devido a flebotomias.Eritropoietina Coment  rios: É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue.6 a 34. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ‡ ñ †’u“u‘ ˆu‰à—€”à‘ ˆu‰à—€”àˆudu‰« ‘ ”u‘ “ ’u“ ò “u‘ €ˆ ‰ ““ ˆu‰à—€dàdu‘€”  “u‘ u‘u—u † m † † ™” † óuô †Rþ ô Estradiol. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Em mulheres menopausadas a estrona.JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher. cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo. anemias crônicas (insufici ncia renal. leiomiomas e adenocarcinoma renal). Se criança (masculino: < 14 anos . genital. estenose de art ria renal. hepatoma.JD 4h. tumores femininizantes adrenais.5 mL de Soro. 17 Beta Í Coment  rios: O 17-Beta Estradiol estr io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. Sua dosagem tilizada para a investigaç emias e avaliaç mia provocada pela insufici cia renal.

defici cia de sulfatase placent ria.0 ng/mL ± N Gr vidas: at ± Homens: at . Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina. após congelar por at Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 .Refrigerar. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 120 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. ˆu‰  ò †iÿ † †@   ˆu‰ uˆ ‰ óuô ng/mL 14 a 53 24 a 75 29 a 127 45 a 175 60 a 210 90 a 325 †Rþ ô URINA Valor de Refer ncia: Homem e mulher ± Gravidez: Ñ ò ‘uˆ  Condi o: 1a Urina da m .Estriol Ð E3 Coment  rios: É o estrógeno mais importante da gravidez . aplasia ou hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia. . sendo mais importante as medidas seriadas. PARDINI .5 mL de Soro. perda fetal. nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional.  ™” ˆ “u‘ ñ ˆu‰ ‡ ˆ€‰à—u”Û— † ˆ€‰ ˆ u ‰  ˆ€‰ SANGUE Valor de Refer ncia: . uso de corticoesteróides. Valores isolados s ifícil interpretaç . representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres gr vidas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . M todo: Radioimunoensaio Informaç es necess rias: Se gr vida. . anormalidades fetais cromossômicas. informar tempo de gestaç . estrógenos entre outros.N precisa conservante. gestaç molar. É sintetizado na placenta. diur ticos. A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens induzida pela gravidez.0 ng/mL Semanas de Gestaç ± Gravidez: 16 a 20 semanas 21 a 24 semanas 25 a 28 semanas 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas 37 a 40 semanas Condi o: 0. em penicilinoterapia. Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores de altas altitudes. Urina 24h*.0 mg/24h ou g creatinina Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina 11 a 24 semanas 2a 8 25 a 30 semanas 7 a 29 31 a 35 semanas 10 a 36 36 a 40 semanas 13 a 50 †  uˆ ‰ †©¨ ô %‚Ò$Ó †¹¨ meses. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. 353 óuô ˆu‰ d€‘ ¡ ˆ o gr vida: at .

PARDINI 121 . Conservaç o para envio: At dias entre 2o C e 8o C. Encontra-se aumentada em desordens infecciosas e inflamatórias. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Estrona Ô Coment  rios: A estr mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol. a defici cia do ferro o ser refletida pela ferritina s rica. avaliaç puberdade precoce (completa ou parcial).pós -menopausa Menopausa 10 a 280 ng/mL Homem 29 a 300 ng/mL Condi o: 0. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: R. doenças malignas ou terapia com ferro. A estro muito utilizada para avaliaç ipogonadism o.5 mL de Soro. ñ ”u–u “u‘ † ‘ud †  Õ Õ Õ Õ Õ Õ Õ “ ò “u‘ u– €‰ u— ” €‘ ˆ ”u–u d† † Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ö Ö †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. Pode estar aumentada em etilistas ativos e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C. Nascido 25 a 200 ng/mL 1m s 200 a 600 ng/mL 2 a 5 meses 50 a 200 ng/mL 6 m a 15 anos 10 a 140 ng/mL Mulher . diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na menopausa.pr -menopausa 10 a 100 ng/mL Mulher . A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato.5 mL de Soro. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. A ferritin um reagente de fase aguda. A dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Fase Folicular 15 a 100 pg/mL Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Menopausa 15 a 65 pg/mL Homem 30 a 55 pg/mL Condi o: 0. em estados inflamatórios como artrite reumatóide.JO 8h. ñ u‰ u‘ d † u‘ d † ò E1 ˆu‰÷—u‰ ¡ †  ˆu‰ö—u” ˆ u‰ u’ u“ ‘ Õ Õ Õ Õ Õ Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ferritina Coment  rios: †Rþ ô vv  O teste da ferriti tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose. . Na presença de doença h tica. É o principal estr io circulante após a menopausa.JD 4h.

Anti-GAD s servados em 70 a 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1. distribuídas em todo o tubo digestivo.000 pg/ml. Peprazol. Lozec. dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C.M.JO 10h. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: < que 90 pg/mL Intermedi rio de 90 a 200 pg/mL Patológico > de 200 pg/mL Condi o: 0. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol. Victrix. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. na lcera strica e duodenal. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica. . incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta. Por m. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: ≤ 1. Lansoprazol. ñ óuô ò † dum † † † † ˆu‰ † ˆu‰»‰um ”u †Rþ ô Gastrina Coment  rios: A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G.2 mL de Soro. Gastrium. na insufici ncia renal crônica e após vagotomia. A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma).6 mL de Soro.O. para realizaç xame. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. no carcinom strico. anticorpos anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. PARDINI .JD 4h.GAD. em pacientes com lcer tica. m bom indicador da efici cia da ter tica cir rgica. nestas situaç es os níveis de gastri tingem valores t elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. A dosagem de gatrina pr pós cirurgia. na dispepsia. † ‘ud † † m† ‡ † €’  ™ †‡” u “ ‘ u d u –  “  ñ ò ×  ØØ × × óuô †Rþ ô ˆu‰R—u‰R” vv  † d ‘u’udR ‘uˆu‰Rd “ ˆ€‰ ‡ d■† – †  ùd€’ud ˆ 122 Instituto de Patologia Clínica H. . anemia perniciosa.0 U/mL Condi o: 0. onde os níveis s ricos encontram-se acima de 1.

ò Ù Ù Ù Ú Ú Ú Ù óuô ˆ ˆu‰ QUIMIOLUMINESC NCIA – L ¼ QUOR Valor de Refer ncia: ≤ 1. Est iminuído na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectópica.Cromatogr fico Valor de Refer ncia: Negativo (Obs. coriocarcinoma. PARDINI 123 . †Rþ ô IMUNO ENZIM¶ TICO – URINA óuô †©¨ ô  ò Coment rios: O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta). Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. O beta-HCG dosado por quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto após 7 dias da implantaç mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç .5 mL de Soro.: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina. ñ † €– ò ó u ô ˆ d€‘ ¡ ˆ †¨ô ©  ”⇠† †  öd Û— ‡  ™” ˆu‰ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. N o havendo correlaç o clínica. Est mentado na gravidez. no entanto.HCG. Beta Coment  rios: O HCG  ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). atenç o especial para sua evoluç . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: 1a Urina da m . sugere-se HCG no sangue (soro).5 mL Líquor. Homem: 0 a 5 mUI/mL Condi o: 0. mas possível dos anticorpos heterofílicos. Controle de Mola? Suspeita de aborto? Quando? † “ d† ˆ € ‰ å ” ™ ” ˆ€‰ ˆu‰ý— “u‘ “u‘u”ud † vv  † ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ —u‰ ˆ  ˆu‰Õ  âd ˆu‰ ˆu‰ ô dR—udR‡ QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE Valor de Refer ncia: Diagnóstico de Gravidez: de 0 a 5 mUI/mL Negativo de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado acima de 50 mUI/mL Positivo Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL. mola hidatiforme. Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç . e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. mola hidatiforme. Algumas das metodologias para detecç HCG s direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez.JD 4h. que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara. Deve -se ter em mente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio . e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos. . É usado no diagnóstico de gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Urina após 4 horas sem urinar. coriocarcinoma. tais ensaios n o necessariamente detectam mol culas degradadas ou homog s encontradas nas doenças troflobl sticas.5 mUI/mL Condi o: 0. Est mentado na gravidez. Informaç es nece rias: A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez.

Fase Folicular 2. . M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < 10 ng/mL Condi o: 0. Eleva -se precocemente na instalaç o da menopausa. p los pubianos. bem como valores moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia. .Fase Luteínica 0.Hormônio de Crescimento Û HGH Coment  rios: A secreç HGH  ls til. ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens.0 U/L Adultos .5 mL de Soro. Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura.JO 8h.feminino: < 11 anos).3 U/L . responder: Atraso de desenvolvimento seios.5 mL de Soro.2 a 10. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua relaç o com o LH. Se mulher. O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. É secretado de maneira puls til. decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade at níveis de adulto.4 a 9. exercício físico e sono. genital. Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress.Fase Ovulatória 3. na qual os valores de LH se eleva. PARDINI . menos evidente que o LH.Homem 0.9 a 13. Nos adultos.JD 4h.5 U/L Condi o: 0. Se criança (masculino: < 14 anos .Informar medicamentos em uso ou recente. Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreç .0 U/L Adultos .3 U/L .0 U/L . ‰ u— ‰ † –  ˆ ˆu‰ €ˆ Á  ‘€ˆ ‘uˆ€‰ ˆ€‰å‡ ˆu‰ ñ ò óuô †Rþ ô †   ™”  Hormônio Folículo Estimulante Û Coment  rios: FSH O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. estes picos s raros.Menopausa > do que 20.Mulher . nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa.3 a 8. genital. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆ Ü Ü Ü Ü ˆ “u‘ “€‘u” ˆ€‰î”  † † ò Ý Ý Ý Ý Ý Ý óuô Ý ‰† ª vv  †Rþ ô † u” † –u‰€‰ ‘u »’  Rë€d ˆu‰‰ ˆ ˆ “ ‰â‘uˆu‰ ˆu‰Á‰ ˆ u ‰ dR—udR‡  ˆ Áëudu‘ “ 124 Instituto de Patologia Clínica H. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 3.0 U/L Pr -Puberal < que 5. com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H to tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Informar dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç ctópica de hormônios esteróideos. Informaç es nec rias: . O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no primeiro ano de vida.

anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta.0 U/L Adultos . seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç . ñ † ˆu‰ ˆu‰ö‰€m ”u óuô †Rþ ô ò Instituto de Patologia Clínica H.Menopausa > do que 15. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.0 U/L Adultos .Fase Ovulatória 13.20 U/L Pr -Puberal 0.Mulher . pode determinar a data da ovulaç o.JD 4h. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. genital. M todo: Radioimunoensaio Condi o: 0.3 U/L .0 U/L Condi o: 0. Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro.2 a 10. o que parece ser fundamental para a sua aç . estatura? Desenvolvimento precoce: seios.02 a 3.8 a 71. É secretado de maneira puls til. mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica.Hormônio Luteinizante Þ Coment  rios: O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais. Anticorpos anti IA-2 s servados em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. genital. † ˆu‰ ˆ † LH ñ ß ß ß ß † ò u–  ˆu‰   ˆu‰ö•  ˆu‰ à à à à à à óuô  à ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆu‰‰ † m† † ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ ‰â‘uˆ€ˆu‰ ‰ ‡  “ ˆu‰ IA2.feminino: < 11 anos). responder: Atraso de desenvolvimento seios. Informaç es nece rias: Se mulher.JD 4h.Fase Luteínica 0. nos ov rios e nos testículos. PARDINI 125 .8 U/L . M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 0.2 a 12. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal. Eleva -se nas patologias primariamente gonadais.2 mL de Soro. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. No sexo feminino. Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH.6 a 9. Se for dosado de maneira seriada. p los pubianos.8 U/L .Homem 0. Se criança (masculino: < 14 anos .5 mL de Soro.Fase Folicular 1. Valor de Refer ncia: < 0. . .50 U/mL Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

cirrose.0 a 502.0 3a4 44.0 a 276.0 a 956. hipopituitarismo.0 110. atraso puberal.0 a 570.0 14 a 15 153.0 8a9 81.0 a 494.0 a 991.JD 4h.0 a 648.0 5a6 33.0 a 995.0 22.0 30 a 40 100.0 129.0 30. diabetes mell itus.0 a 428.0 a 258. . hipotireoidismo.0 a 354.0 10 a 11 30.1 a 383.0 130.0 11 a 12 29. retinopatia di tica. PARDINI . Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis funcionantes.0 a 972.0 a 150.0 261.0 193.0 a 699.9 a 392.0 a 756.0 18 a 20 197.0 a 466.1 a 131.0 236.0 a 575.0 108.0 a 303. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa.0 4a5 30. gestaç .0 25 a 30 119.0 16 a 18 239.0 203.0 Condi o: 0.0 23 a 25 169.0 40 a 50 101.0 a 484. obesidade.0 15 a 16 358.0 1a2 6.3 a 152.0 a 752.0 6a7 43.0 13 a 14 71.0 12 a 13 55. síndrome de privaç materna.0 a 526.5 mL de Soro.4 a 290.0 a 373.0 2a3 24.7 a 100. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 20 a 23 215. ò óuô †Rþ ô 126 Instituto de Patologia Clínica H. Valores baixos s servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade).0 97.0 163.0 288. gigantismo e acromegalia.0 a 831. O IGF. hepatoma.0 a 870.0 a 591.0 96.0 a 630.0 50 a 70 78.0 a 476.0 a 480. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 23. nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos.0 a 289.0 20. desnutriç o. puberdade precoce verdadeira.0 9 a 10 72.0 a 628.0 30 a 40 100.0 a 117.0 † ˆu‰â‰um ˆ ò “u‘ d u m † ˆu‰ m † ˆu‰ ñ ˆu‰ ò ”ö‘€ˆu‰ ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 3.0 a 521. Valores altos ocorrem na adolesc cia.0 a 624.0 a 494.IGF 1 á Somatomedina C Coment  rios:  m peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento.

6 a 7. sendo a mais abundante na circulaç . Laboratórios: Enviar em tubo pl stico.6 a 7.5 18 a 20 2.3 a 5.3 2.0 3a4 1. acreditava-se que s ica funç ra o transporte das IGFs.3 40 a 50 2.2 2.6 2a3 1.5 2.3 a 7.0 a 4.8 a 8. . Recentemente.2 5a6 2.5 9 a 10 2.5 8a9 2.2 a 4.0 a 3.9 a 7.8 a 7. De todas as IGFBPs.5 2.3 15 a 16 2.4 a 4. com potentes aç s anabólicas e mit nicas. Sua determinaç tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1.9 2.3 2.0 1.7 10 a 11 1.IGFBP-3 Coment  rios: Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia estrutural à insulina.7 12 a 13 1. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (ng/mL) (ng/mL) (anos) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 1.7 2.3 mL de Soro.1 a 3.5 20 a 23 2. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores. entretanto. uma categoria composta agora por 10 membros.4 2.3 a 7. No plasma os IGFs est ligados a uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs).3 2. Originalmente.4 a 6.9 a 7.1 a 4.3 a 6.JD 4h.1 a 7.4 2.7 a 7.4 23 a 25 2.1 2.3 50 a 70 2.0 a 4.4 a 7.3 4a5 1.6 2.6 a 5.3 a 7.3 a 5.0 16 a 18 2.0 a 4.0 a 7.3 ñ ˆu‰ ò ׆ d “ ˆu‰ †  ¨ ™” u‰ €’ “  ˆu‰R—u”R—u” ud«‡€‘ ˆu‰ ˆu‰Û” ˆ€‰ ò ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 1.0 25 a 30 2.9 a 7.2 11 a 12 2.0 a 6.8 a 7.6 a 3.4 13 a 14 2.7 a 7.7 a 5.6 30 a 40 1.1 a 6.2 6a7 2.1 a 7.8 a 7.7 a 6. ò óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.1 1a2 1.2 a 5.1 14 a 15 1. a IGFBPmais estudada.7 a 7.2 2. atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico. e liga aproximadamente 95% dos IGFs no sangue.0 a 5. PARDINI 127 .2 30 a 40 1.3 a 6. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 Condi o: 0. inibindo a proliferaç celular).1 2.

os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. mas poucos s IgE. Veja tam m Resist ncia à Insulina. Apresenta estimativa satisfatória da concentraç T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada. Nesses casos.5 a 20.80 Veja: p g. Recentemente. Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1.Insulina Coment  rios: Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma.JO 10h.30 (Esta relaç tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol) Condi o: 0. . ocorre elevaç insulinemia. com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudos de outras causas de hipoglicemia. ñ ˆu‰ “u‘ ˆ u ‰ « ‘ € ‰ ˆu‰ ”† †óuô • @ ‘ ò H †Rþ ô  ITL â Indice de Tiroxina Livre Coment rios: O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total. anticorpos anti Coment  rios: Essencialmente. Diversas formas de resist ncia à insulina.0 µU/mL Relaç o Insulina/Glicose: at 0. A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç s resultados dos ensaios para insulina. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. frente a níveis normais ou elevados da glicemia.140 T3 Retenç ˆuò ‰ ™ ˆ ˆ ˆ€‰à—u” † ˆu‰ l l 128 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 2.01%) nos pacientes tratados. proporcional ao T4 livre. Entretanto. v m sendo descritas. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: At U/mL Condi o: 0. resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament observada (0.138 e T4 Total p g.5 mL de Soro.40 a 3.5 mL de Soro. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos antiinsulina. PARDINI . T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL Valor de Refer ncia: 1. † ñ m† “ ˆ †óuô ˆ ò “ ˆu‰R—ud —ud † “ ˆu‰R‘uˆu‰ †Rþ ô Insulina. por diferentes mecanismos. que apresenta níveis de insulina elevados. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG.

É tam m til para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal.JD 4h. Condi o: 2.0 a 11.5 mL de Soro.0 a 17. Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado. Em humanos produzida no tecido adiposo. ñ † ” † ˆu‰í— “ € ‘ ä ä ä ä † ã ò †ˆ ˆu‰¿—ud¿– ‡ m† ‡ ˆ ã ã óuô ‘€’u“u‘ “u‘ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. conduz a quadros raros de obesidade extrema. Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal cong nita por defici cia da 3 β-OH esteróide desidrogenase. A maior parte da pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administraç e ACTH.Fase Folicular 45 a 1185 ng/dL .Menopausa 18 a 48 ng/dL Homem: 41 a 183 ng/dL 1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL Obs. .JD 4h. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher N sa: 2. PARDINI 129 . produzindo defici cia de leptina.Leptina Coment  rios: É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Mutaç s no gene da leptina.0 ng/mL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL.0 a 59.Fase Luteínica 42 a 450 ng/dL . M todo: Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher .0 ng/mL Obeso: 4.Pr -Puberal 20 a 140 ng/dL . ñ “u‘ † †† ™” ™” † ã ã óuô ò ä ˆu‰í‰€mu” ä ä ˆu‰R‰umu” ä †Rþ ô “ 17 OH Pregnenolona Coment  rios: 17-alfa hidroxipregnenolona formada pela hidroxilaç regnenolona.5 mL de Soro.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase). Concentraç s baixas podem ser encontradas em pacientes lipoatróficos.0 a 35.0 ng/mL Obesa: 7. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de Cushing ACTH dependente.0 ng/mL Homem N so: 1.

17 OH Progesterona Coment  rios:

A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia c ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher: Fase Folicular de 20 a 150 ng/dL Fase Luteínica de 50 a 300 ng/dL Menopausa de 10 a 100 ng/dL Homem adulto de 50 a 300 ng/dL Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL Rec m nascidos os valores podem estar elevados at 0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Conservaç o para envio: At dias entre 2 o e 8o C.

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Osteocalcina Coment  rios:

A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Paratormônio Intacto (Mol ’¦s ula Inteira) ç Coment  rios:

O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 10 a 65 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Peptídeo C Coment  rios:

O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais. O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em diabetes tipo I e na administraç insulina exógena. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0,4 a 3,5 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Progesterona Coment  rios:

A progester roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim secretada pelas adrenais, elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 250 a 850 pg/mL Fase Luteínica 3.000 a 20.000 pg/mL Menopausa at /mL Homens 200 a 800 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pro-Insulina Coment  rios:

Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç c lula beta. Entretanto, pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at % de insulina imunoreativa como sendo material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de próinsulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: N sos 5,0 a 16,0 picomoL/L Obesos 8,5 a 42,0 picomoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Prolactina Coment  rios:  m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular Prolacti

mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem 0,6 a 17,0 ng/mL Mulher - Fase Folicular 0,6 a 19,0 ng/mL - Fase Luteínica at ,0 ng/mL Criança 30% mais que adulto Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a Prolactina sofre muitas infl cias. Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984): 1 o Trimestre 30 ng/mL (10 a 80 ng/mL) 2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL) 3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL) Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz la qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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PSA í Antígeno Prost e tico Específico Coment  rios:  ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas O antígeno prost tico específic
epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA tilizado isoladamente para estagiamento e seleç candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital, massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha, retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç r -operatória n o define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma express tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas. M todo: Imunofluorimetria Informaç es necess rias: - Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. - Após Ejaculaç , aguardar 2 dias. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Valor de Refer ncia: Homem at ,5 ng/mL 2,5 a ,4,0 ng/mL 4,1 a 10,0 ng/mL 11,0 a 20,0 ng/mL > 20,0 ng/mL Mulher < que 0,5 ng/mL

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Nota: Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade. Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais rigoroso e Biópsia. Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama. Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy. J Urol 2001;165:757-60.

Moderadamente elevado Elevado Aumento Significativo Grande Aumento normal

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PSA LIVRE E TOTAL

Valor de Refer ncia: PSA Livre at ,720 ng/mL PSA Total at ,50 ng/mL % PSA Livre Probabilidade de CA 0 a 10% 56% 10 a 15% 28% 15 a 20% 20% 20 a 25% 16% > 25% 8% Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de probabilidade. Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam fazer controle mais rigoroso com o clínico. Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

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Renina Coment  rios:

A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II, um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de hiperaldosteronismo: prim rio e sec rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose, hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos. Interpretaç reni ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde). M todo: Radioimunoensaio Ci tico Valor de Refer ncia: Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado 1,9 a 4,3 ng/mL/h 2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P 3,0 a 7,6 ng/mL/ 2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais. Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. - Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar ou C.O.M. Medicamentos: Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M. Laboratórios: Congelar imediatamente e enviar material congelado. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Risco Fetal
TESTE INTEGRADO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 1%. Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n exclui a possibilidade de uma gestaç fetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista, data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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TESTE COMBINADO

PAPP-A - Translu ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta somente Síndrome de Down. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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o...RISCO FETAL

TESTE TRIPLO

Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : 69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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SHBG ò Globulina Ligadora de Hormônios Sexuais Coment  rios:

É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona, dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç , alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: Homem 13 a 71 nmoL/L Mulher 18 a 114 nmoL/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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JD 4h. A medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. inclusive fórmulas para emagrecer e. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. O T3 retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina Livre). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . Quando um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3. o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condiç verdadeiro hipertireoidismo. se mulher.51 ng/dL Condi o: 0. os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade da T3 retenç . na tireotoxicose por T3.JD 4h. ñ óuô ۆ † ” † ˆu‰Û—u‰ “ ò “u‘ ¨ vv  † † ‘uˆu‰ †Rþ ô  T3 Reten £¤¥ o Coment  rios: É uma medida indireta dos sítios saturados da TBG.T3 Livre Coment  rios: A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas. T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido a sua menor afinidade pela TBG.5 mL de Soro. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano. Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos). .5 mL de Soro. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. Recentemente. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. adenoma produtor de T3. T3 retenç mede os níveis s ricos de T3. O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 27 a 36% Condi o: 0. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Encontra -se aumentado na Doença de Graves. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. inclusive fórmulas para e magrecer e.30 a 0. se mulher.3% existe na forma livre. somente 0. ñ ˆu‰ †  ‘€ˆu‰ ˆu‰R‘uˆu‰ óuô ò “u‘ vv  ˆu‰  “u‘ † †Rþ ô  138 Instituto de Patologia Clínica H. ligada.

3´-Triiodotironina (T3). Reduç nos seus níveis servada no hipotireoidismo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. rT3) . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. juntamente com o 3.JD 4h. no rec mnato. um metabólito deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide). inclusive fórmulas para emagrecer. gravidez. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente. o rT metabolicamente inerte. ent retanto.3´5´-Triiodotironina (T3 reverso. Ao contr rio do T3. T3 no sa redominantemente ligado a proteínas plasm ticas. ñ ↠¨ † ˆu‰  † ‰um † óuô ò †Rþ ô  T3 Total Coment  rios: A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) tam m secretada diretamente pela glândula tireóide.35 ng/mL Condi o: 0. Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de doença n o tireoidiana.5. † ñ õ õ õ õ õ “u‘ ò —uˆ€‰ vv  ˆ ™” ‘u’u” † – ˆ ” † m† ö ö ö ö ö óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. T3 toxicose. aumento de TBG. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.5 mL de Soro. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 0. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente.6 mL de Soro. . na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. . hipotireoidismo e reduç s da TBG. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.JD 4H. se mulher. PARDINI 139 . Apresenta-se elevado na Doença de Graves. nos casos de hipertireoidismo TSH dependente . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Cor 15 a 75 ng/dL 1 a 30 dias 32 a 216 ng/dL 31 dias a 5 anos 80 a 270 ng/dL 6 a 10 anos 90 a 249 ng/dL > 10 anos a Adulto 75 a 220 ng/dL Condi o: 0.T3 Reverso Coment  rios: 3.09 a 0.

JD 4h. aumento da TBG.0 µg/dL 1 a 5 anos 7. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia disalbumi mica familiar. se mulher.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. Estas incluem a TBG. inclusive fórmulas para emagrecer. se mulher. A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da glândula tireóide. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Conservaç o para envi o: At dias entre 2o e 8o C. Encontra -se aumentado no hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano.2 µg/dL 10 dias a 1 ano 8. anticonvulsivantes e algumas outras drogas. † ˆu‰ ñ ˆu‰»d ‘u“ óuô “€™ ‘   ò “u‘ vv  ™” ˆ€‰Á”u‘ † ˆuˆu‰ ‰Û‰um ‘uˆu‰ ˆ †Rþ ô  T4 Total Coment  rios: Tiroxina (T4.T4 Livre Coment  rios: Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 1 a 10 dias 11.JD 4h. transtiretina e albumina. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo.0 µg/dL 6 a 10 anos 6. inclusive fórmulas para emagrecer. PARDINI .80 ng/dL Condi o: 0. globulina. aumento da transtiretina (TBPA). doenças tireoidianas. . pr -albumina e albumina.8 a 23. disalbuminemia familiar. . no quadro de doenç tireoidiana e na reduç TBG. tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e s inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç .  ‘ud “ ⠆ ñ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ dۑuˆu‰ ò “u‘ ø ø ø ø ø vv  ˆu‰ • ˆu‰Û—ud ˆu‰©” ©— ˆu‰ö† —u‰ óuô †Rþ ô  140 Instituto de Patologia Clínica H.3 µg/dL > 10 anos a Adulto 5.0 µg/dL Condi o: 0. Somente uma pequena fraç T4T est forma livre (0. Somente 0. fator reumatóide ou tratamento com heparina. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.3 a 15. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos anti-tiroxina. Sua concentraç contra -se diminuída no hipotireoidismo. Hipertireoidismo e hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o ensaio.75 a 1.4 a 13.03% de T4 est livre. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0.03%). No sangue T ligado a uma de tr s classes de proteínas: TBG.0 a 12. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Sua concentraç st iminuída no hipotireoidismo.0 a 16.5 mL de Soro. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.

JD 4h. †d † ˆu‰Û‰ۗ ˆ ˆu‰Á—€” † † u“u‘ “u‘ † “uˆ‘ ‘u’€“u‘ ‘€—u” ™ †” ‡  ˆu‰Û”u‘ ”uëu“ ˆu‰ö—€‰ u‘ ‡ ˆu‰R— ˆ € ‰ ö ‰   ÷ ë   u ” u — u d ÷ — u d ˆ u ‰ ¡‰ ˆ u ‰ R — u ‰ ñ ò “u‘ óuô ™ †Rþ ô vv   Testosterona Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆ  † “ ˆ€‰ö” † ‰u’u“€‘ “u‘   ˆ ˆ€‰ † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ùu‘ – u’ u“ ‘ “  —uˆu‰ óuô † †Rþ ô vv  d«—ud«‡ Instituto de Patologia Clínica H. Se mulher. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo natal baixo) e defici cia co ita de TBG. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre.5 mL Soro. Síndrome dos Ov rios Policísticos. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Testosterona tanto um hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. . na gravidez e tamb m por causas heredit rias. testotoxicose.6 a 27. se mulher.2 mg/L Condi o: 0. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal (masculino). informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. hiperplasia adrenal co ita. depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. A c onvers em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. tumores ovarianos. defici cia de gonadotropina. às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre. tumores adrenais. inclusive fórmulas para emagrecer. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem Mulher 200 a 500 pg/mL 230 a 370 pg/mL ± Cor ± 0 a 3 meses 200 a 1000 pg/mL 50 a 160 pg/mL ± 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL 40 a 300 pg/mL 30 a 200 pg/mL ± 1 a 9 anos 200 a 2000 pg/mL 100 a 300 pg/mL ± Pr Puberal 2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL ± Adulto Condi o: 0.5 mL de Soro. defeitos testiculares e doenças sist micas. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons ncia um aumento ou reduç mero de sítios de ligaç isponíveis para o T4. resist cia andr ica. a concentraç TBG se altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos). Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. Al m disso. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 13. dia e hor ltima dose. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%).TBG ù Globulina Ligadora de Tiroxina Coment  rios: A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) principal proteína s rica carreadora de T4 e T3. por sua vez.JD 4h. informar uso de anticoncepcional. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. PARDINI 141 . com consequente elevaç fraç ligada deste hormônio.

o soro a ser estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina. .Testosterona Livre Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig.9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL Menopausa: 0. tumores ovarianos. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre.2 a 5. dia e hor ltima dose. testotoxicose. Se mulher. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆu‰R—ud ¡ †   ‰u’u“€‘ “u‘ “ ˆ€‰ö” †  ˆ uˆ ý ‰” † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ù– “u‘ “  ú ú ú ú û ú ú ú ú ú ô †Rþ ô vv  d«—ud«‡ † Tireoglobulina. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. resist cia andr ica. Os novos m todos praticados em nosso laboratório s mais sensíveis. defeitos testiculares e doenças sist micas.5 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Conseq üentemente. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina).8 pg/mL 11 a 14 anos: 0. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < 40 IU/mL Condi o: 0.5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL > 60 anos: 10 a 30 pg/mL Condiç o: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). hiperplasia adrenal cong ita. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico.5 a 3. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal (masculino). A convers m DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Síndrome dos Ov rios Policísticos.3 a 25. informar uso de anticoncepcional. depende da estimulaç ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). defici cia de gonadotropina. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%).3 a 2.0 pg/mL Uso de contraceptivo: 0. se mulher. Eles finem o status da funç o tireoidiana.JD 4h. doença de Graves.6 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 pg/mL ± Mulher Fase folicular: 0. Anticorpos anti -Tg interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios. Testosterona tanto um hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Homem 6 a 10 anos: 0. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. Anticorpos Anti Coment  rios: Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite de Hashimoto e em uma menor extens . por sua vez.6 pg/mL Fase luteínica: 0.3 a 2. tumores adrenais. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença tireodiana clinicamente significativa.4 a 3. ˆu‰ ñ óuô ò “u‘ vv  ‘€d ˆ † ˆu‰ ‘€ˆu‰Á—u” ˆ ˆ †Rþ ô Á’  142 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: < 15 IU/mL Obs. se mulher. hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula. Dist rbio de síntese e Tireoidite. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. A administraç rmônio tireoidiano diminui os níveis de tireoglobulina circulantes. ra conhecida como o principal antígeno microssomal. Valor de Refer ncia: Normal 2 a 35 ng/mL Suprimidos < 2 ng/mL A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos antitireoglobulina por interm io do teste de recuperaç . que j ra executado. uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da biosíntese do hormônio tireoidiano. folicular e misto). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais.JD 4h. por m em níveis limiares. Anticorpos anti-TPO podem ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa.Tireoglobulina ü Coment  rios: A Tireoglobuli uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do colóide intrafolicular da glândula tireoide. M todo: Imunofluorimetria Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina. H tamb m um aumento dos níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH. Condi o: 1.0 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. ‘€d † TG ñ “ † “u‘ uˆ ‰ † ‡ ˆ †† uˆ ö ‰ €— ” ¡ ‰  † “ ý ý ò þ ˆu‰ óuô uˆ þ ‰ † † — ˆ vv   ˆ€‰ Á” ‡ † †Rþ ô (’  TPO ü Microssomal. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.6 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. inclusive fórmulas para emagrecer. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide.: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de doenças reum ticas e inflamatórias. estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites). podem apresentar anti -TPO positivo. O principal uso deste exam confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune. como marcador da recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total. Eles efinem o status funcional tireoidiano do paciente. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Sua avaliaç til após cirurgia de cânc er da tireóide. anticorpos anti Coment  rios: A peroxidase tireoidiana (TPO). informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. O anticorpo anti -TPO tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. Condi o: 0. . . PARDINI 143 .JD 4h. podem elevar os níveis de TG. Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves. por m os índices só eram liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%. Se mulher. ”†d ñ † ˆ du’u‰ ˆu‰Û— ˆu‰â”ùd ò “ óuô  †Rþ ô ‘uˆu‰Ó— ˆu‰©‘u‰ † vv  î’  Instituto de Patologia Clínica H. carcinomas da tireóide (papilífero.

inclusive fórmulas para emagrecer e.0 µUI/mL Nota: Crianças com idade de at meses e com T4 Livre normal. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. devido à transfer cia feto-placent ria destes anticorpos. .3 a 5. ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH.JD 4h. e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. † ˆ ñ ò † € ˆ ‰ óuô †Rþ ô “u‘  “ † † ‡ ˆu” €” u‘ u— “ ™” vv  R’  TSH ultra sensível Coment  rios: A medida s rica do TSH  m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas. Assim. Obs. hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireoidiano. uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas antitireoidianas. M todo: Radioimunoensaio (Radioreceptor) Valor de Refer ncia: Inibiç > 10% considerado Positivo Condi o: 0. Condi o: 0. É til no diagnóstico de hipertireoidismo e na avaliaç o de recidiva da doença de Graves.JD 4h. em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto. Estes anticorpos podem estar presentes tamb m. tireoidite silenciosa. . A ¡ © secreç e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos hormônios tireoidianos livres circulantes. Assim. aceitam -se os valores de TSH at µUI/mL (o sistema de feedback ai st totalmente amadurecido).9 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. tireoidite subaguda. se mulher. aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença. 311. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. O TSH aument observado nos casos de hipotireodismo prim rio. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.TRAb ÿ Anticorpo Inibidor da Lig ¢ £¤¥ o de TSH Endógeno Coment  rios: O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). Valores reduzidos podem ser observados nos casos de hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio.: at ias vide TSH neonatal p g. PARDINI . informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. se mulhe r. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.  ˆu‰Ó— † “u‘ ˆu‰ † ñ ò “u‘  ™”  u‘u—€ †  du—€‰ † †   óuô †Rþ ô † ïA@ — v  v  † A‘u@ —udR‘uˆ€‰(”  l  144 Instituto de Patologia Clínica H. em alguns casos de tireoidite de Hashimoto.

na funç ural. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. na defici cia de ferro e folato. no metabolismo do cido Fólico e na síntese adequada de DNA. doença celíaca e espru tropical).JD 4h. no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da absorç s dietas vegetarianas estritas.Vitamina B12 Coment  rios: A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese. resultando em anemia perniciosa). Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia:   200 a 950 pg/mL   Faixa de D vida (Cinza) ¡ 120 a 200 pg/mL Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.8 mL de Soro. nas síndromes de m -absorç (por ressecç o intestino delgado. no alcoolismo. PARDINI 145 . na produç ficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica. Apresenta -se diminuído.  “u‘ ˆu‰ ñ ˆ u ‰ R ” R ‘ u d “u‘ ò óuô ‡ vv  ˆu‰â—  ˆ€‰å‘u” ˆu‰í—€” … ˆ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI .146 Instituto de Patologia Clínica H.

como o Laboratório de Identificaç¦ o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ óuô d€—u‰Rdu‘uˆ d † ô ™ ˆu‰ †  An e lise de Alimentos Transg T nicos Coment  rios: Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. O Dr. farelos e produtos prim rios. ñ ”† €”  ˆ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am¢ rica. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo cham o. M todo: PCR Condi o: Gr os. em Fort Worth. EUA. PARDINI ¢ o respon£¥¤ vel pelo Departamento de Gen¢ tica. uma das mais renomadas universidades do país.O Dr. Pardini. Victor § ¨ ¦ o em gen ¢ tica. coordenado pelo Dr. Arthur Eisenberg. Conservaç o para envio: Entrar em contato com o setor de g tica. ¡ suspeita Este exam indicado para casos em q clínica de Alzheimer e para pacientes com fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. possui cursos no “Hôpital C. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. farelos e produtos prim rios de soja e milho. endocrinologista com form¥ Saint-Louis”. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C. Acondroplasia. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A apolipoproteína E possui um papel importante na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal. ñ ™ ” u” ‘ † ”u‘ † ˆu‰  óuˆô ô  Apolipoproteína E. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A acondroplasi a forma mais comum de displasia. V ICTOR C. com mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S¦ o Paulo/Escola Paulista de Medicina. PARDINI 147 .

hora da coleta e idade do paciente. caracterizadas principalmente por ataxia progressiva e disartria. N congelar (prazo de saída do laboratório de origem). M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.Fundamental: s houverem as hipóteses diagnósticas do m dico.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). óuô ô †  ”Ý‘u† ˆu‰ uˆ ‰ ( d  ˆu‰ —uˆu‰©ˆ  † ‰R‘ud ™” ”u‘ † † Cariótipo de Alta Resolu £¤¥ o Coment  rios: É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas como. . .O tubo deve ser est ril. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). enviar em at 4 horas refrigerado. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. . . Síndrome de Digeorge. Criança: 2 a 4 mL . PARDINI . Neste painel s estudadas as ataxias espinocerebelares SCA1. SCA3.Informar dia. SCA2.Ataxias. ñ óuô ™” “ ˆu‰ † ˆ ô Cariótipo com Banda G Coment  rios: Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G ssível identificar de forma precisa cada par de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como. O material ser ceito em tubo tampa amarela. Est m exame constitucional. Adulto: 3 a 7 mL. Conservaç o para envio: Após colher. por exemplo. Criança: 2 a 4 mL. N congelar. † † ñ óuô ™” † † –u‰ ”† ‰u’u‰Û‘uˆu‰ FETAL Condi o: 1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor mbilical em heparina sódica. . SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das expans s de nucleotídeos. Painel Coment  rios: As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas.Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento. hora da coleta e idade do paciente. . Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. por exemplo. Adulto: 3 a 7 mL.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. Síndrome de Down. dentre outras. . Síndrome de Klinefelter. Síndrome de Beckwith-Wiedemann. . .1 mL de Liquemine (enviar a seringa).Fundamental: s tiver as hipóteses diagnósticas do m ico. O material n ser ceito em tubo tampa amarela. Síndrome de Turner. .O tubo deve ser est ril. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. .Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. l detecta alteraç s cromossômicas adquiridas.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos.Informar dia. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. ñ ‘† óuô ”Á‘uˆu† ‰ ‘€ˆu‰ (d ‰u‘u †— ô 148 †ÿ ˆu‰ †  Instituto de Patologia Clínica H.

Adulto 3 a 7 mL. Conser o para envio: Enviar em temperatura ambiente.0 mL de aspirado de medula colhido com 0. N resfriar. N congelar. Laboratórios: Informar dia. uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X. ñ óuô © † ‘u‰  ˆu‰ 8õuóuô ‰u‘u † ˆu‰ Cariótipo p/ pesquisa de X -Fre gil Coment  rios: A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il.0 a 5. hora da coleta e idade do paciente. Laboratórios: Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o material chegue at a feira pela ma m nosso laboratório. Interferentes: Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos.0 mL de heparina sódica. caso contr rio poder ver perda do material. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura.O material tem que chegar at m ximo 06 horas após a coleta. . .O tubo deve ser est ril. . colhida pelo m ico.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). . Laboratórios: Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula.1 a 3. criança 2 a 4 mL. . PARDINI 149 . O material ser ceito em tubo de tampa amarela.Informar medicamentos em uso.Informar hipótese diagnóstica.Cariótipo com Bandas de Vilo Corial M todo: Bandamento G Condi o: Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório). bem como em outras desordens hematológicas malignas. tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell. ñ óuô ô †&• ˆu‰ ‘ ¡ ˆÓ”  ˆ †—   ¡d Cariótipo de Medula Coment  rios: O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias. entre a 10 a e a 14a semanas de gestaç o. . M todo: Bandamento G Condi o: Medula: 2. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. † ñ ‰u’u”u‘ † óuô ô u’ † u’ ˆu‰ … † ‘€ˆu‰ (d ‘uˆ€‰ †É• Instituto de Patologia Clínica H.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0. se estiver em uso. Conservaç o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.

Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas Coment  rios: Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas. sendo possível concluir o diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos.0 mL de Saliva (swab bucal). detectadas neste estudo. Este exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina. Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea. o que justifica a importância deste diagnóstico. ñ óuô ˆ€‰ ™” ˆ du† ‘€—u‰ ‘€ˆ † – €‰ ‘u ˆu‰ †  ˆ€‰ö‘ud ô † vv  † Cromossomo Y. É realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória.0 mL de Esperma .PCR Condi o: 2. nos casos de leucemias e linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue. N congelar. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente. A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase .PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Informaç es nece rias: Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos.Realizado somente em pacientes do sexo masculino. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ¡ ” ˆ ˆ Distrofia de Becker e Duchenne. ñ uˆ ‰R” óuô ô ” ‘uˆ ñ R óuô uˆ ‰R” ô ñ uˆ ‰R” óuô ô ™” ˆ ˆ Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner. 150 ™ uˆ ‰  ™” Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . est o associadas aos casos de infertilidade masculina. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. Diagnóstico Coment  rios: As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. N o congelar.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue Total (EDTA) . 2. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . pesquisa Coment  rios: Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond presença do cromossomo Y ou parte dele. Este test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. Swab bucal.0 mL de Sangue Total (EDTA). estudo gen ’ tico das microdeleç ¥ es Coment  rios: Estas microdeleç s. localizadas no braço longo do cromossomo Y. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. 1.

. . Conservaç o de envio: Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente. n ser ceito. o que torna a tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç redisposiç surgimento da doença.Al m do cromossomo 21.Doença de Gaucher. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. ñ óuô ˆu‰R—u”R– ˆu‰Rdu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. diagnóstico Coment  rios: A Doença de Gaucher (DG) mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico (esfingolipidose). 13. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes Condi o: Material de aborto ou restos ovulares. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente ou resfriado. L444P. 16. permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21. 18. Material enviado em formol pode destruir o DNA. diagnóstico molecular Coment  rios:  m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. PARDINI 151 . Este estudo detecta a A doença de Huntingt expans de trinucleotídeos na regi ica. X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13. R463C) que causam a doença de Gaucher. 16 e 18. X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. N o congelar. Conservaç o para en vio: Enviar material refrigerado. principalmente em estudos de alteraç es estruturais. ñ óuô ™ †d ˆ “ ™ ô Doença de Huntington. ñ óuô ˆu‰ ‰u‘ † ‡ ˆu‰R’u“u‘ ô ˆ Estudo Gen ’ tico Fetal Coment  rios: Este est  realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto . Analisamos as mais comuns mutaç es (N370S. N o congelar. ñ u—u‰ † † ˆ óuô † †ô ˆu‰  u ’ ˆu‰ (d ˆ u‰ u’ u” ‘ †  ™ Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1 Coment  rios: Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4. causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal.Cariótipo Mole cular n substitui a cit tica cl ssica.

Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ 152 Instituto de Patologia Clínica H. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. . Condi o: 2.Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ Fibrose Cística Coment  rios: Estudo indicado para: . 2.Doadores de esperma e óv ulos. j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína. Equivale FATOR V LEIDEN GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE GENE DA PROTROMBINA  ˆ uˆ Á ‰ €‘ Á ‰ u’ u” u‘ » ” u— d ˆu‰ ýd Fator V de Leiden M todo: PCR-RFLP para mutaç tual R506Q do gene Fator V Condi o: 2.Diagnóstico pr -natal. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente.Resultado negativo para as 4 mutaç s xclui o diagnóstico de Fibrose Cística. Veja Estudo G tico das Trombofilias. M todo: PCR Alelo .G542X . ñ ‰R—u—u”R ‰R–u— ‰ ˆˆuuˆu‰‰R R—u† ”R–u‰ ™” óuô ™” ô ™” ˆ€‰ ™ ” ‘uˆu‰R” ˆ €ˆ ‰  u—u‰ † ˆu‰ Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase M todo: PCR-RFLP para mutaç tual C677T do gene da MTHFR Condi o: 2.0 mL de Saliva (swab bucal). .0 mL de Sangue (EDTA) Saliva (swab bucal). Swab bucal.N1303K . 2. soluç conservante fornecida pelo laboratório. Swab bucal. . soluç o conservante fornecida pelo laboratório.Estudo Gen ’ tico das Trombofilias Coment  rios: O Fator V Leiden e a mutaç Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa. Veja Estudo G tico das Trombofilias.Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC.Específico Fluorescente . PARDINI . Swab bucal.Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta.0 mL de Sangue (EDTA).R553X . Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente.0 mL de Saliva (swab bucal).Identificaç rtadores de defeito no gene da FC. O est realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante.0 mL de Sangue (EDTA). As mutaç s estudadas s : Delta F508 . .

Swab bucal.0 mL de Sangue (EDTA). PARDINI 153 . Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô Veja Estudo G ”€‘ † ˆ tico das Trombofilias. PCR Coment  rios: Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose.Gene da Protrombina M todo: PCR-RFLP para mutaç tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2) Condi o: 2. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo Sangue Total (EDTA). Swab bucal. M todo: PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D.0 mL de Sangue Total (EDTA). artrite reumatóide. ñ óuô ˆ ˆ€‰ ™” ˆ u ‰ ˆu‰Û—u‰Û—  † ˆ ˆu‰â—u” ô Mut ¢ ¤ £ ¥ o 202 (G Coment  rios: © A) da G6PD Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç . avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal.0 mL de Saliva (swab bucal). soluç o conservante fornecida pelo laboratório. ñ ˆu‰R“u‘” óuô ô ˆ€‰Á—udÁ– ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). 2. dentre os indivíduos com a variante A. Condi o: 2. 2. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.0 mL de Saliva (swab bucal). soluç o conservante fornecida pelo laboratório. que leva à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase. Conservaç o para envio: Manter em temperatura ambiente ou resfriado. ñ  ˆ óuô ô Hemocromatose. Haplotipagem de HLA DR e DQ Coment  rios: V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes. pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina. etc. suspeita após avaliaç clínica.

Esta mutaç ra uma desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos. PARDINI .Mut ¢ ¤ £ ¥ o da Alfa 1 Antitripsina Coment  rios: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ uˆ ‰R” óuô ô ñ óuô uˆ ‰ ‡um ˆ † †  uˆ ‰Ûˆ€‰« d ’u” Paternidade. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Conser o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas. . um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. pesquisa Coment  rios: Esta pesquisa consist ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi. ˆu”R” ˆu‰ † ˆu”R” ô ˆu‰R– ˆ ˆ Quebras Cromossômicas. hora da coleta e idade do paciente. . ñ uˆ ‰R” óuô ô “u‘ Mut ¢ ¤ £ ¥ o do Gene da MCAD Coment  rios: Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M Filho M todo: PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem). Conservaç o pa ra envio: Enviar em temperatura ambiente. A realizaç sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico. 2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo. Estudo de Determin ¢ £¦¥ o TRIO: Suposto Pai. Laboratórios: Fichas de identificaç /autorizaç / a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório). Swab bucal. Al teraç ssociada a Síndrome da Morte S ita Infantil.Informar dia. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. soluç o conservante forn ecida pelo laboratório. .O tubo deve ser est ril. Condi o: 2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo. como tamb m para a detecç heterozigotos.Informar medicamentos em uso. discriminando -a da anemia apl stica idi tica. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.  † ‰u–u ”(ˆu‰R‘€d(—u”‡€‘ uˆ R ‰ u— ” ñ ‰u’u”u‘ † óuô © † u‘ ˆ 8õuóuô † ‘uˆ€‰ †É• 154 Instituto de Patologia Clínica H.

visto ser a Síndrome de Gilbert Este est  indicado para afastar hipótese de doenças caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença hep tica. PARDINI 155 . estenose aórtica supravalvar e estenose pulmonar. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 2. Este test o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner. 2. . pai e filho. diagnóstico molecular Coment  rios: O diagnóstic feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi o gene da elastina. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. . retardo mental. Swab bucal. ñ †† óuô ”R‘uˆu‰ ”† † ô ˆ Síndrome de Gilbert. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA).0 mL de Sangue Total (EDTA). o que caracteriza as anomalias dent rias e faciais.Exame realizado em m . ñ  óuô u—u‰ † ”u–u “u‘ ô †Rþ — ˆu‰ Síndrome de Willians. Swab bucal. O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um cromossomo X e um Y. Este test serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. N congelar.0 mL de Sangue (EDTA).PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA) Swab bucal. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar at ias em temperatura ambiente. diagnóstico gen ’ tico Coment  rios: ¡ ticas. soluç o conservante fornecida pelo laboratório.Sexo Gen ’ tico Coment  rios: Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo gen tico de um indivíduo.0 mL de Saliva (swab bucal). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . 2. Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual. Conservaç o para e nvio: Manter tubos em temperatura ambiente. † ‘uˆ R ” ñ ˆu‰R” óuô ô ˆ €– ‰à’€”u‘ † ˆ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Saliva (swab bucal). soluç o conservante fornecida pelo laboratório. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Estudo por PCR Coment  rios: Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex tico de um indivíduo atrav s da utilizaç ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X.Enviar informaç es clínicas.PCR Condi o: 2. ñ uˆ ‰R” óuô ô ‰† † ˆu‰î‘ud ˆu‰î— ™ ˆu” ˆu‰Ó—u” SRY.

diagnóstico molecular Coment  rios: O gene da conexi fš rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o.0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA). PARDINI . caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide Crônica (LMC). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: Reaç m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR) Condi o: 3. N o congelar. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. ñ uˆ ‰R” óuô ô † † † ˆu‰í”€‘ ˆ 156 Instituto de Patologia Clínica H. Este e studo detecta a mutaç ¨  l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina.Surdez Cong T nita. ñ óuô €ˆ ‰ ‘ud (ÿ €— « ” † ‰«– uˆ R ‰ u‘ R ‰ u’ u” u‘ R ” u— d ˆ ô Translo s ¢ £¦¥ o BCR-ABL Coment  rios: Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia).

Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de funç laquet ria e para cada medicamento. Valor de Refer ncia:  Adrenalina  40 a 80%  ADP  60 a 80%  Ristocetina  70 a 90%  Col  60 a 80%  Agregaç spontânea  ausente Condi o: Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA). doenças de coagulaç família.Fazer levantamento histórico de sangramento. ñ   ˆ€‰(– ™ ”  ò u’u”u‘uˆu‰ ‰R” ™ ”  ‰uu‘u’ ’u“u‘ m † ˆu‰  ‡ ˆ ‘† † “ ˆu‰ uˆ ‰ óuô † vv  umud †iÿ ô ˆu‰R‘ud † ë Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: . Tam m usado na investigaç laboratorial de pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos em uso de antiagregantes plaquet rios. . medica mentos em uso. PARDINI 157 . .Agreg ¢ £¦¥ o Plaquet e ria Coment  rios: O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç plaquet ria. pet ias. aparecimento de manchas roxas. principalmente nas desordens c itas.Informar medicamentos em uso. Laboratórios: Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) . M todo: Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica. atrav s do agregômetro de plaquetas.material colhido e enviado no mesmo dia at 2 horas após a coleta.JO 8h.

Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada. . .15 a 1. abortos de repetiç .20  duvidoso  > 1. ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel. S ver solicitaç tro exame.000/mm3 repetir o processo. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. colher tubo sem anticoagulante. Laboratórios (regi o BH): Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia. acidente vascular cerebral.Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico.0 mL de Plasma em citrato. Informaç es nece r ias: Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem. .Anticoagulante Lúpico Coment  rios: Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune. Conservaç o de envio: At ias congelar em temperatura inferior a 0o C. Sua presença pode causar tromboembolismo venoso recorrente. .Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.JD 4h. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. ñ ñ ò ˆ ò “ ‡u– “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ uˆ Á ‰ u— ‰ óuô ˆ  ‰ R  ” ôR  ™ ô †iÿ  vv  ”R‘uˆu‰ † †iÿ ¡ du–uê  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰ dR‘uˆu‰  †  • ô— ‰R‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  “ 158 Instituto de Patologia Clínica H.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.000 plaquetas por mm3 de plasma. . M todo: Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular Valor de Refer ncia:  < 1. O exame sofre alteraç es importantes s for executado dent ro de at s a coleta. .Enviar material congelado.20  positivo M todo: Veneno de Víbora de Russel .Triagem com confirmaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. .15  negativo  1.Separar o plasma cuidadosamente. PARDINI . Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. desprezar e depois colher o tubo com citrato. Laboratórios (outras regi es): Neste caso.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. .Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos). Conservaç o de envio: Enviar at horas em temperatura ambiente.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. . em gelo seco de prefer ncia.

sendo o tipo de c lulas maiores conhecido como c lula de Downey.169 Conser o de envio: Sangue: At ras em temperatura ambiente.0 mL de Sangue Total sem anticoagulante. Pleural .Líq. Refrigerar. † † €— d † † €‘ uˆ ‰ † ˆ  d † ‰um ™ ñ m† ò óuô ô † “ ™ ”™ “u‘ “ † †   † † ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. uso de corticóides. 3. óuô †ò ‘€ˆu‰ý‘u”u‰  ˆu‰ý”u‘ “u‘ † ™” ñ dí–uu’ ©8õuóuô † †(ÿ þ ÿ¡ ‰ ¡ ‰ u‘ uˆ ‰ C ’ lulas LE. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Veja tam m FAN. glomerulonefrites. O resultado do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE. Esfregaço: At ras em temperatura ambiente ( corados). Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias. pesquisa Coment  rios: A c lula LE pode ser um neutrófilo. sendo necess rio para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas. etc.0 mL Liquor . N congelar. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da pesquis servada em 70 a 80% dos casos. Veja tamb m: Leucogram .5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem corar).Liq. em infecç s viróticas e outras. Variam bastante em tamanho e apa r cia. Por m. Laboratórios: Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at  s 16:00 horas (2a a 6a feira) do mesmo dia da coleta. artrite reumatóide. At 4 horas a 37o C. a presença de somente uma c lula LE suficiente para dar um resultado positivo. Conservaç o de envio: Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente. M todo: Hargraves Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 7. Ascítico . pesquisa Coment  rios: Os linfócitos atípicos ( pl sicos) s contrados na Mononucleose Infecciosa. etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas. PARDINI 159 .C ’ lulas de Downey.Liq. monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE. Sinovial .Lavado bronco alveolar. Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta.

Líq. viróticos ou f icos.Ascítico . hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas cavidades. aliadas às determinaç s bioquímicas.Pleural . Sinovial  amarelo palha Cor  transparente. É utilizado para diferenciaç os processos em agudos ou crônicos. M todo Citometria: Contagem manual M todo Citologia: Microscopia . pneumonias. Aspecto rocha Leucometria  at c lulas/mm3  Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3 Citologia diferencial de c lulas:  Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos  Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos Líq. N o congelar.0 mL Líq. PARDINI .0 mL Lavado broncoalveolar. 5.Líq. límpido Celularidade  200 a 1000 c lulas/mm3 Citologia  Macrófagos alve olares: 80 a 89 %  Linfócitos: 8 a 18%  Neutrófilos: < 3%  Eosinófilos: < 1%  Outras c lulas: 0 % Condi o: 1.Coloraç . límpido Aspecto  elevada Viscosidade Co lo de mucina  grumo firme em líquido claro  0 a 200/mm 3 Leucometria Neutrófilos  0 a 25% Líq. locais ou sist micos. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ). xistem valores normais e sim correlaç clínica e patológica. transparente. Laboratórios: Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta. Lavado broncoalveolar Cor  incolor Aspecto  claro. artrites e peritonites. exames bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites. cristalino. Pleural A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica. O aumento de celularidade e suas particularidades. bacterianos.Líquor (EDTA) . Ascítico A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j tológico. u‡ u‘ ’ † ˆu‰«— ñ ñ   u’ ™”  “ ˆ ò ˆu‰ † † † † † † u’udR—u” † †  † @ u’ ˆ€‰  † ‘uˆu‰Á”  † –ud † óuô † †©š ô ˆu‰ ˆ ˆu‰ 160 Instituto de Patologia Clínica H.May Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Líquor  incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) Cor  límpido. monitoraç o e prognóstico de processos infecciosos. infla matórios. Líq. com predomínio das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias.Citometria e Citologia (Líquidos corporais) Coment  rios: O estudo dos líquidos corporais ferramenta indispens vel para o diagnóstico.

2 Valor de Refer ncia: Hemoglobina A Condi o: 1. esplenectomizados e outros. At ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC. óuô †ÿ Instituto de Patologia Clínica H. I . E.5%  Hemoglobina A1  Hemoglobina A2 2.0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. na talassemia maior. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de Hb Fetal. At ras entre 2 O e 8O C. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas. €d u‘  † ˆ€‰Á—uˆu” ‰ pH ¶ IDO M todo: Agar Citrato pH 6.Corpos de Heinz. C. pesquisa Coment  rios: Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias. D. nas intoxicaç s por drogas.3 a 96. Lepore e H. A metodologia de eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino. O.0 mL de Sangue Total (EDTA).7% at . ñ ñ †i†Rÿþ • ÿ ô ¡ ¡ ‰ ‰  —u‰ †  ™ † † ˆu‰â‰◠ˆu‰â—u”âd “u‘ ™   † óuô ò ò pH ALCALINO (HPLC) M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . β-Talassemia. As hemoglobinas anômalas mais comumente encontradas s : S. na defici ncia de G6PD. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. PARDINI 161 . nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis.0 mL de Sangue Total (EDTA). J. A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer anemia de etilogia obscura.HPLC Valor de Refer ncia: 94.0 %  Hemoglobina Fetal Condi o: 1.5 a 3. ˆ ñ   “™ ” óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò Eletroforese de Hemoglobina AN¶ LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC Coment  rios: A lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente.

PARDINI . 166 Condi o: 1. Após corar. At 6 horas. … ñ  óuô ò €’ † ð ô¡ ‰ † †¨ 162 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4H. entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo. M todo: Coloraç May -Grunwald .0 mL de Sangue Total (EDTA).Secreç Nasal . sem corar e junto com o sangue). na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos. constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do sistema nervoso (cisticercose. Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta.Lavado Brônquico .Líquor . embor patognomônico. Nas fezes. longe de calor e umidade. . As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.Eosinófilos Coment  rios: A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas patologias. al m do Sangue total.Escarro . Conservaç o de envio: Lâminas j confeccionadas : At ras em temperatura ambiente. Urina . sem corar.Fezes .Escarro: at horas após colhida. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: veja Hemograma p . No escarro e lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. at 15 dias em temperatura ambiente. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.Secreç conjuntival (lâminas confeccionadas ou material biológico). mantidas secas. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante.Urina .CHCM Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias. No líquor.Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial. ñ ˆ ˆ€‰ì‘ud — ˆu‰«—u”«‘uˆu” ‰Ý † ˆu‰îd€m óuô ˆu‰ ò  dݑuˆ€‰ ô †H• ˆu‰ †Rþ ÿ † ¡ ‰ ˆ ˆu‰ Eritrograma HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM . equinococose). s ndantes na disenteria amebiana. Laboratórios: Enviar.

coagulaç o intravascular disseminada.N realizamos aos s s e v spera de feriados.59% de NaCL Final 0. fibrinólise e doenç tica.45% a 0. uso de contraceptivos orais.70% de NaCL 50% 0. nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas. . Enviar o mais r ido possível.40 a 0. ñ m† † ‰†  óuô ò ˆu‰R—u” Fragilidade Osmótica das Hem e¦s ias Coment  rios: O aumento da fragilidade osmótica ocorre esferocitose heredit ria.4 o C) ñ óuô †ò ‘€‰u’u“u‘ ˆu‰ý d ¡ — ”u–u ˆu‰Û”  ˆ †H†R•þ ô  Fil e ria.20% de NaCL Condi o: 5. A diminuiç fragilidade ¡ –na osmótica ocorre nas hipocromias. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ! Adultos " 200 a 450 mg/dL ! Crianças " 150 a 300 mg/dL Condi o: 1.Coloraç Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Veja tam m Filariose.0 mL de Plasma (Citrato).Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas.JO 8h. M todo: Esfregaço em Lâmina . . at ras em temperatura ambiente. At dias congelado (m ximo . Conservaç o de envio: Lâminas.0 mL de Sangue Total Heparinizado. M todo: Dacie Valor de Refer ncia: Hemólise Curva Imediata Curva após 24h a 37 o C Inicial 0.JD 4h. estrógenos e andrógenos. PARDINI 163 . Est levados em estados inflamatórios agudos.45% de NaCL 0.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos.Fibrinog T nio Coment  rios: Os níveis de fibri io est iminuídos em afibrinogenemia heredit ria. .50% de NaCL 0. gravidez. . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Laboratórios: N o Refrigerar. Laboratórios: Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar. qua  m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes Talass micas). ˆ ô †i† ÿ• ¡ ‰ “ ò  u– ñ ‘u—u‰  ‡   ˆu‰î—ud óuô ˆu‰ †iÿ ¡ ‰ umud€—u‰ † Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar at ras após a cole ta em temperatura ambiente. at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar). Sangue.30% de NaCL 0. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente Wuchereria bancrofti.

Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de Hemoglobina Fetal. At ras entre 2 o e 8o C. que mostram níveis elevados da HbA2. At dias entre 2o e 8o C. A Beta Talassemi ça heredit ria.166 Condi o: 1..0 mL de Sangue Total (EDTA).: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi 90%.0% # HPLC $ at . ñ HEMOGLOBINA FETAL óuô †i†Rÿþ • ô ¡ ‰  ò ™” d † —€‰u”u‘  Coment rios: Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor.7% Condi o: 1. Condi o: 5. M todo: Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance .5 a 3. At ras entre 2 o e 8o C.0 mL de Sangue Total (EDTA)..HPLC Valor de Refer ncia: 2. Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o m s.Hemoglobinas HEMOGLOBINA Coment rios: Indicada na avaliaç anemias e policitemias. freqüente com apresentaç s clínicas variadas. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. intermedi ria e maior) quando ser contrados valores aumentados de HbF. Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose heredit ria. ñ  HEMOGLOBINA A2 ò –u€’ óuô ô 𠆩 † ¨š ¡ ‰  ˆu‰R—u” Coment rios: Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias. ñ  †  “u‘ ˆ€‰ö”u‘  óu“ ô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò © † i† ¨ ÿ †iÿ “u‘ “ u— d † u— ” • @ d Continua. 164 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (EDTA). etc. . M todo: Espectrofotometria com reagente livre de cianeto Valor de Refer ncia: veja Hemograma . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.HPLC Valor de Refer ncia: # Singer $ at .JD 4H. leucemias agudas e crônicas.0 % Obs. anemia falciforme.0% # Betke $ at . PARDINI . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.

. ñ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò  Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina H. Condi o: 1. Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se apresentam em menor quantidade ou raros. Heparina ou Citrato). Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras.0 mL de Sangue Total em EDTA..5 mL de Sangue Total (EDTA. TESTE DE SOLUBILIDADE Coment rios: O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose. At ras entre 2 o e 8o C. Testes falsonegativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S. PARDINI 165 .PESQUISA Coment rios: Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero nas c lulas vermelhas.HEMOGLOBINAS HEMOGLOBINA H .Continu õuóuô  o. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.  ñ † ˆ “ ‡ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰  HEMOGLOBINA S. M todo: Ditionito de Sódio Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.

0 † ðô † † 166 Instituto de Patologia Clínica H.0 78.5 42.0 a 34.0 12.0 78.0 a 46.0 a 35.5 42.0 1.0 a 18.0 a 34.3 4.9 3.0 a 21.0 a 49.0 400 a 1800 150 a 450 11.90 20 a 850 at087(6 0 5.0 a 87.0 a 16.34 20 a 850 at087(6 0 6.0 1.0 a 36.0 a 55. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e bacterianas.0 a 34.5 a 17.5 a 13.0 25.01 20 a 850 at087(6 0 5.0 1.0 31.0 12.0 a 35.0 36.4 2. dispers óptica/fluoresc ncia e impedância.0 29.3 3.9 Condi o: 1. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.0 29.86 at089(6 0 at083(6 0 3.5 a 8.0 2.0 a 124.0 a 16.0 300 a 900 150 a 450 11.0 a 9.7 a 5.0 a 17.0 9.5 a 15.5 a 8.0 a 9. PARDINI .0 a 30.0 26. M todo: Sistema automatizado: Citometria de fluxo.0 35.0 a 126.0 80.5 a 7.5 a 15.2 a 5.0 28.0 25.0 13.0 a 36.7 a 8.0 23.0 98.5 a 5.0 a 13.0 a 33.0 at02BC6 0 150 a 450 11.1 a 5.5 41.0 6.0 a 17.0 31.0 a 36.5 a 15.0 at021 .6 a 6.0 a 36.0 1.9 a 5.0 at026 .0 50 a 1100 150 a 450 11.0 a 40.0 a 102.2 4. parasitoses.5 a 19.0 a 36.0 1.0 14.0 24.5 39.0 a 40.5 a 8.0 a 40.mulher homem Faixa Et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos Faixa et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos RBC x106/mm 3 3.0 a 11.0 11.7 a 4.5 at0 1. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.1 4. tamanho.5 at026 .0 a 60. Fornece dados para classificaç s anemias de acordo com alteraç s na forma.5 3. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliaç ist rbios plaquet rios.5 a 22.0 Linfócitos x103/mm3 2.0 a 15.0 30.1 a 4.0 a 35.0 30.73 at089(6 0 at083(6 0 3.5 45.5 1.5 a 15.23 20 a 850 at087(6 0 9.5 at026 .0 1.5 a 15.9 a 2.0 a 115. Rotineiramente indicado para avaliaç e anemias. junto com o sangue).5 a 13.0 a 36.0 85. absorç spectrofom trica.5 29.0 77.0 a 118.0 25.5 a 10.0 88. óuô HGB HCT VCM HCM g% % fl pg 13.0 a 36.0 a 36.0 at021 .0 1.0 a 86. neoplasias hematológicas.0 26.0 Neutrófilo Neutrófilos WBC Eosinófilos Basófilos segmentado bastonetes x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm 3 x103/mm3 9.0 28.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 400 a 1800 150 a 450 11. inflamaç s.0 74.0 10.0 a 5.0 a 66.96 at087(9 0 at083(6 0 3.2 3.6 3.0 a 11.0 a 95.0 a 6.0 9.0 28.0 31.3 4.0 a 34.5 4. laser.0 2.0 10.5 a 13.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 a 11.0 31. Valor de Refer ncia: † ñ ™ ” uˆ Û ”— ‡ ™ ” du‰–u“u—  Û ™ˆu”‰ ™ ˆ  Faixa Et% ria ò “ ˆu‰Û—ud  ˆu‰Õ”u† ‘ ™ ˆu‰©ëud ‘€’u“u‘ † ˆu‰h” ˆu‰ † CHCM % 30.Hemograma Coment  rios: Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como tamb m muitas outras de variadas etiologias.5 a 8.0 at026 .5 a 5. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.0 1.0 12.0 a 62.0 11.0 a 41.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 at02BC6 0 150 a 450 11.84 50 a 500 at0@4A6 0 Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW % 400 a 1800 150 a 450 11.0 31.5 a 15.5 a 15.0 a 123.0 86.0 a 36.0 at054 .5 a 15.0 31.0 a 100.0 a 121.0 1.0 a 26.0 a 42.5 a 10. Atrav s de avaliaç ntitativa e morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co itas e adquiridas.0 1.0 77. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.5 a 15.0 a 37.0 70.5 a 21.0 2.5 a7.0 95.0 75.0 a 16.0 a 67.0 a 100.9 a 5.0 37.9 a 6.0 28.0 a 36.5 33.5 a 15.0 a 5.0 a 46.0 a 31.5 a 16.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 31.5 1.5 at026 .0 1.mulher homem Adulto .5 a 10. intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos.5 4.0 a 45.0 a 98.8 a 8. 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem anticoagulante.0 a 36.0 25.4 a 34.0 29.0 a 12.5 a 10. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total.0 a 8.5 34.0 28.0 13. reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas.5 a 15.0 31.3 3.2 4.0 a 14.5 a 20. cor e estrutura das hem cias e conseqüente direcionamento diagnóstico e ter tico.0 13.0 1.0 a 39.0 a 40.0 50 a 1100 150 a 450 11.5 a 15.5 at026 . sem corar.0 a 53.0 a 20.0 a 108.20 20 a 850 at087(6 0 5.91 50 a 700 at083(6 0 6.0 a 36.2 0.0 80.5 4.0 a 5.0 28.0 a 36.0 a 37.9 ˆu‰î— &') RN (cord( 1 a 3 dias 1 semana 2 semanas 1 m) s 2 meses 3 a 6 meses 6 meses a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 12 anos 12 a 18 anos .0 a 10. JD 4H.89 at087(9 0 at083(6 0 4.0 31.0 a 36.5 35.5 at023 .0 26.5 a 6.

Teste Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis.0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina).0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA). Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas.Hemossediment ¢ £¦¥ o Coment  rios: A VHS  m fenômeno n o específico e sua medi clinicament til em desordens associadas com produç o aumentada de proteínas de fase aguda. anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas. VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade ltima). Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+: F 1+/4+: ferro medular diminuído F 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal F 4+/4+:ferro medular aumentado É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria. Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de progress ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. ñ uˆ ‰ ˆ  óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. .JD 8h. Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença.Para coleta. M todo: Tris/Isopropanol Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. PARDINI 167 . Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados parâmetros subjetivos e semi -quantitativos. .169 Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente (mantidas secas. alcoolismo. ñ ˆ † ˆu‰R—udR—u‰€”u‘ ˆ u‘ dî‡ m† ‡ ò óuô † † †‡ —ud †  ”à‡ † † ÿô¡‰ Hemossiderina Coment  rios: É um t este sensível para a avaliaç reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç o mielograma. pois tamb m influenciada pela idade. longe de calor e umidade). Veja tamb m: Mielograma p . agendar antecipadamente no laboratório. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. É tam m til como teste de screening em exames de rotina. ciclo menstrual e drogas. leucemia mielóide aguda e outros. ˆ€‰ù—€d  ˆu‰Ó—  ‡ m†  ñ ˆu‰R–u” óuô ñ u’ †©¨ @ ô — ò ‡ “ Isopropanol. M todo: Coloraç lo Azul da Pr ssia Condi o: Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. M todo: Westergreen automatizado Valor de Refer ncia: D Homem E 0 a 15 mm na 1a hora D Mulher E 0 a 20 mm na 1a hora D Criança E 0 a 20 mm na 1a hora Condi o: 1.

