MANUAL DE EXAMES Laboratório Hermes Pardini - 2002

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes com o menor acréscimo de custo possível. EQUIPES ESPECIALIZADAS Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência, formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os diferentes testes.

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GLOBALIZAÇÃO Quem o se atualiza com as últimas inovações das revistas médicas e de laboratório fica rapidamente obsoleto. Nossa equipe est sempre atenta às inovações, adotando as quando ficam evidentes suas vantagens.

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Prof. Hermes Pardini

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3 9 31 33 35 37 39 41 55 97 109 147 157 177 189 253 259 275 279 301 315 331 353 354 355 361 369 379 389 391 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Apresentaç Índice por exames ISO Informaç s Gerais Nossos Serviços

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Unidades de Atendimento Patologia Clínica Vari veis pr -analíticas Biologia Molecular Bioquímica Drogas Tera ticas Endocrinologia Gen tica – DNA Hematologia

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D8EGF

HPLC Imunologia Líquido Seminal Microbiologia Ortomolecular Parasitologia e Uran lise Triagem neonatal - Teste do Pezinho Toxicologia Protocolo de Provas Funcionais Urina, Instruç es de coleta Urina 24 horas, conservantes Anatomia Patológica Citologia Diagnóstico por Imagem – DDI Medicina Nuclear “In Vivo” Reaç s Intr rmicas

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Vacinas

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dosagem (urina) Ácido Delta Amino Levulínico Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase Ácido Fenilglioxílico Ácido Fólico Ácido Hi rico Ácido Homogentísico Ácido Homovanílico Áci tico Ácido Ma lico Ácido Metil Hip rico Ácido Ox lico Ácido Úrico.PR (Q0SUT4VW X` fYbac UWe `dhgpi W¨q VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS. teste Ácido 5 Hidroxi Indolac tico Ácido Ascórbico vide Vitamina C Ácido Cítrico (esperma) Ácido Cítrico. 110 178 279 178 57 179 179 58 58. QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO “MANUAL DE EXAMES”. 59 283 9 rus rts r r v r w x€y v w ƒ€y(„€v s€ƒuw v ‚ u‚ Instituto de Patologia Clínica H. CONSULTE-NOS ! Página 1. pesquisa 188 118 130 119 55 56 56 129 130 567 55 56 129 130 303 56 315 112 112 177 186 56 197 74 68 109 315. anticorpos anti ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina Acetil Colinesterase vide Colinesterase Acetilcolina. PARDINI .25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 11 Desoxicortisol 17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 Beta Estradiol vide Estradiol 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 OH Pregnenolona 17 OH Progesterona 17 OH Progesterona neonatal 17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 2. anticorpo anti-receptor Acetona.5 Hexanodiona Urin ria 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico 5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina 5 Nucleotidase ACA vide Centrômero. pesquisa (urina) vide Cristais. dosagem Acidez Fecal vide pH Fecal Acidificaç urin ria. MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE REFERÊNCIA NO EXTERIOR. dosagem Ácido Úrico. 316 293 351 177 187 253 57 316 317 177 109.

Mutaç o (Diagnóstico) 190 Alfa 1 Glicoproteína cida 112. Vigabatrina pág. Primidona pág. 91 Albumina. Oxcarbazepina pág. 102. 101. Gabapentina pág. Difenilhidantoína pág. pesquisa vide Proteínas. 107 144 Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb 144 Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb 209 Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 210 Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 249 Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA . Clearence 304 Ami cidos. Ami cido Quantitativo 316 ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 91 Albumina. 3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 114 Androstenediona 246 Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 158 Anticoagulante L pico Anti-Convulsivantes equivale cido Valpróico pág. Testes confirmatórios 189 Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue) 279 Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 154 Alfa 1 Antitripsina. anticorpos anti 283 Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 190 Amebíase 60 Amilase 61 Amilase. PARDINI . estudo gen tico 282 Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores 59 ADA vide Adenosina Deaminase 279 Addis. 105. 113 Alfa Fetoproteína 93 ALT vide Transaminase Pir vica 317. Fenobarbital pág. Carbamazepina pág. 318 Alumínio 230 AMA vide Mitocôndria. 306 Ami cidos.pesquisa direta 182.…… … 97 cido Valpróico 180 cido Vanil Mand lico 110 ACTH 147 Acondroplasia. 102. 183 Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 190 AEO vide Antiestreptolisina O 213 AGA vide Gliadina. Cromatografia Quantitativa 61 Amônia 113 AMP Cíclico 147 An lise de Alimentos Trans nicos 275 An lise Mineral vide Mineralograma 253 An lise Seminal Computadorizada 232 ANCA vide Neutrófilos. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 90. pesquisa 279 Alcapt ria vide cido Homogentísico 60 Aldolase 111 Aldosterona 336 Aldosteronismo Prim rio. Cromatografia Qualitativa 304. 305. 105. anticorpos anti 157 Agregaç Plaquet ria 317 ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase 93 Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica 303 Alanina. 97. 100. Lamotrigina pág. anticorpos anti 112 Androstanediol Glicuronide. 98. contagem 59 Adenosina Deaminase 113 Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 189 Adenovírus .tTG vide tTG ‡ † † ˆu‰ …  … ‘u‰€ ‰€‘u‡ … ‡ … ˆ  ‡   ‘u‘u‰u‰u ’€“ ‡ ˆu‰ 10 Instituto de Patologia Clínica H.

anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais. anti AST vide Transaminase Oxalac tica Ataxia de Friedreich. PARDINI 11 .HbsAG Antígeno Carcinoembri rio Antígeno HLA B27. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 2. pesquisa Bact ria e Antibiograma Automatizado. anticorpos vide SSB. cultura Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) Becker e Duchenne. Painel Ataxias. Painel Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Avaliaç Mineral Óssea Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç Tubo Neural vide Avaliaç do Risco Fetal . 196 Antifungigrama Antígeno Austr lia vide Hepatite B . Cardiolipina IgG e IgM pág. Diagnóstico vide Ataxias. anticorpos Antitrombina III Anti-VCA vide Epstein Barr ANTOX vide Antioxidantes Totais Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) Apolipoproteína A1 e B Apolipoproteína E. Diagnóstico vide Ataxias.Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto Antidepressivos vide Tricíclicos Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes Anti-Espermatozóides vide Imunobeads Antiestreptolisina O Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ico pág. PCR Antígeno Prost tico Específico vide PSA Anti-La.Teste Integrado Baar . anti Anti-Microssomal. anti Anti-TPO. Diagnóstico vide Ataxias.Bacterioscopia Bacilo Dift rico Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia. Glutation Peroxidase. anticorpos vide SSA. 158. estudo ge tico ARA vide Reticulina. pesquisa Antígeno HLA-B-27. Superoxido Dismutase Antioxidantes Totais Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos. Distrofia (Diagnóstico) Bence Jones vide Proteína de Bence Jones † 203 106 255 190 259 216 191 191 41 134. 135 241 143 197 210 276 276 232 203 240 143 192 209 276 229 61 147 235 318 190 231 93 83 192 93 148 148 148 148 148 148 344 387 136 259 260 260 268 260 208 150 296   ‰u‘u ”R•u‡u–  † “u‘ ‘† ‡ ˆ † † ˆuˆu‰‰ ˆuˆu‰‰  †† †  ˆu‰R—u‰ ˆt‰ Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos vide TPO Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal. Diagnóstico vide Ataxias. anti Anti-Nucleares. anti Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado Aspergillus sp. Painel Ataxia de Machado Joseph. Diagnóstico vide Ataxias. anticorpos anti Anti-Rh vide Coomb’s Indireto Anti-RO. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 1. anticorpos anti Ars ico ASLO vide Antiestreptolisina O ASMA vide M sculo Liso. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 10. Identificaç Bact rias Anaeróbias.

Ducreyi 389 Candidina. auto anticorpos anti 148 Cariótipo com Banda G 149 Cariótipo com Bandas de Vilo corial 148 Cariótipo de Alta Resoluç o 149 Cariótipo de Medula 150 Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 149 Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula 149 Cariótipo para pesquisa de X -Fr il 182. 97. Diazepam p g. An lise Físico e Química 89 Calemia vide Pot ssio 89 Caliuria vide Pot ssio 261 Campylobacter. Oxazepam p g. Clonazepam p g. 104. 104 114 Beta 2 Microglobulina 180 Beta Caroteno 123 Beta HCG vide HCG. cultura 232 C-ANCA vide Neutrófilos. dosagem (sangue) 280 Bilirrubinas. pesquisa (urina) 355 Biópsias 307 Biotinidase 193 Blastomicose Sul Americana 230 Borr lia vide Lyme 97 Bromazepam 193 Brucelose 202 C1q vide Complemento C1q 195 C1S Esterase Inibidor 202 C2 vide Complemento C2 202 C3 vide Complemento C3 203 C4 vide Complemento C4 194 CA 125 194 CA 15/3 195 CA 19/9 319 C dmio 63 C lcio 64 C lcio Iônico 64 C lcio Livre vide C lcio Iônico 115 Calcitonina 188 Calcitriol vide Vitamina D3 280 C lculo Biliar. 103.Benzodiazepínicos equivale Bromazepam p g. N-Desmetildiazepam p g.100. An lise Físico e Química 280 C lculo Renal. Clobazam p g. intradermoreaç s 64 Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro 64 Capacidade Total de Combinaç Ferro 98 Carbamazepina 281 Carbohidratos. pesquisa vide H. Beta 92 Bicarbonato vide Reserva Alcalina 115 Big Prolactina 62 Bilirrubinas. 183 Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina 196 Caxumba IgG/IgM 197 CCP 243 CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ †       ™” ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ u’ 12 Instituto de Patologia Clínica H. 99. anticorpos anti 267 Cancro Mole. 99. Cromatografia 319 Carboxi Hemoglobina 196 Cardiolipina IgG/IgM. anticorpos anti 232 C-ANCA vide Neutrófi los. PARDINI . Nitrazepam p g.

Pesquisa) 198 Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta) 322 Chumbo 145 Cianocobalamina vide Vitamina B12 98 Ciclosporina 379. 380. Teste de 99 Clobazam 99 Clonazepam 351 Cloreto de Amônio. 381. pesquisa 384 Cistografia Radioisotópica Direta 267 Citobacteriologia vide Gram 362. Anti 198 Ceruloplasmina 65 Cetonemia. Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria. 67 Cloretos 92 CO2 vide Reserva Alcalina Coagulograma equivale Plaquetas p g.170. pesquisa 261 C lulas de Inclus Citomeg lica 261 C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas. pesquisa 55 Cetosteróides Neutros Totais. 363. Tempo de Sangria p g.175.228 CD3 vide Linfócitos T Ativado 242 CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos 191 CEA vide Antígeno Carcino Embri rio 197 C lula Parietal. 249 Chagas vide Trypanosoma cruzi 198 Chlamydia pneumoniae IgG 262 Chlamydia trachomatis (Cultura) 262 Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta) 41 Chlamydia trachomatis (PCR) 262 Chlamydia tracomatis (Giemsa .176 †† †† †† † ˆu‰ †  † –† u‰ u‘  ‡ “€‘ “ … u‘  … † ˆ  ˆ  ˆ€‰ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. Tempo de Tromboplastina Parcial p g. 382. pesquisa 261 C lulas Her ticas.175. PARDINI 13 . pesquisa 197 Centrômero. Tempo Atividade de Protrombina p g. 67 CL vide Cloretos Clamídia vide Chlamydia 384 Clearence Pulmonar de DTPA 65 Clements. 384 Cintilografias 384 Cisternografia Cerebral 199 Cistatina C 199 Cisticercose 281 Cistina. 17 201 CH 100 vide Complemento CH 100 201 CH 50 vide Complemento CH 100 248. Anti 159 C lulas de Downey. Tempo de Coagulaç p g. 364 Citologias 201 Citomegalovírus (ELFA) 200 Citomegalovírus (Elisa) 42 Citomegalovírus (PCR) 261 Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica 160 Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 253 Citrato (esperma) vide cido Cítrico 57 Citrato (urina) vide cido Cítrico 197 Citrulina. pesquisa 159 C lulas LE. 383. Teste 66 Cloreto de Sódio no Suor 66.175. pesquisa 65 C lulas Orangiófilas. anti vide CCP 72 CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 66. pesquisa 281 Ceton ria.

pesquisa (líquido sinovial) Cristais com Luz Polarizada. pesquisa Cristais com Luz Polarizada. pesquisa Corpos Redutores Fecal Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos. PARDINI . pesquisa Corpos de Heinz. Cromatografia Cortisol Cortisol Livre Corynebacterium minutissimum. pesquisa Crioglobulinas. pesquisa Cromossomo Y. aglutinaç direta Cryptosporidium. cultura Colesterol Colesterol HDL vide Colesterol Colesterol LDL vide Colesterol Colesterol TOTAL vide Colesterol Colesterol VLDL vide Colesterol Colesterol. Clearence Creatinofosfoquinase Creatinofosfoquinase MB Isoenzima Crioaglutininas.Cobre Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso Colecalciferol vide Vitamina D3 Cólera Vibri . pesquisa Cultura + Antibiograma Automatizado Curva de Tolerância a Glicose Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria Dacriocintilografia DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina uˆ ‰ ˆ ™” ™” †  “ u’ † uˆ ‰ ™” u’  ˆ  320 246 188 274 67 67 67 68 68 93 68 254 202 202 202 203 201 201 118 203 203 263 321 282 161 282 281 116 116 263 71 69 70 71 71 72 204 204 204 72 283 365 321 149 149 150 150 232 263 205 263 264 337 157 384 332 14 Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa CPK vide Creatinofosfoquinase Creatina Creatinina Creatinina. pesquisa Criofibrinog nio. cultura vide Vibrio Cholerae. pesquisa (urina) Cromatina Sexual Cromo Cromossomo Philadelphia. microscopia Cryptococcus Neoformans. dosagem Coproporfirinas. Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula Cromossomo X-Fr il. Estudo Gen tico das Microdeleç s Cross Laps vide N-Telopeptídeo Cryptococcus Neoformans. pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il Cromossomo Y para Síndrome de Turner. Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol Colinesterase Coloraç o Supra Vital Complemento C1q Complemento C2 Complemento C3 Complemento C4 Complemento CH 100 Complemento S rico Total vide Complemento CH 100 Composto S vide 11 Desoxicortisol Coombs Direto Coombs Indireto Coprocultura Coproporfirinas.

209. diagnóstico molecular 42 Doenças sexualmente transmissíveis.249. 247 Drogas de Abuso. pesquisa 150 Distrofia de Becker e Duchenne.117 Dehidroepiandrosterona 117 Dehidroepiandrosterona. Diagnóstico 206 DNA. diagnóstico 151 Doença de Huntington. Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g.235 151 Doença de Gaucher. pesquisa 283 Dismorfismo Eritrocit rio. Reticulina-anticorpos anti p g. PCR Qualitativa e Tipagem 387 Densitometria Óssea 181 Deoxipiridinolina 73 Depuraç gua Livre 122 Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD. PARDINI 15 . Teste 121 E1 vide Estrona 119 E2 vide Estradiol 120 E3 vide Estriol 209 EBV vide Epstein Barr 74 ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 370 Ecocardiografia u•  † ˆ ˆu‰R—ud … … ”(•€ ˆ e €ˆ ( ‰ €— d “t‘ † ˆ  ˜˜ ˜ ˜ du–u–u“u“uff  Instituto de Patologia Clínica H. Determinaç o de Paternidade 210 Dnase. Teste de Solubilidade 246. tTG-anticorpos anti p g.213. pesquisa vide Hemoglobina S. anticorpos anti 154 DNA. Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 370 Duplex Scan 349 D-Xilose. anticorpos anti 153 Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD 117 DHEA vide Dehidroepiandrosterona 73 DHL vide Dehidrogenas ctica 118 DHT vide Dihidrotestosterona 339 Diagnóstico de Diabetes Gestacional 150 Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne 154 Diagnóstico da Mutaç Alfa 1 Antitripsina 385 Diagnóstico do H. Pylori pelo Teste Respiratório 151 Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 155 Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians 156 Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita 277 Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído 100 Diazepam 100 Difenilhidantoína 285 Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes 101 Digital s rico vide Digoxina 101 Digoxina 118 Dihidrotestosterona 206 Dímero D 264 Direto a Fresco. Sulfato 73 Dehidrogenase ctica 114 Delta 4 vide Androstenediona 129 Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona 152 Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística 205 Dengue IgG e IgM 43 Dengue. anti vide Estreptozima Doença Celíaca equivale Endomísio-anticorpos anti p g. PCR 265 Donovanose 385 Dose Tera tica com Iodo-131 385 Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153 165 Drepanóticos.

281 265 Escabiose vide Ectoparasitas. 17 OH 333 Pregnenolona. 208 Eletroforese de Proteínas Eletrólitos equivale Cloretos p g.Sustacal 334 Estímulo para ACTH com CRH/CRF 332 Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP Estímulo com ACTH para: Androstenediona. SSA/RO-anti p g. LDL. 183 Epinefrina e Norepinefrina 209 Epstein Barr 162 Eritrograma 119 Eritropoietina 167 Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos . VLDL.240. pesquisa 74 Espectrofotometria 450 NM 253 Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada 41.121 121 Estrona 154 Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade 385 Estudo de Viabilidade Mioc rdica 153 Estudo G tico da Hemocromatose ‡ ˜ ˜  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˜ ˜ ‘u‘u‰u‰u ˆ  ˆ  ˜˜ ˆu‰ ˜ ˜ “™ ” ˆ ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆ   ”€‘ † ˆ  ˜ ™ ˜ ˜ 16 Instituto de Patologia Clínica H. 92 209 EMA vide Endomísio. SM-anti p g.241.235. 67 Pot ssio p g.Cromatografia Quantitativa (soro) p g. Carbohidratos . neonatal vide Hemoglobinopatias.119. Triagem neonatal 224 Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç 207 Eletroforese de Lipoproteínas 207. pesquisa 370 Eletrocardiograma 67.Cromatografia p g. intradermoreaç es 210 Estreptozima 120 Estriol Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g. 191 Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27 209 Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) 390 Esquistossomose. 343. Total 161 Eletroforese de Hemoglobina 308 Eletroforese de Hemoglobina. Ami cidos . Estrona p g.305. 17 Beta 389 Estreptoquinase/Estreptodornase. Cortisol.simultâneo 342. PARDINI . 68 Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL.304. anticorpos anti 283 Entamoeba histolytica 291 Enterobius vide Oxi rus 74 Enzima Conversora de Angiotensina 162 Eosinófilos 182. SSB/LA-anti p g. 17 OH Progesterona 346 Estímulo para Calcitonina com infus C lcio 346 Estímulo para Calcitonina com infus Pentagastrina 346 Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina .304. 89. Sódio p g. Ami cidos . DHEA. 344 Estímulo para HGH 345 Estímulo para LH e FSH com LH-RH 340 Estímulo do Peptídeo C 344 Estímulo para Prolactina com TRH 351 Estímulo para Testosterona com HCG 337 Estímulo para TSH com TRH 332 Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina 119 Estradiol. Progesterona. intradermoreaç s 333 Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona 340 Estímulo do Peptídeo C .120. Composto S.240 209 Endomísio.Cromatografia Qualitativa (cart ) p g. Estriol p g.370 Ecodoppler 265 Ectoparasitas. 66. anticorpos anti ENA equivale RNP-anti p g.Cromatografia Quantitativa (urina) p g.