05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal. recobrem lcera. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 esfregaços de Raspado de Úlceras. Condi o: 2. De modo geral. Outro m todo simples consiste em comprimir a lâmina contra a superfície cruenta da les . Secar a les com gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando.negativos). forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos. usando lâminas limpas e desengorduradas. pesquisa Coment  rios: Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. ñ óuô ˆu‰Rò–u” ™” ˆu‰ ˆ ˆ ˆ €‘u—u‰Á—ud»‡ ™ ˆu‰ † †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Rmud † då‡ ˆ ˆ€‰Á—u‰Á – “ ™ ” ‘u† ˆu‰ˆ   d(ëˆuu‰ ”R‘uˆu‰ 168 Instituto de Patologia Clínica H. alcançar a regi o do f lcera. Essa limpeza deve ser feita par haja contaminaç o do esfregaço por cocos que. Enviar o mais r pido possível. Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes. Esse m todo d bons resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. após remover crostas ou escarificar as les s lceradas. PARDINI . Em casos d lise de sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno. At ras entre 2 o e 8o C. Deixar os esfregaços secarem ao ar. sem corar. Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça bacteriológica. delicadamente. Conservaç o para envio: At horas em temperatura ambiente. ñ ˆu” m † “ ˆ  ˆu‰Rò–u” —uˆu‰ ˆ † ˆ ¡ ‰u’u“ ˆ u ‰ ˆ ‰u’€“u‘ † ˆ€‰ ”ádu ‘u óuô ô †© š ¡ †Rþ ÿ ‰  Leishmaniose. Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de m Rh negativo e feto Rh positivo. tornando -se rara em les s antigas (resultados falso.0 mL de Sangue Total (EDTA). as formas amastigot as s mais abundantes na fase inicial da doença. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. I Sangue de cor H próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal. M todo: Coloraç la Eosina Valor de Refer ncia: G Adultos e > 2 anos de idade H < 0. normalmente. logo abaixo da borda.Kleihauer Coment  rios: Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç eter nea nas hem cias) e Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). Laboratórios: Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril.

Após corar. .MONÓCITOS NEUTRÓFILOS BASTONETES . desordens imunoglobulínicas. protegidos de luz. Material biológico : At horas após colhido. neoplasias hematológicas. BASÓFILOS .BLASTOS . M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes. Veja tam m Hemograma. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. met stases infiltrativas de M. pulmonares. oculares e outros de acordo com o material examinado. at 72 horas em temperatura ambiente. acompanhamento de terapias medicamentosas.MIELÓCITOS .JD 4H. Secreç Nasal.EOSINÓFILOS . longe de calor e umidade.METAMIELÓCITOS . agendar antecipadamente no laboratório.0 mL de Sangue Total (EDTA). ñ ˆu‰Ý— óuô ˆu‰Rò–u” ‘u †H• ô  †† ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente.NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS . mantidas secas. Secreç o conjuntival. entre outras. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. Conservaç o de envio: Esfregaços j confeccionados : Sem corar.LINFÓCITOS . Urina.PROMIELÓCITOS  ñ óuô m† † ˆ€‰Ê—€” ™ ™ † ðô † Mielograma Coment  rios: O mielogram sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 1. intestinais. Laboratórios: Enviar al m do sangue total.Leucograma Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç infecç es. sendo que o primeiro nome seja escrito por extenso. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo sem corar junto com o sangue). Condi o: 02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa.Para coletar. calor e umidade. PARDINI 169 . Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica de numerosas patologias. at 15 dias em temperatura ambien te.O e outras doenças menos comuns. trombocitoses. ‘uˆu‰ d† óuô † ‡ ˆu‰R† — ˆu‰Rd ™”  †©¨ @ ô — Neutrófilos. Laboratórios: Enviar esfregaços sem corar. Lavado Brônquico. Escarro. É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares. . inflamaç es. neoplasias e patologias hematológicas.

corado. Veja tam m Hemograma. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.5 mL de Sangue total heparinizado. PARDINI . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.falciparum.sem corar.At 2 horas em temperatura ambiente. plaquetopenias e alteraç s morfológicas de plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas. salicilatos.Nitro Blue Tetrazolium Coment  rios: O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s contrados resultados muito diminuídos. Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais. At ras entre 2 o e 8o C. j tratament diferente para cada es cie.JD 4h. O teste ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es. Es cies encontradas: P. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. . ñ ‘uˆu‰«—u” óuô † ‰â‡ P NBT m† ˆ ˆu‰R—uò‰ ™” ™ ˆ€‰å”u‘ †ô Plaquetas (contagem) Coment  rios: Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose.000 a 450. ñ m† “ ˆu‰©—u” ™” óuô ò ˆ ††©ð¨š ô ¡ ‰ † Plasmodium. A demonstraç o do parasito e a diferenciaç s ci muito importante. . Condi o: 1. . Laboratórios: Enviar imediatamente após a coleta.0 mL de Sangue Total (EDTA). corticóides. P. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos. 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total.At 2 horas entre 2o e 8o C. Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa . M todo: Fluxometria e impedância Valor de Refer ncia: 150. P.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos. 7 dias em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: Sangue .positivos e falso– negativos.000/mm 3 Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase. em temperatura ambiente por tempo indeterminado. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Condi o: 1. 170 ˆu‰ö—€dö” – † ” † † † ñ ˆu‰R–u” óuô ô † †Áþ öëu”÷‰ ‰† ˆ –† –† Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Reduç NBT Valor de Refer ncia: 2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT Condi o: 2.vivax.malariae. produzindo numerosos resultados falso. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria.

Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.Enviar material congelado. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico.Separar o plasma cuidadosamente.Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). repetir o processo. É desej vel que o pacient o esteja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Defici ncias adquiridas s encontradas em casos de desordens hep ticas. .0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3.4 o C. .Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. .Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada.000 plaquetas por mm3 de plasma. confundir com Proteína C Reativa. nefropatia di tica.000/mm3. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. M todo: Cromog nico (Funcional) Valor de Refer ncia: 78 a 134% Nota: Proteína extremamente termo sensível. desprezar e depois colher o tubo com citrato.8% proporç 9 partes de sangue p ara 1 de anticoagulante). terapia com anticoagulante oral.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. uso de anticoagulantes.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina K. . Laboratórios . . Condi o: 3. A suspens qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. Informaç es nece rias: Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis. insufici cia renal crônica. .At 4 dias congelado em temperatura inferior a . ñ “ò ˆ  “ u ‘ ‘u’u“u‘ ˆu‰ “ ˆuˆu‰‰ óuô † ¡ ”u–€ d ‡ “€‘ dum † “ “u‘ “u‘ ˆ ‘uˆuv‰ v  ˆu‰î—€” ˆuˆ ‰ý—ud † —  ˆu‰ý—u”   ˆu‰â—u”  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰  ”ý‘uˆ ˆu‰â” dR‘uˆu‰  ‰â‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  † ô “u‘ Instituto de Patologia Clínica H.Proteína C Coment  rios: A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural. Defici cias co itas s caracterizadas por tromboses venosas recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas. doenç tica. PARDINI 171 . Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolesc cia. Conservaç o de envio: . . coagulaç intravascular disseminada. fibrinólise. colher tubo sem anticoagulante. Tal fato leva a uma diminuiç Proteína C. . presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.Atenç o. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. .Colher em tubo siliconizado. S ver solicitaç tro exame. . Se possível informar no pedido a contagem encontrada.Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame). em gelo seco de prefer cia.

aparentemente. u“€‘ ! “ ñ u‘ uˆ © ‰ u— ” ˆ €• u‡ – ˆu“u‰ ‘ — óuô  ˆ vv  † — †ò m† † €d u— d † “u‘ † ˆ€‰ ¡ ”   ˆu‰©— ™” “u‘ ˆu‰u‰ ‘u’u“ ™” ˆu‰©” ˆu‰  ˆ ˆ€‰Ü—€” ˆu† ‰  ˆ€‰ý—u”  † ˆu‰  ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ ˆu‰ —€” ˆ  †©¨ @ ô — “u‘ “u‘  ‰ì‘u‡  172 Instituto de Patologia Clínica H. . Fatores de coagulaç .Este teste ve ser interpretado isoladamente.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante). transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. desde que afastadas as causas acima. presença de plaquetas e uso de anticoagulantes. uso de anticoagulantes. PARDINI . M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 0. Antitrombina III. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. desprezar e depois colher o tubo com citrato. devem ser consideradas. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. caracteriza a alteraç heredit ria da Resist cia a Proteína C Ativada. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas. Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.É desej vel que o paciente n steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. .0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3. desempenha um papel importante na trombofilia. Resist T ncia Coment  rios: A resist ncia à proteína C ativ um defeito heredit rio que. pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. Laboratórios: Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. .20 o C. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Proteína S. . Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. A freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C. Fibrinólise. Separar o plasma cuidadosamente. Enviar o material congelado em gelo seco de prefer cia.86 . Anticorpos anti fosfolipídeos. Anticoagulante ico. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. S ver solicitaç outro exame. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.000 plaquetas por mm3 de plasma. caracteriza a alteraç redit ria da RPCa. que quando presente.Teste extremamente sensível em temperatura. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . para sua correta avaliaç o. embora outras mutaç s mais raras tam m tenham sido descritas. O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis e autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente.JD 4h. que quando presente. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. Condi o: 3. Proteína S e Antitrombina III combinadas. colher um tubo sem anticoagulante. embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas.Proteína C Ativada. pois defici cias c nitas ou adquiridas de Proteína C. A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este exame.O teste positivo.000/mm3 repetir o processo.

reposiç stro ica. ñ †ò ˆu“ ‰ý—€d –€  d ‰u‘€’u“ “ ý “ m† ˆu‰ ‡ óuô † ‰u–u“€‘ ˆu‰«” ‰€–u ’u“u‘ ‡u– “€‘ “u‘  d€m † “u‘  ˆu‰R—u” vv    ”ý‘uˆu‰ý” ˆu‰î—€” ˆu‰R”  ˆuˆu‰R‰ —u‰ †  ˆ€‰ dۑuˆu‰ ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ “ ˆu‰ì—u”  ‰ì‘u‡ ˆu‰ † †©¨ @ ô —  Prova do Laço Coment  rios: Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar.000 plaquetas por mm3 de plasma. crises inflamatórias agudas. . reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias. desprezar e depois colher o tubo com citrato. em gelo seco de prefer ncia. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S.Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico). Enviar o material congelado. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Laboratórios: A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a .Proteína S Coment  rios: A diminuiç prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. colher um tubo sem anticoagulante. P rpura Trombocit ica Idi tica.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: 70 a 123% . Nefropatia Di tica.4 o C. .Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos. Um teste positivo pode ocorrer em trombocitopenias.JO 8h. S descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em doenças he ticas. que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. Condi o: 3. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç m dico respons vel pelo paciente. Valor de Refer ncia: Negativo a (+). disfunç s plaquet rias. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. Condi o: Cliente deve estar presente na unidade de atendimento. . Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. .Proteína extremamente termo sensível. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. Colher em tubo siliconizado. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Síndrome Nefrótica. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K. S ver solicitaç outro exame. doença hep tica. inflamatórias e durante tratamento anticoagulante. gravidez. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. óuô ò ™ ˆ  ™” Instituto de Patologia Clínica H. repetir o processo. Separar o plasma cuidadosamente.000/mm3. uso de anticoagulantes orais. PARDINI 173 . Insufici cia Renal Crônica e Fibrinólise.

valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia). M todo: Azul de Cresil brilhante Valor de Refer ncia: Q Percentual R 0. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.5 % Q Quantitativo R de 25.0 mL de Sangue Total em EDTA.0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1. mantidos secos. É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento. M todo: Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B Valor de Refer ncia: Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos compatível com Leucemia Mielóide Aguda. PARDINI . Laboratórios: Enviar esfregaços sem conservante.000 a 75. auxiliando na diferenciaç s linhagens linfóide e mielóide. Exemplo: Aplasia medular. ñ ˆu‰ö—€d ˆu‰ö—ud óuô ”(d€’u—ud † † 174 Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 2 esfregaços. †‡ † ñ óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Retr ¢ ¤ £ ¥ o do Co e gulo Coment  rios: Sua principal indicaç como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç praticamente nula. ñ ˆu‰ † ˆu‰ † †óuô ÿ• ò i † ô † ˆò Sudan Black B Coment  rios: Útil na classificaç s leucemias agudas.Coleta at S s 18:00 horas. . .000/mm3 Condi o: 1. longe d e calor e umidade.Reticulócitos Coment  rios: A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: .5 a 1. .Para coletar. E xemplo: anemias hemolíticas. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. agendar antecipadamente no laboratório.0 mL de Sangue Total (EDTA).valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose). Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis. M todo: Aggler-Lucia Valor de Refer ncia: At % Condi o: 5. Conserva-se at 30 dias em temperatura ambiente.

defici cia de vitamina K. † DUKE M todo: Duke Valor de Refer ncia: 1 a 3 minutos Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Liquemine.Cliente deve comparecer em uma das unidades.. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane.Cliente deve comparecer em uma das unidades.0 mL de Plasma (citrato).. Est mentado nas defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII). Informar história de sangramentos importantes anteriores. Teste de pouca sensibilidade. coagulaç intravascular disseminada.0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante. . Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s vasculares. Marevan e etc. situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado. ñ “u‘ ™ óuô †ò ™” ˆu‰Á–ud ˆ u ‰ T RNI T TAP “u‘ ”€–u vv    õ € u ó ô †š © “u‘ ˆu‰z— ò i† ÿ ¡ ud u– ê ˆu‰ö‘€d ˆ Tempo de Coagul ¢ £¦¥ o Coment  rios: Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o. nos casos de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas. Instituto de Patologia Clínica H. Marcoumar. defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç plaquet ria. . PARDINI 175 . ñ ˆ ˆu‰ Ùd óuô vv  Tempo de Sangria Coment  rios: É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas e qualitativas das plaquetas. M todo: Lee-White Valor de Refer ncia: 5 a 12 minutos Condi o: 2 tubos (2.Tempo Atividade Protrombina Coment  rios: As utilizaç es mais comuns s ra monitoramento de terapia anticoagulante oral. plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50. Laboratórios: Enviar no m ximo at s a coleta. defici cia de fatores VII. Hirudoid.) e qual a dosagem. doenças h ticas. Conserv o de envio: At horas em temperatura ambiente. doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 70 % Condi o: 1. V. . Heparina.JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ñ    ™” —u ‘u‡ ™™” ™” ˆu‰ ò vv  Continua. X ou protrombina.000/mm3.

Condi o: 1.JD 4h.) e qual a dosagem. defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia.TEMPO DE SANGRIA ò vv  Tempo de Tromboplastina Parcial Coment  rios: ¡ te cia à hemorragia. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: At segundos acima do Plasma controle. Marevan e etc. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. anticoagulantes circulantes.Informar medicamentos em uso. Em sangue com hemoglobinas normais a precipitaç corre ou ocorre em grau discreto.. As causas mais comuns de PTT prolongado s o: ¡ coagulaç intravascular disseminada. doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente. Hirudoid. Informar história de sangramentos importantes anteriores. Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç m grande quantidade. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. Liquemine. terapia heparínica. PARDINI . Laboratórios: Enviar no m ximo at após a coleta do material. .0 mL de Plasma em citrato. Heparina. M todo: Exposiç Hemoglobina a 50/60 o C Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. Marcoumar.0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina. . doenç tica. ñ óu† ô A@ † d€–u“ ˆu‰ †ò —€”  ‘u—u“u‘ d ”€–u “ ™ ‡ ˆ †H• ô  vv  i† ÿ ¡  ˆ ˆ€‰(d Teste Desnatur¢ £¦¥ o ao Calor Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis.Cliente deve comparecer em uma das unidades. uˆ ‰ ˆ u Á ‰ u ‘ u ˆ » ‰ ‰ ñ † ” ˆu‰R—u” ò óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰   ˆu‰ 176 Instituto de Patologia Clínica H. ñ õuóuô o. antes de intervenç es cir rgicas e no O PTT indicado nos casos on controle de ter  tica anticoagulante pela heparina. uso de anticoagulantes orais. hemofilias A e B..Continu IVY M todo: IVY Valor de Refer ncia: U Crianças V 2 a 7 minutos U Adultos V 3 a 9 minutos Informaç es nece rias: .

Dieta O paciente dever rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os alimentos relacionados. . PARDINI 177 . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. colher Urina 24h p g. O lcool inibe o metabolismo do estireno. nozes e tomate. banana. acetominofen. fenotiazinas. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Informaç es nece rias: Informar peso. antidepressivo IMAO. Seu metabolismo e he tico. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. picles. Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta.N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. pois estes interferem no resultado: abacate.HPLC Valor de Refer ncia: ` < 10 mg/24h ` Limiares a de 11 a 20 mg/24h Condi o: Urina 24h. . cido ac tico. sendo maior em concentraç s mais elevadas deste. beringela. medicamentos em uso. ameixa. 1994.  du‘€— † ˆu‰    † ˆ ñ ˆ ò óuô ˆ † A@ ô —  cido Fenilglioxílico   † ˆu‰÷—u–€”ö –u‰   ‰ † uˆ R ‰  ud™ u‘” —  †  ˆ  ` Coment rios: O 5-HIAA m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais).` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç límeros pl sticos. sendo neurotóxico e hepatotóxico. cido dihidrofenilac tico.Urina recente .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar.*Urina 24 h. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa. 353 Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A relaç cido m lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno.Após dieta.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel W IBMP para Estireno X 240 mg/g de creatinina (NR-7. . morfina. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. A excreç rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas após o t rmino da mesma. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. borrachas e resinas. dose e tempo de uso. imipramina. isoniazida. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. formaldeído. cido 5 Hidroxi Indola s¦’ tico   † Y 5 HIAA (quantitativo) ñ  †  † óuô ò  vv   †ô“  –€” Instituto de Patologia Clínica H. salicilatos. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . hor rio inicial e final da coleta. metildopa. tendo como metabólitos urin rios principais o cido m lico (85%) e fenilglioxílico (10%).

M.1 a 4. acarretando em concentraç s urin rias baixas.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança).O.4 a 8. femprobamato. Excreç o do HVA pode ser intermitente. mostarda. **Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. quinidina. broncodilatadores). refrigerantes e alguns tipos d s. pridoxina e Levodopa. MT/Br) Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . tabaco. alimentos conservados com benzoatos. tetraciclina. ketchup. hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de coleta: Veja Urina 24h p g.HPLC Valor de Refer ncia: b 03 a 06 anos c 1. Antidepressivos IMAO.: medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais. refrigerantes com coca. . 1994. borrachas e t intas).4 a 4. 1994. dose e tempo de uso. MT/Br) b IBMP c 2. dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm lico. PARDINI .7 mg/24h b 10 a 16 anos c 2. *enviar 50 mL e informar volume total. reserpina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . aspirina.5 g/g de creatinina (NR-7. fumo.7 mg/24h b Adultos c 1. metildopa. Laboratórios: Especificar tipo de urina. 353 Conservaç o de e nvio: At ias entre 2o e 8o C. gr s verdes de caf . lcool etílico e drogas.` Coment rios: O cido hi ric rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos.HPLC Valor de Refer ncia: b at . ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day.*Urina 24h. podendo tam m advir de dietas ricas em cido benzóico: frutas (ameixa. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. cido Homovanílico  ñ  ˆu‰©” óuô † ™” ‘uR ” “u‘ ud u‘ — † ˆ m † ò vv   (–€” ý–  †ô“  178 Instituto de Patologia Clínica H.3 mg/24h b 06 a 10 anos c 2.8 mg/24h Condi o: Urina 24h. 353 Conservaç o de envio: At m s acifidificada e entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. cloropromazina. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. disulfiran. cido Hipúrico  …  ‡ –€‡ ‰ † ‰ † ‰å–  óuô † ò –u“ ñ  ‘u ˆu‰ Ù ” ˆ –€ˆu” †  ˆu‰ ™ ”   m† –u‡ ˆu‰ ‡ † A@ ô —  ` Coment rios: O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina. cido hip ric um metabólito normal do organismo humano. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. ssegos). etanol. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos. tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç hep tica do tolueno.4 a 8.5 g/g de creatinina (NR-7. Níveis elevados tam m s ncontrados no feocromocitoma. Acetominofen (paracetamol).

Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. diminuindo a excreç seu metabólito na urina. cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o cido hi rico. borrachas e resinas. *enviar 50 mL e informar volume total. 1994. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . PARDINI 179 . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .Urina recente . *enviar 50 mL e informar volume total. Tem metabolism tico. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . 1994.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP e 1. sendo neurotóxico e hepatotóxico. cido Mand ’ lico  ‰í ñ ˆu‰Á” š ¡ ˆ ‰ † † ‰ ˆu¡ ‰”u–u   ˆ€‰f †  ‘€   — † ˆ  ˆ  — †™  ˆ ò óuô ˆ€‰(—€” † A@ ô —  cido Metil Hipúrico Coment  rios: O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). tendo como metabólitos urin rios principais cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno. A relaç o cido man lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. `  ˆ€‰ – u ‡ ñ ˆu‰R—u” ˆ ò  óuô ‘uˆu‰Ó–ud ‡ † A@ ô — —u‰R—u”î  ˆu‰ ˆuˆ‰R u‰î ‰Ó ˆ€‰ ‡ ˆ † ‡ Ó ‰ u‘ uˆ ‰ ˆ€‰  ‡ Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. A excreç ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposiç ras após o t rmino da mesma.*Urina 24h. O cido man lico se correlaciona melhor com os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico.*Urina 24h. O lcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. sendo maior em concentraç es mais elevadas deste.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos.N ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP para Estireno e 0. . 1994. MT/Br) d IBMP para Etil-Benzeno e 1.8 g/g de creatinina (NR-7.5 g/g de creatinina (NR-7. ** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. A primeira fase da excreç cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em torno de 48h após exposiç . agentes de limpeza al m de outros usos industriais. MT/Br) Por presentar valor basal. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Laboratórios: Especificar tipo de urina.5 g/g de creatinina (NR-7. Os xilenos s  tilizados como thinner para tintas e lacas. 353 Laboratórios: Especificar tipo de urina.

propanolol.0 mL de Soro. piridoxina. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. espinafre). hiperlipidemia. tetraciclina. cloropromazina. caf . etilismo. metiformim. Medicamentos . chocolate. conservas. O betacarot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) . dose e tempo de uso. cido Vanil Mand ’ lico   ñ  €d u‘ ™ — ” † †‰ f VMA ˆu‰©—u” ˆu‰ ò óuô vv  Ó”  … † †   ù–   Beta Caroteno Coment  rios: †ô“ ˆu‰ Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. fumo. quinidina. antidepressivo IMAO. . hor rio inicial e final da coleta. tabagismo. ”u‘u‰ † d«– ˆ ò ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰÷”u‘ † “u‘  óuô vv  u– †iÿ @ ô — 180 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. Adicionar cido Clorídrico at alcançar o pH desejado.O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. . no hipotireoidismo.contraceptivos orais.: medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais.M. Níveis baixos de beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A. amoxicilina. Laboratórios: Material deve ser enviado o mais r ido possível. cardidopa. levodopa. qualquer frutas (especialmente banana). gravidez e diabetes melito. Laboratórios: Antes de enviar. óleos minerais. Informaç es nece rias: Informar peso. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento.10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. ganglioneuroblastoma. Encontra -se elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma.HPLC Valor de Refer ncia: 10 a 85 µg/dL Condi o: 2. refrigerantes com coca. neuroblastoma e ganglioneuroma.O. neomicina e kanamicina.` Coment rios: O cido vanil m lico (VMA) principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma.JO 8h. PARDINI . cirrose e gastrectomia. ch . Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. 353 Dieta O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool. m absorç . Interferentes: Diminuindo . metildopa. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. broncodilatadores). Usar frasco âmbar (sensível à luz). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Níveis elevados podem ser encontrados na alimentaç rica em carotenóides ( cenoura. medicamentos em uso.HPLC Valor de Refer ncia: g Adulto h 10 a 35 µmoL/24 horas g 02 a 18 anos h < 25 µmoL/24 horas g < 02 anos h < 10 µmoL/24 horas Condi o: Urina de 24h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . aspirina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

Mulher p Condi o: Urina 2h .Proteger da luz (frasco âmbar).Homem p 4 a 19 nmoL/mmoL de creat.*Urina 24h. e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . . PARDINI 181 . sendo influenciada pela dieta.*Urina 12h .  ™ † ñ m† ‘uˆ€‰ ™ ˆ ” † ÿ @ du–u“ u– ˆ  ™ ‘u ˆu‰«ê ‘ud † u’u”u‘u‰ ˆu‰â—u” ˆ€‰öˆu—u‰ ” ò óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. deve -se preferir a coleta de 24 horas. Refrigerar. i 15 a 17 anos p ≤ 59 nmoL/mmoL de creat. Doença de Paget. i Adulto . i Adulto . Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. *enviar 10 mL de Urina e informar volume total.Deoxipiridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col tipo I.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança). Laboratórios: Especificar tipo de urina. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. met stases ósseas. . Considerando que a excreç sses marcadores maior à noite. 4 a 21 nmoL/mmoL de creat. i 11 a 14 anos p 17 a 100 nmoL/mmoL de creat. Veja tam m Piridinolina. Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina.HPLC Valor de Refer ncia: i 02 a 10 anos p 31 a 110 nmoL/mmoL de creat. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Níveis elevados s encontrados na osteoporose.

Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . verapamil. morfina. dopamina. Catecolaminas elevadas tamb m s contradas no trauma. propranolol. metilfenidato. salbutamol. naloxona e TRH. imipramina. labetamol. chocolate. a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas na medula adrenal. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . disulfiram e octeotrídeo. sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e drogas. metildopa.5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida.. Após isto.JO 8h. homogeniza-se cuidadosamente e. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos. para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente. metoclopramida. Dieta O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool. c rebro e sistema nervoso sim tico. retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. furosemida. frio. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico congelado. hidralazina. clorpromazina. hora d ltima dose. nitrogliceirna. desipramina.10o C. refrigerantes com coca. c . fumo.Epinefrina e Norepinefrina Coment  rios: q Catecolaminas A epinefrina (adrenalina). Catecolaminas s compostos l beis. nicotina. Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue. nicardipina. . imediatamente. terbutalina. fentolamina. amitriptilina. nortriptilina. descartar os primeiros 0. atenolol. Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril. Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado).O. 182 Instituto de Patologia Clínica H. Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin. com o auxílio das m s. ansiedade. efedrina. dosagem. difenilhidramina. pseudoefedrina. levodopa. caf . aminofilina. cafeína. Seu maior uso clínic no diagnósti co do feocromocitoma. Centrifugar rapidamente. transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH. haloperidol.5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. Medicamentos: O paciente dever rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C. insulina.. fruta (especialmente banana). timolol. em ambiente calmo. que se origina em 90% dos casos na supra-renal. bromoergocriptina. felodipina. prometazina. nadolol. teofilina. PARDINI . O plasm transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado. cocaína. óuô < que 140 pg/mL entre 140 a 200 pg/mL > que 200 pg/mL < que 1400 pg/mL entre 1400 a 2000 pg/mL > que 2000 pg/mL < 30 pg/mL s suspeitos s muito sugestivo s suspeitos s muito sugestivo ™  †  †iÿ @ ô — ˆ€‰ ˆu‰ †  ”† ˆ ˆu‰ † d† Continua. hidroclorotiazida. acalmar o cliente. minoxidil. sendo em 10% deles malignos.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório. metoprolol. clonidina. clorfeniramina. reserpipna. sem fumar. pós -operatórios. mas sob nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. clozapina. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do feocromocitoma. Obs.. nitratos. É necess rio que a amostra de sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos.  ˆu‰ † “ ˆu‰ † ˆ u ‰ Û ” u ‘ ™” u–  † ˆ ‰† ˆu‰ ‰ ˆ € † ñ ™” vv  å– dÁ‡ SANGUE Valorr de Refer ncia: s Epinefrina (Adrenalina) s Norepinefrina s (Noradrenalina) s ò (–€”  † ¡ r r s s s Dopamina Condi o: 2. Esses tumores s causa de hipertens severa de difícil controle.M.HPLC Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. isoproterenol. anfetaminas. dia.

.0 8. B12 (cobalamina). por m em valores limiares. verificar pH da amostra que dever star cido (pH at ). Sua remetilaç  metioni dependente da cobalamina.Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta.0 0.5 0. Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6.0 0.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar. Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural.0 < de 200 201 a 260 t suspeito t sugestivo > 260 Dopamina 0 a 85 0 a 140 40 a 260 65 a 400 65 a 400 65 a 400 Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos. Obs.5 0.0 a 3.10o C. trimetoprim. .0 a 65.5 mL de Plasma (EDTA).0 a 80.2 a 10.0 a 17.0 a 6. corticóides.0 1.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal. -N sar o garote por muito tempo. hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo (homocistin ria).0 < de 60 61 a 80 t suspeito > 80 t sugestivo ò õ€óuô o.. hor rio inicial e final da coleta. Laboratórios: . Condi o: Urina de 24h.µg/24h: Idades Epinefrina < de 1 ano 1 ano 2 a 3 anos 4 a 9 anos 10 a 15 anos adulto 0. cido fólico e da riboflavina. PARDINI 183 . Homocisteína em níveis elevados um fator de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana.0 a 10. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC Valor de Refer ncia: t Homens: 4 a 14 µmoL/L t Mulheres: 4 a12 µmoL/L t Elevaç iscreta: 15 a 25 µmoL/L t Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L t Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L Condi o: 1.EPINEFRINA E NOREPINEFRINA Norepinefrina 0. carotídea. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. colher Urina 24h conforme instruç s g. 353 Laboratórios: Antes de enviar. u Após dieta. na insufici cia renal crônica. Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina. óuô † †ô“  ™ ” –u å”  †¦š Homocisteína Coment  rios:  m ami A homocisteí cido formado no metabolismo da metionina. vascular perif rica) e trombose.0 15. . fenitoína. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .0 a 2.0 a 29. ‘ud †  ‘u‰u — € ‰ (  ñ ò uˆˆu‰R ‰ˆu‰R—d óuô uˆˆu‰‰© †iÿ @ ô — ‡ † “u‘  “ u ‘ åd ˆu‰ † ‘€d † † † Instituto de Patologia Clínica H. na maioria dos casos.5 a 20.0 4. cido fólico e riboflavina.N colher amostra com o paciente deitado. metotrexato.Continu URINA Valor de Refer ncia . Enviar alíquota 10 mL e informar volume de total.

Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro da faixa normal. ñ ˆ “u‘ €‘  ˆu‰ ˆ€‰ ™” “ ò óuô vv   å–u” ý–  ‡ † ¡ †ô“  Paraminofenol Coment  rios: O paraminofenol  m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na (utilizada em tintas. benzodiapínicos. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. bromoergocriptina.43 < que 0.41 mg/g de creatinina 10 a 15 anos < que 0.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). *enviar 50 mL de urina e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. borrachas e pl sticos).30 mg/g de creatinina Condi o: Urina de 24h. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. paragangliomas e neuroblastomas. tetraciclina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.M.*Urina 24h. cloropromazina). quinidina. labetamol.Metanefrinas . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A excreç – rin ria do paraminofenol vari vel sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç . fenotiazidas e propranolol. buspiroma.Fraç ¥ es Coment  rios: A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente.41 < que 0. Refrigerar.31 mg/g de creatinina > que 15 anos < que 0. dosagem. fruta (especialmente banana). ‘uˆuñ ‰ † u‘ ˆu‰R—u” ò  óuô † A@ ô — ™”  ˆ u ‰ ˆu‰  ˆu‰ †   184 Instituto de Patologia Clínica H.HPLC Valor de Refer ncia: Idades Normetanefrina Metanefrina < de 2 anos < que 1. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . PARDINI . Informaç es nece rias: Informar peso. sendo a determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis. oxitetraciclina. acetominofen.30 < que 0. chocolate. fumo. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico.HPLC Valor de Refer ncia: tect vel v v IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7. medicamentos. refrigerantes com coca. Laboratórios: Especificar tipo de urina. broncodilatadores). caf . medicamentos em uso. . anti-depressivos tricíclicos. levodopa. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. dia e hora da ltima dose. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.Urina recente .73 < que 0.: medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . 1994. sotalol. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. metildopa. c .O.53 mg/g de creatinina 2 a 10 anos < que 0. hor rio inicial e final da coleta. T m importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma.

Condi o: Urina 2h . 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C.*Urina 24h.Piridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno tipo I. . hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. Níveis elevados s contrados na osteoporose. Considerando que a excreç sses ma rcadores maior à noite e que variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia. Enviar em frasco âmbar (sensível à luz).Mulher x 22 a 89 nmoL/mmoL de creat. . deve -se preferir a coleta de 24 horas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. met stases ósseas. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz :1. PARDINI 185 . w 11 a 14 anos x 105 a 400 nmoL/mmoL de creat. x 42 a 200 nmoL/mmoL de creat. w Adulto . Refrigerar.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança). Veja tam m Deoxipiridinolina. Doença de Paget. sendo influenciada pela dieta.Proteger da luz (frasco âmbar).HPLC Valor de Refer ncia: w 02 a 10 anos x 160 a 440 nmoL/mmoL de creat. Laboratórios: Especificar tipo de urina. ñ ™ ” ˆ€‰ý—ud †  m† ò  –u“ uˆ ‰ ¨  ™ u‘  ˆu‰Û—u‘u” d † † ˆu‰â—u”âd ˆ€‰í”u™ ‘ ˆ  ‘uˆu‰ óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. Para monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç lteraç es de forma mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas). *enviar 10 mL de Urina e informar volume total.Homem x 20 a 61 nmoL/mmoL de creat. w 15 a 17 anos w Adulto .*Urina 12h .

por 20 minutos.p. pickles. Separar o plasma. beringela. medicamentos em uso. evitar 7 dias. “sem agitar”.m. tomate. guafenesin. Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r. dividir 5 mL deste sangue para cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório). metildopa. O seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus -lo. naproxeno e reserpina. . dose e tempo de uso. Informaç es nece rias: Informar peso. imipramina. PARDINI .Serotonina Coment  rios: A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . pois estes alimentos interferem no resultado: abacate. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi indolac tico) marcador mais sensível de tumores carcinóides.O. nozes. Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame. Dieta O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados.10o C.M: acetominofen. antidepressivos IMAO. lítio. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. congelar. Laboratórios: Enviar o material congelado em tubo pl stico. morfina. C. ñ óuô ‘uˆu‰ “u† ‘ † ‰ ò   † y 5 Hidroxi Triptamina † ™” ‘uˆ  ˆ … ™” vv    †— †iÿ @ ô — ù– †— –€”u‘u—u“ 186 Instituto de Patologia Clínica H. Sua dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. por invers o num total de 6 invers s. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .HPLC Valor de Refer ncia: € 50 a 200 ng/mL € Intermedi rio  200 a 400 ng/mL € Tumor Carcinóide  > 400 ng/mL Condi o: Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA). banana. O laboratório fornecer tubos p/coleta.JO 8h. Homogeinizar imediatamente “ o esperar”. porque pode haver hemólise.

síndrome nefrótica. m sorç intestinal.4 a 1.HPLC Valor de Refer ncia: ‚ 1 a 6 anos ƒ 20 a 43 µg/dL ‚ 7 a 12 anos ƒ 26 a 49 µg/dL ‚ 13 a 19 anos ƒ 26 a 72 µg/dL ‚ Adulto ƒ 30 a 80 µg/dL Condiç o: 1. aspirina. . pós -operatórios. uso de estr ios e anticoncepcionais.Vitamina A Coment  rios: A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol.5 mg/dL Condi o: 1. grandes queimados. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. . Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. nitrosaminas e paraldeído. contato com metais pesados. Refrigerar. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Níveis baixos s contrados na defici ncia diet tica da vitamina. uso de contraceptivos orais. Níveis baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). na síndrome do desconforto respiratório. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. etilismo. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de oxalato com formaç c lculos renais. Usar frasco âmbar (sensível à luz). SIDA . Enviar congelado.JO 8h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . infecç es e etilismo. Usar frasco âmbar (sensível à luz). A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A.JO 8h.5 mL de Soro. pancreatite. Seu uso clínico principal squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias após privaç s se oligoelemento.HPLC Valor de Refer ncia: 0. PARDINI 187 . parasitoses. barbit ricos. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. insufici ncia pancre tica exócrina. Informaç es nec rias: Informar medicamentos em uso. Doença de Adison. Laboratórios: O material dever ser enviado o mais r pido possível. cirrose. tabagismo. estrógenos. A determinaç r HPLC m todo de escolha. ñ ˆu‰â”u‘ ˆ “ ò †™ ” ‡ “ ˆ “ † ™ ‰u’u“u‘  Ódum ˆu‰ ô vv  †iÿ @ ô — u– Vitamina C Coment  rios: A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias.  † ‘ud«–€” † ˆu‰»—u” ˆ u ‰ ⠗ u ”  † ˆ “€‘ ñ ‡ uˆ Ó ‰ u– ‰ †‰ † óuô ò ª vv    Instituto de Patologia Clínica H.

atresia de vias biliares. Valores elevados de 1. ñ ˆu‰ d ‡† ‰ ˆ€‰ † ‡ ™ ˆu‰ “u‘  ò óuô †iÿ @ ô —  u– 188 Instituto de Patologia Clínica H. prematuridade. Valores baixos de 1.Vitamina D3 Coment  rios: „ 1.HPLC Valor de Refer ncia: … Prematuro † 0. ñ  ‡ ˆu‰«”u‘ “u‘ d ˆ † “€‘  “u‘ ˆ † óuô ò ˆu‰ u– Vitamina E Coment  rios: É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres.25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez.5 mL de Soro. A sua forma mais ativ alfa-tocoferol.8 mL de Soro. A sua car ci respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea (raquitismo e osteomal cia).25hidroxicolecalciferol s contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo. cirrose.25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas.37 mg/dL … 1 a 12 anos † 0. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível congelado. colestiramina.25 Dihidroxi O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol).0 mg/dL … Adulto † 0. o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .25 a 0. PARDINI .JO 8h. fibrose cística. Níveis baixos podem ser determinados por m absorç (pancreatite. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro neurodegenerativo. Juntamente com calcitonina e PTH regulam o metabolismo do c lcio. ressecç es intestinais). . Informaç es nec ess rias: Informar medicamentos em uso. anemia hemolítica e alteraç visual). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . sarcoidose e na intoxicaç vitamínica. Usar frasco âmbar (sensível à luz).6 a 1. uso de anticonvulsivante. etilismo. óleos minerais e contraceptivos orais.9 mg/dL … 13 a 19 anos † 0.3 a 0. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. O metabólito 1. . Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C.8 mg/dL Condi o: 1.JO 8h.5 a 1.HPLC Valor de Refer ncia: 20 a 76 pg/mL Condi o: 1. Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com valores de outro metabólito.

incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. tonsilite. AAT principal componente da alfa-1-globulina. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. ñ  óuô ò “€‘ ‰Rëu” †  † u– ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Alfa 1 Anti-Tripsina Coment  rios: AAT  ma proteína de fase aguda. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ‡ 0a1m s ˆ 124 a 348 mg/dL ‡ 2 a 6 meses ˆ 111 a 297 mg/dL 95 a 251 mg/dL ‡ 7 meses a 2 anos ˆ ˆ 110 a 279 mg/dL ‡ 3 a 19 anos ˆ 78 a 220 mg/dL ‡ Adulto Condi o: 0. Conservaç o de envio: Ate 5 dias entre 2o e 8o C. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura viral. PARDINI 189 . Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.Adenovírus – Pesquisa direta Comen rios: Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia. aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos inflamatórios. artrites. Elevada em infecç es. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Lavado de nasofaringe. cirrose h tica e carcinoma hepatocelular.5 mL de Soro. . cistite hemorr gica e ceratoconjuntivite. Laboratórios: Swab de nasofaringe. M todo: Imunofluoresc cia direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe. Swab de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado. gastroenterite. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar. reaspire. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. † ñ –u “ò ™ “€‘ ‘ † ”€–u   †‰ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Resultados falso-negativos podem ocorrer. vasculites. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas.JO 8h. doença he tica crônica. Conservaç o de envio: Refrigerar e enviar imediatamente. terapia com estrógeno ou corticóide. gravidez. neoplasias e pós -operatórios. ma característica do m todo. Lavado de nasofaringe.

JO 8h.JO 8h. Conservaç o de envio: Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Alfa 1 Glicoproteína cida Coment  rios: AAGP  ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias. . Veja tam m Estreptozima. . Níveis de AEO pod em apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas.0 a 121. terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. neoplasias e terapia com corticóides. † ‘€ˆu‰«” ò ‡ ñ óuô Amebíase Coment  rios: †ô A Infecç or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica. 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro. 75% em 2 meses.5 mL de Soro. 30% das piodermites e 50% das GNDA. 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. Nas infecç s estreptocócicas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos. entretanto. esquistossomose. A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%). PARDINI . É uma proteína de ` fase aguda. mas de forma isol permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Inferior a 250 UI/mL Condi o: 0. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. hepatites. causar doença invasiva intestinal ou doença extra -intestinal. Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais de 6 meses após tratamento eficaz.JO 8h. aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. AEO tectado em 85% das faringites. Falso -positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 41. . Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica.5 mL de Soro. É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler. ñ ˆu‰î–  —€“ ò ”†‡ ˆu‰R—  ”u–€ u‰ €’ u“ ‘ óuô   ô Antiestreptolisina O Coment  rios: AEO elevada indica infecç r streptococos beta -hemolíticos. a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. specífica.0 mg/dL Condi o: 0. sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas assintom ticas. Títulos se elevando em determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o. ñ m† ™ ™ ” † — u ” ˆ€‰  ˆu‰`–u‰  ‰ AEO ‡™ ˆ du—ud ‘uˆ€‰ ™” óuô ò 190 †ô Instituto de Patologia Clínica H. Na Febre Reum tica.5 mL de Soro. gravidez.

cirrose hep tica.Antígeno Carcinoembrion e rio  CEA Coment  rios: CEA uma glicoproteína q ór specíf ica. lceras pticas. Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27. Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de Complemento. Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. Valor de Refer ncia: Negativo Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante. tireóide e tumores de cabeça e pescoço. PARDINI 191 . pancreatite . pulm . Níveis elevados tam m podem ocorrer em fumantes. tero. Cirurgia.JO 8h. . Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal. doença inflamatória intestinal. polipose retal e doença mam ria benigna. m †™ ñ óuô m† Ó– ˆ™ ˆu‰«‘u‰ ˆ  ˆu‰ “u‘ †ˆ H• ð ô ¡ ‰ ò † Instituto de Patologia Clínica H. enfisema pulmonar. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ‘ < 4. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorizaç . estômago. Níveis elevados s o encontrados em v rios tumores. mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. ao diagnóstico. Hiperplasia Adrenal. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro intestinais. Níves mais elevados s contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e hep ticas.0 nanog/mL Fumantes ‘ 5 a 10 nanog/mL Suspeito Maior probabilidade ‘ > 10 nanog/mL Condi o: 0. Para fins de comparaç ve -se usar mesmo m todo. pesquisa Coment  rios: Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas (antígenos). Artrites Infeciosas. infecç s. inflamaç s. N o enviar em banho de gelo. Artrite Reumatóide Juvenil.0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para realizar em at 48 horas).5 mL de Soro.0 nanog/mL N o fumante ‘ < 5. Tem forte associaç com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com alteraç es radiológicas compatíveis. ov rio. Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 10. †   ˆ€‰ ‡  ™” u”î‘uˆ€ˆu‰ ‰ † † ’€ˆu‰î” ˆu‰ì”€‘ —€“u‘ ™” ‡ –† † ˆ  ñ ˆu‰R—u” “u‘ ò ˆ  ”ô R †Rþ vv   m † ˆu‰    ˆu‰  óuô  Antígeno HLA B27. pâncreas. Outra s neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama. Artrite Psori tica. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem.

Condi o: 0. traumas) e de outras causas (uso de heparina. No tipo II. e paracocidioidomicose podem ocorrer. Sorologi positiva em 90% dos pacientes com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica. blastomicose. com o aumento do risco de trombose venosa.Antitrombina III Coment  rios: A Antitrombina III  ma proteína anticoagulante natural. Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus. em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetect veis. infarto agudo do mioc rdio). perda (síndrome nefrótica. a sua atividade funcional ixa. etilismo. Pacientes imunocomprometidos. Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. Conservaç o de envio: At ras refrigerar entre 2 o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. As defici ncias cong nitas s ivididas em tipo I e tipo II. que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. podem apresentar níveis diminuídos. anti Coment  rios: Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva (pulmonar. estando sua defici ncia associada a estado de hipercoagulabilidade. apesar da concentraç normal da antitrobina III. hepatite). de aumento do consumo (tromboses. A defici cia de antitrobina III est presente em 1. meníngea).7% da populaç . M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 28 a 38 mg/dL Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios. Defici ncias adquiridas s mais comuns e podem decorrer de reduç síntes tica (cirrose. Reaç s cruzadas com histoplasmose. aumentando a estes níveis com seis meses de idade. Informaç es nece rias: Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. ñ ˆu‰ “ ˆ€‰ý“ — ˆu‰»— ˆu‰ ” † mud “ ¡ ”u–u ˆ € ‰ å — u d ” ˆu‰ ˆu‰Á” † — † “ “€‘  ˆu‰ ˆ€‰  ò óuô † †Rþ ÿ ô ¡ ‰  vv  Aspergillus sp. Teste negativ o exclui aspergilose. PARDINI . enteropatias. ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ™” ‰R‘uˆ d† ˆu‰ † 192 Instituto de Patologia Clínica H. uso de anabolizantes e penicilina. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h.3 mL Soro. . níveis de antitrombina s m m ia 63% dos níveis do adulto. gravidez). Ao nascimento. coagulaç intravascular disseminada.5 mL de Plasma (EDTA). uso de estrógenos. No tipo I a concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas.

ˆu‰ ˆ ”† ˆ ˆ  ˆu‰ ™ ” ˆu‰ † ˆ “  ˆ€‰«— ˆ uˆ ‰ † SORO AGLUTI’”“”•– O M todo: Reaç A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. 70% dos pacientes tratados permanecem com sorologia positiva at m ano após o tratamento. paracoccidiodomicos uma doença granulomatosa que acomete pulm es. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. ™ ‰†d ò ˆ€‰ ”† ñ ˆu‰ † ˆ † ‰u‘u—u”«‘€ˆu‰ óuô †Rþ ô Brucelose Coment  rios: Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. indicativo de infecç o recente. PARDINI 193 . podendo ser usado para diagnóstico e seguimento do paciente. IgG persiste por anos após a infecç . Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas. na fase aguda e convalescença (após 14 dias). A melhora clínica após tratament companhada da queda dos títulos.3 mL de Soro. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos se visualizou ou isolou o fungo. Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas. ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †Rþ ô ñ óuô ò ˆu‰  ô Instituto de Patologia Clínica H. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose requer visualizaç do P. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. devem ser considerados cicatriz sorológica. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos. em amostras pareadas. brasiliensis no exame microscópico. pele e linfonodos. Títulos de 1:4 mantidos. Aumento dos títulos de IgG. na brucelose. por período superior a 6 meses. o que possível em apenas 20% dos casos. Títulos de 1:160 s sugestivos de infecç recente. entretanto. Yersinia enterocolitica.JO 8h. num mesmo laboratório. . tularensis.5 mL de Soro p/ cada.Blastomicose Sul Americana Coment  rios: A Blastomicose Sul-Americana.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: Refrigerar. complementado pela cultura. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a aglutinaç o. Imunoensaio enzim tico: permite detecç e anticorpos IgM e IgG. F. Vibrio colerae. mucosas. sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a infecç o comprovada.

met st ases e monitorizaç e tratamento. Condi o: 0. pulm .5 mL de Soro. uroepiteliais. câncer de mama. abscesso tubo-ovariano. pâncreas. ñ ˆ óuô ò “u‘  ˆ ‘€ˆu‰Á—u”  ˆ † † † ˆ€‰ý— ˆ  ”ô R †Rþ  194 Instituto de Patologia Clínica H. Aumento do CA 125 pode preceder as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio. linfoma n o -Hodgkin. doença inflamatória lvica. cólon. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 30 U/mL ˜ negativo — 30 a 50 U/mL ˜ elevado — > 50 U/mL ˜ positivo Condi o: 0. peritonites. (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e quimioter ico. Cerca de 1. pulm o. vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 35 U/mL ˜ Negativo — 35 a 65 U/mL ˜ Elevado — > que 65 U/mL ˜ Positivo Nota: Este exam eve ser utilizado para diagnóstico. câncer de endom trio. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas. colo uterino. (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. ˆu‰â”u† ‘    €– ˆu‰ ˆ † ˆu‰ – †  ™” † ™”  ˆ € ‰ † –† ˆ ˆ u ‰ † ˆu‰ † ñ ò “u‘ óuô ”â‘uˆ€‰ù—  ”ô R †Rþ  ™ ” ‡ ˆu‰  ‰å‘uˆˆ€‰  † vv  CA 15/3 Coment  rios: É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares. N se pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. Indicaç s no Câncer de Ov rio: (1) Avaliaç prognóstica. cirrose hep tica.3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. A sua produç o excessiva nos carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados.JO 8h.5 mL de Soro. neoplasias de fígado. ov rio. . sendo usado como marcador tumoral. Informaç es necess rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. endoc rvix e trompas. Possui baixo valor preditivo positivo e negativo.CA 125 Coment  rios: Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio. doenças benignas de mama e hepatopatias. doenças benignas e pacientes normais. pacientes saud veis. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. É utilizado em pacientes com câncer de mama para detecç o de recidiva. PARDINI . fígado. menstruaç . Cerca de 20% dos cânceres de ov ri produzem CA 125. teratomas beni ngos.JO 8h. gestaç o. . Deve ser realizado pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. fibrose pulmonar. muitas vezes associadas a v rias doenças.JO 8h. coagulaç fibrinólise. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ™ Homens d 29 a 42 mg/dL ™ Mulheres d 26 a 39 mg/dL Condi o: 0. cistos espl ico. É sintetizado nas c lulas epiteliais. Laboratórios: Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. ñ ‰«” ¡ ”u–u ™™ ” m † † ˆu‰â‘uˆ “u‘ ò “u‘ ˆ “u‘ ¡ u” u–  €” u–  ”€‘ † ˆ t ‰ † ˆu‰ óuô ⠔ u‘ €ˆ ù ‰ €— ” †  ”ô R †Rþ vv   C1S Esterase Inibidor Coment  rios: É uma proteína de fase aguda. . inibidor de protease. caracterizada por episódios recorre ntes de edemas. N recomendado para triagem de forma isolada. inclusive linfomas. A forma co ita. Duas formas dessa defici ncia s scritas: a forma cong nita e a adquirida. Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia tica. endometriose. hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ™ < que 37 U/mL d Negativo ™ 37 a 120 U/mL d Elevado ™ > que 120 U/mL d Positivo Nota: Este exam ve ser utilizado para diagnóstico. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. o angioedema heredit rio.5 mL de Soro. A sua defici cia leva ao edema angioneurótico.5 mL de Soro. PARDINI 195 . Síndrome de Sjögren. doenças benignas e pacientes normais. aquelas superiores a 50% do valor anterior. S consideradas alteraç es significativas. Nas formas adquiridas. para fins de comparaç o. presente no soro e plasma de indivíduos normais. cistadenoma ducto h tico. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. pancreatite crônica.CA 19/9 Coment  rios: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino gross tico. Condi o: 0. ñ ‘u’u“u‘ “u‘  ò ˆ€‰à” “ ˆ € ‰ Á — u ”  † † “ “ “u‘ óuô ô u – Instituto de Patologia Clínica H. comum ocorrer a defici ncia funcional. Tem papel regulador nas enzimas do complemento. havendo diferenças g ticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador).

auto anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL.10 Condi o: 0.7 a 33% dos pacientes). mais raramente.Cardiolipina IgG/IgM. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e f negativo e ≤ 0.Test til no diagnóstico da Caxumba. PARDINI . hanseníase. naturalmente ou por vacinaç o. tuberculose. em geral títulos baixos e do isotipo IgM. . pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune). podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. Os s de m s imunizadas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.5 mL de Soro.09 f indeterminado e f positivo ≥ 1. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç recente. IgM . IgA.10o C. ˆu‰ ˆu‰Á– ñ ˆu‰ ™ óuô ò  ‘uˆu‰ Caxumba IgG/IgM Coment  rios: †Rþ ô IgG . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e IgG f ≤ a 10 GPL e IgM f ≤ a 10 MPL Condi o: 0. Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite Reumatóide (7. infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. Entretanto alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou.90 0. cada. endocardite infecciosa.Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em níveis protetores de forma duradoura. ”å‡ ñ ò  † mu”umu“ ˆ u ” “u‘ ˆu‰Rd um €” um “ ˆ ˆ ˆu‰ óuô ô 196 Instituto de Patologia Clínica H.91 a 1. Nesses casos encontra-se. Em quadros crônicos.JO 8h. apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade.2 mL de Soro. Conservaç o de envio: Entre 0 o e . estes anticorpos est sentes. doenças infecciosas (síf ilis.JO 8h. se observando fenômenos trombóticos. .

independente do fator reumatóide. .2 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator reumatóide. prediz evoluç o mais agressiva da AR. sendo til ao diagnóstico diferencial de outras colagenoses.JO 8h. Conservaç o de envio: Refrigerar. ˆu‰«—u‰ ‡ ’€  “ ñ ò “€‘ óuô †ô ñ ò “€‘ “€‘   ˆu‰Á—u† ‰ ’€ † ˆ u ‰ « — u d m† † m†  uˆ ‰ Centrômero. A determinaç o conjunta com o fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR. ˆu‰Ád ACA ˆ óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. Anti Coment  rios: h Anticorpos anti-centrômero s toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. Anti Coment  rios: Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa. Anticorpos anti -c lula parietal s encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. se til no diagnóstico dos pacientes com artrite reumatóide e FR negativo. Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados em pacientes com AR. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido resultante de modificaç o da arginina.2 mL de Soro. Absorç vitamina B12 (cobalamina) depende da produç fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido clorídrico. anti Coment rios: Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR). Valores elevados tam m podem ser encontrados em lceras stricas.5 mL de Soro. nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para diagnóstico precoce.CCP  g Citrulina.JO 8h. disfunç o esofagiana. É visto em 70 a 80 % dos casos de síndrome de CREST (calcinose. esclerodactilia e telangiectasia). Raynaud. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo: ≤ 50 U Condi o: 0. Cerca de 7% dos adultos saud veis t m esses anticorpos detect veis. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. † ˆ ñ ˆ ‘€—u‰â‡ óuô ò  ”† ˆ ‡ †  ˆ€‰(”€‘ ‘u‰u ô C ’ lula Parietal. . câncer g strico e Síndrome de Sjögren. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 197 .

um resultado normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda. bronquite. que carrega 70 a 90% do cobre plasm tico. sendo ainda necess rio biópsi tica para confirmaç iagnóstica. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar níveis mais baixos. t m sido observada a associaç populaç doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de 2.Ceruloplasmina Coment  rios: A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina).5 mL Soro.  ñ  ‘uˆu‰Á” ò † d ¡ ”u–u ˆ€‰(— ˆ u ‰ “€‘ óuô †ô Chlamydia pneumoniae IgG Coment  rios: A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite.2 mL de Soro . ˆu‰ádu— ñ óuô ò “€‘ “ “ “ ˆu‰í—€ ” †ô Chlamydia tracomatis Coment  rios: A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente. . Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias nutricionais.JO 8h. PARDINI . M todo: Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM Valor de Refer ncia: IgG i Homem j < que 1:16 i Mulher j < que 1:64 IgM i < que 1:8 Condi o: 0. entre 2 o e 8o C. Cerca de 50% da  lta apresenta resultados positivos.0 mg/dL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h.0 a 53.JO 8h. produzida no fígado. Conservaç o de envio: At dias. infertilidade e gravidez ectópica. Entretanto. Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas com infecç s n tectadas em gestantes. ˆ ñ † ™ ” ˆu‰â—u” ò “€‘ ˆ † dà—€‰u”u‘  † ˆu‰ d –† ™” Ù óuô †ô 198 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. sinusite e pneumonia. . enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano.2 mL de Soro. Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson.76 vezes. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 21. podendo levar à doença inflamatóri lvica. A maioria das mulheres apresentam infecç o assintom tica.

5 mL de Líquor. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . V rios estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica. 0. . Conservaç o de envio: Refrigerar.5 mL de Soro. Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa. reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal.JO 8h . sua concentraç s rica depender se que exclusivamente da capacidade de filtraç lomerular. É importante citar que elevaç s da cistatina C.Cistatina C Coment  rios: Útil como ma rcador da funç renal.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. entretanto. sendo capaz de detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular. cirros tica. .63 a 1. sem correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular. Sua concentraç independe da massa muscular. A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal.JO 8h . PARDINI 199 . Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a .O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.55 mg/L > 50 anos Condi o: 0. reaç s cruzadas com equinococos podem ocorrer. sendo. do sexo ou da alimentaç .5 mL de Líquor. a seguir. 0.7 mL de Soro.4o C. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .33 mg/L k 0. ñ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ‡u‘ “  ™” óuô  ô ˆu‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Sorologia pode complementar o diagnóstico.4o C.5 mL de Soro.JO 8h. sendo que apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva.74 a 1. foram descritas em pacientes com o mieloma m ltiplo. Assim. . ™ ˆ ñ ‡ ò óuô ô uˆ R ‰ u– ‰ ò † Óëud ˆu‰ †† ˆ ˆ ˆ€‰ ” ”u–u ¡ u‡ m  ˆu‰«’ ˆu‰ ˆ  ™† ” ‘u‡ † ˆuˆu‰ ‰ Cisticercose Coment  rios: A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central. tumores malignos. ñ óuô ò “€‘ ô ˆu‰ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1 a 50 anos k 0. e alguns hipertensos com protei ria.

.JO 8h.MEIA Valor de Refer ncia .80 a 0. Tem grande poder de predizer rec m-nascidos infectados.IgG: Negativo Condi o IgG: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado.IgM: m negativo l ndice < 0. pois. Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç ssada ou recente.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). Assim. Informaç es nece rias: Informar. Falso -positivos tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus. de infecç es passadas e reinfecç es. ser avaliado como um indicador absoluto de infecç recente.JO 8h. para afastarmos infecç o pelo CMV. . Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno. Essa avidez aumenta progressivamente em semanas.99 m indeterminado l ndice > 0.. caso colhido precocemente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 200 Instituto de Patologia Clínica H. A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide. ñ óuô ò IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valorl de Refer ncia . devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .. deve-se repetí-lo após 15 dias. PARDINI . Assim. por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados títulos baixos por at meses.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. Líquor.99 m positivo Condiç o IgM: 0. . Por ltrapassar a barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c nita. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. essa determinaç muit til para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses. se est r vida e se fez este exame anteriormente.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos. entretanto.Citomegalovírus Coment  rios: O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita. Recoleta na convalescença (após 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda. Geralmente permanecem detect veis por 3 meses. quando utilizado antes de 18 semanas de gestaç . † †  ˆ †  ÿ ™ ™” ˆu‰ vv  Á’   ˆu‰Á–ud ˆ  ˆ€‰(d€‰ ™ ™” ˆ   ™† ‘uˆu‰÷—u” ™” † † ˆu‰Rˆudu‰ — ‰ud ‘u’€† “ ˆ ˆ€‰ ‰u‘u’u“ ‘uˆu‰  ˆu‰ ‡ ˆt‰ † ‰R‡ ELISA IgG e IgM IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . Cerca de 85% da populaç ult soropositiva. sendo que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. ñ †Rþ ô ô B B B ò  ˆ€‰ ô †Rþ ˆu‰ Continua.80 ndice 0. vendo.

Imediatamente.. separar o soro e congelar. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.CITOMEGALOV RUS Ÿ ELFA . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos (glomerulonefrites.90 n Positivo o ≥ que 0.  ñ óuô ò  “u‘ “  †  ˆu‰ uˆ ‰ ô u – Continua..ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY .70 a < 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ≥ 60 U/CAE Condi o: 0.00 UA/mL n Indeterminado o ≥ 4.. ñ ò ô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses ô ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ Complemento CH 100 Coment rios: Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica).JO 8h. PARDINI 201 . O material deve ser transportado para o laboratório congelado. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.m.p. artrite reumatóide).00 UA/mL n Positivo o ≥ 6.00 e < 6. para coagular.. ñ ò ò óuô †ô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: ELFA Valor de Refer ncia: n Baixa avidez: inferior a 30% o n Inconclusivo: entre 30 e 60% o n Alta avidez: superior a 60% o Condiç o: 0. As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est ausentes no hipercatabolismo.Continuaçao. Laboratórios: Após a coleta de sangue.IgM: n Negativo o < que 0.5 mL Soro.3 mL de Soro. lupus eritematoso sist mico. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Conservaç o de envio: Refrigerar.90 Condi o: 0.5 mL Soro p/ cada.70 n Indeterminado o ≥ 0.00 UA/mL Valor de Refer ncia . Instituto de Patologia Clínica H.IgG e IgM M todo: ELFA Valor de Refer ncia .IgG : n Negativo o < 4.

JO 8h. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. É til no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES. O material deve ser transportado para o laboratório congelado.p. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 70. Laboratórios: Após a coleta de sangue. . Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Imediatamente..m. para coagular. onde consumo de complemento: LES.0 mg/dL Condi o: 0. PARDINI . Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p.0 a 176. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: 4 a 24 µg/mL Condi o: 0. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: Superior a 125 µg/L Condi o: 0. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.Continu õuó€ô o.p. separar o soro e congelar. ñ uë †  €ˆ ‰Á —  óuô ò ˆ€‰ “u‘  ˆu‰ “ † ‡ ô u – ™ C2 Coment rios: O C o segundo componente do complemento. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase aguda. ñ  ÿӆ óuô ò ˆ€‰ “ † ˆ€‰ ô u – C3 Coment rios: A quantificaç C3 tilizada para avaliaç indivídu os com defici ncia c nita deste fator ou portadores de doenças por imunocomplexos. lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites.3 mL de Soro. artralgia e nefrite. Laboratórios: Após a coleta de sangue. . Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a susceptibilidade a infecç es.  ˆu‰Û—u” †  ñ uˆ Û ‰ u— ” ¡  “ ‰u‘€’u“ óuô ò ô u – 202 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Após a coleta de sangue. Imediatamente. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível..JO 8h. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Imediatamente. para coagular. para coagular..3 mL de Soro.m. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. glomerulonefrites e outras. lupus eritematoso sist mico (LES). separar o soro e congelar. separar o soro e congelar.. O material deve ser transportado para o laboratór io congelado.5 mL Soro. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. Níveis s ricos de C1q est iminuidos na doença de imunocomplexos. Continua.COMPLEMENTO C1q Coment rios: OC ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1.m.

m s de gestaç o e n o filhos (1o. Laboratórios: Após a coleta de sangue.  ñ  óuô ò † † ™” ™ †Rþ ô vv  R’  “ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo.4o C. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. triagem de anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais. M todo: Teste em Gel (Micro Typing System) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar .. PARDINI 203 .p. o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente à hemólise. Imediatamente. glomerulonefrite. Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas.COMPLEMENTO C4 Coment rios: A quantificaç C4 tilizada para avaliaç de indivíduos com defici ncia c nita deste fator ou de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento: us Eritematoso Sist mico. Informaç es nece rias: Informar se a cliente est r vida. separar o soro e congelar. 2o. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. . alfa metildopa e insulina.Continu õuó€ô o. tetraciclina. sulfonamidas. etc).5 mL Soro. ñ •u‡u–  óuô ò ˆu‰Û—u”  †  “ uˆ ‰ ˆu‰Á—ud “  ‰€‘u’u“ ô u – Coombs DIRETO Coment rios: O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes. O material deve ser transportado para o laboratório congelado.5 mL Sangue Total em EDTA..0 mg/dL Condi o: 0. para coagular.JO 8h. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. por isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional. Conservaç o de envio: Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 12. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. etc.5 mL de Soro.  ñ óuô ˆò ˆu‰ † ™ˆ ô ˆ u– † INDIRETO Coment rios: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do complemento ligadas às hem cias. doença do soro.0 a 36.m. cefalosporinas.

JO 8h. Essa amostr ve. em hipótese nenhuma. pesquisa Coment  rios: A presença de crioaglutininas em título superior a 1: indicativa de infecç por Mycoplasma pneumoniae. doenças malignas. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período de 8 a 30 dias após o início da infecç .0 mL de Soro. Informaç es neces rias: Informar se est m uso de anticoagulante. ser colocada na geladeira.0 mL de Plasma (Citrato de sódio). M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 1:32 Condi o: 0.5 mL Soro* + 1. mieloma m ltiplo. Transportar o Soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Essa amostr ve. Laborató rios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. macroglobulinemia de Waldenstron. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. doenças infecciosas agudas ou crônicas. incluindo infecç natal. JO 8h. . Laboratórios : *A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. pesquisa Coment  rios: É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. ñ óuô ˆuò ‰ ‡ ‡ u– ˆ u ‰ dà‘€ˆu‰à—€” 204 Instituto de Patologia Clínica H.m. estando associada com desordens na coagulaç .p. Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente refrigeradas ou uso de antibióticos.m. ser colocada na geladeira.0 mL de Sangue Total em EDTA. doenças auto -imunes como l pus. . Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença da crioglobulina (IgM-kappa).m. Centrifugar o sangue por 10 minutos a 2000 r. pesquisa Coment  rios: Criofibrino io  ma proteína que tem ˆ€‰(–€‰u—u” dۑuˆu‰Û—u” ‰uu’ a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. ñ óuô ˆò ˆu™ ‰” ¨ ÿ† ™” ˆu‰ ô u– ˆ Criofibrinog T nio. em hipótese nenhuma. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. Laboratórios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. ñ óuô €’ “u‘ † ˆuò ‰ R v  ” u‘ ˆ ˆu‰R‘u”€‰ ˆu‰ u– Crioglobulinas.p. Essa amostra o deve. Conservaç o de envio: O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n ser armazenado com o c ulo. estando associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas. em hipótese nenhuma.p. PARDINI .Crioaglutininas. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. processos inflamatórios. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç o. ser colocada na geladeira. Transportar o soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório.JO 8h. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç .

Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas.10 o C. Tem valor diagnóstico quando realizado em sorologias pareadas.JO 8h Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o a 8o C. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos. ”R‡ ñ óuô ˆò ™” ˆ ˆu‰ ô Dengue. Esse dad importância diagnóstica. 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias.Urina. Causa comum de falso -negativ a coleta prematura. M todo: Aglutinaç o . Den 3 e Den 4.Pesquisa Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. o que acarreta em altas taxas de falso-positivos.5 mL de Soro p/cada.Líquor . O vírus da deng da família flavivírus que cont m 70 esp cies. IgM tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico. . diminuiç do título de antígeno corresponde a bom prognóstico. Na infecç terci ria os títulos s o mais baixos.Lavado Brônquico Alveolar . Em alguns casos de infecç rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias.JO 8h. da mesma maneira. Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças. o que possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos. Conservaç o de env io: At dias entre 0o e . relacionadas com fatores reumatóides. mas na maiori indetect vel após 60 dias. e da aplicaç o de vacina para febre amarela. Reaç s falso -positivas podem ocorrer. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de doença. pesquisa Coment  rios: S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1. IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses. ñ ˆ † —u” ˆ d†  ˆ † ò  ˆ ˆu‰   d Ó ‘ u ˆ u ‰ “ ˆ u ‰ Á — u ”  — u  ˆ€‰  ˆu‰Û–  ‰†  “u‘ ˆ€m‰ †  “u‘ óuô  ô †Rþ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 205 . IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Uma pequena porcentagem de pacientes com infecç secund ri t m IgM detect vel. entre elas o vírus da febre amarela. H possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos.5 ml de Soro . Den 2. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e. Anticorpos s detect veis por 60 dias. ˆ ™” † † “ u” † ‰ † † —€” IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença. . .Cryptococcus Neoformans Coment  rios: Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica.

Nestes pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD.20o C em tubo pl stico contendo aprotinina (anti-plasmina) e envi -lo congelado. Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas. em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos. Conservaç o de envio: At dias em temperatura inferior a .J 4h. Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç . e permanece elevado em m ia 7 dias. anemia falciforme. mesmo com a remiss clínica da doença. pós -operatório (at semana).JO 8h. Ressalta-se que as dosagens do DD s rico realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex. Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados a baixos níveis de complemento significam doença em atividade.2 mL de Soro. Níveis elevados tam m s contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo do mioc rdio. .20o C. Laboratórios: Centrifugar imediatamente após a coleta. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. por m os títulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90% na identificaç o de TEP. sepses. Sua determinaç til no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-dsDNA s contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e marcador de acometimento renal. ñ † ™” † ô óuô uˆ ÷ ‰ u” ‘ ò “€‘  ˆ€‰ † u‡ –  206 Instituto de Patologia Clínica H. coagulaç intravascular disseminada. . que tectado uma hora após formaç trombo. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) Valor de Refer ncia: 68 a 494 nanog/mL Condi o: 0. † ñ  ˆ óuô ò ˆu‰Ó— ˆu‰ † ‡ ˆu‰Û—u‰ † — ˆu‰Û—u‰ † u— ” “ m † ˆu‰«† ”u‘ ™ ˆ € ‰ “u‘ †  ˆu‰ ˆu‰Ûd  †iÿ ô   DNA. auto -imunes e infecç s como a esquistossomose e a mal ria. devemos ressaltar sua baixa especificidade. confirmada à cintilografia ou angiografia .Dímero D Coment  rios: O Dímero-D (DD) m produto da degradaç a fibrina pela plasmina. PARDINI . neoplasias. Entretanto.5 mL de Plasma citratado. M todo: Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico. insufici cia cardíaca e pneumonias.

Conservaç o de envio: At dias entre 2 o e 8o C. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise. PARDINI 207 .3 g/dL Condi o: 0. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante. Continua. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento policlonal de gama-globulina por reaç s imunes. beta e gama) s visíveis.5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta).0 a 65.6 g/dL Relaç o A/G 1.  ‡ †  “u™ ‘ ò “u‘ ˆu‰à—€” u‘ uˆ ‰ ˆu‰ “ “ ˆ † ‘udݐ ™ ˆu‰à—€d  ñ ™” ˆ ’u“€‘ ™ ” “u‘ ˆ d ”u–€ ¡ ™” óuô †»þ ô ˆ Instituto de Patologia Clínica H.4 a 2. doenç tica e neoplasias.. . Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem defici cia imune. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta.6 Proteínas Totais 6. M todo: Eletroforese em Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Albumina 52. alfa1.0 a 5.2 a 5.0% 0.0% 3. doença inflamatória cr ônica. Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados de estrógeno. aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes gen ticas. LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas.4 a 8. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda alfa2. infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas. con ita ou adquirida. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2 (Haptoglobina) sugerem uma reaç fase aguda. As lipoproteínas podem ser separadas atrav s de eletroforese.5 mL de Soro. Laboratór ios: Enviar material o mais r ido possível. Masc. Em um soro normal.4 g/dL Alfa 2 7.0% 0.0% 0.Eletroforese de Lipoproteínas Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias. infecç s respiratórias e de pele e artrite reumatóide.1 a 0. JO 8h.5 a 13. Níveis baixos podem ser encontrados na desnutriç . Bandas m ltiplas. Alfa 30 a 36% 27 a 37% 19 a 27% Pr -Beta 09 a 15% 04 a 12% 08 a 16% Beta 50 a 60% 54 a 66% 57 a 73% Condi o: 0. †   ñ  ò ˆu‰ ™ † † óuô † †©¨ ô  u– †©š Eletroforese de Proteínas SORO Coment rios: É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas.6 g/dL Alfa 1 2.2 g/dL Beta 8. usualmente. bem como em gr vidas e na terapia com estrógeno. M todo: Eletroforese em Gel Agarose Valor de Refer ncia: Adulto Criança Fem.1 g/dL Gama 12. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Bandas intensamente coradas das regi es alfa à gama em reas que normalmente cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais.0 a 22. 5 bandas (albumina.0 a 14.5 a 1.5 a 1. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram com as alfa-1-globulinas.5 a 1.. VLDL (pr betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas. alfa2.0% 0.JO 12h.

M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Pr -Albumina 2 a 7% Albumina 56 a 76% Alfa 1 2 a 7% Alfa 2 4 a 12% Beta 8 a 18% Gama 3 a 12% Banda/Faixas Oligoclonais Ausente Proteínas Totais 15 a 45 mg/dL Condi o: 5. -N sar conservante. Nestes casos indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.Continu CONCENTp“”•”– O NO L¼ QUOR õuóuô o. 353 ñ ˆ ‡ ò ˆ€‰(” ˆu‰ ¡  óuô ˆu‰© † †©¨ ô –u€’ 208 Instituto de Patologia Clínica H. .0 mL de Líquor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m gel de agarose Valor de Refer ncia: Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h Alfa 2 7. Instruç es de Coleta Veja Urina 24 horas .  ñ † ò ˆ€‰(” ‡ óuô †©¨ ô  CONCENTp“”•”– O NA URINA Coment rios: Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina.. Particularmente na esclerose m ltipla.Refrigerar. como paraproteínas.4 a 11% 11 a 17 mg/24h Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h Gama 15 a 22% 23 a 33 mg/24h Proteínas Totais at 150 mg/24h Condi o: Urina 24h. na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças degenerativas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI .ELETROFORESE DE PROTE NAS Ÿ Coment rios: O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central..

. Ciclos de congelamento/descongelament s recomendados. Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o pr via. e sim. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.6 mL de Soro. Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti.JO 8h.5 mL de Soro p/ cada. O padr ro para diagnóstico de DC biópsia intestinal. que caracterizam infecç recente.  ˆ ™” ñ † “€‘ ò óuô ˆ ô †  ™ ” ˆu‰  ˆ ˆu‰ ˆ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Após início de terapia de restriç l ten.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Se repetido após alguns dias. ñ dî‘uˆu‰  ò ˆ u’ u“ ‘ ˆu‰ † “u‘ ˆ ™ ˆu” ‰ † q EBV “u‘ ” ë € ö ”d † u— ö óuô  Esquistossomose IgG Coment  rios: †Rþ ô ‰R‘uˆu‰ ˆu‰ Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença. a reaç o se torn a positiva. mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de classe IgG e IgM. É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado negativo nos testes.Líquor. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. PARDINI 209 .Substrato Cerc ria Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. Endomísio  ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa.A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e hematológicos s freqüentemente superponíveis. no início da doença.2 mL de Soro . A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia. podem n o ser detectados em indivíduos com infecç s leves ou moderadas.gliadina. a ingest o de gl ten leva a produç nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos antiendomísio. Outra possibilidade doenç seja mononucleose.Endomísio. Presença apenas de anticorpos IgG traduz infecç o antiga. . sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos anti Coment  rios: †ô A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos heterófilos na vi cia de quadro clínico. M todo: Imunofluoresc cia Indireta . . ñ óuô ˆu‰à—€”à’ ‡ † d ò “€‘ ˆ ‡† ˆ ˆˆu‰Ó—u”åd ˆu‰»‰ Epstein Barr IgG e IgM. Entretanto. títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. ascaris). . como só IgM.JO 8h. Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma. ”î‡ Na DC. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç . na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande atipia linfocit ria.

lupus induzido por drogas ˆu‰Û” ˆ r FAN uˆ à ‰ €” ‘ “ “ ‰ö‘€ˆu‰ † ™” ™” “ † M todo: Imunofluoresc cia Indireta . LES Jo-1 Citoplasmw tico Polimiosite PCNA Pontilhado característico LES Lamin Perif0 rico Significado clínico desconhecido Complexo de Golgi Citoplasmw tico LES. .2 mL de Soro Líquor . PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).Líq. Ascítico .Hep 2. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em títulos geralmente at :160 na artrite reumatóide. Estreptoquinase. síndrome de Sjögren. Anticorpo Padrs o Características 't( DNA nativo Perif0 rico e HomC LES associado a nefrite )C uv' Histona Hom'(t )(uCv ' LES . esc lerodermia.Líq. Títulos se elevam 1 semana após infecç aguda e podem permanecer por at 2 meses. n o apenas contra a estreptolisina O. S.: Pesquisa de anticorpos para antígenos extracelulares do Streptococcus A: Estreptolisina O. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. DNase e NADase. Condi o: 0. ñ ™” † ˆu‰ u– ˆˆ ˆò † ˆ ˆu‰ óuô †Rþ ô Fator Anti-Nuclear (Hep 2) Coment  rios: Anticorpos antinucleares s o detectados por imunofluoresc ncia indireta em substratos de c lulas humanas . Altos títulos est&(' presentes na DMTC. lupus subcutâneo. N xiste relaç tre os títulos de ANA e a atividade da doença. ñ Sm Pontilhado 25-30% dos pacientes com LES RNP Pontilhado LES. Scl-70 Nucleolar e pontilhado fino 75% dos pacientes com a forma difusa da ESP Centrômero Pontilhado característico Síndrome de CREST SSA/Ro Pontilhado ou negativo LES.Líq.: A pesquisa de anticorpos em líquidos corporais deve ser realizado em paralelo com o soro. Pode -se encontrar resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa. Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada.Líq. lupus neonatal. devido a possibilidade de contaminaç material durante a punç o. Após o teste de triagem positivo deve ser feita a dosagem de auto-anticorpos separadamente. Reaç s falso negativas podem ocorrer na presença de anticorpos anti -SSA/Ro. Sinovial . Pericardico. Pleural . hepatite auto-imune e em cerca de 10% de pacientes acima de 50 anos. . de Sjogren SSB/La Pontilhado fino Síndrome de Sjogren. Hialuronidase. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 100 U Stz Obs. ESP-esclerose sist) mica progressiva DMTC-doença mista do tecido conjuntivo ò “€‘ † óuô ˆu‰R—u‰ ˆ †ô 210 Instituto de Patologia Clínica H. Síndrome de Sjogren LES-lupus eritematoso sist) mico.Estreptozima Coment  rios: O teste de estreptozima (STZ) ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos. anticorpos anti-DNA de fita simples (ss-DNA) e durante o uso de corticóide ou outra terapia imunossupressora. Cerca de 98% dos pacientes com lupus eritematoso sist mic tratado t m o teste de Hep 2 positivo.JO 8h.JO 8h.Substrato: C lulas Hep 2 Valor de Refer ncia: Negativo Obs. Condi o: 0.

É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR). da classe IgM. † ˆu‰ ™ ”  ™ d ¡ ”u–u ò † ˆu‰«—u”   † ‘€”u’ud † d†‰ NEFELOMETRIA . Sorologia se torna positiva 7 a 10 dias após início dos sintomas. gota. presente em 10 a 40% dos portadores de infecç es crônicas (sífilis. e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos.2 mL de Líquido Sinovial.5 mL de Soro. tripanossomíase.SORO M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 35 UI/mL Condi o: 0.L ¼ QUIDO SINOVIAL M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ñ O vírus da febre amarel respons vel por quadros que variam de sintomas auto-limitados à forma hemorr ica. esclerodermia. artrite reativa. lepra. ñ óuô AGLUTI ’”“”•”– O .JO 4h . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Na recidiva da infecç o IgM e IgG podem se positivar com 4 a 5 dias de doença. esquistossomose. após congelar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . ñ †ô óuô †ô ˆò Febre Amarela Coment  rios: IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Colher 7 dias após iníc io dos sintomas.JO 8h. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença. S. . tuberculose. A nefelometri m todo atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR. algumas consideraç s devem ser realizadas na interpretaç seu resultado: FR positivo em 5 a 10% da populaç saud vel .25 mL de Soro ou Plasma (Heparina) p/ cada. u’ d†  ˆ ˆ ˆu‰ óuô ò  †ô Instituto de Patologia Clínica H. FR tivo em 1/3 dos pacientes com AR. hepatite viral. brucelose. mal ria. polimiosite e polimialgia reum tica). Falso -positivos podem ocorrer devido a vacinaç o e reaç cruzada com outros flavivírus (incluindo os vírus da dengue). entretanto. dirigido contra IgG. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 211 . IgM ELISA permanece positivo por um curto espaço de tempo. doenças que cursam com aumentos de gamaglobulinas podem causar falsos positivos biológicos (LES. pseudogota.Fator Reumatóide Coment  rios: O fator reumatóide (FR) m auto -anticorpo. Sjögren. apresentando maior especificidade e sensiblidade. doenç tica crônica e endocardite).

A fosfatase alcalina óssea se localiza na membrana plasm tica dos osteoblastos. A evoluç ros crônicos pode trazer graves seqüe las: hidrocele. M todo: Imunoensaio por Captura Valor de Refer ncia: Mulheres: 25 a 55 anos y 11. estando envolvida no processo de formaç o e mineralizaç s ossos. Níveis diminuídos podem ser encontrados na hipofosfatesemia heredit ria. tumores ósseos prim rios ou metast ticos. A fosfatase alcalina presente no soro produzida em diversos ór s: osso.0 a 41.4%. elefantíase de membros. especificidade de 96.8 a 43. hiperparatireoidismo. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . mamas e or s genitais. Doença de Niemann -Pick. pois esta possibilita reaç es cruzadas com outras parasitoses. com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. M todo: Imunocromatografia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. rins. hipertireoidismo e no tratamento da osteoporose. .JO 8h.Filariose Coment  rios: No Brasil a filariose causada pela Wuchereria bancrofti.6 a 30. bancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia.5 mL de Soro. bancrofti superior a determinaç o de anticorpos por imunofluoresc cia indireta. Doença de Gaucher. síndrome de m -absorç .3 U/L Condi o: 0. gravidez. osteomal cia. A detecç o antígeno da W.4 U/L Homens: ≥ 25 anos y 15. desnutriç .10 o C. . tendo como vetor o mosquito Culex. a amostra para pesquisa do antígeno da W. raquitismo por car cia de vitamina D.JO 8h.3 mL de Soro. Níveis aumentados s contrados na Doença de Paget. crescimento ósseo fisiológico da criança. fraturas. A pesquisa do antígeno da W.6 U/L > 56 anos y 14. bancrofti por m todo imunocromatogr fico apresenta sensibilidade de 100%. fígado. As amostras em ser submetidas a mais de 3 ciclos de congelamento/descongelamento. ’uˆ€‰  ˆu‰Ó”u‘ ˆ x Esquel ’ tica  ñ ò  ˆu‰ ˆ †  “ u ‘ ˆu‰Ó—u‰   ˆ€‰ óuô †Rþ ô ‘€ˆu‰R–u‰u— 212 Instituto de Patologia Clínica H. Doença de Recklinghausen. PARDINI . intestino e placenta. Ao contr rio da pesquisa de microfil rias. ñ † u ˆ » ‰ Á d udu— ë ’€ˆu‰ ˆu‰â—  ˆ ò ô “u‘  † ™ †  óuô Fosfatase Alcalina Específica Óssea Coment  rios: Útil como marcador da formaç o óssea. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C.

g tica. ligada ao cromossomo X. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. Anti-gliadina IgA est presente em 75 a 90% dos casos de DC. sem significado patológico. a ingest de gl ten leva a produç o de anticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-endomísio. ò óuô Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase { G6PD SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: A defici cia de G6PD ma enzimopatia comum. Informaç es nece rias: Checar se cliente foi submetido a transfus sangue. Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ras se enviado Heparina ou ACD. paracetamol. ”î‡ ñ IgA e IgG †R8þõuóuô © †  ˆu‰ ‡ ˆ ‰R‘uˆ€‰(d ˆ “ “  Û – “ ˆu‰Û— ˆ ‘€ˆu‰Ádu’ † †  ˆ ˆu‰Á—€‰ Valor de Refer ncia: Negativo z < 20 unidades Indeterminado z 20 a 30 unidades z > 30 unidades Positivo Condi o: 0. A detecç e anti-gliadina IgG importante pois 10% dos pacientes portadores de DC t m defici ncia cong nita de IgA.5 U/G Hb Nota: Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento e em outras situaç s onde ocorram predomínio de hem cias jovens (exemplo: anemias hemolíticas).0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA/ACD). Na DC. Incide em at 10% da populaç . A dosagem de anti -gliadina IgM rega poder diagnóstico. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icterícia neonatal.6 a 13.5 mL de Soro p/ cada. Detecç o molecular da mutaç (G -A) da G6PD tam m est isponível. PARDINI 213 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Resultado negativ fasta completamente DC. anti-histamínicos). .Gliadina. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemólise. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-endomísio. At ras se enviado em EDTA. infecç s bacterianas e viróticas e pela ingest o de fava. O padr o ouro para diagnóstico de DC a biópsia intestinal. M todo: Reaç Ci tica Quantitativa Valor de Refer ncia: 4. derivados Vitamina K. anti-mal ricos. ingest spirina. Reduç s títulos de gliadina ocorrem em meses após o início da restriç o diet tica.JD 4h. Anti-gliadina IgG est resente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença. induzida por drogas (sulfas. “u‘ ˆ€‰ †   †  m † Á— ñ ˆuˆu‰ ‰ ÿ @‘ ÿ† ò  ™” ”u‘ † ™” ˆ ˆ † óuô  ™” ô¡‰ †R þ ÿ †iÿ • ¡ ‰ vv  ˆu‰R—u” ˆu‰R—u”Rd Instituto de Patologia Clínica H. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (at 2 meses de idade) e em outras situaç s em que ocorram predomínio de hem cias jovens (ex: anemias hemolíticas) sem significado patológico.

Passar o sangue desfibrinado para um tubo e centrifugar a 2000 r. .  ˆ€‰ ˆu‰ ˆ ˆu‰Õ‘ud ˆ  ˆ € ‰ ( — € ” ( – € d ñ ó u ô ˆu‰R” ô ‘u‡ | Rh (D) fraco ™” ˆ † Ham. transplantes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: } Rec m Nascido ~ 5. Conservaç o de envio: Enviar no mesmo dia da coleta. Embora seja um reator de fase aguda fraco e tardio.0 a 185. formando um complexo qu removido pelas c lulas de Kuppfer. pr -natal ou para auxiliar na exclus ternidade. ‘ud † ñ  ” † ˆ€‰Ù— † óuô † ò †ô 214 Instituto de Patologia Clínica H. processos inflamatórios agudos podem falsear resultados verdadeiramente baixos.0 mg/dL Condi o: 0. que se liga A Haptoglobi irreversivelmente à hemoglobina ap ós a hemólise. Laboratórios: Colher sangue do paciente em um Erlenmeyer de 50 mL contendo de 8 a 10 p rolas de vidro.Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU Coment  rios: Os antígenos eritrocit rios s geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas.0 mL de Soro desfibrinado (colhido no mesmo dia) transportado em banho de gelo + 1. O diagnóstic feito pela realizaç o do teste de Ham. É o marcador mais sensível de hemólise onde seus níveis est iminuídos (ex: hemoglobinopatias. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. A determinaç o dos antígenos eritrocit rios deve ser feita para transfus o. entre 2o e 8o C.0 mg/dL } Adulto ~ 26. Hepatopatias e uso de estrógeno podem causar níveis diminuídos.m. anemias hemolíticas induzidas por drogas). M todo: Classificaç m Tubo e Micro Typing System Condi o: 3. produzida no fígado. por 5 minutos. .JO 8h. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. anemias megalobl sticas. Fazer movimento rotatório at que haja formaç fibrina. M todo: Hemólise em pH cido Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2.0 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). Os anticorpos do sistema ABO s turais. enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situaç s patológicas (vide COOMBS). Os de maior express s o os sistemas ABO e Rh ou CDE. Separar o Soro..0 a 48.0 mL de Sangue Total (Citrato/EDTA/Oxalato/Heparina/Desfibrinado). ‘ud †  ñ óuô ò … ‰ †ˆ   ˆ ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ † €ˆ ù ‰ €— ” † Haptoglobina Coment  rios:  ma proteína de fase aguda (alfa2-glicoproteína). PARDINI .JO 8h. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus o ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia autoimune.p.

a soropositividade pode persistir por anos o se til para controle ter tico.10 Positivo  > 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . Anti-HAV IgG surgem na convalescença e persitem por toda a vida. coli. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a prese nça de fibrina. Raramente pode se manifestar como hepatite fulminante. Mesmo após tratamento.Helicobacter Pylori Coment  rios: H.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina.10 Condi o: 0. Cerca de 25% dos pacientes t m Anti-HAV IgM positivo por 12 meses. . PARDINI 215 . Anti -HAV IgM surgem dentro da primeira semana de doença. N o apresenta reaç s cruzadas com o Campylobacter jejuni ou E. Vacinaç e levar a títulos detect veis de anti -HAV IgG. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo  índice < 0. É de scrito como fator de risco independente para câncer strico. t m pico em 3 mese s e caem em 4 a 6 meses. ñ óuô ˆ€‰å—u” å— “ ˆu‰R–u‰€— ò  “ ˆu‰  † •ô— Instituto de Patologia Clínica H. ñ ‘uˆ u‘ €— « ‰‡ ò  ˆ ’ u  ‡ dR’u ud u– “  ˆ ™” óuô †ô Hepatite A € HAV IgG e IgM. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. duodenal e gastrite crônica.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h.5 mL de Soro. pylori tem forte associaç o com lcer strica. anti Coment  rios: O vírus da hepatite A causa uma doença autolimitada de transmiss fecal -oral e com período de incubaç ¤ ias.90 Indeterminado  índice ≥ 0. Para prevenir este fenômeno. .90 e ≤ 1.

sexual e raramente.JO 8h. Este exame só deve ser interpretado pelo m ico. . deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina.JO 8h. apresentar resultados falso-positivos ou falso-negativos. quando o HBsAg encontra-se em níveis inferiores à sensibilidade de detecç s m todos utilizados. ¼ ¶ † †ÿ ñ † óuô ò  ˆ ˆu‰R—u‰ ™ † ” “u‘ ™ ” † ††— †— ˆ HBc IgG e IgM. Entre 1 e 10% das infecç s pelo HBV evoluem para a forma crônica: portador assintom tico. PARDINI . Para prevenir este fenômeno.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Obs.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). A presença de anti -HBc IgG isolado pode ocorrer na infecç recente (HBsAg j negativo e anti -HBs ainda sitivou). 216 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. Em caso de incompatibilidade clínica. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. à crit rio de seu m ico. O anti -HBc IgM pode ser ico marcador detectado nas hepatites fulminantes. Hepatite fulminante ocorre em 1% dos pacientes.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Anticorpos anti-HBc IgG surgem com 8 semanas de infecç rsistem por toda a vida. Anticorpos anti-HBc IgM elevamse ao mesmo tempo que as transaminases e caem em 6 a 8 meses.  ñ ‘uˆu† ‰R–u‰ óuô ˆu‰ ˆ ò  ˆ  ‰ ( ‡ € ‘ ˆu‰R”(–€” ˆu‰  †  ˆ€‰ Continua. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBc s o produzidos contra antígenos do “core” do HBV. hepatite crônica ativa ou persistente.: Este exame pode.Hepatite B Coment  rios: A hepatite B tem início insidioso e curso clínico mais prolongado. embora raramente. Pod e-se observar reaç s falso -positivas em pacientes heparinizados ou com desordens da coagulaç o e reaç s falso -negativas. que ma característica do m todo. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . atrav s de exposiç o a secreç es. infecç o crônica (HBsAg em níveis indetect veis por m todos convencionais) ou infecç pr via pelo HBV com anti-HBs indetect vel. A persist cia de HBsAg por mais de 6 meses indica estado de portador ou hepatite crônica. dever o ser feitos testes confirmatórios. . Sua transmiss pode ser parenteral. Condi o: 0. † ˆ ™ ™ ˆu” ‰ † •ô—  HbsAg  ANT GENO AUSTp LIA Coment rios: Aparece antes do início dos sintomas e mant m-se at 0 semanas. A presença de anti -HBc IgM significa infecç aguda ou recente. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas ...5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).

Pacientes com títulos de anti -HBs superiores a 10 UI/mL s considerados positivos.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .JO 8h. É o primeiro sinal de recuperaç . por m após a imunizac spera -se obter títulos de pelo menos 100 UI/mL. PARDINI 217 . A presença de anti -HBs isolado pode ser encontrado após vacinaç ra hepatite B. .HEPATITE B HBeAg Coment rios: O antígeno “e” pode ser detectado na fase aguda. após 2 a 3 semanas do desaparecimento deste antígeno.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Permanece positivo cerca de 3 a 6 semanas.  ñ ˆu‰«–ud † ò óuô  ‘ —€”   † ˆu‰ý ˆu‰R” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . logo após o HBsAg. . podendo cair at íveis indetect veis. mas t m melhor ev oluç menor risco de transmiss .JO 8h.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).  ñ ˆu‰ý—u”  óuô ò  “ ˆu‰R” ˆ€‰ ˆu‰ HBs... ñ ¡ åd óuô  ò  ˆ ‡ ˆ € ‰ ˆu” ˆu‰«” ˆ HBe. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBe s tect veis em 90% dos pacientes que foram HBeAg positivos. Pacientes anti -HBe positivos podem ser portadores crônicos. produzida durante a replicaç o viral ativa. É uma proteína do HBV.Continuacao.MEIA Valor de Refer ncia: < 10 mUI/mL Condi o: 0. período em que lto risco de transmiss .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). .JO 8h. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBs s tect veis meses após o d esaparecimento do HBsAg. É til para deter minar risco de infecç m acidentes e de infecç o em crianças nascidas de m s infectadas. Persiste por muitos anos.

de 21 a 45 dias. Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo. Anticorpos anti -HDV surgem 5 a 7 semanas após o início da infecç . Em caso de resultados indeterminados por RIBA (10 a 20% dos casos). complementaç investigaç com RIBA (ensaio immunoblot recombinante). A hepatite delta crônic mais severa que as hepatites crônicas B ou C. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. . à crit rio m ico. sendo que 20% desses evoluir para cirrose após 20 anos de infecç o.JO 8h. hipergamaglobulinemia. s falso-positivos. anti O vírus da hepatite delta (HDV) m vírus RNA incompleto que requer o HBV para sua replicaç o. Para prevenir este fenômeno. vacinaç para influenza. A janela imunológica tem sido descrita como d e at meses. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. anti A hepatite E tem transmiss fecal-oral e apresenta clínica similar a hepatite A. Torna-se positivo cerca de 27 dias após elevaç s transaminases e persiste por anos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Aparece em pessoas com exposiç renteral m ltipla. PARDINI . 70% dos infectados evoluem para forma crônica. maior colestase e mortalidade fetal durante a gravidez. A confirmaç soropositividade requer. .JO 8h. Tem período de incubaç maior. A hepatite delta aguda tem t ncia a ser mais grave ou apresentar-se na forma fulminante. ensaios de quarta geraç .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). ñ ˆu† ‰÷–ud ‡ óuô ò  d† ”u‘u—€“ ˆ€‰ ˆ †Rþ ô Hepatite E Coment  rios: ƒ HEV. a realizaç PCR est indicada.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Falso-positivos podem ocorrem em gr vidas. podem reduzir esse tempo para 6 a 9 semanas.2 mL de Soro. O di agnóstic feito atrav s da demonstraç anticorpos anti -HEV pelo m todo ELISA no soro de pacientes infectados. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. entretanto. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. M todo: Imunoensaio Enzim tico . . fator reumatóide e doenças reum ticas.3 mL de Soro.Hepatite C Coment  rios: ‚ HCV.ELISA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ñ ˆ€‰ † ò óuô  ˆu‰ ˆu‰ì—u” ˆu‰R—ud † ‰† †Rþ ô 218 Instituto de Patologia Clínica H. anti O vírus da hepatite C freqüentemente causa infecç ssintom tica. entretanto. ñ †— óuô ò  ˆ u ‰ ⠗ u d ˆu‰ ˆ u ‰ ˆu‰âd ˆu‰  †š   ˆu‰ö—ud ˆu‰R—u‰  ˆ ˆ€‰ ˆ€‰ †  † •ô— Hepatite D Coment  rios: ƒ HDV.

Em outras fases da vida. ñ ò  ˆu‰Á‰ óuô †Rþ ô Histoplasma Capsulatum. Em infecç e s her ticas bem localizadas pode correr estímulo anti ico para provocar elevaç título de anticorpos. PARDINI 219 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a hidralazina.JO 8h. recomenda-se a colheita de duas amostras: uma na fase aguda e outra 15 dias após onde a elevaç título de pelo menos duas diluiç s sugere o diagnóstico. . formar das. No LES pode ser encontrado em 24% dos pacientes e na AR. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ˆ ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ d÷‘uˆu‰÷” ˆ € ‰ à m u d € ‘ ˆu‰ád Instituto de Patologia Clínica H. A procainamida.Herpesvírus Simples 1 e 2 „ Coment  rios: IgG .4 ‡ Positivo † ≥ 1. em 20% dos casos. . quinidina e anticonvulsivantes s s medicamentos relacionados com auto-imunidade causada por drogas. pois na infecç onata l ou pós -natal em geral os anticorpos s tectados de duas a quatro semanas após a infecç o aparecer.Na populaç m geral podem ser encontrados indivíduos com altos títulos de anticorpos. a detecç IgM pode estar presente nas recorr ncias.JO 8h. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.A presença de anticorpos IgM nas duas primeiras semanas de vida estabelece o diagnóstico de infecç o c ita. A sorologia negativ xclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura.2 mL de Soro. anti Coment  rios: A presença da reaç o de identidade contra a histoplasmina indica infecç tiva ou recente pelo Histoplasma capsulatum.9 ‡ Indeterminado † 1.5 Condi o: 0. e com aus ncia de quadro clínico sugestivo de infecç o aguda. “ ‘uˆu‰R‰ óuô ˆu‰Û” HSV ñ ˆ ‰u‘u’u“u‘ ò ’€“u‘ ™ ” ˆ  ˆu‰Óˆ ‘u” ˆu‰R—u” ˆ€‰(—€‰ ™ –† ˆu‰÷—u‰ “ ˆu‰«—u” vv   ( ’ ô †H• Histona.Líquor. Em caso de quadro clínico sugestivo.5 mL de Soro .3 mL Soro. Est ravida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 1. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: … Negativo † ≤ 0. IgM . Informaç es nece rias: Informar. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmaç . juntamente com anticorpos para o ssDNA.

sendo que: se resultados negativos. Etapa de Triagem sorológica : devem ser realizados dois testes distintos como ELISA. . Amostra n o-reagente: aus cia de bandas. As amostras com resultados iniciais discordantes ou indeterminados nos dois testes. A portaria 488 de 1998. óuô óuô † •ô— MEIA – IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS Pesquisa de anaticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. padronizou procedimento seqüenciado para diagnóstico sorológico de HIV em maiores de 2 anos de idade: o diagnóstico sorológico só pode ser confirmado após lise de no mínimo duas amostras coletadas em momentos diferentes. t m valor preditivo positivo de 99%. Amostra reagente (positiva para HIV): presença de no mínimo duas bandas dentre: gp 160/120. sendo ao menos um capaz de detectar HIV 2. Recomendase recoleta após 30 dias para confirmaç sorológica. com um teste enzim tico positivo.. n o sendo pois a sorologia definitiva no diagnóstico. hepatites alcoólicas.2 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). ELFA e MEIA devem ser confirmados por ensaios mais específicos (Western Blot ou imunofluoresc cia). Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Pacientes com fase avançada da doença podem apresentar reatividade.JO 8h. 220 Instituto de Patologia Clínica H. liberadas como amostra negativa para HIV. indeterminadas ou discordantes devem ser submetidas a testes confirmatórios. multíparas e politransfundios. MEIA ou ELFA.HIV  Coment rios: A infecç los vírus HIV 1 e 2 leva à Síndrome da Imunodefici ncia Adquirida . Os testes imunoenzim ticos t m sensibilidade e especificidade em torno de 98%. Pacientes com amostras reagentes em ambos os testes devem ser submetidos. outras viroses. . Para prevenir este fenômeno. GAG P24 e PEPTIDEO ANT70 (SUBTIPO “O”) HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0.SIDA. gp 41. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. . deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. r Ÿ  †  ô• — Continua. PARDINI . Apresenta 1 a 2% de resultados falso-positivos. devem ser retestadas pelos mesmos testes.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). vacinados para influenza. Amostra indeterminada: qualquer padr o de bandas diferentes dos descritos acima. Falsos positivos podem ocorrer em testes imunoenzim ticos nos pacientes com anticorpos anti-HLADR4.JO 8h. Western blot utilizado como teste confirmatório. simultaneamente. em seguida. Etapa de confirmaç sorológica pelo Western blot : s utilizados os seguintes crit rios de liberaç o do exame: . se reagentes. As amostras n o reagentes nos dois testes ter seu resultado definido como amostra negativa para HIV. ˆu‰ý–€” “ ‡ “u‘ “ “ † ‘€ˆu‰ ˆ  ˆ€” du‘€ “ ‘uˆuˆ€‰ ‰ “u‘ ˆ ˆu‰ ˆ ˆu‰ “€‘ ˆu‰ † ˆ ˆ ˆu‰ HIV 1 e 2. Testes de triagem como ELISA. Filhos m HIV pos itivo t m anticorpos maternos. Indivíduos de alto risco. neoplasias.. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. . portadores de dist rbios imunológicos. à etapa confirmatória (imunofluoresc cia ou Western blot). p24. Cerca de 20% da populaç normal infectada apresentam resultados indeterminados no Western blot. PESQUISA ELISA – ENZIMA IMUNOENSAIO Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP160.

VIDAS DUO (Biomerrieux) Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ‰ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ‰ ENV GP36 Antígeno viral pesquisa: HIV 1 ‰ GAG P24 (antígeno P24) Condi o: 0. ELFA.6 mL de Soro. Laboratórios: Devido a possibilidade de contaminaç o da amostra este exam da amostra. M todo . Citrato ou EDTA)..Liquor: Aglutinaç o Condi o: Líquor.JO 8h.3 mL de Soro ou Plasma (Heparina. M todo . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Falso-positivos podem decorrer de anticorpos anti-HLA e sucessivos congelamentos e descongelamentos das amostras.: A pesquisa de anticorpos no líquor. . MEIA s tilizados para testes de triagem. Sua triagem em bancos de sangue rigatória devido sua transmiss renteral. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.JO 8h. pesquisa Coment  rios: O vírus HTLV est ssociado a leucemias e desordem neurológica crônica (paralisia es stica t ropical). devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç o. M todos do tipo ELISA. .Elisa Condi o: 0.5 mL de Soro (pode ser inativado . PARDINI 221 .56oC c/ 30 min) ou Plasma (EDTA/Oxalato/Heparina/Citrato). deve ser realizado em paralelo com o soro.HIV óuô HIV WESTERN BLOT Š M todo: Western Blot .Continu ELFA DUO M todo: ELFA . Á d ñ ñ uˆ  ‰ † u‰ m ˆ€‰Á–ud ˆu‰ – u  † óuô  ˆ óuô ˆ †Rþ ô ò ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Cerca de 20% dos infectados desenvolvem quadros neurológicos ou leucemia após 20 anos de infecç .Sangue: Imunoensaio Enzim tico Condi o: 0. ñ õuó€ô o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A confirmaç o diagnóstica pode ser realizada com o PCR para HTLV.JO 8h. Valor de Refer ncia: Negativo Obs. ñ † •ô— CONFIRMATÓRIO óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ ”÷‘uˆu‰÷–u‰u—u” ser incluído após manipulaç o ˆ HTLV I e II.. .

222 Instituto de Patologia Clínica H. ‘uˆu‰ ‡  ñ ‡ †Rþ ô  ‡ ˆ †©¨ du‘u‰ m† † um ‰ † ™” “u‘ † ‡  ™ ”† ˆu‰ Ád ˆ “u‘ IgE ESPEC¼ FICO para Valor de Refer ncia:  Classe 0: < que 0. Abelha. Tam m se eleva em outras condiç s: imunodefici cias (ex: Síndrome de Wiskott-Aldrich. tendo valor diagnóstico. IgE total: em crianças com at s de idade m indicador da presença de alergia. Síndrome de DiGeorge ‹ s. pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. cutâneas.35 kU/L   Classe 1: 0. o que lhe confere maior reprodutibilidade. Veneno (I3) "$# ("8# $ "# óuô ó€ô Continua.70 a 3. Servem para complementar o diagnóstico clínico de alergia. Veneno (I1) Acarius Siro (D70) Alfa lactoalbuminas (F76) Alho (F47) Alternaria Alternata (M6) Amendoim (F13) Ampicilina (C5) Amoxicilina (C6) Ananas (Abacaxi) (F210) Arroz (F9) Aspergillus fumigatus (M3) Aveia (F7) Atum (F40) Banana (F92) Barata (I6) Batata (F35) Beta Lactoglobulina (F77) Blomia Tropicallis (RD201) Cacau (F93) Camar (F24) Candida albicians (M5) "$# ò Caranguejo (F23) Carne de Galinha (F83) Carne de Porco (F26) Carne de Vaca (F27) Caseína (F78) Cebola (F48) Cenoura (F31) Clara de Ovo (F1) Côco (F36) Dermatophagoides farinae (D2) Dermatophagoides microcera (D3) Dermatophagoides pteronyssinus (D1) Feij Branco (F15) Folha de Tabaco (RO201) Formiga (I70) Gema de Ovo (F75) Gl Œ ten (F79) Gr Soja (F14) Laranja (F33) Latex (K82) Leite (F2) "8# "8#H)8' Leite de Cabra (RF300) Lim (F208) Marimbondo..50 a 50. O Sistema Cap apresenta maior sensibilidade analítica. M todo: Immunocap Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar a . N h interfer cia de anti histamínicos. IgE específicos e m ltiplos: usado no diagnóstico de alerg ias respiratórias.4o C.. a alimentos.IgE Coment rios: Os testes sangüíneos de alergia s o a IgE total e IgE específico para al rgenos isolados ou em conjunto (m ltiplos).35 a 0.70 kU/L  Classe 2: 0. Veneno (I4) Mel (RF247) Mexil  Azul (F37) Milho (F8) Morango (F44) Peixe (F3) PŽ lo de C (E5) PŽ lo de Gato (E1) Penas de Galinha (E85) Penicilina G (C1) Penicilina V (C2) Pernilongo (I71) Queijo – Tipo Cheddar (F81) Seda Brava (K73) Tomate (F25) Trigo (F4) Uva (F259) Vespa. Podem ser realizados IgE m ltiplos para v rios al rgenos de forma conjunta. Síndrome “Hiper-IgE” e na aspergilose broncopulmonar.50 kU/L  Classe 3: 3. pólen.50 a 17. utilizando padr s de IgE da Organizaç o Mundial de Sa de. Síndrome de Nezelof).00 kU/L  Classe 5: 50. Após esta idade IgE total pode se elevar devido a parasitoses intestinais e contatos mais intensos com outros al rgenos. caros.00 a 100 kU/L Classe 6: > 100 kU/L Interpreta o: Classe 0 = negativo Classe 1 a 6 = positivo Condi o: 0. PARDINI .2 mL para cada IgE adicional. picada de insetos.50 kU/L  Classe 4: 17.

Aveia. Milho. Noz Brasileira. Partículas e P los (Gato. Camar . PARDINI 223 .51 kU/L ‘ Valor muito alto Condi o: 0.36 a 0.71 a 3. Amendoim..0 kU/L . Grama de Johnson.0 kU/L .51 a 17. Côco Fx2: Peixe.50 kU/L ‘ Valor alto Classe 4: > que 17.3 kU/L 8.5 mL de Soro. Dermatophagoides pteronyssinus. Grama de Bahia) Hx2 Pó: Poeira Caseira.5 mL de Soro para IgE isolado e 0.Nascido “ ’ 1 a 11 meses “ ’ 1 a 3 anos “ ’ 4 a 6 anos “ ’ 7 a 10 anos “ ’ > de 10 anos “ Condi o: 0. Atum.. Ca rio.35 kU/L ‘ N  Classe 1: 0. Cavalo. Pato. Peru Ex72 Penas: Periquito. Capim Ra bo-de-Rato. Am doa.50 kU/L ‘ Valor moderado  Classe 3: 3. Aspergillus fumigatus e Alternaria alternata (Tenuis) Valor de Refer ncia: tect vel  Classe 0: < que 0. Soja Gx2: Pólen de Gramíneas (Grama de1 Bermuda. Ganso.IGE “ ‘u ˆ ˆu‰ ˆu‰ “uˆu‘ ‰ ˆ ò ˆu‰R—u”  óuô IgE TOTAL M todo: Immunocap Valor de Refer ncia: ’ R. Grama de Campina. Trigo.70 kU/L ‘ Valor baixo  Classe 2: 0. Papagaio. Mexilh . Gergelim) Fx5: Clara de Ovo.IgE MÚLTIPLO para Phadiatop Al rgenos Inalantes Phadiatop Inalantes e Alimentares Ex1: Epit lios.2 mL para cada IgE adicional. Dermatophagoides farinae e Blatella germânica Mx1 Fungos: Penicillium notatum. Salm Fx3: Cereais (Trigo.0 kU/L 30. Boi e Cachorro) Ex71 Penas: Frango. Grama de Centeio. Cladosporium herbarum (Hormodendrum). Tentilh o Fx1: Amendoim. Leite. Avel .0 kU/L Instituto de Patologia Clínica H. ñ ò óuô at at at at at at †† †† ††  • @š 2. † † Continu õuóuô o.6 kU/L 24.

Urina: N sar conservante. *Urina 24h. mas s rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide (AR) e l s eritematoso sist mico (SLE) durante doença ativa. . Auxilia tam m no diagnóstico e caracterizaç s disgamaglobulinemias.Soro: JO 8h. ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆ€‰å‘u‰ óuô ò  ‡u– du—€ “ †iÿ• ô ¡ ‰ Imunofi d ¢ £¦¥ o Coment  rios: O teste til no diagnóstico de paraproteinemias. doenças linfoproliferativas malignas e nas gamopatias monoclonais benignas.5 mL de Soro.5 mL de Soro. 353 ñ †‡ óuô ˆu‰ m† ˆu‰R—ud ‡ ô † †¨  –uu’ ˆu‰© 224 Instituto de Patologia Clínica H. após congelar. .0 mL de Líquor.Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG Coment  rios: Os imunocomplexos circulantes (CIC) n s rmalmente expressos em indivíduos s veis.At semana entre 2o e 8o C. PARDINI . Conservaç o de envio: At ras entre 2o e 8o C. Refrigerar. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 34 µ/mL Condi o: 0. macroglobulinemia de Waldenstrom. 5. .JO 8h. como as observadas no mieloma m ltiplo. M todo: Imunofixaç Condi o: 0.At dias entre 2o e 8o C. Urina e Liquor . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Conservaç o de envio: Soro . Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina.

50 a 6. Entretanto. ñ ™ óuô ò ‘€ˆu‰R” †  ‡ SALIVA IgA ˆu‰ ô †  ˆ€‰ Coment rios: Test til na avaliaç imunodefici cia prim ria que nas crianças est freqüentemente associada a infecç es otorrinolarin gológicas. Determinaç es periódicas de imunoglobulinas durante a doença. como as proteínas embrion rias.  ’u“u‘ ñ ˆ€‰(—€d(’ ˆ ò ˆ  ™ ˆu‰ ™ ˆu‰ €ˆ ö ‰ u— ÷ ‰ u– d  m† óuô L¼ QUOR IgG †ô  Coment rios: A dosagem de IgG no líquor tilizada para avaliar o envolvimento do sistema nervoso central com infecç es. Nascido 700 a 1480 0 a 2. n o somente permitem o monitoramento da evoluç ciente. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Idade IgG (mg/dL) IgA (mg/dL) IgM (mg/dL) R.5 mL de Saliva. mas tam m ajuda na avaliaç ravidade e formulaç o de um diagnóstico. níveis normais de IgG xcluem doença. IgM Coment rios: Muitas doenças adquiridas ou con itas levam a alteraç es das proteínas plasm ticas.5 mL de Soro. ñ ”Û™ ‡ uˆ Û ‰ u— d “€‘   óuô ò †©¨ ô † Instituto de Patologia Clínica H. ou doença neurológica prim ria (em particular.5 a 36. Essas mudanças podem ser funcionais como nos tumores celulares. Obs. Laboratórios: Enviar em pote est ril. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IgA. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 225 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.10 mg/dL Condi o: 0.2 05 a 30 01 a 03 ms 250 a 1100 2 a 50 10 a 80 04 a 06 ms 300 a 1000 3 a 82 15 a 109 6m a 01 ano 500 a 1200 14 a 108 43 a 239 02 a 06 anos 500 a 1300 23 a 190 50 a 199 06 a 12 anos 700 a 1650 29 a 270 50 a 260 12 a 16 anos 700 a 1550 81 a 232 45 a 240 Adulto 564 a 1765 85 a 385 45 a 250 Condi o: 0. quantitativas como nos processos inflamatórios ou mesmo o ap arecimento de proteínas que n s normalmente encontradas em indivíduos sadios. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 3. devido a poss ibilidade de contaminaç do material durante a punç . neoplasia. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 0.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.JO 8h. escle rose m ltipla).Imunoglobulinas SANGUE IgG.5 mL de Líquor.8 mg/dL Condi o: 0.

Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini.coleta: Swab de nasofaringe. Utiliza-se a titulaç stes anticorpos para avaliar o funcionamento d o sistema imune. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. ñ óuô ò “€‘ ˆ€‰ —u“ †† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † Isoaglutininas Coment  rios: No sistema ABO anticorpos s ricos s corr ncia natural e s formados após o nascimento com a colonizaç intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do indivíduo. anticorpos Anti Coment  rios: A presença deste anticorpo est relacionado com a polimiosite (20 a 40% dos casos). incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .JO 8h. com dermatomiosite (cerca de 10% dos casos) e em outras doenças reum ticas. muitas vezes exibindo uma clínica superponível a outras doenças respiratórias agudas. Condi o: 0. Os títulos de anti -Jo-1 podem variar em concordância com a atividade da miosite e sua a quantificaç o pode ser til na avaliaç clínica destes pacientes. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. principalmente quando associados a doença pulmonar intersticia l. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Laboratórios .: Valores menores que 1:4 podem ser encontrados em crianças abaixo de 1 ano devido a imaturidade imunológica.3 mL de Soro. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Acima de 1 ano: ≥ 1:4 Obs.5 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). Condi o: 0. ñ óuô ò ˆu‰  ˆ  ‡ uˆ ‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô 226 Instituto de Patologia Clínica H. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas.Lavado de nasofaringe . M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.5 mL de Soro + 0. PARDINI . reaspire. de natureza infecto -contagiosa e de grande potencialidade epi mica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Lavado de nasofaringe.Swab de nasofaringe. caracterizada por um início agudo e por um período de estado de curta duraç .Influenza vírus A e B – pesquisa direta Coment  rios: Doença respiratória aguda. ñ ˆu‰ ˆò † ˆu‰Á—u”»‰ “ ˆu‰R—u” ˆu‰ óuô † Rô — Jo 1. . nos casos em que o material de ser aspirado.

M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 566. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. A confirmaç iagnóstica requer a detecç leishmania em algum sítio. Reatividade cruzada com tripanossomíase.024 s o muito sugestivos de leishmaniose visceral. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: < 1:80 Condi o: 0. Na forma cutânea. Títulos podem ser baixos em imunodeprimidos.Kappa (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.5 mL de Soro.JO 8h. produzida cerca de duas vezes mais que a cadeia leve lambda.0 mg/dL Condi o: 0. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 735.5 mL de Soro. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. ˆ ”†‡ ñ óuô ò “€‘ ˆu‰R— ˆ u ‰ ˆ€‰(—€d †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. . tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. títulos tendem a ser baixos sendo negativos em 20% dos casos dessa forma. PARDINI 227 .0 mg/dL Condi o: 0.0 a 1300. mal ria.5 mL de Soro p/ cada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. filariose. ñ óuô ò †©¨ ô  Leishmaniose IgG e IgM Coment  rios: A sorologia para leishmanios til principalmente na forma visceral (Calazar). M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 304. esquistossomose e hanseníase s descritas. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom.JO 8h. . Títulos iguais ou maiores que 1:1. ñ 뀔 † óuô ò †©¨ ô Lambda (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.

5 mL de Soro. Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. Enviar de 2a a 5a feira. mas podem permanecer detect veis durante anos.Leptospirose. ñ  ™ ”” † óuô ò  †  †ô Linfócitos T At ivado Coment  rios: Os anticorpos anti-CD3 s teis para sondar a regi constante dos receptores de c lulas T.3508 mm3 24 a 30 meses 55 a 82% 2324 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Faixa et ria Linfócitos CD 3 0 a 6 meses 55 a 82% 3505 – 5009 mm3 6 a 12 meses 55 a 82% 3409 . Transportar em temperatura ambiente.3899 mm3 18 a 24 meses 55 a 82% 2766 . Os níveis de anticorpos re duzem-se gradualmente. no monitoramento de imunodefici ncia. N viar pipetex. .3890 mm3 ñ  ò “ ˆu‰Û‡ • OKT3 • ˆu‰ CD3 † Condi o: 5. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Laboratórios: Enviar Sangue total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). óuô † ˆ ˆ€‰(”€‘ ˆu‰ 228 Instituto de Patologia Clínica H.pesquisa de anticorpos IgM Coment  rios:  ma doença febril aguda causada primariamente pelo Leptospira interrogans . N enviar no gelo.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina/ACD). Leptospiros As manifestaç s clínicas variam de uma leve coriza a uma doença ict rica com comprometimento severo do paciente. os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes.3141 mm3 > 3 anos 55 a 82% 1072 .Informar data e hora da coleta.JD 4h. Anticorpos podem ser detectados a partir do 6” ao 10” dia e geralmente atingem níveis m ximos após 3 a 4 semanas. Elisa . .3295 mm3 30 a 36 meses 55 a 82% 1923 . PARDINI . Conservaç o de envio: At dias em geladeira entre 2 o a 8o C. doenças auto -imunes e nas leucemias e linfomas.4575 mm3 12 a 18 meses 55 a 82% 3156 .

anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-LKM s o anticorpos dirigidos contra a fraç microssomal de fígado e rim e est relacionados a hepatite auto-imune tipo 2. havendo ascens o significa infecç recente.Lipoproteína (a) Coment  rios: É uma lipoproteína plasm tica com composiç muito similar à LDL. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 30. Condi o: 0.JO 8h. o que pode interferir na sua determinaç o. perda fetal recorrente. pois reaç s cruzadas s freqüentes em decorr cia de determinantes anti icos comuns entre a L. acidente vascular cerebral e dislipidemia. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível.5 mL de Soro. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. podendo ter grandes variaç s entre indivíduos de uma mesma populaç o. impossibilit -la. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis de Lp (a) s terminados geneticamente.JO 8h.2 mL de Soro. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: – Antígenos O e H — < do que 1:160 – Faixa de D vida — 1:160 a 1:320 – Sugestivo — acima de 1:320 Obs. Lp(a) parece estar associada à doença coronariana. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. e por vezes. PARDINI 229 . com 30 dias de intervalo. Níveis elevados de Lp (a) tam m s contrados na pre-eclâmpsia. devendo-se sempre proceder a duas coletas. . Esta doença redominante em mulheres e geralmente associada a outras doenças auto -imunes (tireoidite.monocytogenes e bact rias gram positivas. ñ ˆ † ô óuô ò “€‘ † ˆ€– ‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. mas sim para indivíduos com história familiar de doença coronariana. . . É formado por dois constituintes: apo B-100 (principal componente estrutural do LDL e VLDL) e apo (a) que apresenta grande heterogeneidade estrutural. Uma ascens títul sugestiva de infecç recente.0 mg/dL Condi o: 0. ˆu‰«ˆ —€”  ˆ€‰ ˆ ñ óuô ò “ m † ˆu‰Á”u‘ ˆu™‰ ” †  †©¨ ô u– Listeriose Coment  rios: Os resultados das reaç es sorológicas devem ser interpretados com cautela.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. N recomendado para triagem indiscriminada. insufici ncia renal e tromboembolismo. O resultado de uma amostra nem sempr conclusivo. diabetes e vitiligo).: Fazer curva com diferença de 30 dias. ñ “u‘ ™ ˆò ’u“u‘ ” † ˆu‰R—u” ‰ † ˆ ™” ˆu‰ † ˆu‰ óuô ‡ ˆu‰ †Rþ ô LKM.

5 mL de Soro. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Diante da suspeita clínica e sorologia negativa. PARDINI . M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) . . hepatites virais. Anticorpos anti-mitocondria (AMA) est presentes em cerca de 90% dos casos.2 mL de Soro. N specífico para cirrose biliar prim ria. mais freqüente em mulheres A cirrose biliar prim ri entre 30 e 60 anos. anticorpos anti š AMA Coment  rios:  ma doença colest tica intra -hep tica crônica.Lyme. . ñ óuô d† ˆ u ‰ † ” ”u–u ò “€‘   ˆ u ‰  †ô Monoteste Coment  rios: Em pacientes com suspeita de infecç rim ria pelo vírus Epstei n-Baar. Cerca de 10% da populaç o adulta com monucleose infecciosa p senvolver anticorpos heterófilos.JO 8h. Na fase inicial da doença a sensibilidade da sorologia de 40 a 60%. Este tipo de test pouco til no diagnóstico de Monucleose Infecciosa em pacientes imunocomprometidos.2 mL de Soro. em altos títulos.JO 8h.75 ˜ Indeterminado ™ ≥ 0.0 ˜ Positivo Condi o: 0.75 a < 1. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Se positivo e apresentar clínica apropriada com exame hematológico correspondente. podendo estar presente na hepatite crônica ativa. ñ ‡ óuô ˆò ˆu‰à–  † ‘uˆu‰ ˆu‰R‘u”  ˆ u ‰ Û — u ” Û d u ‘ ‰€—u‘€”Rˆu‘u‰âˆu‰R– —u” ˆu‰R‰ ”† ˆ ”† †Rþ ô 230 Instituto de Patologia Clínica H.0 ™ ≥ que 1. anticorpos totais Coment  rios: Doença multissist mica. o Monotest indicado como teste inicial. Um resultado negativo n xclui o diagnóstico da doença. pois nos est ios iniciais ou em antibioticoterapia precoc ver níveis detect veis de anticorpos.VIDAS Valor de Refer ncia: ˜ Negativo ™ < 0. sendo na forma crônica de quase 100%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Se o monoteste for negativo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. testes para anticorpos específicos s cess rios. ent s casos suspeitos devem ser avaliados atrav s da determinaç ticorpos específicos para EBV. pois a grande maioria desses pacientes roduz anticorpos heterófilos. “ ñ u’ ”R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ¡ d ˆu‰R”  † ò óuô †ô Mitocôndria. podendo cronificar -se. cirrose h tica e doenças auto -imunes. repetir a sorologia após 4 a 6 semanas.JO 8h.

M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1.Líq. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .JO 8h. É substituída com vantagens pela determinaç o da alfa -1-glicoproteína cida. Baixos títulos (inferiores a 1:80) podem ser observados nas hepatites virais. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  inferior a 200 U œ Negativo œ Indeterminado  de 200 a 350 U  superior a 350 U œ Positivo Condi o: 0.1 mg/dL Condi o: 0. ñ ‡ óuô ò “€‘  ˆu‰«– › ASMA †ô Mycobacterium Tuberculosis. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. O exam til no diagnósti co da tuberculose pulmonar e extrapulmonar ativa.5 mL de Soro. anticorpos IgA Coment  rios: A detecç nticorpos IgA anti -Micobacterium sp auxilia em casos difíceis que apresentam anergia imunológica (aus cia de reatividade à tuberculina e anticorpos IgG). ñ ”R‘uˆ€‰(d€–  ò †  ™”‡ ˆ  u“  óuô † ô Músculo Liso.2 mL de Soro. Entretanto. ñ ˆu‰«—€”«d “ € ‘ ò  ”†‡ óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.7 a 5.JO 8h.JO 8h. cirrose biliar prim ria. Líquor . Pleural . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. típica das secreç s mucosas. tecnicamente este exam resenta boa reprodutibilidade sofrendo infl ncia da temperatura e do tempo.Líq. outras cirroses e doenças malígnas. . PARDINI 231 . . anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-m sculo liso (ASMA) est resentes em altos títulos em cerca de 70% dos pacientes com hepatite crônica ativa auto -imune. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C.Mucoproteínas Coment  rios: É uma glicoproteína. Apresenta elevada especificidade. . pois ma das ltimas provas a se normalizar.5 mL de Soro.10 0 C. Peric rdico. É importante para o diagnóstico e acompanhamento da doença reum tica.

A remodelaç ssea m processo contínuo.2 mL de Soro. Bifosfonatos e estrógenos reduzem os níves de N Tx. insufici cia renal.Anca Ÿ Negativo Condi o: 0. etilismo. após congelar . PARDINI . fraturas recentes e uso de medicamentos. uˆ å ‰ ud ‘ “   ANCA ñ óuô ò “€‘ R—u‰ ™ ” uˆ R ‰ ‡  ” † ”u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰å– u“ ‘ †ô N-Telopeptídeo ¡ NTX Coment  rios: O NTx  m marcador específico da reabsorç ssea. anticorpos anti Coment  rios: †Rþ ô Os ANCA s ticorpos que reagem com citoplasma de neutrófilos e est resentes em vasculites necrotizantes sist micas. Raramente el contrado em indivíduos normais e na aus cia de vasculite. O padr C-ANCA deve ser valorizado em qualquer título. Doença de Paget. Recomenda -se a determinaç o de anticorpos em 2 amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença.10 o C. amostras de urinas noturnas. Os níveis de ANCA s teis na monitorizaç o da atividade da doença. doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa.Anca Ÿ Negativo ž C . Algumas condiç s clínicas podem interferir na determinaç s indicadores de remodelaç sseas: doenças reum ticas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ¢ Homem £ 3 a 63 nMBCE/mM creatinina ¢ Mulher £ 5 a 65 nMBCE/mM creatinina † ™”  ñ ò “u‘  ˆ ˆu‰àê ‡ uˆ à ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰Áˆ ê †  ˆu‰Ûê Condi o: 2o jato da 1a urina da ma . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ž ≤ 200 U/mL IgM ž Negativo Ÿ < 770 U/mL ž Indeterminado Ÿ 770 a 950 U/mL ž Positivo Ÿ > 950 U/mL Condi o: 0. Níveis elevados s encontrados em crianças. tabagismo.JO 8h. 232 BCE = Bone Collagen Equivalents óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. É til para monitorizaç o da resposta ao tratamento. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. colangite esclerosante e Doença de Crohn). Um aumento significativo nos níveis de anticorpos ltamente sugestivo de infecç . . sendo o NTx liberado e excretado na urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.C-ANCA: associado a granulomatose de Wegener.Urina 24 horas. H is padr s possíveis: .Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM Coment  rios: Testes teis no diagnóstico das pneumonias por Micoplasma. .5 mL de Soro p/ cada.P-ANCA: relacionado com v rios tipos de vasculites. ñ ‡ ò  †d ˆu‰ ˆ óuô Neutrófilos. os valores de NTx caem 30 a 40% em relaç o ao valor basal. . osteoporose. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: ž P . Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . Após 3 meses de terapia adequada.

IgM específicos desenvolvem na segunda semana após infecç viral podendo ser detectados por 4 a 6 meses. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . a crise apl stica precede em dias o surgimento dos anticorpos. Lavado de nasofaringe. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C.Lavado de nasofaringe . 2 e 3 . entretanto. anticorpos anti Coment  rios: Infecç lo parvovírus comum. traqueobronquite e pneumonia. Imunodeprimidos podem ter infeç arrastada resultando em anemia crônica. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. IgG surgem ao final da segunda semana persistindo por anos. PARDINI 233 .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Heparina/Citrato) p/ cada. sendo 50% dos adultos soropositivos. Caracterizam por otite m dia. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s.coleta: Swab de nasofaringe. Reinfecç s podem ocorrer em pessoas com títulos baixos de IgG. Pode ser assintom tica ou causar quadro clínico variado: eritema infeccioso. ñ óuô ò “€‘ ˆu†‰©—ud d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Parvovírus B19 IgG / IgM. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. artropatias e crise apl stica transitória em pacientes com anemia hemolítica crônica. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas.pesquisa direta Coment  rios: Constitui no agente mais comum de infecç s vias reas superiores. resfriado comum com ou sem febre. Laboratórios . Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. No eritema infeccioso e na artropatia. o quadro clínic concomitante com o aumento dos anticorpos. causador da maioria das síndromes cruposas. ˆ€‰ù–€”  ˆu‰ †   ñ ‰† óuô ò  ™” ˆu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. reaspire. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Na grav idez pode causar hidropsia e perda fetal.Swab de nasofaringe.JO 8h. nos casos em que o material de ser aspirado.Parainfluenza vírus 1. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. com títulos baixos ou ausentes de anticorpos.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ò † m† “ ˆu‰ † ™ ‰u’u“u‘u” ˆu‰ Risco coronariano: Condi o: 0. por meio da absorç soro com hem cias de boi e rim de cobaia. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 0. óuô Níveis (mg/dL) 0. Condi o: 0.20 a 0. Uma reaç Paul -Bunnel-Davidsohn negativ xclui o diagnóstico.JO 8h. Anticorpos antiPCNA s tectados em 3% dos pacientes com LES. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pois a segunda leva a uma concentraç muito mais elevada desta proteína. artrite reumatóide (PCR elevada) do lupus eritematoso sist mico sem complicaç es (PCR baixa). se esta reaç tiver título igual ou maior a 1/ efetuado a reaç Davidsohn.11 0.2 mL de Soro.Paul Bunnel Davidsohn Coment  rios: Test til no diagnóstico da mononucleose infecciosa.01 a 0. ”Û‡ ñ óuô ˆò ˆ€‰(—€” ˆu‰à—€” uˆ © ‰ u— ” ˆ ˆ€‰ ˆ € ‰ à — u ‰ dR‘uˆ€‰(”  š ý† d ¡  ˆu‰R—u”  ˆu‰  †Rþ ô PCNA.JO 8h. na qual ocorrem anticorpos heterófilos da classe IgM. apresentando alta especificidade mas sem associaç com apresentaç clínica evidente. ñ ‰ €— ” ˆuuˆ ‰î óuô ò “€‘ † ˆ€‰ ˆu‰ ˆu‰«–u‰u‘ ‰€’u“u‘ †ô ™ Proteína C Reativa (Quantitativa) Ultrasensível Coment  rios: Tradicionalmente a quantificaç da PCR usada para monitorar processos inflamatórios e diferenciar: infecç es virais das bacterianas. M todo: Aglutinaç o e Absorç o Valor de Refer ncia: Título < que 1:56 Nota: Na mononucleose infeccios reduç 90% do título após absorç por hem cias de boi.5 mL de Soro. O PCR ultrasensível tam m um novo marcador de ater se.80 mg/dL para doenças inflama tórias. anticorpos anti Coment  rios: PCNA (proliferating cell nuclear antigen) est correlacionada a proteína nuclear cyclina. em criança.19 0. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.38 a 1.7 mL de Soro. . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. doença de Crohn (PCR elevada) da retocolite ulcerativa (PCR baixa).12 a 0. . Caracteriza -se por um padr tilhado heter eo expresso apenas nas c lulas em divis .JO 8h.37 0.50 Risco estimado Baixo Moderado Elevado Muito elevado †ô 234 Instituto de Patologia Clínica H. determinados pela reaç Paul -Bunnel. PARDINI .

com queda dos títulos. IgG materna pode estar presente por mais de 6 meses. síndrome de Sjögren e miastenia gravis. exceto em gr vidas quando infecç uda pode levar à Síndrome da R la Cong ita. síndrome de Sjögren e lupus induzido por droga. IgG de baixa avidez presente at meses. 60% das crianças e at A@ % dos pacientes di ticos. IgG de alta avidez presente. PARDINI 235 . Informaç es nece rias: Est r vida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? ˆ€‰Ü–  um † ‰ ™ ” “€‘ ™”   “ m † ‰ ‘u’€“u‘ ˆu‰ vv  R’  ˆ€‰ ‘ud † —u”  ( – ˆu‰ ˆu‰ “ † © ¨ d € ‘ u ‰ um † ˆ ™ ˆu‰©du’ † ù ÿ †ê¨ ˆu‰R—u” • B ’u“u‘ ˆ Continua. Ru la co ita: IgM (ELFA/MEIA) positivo.JO 8h. cerca de 20% dos infectados t m IgM negativo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. s sugestivos de doença mista de tecido conjuntivo (acometimento cutâneo do tipo escler rmico. . Podem estar presentes em outras doenças como: doença de Crohn. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-reticulina est resentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos.JO 8h. anticorpos anti Coment  rios: †ô “ Anticorpos anti-RNP aparecem em baixos títulos em 30 a 40% dos pacientes com lupus eritematoso sist mico. na aus cia de anti-Sm.. IgG (ELFA/MEIA) positivo a partir de 3 a 4 dias de doença e presente indefinidamente. N representa risco para gestantes. lupus discóide. Condi o: 0.3 mL de Soro. infecç s por parvovírus e coxsakievírus B. ñ “u‘ “u‘ óuô ò ˆ€‰ ‰€— † ˆ u ‰  ˆ€‰ †Rþ ô Rub ’ ola Coment  rios: Doença viral de comportamento benigno. IgG de alta avidez present e. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Altos títulos de RNP. . artrite reumatóide. Reinfecç : sorologia positiva anterior a reinfecç . IgG (ELFA/MEIA) positivo com elevaç vezes ou mais no título da segunda amostra. miosite e sinovite tipo reumatóide). IgG avidez n o tem utilidade pois pode permanecer com baixa avidez por at s na R ola Con ita.2 mL de Soro. Reaç s falso -positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa. Hemoaglutinaç o a partir de 1 a 3 dias do início da doença e presente indefinidamente.. ndice de soroconvers com a vaci 95%. H ma menor preval cia de doença renal em pacientes com este auto -anticorpo. Resposta linfoproliferativa presente. IgM (ELFA/MEIA) pode estar presente. Seguem os achados sorológicos nas situaç es clínicas possíveis: Infecç rim ria : IgM positivo a partir de 1 a 3 dias após início da doença at a 12 meses (ELFA/MEIA). IgM negativo após 3 meses. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Instituto de Patologia Clínica H. No primeiro m s de vida. Resposta linfoproliferativa (linfocitose com atipia) est resente a partir da primeira semana.Reticulina. Imunes e vacinados: IgG positivo. ñ óuô †ï ò “€‘ ˆ u ‰ « – dum † RNP.

.20 ≥ ¤ > 1.IgG: ¥ Negativo ¤ < 5. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ò ò óuô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor¤ de Refer ncia: corrida lo menos 3 meses ¤ Baixa avidez: inferior a 36% ¥ sugere-se infecç Inconclusivo: entre 36 e 60% ermite definir o período de infecç o ¥ ¤ Alta avidez: superior a 60% ¥ sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses Nota: Este teste baseia-se na intensidade ou avidez com que anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de R ola.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ †ô ò  †ô ô  €m † ‘uˆu‰R– ˆ€‰(‰ ˆ€‰ ¡ R  u– ” ˆ  236 Instituto de Patologia Clínica H. Condiç o: 0.600 0. †Rþ ô óuô † •ô— ELFA – ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY (VIDAS) IgG e IgM Valor¤ de Refer ncia .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada.20 ¥ positivo Condi o: 0.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).800 ¥ Positivo Condi o: 0.RUBÉOLA HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. óuô ò ò ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO DE MICROPART ¼ CULAS ..799 ¥ Indeterminado ¤ ≥ 0.80 ¥ negativo ¤ ¥ indeterminado 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. PARDINI .IgM: ¥ Negativo ¤ < 0.Continu õuóuô o..0 a 9.600 a 0.5 mL de Soro p/ cada.80 a < 1. .JO 8h. .MEIA Valor¤ de Refer ncia .6 mL de Soro.9 UI/mL ¥ Indeterminado ¤ ≥ 10.IgG: ¥ negativo < 10 UI/mL ¤ 10 a < 15 UI/mL ¥ indeterminado ≥ ¤ ¥ positivo ≥ 15 UI/mL Valor¤ de Refer ncia .0 UI/mL ¥ Positivo Valor¤ de Refer ncia . .0 UI/mL 5. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.IgM: < 0.JO 8h.

Líquor. sendo que o resultado positivo deve ser confirmado pelo teste de Ham. enquanto falso positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia auto-imune. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .JO 8h. O resultado deste teste pode ser negativo em pacientes nos est ios tardios da infecç . história clínica e outros dados laboratoriais. Um teste específico para anticorpos IgM dever ser realizado em amostras dos indivíduos com suspeita de infecç tiva pelo vírus do Sarampo. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus u uso dos anticoagulantes heparina e EDTA. ‘u‡ ¦ Sucrose ñ óuô ò ˆ€‰ ‘ud †  ˆu‰©‰  ” †  ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ Sarampo IgG e IgM Coment  rios: IgG . M todo: Hemólise em soluç de baixa força iônica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. IgM . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. . O teste da sucros m teste de triagem. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. A presença de anticorpos IgG contra o vírus do Sarampo em uma amostr suficiente para a distinç o entre infecç s recentes e antigas.  ˆ ™” ñ u’ óuô u’ ò  uˆ ‰ ˆu‰ ˆu‘u‰Rˆ d ˆ ˆ  ˆu‰ dà‘€ˆu‰ †  †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 237 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç  sintomatologia. quando os títulos de IgM n o s o mais detect veis.0 mL de Sangue Total citratado. .JO 8h.Sacarose.10 o C. história clínica e outros dados laboratoriais. Indivíduos infectados com o Sarampo podem o exibir níveis detect veis de IgM nos est ios iniciais da doença.5 mL de Soro p/ cada.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç à sintomatologia.

falso-positivos podem ocorrer em doenças auto -imunes. mononucleose. Linfocitose e aumento das proteínas s o evi cias de neurosífilis ativa. utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. . S sitivos em outras infecç es tr micas.   VDRL: test trepon mico. negativando-se em 1 a 2 anos.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. leptospirose. mas títulos maiores podem ser encontrados.5 mL de Soro. Se torna positivo 2 semanas após o cancro. gravidez.JO 8h. podendo demorar anos para se negativarem. Devem ser utilizados para confirmaç s resultados de VDRL.. Falso -negativos podem ocorrer na sífilis tardia.. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. FTA ABS óuô ˆu‰ ô †Rþ ò †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. hanseníase. apresentando como vantagem maior reprodutibilidade. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hanseníase. hepatites. ˆ ˆ ‰ùdâ‘uˆ€‰ ˆu‰R–u‰ ‘ u “ †  ˆ€‰à—u‰ ò ™ ”u–u‰€‘u“ “u‘ ™” ˆ —u“u‘ —u “ ˆ —u‰R‡ ˆ€‰ ‰u‘u’u“€‘ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG ¨ Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. sen til para indicar infecç c ita. mal ria. Na sífilis terci ria. apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. Testes trepo micos: os testes de imunofluoresc cia (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%. mononucleose. Líquor. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL s falso-positivos: idosos.5 mL de Soro. vacinaç s e gravidez.Sífilis § Treponema pallidum Coment  rios: Na sífilis prim ria os testes VDRL e FTA-ABS (imunofluoresc cia indireta) se positivam depois do cancro duro com sensibilidade de 85%. ”Û‘uˆu‰ “ —u “u‘ ˆu‰ ” uï ï † u— Á  •† ˆ€‰ “ ˆ ˆ€‰(” †   ™”  u‘u—u ™” VDRL líquor: resultos positivos no líquor s o encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. Menos de 1% dos indivíduos sau veis tem FTAABS positivo. PARDINI . portadores HIV. mal ria. A persist ncia de títulos elevados reduç m 4 vezes dos títulos. leptospirose e infecç s por outros treponemas.JO 8h. após um ano de tratamento. . O VDR ma reaç de floculaç o. Na sífilis secun ria a sensibilidade da sorologia %. ELISA IgG: teste trepon mico que tem estreita correlaç o com os resultados do FTA -ABS. óuô Continua. pod e indicar novo tratamento. por m. viciados em drogas. o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. e 8 vezes em 6 meses. Obs. brucelose. Após tratamento. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda. Após tratam ento. os títulos caem cerca de 4 vezes em 3 meses. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . 238 Instituto de Patologia Clínica H. com especificidade em torno de 99%. Na avaliaç o do tratamento observa-se que na sífilis prim ria e sec ria. títulos caem entre 3 e 6 meses. portadores de doenças auto -imunes. Falso -positivos mostram títulos em geral at :4. VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%. outras infecç s bacterianas.

. PARDINI 239 .JO 8h. ñ óuˆ ô ˆu‰ ò †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).. .JO 8h.Continu IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA QUANTITATIVA © Condi o: 0. óuô ò AGLUTI ’”“”•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA).pesquisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óuô ò VDRL QUANTITATIVO M todo: Floculaç Valor de Refer ncia: N o reativo Condi o: 0.JO 8h.. Líquor.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. óuô õuó€ô o.S FILIS Ÿ FTA ABS †Rþ ô †Rþ ô †Rþ ô IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Raramente aparece em outras desordens.JO 8h. Condi o: 0. Condi o: 0. antes do surgimento das manifestaç es clínicas da ESD. sendo marcador de gravidade. Pode surgir em pacientes com fenômeno de Raynaud. Condi o: 0.JO 8h. risco de síndrome de l pus neonatal e forma cutânea subaguda) e em 5% de poliomiosite e artrite reumatóide. outros o associam com envolvimento do SNC e outros o correlacionam com uma exacerbaç clínica da doença. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.SCL 70. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô ˆ€‰ ò ˆ€‰ † A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SSA (Ro). M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. anticorpos Anti Coment  rios: É encontrado em pac ientes com esclerose sist mica progressiva na sua forma difusa (ESD) em 75% dos pacientes e 13% na forma CREST. . anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES. PARDINI .3 mL de Soro. ñ “ óuô ò ˆ€‰ ™ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SM. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSA/Ro s  toanticorpos dirigidos contra antígenos do n cleo celular (anticorpos anti- nucleares).  ‡ ñ óuô ˆu‰»d ò ˆ€‰ ˆ€‰ù– “ ‡ ˆ€‰ †Rþ ô 240 Instituto de Patologia Clínica H. 40% dos casos de Lupus Eritemetoso Sist mico (comprometimento renal. por m com sensibilidade de apenas 25 a 30%. .3 mL de Soro. Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno.3 mL de Soro. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Autoanticorpos anti-SSA/Ro est resentes em 95% dos casos de Síndrome de Sjogren prim ria. .JO 8h.