312 e Fibroce Cística . pesquisa 270 Exame Micológico Direto 208 Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 210 FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210 Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 197 Fator Intríseco. Tripsina neonatal p g. anti vide C lula Parietal. quantitativa (cart ) 304. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. PARDINI 17 . Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.152 equivale Fator V Leiden p g. estudo gen tico p g. 305. 212 Filariose vide Filaria 324 Fluoreto 102 Fluoxetina 385 Fluxo Sangüineo das Extremidades 109. 110 Folato vide cido Fólico 75 Fosfatase cida 75 Fosfatase cida Prost tica 76 Fosfatase Alcalina 212 Fosfatase Alcalina Específica Óssea 212 Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea 76 Fostatidil Glicerol 77 Fosfolípides 77.152 163 Fil ria.Treponema IgG 285 Funcional de Fezes ””€€‘‘ †† ”€‘ † ˜ ””€€‘‘ †† ™” ˜ ˜ ˜ † ˆ ˆ€‰ ‘u‰€  “ ˜ ˜ † ˜ …… … †    Instituto de Patologia Clínica H.153.152 152 Estudo G tico de Fibrose Cística 151 Estudo G tico Fetal 151 Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 323 Etanol 264 Exame direto a Fresco.155 Estudo G tico da Síndrome de Gilbert 150 Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y Estudo G tico das Trombofilias p g. pesquisa 212 Filaria. Cromatografia quantitativa 284 Fenilalanina. pesquisa (urina) 100 Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 101 Fenobarbital 323 Fenol 121 Ferritina 74 Ferro 285 Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 291.152. 78 Fósforo 163 Fragilidade Osmótica das Hem cias 89 Frutosamina vide Proteína Glicosilada 254 Frutose (esperma) 284 Frutose (urin ria) 124 FSH vide Hormônio Folículo Estimulante 138 FT3 vide T3 Livre 140 FT4 vide T4 Livre 238 FTA abs vide Sífilis .66. Imunocromatografia 163. 306 Fenilalanina. Gene da Protrombina p g. anti 211 Fator Reumatóide 251 Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose 214 Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 152 Fator V de Leiden 211 Febre Amarela IgG e IgM 307 Fenilalanina .PKU. 292 Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes 163 Fibrinog nio Fibrose Cística equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.

cultura Gasometria Gastrina Gastrina. Ducreyi Haemophilus Ducreyi vide H. Mutaç o 202 (G A) Gabapentina GAD. identificaç o G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase G6PD. Ducreyi Ham. PARDINI . 82 286 82 82 91 137 141 276 123 42. anti vide Hepatite B HBeAg vide Hepatite B ˆ ˆ g  ˆu‰R— ˆ 266 266 265 213 153 102 122 286 308 207. pesquisa Fungos. estímulo após glucagon Gene CCR-5. anticorpos Anti Glicemia vide Glicose Glicohemoglobina Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase. 208 78 78 266 78. pesquisa da deleç o – PCR Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase Gene da Protrombina Geraç e IGF-1 GGT vide Gama Glutamil Transferase GH vide Hormônio de Crescimento Gi rdia Gilbert. Mutaç 2 (G A) Glicose. Síndrome Gliadina IgA e IgG. anti vide Hepatite A HbA1c vide Glicohemoglobina HBc. anti vide Hepatite B HBe.Fungos. Beta Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae Gordura Fecal GPX vide Glutation Peroxidase Gram Bacterioscopia Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU GTT vide Tolerância a Glicose H. 271 287 276 267 267 214 337 267 267 214 153 214 215 80 216 217 217 uˆ i‰ uh j g 18 Instituto de Patologia Clínica H.Triagem neonatal Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas Gama Glutamil Transferase Gama GT vide Gama Glutamil Transferase Gardnerella. cultura Fungos. pós -prandial Globulina (liquor) Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG Glutation Peroxidase Gonadotrofina Coriônica vide HCG. estímulo alimentar Gastrina. dosagem Glicose. anticorpos anti Galactose (urina) Galactose Total . pesquisa Glicose. 79 122 352 352 43 152 153 345 78 124 286 155 213 80 213 153 81. teste Haplotipagem de HLADR e DQ Haptoglobina HAV.

216. Biópsia 168 Hem cias Fetais vide Kleihauer 166 Hem cias vide Hemograma 166 Hematócrito vide Hemograma 170 Hematozo rios.167.Teste de Resist cia aos Antivirais p g.217. cultura automatizada 164 Hemoglobinas 164 Hemoglobina A2 164 Hemoglobina Fetal 80 Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 165 Hemoglobina H. PCR p g. HBs-anti p g. anti vide Hepatite D 215 Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico) 385 Helicobacter Pylori.217 HBs. Teste Desnaturaç ao calor p g. Genotipagem 46 HCV. pesquisa vide C lulas Herp ticas 218 HEV. PCR qualitativo e tipagem 268 Herpesvírus.44. Teste de Solubilidade 308 Hemoglobinopatias. HBV PCR p g. Triagem neonatal 165 Hemoglobina S. pesquisa Hemoglobina Inst vel equivale Corpos Heinz (pesquisa) p g. PCR Qualitativo 44 HBV.218. Cromatografia 56 Hidroxi Corticosteróides. anti vide Hepatite B 216 HbsAg vide Hepatite B 44 HBV. Hbe-anti p g. Beta 295 HCG. neonatal vide Hemoglobinopatias. anti vide Hepatite E 124 HGH vide Hormônio de Crescimento 100 Hidantoína vide Difenilhidantoína 281 Hidratos de Carbono vide Carboidratos. HbeAg p g. teste p g. cultura 261 Herpesvírus. PCR 267 Hemocultura Automatizada 269 Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias. HCV Genotipagem p g.217. HBV . PCR Qualitativo 47 HCV. Isopropanol.pesquisa uri ria vide Pregnosticon 46.45 218 Hepatite D 218 Hepatite Delta vide Hepatite D 218 Hepatite E 219 Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 47 Herpes vírus Simples. 17 177 Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico “u‘ u‘     † †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˆ ˜ u“ ‘ ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ † † ’u“ … † Instituto de Patologia Clínica H. 47. Teste Respiratório 355 Helicobacter Pylori. Beta . HCV. HBc IgG/IgM p g.45 Hepatite C equivale HCV-anti p g. pesquisa vide Plasmodium 153 Hemocromatose.161.176 308 Hemoglobina S. 17 56 Hidroxi Esteróides Ceto nicos. 218 HCV. PCR Quantitativo 67 HDL. 47 . triagem neonatal 166 Hemograma 167 Hemossedimentaç o 167 Hemossiderina 210 Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 215 Hepatite A vide HAV IgG/IgM Hepatite B equivale HbsAg p g. Colesterol 218 HDV. PARDINI 19 . Teste de Resist cia aos antivirais 123 HCG. anti vide Hepatite C 45 HCV.216.46. PCR Quantitativo 45 HBV.217.

17 83 Hidroxiprolina Total 348 Hipercalci ria vide Teste de PAK 332 Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH 255 Hipoosmolaridade 309 Histidina. PCR – Tipagem 47. neonatal 50 HIV-1. anti 304. Citologia 52 HPV. anticorpos Anti 219 Histoplasma Capsulatum. pesquisa 221 HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221 HIV Western Blot 49 HIV NASBA . 268 HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 48.129 Hidroxi Pregnenolona. quantitativo vide Amin cidos. HIV.Quantitativo 48 HIV PCR – Qualitativo 49 HIV PCR – Quantitativo 48 HIV PCR . Cromatografia Quantitativa 268 Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado 288 Identificaç o de Helmintos e Fragmentos 225 IgA Salivar vide Imunoglobulinas 231 IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 222 IgE Específico 223 IgE M ltiplo 223 IgE Total 126 IGF 1 ‡ ‘u‰u “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ u“ ‘ “ ˆˆ ˆ ‘u† ‰u ‰u ‡ 20 Instituto de Patologia Clínica H.309 220 HIV 1 e 2. Captura Híbrida 363 HPV. PCR vide Antígeno HLA-B27 191 HLA-B27. PARDINI . 306 Identificaç o de Ami cidos. HIV 1 neonatal p g. PCR p g. HIV. 261. anti HIV equivale HIV 1 e 2 pesquisa p g. anti 128 IAA vide Insulina. PCR 151 Huntington. 50. 305. 219.221. pesquisa vide Antígeno HLA-B27 183 Homocisteína 352 Homocisteína após estímulo com metionina 288 Homocistina 110 Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 124 Hormônio de Crescimento 124 Hormônio Folículo Estimulante 125 Hormônio Luteinizante 124 Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 137 Hormônios Sexuais. Resist ncia Genotípica aos antivirais 309 HIV-1. Doença 125 IA2. 17 130 Hidroxi Progesterona. HIV-PCR Ultrasensível p g. Resist cia Genotípica aos antivirais 41 HLA-B27. HIV NASBA p g. HIV Wester Blot p g. 220.48.49 . pesquisa 53 HTLV-I. Ami cido quantitativo 219 Histona. anticorpos anti 125 ICA vide IA2. Resist ncia Genotípica aos antivirais p g.49.220. anti 219 Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum. Globulina Ligadora vide SHBG 355 HPV. 49. 221 HTLV III vide HIV 221 HTLV-I e II.Quantitativo Ultrasensível 50 HIV-1 Genotipagem vide HIV. Biópsia 51 HPV.48.50. anti 125 ICA512 vide IA2.

pesquisa 129 Leptina 269 Leptospirose.66.92 Íons equivale Cloreto p g.389. 356 Imunohistoquímica 288 Indican. Teste 289 Isospora Belli 128 ITL 226 Jo 1. intradermoreaç es p g. Cromatografia quantitativa 167 Isopropanol. Cultura 228 Leptospirose. Anti 277 LDL Peroxidada 67 LDL. intradermoreaç s p g.389 .67 . Tricofitina.89. Elisa ˆ ™ ” ˜™ ˜ ˆ ™” ˜ ™” ˜ ˜ ‡ ˆu‰R—u‰ ˆ €• ‡ ™” ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰u  “ … u•  “u‘ ˆu‰R—u‰ ”(•€ ™” “ Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos anti 389 Intradermoreaç s Ionograma equivale Cloreto p g. Sódio p g. Pot ssio p g. pesquisa 349 Lactose.92 66 Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 312 IRT vide Tripsina neonatal 226 Isoaglutininas 304. anticorpos Anti 89 K vide Pot ssio 227 Kappa (cadeia leve) 56 KGS. Sódio p g. teste de tolerância 227 Lambda (cadeia leve) 102 Lamotrigina 73 LDH vide Dehidrogenas ctica 84 LDL Oxidada.89. intradermoreaç s p g.67 . intradermoreaç s vide Montenegro 227 Leishmaniose IgG e IgM. pesquisa 83 Índice de Saturaç o da Transferrina 128 Índice de Tixorina Livre vide ITL 226 Influenza vírus A e B – pesquisa direta 158 Inibidor L pico vide Anticoagulante pico 324 Inseticidas Organoclorados 325 Inseticidas Organofosforados 83 Inspeç Plasma Refrigerado 128 Insulina 128 Insulina.390.127 IGFBP-3 125 Ilhota. Estreptoquinase/Estreptodornase. 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 241 LA vide SSB.243 224 Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG 224 Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o 224 Imunofixaç o 225 Imunoglobulinas 355. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.390 . 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 339 Kitt 168 Kleihauer 55 KS. 305. Tipagem de Linfócitos T e B p g. PARDINI 21 . anti 255 Immunobeads Test Imunidade Celular. Colesterol 277 LDL-PX 389 Leishmaniose. testes equivale Candidina. Pot ssio p g.66. anti vide IA2. anticorpos anti 57 Lactato vide cido tico 83 Lactesc cia vide Inspeç Plasma Refrigerado 289 Lactose. 306 Isoleucina. Imunofluoresc ncia 168 Leishmaniose. PPD intradermoreaç s p g.

348 e Nefrolitíase p g. 94 Lipóides Birrefringentes. VLDL p g. anti p g. Soro Aglutinaç o Microscópica 304.283 229 Lipoproteína ( a ) 85 Líquido Ascítico (Rotina) 85 Líquido Pleural (Rotina) 86 Líquido Sinovial (Rotina) 86 Líquor (Rotina) 229 Listeriose Litíase uri ria vide C lculo Renal.210. SM.77. Treponema (Hemoaglutinaç ) p g. anti p g.347 103 Lítio 229 LKM.113 . Fosfolípides p g. pesquisa (líquido sinovial) p g. II .68.84. 305. VDRL p g. Triglic rides p g. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.194.238. 306 Leucina. CA 15/3 p g. HCG p g. PSA p g. anti p g.Testes 228 Linfócitos T Ativado 243 Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos. LDL p g. teste de tolerância 372 Mamografia 325 Mangan s 383 Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide 256 Mar Test Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g.241 230 Lyme IgG/IgM 248 Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 247 Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 115 Macro Prolactina vide Big Prolactina 87 M sio 277 Malônico Dialdeído 350 Maltose. 68.195. 67.123. Lípides totais p g. An lise Físico e Química p g.239.280 veja também Teste de PAK p g. 67. Pesquisa (Campo Escuro) 268 Leptospirose.CA 125 p g. CA 19/9 p g. CEA p g. anti p g. Eletroforese de Lipoproteínas p g. anticorpos anti Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g.94 Lipidograma equivale Colesterol HDL p g.269 Leptospirose.207. Total p g.191. Triglic rides p g. anti p g. SSA/Ro.240.240.206. 68. SSB/La. Subtipagem 243 Linfócitos.194. PARDINI . Cromatografia quantitativa 255 Leucócitos (esperma) 293. Tipagem 198 Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta) 84 Lipase 84 Lípides Totais Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Lipidograma Cl ssico equivale Colesterol Total p g.235. RNP.72 e (urina) p g. 294 Leucócitos vide Piócitos 169 Leucograma 125 LH vide Hormônio Luteinizante 335.134 135 277 MDA vide Malônico Dialdeído 344 Megateste 326 Merc rio 326 Meta Hemoglobina 184 Metanefrina e Normetanefrina 327 Metanol 327 Metiletilcetona ˆ ‘u‰€  ˜ † ˜ ‘u ˜ ˜  “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜† ˜ ˜ ˜   ˜ ˜ “ ˜ ˜˜ ˜ du’u‘ †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ “ ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ 22 Instituto de Patologia Clínica H.239 Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA. pesquisa vide Cristais.112. Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g. 336 Liddle I.

183 Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182. anticorpos anti vide TPO 169 Mielograma 292 MIF. identificaç o em cultura.280 271 Neisseria gonorrhoeae.347 veja também Teste de PAK p g.234 72 Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada.312 e Fibroce Cística . anticorpos anti . Cultura Automatizada 53 Micobact rias. anticorpos IgA 53 Mycobacterium Tuberculosis. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. pesquisa 231 Mucoproteínas 197 Mucosa G strica vide C lula Parietal. cultura 92 Na vide Sódio 92 Natriemia vide Sódio (sangue) 92 Natriuria vide Sódio (urina) 170 NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 103 N-Desmetildiazepam 355 Necropsia Nefrolitíase vide p g. 305.66. PARDINI 23 . intradermoreaç s 290 Mucopolissacaridoses.152 231 M sculo Liso. estudo gen tico p g. Tripsina neonatal p g. PCR 270 Micológico Direto Micoplasma vide Mycoplasma 87 Microalbumi ria 87 Microprotein ria vide Microalbumi ria 289 Microsporídeos. Cromatografia quantitativa 87 MG vide M sio 269 Micobact rias. 183 Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina 184 Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s 232 N-Telopeptídeo † du’u‘ † † ‘€‡ ‡ ˆ ‘u‰u ‘u‡ “ ˜ ˜ ˜ ‡ uˆ ‰ihuj k uˆuˆ ‰R ‰uˆ ‰R—‘ uˆ ‰R‘u‰  † ™” ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜  ‘u ˜ “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. A lise Físico/Química p g. Monoteste p g.348 e C lculo Renal. pesquisa (liquido sinovial) 230 Monoteste 389 Montenegro.ANCA 169 Neutrófilos. anticorpos anti 153 Mutaç 2 (G A) da G6PD 154 Mutaç a Alfa 1 Antitripsina 152 Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase 153 Mutaç o Gene da Protrombina 154 Mutaç Gene da MCAD 231 Mycobacterium Tuberculosis. PCR 232 Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 270 Mycoplasma pneumoniae.209. cultura 232 Neutrófilos. pesquisa 143 Microssomal. pesquisa 328 Níquel 104 Nitrazepam 170 Nitro Blue Tetrazolium 61 Nitrog io Amoniacal vide Amônia 82 Nonne-Appelt vide Globulina (liquor) 182. 306 Metionina.230. anti Mucoviscidose equivale Cloreto de Sódio no Suor p g. Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 275 Mineralograma 290 Mioglobina.304. Cultura 270 Mycoplasma. anticorpos anti 325 Mn vide Mangan s Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g. pesquisa 230 Mitocôndria. Paul Bunnel Davidsohn p g.

Imunoglobulinas p g.129.118.76.117.240.266.200. Histona.137 232 P-ANCA vide Neutrófilos. Eletroforese de Proteínas p g. SM. Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g.152. Dehidrogenas ctica p g.114.208. Dehidroepiandrosterona. Cultura + Antibiograma p g. JO1. SHBG p g.225 Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g.Sulfato p g.225.93 Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g. Helicobacter pylori p g.93.183.202.235. Androstenediona p g.153.141.68.219.198.130. Dehidroepiandrosterona p g.390. Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.243 Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico Perfil Microbiológico especificar Campylobacter. anticorpos anti – ANCA 75 PAP vide Fosfatase cida Prost tica 193 Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 233 Parainfluenza vírus 1. 17 228 OKT3 vide Linfócitos T Ativado 290 Oograma 247 Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 88 Osmolaridade 130 Osteocalcina 58 Oxalato vide cido Ox lico 104 Oxazepam 105 Oxcarbazepina 291 Oxi rus 77.118. Quantitativa 355 Peça C ir rgica Radical Simples 293 Pentose 131 Peptídeo C 232 Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo 285 Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes Perfil do FAN especificar DNA. Fosfatase Alcalina p g. SSA.207.292 Perfil Risco Coro rio Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g. Estreptoquinase p g. Fungos p g. Gene Protrombina p g. Colinesterase p g.234 Fatores Metabólicos : Homocisteína p g. anti p g. anticorpos anti 234 PCR vide Proteína C Reativa. 292 Parasitológico de Fezes 131 Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) 233 Parvovírus B19 IgG e IgM. 11Desoxicortisol p g.112. Parasitológico de Fezes p g. 17 303 OH Progesterona neonatal. anti p g.142.210.208. 17 130 OH Progesterona. 17 OH Progesterona p g. Dihidrotestosterona p g. Hemograma p g. anti p g. Testosterona Total p g. anti p g. anti p g. 2 e 3 – pesquisa direta 184 Paraminofenol 291.202. .241 Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g. cultura p g. SCL 70. anti p g. Citomegalovírus p g. 78 P vide Fósforo 148 Painel das Ataxias Painel de Andrógenos especificar Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g. Gama GT p g.62.93.232 NTX vide N-Telopeptídeo 129 OH Pregnenolona.215 Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g.240.117. anticorpos anti 154 Paternidade.226.240.389. PARDINI . TGO p g.207.166. C4 p g. Tipagem Linfócitos p g. Estudo de Determinaç o 234 Paul Bunnel Davidsohn 322 Pb vide Chumbo 234 PCNA. 17 OH Pregnenolona p g.291. Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g.186. RNP. PPD p g. Imunoglobulinas p g.73 Perfil Imunógico especificar C3 p g. anti p g.78.264. anti p g. TGP p g. Fator anti Nuclear (Hep 2) p g.206.152  … ‡  l … ˜ ˜ †  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˆ ‡ 24 ˜ ˜ ˜ ˜ ”R•u ˜ ˜ ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘€ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ™” ˜ ˜ ”˜ u–u † ˜ ˜˜ ˆ ˜ ˜  ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. SSB.