Na regulaç o da resposta imunológica contra antígenos prot icos os anticorpos produzidos s sualmente das subclasses IgG1 ou IgG3. mais particularmente em pacientes com gamopatias monoclonais e infecç s associadas a imunodefici cias prim rias e sec rias. incluindo c sulas de bact rias.JO 8h. est ssociadas a infecç s recorrentes das vias respiratórias.Homem Adultos . Condi o: 0. causadas principalmente por pneumococos e H. A presença do anti SSB/La est fortemente associadas à Síndrome de Sjögren.SSB(La). No sangue de adultos. 70% das imunoglobulinas da classe IgG s o IgG1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IgG2. Baixas concentraç s. ou mesmo aus cia de IgG2 e IgG3. os anticorpos produzidos s rincipalmente da subclasse IgG2. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: Idades IgG1 mg/L IgG2 mg/L IgG3 mg/L IgG4 mg/L at«ª anos 1700 a 9500 215 a 4400 134 a 694 4 a 1200 ñ † ’€“u‘ † ˆu‰Û– ˆ€‰ d “ u ‘  ™ ”  u ‘ u — u  ò 2900 a 10650 3300 a 10650 2250 a 11000 3900 a 12350 3800 a 14200 1650 a 14400 1550 a 10200 2396 a 10835 3422 a 11178 ˆ ˆ € ‰   € – ™” † u“ ‘ ™ ” “ ˆ Condi o: 0. PARDINI 241 .20% IgG2. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. . Quando o estímulo anti ico feito por polissac rides. 2 a 4 anos 4 a 6 anos 6 a 8 anos 8 a 10 anos 10 a 12 anos 12 a 14 anos 14 a 18 anos Adultos .Mulher 9 óuô 280 a 3150 565 a 3450 420 a 3750 610 a 4300 730 a 4550 710 a 4600 435 a 4950 1235 a 5487 1476 a 5246 35 a 705 75 a 1256 91 a 1069 100 a 975 156 a 1938 115 a 1775 75 a 2088 276 a 1344 211 a 1142 8 a 900 18 a 1155 3 a 1380 11 a 945 14 a 1530 15 a 1425 45 a 1635 84 a 888 69 a 888 †ô Instituto de Patologia Clínica H.3 mL de Soro. ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES. ñ  óuô ò ˆ€‰ †  ˆu‰ ˆu‰«du‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô † Subclasses de IgG Coment  rios: IgG constituida de 4 subclasses: IgG1. em 15%. Estes auto-anticorpos podem estar presentes em baixos títulos em at % da populaç normal . anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSB/La ocorrem na maioria dos casos em associaç anti S SA.5 mL de Soro. Anormalidades nos níveis de subclasses de IgG t m sido relatadas. influenzae.6% IgG3.4% e IgG4. IgG3 e IgG4.

31% 351 . Na infecç lo HIV h ma predileç r esta categoria.2 .43% 255 .2479 mm3 6 . .3.2480 mm3 17 .2479 mm3 18 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: ðà‘uˆ€‰à– ˆ™ ˆ ¬ CD4 E CD8 ˆu‰»—u‰ † † ™  ˆ€‰ † ˆu‰î–u”  ê  ™ ”  ˆu‰©“–u‰  ™ ñ ™ ” ëu”Ó‘uˆ Condi o: 8. diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h).2479 mm3 12 . citomegalovirose.6m 50-57% 2780 .6.24 m 42-48% 1919 . e a medida da carga viral plasm tica s parâmetros a serem considerados na decis iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA. A contagem de CD4. PARDINI .2 1.2 1.3499 mm3 8 . Diminuiç CD4 tam m pode ser encontrada em outras situaç s o a SIDA: tuberculose. protozo rios e alguns fungos. como pneumocistose.2 .1445 mm3 Adultos 33-51% 508 .3.Centro M ico da Univ.5 .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina/ACD).Subtipagem de Linfócitos Coment  rios: Os linfócitos T CD4 s o espefíficos para a maioria das infecç s oportunísticas. toxoplasmose.34% 331 .2 1. idealmente. hepatite B. em duas ocasi s.2692 mm3 14 . Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). Esplenectomia e co -infecç o pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar da supress imune. juntamente com a avaliaç clínica.5 ˆu‰R”u‘ † ˆ ˆu‰ 242 Instituto de Patologia Clínica H.Informar data e hora da coleta.6. sazonais.2 . A contagem de CD rediz a evoluç s pacientes com SIDA.2 .2 1. eliminando c lulas infecciosas ou neopl sicas. Consideram-se significativas as reduç es de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relaç sua determina ç pr via.18 m 46-51% 2307 . Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em at 0% dos pacientes.2 0.2 1.31% 351 . Faixa Et ria CD4 CD8 0.2 .30 m 38-46% 1538 .3908 mm3 8 . Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decis s de início ou mudança de terapia devemos consider -los.2479 mm3 > 3 anos 27-57% 562 .2479 mm3 24 .2479 mm3 30 m . -N viar em Pipetex.2472 mm3 8 .31% 351 . lisando c lulas infectadas por vírus.98 .6. doenças intercorrentes (modestas diminuiç s em infecç es agudas e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem). Fatores influenciam a contagem do CD4: variaç s analíticas.6.31% 351 . T m importante papel no controle de infecç es.31% 351 .24 1. criptococose e Síndrome de Linfocitopenia CD4 Idi tica.2009 mm3 8 . Enviar de 2a a 5a feira.12 m 49-55% 2630 .2213 mm3 8 . N enviar no gelo.6.1720 mm3 Hospital Pedi­ trico de Riley .6. Indiana 1992 lò ™” ™” ˆu‰ ‰u–u ˆu‰ö—u” ™ ” ˆu‰ ˆu‰Rd™ ” † ÿ ˆ€‰ ˆu‰à—€” ˆ m † óuô $ 9) CD4/CD8 1. citomegalovirose e toxoplasmose. Transportar em temperatura ambiente. Os linfócitos T CD8 s o citotóxicos.3 a 33-44% 1219 .2864 mm3 8 .31% 351 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.2 .

3345 mm3 432 .3345 mm3 432 .3639 mm3 11 .A forma ocular (ocular larva migrans) tam m varia amplamente na apresentaç o de les s agudas nos olhos at infecç es assintom ticas.89% 1035 .Tipagem de Linfócitos Coment  rios: Test til na avaliaç o das imunodefici cias con itas de linfócitos B (gamaglobulinemias co itas) ou combinadas (defici cia de imunidade humoral e celular).88% 2236 -3463 mm3 11 .3345 mm3 432 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. † ™ ” ™ ñ ò  óuô †Rþ ô   m† † ˆu‰ ˆ ™”  Instituto de Patologia Clínica H.680 mm3 †Rþ ô † ˆ ˆu‰©”u‘ Toxocara.45% 24-30 meses 55 . Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). 0.3 mL de Soro. diagnóstico e classificaç leucemias e linfomas. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em 25% de indivíduos com esquistossomose e filariose.3345 mm3 432 .45% 18-24 meses 55 .1259 mm3 90 . anticorpos anti Coment  rios: No diagnóstico da toxocaríase.3868 mm3 11 . s consideradas duas formas clínicas: .84% 1230 .3345 mm3 432 .JO 8h. .45% 12-18 meses 55 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.88% 2649 .5775 mm3 11 . PARDINI 243 .3560 mm3 6 .88% 3929 .A forma visceral da doença (larva migrans visceral) cujos sinais e sintomas da V LM pode variar de um estado assintom tico apresentando leve eosinofilia.45% > 3 anos 65 .17% Hospital Pedi¯ trico de Riley . Aplicaç tam m na a lise.4881 mm3 11 .4074 mm3 9 . Indiana 1992 ˆu‰R—u” ò  ˆ “€‘ ® “u‘ CD2 e CD19 ’u“€‘ ˆu‰ m † ‘ u  ‘u’u“u‘ óuô $ 9) 432 .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina).6 meses 55 . N viar em gelo.45% 30-36 meses 55 .45% 6-12 meses 55 . Transportar em temperatura ambiente.3345 mm3 200 . at severa e potencialmente inevit vel enfermidade.88% 3516 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.88% 3806 .29% Adultos 61 .3868 mm3 11 .88% 3101 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Subgrupos de Linfócitos Faixa et ria CD2 CD19 % ñ ”Á‡ Condi o: 8. .Centro M ico da Univ. doença causada pelo Toxocara canis (verme canino).

Teste de imunofluoresc cia indireta IgG: título começa a subir entre 4 e 7 dias após IgM. utilidade no diagnóstico de toxoplasmose con ita. Est r vida? Teve contato com algum animal dom stico (gato.IgM: » < que 0. 3(5 d«‡€‘ ˆ€‰ recente ou ("$# "8# ("8# ("8#f) Teste de imunofluoresc ncia indireta IgM: detecta IgM nas primeiras semanas.Toxoplasmose Coment  rios: N o existe nenhum teste. Alto índice de positividade na populaç rasileira. É indicado para mulheres gr vidas. Títulos baixos podem persistir por anos. permanecendo elevada por no mínimo 26 semanas. caem variavelmente. Imunoensaio enzim tico IgM duplo sanduíche ou captura de anticorpos: elimina a interfer cia do fator reumatóide. Teste de avidez de IgG: na fase aguda anticorpos IgG ligam-se fracamente ao antígeno (baixa avidez). com pico em 8 semanas e início de queda no sexto m s. .5 mL de Soro p/ cada. Podem persistir por 1 ano. PARDINI . suporte ou afaste o diagnóstico de infecç tardia. pois. Imunoensaio enzim tico IgA: detectada na infecç re cente. IgM negativo ou positivo na gravidez iagnostica ou afasta infecç ²±´³ . ° significando necessariamente infecç o recente. Imumoensaio enzim tico IgG: independente do nível redizer se a infecç recente ou tardia. Falso negativo para títulos baixos de IgG. Podem persistir por meses e at mais de 1 ano. ELFA IgG: independente do nível o pode predizer se a infecç recente ou tardia. diminuindo em poucas semanas ou meses.65 ¼ Positivo Condi o: 0. N µ³ ltrapassa a placenta. Persiste positiva por 12 a 18 meses em títulos baixos. Tratamento anti-parasit rio pode manter a baixa avidez por mais de 4 meses. que apresentam IgG e IgM positivos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. que de form ica.IgG e IgM Valor de Refer ncia . A detecç ticorpos de alta avidez em pacientes com IgM positivo indica infecç iri mais de 4 meses.. Falsos positivos para fator reumatóide e FAN podem ocorrer. ELFA IgM . Falso positivo para FAN pode ocorrer. Valores altos ° significam maior probabilidade de infecç recente. Importante principalmente no diagnóstico de infecç o c nita.55 e < 0. N o atravessa a placent bsorvida pelo leite materno. principalmente no primeiro trimestre. papagaio)? Fez este exame anteriormente?  “ “€‘ "$# # $' " "$#f1 ()81 $ "# ' ()8# # "$# # 9 “ ˆ   ˆ u ‰ R m ˆu‰ ‘ u ˆ € ‰ ö – u ‰ u — € ” ö – u’ u“ ‘ d ”©‘uˆu‰ † d ˆ u‰ u‘ u’ “ ˆu‰ † “u‘  vv  « ’ † ˆ€‰Üd€– ˆu‰ ‘ u ˆ ˆu‰«d€—uë —ud ¡  “ ˆt‰ † † ˆu‰»—u”Ádu‘  “u‘ ELFA . Na fase crônica (após 4 meses) tem -se elevada avidez.8%. Resultados p ositivos podem persistir por mais de um ano.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . podendo persistir por toda vida.IgG: » < que 4 UI/mL ¼ Negativo » ≥ 4 a < 8 UI/mL ¼ Indeterminado » ≥ 8 UI/mL ¼ Positivo Valor de Refer ncia . s´° ¶Œ til no ° diagnóstico da infecç c·°¸± Ž ° ita. Alto índice de positividade na populaç brasileira. 244 Instituto de Patologia Clínica H.65 ¼ Indeterminado » ≥ que 0. lise do resultado deve ser cautelosa: Anticorpos IgG ˆ d(d€‘u IgM IgA Evolu o Surgem em 1-2 semanas. ò ò óuô †ô Continua. Sensibilidade de 88. pico em 1-2 meses.. desaparecendo em meses. Títulos baixos podem persistir por mais de um ano em 20% dos casos. tendo. Surgem em 5 dias. Assim.55 ¼ Negativo » ≥ 0. Maior sensibilidade que IgM na infecç c·°¸± Ž ° ita.captura: tamb m n resenta as interfer ncias observadas na imunofluoresc cia.JO 8h. Informaç es nece rias: Informar. Detectados em infecç¹ s agudas e na doença c´º ° ± Ž nita.

5 mL de Soro p/ cada. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro.JO 8h.80 ¾ indeterminado ndice de 0.10o C. TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor½ de Refer ncia: ½ Baixa avidez: inferior a 30% ¾ ½ Inconclusivo: entre 30 e 40% ¾ Alta Avidez: superior a 40% ¾ Condi o: 1.. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Líquor.JO 8h. ò ò õuóuô o.JO 8h. PARDINI 245 . ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. .99 ½ ¾ positivo ndice > 0. Obs.Continu IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM Valor de Refer ncia IgG: < 10 UI/mL Valor½ de Refer ncia IgM: ¾ negativo ½ ndice < 0. . . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.3 mL de Soro..JO 8h.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. devido a pos sibilidade de contaminaç do material durante a punç . ñ ò  óuô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 4 meses ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ †ô Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina) p/ cada. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.0 mL de Soro.99 Condi o: 0.80 a 0. .TOXOPLASMOSE óuB ô óuô B B IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG e IgM †Rþ ô Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . ˆu‰ ô ¡ †Rþ ÿ ‰ ò ò † Rô — †Rþ ô ˆ€‰ óuô óuô HEMOAGLUTINA•”– O INDIRETA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

. feita a detecç substância D -anfetamina. Coleta assistida. HPLC). insufici ncia c nita e atransferrinemia c nita.5 mL). feita a detecç s substâncias benzoilecgonina e ecgonina. Pode ser detectado após 2 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. Sua síntes inversamente proporcional à quantidade de ferro s rico. Valores elevados s contrados nas anemias ferroprivas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 400. neoplasias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Coleta assistida. desnutriç o prot ico -calórica. sendo sintetizada no fígado e migrando para regi o beta na eletroforese.Transferrina Coment  rios: É a principal proteína de transporte do ferro. ˆu‰â“ —u” ‰u‘u’u“ ñ ò óuô †ô  † ˆuˆ ‰ý”€‘ ‰€‘uˆ ’u“ † ”† ˆu‰Ó”u‘ ˆ Triagem de Drogas de Abuso ANFETAMINAS Coment rios: No teste de triagem para anfetaminas e metanfetaminas realizado na urina. Continua.0 mg/dL ¿ Adulto À 200.0 a 360. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 1. ñ v ô “u‘ † † ˆu‰©—ud óuô ˆt‰ † ‰ †©¨ ô   COCA¼ NA Coment rios: No teste de triagem para cocaína realizado na urina.5 mL). hemocromatose. no uso de estrógeno e gravidez (elevaç o de 30 a 50%). Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. . síndrome nefrótica. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 2 a 4 dias.. ñ † v ô “u‘ † ˆu‰R—ud óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô  246 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . Útil para diagnóstico e manejo de anemias.JO 8h. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ¿ 3 meses a 10 anos À 203.5 mL de Soro. HPLC). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). hemorragias agudas. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS.0 mg/dL Condi o: 0. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado.000 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Níveis baixos s contrados na reaç fase aguda. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS.

Continu õuó€ô o. permanecendo elevada por 6 a 10 dias. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. com pico em 12 a 18h. HPLC). O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Após 7h. HPLC). feita a detecç da substância 11 -nor-9-carboxydelta-9-THC.  † ˆ ñ óuô †ô ò “u‘  ˆ   ‘€—u‰Á‡  † ˆ€‰ “ ˆ † uˆ—u”‰ “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. Pode ser detectado após 4 a 6 horas do uso e se mant m positivo por 7 a 10 dias após uso eventual ou 1 a 6 meses. a sensibilidade 100%. se †©¨ ô  til no diagnóstico do infarto agudo do mioc rdio. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Na insufici cia renal a especificidade do ensaio pode ser menor. Pacientes com angina que apresentam níveis elevados (les o mioc rdica mínima) de cTnI t m prognóstico pior.5 mL). Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado.TRIAGEM DE DROGAS DE ABUSO MACONHA Coment rios: No teste de triagem para maconha realizado na urina.  † ñ † ˆu‰ v ô “u‘ óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô   OPI¶” EOS Coment rios: No teste de triagem para opi ceos realizado na urina. Sua presença denota necrose do tecido mioc rdico.5 mL). Coleta assistida. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. Condi o: Urina recente (mínimo 0.5 mL de Soro.0 ng/mL Condi o: 0. ñ  v ô “u‘ † † ˆu‰÷—ud óuô ˆu‰ † ‰ Troponina I Coment  rios: A cTnI  m marcador de les o da musculatura cardíaca. N o deve ser utilizada como marcador absoluto do infarto agudo do mioc rdio. M todo: Quimioluminesc cia Níveis Terap uticos: < 1. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 50 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). feita a detecç substância morfina. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS.. Coleta assistida. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. É detect vel em 4 a 6h após a les mioc rdica. PARDINI 247 . após uso crônico. Outras causas de necrose mioc rdica tamb m elevar a troponina I..

toxoplasmose. . ˆ€‰ “€‘ Imunoensaio enzim tico: utiliza antígenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%). . alguns cuidados s cess rios na escolha do m todo e sua interpretaç .5 mL de Soro..Trypanosoma cruzi Coment  rios: Os testes sorológicos s  tilizados para confirmaç e suspeita cl ínica da Doença de Chagas e triagem em bancos de sangue. Entretanto. O Machado Guerreiro (Fixaç complemento) era o exame de escolha no passado. IgM caracterizar fase aguda. ‘uˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  Hemoaglutinaç : utilizado para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade. pelo clínico assistente. PARDINI . entretanto. a positividade da sorologia. em pelo menos 2 m todos diferentes antes de aceito. Tendo em vista a possibilidade de falso -positivos (leishmania.JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. mal ria. 248 Instituto de Patologia Clínica H. . †  • —ô óuô ò Continua. Apresenta menor reprodutibilidade que o ELISA.5 mL de Soro. imunofluoresc ncia e imunoensaio apresentam sensibilidade próximo a 100%. hepatites) recomendado que o soro seja testado.8% e especificidade de 94. doenças do col geno.JO 8h. sífilis.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). Conser o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. tem especificidade inferior à imunofluoresc ncia e ao imunoensaio enzim tico.. Imunoensaio de partículas em gel: a pesquisa de anticorpos por meio do imunoensaio de partículas em gel apresenta sensibilidade de 96. baixa especificidade e complexidade na sua execuç mais deve ser utilizado. hanseníase.QUANTITATIVO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.  ˆ u ‰ © — ˆ€‰ö‘u”  ˆu‰å—u” ˆu‰ “ †  † † “  †” † uˆ ‰ †‡ til para IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG . maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva. Imunofluoresc cia indireta: IgG xame sensível no diagnóstico da Doença de Chagas. mas por apresentar baixa sensibilidade (69%). Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. óuô †R8© þõ€ÿ óuô ¡ ‰ óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ò IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.6%.JO 8h. Os m todos Hemaglutinaç .

JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óuô ò †Rþ ô PESQUISA DE ANTICORPOS M todo: Imunoensaio de Partículas em gel Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h.0 mL de Soro.. PARDINI 249 .  ”î‡ Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA ñ ò  ˆ† Á ‰ d  ˆ€‰(‰ † dRm óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Á ò tTG Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. .TRYPANOSSOMA CRUZZI HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. O padr ro para diagnóstico de DC iópsia intestinal. Anticorpos anti-tTG apresentam sensibilidade (95 a 98%) superior aos anticorpos anti-endomísio. A transglutaminase tecidual to-antígeno detectado pelos anticorpos anti-endomísio..3 mL de Soro. .Continua. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  negativo < 20 unidades entre 20 e 29 unidades  fracamente positivo  moderamente positivo > 30 e 39 unidades  fortemente positivo ≥ 40 unidades Condi o: 1.3 mL de Soro. mas especificidade menor (94 a 100%).

M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . atingindo o pico em 14 dias. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. Quanto ao Herpes zoster. A presença de IgM ou alto título de IgG detectado poder correlacionar-se com infecç u exposiç recente. †  ˆu‰»—u‰ €ˆ ‰  d ö ë   u ” † ˆ€‰ö–  ™” ñ ˆu‰ ˆu‰«‰€m  ˆu‰Á—€”Ádu‘  ˆu‰ ˆu‰R‰ † —u” uˆ ‰ óuô ò †H• ð ô ¡ ‰ Vírus Respiratórios – Pesquisa direta ADENOVŸ RUS – INFLUENZA VŸ RUS A e B . sendo freqüente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias. Ocorre casos de detecç ticorpos 48 horas. representa um a grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Lavado de nasofaringe . É mais comum acima dos 50 anos. com pico geralmente no 18” e 19” dia. nos casos em que o material de ser aspirado.5 mL de Soro p/ cada. . colha toda secreç xistente e fricci one as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Lavado de nasofaringe.3 – VŸ RUS SINCICIAL Coment  rios: Permite diagnóstico r pido desses vírus em quadros de infecç s de vias reas superiores. uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal.PARAINFLUENZA VŸ RUS 1. É importante ressaltar que as vacinaç s induzem à síntese de Ig G. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Liquor. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. ñ óuô ò “€‘  ™” d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† 250 Instituto de Patologia Clínica H. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. anticorpos anti Coment  rios: O vírus da varicella zoster respons vel por duas síndromes clínicas: a catapor infecç rim ria e o herpes zoster que ocorre quando da reativaç vírus.Varicella zoster IgG / IgM.coleta: Swab de nasofaringe. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. reaspire. a IgM tectada na 1à semana após o rash. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.Swab de nasofaringe.2.JO 8h. Laboratórios . a IgM aumenta em torno do 8” e 10” dia após a erupç . PARDINI . enquanto baixos títulos de IgG s servados em adultos s s. embora a grande proteç seja do tipo celular. Na forma prim ria. após o aparecimento do rash. Na catapora.

Veja tam m Fator Reumatóide. doenças linfoproliferativas que evoluem com crioglobulinemia. O teste de Waaler -Rose apresenta algumas desvantagens devido a subjetividade na leitura e baixa reprodutividade. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .Swab de nasofaringe. PARDINI 251 . . bronquites e pneumonites). toxoplasmose. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. Lavado de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado. endocardite. hepatite.3 mL de Soro. Como o diagnóstico clínico das infecç es por vírus no trato respiratóri complexo. ñ † óuô ò “€‘ ‰ † ‰ù– † u – ™ Rëu”Rd † ˆu‰«” ‰† ™” ˆ€‰(” ˆu‰«—€‰«du’u” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Waaler Rose Coment  rios: Fator reumatóide um auto -anticorpo que est resente no soro da maioria dos pacientes portadores de artrite reumatóide (60 a 70%). Na AR juvenil sua ocorr nci s de 30%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. na mal ria. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Em geral.JO 8h. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.coleta: Swab de nasofaringe. altos títulos de FR se correlacionam com maior severidade da doença. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. sífilis. reaspire. mononucleose e outras doenças. Reaç s positivas para o FR n s specificas da AR. em decorr ncia da estimula ç liclonal dos linfócitos B.Vírus Sincicial – pesquisa direta Coment  rios: O vírus sincicial respiratóri rincipal agente viral caus ador de infecç s respiratórias baixas em crianças com idade inferior a 2 anos (Traqueo bronquites. Conservaç o de e nvio: Refrigerar a 4 o C. uˆ ‰ uˆ ‰ ” ˆò m† † R  – “ d † du–u”€‘ud “  ˆu‰«–€‰ ™” ñ óuô †iÿ ô Instituto de Patologia Clínica H. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.Lavado de nasofaringe . a detecç nte por m todos diretos r ida e vantajosa. Laboratórios . podendo estar presentes em outras colagenoses. j s t cnicas de isolamento s xtremamente demoradas. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Inferior a 6 UI/mL = negativo Condi o: 0.

ñ ˆu‰ ”LJ ˆu‰Rd ™” ™ ” ˆu‰ ˆò uˆ ‰ ˆu‰ óuô ††  ††  †Rþ ô 252 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ”R‡ Ä Ricketsiose óuô ˆu‰ ò ˆ ’u“ ˆ uˆ ‰ ˆu‰ “ ˆu‰ †Rþ ô Widal (r ¢ ¢ £¤¥ o) Coment  rios: Test til no diagnóstico da febre tifóide. pois somente indica a presença de uma infecç causada por riquetsia.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Na pesquisa de Salmonella paratyphi A e B s clinicamente significativos títulos iguais ou superiores a 1/160. A reaç o n faz o diagnóstico entre tifo end mico e murino. .JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. com títulos superiores ao anti O.1:80 Æ at :80 Å S. Paratyphi A Æ at :80 Å S. Reaç s com antígeno “H “ s mais tardias. .JO 8h. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Å S. Typhi H Æ at :80 Condi o: 0. PARDINI . títulos de anti O iguais ou maiores que 1/160 s confirmatórios de infecç tiva. M todo: Aglutinaç (Proteus Ox19) Valor de Refer ncia: < 1:160 Condi o: 0. títulos de 1/160 ou maiores s quase que confirmatórios de infecç o recente.Weil Felix Coment  rios: Test til no diagnóstico das riquetsio ses. após a 1” semana de infecç . Paratyphi B Æ at . em geral. Typhi O Å S. Reaç s positivas com antígeno “O” ocorrem mais precocemente. Na vi ncia de quadro clínico.4 mL de Soro.

totalmente controlado por computador.6.` Coment rios: O cido cítrico roduzido pela próstata. ñ cido Cítrico – Teste Bioquímico   óuô †ò †– ˆ€‰(” ˆu‰R—u‰R” ˆu‰à—€”u–u”u‘u—  ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ An e lise Seminal Computadorizada Coment  rios: É um exame indicado na avaliaç inicial da infertilidade masculina. Interpreta o dos Novos Parâmetros de Motilidade: Progressivos: Percentual de espermatozóides móveis levando em conta a sua velocidade e linearidade. etc. Controle de Qualidade: Existem dois sistemas de aferiç : tamanho e forma conjugados ao brilho. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. Quanto menor a elongaç . p or exemplo. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. que permitem caracterizar os espermatozóides.N colher em preservativos. debris.0 mL de esperma. Conservaç o para envio: Enviar congelado. mais larg cabeça. Velocidade curvilinear: Percurso efetivamente realizado pelo espermatozóide na unidade de tempo (trajetória re al). -N recisa absti cia. tais como. cujo valor cerca de 0. Importante porque est relacionada com a capacidade de penetraç zona pel cida do óvulo. as avaliaç s de motili dade em seus diversos parâmetros t m mais car ter subjetivo.M. PARDINI .. Freqü ncia de oscilaç : É mero de vezes que o espermatozóide cruza a linha ideal por unidade de tempo. . Quanto maior a elongaç . Condi o: Volume ejaculado. Quanto mais o espermatozóide se afasta da Velocidade em linha reta.Abstenç de 2 a 5 dias. no m ximo 7 dias ou C. Velocidade com trajetória harmonizada : Retificaç trajetória real feita pelo espermatozóide. É uma refer cia para a morfologia. É o elemento de c lculo para a linearidade. É uma medida de sinuosidade (Zig-Zags). Este sistema de grande sofisticaç o tecnológica nos perm ite obter dados totalmente inacessíveis quando feitos por t cnicas manuais. leucócitos. Linearidade: É a relaç tre Velocidade em linha reta/Velocidade curvilinear. . Tem sua produç ente da atividade hormonal e est ligado ao processo de coagulaç liquefaç sperma. 253 Instituto de Patologia Clínica H. Elongaç o : É a relaç tre o eixo menor (largura) e maior (comprimento) da cabeça do espermatozóide.Colher esperma por masturbaç sem que haja perda em frasco de vidro ou pl stico inerte. enviar at h após a coleta. † ™ ”ˆ ˆ€‰ ó€ô  † ˆu‰ ‘€ˆu‰ ˆ “u‘ ‘uˆu‰ “ †  ˆ ˆu‰R—ud ˆ€‰«—ud ˆ € ‰ ( ‘ € d ‡ ˆu‰ ( ‰ €‘ ‡ “ ˆu‰â”u‘ d R ˆ ˆu‰R”u‘ ˆu‰ d † d † † óuô †É•  € ˆ ‰ ˆ€‰ ‘uˆuˆu‰ ‰© ”(‘€ˆu‰  †  u“ ‘ † ˆ€‰  Continua. . Amplitude lateral: Comprimento total da oscilaç cabeça. Os dados da motilidade s o medidos rigorosamente por um sistema estroboscópico de alta precis o. garantindo a interfer cia de outr os elementos. mais estreita a cabeça. Nesse m todo. Usado tamb m para controle de vasectomia. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 300 a 800 mg/dL Condi o: 1..O. hem cias. Velocidade em linha reta: Velocidade m dia em linha reta do começo ao fim da trajetória. forma afilada ou tapering. menor ser sua linearidade.

5 mL de esperma. Valores baixos indicam processos inflamatórios ou i nfecciosos na vesícula seminal. M todo: Eosina Valor de Refer ncia: Acima de 60% de formas vivas Condi o: Todo volume ejaculado. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 100 a 350 mg/dL Condi o: 0. Conservaç o para envio: Enviar congelado. enviar at h após a coleta. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio.Continu õuóuô o..Teste Bioquímico Coment  rios: É o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides. -N recisa absti cia.Teste complementar espermograma Coment  rios: Avalia a vitalidade dos espermatozóides.normal at % Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. ”€ë!u“u‘ ˆu‰ † — ô ô †H• ò ˆ€‰ y• @ † Color ¢ £¦¥ o Supra Vital . ñ óuô †H• ô †É• Frutose . PARDINI .9 micro m/seg Est ticos: imóveis . ñ óuô †ò ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ 254 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.9 micro m/seg Lentos: abaixo de 5.AN LISE SEMINAL COMPUTADORIZADA r Valores normais: Ç Velocidade c/ Trajetória Harmonizada: > de 33 micro m/seg Ç Velocidade em Linha Reta: acima de 28 micro m/seg Ç Velocidade Curvilinear: acima de 42 micro m/seg Ç Amplitude Lateral: entre 2 e 4 micro cia de Oscilaç : entre 6 e 16 hertz Ç Fr Ç Linearidade: acima de 60% Ç Elongaç : entre 54 e 68% Ç Progressivos: acima de 30% Distribuiç o das Velocidades: R pidos: acima de 25 micro m/seg M ios: entre 6 e 24..

M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads. Este teste.Absti ncia de 2 a 5 dias. . ñ ˆ óuô †ô“ ò ˆ  Leucócitos Coment  rios: Valores aumentados s encontrados em processos infecciosos. peça intermedi ria ou cabeça. ñ †óuô  ò †iÿ ô ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: Este teste avalia a integridade da membrana do espermatozóide. Este teste.Absti ncia 2 a 5 dias. ñ ˆ óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ‘u“ †H•  †É• ‘uˆu‰© ”(‘€ˆu‰ † TESTE INDIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. enviar at h após a coleta. Conservaç o para envio: At m s entre 2o e 8o C. indica causa imunológica como fator de infertilidade. ñ óuô ò ˆu‰ ô ‘u“ †H•  ‘€ˆ †É• ˆ † Immunobeads . Conservaç o para envio: At horas após coleta em t emperatura ambiente. Conservaç o para envio: At dias entre 18o a 25o C. Condi o: Todo volume ejaculado. PARDINI 255 .N colher em preservativos. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. M todo: Swelling Valor de Refer ncia: ≥ 50% apresentando inchaço de cauda. enviar at h após a coleta. Condi o: Todo volume ejaculado.000/mL Condi o: 0. . determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda.Hipoosmolaridade . determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda.000.O. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: At .N colher em preservativos.M. . se positivo. . indica causa imunológica como fator de infertilidade. Condi o: 0.3 mL de Esperma. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido.5 mL de Soro da mulher ou homem – C. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. se positivo.Imunologia do Esperma TEST DIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. peça intermedi ria ou cabeça.

ˆ€‰  Swim Up . Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex.Absti ncia 2 a 5 dias.N colher em preservativos. PARDINI . indica causa imunológica como fator de infertilidade. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Condi o: Todo volume ejaculado. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.5 mL de Soro da mulher ou homem . .Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: É utilizado para avaliar o potencial migratório dos espermatozóides.Imunologia do Esperma DIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo.M. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex.O. indica causa imunológica como fator de infertilidade. . Condi o: Volume ejaculado. Condi o: 0. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.Abstenç a 5 dias. . Conservaç o para envio: At semanas entre 2 o e 8o C. enviar at h após a c oleta.C. M todo: Swim Up Valor de Refer ncia: Recuperaç mínimo 10% da concentraç inicial com melhoria da motilidade. óuô ˆu‰ ô ‘u“ †H• ò ˆ€‰(—€”(‘€‰ ‘€ˆ †É• ˆu‰ ˆ † 256 Instituto de Patologia Clínica H.Mar Test .N colher em preservativos. ñ uˆ ‰R—u” ˆ€‰ ò óuô †É• ˆ u ‰ R — u ” ÿ ˆu‰ ô ‘€ˆ †H• ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †iÿ ô ñ    ˆ † INDIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo. enviar at h após a coleta. .

3. Atenda às necessidades higi icas antes da relaç sexual. ñ óuô ò ˆ ˆu‰ ô ‘u“ †H• ‘€ˆ †É• ˆ † Teste Simms Hühner È Teste Pós coital Teste complementar do espermograma Coment  rios: Avalia a interaç spermatozóide com o muco cervical. N ser ssível faz -lo por algumas horas depois disso. É Pobre: qu É Moderado: at espermatozóides no canal cervical c/movimentos lentos. 2. É Excelente: mais de 10 espermatozóides com movimentaç linear e ativa. enviar at h após a coleta. Dirigir ao laboratório para o teste.Absti ncia 2 a 5 dias. M todo: Observaç ireta ao Microscópio óptico Valor de Refer ncia: É Negativo: aus ncia de espermatozóides. . . Use papel higi ico ou absorvente sanit rio. ou seja. resença de espermatozóides no canal ce rvical. 4.Teste Penetr ¢ £¦¥ o "In Vitro" Teste complementar do espermograma Coment  rios: Este teste simula a interaç o do espermatozóide com o muco cervical (in vitro). M todo: Capilar Valor de Refer ncia: ≥ 2. PARDINI 257 . 6.Exame realizado somente na unidade aimor s. 5. A paciente e seu companheiro devem abster-se de relaç s sexuais 2 a 5 dias antes do teste. É Bom: de 6 a 10 espermatozóides no canal cervical c/movimentos lineares. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Instruç es As instruç s devem ser seguidas o mais estritamente possível. período ovulatório (a ser definido juntamente com o m dico).0 cm/hora Condi o: Todo volume ejaculado. Após o coito deitar de costas por 30 minutos com os joelhos dobrados e as coxas levantadas para evitar a perda do s men. 3 a 4 horas após a relaç sexual ou de acordo com instruç s m icas. mas todos imóveis. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.N colher em preservativos. Cliente tem que comparecer na unidade. Dia adequado: metade do ciclo. 1. . ñ ˆuò‰R— du‘u—€†‰ “ ¡ (– ™” ˆu‰R—u‰R” “u‘ ˆu‰ ˆ u ‰ ™ ” ˆu‰ «–€‰ ˆu‰ “ †— “u‘ “  † † ™” Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI .258 Instituto de Patologia Clínica H.

* Colher amostra de Urina pela m (1a Urina do dia). Lavado G strico.Antifungigrama Coment  rios: Orienta na escolha do antif ico adequado ao tratamento de infecç es f icas causadas por leveduras (Cândida spp. Ascítico ou peritonial.). Condi o: Leveduras (Cândid a spp. O material dever ser entregue ao laboratório o mais r ido possível após a coleta. Bacterioscopia PESQUISA Coment rios: É diagnóstico na maioria das infecç s causadas por micobact rias (Tuberculose. Hanseníase e outras formas de infecç s). Secreç s de Feridas. sistema nervoso central .: Mucosa nasal local menos sensível e específico. Fluconazol. Aspirado transtraqueal. M todo: Ziehl Neelsen Condi o: Para pesquisa de Tuberculose: Escarro. Pleural. Lavado G strico (JO 8h). etc (swabs vem ser utilizados. Cryptococcus spp) isoladas de cultura positiva. N tilizar meios suplementados com antibiótic os. ñ ™” † ™” ˆ† óuô ˆ ô © † š ¡ ‰ ”«‘uˆu‰ ™ ” ˆu‰R—u† ”R‰ •uêum  ‘€ˆu‰ý— uˆ « ‰ u— « ”d †É• ˆ† ™” ¡ˆ d € ‘  ˆu‰ ™ ” €–  CULTURA Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s pulmonares localizadas ou disseminadas p ara outros locais do corpo como medula óssea . Urina (enviar volume total colhido). ñ €ˆ ‰à—u‰Û— óuô ô    ‡u‘u’ ˆu‰ ™ ‡u‘u’  ˆ€‰¹ ˆ€‰(” Baar. Anfotericina B e Nistatina. Líq. Clotrimazol. Líq. Obs. n sendo recomendado. Cetoconazol). Urina recente* (enviar volume total colhido). O teste para 5 fluorocitosina ser realizado se solicitado em separado. desprezar o 1o jato e colher todo o restante da micç o. Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Os esfregaços confeccionados no ato da coleta s o conservados fixados pelo calor brando. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). sangue. A s amostras de 24 horas colhidas em “pool” s inadequadas. Lavado Brônquico. Cetoconaz ol. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Nas secreç s de fer idas somente se n for possível a obtenç de aspirados ou biópsias. Liq. secreç s de feridas. dobra de Cotovelo. Conservaç o de envio: Urina – at ras em temperatura ambiente ou at 8 horas se refrigerada. Conservaç o de envio: Enviar o mais r ido possível. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Punç o de Linfonodos. etc (Swabs evem ser utilizdos. Líq. PARDINI †©š ¡ ‰ ˆu‰ † 259 . Nistatina.  ñ ™” ˆ óuô ™” ˆ ˆ ˆu‰ ô u– ˆ ‘uˆu‰R—u” ud ‘ ¡ ˆ  ™” ˆu‰«—u” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Cultura em meio específico Condi o: Escarro. medula óssea. líquor. S testados: Econazol. Ascítico. Para pesquisa de Hanseníase: Raspado da incis lo de Orelha. M todo: Difus isco em meio específico (Anfotericina B. Líq. rins . Econazol. Conservaç o de envio: Para leveduras j isoladas enviar em meio apropriado (Agar-Sabourand Glicosado) sob refrigeraç m cultivos de no m ximo 48 horas. At ras em temperatura ambiente ou at 48 horas entre 2o e 8o C. sangue menstrual. Manter entre 2 o a 8o C. e Cryptococcus spp. As amostras de urina de 24 horas colhidas em “pool” s o inadequadas. Nunca refrigerar sangue. Urina: Colher a amostra de Urina pela m (1 a Urina do dia). Todas as amostras dever o ser enviadas em frascos limpos. Nas secreç s das feridas somente s for possível a obtenç spirados ou biópsias. biópsias. Lavado Brônquico. Punç Abscessos. desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Líquor. Sinovial. Clotrimazol. Les s ativas de pele ou reas dormentes. Líq. Aminiótico. baço . Pleural. Miconazol. fezes. al m de au xiliar na monitoraç o de pacientes em tratamento com antimicobacterianos.

etc. Celulite. Obs. assim como Fezes. Brônquico. Líq. Les s Cutâneas ou outros materiais especificados pelo clínico. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. Conservaç o de envio: As amostras devem ser enviadas em meio de Loeffler ou de Stuart. Condi o: Secreç o de Orofaringe. Obs.Pleural. M todo: Microscopia . Urina colhida atrav s de Punç Supra -P bica. recomendado Swab de Nasofaringe.: Para pesquisa de portadores assintom ticos.: Qualquer material colhido por Swab (Garganta. recomend vel fazer em paralelo Cultura para Aeróbios e Gram. Nasofaringe e Les s Cutâneas . Nasofaringe. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâm ina de vidro. Nasofaringe.Coloraç lo Albert Laybourn e Gram Condi o: Secreç o de Orofaringe. PARDINI . ñ óuô ˆu‰R—u” ô d † ‰um ™ †— ˆu‰ ™ ” ‡ † ˆ ˆu‰ ˆ€‰ †  † €– 260 Instituto de Patologia Clínica H. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. N rocedemos à confirmaç iagnóstica atrav s da pesquisa de toxina. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. . etc. cultura Coment  rios: O exame auxilia no diagnóstico de infecç s em que microorganismos anaeróbios possam estar envolvidos. ñ  óuô ˆ ô ˆu‰R–u” vv  ™” †  CULTURA Coment rios: Confirma o achado da bacterioscopia atrav s do cultivo do microrganismo.Bacilo Dift ’ rico PESQUISA Coment rios: É diagnóstico presuntivo de Difteria. M todo: Semeadura em meios específicos incubados em atmosfera de anaerobiose Condi o: Abcessos fechados. Líquor.Geralmente a amostr tida pelo m ico assistente. Aspirado Transtraqueal. . Obs. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. Ascítico. seguida de identificaç o.) inadequado. Escarro expectorado e Urina obtida por micç o espontânea ou Cateterizaç . Líq.Como a maioria das infecç es por Anaeróbios s mistas. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos especiais de hemocultura destinados a cultivo de anaeróbios. M todo: Semeadura em meios específicos. Secreç s. ñ  óuô ˆ ô ˆ€‰(— † † ™”  † ™” ˆ ˆu‰Ù– Bact’ rias Anaeróbias. Punç Seios Paranasais.Raramente outras amostras. Sangue. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135 C com rolha de borracha. Lav. a amostra recomendada o Swab de Nasofaringe.

estas inclus s. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado so bre lâmina de vidro. pesquisa ( s¤’ lulas de Tzanck) Coment  rios: Nas infecç s por Herpes vírus simplex e zoster o achado de c lulas gigantes (Tzanck) em les es ativas iagnóstico. Cary-Blair. ñ ™” óuô ò † —u“u‘ ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). cultura Coment  rios: Isolamento e identificaç s Campylobacter spp em quadros de enterocolite aguda. entre 2 o e 8o C. tem grande valor diagnóstico. devendo ser complementada com outras t cnicas mais sensíveis.Campylobacter. a alta inci cia de falsos resultados negativos limita seu uso. Contudo. ™” — † ñ ò óuô ™” vv  ô † ™ C ’ lulas de Inclu —¦¥ o Citomeg e lica Coment  rios: Quando presentes. Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o e 8o C. ñ óuô ˆu‰R—u‰ ˆu‰Rô” †ÿ C ’ lulas Herp ’ ticas. PARDINI 261 . -N star em uso de antimicrobiano. Conservaç o de envio: In Natura. M todo: Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Exsudato das les s. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. at horas. M todo: May-Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente. fornecido pelo laboratório.

retal e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). conjuntivites de inclus o. conjuntival.  ñ † ˆu™ ‰Û—u” † óuô ò ô vv  262 Instituto de Patologia Clínica H. . Secar o esfregaço em temperatura ambiente. endocervical.Chlamydia trachomatis Coment  rios: CULTURA Indicado no diagnóstico de infecç s do tipo: cervicites . o paciente deve vir pela manh tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. Sua sensibilidade decresce para o diagnóstico de conjuntivites em adultos e infecç es do trato genital. . Conservaç o de envio: Esfregaços em lâminas apropriadas fixado com 2 gotas de metanol e/ou acetona.Material endocervical. portant feito em Urina. aguardar.Para material endocervical a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. . endocervical. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro.Material uretral. a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç es tópicas. uretrites n o gonocócica. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente ou at 24 horas entre 2o e 8o C.GIEMSA Coment rios: Esse m todo apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico das conjuntivi tes de inclus rec mnascidos. ñ ”u‘ † ™ ” ˆ dî– † ˆ ó u ô ˆu‰R” ô † u– ‘u‡ ˆ÷du‘ † ”R‘uˆ€‰(–€‰u—u”R” m† †  ˆ€‰ ‰R‘uˆu‰ † ™ IMUNOFLUORESC NCIA DIRETA M todo: Anticorpo Monoclonal Condi o: Raspado uretral. linfogranuloma v reo. pus de bub inguinal. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. tracoma. ñ  † óuô ô ‡ ˆ«du‘ † ”«‘uˆu‰«–€‰u—u”«” †Rþ umuˆu‰ ‰R‘uˆu‰ † ™” PESQUISA . PARDINI . portant feito em Urina. .: Esse teste requer amostra com um n mero adequado de c lulas. Enviar at dias. Obs. esperma.Para material uretral. doença inflamatóri lvica. pneumonia do RN. M todo: Inoculaç m Monocamada de cultura de C lulas McCoy Condi o: Raspado uretral. em gelo recicl vel. retal. esperma e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. o paciente deve vir pela manh tes de urinar.: Esse teste requer amostra c/ mero adequado de c lulas. em temperatura ambiente. conjuntival. ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. M todo: GIEMSA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de conjuntiva ocular. Obs. pus de b inguinal.

Neelsen Modificado Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recentes. Conservaç o de envio: LCR deve ser enviado ao laboratório imediatamente e n o pode ser submetido à refrigeraç . pesquisa Coment  rios: Exame bacterioscópico para o diagnóstico de Eritrasma.Coprocultura Coment  rios: A cultura de fezes identifica microrganismos enteropat icos em casos de diarr ia aguda ou crônica. As fezes acondicionadas em cary-blair podem ser preservadas entre 4o e 8o C. etc. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C ou em formol a 10%. M todo: Coloraç Giemsa Condi o: Raspado de pele . ñ  óuô ò ô ˆ ˆu‰ Cryptosporidium. ñ ’u“u‘ ˆu‰ ‰u’u“u‘ † óuô ˆu‰Ýmud ô † ˆ€‰(—€”(d€‘ Corynebacterium minutissimum. principalmente em pacientes Imunocomprometidos. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”. mas nestes a infecç auto -limitada. coli enteropato icas.Lavado Brônquico e outros. A Criptosporidiose pode tam m afetar paciente imunocompetentes. pesquisa Coment  rios: Exame microscópico direto q ue permite diagnóstico r pido da Criptococose em LCR (meningites) e outros materiais (escarro. Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). Shigella spp. lavado brônquico. No Laboratório Her mes Pardini as culturas s direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. ñ ˆt‰ † m† óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Instituto de Patologia Clínica H. Campylobacter spp. ñ óuô uˆ ‰Rdu‰ ô ‘uˆu‰R” Cryptococcus Neoformans. E.).Preferencialmente. seguida de identificaç cteriana bioquímica e/ou sorológica.Fezes rec m-excretadas antes da administraç timicrobianos. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro ou enviar as escamas obtidas em frascos limpos. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Líquor .Escarro . . pesquisa Coment  rios: Diagnóstico da Criptosporidiose em quadros intestinais. M todo: Semeadura em meios de cultivo específicos. star em uso de medicamentos tópicos. PARDINI 263 . fornecido pelo laboratório. entre outros eventuais patógenos. M todo: Ziehl . lavado bronco -alveolar.

Como a maioria das infecç s por anaeróbios s mistas. . assim como fezes. . PARDINI . Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135o C com rolha de borracha. M todo: Identificaç o dos microorganismos e Teste de sensibilidade a antimicrobianos com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) pelo sistema Micros can (walkAway 96) ”à‘€ˆu‰ óuô † ñ ™ ˆ ˆu‰  † ˆu‰î—ud ˆu‰ ˆu‰â—ud AERÓBIOS Condi o: Diversas . Escarro. nasofaringe. pesquisa r Ê IOS – PARASITAS FUNGOS – TRICHOMONAS – PROTOZOË SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de Tricomoníase. ô ˆu‰ ˆu‰»mud  †— ANAERÓBIOS N o se processa antibiograma para anaeróbios. Sangue e Líquido ascítico: enviar no frasco próprio para hemocultura de anaeróbios. Urina 1 o Jato (1a micç ia).Qualquer material colhido por Swab (garganta. Detecta cepas produtoras de Beta-lactamases e de Beta-lactamases de espectro ampliado (ESBL). etc. Anaeróbios. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. M todo: Microscopia Direta Condi o: Secreç o Vaginal. expectorado e urina obtida por micç spontânea ou cateterizaç o. Uretral. Enviar o material ao laboratório imediatamente após a coleta. Identifica bact rias Gram -negativas fermentadoras fermentadoras. . Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreç vaginal.Material de regi suspeita de infecç cteriana (Só ser feito quando o m ico pedir MIC ou Cultura Automatizada).Cultura + Antibiograma Automatizado Coment  rios: O m todo especifica a suscetibilidade antimicrobiana com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) com ampla variedade dde antibióticos. Secreç s de Feridas.Nunca deixar amostra em contato prolongado com o ar. uretral e urina 1 o jato). Conservaç o de envio: Conservar de acordo com o material especificado ou tipo de cultura a ser executado. star em uso de medicamentos tópicos. ˆ óuô ™” ˆu‰ ô † ”u‘€—u ˆ€‰(” ™ ” ‘ u ˆ € ‰ ˆ † €– Direto a Fresco.) o ideal.Preferencialmente. Determina se h sinergismo entre penicilinas e aminoglicosídeos nas infecç es graves por Enteroccus spp. ñ óuô ˆ ô ˆu‰ ‘uˆu‰R” † ˆu‰Û—u‰Û— ™” ˆ 264 Instituto de Patologia Clínica H. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos anaeróbicos de hemocultura. etc. leveduras e microrganismos fastidiosos como Haemophilus spp e Neisseria spp. Cocos Gram-positivos. escarro. Punç o de Linfonodos e Abcessos. secreç s. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. . Conservaç o de envio: Conservar em salina est ril em temperatura ambiente ou em frascos esterilizados. Condi o: Enviar no meio de transporte para anaeróbios (tioglicolato 135 o C). recom vel sempre fazer em paralelo cultura para aeróbios e gram.

etc. PARDINI 265 . Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. subcutâneas ou profundas dermatofitoses. star em uso de medicamentos tópicos. pesquisa Coment  rios: O exam  tilizado no diagnóstico das ectoparasitoses (escabiose. granulomatis. M todo: Microscopia Direta Condi o: Raspado de Les s de Pele e los. ñ ‡ † ˆ€‰ö—u‰ s macrófagos com cor s culos de –u‡ óuô ô ˆ ‘uˆu‰R” ˆ Ectoparasitas. Conser o de envio: Conservar em temperatura ambiente. cromomicose. M todo: GIEMSA Condi o: Esfregaço de les o. entre outras). atrav s da visualizaç C.). star em uso de antimicrobiano. identificaç ¥ o Coment  rios: Permite o diagnóstico das infecç s f icas (micoses superficiais. biópsia de borda da les o. .Donovanose Coment  rios: É til no diagnóstico do granuloma inguinal.Preferencialmente.Preferencialmente. óuô ò ™ ” ‡u‘€’ - Instituto de Patologia Clínica H. . esporotricose. ñ óuô ©8õuóuô ”† ™ ” ‘uˆu‰R” u– “ Fungos. pediculose. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fungo isolado em meio de cultura. histoplasmose.

em temperatura ambiente. Punç linfonodos. cultura Coment  rios:  tilizado principalmente no diagnóstico das vaginoses bacterianas. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses s coleta adequada. Biópsia de Les s. Líquor. ñ ˆu‰ ò óuô ˆ ô ˆ   ˆ ud –u“ ™ †  ‡€† ‘u ’ ˆu‰R—u” ™ ” † u– ™” “ ™ ˆu‰Ý—u” ˆu‰R—u”R–u” – u “ ˆu‰í—€” ˆu‰ CULTURA Coment rios: Utilizada no diagnóstico das infecç es f ngicas em diversos materiais clínicos com identificaç agente causal. -N star em uso de antifungicos. escarro.Secreç o Vaginal. escarro. M todo: Semeadura em meios específicos Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de Les s de Pele. ñ ˆ€‰(d ò ™ ‡ ˆ€‰(‘€‰ u– ˆu‰ý—u‰ óuô “ ˆu‰ óuô ˆ ô ˆu‰Rô” ™” “ ™ ” ˆu‰R—u” ™” ™” Gardnerella. entre 2 o a 8o C. los e unhas: em temperatura ambiente. secreç feridas. Secreç s de Feridas. caso positivo.Descamaç le. Urina 1 o Jato. Unhas. Unhas e Líquidos corpóreos. permite pronta instituiç o t er tica. Os microrganismos O exam podem ser tam m isolado em infecç es uri rias. Conservaç o de envio: Meio de transporte Stuart ou frasco apropriado. uretrais e no sangue. P los. Descamaç Les s de Pele. Urina. prost ticas. . Escarro. Punç Linfonodos. seu pronto e adequado processamento e inoculaç s meios apropriados. punç de linfonodos. líq. tilizado tamb m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. unha. Abcessos. Fezes. PARDINI . Urina 1 o jato. uretral. raspado cutâneo descamativo. Secreç s Uretrais e Vaginais. abscessos: conservar entre 2o e 8o C. Sangue. ñ ” † m† ™ ‘u  ˆu‰ 266 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Biópsia de tecido. o r ido transporte das amostras ao laboratório. corporais. Escarr o. Uretral.Secreç Uretral . P los.Fungos PESQUISA Coment rios: O exame micológico direto tilizado para diagnóstico r ido das micoses e. Líquor n deve ser refrigerado. urina e sangue.Urina 1o Jato. Secreç es de Feridas. Lavado Brônquico. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE . M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Vaginal . M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal. P los.

as amostras devem ser mantidas em temperatura ambiente at seu processamento.0 a 5..Coloraç lo Gram Condi o: Qualquer material de regi suspeita de infecç r microorganismo. Ducreyi Coment  rios: O exam til no diagnóstico do Cancróide (Cancro mole). M todo: Microscopia ao Gram Condi o: Esfregaço de Les . H. Presta informaç es importantes e r idas para o início de terapia dando i ia semi-quantitativa em algumas infecç s e estabelece diagnóstico em muitos casos.Preferencialmente. Mobiluncus. Exemplos: Uretrites gonocócicas. heparina. protegidos da luz.Gram Bacterioscopia Coment  rios: O exame bacteriscópico ao Gram permite um estudo mais acurado das características morfo -tinturais das bact rias e outros elementos (fungos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente. star em uso de antimicrobianos. Vaginose. Informaç es nece r ias: Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta – V rias pesquisas como a de Gardnerella. Conservaç o de envio: As amostras forem enviadas em esfregaç s fixados em lâminas. leucócitos. outros tipos celulares.0 mL de Sangue Total . Cancro mole e infecç s urin rias (gram da gota de urina n o centrifugada). distinguindo as les es de outras lceras clinicamente semelhantes. etc. ñ ”†‡ Pesquisa de Cancro Mole óuô ™ ‡ ô ˆ€‰ ˆu‰R” Hemocultura Automatizada Coment  rios: Diagnóstico de processos infecciosos sist micos. . podem ser solicitadas atrav s do Gram. ñ † u– vv  óuô ˆu‰R–u” ˆu‰ ™”  —† ˆ ™ ”™ ˆu‰R–u‰ ô † ” u‘ €ˆ ‰ ™ ë u ì Ì ™”  ˆu‰ H. Gonococos. Meningites bacterianas.0 mL de Sangue Total Ï Adulto Î 10. Conservaç o de envio: As amostras q forem coletadas nos frascos próprios do equipamento ESP devem ser coletadas em tubos est reis com soluç o anticoagulante (citrato. Fungos. PARDINI 267 . Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. etc). M todo: Microscopia .Preferencialmente. associaç Fuso -Espiralar. ñ óuô ˆ u– ò “ ˆu‰ì” ‘uˆu‰R” ô † u”«‘uˆu‰ ˆu‰Û” ˆ † Instituto de Patologia Clínica H. SPS). Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Í Criança Î 1. n star em uso de antimicrobianos. ducreyi. M todo: Detecç o r ida computadorizada de Microorganismos aeróbios e anaer óbios por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano. pelo achado das formas bacterianas características do H. Ducreyi. Conservaç o de envio: Esfregaço fixado pelo calor. devem obedecer às recomendaç es determinadas para cada tipo de material como se fosse ser processado como cultura. Neisseria. Em ambos casos.

. PARDINI .Client ve estar em uso de medicamentos tópicos. O exame deve ser repetido at semanas para confirmaç .. etc. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s(rosa). quando a colet feita em les s após a eclos s vesículas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. Bratislava. M todo: Inoculaç m monocamadas de Cultura de C lulas Hep 2 Condi o: Fluído da Vesícula da Les . ñ ó u ô ˆu‰R” ™” ô ”R‘uˆu‰R—u” † ˆ ˆu‰ ” † † d† ™” ˆu‰«—ud  m ††  ÿ Identifi s ¢ £¤¥ o de Bact’ ria e Antibiograma Automatizado Coment  rios: Identificaç o a nível d ro e es cie do microrganismo causador da infecç quantitativa (MIC) da sensibilidade aos antimicrobianos. Condi o: Bact ria vi vel isolada enviada em meio de cultura óuô †  ”î’u“u‘€” –† ˆu‰î” determinaç ˆu‰ Leptospirose Coment  rios: Indicado no diagnostico diferencial em pacientes e ou animais onde o ambiente seja potencialmente contaminado por Leptospira (presença de roedores . at horas em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C por at 24 horas. Javanica. animais de corte. c s. Cynopteri. em gelo recicl vel. Bataviae. Tarassov e Wolffii. ñ ˆu” ò ˆ ˆ€‰ ™ ” ˆ † ¨ óuô †ô Continua. Condi o: 1. Autumnalis.Altas concentraç s de anticorpos no soro dos pacientes poder o acarretar resultados falso -negativos (casos raros). 268 Instituto de Patologia Clínica H. Hardjo.). Australis.0 mL de Soro.. nos casos suspeitos. podem ser considerados negativos. Hebdomadis. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. Panama. Castellonis. Pyrogenes.Andamana. . Butembo. Ballum. Gryppotyphosa. . Antígenos utilizados: L. Pomona. Djasiman. cultura Coment  rios: Indicado no diagnóstico de infecç s mucocutâneas . oral e genital . Shermani. Icterohemorrhagiae. Pode ocorrer demora no aumento dos títulos dos anticorpos.JD 4h.Herpesvírus. dependendo da clínica. Celledoni. Copenhageni. Canicola. Patoc. SORO AGLUTI’”“”•– O MICROSCÓPICA M todo: Soro Aglutinaç o microscópica com antígenos vivos Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Títulos igual 1:100.: A sensibilidade do exam muito baixa. Obs.

Continua...LEPTOSPIROSE

PESQUISA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE M todo: Microscopia Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos qu uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica ou Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 30 mL Urina recente - 1,0 mL Líquor. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ copo de a, para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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CULTURA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HO RIZONTE M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos que uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica o u Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 0,5 mL Líquor - 30 mL Urina recente. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ c , para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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Micobact ’ rias, Cultura Automatizada Coment  rios:

Permite a detecç mais r ida de infecç s causadas por micobact rias. M todo: Detecç o r ida computadorizada de micobact rias por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano Condi o: 5,0 a 10,0 mL de Sangue Total heparinizado. Medula óssea – Líquor – Líq. corpóreos – Escarro – Lav. Brônquico, Bronco Alveolar, etc. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Sangue, nunca refrigerar. Demais amostras manter entre 2o a 8o C. As amostras dever ser enviadas em frascos limpos.

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Micológico Direto Coment  rios:

O exame micológico diret tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç terap utica; tilizado tam m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarro, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç o de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

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Mycoplasma, cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Uri rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh antes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical a pacient e estar menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r ido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s . Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1 o Jato de Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Mycoplasma pneumoniae, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico das doenças das vias reas superiores, traqueobronquite, pneumonia atípica. M todo: Isolamento em meio de cultura Condi o: Escarro, Lavado Brônquico, Líq. Pleural e Swab de Nasofaringe. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa), at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Neisseria gonorrhoeae, cultura Coment  rios:

O exam til no diagnóstico de infecç es causadas por Neisseria gonorrhoeae. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Uretral, Endocervical, Vaginal, Retal, Faríngea, Conjuntival, outras (Punç e Articulaç s, Líquor, Sangue, etc.). Laboratórios: Envi conselhado devido a vida curta da Bact ria. Obs.: A Vagina da mulher adulta raramente se infecta, sendo recomendada a coleta no canal Endocervical. - A bact ria n sobrevive na Urina, sendo recomendado a coleta na Uretra. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Meio de Thayer-Martin ou Stuart.

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Pneumocystis Carinii, pesquisa Coment  rios:

Seu ach iagnóstico de Pneumocistose devido ao fato do P. carinii n o se desenvolver em meios de cultivos. M todo: Giemsa - Fast Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Lavado Brônquico, Aspi rado Transtraqueal, Biópsia Pulmonar, Escarro Expectorado. Conservaç o de envio: At ras, refrigerada entre 2o a 8o C.

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RotavírusÐ pesquisa Coment  rios:

Detecç o r pida do rotavírus em fezes, permitindo diagnóstico diferencial com outras gastroente rites aguda, evitando o uso desnecess rio de antibióticos. M todo: Anticorpo Monoclonal Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Realizar a coleta preferencialmente durante os primeiros 3 a 5 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Conservaç o de envio: Enviar imediatamente, mantidas em banho de gelo em frascos que n o contenham conservantes, meios de transportes ou detergentes.

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Streptococcus A (Imunoteste Re pido) Coment  rios:

A detecç r ida de antígenos do Streptococcus pyogenes (grupo A de Lancefield) permite a instituiç precoce do tratamento adequado evitando as graves seqüelas das infecç s por este microrganismo. M todo: Imunoensaio p/detecç Antígeno Streptococcus pyogenes Condi o: Secreç Orofaringe, Nasofaringe e Amigdalas. - Colher preferencialmente antes da administraç tibacterianos pela m , antes do desjejum e da higiene oral. Conservaç o de envio: Swab sem meio de transporte, enviar imediatamente ou sob refrigeraç por at ias.

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Treponema, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Coment rios: Detecç o do Treponema pallidum em les s sifilíticas prim rias ou sec diagnóstico precoce, pois os testes sorológicos se positivam tardiam ente. M todo: Microscopia em Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Condi o: Exsudato da Les o. Conservaç o de envio: Em salina est ril, em temperatura ambiente.

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Trichomonas
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

PESQUISA

Coment rios: Diagnóstico de Tricomoníase. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Uretral, Secreç Vaginal, Secreç o Colo Uterino, 1 o Jato Uri rio. Conservaç o de envio : Conservar em temperatura ambiente e enviar imediatamente.

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CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites o gonocócica, prostatite, irritaç vagina, vulva e períneo, secreç rulenta aquosa , etc. M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Secreç cervical, Secreç Uretral, 1 o Jato Uri rio, Esperma. - O cliente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. -N e estar menstruada, nem fazendo uso de medicaç tópica. Conservaç o de envio: Enviar at ras após coleta em temperatura ambiente.
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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Tuberculost e ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimiotere picos Coment  rios:

Indicado nos casos de tratamento adequado para tuberculose, fal ncia de tratamento, retratamento , pacientes com suspeita de resist cia . M todo: Cultura em meio específico com Drogas Condi o: Cultura positiva para micobact rias no material de: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç o de Abscessos, Punç Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue ou fezes. * Colher amostra de Urina pela ma (1a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Laboratórios: Na amostra de BK cultura positiva pode ser solicitado a inclus ste teste. - Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Cultura positiva para micobact rias ou cepa vi vel em temperatura ambiente.

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Ureaplasma, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Urin rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical e vaginal a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar amostras em meio de transporte específico, fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s (rosa). Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1o Jato Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at ras, em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Vacina Autógena Coment  rios:

As vacinas autó genas s o utilizadas especialmente em casos de furunculose, acne supurada, infecç s recidivantes ou de car ter crônico (amigdalites, faringites, sinusites). N feita a vacina caso o microrganismo isolado seja o Streptococcus pyogenes. M todo: Isolamento e esterilizaç o da bact ria isolada Condi o: Bact ria isolada de infecç s bacterianas de car ter crônico ou recidivante (Acnes, Fur nculos, Amigdalites, Abcessos, etc. Obs.: Vacina contra-indicada se o isolado for um Estreptococo β Hemolítico do grupo A. Conservaç o de envio: Bact ria isolada ou conservar em meio de transporte Stuart.

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Vibrio cholerae, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Vibrio cholerae. M todo: Semeadura em meio específico, seguida de identificaç o e sorotipagem. Condi o: Fezes, Vômitos, Swab Retal. - Colher antes da administraç o de antibióticos. Conservaç o de envio: - In natura, at 2 horas em temperatura ambiente ou at ras refrigerada. - Cary-Blair, at ias entre 2o e 8o C. - Tubos tonada alcalinizada (APA), at ras em temperatura ambiente.

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Yersinia Enterocolítica, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Yersinia enterocolítica. M todo: Semeadura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”.

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Mineralograma Coment  rios:

Avaliar defici cia ou excesso de elementos essenciais com fins nutricionais, a efic cia e controle dos tratamentos de quelaç , níveis endógenos de minerais, oligoelementos, metais tóxicos, no controle e monitorizaç de contaminaç mbiental. M todo: Inductively Coupled Plasma Emission Spectroscopy Condi o: Unha - Cabelo - Sangue. UNHA Coletar 2,0 gramas de unhas, o que equivale a uma colher de sobremesa. Pode-se colher de v rios locais diferentes e juntar o material at conseguir o peso exigido. As unhas n o devem receber nenhum tratamento químico por 1 semana antes da coleta. CABELO As amostras par lise de cabelo que refletem com mais precis atual perfil mineral do organismo s uelas de cabelo mais recente, na regi ca. Uma quantidade de cerca de 2,0 gramas necess rio para a lise (cerca de uma colher de sopa), que dever ser pesado usando-se a balança. O cabelo dever ser cortado o mais próximo do couro cabeludo e limitado aos primeiros 2,5 cm do cabelo. Quando o cabelo tiver sido tratado recentemente com cosm ticos (permanentes, tinturas, descoloraç o, reflexo, etc...) consel vel aguardar cerca de 10 semanas antes de coletar a amostra para an lise. Estes tratamentos podem alterar os níveis de alguns minerais, notadamente o c lcio, mag sio, zinco, cobre, chumbo e níquel, podendo levar a uma interpretaç uivocada dos resultados. O uso los pubianos ou outros los corpóreos par lise de mineral dever ser reservado para aquelas situaç s onde isponibilidade alguma de cabelo na regi cabeça ou ent ra os testes confirmatórios propostos para distinç o entre contamina ç xterna do cabelo, da absorç interna de elementos tóxicos. CABELOS MÉDIOS OU LONGOS Ñ Horizontalmente parta o cabelo para tr s da cabeça e puxe para cima e para fora. Ñ Corte uma tira fina de cabelo próximo do couro cabeludo. Ñ Corte e despreze as pontas desta tira, ficando apenas com 2,5 cm mais próximos do couro cabeludo. Ñ Pese o restante na balança de amostra e repita at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Coloque o cabelo pesado no envelope. CABELOS CURTOS o puder ser cortado como descrito acima, uma tesoura ou uma Ñ Quando o cabelo for muito curto lâmina fina poder ser utilizada para aparar o cabelo at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Pese o cabelo na balança de amostra e coloque no envelope. SANGUE Coletar 6,0 mL de Sangue total (heparina). JO 12h. Enviar o material no tubo de heparina específico para este exame (fornecemos este tubo sem ônus). Favor enviar o questio rio devidamente preenchido. INSTR ÒËÓ ÕES IMPORTANTE: O indivíduo que coletar a amostra dever estar com as m s limpas e secas antes de iniciar o corte e manuseio do cabelo. Tam m, para evitar contaminaç mostra, coloc -la sobre superfícies sujas ou empoeiradas. É muito importante ainda que a tesoura utilizada esteja bastante lim tenha pontos de ferrugem. REALIZADO SOMENTE NAS UNIDADE MATRIZ E BARREIRO.

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ANTIOXIDANTES
Antioxidantes Totais Coment  rios:
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Representa proteç rgânica contra a aç M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,1 a 2,0 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Glutation Peroxidase Coment  rios:

Representa proteç rgânica contra a aç radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 31 a 47 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Superóxido Dismutase Coment  rios:

Representa proteç rgân ica contra a aç o de radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 750 a 1200 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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JO 12h. PARDINI 277 .5 nm/mg apoproteína Condi o: 3.PLASMA: At . .RADICAIS LIVRES LDL Peroxidada Coment  rios: Õ Valores elevados indicam aç o indesej vel dos radicais livres.0 mL de Soro. 353 ñ †• ò H óu† ô uðR‘ † ô †ò ˆ€‰ … ‡ r –uu’ Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar 5. Conservaç o para envio: At 1 semana entre 2o e 8o C. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.8 nmoL/mL Valor de Refer ncia .0 mL de Urina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at 0. ñ óu† ô †ò ˆ LDL-PX  †Rþ ô Malônico Dialdeído Coment  rios: Õ MDA Avalia os danos causados ao organismo porque atua lesando membranas celulares como produto da lipoperoxidaç . M todo: Colorim trico ( cido Tiobarbit rico) Valor de Refer ncia .Urina 24h.URI Ö Ë× IO: At moL/mg de creatinina Condi o: 1. Instruç es de Coleta : Veja Urina 24 horas .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) Urina recente .

278 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Cifras acima dos valores de refer ncia s o verificados em les es renais.Enviar rapidamente ao laboratório. especialmente na glomerulonefrite.000 por 12 hs Condi o: Urina 12h. Conservaç o de envio: Refrigerar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . urina e tecidos. Esta condiç se manifesta clinicamente na primeira infância. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: Ø Piócitos Ù at 1.Manter dieta hídrica habitual. cido Homogentísico  ñ ‰u‘u‡ ‡ u‘ ˆ  u“ ‘ †— ’u“u‘ óuô †ò ‡   ˆu‰ý‘uˆu‰ ‘¡ˆ †iÿ ô ( ” Addis. -N ver ver ingest xcessiva de líquidos durante a coleta da urina.98 mg/g de fezes secas Condi o: Fezes de 24 horas ou C.000.` Coment rios: A alcapt ria ocorre devido à aus cia con ita da enzima cido homogentísi co-oxidase no sangue. contagem Coment  rios: É importante para acompanhar a evoluç s afecç es rena is.000 por 12 hs Ø Hem cias Ù at Ø Cilindros hialinos Ù at . levando a um ac mulo de cido homogentísico no sangue. Portanto a presença nas fezes indica uma perda geral de proteínas pelo intestino. ñ ˆu‰ö—€d ™ “ ˆ ™ óuô  ò †† A@@ ˆu‰R—u”  ¡ d † ˆu‰R” †iÿ ô  Alfa 1 Antitripsina nas fezes Coment  rios: A Alfa 1 Antitripsina nas fezes  ma proteína s rica que difunde em pequena quantidade na luz intestinal. .M. Enviar rapidamente ao laboratório. ñ † † ò † ˆ€@‰ óuô † @ ô Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 279 . M todo: Imuno Difus Radial Valor de Refer ncia: Crianças: at . . L-dopa cido ascórbico.O paciente o deve estar em uso de medicamentos como: aspirina. M todo: Colorim trico (Prova do nitrato de prata amoniacal) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . sendo que mais tarde ocorre depósito de pigmento marrom nos tecidos do corpo podendo provocar artrite. Laboratórios: Enviar 30 mL e informar o volume total.Evitar o contato com o ar. dist rbios hep ticos e cardíacos.72 mg/g de fezes secas Adultos: at .000 por 12hs . sendo relativamente resistente as proteólises intestinais. particularmente na glomerulonefrite e no controle do tratamento.O.

biliverdina. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s substâncias presentes na consti tuiç o do c lculo biliar rande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. As substâncias mais comumente encontradas na formaç o dos c lculos biliares s o: bilirrubia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar. Os de cido rico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricos ria. ‡ “ ˆ€‰Á—ud   †— ñ óuô  ñ u– € ’ †Rþ ô “ ˆ€‰Á—ud †ò  ‡ˆ ˆu‰  ™ ˆu” ‰ ‡ ”R–uu’ ˆu‰Á—€‰  † —u” ˆu‰Ý—u” † ˆuˆu‰ ‰  C e lculo Biliar. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. associados a infecç s por germes desdobradores da ur ia (Proteus. Evitar o contato com o ar. c lcio. PARDINI . 348 e Nefrolitías . s os chamados “c lculo de infecç ”. Os c lculos de oxalato de c lcio s o os mais freqüentemente encontr ados. a cistin ria. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. 347 Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. Pseudomonas e Klebsiella). frasco âmbar. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s s ubstâncias presentes na constituiç c lculo renal grande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. Os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano). colesterol. ferro e fosfato.Bilirrubinas. Os c lculos de cistina s raros. ñ †— óuô  †Rþ ô †ò  ˆ   ˆ † —u”Á’  ˆu‰Ýˆ —u” 280 Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de bilirrubina na urin a primeira indicaç doenças da vesícula biliar.Proteger da luz. cirrose ou †iÿ ô † ‘¡ˆ C e lculo Renal. Veja tamb m: Teste de PAK .Enviar rapidamente ao laboratório. e decorrentes de uma rara condiç autossômica recessiva. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). ñ óuô †ò d† ˆu‰ de hepatopatias como hepatite. Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. .

20 mL/L de Urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. lisina. se n for corrigido.MALTOSÚRIA . Laboratórios: Enviar amostra refrigerada. frutose.GLICOSÚRIA .Urina 12h* ou 24h*. O aumento excessivo de cetona no sangue provoca desequilíbrio eletrolítico. galactose.  ñ † ‡ ‘udّuˆu‰ † ‡ ‡  óuô ò †iÿ ô ‘¡ˆ Cetonúria. Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *Enviar alíquota de 30 mL. ñ u‘ d † ‡ †— ˆ €d m † óuô †ò ˆ u ‰ å ” ˆu‰ †ÿ ô ‘uˆ€‰¹ ‘¡ˆ Cistina. A presença de um destes aç cares demonstra uma desordem do metabolismo do carboidrato. arginina e ornitina afetada (t los renai s incapacitados de reabsorç o) e outra em que apenas a cistina e lisi s sorvidos.LACTOSÚRIA . Manter em local fresco durante a coleta.XILOSÚRIA Coment rios: Normalmente a uri apresenta aç cares em quantidades detect veis. M todo: Colorim trico e Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m io 1a urina da ma ) .Carbohidratos. ‘€‡ ˆ€‰Ù † —u‰ ‡   ˆ u‘ ‡ † d ”u‘u—u“€‘ ˆ € ‰ ñ † ò óuô … ¡ˆ — ‘ † † ‰   ÿ ÿ • ¡ –€u’ †iÿ ô ˆu‰R—u”  d † ëu”Ûd ‡ € m  † ‘€dà‘uˆ€‰ ˆu‰àd€m Instituto de Patologia Clínica H. bem tampada. próprio para a coleta de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 1 . A cromatografia de carbohidratos til para identificar o tipo de carbohidrato presente na urina: xilose. A principal consideraç clínica na cisti ria. glicose. . . t cia a formaç c lculos.*Usar cido Ac tico 8M. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.GALACTOSÚRIA . M todo: Cromatografia em camada delgada de celulose Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). desidrataç . pesquisa Coment  rios: A pesquisa de cetona na uri til no diagnóstico da descompensaç o di tica do diabetes melito. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. maltose e lactose. PARDINI 281 . a cetose e coma. sar conservantes. Cromatografia FRUTOSÚRIA . Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: Cisti ria  m dist rbio de origem heredit ria podendo ocorrer de duas maneiras: a primeir reabsorç s quatro amino cidos cistina.Armazenar em frasco limpo.

causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos.Urina 24h*.Proteger da luz. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservantes).At dias entre 2o e 8o C. . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. ˆu‰Rd † ™ † ‘ ¡ ˆ ˆu‰  Corpos Redutores Fecal Coment  rios: Os aç cares s substâncias redutoras. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô †ò ˆ€‰ ˆu‰ †iÿ ô 282 Instituto de Patologia Clínica H. . Conservaç o de envio: Frasco âmbar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. PARDINI .Coproporfirinas. . Manter sob refrigeraç . As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç es eritrocíticas e hep ticas. Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Proteger a Urina da luz. URINA ñ  “€‘ ò óuô ô †ÿ ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ‡   ˆu‰Rd † ™” ˆu‰ Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfiri as. Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . pesquisa FEZES Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfirias.*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. que quando presentes nas fezes indicam uma mal absorç intestinal (intolerância a carboidratos). Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina em frasco âmb ar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. . . manter sob refrigeraç .

devido ao car ter às vezes transitório das hemat rias microscópicas. -N star usar laxante ou supositório. pesquisa Coment  rios: A an lise da morfologia das hem cias no sedimento uri rio pode indicar se a origem da hemat ria glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos)  lomerular.Recomenda-se colher no laboratório. erros inatos do metabolismo ou les o renal causada pela cristalizaç metabólitos (c lculos).*Urina 24 h. PARDINI 283 . . pesquisa Coment  rios: A identificaç o dos cristais na uri muito importante. indicando tam m a direç conduta m ica.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente.Cuidado par contaminar as fezes. Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . no ato da coleta. ’ u “ u ‘ ˆ ”â‘uˆu‰â–ud ‰u’u“€‘ ‰u óuô ò †iÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Instituto de Patologia Clínica H. . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ˆu‰ † —  ñ ò “ óuô †©š ô ˆ ñ  ë u”R† ‘uˆuë ‰ ‡ ‰‡ Á‘uˆ€‘u‰Á ’ ‘€‡  m† ˆu‰R‡ —u d †  ˆu‰ † Entamoeba histolytica Coment  rios: Ú Ameba histolytica Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de Entamoeba histolytica em amostras de fezes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç o intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. at  e se obtenha uma amostra com mero representativo de hem cias. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . Ter o cuidado de homogeneizar bem a urina antes de separar. com a urina. M todo: Microscopia de contraste de fase Valor de Refer ncia: Aus ncia de Acantócitos e Codócitos.Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C.Cristais com Luz Polarizada.Enviar rapidamente ao laboratório. Condi o: Urina recente (2 a micç matinal . Indivíduos  apresentam n mero significativo de hem cias no sedimento urin rio dever colher nova amostra. pois alguns tipos de cristais (anormais) podem representar dist rbios como doenças do fígado. O ensaio detecta o antígeno de cepas pato icas t icas do organismo. .jato m dio). ñ óuô ˆ ‡ ˆu‰R—u” ò  ‘ud † ˆ † ‘¡ˆ †iÿ ô   Dismorfismo Eritrocit e rio. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. . M todo: Microscopia com Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Ausente. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante).

causando a dist rbios neurológicos irreversíveis com retardamento mental.*Urina 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. por ser um composto de alto peso molecular. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. Enviar rapidamente ao laboratório. .Para crianças.*Urina 12h ou 24h. pesquisa Coment  rios: A presença de fenilalanina na uri resultante da defici cia do metabolismo da mesma devido a aus ncia da enzima fenilalanina hidroxilase. PARDINI . . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . recomenda -se o maior volume possível em Urina 24h. ñ ™” óuô †ò †  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ † ‘¡ˆ †iÿ ô 284 Instituto de Patologia Clínica H. 353 Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina. levando a um ac mulo de fenilalanina na circulaç conseqüentemente no sistema nervoso central.Enviar rapidamente ao laboratório. urin e ria Coment  rios: A presença de frutose na urina indica alteraç s no metabolismo da mesma. A fru tose. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) .Fenilalanina. se localiza principalmente nos tecidos conjuntivos causando s rios danos a estes. ñ “ ‘ud † óuô †ò “€‘ ‡ ‡ €ˆ ‰ ” † ‘¡ˆ †iÿ ô  Frutose.

síndromes ileal e cecal. gua. gordura ou outro elemento. Û 2 torradas com muita manteiga. desvios da flora bacteriana (fermentaç o hidrocarbonada e putrefaç o). Às 08:00 horas da manh . À tarde Û 1 copo de leite com pouco caf . Û Igual ao almoço. hipersecreç iliar. Û 1 ovo frito mal passado. Coleta trazer ao laboratório imediatamente. Jantar cenoura. cujos resultados permitem avaliar no diagnóstico das diferentes síndromes coprológicas: insufici cia g strica. ñ ™” ò d(d€‘u ˆ “€‘  ™” ”€ˆ  ˆu‰Ým ˆ †  ÿ du‘€‰ ‘uˆuˆ ‰R‘u” ˆu‰ †— † † † “R—u”Rmud ˆu‰R”© ˆu‰© †©¨ ô ˆu‰R–u‰ ˆu ‰R—u” ˆ du‘ ¡ ˆR” Instituto de Patologia Clínica H.Enviar rapidamente ao laboratório. .O. M todo: É realizada um lise Macroscópica e Microscópica das Fezes e pesquisas Bioquímicas Valor de Refer ncia: Fornecemos relatório do resultado Dieta: . tomar Û 1 copo de leite com um pouco de caf .Evitar o uso de bebidas gasosas e alcoólicas.Suspender toda medicaç o (principalmente laxantes e supositórios) durante 3 dias ou C.É importante informar a idade. exames químicos e outras. tipo maça. colites e outras alteraç s do trânsito intestinal.Fazer a dieta durante 3 dias.Crianças at s cessitam de dieta. Û No 4o dia colher toda a primeira evacuaç o da m Û Usar recipientes limpos e secos. .M. À noite Û 1 copo de leite com pouco caf . PARDINI 285 . Û Evitar contaminaç sar laxantes para obtenç fezes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. com uma fatia de queijo fresco.Funcional de Fezes Coment  rios: O estudo coprológico. acrescentando macarr Sobremesa Û 1 a 2 bananas cruas. Û arroz Û caldo de feij Û batata cozida (ou pur tata) à vontade. pancr ti ca e biliar. Almoço Û 1 bife m io mal passado. Û 2 torradas com muita manteiga. Û N . . Û 2 torradas com muita manteiga. . r urina. tipo minas ou prato. visa o estudo das funç s digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscópicas.

no ato da coleta. ñ óuô ™” ˆuò ‰ ‘ud †  ‡ ‘uˆ † ˆu— ‰R—u”© ˆu‰ ”u‘ † ‘¡ˆ “ ˆ€‰ †iÿ ô Gi e rdia Coment  rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de gi rdia em amostras de fezes. -N star usar laxante ou supositório. pesquisa Coment  rios: A presença de Glicose na urina depende de sua concentraç sangue. ñ † óuô †ò  ˆ€‰ö‘u‰ dR‘uˆu‰R— m † † ‘¡ˆ ‰ ÿ €– u ’ ô †iÿ  • ¡ 286 Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI .Cuidado par contaminar as fezes. com a urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. .Galactose Coment  rios: O aparecimento de galactose na uri ma condiç g tica na qual o organismo. por defici ncia da enzima galactose-1-fosfato-uridil-transferase. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. síndrome de Fanconi. ñ ˆ óuô ò ‰u’u“€ˆu‘ ‰ ”ý‘uˆ u’ €“ ‘ ‰u  †ÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Glicose urin e ria. provocando outras complicaç s inclusive a morte. .*Urina 12h ou 24h. Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . casos de hiperglicemi ia tica e outras. M todo: Precipitaç com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ) . M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante).Colher após 2 horas de ingest copo de leite.Enviar rapidamente ao laboratório.Usar frasco limpo e próprio para coleta de urina. . O ensaio detecta antígeno de cepas pat icas o pato icas do organismo.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente.Enviar rapidamente ao laboratório. torna-se incapaz de converter a galactose da alimentaç em glicose levando ao seu ac mulo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. doença renal avançada. A pesquisa de glicose na urina muito importante para auxiliar no diagnóstico de patologia s como: diabetes mellitus. . . o permitindo o desenvolvimento da criança. M todo: Colorim trico/Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Laboratórios: *enviar 30 mL de Urina.

Conservar o material sob refrigeraç rante e após a coleta. Pode s er usado no monitorizaç tratamento. distribuindo durante o dia: Ü 03 colheres (sopa) de azeite Ü 02 colheres (sopa) de creme de leite Ü 01 colher (sopa) de manteiga Ü 02 pedaços de queijo prato Idade de 06 a 14 anos Seguir metade da dieta para adultos Idade de 02 a 05 anos Seguir 1/3 da dieta para adultos Idade de 01 a 02 anos Manter a dieta normal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Evitar a contaminaç s fezes com a urina.O. .N fazer uso de laxantes e/ou supositórios. ñ óuô ò “  † † ˆu‰R—u” †©¨ ô ˆu‰ ˆ€‰(—€d Instituto de Patologia Clínica H. .M. .Evitar contaminaç r urina.Gordura Fecal COLORIMÉTRICO – DOSAGEM Coment rios: O aparecimento de gorduras neutras e proteínas igeridas nas fezes em quantidades acima do normal indicativo m sorç intestinal e de m sorç intestinal e de insufici cia pancr tica exócrina.C. .Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Sudam III – Pesquisa em microscopia ótica Valor de Refer ncia: < 5% de gordura fecal Condi o: Fezes recente (à fresco) ou C. . informar peso total e tempo de coleta. . N o usar: Ü Supositório Ü Óleo de rícin o ou outros laxantes Dieta (03 dias): Manter a dieta at encerrar a coleta.Usar recipientes limpos e secos. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1.M. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível pequena alíquota. .Refrigerar durante a coleta. 48h ou 72h . após os 3 dias de dieta ou a crit rio do m ico. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Trazer ao laboratório o mais r ido possível. acrescentando creme de leite e queijo prato.O. PARDINI 287 .0 g/24h Condi o: Fezes de 24h. Adultos e jovens Acrescentar à dieta habitual di ria.Colher todo volume de 24 horas.8 a 6. gordura ou outro elemento.  ñ ô óuô †ò † ùd€m ˆ€‰ ˆu‰R—u‰ å‘uˆud€‰â m — ˆ€‰ ˆ€‰(— “€‘ ”u †  †©¨ ô  u– ˆ u ‰ R – u ‰ u–  € ’   u d † †— PESQUISA Coment rios: O aparecimento de gordura fecal acima do normal indicativo do esteatorr ia devido a mal absorç gorduras ou defici ncia de enzimas pancre ticas.

deve-se a erros no seu metabolismo podendo levar a incapacidade de desenvolvimento. MIF: at semana em temperatura ambiente. ñ ‡ ™”  ˆ€‰(—€” du“u‘ ia e vermes óuô ô †  †©¨  — †R Indican. M todo: Macroscopia . . ñ óuô †ò † ‘¡ˆ †iÿ ô  Identifi s ¢ £¤¥ o de Helmintos e Fragmentos Coment  rios: É til no diagnóstico das diversas infestaç s parasit ri a (identificaç proglotes de T adultos de helmintos). Condi o: Vermes adultos. insufici cia pancr tica. retardo mental. catarata. obstruç ¡ tico.Microscopia Ótica direta e H.Homocistina Coment  rios: O aparecimento de Homocistina na urina. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. como óuô †iÿ ô 288 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal = Traços Condi o: 30. em enterites. pesquisa Coment  rios: O Indic ¡ resultado da decomposiç Triptofano intes tinal. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da manhâ). larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes.*Urina 12h ou 24h.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Recente: At dias entre 2o e 8o C. O Indican tem o nível aumentado quan um aumento da putrefaç o intestinal. comum do ducto biliar ou obstruç biliar intra —u‰ du‘  † ‰ †ò O Indican tam m apresenta aumentado na decomposiç septicemia com formaç o de abcessos. ñ m† ˆ ˆ€‰ù—€‰ ˆ ˆu‰ ”u–u † ˆu‰ “€‘ ”€ ˆu‰ bacterian a da proteína corpórea.J. doença tromboembólica e morte. Conservaç o de envio: Isolado: conservar em salina ou formol at ias. PARDINI . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.P.

Ocorre tamb m pela defici ncia de lactase ou por intolerância sem car cia enzim tica. PARDINI 289 . ñ óuô ò ˆu‰R—u‰R –ud †iÿ ô Lactose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. que s o infecç es causadas por protoz rios do filo Microspora. . Estes microsporídeos se caracterizam por serem oportunistas. ñ óuô †©¨ ô ‰u ˆu‰Rò” ˆ ™ Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô †ò † “ ‡ “u‘  €ˆ ‰ †iÿ ô †— ‘¡ˆ Microsporídeos. M todo: Coloraç microscopia ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (a fresco). M todo: H.Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Lactose na urina pode ocorrer nos ltimos meses da gravidez e durante a lactaç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. .P. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).Isospora Belli Coment  rios: Achados do protozo rio (oocisto) Isospora belli no sedimento fecal esta relacionado com um quadro de imunossupress ciente por se tratar de parasita oportunista. pesquisa Coment  rios: Usado para o diagnóstico complementar das microsporidoses.J. com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco).

ñ óuô †©¨ ô ò † ‘u † ˆu‰R—udR”  du–€“ utica no tratamento da 290 Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. esforço físico intenso. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 ou . doenças musculares atróficas. . M todo: Pesquisa direta por Microscopia Ótica (A lise Qualitativa e Quantitativa) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fragmentos da Mucosa Retal. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . . infarto do mioc rdio e intoxicaç s.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ óuô † † †ò ˆ€‰ “u‘ “€‘ ˆu‰ † ‘¡ˆ †iÿ ô ÿ• ¡ –€u’ Oograma Coment  rios: Útil no diagnóstico da esquistossomose e tamb m na avaliaç fic cia ter mesma. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. ñ óuô †ò ™  ™” †iÿ ô ˆu‰ † ‘¡ˆ Mucopolissacaridoses. convuls es. atrav s do estudo da idade dos ovos encontrados. trauma muscular. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Mioglobina na urina esta relacionado com: coma prolongado.*Urina 12h ou 24h.Mioglobina. Conservaç o de envio: At dias conservado em salina. Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: As mucopolissacaridoses s ¹ m grupo de doenças cong itas resultantes de defici cia na degradaç dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo. PARDINI .O cliente n deve estar fazendo uso de Vitamina C e medicamentos a base de Iodo. podendo levar desde anormalidades na estrutura esquel tica at retardo mental e morte. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

.M todo de Lutz Condi o: Fezes recente (à fresco). . pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. -N ve-se colher material muito liquefeito. . evitando dobras e bolhas de ar. M todo: Concentrado . ñ ‘uˆu‰ óuô ˆ ò ˆu‰ ‡ ô du‘ ¡ ˆRdu‘ ˆu‰ †iÿ — †„ÿ Parasitológico de Fezes PARASITOLÓGICO Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. M todo: Baermann e Moraes Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). pois o Enterobius vermiculares faz postura dos ovos na luz intestinal e sim na regi perianal no período da noite.Enviar rapidamente ao laboratório. . N o usar nenhum medicamento no local.HPJ (Hoffman .Fazer coleta pela m tes do cliente defecar ou tomar banho (n fazer assepsia). Swab: at ias conservado em salina. M todo: Fita Gomada / Pesquisa Direta por Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Swab e Fita Gomada.Pons e Janer) . . Conservaç o de envio: Fita: fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada.Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.. Instituto de Patologia Clínica H.N colher as fezes após ingerir contraste radiológico. At ia em temperatura ambiente. ñ óuô ò ˆu‰R—u” ˆ ô † R— Continua. At dias em temperatura ambiente.Enviar rapidamente ao laboratório.Oxiúrus Coment  rios: Ý Enterobius É a meto dologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose (oxi rus). É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. A intensidade do parasitismo influi mero de formas parasit rias eliminadas. PARDINI 291 . Conservaç o de envio: N o pode refrigerar.  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™”  óuô BAERMANN E MORAES †©¨ ô  ˆu‰ † ‘€ˆu‰ ” ‘u‰«‘u‡ Coment rios: É específico para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da estrongiloidíase. .

O n mero de amostras variado conforme instruç s m icas. Conservaç o de envio: At semana em temperatura ambiente.Continu õuóuô o. pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo . podendo ser em dias consecutivos ou alternados.PARASITOLÓGICO DE FEZES MIF Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. As amostras s o colocadas dentro do mesm o frasco contendo o líquido.C. Þ As fezes devem ser colhidas em urinol ou bi . Fornecemos todos os tipos de frascos. pois o líqui conservante. Coleta da Amostra: Colocar o material no recipiente contendo o conservante líquido fornecido pelo laboratório. fechar bem o frasco para n entornar.I. Iodo e Formol. retirar uma quantidade correspondente a uma colher de caf início.  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™” —u“  óuô † ‘€ˆu‰ ” ‡ ˆu‰ † —  ‰R‘u‡ † KATO KATZ ‡ ô †  ™” †— ˆu‰ ˆu‰ ™ ” ˆ † u— ‰ ˆ —u‰ † † ‡ † Coment rios: O exame parasitológico pela metodologia Kato -katz al m de ser til no diagnóstico das infestaç s parasit rias causadas por alguns helmintos (Ascaris lumbricóides . Evitar contaminaç o com urina. M todo: Kato Katz (Qualitativo e Quantitativo/g de Fezes) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). Þ Urinar no vaso sanit rio antes da coleta do material. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. sendo de grande importância para o acompanhamento do tratamento. . O líquido conservante só tem validade a part ir do dia que se inicia entre 7 a 8 dias. meio e fim da amostra de fezes.  ñ ˆu‰b—€” ˆu‰ † ‡ m† ™” óuô ò †iÿ ô 292 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Concentrado .Enviar rapidamente ao laboratório. de 3 a 5 dias . Ancylostomideos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. N precisa colocar em geladeira. que devem ser previamente bem lavados. Taenia sp. sem qualquer ônus. at obter mero de amostras desejado. Enterobios vermiculares e Strongyloides) fornece tam m a quantificaç sta infestaç por grama de fezes.M todo de Lutz Condi o: Amostras colhidas no M.Pons e Janer) . Þ Uso de laxativos (30g de sulfato de sódio para adultos ou limonada purgativa para crianças).. Colhe-se uma amostra por dia..O.M.HPJ (Hoffman . MIF = Merc rio. Þ Após a coleta. A intensidade d o parasitismo influi no n mero de formas parasit rias eliminadas. PARDINI . somente por solicitaç m ica. soluç s conservantes e fixadoras. Após o t rmino das coletas.F. Trichuris trichura. Schistosoma mansoni.

353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.8 a 7.Enviar rapidamente ao laboratório.Evitar o uso de talco. etc. H merosas causas de leucocit ria com a urocultura habitual negativa: glomerulonefrites exsudativas ou proliferativas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. pós -operatórios de prostatectomia. . M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: At piócitos por campo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).Pentose Coment  rios: A pentos ri uma doença rara e assintom tica devi do a um erro inato do metabolismo o que ocorre principalmente em pessoas da raça judaica. .Manter dieta hídrica habitual. laxantes e supositórios. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. a reaç ser lcalina.. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. indica processo inflamatório das vias uri rias. nefrites t lo-intersticiais.Enviar rapidamente ao laboratório. h cessidade da demonstraç ente infeccioso atrav s de exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura.2 Condi o: Fezes recente. quadros febris na infância. Predominando a fermentaç . o tipo de dieta alimentar e conseqüentemente a quanti cidos de fermentaç a quantidade de bases. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. Para confirmar a presença de processo infeccioso. ñ óuô †ò ‡d†  † ‘¡ˆ pH Fecal Coment  rios: †iÿ ô  O pH indica se a reaç s fezes ci sica. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . ˆu‰«—ud ˆu†‰Á” —udۉÛmu — u d u — € ” Á — u ” Á  ˆu‰ ñ R † ò óuô †iÿ ô  ˆu‰ Rd ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ Piócito s.. . podendo estar localizado desde os glom rulos at uretra e podendo ser de causa infecciosa. PARDINI 293 . tuberculose de vias uri rias. a reaç ser cida e no predomínio do processo de putrefaç . proteger contra a contaminaç com Urina. infecç r clamídia. rejeiç xerto renal. calculose das vias urin rias. .*Urina 24h. ñ †‡ ‡€m † ô † †óuô • ò H ˆu‰f—€”f”u‘  †— † ù‘€” † ˆu‰R–u‰ ‰©‘uˆu‰ ˆ€‰å—u‰Ódu‘u’  á‘ ‘u ‘¡ˆ Continua. Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Colorim trico (Fita) Valor de Refer ncia: 6.Enviar rapidamente ao laboratóri o. pesquisa e contagem URINA Coment rios: Um aumento de leucócitos (piócitos) na urina. . ter o cuidado de homogeneizar bem a urina.

 ñ † óuô ò †  ˆ †©¨ ô Porfirinas.. . causadas por doenças metabólicas ou exposiç o a agentes tóxicos. indica um processo inflamatório da luz intestinal. s chamadas de porfiria e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas ticas.. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Enviar rapidamente ao lab oratório. Laboratórios: Enviar alíquota de 30 mL em frasco âmbar (sensível à luz) ou proteger com papel alumínio ou carbono.PIÓCITOS FEZES Coment rios: O aparecimento de leucócitos (piócitos) nas fezes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Ausente Condi o: Fezes recente (à fresco).Enviar rapidamente. ñ óuô †ò “u‘ †iÿ ô †— ‘¡ˆ 294 Instituto de Patologia Clínica H.Enviar rapidamente ao laboratório. h necessidade da demonstraç o do agente infeccioso atrav s do exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. PARDINI . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .Usar 5 g de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. ˆ ñ óuô “€‘ ò ‘ u ‡ ˆ€‰ †  ˆ ™” ˆu‰»—u‰Á’ ” ¡ ”u–u ™” †iÿ ô  Porfobilinog T nio Coment  rios: O porfobilinog io se encontra aumentado em casos de porfiria aguda intermitente e na porfiria variegata.Continu õuóuô o. As condiç s que resultam no aparecimento de porfiri rias. . Para se confirmar a presença do processo infeccioso. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa Coment  rios: As Porfirinas s o compostos intermedi rios da produç rupo heme.

Informaç es ne rias: .Colher de prefer ncia a 1a urina da ma . no sangue (soro). Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1 a urina da ma ).Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório.Informar se suspeita de gravidez. pesquisa Coment  rios: A presença de proteínas na urina nem sempre significa doença renal.G. dist rbios por imunocomplexo. sugere-se H. .G. reabsorç tubular deficiente. O resultado negativo. exceto em casos em que o HCG esta muito diluído ou em baixa concentraç urina. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . agentes tóxicos. O resultado positivo indica a presenç a de gravidez.Aglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo: N Gr vida Obs.C. ciclo de quantos dias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Contudo. se suspeita de aborto. PARDINI 295 . M todo: Colorim trico . se controle de mola. .Robert Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).Colher após 2 dias de atraso menstrual. uri rio sofre as variaç s da diluiç o ou concentraç rina. indica aus ncia de gravidez. . sua presença exige que sejam feitas outras a lises para determinar se essa proteína representa uma condiç normal ou patológica. M todo: tex . data da ltima menstruaç o.C. doenças renais decorrentes do diabetes mellitus e pr -eclâmpsia. s foram preenchidos os dados necess rios solicitados.O client ve colher a urina após esforço físico. ñ •u “ ”† ˆ  ˆu‰»—u” óuô u‘ ˆ †iÿ ô ò ˆu‰ ˆu‰ ‘u “ ˆu‰R‘ud ˆ ”Á‘uˆu‰ ™” † ­ª vv ‘¡ˆ ¡d ˆ €ˆ ö ˆ u ‰ 4 ‘ € d ˆ ˆ u ‰ ‰ u— ‰  ‘¡ˆ ‡ ˆ Proteínas. Algumas causas patológicas da protein ria s : les a membr ana glomerular. N vendo correlaç o clínica. A interpretaç resultado do(s) exame(s) somente poder ser feita pelo clínico. e especialmente se a coleta o foi assistida. ñ óuô †ò † ‘u ˆ € ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰«— ‘¡ˆ ˆ€‰ ‡ †iÿ ô ”(‘€ˆu‰R—u” †— Instituto de Patologia Clínica H.: O H.Pregnosticon Coment  rios: O test uma prova de aglutinaç o direta de l tex para a detecç Gonatropina Coriônica Humana (HCG) na urina.

ñ óuô ˆuò ‰R” ˆ€‰ ”€‰u’u“u‘ ˆu‰÷—ud ‡ †iÿ ô  ˆ Protoporfirinas. Laboratórios: Enviar alíquota 30 mL. . .Colher de prefer cia as fezes liquefeitas (diarr icas) e porç s contendo muco e sangue. PARDINI . sarcoma ost ico. Ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono.Enviar no m ximo at 30 minutos após a coleta.Proteína de Bence-Jones Coment  rios: O aparecimento da Proteína de Bence Jones na urina.N refrigerar. que s chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. ñ óuô “€‘ ò  ‡ ˆu‰Rd † ˆu‰ ™” †iÿ ô  Protozo e rios. pesquisa SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: Auxílio na triagem das infecç s intestinais causadas por protoz rios e/ou bact rias. ñ óuô ò ™” ‰u † ˆu‰  u“ ‘ † † ™” 296 Instituto de Patologia Clínica H. N o usar conservante. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). se houver. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pode estar relacionado com: Les membrana glomerular. M todo: Precipitaç Turvaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. M todo: Direto a fresco Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. leucemia. Enviar rapidamente ao laboratório. linfoma. macroglobulinemia. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). pesquisa Coment  rios: O aparecimento de protoporfirina nas fezes se deve ao dist rbio das porfirinas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. amiloidoses e mieloma m ltiplo.

cilindros.Enviar rapidamente ao laboratório. eritrócitos.Imunocromatogr fico Valor de Refer ncia: < 0. devem ser examinadas pelo menos 3 amostra de fezes.sangramento gastrointestinal superior: lcer tica. ñ €‘  óuô ˆu‰ † ™” †ô † ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. ‡ dR– † – ™” ’u ˆuˆu‰‰ ¡¡ R m † ‘u” ˆ ˆu‰ Á” ñ ò óuô ‰u‘udRëu” † d ˆ ˆu‰  u ’   u d R — u ‰ ˆ€‰(–€‰  ™” “€‘ ˆu‰  †©¨ ô Sedimentoscopia Coment  rios: A sedimentoscopia uri ria fornece informaç s importantes sobre a presença de leucócitos (piócitos). carcinoma de cólon e diverticulite. parasitas e fungos. M todo: Microscopia Ótica Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).Deve-se evitar a contaminaç c/ vaso sanit rio ou com a urina. ß Tam m n o h feito proz inibiç o da reaç r altas concentraç s de hemoglobina.M.Enviar rapidamente ao laboratório.sangramento intestinal baixo: colite.Sangue Oculto Coment  rios: O teste de sangue oculto nas fezes com resultado positivo. . Bebida alcoólica Medicamentos que podem causar sangramento gastro-intestinal (suspender 2 dias antes ou C.): ß Aspirina ß Fenilbutazona ß Indometacina ß Corticosteróides ß Reserpina Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . .O. Muito importante na triagem das divers as patologias que afetam a funç renal.Nas suspeitas de sangramento. .Manter dieta hídrica habitual. . O uso de anticorpo monoclonal específico para hemoglobina humana trouxe uma grande vantagem na pesquisas de Sangue Oculto nas Fezes: cessidade de dieta especial ß N ß N reaç cruzada com hemoglobina de ou tros animais. bact rias. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. M todo: Anticorpo Monoclonal Anti-Hemoglobina Humana . cristais. . gastrite e câncer strico. permite diagnosticar ulceraç s no trato digestivo: . PARDINI 297 .50 mg Hb/g Fezes = negativo Condi o: Fezes recente. As grandes interfer cias s : Sangramento Menstrual ou de Hemorróidas. varizes esofagianas.

. .Atividade Triptica á > 1:40 Nota: Em crianças com mais de 5 anos e adultos.Tirosina. Condi o: Fezes recente. -N sar laxantes ou supositórios. M todo: É realizada uma an lise física da urina. . Nas anormalidades heredit rias as enzimas metabólicas da tirosi s roduzidas levando a evoluç s graves geralmente fatais com envolviment tico.Ideal colher no laboratório. este exame pode apresentar falso -positivo em virtude da aç flora bacteriana intestinal. Usar frasco limpo e próprio para a coleta de urina. podem evoluir de forma transitória como nos prematuros. † ñ ˆ€‰(—€d “ ˆu‰ ™”   ˆ u ‰ ” R d u ‘ u  óuô † †ô ‘u ud ‘ ¡ ˆ ‡ ˆ 298 Instituto de Patologia Clínica H. star em uso de enzimas digestivas 24 horas antes da coleta. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. acompanhar a efic cia do tratamento e constatar a cura.pesquisa de elementos anormais: corresponde à pesquisa química feita na urina. a lise química qualitativa e quantitativa dos elementos anormais (automaç ) lise do sedimento (Microscopia Ótica). . M todo: Revelaç o da Película Fotogr fica .Enviar rapidamente ao laboratório. cuja investigaç tem interesse no diagnóstico da fibrose pancr tica.Atividade Triptica á > 1:80 â crianças (1 a 5 anos) . sendo causada pela imaturidade das funç s hep ticas e raramente causam les rman ente. .Enviar rapidamente ao laboratório. O exame compreende tr s etapas: . . ‡  ñ óuô †ò ™”  ‰ ¡ ”u–€ ‘udR‘uˆu‰ ˆu‰R–  —u‡ ˆu‰R–u” ™” †iÿ ô †— ‘¡ˆ Tripsina Fecal Coment  rios: A atividade tríptica das fezes um indicador da atividade pancr tica.Prova de Schwachman Valor de Refer ncia: à crianças (at 1 ano) . renal e com aminoaci ria generalizada. pesquisa Coment  rios: Os dist rbios do metabolismo da tirosina devem-se a anormalidades heredit rias ou metabólicas. monitorar o progresso desta patologia. PARDINI .Enviar rapidamente ao laboratório. j a sua aus ci acompanhada freqüentemente da falta da amilase e lípase.Manter dieta hídrica habitual. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). ñ ˆò † ó u ô ˆu‰R—ud ˆu© ‰ †©¨ ô ”u †  ”u î눀u‰ ” “u‘ d † ‘uˆ€‰(” Urina Rotina Coment  rios: O exame de urina rotina muito importante para avaliar a funç renal e infecç s podendo auxiliar no diagnóstico de uma patologia.caracteres gerais: corresponde a avaliaç s propriedades físicas da urina. Condi o: Urina recente (jato m dio 1a Urina m ) ou Urina c/ no mínimo de 4h após ltima micç o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.sedimentoscopia: corresponde ao exame microscópico da urina. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. As anomalias metabólicas adquiridas.

nos dist rbios hemolíticos e na porfiri ria. . Laboratórios: Enviar de 30 mL de Urina em frasco âmbar (sensível a luz) ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. que impede a passagem normal de bilirrubina para o intestino. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . neste caso de uroporfirina.Enviar rapidamente ao laboratório.Urobilinog T nio Coment  rios: O urobili io assim como a Bilirrubina. ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ˆ€‰Á—u” ‘u‡ ‡ ˆ uˆ R ‰R d ud u’ €” ‘ † ™” ™” † ‘¡ˆ  Instituto de Patologia Clínica H. ‘u‰u’u“€‘ ñ óuô †ò ˆ‡ ˆ †  u‘ ‡ ’u“u‘ “ ‘¡ˆ ˆu‰ —ud ” u ‘ † ‘u‰u’u“€‘ †iÿ ô †— Uroporfirinas. s o chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas causadas por doenças metaból icas ou exposiç tes tóxicos. . A aus ncia do urobili io na urina e nas fezes significa obstruç o do ducto biliar. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) .*Usar 5 g urina de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. A s condiç s que resultam no aparecimento de porfiri ria. pesquisa Coment  rios:  roporfirina na urina auxilia no diagnóstico dos dist A detecç rbios das porfirias.Urina 24h*. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. PARDINI 299 . O aumento da concentraç o da urobilino io na urina (> 1 mg/dL) contrado nas hepatopatias. m pigmento biliar resultante da degradaç hemoglobina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico (Ehrlich) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).

PARDINI .300 Instituto de Patologia Clínica H.

O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disponibiliza o TP em 3 perfis: bãåä ico. Rub æ ola IgM e Sífilis IgM podem ser requisitados em qualquer um dos perfis. PARDINI 301 . relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções. Hipotireoidismo cong nito Hipotireoidismo cong nito “ “ 17-OH-Progesterona neonatal Tripsina neonatal Galactose Hiperplasia Adrenal Cong ita Fibrose Cística Galactosemia “u‘ Hemoglobinopatias triagem neo Hemoglobinopatias Atividade da Biotinidase Toxoplasmose IgM neonatal HIV neonatal Sífilis IgM neonatal Ru Defici cia de Biotinidase Toxoplasmose cong nita “u‘ “ Síndrome da imunodefici cia adquirida Sífilis c Ru m†‰ la IgM neonatal m † ‰ ’€“u‘ la con ‰€‘u’u“u‘ “u‘ ita ita Nessa seçç o outros exames nç o realizados no Teste do Pezinho. compondo um perfil individualizado. pode ser realizado pela anã lise de gotas de sangue do neonato. em papel filtro: O Teste do Pezinho. Instituto de Patologia Clínica H.O rastreamento de um grande número de doenças congênitas. HIV. ampliado e plus. Determinaç es A M S P I L C I O A D O P L U S B Condi o detectada Detecta fenilceton ria (PKU) cidos Detecç o de ami r Fenilalanina Cromatografia de ami TSH neonatal T4 neonatal ‘u‰u ˆ ‡ €‘ u‰  ó€ô cidopatias. mas de importância no diagnóstico de erros do metabolismo èéç o descritos. Cada uma das determinações tamb æ m podem ser solicitadas isoladamente. É sugerido que o teste seja realizado entre 3 e 30 dias de vida.

Círculos necess rios: consulte os exames solicitados ˆ • † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰â— “u‘ ˆ dۗu”ېu’ • •  ˆ ˆu‰ ™” ™” ˆu‰ ˆ€‰ 302 Instituto de Patologia Clínica H. Envolver o cart o em papel alumínio e enviar separado dos demais materiais biológicos. deixando o sangue saturar todos as círculos do cart . N o colocar em geladeira ou banho de gelo. cuidadosamente. Encostar o papel de filtro no local da picada. Para aumentar o fluxo sangüíneo no local. de ver ser colhidos novos círculos. pode-se colocar. at vazar no verso. que atendam às especificaç s acima. N eve ser feita massagem no local da punç o para estimular o fluxo sangüíneo. Deixar secar em temperatura ambiente.Orientaçê es para coleta do Teste do pezinho: • No ato da coleta. compress ua quente por 3 minutos antes da punç . deixar o sangue sair naturalmente. No caso de n o estarem nestas condiç s. uma vez que pode haver interfer cia do fluido tecidual. para evitar que se molhe. N secar em estufas ou no sol. PARDINI . evitando solicitaç s de nova coleta ou coleta de sangue em excesso.

88 a 2. A HAC apresenta um amplo espectro de inci cia variando com ficit enzim tico específico.86 mg/dL ì 4 a 6 meses í 1. A qualidade da coleta pode interferir nos resultados. rec m nascidos com baixo peso ao nascer e em crianças com doenças intercorrentes. Inci cia no Brasil: 1:7500 nascidos vivos. gota. O objetivo primordial da triagem tecç forma cl ssica perdedora de sal. a sensibilidade desse teste róxima a 100% com a especificidade maior que 99%.17 OH Progesterona neonatal Coment  rios: Usada para triagem da Hiperplasia Adrenal Cong ita (HAC) no Teste do Pezinho. Para os Americana de Pediatria sugere que o teste deva ser coletado at valores de refer cia abaixo. Cerca de 90 a 95% dos casos de HAC s vidos à defici ncia da enzima 21 -hidroxilase (21-OH).72 mg/dL ì 1 a 3 meses í 1. citrulinemia. Doença de Cushing.10 a 3. . hipoglicemia e na Cor ia de Huntington.65 mg/dL ì 3 a 10 anos í 1. A possibilidade de falso-negativo deve sempre ser considerada devido ao espectro clínico-laboratorial da HAC.2 mL Soro. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio para enviar. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Peso ao nascimento Idade gestacional (semanas) Valor de Refer ncia ≤ 2500 g ≤ 32 ≤ 8260 nanog/dL > 32 at 36 ≤ 4950 nanog/dL > 36 ou desconhecida ≤ 3965 nanog/dL > 2500 g Desconhecida ≤ 990 nanog/dL ≤ 33 ≤ 8260 nanog/dL Entre 34 e 36 ≤ 3300 nanog/dL ≥ 37 ≤ 1320 nanog/dL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. o que acarreta em níveis elevados de 17α-hidroxiprogesterona (17-OHP).82 a 3. defici cia de vitamina B12 e diabetes descompensado. ‘ud † † ñ †  ò † “€‘ “u‘ ˆu‰Ó— ˆ u“ ‘ “€‘ óuô vv  Instituto de Patologia Clínica H. A possibilidade de encontrarmos valores falso-positivos ocorre principalmente em prematuros.08 mg/dL ì 11 a 18 anos í 1. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At ias entre 2o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . histi dinemia.79 mg/dL ì 7 meses a 2 anos í 0.68 mg/dL ì Adultos í 1. sendo mais freqüente em amostras colhidas nas primeiras 24 horas de vida. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Alani um amino cido presente em todas as proteínas. A Academia o dia de vida da criança.79 mg/dL ì Rec m Nascido í 2. Kwashiokor. PARDINI 303 . defici cia de piruvato desidrogenase.HPLC Valor de Refer ncia: ì Prematuros í 2. ˆ u ‰ Á — u ” —€“u‘ “ † d « — € ” ˆu‰«—ud u“ ‘ ò ‰ ö — † “u‘   —u“€‘ † ë 17 OHP neo ñ †– †‰þ † ò óuô †©¨ @ ô —  ˆu‰ Alanina. Sua concentraç iminui na insufici cia renal crônica. defeitos do ciclo da ur ia.89 a 3. septicemia.22 a 2. defici cia de piruvato carboxilase.58 a 3.72 a 4. hiperornitinemia. Sua determinaç o tem utilidade no diagnóstico de erros inatos do metabolismo das proteínas.87 a 5. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar.Colher após 4 o dia de nascimento.89 mg/dL Condi o: 0. Apresenta -se elevado na hiperalaninemia. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

variaç es circadianas de at % (concentraç s s mais altas pela tarde e mais baixas pela manh ). AMINO IDOS MAIS FREQUENTES: FENILALANINA – TIROSINA – METIONINA – VALINA – LEUCINA – ISOLEUCINA Continua. homocisti ria. At ias entre 2o a 8o C. retardo mental Aumento da glicina e ï cido propiônico plasmï ticos e uriñCï rios & ' -cetótica Hiperglicinemia nC Retardo mental Aumento da glicina na urina e plasma Anormalidades do ciclo da ur0 ia Retardo mental. este exame deve ser realizado após 48h de vida. infecç s agudas. envolver em papel alumínio para enviar. glicose. anticonceptivos orais.. Cromatografia quantitativa Coment  rios: É utilizada para confirmaç iagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentraç s amino cidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal. chegando a níveis at z vezes maiores. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. diabetes descompensado e traumatismos. testosterona. Resultados positivos devem ser confirmados pela Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) Quantitativa em soro/urina. 304 Instituto de Patologia Clínica H. hiperargininemia. sulfametoxazol + trimetoprim. PKU. prolina e hidroxiprolina Doença de Hartnup Ataxia. aspartame. hiperglicinemia. retardo mental Aumento de amiñ ' ï cidos neutros na urina Síndrome de Fanconi Acidose e raquitismo Aminoacidî ria. aspirina. Cromatografia qualitativa Coment  rios: É utilizada como triagem de amin cidopatias no Teste do Pezinho. distî rbio psiquiï trico Fenilalanina plasmï tica > 15 mg/dl Fenilalaninemia benigna Assintomï tico Aumento fenilalanina plasmï tica Fenilalaninemia maligna Retardo mental. gravidez. e no controle de tratamento de anim cidopatias. hipermetionemia. hiperornitinemia. Laboratórios: Após secar a gota de sangue. insulina.Amino e¦s idos. Distúrbios Achados clínicos Achados laboratoriais Fenilcetonî ria Clï ssica Retardo mental.. Podem interferir no ensaio: cido ascórbico. acidose metabólica. Condi o: 1 círculo de sangue separados em papel de filtro saturado dos dois lados do papel. neutropenia. doença do Xarope de Bordo. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. valproato. Aumento da homocistina e metionina plasmï tica e Tromboembolismo uriñCï rias CistationiñCî ria Assintomï tico Aumento cistationina uri( ñ ï ria CistiñCî ria Cï lculos uriñ(ï rios Aumento da cistina e amiñ ' ï cidos dibï sicos uriñCï rios Hiperglicinemia cetótica Cetose. Est indicada no estudo de crianças com vômitos recorrentes. retardo mental Aminoacidemia de cadeia ConvulsC Aumento amin' ï cidos ramificados plasmï ticos e ramificada uriñCï rios Homocistiñ(î ria Retardo mental. sugere-se repetir a prova. indometacina. vômitos. hiperlisinemia. histidinemia. Para evitar falsonegativos. Devem ser considerados na interpretaç s resultados: variaç s neonatais transitórias (hipertirosinemia. PARDINI ˆu‰»—u‰  uˆ ‰ì—  ˆ€‰w—u‰ ‘ u ‡ ‡ “ ¦ † ¨@ ™ ” ˆu‰ † ™” † —u” “u‘ u‰  ™” ˆ ™ rys . d efici cias neurológicas. hiperamonemia. Sugere a presença das seguintes amino cidopatias: citrulinemia. distî rbio psiquiï trico Aumento de fenilalanina plasmï tica Tirosinemia hereditï ria Cirrose heð ï tica Aumento tirosina plasmï tica Disfunç& o renal tubular Alcapto( Ocronose e Artrite Aumento ï cido homogentísico uri( ñ î ria ñ ï rio &' Histidinemia Defeito de fala e audiç( Aumento da histidina urinï ria e plasmï tica & ' . interfer ncia da ingesta prot ica nos valores encontrados.  ‰u ‘u‡ ‰u‘€‡ ñ † óuô ò ˆu‰ ™ ‘u‰u ô¡‰ †R þ ÿ †©¨ @ — Amino e¦s idos. hipertirosinemia. convulsò es Aumento da amônia plasmï tica. Como em casos poucos freqüentes pode haver variaç es transitórias do nível de ami cidos. hiperprolinemia. cisti ria-lisin ria). cetose. glicinemia. Aumento de glutamina e citrulina no plasma e urina. letargia. M todo: Cromatografia em papel Valor de Refer ncia: Apenas identificaç . hipervalinemia. GliciñCî ria Assintomï tico Aumento da glicina. progesterona. fosfatî ria. hidroxiprolinemia. no sangue e urina. em casos suspeitos. fenil cet ria.

50 a 1.Veja tamb m: TRIPTOFANO .75 mg/dL 0. PARDINI 305 .Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô 0. ñ ñ Continu –uu’ u– € ’ õuóuô o..37 mg/dL 1.07 mg/dL 1.24 mg/dL 0.03 mg/dL 0.0 a 7.61 mg/dL 0.83 a 3.59 a 2.88 mg/dL 1.0 mg/dL 1.97 a 1.0 mg/dL 7.Nascido (1 dia) ô Adultos ô Metionina: Prematuros 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Valina: Prematuros R.59 mg/dL 0.43 mg/dL 0.0 a 24.2 mL Soro.67 a 3.34 a 1.59 a 0.2 a 3.18 a 0.7 mg/dL 0.37 a 1. Laboratórios : Separar imediatamente após coleta e congelar. HISTIDINA .24 a 0.11 mg/dL 0.43 mg/dL 0.10 mg/dL 0.98 a 2.24 mg/dL 0.AMINO CIDOS. SANGUE Valores de Refer ó Fenilalanina: Prematuros R..03 a 2.04 a 0.9 mg/dL Tirosina: ô Prematuros R.55 mg/dL 0.26 a 0. Instituto de Patologia Clínica H. 313.73 mg/dL 0.45 a 0.60 mg/dL Condi o: 0.25 mg/dL 0.93 a 2.59 a 1.50 a 1. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r €– u ’ . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. 303.16 a 0.35 a 0. óuô Leucina: Prematuros R.10o C. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .33 mg/dL 1..09 a 0..29 mg/dL 0.6 a 3.78 mg/dL 0.31 mg/dL 1.44 mg/dL 0.69 mg/dL 0.50 a 3.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Isoleucina: Prematuros R.5 mg/dL 1.62 a 1.8 a 4.28 mg/dL ó ô ô ô ô ô ô ô 0.48 a 1.8 a 2.Nascido (1 dia) Adultos ò ncia: ô ô ô 2.70 a 2.84 mg/dL 0.94 a 2.28 mg/dL 0. 309 e ALANINA M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC.65 a 3.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó vv  †iÿ @ ô — Continua.71 mg/dL 0.4 mg/dL 0.24 a 0.73 a 2.95 mg/dL 0.23 mg/dL 0.

PARDINI .5 ö < 16.2 a 30.1 a 1.5 Adulto õ Tirosina .0 Adulto õ “ †©š “ †©š “ † “ †©š óuô † Rô — vv   306 Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.9 Adulto õ Leucina ..7 3 a 12 anos ö 4.AMINO CIDOS.0 3 a 12 anos ö 5. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .*Usar 20 mL de Tolueno. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.2 3 a 12 anos ö < 9.6 a 8.4 Adultos ö 12.9 a 2..mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.2 3 a 12 anos ö 7.0 a 55.4 a 3.0 a 7.0 a 24.Continu õuóuô o.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 4.2 3 a 12 anos ö 1. Laboratórios: *Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.0 ö 2.3 Adulto ò Valores de Refer ncia .1 õ Metionina . “ †©š “ †©š ò Valina .8 a 6.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö < 0.0 3 a 12 anos ö 3. Adultos: *Urina 24h.0 a 7.10o C. .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.2 a 1.4 ö 2.0 a 14.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r URINA Valor de Refer ncia – Urina 24 horas: õ Fenilalanina .1 õ Isoleucina .9 ö 3.5 a 11.0 a 11.0 a 17.0 Adulto ö 2.Urina recente (amostra isolada): õ õ Tirosina – nmoL/mg creatinina: Fenilalanina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 1090 a 6780 Prematuros(at semanas) ö 920 a 2280 0 a 1 m s ö 220 a 1650 0a1m s ö 91 a 457 2 a 24 meses ö 333 a 1550 2 a 24 meses ö 175 a 1340 3 a 18 anos ö 122 a 517 3 a 18 anos ö 61 a 314 ö ö Adultos 90 a 290 Adultos 51 a 250 õ õ Metionina – nmoL/mg creatinina: Isoleucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 500 a 1230 Prematuros(at semanas) ö 250 a 640 0 a 1 m s ö 342 a 880 0 a 1 m s ö 125 a 390 2 a 24 meses ö 174 a 1090 2 a 24 meses ö 38 a 342 3 a 18 anos ö 16 a 114 3 a 18 anos ö 10 a 126 ö ö Adultos 38 a 210 Adultos 16 a 180 õ õ Valina – nmoL/mg creatinina: Leucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 180 a 890 Prematuro (at 6 semanas) ö 190 a 790 0 a 1 m s ö 113 a 369 0 a 1 m s ö 78 a 195 2 a 24 meses ö 99 a 316 2 a 24 meses ö 70 a 570 3 a 18 anos ö 58 a 143 3 a 18 anos ö 30 a 500 ö 27 a 260 ö 30 a 150 Adultos Adultos Condi o: Crianças: Urina recente.

M todo: Fluorimetrico modificado Valor de Refer ncia: At mg/dL Condi o: 2 círculos de Sangue (separados) em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Inci cia no Brasil: 1:15. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12. Diagnóstico precoce permite reposiç o oral da biotina. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. Conservaç o para envio: Após a dosagem conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . A hiperfenilalaninemi let ria ao SNC. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. hipoacusia). co -fator biotinidas para atividade de v rias enzimas. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por “imaturidade das enzimas” com subseqüente normalizaç . Resulta de defici ncia da fenilalanina hidroxilase que catalisa a convers a fenilalanina em tirosina. convuls s. Para evitar falso -negativos. PARDINI 307 .000 nascidos. Fenilalanina tamb m pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas.Biotinidase Coment  rios: É utilizado para triagem da defici ncia de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. As formas severas cursam com alteraç s do SNC (ataxia.000. alteraç s de pele e anexos. retard o neuropsicomotor. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. A defici ncia da  m dist rbio autossômico recessivo que leva à pouca disponibilidade de biotina.  —u“u‘ ‰u‘u‡ ˆu‰Ó— †d ñ † †óuHô • ò ô † ˆu‰ “ d † —u” † ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. ñ ”† ‡ ™” “ —u“u™ ‘” “ óuô †ò ˆ ™”  Fenilalanina Coment  rios: ÷ PKU Utilizado para triagem da fenilcet ria (PKU) no teste do pezinho. . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. A PKU mais freqüente das amino cidopatias. o que pode reverter o quadro clínico. este exame deve ser realizado após 48h de vida.Colher após 4 o dia do nascimento. sendo herança autossômica recessiva. Inci cia no Brasil: 1:125. cegueira. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.

As Hemoglobinopatias s um grupo de desordens gen ticas caracterizadas pela produç anormal de cadeias de hemoglobina.000 nascidos. . S o conhecidas. triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do Pezinho. “u‘ † ñ ˆu‰âm ˆ ˆu‰ — ˆ “u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰×—u” † † ˆ€‰ †‰ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ˆu‰ 308 Instituto de Patologia Clínica H.Galactose Total – triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de galactossemia no Teste do Pezinho. As anormalidades da síntese da hemoglobina s ivididas em 3 grupos: 1) produç mol cula anormal (ex: drepanocitose).At 0 dias entre 2o e 8o C. 2) reduç o na quantidade de proteína normal (ex: talassemia). A HbF predomina ao nascimento.at . aproximadamente.HPLC Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina anômala Condi o: 2 círculos de sangue total coletado em cart . At ras entre 2 o e 8o C. Manifesta-se com sinais e sintomas gastro-intestinais. 400 hemoglobinas variantes. coli.  ñ “ “u‘ d† ò † óuô ô †Á þ †¨  ˆ ‡ “u‘ † †@ Hemoglobinopatias.0 mg/dL Condi o: 2 círculos de sangue separados em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Acarreta no ac mulo da galactose no sangue e tecidos. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. Apresentam alta preval cia na populaç rasileira em virtude da miscigenaç racial. retardo mental e susceptibilidade a sepsis por E. Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. icterícia.000 a 1:80. Incid ncia: 1:60. A Galactosemi uma doença autossômica recessiva. O rec m -nascido normal apresenta HbA e Hbfetal. uridina-difosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase. catarata. com seus níveis decrescendo at s 36 meses de idade. causada pela defici cia das enzimas galactose -1-fosfato-uridil-transferase (forma cl ssica). Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestaç o da defici cia. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Rec m Nascido . PARDINI . Conservaç o para envio: . 3) anormalidade de desenvolvimento (ex: persist cia de hemoglobina fetal).At 2 horas em temperatura ambiente.

A histidi m ami cido de importância na síntese das bases p ricas e pirimídicas.64 mg/dL ø 11 a 18 anos ù 0. A pesquisa do HIV com PCR til para se confirmar a infecç m crianças.12 mg/dL ø 4 a 6 meses ø 7 meses a 2 anos ù 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Aumento dos níveis plasm ticos podem ser encontrados na Histidinemia (retardo mental e dist rbio da fala).37 a 1. .66 mg/dL ø Adultos Condi o: 0. tendo em vista que a IgG atravessa barreira placent ria. ˆ ˆ€‰ ò ñ ˆu‰ –u” ˆ  óuô  ˆ “u‘ †‡ † ˆ u ‰ ÷ — u d ˆu‰R” †  Instituto de Patologia Clínica H.99 a 1. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç erro inato do metabolismo das proteínas. PARDINI 309 .50 a 1.82 a 1. Conservaç o para envio: At ias entre 0o e .47 a 1.74 mg/dL ù 0.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. gravidez (aumento de at 50%). No Teste do Pezinho realiza-se a pesquisa de anticorpos para antígeno viral HIV-1 do envelope (ENV GP41). neonatal Coment  rios: Útil para triagem de infecç lo vírus da imunodefici cia humana (HIV) no Teste do Pezinho. É necess rio a complementaç sorologia em caso de HIV neonatal positivo.14 mg/dL ø 1 a 3 meses ù 1.77 mg/dL ù 0. A infecç o pelo HIV por via vertical apresenta evoluç o clínica mais grave que nas outras formas de transmiss .HPLC Valor de Refer ncia: ø Prematuros ù 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congela r.Histidina.10o C.2 mL Soro.32 mg/dL ø 3 a 10 anos ù 0. Nascido (1 dia) ù 0.09 mg/dL ø R. elevaç transitória do neonato e na hemólise.49 a 2.37 a 1. Neonatos de m es HIV positivo podem ser soropositivos at 18 meses.76 a 1. ñ ˆu‰ ˆu‰â—u” ‡ ‡ €‘ d †   ‘u‰u † ò óuô vv  †iÿ @ ô — HIV-1. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

pois esse n o atravessa a barreira placent ria. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. Ressalta-se que 20% dos neonatos infectados roduzem IgM antes de 30 dias de idade. A presença de anticorpos IgM para R la no neonat indicativo de r  ola co ita. na infecç co ita os títulos se mant m ou se elevam com o passar dos meses. A infecç materna pelo vírus da r  la pode gerar aborto ou feto com m formaç es (Síndrome da R la Co ita). . sen til no diagnóstico da sífilis cong nita.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. Entretanto. Deve ser complementada pela sorologia caso positiva ou haja suspeita clínica. A presença de anticorpo IgM para treponema caracteriza uma infecç guda.Rub ’ ola IgM neonatal Coment  rios: Útil para diagnóstico da infecç cong nita pelo vírus da ru la no Teste do Pezinho. Deve ser complementa da pela sorologia caso seja positiva ou haja suspeiç clínica. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Ressalta-se que VDRL e FTA-ABS positivos em rec m-nascidos s o de difícil interpretaç vido possibilidade de transfer cia materna. PARDINI . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. ñ óuô ˆ ˆ u ‰ ˆu‰«d — u ‰ « ‡ † ˆu‰R—u” ò  “€‘ “ ‰«‘uˆu‰«” † ˆ€‰ ‘u’u“u‘ ˆ †  310 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunoensaio enzim tico por captura Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Resultado negativ xclui esta infecç o (sensibilidade de 80%). ñ ‘u’€“u‘ ˆ ò u m † ‰ ˆ€‰ “  €m † ‰ m†‰  óuô  ‰† ™ ‘uˆ€‰(–  ˆu‰ u m ‰ † um † ‘u’u“u‘ Sífilis IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de sífilis no teste do pezinho.

cretinism mico e hipopituitarismo. dist rbios da horm nese. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú < que 10 µUI/mL ú Aceit vel: < 40 µUI/mL com queda r ida em 10 dias Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. síndrome do desconforto respiratório. Os valores normais de TSH neonatal s menores que 10 µUI/ml.0 µg/dL em virtude do TBG materno Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. ‰€‘u‰u’u“ “  ‰ ”€‘u—u“ †«ÿuÿ † u“ ‘ “ ˆ ‡ ñ ™ ˆu‰Û—u‰ ‰»ëu” † ™” óuô  ò † ÿ€ÿ ô ˆu‰  TSH neonatal Coment  rios: Utilizado na triagem do hipotireoidismo c ito (HC) no teste do pezinho. A produç o inadequada do hormônio da tireóide no HC tem v rias causa s: agenesia ou ectopia da tireóide.Colher após o 4 o dia do nascimento. . freqüente no sexo masculino (1 em 5. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG. PARDINI 311 . baixo peso e infecç es intercorrentes.0 a 17. Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . Valores entre 40-100 µUI/ml tam m podem decorrer de outras condiç s: anóxia perinatal. Incid ncia no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos. doença hipertensiva materna e descolamento prematuro de placenta. Elevaç s persistentes s características de hipotireoidismo.0 µg/dL ú Aceit vel û limite superior at .000 nascimentos). Nestes casos os valores tam m se normalizam em 10 dias.T4 neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem do hipotireoidismo cong nito (HC) no Teste do Pezinho. conservar o papel d e filtro por 30 dias entre 2o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . Valores baixos podem decorrer da prematuridade. pr -termo. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú Desej vel û 6. Conservaç o para envio: Após a dosagem.Colher após 4 o dia do nascimento. . icterícia. Aceita-se como normais valores de at µg/dl em virtude de interfer cia da tireoglobulina (TBG) materna. Conservaç o para envio: Após a dosagem.000 a 10. A confirmaç HC deve ser realizada com as determinaç s do T4 livre e do TSH ultra sensível s ricos. Aceita-se como normais valores at 40 µUI/ml com queda r ida em 10 dias. O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal. ñ uˆ ‰ † óuô  ô ò ˆu‰ ‰u‘u’u“u‘ m† m† † ™” u– ™” €– ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H.

O diagnóstico precoce permite intervenç es ter ticas precoces e o aconselhamento ge ti co aos pais. Inci cia: 1:2. localizadas no cromossomo 7. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. 3 trimestre 6065%. Conservaç o para envio: Após a dosagem. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: /mL ý 0 a 30 dias þ at ý alerta þ > que 250 ng/mL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de Filtro saturado nos dois lados do papel. deve ser complementada pelos m todos sorológicos tradicionais. sendo a IgA mais sensível que o IgM no diagnóstico da infecç o con ita. PARDINI . acarretando dist rbio da secreç xócrina (muco espesso). ˆu‰á” ñ óuô ™ d€–u“ ò †iÿ @ • ‘€’ ˆu‰  ™ ‘ † —u“u‘ ˆ€‰à—u‰ † d ”u ‘† ˆ † † ™” ‡ ‡uˆ ‰ “u‘ ô  312 Instituto de Patologia Clínica H. Em m s com infecç a -tratada.000 nascidos -vivos. Caso a triagem da toxoplasmose seja positiva. havendo mais de 150 mutaç s descritas.000 nascidos. 2” trimestre 30-54%. A confirmaç o da doença requer níveis aumentados de cloreto de sódio no suor (iontoforese) e PCR para fibrose cística.Toxoplasmose IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de infecç cong nita pelo Toxoplasma goondi no teste do pezinho. ñ “ ˆ ò † ˆu‰ ˆu‰ “  ˆu‰ † ˆu” óuô  ˆu‰ ’u—ud4‘uˆu‰ —u“u‘ † ˆ ’u“u‘ ˆuˆ€‰‰  Tripsina neonatal Coment  rios: ü Fibrose Cística Triagem neonatal no Teste do Pezinho. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . Inci cia de 1:3. infecç cong nita ocorre na seguinte probabilidade: 1” trimestre 10-25%. A Fibrose Cística ou mucoviscidose.000 a 1:9. Ac mulo de tripsina decorre da obstruç s ductos pancr ticos. A infecç o transplacent ria no início da gestaç mais grave. A transmiss transplacent ria ocorre na infecç materna recente.Rec m nascidos com 3 a 5 dias. Laboratório s: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. A mutaç mais comum em crianças brancas F508. que determinam defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. ma herança autossômica recessiva decorrente de mutaç es ge ticas. .Colher após 4 o dia do nascimento.

pelagra e desnutriç o prot ico -calórica. Conservaç o para envio: At ias entre 0o a . sepse e encefalopatia he tica. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Encontra-se elevado na hipertriptofanemia. Doença de Hartnup.49 mg/dL ÿ Adultos   Condi o: 0.Triptofano. hipotermia. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. PARDINI 313 . Diminui na síndrome carcinóide.30 a 0. enterite regional. ñ ˆ –u óuô † ò ˆ † vv  †iÿ @ ô — Instituto de Patologia Clínica H.2 mL de Soro. pós -operatório.HPLC Valor de Refer ncia: ÿ Prematuros   0.37 mg/dL 0.10o C. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç o de erro inato do metabolismo de proteínas.51 a 1.92 mg/dL ÿ Rec m Nascido   < 1.

314 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total.0 a 70. O n-hexan prontamente absorvido por qualquer via.Urina recente . por m a intoxicaç o comumente ocorre pela inalaç o de seus vapores nas exposiç s ocupacionais ou quan sado como droga de abuso. Mt/Br) Condi o: 50 mL de Urina final jornada de trabalho . Interferentes: A exposiç simultânea ao tolueno inibe consideravelmente a excreç o uri ria da 2. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Informaç es nece rias: Informar se i tico.0 mg/dL ¡ Níveis Tóxicos > que 20.Urina 24h. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel ¡ IBMP: 5.0 mg/dL ¢ Condi o: 5. PARDINI 315 . visando a prevenç o de alteraç es da s do trabalhador. óuô ò ˆu‰ † v— v ud  m † ˆu‰ dum † ô Continua. ñ ˆu‰÷—u”ö—€” u‰ u‘ d † ˆu‰ö—€” ˆ€‰ ˆu‰ SANGUE Valor de Refer ncia: ¡ 0. bradicardia e hipotermia.2. Conservaç o de envio: Congelar. A sua inalaç termina irritaç e bronco espasmo. perda de peso.0 mg/dL (para indivíduos n di ticos e em caso de jejum prolongado).0 mg/dL ¡ Exposiç Ocupacional ¢ < que 10. A acet rapidamente absorvida pelo trato respiratório. dosagem Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níves de acetona no organismo. câimbras nas extremidades dos m sculos inferiores.5 hexanodiona. 1994. calculando -se em torno de 70% a absorç terminada concentraç inalada.3 a 2. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Após o processo de biotransformaç do n-hexano o principal produto excretado na uri a 2. anorexia. .0 mL de Plasma Fluoretado. uma de início e outra do final da jornada de trabalho..5 Hexanodiona Urin e ria Coment  rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o n -hexano.Para avaliaç xposiç cupacional recomenda -se a coleta de duas amostras de urina. ñ du‡€—u” ‘ud † † —u‰ †  ˆ ™ ˆu‰âm ˆ ˆ€‰ùd ‰† ˆ ò óuô ˆu‰ ô ‡† ˆu‰ ™” ˆ ™” ˆu‰R—udR” ˆ€‰(‰  ˆ u‘  Acetona.0 mg/g de creatinina (NR-7. Pode produzir neuropatia perif rica e nas intoxicaç s graves: fraqueza. Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar..5 hexanodiona. ¡ Cetoacidoses ¢ 10. O seu principal efeito tóxico ocorre a nível de sistema nervoso central.

5).Urina 24h. etanol.0 e 4.Usar cido Ac tico 8M(10 mL/L de Urina) ou cido Ac tico concentrado(pH da amostra entre 4.ACETONA.. . clorpropamida. . estrógenos. Laboratórios : Especificar tipo de urina e enviar em Frasco âmbar (sensível à l uz). Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina início ou final de jornada. a partir do 15o dia de exposiç . Interferentes: Barbit ricos. Conservaç o de envio: Congelar. sulfamídicos.5 mg/24h ¥ at . ergotamina. . hor rio inicial e final da coleta. Enviar 50 mL e informar volume total. levando a um aument cido delta aminolevulínico na urina. MT/Br) 10. PARDINI . MT/Br) £ IBMP ¥ Urina 24h: £ Adulto at .N coletar amostras às segundas -feiras.Urina início ou final jornada de trabalho . A aç o nociva do chumbo no organismo precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteraç o na síntese do heme. 1994. diazepam. O Pb inibe a enzim cido delta aminolevulínico desidratase em combinaç com o aumento da Ala -S.0 mL de Urina recente . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Urina isolada: £ at 4.3 mg/dL Ocupacional: > 27. hidantoinatos.0 mg/g de creatinina (NR-7. cloroquina.Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de Urina.5 mg/g de creatinina (NR-7. O congelamento da amostra deve ser evitado.Continu URINA Valor de Refer ncia: £ 0. ò ó u ô ˆu‰ ô õuóuô o. DOSAGEM cido Delta Amino Levulínico ¤ Coment  rios: ` É o indicador de efeito mais utilizado nas exposiç s ao chumbo. ñ †ò † dö ‰R—u‰R ™” ALA-U ˆ ˆ ˆu‰ † óuô ˆu‰ … ‡ ô †R †H•þ † … † ˆu‰ 316 Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/dL £ Exposiç Condi o: 5.9 mg/24h £ Criança ¥ Condi o: 50 mL de Urina recente . . clordiazepóxido.Colher ao final da jornada de trabalho. 1994.. Laboratórios: Especificar tipo de urina.

levando a uma diminuiç na síntese do heme.7 a 34. Interferentes: lcool.0 12. tabaco..5 60.1 a 43.0 a 44. porque os compostos de alumínio n s o os mesmos. Procedimento para Desmineralizaç : Deixar o material (preferencialmente virgem) em imers m soluç cido Nítrico 5 a 10% por 48 horas.0 a 49. Conservaç o de envio: Refrigerar.4 31.. PARDINI 317 . Os valores de refer cia para pacientes em hemodi lise e para trabalhadores expostos devem ser comparados. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor Zeeman) Laboratórios : Informar obrigatoriamente: se est em tratamento com medicamento a base de alumínio (anti cidos).5 a 23. Secar em estufa a ± 60o C (o recipiente de secagem dever ser coberto com papel filtro. Sempre mantenha protegido contra poeiras.0 16. ars ico e c dmio podem inibir a atividade da Ala-D. Enx mínimo 3 vezes em H2O (a melhor qualidade possível).9 45.0 8.8 a 15. Enviar material em tubo pl stico previamente desmineralizado (kit fornecido pelo laboratório). por m de grande uso clínico como anti cido e como agente quelante de fosfato para pacientes em di lise.8 Condiç o: 3. Conservaç o de envio: Refrigerar. se possui história de falha renal crônica. se fa z tratamento de hemodi lise. preso com el stico). Os principais efeitos tóxicos do Al s SNC e no metabolismo oss a.Lembrar que o Alumínio m elemento abundante e precauç s especiais dever o ser tomadas para evitar possível contaminaç o da amostra.0 mL de Sangue Total (Heparina). Laboratórios: Enviar o mais r ido possível em frasco protegido da luz. . O chumbo inibe a aç da enzima.` Coment rios: A atividade da enzima cido delta aminolevulínico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliaç tóxica resultante da exposiç ) nas exposiç s ao chumbo. O Minist rio da S e define como crit rio de avaliaç eo alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 60 U/L Eritrócitos Valor de Refer ncia correlacionado com Chumbo: Chumbo µg/dL ALA-D U/L de Eritrócitos 30.0 21. ñ ‰†  ˆu‰Ó‘u‰  ˆu‰ ˆ ˆu‰R—u” …  d(d€ô ‘u ‰í‘€ˆu‰ ˆ † † ‘uˆu‰ †  ud ‡u—  u“ † ‘ ˆu‰«ë  ˆu‰ ˆ†  u’!u”÷‘u‰ ˆ ™” ™ ”    ˆ€‰ ” ˆ Continua. cido Delta Amino Levulínico Desidratase ¦  ñ †ò ò ˆu‰  ALA-D ˆu‰ ˆu‰ ™” ˆ€‰ … ô ô u– “u‘  Alumínio Coment  rios: O alumíni um element essencial considerado tóxico. Instituto de Patologia Clínica H. N o utilize luvas de l tex para manipular amostras e materiais par lises de elementos em baixas concentraç s.