HCV. pesquisa 296 Protoporfirinas. pesquisa Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g.299.216. Porfirinas p g. Resist cia 234 Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível 296 Proteína de Bence-Jones 89 Proteína Glicosilada 173 Proteína S 90. Vitamina C p g. Uroporfirinas p g. Vitamina E p g.321. pesquisa e contagem 185 Piridinolina 72 Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada.188 143 Peroxidase. quantitativa (cart ) 170 Plaquetas. Urina-quantitativo: ALA-U p g.167.187.330 294 Porfirinas. pesquisa 271 Pneumocystis Carinii. anti vide TPO 282 Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores 267 Pesquisa de Cancro Mole vide H. Ducreyi. HAV IgM p g.294. 91 Proteínas Totais 91 Proteínas Totais e Fracionadas 91 Proteínas.176 293 Ph (fezes) 88 Ph (urina) 293. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 295 Proteínas. pesquisa 175 Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina 173 Prova do Laço 349 Provas de Absorç Carboidratos † ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˆu‰Rdu‰  ˜    ˆu‰R— ˆu‰  €‰ u’ u“ ‘ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰€’u“u‘ ˜ ˜ “u‘ ‰u ˆu‰R—u” Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa 165 Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S.PKU. Porfobili io p g. Isopropanol p g. Coproporfirinas p g. 17 OH 295 Pregnosticon 105 Primidona 132 Progesterona 303 Progesterona neonatal.282.215.316. pesquisa 296 Protoz rios.218 Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g. pesquisa (liquido sinovial) 284 PKU vide Fenilalanina . pesquisa 294 Porfobilin io 89 Pot ssio 390 PPD 2 UT 132 Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 130 Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130 Pregnenolona. Sangue: Zinco Protoporfirina p g.pesquisa (urina) 307 PKU vide Fenilalanina . Teste de desnaturaç calor p g. anti p g. 294 Piócitos. contagem 83 Plasma Refrigerado vide Inspeç o Plasma Refrigerado 170 Plasmodium.296. 17 OH 130 Progesterona.187. Teste de Solubilidade 149 Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil 150 Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g.216.Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g. Protoporfirinas p g.294. HBc IgM p g. Big vide Big Prolactina 171 Proteína C 172 Proteína C Ativada. PARDINI 25 .161. 17 OH 132 Pro-Insulina 133 Prolactina 133 Prolactina Pool vide Prolactina 115 Prolactina.

PARDINI .234 346 Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 342.211. 334. teste de tolerância 297 Sangue Oculto 237 Sarampo IgG e IgM 322 Saturnismo vide Chumbo (sangue) 209 Schistossomose vide Esquistossomose 390 Schistossomose.224. pesquisa 235. pesquisa 277 Radicais Livres 377 Raio X 222 Rast vide IgE específico 386 Rastreamento com Sestamibi 385 Rastreamento de Corpo Inteiro 248 Reaç Fixaç o de Complemento para T.203. anti 271 Rotavírus. 343.231. 248.202. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. C4 p g. anticorpos Anti 240 RO vide SSA. 249 Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico). Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç ) 91 Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina 91 Relaç o Lecitina/Esfingomielina 135 Renina 92 Reserva Alcalina 340 Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose 163 Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 375. Mucoproteínas p g. Fator Reumatóide p g. 236 Ru la 310 Ru la neonatal 237 Sacarose. 376 Ressonância Magn tica 235 Reticulina. Antiestreptolisina O p g.190. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia).190. Imunocomplexos Circulantes p g. anticorpos anti ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ … ˜ ˆ ˜ ˜ ˜ ˆu‰ † ˆu™ ‰R ” —u” ˆ ˆˆ ˆu‰R•u” “u“u‘‘ † uˆ ˆ ‰R—   ˆu‰ “€‘   † mm †† ‰‰ ™ 26 Instituto de Patologia Clínica H. 335. C3 p g. 345 Provas funcionais para Hipófise anterior 347 Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 332. intradermoreaç es vide Schistotest 390 Schistotest 240 SCL 70. 333. teste 350 Sacarose. 344.167. Hemossedimentaç o p g. 336 Provas funcionais da Supra Renal 337 Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337 Provas funcionais da Tireóide 135 PSA Livre e Total 134 PSA Total 68 Pseudocolinesterase vide Colinesterase 131 PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) 176 PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial 355 Punç Biópsia 154 Quebras Cromossômicas.Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g. anticorpos anti 174 Reticulócitos 187 Retinol vide Vitamina A 174 Retraç o do Co gulo 366 Revis e Lâmina (citologia) 214 Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 252 Ricketsiose vide Weil F lix 136 Risco Fetal – Teste Combinado 136 Risco Fetal – Teste Integrado 137 Risco Fetal – Teste Triplo 175 RNI vide Tempo Atividade Protombina 235 RNP.

Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g. 336 334 334 343 344 345 386 156 340 255 256 248. 239 155 150 155 389 240 276 92 126 155 240 241 272 241 93 242 282 242 350 237 174 117 276 335.SDHEA vide Dehidroepiandrosterona. Cruzi vide Trypanosoma cruzi T3 Captaç o vide T3 Retenç o T3 Livre T3 Retenç o T3 Reverso T3 Total T3 Uptake vide T3 Retenç o T4 Livre T4 neonatal T4 Total Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina †† † † u” ‘ † ˜ ‰(’€”u‘ † ˆ ˜ 117 297 169 166 162 231 186 155 137 310 238.246. pesquisa vide Cromossomo Y. anticorpos Anti SSB (La). Estudo por PCR SSA (Ro). diagnóstico molecular SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase SM. anticorpos anti SOD vide Superoxido Dismutase Sódio Somatomedina C vide IGF 1 SRY. anticorpos Anti Streptococcus A (Imunoteste R ido) Subclasses de IgG Subfracionamento das Fraç es do Colesterol Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) Subtipagem de Linfócitos Sucrose. diagnóstico molecula r Sustacal. Teste de Estímulo do Peptídeo C Swelling vide Hipoosmolaridade Swim Up T. teste vide Sacarose. Sulfato Superóxido Dismutase Supress o com Dexametasona Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress Captopril Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol) Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Supress o para Prolactina após L -Dopa Supress o Tireoidiana com Cynomel Surdez C ita. Sulfato Sedimentoscopia S rie Branca vide Leucograma S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma S rie Vermelha vide Eritrograma Seromucóide vide Mucoproteínas Serotonina Sexo G tico SHBG Siderofilina equivale Transferrina p g. teste Sudan Black B Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona. pesquisa para Síndrome de Turner Síndrome de Willians. teste de tolerância Sucrose.64 Sífilis neonatal Sífilis Síndrome de Gilbert. teste de tolerância vide Sacarose. PARDINI . 249 138 138 138 139 139 138 140 311 140 161 27 ˆu‰R•  ™ t – ˆˆ ˆˆ ˆˆu‰R—u‰ ˆ ˆ ˆ ‰€‘u’u“u‘ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. diagnóstic tico Síndrome de Turner.

245. anticorpos anti Tireograma Tiroidianos.236. Citomegalovírus IgG/IgM p g.143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g. 374 m†‰ u –  ˜  “u‘ ˜ ˜ ˜ ˜ 243 244. anticorpos anti Toxoplasmose Toxoplasmose neonatal TPO ˆ  ˆ  ˆ ˆu‰  ˆ   ˆ ™  ™ ™” ‡ † ˜  ˜ 175 141 175 175 386 175. teste de tolerância Teste Desnaturaç o ao Calor Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori.KITT Tomografia Computadorizada TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g. Teste de Solubilidade Teste de DNA para Paternidade Teste de PAK . PARDINI .219. 306 298 188 337 341 82 339 373. 176 176 106 351 165 154 348 154 257 386 338 257 348 165 66 349 350 350 176 257 333 385 336 389 389.235.142 Tirosina. teste de tolerância Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose.PAK Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S. pesquisa Tocoferol vide Vitamina E Tolerância a Glicose Tolerância a Glicose Endovenosa Tolerância a Glicose pós -prandial Tolerância r ida a Insulina . anticorpos anti equivale TPO p g. Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g. Cromatografia quantitativa Tirosina. teste de tolerância Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose.244. Teste Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S. Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g. 390 141 142 143 93 93 328 243 143 142 386 304.TAP vide Tempo Atividade Protrombina TBG Tempo Atividade Protrombina Tempo de Coagulaç o Tempo de Esvaziamento G strico Tempo de Sangria Tempo de Tromboplastina Parcial Teofilina Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria. Teste de Solubilidade Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose.200. 305. VDRL p g. Teste Respiratório Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es . PPD intradermoreaç s Testosterona Testosterona Livre TG vide Tireoglobulina TGO vide Transaminase Oxalac tica TGP vide Transaminase Pir vica Tiocianato Tipagem de Linfócitos Tireoglobulina Tireoglobulina. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos.Sobrecarga oral com C lcio Teste de Paternidade Teste de Penetraç "In Vitro" Teste de Perclorato Teste de Restriç o Hídrica Teste de Simms Hühner Teste de Sobrecarga oral com C lcio .239 Toxocara. 245 312 143 28 Instituto de Patologia Clínica H.

Estudo Ge tico 247 Troponina I 248. intradermoreaç s 94 Triglic rides 298 Tripsina Fecal 312 Tripsina neonatal 313 Triptofano.239 274 Vacina Autógena 391 Vacinas 304. 247 Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas . Cromatografia quantitativa vide Amino cidos. 239 Treponema vide Sífilis 310 Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 272 Treponema. 305. Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 371. 245.Cocaína . Proteína C Reativa (quantitativa) p g.166. pesquisa 106 Tricíclicos.390. 249 Trypanosoma cruzi 248 Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia) 311 TSH neonatal 144 TSH Ultrasensível 249 tTG . Parasitológico de Fezes p g.Maconha . VDRL p g. cultura 272 Trichomonas. 59 Uricos ria vide cido Úrico (urina) 298 Urina Rotina 298 Uroan lise vide Urina rotina 299 Urobili nio 366 Urocitograma 299 Uroporfirinas. Ami cido quantitativo 152 Trombofilias. Hemograma p g. cultura 107 Vigabatrina 209 Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 250 Vírus Respiratórios – pesquisa direta 251 Vírus Sincicial – pesquisa direta ‡ † ˆu‰  † ™” ™ ‘€‰u ‘ † “u‘ †† …   ‘u‰u’u“ ˜ ‡ … †… ˜ …  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H.292 .291.234. Anti-Depressivos 329 Triclorocompostos Totais e Fraç es 390 Tricofitina. Cromatografia quantitativa 97 Valproato de Sódio vide cido Valpróico 250 Varicella zoster IgG e IgM.190. 372 Ultra Sonografia 58. 59 Uratos vide cido Úrico 273 Ureaplasma. anticorpos anti 239 VDRL (quantitativo) vide Sífilis 274 Vibrio cholerae. Cultura 94 Ur ia 95 Ur ia. PARDINI 29 . Toxoplasmose p g. pesquisa Uveite (rotina) equivale AEO p g. PPD p g. pesquisa (Campo Escuro) 246. 306 Valina.144 TRAb 93 Transaminase Oxalac tica 93 Transaminase Pir vica 246 Transferrina 249 Transglutaminase Tecidual IgA. 341 TTG vide Tolerância a Gli cose 176 TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 273 Tuberculost ticos.244.Opi ceos) 272 Trichomonas. Clearence 94 Uremia vide Ur ia 58 Uricemia vide cido Úrico (sangue) 58. 337. anticorpos anti vide tTG 285 Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 156 Translocaç B CR-ABL 238.Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 82.

Colesterol VMA vide cido Vanil M lico Waaler Rose Weil Felix Widal (reaç ) Willians. PARDINI . Síndrome Yersinia Enterocolítica.Vitamina A Vitamina B12 Vitamina C Vitamina D3 Vitamina E VLDL. cultura Zinco Zinco Protoporfirina … ˆn‰ du‘u— † 187 145 187 188 188 68 180 251 252 252 155 274 329. 330 330 30 Instituto de Patologia Clínica H.

tendo como principal objetivo atender e superar as expectativas do cliente. investimentos em benefícios. Manter a privacidade da identidade do cliente. Carlos Olney Soares R. Utilização. aprendizado e aperfeiçoamento contínuos. difundir para toda a empresa e fornecedores a noção de valor superior do cliente externo. Desenvolver um ambiente propício à evolução profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à comunidade. Anatomia Patológica. por profissionais qualificados. confiabilidade dos laudos. Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica. promoção de um ambiente de bem estar. eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável. e Imagem. PARDINI 31 . treinamentos internos. de metodologia de qualidade científica comprovada e controlada. Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório clínico. garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação internacional específica para esse segmento. remuneração sem atraso. participação em congressos e cursos. Atendimento rápido.” MISSÃO “Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em tecnologia quanto em procedimentos.” VALORES ALTOS PADRÕES ÉTICOS CONFIABILIDADE DOS LAUDOS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e respeito ao indivíduo. ISO 9001/2000 Diretor EDUCAÇÃO CONTINUADA QUALIDADE NO ATENDIMENTO RESPEITO AO CLIENTE MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES Instituto de Patologia Clínica H. Dr. Genética Humana.D. tecnologia de ponta no processo. capacitação dos profissionais. harmonia e valorização dos nossos colaboradores. com: qualidade no atendimento. oferecendo aos nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica. Condições de ergonomia e saúde do trabalhador.oipr xq sut¨ etwvzyG{ut¨te ¨t VISÃO “Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos.

PARDINI .32 Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI 33 .M. †‰ JEJUM OBRIGATÓRIO. PCR PARA HIV veja HIV. PCR. JEJUM DESEJ VEL. CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA. Š Š ‹hŒŽ Œ  ¦‘p’ N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR.|¢}~h¨€pA„|c‚ ©ƒ0~¤|c… C. ”” “ ” • • Instituto de Patologia Clínica H.O. EXEMPLOS: IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE. NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO. JO IBMP JD † † † CONFORME ORIENTA ‡4ˆ O MÉDICA.

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O Call Center do Laboratório Hermes Pardini coloca à disposiç o os seguintes serviços: £       ¡ ¢   MATRIZ (0xx31) 3228.hermespardini. CART O CLIENTE Oferecemos o Cart Cliente que facilita o atendimento agilizando a identificaç localizaç e exames an teriores.6200 UNIDADES (0xx31) 3228. ¤ ¥   ¦  $§«ª $  §  $§©¨ facilitando a ATENDIMENTO A DOMICÍLIO Realizamos coleta de material ou entrega de resultado em domicílio em Belo Horizonte e regi .998686 . Essa conta com mais de 100 linhas. Contamos.7898990 Para atendimento à laboratórios conveniados.1800 0300.com.ATENDIMENTO AUTOM TICO (0xx31) 3228.br RESULTADO DE EXAMES Disponibilizamos os resultados via fax.Para atendimento domiciliar (Belo Horizonte e regi o).6464 LABORATÓRIOS .  $§ Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 35 . internet ou motoboy de acordo com o seu caso. DOMIC LIO 0800. bidirecionais e digitais que permitem atender a todo tr fego de ligaç es recebidas ou executadas. HOME PAGE www. tamb m com uma central PABX de alto nível tecnoló gico com linhas de transmiss o por fibra ótica que garantem a qualidade na comunicaç o. correio.–2 U—2 ˜¤ ˜x r— 2˜ ˜© ™¤ š¤›œ4žh—Ÿ˜ CALL CENTER A nova central de atendimento do Laboratório Hermes Pardini. foi criada para concen trar os serviços de comunicaç o telefônica internos e externos.

PARDINI .36 Instituto de Patologia Clínica H.

¬Ÿ 0­¯®±°³²´°hµu b¶ °hµ ²c·©µ ¤­0 Ÿ°¦®±¸ µ¤ ­ ¦·r x¹ MATRIZ – FUNCIONÁRIOS Rua Aimor s. Bernardo Monteiro. 597 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE JARDIM Av. 66 Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO I Rua S Paulo. 842 Belo Horizonte – MG UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO Rua Par e Minas. 127 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE NOVA Av.6200 UNIDADES: (0xx31) 3228. Prudente de Morais. Bandeirantes. Sinfrônio Brochado. 57 Contagem – MG UNIDADE ELDORADO II Rua Norberto Mayer. 867 Belo Horizonte – MG UNIDADE ELDORADO I Av. 1808 Belo Horizonte – MG UNIDADE VENDA NOVA Av. Cristiano Machado. 626 – loja 5 Contagem – MG UNIDADE PAMPULHA Av. 901 Rua Maçon Ribeiro. Antônio Carlos. Luíz Paulo Franco. David Sarnoff.6464 Instituto de Patologia Clínica H. 343 – 3o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO III Rua Carijós. 115 Belo Horizonte – MG UNIDADE LIFE CENTER Av. 2904 – 7 o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE BARREIRO Av. Contorno. Vilarinho. PARDINI 37 . 629 Belo Horizonte – MG UNIDADE MANGABEIRAS Av. 45 Belo Horizonte – MG † REGI O MÉDICA Av. 893 – 2o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO II Rua Tupis. Gal. Amazonas. 7781 Belo Horizonte – MG UNIDADE BARROCA Av. 31 Belo Horizonte – MG UNIDADE BELVEDERE Av. 4747 2o e 3o andar Belo Horizonte – MG EM BREVE: UNIDADE IPIRANGA UNIDADE PEDRO II º ˆ€‰ »— MATRIZ: (0xx31) 228.

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VCM. para que se evite contaminaç . ALT e ferro. epinefrina. aldosterona. ur ia. ALT. transferrina. a part ir do momento da coleta at sua execuç . cortisol e CEA. PARDINI 39 . devendo-se consultar cada exame. V rios analitos t m concentraç es no plasma e no soro diferentes. A cafeína pode promover glicólise. catecolaminas e contagem de leucócitos. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora Angiotensina (ECA). triglicerídeos. amônia. pode haver interfer cia em muitos analitos. proteína total. fosfatase alcalina e fósforo. fosfatase alcalina. a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta. Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o. albumina. As amostras devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç aerolizaç . Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç amostra e a correta determinaç o do analito. lactato. m sio e fosfato. duas a quatro horas após o consumo. Postura: quando o s retirado na posiç reta. O ato de abrir e fechar a m ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio. aldolase. o etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. Após 3 minutos de garroteamento: proteínas totais. Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at momento em que ser lisada. AST. A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros. Da mesma forma. colesterol. amônia e c lcio ionizado. fosfato. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de albumina. ferro e colesterol aumentam em torno de 5%. renina. Descremos sumariamente algumas vari veis: Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea. hemoglobina e hematócrito. tubos sem aditivos devem ser utilizados primeiro.¼½¿¾ÁÀÃÂÅÄÇÆ¿ÀÃȝÉʾRË Ì Í¿ÎÇÍ¿ÏGÐtÑÓÒÃÔÕÍ×ÖÙØ O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç laboratoriais. Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto. ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total. GGT. ferro e sódio. havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio. A curto prazo. ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. mas mesmo dentro deste pequeno tempo. principalmente em amostras de 12 ou 24 horas. AST. de acordo com o especificado em cada exame. Nas amostras uri rias. triglic rides. devendo -se atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. ALT. fosfatase alcalina. haptoglobina. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas. deve se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç . Os anticoagulantes s o diferenciados pela cor da tampa do tubo: Rolhas Anticoagulante Roxa EDTA Amarela Gel separador com ativador de c gulo Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante Verde Heparina sódica Cinza Fluoreto de sódio + EDTA Azul Citrato de Sódio Ú ˆu‰Rd(ˆ€”‰Ü—€” † ™ ” ˆu‰Û—u”  †  ˆu‰  ˆu‰Ý—u” du–€“uÞ ˆ u ‰ R ”  ˆ u ‰ ”Ր † ™ ” Ê ‰‡ ”Ó‘uˆu‰  † —u‰«‡ †  “u† ‘ † † ˆu‰ dos resultados de exames  ˆ  ˆ du‘u’uހ” † ˆu‰R” † ˆu‰Û‘udà߀‰   ˆ€‰ ‰á—ud “  ˆud⠇u‘ ˆ ˆ ˆu‰ ‰u   ™ Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames. Se o sor ser analisado no momento. O uso contínuo de etanol eleva HDL. creatinina. leucócitos e hem cias no sangue perif rico. especialmente com a bilirrubina. fósforo. na exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç . dehidrogenase l ctica e nas dosagens de pot ssio. Hemólise significativa causa aumento na atividade plasm tica da aldolase. Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado. pode variar de minutos at dias.  du’€‘ †  ã€ä Ûdu‘ud ‰Á‘uˆu‰Á–€‰u—u” ˆ †d ˆ uˆ ‰ ˆ€‰Á” ˆ † ˆu‰ †  ˆ€‰ €– ‘€ †‰ Instituto de Patologia Clínica H. fosfatas cida. c id rico. catecolaminas . c lcio. Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. pot ssio. ci rico. A meia -vida das drogas e o hor rio de sua administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. TGO. desde que estas estejam bem conservadas. creatinoquinase. Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato.