0 µg/g de creatinina (NR-7.0 mL de Urina recente . “u‘ ™ ” ñ óuô † A@ ò ˆu‰ ‰u’€“u‘ ‘u“d †   ‘€ˆu‰R‰ ˆ u ‰ î ‰ ˆ “€‘ ˆu‰Á—ud»” ˆ€‰Á‰   ˆu‰  ‘uˆu‰ ˆu‰  ô  318 Instituto de Patologia Clínica H.: N colher em local de trabalho. Condi o: 3. ò u’ u“ ‘ ˆu‰ö—u‰  ‡“ ˆ óuô óuô ˆu‰Û—u”Û—  ‡ “ ˆu‰â—u” URINA Valor de Refer ncia: Urina recente: 3. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Expectrofotometria de Absorç o Atômica (gerador de hidretos) Valor de Refer ncia: ¨ at . de 3 de janeiro de 2000) estab elece parâmetros para avaliaç s níveis de alumínio em pacientes portadores de insufici ncia renal crônica: . PARDINI . .0 µg/24 horas Condi o: 3. 353 ò  Ar—¦T nico Coment  rios: O ars ico na uri tilizado como indicador biológico para a avaliaç xposiç cupacional. Obs. Aumentos de 50. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina recente . lavar as m s e a genit lia antes de colher. Valores < 30 µg/L § exames anuais . 1994.0 µg/L Urina 24 horas: < 10. com a exposiç cupacional.0 µg/L em relaç o ao valor basal indicam teste posiitvo.Urina 24h. MT/Br) ¨ IBMP § 50.Durante 3 dias que antecedem o exame. retirar o uniforme.. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. normalmente ocorrem por compostos inorgânicos.0 µg/L § para indivíduos sem história de IRC (Insufici ncia Renal Crônica) Nota: A a cia nacional de vigilância sanit ria (portaria n mero 82.Urina 24 horas. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Continu õuóuô o. enviar 50 mL e informar volume total.0 µg/g de creatinina (NR-7.0 mL de Soro (tubo especial desmineralizado).0 a 10. 1994.Recomenda-se colher o material no final da jornada semanal de trabalho. O ars ico e certos compostos arsenica is s considerados carcin icos. As exposiç s ao ars nico no ambiente de trabalho.ALUM NIO Ÿ SANGUE Valor de Refer ncia: < 10. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. Aparece contaminando v rios elementos (especialmente peixes e crust ceos) e a gua. comer frutos do mar. Valores > 30 µg/L § realizar teste da Desferroxamina (DFO) Teste da Desferroxamina: Infunde-se DFO (5. devendo sempre avaliar as fontes cupacionais e a dieta do trabalhador para melhor correlacionar os níveis urin rios do As.0 mg/kg) durante os 60 ltimos minutos da sess di lise e dosa-se o Al após 48 horas (antes da próxima sess i lise). .

A presença da carboxihemoglobina tam m dificulta a dissociaç oxihemoglobina presente. . fígado e rins.N fumante  at .0 a 5. que o CO estabelece com tomo de ferro da fraç heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina. Acumula-se nos pulm es. MT/Br) © Fumantes (1 a 2 maços/dia) 4. pigmento anormal do sangue. MT/Br) © IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .0% (NR-7.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). 353 Conservaç o de envio : Refrigerar. incapaz de transportar o oxi nio. Conservaç o de envio: Refrigerar. enviar 10 mL e informar volume total. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: © at 2. 1994. Sua aç o tóxica adv m da forte ligaç química por coordenaç . MT/Br) © IBMP para diclomometano e monóxido de carbono .Urina recente . Informaç es nece rios: Informar se fumante. retirar o uniforme. MT/Br) 5. diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxi io aos tecidos. Possui aç carcinog ica. sendo muito lentamente excretado pela urina.: N colher em local de trabalho. O c mio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins. 1994.Espectrofotometria Valor de Refer ncia: © N o Fumante xposto ocupacionalmente  at . † ñ uˆ Á ‰ ud ‰ €ˆ ‰ ’u“ ˆu‰ ˆ ò R ” u‘ uˆ R ‰” vv  † ô €d u’ “ m† ‰Á ’u“u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰Õ—ud óuô ˆu‰ uˆ † ‰  †©¨ Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Informar se fumante. Obs. A les renal leva a dist rbios no metabolismo de c lcio e fósforo.0%  © Fumantes (mais 2 maços/dia) 8.0%  © Sintomas de intoxicaç > 10. Podem ocorrer danos pulmonares.0 µg/g de creatinina (NR-7. 1994.C e dmio Coment  rios: O c mio m agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológic 0 a 30 anos. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0%  © Nível tóxico  > 20.0 a 9. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal.Urina 24h. u— †  ˆu‰ ˆu‰ “€‘ ‡ ñ ˆ ò † óuô ˆu‰ v  v  † ô  u—  d † —u” ™ ˆu‰  Carboxi Hemoglobina Coment  rios: Avalia exposiç monóxido de carbono (CO) e diclorometano (cloreto de metileno).Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. 1994.0% Condi o: 5. PARDINI 319 .5% (NR-7. M todo: Co-Oxímetro .0 µg/g de creatinina (NR-7. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mut nico.

Cobre Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níveis de cobre no organismo.0 µg/dL  Mulher  85. Laboratórios: Enviar 10 mL de urina e informar volume total. etc.0 µg/dL  Homem > 60 anos  80.0 a 170.0 a 80. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 µg/dL   Mulher > 60 anos  118. necros tica. azotemia. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 µg/dL  Gr vidas Condi o: 2.Urina recente: 15.0 mL de Soro. hemorragia intestinal. ñ ò ò ˆ óuô ˆu‰ ˆu‰  ô  320 Instituto de Patologia Clínica H. Recomenda-se acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.0 µg/dL  6 meses a 6 anos 80.0 a 140.: N colher em local de trabalho.0 a 70.0 µg/dL  at   90. vômitos. Pode estar diminuído na doença de Wilson. queimaç i strica e diarr ia. hipotens . ingest e soluç s e alimentos contaminados e exposiç fungicidas que contenham o metal. idade. sistema cardíaco. protei ria. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.0 a 190.0 µg/24h Condi o: 10 mL de Urina recente .0 a 302. retirar o uniforme.0 a 50. PARDINI . Obs. convuls es. q ueimaduras. oli ria.0 µg/dL  Homem 85.0 a 160. lavar as m s e a genit lia antes de colher. A intoxicaç r cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). Caracteriza-se por seas. hemat ria. ˆ€‰à–u” ‘€“‡ ‡ ˆu‰ì— ˆ “u‘ ‘u‡ ™ ” ‘u ” ˆ € ‰ ¡ ”u–u uˆ ˆu⠉ ‰Ru–‘u‰‰ ˆu‰ “ ˆ€‰à”u– ’€ ˆ u ‰ Ý d ’ € ‡ † ™ SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atôm ica (Chama) Valor de Refer ncia: meses 20. ñ †©š ò óuô  ô vv  R’  URIN¶ RIO M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia . Desempenha importante funç metabolismo do ferro. A defici cia do cobre pode causar defeitos na pigmentaç . coma e morte.0 a 190.0 µg/L Valor de Refer ncia . hemoglobi ria.Urina 24h: 2. Informaç es nece rias: Informar sexo. visando detectar a defici ncia ou a intoxicaç lo metal. taquicardia.Urina 24h.0 a 155. vascular e no esqueleto. se paciente est r vida ou em uso de anticoncepcional.0 µg/dL  6 anos a 12 anos   70. Os efeitos tóxicos sist micos incluem: hemólise.

. eczema. Ag.: N colher em local de trabalho. ulceraç s. Bi e Zn.Coletar ao final da jornada de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Obs. .Urina recente . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Laboratórios: Enviar 50 mL de Urina e informar volume total.1994. É irritante e corrosivo para pele e mucosas devido à sua capacidade de desnaturar proteínas cidos nucl icos. A COPRO -U tam m pode estar aumentada em estado febris. principalmente. Nas exposiç s ocupacionais ocorrem dermatites de contato. ñ ”« † ˆu‰ óuô † ò ˆu‰ ô ˆ ™” íd ™” ˆu‰   Instituto de Patologia Clínica H. Retirar o uniforme. rinite e asma brônquica. lavar as m s e genit lia antes de colher. 1994.MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .0 mcg/dl. . ao câncer do trato respiratório. hor rio inicial e final da coleta.Urina 24h. dosagem Coment  rios: O chumbo provoca a inibiç zima coproporfirinog io descarboxilase.0 µg/g creatinina (NR-7. febre reum tica. poliemielite. enviar 10 mL e informar volume total. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia:  Normais  at µg/g de creatinina  Exposiç  at µg/g de creatinina Condi o: 50 mL de Urina recente . M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Usar frasco âmbar. anemia hemolítica e perniciosa. PARDINI 321 . Sua determinaç o deve ser usada para a triagem de casos de intoxicaç inicial.Recomenda-se a coleta ao final da jornada semanal de trabalho. Sb. levando ao aumento da coproporfirina nos eritrócitos e na urina.  ˆ ñ † ò ó u ô ˆu‰ ô m† ˆu‰â—udâ”u‘  uˆ ‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰Rd ††iÿA@†@@ ˆu‰   Cromo Coment  rios: Avalia a exposiç ocupacional ao cromo que est ssociada. fornecendo níveis mais elevados significativamente quando os valores de chumbo no sangue est cima de 70. a partir do 15o dia após o início da exposiç .Urina 24h.Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. É uma alteraç tardia e inespec ífica.0 µg/g creatinina (NR-7. . MT/Br)  IBMP  30. cirrose hep tica e na presença de outros metais como Hg. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Refrigerar.Coproporfirinas.

digestiva e cutânea.0 µg/dL (NR-7. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. MT/Br) 100. PARDINI . ñ m† † ‡ † ò óuô ˆu‰ ô   ˆ ˆu‰R—u”Rduˆ€’u‰( ”€‘ —€”(d€m ˆ€‰(—€‰  ˆ  322 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 10 mL. Ocorre como contaminante ambiental em cons cia de seu largo emprego industrial. Hor rio de colet crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas ltimas 4 semanas. MT/Br)  IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . 1994. 1994.Recomenda-se coletar amostra de final de jornada de trabalho.Urina recente . M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia:  at 40. MT/Br) 60. no sistema nervoso. retirar o uniforme.: N colher em local de trabalho. Acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.Urina 24h. sem afastamento maior que 4 dias. Exerce aç o tóxica na biossíntese do heme.0 mL de Sangue Total (Heparina). . informar volume total. 1994.0 µg/g de creatinina (NR-7. É absorvido pelas vias respiratórias. Tam m muito til após a administraç tes quelantes. no sistema renal e no fígado. lavar as m os e a genit lia antes de colher.0 µg/g de creatinina (NR-7. Obs. Apresenta efeito cumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at 50. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 µg/dL (NR-7. Instruç es de C oleta: Veja Urina 24h p g. 1994. hor rio inicial e final da coleta. MT/Br)  IBMP  Condi o: 5.Chumbo SANGUE Coment rios: É um indicador biológico de exposiç o e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo.  ñ ˆ ”u뀓u‘ ˆ óuô † ò ô ˆ  d©‘uˆu‰ † ‡ URINA Coment rios: É o indicador biológico utilizado na m onitorizaç sorç s compostos orgânicos de chumbo.

Barbit rico s.0 mg/L (NR-7.0 mg/g de creatinina (NR-7. MT/Br) IBMP ! 250. 1978. aumenta excreç Fenol. levando a severa ulceraç o. Atualmente n tilizado devido à proibiç pelo minist rio do trabalho da utilizaç zeno em concentraç superior a 2 ppm. MT/Br) Em caso de acidentes com benzeno: at . M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: at .0 mg/g de creatinina (NR-7. Laboratórios: Especificar tipo de urina. pois nas condiç es propostas.0 mg/L (NR-7. ñ ˆu‰Á—ud ˆ ˆu‰»–u” †d ˆ u ‰ ˆu‰Á— ˆ€‰ † ™” ¡ ‰  ud ’ u €— d ”uuˆ –uR òˆ€‰ ˆ€ˆ€‰‰ óuô ô   Fenol Coment  rios: É um test til para avaliar a exposiç fenol facilmente absorvido atrav s da mucosa.Recomenda-se coletar urina ao final da jornada de trabalho.  Consumo de Etanol aumenta a excreç o do Fenol. .  Ingest o de Medicaç :Fenilsalicilatos. 50 mL de Urina recente . pele e excretado pela urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. cardiovasculares. ticas.  Exposiç s simultâneas a Tolueno e Benzeno diminuem a excreç Fenol. . O limite anterior era de 8 ppm.Urina: Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de urina. Fatores que alteram a excreç fenol:  Dist rbios Gastrointestinais favorecem a degradaç cteriana de Tirosina e Fenol. ”à‡ † Óuï€ëïu” † ‰å– ™ ‘u †  ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰(—€” ˆ ˆ€‰ ™” ñ ˆ€‰(—€” †iÿ @ ò óuô  ˆ€‰àdu‰ ë   u ” † ˆu‰R—u‰Rmu”u‘ “u‘ ˆ ‡ €ˆ ( ‰ €— ‰ †©¨ @ ˆu‰ýmud ˆ ˆu‰ u ˆ © ‰ — ˆu‰ ˆ€‰ † ™  ˆu‰R‘uˆu‰R” ˆu‰â—u‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. a quantidade eliminada encontra-se dentro dos valores de refer cia p/ a populaç xposta (20. Nota: at 4 o fenol uri rio era utilizado como indicador na avaliaç a exposiç recente ao benzeno j rincipal metabólito deste solvente.0 mg/L). A intoxicaç provoca alteraç o digestiva e nervosa. enviar 50 mL de urina e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. trans tornos digestivos e disfunç o do sistema nervoso.0 mg/dL  Intoxicaç Acentuada  101. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. tais como. endócrinas e psíquicas.0 a 100.0 mL de Plasma Fluoretado. 1994. principalmente. A principal via de absorç a oral e a mais importante manifestaç intoxicaç lo etanol depress o sistema nervoso central. É corrosivo.0 mg/dL  Intoxicaç  Grave > que 400. a intoxicaç crônica provoca alteraç s digestivas.0 a 400. aumentam a excreç Fenol.Fenolato de Sódio que s metabolizados a Fenol. sangüíneas. PARDINI 323 .0 mg/dL Condi o: 5. 353 Conservaç o de envio: Congelar o material e enviar rapidamente para an lise. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Valor de Refer ncia:  Intoxicaç Moderada  50. na forma conjugada.Urina início ou final jornada de trabalho. MT/Br) IBMP ! 50. O fenol urin rio deixou de ser o indicador.  Ingest Benzoato de Sódio (usado como conservante de alimentos).Urina final jornada de trabalho . 1994.Urina 24h.Etanol Coment  rios: Avalia o nível de etanol no organismo. 1978.0 a 30. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina recente . pois o Tolueno age como supressor da biotransformaç Benzeno. Laborató rios: Especificar tipo de urina. queimaduras e intoxicaç es crônicas.

M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os inseticidas Organoclorados foram proibidos por lei.Obrigatório colher em frasco de polietilen o. 1994. salivaç o. endo II. dieldrin. PP-DDD. OP-DDD.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). ˆ ñ ˆ u ˆ ‰ ” ˆ –u‘ † ˆu‰Ý—u‰ ˆ ò † ™ ” du‡€— ˆu‰öm † ˆ ˆ ˆ † ˆ€‰ ˆ óuô ˆ€‰ ”©ëud ˆu‰©— ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  324 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ˆu‰Ù—€” ˆ ˆu‰«—€‰ ˆu‰Û—ud  † óuô † ò B ˆu‰ ˆu‰  ô Inseticidas Organoclorados Coment  rios:  ‰(‘€ˆu‰  Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o aos inseticidas organoclorados.Urina: Veja Urina 24h p g. dis ia. enviar 50 mL e informar volume total. endo sulfato. especialmente.Fluoreto Coment  rios: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteobl stica). Em casos positivos. 1994.*Urina 24h.: N colher em local de trabalho. 50 mL de Urina recente . Os sinais de intoxicaç o aguda compreendem: cefal ia. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.5 mg/g de creatinina (NR-7. delta-BCG. Obs. Avalia a relaç o entre a intensidade da exposiç com o efeito nocivo provocado no organismo. altera ç s reflexos profundos e superficiais. S o distribuídos uniformemente pelo organismo. conserv -la em freezer. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Cas seja enviado imediatamente ao laboratório. miurex. anorexia. Condi o: 10. retirar o uniforme. no tecido abdominal. Obs. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Especificar tipo de urina. endo I. endrin. prevalecem os valores citados na NR-7 anterior. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç ntificaç os seguintes organoclorados: heptacloro. tremores e hepatomegalia. MT/Br) " IBMP: 3. M todo: Eletrodo on-Específico Valor de Refer ncia: " at 0. retirar o uniforme. em que o excesso de calcificaç s ossos resulta em fus s juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. Pode produzir irritaç mucosas.: N colher em local de trabalho. metoxicloro. gama-BHC.Recomenda-se coletar no início e ao final da jornada de trabalho. MT/Br) 10. do trato respiratório e gastrointestinal. transpiraç xcessiva. concentrando-se nos tecidos gordurosos. reflexos pupilares lentos. PP-DDE. aorta e rins. n sendo citados valores na atual NR-7. betaBHC. visando a prevenç o de alteraç s da s e do trabalhador. . mal estar geral. OP-DDE. 1994. no c rebro e fígado.0 mg/g creatinina no início da jornada (NR-7.0 mg/g creatinina no final da jornada (NR-7. A ingest o de 10 a 80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. . respiraç o deprimida. lavar as m s e a genit lia antes de colher. alfa-BHC. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Laboratórios: Especificar tipo de urina. após o 4 a dia de trabalho da semana. PARDINI . Instruç es de Coleta .Urina início ou final jornada de trabalho. na tireóide. aldrin. perda de peso. heptacloroepoxi. al m de atuar sobre o SNC e tecido muscular. nos casos crônicos. OP-DDT. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . especialmente. PP-DDT.Urina 24 h .Urina recente .

O manga s concentra-se no c rebro. retirar o uniforme. ossos. Ethion. enviar 10 mL e informar volume total. Obs. M todo: Espectrofotometria de Absorç atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: At . Malation. 50 mL de Urina recente . Paration metílico. PARDINI 325 . lavar as m s e a genit lia antes de colher. O KMnO4 atua destruindo as c lulas das mucosas por aç c stica. Os inseticidas organofosforados o se acumulam no organismo humano. fígado. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os valores citados na NR-7 s referentes a atividade da Acetil Colinesterase. Paration etílico. Elimina -se lentamente pela urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Diazinon. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Urina 24h. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. bile e fezes.: N colher em local de trabalho.Urina início ou final jornada de trabalho.Urina recente . Obs. S o absorvidos pelas vias inalatória.: N colher em local de trabalho. retirar o uniforme. pâncreas e rins. Condi o: 10. Instruç es de Coleta .Urina 24 h .0 µg/L Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . A absorç gastrintestinal est relacionada com o teor de ferro na dieta: indivíduos micos absorvem maior quantidade do metal. oral e cutânea. lavar as m s e a genit lia antes de colher.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). ñ ˆ ò ˆu‰ ˆu‰¿—ud ‡ ˆ€‰ ‡ † ˆu‰©— ˆu‰©du‰ † ˆ ˆ ‘€ˆ ˆu‰ý—u‰ ˆu‰ † †¦š óuô ˆu‰ uˆ å ‰Ó ” ë u ud ‘ uˆ å ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  Mangan T¤— Coment  rios: Indicador biológico para exposiç manga s. ocasionando ac mulo da acetilcolina no sistema nervoso.Urina: Veja Urina 24h p g. ˆu‰zdu‰  ‘u“ ˆ u ‰ du‘u“ ˆ ‘u“  † ñ uˆ ‰ ò óu† ô A@ ˆu‰ ô  ˆu‰ Ç–u” ˆu† ‰ ˆu‰ €’ ud u‘ ˆu“ ‰  Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. A absorç se d las vias respiratória e gastrintestinal. Sabe-se que a inalaç de v apores de man s produz deterioraç o progressiva do SNC. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Provocam a inativaç colinesterase por aç o predominantemente parassimpaticomim tica.Inseticidas Organofosforados Coment  rios: A monitorizaç e exposiç s organofosforados pode ser feita pela determinaç s mesmos inalterados em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas at horas após a exposiç . produzindo intensa excitaç vagal e uma despolarizaç permanente dos m sculos esquel ticos. sendo facilmente degradados e excretados. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç tificaç s seguintes organofosforados: Phorate. enviar 50 mL e informar volume total.

MT/Br) # IBMP: 35.Urina recente .0 mL de HNO36N para cada 100. 1994. coraç o . . enviar 50 mL e informar volume total. ñ ˆu‰ ˆ u ‰ ˆ ‡ ‡ ! ô ˆ † ™ ˆ€” ‰ u“u‘ †‡ ˆ ud u‡ u— ” uˆ ‰ d † SANGUE Valor de Refer ncia: At . retirar o uniforme.: N colher em local de trabalho. Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho.Urina 24h. perda de peso. rins. O risco de mercurialismo em tais trabalhadores se constitui num s rio problema de s ocupacional.0% (NR-7. tremores e etc.0 mL de Sangue Total (Heparina). sendo que seu ac mulo ocorre no SNC. a fenilhidroxilamina.0 µg/g de creatinina (NR-7. ansiedade. 353 † ò óuô u‘ €ˆ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  †  Meta Hemoglobina Coment  rios: A metahemoglobina constitui um indicador de exposiç ilina. Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Especificar tipo de urina. 1994. A intoxicaç crônic caracterizada por vômitos. recomenda-se coletar a amostra 16 horas após o t rmino da exposiç .Mercúrio Coment  rios: O aumento do nível de merc rio no organismo ocorre como conseq cia da exposiç o a vapores ou partículas de merc rio que podem ser encontrados em ambientes de trabalho onde se localiza o referido metal.0 mL de urina. deprime o SNC. 1994. ñ † † ˆ ˆ óuô †ýÿ ò ô †  ˆu‰ýdýdu‘ ™ uˆ ‰  326 Instituto de Patologia Clínica H. pois tamb m indicador de exposiç o a outros amino ou nitrocompostos ou do uso de certos f rmacos. baço e intestino. diarr ias.0% (NR-7. O seu metabólito. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 1994. fígado. MT/Br) Condi o: 5.0 µg/g de creatinina (NR-7. tremores e aumento da excitabilidade do SNC. MT/Br) # IBMP $ 5. após absorv ida.0 µg/dL Condi o: 10. lavar as m s e a genit lia antes de colher.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . A inalaç representa a principal via de absorç . M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Gerador de Hidretos) Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: CO-Oxímetro (Espectrofotometria) Valor# de Refer ncia: at . Adicionar 1. embora n seja específica. Nas exposiç s acidentais ocorrem bronquites erosivas e pneumonites intesticial. Obs.Se for possível coletar urina 24 horas. A anilina produz aç o local no tecido cutâneo e mucosas e. o respons vel em grande parte por suas aç es metahemoglobinizantes. pulm . PARDINI . †óuô  ò URI’¶”p IO Valor de Refer ncia: At .

5 -hexanodiona ). principalmente. Sua excreç inalterada e de seus produtos de biotransformaç (MEC) largamente influenciada por fatores individuais. MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina final de jornada de trabalho . 1994. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Interferentes: A ingest o concomitante de bebidas alcoólicas aumenta ligeiramente a concentraç metanol. A principal aç MEC no organismo humano ress o do sistema nervoso central. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina do final de jornada . ñ ˆu‰ † Ù d † u— u” – ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ R — u d ˆu‰R—u‰ óuô ò ˆu‰ ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ Á — u d ™” ”R‘uˆ€‰(” ô  Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Valor de Refer ncia: Geralmente n encontrado na urina d xpostos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho.Urina recente .Usar 100. MT/Br) % IBMP: 15.0 mg/L (NR-7. É rapidamente absorvida pela via respiratória.0 mg de Fluoreto para cada 100. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. O formaldeído apresenta efeitos danosos seletivos nas c lulas retin ianas. PARDINI 327 .0 mg/L (NR-7. com produç de narcose. Laboratórios: Especificar tipo de urina e informar volume total. 1994. A exposiç cupacional . nessas condiç s. a hepatoxicidade do tetracloreto de carbono e a neurotoxicidade do hexano (inibiç o na biotransformaç metabólito 2. embora possa ocorrer tamb m a absorç cutânea.15 mg/dL % Concentraç s Tóxicas: > que 20. . .Urina recente .0 mL de Urina.0 mg/L (NR-7. óuô ò ˆu‰÷—ud ™ ” ˆ ˆu‰÷”à‰ —€à–u‰ ˆ u ‰ Û ” Û d u m ˆ u ‰ † ˆu‰ du—ud † —u” ˆu‰R‰ ˆ  ‡u‘   † ˆu‰R—u‰ ô ™” URINA Valor de Refer ncia: % at 5. óuô † ò ô  Metiletilcetona Coment  rios: A MEC excretada na urina pode ser utilizada como indicador de avaliaç s exposiç s ocupacionais. A sua toxicidade elev vida à metabolizaç o em cido fórmico e formaldeído.Metanol Coment  rios: É utilizado como indicador biológico na monitorizaç exposiç o a o metanol. A ingest ral de metanol dificilmente pode ser vista como um risco ocupacional. † ñ SANGUE ˆ Valor de Refer ncia: % < que 0. sendo o ico lcool alif tico capaz de produzir uma acentuada acidose metabólica. especialmente. 353 Conservaç o de envio: Enviar material congelado. aos vapores de metanol e.Urina 24 horas.0 mg/dL Condi o: 5.Urina 24 horas. 1994. . Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ela potencializa a toxicidade de outros solventes.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. a introduç sorç s r via respiratória. Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho.0 mL de Plasma Fluoretado. & IBMP: 2.

utilizado na monitorizaç e trabalhadores. após 17 a 39 horas de exposiç o semanal.0 µg/L (NR-7. No organismo. ˆu‰ † ”  ñ † ‘uˆu‰ †H† • þ ò ˆ€‰ óuô † vv    ˆ€‰  u— R ‰  ˆu‰í–  ˆ€‰ —u” ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰R–u‰ d R ‡ u ‘  ô 328 Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Informar se fumante. n seas. *enviar 10 mL e informar volume total. pulso r pido.Urina recente .poder ser biotransformado no fígado a tiocianato pela aç da rodanase.*Urina 24h. atuando a nível celular. A principal aç stes compostos provocada pelo íon cianeto (CN-).Recomenda-se coletar ao final da jornada de trabalho. lavar as m s e a genit lia antes de colher.Deve ser colhido após o 3 o dia da exposiç . MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Se houver opç r um ica amostra. Este metabólito xcretado pela urina e pode ser utilizado como indicador biológico. . ñ ˆu‰öd ˆ u ‰ Û ‘ u d –u‘ † ˆ€‰ý ˆu‰Û—u‰à ‘ du‰ ˆ † –u‘ † ˆu‰ ” — †   óuô †iÿf¨ ò ˆu‰ ô ˆu‰  ˆ  Tiocianato Coment  rios: O cido cianídrico e seus sais s tilizados industrialmente. asfixia. devido à presença cido cianídrico no tabaco. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: ' at . Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 50 mL. tosse. edema agudo e necrose pulmonar. a ia. parada cardíaca. retirar o uniforme. após absorç .Níquel Coment  rios: Indicador biológico de exposiç níquel.Urina recente. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. MT/Br) ' at ' IBMP ( 60. zumbidos. 1978. taquicardia. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor Zeeman) Valor de Refer ncia: . A cianos indício de gravidade. necrose cerebral. É importante notar que indivíduos fumantes apresentam uma concentraç lasm tica de tiocianato mais elevada do que indivíduos fumantes. Outros sinais s hipertermia. . Preconiza -se a coleta de duas amostras. PARDINI . esta dever ser a do final de jornada de trabalho.0 µg/L (NR-7. A principal manifestaç intoxica ç íquel carbonila a dis ia. uma de início e outra de final de jornada de trabalho. mal-estar generalizado. tontura.: N colher em local de trabalho.0 mg/L (N Fumante) Condi o: 50 mL de Urina final de jornada de trabalho . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. câncer pulmonar (casos crônicos). que produz hipóxia. dermatite (casos crônicos). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. colapso. Obs.0 mg/L (Fumante) ' at . Laboratórios: Especificar tipo de urina. 1978. o CN . vômitos.

PARDINI 329 . tricloroetano. sendo que a proporç o ent re as partes eliminadas varia de uma substância para outra..Triclorocompostos Totais e Fraç ¥ es Coment  rios: A avaliaç exposiç s compostos clorados util iza a determinaç s concentraç s de tricloroetano (TCE) cido tricloroac tico (TCA) isolados ou conjuntamente. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (Sensível à luz).0 mL de Sangue Total (Heparina). oral e inalatória. exercendo aç irritante e depressora do sistema nervoso central. ˆu‰ uˆ ì ‰ u— d ”ý uˆ ì ‰ ud ‰ † “ ˆu‰÷dum  ‡ … ˆu‰ì—ud ™” ñ †ò ˆ  ˆˆuu‰‰R dduu‰‰ R ó u ô ˆ u ‰ R d u ‰ ‰R‡ ‰Ç—uˆu”z ‰ ô uˆ R ‰ u— ‰ ˆ  €ˆ « ‰‰ ˆu‰ † † ˆu‰   ˆu‰Ù—ud Zinco Coment  rios: Para avaliar a concentraç corpórea do zinco s ropostos como indicadores biológicos o zinco urin rio e o sanguíneo. como triclorocompostos totais.  “u‘ ™” ò ™” ˆu‰ † † ˆu‰ ! ‰†‰ u“u‘ ˆu‰î– du‡u—u” ¡  ‡ ˆ ˆ ù ” €—  ˆ€‰ –u‰ ™” SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç Atômica (Chama) Valor de Refer ncia . tricloroetileno) s sorvidos tanto por via respiratória quanto pela pele íntegra. Enviar 50 mL de urina. O processo de eliminaç s hidrocarbonetos alif ticos clorados relativamente lento. Interferentes: O consum lcool pode reduzir a excreç rin ria destes produtos devido à inibiç biotransformaç .5 mg/L ) Exposiç 0 Tricloroetano Triclorocompostos totais: 40.7 atual (tetracloroetileno. Informaç es nece rias: Informar idade do paciente. ñ óuô  ô vv  Continua.. Os vapores de zinco ou de seus sais sol veis s o altamente ir ritativos para os pulm s. A absorç o s pelas vias percutânea. Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: NR-7 Portaria no 24 de 29/12/94 Tetracloroetileno 0 cido Tricloroac tico: 3.0 mg/g creat 0 ) Exposiç Condi o: 50 mL de Urina após ltimo dia de jornada semanal. Os tr s hidrocarbonetos alif ticos clorados contemplados pela NR . Intoxicaç s crônicas resultantes de exposiç s ocupacionais ao zinco s co freqüentes. Instituto de Patologia Clínica H. O zinco um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua defici cia pode acarretar s rias conseq cias à s mana.Eritrocit rio: 500 a 900 µg/dL Condi o: 10. O TCE e o TCA s s principais metabólitos encontrados no sangue e na urina.0 mg/g creat ) Exposiç Tricloroet ileno Triclorocompostos totais: 300. A chamada febre do fum efeito mais comumente observado em trabalhadores expostos ao óxido de zinco. podendo ocorrer certo ac mulo destes e de seus metabólitos em caso de exposiç freqüente. Conservaç o de envio: Refrigerar.

lavar as m s e a genit lia antes de colher. Valores elevados de ZPP tamb m podem indicar anemia. enviar 50 mL de e informar volume total. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia m dio: 156.. uˆ Û ‰ u— ‰ † ñ óuô ò † † ‡ † † ˆ ™” ô  “ ˆ 330 Instituto de Patologia Clínica H. retirar o uniforme. a hemessintetase. Conservaç o de envio: Refrigerar. Se a amostr o for enviada imediatamente ao laboratório.: N colher após ejaculaç . forma -se a zinco protoporfirina que liga-se à globina.Urina 24h. com isso o ferro da mol cula de protoporfirina IX substituído pelo zinco dos reticulócitos e conseqüentemente no lugar de se produzir heme.0 mL de urina). A determinaç o do zinco no líquido seminal pode servir para avaliar a evoluç funç secretória da próstata e ainda para salientar d iagnóstico de infecç lândula.0 mL de Sangue Total (Heparina). Laboratórios: Especificar tipo de urina. A diminuiç concentraç o do metal causa de anormalidade do espermograma. M todo: Hematofluorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 80 µmoL/moL HEME Condi o: 5. Recomenda-se coletar urina final de jornada de trabalho. ñ õuóuô o. que pode estar associada a infecç s crônicas ou malígnas. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mL esperma. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. adicionar cido ac tico (1.0 mL para cada 100.Continu URINA M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: 150 a 700 µg/L Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina recente .. PARDINI .ZINCO óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ˆu‰ ˆ u ‰ uˆ ‰   † dý‘uˆ ESPERMA Coment rios: Fatores como motilidade e viabilidade do esperma est iretamente ligados às concentraç s de zinco no mesmo.  ñ ˆ ˆu‰ —€d ˆ óuô ò ñ ˆ ˆ€† ‰(— ˆu‰R—udR’ ˆ€‰«—ud ˆ€‰ ™” ô Zinco Protoporfirina Coment  rios: A elevaç s nívei s de zinco protoporfirina no sangue perif rico constitui um dos efeitos da absorç o do chumbo pelo organismo. Coletar em qualquer hor rio da jornada de trabalho a partir do 3o m s de exposiç o. n colher em local de t rabalho.000 µg/L Condi o: 1. Obs. O chumbo inibe a ltima enzima na biossíntese do heme. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar.

12. 39. 27. Cortisol. 07. 17 OH Pregnenolona. 25. Nefrolitíase 35. Estímulo para TSH com TRH  Provas Funcionais para Pâncreas Endócrino 14. Teste de Pak . 15.Teste de Restriç Hídrica Tolerância r ida a Insulina . 30. teste Homocisteína após estímulo de Metionina Gastrina. 29. PARDINI 331 . 02. Estímulo para Calcitonina com infus 33. 10. teste de tolerância Maltose. 40. 42. 37.DDAVP Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH Estímulo r pido para Cortisol com ACTH .Provas Funcionais da Supra-renal 01. 03. 08. 04. 43. estímulo alimentar e estímulo após glucagon Provas Funcionais para o Diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide C lcio Pentagastrina C lcio e Pentagastrina (simultâneo) Provas de absorç1 o de carboidratos Outros testes ˆu‰© ‘u Instituto de Patologia Clínica H. teste Lactose. 23. 05. Tolerância a Glico se Diabetes Insipidus . 28.Sobrecarga oral com C lcio 36.Sustacal Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose Tolerância à Glicose Endovenosa “€‘ u– €ˆ ‰ Provas Funcionais para Hipófise Anterior Estímulo para HGH Estímulo para HGH com Dexametasona Supress o para HGH com Glicose Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Estímulo para Prolactina com TRH Megateste Supress o para Prolactina após L -Dopa Geraç IGF -1 Estímulo para LH e FSH com LH-RH ˆ ˆ † uˆ ‰Rˆ —u” ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆu‰R—u”  Provas Funcionais Metabólicas da Nefrolitíase  31. teste de tolerância Sacarose. testes confirmatórios  ˆˆ ˆˆ ˆu‰ Provas Funcionais da Tireóide 13. teste de tolerância Estímulo para Testosterona com HCG Acidificaç ri ria. 09. 22. 17. DHEA. Composto S. 21. 20.Cortrosina Estímulo com ACTH para: Androstenediona. 16. 11. Progesterona Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Estímulo com CRH/CRF pós supress com dexametasona Estímulo para ACTH com CRH/CRF Supress o do Captopril Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress o com Dexametasona Supress o com Dexametasona em crianças Aldosteronismo Prim rio. 26. 19. Estímulo para Calcitonina com infus 32. 17 OH Progesterona. Estímulo para Calcitonina com infus 34.KITT Diagnóstico de diabetes gestacional Estímulo do Peptídeo C . Estímulo para ACTH com Desmopressina . 24. 06. 38. D-Xilose. 41. 18.

em seguida. Estímulo r4 pido para Cortisol com ACTH 2 Cortrosina Material: 1. Estímulo para ACTH com Desmopressina 2 DDAVP Material: 2. Cushing: Resposta acima de 50% do basal para Cortisol e ACTH. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). 60 e 90 minutos após a hipoglicemia. doença cerebrovascular. 30. ñ ˆô † du‘ ¡ ˆÁ” ˆ€‰ óuô 332 Instituto de Patologia Clínica H. Cuidado com hipoglicemia durante o teste. 15.5 mL de Soro. Obs. N o apresenta efeitos colaterais. O material deve ser coletado e transportado em tubo pl stico e congelado imediatamente. 3 ACTH após Hipoglicemia aumenta 2 vezes ou mais.  ˆ ñ “ ˆ óuô ˆ  “€‘ 03. 45 e 60 minutos após a admini straç o de 10 ug de DDAVP endovenoso. Cuidados: Contra indicado para pacientes convulsivos. Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. N o realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. ˆ ˆu‰å—€‰ ñ óuô  02. idosos e com sintomas de insufici cia adrenal. Teste de estímulo prolongado: hoje pouco usado. Preparo do Paciente: Colher amostras 15’ antes da administraç DDAVP e colher amostras basal (0).05 U/kg). Amostras s o colhidas 30. O ACTH deve ser colhido somente entre 08:00 e 10:00 horas. colher amostras de soro 30’ e 60’ após a injeç . ter sempre glicose hipertônica pa ra aplicaç o EV se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Crit rio de interpreta o: 3 CORTISOL após Hipoglicemia deve ser ≥ 16 µg/dL. Preparo do Paciente: Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da m . cardiopatas. Aplicaç o clínica: (-) 20 kg = 1/2 ampola (+) 20 kg = 1 ampola Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL.0 mL de Soro. 3 D.: • Pode ser feito o teste apenas com o Cortisol.1 U de insulina simples/kg de peso (quando h forte suspeita de defici ncia aplicar 0. A centrífuga tem que ser refrigerada.0 mL de Plasma (EDTA) + Soro. • Colher glicemia em todos os tempos e na hipoglicemia. Hipoglicemia com Insulina para dosagem Cortisol e/ou ACTH Material: 1.PROVAS FUNCIONAIS DA SUPRA-RENAL 01. PARDINI . Crit rio de Interpreta o: 3 Normais: só 10% responde acima de 50% do basal.

ñ d† du‘ ¡ ˆ óuô ‰Û‡  ˆ du‘ ¡ ˆ÷—u‰ Cuttler GB The Endocrinologist. 17 OH Progesterona. supl 1:25 1997 Instituto de Patologia Clínica H. Estímulo com ACTH para: Androstenediona. quando os níveis de Cortisol atingirem valores acima de 1. 17 OH Pregnenolona. Certos adenomas se comportam com hiperplasia.Colher sangue basal para Renina e Aldosterona e 120’ após 40 mg – Oral de Furosemida. Progesterona Material: 1.5 mL de Soro. Para este teste n o precisa interromper tratamento da hiperten o.17 OH Progesterona 60’ após ACTH: 5 Normais: < 200 ng/dL 5 Zona Cinza: 200 a 450 ng/dL 5 Heterozigotos: 450 a 1500 ng/dL 5 Formas o Cl ssicas: 1500 a 12000 ng/dL 5 Formas Cl ssicas: > 12000 ng/dL Resposta dos demais esteróides veja nosso informativo HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA. em geral acima de 100.5 ng/mL/h Hiperaldosteronismo Prim rio (HAP) ou outros hipermineralocorticismos.4 mcg/dL indicam Cushing ectópico. iniciando às 12:00 horas do primeiro dia e terminando às 06:00 horas da m dia seguinte (8 comprimidos equivale a 2 mg/dia = LIDDLE I). supl 1:25 1997. Preparo do Paciente: Supress o com DXM 6 administrar ao paciente 1 comprimido de 0.5 ng/m/l/h . colher amostras de soro 30 (cortisol ou Composto S). quando se aciona o sistema renina-angiotensina com diur ticos ou espirolactona chamado “Adenoma responsivo a angiotensina”. Obs.0 mg/dL Relaç o Aldosterona/Renina 6 20 a 30 No Hiperaldosteronismo prim rio. Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da ma .: O teste pode ser feito com qualquer dos hormônios acima. Abaixo de 1. Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. DHEA.normal. seguido de 2 horas em p com deambulaç o. Interpreta o: 5 Renina se eleva para 1. A Relaç Aldosterona/Renina se eleva acima de 40. na maioria dos pacientes resposta normal da Aldosterona.04. Teste Postural Potencializado pela Furosemida (8) . nas seguintes dosagens: Adultos 6 100 mcg / Crianças 6 1 mcg/kg peso corporal. Só interromper beta bloqueadores. o mais característic discreta ou o resposta da Renina ao estímulo. Resposta . 60 e 120 minutos (opcional) após a injeç . Após 2 horas da tomada d ltimo comprimido de Dexametasona (08:00 horas da m ). The Endocrinologist.4 mcg/dL. Estímulo com CRH/CRF pós supress1 o com Dexametasona Material: Cortisol 6 1. de 6 em 6 horas durante 2 dias. Dose: comprimido 40 mg = 1 comprimido .Atividade Renina Plasm tica (PRA) maior do 1. Colher entre 08:00 e 09:00 horas.0 a 50. Preparo do Paciente: JD 4h. Cortisol. em seguida. Composto S. † ó€ô ˆ   ô ˆ v ô uˆ ‰ ‰ † d ˆ €‘ ˆ ¡  06. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). ñ ˆu‰Rdu– ‘uˆu‰© † óuô ˆu‰ ‘ ¡ ˆR” ˆ  ‘uˆ   † 05. em relaç o aos outros esteróides o valor m ximo de resposta ltrapassa 2 a 3 vezes o valor basal. Estímulo com CRH 6 JO 8h. -N resenta efeitos colaterais. PARDINI 333 . colher amostras nos tempos: 0 (basal) e 15 minutos após administraç o endovenosa de CRH. os valores abaixo de 1.7 a 8.0 mL de Soro.5 ng/mL/h 5 Aldosterona se eleva para 13. Crit rio de Interpreta o: A prov considerada positiva para Síndrome de Cushing (hipofis rio). Fingling JW.5 mg de Dexametasona.

M.Hormônio Liberador da Corticotrofina Fazer entre 08:00 e 09:00 horas da m Preparo do Paciente: . 7 Pseudo Cushi ud ‘ ¡ ˆ ñ Cutler.relaç Aldosterona/Renina > 50 7 Aldosteronismo prim rio . infundir soro fisiológico. The Endocrinologist 1997. . .Se no final do teste o paciente estiver hipotenso ou muito sonolento. .JO 8h.Injetar CRH (l microg/kg) EV . 5 minutos antes da injeç CRH. por m pode haver discreta resposta do 7 Cushing Adrenal (ACTH independente) ACTH que o ultrapassa a 5 pg/mL. 8 Tirar toda medicaç ipertensiva 2 semanas antes do teste – C. Supress1 o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Preparo do Paciente: . 2 horas depois. J Clin Endocrinol Metab 1993.senta no mínimo 10 minutos): > 12.Dosar catecolaminas plasm ticas basais e após supress .9 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona 8 ˆu‰ ¡ ñ ˆt‰ † ˆ€‰(‘u”d  ˆ  ‰ u – u uˆ ‰ d€‘ ¡ ˆ óuô † ˆu‰ uˆ ‰ ˆ —€‰ ¡    09. edited by DeGroot LJ. Crit rio de Interpreta o: Normal – reduç s níveis em 50% ou mais em relaç basal. Oldfield EH. ˆu‰  ˆu‰ ñ ‰(‡ ˆu‰Róu—uô ‰ ˆu‰R—u”Rë€d ˆu‰Rdu‰ “ 334 Instituto de Patologia Clínica H.GB Jr.Colher Sangue basal p/ ACTH (10 mL). In Endocrinology.relaç tico = Hipertens o arterial essencial 7 Aldosteronismo idi A relaç Aldosterona/Renina pode ser feita com valores basais 8 (9 a 10 horas da m . Cutler GB Jr: Cushing’s syndrome.O. . aos 15 e 30 minutos.: A simplified morning ovine corticotropin-releasing hormone stimulation test for differential diagnosis of adrenocorticotropin-dependent Cushing’s syndrome.PA.07. colher novamente Sangue para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). Estímulo para ACTH com CRH/CRF CRH . > 35% indica doença de Cushing em 90% dos casos. Manter o paciente deitado durante todo teste e 1 hora após. PARDINI . uso anti -hipertensivos. o responde ao CRH. et al. Supress1 o do Captopril Colher Sangue basal para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro).A press sistólica deve estar acima de 100 mm Hg antes de tomar o comprimido. responder ao CRH. .Realizar somente em adultos.6 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona/Renina 8 > 8. mas responde à supress com DXM baixa dose.Repouso antes de colher o basal. 7 Aumento 8 timo e pâncreas. 8 Dose: 1 comprimido = 25 mg Condiç es: JD 4h ou C. Crit rio de Interpreta o: O resultad expresso em relaç sal. frio. Wesley R. verificar press rterial. .M.Philadelphia. em geral no pulm ectópicos s o responsivos.3 mg) de Clonidina via oral (pacientes com aproximadamente 70 kg). N cess rio dieta pr via. 7:10S-16S Nieman L. . Crit rio de Interpreta o: Aldosterona plasm tica 8 < 15 ng/dL Aldosterona/Renina < 50 7 Hipertens o arterial essencial . apenas 7% s o irresponsivos. 77:1308-12. respond e ao CRH.Tomar 300 mcg (0. ‰ † óuô ˆu‰Rdu‰Rmud ˆu‰ ˆ ‘uˆ u‘ ˆ ‘u’R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ˆu‰R—u” † ‘uˆu‰ ˆ ˆu‰ 08. WB Saunders Company. Nieman LK. logo após tomar 1 comprimido 25 8 mg de Captopril (Capoten). Raros casos de 7 Cushing Ectópico.O.Colher Sangue para ACTH (10 mL). deixar dormir mais um pouco e os cuidados que se deve tomar com a sonol ncia). 1 hora de repouso. 1995. tomar as mesmas condutas que se toma no teste da clonidina em crianças (sal debaixo da língua. Muit til para afastar aç lquer tipo de stress.

durante 2 dias (4 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 8 comprimidos). . du‘ ˆ ¡ TESTE C/ 2 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS.3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 hrs da manh . 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. Supress1 o com Dexametasona TESTE R¶ PIDO C/ 1 mg de DEXAMETASONA ¡ . 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). Preparo do Paciente: BASAL . segundo LIDDLE). para Cortisol e/ou ACHT.Tomar 8 mg de Dexametasona VO. 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. . . . A CORTISOL queda de 60% do valor basal ou < 5 µg/dL A ñ ª vv ô du‘ ¡ ˆ … du‘ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas.10. 12:00. A Às 23:00 horas .Colher Urina 24 hs basal p/ 17 OH. p/ Cortisol e/ou ACHT basal. p/ Cortisol e/ou ACHT. começando às 6:00. SUPRESS@ O . 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. Trazer a urina 24 horas. LIDDLE I ˆ ˆ ‘uˆu‰ ‡ dö‡ †‰ ˆ  TESTE C/ 8 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS. 18:00 e a ltima tomada às 2 4:00 (ou começando às 12:00. para Cortisol e/ou ACTH. para Cortisol e/ou ACHT.3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 horas da manh . . A Crit rios para Supr o 17 KS < 7 mg/24 horas A 17 OH < 4. 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas.1o dia: Tomar 1 comprimido de 0.Às 23:00 horas . . SUPRESS@ O . segundo LIDDLE). 18:00 e lt ima tomada às 24:00 (ou começando às 12:00.5 mg/24 horas A CORTISOL LIVRE URIN RIO A queda de 50% do valor basal ACTH queda de 50% do valor basal. LIDDLE II d€‘ ¡ ˆ ‡ ‘uˆu‰ ‡ TESTE R¶ PIDO C/ 8 mg DE DEXAMETASONA † ‰ˆ  Preparo do Paciente Colher sangue entre 7 e 9 h da m .2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. p/Cortisol e/ou ACHT. 18:00.Tomar 1 mg de Dexametasona VO.Colher sangue entre 7 e 9 h da m . 17 OH e/ou Cortisol Livre.Colher Urina 24 h basal p/ 17 OH. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). p/ Cortisol e/ou ACHT basal. A Dia seguinte . 17 OH e/ou Cortisol Livre.Dia seguinte: Colher sangue entre 7 e 9 h da man . começando às 6:00. . durante 2 dias (16 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 32 comprimidos).Colher sangue entre 7 e 9 h da m . Trazer a Urina 24 h. Preparo do Paciente: BASAL . . 12:00. PARDINI 335 .Colher sangue entre 7 e 9 h da m . 18:00. p/ Cortisol e/ou ACHT.2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH.Colher sangue entre 7 e 9 h da manh .1o dia: Tomar 4 comprimidos de 0.

1 miligramas a cada 6 horas com suplementaç rigatória de sódio 20 a 30 milimol 3 veze s ao dia por 4 dias. Primeiro faz-se a laparoscopia. Colhe-se o sangue perif rico simultaneamente e o sangue de cada veia adrenal para aldosterona e cortisol. a aldosterona plasm tica cair ixo de 6 nanog/dL. 4 gramas por dia. Supress1 o com Dexametasona em Crianças Dose Baixa (equivale a 2 mg) → 30 mcg/kg/dia Dose Alta (equivale a 8 mg) → 120 mcg/kg/dia Calcular a dose total. Normais. ou seja. No 3 o dia colher Urina 24 horas e verificar se o Sódio urin rio esta maior do que 200 milimoL/24 horas o que confirma a alta ingest Sódio. Acima de 13 microgramas indica aldosteronismo prim rio. A relaç Aldosterona/Cortisol calculada de cada lado e comparada. após 2 a 3 litros de soro fisiológico. Dosa-se Aldosterona e cortisol plasm ticos no início e no fim da infus o.15 mcg/kg às 23:00 horas. fracionar de 6 em 6 horas por 2 dias.Acompanhamento m ico rigoroso .  ˆu‰R—u” NEJM 1994. ou seja. dividir em 4 tomadas. Importante: Este test muito perigoso porque pode produzir severa hipocalemia. que aumenta aldosterona e da resultado falso-positivo.Controle rigoroso da press SUPRESS– O COM SORO FISIOLÓGICO Administraç venosa por 4 a 6 horas. ‘uˆu‰R”    ˆu‰ † d † † ˆ€‰«d   † uˆ ‰ ˆ 336 Instituto de Patologia Clínica H.Cuidado com problemas cardíacos . Injeta-se 200 microgramas de ACTH sint tico (cortrosina) e colhe-se sangue a cada 10 minutos durante 50 minutos após ACTH. Importante: Este test o pode ser feito em pessoas que tem comprometimento cardíaco ou pessoas debilitadas. Valores maiores de 10 nanog/dL s o diagnóstico de produç autônoma de aldosterona (adenoma). As pessoas normais excretam aldosterona igual ou menor do que 12 microgramas/24 horas. . hipertens ssencial a aldosterona cai abaixo de 6 nanog/dL após 2 ou 3 litros de infus o. Interpreta o: Em pessoas normais. uˆ ‰R”u‘u—u‰ ó€ô ”«‘€ˆ † — ˆ€‰  ˆ † ˆ ˆu‰R” ˆ ˆu‰ SUPRESS– O ORAL COM SAL O paciente tem que tomar dieta com alta quantidade de sal com 3 dias. Na suprarenal do outro lado a relaç ldosterona/cortisol est suprimida e geralmente com valores inferiores da relaç o medida na veia perif rica. ou seja. PARDINI . Teste r pido . Por isso tem que ser acompanhadas por enfermagem. ou seja.  ˆ SUPRESS– O COM FLUORHIDROCORTISONA ORAL Ingest 0. eventualmente. de 500 mL de soro fisiológico por hora. 2 tabletes de 1 grama de NaCl em cada refeiç o por dia. o pot ssio tem que ser dosado com fr ncia para constatar os valores de c lcio. testes confirmatórios .11. Aldosteronismo PrimB rio. Se o paciente tiver o tumor a relaç ldosterona/cortisol estar maior no lado do tumor.Tomar VO comprimidos ou soluç Dexametasona.331:629-36 12. A dosagem de Cortisol feita para excluir stress mediado por ACTH. ˆu‰Û—u”  ˆu‰Á—€” ”uë!u” “ †  Rdumud ˆu‰Á‰um AMOSTRAS DE SANGUE VENOSO ADRENAL ESQUERDA E DA DIREITA Esse teste obviamente só ser feito quando as imagens radiológicas especialmente tomografia espiral com corte de 3 milimetros videnciar o tumor. laparotomia.

Dose: Evitar fazer o teste em crianças menores de 5 anos . Crit rio de Interpreta o: Resposta baixa: espera-se um incremento menor de 2. sendo indicada atividade física normal nesse período.Informar medicamentos em uso e. agudamente doentes ou inativos. calor perineal. com 8 a 14 horas de jejum (ou C. Durante o exam cess rio que o paciente permaneça sentado e n fume. . em um volume de 300 ml para ser ingerida em 5 minutos. a menos que haja hiperglicemia inequívoca com descompensaç metabólica aguda ou sintomas óbvios de DM. *** Os sintomas cl ssicos de Diabetes Mellitus incluem poli ria. O teste deve ser realizado pela man . Dar 75 gr de glicose. gosto amargo. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. ñ €ˆ ‰ óuô ˆ †– † ‘ €    ˆu‰ † ™”  †  ˆu‰Rdu‰ u– †— ˆu‰ PROVAS FUNCIONAIS PARA PÂNCREAS ENDÓCRIN O 14. ñ õuóuô C Curva GlicD mica ” † ‘€”  —€”(€’ud “ ¡ ˆ ˆu‰ ™” ‘uˆ€‰ †  Categoria Glicemia de Jejum Alterada Tolerância Diminuída à Glicose Diabetes Mellitus Jejum* > 110 e <126 < 126 > 126 2 horas após 75 gramas de glicose (mg/dL) Casual** *O jejum efinido como a falta de ingest o calórica de no mínimo 8 horas. igual adulto. sea.M).5 µUI/mL em relaç valor basal. Preparo do Paciente: Colher amostra basal e 30 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. 50 µg. com um mínimo de 150 gr de carboidratos. crianças de 6 a 13 anos . se mulher. Nota: O diagnóstico de Diabetes Mellitus deve sempre ser confirmado pela repetiç test e em outro dia.9 mL de Soro. Obs. As respostas numa mesma pessoa s sempre semelhantes. O prazo m ximo de jejum 14 horas segundo a OMS.: A resposta aumentada fica a crit rio clínico. Todos r idos e imediatamente após a injeç o.O. embora os crit rios de baixa reserva tenham sido modificados porque pessoas normais podem ter elevaç s de 60 µUI/mL. ** Glicemia plasm tica casual definida como aquela realizada a qualquer hora do dia. polidpsia e perda inexplicada de peso. nos tr s dias que antecedem ao teste. O TTG recomendado para pacientes hospitalizados. ou seja. mas em indivíduos diferentes h grande variaç . Caso o m dico insista. †— dÁ‡   ˆu‰ † ˆ < 140 mg/dl (se realizada) > 140 e < 200 > 200 > 200 (com sintomas clï ssicos***) † —u” ‡ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ Instituto de Patologia Clínica H. fazer o teste com 1/4 da ampola. PARDINI 337 . 100 µg. sem observar o intervalo d ltima refeiç . sendo que a resposta em geral roporcional ao valor basal. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. ou seja. consultar o m ico se pode fazer apenas o TSH Ultra Sensível.PROVAS FUNCIONAIS DA TIREÓIDE 13. > 13 anos. Tolerância à Glicose Crit rio de Interpret o: Preparo do Paciente: o paciente deve fazer dieta sem restriç s. Estímulo para TSH com TRH Material: 0. fazer o teste com 1/2 da ampola.

11). $ "& # (% 8 #$ )' ídrica s colocados em um .O peso do paciente deve ser verificado regularmente (de hora em hora. 2.I. Se a relaç ·° tre Uosm/Posm < 1. Figura 2 .Administrar 5 UI de pitressina ou 0.5 ao Normais D. nesse instante do teste. caso o fluxo urin rio seja < 4 l/dia ou às 6 da ma caso o contr rio. ° F ria. Central D.I. Área 2: Diabetes Insipidus Nefrogênico.Medir a osmolalidade uri ria 30 e 60 minutos depois.Relação da osmolalidade urinária com ADH plasmático durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias (7-modificado). Caso o período noturno seja utilizado o peso dever ser verificado o mais próximo possível desse período. 4. Nefr ico Polidpsia Prim ria final do test ó€ô 9 ˆ '9 ‰u’u“u‘  improvF vel o diagnóstico de polidpsia primF ria. A utilizaç o nomograma de ADH x osmolalidade uri ri til para diferenciaç tre diabetes insipidus nefro ico parcial e polidpsia prim ria (figura 2). diretamente. como sugerido. Parcial D. Diabetes Insipidus E A desidrataç romove um forte estímulo para liberaç medindo-se a osmolalidade uri ria e/ou ADH s rico. atrav s do crioscópio. # ‚"$# $ "ˆ #) $ "# $ )# "8# Interpreta o (5): Aumento na Uosm após Vasopressina < 9% > 50 % > 9% e < 50 % < 50 % < 9% Nos pacientes com polidpsia primF ria o período de privaç ser maior. que pode ser v erificada indiretamente ˆ† ˆ ¡ u ˆ ‰ ‰R—u”R   ˆ€‰ ˆ€‰à—u‰ *Pode se optar por iniciar o jejum em outro horF rio de acordo com a disponibilidade do local onde o exame serF realizado. O us lcool. 5.15. Os valores de ADH e osmolalidade colhidos ao final do teste de restriç nomograma (figura 1) e o diagnóstico diretamente observado. 6.Pesar o paciente no início da restriç o hídrica.I. apresenta boa correlaç com a poderia ser o peso. Quando houver estabilizaç o da osmolalidade urin ria (alteraç menor ou igual a 30mOsm/kg por 2 a 3 horas consecutivas – usualmente leva 8 a 12 horas para ocorrer) colhe-se material para dosagem s rica de ADH e Posm (8). o parâmetro a ser seguido **Cas° seja disponível a aferiç ireta da osmolalidade uri G ° F ria. A densidade uri G osmolalidade uri G teste (notadamente a ° F ria e pode ser interessante sua pesquisa durante a realizaç refratometria)(10. Se ao final do teste de restriç deve-se proceder ao teste de infus salina. Pode se iniciar a restriç ídrica à meia noite. Interpretação: Área 1: Pessoas normais e polidpsia primária. Interpretação: Área 1: pessoas normais e com polidpsia primária. Área 4: Diabetes Insipidus Nefrogênico. Área 3: Síndrome de Secreção Inapropriada de ADH. pelo menos) e o teste interrompido caso a perda de peso seja superior a 5%. 338 Instituto de Patologia Clínica H.  ‘€ d † ‡ 3 ˆu‰Rd(‰ ˆu‰ 1 ˆu‰©”u‘ † dR‘uˆu‰Rd ˆu‰ uˆ ¡© ‰ — ’u“€‘ ˆu‰ 1 8 "t #' 9 15 10 9 8 7 ADH PLASMÁTICO pg/ml 4 12 00 10 00 D E S ID R ATA Ç Ã O P IT R E SS IN A 80 0 6 5 4 3 2 1 LD 2 80 2 90 3 00 3 10 OSM OLALIDADE URINÁRIA mosmol / Kg 60 0 2 40 0 20 0 2 0 . 3. smolalidade s ric tingir um valor igual ou superior a 292 mOsm/l .02 mcg/kg (ou 20 mcg) de DDAVP via subcutânea (9).Faz-se coleta de sódio e ADH s ricos. embora menos precisa. PARDINI . Área 2: Diabetes Insipidus Central.N o permitida ingest líquidos at conclus o do teste. ˆu‰â– 1. tabaco e cafeína deve ser evitado a partir de seis horas antes do início do teste*. A urina coletada de hora em hora para verificaç volume e osmolalidade**.5 1 5 10 50 > 50 OSM OLALIDADE PLASMÁTICA mosmol / Kg ADH PLASMÁTICO pg/ml Figura 1-Relação do ADH plasmático com osmolalidade plasmática durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias(4). O laboratório Hermes Pardini realiza a dosagem da osmolalidade. ˆ†  ‘u Teste de Restriç1 o Hídrica ˆ ˆu‰R—u” ‘u † † †d ‘¡ˆ † ˆ€‰ù—€”  ADH.

Crit rio de Interpreta o: I normal 5. Tolerância rB pida à Insulina H KITT Preparo do Paciente: JO 10h ou C. valores de glicose plasm tica de uma hora > 185 mg/dl s considerados diagnósticos de Diabetes Mellitus Gestacional. PARDINI 339 .N realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. . O test realizado para caracterizar o grau de resist cia à insulina em pacientes di ticos. +9’. iagnóstico de Diabetes Gestacional ˆu‰ † ‘u”  †— ˆu‰ Diabetes Gestacional – SBD/OMS Rastreio: . + 15’. Diagnósti co: Preparo: 8 a 14 horas de jejum. Deve ser realizado na 24a a 28a semana de gestaç . ˆ ˆu‰R–u‰€—u” † ˆu‰ ‰†  Instituto de Patologia Clínica H. No tempo “0” aplicar 0. Diagnóstico de Diabetes Gestacional Diabetes Gestacional – ADA/NDDG Rastreio: 50 gramas de glicose VO. * jejum de 8 a 14 horas.O. Em uma etapa: • É aplicado diretamente o TTOG* com 75 gramas de glicose.01 a 6. N cess rio jejum. como acima. + 6’.M. Colher sangue para Glicose nos tempos: -15’.01%/min Resist ncia a insulina: I < 3.10 a 5. 100 gramas de glicose.40 %/min I obesos 3. > 95 mg/dl ² Jejum : > 180 mg/dl ² 60 min: > 155 mg/dl ² 120 min: > 140 mg/dl ² 180 min: Dois ou mais valores. 0.16.Na primeira consulta s o empregados os mesmos procedimentos e crit rios diagnósticos empregados fora da gravidez. +3’. -5’. Diagnóstico de Diabetes Gestacional O diagnóstic feito quando a glicemia duas horas após o TTOG com 75 gramas de glicose for >140 mg/dl. Nota: no rastreamento com 50 gramas de glicose. + 20’ e + 30’.O rastreamento entre a 24a e 28a semanas de gestaç ser realizado em uma ou duas etapas: Em duas etapas: • Com glicemia de Jejum: rastreio positivo se Gj > 85 mg/dl • Com glicemia 1 hora após 50 gramas de glucose: rastreio positivo se Glicemia > 140 mg/dl Nos casos positivos aplicar o TTOG* com 75 gramas de glicose. +12’.1 unidade de insulina regular por Kg de peso EV. . Considerado positivo se glicemia uma hora após sobrecarga > 140 mg/dl.30 %/min ”† u ˆ ‰ ñ “ óuô “u‘ d€m † 17.

60. 120. em alguns casos.20 respondem aos agentes orais. Interpreta o: Pacientes c/ Peptídeo C > 2. a queda progressiva de Peptídeo C muito mais r ida do que em adultos. . ResistQ ncia à Insulina GTT c/dosagem de insulina e glicose (0. Lembrar que em 81% d os casos o test conclusivo. . tem Peptídeo C basal ± 0.: Endocrinol Metab Clin N Amer 1988.Tomar 6 mL de Sustacal por Kg (acima de 60 Kg n xceder a 360 mL). Observaç es: • Resposta normal 150 a 300% do basal. IDDM tem basal ± 0. . após a sobrecarga de Sustacal. pode haver superposiç valores. ˆu‰à”  ˆu‰ ˆu‰ €ó ô ” † ˆu‰â—u” ‡ † u– ˆ 19.77 ng/mL após Sustacal.33 ng/mL e se elevam para ± 0.Diluir 6 medidas de Sustacal em 1 copo de leite + 1 /2 copo de gua = 360 mL.Após 90 minutos.18.245 Crit rio de Interpreta o: INSULINA BASAL S Normal < 20 µUI/mL S Suspeita de RI 20 a 30 µUI/mL S RI > 30 µUI/mL INSULINA PÓS -GLICOSE S Normal < 150 µUI/mL S RI moderada 150 a 300 µUI/mL S RI severa > 300 µUI/mL Ref. • 19% de pacientes com Peptídeo C abaixo de 0. 30. colher outro sangue para Peptídeo C e Glicose.15 ng/mL. Estímulo do Peptídeo C P Sustacal . Tomar o Sustacal em menos de 10 minutos. tem grande aumento do Peptídeo C após o Sustacal.019 ng/mL. 180 min atR 300 ) Preparo do Paciente veja TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE p g. aqui vai valer a avaliaç o clínica. 73: 590-595 ñ óuô  340 Instituto de Patologia Clínica H.013 ng/mL subindo somente para ± • Pacientes com mais de 5 anos de duraç 0. 17 (4): 685-703 J Clin Endocrinol Metab 1991. • Pacientes com IDDM (Diabetes Mellitus Insulino Dependentes) com menos de 5 anos de duraç . PARDINI . Embora esse teste possa ser til para distinguir Diabetes Tipo 2 de Tipo 1. Bibl.Colher sangue para Peptídeo C e Glicose. • Em adolescentes com IDDM.

Instituto de Patologia Clínica H. Cuidado: Após a infus o do soro glicosado. 1’após fazer infus . + 3’. PERCENTIL DA SECRET @ O NORMAL DE INSULINA µU/mL Percentil 1 3 5 10 25 50 75 99 1+3 Min 46 56 64 81 112 162 219 551 1+3 2 vezes o Basal 24 36 43 55 91 137 193 462 ñ óuô Diabetes Care 1992: 15(10). Jejum: JO 10h ou C. . ‡  õuóuô  vô ˆu‰ ˆ ˆu‰ Crit rio de Interpreta o: Acompanhar a queda do percentil. +1’. + 5’ e +10’.O.0 mL de Soro.O teste deve ser adiado se o paciente apresentar qualquer doença. .5 g/kg no m ximo de 35 g Concentr o infundida: 25% Tempo de infu o: 3 min ± 15 segundos Tempo zero: final da infus Tempos de coleta: basal.M. Tolerância à Glicose Endovenosa Material: 1. Hor rio do Teste: 07:30 às 10:00 horas (preferencialmente) Dose de Glicose: 0. 5’. PARDINI 341 . lavar o escalpe com soro fisiológico.20. fazer 3 dias de dieta contendo pelo menos 150g de aç car e atividade física habitual.Excesso de exercício físico deve ser evitado pelo menos 1 dia antes do teste.1313-1316. Preparo do Paciente: Como recomendado para curva de tolerância.

entre 15 e 30 kg = 250 mg e acima de 30 kg = 500 mg. que n permitem manter o so ro na veia. ter sempre glicose hipertônica para aplicaç o EV. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Nova coleta de sangue 60. V Pacientes pós -cir rgicos de hipofisectomia. 1 a 2 horas após o teste.15 mg/m2 de clonidina (Atensina®). temos que interromper o teste. 90 e 120 minutos.PROVAS FUNCIONAIS PARA HIPÓFISE ANTERI OR 21. Cuidados: V Todos os pacientes apresentam hipotens o e sonol cia. GH EXERC¼ CIO Preparo do Paciente: O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 15 minutos.0 mL Soro. Estímulo para HGH U Material: 1. V Pacientes di ticos em uso de insulina: nos hiperglic micos ifícil conseguir hipoglicemia. colhendo ent amostras 60. poder ser feito um reforço na dose de Insulina. e 60 minutos após t rmino do exercício. Dosagem da clonidina pelo gr fico da superfície corpórea = peso + altura ˆ “€‘ ”† ˆu‰ ˆ€‰ ”† ˆ Continua. O repouso após o test fundamental. V Com hipoglicemia durante o teste.. Cuidados: O cliente apresenta com freq ci seas e vômitos. V Reforço: dependendo do nível da hipoglicemia. nesses casos repetimos o teste após ® metoclopramida (Plasil ). V Crianças agitadas. quando ent colhida uma amostra basal. CUIDADOS: V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar a descompensaç o cardíaca. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. Amostras s colhidas 30.  d€m † ‡ ”† ˆ ˆu‰  ˆu‰ “ †— ¡  ˆ L-DOPA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar por VO L-Dopa na dose de: at kg de peso = 125 mg. Seguem-se 20 minutos de exercício contínuo (subir e descer escadas ou andar depressa) e nova coleta de sangue 0 (após t rmino do exercício). V JO 8h.05 U/Kg). PARDINI . risco de hipoglicemia grave.0 mL de Soro Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0..1 U de insulina simples/kg de peso. Apenas liberar para atividade física quando tiver passado o efeito do medicamento. † ˆ€‰ † † INSULINA Material: 1. 30. 342 Instituto de Patologia Clínica H. ! u“€‘ dî‘u †  CLONIDINA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar VO 0. V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar à descompensaç o cardíaca e hipotens severa. usamos doses menores de insulina (0. 90 e 120 minutos após. 60 minutos após a hipoglicemia. dentro dos parâmetros iniciais.

Estímulo para HGH com Dexametasona A Dexametasona. aconselhamos fazer como screening o IGF1 e o IGFBP-3. O procediment i tico ao de um teste de tolerância glicose cl ssica. Cuidados: O uso pr vio de atropina impede o aparecimento de cólicas intestinais. 90 e 120 minutos após o estímulo.. Com essa medicaç o. o paciente recebe por via oral 75 g de glicose e s o colhidas amostras de Soro 60 e 120 minutos após.Continu õuó€ô o.00 ng/mL d Sugere Acromegalia f ñ ‰ † —u“€‘ óuô ˆ Instituto de Patologia Clínica H.Administrar VO mestinon 70 mg por m2 de superfície corporal (nomograma).SP † óuô 23. 2 dias antes do teste. JCEM 1994. Administr o da Dexametasona: a. 3.O.ETINIL ESTRADIOL.00 ng/mL d Normais f > 5. Cassorla F. 2 mg VO Colher o sangue basal. porque apresentam efeitos colaterais mais brandos que os demais. Supress1 o para HGH com Glicose e Dextrosol Material: 0. † ˆ Crianças menores de 2 anos: ˆ  22. 40 mcg/m2 por dia. 150 e 180 minutos (basal. 120.EST MULO PARA HGH Ÿ MESTINON W Preparo do Paciente: Colher sangue no tempo basal ("0") . N o realizamos testes de estímulo. 210 e 240 minutos (basal.M. PARDINI 343 . desaparec em os falsonegativos.(P029) Pinto. O laboratório fornece o Etinil Estradiol. após a coleta de uma amostra basal.79:537-41 SensibilizX`Yba o com ETINIL ESTRADIOL Nos pr -puberais ou no início da puberdade em “ambos os sexos”. Sendo necess rio teste de estímulo.. sugerimos L-Dopa e exercício. Crit rio de Interpreta o: Queda para níveis < 2. ACAR e cols.5 mL de Soro. apresenta um potente estímulo à secreç GH. 3:30 e 4 horas) Crit rio de Interpreta o: c Resposta normal: 36 ± 5 mUI/L d Resposta do D ficit de GH: 3 ± 1 mUI/L õuó€ô † ˆu‰ö— o ñ JCEM 1992 75(2):536-9 Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia 1994 -Curitiba. favor enviar peso e altura da criança. EPM . 1 mg/M2 EV Colher o sangue basal. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. 2. 180. BROMETO DE PIRIDOSTIGMINA † INTERPRET“•”– O dos testes acima > do que 3 ng/mL: Pr -Puberal (Tanner 1) > do que 5 ng/mL: Tanner 2 > do que 7 ng/mL: Tanner 3 e Tanner 4 † Marin G. Colher sangue para GH nos tempos 60. pode ser utilizado via oral . quando administrado agudamente. et al. 2:30 e 3 horas) b. apesar dos efeitos delet rios no crescimento. ou seja.

60. Aplicar insulina. após 20 minutos da hipoglicemia aplicar LH -RH + TRH. vômitos e hipotens ós o Parlodel. via endovenosa.O. ñ óuô ˆ€‰(d€– 26. ñ õuóuô 344 Instituto de Patologia Clínica H. FSH. Crit rio de Interpreta o: Pacientes com c lulas tumorais devem responder e. Preparo do Paciente: JD 4h. Crit rio de Interpret o: A resposta de cada teste deve ser considerada isoladamente. g Crit rio de Interpreta o: Queda maior que 50% dos valores basais. Colher sangue aos 30 minutos após estímulo para TSH. Após 1 comprimido de Bromocriptina (2. HGH. PARDINI . gosto amargo. Todos r idos e imediatamente após a inj eç . tendo como base um ritmo de secreç .: 30% dos normais podem responder. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. 120 e 180 minutos para dosar GH e Prolactina. mantendo a veia.05 UI/Kg de peso de insulina simples. deve pelo menos duplicar ou.5 mL de Soro.5 mg por via oral). Crit rio de Interpreta o: Aumento > 100%. Colher sangue no tempo "0" (basal) para TSH. em geral elevado. sea. Obs. Cortisol e ACTH. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. deve ser significativamente maior que o valor basal. LH. calor perineal. Estímulo para HGH com TRH em CR lulas Tumorais Material: 0. TSH e HGH e 90 minutos para Cortisol. o valor de GH. Cortisol. Estímulo para Prolactina com TRH Material: 0. Colher sangue "0" (basal). Informaç es nece rias: Se mulher. colher sangue aos 30. nesses casos.24. Todos r idos e g imediatamente após a injeç o. calor perineal. gosto amargo. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. ñ  ‰ † ˆu‰R‰ vv  uó ô ˆ ‘u ˆ u ‰ ÷ëudu‘ €– ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ 27. ñ † óuô ˆ€‰ ‘€ ˆu‰ u– ˆu‰ 25. Administrar ao paciente. Colher amostra basal 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. mais 0. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneame nte? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Megateste h Avaliaç1 o HipofisB ria Total Material: 1.0 mL de Soro. Preparo do Paciente: JO 8h.4 mL de Soro e 0. Pode haver enjôo. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. Colher amostra basal.7 mL de Plasma.M. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura.5 mL de Soro. sea. 200 mcg de TRH e 100 mcg de LH-RH. ACTH e HGH. Supress1 o do HGH e Prolactina após Bromocriptina Material: 1. FSH e LH aos 60 minutos para FSH. ACTH. LH. Preparo do Paciente: JD 4h.

Colher sangue para dosar Prolactina no tempo "0" (basal). ou seja. via oral.5 a 2 vezes Mulheres: Fase Folicular: i LH aumenta 3 a 4 vezes i FSH 0. PARDINI 345 .mesmo dia “0” às 18:00 horas p 2o .dia “3” às 18:00 horas i IGF 1 e IGFBP 3 após GH p dia “4” às 09:00 horas i GH Basal ou estimulado elevado com pequena resposta de IGF 1 e/ou IGFBP 3 em relaç o ao normal. Crit rio de Interpreta o: Crianças pr .1 ng/mL. dose m xima de 500 mg. p N resenta efeitos colaterais. Informaç es nece rias: Se mulher. Obs. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est gr vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Aplicaç da ampola: (+) 20 kg = 1 ampola ( -) 20 kg = 1/2 ampola.eres: i LH mentar i FSH duplica Homens: i LH aumenta 4 a 10 vezes i FSH 0.dia “2” às 18:00 horas p 4o . 30 e 60 minutos após a administraç EV de 100 µg de LH-RH. ñ   ‰ † ˆu‰R‰ ™” vv  óuô ˆ ‰€‘u†  ëu” †   ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆu‰ “ “ ‡ ˆ u‰ uˆ ‰ “ ˆu‰ 29.0 mL de Soro.4 mcg/mL.28. variaç s de 0.1 unidade/kg/ de GH) p 1o .1 ng/m t m valor.5 a 2 vezes. Geraç1 o de IGF -1 Procedimento: i IGF 1 e IGFBP 3 basal p às 09:00 horas dia “0” i Injeç s GH (0. Interpreta o: Incremento de 20% em relaç basal ou IGF -1 p > 15 ng/mL e IGFBP-3 p > 0.5 mL de Soro. Após L -DOPA. Crit rio de Interpreta o: Queda de 50% dos níveis basais.: tomar cuidado com o limite inferior de detecç do ensaio que 0. Informaç es nece rias: Se mulher. pode ser encarado como insensibilidade parcial do receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH que pode revelar mutaç es. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. Preparo do Paciente: JD 4h e repouso. Estímulo para LH e FSH com LH-RH Material: 1. Supress1 o para Prolactina após L -Dopa Material: 0. colher sangue aos 60 e 90 minutos para dosar Prolactina. uˆ du‰ – u ˆ R ‰ ñ † –u‡€m óuô ‰ † ˆu‰R‰ vv  ˆu‰ –u‰u—u”R‘uˆu‰Rd u• ‡  ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. responder questi rio: atualmente sua menstruaç v m todo m s? Caso n venham.dia “1” às 18:00 horas p 3o . ó€ô •(‘€ˆu‰ “ ˆu‰Rdu‰ ˆ€‰ ™ ˆ † €— ” ™” 30.5 a 2 vezes i LH aumenta de 4 a 10 vezes Fase tea: i FSH 0. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J us ou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Preparo do Paciente: Colher amostras basal (0'). 10 mg/Kg de peso.

Após injeç r ida (10 segundos). Após injeç r ida (1 minuto) de gluconato de c lcio a 10%. . PARDINI .a infus e c lcio pode provocar sensaç calor e de plenitu strica e a pentagastrina pode provocar desconforto subesternal. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosar calcitonina. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de CB lcio Material: 1. seguido de 0.0 mL de soro fisiológico.0 mL de 0.8 mL de Soro Preparo do Paciente: JD 4h. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de Pentagastrina 0. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar a calcitonina. 2 mg/Kg de peso. . Colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Estímulo da Calcitonina com infut (simultâneo) Material: 0.0 mL de 0.a ampola de pentagastrina cont m 40 µg em 2.5 µg/kg (em 2.0 mL de 0. 1 ampola diluída em 2.9% de NaCL) de pentagastrina. Preparo do Paciente: JD 4h.9% de NaCL.0 mL de soluç fisiológica. infundida em 10 segundos. C lculo da ampola: peso x 2 : 9 = mL da ampola Resposta do Teste: < 100 pg/mL q Normais r entre 100 e 200 pg/mL q Suspeito de CMT r > 200 pg/mL q Sugestivo de CMT r  ˆu‰ u– 32. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosagem de Calcitonina.PROVAS FUNCIONAIS PARA O DIAGNÓSTICO DO CARCINOMA MEDULAR DA TIREÓIDE 31.0 mL de Soro.5 µg/Kg em 2. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r  ñ ˆu‰å—  † ˆu‰«ˆu‰w —u” — u ” w – ”w’u —u”«’u  346 Instituto de Patologia Clínica H. Colher sangue no tempo "0" (basal) para dosar calcitonina. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r ñ ˆ€‰ u– ˆu‰ s 1 o de CB lcio e Pentagastrina 33.9% de NaCL infundida em 10 segundos Cada ampola possui 40 µg de Pentagastrina diluída em 2. Aplicar EV 2 mg/kg de gluconato de c lcio a 10% infundido em 1 minuto. sensaç lenitud strica ou n sea que regride espontaneamente em 1 ou 2 minutos.

colocar inicialmente no frasco. N o refrigerar. Deoxipiridinolina/Piridinolina. Para cada rotina deve-se coletar urina de 24 horas. Nos casos de hipercalci ria. Nesse material ser feitos os exames de: Cistina qualitativa. dever ser colocado no frasco Bicarbonato de Sódio 5 g/L de urina. fornecido pelo laboratório.após 12h de jejum absoluto de gua e alimentos ( veja observaç v Urina tipo I com pesquisa de dismorfismo eritrocit rio v Urocultura com antibiograma 2. Colher todas as urinas sem perder nenhuma m icç . rigorosamente antes de começar a coleta. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o. Outros laboratórios. PARDINI 347 . Outros laboratórios. fazer gasometria arterial. Rotinas Na primeira Urina 24h. Nesse material ser feito o exame de v cido Úrico …  du’u‘ † ˆ€‰ ˆ A terceira urina 24h dever ser colhida sem conservante e refrigerada. O estudo com a dieta pobre em c lci mais realizado. N o pode refrigerar. Para outros laboratórios enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h.   © 8õuó€ô €ˆ ‰ ˆ€‰(—€d ‡ Instituto de Patologia Clínica H. solicitar prova de Acidificaç urina. 2 0 mL por litro de urina de HCL 50%. Colher amostra isolada de urina (2a da manh ou após 4 horas de r etenç ) para os exames: A) v pH pelo pHm tro . enviar alíquota 50 mL e Informar o volume de 24h. Nefrolitíase Exames de Sangue: cido Úrico v v C lcio Iônico. de prefer ncia tr s rotinas. Manter em temperatura ambiente. Urina de 24 horas Colher material para duas ou tr s rotinas.5. Obser oA Se o pH > 5. Se o pH desta gasometria arterial for ≤ 7. Manter temperatura ambiente. dosar PTH v Creatinina v Fósforo v Pot ssio Exames de Urina 1.30. M sio e Oxalato u …   “ “ ˆ   “  ‰R‘u“ˆu‰ †  ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ ˆu‰ Na segunda urina 24h. se elevado. enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. fornecido pelo laboratório. Urina isolada (Jejum Obrigatório).PROVAS FUNCIONAIS METABÓLICAS DA NEFROLI T ASE 34. realizar teste de PAK. Nesse material ser feitos os exames de: C lcio. Sódio e Creatinina. Citrato.

Nesse momento. jejum < 0. jejum ≥ 0. Após 3:30 horas da x sobrecarga de c lcio colher toda a urina e dosar: y C lcio y Creatinina   ¡  d” —u”Ruu’’€ud( u’   ˆ€‰  ô uõ €ó ô  ‘u  ˆ  ‘u    ˆ   348 Instituto de Patologia Clínica H.5 € Relaç . urin.Hipercalciúria indeterminada: C lcio urin. pós -sobrecarga dividido pela relaç o c lcio urin. jejum < 0. 300 mL d’ ./creat./creat. Teste de Pak w x Ingerir 300 mL d’ ua entre 21:00 e 24:00 horas.Hipercalciúria Marginal: C lcio uri rio: > 150 e < 250 mg/24h . apesar do c lcio urin. Colher toda a urina das próximas 2:00 horas (mais ou m enos at  s 10:00 horas) e dosar: x y C lcio y Creatinina u’ Teste de Sobrecarga Oral com CB lcio €’ud ¡ ˆ ˆ  du‘ ¡ ˆ † † Crit rios de Interpret o: . c lcio urin. x Permanecer em jejum durante 08:00 horas. Após 1/2 hora (30 minutos)./creat. ñ Tomar 2 comprimidos de C lcio Sandoz F em 1/2 copo d’ . urin.Hiperabsorç o Intes tinal de C lcio: C lcio urin. urin. x Ingerir. no dia do teste. da realizaç o desta dieta. ./creat.35.20. Obs.11. poder fazer x desjejum. pós -sobrecarga < 0. urin.11 e após sobrecarga ≥ 0./creat.11 e c lcio urin./creat.Hipercalciúria: C lcio uri rio: > 4 mg/Kg de peso ou € Homens: > 300 mg/24h € Mulheres: > 250 mg/24h .20. PARDINI .Hipercalciúria Renal: Relaç o c lcio urin. ingerindo: 1 copo de c + 4 torradas ou 4 bolachas sal + 1 copo d’ ua. urin. desprezar toda a urina. > 4 mg/24h.: Após sobrecarga diminui AMP Cíclico. urin. jejum ≥ 3.  s 07:00 horas da m Colher amostra da primeira urina da man para exame de Urina rotina (jato m dio) às 08:00 horas e x desprezar o restante.

Doença de Whipple e giardíase. Após administraç o de dos e oral de xilose. sprue tropical. indometacina.0 g/Kg (at no m ximo 50 g). É absorvido no intestino delgado e excretado sem ser metabolizado na urina. ˆu‰  —u “u‘ † “ “ ˆ€‰à—u“u” ‘ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—ud Instituto de Patologia Clínica H. Resultados falso-positivos e falso-negativos podem ocorrer. D-Xilose. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).5 mL de Soro ou Plasma (fluoreto) + 5 mL de Urina (informar volume total de 5 horas). Jejum: Adultos „ JO 8h / Crianças < 1 ano „ JO 6 a 8h. D -xilos m monossacarídeo normalmente inexistente no sangue. Em pacientes normais observa-se um aumento da glicemia maior que 20 a 25 mg/dl. Adulto „ 25 gramas Valor de Refer ncia: … Soro Adultos: > 25 mg/dL „ Criança: > 20 mg/dL „ … Urina „ Adulto: > 16% da dose ingerida Criança: > 10% da dose ingerida „ Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. est medida no sangue e urina. Esse teste s til em pacientes com funç renal normal. PARDINI 349 . Condi o: 0. após administraç lactose.  ˆ ýd€m ˆ€‰ù— óuô ˆ  ˆ ”† ò ˆu‰ † — d† ꆇ ”† ˆ€‰ ud ‘ ¡ ˆ  †‰ † ”Ru’€† d ‘  †ô  37. Medicamentos como aspirina. fibrose cística. tomar dose de Xylose. Essa defici cia pode ser idiop tica. doença inflamatória intestinal. Falsopositivos podem ocorrer. Essa defici ncia na síntese de lactase pelo enterócito acarreta em diarr ia osmótica. Jejum: Adultos „ JO 8h Crianças „ JO 4h . Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. Lactose. Procedimento: N o h coleta basal. entre outras). teste Coment rios: Teste usado na triagem de m sorç e carboidratos por doe nças da mucosa intestinal (doença celíaca. C lculo da dose D-Xylose: Diluir a dose em 250 mL d : Criança „ 0.5 g/Kg de peso at o m ximo 25 gramas. doença de Crohn.PROVAS DE ABSORƒ  ‚ O DE CARBOIDRATOS 36. neomicina e glipizida podem interferir e devem ser descontinuados 24 horas antes do teste sob orientaç m ica. ou secun ria a outras doenças: enterites infecciosas.: O test realizado pela m . acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici ncia de lactase. Colher Sangue 1 hora após a ingest o da D -Xylose e colher Urina durante 5 horas após a dose. Obs. Procedimento: 1.Permanecer em jejum at t rmino do teste. Dose Administrada: 2. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç lactose oral. teste de tolerância Coment rios: Útil na investigaç da defici cia de lactase na mucosa intestinal. Esvaziar a bexiga no início do teste.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado basal. 30’e 60’ após lactose.

Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).38.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. “u‘ ˆu‰«—u” †“ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—u” 350 Instituto de Patologia Clínica H. Dose Administrada: 2. basal. resultando em mol culas de glicose e frutose. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. Procedimento: 1. basal.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. Sacarose. após administraç sacarose. Maltose. 30’e 60’ após maltose. A Sucrase age sobre a sacarose. PARDINI . Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. 30’e 60’ após sacarose. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL da glicemia. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).0 g/Kg (at no m ximo 50. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase.  † ud u‘  “u‘ † “ ˆ€‰Ù—u” ˆu‰ †  †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d † ud u‘  ˆu‰R—u” 39. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. após administraç maltose.0 g). A maltase age sobre a maltose. Dose Administrada: 2. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral.0 g/Kg (at no m ximo 50.0 g). Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. resultando em mol culas de glicose que s prontamente absorvidas. Procedimento: 1.

para dosar Testosterona. Aplicar por via intramuscul ar o HCG (Profasi – ® o Pregnyl ) 100 unidades/Kg de peso. após o estímulo. Aplicaç do Profasi feita na farm cia. Esses dist rbios podem levar a nefrocalcinose e formaç e c lculos uri rios. 3 e 4 horas para medir pH. Crit rio de Interpreta o: Aumento de pelo menos duas vezes do valor basal. Valor de Refer ncia: Reduç pH urin rio a v alores inferiores a 5.1988 41. dosar pH. administrar 0. Preparo do Paciente: ® Colher sangue para testosterona basal (7 às 9 horas).HORMONE RESEARCH . Jejum: Adultos ‡ JO 8h Crianças ‡ JO 4h Procedimento: Colher Urina basal.  ”R‡ ˆ € ‰ ( — € ” ( — € ” ˆ u ‰ R —  ‡ u m ‘u ˆ ‘u ‡ ˆu‰ —uò ‰  †H• ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 351 .3 em pelo menos uma das amostras colhidas após sobrecarga com Cloreto de amônio. Estímulo para Testosterona com HCG Material: 0. ñ ˆu‰ óuô †   JORN MÜLLER . Laboratórios: Enviar todo material colhido (cada) hora at ras após coleta. Colher Soro no 4 dia. Acidificaç1 o UrinB ria.30:187-192. Teste Coment rios: Test til na investigaç feitos no t ulo renal de acidificaç o uri ria.OUTROS TESTES 40. em frasco contendo vaselina líquida. num m ximo de 4000 unidades.5 mL de Soro.1 g/Kg de peso de Cloreto de amônio e colher Urina 1. 2.

10’.42.0 µmoL/L Seis horas após Metionina . Ingest ife m dio ( ± 150 g) + 1 ovo cozido (pode ser substituído por sanduíche de ham rguer) . Em pacientes n o portadores da síndrome.0 µmoL/L ˆ Elevaç moderada ‰ 25 a 50.Aplicar EV 1 mg de Glucagon . . em duas ou mais vezes o nível basal.0 µmoL/L ˆ ‰ Elevaç iscreta 15 a 25.0 µmoL/L ˆ Elevaç centuada ‰ 50 a 500. . baixa resposta.: O uso de insulina estimula a secreç o da Gastrina. Colher Sangue basal ‰ dosagem de Gastrina .  † ˆ ”R‘u ‘uˆu‰Á–€‰ ˆu‰R—u‰ ¡  ó€ô † ˆu‰R—u‰R‘ ˆ ¡ Ýmud 352 Instituto de Patologia Clínica H.5  ˆ ò ˆ€‰(—€” ˆ ˆ ‡ ˆuˆu‰R ‰ˆu‰R—d 43. PARDINI . B12.Diferença entre total e após estímulo Risco HCT-M (resposta total HCT-D (diferença entre Risco relativo ao estímulo) total e após estímulo) Baixo < 30 < 20 <1 Moderado 31 a 37 21 a 25 + ou – 1 Aumentado > 38 > 26 2 a 2. Valores de Refer ncia: Basal ˆ Homens 4. Gastrina EST¼ MULO ALIMENTAR . sugere fortemente a presença de síndrome de Zollinger -Ellison.0 a 12.0 µmoL/L ‰ ˆ ‰ Mulheres 4.Colher amostra a basal para dosagem de Gastrina. ˆ Valores de 500 a 600 pg/mL ‰ sugestivo de hiperplasia de c lulas G. 30’ após alim entaç : colher sangue ‰ dosagem de Gastrina Obs. 15’. . após a administraç Glucagon. 30’e 60 minutos. Em pacientes rtadores da síndrome. sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger -Ellison. avaliaç o das reservas de vitaminas B6. ou mesmo diminuiç o do nível de gastrina. Interpreta o: O aumento do nível s rico de Gastrina em duas ou mais vezes o nível basal. Interpreta o: ˆ Valores > 1000 pg/mL ‰ s sugestivos de Gastrinoma. ixa resposta.Advertir o paciente de que pode sentir lev sea transitória.Colher amostras após 5’. Esse teste pode ser utilizado para detecç casos moderados de homocistin ria. Homocisteína após estímulo de Metionina Coment rios: Realiza-se sobrecarga da via da metionina (100mg/kg peso) para determinaç o da homocisteína basal e após 6 horas. ó€ô ˆu‰H@fRm ˆu† ‰ ˆu‰ ˆ mu‡ EST¼ MULO APÓS GLUCAGON † Coment rios: O aumento do nível s rico de gastrina após o estímulo. folato e riboflavina e para definiç o de risco cardiovascular.0 a 14. ou mesmo diminuiç ível de Gastrina.

Encerrar a coleta e trazer o material ao laboratório. . integralmente. .M. ud ‘ R ˆ” ˆu‰Û” m † ™ ˆu‰ ™ ” ˆu‰Á—u‰Á— ™” ˆ  Á”   Urina Início ou Final de Jornada Coletar urina após período de exposiç  ntes do período de exposiç jornada de trabalho ou início). colher todo o volume uri rio. PARDINI 353 .Colher toda a uri s parte. após a Instituto de Patologia Clínica H. ˆu‰ý‰ d ˆu‰ – C.Manter dieta hídrica habitual. .Desprezar a urina e marcar o hor rio. Ao acordar pela m A partir daí.Nas próximas 01 ou 02 horas (C. no mesmo hor rio em que jogou fora a do dia anterior. etc). tomar bastante líquido durante a coleta. Qu alquer erro nesta coleta. . a fim de evitar contaminaç es. colher rigorosamente todas as micç s (inclusive à noite) e n o apenas uma parte. Caso aconteça de esquecer de colher alguma micç .Urina 1 ou 2 horas . . todas as urinas at completar 12 horas. stress. .Desprezar toda a 1a Urina da m se levantar e marcar o hor rio. .Colher a partir daí. no mínimo. . a primeira micç ia seguinte. IMPORTANTE 1. . exercícios físicos. (ou seja. Colher as amostras em recipiente limpo e seco.  † ‘udR”(‘€ˆu‰Rdu–u”u‘ud ‘ u ˆ u ‰  Urina de 24 horas ¡ svaziar totalmente a bexiga desprezando esta urina. Muitos exames exigem conservantes.O. perder nenhuma urina. É fundamental que seja entregue ao laboratório toda a amostra da urina de 24 horas.A coleta da urina tem que obedecer o hor rio rigorosamente. tomar 02 copos de gua. 2.M. volume total das 12 horas.O. 4. Evitar fazer a coleta em dias nos quais haja mudança nos seus h bitos (dieta. du ‘ ¡ ˆRdu‰ ‘€  Urina 12 horas .Pacientes com problema renal que urinam pouco. dietas ou recomendaç s específicas. interromper a coleta e inicia -la novamente no dia seguinte. implicar m erro nos resultados.Conservar a amostra na geladeira ou em local fresco.). preferencialmente em garrafas de gua mineral. Colher toda micç tam m. 3.Em seguida.

Sugerimos que as urinas devam ser colhidas em frasco pl stico liso. Relacionar o uso de medicamentos em caso da impossibilidade de suspens o.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . sem nenhuma perda de material.N o desprezar. Refrigerar. Evitar colheitas nos finais de semana. 3. Os frascos devem ter etiquetas que informem sobre o conte rmitam a identificaç clara do paciente. 6. PESQUISA ALA-U ALDOSTERONA CISTINA CREATININA CREATININA. tipo gua mineral. Os volumes dever ser colhidos rigorosamente. especialmente para pacientes do sexo feminino. CLEARENCE ACETONA ETANOL METANOL AMINO CIDOS. rigatório.CRIA ™d” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) ADULTO: 20 mL/L . COM DIETA FRASCO ÂMBAR COM DIETA FRASCO PL˜ – — TICO DIETA FRASCO ÂMBAR BICARBONATO DE SÓDIO COM DIETA SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM IDO ÚRICO COPROPORFIRINAS PORFIRINAS.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . Sempre que possível. par o haja alteraç s provocadas pelas mudanças de itos dos finais de semana.EXAME ’‘ ’‘ IDO C“ TRICO ’‘ IDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO “ LICO ’‘ IDO HOMOVAN  IDO OX LICO AMP C“ CLICO ‘’  LCIO CATECOLAMINAS CREATININA CREATININA. Por exemplo: “Este frasco cont m cido Clorídrico 6N . CROMATOGRAFIA  ¶” IDO ACÉTICO – 8M 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR DIETA C. O uso do conservante. 5. nem lavar . URINA 24 horas sem conservante. deve-se orientar para a realizaç o de cuidadosa higiene íntima antes de cada coleta. pois poder casionar contaminaç rina. 4. ˆu‰ ˆ  † ‰um ¡u  m ‘uˆu‰ý— ™ ™” ˆ “u‘ dýëu”ý‘€ˆ ™” † … ‡u—u‰ ”ýˆ –u” ˆu‰ ˆ R‰   ˆ u ‰ R ‘ u d ©  ˆu‰  354 Instituto de Patologia Clínica H.Manter fora do alcance de crianças”. 7. Quando indicado.CRIA d ™ ” A: 10 mL/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L CONSERVANTE OBS. N sar recipientes de refrigerantes. REFRIGERAR SIM SIM SIM N• O SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM COM DIETA COM DIETA COM DIETA COM DIETA C. etc. O uso de absorvente interno pode ser uma alternativa em situaç es urgentes.O. medicamentos.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTO: 20 mL/L .O. FLUORETO 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 20 mL/L Congelar Congelar Congelar SIM TOLUENO INSTRU• ÕES 1.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L .. Os conservantes dever o ser adicionados ao frasco no início da colheita. deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual e nos dias imediatamente anterior e posterior. quando necess rio. CLEARENCE DEOXIPIRIDINOLINA FÓSFORO HIDROXIPROLINA MAGNÉSIO METANEFRINAS PIRIDINOLINA  POT SSIO PROTE“ NAS TOTAIS SÓDIO VMA ’‘ ¶” IDO CLOR¼ DRICO 6N – HCL 50% 20 mL/L ADULTOS: 20 mL/L .M. PESQUISA UROPORFIRINAS.M. com o objetivo de se reduzir eventuais contaminaç s por fluidos genitais. O material eve ser colhido durante episódios de cólica renal (aguardar 10 dias) ou em uso de medicamentos que causem interfer cias nos exames.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . 2. PARDINI .Produto tóxico . 8.

Macrophages . Somatostatina .Pain is para tumores indiferenciados l X X Biópsias positivas (sob demanda específica) u`a o fotodocumentadas. Prolactina . Gonadotrofina fr o sub-alfa (SUBalfa) . Sinaptofisina . Receptor estrogs nico . CD 45 .Estudo imunohistoquímico de linfomas . CD 43 . Receptor progesterônico . Calcitonina . CD 74 . Tireoglobulina . CD 15 . Neurofilamento . CDW 75 .Pain is para tumores indiferenciados . Eduardo Alves Bambirra Prof. Anti human IgG .pailjt is . Fator de angiogs nese tumoral . Anti human Kappa L C . Vimentina Outros anticorpos sob consulta direta ao setor (31) 3228-6394 g . ACTH . Desmina . HGH . P 53 protein . CD 20 .Imunohistoquímica Hercep test Outros . Anti human IgM . CA 125 .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Cromogranina . Enolase neurônio específica .painel (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteína p53+Ki67) . CD 34 . PAN B CELLS . CD 30 . Anti human C1q . Human milk fat globulin . FSH .Estudo imunohistoquímico de sarcomas . C-erb-2 neu protein . Actina de mr sculo liso . TSH .receptores hormonais (estrógeno+progesterona) . CD 45 RO Imunohistoquímica . HMB 45 . Helicobacter pylori .ResponsBte el: Dr.Estudo imunohistoquímico de hipófise . PARDINI 355 . LH . NSE . Epithelial membrane antigen . CEA . É sempre necesb Instituto de Patologia Clínica H. Cytokeratin . PAN T CELLS . KI-67 (MIB 1)  2 (3 5 Câncer de Mama . u v rio o envio de informes clínicos do caso a ser estudado. CD 79 . Anti human C3 .Estudo imunohistoquímico câncer de mam a . Titular de Anatomia Patológica (Faculdade Medicina . Anti human IgA . Proteínas S 100 . Anti human Lambda L C .Estudo imunohistoquímico carcinomas metast ticos .Estudo imunohistoquímico câncer de mama .painel completo (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteín a p53+ki67+angiogs neses) .UFMG) Exames: f g g g g g g Biópsia simples h i Especial Biópsia c/Coloraçj Biópsia c/microscopia de polarizaçh o Biópsia Renal com Imunofluoresck ncia Biópsia Intestinal com Imunofluoresck ncia Biópsia em pacientes HIV e AIDS Imunohistoquímica para: g g g g g Biópsia de Pele com imunofluoresckjl cia direta e indireta Punçh o Bió psia Revishjinmjonp âminas Necrópsia Peça Cirq rgica Radical Simples .

empregando anticorpos prim rios monoclonais altamente específicos para os produtos pesquisados (marcas tipo Dako. PARDINI . etc) importantes na monitoraç o da evoluç o e da ter utica em pacientes com neoplasias de mama. Reagentes utilizados: Os reagentes utilizados s o de primeira linha.Favor especificar o anticorpo. A identificaç o destes receptores (Estrógeno e Progesterona) tem ótima correlaç o com a adequada resposta à terap utica antineopl sica do tipo hormonal (homonioterapia) e do tipo química (quimioterapia). .Detecç o de marcadores de c lulas neopl sicas: importante elemento adjuvante no di agnóstico e no conseqüente tratamento adequado das neoplasias indiferenciadas em que a morfologia isolada consegue caracterizar com segurança a origem das c lulas que proliferam. Novocastra. Biogenex. de angi ese tumoral.  Resultados . fator es de angi ese tumoral e fatores de proliferaç celular. de forma que. Nestes casos. ô †¡ Ûmu‰ud ˆ€‰  ˆ ‰u’u“u‘ ˆ ˆ “ ˆ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆ du–u“ ˆ 356 Instituto de Patologia Clínica H. Resultados . as reaç s s complexas e levam cerca de sete (07) dias para terem seu laudo final emitido. chamando atenç ra a positivi reaç . de adenohipófise. câncer de mama.IMUNOHISTOQU w MICA . —udu—€”(‰(‘€†ˆu—‰R—ud ˆu‰  †  ˆu‰Ý—u” ˆ du–u“ ‰€’u† “u‘ ˆu‰ ˆ ˆ ‘uˆ€‰ ˆ ˆ€‰ ¡ ˆ †  ˆu‰  €– “  Aplicaç o da Imunohistoquímica para Receptores Hormonais no Câncer de Mama: Um grande avanço no arsenal tera tico do câncer de mama foi a possibilidade de detecç o imunohistoquímica no tecido de receptores hormonais. etc). De forma geral o emprego de t nicas Imunohistoquímicas visam: . etc. ˆ ˆu‰R—u‰Rdu‘ ˆu‰ ” ™ ” ˆu‰ “ ˆ€‰ du‘ “u‘  ˆu‰ö‘u‰ ˆu‰R—u” † ñ­ ˆu‰R ˆu‰R–ud du‰ A Imunohistoquímica representa um conjunto de procedimentos que utilizam anticorpos (policlonais ou monoclonais) como reagentes de grande especificidade para a detecç antígenos que marcam estruturas teciduais e celulares. .: esôfago de Barrett. entrar em contato com o Laboratório. correlaç o com outros fatores de marcaç o prognóstica. sua intensidade e sua localizaç tecido e nas c lulas neopl sicas. recentemente desenvolvidos. o m ico solicitante ter clara noç do que representa a reaç scrita em relaç conjunto de c lulas neopl sicas amostradas. telefone (31) 3228.Detecç o de receptores de secreç ormonal (ex: es trógeno. tais como. hormônio da adenohipófise.tipo de laudo: O laudo emitido explicita os anticorpos usados e apresenta o resultado documentado em microfotografias coloridas.Detecç o de fatores de proliferaç celular. o ncogens e proteínas associadas. Geralmente a descriç de uma reaç Imunohistoquímica com positividade dos receptores hormonais nas c lulas neopl sicas representa uma melhor resposta à ter tica hormonal e química. . em todo material examinado s xecutados procedimentos de exacerbaç tig ica para melhor demonstraç tígeno pesquisado. progesterona.Outros anticorpos. exames de maior urg ncia podem ser agendados diretamente no laboratório.6394. etc). Expressiva ajuda em casos em que se tem necessidade de se definir a melhor forma de conduta a ser adotada (ex. Material a ser enviado: Tecido fixado em lcool ou em formol ou material histológico processado e incluído em bloco de parafina.tempo de demora: Em geral. Estudos mais recentes apontam esse tipo de exame como o de padr o ouro para avaliaç o da resposta à terapia oncótica no câncer de mama.

INST xzy|{ ÕES

Envio de material: O Laboratório H. Pardini pode fornecer os seguintes kits para preservaç , acondicionamento e envio de mat ria, visando exam tomo-patológico: - para exames convencionais (constituído por frascos com rótulo), - para biópsias de estudo de infertilidade masculina e feminina (constituído por frascos com soluç o fixadora de Bouin), - para exames com indicaç o de imunofluoresc cia. Para material visando imunofluoresc cia indireta ser cess rio pelo menos 1,0 mL de Soro. Procedimento: Devido à grande importância da lise A tomo -Patológica devemos ter um cuidado especial na preservaç (fixaç ), no acondicionamento, envio e na feitura da requisiç xame. Trata -se de um material biológico nobre, de recoleta difícil e cujo resultado geralment motivo de grande ansiedade para pacientes, familiares e m ico assistente. Al m da Anatomia Patológica Convencional (biópsias simples, peças cir rgicas complexas) o Laboratório de Anatomia Patológica pode realizar:

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1. 2. 3. 4. 5.

Exames de Congelaç . Necrópsia de Feto. Reaç ImunofluorescŽ ° cia Direta em Tecidos (Rim, Pele, Intestino, etc). Reaç ImunofluorescŽ ° cia Indireta (Pele). Imuno-histoquímica para Marcadores de Secreç (hormôn ios, produtos de síntese neopl} sica) e Neoplasia (indicadores de prognóstico, definiç hist ± Ž ° se e de diagnóstico). 6. Citopatologia de Punç -biópsia de Ór± s variados. 7. Fotodocumentaç em Microscopia Óptica Convencional, de Polarizaç de FluorescŽ ncia.

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Prepara o do tecido: Para a histopatologia convencional o fixador mais comum soluç uosa de formalina (formol) a 10%. Tam m podem ser fixadores alternativos o lcool etílico e ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3cm e 48h em amostras maiores que 3 cm o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Para casos de imunofluoresc cia indireta em tecido, o material deve ser enviado em salina gelada (5~ C) quando puder chegar ao Laboratório em menos de 1h após a coleta ou em lcool etílico a 70 ~ nos demais casos. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaç ciente. Para casos de fluoresc cia direta, enviar no mínimo 2 ml do soro do paciente de prefer ncia gelado (5~ C). Para casos de revis casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório/solicitaç m dica e da cópia do laudo anterior. Requisiç o de exame: Para enviar exames de Anatomia Patológica anexar sempre informes m icos identificando sexo, idade e informes mínimos do caso. Em casos de transcriç , caso haja algum vida, consulte o m ico do paciente ou o setor de Anatomia Patológica do LHP antes desta transcriç . Desta forma, estaremos evitando maiores transtornos na execuç o do exame e at mesmo na realizaç lgum tipo de an lise que n tenha sido solicitada pelo m dico.

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A requisiç o deve vir protegida por pl stico do restante do material. Desta forma, evitaremos derrames e borr s e desaparecimento da escrita e dos informes. Estes procedimentos facilitar nosso entendimento, agilizando portanto a entrega dos laudos. Tipos de exames e padr es mais utilizados: . Peça cir Œ rgica radical simples : Amostragem de algo ≥ 3,0 cm dimens . . Peça cir Œ rgica radical simples adicional : Amostragem anexa a uma peça cir Œ rgica (ex.: Œ tero/ovario/tubas/ colo). . Biópsia simples : Amostragem de umt} rea / ór± . . Biópsia com pesquisa de H.pylori : Gengiva, esôfago, estômago, duodeno, etc. . Biópsia com coloraç special : Fígado, medula óssea, pesquisa de agentes infeciosos. . Biópsia renal com imunofluorescŽ ncia. . Biópsia de pele com imunofluorescŽ ° cia. . ImunofluorescŽ ° cia em tecidos ·³ ° seja rim/pele. . ImunofluorescŽ ° cia utilizando soro: ImunofluorescŽ ° cia indireta. líquidos: Punç ór± s variados: tireóide, cistos de ov} rio, etc. . Citologia de punç . Imunohistoquímica: Imunohistoquímica em tecido. Afora mama (estr²± Ž ° io/progesterona) pesquisado 5 tipos. lâmina : Caso externo, sendo solicitada laudo adicional / opini respeito. . Revis Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 357

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Exames com pesquisa de agentes específicos color o especial Pesquisa de agentes específicos: Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de agentes etiológicos de condiç s como lepra/hanseníase, tuberculose/micobacteriose atípica, HPV/Papiloma vírus, HV/Herpes vírus, Leishmaniose, Pneumocystis carinii, Esporotricose, micoses em geral, outros agentes infecciosos. Coloraç s especiais: Sempre que houver material do tipo fígado / medula óssea / outros. Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de glic nio, substância amilóide, depósitos de ferro, depósitos de cobre. Consultar o setor em casos vidas. Exames com imunohistoquímica A Anatomia Patológica moderna apresenta situaç es em que a coloraç rotineira (Hematoxilina -Eosina) deve ser complementada com m todos de imuno-histoquímica, como a seguir: Quando for necess rio: - Auxiliar na diferenciaç tre estados proliferativos benignos e neoplasias. Ex. linfomas x estados reacionais de linfonodos. - Definir a histog se de neoplasias morfologicamente indiferenciadas. Ex. linfomas x carcinomas x sarcomas. - Imunofenotipagem de neoplasias j classificadas pela morfologia rotineira. Ex. linfomas de c lulas T x linfomas de c lulas B. - Identificar produtos de síntese endócrina das c lulas ne opl sicas. Ex. adenomas de hipófise; carcinoide; melanoma. - Pesquisar fatores indicadores de prognóstico, importantes em câncer de mama, esôfago de Barrett. Ex. receptores de estrógeno/progesterona; antígeno de proliferaç celular (KI67, p53). - Identificar antígenos de agentes infecciosos. Ex. Citomegalovírus, H.pylori, vírus de Ebstein Barr. Importante: Em casos em que o pedido m dic xplicitar claramente a necessidade dos anticorpos a serem utilizados dever haver consulta ao setor / pesquisado 5 tipos. Exames com peças cir„ rgicas complexas A Anatomia Patológica num padr lidade de a lise necessita de individualizaç o de partes de ór s complexos retirados cirurgicamente para segurança diagnóstica, como a seguir: Útero : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • Corpo e fundo • Tuba D • Ov rio D • Colo • Tuba E • Ov rio E Placenta: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: mbilical • cor • feto • membranas extra-placent rias • placenta (partes fetal e materna) Curetagem fracionad tero: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • endom trio • colo Tubo digestivo – Peças radicais : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • estrutura do tubo digestivo (estômago, intestino delgado, intestino grosso) • meso • linfonodos Mama: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • mama • musculatura esquel tica • linfonodos • tecido fibro-adiposo Testículo: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: ima testicular • par • estruturas epiteliais e vasos do funículo esperm tico • epidídimo • tecido fibro-adiposo Rim: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: uima renal • par • gordura peri-renal • ureter • vasos do hilo renal Importante: Em casos em que o pedido m ico o explicitar claramente as peças que com m o material enviado ou tal identificaç o n o tenha sido possível na recepç ça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Exames m„ ltiplos acondicionados num mesmo frasco A Anatomia Patológica freqüentemente recebe m ltiplas amostras de locais diferentes de um mesm o material num mesmo frasco: Pele: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas amostras de les s de pele de reas diferentes enviadas num mesmo frasco. Amígdalas palatinas/adenóides : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Hemorróidas / Fístulas ano -retais: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Peças de neoplasias com especificaç o de margens cir rg icas: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • peça principal • cada uma das margens cir rgicas marcadas pelo cirurgi Importante: Em casos onde o pedido m ic xplicitar claramente as peças que com em o material enviado ou tal identificaç tenha sido possível na recepç peça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

ResponsBte el: Dra. Juçara M. de Castro Sobrinho
Mestre em Patologia Geral (Faculdade Medicina – UFMG)

Exames: …
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Citologia de Escarro Citologia Hormonal Seriada Citologia Hormonal Simples Citologia para HPV Citologia de Mama Citologia Oncótica C‡ rvico -Vaginal Citologia Oncótica geral Citologia Oncótica geral urinˆ ria Citologia Punç‰ o de Líquidos Cromatina Sexual Revis‰tŠŒ‹t Lâmina Urocitograma

Citologias positivas (sob demanda especifica) sa o fotodocumentadas..

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Citologia de Escarro Condi o: ¡ Escarro fresco colhido pela man

ao acordar. - Para citologia de escarro simples colhida apenas uma amostra - Para seriada 3 amostras colhidas seqüencialmente durante 3dias Instruç es: O paciente deve colher o material pela m , em jejum, antes de escovar os dentes. Deve realizar uma inspiraç rofunda e fazer uma expectoraç , depositando o escarro em um vidro limpo de boca larga. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo pont o) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do pulm . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; Processos proliferativos benignos; Anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e simples; Alteraç s epiteliais ocasionadas por agress it lio, radioterapia.

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Citologia Hormonal Seriada

Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m dico, seguindo uma s ncia que pode representar as diferentes fases do ciclo menstrual. Sugere-se o seguinte esquema: - Colher a primeira lâmina da primeira fase (at 8 0 dia do ciclo menstrual). - A segunda colheita dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dia do ciclo menstrual). - A terceira lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. - A ltima lâmina em torno do 26 o - 28o dia do ciclo. - Locais: Preferencialmente na parede vaginal (no seu terço superior) n vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da colheita; Fundo de saco vaginal; Ectoc rvix; Vestíbulo. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas ser ve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç o percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; Acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia Hormonal Simples
Condi o: Raspado do colo uterino, raspado vaginal: parede lateral da vagina no seu terço superior, fundo de saco vaginal e vestíbulo. Obs.: - A amostra pode ser coletada em qualquer fase do ciclo menstrual ou na aus cia deste em qualquer ca ou idade da paciente. - A coleta sempre realizada pelo m dico e deve ser acompanhada de informes clínicos bem como dados completos da paciente. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de matur aç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç ormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç ercentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no mero ou proporç e descamaç os tipos celulares. O resultado final levar em consideraç o o aspecto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia para HPV
Condi o: Homem - raspado peniano. Mulher - raspado vulvar, raspado vaginal, raspado cervical. Instruç es: Homem: realizar higiene íntima 24 horas antes da coleta e abster-se de relaç o sexual 24 horas antes coleta. Mulher: realizar higiene 8 horas antes da coleta e o estar menstruada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es c línicas: O exame visa detectar efeitos cit ticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epit lio escamoso do is, colo e vagina. O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular.

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Citologia de Mama

Condi o: Secreç o de mama (geralmente a colet realizada pelo m ico por meio de express mamilar). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama.

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Citologia Oncótica C’ rvico -Vaginal
Condi o: Raspado do colo uterino a nível da junç scamo-coluna. Coleta endocervical: raspado. Coleta vaginal (parede ou fundo de saco): raspado. Coleta ectocervical: raspado. Instruç es: A colet sempre realizada pelo m ico ou enfermeira treinada nos sítios acima discriminados segundo indicaç o clínica. Evitar: Duchas e lavagens vaginais, Cremes e talcos vaginais e Relaç s sexuais (24 horas antes da coleta). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por agress epit lio. Ex.: radioterapia, cauterizaç es.

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Citologia Oncótica Geral

Condi o: Lavado vesical, lavado brônquico, lav strico, lavado peritoneal e líquor. Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m ico nos sítios anatômicos acima discriminados segundo indicaç clínica. A colheit sempre realizada à nível ambulatorial ou de bloco cir rgico. Interpret o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar: patologias benignas; les s pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos; les es provenientes de met stase de outros ór s; les s cessíveis ou invisíveis para o endoscopista.

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Citologia Oncótica Geral Urin e ria Condi o: ¡ (volume total) - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto) ou refrigerada. 1 Urina da m
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Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previ amente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: Exame n o invasivo, que visa detectar tumores vesicais bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. É tam m til como coadjuvante nos diagnósticos das les s “in situ” da mucosa de todo o trato uri rio, papilomas e carcinomas do urot lio, podendo tam m ajudar no diagnóstico de patologias benignas.

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Citologia Pun £¦¥ o de Líquidos

Condi o: Punç de Mama, L. ascítico, L. sinovial, L. pleural, L.. peric rdico, Punç s de coleç s superficiais. Interpreta o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç o subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas bem como les es pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos ou provenientes de met stase de outros ór s.

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corp sculo de Barr presente em 90% das c lulas. . óuô –u  d u ‘ € ‰ † ˆu‰ Á‘ †   –u ‘u—u‰R † R”  –€  ‘u‰R‘u‡ ‡ † ó€ô ‰u’€“u‘u”u‰ ‰Û‘uˆu‰ †  uˆ R ‰ u—† ‰ ˆ u ‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰R—u‰ d† ‘uˆ ˆu‰ö” “€‘ ‘€‡ ˆu‰ –u‡ –u‡  Ž sculos de Barr. . . . lavadas e secas. . O I. Instruç es: . geralmente. O esfregaço deve ser fino. Neste exame a integridade dos cleos deve ser mantida para que possa ser visualizada a cromatina sexual. Logo: O n mero m ximo de cor sculo de Barr por c lula sempre um a menos mero de cromossomos X. . Assim. bem distribuído. no seu setor de G tica Humana. Interpreta o: A interpretaç s resultados baseia -se na identificaç contagem dos cor sculos de Barr presentes cleo das c lulas esfoliadas da mucosa oral ou na aus cia destes cor sculos.cor sculos de Barr ausente nas c lulas. oferecendo dados qualitativos que permitem orientar o clínico direcionando a sua conduta para prosseguir ou n usca do diagnóstico final.Es tulas de madeira (para pacientes com at 10 anos).Se o paciente tiver at 10 anos ser sada esp tula de madeira para a coleta.P. disposto em um só sentido. (2) C lulas de indivíduos com 4 cromossomos X → poder resentar 3 cor sculos de Barr por c lula. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar se o indiví geneticamente do sexo masculino ou feminino atrav s da identificaç o e quantificaç s corp sculos de Barr presentes nos cleos das c lulas esfoliadas. Se a coleta for feita com es tula de madeira deve-se colher o material em duas etapas.Frasco de citologia conte lcool a 96o (comercial). Material: . Corp sculos de Barr correspondem à condensaç s cromossomos X. considera -se que os exames que apresentam 4% ou mais cor sculos de Barr s correspondentes à indivíduos que t enham constituiç cromossômica XX (geneticamente feminino).indivíduos do sexo feminino com cariótipo XO . 5 ou mais cromossomos X ir o apresentar nŽ meros anormais de cor (1) C lulas de indivíduos com 3 cromossomos X → poder resentar 2 cor sculos de Barr por c lula. Hermes Pardi ni oferece atualmente t cnicas mais acuradas. Mergulha -se as lâminas em frasco com lcool. O ar resseca a amostra e conseqüentemente as c lulas colhidas. Esta etap de suma importância.Cromatina Sexual Condi o: Mucosa oral (parte interna da bochecha). o pode haver contato das lâminas com o ar por tempo superior ao necess rio para a confecç o do esfregaço.Para pacientes acima de um necess rio que estejam em jejum e sem escovar os dentes. Acima desta idade usase lâmina de vidro na sua parte mais estreita. imediatamente após cada coleta.Limpar as lâminas (a serem usadas) com lcool. (3) C lulas de indivíduos com 5 cromossomos X → poder resentar 4 cor sculos de Barr por c lula. Primeiro uma e depois a outra lâmina. Exemplo: Mulheres com 4. Síndrome de Turner .C.Ao distender o esfregaç se deve fazer movimentos rotativos ou de vai -e-vem.A coleta com es tula de madeira ou lâmina de vidro ser fetuada da seg uinte maneira: Abre-se bem a boca do paciente e raspa-se a mucosa oral com o cuidado de coletar material em quantidade razo vel mas sem machucar o mesmo. †† † ‡ uˆ ˆ ‰ ––uu‡‡ †† – u ‡ —u‰Ûëu”Û‰à‘€‡ †  –u‡ † ˆu‰R—u‰ — ‡u ‰ † † d † ‘€‡ † ˆu‰î‘udîm † €” ‘ † 5 ˆˆuu‰‰÷ dduu–– ÷ † ˆu‰÷† du– –u‡ ‡ –u‡ Instituto de Patologia Clínica H. hom . PARDINI 365 . Observaç : É importante ressaltar que esta t cnic mais rudimentar.Duas lâminas de vidro virgens. Abaixo de um ano n h ecessidade.Colhido o material. rapidamente este deve ser distendido sobre outra lâmina de vidro fazendo com qu e uma lâmina deslize sobre a outra suavemente (uma lâmina direcionada para o lado esquerdo e outra para o lado direito) de modo que o material fique espalhado sobre as 2 lâminas. . Para interpretaç . Síndrome de Klinefelter .indivíduos do sexo masculino com cariótipo XXY . como o estudo do Cariótipo Sanguíneo com Banda G.

Observaç : Em crianças que n o possuem controle do ato de urina r recomenda-se fazer o raspado direto da mucosa vaginal. Utilizar lcool comercial à 96 o graus. acompanhar tratamentos hormonais. 1 Urina da m Interpreta o: ¡ rmônio dependente. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost” ou “índice de maturaç celular”. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no n mero ou proporç scamaç o dos tipos celulares. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual. ó€ô d€‘ ˆ ˆu‰ ˆ€‰«‘u‰«’ † † ˆu‰«—€” † ˆu‰ ™” † ‰u—u‰Rëu”Rˆ ‘uˆu‰R‘u”  † å ” ˆu‰Ó‰åd ‡ ˆ u‘ ‰ † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰à”€‘u— ˆu‰ u ˆ « ‰ u — ‰ ˆu‰«—u”«—u” ˆ  u”«m ‘u‰« 366 Instituto de Patologia Clínica H. a secagem da amostra antes da fixaç o altera a morfologia celular prejudicando o exame.Revi —¦¥ o de Lâmina Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecido s. alteraç s epiteliais ocasionadas por a gress epit lio (ex. estudar ciclos anov ulatórios ou ovulatórios. alteraç s inflamatórias crônicas e agudas. ó€ô uˆ ⠉— ™ ™” ™” ˆ ™” †† † ˆu‰ † ˆu‰ìd€‰ † ™ ” † Urocitograma Condi o: ¡ . mais especificamente da face dos grandes l ios.Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto ou refrigerada). A amostra coletada deve ser distendita rapidamente em lâmina de vidro e colocada imediatament lcool fixador. processos proliferativos benignos. É especialmente indicado para o estudo de puberdade precoce em crianças. intermedi rias e superficiais.: radioterapia. cauterizaç es). Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. O resultado final levar m consideraç specto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. PARDINI . volume total . que expressa a relaç percentual entre as c lulas profundas. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias. Portanto a O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato ge nital femini a óuô variaç rau de maturaç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç ócrina da mulher. parasitas e vírus. fungos. por ser um m t cessita do exame ginecológico.

com artefatos ou muito hemorr icas que prejudiquem a interpretaç % ou mais das c lulas epiteliais presentes. . s a leitur ltima lâmina. . . A segunda coleta dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o. .  ™” r  † Á— ”© Instituto de Patologia Clínica H. As coletas devem ser realizadas na parede vaginal (1/3 superior). urina) fixar em igual volume d lcool a 50% e encaminhar ao laboratório. Secreç s ricas em muco (escarro. . Lâminas quebradas. . . A 3a lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. L QUIDOS E PUN “ ÕES ASPIRATIVAS devem ser observados os seguintes itens: . Aus ncia de identificaç ciente na amostra e/ou formul rio de requisiç . Baixa celularidade ou escassez celular. usar lcool a 50% como fixador. . muito densas. Porta lâmin as para o envio do material após fixaç . .  ˆ€‰(—€‰  “ “ ‡ ˆu‰R—u” ˆu‰R—u‰R”u‘  ˆ€‰ † ™”  No caso de material para ESTUDO FUNCIONAL (estudo de ciclos ovulatórios ou anovulatórios) devem ser observados os seguintes itens: . material do tubo gastrintestinal) ou em proteínas (líquidos serosos) podem ser guardados em geladeira por at ia antes de serem encaminhados ao laboratório. 14o e 15o dias do ciclo).. O resultado seguir †‰ (d€–uê d(—€d(‡ ‘uˆu‰ —u” Ÿ ˆu‰ No caso de material PARA AN LISE CITOLÓGICA DE SECRE“ ÕES. PARDINI 367 . Amostras muito purulentas. Escovinha para coleta endocervical. caso contr rio. . A ltima lâmina em torno do 26 o a 28o dia do ciclo. Caixa para remessa. . Colher a 1a lâmina no início da 1 a fase (at 8o dia do ciclo menstrual). . Duas lâminas para a confecç . . Ressecamento da amostra antes da fixaç . . basta solicit -lo por telefone (setor de conv nio) ou por ocasi vio do exame. ’ Caso voc se interesse por nosso sistema e deseje esse material. vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da coleta. . “ ˆu‰R—u‰R–ud CAUSAS DE REJEI ƒ { ‘ O ˆu‰R—u” þ  † ˆu‰  ˆu‰ u’ INST xzyz{ ÕES Uso e envio de material destinado a estudo citológico Material para coleta citológica constitui de : (s) esfregaço(s) (segundo instruç s). Líquidos pobres em proteínas ou muco (líquor. Formul rio de "Requisiç Exame". Esp tula de Ayre para coleta de fundo de saco vaginal e ectoc rvix.

4. Adenocarcinoma Endometrial. Carcinoma de C lulas Escamosas. C lulas endometriais citologicamente benignas em mulheres pós -menopausadas. PARDINI . Atipia em C lulas Glandulares de Significado Indeterminado ( AGUS ). Adenocarcinom specificado. Les o Intraepitelial de Alto Grau (HSIL). ˆ † ˆ † v v©v õ ô ™” † As anormalidades glandular o divididas em: 1. Les o Intraepitelial de Baixo Grau (LSIL). que engloba displasia leve / NIC I e alteraç s celulares associadas com o HPV. atipia condilomatosa ou coilocitótica NIC I NIC II NICIII NIC III Câncer invasivo SISTEMA DE BETHESDA Normal ASCUS SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de alto grau SIL de alto grau SIL de alto grau Câncer invasivo 368 Instituto de Patologia Clínica H. 4. 6. displasia acentuada / Carcinoma in situ / NIC III. 3. Adenocarcinoma Extrauterino.INTERPRETA{n‘ O DOS RESULTADOS CITOLÓGICOS No Sistema de Bethesda as les es cervicais escamo o divididas em 4 categorias: 1. que engloba displasia moderada / NIC II. 5. 2. 2. 3. † ª v©v ô d(‘€ˆu‰R” ” • O DESCRI CLASSES Classe I Classe II Classe II Classe II Classe III Classe III Classe III Classe IV Classe V ” • O NIC GRADA– NORMAL Atipia reativa ou neopl} sica HPV Atipia com HPV Displasia leve Displasia moderada Displasia acentuada Carcinoma in situ Câncer invasivo Normal Atipia HPV Atipia. Adenocarcinoma Endocervical. Atipia em C lulas Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS ).

IMAGINOLOGIA EQUIPE MÉDICA Dra. Dra. Dra. Dr. Dra. Dra. Dr. Dra. de Melo Giuliana G. Dr. Dra. Dra. Dra. Dra. Dra. Dra. coloca à disposiç š o de seus clientes os mais modernos recursos tecnológicos n ›Œœ rea de imagem. Dr. PARDINI 369 . Dra. atra —™˜ s do seu departament o de diagnóstico por imagem. L Fernandes Raquel Fulg  cio Gazoli Renata Lana Arze Ronaldo Magalhžj¡ s Lins Ulisses Campanha Parente CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA RESPONS VEIS – ECOCARDIOGRAFIA r Dr. Dr. Adriano Jos¢n£ e Souza Cristiane Nunes Martins Maria C¢ lia Caetano Maria Helena de Albernaz Siqueira Ros lia Morais Torres ¤ AGENDAMENTO PRÉVIO PO R TELEFONE Instituto de Patologia Clínica H.O Laboratório HERMES PARDINI. Assis de Souza Gl  ucia Mara Dias Câmara Henrique de Carvalho Jož o Fabiano Rodrigues JŸ lio Gontijo Fernandes Luciana Costa Silva Luciana Coutinho Malta Luciene Mota Andrade Mônica Rodrigues Faria Patrícia Cristina S. Dra. Dr. Dra. Alessandra Teixeira Lanna Fabiana Paiva Martins Fabrícia Saraiva Lanna Francisco Afonso S. Dra.

Avaliaç ˆu‰Û—udۖud “ t ncia venosa dos sistemas superficiais e profundo e do estado funcional. podendo tamb¨ m ser gravada em disco ótico. ˆu‰R” de patologias ˆ€‰(—€”(‰€m ™ ™ Ecodoppler de Carótidas com mapeamento de Fluxo a cores Afastar ateromatose. PARDINI . possibilitando acesso r© pido e f© cil ao exame. ELETROCARDIOGRAFIA Eletrocardiograma Detecç o de arritmias cardíacas. ˆ  DUPLEX SCAN (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Duplex Scan Venoso (Membro superior e inferior) Avaliaç de refluxo. ‘uˆu‰R‰um ˆu‰»—ud ˆ s patologias obstrutivas do segmento arterial. v lvulas e peric rdio. Ilíaca e Abdominal Detecç o e quantificaç struç es arteriais da aorta abdominal e seus ramos.CARDIOLOGIA Os equipamentos disponíveis re ¥ nem a tecnologia mais recente e sofisticada para aquisiç¦ o de imagens Bidimensionais. sinais de isquemia mioc rdica.  ˆ€‰    Ecodoppler de Stress Farmacológico Avalia a contratilidade mioc rdica segmentar do VE e VD. § ¦ o de alta precis¦ o nas imagens cardíacas e vasculares. bem como fraç o de ejeç  ˆ ˆu‰R” m repouso e stress. aspectos anatômicos e funcionais das v lvulas e contratilidade segmentar mioc rdica. sobrecarga de câmaras cardíacas. Projetados para obten  conferindo ao exame maior confiabilidade diagnóstica. bem como das dilataç es localizadas (aneurismas) deste segmento. visan do detecç ˆ€‰ Duplex Scan Arterial (Membro superior e inferior) Duplex Scan da Aorta. ECOCARDIOGRAFIA (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Ecocardiografia Bidimensional Avalia estruturas anatômicas – mioc rdio (espessura e contratilidade). As imagens obtidas s¦ o armazenadas na memória do equipamento.  Ecodoppler pulsado e contínuo . tais como os aneurismas. quantificando o grau de obstruç strutivas. tortuosidades e trombos no segmento extra craniano.Ecodoppler com mapeamento de fluxo a cores Avalia e quantifica tamanho do coraç . 370 Instituto de Patologia Clínica H. Doppler e Mapeamento de fluxo a cores.

varicocele. nervo óptico e musculatur a extrínseca da órbita. PARDINI 371 ™” . punç ª es e biópsia dirigidas por ultra -som. do volume. ginecologia. vias biliares. morfologia e textura dos testículos e epidídimo. etc. cistos e neoplasias. Estamos oferencendo. etc). ultra-sonografia panorâmica e harmônicas de tecido. ‡ ˆu‰Á—ud  s características do ™ ™” ™” ˆ morfológica de estruturas cervicais (tireóide. MEDICINA INTERNA Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL-HDI 5000 SONO CT/ATL-HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Abdominal Superior (Fígado. pesquisa de nódulos. vias biliares. derrames articulares. tomia e morfologia dos tend es. Vesícula. próstata e vesículas seminais. linfonodos. incluindo a tecnologia tridimensional. ligamentos. do humor vítreo. Baço) Avaliaç morfológica de ór e retroperitônio). ˆu‰ ’uˆ uˆ ‰ uˆ ‰ ’uˆ uˆ ‰ ˆu‰ uˆ ‰ de ór os do abdômen superior (fígado. ’uˆu‰ s abdominais (fígado. morfológica de glândulas salivares parótidas e submandibulares. rins. avaliaç fluxo sanguíneo tireoidiano. Pesquisa de les s expans ivas. Retroperitonio e Bexiga) Aparelho Urin « rio (Rins e Bexiga) Craniana – Transfontanela Avaliaç morfológica do enc falo. identificar hidrocefalia. vesícula biliar. Avaliaç Abdominal Total (Abdômen Superior + Rins.ULTRA SONOGRAFIA Est¦ o disponíveis para nossos clientes todos os exames relacionados à ultrasonografia incluindo medicina interna. m sculos. isquemia e infarto intracraniano. Vias Biliares. etc. portanto. identificar hemorragias. presença de nódulos) e vesículas seminais. † ‘€ Próstata via Abdominal Avaliaç Avaliaç †  ™”  “ ™ Próstata via Transretal morfológica da bexiga. que permite reconstruç ª es de superfície e multiplanares com alta resoluç¦ o. observar m formaç s cong nitas. da próstata (volume. Bolsa Escrotal Avaliaç ˆu‰Û—u‰ ˆu‰ ™ ˆu‰î—€d  ˆu‰ —udýdu‘ud ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰»—ud ˆu‰ de tend es. parede posterior do globo. glândulas salivares . Avaliaç traum ticas. ureteres e bexiga). pesquisa de coleç s. ve sícula biliar. pâncreas e baço). forma. bexiga de ór os do aparelho uri rio (rins. Articulaç¬ es Avaliaç M­ sculos Ten ®¯¬ es Cervical Avaliaç Avaliaç Avaliaç anatomia e morfologia muscular. a ultra-sonografia 3D. observar processos inflamatórios do enc falo e meninges. Os nossos equipamentos possuem os recursos mais recentes. textura. obstetrícia. ÓRG‘ OS E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS OU PEQUENAS PARTES (ACUSON SEQUOIA/TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/ TOSHIBA TOSBEE) Tireóide Avaliaç volume. Pâncreas. observar m formaç es vasculares. baço. pequenas partes. reas de distens o e/ou rupturas. morfologia e textura tir eoidiana. objetivando o diagnóstico de alteraç s inflamatórias e Glândulas Salivares Globo Ocular Avaliaç câmara anterior do olho. Instituto de Patologia Clínica H. gordura retrobulbar. pâncreas.

™ tero e anexos. etc. O US lvico transvaginal permit lise mais detalhada da morfologia ovariana. produzindo imagens de excelente qualidade aliada à experiência de nossos profissionais. medida da espessura endometrial.ULTRA SONOGRAFIA GINECOLÓGICA Mama Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Obst° trica ˆu‰R—u”Rdu‘u‰ rmalidades clinicamente suspeitas ou como complemento da mamografia.Órg² os profundos . detalhada da morfologia Acompanhamento seriado da ovulaç . Acompanhamento da gestaç Obst° trica Morfológica An lise cuidadosa da anatomia fetal para detecç P° lvico Feminino (supra-p ± bico) Avaliaç Avaliaç morfológica d  ˆ€‰(”Rd ˆ —€”(‡ – † ˆu‰ valiaç o do embri o ou feto.Coleç³ es Obtenç material origi rio de ór citológicas. tero e anexos. permitindo otimizar o contraste com a § ¦ o. da próstata e coleta de material para exame histológico. estruturas ou cavidades profundas para exames bacteriológicos. menor dose possível de radia – Aparelhos que verificam automaticamente todos os parâmetros diagnósticos. “€‘ R ” ud €‘  “u‘ dÁ‰Á‘uˆ€‰Á” P yzz{ ÕES E BIÓPSIAS D IRIGIDAS POR ULTRA SONOGRAFIA Tireóide – Mama – Massas . espontânea ou induzida. líquido amniótico. (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Próstata Avaliaç uˆ ‰à—€” ˆu‰ ‘u ’uˆu‰ s. placenta. 372 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . MAMOGRAFIA (GE-DMR) Mantemos equipamentos que possibilitam a descoberta de sutis mudanças de densidade em todos os tipos de tecidos. P° lvico Endovaginal P° lvico Endovaginal para Controle de Ovulaç² o ˆu‰ uˆ ‰ ”Á‡ ˆu‰ ˆ e avaliaç ˆu‰R—u” malformaç es. para determinar sua ocorr ci o momento da ocorr cia. hist ológicas e/ou outros.

intervertebrais e canal medular. inflamatórias. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “  Tomografia Computadorizada de SELA TÚRSICA Avaliaç morfológica da hipófise e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. tornamos o exame mais confort© vel para o cliente. ombros. baço. neopl sicas. meninges. Reduzindo o tempo. sacro-ilíaca. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. inflamatórias . punho. coxofemorais. espaços subaracneideanos. este aparelho permite alta velocidade na aquisiç¦ o e formaç¦ o de imagens. neopl sicas e/ou degenerativas. degenerativas e/ou trauma. estrutura óssea. Tomografia Computadorizada da COLUNA DORSAL (TORACICA) Avaliaç morfológica das v rtebras tor cicas. Tomomielografia Avaliaç morfológica do canal medular e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. degenerativas e/ou trauma. Instituto de Patologia Clínica H.  ™ ” ‰u‘€’u“u‘  Tomografia Computadorizada de COLUNA CERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç es c itas. pâncreas. PARDINI 373 “ ˆu‰ ˆu‰  ˆu‰á—u” alteraç es ™ ˆ€‰(—€”(–€d ‰u‘€’u“u‘  .TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Com tecnologia subsecond e um potente tubo gerador. discos. neopl sicas. ˆˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆˆu‰ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u† “u‘ ™ ’u† “u‘  ˆu‰Û—u”Ûd ™ lteraç es Tomografia Computadorizada de CRÂNIO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. joelho e p s para diagnóstico e avaliaç e alteraç s c itas. Tomografia Computadorizada do ABDOME Avaliaç morfológica de ór para diagnóstico e avaliaç ˆu‰ ˆu‰ Tomografia Computadorizada das ARTICULA´ ÕES Avaliaç morfológica de articulaç s esterno -clavicular. neopl sicas e/ou degenerativas. neopl sicas. neopl sicas. inflamatóri as. ˆ€‰(—€”(d ™ ‰€† ‘u’u“u‘  Tomografia Computadorizada das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (globo ocular. degenerativas e/ou trauma. cotovelos. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. dis cos. ri ns. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. neopl sicas. neopl sicas. vias biliares. alças intestinais) alteraç s co itas. degenerativas e/ou trauma. etc. nervo óptico. musculo extra -oculares. inflamatórias. inflamatórias. inflamatórias. inflamatórias. inflamatórias.) para diagnóstico e ava liaç lteraç s cong nitas. degenerativas e/ou trauma. intervertebrais e canal medular. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. d iscos. degenerativas e/ou trauma. Tomografia Computadorizada DINÂMICA (ANGIOTOMOGRAFIA) Avaliaç morfológica de vasos sanguíneos em diversas partes do corpo. ˆu‰ö’u—uˆu” ‰ ™ ” ‘u’u“u‘ ™” ˆu‰«— †     s abdominais (fígado. Aliada a profissionais altamente especializados oferecemos a melhor qualidade de imagem e a certeza de um diagnóstico preciso. inflamatórias. inflamatórias. avaliaç tologia c itas. e possibilitamos melhor aproveitamento do contraste. intervert ebrais e canal medular. Tomografia Computadorizada de COLUNA LOMBAR Avaliaç morfológica das v rtebras lombares.