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podendo evoluir. respons vel igualmente por conjuntivites e pneumonia no rec m-nascido. Ú ‰– ˆ uˆ Á ˆu‰R‰um  ˆu‰Ó—ud嗀‰u”u‘ ”u‘u‰¿‘uˆu‰ † Þ  ˆ ãuä æˆ ˆu‰ ×– † —u“€‘ †iç ä Ú † ˆu‰ ˆu‰ Chlamydia trachomatis. pesquisa PCR Coment rios: Os antígenos HLA s rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. A associaç o mais freqüente a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. A PCR til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia trachomatis.tracomatis respons vel por infecç es sexualmente transmissíveis (uretrites e cervicites). O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. ãuä æˆ ˆ™ ” †  † ‰«‘uˆu‰  ހmu  † †‡ ˆu‰ u– ™” †d †™ ™” “ † ‘uˆu‰RÞ ‘uˆu‰RÞ ˆ ä† éˆ †Áè † ‘u”  † Instituto de Patologia Clínica H.Urina. HLA-B37 e HLAB39 e interpretaç jetiva ). ao inv s do raspado uretral.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato (homem/mulher). Método: PCR . artrite reativa e artrite psori tica. para infecç s profundas (epididimite. Uma de suas principais vantagens possibilidade de ser realizada em amostra de urina. A C. Para amostra de Urina. Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30% dos homens.Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada. uma vez que est resente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. Método: PCR . Limitaç es: N o pode ser realizada na conjuntiva. Raspado Uretral (homem/mulher). colher em frasco est ril. quand tratadas. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças. Conservaç o para envio: At dias entre 2o a 25o C. . N colher em heparina. Laboratórios: Colher em tubo est ril. N congelar. . Laboratórios: Para amostras de raspado uretral e endocervical cess rio kit especial com swab apropriado e meio de transporte.Antígeno HLA-B-27.Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta. desenvolvendo -se na c lula hospedeira e formando inclus s citoplasm ticas. reto ou esperma. esterilidade t ria). at dias da coleta entre 2o e 8o C.Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7. PARDINI 41 . salpingite. Conservaç o para envio: . A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Sangue total (ACD/EDTA).Swab. uveíte anterior. pesquisa PCR Coment rios: As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias. Aumento na inci cia do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter. e alguns destes antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças. Endocervical (mulher). . peri-hepatite. . Este antíg m marcador da doença. at 10 dias da coleta em temperatura ambiente.

Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra. M todo: Multiplex PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL). A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal) st ssociado à presença de doença. GONORRHOAE . . em um ica reaç .PCR qualitativa Coment rios: O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA. Limit o: Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente.U. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo. PCR C. As DST est tre as 5 principais causas de procura por serviços de s (OMS -1990) e quan tratadas podem levar a doenças inflamatória s da pelve. HOMINIS Coment rios: A multiplex PCR capaz de detectar. pertence à família dos herpesvírus. infertilidade e gravidez ectópica. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina. -N rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta. A PCR til nas seguintes situaç s: . É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites. aumentando a sensibilidade desse procedimento. Ú †d ‰uÞì‘uˆ † ˆ ˆu‰í—€‰ † ˆ u‘ ˆuu’ ‰î u“ ‘ —u‰ ˆu‰ ™ ” ˆ ’uˆu‰ ñ ˆu‰Ó” ˆ ”Ç—€Ç” ˆu‰ ò óuô õuóuô † ˆu‰ (— ˆ€‰ö”u‘ ‘uˆu‘u‰Ó —udR”™ ”‘uˆuå‰Rd — ˆu‰R—u‰ ø ™ † d€‡u—u”  ‡ ˆ † €d u— uë Þ ™ ” † † ˆu‰â—u”âê ’€ˆ ™” ˆu‰ “ ™ ” ™ duÞu—u † ˆu‰âdu’uÞu—ud`”â– ˆ€‰à—u”Ûïu“ð ˆu‰ ˆu‰ † ˆu‰÷—u” † ì d Doenças sexualmente transmissíveis . urina e outros fluidos corpóreos como o s men. A sensibilidade e especificidade s % e 100%. M.Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç retende -se afastar o a possibilidade de infecç o intra -uterina.Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de biópsia de les s ou órg os suspeitos. respectivamente. dù‡€‘ ˆu‰ ñ u– óuô ò ‘uˆ€‰ † † —u‰«† ‘u‰uˆu—€‰ ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰Û”u‘ † ˆu‰Rû †Rü ô d€‘uúuˆ † 42 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Colher em frasco est ril. hominis. trachomatis. A PCR pode ser realizada no líquido amniótico. M. sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral.Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. PARDINI . plasma. UREALYTICUM – M. secreç es vaginais. material de biópsia. líquor. Manifestaç s graves podem ocorrer quando o CMV irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante. AIDS). gonorrhoea. É uma t cnica mais simples. dado ao seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais. TRACHOMATIS – N. Em adultos s veis. É encontrado na saliva. N. líquido amniótico. pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose infecciosa. r ida e sensível que os m todos convencionais. urealyticum. É um m t invasivo por utilizar amostra de urina de 1 o jato. a maioria das bact rias associadas às infecç es do trato genital: C. genitalium e U. . A importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto. outros fluidos orgânicos. sendo que a segunda reaç o s m uma regi interna à primeira. . ai isponível em nosso laboratório. o CMV em geral ssintim tico.Infecç rec m -nascido: a detecç CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras semanas de vida define a infecç o co ita.S realizadas duas PCRs. GENITALIUM – M. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) . Conservaç o para envio: At dias da coleta entre 2o e 8o C.Citomegalovírus (pesquisa do DNA) . e às vezes. sangue total.

Dengue – PCR qualitativa e tipagem

Coment rios: A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent dengue 2 ou 3. A confirmaç iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç e iniciadores (“primers”) específicos. M todo: Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conserva o para envio: At ras entre 2o e 8o C. Limit o: Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

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Gene CCR-5, pesquisa da del ¢¤£¦¥ o Coment § rios:

A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç lo HIV -1 por cepas macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Aus cia de deleç o no gene CCR -5 Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.

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Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios: A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de 10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A pesquisa de DNA do HBV no sor marcador mais sensível na avaliaç infectividade e replicaç viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç or cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Condi o: 1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nota: A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

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HBV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Útil para avaliaç rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores crônicos do HBV. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Indicado para avaliaç o do paciente que est respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o: - Mutaç M: a substituiç mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç 8 na proteína da DNA polimerase leva a reduç vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. - Mutaç regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552): . Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç , leva a uma reduç de 150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina. . Mutaç o M552I: a substituiç metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç st relacionada com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç cerca de 10.000 vezes da sensibilidade. M todo: Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç m cadeia da polimerase (PCR) e lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas. Condi o: 2,0 mL de Soro em tubo est ril. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). 

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Hepatite C
HCV, GENOTIPAGEM
Coment rios: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili tica, o que leva à uma grande heterogeneidade em suas s cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b, 1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo. M todo: Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest com Enzimas de Restriç o (RFLP) Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Conservaç o para envio: Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

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HCV, PCR QUALITATIVO

Coment rios: O HCV o principal agente das hepatites -A -B. É um vírus RNA pertencente à família Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para: - confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo; - fazer o diagnóstico da infecç lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que podem permanecer soronegativos; e - detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o. A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log. M todo: Transcriç Reversa e Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente mero de cópias do RN A do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o próximos a o limite de detecç teste. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem Coment  rios:

Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes. Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç rolongada no paciente imunocomprometido. Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç lo HSV, o diagnóstico precoc e extrema importância. O uso da PCR cess rio nos c asos de: - Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a especificidade de 99%. A PCR tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu diagnóstico. - Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com meningites recorrentes. - Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo). - Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR). Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus) Condi o: 0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab das vesículas Condiç es de envio: Líquor e Swab - refrigerar overnight. Tecidos - enviar em gelo seco. Valor de Refer ncia: Negativo. Limit o: Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

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HIV
HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios: O HIVum vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores, especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da Imunodefici cia Adquirida (AIDS). A PCR qualitativa do HIVtil para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es sabidamente infectadas pelo HIV-1. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente. Laboratórios: Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2o e 25o C. N congelar.  

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HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL

Coment rios: A realizaç ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50 cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV 1/mL. Condi o: 1,5 de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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HIV PCR - QUANTITATIVO

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Coment rios: A quantificaç carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: - Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.
Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr Carga viral AIDS após 5 (cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç > 36000 62% 13000 – 36000 49% 4000 – 13000 26% 4000 8% 

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- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000): paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000 (PCR) cópias /ml. - Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se: .N eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento. . N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses. . Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais. . Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%). . Deterioraç clínica. OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do que 0,5 log10 (~3 vezes) s consideradas significativas do ponto vista clínico. 2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo. O valor mínimo quantific vel 400 cópias de RNA viral/mL de plasma. Condi o: 1,0 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV QUANTITATIVO - NASBA

Coment rios: O NASBA teste aprovado pelo Minist rio da S utilizado na r lica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de detectar at cópias de RNA do HIV -1/mL. M todo: NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 5,0 de Plasma (EDTA/ACD). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente 2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua...

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HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste est indicado para: - determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual. - avaliar o padr vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV. - avaliar o padr resist cia na mulher gr vida. Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais, ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a. M todo: Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e seqüenciament tico. Valor de Refer ncia: N o foi detectada a presença de resist ncia Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30 dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL. Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na requisiç o. Conservaç o para envio: At ras à - 40C. Enviar em gelo seco. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes genotípicos quanto os fenotípicos s uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç terapia leva a proliferaç tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade. 

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PARDINI 51 . Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e 8o C por 1 noite. Para isso. quebrar a haste. podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea. preferentemente nas reas consideradas suspeitas.5 a . vulva. M todo: T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais. Captura Híbrida Coment  rios: Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç lo HPV.Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50. sugere-se. 39. .Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar. essa deve ser umedecida com soro fisiológico. 58. . efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi se quer estudar (colo uterino. confirmar a presença de infecç o ativa com nova coleta após intervalo de tr s me ses. 42. a presença de sangu e ( menstrual) ou cont vaginal supostamente infectado n traz qualquer alteraç resultado. necess ria a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç o local anatômico de onde deve ser colhida a amostra. a crit rio clínico. colposcopia ou assepsia pr via. no exame colposcópico. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at semanas em temperatura ambiente. 52. 33. antes de qualquer tratamento. regi rineal e perianal. Nesses casos. Instruç es: N o recomend vel efetuar exame digital (toque). após entre .25o C. 51. pesquisa do(s) tipo(s) específico (s). 56. 35. Na coleta de material da pele. solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a paciente n deve estar menstruada. . Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da caixa. Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV. a crit rio clínico. Para os casos de coleta c rvico-vaginal. inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material. 45. Laboratórios e m dicos: Solicitar kit especial para coleta do material. 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1. indicam peque mero de cópias virais por c lula. Nota: . cavidade oral). vagina. Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. . evitar contaminar a escova. raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova. tecnologia Digene Coleta: O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório. 11. Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da aplicaç o do cido a c tico e iodo. ñ † † ˆu‰«–€” ˆu‰â— ™ “ ˆ † ˆ€‰ ˆ ñ † ˆ†  ˆu‰÷‘u‰ ˆ B † ˆu‰ý— †  ‘uˆu‰ ˆ€‰Á–u” “u‘  ”€‡u—u‰ –u“u‘ † ˆ€‰öëu”  uˆ ‰  † ’u“€‘ ˆ ™” † †  –u“ ô  “ ˆu‰Û—u‰ † ˆu‰ ’€“ ˆ ‘€‰«‘u‡ ™” ˆu‰ “ ˆ †ÿ † Instituto de Patologia Clínica H. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da tera tica. equivalente a 0. Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para os vírus do grupo A (6.Em virtude da biologia viral. 31. 18. 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16.Para aferir a efic cia do tratamento.HPV. só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias.A Captura Híbrida cont m sondas icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco nicos. . is.Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados.1 cópia de vírus por c lula. esta deve ser realizada em primeiro lugar. a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da anatomia patológica. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta.

conforme seu potencial onc ico (ver tabela). das neoplasias intraepiteliais vulvares. em temperatura ambiente. Para aferir a efic cia do tratamento.N realizar a coleta durante o período menstrual. 18 MM4. 39. existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV). 56.Solicitar kit especial para coleta do material.Evitar contaminar a escova de coleta. . 55. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. 33. Coleta . . 58. essa deve ser umedecida com soro fisiológico. CP8304 e CPLVL1 Baixo Risco 6. M todo: PCR . 35.Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP) Condi o: Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino. preferencialmente nas reas consideradas suspeitas. 45. . 73. colposcopia ou assepsia pr via.O material dever ser enviado o mais r pido possível. cavidade oral. 70. pr cio. 54. glande. Tipo do HPV Risco Associaç freqüente Associaç menos freqüente 31. anal. . biópsia de colo. H forte evi cia de que o HPV desempenha um papel na carcino se da genit lia externa. 59. 34. 40. 44. perianal. bolsa escrotal. 42. 52.Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç cido ac tico e iodo. Existem mais de 70 genótipos do HPV. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. PARDINI . uterino. †ˆ †  ˆ€‰ù’€” ˆ u ‰ å — ‰€’u“u‘ ˆ m† ” † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰ †— “ † “  ”€ˆ –u‡ ’u“u‘u”   u’ ˆ€‰ —€“u‘ « ‰ €— « ”‡  ™” ñ óuô ™ “ ˆu‰ † u” €‘ u—  u‘ —u ‘u“ ˆu‰ ˆ ˆu‰ uˆ « ‰ u— « ‰ † ˆ †  ˆu‰  ô  ™”  ˆu‰ † 52 Instituto de Patologia Clínica H.Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar. no exame colposcópico. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas. p nis. CP6108. e MM8 Nota: Sensibilidade do teste e 15 cópias do genoma do HPV. . Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo risco.Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material. 53. 11 26. CP8061.25o C. PCR . 68. vagina. vulva. MM9. após entre . raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de coleta. MM7.5o a . indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica. Na coleta de material da pele. dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero.É recom vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta. . regi o perianal. Identifica tam m a presença de infecç s mistas (por mais de um tipo diferente). Em mais de 90% dos casos de câncer cervical. quebrar a haste. 66. 62. Alto Risco 16. 43. . e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia humana. Cuidados -N recome vel efetuar exame digital (toque). esta deve ser realizada em primeiro lugar.HPV.Tipagem Coment  rios: O HPV  m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. 67. Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite. 57. 51.

fortuitum. com uma desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao HTLV-I (MAH). etc. sensível e r ida.HTLV-I. M. PCR pesquisa Coment  rios: A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d lica em todo mundo. M todo: PCR . ñ uˆ ‰R”  ò óuô †©F ô ñ uˆ ‰R” óuô ˆ u– ˆu‰   –† ™ ” duˆ€–u‰“ —u‰¿–ud ˆ€‰ † €” ‘uˆ€‰  ˆu‰ Mycobacterium Tuberculosis. Obs. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou 10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9). detectados atrav s do Elisa.1a urina da m (após assepsia) . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo).Lavado brônquico alveolar . N congelar. de qualquer material clínico (M. PCR Coment  rios: O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA). O diagnóstico r i ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. uma característica do m todo. Sua transmiss corre atrav s de transfus e sangue. M. gordonae. ou inibiç replicaç o.Refrigerar e enviar o mais r ido possível. ajudando a guiar decis s ter ticas. auxiliando no controle de disseminaç o da doença.0 mL de Escarro . Conservaç o para envio: Entre 2 o a 25o C. kansasii. Conservaç o para envio: At meses entre 2o a 8o C. A presença de anticorpos anti-HTLV-I. Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da t cnica Western blot ou do PCR. Laboratórios: Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o). . para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I.Líquido Pleural Secreç o orofaringe. Detecta diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas. Trata-se de t cnica específica. tuberculosis. ncontrado em alta fre cia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 5. permitindo o diagnóstico e tratamento precoce. M. O PCR est indicado tam m. contato sexual e seringas contaminadas (usu rios de drogas). avium. identifi D¦E £¤¥ o em cultura Coment  rios: O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio de cultura. M. A transmiss rinatal ainda n foi comprovada. no m ximo 72 horas após a coleta. As amostras devem ser processadas em at .). intracellulare. PARDINI 53 . M. N congelar. Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos tuberculost ticos. Enviar em frasco est ril. u– —€‰ † ” † du‡ ”í–€‡um † ˆ ëu” † ô †HG u– † ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰î—u” ˆ Instituto de Patologia Clínica H. (falso negativo). † ñ †  óuô òˆ † – €  ˆu‰ý‰ † ˆu‰«–€” ˆ u ‰ ý — ˆ u ‰ ë!u“u‘ † †”   m† † † ô ˆu‰ †  Micobact C rias.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA).

PARDINI .54 Instituto de Patologia Clínica H.

SDHEA.3 a 1.feminino (1 a 10 anos): 0. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal.Ingest o normal de líquidos. Pode ser realizado após supress o com dexametasona. androstenediona. se originam principalmente na adrenal.At 4 anos: questionar volume > 500 mL .ambos os sexos (< 1 ano): 1. à crit rio m ico. tumores da suprarenal. síndrome dos ov rios policísticos. androstenediol.3 a 1.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL . deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente: . administraç ACTH e corticóides. mas o da testosterona.0 mg/m2 superfície corporal .0 mg/24h por ano de idade . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal.Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. .0 mg/24h por ano de idade Condi o: Urina de 24h.17 Cetosteróides Neutros Totais I Coment  rios: S o derivados dos andrógenos. M todo: Drekter Valor de Refer ncia: Homem 10 a 20 mg/24h Mulher 5 a 15 mg/24h Crianças .masculino (1 a 13 anos): 0. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 55 . sendo os catabólitos urin rios do DHEA.05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL . doença de Cushing. androsterona. tumores hipofis rios. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. ˆ ñ “ ˆ ‘uˆ ™ P R R òQ Q † †— ˆ   ˆu‰R—u”  17 KS ˆu‰ì” “ óuô ˆ †@ S ™” † †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. Valores elevados s ncontrados na hiperplasia adrenal cong nita. tumores de testículo. tendo o restante origem testicular no homem. Em mulheres. VOLUME URIN RIO. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). .

Aumentos discretos ou níveis normais s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas. deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente: .9 tem sensibilidade de 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica. ñ ˆu‰ ˆ  ò óu† ô  †Rþ ô ˆ    56 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Norymberski Valor de Refer ncia: Adultos 9 a 24 mg/24h Crianças .17 Hidroxi Esteróides Cetog T nicos U Coment  rios: Fornece uma estimativa do produç o do cortisol. VOLUME URIN RIO.masculino (1 a 13 anos): 0. Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes.0 mg/24 horas por ano de idade . Hipotireoidismo. .feminino (1 a 10 anos): 0. fenobarbital e fenitoína. Encontra -se elevada (4 a 6 vezes) na obstruç o biliar.Ingest o normal de líquidos.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL . jejum prolongado.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. à crit rio m ico.At 4 anos: questionar volume > 500 mL .5 a 2. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1. insufici cia renal e tica podem acarretar concentraç s urin rias baixas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona.8 mL de Soro. Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no hipertireoidismo. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. colestase intra -hep tica e cirrose biliar.0 mg/m2 superfície corporal .0 mg/24 horas por ano de idade Condi o: Urina 24h. clordiazepóxido. A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os metabólitos do cortisol. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu‰ ˆ V V òW ™”  † †— ˆ u‘  ‘u “ u ‘ 17 OH ¡ u” u–  óuô ˆ †@ ˆuY ‰ † † X ™” †Rþ ô  5-Nucleotidase Coment  rios: É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares. PARDINI .05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL .Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. .5 a 2.ambos os sexos (< 1 ano): 1. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). Pode ser realizado após supress com dexametasona.Este teste n feito sozinho veja tamb m 17 KS. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.

0 mL de Sangue). O citrato tem importância marcante na calculose urin ria recidivante. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. 2 gotas para cada 2. leva a um aumento na reabsorç tubular renal de c lcio. Conservaç o de envio: Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite bacteriana. O citrato administrado via oral.8 a 18. anomalias do metabolism cidos graxos e amino cidos. informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 h p . barbit ricos).Plasma: 5. Instruç es: Cliente deve estar em repouso. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria. Evitar movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue. que acompanha a administraç citrato. Refrigerar (facultativo).53 mmoL/24h ou 320 mg/24h Obs. ao contr rio da meningite viral. aumenta a solubilizaç ci rico.: mmoL/24 X 208 = mg/24h Condi o: Urina 24h.0 mg/dL Valor de Refer ncia . Dessorar rapidamente. Caso tenha feito algum exercício físico.  ’€ “u‘  ò ò † ñ  “€‘ ‡  ” € – u  ˆ€‰ “ ˆ ”   ˆu‰© ˆ u ‰ ‰ —u”ý óuô ô † † ˆu‰â‘ud ¡ ‰ u– Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de en vio: At dias com conservante. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança at 10 anos > 0. dosagem  ñ a a óuô  ò † b ˆ   ‡ ‡ ‡  ˆ€‰à—u” b ˆ ‡ —€‰Á —u‰»‡ €ˆ ì ‰— ˆ u ‰   ” † ‰um ‘u ‡  ‡ ˆu‰ ˆ cido L c tico Coment  rios: ` †Rþ ô u’ O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia . Garroteamento r ido.7 a 22. salicilatos. Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C. glicogenoses cong nitas. . O citrato reduz a taxa de formaç o de novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes.8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto. intoxicaç o por etanol. onde níveis normais s sualmente encontrados.96 mmoL/24h ou 200 mg/24h Adultos > 1. cido Cítrico. após exercícios físicos.` Coment rios: A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico. repouso de 30 minutos.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant rigatório). uso de medicamentos (biguanidas.9 mg/dL Condi o: 0. hiperoxal ria ou dist rbios intestinais. h tica. sendo o principal metabólito do glico io em anaerobiose. no choque. PARDINI 57 . hiperuricos ria. das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs. Valores elevados s encontrados no pós -prandial. promovendo hipocalci ria.Líquor: 10. Líquor. A elevaç o pH uri rio. insufici cia renal.

doenças infla matórias intestinais. Após dieta. Níveis elevados tamb m s contrados na insufici cia renal. uso de paracetamol. Dieta (sugerida ou C. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança 13 a 38 mg/24h Mulher 4 a 31 mg/24h Homem 7 a 44 mg/24h Condi o: Urina 24h. lcool causa diminuiç ra to uri rio..JO 8h. cido O d¦e lico  f ñ   òh g g g ˆu‰ ‘u  h h  †‡ ‡ ‰ùd —€”ù † —€ ”   –udu‰ m ˆ ˆu‰Ó ˆu‰ óuô ˆ ˆu‰ cido Úrico. c lcio. vitamina C. diur ticos. ampicilina. metotrexato. Conservaç o de envio: At dias entre 18 a 25o C. defeitos dos t los renais. gelatina. colher urina de 24h conforme instruç s . aspirina. neoplasias. dosagem Coment  rios: ` †Rþ ô ˆ€‰ å” ™ ” –uu’  Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas.0 mL de Soro. M todo: Colorim trico Enzim tico SANGUE Valor de Refer ncia: Mulheres 2. dentre outras drogas.. acerola. didanosina.` Coment rios: A excreç ri ria do oxalato m preditor de nefrolitíase. Esta dosagem til em pacientes com c lculos urin rios para identificaç les com excreç rin ria de urato aumentada. N Refrigerar.4 a 6. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota. durante 48:00 horas. psoríase.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. dieta rica em purinas. pr eclâmpsia. abacaxi. . 353. cetoacidose di tica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. etilismo. corticóides. laranja. espinafre. alopurinol.O. Hiperoxalat ri tect vel em 30% dos pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato. Anti-inflamatórios.4 a 7. intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de c lcio. N o colher durante o período de cólica renal. Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias. . metildopa. Hiperoxal ria pode decorrer de m sorç o intestinal. estando elevado em v rias situaç es clínicas al m da gota. intoxicaç r metais p esados e no aumento do clearence renal. diur ticos e warfarim podem interferir no resultado. beta-bloqueadores. pós -quimioterapia e radioterapia. tomate. A dieta e o us cido ascórbico podem alterar os resultados. uso de tetraciclina. morango. 58 Instituto de Patologia Clínica H. Evitar: lim . aspirina (doses baixas). verapamil. porfiria. pós -operatório de bypass intestinal. ‰– ™ ‰í † —u‰í‡ ˆ u ‰ Á † ”€‘ † í “u‘ † ˆ u ‰ Á — € ‰ † ”u‘ ˆ€‰(–€‰ —u‰ý —u‰ý‡ ‰ † ”  ˆu‰â—u‰i ‘€ ˆu‰Á—ud€ëu” ˆu‰  † ñ †  ‡ òq p p óuô q †ô ‡€m †‡ dum † “  † … Continua. indometacina.): O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C. Laboratórios: Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total.0 mg/dL Condi o: 1.M. Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas.0 mg/dL Homens 3. Urina: cerca de 70% ci ric liminado pelos rins. PARDINI .

criptocóccicas e neoplasias.Continua. peric rdica e peritoneal.Liq. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. 353 ò ò óuô † du‘ ¡ ˆ ˆu‰ u’  LÍQUIDO SINOVIAL . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. . no líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%.0 U/L Condi o: 0. PARDINI 59 .0 U/L Líquor/Líq. Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de tuberculose meníngea..0 U/L Líq. Ascítico: at . manter em local fresco. Pleural: at .0 mL Líquido Sinovial. peric rdico. Resultados falso negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA.24h: 150 a 850 mg/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . Conservaç o de envio: Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. hor rio inicial e final da coleta. informar o volume total. Pleural .Líq..Adultos. . Soro: at ias entre 2o e 8o C. *Urina 12h. Ascítico .Líq. peric rdico: at . rts IDO ÚRICO URINA Valor de Refer ncia . No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose. *Urina 24h.12h: 75 a 425 mg/12h Valor de Refer ncia . no líquido peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Soro: at . Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p . A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico.DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Semelhante ao Soro Condi o: 2. ñ óuô † Rô —  †ò  Adenosina Deaminase u ADA Coment  rios: ADA  ma enzima que cataliza a convers adenosina à inosina. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose.5 mL de Soro. no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%. N Refrigerar. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em infecç es bacterianas. † ˆu‰ ” ˆ€‰  ˆu‰©—ud uˆ ‰ ñ †ò †Hv @  †iÿ @ †iÿ @ † Hv @ óuô ô † † R— ™ ˆu‰ ˆ m†  Instituto de Patologia Clínica H. participando do processo de diferenciaç proliferaç d e linfócitos.*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina.0 U/L Líq. Líquor .

Eleva -se 12h após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. Líq. Amilase no líquido ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite.8 U/L Adulto 1. Níveis elevados s encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. † ñ w w w w  ò m† ˆ€‰Ù—u‰ ¡ ”u–€  ˆu‰ x x x x † uï óuô †Rþ ô Amilase Coment  rios: Sangue: enzim excretada pelo pâncreas.4 a 11. Urina 2h: at U/2 h Líq. uso de colin rgicos. Pleural. Na macroamilasemia encontramos a amilase ligada a uma proteína maior. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Laboratórios: Enviar 5 mL de urina e informar volume total. queimaduras. Urina 24h . Pleural: Igual ao soro. Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite. determinando níveis s ricos aumentados e níveis urin rios normais. lcer tica perfurada. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças ticas. d†  ‡ dö– † –  ˆu‰ö” m † ˆ † ‰ † ‘€‰ ˆ u ‰ ñ ‘† óuô † ˆu‰÷”ö‰  † uˆ ‰ ˆ † ïAò @ †yv A@ †iÿ ðA@ †Rþ ô u’ 60 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0.Aldolase Coment  rios: Essa enzima utilizada na avaliaç s quadros de fraqueza muscular. caxumba. cirrose hep tica. Ascítico/Líq. Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares. sensível no diagnóstico de pancreatite aguda.Líq. sem significado patológico. Em 10% dos casos de pancreatite amilase no soro e líquido ascític rmal.9 U/L Condi o: 0. Ascítico . Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s considerados significativos. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos.6 U/L 10 a 24 meses 3.8 mL de Soro.8 U/L > 2 a 16 anos 1. infarto do mioc rdio e neoplasias. pancreatite.2 a 8.Urina 2h. traumas.8 mL de Soro. aneurisma de aorta. Valor de Refer ncia: Soro: at U/L Urina 24h: at U/24 h. obstruç infarto intest inal. Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o associados à pancreatite. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: R.7 a 4. PARDINI . colecistopatias sem pancreatite. apendicite. meperidina e morfina. Nascido at . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 2 ou 24h p . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

insufici ncia cardíaca congestiva e infecç r bact ria urease -positiva. Excluindo as vari veis pr -analíticas. choque. Valor de Refer ncia: 0 a 10 dias 100 a 200 µmoL/L 10 dias a 2 anos 40 a 80 µmoL/L > 2 anos 10 a 47 µmoL/L Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta. Clearence Coment  rios: É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia. n macroamilasemia encontra-se clearence baixo. infecç rin ria. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia . hemólise).0 mL de Soro. A Apolipoproteína B (apo B -100) o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL.  ”u‡€—u“ ‰ d † ¡ €” –u ñ ˆu‰R—u‰ óuô  ò ô ˆ  m ˆ † ˆu‰ ˆu‰å–ud ˆu‰¦  ˆu‰R–u‰ †  “ ˆu‰R”u‘ ˆ † € € €  † ™” Apolipoproteína A1 e B Coment  rios: A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL. LDL e lipoproteína (a).Amilase. uso de valproato. ñ ‘† óuô ˆu‰ sendo. . Conservaç o de envio: Enviar congelado. neonatos normais (transitória). Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye. marcador específico. tabagismo.8% Conservaç o de envio : At dias entre 2o e 8o C. transporte.APO B: 63.0 a 175. M todo: Enzim tico UV Condi o: 1. ñ ˆu‰ † † A@@ † † ò ò óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a insufici nci tica.0 mg/dL Valor de Refer ncia . miopatias mitocondriais. Apo Bfator de risco para doença coronariana. É um fator de proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral. sangramento gastro -intestinal. terapia de hiperalimentaç . tabagismo. entretanto.2 a 3. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia. nutriç renteral total . asfixia perinatal. Valor de Refer ncia: 1. Na Amônia Coment  rios: †Rþ ô ò A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no cont do intestino delgado e grosso. IDL. Reduç s ní veis de amônia plasm tica s contrados na Hiperornitinemia.JO 12h.APO A1: 91. hipovolemia.0 a 133. PARDINI 61 .0 mL de Plasma heparizado.0 mg/dL Condi o: 1.8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h.

PARDINI . conjugada no fígado para.2 mg/dL Bilirrubina Total (Rec m Nascidos): Idade Pr -maturo Termo Cord o 2. ser excretada na bile. lcool) e obstruç o biliar (litíase.0 mg/dL 10. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças ticas heredit rias (Dubin Johnson.9 mg/dL 2. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Direta at . ‘ud †  ˆ ñ † ò    † ˆu‰â—u” ¡ ”u– ”†‡ ˆ u” u–   ”u–uˆ  ¡ †  ˆ  ‚ ‚ ‚ †† @@ ˆ † † ñ óuô †Hƒ ð ô ¡ ‰ 62 Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/dL 10. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.5 mg/dl.0 mg/dL 12.0 mg/dL 3 a 5 dias 15. Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2. Rotor). Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós hep tica. les atócitos (viral. neoplasias). Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas.0 mg/dL 7 dias 15.8 mg/dL Total at . Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas.0 mg/dL < 48 horas 12. .0 mL de Soro.5 mg/dL < 24 horas 8. eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert.0 mg/dL 6.Proteger da luz. Crigler-Najar). reabsorç o de hematomas. dosagem Coment  rios: A bilirrubi um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial. Test til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia. transfus o de sangue. hemólise autoimune.Bilirrubinas.0 mg/dL Condi o: 1.4 mg/dL Indireta at . tóxica. medicamentos. a seguir.

uso de diur ticos e estrógenos. raquitismo. algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas. Cushing. osteomal cia. esp erar 10 dias (C. sarcoidose.O. 20 mL por litro de urina de cido Clorídrico 6N (HCL 6N). insufici ncia renal.). dist rbios da reabsorç tubular de c lcio. etc. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. hipertireoidismo. alcalose. osteoporose. O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório. hipertireoidismo. Sua determinaç referida na urina de 24h. Tam m utilizado na avaliaç frolitíase. urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina. Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea. feocromocitoma. hepatopatias. ñ ˆ † ‡ ˆ € ‰ Á — u ” Á ‘ u ” ˆ€‰ — †– ‡ † ˆ€‰ ‡  €‘u—u † óuô †iÿ õ€óuô óuô †ò †ò ™ ” †  ™ ” ˆ Çdum  ˆu‰ d† u“ˆ Ó ‰ u” ‘ “ ˆ “u‘ ˆ “ ˆu‰ýê m † ˆu‰ uˆ ‰  ‡  URINA M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Com Dieta at mg/24h Sem Dieta at mg/24h Condi o: Urina 24h . síndrome de imobilidade.): O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados (manteiga.  SANGUE M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 8. mieloma. Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14 mg/dl. hipoparatireoidismo). rigorosamente antes de começar a coleta. hipervitaminose D.M. defici ncia vitamina D. queijo. colher urina de 24 horas. desidrataç o.4 mg/dL Condi o: 0. N Refrigerar.O. ñ „ „ … … ††iÿuð†ð†@@ ˆu‰  ‡ ‡ ‡ ‡ ‡  ˆ … ˆ ‘uˆu‰  … ˆ †iÿ ô  Instituto de Patologia Clínica H. uso de diur ticos e estrógenos.M. permanecendo sob dieta.5 a 10.Urina recente.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. creme de leite. N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos. e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal.8 mL de Soro. diminuiç s da albumina. trazer ao Laboratório assim que terminar a coleta. Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias.C e lcio Coment  rios: Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). pancreatite. linfoma. Conserv o de envio: At semanas entre 2 o e 8o C. corticoterapia. requeij o. Coleta Do 3o para o 4o dia da dieta. PARDINI 63 . Níveis baixos de c lcio total s contrados na osteomal cia. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. acromegalia. hiperabsorç o intestinal de c lcio. hipomagnesemia.). 353 Conservaç o de envio: At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente. m sorç . . Laboratórios: Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total. insufici ncia renal. neste caso. Hipercalcemi encontrada no hiperparatireoidismo. Deixar em temperatura ambiente. Hipocalci ria pode ser sec ria à hipocalcemia. Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. Colocar no frasco. hipervolemia. colocar em geladeira. Hemólise pode elevar seus resultados. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o.

Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro repetidas vezes. Condi o: 1.70 a 5. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo).7 mmol/L Hipocalcemia Severa 0.8 mmol/L Hipocalcemia Moderada Obs.: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0. Laboratórios: Dessorar rapidamente e congelar imediatamente.  ˆu‰ ‰ † † d ˆ  ñ ˆu‰Rd  ò ˆ ‰ ˆ † uðRdu‘u‰ ‰ ‰ ˆ ‰ ˆ u ‰ ‰ óuô †©¨ ô ˆ€‰  du‘ ¡ ˆ †  ˆ ™” ˆu‰   ˆ ˆu‰ “€‘ Capacidade de Combin  £¦¥ o do Ferro Coment  rios: Os sítios agregados de ligaç ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de combinaç ferro total. siderobl sticas.25.5 mL de Soro. Valores normais ou baixos s contrados nas anemias de doenças crônicas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Nascido: 0. A dosagem do c lcio iônico independe da albumina. Veja tam m ITL.32 mmoL/L ou 4. tubos de soroteca ou vidro. uso de anticoncepcionais e gravidez. desnutriç o e estados inflamatórios. Útil no diagnóstico diferencial das anemias.C e lcio Iônico Coment  rios: O c lcio iônic fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total. Encontra -se elevado na anemia ferropriva. que bloqueia a leitura do aparelho. re presentando 43% desse. pois. M todo: Eletrodo Seletivo c/ correç tom tica p/ variaç o do pH Valor de Refer ncia: Adultos 1. ma ior o aumento do pH. Vide alteraç s patológicas no c lcio total. . em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf.80 a 5. LIVRE M todo: Schade Valor de Refer ncia: 140 a 280 µg/dL ñ ˆu‰«—€‰ u‘ d † óuô m † †©‘ ô ò ò  ˆu‰ † ˆ€‰ ˆuˆ ‰ö”€‘ ˆ TOTAL M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre Valor de Refer ncia: 250 a 410 µg/dL ñ  64 Instituto de Patologia Clínica H.17 a 1. diminui na alcalose).40 mg/dL R. N enviar a amostra em pipetas de pl stico. entretanto varia com o ph (aumenta na acidose. Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório. ferritina e ferro s rico.JO 8h. Sua concentraç mais baixa à noite e maior pela m . Condi o: 1 tubo de Soro (tubo gel). PARDINI .35 mmoL/L ou 4. hemolíticas.20 a 1. quanto maior a manipulaç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hemocromatose.28 mg/dL at s 1. A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso de ferro.

Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer. o que permite avaliaç o da maturidade fetal. Fosfolípides. Condi o: 6. pesquisa Coment  rios: Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da cetonemia: diabetes melito descompensado. vômitos. al m da interfer ncia de drogas. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos os tubos . etilismo. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.C ’ lulas Orangiófilas.5%. PARDINI 65 . estresse.JO 10h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. como a levodopa. Rela ç E. o índice de membrana hialina ser m torno de 80% e 30%. Fosfolípides. Amniótico. diarr ias e doenças metabólicas. M todo: Colorim trico .0 mL de Líquido Amniótico. Veja tam m Fosfatidil Glicerol. Se os 3 tubos forem negativos. . pesquisa Coment  rios: No teste do azul do Nilo. Veja tam m C lulas Orangiófilas.  ˆ † ”á —u”–@ R” m † † ñ ˆu‰R—u”Rmu‰ ò—u”Rmu‰  u ˆ R ‰ óuô †ô u’ud ˆ  ™”  ˆu‰R• Instituto de Patologia Clínica H. “ “ “ “ ” ” ” ” óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Cetonemia. ou apenas o primeiro for positivo. S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes.0 mL Líq. ricas em lípides Valor de Refer ncia: Formaç lhas est veis à partir do 3 o tubo.0 mL de Soro. o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas fetais e do v rnix que se coram de laranja)  tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal. Teste de clements. realizado no líquido amniótico. respectivamente. Fosfatidil Glicerol. Relaç M todo: Azul de Nilo Valor de Refer ncia: Abaixo de 1% antes de 34 semanas entre 1 e 10% entre 34 e 38 semanas entre 10 e 50% entre 38 e 40 semanas acima 50% 40 semanas em diante Condi o: 1. Teste de Coment  rios: Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em presença d lcool absoluto e . subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo tubos. ñ m† † ò † ˆu‰÷ˆu—u‰Rd • † † E. ˆu‰Ù—  ñ óuô †ò † “ † †H• ð ô ¡ ‰ Clements. M todo: Formaç lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.

perdas gastro -intestinais.. fístula pancr tica e hiperparatireoidismo. colestase. acidose metabólica. infus salina excessiva. acarretando dist rbio da secreç o exócrina. diabetes insipidus nefrog ico. desnutriç . sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. Valores elevados podem ser encontrados em outras doenças: anorexia nervosa. síndrome nefrótica. Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos. É uma herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o. hipoproteinemia e na sudorese excessiva. PARDINI . .Soro: 96 a 109 mEq/L Valor de Refer ncia . O diagnóstico molecular (PCR para fibrose cística) encontra-se disponível. Em mulheres adultas o teste sofre variaç s com o ciclo menstrual..Líquor: 690 a 770 mg/dL Condi o: 1. Doença de Addison.sicos. acidose tubular renal. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides. Klinefelter. alcalose metabólica. ˆu‰Û”« —ud  ¡ ‰ €m  ˆu‰ ”uˆ€ ‰ ‡ ˆ m† ‡ ˆu‰Û”u‘ † « ”  m€ ˆu‰ † ‡ ˆu“€‰Û‘ ‰ ˆ † ˆu‰»—u” ‡  “u‘ ñ †ô SANGUE / LÍQUOR Valor de Refer ncia . Resultados falso negativos podem ocorrer no edema. M todo: Iontoforese e Condutividade Material: Suor Valor de Refer ncia: Normal < 40 mEq/L de Cloreto Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto Fibrose Cística > 60 mEq/L de Cloreto Adultos < 80 mEq/L de Cloreto Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística. em especial. Sua determinaç til na avaliaç dist rbios hidroeletrolíticos cido. Eldorado I.0 mL de Soro. disautonomia. vômitos. ò ò óuô Continua. acidose respirat ória crônica. Juntamente com o sódio s s principais respons veis pela manutenç meostase osmótica do plasma.sicos. Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido. no diagnóstico da alcalose metabólica responsiva a sal. defici ncia de G6PD. secreç inapropriada de ADH. Sudores induzida no antebraço por iontoforese. M todo: Eletrodo Seletivo Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. † †‡ ñ ™” ˆ€‰ ˆu‰©—ud “ u ‘ ‡ ˆ ˆ  ”† “ “ “u‘ — — — — ò  ˜ ˜ ˜ ˜ † ˆ€‰ ˆ † Cloretos ™ Coment  rios: CL Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. mucopolissacaridose tipo 1. dermatite atópica. 66 Instituto de Patologia Clínica H. cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos. Unidades que realizam este exame: Aimor s.0 mL de Líquor. S Paulo e Pampulha. 1.Cloreto de Sódio no Suor Coment  rios: Teste do cloreto de sódio no suor til na investigaç fibrose cística (mucoviscidose). hipogamaglobulinemia. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro. insufici cia cardíaca.É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado. insufici ncia adrenal e hipotireoidismo.