M sculos. Pernas e P s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. inflamatórias. Faringe. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. vasos. Antebraços. Tomografia Computadorizada dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morfológica de segmentos apendiculares (Braços. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. ov rios. Tireóide. Tomografia Computadorizada da PELVE / BACIA Avaliaç morfológica dos ór s lvicos (bexiga. Tomografia Computadorizada de PESCO´ O Avaliaç morfológica de estrut uras cervicais (Glândulas Salivares. para diagnóstico e avaliaç alteraç es cong itas. degenerativas e/ou trauma.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Tomografia Computadorizada de SEIOS DA FACE Avaliaç morfológica dos seios da fase para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. Vasos cervicais. Esôfago) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong nitas. neopl sicas. inflamatórias. Tomografia Computadorizada de ATM Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. Tomografia Computadorizada do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (Par uima pulmonar. tero. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. neopl sicas e/ou degenerativas. neopl sicas. ™ ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆu™ ‰ ” – † ˆu‰ ‡  ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ™ ” ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆ€‰ ™ ”   ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” ˆu‰í— lteraç s  e “u‘ “u‘ ‡    ˆu‰¿—u”¿d ™ ” ˆ “ † “ u ‘ “€‘uë 374 Instituto de Patologia Clínica H. degenerativas e/ou trauma. coraç o. Laringe. Coxas. neopl sicas. inflamatórias. próstata. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. Linfonodos. inflamatórias.  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆ ™ “u‘ Tomografia Computadorizada de MASTÓIDES / OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. neopl sicas. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. PARDINI .

ov rios. inflamatórias. tero.5 T) A qualidade de imagem em Ressonância Magn¨ tica est© diretamente ligada à potência e ao campo magn¨ tico do equipamento. ˆˆu‰ ˆˆ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u“u† ‘ ™ ’u“u† ‘ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ”        Ressonância Magn° tica de COLUNA LOMBO -SACRA Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. tend s. inflamatórias. bursas. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. cartilagem articular e etc. degenerativas e/ou trauma. discos. Ressonância Magn° ti ca do ABDOME Avaliaç morfológica de órg os abdominais (fígado. Instituto de Patologia Clínica H. ˆu‰R—u”Rd ’uˆu‰ ™ ”  “u‘ “u‘uë ˆ u ‰ R — u ” R d ˆu‰ ™ ” – † “ u ‘ ‡ ˆ€‰(—€”(d ™ ” ‰€‘u† ’u“ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘u‘ — ™ ” ˆu‰ Ressonância Magn° tica de CRºt» IO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. bursas. inflamatórias. Este equipamento permite a realizaç¦ o do exame em menor tempo. meninges. vasos.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉ TICA (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. baço. ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ u ‰ ⠗ u ” â d ™ ” ‘u’u“u‘    Ressonância Magn° tica do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (par ima pulmonar. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. tend s. l ios. discos. discos. intervertebrais e canal medular. Ressonância Magn° tica de COLUNA C ERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. neopl sicas. intervertebrais e canal medular. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç s c nitas. Ressonância Magn° tica de PUNHO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. bursas. espaços subaracneideanos. pâncreas. ligamentos. § ¦ o de seus cliente equipamento O Laboratório HERMES PARDINI coloca à disposi  com o mais alto campo magn¨ tico (1. degenerativas e/ou trauma.. neopl sicas. cartilagem articular e etc. degenerativas e/ou trauma.. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. neopl sicas.  Ressonância Magn° tica do OMBRO Avaliaç morfológica da estrutura óssea. alças intestinais e estruturas vasculares) para diagnóstico e avaliaç lteraç s co itas. inflamatórias. com tecnologia phased array e gradientes de alta performance. €m Ressonância Magn° tica de COTOVELO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. ligamentos. neopl sicas. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . tornando -o mais agrad©¹¸ el para o paciente e mantendo sua qualidade. inflamatórias.. próstata. PARDINI 375 . degenerativas e/ou trauma. vias biliares. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas.5 T) existente no mercado. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . Ressonância Magn° tica da COLUNA TOR¼ CICA Avaliaç o morfológica das v rtebras tor cicas. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. rins. coraç . inflamatórias. inflamatórias. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. Ressonância M agn ° tica da PELVE Avaliaç morfológica dos órg s lvicos (bexiga. cartilagem articular e etc. intervertebrais e canal medular. te s. ligamentos. inflamatórias. neopl sicas. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas.

ligamentos. Ressonância Magn° tica de PESCO½ O Avaliaç morfológica de estruturas c ervicais (glândulas salivares. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. estrutura óssea. inflamatórias. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” Ressonância Magn° tica de Tornozelo Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. inflamatórias. neopl sicas. nervo óptico. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. linfonodos. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u”u‘ ‘u— ™ ” ‰u‘€’u“u‘ ˆu‰  um  um  um      Angiografia por RM (Por segmento) Avaliaç morfológica de vaso s sanguíneos em diversas partes do corpo. ligamentos. tend s. cartilagem articular e etc. vasos cervicais. l ios. ˆ€‰(—€”(–€d Ressonância Magn° tica das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (glo bo ocular.5 T) Ressonância Magn° tica de PLEXO-BRAQUIAL Avaliaç morfológica dos componentes do plexo braquial para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong nitas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. degenerativas e/ou trauma.. neopl sicas. neopl sicas. inflamatórias. te s. pernas e p s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. degenerativas e/ou trauma. bursas. Ressonância Magn° tica do JOELHO Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea.) para diagnóstico e avaliaç de alteraç s co itas. inflamatórias. inflamatórias. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ Ressonância Magn° tica de articulaç³ es COXO -FEMORAL Avaliaç morfoló gica da estrutura óssea. bursas. antebraços. ligamentos. neopl sicas. te s. neopl sicas.. inflamatórias. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. esôfago) para diagnóstico e avaliaç alteraç s con itas. inflamatórias. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. neopl sicas. l bios. neopl sicas e/ou degenerativas. ™ ˆu‰ “u‘  ˆ 376 Instituto de Patologia Clínica H. degenerativas e/ou trauma. avaliaç tologia c itas. tireóide. Ressonância Magn° tica das ARTICUL t ¾ ½ ÕES T ¿ MPORO-MANDIBULAR Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. ™ ” ‘€’u“u‘  Ressonância Magn° tica de OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. coxas. faringe. ligamentos. bursas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. laringe. cartilagem articular e etc.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉTIC A (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1.. neopl sicas e/ou degenerativas. m sculos. PARDINI . neopl sicas.. l ios. bursas. degenerativas e/ou trauma. “ ˆu‰ ‡  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ˆ ™ ˆ€‰ —u” ™ ” ’u“€‘  ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” † lteraç s Ressonância Magn° tica dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morf ológica de segmentos apendiculares (braços. musculo extra -oculares. t s. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. etc. l ios. Ressonância Magn° tica do PÉ Avaliaç morfológica da es trutura óssea. cartilagem articular e etc. cartilagem articular e etc.

CONVENCIONAL (PHILIS-BUCKY DIAGNOST TS) Avaliaç anatômica e morfológica de órg s e estruturas. utilizando equipamentos telecomandados. ùÄÿÆý Éö   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¥ ¢¨    £¢Íõö ÷zõ`ù¹ú˜û¯ö    £¢Íõö ¨ ¢§¢jù¯þ ü"!# ùóý  $&%' (0)(£1§231546%7)46(£8@98%7A¥1B' 468 ùìÿÚý Éö ùìÿÚý Éö DUPLEX SCAN . . $&%' (0)(£1§1PD(8Q4R)©(8 x&y€ 0‚£ƒEˆ¥‚‰ ƒ§ƒPx6¥‘"’“tx”€ † x&y€ 0‚£ƒ§•5‚‰&‰6ƒB€ ‰C† –&—˜ ™0d™£e§f˜ ™0d©™e…g"dhR™¡˜ i –&—˜ ™0d™£e§j5dh&hrkQf©d –&—˜ ™0d™£e§j3e5h6—7dh6™£k@ik—7l¥eB˜ h6k ULTRA-SONOGRAFIA . Instituto de Patologia Clínica H.   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¢¥¨   ö© ¡¢Æöæý ÷¨ þ ùÄÿÆý  Éö¡ £¢§ä ¢ ú b ¨ ö©  ùÄÿÆý É   ö¡ £¢ ü ùtõ ý þ ùÄÿÆý Éö ùÄÿÆý . .RAIO X Atrav¨ s de sistemas mistos de radiografia e fluoroscopia. . . . ÂÄÃÆÅ ÇÉÈÆÇËÊÍÌΊϐÊnÐnʒÃÒÑ–ÊÓ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙÆØÚÖÜÛÞÝà߯áâ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙnÙäãÎ×åÝàßbØæ×ÒÝ . . $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 SCT¡U V0W¡V£XEY§W`Ia&U bdceW©U YEfQa&gHh¥i SCT¡U V0W¡V£X§XqpVfarW©Vf SCT¡U V0W¡V£XEsHW Yts3Supwv6W SCT¡U V0W¡V£X¡`5S7sBU h xCy¡€ 0‚¡£ƒ§„…€ 0‚ƒ§y†§‡7‚ . . . . . CONTRASTADO (PHILIS-DUO DIAGNOST) Avaliaç ˆu‰ uˆ ‰ ˆu‰ anatômica. . ç’èæéËêìënëäí™î’ïÎðËñzíóò ô õ’öø÷zõbùóú˜û¯ö ü ùóõjý þ ELETROCARDIOGRAFIA . . . PARDINI 377 . . REALIZ€‚{ƒ‘ O ECODOPPLERCARDIOGRAFIA . . . proporcionamos a possibilidade de exames precisos e de f¹ © À il realiza §–¦ o em todos os tipos de aplicaç Á es do Raio -X. morfológica e funcional de ór ’uˆ€‰ s e estruturas. . . MAMOGRAFIA . .

PARDINI .378 Instituto de Patologia Clínica H.

doenças císticas. hiperostosis frontalis. ­ õuó€ô © 8ˆ õuó€† ô † “ ó€ô ó€ô   † ˆu‰R—u” ™ ” u‘ uˆ ‰ † Cintilografia para Divertículo de Meckel ­ Preparo: JO 6h. doença metast tica. met stases. com diferença superior a 2 segundos entre os hemisf rios cerebrais. JontR Ribamar Villela Dra. Obser o: N o m todo de escolha para determinaç les s expansivas (CT ou RMN). Cintilografia Cerebral Preparo: Administrar perclorato previamente ao exame. Indi o: Asplenia/ectópia. Hermes Pardini MEDICINA NUCLEAR ˜ uma especialidade m ˜ dica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo de maneira segura e indolor para diagnosticar e tratar doenças precocemente com possibilidade de melhor prognóstico. Interpreta o: Fluxo sangüíneo cerebral sim trico.m MÉDICOS RESPONS VEIS: Dr. Interpreta o: Aus ncia de concentraç s anômalas do radionuclídeo em regi o abdominal. Indi o: Divertículo de Meckel. doenças infiltra tivas. Ivana Moura Abuhid Dr. Administraç de inibidor de receptor H 2 conforme peso e faixa et ria (Cimetidina). anormalidades de tamanho/posiç funç o. ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰   † ˆu‰R—u” ‡ ˆu‰R” ˆ   “ Instituto de Patologia Clínica H. displasia fibrosa e morte cerebral. doenças neopl sicas/linfoma/leucemia. doenças vasculares. baços e acessórios. PARDINI 379 . Interpreta o: Distribuiç homo radiof rmaco em todo o sistema retículo -endotelial espl nico. Indi o: Doenças neopl sicas. õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰  ™” ˆ Cintilografia Espl T nica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. dist rbios hematológicos. doenças parasit rias.

Indi o: Detecç o de hemangiom tico. miocardites. Interpreta o: Distribuiç m a atrav s do par uim tico. õuó€ˆ ô † ˆu‰R—u” ó€ô  ‰ † † « ˆu‰ö–u” ™ ” ˆu‰«‘€‰ ”u–u ˆu‰å—ud  † Cintilografia Hep e tica com Hem e¦s ias marcadas Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos . ­ õuó€ˆ ô © 8õuó€ô ó€ô ˆ † ˆu‰ † “ ˆ  Cintilografia Hep e tica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Visualizaç o da vasculatura abdominal e aus ncia de formaç o de “lagos” de hem cias marcadas que podem indicar a presença de sangramento intestinal ativo. focos infecciosos. ­ † õuó€ˆ ô ˆ ¡ ”u–u d ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰€’u“u‘u” † “u‘uë d ¡ ”u–u 380 Instituto de Patologia Clínica H. traumas. PARDINI . cistos. Útil para detectar a presença de hemangiomas. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es anômalas do radiotraçado. õuó€ô ˆu‰ “ ó€ô ™   Cintilografia Hemorragias Gastrointestinais. melanomas. Indi o: Neoplasias. Processos neopl sicos. doenças h ticas difusas. doenças infecciosas. Dulcolax). Útil tamb m para avaliar a morfologia e topografia do baço e/ou presença de baços acessórios. pesquisa Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos.Cintilografia com G e lio ­ Preparo: Laxantes intestinais para exoneraç intestinal quando a rea de interes se for o intestino (Agarol®. É utilizado para detectar abcessos. Indi o: Hemorragias digestivas baixas ativas e n ativas. Obser o: Pode-se fazer o acompanhamento at por 24 horas. hemangiomas) produzir reas de hipoconcentraç s mapas cintigr ficos. obstruç veia cava inferior. síndrome de Budd-Chiari. Controle evolutivo de linfomas. Interpreta o: O radiof rmac depurado da circulaç lo Sistema Retículo Endotelial (SRE) representado no fígado pelas c lulas de Kupfer. cistos. Indi o: Processos inflamatórios. estadiamento de linfomas e estudo de febre de etiologia obscura. A presença de les s ocupantes de espaço (tumores.

Interpreta o: Aus ncia de hiperconcentraç o anômala do MIBG. Informar medicamentos em uso. PARDINI 381 . Estado de hidrataç raz vel aconsel vel. Hipoconcentraç es indicam processos isqu micos e/ou infarto mioc rdico antigo. carcinoma medular da tireóide. Indi o: Tumores ósseos prim rios malignos. tumores do sistema APUD. pesquisa de viabilidade mioc rdica. Indi o: Pesquisa de isquemia mioc rdica. transtornos osteo -metabólicos.Cintilografia de Infarto Agudo do Mio s¦e rdio. neuroblastoma. Preferencialmente. doença metast tica. at oras após o episódio agudo. infecç . rea cardíaca. Indi o: Feocromocitoma. traumas e fraturas. pesquisa Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol. Obser o: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico. diagnóstico diferencial das miocardiopatias. osteonecrose. õuó€ô © 8õuó€ô ó€ô ˆu‰ ‰€’u““  ˆu‰ö—€”     ™ Cintilografia Óssea Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es de pirofosfato em partes moles rea para-esternal esquerda. Interpreta o: Distribuiç iso -hom nea do radiof rmaco em todos as paredes mioc rdicas. aus cia de concentraç s focais ou difusas em ossos do esqueleto. ˆ ¡ ­ õuó€ô ó€ô  † ˆu‰Á—€” † ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ‰u †  ™” Instituto de Patologia Clínica H. tumores ósseos benignos. õuó€ô  “ ó€ô ’ud † ˆ   Cintilografia Mio s¤e rdica Perfusional ­ Preparo: JO 6h. tumores de partes moles. estratificaç risco pós infarto do mioc rdio. estudo de próteses articulares. Interpreta o: Fluxo sangüíneo sim trico. ˆ ­ õuó€ô “ ó€ô uˆ R ‰ u— ‰ ™ ˆ †  ˆ d␠‘udݐ † ï š ¡ Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina ­ Preparo: Efetuar o bloqueio da tireóide com substâ ncias iodadas (lugol/xarope de iodeto de pot ssio). síndrome carcinóide. realizar entre 12 a 72 horas após acidente cardiovascular. Indi o: Diagnóstico e localizaç infarto agudo do mioc rdio. em episódios de IAM ocorre deposiç o de pirofosfato n rea peri -infarto. A presença em glându las salivares. fígado. cólon e bexi fisiológica e normal.

durante esse lapso. ˆ ­ õuó€ô ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰u’u“€‘u”ud¿—u‰ † ˆu‰ ˆu‰Rdu‘ ©8õuó€ô † ˆ ˆu‰ý—u” u— × ” Cintilografia Refluxo Gastro-Esofe gico. Interpreta o: Distribuiç m traçador em todo o campo pulmonar. avaliaç sistemas coletores dilatados. obt m-se a imagem conjunta de tireóides e paratireóides e. ˆu‰ ˆ ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰ ˆu‰R—u” ˆu‰÷–ud Cintilografia Pulmonar Perfusional Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. Aus cia de processos obstrutivos. Indi o: Tromboembolismo pulmonar. Indi o: Utilizado na correlaç com a cintilografia pul monar de perfus ra o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Indi o: Detecç o de paratireóides anormais nos casos de Hiperparatireoidismo (adenomas. com exceç flebografia radioisotópica de membros inferiores.Cintilografia das Paratireóides ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. podendo indicar presença de Tromboembolismo Pulmonar. A presença reas de ¥o molas. Indi o: Avaliaç perf us renal. õ u ó € ô ˆ u ‰ « — € d « – ˆu‰«—€‰«” ˆu‰Ó’u “ ó€ô õuó€ô  uˆ ‰Ý—ud ˆu‰ ó€ô ˆˆ€€‰‰(—€” u’  ¡ ˆ€‰ † d u† ’ Cintilografia Renal Dinâmica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. Criança: JO 6 a 8 horas. diagnóstico/prognóstico das hidronefroses. diagnóstico de hipertens renovascular. Melhor localizaç o pr -operatória da glândula paratireóide anormal. avaliaç s uropatias obstrutivas. hiperplasia e carcinoma). Interpreta o: Distribuiç homo s aerossóis em ambos os campos pulmonares. concentraç e excreç o radiof rmaco por ambos os rins. Avaliaç o/acompanhamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas. pesquisa ­ Preparo: Adulto: JO 12h. Indi o: Reduç ress sfíncter inferior do esôfago. ocorrer wash-out tireoidiano persistindo apenas a imagem das paratireóides (dupla fase). Interpreta o: Primeiramente. õuó€ˆ ô ˆ ó€ô õuó€ˆ ô † ˆ † † † ˆu‰R—u”  Cintilografia Pulmonar Inalatória ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. acompanhamento de patologias renais parenquimatosas. ­ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Ý—  ˆu‰R—ud ˆ€‰ ˆu‰z—ud “u‘ 382 Instituto de Patologia Clínica H. aumento de secreç strica. Interpreta o: Adequadas captaç . PARDINI . defeito dos mecanismos de clearence esof ico. rnia hiatal. avaliaç funç renal d iferencial. doença de vias reas superiores recorrentes. Interpreta o: Aus ncia de episódios de Refluxo Gastro -Esof ico e Aspiraç Pulmonar. pr -operatório de lobectomias e pneumectomias. hipoconcentraç s Obser o: Deve ser associado à Cintilografia Pulmonar Ventilatória. esvaziamento g strico retardado.

Normocinesia na movimentaç ­ ™” ˆu‰Ý—ud ˆu‰ì—€” ˆ ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ “† ˆu‰  ˆ€‰(—€”(–€d ˆ ˆ Cintilografia Testicular Preparo: Administraç rclorato de pot ssio para bloquear captaç o tiroidiana. avaliaç o de massa s em regi o cervical e mediastino. PARDINI 383 . Interpreta o: Fornece informaç o sobre o status funcional. Indi o: Epididimite. Indi o: Avaliar posiç o e tamanho renais. C lculo da funç renal diferencial revela contribuiç o sim trica dos rins para a funç o renal. hidrocele. história de irradiaç em cabeça e pescoço. com distribuiç o homo iforme do radiof rmaco no córtex renal. ectopias renais e determinaç o da funç renal diferencial. diagnóstico de pielonefrite aguda. presença de hipoconcent raç . abcesso. Indi o: Avaliaç funç ventricular global e regional. ± 5%. Valores normais: Fraç jeç redes. aumento do tamanho glandular. Obser o: Deve ser associado à cintilografia renal dinâmica com ou sem diur tico. nódulo tireoidiano pal vel. † ­ õuó€ô  Cintilografia da Tireóide e Capt¢ £¤¥ o ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). nefropatia do refluxo. avaliaç o das valvulopatias/especialmente insufici ncia aórtica. Interpreta o: Determinaç da fraç jeç o global e regional. quantificaç de Shunts intracardíacos esquerda-direita. ­ ˆ õuó€ô  ˆ ˆuó€‰ ô ˆ€‰ö” †  ˆu‰ ©8õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰ —ud uˆ ‰ †  ˆ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰R—u”R” ˆ€‰ ˆ ˆu‰R—u”R” ˆu© ‰ A@ ˆu‰Á—u”Á–€” ˆ€‰(—€” õ€óuô ˆu‰ ˆu‰ ’u“u‘€dö—u‰ ˆu‰ ˆ ˆ ’u“u‘u”udÛ ” u‘ † † ˆu‰R—u” ˆ ˆu‰ ˆ Cintilografia Sincronizada de Câmaras Cardíacas Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. conformaç volume renais. N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. de morfologia e volume sim tricos. õuó€ô ™ ” ˆ ó€ô –u ‰€‘u ˆ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ˆu‰å—€‰ Instituto de Patologia Clínica H. diagnóstico de hidronefroses. localizaç . espermatocele. Interpreta o: Posiç .Cintilografia Renal Est e tica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. dificuldade para exame físico. corticais. movimentaç r egional de paredes mioc rdias. tumor. diagnóstico de doença arterial coronariana atrav s da correlaç s exam es esforço -repouso. rins direito e esquerdo eutópicos. volume. avaliaç o das miocardiopatias. Intepret o: Concentraç homo radiotraçador em ambos os testículos com intensidade igual e/ou menor que das coxas. Indi o: Disfunç s tiroidianas. avaliaç o da mobilidade das paredes mioc rdicas. cicatrizes. tors testicular. homogeneidade na distribuiç radiotraçador e presença de nód ulos. determinaç fraç ejeç o global dos ventrículos esquerdo e direito em condiç s basais de repouso e após esforço.

complicaç s pós -cir rgicas do trato biliar. Interpreta o: Pulm ireito: 66 ± 21 min. ­ õuó€ô † ó€ô õuó€ˆ ô õuó€ˆ ô † † ‰ ‘uˆ€‰ ˆ u ‰ ì — € ” “u‘ †d † † † Cistografia radioisotópica direta ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Obs. ó€ô ˆu‰«—u‰ † ˆu‰R—u” ˆ uˆ Û ‰ u— à d– resença de refluxos. PARDINI . Indi o: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. Indi o: Doença hepato -biliar. Útil para Clearence Pulmonar de DTPA ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos.Cintilografia das Vias Biliares ­ Preparo: Adulto: JO 4h. atresia de vias biliares em neonatos. Indi o: Processos inflamatórios pulmonares intersticiais. Indi o: Obstruç o dos canalículos. õuó€ô “ ó€ô ™” ‡ † Cisternografia Cerebral Preparo: JO 6h. colestase neonatal. Extravazamento do LCE do espaço aracnóide indica a p resença de fístula anormal resultante em rinorr ia ou otorr ia. Interpreta o: Determinaç volume de repleç o. avaliaç pat cia de Shunts. Pulm squerdo: 62 ± 18 min. Interpreta o: Colescistite aguda/crônica.: Valores abaixo de 2 sd s considerados anormais. cistos. ô— uˆˆuó€‰R ‰R” † ˆ€‰(—€” uˆ ‰ † Dacriocintilografia ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Global: 60 ± 7 min. pneumonites. Interpreta o: Migraç o por capilaridade do radiotraçador atrav s dos canículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem atrav s do ducto naso-lacrimal bilateralmente at s cavidades nasais. estudo das anormalidades na cintilografia coloidal. anormalidades cong nitas. diagnóstico de fístulas liquóricas. Criança (com suspeita de atresia de vias biliares): prescrever fenobarbital 5 dias pr vios ao exame. volume residual e verificaç avaliar nefropatia de refluxo. õuó€ˆ ô ˆ ó€ˆ ô † ˆ ˆ€‰(—€” † †d 384 Instituto de Patologia Clínica H. Interpreta o: Fluxo normal atrav s das cisternas basilares e dos ventrículos at tingir o v rtex. hidroc fal comunicante. Indi o: Hidroc falo comunicante. obstruç o do ducto naso -lacrimal.

se possível determinar o TSH. ­ õuó€ô õuó€ô ó€ô ‡ dR’u ”u Rastreamento de Corpo Inteiro Preparo: Suspender medicaç s iodadas. ­ † õuó€ˆ ô † ô  ˆu‰î—u‰‰ (‘€ˆu‰  õuó€ˆ ô ó€ô † ”u ˆu‰R—u”  † ™”  ˆu‰ Fluxo Sanguíneo das Extremidades Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. PARDINI 385 . Interpreta o: ¥o mala no mapa de corpo inteiro. Indi­ o: Paliaç õuó€ô ˆu‰ ˆu‰Rd  da dor óssea metast tica. pylori e controle de tratamento. Indi o: Pesquisa de tecido tireoidiano remanescente pós tireoidectomias totais. Interpreta o: Vasos profundos perm veis. Interpretaç o: Comparaç s cortes dos estudos adquiridos estabelecendo crit rios p/regi s do mioc rdio que sejam vi veis vi veis. hormônios tireoidiano. teste respiratório Preparo: JO 6h. Indi o: Diagnóstico de gastrites e lcer strica e duodenal causada pelo H. Estudo de Viabilidade Mio s¤e rdica Preparo: N o haver realizado exames pr vios c/ utilizaç radioisótopos.18% (Atividade ur stica no trato gastrointestinal superior). Interpreta o: 0. Indi o: Diagnóstico de trombose venosa profunda dos membros inferiores. Doença de Plummer. neoplasias tireoidianas. õuó€ô ˆ€‰(—€” ˆ€‰(—€”  † Dose Terap T utica p/Tratamento da dor óssea c/Sam e rio -153 Preparo: ¡ Bom estado de hidrataç consel vel. Pesquisa de met tases de carcinomas da tireóide.Dose Terap T utica com Iodo-131 ­ Preparo: Suspens todas as drogas antitireoidianas por 5 dias pr vios ao tratamento ou hormônios tiroidianos quando tratar-se de ablaç restos tiroidianos.17 – 1. aus cia de colateralizaç fluxo ou fenômenos obstrutivos. ­ ˆ€‰(—€” “€‘ ˆ€‰(—€‰ Helicobacter pylori. Aus cia de tecido iodo-fixante em regi cervical ou concentraç ­ ™” u“ ‘ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰Rdu‘  Instituto de Patologia Clínica H. Indi o: Doença de Graves. Indi o: Estudo pr vio do paciente com infarto do mioc rdio para planejamento de cirurgia de revascularizaç mioc rdica. Suspender drogas inibidoras da bomba de prótons.

ó€ô ˆu‰R—u‰Rdu–ud ˆ€‰í—u‰ 386 Instituto de Patologia Clínica H. Atenç : O 10 o di der ser s v spera de feriado. num total de 20 comprimidos. Indi o: Estudo de supressibilidade de nódulos tireoidianos (autonomia nodular). Indi o: Localizaç e pesquisa de met stases de neoplasias tiroidianas diferenciais. PARDINI . õuó€ô ˆ ó€ô  ‰€‘u ˆ€‰(d€–uê s Tempo de Esvaziamento G e¦— trico Preparo: Adulto: JO 12h – Criança: JO 6 a 8h. Interpreta o: 1a Hora: 40-60% de esvaziament strico ocorra. dispepsia funcional. 02 comprimidos ao dia de Cynomel 50 mg (1 pela m  s 08:00 horas e 1 à noite às 20:00 horas durante 10 dias). Informar ao paciente para comparecer ao laboratório no 10 o dia às 07:30 para a realizaç xame. Obser o: Cuidado com pacientes com cardiopatas. Interpreta o: Aus ncia de estruturas fixantes tanto na regi cervical quanto nos demais segmentos corporais. isto . cardíaca. Indi o: Avaliar síndromes de estases g stricas em geral. Só pode ser feito após 3 semanas do ltimo tireograma. avaliar efic cia ter tica das síndromes de estases strica. Crit rio de Interpreta o: Nos pacientes com adenoma tóxic supress nódulo do tireograma e tam m iminui a captaç endo haver resposta paradoxal.Rastreamento com Sestamibi ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Interpreta o: O teste ser considerado positivo se houver queda de 10 a 15% sobre os valores basais (captaç 2 horas).: Captaç s glândulas salivares. intestino e rins s chados normais no exame. tica. doenças do col . õuó€ˆ ô ˆu‰ “ ó€ô ˆu‰â‘ud  † ˆ€‰(—€” ˆ u ‰ ¡ ”u–u ˆu‰âd Supr ¢¦—¤—¦¥ o Tireoidiana com Cynomel Preparo do Paciente: Administrar por via oral. alternativa para realizaç tireograma convencional em uso de substâncias iodadas. ñ ‡­ õuó€ô ˆu‰ © dÁ‘€ˆu‰Á–u‰  umudu—€‰Á‰ † ˆu‰R—u‰R” du‘ ¡ ˆ 8õuó€ô ˆu‰Á–€‰u— óuô ‰ Á ‘ € ˆ u ‰ ¡  † ˆu‰Á—u‰ ˆ u ‰ m † ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ R — Teste do Perclorato ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). Associado à pesquisa de refluxo gastroesof gico fornec e dados indiretos lise desta patologia. Indi o: Detecç o de defeitos de síntese intra-tireodiana. Ele indica o grau de autonomia do nódulo. 2a Hora: 60-75% de esvaziament stric sperado. lceras ticas gastroduodenais. Obs. ­ õuó€ô dum † ‡ ‘udRdu‘uó€ ô õuó€ô – † – ’€  Tireograma com Sestamibi Indi­ o: ‰‰R R’’uu ‰ † ” u’u”u‘€‰   du–u“ Estudo de autonomia nodular. gastroparesia di tica. anorexia nervosa. Interpreta o: Verificaç recimento do restante glandular tiroidiano suprimido no tireograma convencional. a captaç se eleva após a supress .

. em regime de reposiç strog ica.5 desvios v Osteoporose w > 2. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas e regimes diet ticos para emagrecimento.Comparecer com roupa sem metais (zíper.A Densitometria p@q til para avaliaç r o de densidade mineral óssea em mulheres na prp -menopausa. menopausa. corticosteróides. corticoesteróides. fornecendo o desvio relativo existente. Indicaç es: Pacientes na pr -menopausa. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas.5 desvios com presença de fratura osteoporotica v Osteoporose avançada ˆuˆu‰‰ uˆ ‰ Avali ¢ £¤¥ o Mineral Óssea †  ‡ ™” ud u‘  ó€ô ñ †R  —u” ˆ€‰(” “€‘ † ó€ô Instituto de Patologia Clínica H. anticonvulsivantes. Interpreta o: A lise computadorizada determina os valores de densidade mineral óssea e compara -os com banco de dados de adultos-jovens (20 a 45 anos). menopausa. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidi anos.). . PARDINI 387 .5 desvios v Osteopenia w > 2. . anticonvulsivantes.S.N ter ingerido tabletes de c lcio nas ltimas 24 horas. Crit rios para Interpreta o (O.N ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias). em regime de reposis£r o estrogênia. etc.): u at v normal svio w 1 a 2. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos. pós -menopausa.N ter se submetido à exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas). pós -menopausa.M. bot s. Densiometria Óssea t Preparo: . broches.

388 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

 ”R‡ ˆ MONTENEGRO Coment rios: Test til no diagnóstico da leishma niose a reaç o positiv Antígeno: Leishmania brasilienses Dose: 0. albicans Dose: 0.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com Necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades. Antígeno: S.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Positivo: Nódulo acima de 5 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. viridans Dose: 0. Antígeno: C. Instituto de Patologia Clínica H.CANDIDINA Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.  ”R‡ ˆ d † ”u‘ contrada em cerca de 60% dos casos.  ”R‡ ˆ ESTREPTOQUINASE/ ESTREPTODORNASE Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular. PARDINI 389 .

floccosum Dose: 0.9 a 1. indivíduo normalmente apresenta reaç sitiva. canis. tendo va lor diagnóstico limitado.TUBERCULINA PURIFICADA Coment rios: É um teste intr rmico utilizado para o diagnóstico de infecç s por Mycobacterium tuberculosis e avaliaç o da imunidade celular.0 a 1. Por ser um antígeno comum com o qual se tem contato f cil. E. Antígeno: M.   ˆ ˆu‰R–u‰ 390 Instituto de Patologia Clínica H.  ‘uë † †  TRICOFITINA Coment rios: Teste utilizado na avaliaç o da imunidade celular.2 cm2 Positivo: Cliente deve comparecer em uma das unidades.05 mL Tempo de Leitura: Após 15 minutos Resultado: Negativo: rea de at 0.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.  ˆ d€— † ™” ˆ SCHISTOTEST (ESQUISTOSSOMINA) Coment rios: Teste utilizado em i ritos epidemiológicos. PARDINI .9 cm 2 Duvidoso: x Crianças: 0. Antígeno: S. mansoni Dose: 0.0 cm2 x Adultos: ≥ 1. T.1 cm2 x Crianças: ≥ 1. Antígeno: Tuberculina purificada Dose: 2 UT = 0.0 cm 2 x Adultos: 1.1 mL Tempo de Leitura: Após 72 horas Resultado: N o reator: Nódulo de 0 a 4 mm Reator Fraco: Nódulo de 5 A 9 mm Reator Forte: Nódulo ≥10 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. rubrum.PPD .

Coqueluche. Hemófilos.Gripe AeC { Meningite { Meningite C (Difteria. Tz tano.BCG { Varicela (Catapora) Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 391 . Tz tano. pessoal em constante treinamento e prontuã rio informatizado. Coqueluche.O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disp | e de serviço de vacinaç} o com salas próprias em todas as nossas unidades. visando a aplicaç} o segura das vacinas. Pólio e Hepatite B) { { Influenza . Tz tano e Coqueluche) { viral: Rubz ola. Hemófilos e Poliomielite) { Pentavalente Pneumococo (conjugada) { (23 Valente) . Vacina contra: y Dupla Adulto (Difteria e Tz tato) { Infantil (Difteria e T z tato) { Dupla Hemófilos influenza tipo B (conjugada) { A { Hepatite { Hepatite B AeB { Hepatite Hexavalente (Difteria. Caxumba e Sarampo { Tríplice Tuberculose .Polivalente { Pneumococo { Poliomielite (oral) (inativada) { Poliomielite Rubz ola { Sarampo { z tano { T Tríplice Bacteriana Acelular (Difteria.

Esquema de aplica o: O esquem o mesmo utilizado pela tríplice: 2” . caso história desconhecida ou incerta. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Última dose deve ser dada at 20 dias antes do parto. Esquema para reforço : 10 em 10 anos. Dois esquemas s ssíveis de serem realizados: Primeiro esquema: tr s doses durante a gravidez com intervalos de 30 a 60 dias entre as doses. 4” . Reforço 6 a 12 meses após dose inicial. õuó€ô uˆ ‰ óuô ™ † † õuóuô d † óuô † du–uê †  ˆ ˆ 392 Instituto de Patologia Clínica H. Doença febril. Efic cia de 90 a 95%. Pacientes com história incerta ou desconhecida devem receber esque ma prim rio. Doença febril. Via de administr o: Intramuscular. Cont m ainda alumínio e timerosal. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer interv alo de outras vacinas. Indicado para pacientes que j receberam esquema inicial de tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil. PARDINI . basta complet -lo. Composi o: Toxóides dift rico e tetânico inativados. Composi o: Toxóide dift rico e tetânico. Vacinaç o de gr vidas n vacinadas previamente : deve-se considerar as doses anteriores de DTP. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Via de administr o: Intramuscular.Vacina contra Difteria e T ’ tano Adulto – Dupla Adulto Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano a partir de 7 anos de idade. Indicado para quem recebeu tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil na infância. Segundo esquema: duas doses n ltimo trimestre de gravidez com intervalo de 30 dias entre elas. Esquema de aplica o: A partir de 7 anos de idade a pessoas receberam doses de DTP (tríplice bacteriana) ou dupla infantil ou que n o completaram o esquem sico. Reforço aos 5 anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Cont m ainda alumínio e timerosal. pessoas maiores de 7 anos. Última dos mais de 5 anos: 1 dose de reforço n ltimo trimestre. Possui maior concentraç o de toxóide dift rico que a Dupla Adulto (dT). Menor concentraç toxóide dift rico que a DT (dupla infantil). devem ser consideradas como n o vacinadas previamente. õuó€ô uˆ ‰ óuô † † õuóuô † †  ˆu‰â—u” óuô ˆ “ ëu”Ûd‘uåˆumu‰  N o necess rio reiniciar o esquema para quem tomou apenas uma ou duas doses. nos dois esquemas. Síndrome GuillainBarr s vacinaç o anterior. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). ˆ† ˆ   ‘€ˆu‰ ˆ€‰(–€‰ “ † ˆ ” ¡ ” ¡ † du–uê  ˆu‰ ˆ   ‰â‡ † ‰Á‡ ˆu‰ ˆu‰«d€‘ † ˆ€‰ † ˆ Vacina contra Difteria e T ’ tano Infantil – Dupla Infantil Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano. Vacinaç o de gravidas com esquema completo pr vio : Última dos menos de 5 anos: sem necessidade de vacinaç . Gravidez n contra -indicaç o. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Para crianças entre 2 meses e 7 anos incompletos e com contra indicaç es de receber o componente Pertussis da vacina tríplice. 6” e 15” meses de vida. Deve ser empregada como reforço de DTP e DT após 7 anos de idade. Síndrome Guillain-Barr s vacinaç terior. Efic cia de 95%. Esquema inicial: 3 doses (Inicial + 1m s + 1 ano).

2à dose: 4 meses de idade.1 a 17 anos: dose de 25U/0.a partir de 12 meses. Cont m alumínio e neomicina. Efic cia de 88 a 97%. inclusive neomicina. e sinais flogísticos locais. Reforço após 6 meses. irritabilidade e sonol cia em 10% dos vacinados nas primeiras 24h.Vacina conjugada contra Hemófilos influenza tipo B Indi­ o: Protege contra infecç s pela bact ria Hemófilos influenza tipo B (meningite.5ml): . Efic cia de 77 a 100%. Vaqta®: .5ml (infantil). Entre 1 e 5 anos: dos ica. Esquema de aplica o: Avaxim ® (0. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Esquema de aplica o: Varia de acordo com início da idade de vacinaç o: A partir de 2 meses de idade (4 doses): 1à dose: 2 meses idade. N deve se r aplicada nas n s. Composi o: Vírus cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. PARDINI 393 . õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô †  óuô ‡ ˆ u ‰ ˆ€‰ † u—u”u’ud ‘u  Instituto de Patologia Clínica H. . vômitos. vermelhid o e inchaço locais. Gr vidas. Raramente neuropatia e eritema multiforme. febre. mal-estar. seas. Reforço 12 meses após 1à dose. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive o toxóide tetânico). Doença febril aguda. Via de administr o: Intramuscular. Entre 6 e 12 meses de idade (3 doses): 2 doses com intervalos de 2 meses. 1” Reforço após 6 meses.18 anos: dose de 50U/1ml (adulto). Subcutânea se dist rbio da coagulaç . pneumonia e epiglotite). õuó€ô  óuô ™” † õuóuô óuô † ˆ ”R‡u‘ ˆ “u‘  Vacina contra Hepatite A Indi­ o: Proteç cont ra o vírus da Hepatite A. Reforço aos 15 meses. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Reforço com 6 meses. Gr vidas. 2” Reforço após 10 anos. 3à dose: 6 meses de idade. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. Via de administr o: Subcutânea o u intramuscular. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Doenças febri s agudas. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Composi o: Polissacarídeo capsular do Hemófilos (PRP) conjugado a uma proteína carreadora (toxóide dift rico).

Gravidez. Doenças f ebris agudas. quan t fetiva quanto a imunoglobulina na prevenç a contaminaç da criança pela m infectada. A segunda dos da 30 dias após primeira. diarr ia e cefal ia. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (alumínio. somados a HBsAg produzido por c lulas de leveduras. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . formaç de nódulo e inchaço local. Composiç o: Vírus da Hepatite A cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Composi o: Consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em c lulas de levedura (sacaromices) por recombinaç e tica. mal-estar. Observaç : no caso de menores de 2000g e m e HbsAg positivo indica-se a vacinaç o (5 mcg) + imunoglobulina.5 ml): a partir de 1 ano at 5 anos: 3 doses. Para pacientes em di lise a dos quatro vezes maior. Menores de 2000g.5ml (infantil) e 10 mcg/1ml (adulto). Contra-indicaç es: Anafilaxia com fungos. Recombivax®: apresentaç o: 5 mcg/0. nem fragmentos de plasma humano. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . seas. homossexuais e bissexuais masculinos. Podem ocorrer fadiga. trabalhadores de s xpostos à sangue. Assim n tem componentes vivos. a partir 20 anos: 10 mcg (dose adulta). pacientes com diagnóstico recente de doença sexualmente transmissível. Cont m alumínio. vômitos. vermelhid . viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. 11 a 19 anos: 5 mcg (dose infantil). internos em presídios. Esquema de aplicaç : Twinrix pedi trico (dose 0. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr -dialíticos. õuó€ô ˆu‰ “ óuô €ˆ ‰ u dR du‡€—u”î”   † õuóuô † óu† ô ” † —u† d —u‰ † ˆu‰©” ”«‘€ˆu‰«–u‰u— ˆu‰ý— ˆ ˆ ˆ † A@ du‘u‰  ”† ˆu‰Á” ˆ † ˆu† ‰ ˆu‰ ô †  ˆu‰î’ ‘ † ‡ ˆ€‰ ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰ ”† ˆ€” ‘u Vacina contra Hepatite A e B Indi­ o: Vacina combinada que proteje contra Hepatite A. neomicina). Efic cia de 95%. fungos. Efic cia de 75 a 100%. T m prioridade para vacinaç : us  rios de drogas ilícitas. Via de administr o: Intramuscular. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Sorologia pode ser indicada previamente à vacinaç m pacientes de alto risco (HbsAg). Deve ser dada ao rec m -nascido idealmente nas primeiras 12 horas de vida. 2à dose 30 dias após 1à . todos os adolescentes. 2à dose 30 dias após 1à . Gestantes. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. Raramente neuropatia e eritema multiforme. B e D. PARDINI . neomicina. 3à dose 6 meses após 1à dose. heterossexuais com mais de um parceiro em seis meses. Via de administr o: Intramuscular. contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. e a terceira dos dada 6 meses após a primeira. febre. Twinrix adulto (dose de 1ml): a partir de 16 anos: 3 doses. receptores de sangue e derivados. Esquema de aplica o: É constituído de 3 doses. Cont m ainda Timerosal (merthiolate) e alumínio. At s: 2. 3à dose 6 me ses após 1à dose.Vacina contra Hepatite B Indi­ o: Proteç contra os vírus da hepatite B e D. Intercambiabilidade entre marcas das vacinas para hepatite B possível.5 mcg (metade da dose infantil). todos pacientes portadores de hepatite C. õuó€ô õuóuô †  † ˆ€‰ ‡ † ˆu‰ ‘u 394 Instituto de Patologia Clínica H. A terceira dos e ser aplicada antes dos 6 meses de vida. Dosagem de anti-Hbs permite avaliaç o da imunidade e pode ser feita 30 a 60 dias após a terceira dose. mal estar. Efeitos adversos: Dor. timerosal ou alumínio. seas e sinais flogísticos locais.

Após primeiro ano. toxóides tetânico e dift rico inativados. 4o.5 ml) 3 a 8 anos de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias. Febre. Maior de 7 anos de idade. Esquema de aplicaç : Apresentaç o infantil (0. Apresentaç o adulto (0. Efic cia de 83 a 99%. qualquer um que deseje diminuir o risco de influenza. diabetes. somente uma dose por ano. Doenças febris agudas. irritabilidade. T m prioridade para vacinaç : adultos maiores de 50 anos. 6o m s de vida. hemoglobinopatias e imunossupress o (incluindo portadores de SIDA). Coqueluche. HbsAg purificado produzido por levedura (antígeno da hepatite B). polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. Polio inativada. Composi o: Composta de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular).Gripe Indi­ o: Protege contra infecç pelo vírus da influenza. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais por at 48h após a vacina. gr vidas que estar o no segundo ou terceiro trimestre de gestaç o na temporada de influenza. Efic cia de 70 a 90%. T ’ tano. Cont m ainda alumínio e neomicina. ou Hepatite B. Poliomielite e Hepatite B. convuls s e sinais flogísticos locais. viajantes reas de alta inci ncia. PARDINI 395 . inativados e fracionados que fornecem proteç r um ano. T tano.25ml) 6 meses a 35 meses de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias entre cada dose. História de reaç l rgica após administraç terior de vacinas DTPa. inclusive neomicina e ovo. trabalhadores de s . Para crianças que devem j ter tomado uma dose de hepatite ao nascer. pessoas entre 6 meses e 50 anos de idade com doenças cardíacas. Coqueluche. DT. Via de administr o: Intramuscular ou subcutânea. Após primeiro ano deve ser utilizado somente uma dose por ano. sonol cia. Cont m traços de neomicina e timerosal. É produzida anualmente com as cepas de vírus que circulam na populaç o durante o inverno do ano anterior. pessoas de qualquer idade que tenham contato com idosos. 3 tipos de vírus da polio inativados. Pod e ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. pulmonares. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 o.Vacina Hexavalente contra Difteria. Pólio e Hepatite B Indi­ o: Proteç contra Difteria. T tano. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Via de administr o: Intramuscular. Maiores de 9 anos de idade: apenas uma dose. Composi o: Vírus cultivados em c lulas de galinha. Anafilaxia à neomicina. õuó€ô ˆu‰ óuô õuóuô †  óuô “ †  † † ˆu‰ ˆ€‰ýd † “u‘ ™” ˆ ˆ€‰ýdu‘ Vacina contra Influenza . Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Hemófilo s B. Hemófilos. Hemófilos. Após transfus o (adiar 12 semanas). õuó€ô “ —€“óuô ˆ€‰ ˆ u ‰ ˆ du‡u—u”  † ˆu‰  ˆ ˆ ˆ ˆ õuóu† ô ˆ dÁ ˆ ˆu‰Û–u‰ ˆ€‰à—u” ˆu‰©—u” † Instituto de Patologia Clínica H. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. Choro persistente ou presença de encefalopatia sete dias após vacinaç com vacina contendo componente pertussis. disfunç o renal. mal estar geral e dor muscular podem ocorrer.

Vacina contra Meningite A e C Indi­ o: Proteç contra meningococo A e C. adolescentes e adultos contra infecç lo meningococo C. inchaço local. õuó€ô ˆu‰»—u” óuô † õuóuô ­ õuóuô dR ”u‘€—u“  ˆu‰Û–u” “ u ‘ ˆu‰ † “ ”R‡u‘ ˆ † ™ † 396 Instituto de Patologia Clínica H. N sendo duradoura. defici cia do complemento. Para menores de 2 anos vide Meningocócica C. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. febre. Efic cia de 83 a 88%. dupla adulto ou dupla infantil. Contra-indicaç es: Doenças infecciosas agudas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. õuó€ô uˆ ‰ d(óu ô ”u‘u—u“ õuóuô  “ ˆ u ‰ † ˆu‰ óuô ˆu†©‰ ¨ —€‰ ˆu‰ ˆu‰Á—u” ˆu‰ ˆ “ € ‘ ˆu‰Rdu‘ud  u‡ ‘ ˆu‰ö—€” Vacina contra Meningite C Indi­ o: Protege crianças acima de 2 meses. Via de administr o: Intramuscular. diarr ia. epidemias e viagens par reas micas. N uma vacina usada na rotina sendo indicada especialmente para pacientes com asplenia. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. apresentando -se muito reativa após quarta dose. Maiores de 12 meses: adolescentes e adultos: 1 dose (dos ica). N  so rotineiro. Contra-indicaç es: Menores de 2 meses de idade. à vacina DTP. Efeitos Adversos: Podem ocorrer reaç es locais. Reforço a cada 3 anos se persistir indicaç . N s so rotineiro. s surtos. PARDINI . Esquema de apli o: Menores de 2 a 12 meses: 3 doses. febre e astenia. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Ocorr cia de reaç fil tica seguindo -se à aplicaç dose anterior. N induzem reposta adequada em menores de 2 anos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. febre. passado de reaç o al rgica intensa à dose anteri or da vacina. vômitos. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococos A e C. em casos de surtos. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococo C conjugados à proteína CRM197 (toxóide dift rico). epidemias e viagens par reas micas. anorexia. irritabilidade. Indicado especialmente para pacientes com asplenia. Gravidez. Dose ica. gravidez. Pode-se repetir at ses de reforço. defici ncias do complemento. vermelhid o. intervalo de 1 m s entre as doses. Cont m alumínio. Efic cia de 80 a 90%.

Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. Esquema de apli o: A partir de 2 meses. Hemófilos e Poliomielite Indi­ o: Vacina combinada que protege contra Difteria. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. incluindo o toxóide dift rico. Reforço aos 15 meses e 5 anos de vida. dor. Coqueluche. 6B conjugados à proteína CRM 127(toxóide dift rico). 19F. Aplicada no 2” . Efic cia de 83 a 99%.1à dose: 2 meses de idade. T ’ tano. pelo menos 2 meses após segunda dose.Dos ica. 14. Gr vidas. õuó€ô óuô  † õuóuô õ uó ô ˆ€‰ † ­u ‘uˆu‰ ˆ€‰  † † † ˆ uˆ © ‰ d† ˆ “ ™” Vacina conjugada contra Pneumococo Indi­ o: Proteç crianças de 6 semanas a 9 anos contra doença invasiva. choque e encefalopatia após vacinaç o com vacina contendo componente pertussis. PARDINI 397 . Via de administr o: Intramuscular. Cont m alumínio. Via de administr o: Intramuscular. 18C.3 doses. diarr ia e vômitos. Cont m alumínio. Polio inativada ou Hemófilos. Vacinaç o entre 24 meses e 9 anos: . Esquema de aplica o: Vacinaç o de início aos 2 meses de idade: . calor e inchaço local. Vacinaç o entre 7 e 11 meses: . irritabilidade. õuó€ô uˆ ‰R—u” óuô † õuóu†ô ˆ óuô ˆ ˆ ”R‡uˆ ‘   †— † †  Instituto de Patologia Clínica H. 4” . DT. T tano. Hemófilos influenza tipo B e Poliomielite. terceira dose após 12 meses de idade . 23F. 2à dose: 4 meses de idade. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. N recomendado para maiores de 5 anos. Duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas. Existem no mercado duas marcas: Infanrix penta e Poliacel que s intercambi veis. Composi o: Consiste de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). 6” meses de vida. Composi o: Sacarídeos dos sorotipos 4. polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. febre. 3 tipos de vírus da polio inativados. Coqueluche. pneumonia e otite m ia causadas por 7 sorotipos do pneumococo. Adultos. 3à dose: 6 meses de idade. Vacinaç o entre 12 e 23 meses: . 9V.Duas doses com intervalo mínimo de 2 meses. História de reaç l rgica após administraç o anterior de vacinas DTP. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. Efic cia de 92 a 100%. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais.Vacina Pentavalente contra Difteria. sonol ncia e convuls s. Choro persistente (> 3h). 4à dose: 12 a 15 meses de idade. Maior de 7 anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia ao l tex ou qualquer componente da vacina. temperatura acima de 40 o C. T tano. toxóides tetânico e dift rico inativados.

portadores de síndrome nefró tica. Maiores de 18 anos de idade. esplenectomizados ou com asplenia funcional. Revacinaç s 5 anos ( se transplantados de medula óssea = 3 anos). meningi te. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . sinusite). õuó€ô ˆu‰ “ óuô ™” ˆu‰«–€d ˆu‰R” †  ˆu‰  õuóuô  óuô † ˆu‰ ˆ u ‰ Û d u – u ê ˆu‰ ‰€’u“ “ ¡  ˆ Vacina oral contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contra poliomielite. Tend ncia a mais efeitos adversos locais na revacinaç . hep atopatias. febre e mialgia. inclusive neomicina. Reforços aos 15 meses de idade e 5 anos de idade. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina ou a qualquer intervalo das demais vacinas. Intervalo inferior a 5 anos de dose anterior (exceto transplantados de medula óssea). III. pneumonia. pacientes HIV positivo com ou sem sintomas. 4” e 6” meses de idade. Cepas tipo I.Vacina Polivalente contra Pneumococo (23 Valente) Indi­ o: Proteç contra infecç s por 23 sorotipos de pneumococo (doença disseminada. incluindo usu rios de corticóides. Caso seja indicado antes de esplenectomia deve ser aplicada 2 semanas antes da cirurgia. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Cont m ainda traços de neomicina. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. etilistas. Contra-indicaç es: Anafilaxia à dose anterior ou ao timerosal. otite. Infecç o grave por pneumococo comprovada menos de 3 meses. Gravidez. Via de administr o: Via oral. Anafilaxia aos componentes da vacina. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô  óuô † †¨ ˆu‰ ™” † 398 Instituto de Patologia Clínica H. Intervalo entre vacinaç início de quimioterapia deve ser de pel o menos 2 semanas. Efic cia de 70 a 93%. portadores de hemoglobinopatias. pacientes com leucemia ou linfomas. DPOC. Doença febril. portadores de outras neoplasias malignas. portadores de fístulas liquóricas. Febre. Composi o: Polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococos. M ximo de um reforço. Contra-indicaç es: Imunodeprimidos. PARDINI . O intervalo mínimo entre as doses 0 dias. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. crianças que estejam em contato domiciliar com imunodeprimido. pois doses seguintes s muito reat nicas. diab ticos). II. diarr ia ou vômitos. imunossupress . Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. pessoas entre 2 e 65 anos que apresentem doenças crônicas (cardiopatas. T m especial indicaç ra : adultos com idade maior ou igual a 65 anos. Para menores de 2 anos vide pneumocócica conjugada. Efic cia de 83%. Cont m ainda fenol e timerosal. Efeitos adversos: Paralisias pelo vírus vacinal 4 a 40 dias após vacinaç (1:3 milh s vacinados).

pode ser aplicada em imunodeprimidos e em contactantes de imunodeprimidos. Reforços aos 15 meses e 5 anos de idade. Indica-se reforço em mulheres entre 12 e 49 anos rperas após parto e aborto. Via de administr o: Via subcutânea ou intramuscular. Evitar gravidez 30 dias após a vacinaç . neurit rpura. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses juntamente com anti-sarampo e anti-caxumba (tríplice viral). Caso ocorra administraç o de imunoglobulina humana. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Anafilaxi rara. Raramente encefalite. Ao contr rio da vacina oral. Tamb m indicada para início de vacinaç o em maiores de 18 anos. Efeitos adversos: Artrite passageira (25% das mulheres adultas). Após vacinaç com SALK. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Imunodepress . Esquema de aplica o: A partir de dois meses de idade: 2 o. II e III cultivadas em c lulas de rim de macaco e inativadas. sangue total. Efeitos adversos: Podem ocorrer reaç es al rgicas e sinais flogísticos no local da aplicaç o. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. quadro rubeolifome brando 6 a 10 dias após vacinaç . Uso de corticóide por mais de duas se manas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Reforço a cada 10 anos. PARDINI 399 . Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Cont m ainda traços de neomicina. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô † ˆ † óuô ™ † †¨ @ ˆ d† ˆu‰ Vacina contra Rub ’ ola Indi­ o: Proteç contra r  ola.Vacina inativada contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contr a poliomielite. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. deve receber a Polio oral nas campanhas para desenvolver a defesa de mucosa (IgA). O intervalo mínimo entre as doses dias. 4o e 6o meses de idade. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Cepas I. Efic cia de 90%. Cepa Wistar RA 27/3M. Gravidez. Cont m traços de neomicina. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Doenças febris agudas. Composi o: Vacina de vírus inativados. õuó€ô €ˆ ‰ óuô um †  õuóuô † † óuô ”Û– † ”R”(–€‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. inclusive neomicina. doença febril aguda. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados cultivados em c lulas humanas.

Pode ser usada na gravidez. ltima N o N o dos menos de 5 anos. febre. Contra-indicaç es: Anafilaxia à ovo. Tr s doses ou mais. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Após transplante de medula esperar 2 anos. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Doenças febris agudas. Efeitos adversos: Podem ocorrer 5 a 12 dias após aplicaç : rinofaringite discreta. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô óuô † ˆ   †  Em caso de ferimentos: História vacinal Ferimento limpo ou superficial Contra t tano Vacina Soro* Incerta ou menor de 3 doses. ltima N o N o dose entre cinco e dez anos.Vacina contra Sarampo Indi­ o: ¡ Proteç contra sarampo. Cont m alumínio e timerosal. ltima Sim N o dos mais de dez anos. A vacinaç o de gr vidas previne o t tano neonatal. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Esquema de aplica o: A partir de nove meses de idade. Deve-se sempre preferir a vacina Dupla tipo adulto quando disponível. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Sim N o Tr s doses ou mais. Efic cia de 95%. * Disponível nos centros de refer cia da rede p blica. Cont m ainda traços de neomicina e gelatina. Reforço entre 12 e 15 meses juntamente com primeira dose de r la e caxumba (tríplice viral). õuó€ô uˆ ‰ óuô  †Ûþ ÿ du–uê ˆu‰Ûdà–€d õuóuô † óuô ˆu‰  um † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ † uˆ ý ‰— Vacina contra T ’ tano Indi­ o: Proteç contra o T tano. Efic cia 95%. 400 Instituto de Patologia Clínica H. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Esquema de aplica o: No caso de reforço de DTP e DT após 7 anos de idade preferir dT. calafrios e irritabilidade. neomicina e gelatina. devendo tamb m evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç . “” ¡ “ “” ¡ ñ ‡ ‡ ‡ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ Outros tipos de ferimentos Vacina Soro* Sim Sim N o Sim Sim ˆ N o N o N o ˆ ˆ ˆ “u‘ ‡ Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. Sinais flogísticos locais podem ocorrer. Doença febril aguda. Imunodepress . No caso de gr vidas consultar o esquema exposto na dT adulto. Tr s doses ou mais. Composi o: Vacina de vírus vivo atenuado. a vacina pode prevenir a doença. At s exposiç cientes com sarampo. sangue total. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Cepa Schwarz cultivada em ovos de galinha. PARDINI . Gestaç . Composi o: Toxóide tetânico inativado. Via de administr o: Intramuscular. exantema e artrite. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular.

Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivo (exceto: poliomielite oral). Contra-indicaç es: Anafilaxia a ovo. sarampo e caxumba. Síndrome Guillain -Barr ós vacinaç terior. irritabi lidade. Efic cia de 90 a 95%. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. parotidite e rinofaringite. PARDINI 401 . doenças febris agudas. vermelhid o. reaç es anafil ticas à doses anteriores. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . rub la ou caxumba pr via s contra-indicaç es. Caxumba e Sarampo Indi­ o: Proteç contra r  la. Contra-indicaç es: Pessoas acima de 7 anos. Evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç o. Caso receba imunoglobulinas ou sangue 30 dias após a vacinaç recomenda-se revacinar após 3 meses. Imunodepress . sarampo e caxumba (Wistar RA 27/3M + Schwarz + õuó€ô uˆ ‰ óuô RIT 4385). Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Efic cia 90%. paralisia após aplicaç o de dose anterior. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. dor. convuls s. A vacina acelular apresenta menor índice de eventos adversos. calor e inchaço locais. 6” e 15” meses de vida. Efeitos adversos: Podem ocorrer entre 5 e 12 dias após a vacinaç : febre at 39C. Raramente ocorrem encefalite.Vacina Acelular contra Difteria. Cont m traços de neomicina e gelatina. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses de idade. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. sonol cia e convuls s. Reforço aos 5 anos de idade. Composi o: Utilizamos a vacina acelular: componentes celulares purificados da Bordetella pertussis + toxóide dift rico + toxóide tetânico inativados. doenças do sistema nervoso central em evoluç o (incluindo convuls s sem co ntrole). Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). Caso ocorra administraç de imunoglobulina humana. Via de administra o: Intramuscular. neomicina e gelatina. õuó€ô uˆ ‰ óuô † óuô ˆ ˆu‰Rdu‘ † óuô †  ™™ ”  “u‘ ™” ˆ “ ™” † du– Vacina Tríplice viral: contra Rub ’ ola. Cont m ainda alumínio. t tano e coqueluche para menores de 7 anos de idade. Gravidez. Doenças febris agudas. aumento de gânglios. õuóuô † óuô ˆu‰ um † ‰ um † ‰  –u‡ ˆu‰ † ˆ ˆ †‰ ‘uˆu‰ ˆu‰ ™ ˆu‰ † ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. T ’ tano e Coqueluche – Tríplice Bacteriana Acelular Indi­ o: Proteç contra difteria. sonol ncia. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). 4” . choque). Encefalopatia nos 7 primeiros dias após dose anterior (choro por mais de 3 horas. orquite (inflamaç o dos testícul os) e rpura. pancreatite. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre. sangue total. História sarampo. Composi o: Composta de cepas de vírus atenuados da r  la. episódio hipotônico -hiporesponsivo.

Efic cia de at 0%. Efic cia de 95%. Paciente HIV positivo com sintomas.Vacina contra Tuberculose . S o complicaç s: lceras maiores que 10 mm cicatrizam. A partir de 13 anos s o aplicadas duas doses com intervalos de 6 a 10 semanas. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. com intervalo mínimo de 6 meses (considerar a presença de cicatriz vacinal como primeira dose). Imunodepress o celular com linfócitos abaixo de 1. Composi o: Bacilos atenuados do Mycobacterium bovis. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia prednisona). Cont m ainda traços de neomicina. reaç o lupó ide. Intervalar 15 dias das vacinas de vírus vivo.200/mm3.BCG Indi­ o: Proteç contra formas graves da tuber culose. At h após contato com doente. Comunicantes de hanseníase devem receber duas doses de BCG. Esquema de aplic o: Aplicada a partir de 12 meses. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Entre 4 a 5 semanas: lcera de 4 a 10 mm de diâmetro. dor local e fadiga. Criança que recebeu BCG mais de 6 meses e n tem cicatriz vacinal. õuó€ô óuô ™ †«þ ÿ ˆu‰ õuóuô õuóuô † †  †‰ †  ˆ ˆu‰ ˆ 402 Instituto de Patologia Clínica H. Doença s febris agudas. Entre 3 a 4 semanas: pequena bolha com pus seguindo-se de uma crosta. Evitar gravidez por 3 meses após a vacinaç . dor de cabeça. Profissionais de s de que tenham contato com pacientes com AIDS e tuberculose devem receber BCG se apresentarem PPD < 10 mm. abscessos frios subcutâneos. C erca de 18% dos vacinados n desenvolvem cicatriz. Cepa OKA 27/3M. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Gravidez. PARDINI . sangue total. febre baixa. Efeitos adversos: Ocorrem 0. Evolu o da cicatriz vacinal: Após 2 semanas: pequena elevaç o avermelhada e dolorosa de 5 a 15 mm. Presença de les local de aplicaç o. Via de administr o: Subcutânea. Contra-indicaç es: Peso menor que 2000g. Via de administr o: Exclusivamente por via intr rmica no braço direito. deve ser revacinada.04% dos vacinados. quelóide. a vacina pode evitar a doença. Doença febril aguda. Esquema de aplica o: A partir do nascimento. At s 12 anos indicado uma dose. Imunodepress . Se a primeira dose for aplicada após 5 anos n necessidade de reforço. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. na inserç m sculo deltóide. abscessos quentes subcutâneos. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Reforço entre 6 e 10 anos de idade. Evitar cido acetil salicílico durante seis semanas após vacinaç . Gravidez. o mais breve possível. linfonodos. Entre 6 a 12 semanas: cicatriz de 4 a 7 mm. Efeitos adversos: Erupç es de pele (menos de 4%) nas primeiras semanas. õuó€ô uˆ ‰ óuô óuô óuô du— † ¡ ˆt‰ ¡  ˆ u ‰ d€‡ õuóuô  †ð ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ ‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰Û‘u‰ ™” ‡ ˆu‰Ù— ˆ ˆu‰ ëu”∠‘uˆu‰ Vacina contra Varicela (Catapora) Indi­ o: Protege contra varicela. Composi o: Vírus vivos atenuado (cultura de c lulas humanas).

TABELAS 1 . 2000. Influenza (gripe).  2 – Calend rio da Sociedade Brasileira de Pediatria.Intervalo mínimo entre doses de uma mesma vacina VACINA INTERVALO M NIMO ENTRE DOSES DTP 4 semanas Poliomielite 4 semanas Hepatite B* Entre 1-2à dose: 4 semanas Entre 2-3à dose: 8 semanas Entre 1-3à dose: 24 semanas Varicela 4 semanas * Consultar esquema de vacinaç r pida. Varicela. Caxumba. Pneumocócicas. Hepatite A. Hepatite B.  um † ‰ ô N@ O VIVA (INATIVADAS) DTP. Polio VACINAS oral. Pólio injet vel. Hemófilos. PARDINI 403 . IDADE VACINAS Ao nascer BCG + Hepatite B 1m s Hepatite B 2 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 6 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos + Hepatite B 9 meses Sarampo + Febre Amarela 12 a 15 meses Tríplice Viral + Varicela(catapora)+ Hepatite A 15 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 a 6 anos DTP + Poliomielite 4 a 10 anos Tríplice Viral 6 a 10 anos BCG 14 a 16 anos Dupla tipo adulto  “ 3 . Sarampo. R la. Meningocócicas.Vacinas vivas atenuadas e n o-vivas VIVA ATENUADA BCG.Intervalo mínimo entre vacinas diferentes VACINAS INTERVALO M NIMO ENTRE VACINAS Entre 2 inativadas NENHUM Entre 1 inativada e 1 viva atenuada NENHUM Entre 2 vivas atenuadas 15 dias (exceto polio oral) B 4 . Febre amarela. B ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H.

Em caso de falha. ˆ ‰ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ‚ƒ"„ ‚ƒ"…„ ‘ ‡ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina. Gravidez. Caxumba. trabalhadores de internatos. imunossupress . homossexuais e bissexuais masculinos. us rios de drogas ilícitas. Pessoas com qualquer idade que tenham contato com idosos. incluindo hepatite C. portadores de leucemia. Rub ola) Dupla Adulto (Difteria. heterosexuais com mais de um parceiro em seis meses. Gravidez ( soluta). Doença aguda febril. Doença aguda febril com repercuss clínica. ao timerosal (merthiolate). ‡ ‡ Intramuscular ou subcutâneo. Trabalhadores de s de. Marcas podem ser intercambi veis. profissionais que trabalham em esgotos. pulmonares. paciente com diagnóstico recente de DST. ˆ‰ ‡ õuóuô Œ ‡ Pacientes com doenças hep ticas crônicas. Após s rie prim ria completa (3 doses. Passado de Guillain-Barr . Pessoas entre 2 e 65 anos que apresentam doenças crônicas: cardiopatas. receptores de derivados de sangue. estudantes entrando em escolas. hepatite B. Gravidez. Evitar por 30 dias. profissionais rea de sa . Adultos de alto risco e seus contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. Portadores de dist rbio da coagulaç o. Todos adolescentes. Doença aguda febril com repercuss . repetir esquema. militares. anti-Hbs para níveis de proteç o.1 e 6 meses. Iniciar esquema de 3 doses em quem o souber passado vacinal. disfunç renal. T tano ) Pneumocócica polissacarídea Influenza ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ Œ ‘ Œ Œ“ ‡ Œ“ ‡ ‹Ž” ‘ ‡ ‘ Œ ‘ ‹ ‡ ‡  Œ ˆ ‹ ˆ ‘ ’ ‰“ ‡  ŒŠ Ž ‹Ž” ŒŠ • ‡ ‡ ŒŠ ‡ ˆ ˆ ‡ ˆ ˆ Œ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Subcutânea ou intramuscular. Sorologia pode ser indicada previamente à vacina ç o em pacientes de alto risco: HbsAg para triagem. hemoglobinopatias. timerosal ou ovo de galinha. Em caso de atras indicado recomeçar o esquema. us rios de drogas. Intramuscular.200/mm3.404 – — Tríplice viral Hepatite A Hepatite B  VACINA Varicela (Sarampo. Deve ser aplicada no outono. Viajantes reas de alta inci ncia. neomicina. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. deve-se considerar a vacinaç o de profissionais de sa . trabalhadores de sa de expostos à sangue. Sorologia pode evidenciar os o imunes. Intramuscular. Possibilidade de vacina combinada A+B em esquema de 3 doses. hemoglobinopatias.Sum rio de recomendaç es para imuniz ‡ ‡ ‡ Intramuscular. Intervalo mínimo de 6 meses. portadores de fístulas liquóricas. ˆ‰ ˜Š Œ ‘ ˆ ‰ ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ˆ ‡ ˆ‰ ˆ 5 . Imunossupress o com linfócitos abaixo de 1. sem comprovaç o sorológica de imunidade. Mulheres em idade f rtil que o receberam vacina de r la ou tenham evid ncia sorológica de imunidade. Œ ˆ‰ ‡ ‡ Todos adolescentes e adultos. Reforço com 5 anos. Ž o de adultos. linfoma. ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š CONTRA-INDI ÕES E PRE ÕES ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ Reaç fil tica pr via à vacina. . HIV + com ou sem sintomas. a fungos. Viajantes par reas de alta endemicidade Sorologia antes da vacinaç o deve ser individualizada. contactantes de imunodeprimidos. internos em presídios. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr dialíticos. Pode ser usada durante a epidemia. Marcas s o intercambi veis. pessoas que trabalham em creche e instituiç es de deficientes mentais. Imunossupress o. Todos pacientes portadores do vírus da hepatite C. homossexuais e bissexuais masculinos. etilistas. ˆ ‘ ‘ ‘ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š Š ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‘ ˆ‰ ‡ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ˆ‰ ŒŽ” Reaç fil tica ou neurológica Guillain-Barre) pr via à vacina. Adultos de alto risco: trabalhadores de sa . Pessoas entre 6 meses e 50 anos com doenças cardíacas. Mulheres gr vidas que v estar no 2 e 3 semestre na temporada de influenza Qualquer um que queira diminuir o risco de influenza. Pessoas que manipulam alimentos. militares. ‹Ž” ˆ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina ou a ovo. 1 dose. considerando a DTP) recomendado reforço a cada 10 anos. DPOC. Adultos maiores de 50 anos. ‡ ‘ ˆ‰ PARA QUEM É RECOMEND ADO ˆ ‡  ‘ ˆ‰ ‹Š Pacientes n vacinados. Aplicada anualmente. Adultos com idade maior ou igual à 65 anos. Subcutânea. Segurança na gravidez n o est finida. outras neoplasias malignas e imunossupress (incluindo uso de corticóide). Pode ser aplicada junto com outra vacina em local diferente. Reaç fil tica pr via à vacina e à neomicina. Asplenia. Gravidez ( soluta). Doença aguda febril com repercuss . Duas doses. Doença aguda febril com repercuss clínica. gelatina ou neomicina Doenç a aguda febril com repercuss . ‘ ‘ Reaç fil tica pr via à vacina ou à neomicina. Reaç fil tica pr via à vacina. Evitar por 30 dias. síndrome nefrótica. Doença aguda febril com repercuss clínica. diabetes. Reforço a cada 10 anos. Duas doses. hepatopatas. diab ticos. Reforço com 5 anos pode ser necess rio no manejo de feridas. Possibilidade de vacina combinada A+B em 3 doses. Intervalar 30 dias da tríplice viral. 3 doses: 0. ‡ ‡ ‡ CALE ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. viajantes internacionais. Doença aguda febril com repercuss clínica. ao timerosal. ‡ † ‡ ‡ Caso n ja comprovaç laboratorial ou história clínica. PARDINI ~"€ IO E VIA Intramuscular.

PARDINI 405 .™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI .™ š s: Anotaç3 406 Instituto de Patologia Clínica H.

™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 407 .

PARDINI .™ š s: Anotaç3 408 Instituto de Patologia Clínica H.

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