A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas fraç es. Tam m utilizado na produç hormônios esteróides. Instituto de Patologia Clínica H..O. . ñ †H• ð ô ¡ ‰ ô 41 a 59 †ò   Adfe Aceit el mg/dL 110 a 129 130 a 159 Ad Aumentado mg/dL ≥ 130 ≥ 160 Continua. triglic rides. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico < 0. cidos biliares e na constituiç s membranas celulares.32 sugerem transudatos. sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por LDL.. Laboratórios : *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.JO 12h ou C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .Continua. proteína C reativa ultra-sensível e homocisteína. 25% por HDL e 5% por VLDL).Urina recente C... subfraç es das lipoproteínas. 353 óuô ò ˆu‰R–u‰u— –uu’ Colesterol Coment  rios: Sangue: o colesterol principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica.CLORETOS URINA Valor de Refer ncia: 170 a 254 mEq/24h.0 mL de Soro. Seu metabolismo se d no fígado.M. apolipoproteínas A1 e B100.M. lipoproteína (a). -N e usar conservante . Condi o: *Urina de 24h . Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. ñ †ò   Desej †dfe l mg/dL ≥ 40 ≥ 35 ≥ 60 Aceit el mg/dL Ad LDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Desej l mg/dL 2 a 19 anos < 110 Adultos ≤ 129 Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. PARDINI 67 . Condi o: 1. ™ ˆu‰Ý† —u” ‰  † ™ ˆ  ˆu‰í—€d m† † ˆ † óuô ˆ HDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Baixo mg/dL < 10 anos 10 a 19 anos Adultos ≤ 40 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.Refrigerar.O.

Ascítico . Pleural.COLESTEROL VLDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 0 a 40 mg/dL Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C..Líq. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1. Líq. ˆ † † ñ  ò óuô †ô “€‘   68 Instituto de Patologia Clínica H.8 mL Soro. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína. Conservaç o d e envio: At semana entre 2 o e 8o C.0 mL de Soro. e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no fígado.000 U/L (37o) Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. ñ ñ TOTAL †ô †ò †ò ò   M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . PARDINI .  Adfe Ad g g óuô †† Aumentado mg/dL ≥ 200 ≥ 240 h h †H• ð ô ¡ ‰ Colinesterase Coment  rios: Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias. pulm o e c rebro.Soro: Faixa Et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL 2 a 19 anos < 170 170 a 199 Adultos < 200 200 a 239 Valor de Refer ncia . M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 5. Níveis baixos tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos. hepatopatas.Líq. contraceptivos orais.000 a 14. Ascítico . desnutridos e portadores de insufici cia cardíaca.Continua..Líq.

ñ † ô †Rþ ˆu‰Ý”u‘ ˆ u ‰ « — u ” SANGUE Valor de Refer ncia: 76 a 124 mmoL/L Condi o: 3. Laboratórios : Enviar 5 mL de Urina. PARDINI 69 . Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas. . gravidez. necrose muscular. óuô ò URINA Valor de Refer ncia: Homem at 500 µmoL/L Mulher at 0 µmoL/L Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .Urina 24h.Refrigerar. M todo: Colorim trico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. miopatias. corticoterapia e no hipotireoidismo. 353 òj † i óuô † j † A@@ du‘ ¡ ˆ i u– u ’ Instituto de Patologia Clínica H. indivíduos com massa muscular elevada.0 mL de Soro. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 .Creatina Coment  rios: É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase.

8 a 1. Níveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuiç massa muscular. hidantoína. Veja tam m Cistatina C. Fluoreto). .*Urina 12h ou 24h ou C. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C. ci rico. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.JO 8h. .M.5 a 2. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. anticoncepcionais e anti-inflamatórios).5 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . sexo. alimentaç . cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar.Adultos. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. proteína.O. k k óuô † †ô òl l du‘ ¡ ˆ … † u–   70 Instituto de Patologia Clínica H. piruvato. idade. sendo sua concentraç s rica n o só dependente da taxa de filtraç o renal. salicilato.Creatinina Coment  rios: M todo: Colorim trico (Jaff mod. . concentraç licose. É o produto de degradaç creatina.7 a 1. trimpetoprim. cimetidina. mas tam m da massa muscular. † m † ˆu‰R—ud ò ˆ€‰ † ˆuˆ ‰ ˆu‰«’ ˆu‰ý—u” ’ ˆ  —u‰ý‡ m ˆu† ‰«—ud † SANGUE Valor de Refer ncia: 0.) ñ É o teste mais utilizado para se estimar a taxa de filtraç lomerular.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. óuô † ô URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: Homem 1. PARDINI .0 mL Soro ou Plasma (EDTA. hor rio inicial e final da coleta. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12h ou 24h g.2 mg/dL Condi o: 1.5 g/24h Mulher 0.

Condi o: 1. . Armazenamento da urina por muito tempo. No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal.0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. final da coleta. mas inespecífico de les mioc rdica. M todo: Colorim trico (Jaff mod. acarretando aumentos es rios. Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. PARDINI 71 .: O result corrigido para a superfície corpórea. na gravidez e no diabete melito. peso e altura do cliente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hipertermia maligna. distrofia muscular. sendo mais sensível que a determinaç s rica isolada. Clearence elevado pode ser encontrado após exercícios. clearence Coment  rios: Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç lomerular. . em altas temperaturas pode causar convers creatina à creatinina.Creatinina. ñ o o o o óuô †Rþ ô m† ™”  ò n † uï†@ n † q uˆ ‰  ˆu‰Û”u† ‘ ˆ€‰  n n †© †iÿu¨ ÿÿ  Instituto de Patologia Clínica H. 353 † ˆ ñ †ò † m n o n óuô d u — u ‰ † †ô m† –u‡ ˆu‰Á’ † ˆ ‘€ ˆ ˆu‰Á—ud ˆu‰ ˆu‰ † … †  –uu’ Creatinofosfoquinase p Coment  rios: CPK Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada. informar volume total. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina. c rebro e coraç .Adultos.8 mL Soro. dermatopolimiosite. rabdomilóise. Veja tam m: Cistatina C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Veja tam m troponina I. Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%. hor rio inicial.) Valor de Refer ncia: Homem 90 a 130 mL de Plasma/minuto Mulher 75 a 115 mL de Plasma/minuto Obs. em traumas e injeç s musculares. miocardite. É um marcador sensível. exercício físico. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem at U/L Mulher at U/L Criança d e 2 a 12 meses at U/L Criança após 12 meses at U/L Condi o: 0.

sem significado patológico. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%. pesquisa (Líquido Sinovial) Coment  rios: A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. M todo: Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. ‡ CKMB   ˆu‰  ñ  ò óu†iô ÿ  †iÿ • ô ¡ ‰ m† ™” †† Cristais com Luz Polarizada. Os cristais de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa. ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.8 mL de Soro. ñ ˆu‰ì”€‘ ‡ † ˆu‰Á—ud»”  uˆ ‰ óuô †Rþ ô ò 72 Instituto de Patologia Clínica H. A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB acima dos valores da CPK Total.0 mL Líq. Veja tam m troponina I. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica. Sinovial. PARDINI . Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica.Creatinofosfoquinase MB Isoenzima r Coment  rios: Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro.

hepatites. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . tumores do sistema nervoso central e meningites. Níveis elevados s contrados no acidente vascular cerebral. hipotireoidismo. NTA: de . PARDINI 73 . renal e pós -renal. mononucleose. †  † † ™ ˆu” ‰ ˆu‰Á—u” “  u‘u—u ˆu‰©A@ ˆ ñ ‘† ò óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ † ˆu‰R• Á” † ˆˆ † ˆ€‰Á”u‘ ` Depur t¤£¦¥ o da gua Livre Coment  rios: Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular. Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato. Condi o: 0. atrav s da relaç o entre os componentes  livre. Líq. inflamaç s.6 indica exudato. pneumopatias.20 a .0 mL de Urina 24h. Hemól ise pode levar a resultados falsamente elevados.0 U/L (37o ) Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.100 mL/hora. etilismo.Dehidrogenase L e¦s tica Coment  rios: Sangue:  ma enzima que cataliza a convers lactato a piruvato. anemia megalobl stica. pancreatite. Pleural . hipóxia. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia renal crônica. M todo: Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia Valor de Refer ncia: . Est levada nas peritonites (espontâneas e sec rias).0 a 450. correlacionados ao fluxo urin rio. anemia hemolítica. Raz DH pleural/s rica maior que 0. Líquido ascítico: níveis de LDH s % dos valores s ricos. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: 180. Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue.5 mL de Soro + 1. LDH elevada ocorre em neoplasias.6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato. sendo liberada na ocorr ncia de dano celular.8 mL de Soro. Níveis de LDH acima de 1.Líquor. Ascítico . trauma e obstruç intestinal.000 U/l s o encontrados em neoplasias e empiema. Relaç o LDH pleural/s rica > 0. 353 Laboratórios: Informar volume total. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. cardiopatias. til na diferenciaç tre a uremia pr -renal. Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. ñ ‡ óuô ™ ”” † ‡ ò ˆ€‰ ‰ ”ådӐu’ ud ‘uˆudÓ ˆu‰R”u‘ ˆ † † ˆ “€‘ †ô –uu’ Instituto de Patologia Clínica H. colagenoses.10 a valores positivos. Trata-se de uma das osmoticamente ativos da uri ltimas funç s renais a serem perdidas.Líq.

PARDINI . mieloma. Ferritina e Capacidade de combinaç o. cirrose biliar prim ria. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 35 a 90 U/L Condi o: 0. Amniótico. menstruaç o e fases iniciais de remiss anemia perniciosa. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). talassemias. A espectrofotometria estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico. Informaç es nece rias: Informar semanas de gestaç . radiológico e à biópsia com granulomas caseosos sugerem sarcoidose. Nascido 90 a 240 µg/dL Criança 35 a 90 µg/dL Homem 60 a 160 µg/dL Mulher 40 a 150 µg/dL Condi o: 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hipertireoidismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anemias hemolíticas. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva. hanseníase. asbestose. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher. hemocromatose e hemossiderose.5 mL de Soro. silicose e psoríase. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da ECA. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. amiloidose. doença he tica alcoólica. permitindo comparaç o do achado com os dados de Liley. glomerulopatias. Valor de Refer ncia: Zona 3 de Liley Condi o: 5. diabete melito.Enzima Conversora da Angiotensina u Coment  rios: Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico. anticoncepcionais lcool.0 mL de Líq. M todo: Ferene-S Valor de Refer ncia: R. uso de estrógeno s. valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o. les p tica aguda. Jejum: Criança JO 4h / Adulto JO 8h.8 mL de Soro. ™” ECA ñ óuô †Rþ ô  ò † –u ‘uˆu‰  Espectrofotometria 450 NM Coment  rios: Na ocorr cia da eritroblastose fetal. hemocromatose. Veja tam m ITL. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. ñ w w w w uˆ í ‰ u— ‰ † † ˆu‰î—ud m † ”R ò x x x x x x  ˆ ˆu‰ ¡ ” ˆu‰©”u‘ ˆ óuô †©y ô 74 Instituto de Patologia Clínica H. “u‘ ò ˆ ˆ óuô vv  †©¨ ô ˆu‰ Ferro Coment  rios: A determinaç ferro s rico sada no diagnóstico diferencial de anemias. Níveis aumentados s contrados na hemossiderose.

M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At .Após Exercícios pesados. Veja tam m Fosfatas cida prost tica. pâncreas e vesícula seminal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. adenomas e câncer da próstata. infarto agudo do mioc rdio. Elevaç s tam m podem decorrer da manipulaç o prost tica. . Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de próstata. fígado. óssos.8 mL de Soro. baço. Aumentos ocorrem nas leucemias. aguardar 24 horas.Após Biópsia de Próstata. Laboratórios: Separar e refrigerar o mais r ido possível. .  ˆ  d† † “u‘ ñ  ˆ ˆ †óu©ô ¨ ò †Rþ ô † † ˆ€‰å—u‰ —udu—u” † ™” m† ‰ö Instituto de Patologia Clínica H. hem cias. Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%. .0 U/L Condi o: 0. prostatite e outras neoplasi as. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Doença de Gaucher. aguardar 2 dias. PARDINI 75 . hiperparatireoidismo. . embolia pulmonar. interfer cias de outras fosfatases no ensaio. plaquetas.5 mL de Soro. pulm s. aguardar 4 semanas.0 U/L Condi o: 0.  ñ  ò óu† ô ï †iÿ ô m†  ˆ  ™” ”R  u– Fosfatase cida Prost e tica Coment  rios: ` A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido t rtrico. trombocitoses. leucócitos. aguardar 24 horas. aguardar 4 semanas. . M todo: Enzim tico (Inibiç o com Tartarato) Valor de Refer ncia: At . mieloma. rins.Fosfatase cida Coment  rios: ` As fosfatases cidas est o presentes na próstata. tumores ósseos.Após Toque Retal.Ultra-Som Trans-Retal.Após Ma ssagem na próstata. anemias hemolíticas.

Conservaç o de envio: At ras. A fosfatase alcalina total encontra -se elevada na colestase. ñ óuô “ †ô ˆu‰Ó—u‰ ˆu‰Á—ud m† † ò ˆu‰Á– “ “ ˆ€‰(• 76 Instituto de Patologia Clínica H. entre 2o e 8o C. óuô †H• ð ô ¡ ‰ 250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270 Fosfatidil Glicerol Coment  rios: Auxiliar na avaliaç maturaç lmonar fetal. Fosfolípid es. Teste de clements. Relaç E. M todo: Ci tico Optimizado Valor de Refer ncia:  ˆu‰«– ñ ‘† ò Feminino m†  ˆu‰ ˆ€‰àd †– Idade Masculino Ambos os sexos R m nascidos 64z(X 6 meses a 9 anos 250 a 950 10 a 11 anos 12 a 13 anos 14 a 15 anos 16 a 18 anos > 18 anos 250 a 730 150 a 600 275 a 875 170 a 970 125 a 720 50 a 250 Condi o: 2. Doença de Paget. Em crianças a fraç óssea predomina. hiperparatireoidismo. Medicamentos como anticoncepcionais orais. intestino. fígado. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram na composiç surfactante pulmonar. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da membrana hialina. hipolipemiantes. Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica. Veja tam m C lulas Orangiófilas.Fosfatase Alcalina Coment  rios: As fosfatases alcalinas est resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas hep ticas e ósseas. M todo: Cromatografia em Camada Fina Valor de Refer ncia: Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo Condi o: 4. rins e leucócitos.0 mL de Líquido Amniótico. PARDINI . tumores ósseos. osteomal cia e raquitismo.0 mL de Soro. hepatites virais (mais discretamente). placenta. anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C.

defici ncia de vitamina D.V. Teste de clements. salbutamol. diltiazen. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç . Veja tam m C lulas Orangiófilas. ‡ ˆ  ˆ ˆuˆu‰ ‰â—u‰â”uë ˆ “u‘  “ †  ™ ” –u‡ ‘uˆu‰ ‘u † ˆ€‰ ñ ‘† †Rþ ô { { “ ˆu‰Õ”  ˆ€‰ ˆu‰Û—u‰ †    SANGUE Valor de Refer ncia: Adulto 2. prometazina e anticoncepcionais. insufici ncia renal e trombocitose. azatioprina. M todo: Ci tico U.0 a 7. Meticilina. sarcoidose. glicose endovenosa. Vitamina D. ñ óuô m† † †ò ˆ  ˆu‰    ˆu‰ ˆ u ‰ R • ˆu‰R– ™” †ô †  Fósf oro Coment  rios: Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. . acromegalia. hipoparatireoidismo. embolismo pulmonar. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III de Frederickson. Níveis urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo. isoniazida. diur ticos. Instituto de Patologia Clínica H. calcitonina. di lise. Fosfatidil Glicerol. met stases ósseas. aspirina. Relaç E. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o surfactante pulmonar. defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. s epse. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos. alendronato. Outras drogas podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida. Tetraciclina. hipotireoidismo e síndrome nefrótica. hipovolemia. Amostras refrigeradas. n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias.. corticóides e diur ticos. Causas de fósforo elevado: exercícios. .Fosfolípedes Coment  rios: Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas representando parte consider vel dessas.. bicarbonato.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina). corticóides.8 mL de Soro.0 mg/dL Condi o: 0. Insulina e Éter anest sico.8 mg/dL Criança 4. uso de diur tico. sais de alumínio. lítio. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia . Laboratórios: Dessorar rapidamente. hepatopatias.Interromper 48 horas antes da coleta ou C. Líq. hepatites colest ticas.M. hipervitaminose D. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.: Anti cidos. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. Valores baixos ocorrem na desnutriç o e hipolipemias familiares. PARDINI 77 .sangue: 125 a 250 mg/dL Condi o: 1. Amniótico.O. Heparina.JO 12h. óuô ò| | Continua. Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios. Varias drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida. Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç lmonar fetal. pseudohipoparatireoidismo. uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D. hiperalimentaç o.5 a 4. hipoparatireoidismo.

estrógenos e metronidazol. fenobarbital. ˆ ñ ‘† m† † ò ~ ~ óuô  †ô ˆu‰Ý— ˆ€‰å—u‰ ˆu‰Á”€‘ ‰R—u”R GGT  “€‘ Gasometria Coment  rios: Desordem (exemplos) Acidose respiratória DPOC..M. Nenhuma.. 8 "# 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. Vari veis pr -analíticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. M todo: Ci tico Colorim trico Valor de Refer ncia: Homem 10 a 50 U/L (37o) Mulher 07 a 32 U/L (37o) Condi o: 1.. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico. Nos quadros de icterícia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. Paralisia muscular Respiratória Alcalose respiratória Ansiedade. clofibrato..O. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . 8 "# ⇓ Pco2 ⇓ HCO3 ⇑ HCO3 ⇓ HCO3 ⇓ Pco2 ⇑ Pco2  1‚ €9 Alcalose metabólica Vômitos. Diminuiç s valores podem ocorrer no uso de azatioprina. Fístulas digestivas 1 a 1. cido valpróico e contraceptivos.Urina 24h: 400 a 1300 mg/24h Condi o: Urina 24h . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.FÓSFORO URINA Valor de Refer ncia . Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer.Continu õuóuô o. conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io suplementar. carbamazepina. 353 óuô ò u– u ’ Gama Glutamil Transferase } Coment  rios: Gama GT } É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us lcool. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da amostra (arterial ou venosa). alteraç HCO3 8 "„ # ‚ ƒ# "8#†…‚‡ "8#ˆ)$# Continua. Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina.3 mmHg para cada 1mmol/l de alteraç O mesmo. 78 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.Urina recente C. Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas Alter o Prim ria ⇑ Pco2 243(5 l ˆ ˆ  † ˆ  ‘uˆ “u‘ Compensaç o ⇑ HCO3 5 Resultado a curto prazo Resultado a longo prazo 1 mmol/l para cada alteraç de 10 mmHg na Pco2. HCO3.0 mL de Soro. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína. 3 a 5 mmHg para cada alteraç mmol/l de O mesmo. Hiperventilaç Acidose metabólica Cetoacidose di tica Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas. 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. demora na an lise e o refrigeraç as amostras. . PARDINI .

prolongar o repouso para 30 minutos) Faz uso de oxigenoterapia? H quanto tempo? Sente algum sintoma como fadiga. foi feito repouso de 15 minutos antes da coleta? (se cliente tiver feito algum tipo de esforço físico. . tonteira e/ou outros? É fumante? H to tempo? Faz uso de alguma medicaç Qual? Algum problema respiratório (asma. Vedar a agulha com rolha de borracha. PARDINI 79 .43 PCO2 38 a 50 mmHg PO2 35 a 40 mmHg HCO3 Atual 22 a 29 mmoL/L CO2 Total 23 a 30 mmoL/L B.M todo: Eletrodo Seletivo Informaç es nece rias: Informar: hor rio da coleta.0 mL de Sangue Total Heparinizado.0 mmoL/L SO2 95 a 99% R.E . Nascido: P02 60 a 70 mmHg HCO3 16 a 24 mmoL/L Condi o: 5. Š Š Š Š Š Š Š Š ò óuô ‹ ‹ óuô †ÿ  VENOSA Valor de Refer ncia: pH 7.35 a 7.0 a + 2.GASOMETRIA ô ˆ †  vv  »  ë u ud ‘  ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ˆu‰‰ † d»‘uˆ ARTERIAL Valor de Refer ncia: pH 7. enfisema. Conserva o de envio: Enviar na própria seringa at horas após a coleta em gelo recicl vel p/ unidade matriz. ter andado muito.. 10 minutos em temperatura ambiente ou at recicl vel p/ unidade matriz.0 a + 3.32 a 7. falta de ar. por exemplo.45 PCO2 35 a 45 mmHg PO2 83 a 108 mmHg HCO3 Atual 21 a 28 mmoL/L CO2 Total 24 a 31 mmoL/L B. Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ ò ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ óuô  ô †ÿ horas após a coleta em gelo Instituto de Patologia Clínica H. Colher sempre sangue da art ria radial.3. ñ Continuaç o.E. pneumonia.. Conservaç o de envio: Enviar na própria seringa. outros)? Laboratórios: N o deixar bolhas de ar na seringa durante a coleta.0 mL de Sangue Total Heparinizado. Vedar a agulha com rolha de borracha. o ser que o m dico solicite uma coleta diferenciada.0 mmoL/L SO2 60 a 75% Condi o: 5.2.

25(Suppl):S33-S49. Durante a circulaç ritrócito. O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel (Hba1c l il ou pr -Hba1c). M todo: HPLC . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.2% (de acordo com DCCT). Dessa forma. PARDINI . Níveis de at % da hemoglobina fetal (HF) interferem com a acur cia do exame. essa convertida em uma forma cetoamina est vel (HbA1c). Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC. reflete os valores integrados da glicose correspondentes às ltimas 6 a 8 semanas. “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”.Glicohemoglobina  Coment  rios: A medida da glicohemoglobi a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico). Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus.Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica Valor de Refer ncia: Normal 4a6% Bom controle <7% Faixa Intermedi ria 7a8% Controle inadequado >8% American Diabetes Association. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s ssíveis interf erentes da dosagem de glicohemoglobina. Condi o: 4. Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros sugeridos pela ADA podem ser utilizados. Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com conseqüente aumento da sua glicosilaç . Diabetes Care 2002. Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina. A taxa de produç o pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das hem cias (tipicamente 120 dias). ‘€d † ‘ u d ‰ †† † u  m ˆ € ‰ ( — € ‰ ( ” †  ˆ † u— ” ‡ “ ˆu‰ ˆ ‘€ˆu‰í—u” ˆ †¨ @  “ € ‘ ™ ñ ò Ž  Ž   Ž  Ž  óuô †ô  HbA1c  Hemoglobina Glicada ˆ€‰ ˆ ˆu‰ö–€‰  † dum †   ‘uˆu‰ 80 Instituto de Patologia Clínica H. A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. Hb SS). A glicohemoglobi formada em duas etapas. Controle de tratamento 2.8 a 5.

Observaç ra todas as amostras : a separaç rte fluida dos elementos figurados (hem cias.Sangue: 60 a 109 mg/dL .Líq. Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados como portadores de glicemia de jejum prejudicada. colagenoses. Ascítico .Secreç nasal. meningites e hemorragia subaracnóidea. Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasm ticos s contrados. colher de forma espontânea. N serve para monitorizaç tratamento.Glicose Coment  rios: Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl. Refrigerar ou coletar em fluoreto. Sinovial . Raz glicose líquor/sangue abaixo de 0. leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata. Crianças e gr vidas podem apresentar glicos ria por diminuiç limiar renal. hemólise e glicólise em amostras submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria. tuberculose pleural e derrames malignos.Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL . Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame parapneumônico. empiema. Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasm tica. 2) Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl.. Instituto de Patologia Clínica H. Leucocitose.Líquor: 50 a 80 mg/dL Condi o: 1.M. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de glicose dissolvida em . Pleural . par ja consumo deste analito. ˆ€‰ ‘ † €’ud  –u‡ ˆ  ˆu‰R”u‘  ˆ€‰  ˆ ‡ ‡ ˆu‰R— dum † ‡ ˆ € ‰ ö — u ‰ ˆ € ‰ uˆ ‰Ó–ud † uˆ « ‰ €— « d u– d dÁëu”»‘uˆu‰ ¡ d d†d ˆ †ò ò  † ˆu‰÷—u‰   SORO / LÍQUIDOS / SECRE‘ O NASAL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Laboratório s: Secreç o nasal. Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea.. Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica.O.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). bacteriana secund ria. . ñ óuô ˆ ô †&• ð ¡ ‰ ˆu‰ Continua. PARDINI 81 .Líq.4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana.JO 8h ou C. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos celulares logo após a coleta). Outra forma de se evitar este problem coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto.Líq. Líquor . Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos. Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas.Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL Valor de Refer ncia . tuberculosa e carcinomatose peritoneal.

5 mL Líquor. 353 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.Adultos. ˆ †— ˆ †   Globulina (Líquor) Coment  rios: O teste de Pandy  m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. ñ õuóuô o. Caso o contr rio.GLICOSE †ò óuô † — ˆu‰  du‘ ¡ ˆ ‰ ÿ u– u ’ ô ¡ †H• ð ‰  • ¡  Glicose pós -prandial Preparo: Conforme orientaç o m ica. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.*Urina 12h . Laboratórios: *Enviar 5 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . PARDINI . Em infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de Pandy positivo.*Urina 24h. ñ ™ óuô †ô ò ˆ€‰ ‡ ˆu‰«—u”«’ 82 Instituto de Patologia Clínica H.Continu URINA – DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Jato m io da 1a Urina da m .N precisa conservante .Refrigerar. M todo: PANDY Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mantendo jejum após o almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta).. hor rio inicial e final da coleta. . orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas (120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ..

M. Veja tam m Ferritina. M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç Valor de Refer ncia: 20 a 50% Condi o: 1. Condi o: 1. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do NTelopeptídeo. Veja tam m Deoxipiridinolinas. Valores elevados ocorrem na hemocromatose. na Doença de Paget. Capacidade de combinaç e Ferro s rico. Refrigerar (facultativo). Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Piridinolinas e N-telopeptídeo.JO 12h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI † ˆ€‰(— o plasma.): N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes.5 mL de Soro. sendo abundante na matriz óssea. desnutriç o e na anemia das doenças crônicas.Após dieta. ñ  ò óuô †©” ô óuô ò ˆu‰ì‘u— d † d(– ˆm † ˆ ˆu‰Ý‰ ™” ˆu‰ ˆu‰ † ˆ Insp ¢¦£¤¥ o do Plasma Refrigerado Coment  rios: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç Valor de Refer ncia: Límpido. ingest o de ferro e uso de progesterona.O.JO 8h. . valores superiores a 100% podem ser encontrados. 20 a 50% dos sítios de ligaç o ferro na transferrina s cupados. . colher Urina 24 horas . ˆu‰ ˆ€‰å”å‘u —€d ” † ˆ ‘u‰u †ò m† ’ ’ ’ ’ ’ ˆ “u‘  u’€”u‘u‰ö– “u‘ ñ óuô ˆ  ô –uu’ Índice de Satur “¦£¤¥ o da Transferrina Coment  rios: A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. hepatites. gelatina. .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. após fraturas e no hiperparatireoidismo. Em condiç s normais. Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva. Dieta (sugerida ou C. salsichas. 83 . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1 a 5 anos 10 a 38 mg/24 horas 6 a 10 anos 12 a 58 mg/24 horas 11 a 14 anos 21 a 106 mg/24 horas 18 a 21 anos 10 a 32 mg/24 horas > 21 anos 5 a 25 mg/24 horas Condi o: Urina de 24h. Níveis elev ados s o encontradas em crianças. estando elevado na ocorr cia de reabsorç struiç o óssea. hor rio inicial e final da coleta.Hidroxiprolina Total Coment  rios: A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). A excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. sorvete e doces.353 Conservaç o de envio: Ate 1 semana entre 2 o e 8o C. . talassemia. Na reposiç o de ferro. Instituto de Patologia Clínica H. gravidez. Por sofrer interfer cias do col roveniente da dieta e dos demais tecidos.

JO 8h. e se encontram no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos. “ ˆ † óuô †ò † ” ¡ ™ ”u” –u ˆu‰Õ”u‘ ˆu‰«”u‘  – – – †ô 84 Instituto de Patologia Clínica H. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal. Veja tam m Amilase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Ci tico Turbidim trico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. hemodi lise. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito.5 mL de Soro. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. septicemia. l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia. cirrose biliar prim ria. tabagismo. Elevaç s s contradas nas hipertrigliricidemias. Estimula a formaç uto -anticorpos. Jejum: at 1 ano JO 3h > 1 a 5 anos JO 6h > 5 anos JO 12h. hiperlipidemia. Conservaç o de envio: At m s entre . Anti Coment  rios:  ma forma de LDL combinada com o oxi LDL oxida io que estimula a ater nese na parede vascular. A lipase permanece elevada por v rios dias. a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier.14 o e .LDL Oxidada. morfina e na hemorragia intracraniana. ”†   ñ ‘† m† † †óuiô ÿ @@ ò †ô ñ ˆu‰ ™”  ˆ Lípides Totais Coment  rios: Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes tica. hipertens o. colecistite. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 EU/mL negativo Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado > 25 EU/mL Positivo Condi o: 0. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 400 a 800 mg/dL Condi o: 1. Seus níveis se encontram elevados na pancreatite. que s indicadores da progress rocesso aterosclerótico.8 mL de Soro. —€d † ñ ò  ˆ ˆu‰«—u”«—u”«d ‡ ’u“u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ u‰ u’ “ ˆ€‰«—u‰«– †  ô“ óuô • • • Lipase Coment  rios: A lipas ma enzima produzida principalmente no pâncreas. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal. .20o C.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias. Níveis baixos s contrados na m absorç intestinal. no uso de meperidina.

Tam m se elevam na perfuraç vísceras e neoplasias de ov rio. colagenoses. Cerca de 10% dos casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal. ascite quilosa. inclusive na fase inicial da tuberculose pleural. PARDINI 85 . Resultados citológicos negativos para maligni xcluem a possibilidade de neoplasias. Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de pancreatite. neoplasias e sarcoidose. infarto pulmonar. Est levada nas peritonites (espontâneas e secun rias). Colesterol. A raz o líquido pleural/soro acima de 0.1 g/dl sugere hipertens o porta. pneumoniae. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax. BAAR. m† “  † ˆu‰«—u” ˆ€‰(—€” †  —u ˆu‰A@  d† † m† €ˆ ‰ ˆ€‰ † ˆ †  ˆ d † –u‰ â” ˆu‰Õ• €‘u—u † “€‘ Líquido Pleural. A peritonite bacteriana secund ri em geral polimicrobiana. Veja tam m ADA. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa. embolia. Citologia oncótic sitiv a em 50 a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7. pantreatite). Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est ssociados à pancreatite. Proteínas: valores abaixo de 2. Triglic rides. quilotórax). Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. neoplasias e tromboembolismo. Klebisiella) ou gram positivas (S. insufici cia cardíaca). infecç s. bacteriana sec ria. Predomínio de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade. em geral. Raz DH pleural/s rica maior que 0. derrame parapneumônico complicado. tuberculose pleural e derrames malignos.6 indica exudato. Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s % menores que os do sangue. malignidade.Líquido Ascítico. PMN s encontrados nos processos infecciosos. pancreatite. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1.5 indica exudato.000 ocorrem no hemotórax. Veja tam m ADA. Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç m caso de resultados negativos.2 podem ocorrer no empiema. infecç s parasit rias e f icas. Streptococcus viridans). colagenoses. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose. turvo nos quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias. bact rias gram-negativas (E. Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. pneumotórax. Proteínas: valores abaixo de 2. Linfocitose e aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose.32 sugerem transudatos. Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame parapneumônico. Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias. Triglic rides. tuberculose peritoneal e carcinomatoses.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. BAAR. síndrome nefrótica). Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0. insufici cia cardíaca. Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. Citometria e citologia: hem cias acima de 100. “ “ † —udu—€”(‘€ˆu‰R” m†  ˆ€‰(”R‰  ˆu‰âd ™”  u‡ u‘ ’ ˆu‰ ˆu‰ ‘uˆ † uˆ ˆu‰ ‰R” ˆ ˆ † † “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. empiema. tuberculose. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose. artrite reumató ide. tuberculosa e carcinomatose peritoneal.coli. traumas e punç vasos. fístula esofago pleural e acidose sist mica.

sarcoidose e esclerose m ltipla. PARDINI . Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. neurocisticercose. meningites. Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as globulinas. Linfocitose e aumento das proteínas s vi cias de neurosífilis ativa. Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. podendo demorar anos para se negativarem. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas. ˆ †– ˆu‰R”u‘ ˆ †–  ˆu‰R”uˆ€‘ ‰(‰ ˆu‰ † ˆu‰÷”u‘ ‡ † ˆ€‰à—ud۔ † ˆ  ˆu‰ Líquor. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide. estando aumentados na artrite gotosa. Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. Valores entre 50. Proteínas: elevaç corre nos processos inflamatórios articulares. ™” ™” † ˆu‰R—u‰  † † ‡ “u‘ ™” ‡  m†   ˆu‰Ó”u‘ ˆ€‰Á—u”Á’ ™” ˆu‰R” —u“u‘ 86 Instituto de Patologia Clínica H. ci rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais. com especificidade em torno de 99%. infecç s e inflamaç s do sistema nervoso central. Rotina  Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam as proteína no líquor. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia. A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1.000 hem cias). neurotoxoplasmose. Rotina Equivale às seguintes an lises: … —€‰ù‡ Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos inflamatórios. Veja tam m cido l tico. Após tratamento. Os cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. VDRL: resultados positivos no líquor s contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis.Líquido Sinovial. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas torna o teste de Pandy positivo. Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores plasm ticos s contrados. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas.000 s contrados nas artrites s ticas. Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa.000 e 100. Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais. reumatóide e induzidas por cristais. Leucócitos abaixo de 50% sugerem quadro n o inflamatório. títulos caem entre 3 e 6 meses. Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos. uremia e Síndrome de Cushing. Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório. neoplasias.

M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina Urina 24h: < 30 mg/24h Urina 4.O.8 mL de Soro. óuô óuô ò ò URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: 50 a 150 mg/24h Condi o: Urina de 24h – Urina recente C. M todo: Magon Sulfonado Conservaç o de envio: At semanas entre 2o e 8o C. uso de digit licos. Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m hipomagnesemia concomitante.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo). Níveis baixos na urina precedem a reduç magn sio s rico.9 a 2. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas. hipertireoidismo. . .O. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 ñ ò ˆ€‰Á—u”Á–u”€ëu” ˆ ™” © † ¨@ d€m † ˆu‰î–u‰ “ óuô ˆu‰ ˆu‰R—u”  Instituto de Patologia Clínica H. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. desidrataç cetoacidose diab tica. hipervolemia. † ñ † ˆu‰b” ‰ ˆ u “u‘ † ™” ud €’ ‘ † †iÿ ô ×dum ˆ ‘ud † ˆu ‰R—u‰ † † ˆ€‰(—€d ‡ ‘€ ˆu‰×”u‘ d€’u‘ †  ˆu‰ “ˆ€‰  SANGUE Valor de Refer ncia: 1. Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço. Variaç s intra -individuais de at % podem ocorrer.M. 6 ou 12 h: < 20 µg/min Condi o: Urina recente. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total . sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas.Refrigerar.M. Doença de Addison.2 mg/dl ou maiores que 4. uso de medicamentos com m sio.9 mg/dl.5 mg/dL Condi o: 0. Níveis baixos s contrados na m sorç o. Urina 24h ou C. . diur ticos e cisplatina.N fazer esforço físico durante a coleta. Sintomas clínicos surgem quando seus níveis s menores que 1. Níveis elevados s encontrados na insufici cia renal. suprimetaç insuficiente. 353   Microalbuminúria Coment  rios: É o nome dado à detecç nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente reversível.Magn ’¤— io Coment  rios: Sangue:  m dos principais c tions. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. hiperaldosteronismo. Evitar excesso de ingest líquidos. hipoparatireoidismo.Frasco pl stico. PARDINI 87 .

no uso de tiazídicos. Osmolaridade diminuída ocorre na hipervolemia.5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0. hipovolemia.sicos.Urina 24 horas C. Conservaç o de envio: Urina recente: at 4 horas após a coleta. Laboratórios: Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante. cimetidina. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Urina: usada na avaliaç capacidade de concentraç renal. corticóides.5 mL de Soro ou Plasma (Heparina). M todo: Crioscopia Valor de Refer ncia: Adultos e Crianças: Soro 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Rec m Nascido: Soro at mosmoL/Kg/H2O Urina 75 a 300 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Condi o: 0. etanol e metanol. ñ ‡ ˆ ˆ€‰ ò óuô † ô †  ‰ † ‡ ˆu‰÷—u‰ † ” ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰f  ‡ ˆu‰R–u‰ †  88 Instituto de Patologia Clínica H. ˆ €d u— ” † –  mu ñ m† ˆu‰â—ud ™ ˜ ˜ ò ˆu‰ ¡ ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ — u ‰ ˆu‰á ‡ óuô † ˆ ˆ™ ™ †iÿfšš ™ †ô  pH urin e rio Coment  rios: A determinaç o do pH urin ri til no manejo de litíases.5 Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . Veja tam m Teste de restriç ídrica. na terapia de alcalinizaç rin ria e nos dist rbios hidroeletrolíticos. hiponatremia e SIADH. Aumento ocorre na alcalose respiratória. cido. dist rbios hidroeletrolíticos.Osmolaridade Coment  rios: Soro: a osmolarid roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç . Diminuiç pH ncontrado nas litíases ricas. desidrataç . SIADH. M todo: Mediç direta em potenciômetro Valor de Refer ncia: 5 a 6. Tem uso clínico na avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico. avaliaç ADH e no coma hiperosmolar. e na acidose metabóli ca. xânticas e cistínicas. diabetes insipidus e amiloidose. Encontra-se elevada na hipernatremia. hiperglicemia. uremia. hepatopatias.O. infecç r bact rias ure ticas (proteus). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.M. acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç . PARDINI .

aldosteronismo.Urina recente C.0 mL de Soro.M.3 a 3.  ñ † ˆu‰   óuô †ô  ò ˆ€‰(” d † ˆu‰«—u‰ ˆ ˆ † ˆ€‰  URINA Coment rios: Principais causas da diminuiç : doenças de Addison.8 mmoL/L Controle Inadequado > 3. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta concentraç est em torno de 4 mEq/L. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 3. M todo: Colorim trico (Reduç do NBT) Valor de Refer ncia: 1.0 mL de Soro. ñ ud m † óuô †ò ˆ€‰ › › › ‰ u— « d’ ‡ uˆ « ˆ€‰ ” u ‘ € — u ‰ ‡ ˆ€‰ù”€‘ ˆu‰ ˆ u ‰ å — € ” œ œ œ †ô Instituto de Patologia Clínica H.8 mmoL/L Di ticos: Controle Satisfatório < 3. Reflete o controle dos níveis glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas.3 mmoL/L Controle Moderado 3. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia Urina 24h: 23 a 123 mEq/24h Condiç o: *Urina 24h . s til nos pacientes com hemoglobinopatias para monitorizaç do tratamento.6 mEq/L Condi o: 1. PARDINI 89 . .8 mmoL/L Condi o: 1. . Esta diferenç importante na manutenç o do potencial el trico da membrana celular e na excitaç tecido neuromuscular.9 a 2. N ve ser utilizado para diagnóstico de diabete melito. Instruç es de Coleta: veja Urina 24 . Aumento: síndrome de Cushing.JO 8h. Níveis baixos s contrados na desnutriç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar.O. na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base. 353 ñ ˆ€‰ ˆ ‘u ô ò †ô “ ¡ u– u ’ Proteína Glicosilada Coment  rios: É o resultado da ligaç licose com a albumina ou outras proteínas. Na urina ou soro sua aplica ç est relacionada aos níveis de aldosterona.Pote¦—¤— io SANGUE Coment rios: É o principal c tion intracelular. doença tubular renal.7 a 5. doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

insufici cia cardíaca. hanseníase. hiperteroidismo.3 g/dL Valor de Refer ncia .. infecç s. SINOVIAL M todo: Biureto Valor de Refer ncia .Proteínas Totais Coment  rios: Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. insufici cia cardíaca). cirrose. síndrome nefrótica). ASCÍTICO / LÍQ. † €ˆ ‰ –€‡ ˆu‰ì– “u‘ “u‘ ˆ ˆu‰ Líquido pleural: valores abaixo de 2.1 g/dl sugere hipertens o porta. pancreatite). colagenoses.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. insufici ncia cardíaca.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose.Líq. PLEURAL / LÍQ. ascite quilosa. ñ †ô    ò óuô †H• ô ž ž ž Continua.0 g/dL Condi o: 1. imobilizaç rolongada. pancreatite. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias. digitais. Valores baixos na gravidez.Sangue: 6. A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. furosemida e contraceptivos orais. enteropatias perdedoras de proteínas. Pleural . desnutriç o. macroglobulinemia Waldenströn. queimaduras. Sinovial: 2. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. uso de corticóides. SANGUE / LÍQ. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. doenças granulomatosas. Sinovial. e no uso de carvedil ol e laxativos. A raz o líquido pleural/soro acima de 0. neoplasias. Hemólise pode causar aumentos es rios. doenças crônicas. mieloma. uremia e Síndrome de Cushing.4 a 8. síndrome nefrótica.Líq. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose.0 mL de Soro. Ascítico . meningites. “ˆ ˆu‰ ˆ  ˆ Líquido ascítico: valores abaixo de 2. Líq. Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea.5 indica exudato Líquido sinovial: elevaç ˆ€‰(—€”(– ˆ€‰ ˆ€‰ ˆ ˆ † ™” roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares.5 a 3. embolia e quilotórax). hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. Aumentos s o encontrados na desidrataç . neoplasias. colagenoses. 90 Instituto de Patologia Clínica H.000 hem cias).. PARDINI .8 mL de Líquor. doença hep tica. ñ  ™” ò ò óuô LIQUOR M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Lombar 15 a 45 mg/dL Cisternal 10 a 25 mg/dL Ventricular 5 a 15 mg/dL Condi o: 0.Líq. leishmaniose.

Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de proteínas.0 mL de Soro. infecç s agudas. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.5 g/dL Globulina 1. Sintetizada pelas c lulas do par nquim tico. mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos. M todo: Biureto e Verde Bromocresol Valor de Refer ncia: Albumina 3. Fosfolípides. mieloma. ñ óuô ò †ô –€u’ Proteínas Totais e Fracionadas Coment  rios: Albumina proteína mais abundante no plasma.Urina 24h: 20 a 150 mg/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C.. Níveis elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico. A lecitin o principal componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total.4 a 3. glomerulopatias. Normalmente espera-se uma raz lbumina/globulina maior ou igual a 1. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para indicar resultados de maturidade pulmonar. ñ m† † ò• € ˆ ( ‰     óuô ˆ€‰(• †ô ˆu‰ ˆ Rel ¢ £¦¥ o LE  “ dum † d† ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Líq. Laboratório s: Enviar em frasco âmbar.O.Continua.. . caquexia. tem meia vida de 15 a 19 dias. Veja tam m C lulas Orangiófilas.DOSAGEM M todo: Vermelho de Pirogalol Valor de Refer ncia . Sua funç o prim r i manter a press coloidosmótica do plasma.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. doenças granulomatosas. Teste de clements. enquanto a concentraç da esfingomielina permanece est vel.PROTE NAS TOTAIS Ÿ URINA .2 g/dL Totais 6. M todo: Cromatografia em camada fina Valor de Refer ncia: Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar) Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo) Condi o: 5. Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%.3 g/dL Condi o: 1.4 a 8. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .5 a 5. queimaduras e doenças inflamatórias intestinais. Amniótico. colagenoses. Resultados baixos ocorrem na cirrose. identificar. sarcoidose. Fosfatid il Glicerol.M. PARDINI 91 . ˆu‰âd †d ò ˆˆ  d† m† ˆu‰ † ™” “ d ¡ ”u–u ñ        ¡ ¡ ¡ óuô †ô Rel ¢ £¦¥ o Lecitina/Esfingomielina £ Coment  rios: Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal.

PARDINI . ñ ˆu‰ † ˆu‰ óuô ò †ô ¡ u– u ’ 92 Instituto de Patologia Clínica H.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. pois quanto maior a manipulaç o.0 mL de Soro. secreç inadequada de ADH e doença de Addison. Valores aumentados: alcalose metabólica e acidose respiratória. Diminuiç : síndrome nefrótica. Os sais de sódio s s principais determinantes da osmolalidade celular. dieta rica em sal. afetando diretamente o resultado.O. dieta pobre em sódio e síndrome de Cushing. tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico.M. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 20 a 33 mmoL/L Condi o: 0. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 27 a 287 mEq/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. O test til na avaliaç s dist rbios hidro -eletrolíticos.8 mL de Soro. Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C.sico. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 135 a 145 mEq/L Condi o: 1. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. . necrose tubular.Reserva Alcalina Coment  rios: Este test til na avaliaç equilíbri cido . Laboratórios: Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . ñ óuô  ò ”†‡ €ˆ ý ‰ u— ‰ ‰ý m€ ˆu‰ †©¨  “u‘ ˆ€‰ ô   ˆ Sódio SANGUE Coment rios: É o principal c tion extra celular. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante. maior a alteraç do pH da amostra. ñ ”†‡ óuô † ¤8õuóuô  ò ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰ù‰ † URINA Coment rios: Principais causas de aumento: uso de diur ticos. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível. repetidas vezes. Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória. em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro.

inferiores a 250U/L. TGO (AST) tam m encontrada no m sculo esquel tico.0 mL de Soro. infarto agudo do mioc rdio. colescistite. cirrose. PARDINI 93 . “ ˆu‰ ‰€’u“ “ ñ  ˆu‰ ™” óuô ˆ ô † Transaminase Oxala s¤’ tica ¦ Coment  rios: Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O. doenças m sculoesquel ticas. Na hepatite alcoólica os valores de TGO s .M. hipotireoidismo. uˆ ‰ ˆu‰í” ‡ † † –u‡ ‘uˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. pulm es. infarto agudo do mioc rdio. menores e mais densas que t m efeito ater nico. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO. superiores às elevaç s da TGP. sendo que todas essas se associam com aumento do risco cardiovascular. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. entretanto. Doença de Wilson e na defici cia de alfa-1-tripsina. hepatites virais. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 12 a 46 U/L (37o) Criança 10 a 70 U/L (37o) Condi o: 1. Valores elevados ocorrem na ingest lcoólica. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses alcoólicas. e partículas HDL3. maiores e menos densas que t m maior efeito protetor.0 mL de Soro. em geral.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). colestase.Subfracionamento das Fraç ¥ es do Colesterol Coment  rios: Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco. hipotireoidismo. hemocromatose. S identificadas 3 subfraç s de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria).JO 12h ou C. insufici cia cardíaca. HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2. A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular. rins. cirrose. doenças m sculoesquel ticas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ‡ ˆ u ‰ å d † † “ u ‘ ™ –u ‡ ˆu‰ † ñ ‘ † ò¨ § § óuô ¨ †ô ˆu‰ ‘uˆu‰Ýd ‡ “u‘   ñ ‘† ò¨ § § óuô ¨ †ô “u‘ TGO ‘uˆ ‡ † m†  “u‘ ™” Transaminase Pirúvica ¦ Coment  rios: TGP A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. anemias hemolíticas. enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular. . M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 03 a 50 U/L (37o) Criança 10 a 60 U/L (37o) Condi o: 1. sendo. hepatites virais. A TGP mais sensível que a TGO na detecç de inj ria do hepatócito. defici cia de piridoxina. M todo: Eletroforese em Gel de Poliacrilamida Condi o: 1. hepatites lcoólicas. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Valores elevados s ncontrados no etilismo. pâncreas. c rebro. nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO. colestase. baço e leucócitos. insufici cia cardíaca. anemias hemolíticas. hemocromatoses.

Soro: Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL < 10 anos > 100 ≤ 100 10 a 19 anos > 130 ≤130 Adultos < 150 150 a 199 ≥ 200 Valor de Refer ncia . Pleural. 353 óuô † ˆu‰R– du‘ ¡ ˆ  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ 94 Instituto de Patologia Clínica H. contraceptivos orais.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto).JO 12h. PARDINI . .*Urina de 24h. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1.0 mL de Soro. . M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . hidrataç funç o renal. Os níveis baixos est relacionados a mal absorç . induzido por drogas (estr ios. Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina e informar volume total.Urina 24h. Líq.Urina 12h: 5 a 17.Urina 24h: 10 a 35 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . óuô ò ò ò URINA Valor de Refer ncia . Produto do metabolismo hep tico das proteínas. diabetes e gravidez. Ascítico/Líq. † ˆ  ñ †ò ò  † ˆ u ‰ á ” ‰€’u“u‘ ˆ€‰ ††  uˆ Ó ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ € ‰ « u— î ” —u‰  uˆ ‰ ˆu‰R” ¡ A©fª †© « « óuô ¬ ¬ ˆ ô † Ur’ ia Coment  rios: É a principal fonte de excreç o nitr io. Adultos: questionar volume inferior a 500 mL. ñ † ô †  ˆu‰á— † €‰d u’ u“† ‘ — ˆu‰  ˆ u ‰ ˆu‰R” ˆ  † SANGUE Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL Condi o: 1.*Urina 12h .Líq. S transportados no sangue por VLDL e LDL. Ascítico . -N recisa conservante. Refrigerar. Interferente: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. Níveis elevados s ncontrados na Síndrome nefrótica.5 g/12h Valor de Refer ncia .Trigli s¦’ rides Coment  rios: Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos. M todo: Colorim trico Enzim tico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. excretada nos rins. mal nutriç ipertireoidismo. prednisona. .Líq. Os triglic rides em conjunto com Colesterol s teis na avaliaç risco cardíaco. etc) no hipotireoidismo. na ingest elevada lcool. Desta forma a ur i iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e excretória renal. Sua concentraç pode variar com a dieta. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 41 a 65 mL/minuto Obs.Ur’ ia. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . filtraç . PARDINI 95 . hor rio inicial e final da coleta. clearence Coment  rios: Este teste. .Adultos. uco til na mediç da taxa de filtraç lomerular. sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Condi o: 1. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Refrigerar.: O resultado corrigido para a superfície corpórea. devido as variaç s de dieta. peso e altura do cliente.JO 4h. -N recisa conservante. ñ ˆ€ˆ‰ óuô †ò †  ˆu‰R™’ ” ˆ€‰ ˆ † ˆ€‰  ˆ † –u‰ † ‡ ˆu‰R– ‰ ÿ €– u ’ ô †  • ¡  Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. reabsorç renal e síntese hep tica.0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h. .

PARDINI .96 Instituto de Patologia Clínica H.

sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina. fenitoína.M.0 mL de Soro.JO 8h. apresentando grandes variaç s individuais. dia e hora da ltima dose. Sua dosagem til para monitorizaç dos níveis ter uticos e toxicidade. M todo: FPIA . Informaç e s neces rias: Medicamentos em uso.O. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico. com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. dosagem. cido Valpróico   † † † ‡ uˆ ‰  ñ ò “u‘ u– “  óuô u“ ‘ vv  ˆ ô † ™” † ‰Û‘uˆ ’ud † ¡ ”€–u ˆu‰ “€‘ m † ˆu‰  ‡ du–u“ ‰†  ™ dR—udR‡ Bromazepam Coment  rios: O bromazepam (Lexotan®. Alguns pacientes necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ñ   † óuô ò  ˆu‰  ˆu‰ †iÿ @ ô — v u“ ‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Cerca de 90% da droga se liga à albumina. Valores acima de 200 µg/ml s considerados tóxicos. PARDINI 97 . ansiolítico e miorelaxante.M.10o C. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais.JO 8h. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.08 a 0. O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. Seu metabolism hep tico (95%). . Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento. dia e hor ltima dose.` Comen rios: O cido valpróico (Depakene ® Epilenil®) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. . A principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . Somalium®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. sendo sua depuraç influenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis.HPLC Nível terap utico: 0. O metabolismo da dro tico. estando 70% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç .O. Conservaç o de envio: At 14 dias entre 2o e 8o C.2 µg/mL Condi o: 2.5 mL de Soro. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.Fluoresc cia Polarizada Nível Terap utico: 50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico) Condi o: 0. dependente da idade. dosagem.

O pico plasm tico ocorre em 6 horas. ˆ€‰Á—u‰ † ˆ  † ˆ€‰ † d†d ˆ€‰  ‘† ˆ€‰ ñ  óuô ò  ô †©¨ vv  “  ‰R‰(‡ 98 Instituto de Patologia Clínica H.O. derivado de um fungo. Cerca de 3 a 7 dias s ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio. . eritromicina. propoxifeno. verapamil. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico. Essa auto -induç respons vel pela diminuiç meia vida da droga após 6 semanas de tratamento.Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Informaç es nece rias: Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. cimetidina. cetoconazol. estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Drogas que a umentam nível da ciclosporina: corticóides.0 mL de Sangue Total (EDTA). Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 µg/ml. M todo: FPIA . cido valpróico. É um polipeptídeo cíclico. Laboratórios: N o pode ser colhido em tubo com gel separador. Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina.M. PARDINI . Sua complicaç mais s ri toxicidade renal. M todo: Imunoensaio Valor de Refer ncia: 150 a 400 ng/mL Condi o: 5. carbamazepina. anti-concepcionais. fluoxetina. podendo levar à induç s enzimas ticas e conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. isoniazida. metoclopramida. danazol. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina.Polarizaç Fluoresc cia Nível terap utico: 4 a 10 µg/mL Condi o: 0. cimetidina. amiodarona. trimetoprim.  † uˆ ‰ “u‘ ‘   óuô ò † †‡ –u ˆ ˆu‰Á—€d “u‘ ˆu‰ † ˆu‰«—u‰ † ñ –€“  ¡ ”u–u ˆu‰ý—ud ˆu‰ † d t‘ uˆ ‰ †ù  ˆu‰R—u” u“ ‘ ˆ ô † •  vv  dR—udR‡ Ciclosporina Coment  rios: A ciclosporina (Sandimmun®) tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados. fenitoína. Apresenta meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico. . dia e hor ltima dose. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. nicarpidina. Drogas como fenitoína. rifampicina.O. furosemida. testosterona. eritromicina. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Atinge pico de concentraç entre 2 e 6 horas após dose oral. ranitidina. e cai 2 a 14 dias após sua reduç .5 mL de Soro. diltiazem.Carbamazepina Coment  rios: A carbamazepina (Tegretol®) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diab ticas.M.JO 8h. dosagem. o Tolycapocladium inflatum. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. isoniazida. bem como dela própria. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. A monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. sulfametoxazol. anfotericina B. primidona. que se inicia quando níveis da droga est o acima de 400 ng/ml. A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da ciclosporina plasm tica. com meia vida de 8 a 24h. Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital. etanol. sendo o tempo necess rio para atingir níveis est veis entre 2 e 6 dias. warfarin.

Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .O. PARDINI 99 . Essa dr o tem efeito indutor enzim tico.M. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. sendo seu metabolism tico.O. dosagem. ñ m† dݑu‘uˆuˆ ‰ † –u“ ‰u’udÙ ò †  †  ˆ ‰ ¡ ”u–u  ˆu‰ óuô †iÿ @ ô — vv  u“ ‘ dR—udR‡ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H.M. Sua meia vi de 10 a 30h. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Urbanil®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o. Tam m utilizado como anticonvulsivante. ñ † óuô ò † †  ”( —ud † †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ Clonazepam Coment  rios: O clonazepam (Rivotril®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento. fenitoína. . Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias. dia e hora da ltima dose. dia e hor ltima dose. dosagem.10o C. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas.HPLC Nível terap utico: 200 a 1200 ng/mL Condi o: 2. quanto tempo usa a medicaç . quanto tempo usa a medicaç . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. fenobarbital cido valpróico. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . com meia vida de 20 a 40h.10o C.JO 8h. ansiolítico e miorelaxante.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Valores acima de 80 ng/ml s considerados tóxicos.Clobazam Coment  rios: O clobazam (Frisium®.JO 8h. ansiolítico e miorelaxante. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Efic cia tera tic bem correlacionada com os níveis s ricos. Pode elevar o nível s rico da carbamazepina.HPLC Nível terap utico: 15 a 60 ng/mL Condi o: 2. .

hora d ltima dose. Absorç roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital. Seu metabolism tico. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). n o tendo efeito indutor enzim tico. dosagem. O tabagismo.10o C. PARDINI . a meia vida no sistema nervoso central mais curta. o que acarreta em níveis s ricos mais baixos.10o C. clorafenicol. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral. fenitoína. Níveis elevados podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina. quanto tempo usa a medicaç peso. carbamazepina. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico. cimetidina.5 mL de Soro. doxiciclina. Gravidez. cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína. sendo que o estado de equilíbri alcançado em 1 a 5 semanas. corticóides. Veja tamb m: N-Desmetildiazepam p g. cido fólico. Diazepam ®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. O metabolism hep tico. Entretanto.JO 8h. nitrofurantoína. ñ óuô  ‰  † ¡ ”u–u ˆ  ò ­ª vv m†  †   † †iÿ @ ô — ñ u“ ‘  dÁ‡ ˆu‰R” Difenilhidantoína ® Coment  rios: Fenitoína A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin®. metronidazol. warfarin.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Cerca de 95% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. miconazol. fenobarbital e rifampicina diminuem a meia vida do diazepam.JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .O. oxacilina. com meia vida plasm tica de 20 a 50 horas. Crianças e alguns adultos podem ter metabolism tico mais r pido. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. Valium ®. cimetidina e isoniazida aumentam os níveis plasm ticos do diazepam. imipramina. etilismo e algumas drogas (carbamazepina. ‡ ñ  ˆu‰Á—u‰ ‰ † “ “u‘ ˆu‰«—ud«—  ‰ ¡ ”u–€ †  ˆu‰  uˆ ‰ ò u“ ‘ † † ‰ †  † dà‘uˆ€‰  †   óuô †iÿ @ ô — vv  ‡ 100 Instituto de Patologia Clínica H. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.000 ng/mL Condi o: 2.HPLC Nível terap utico: 100 a 1. . dia e hora da ltima dose. ansiolítico e miorelaxante. 103 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . fenilbutazona. . dieta por sonda ent rica. etanol.Diazepam Coment  rios: O diazepam (Diempax®. Informaç es ne rias: Medicamentos em uso. Anticoncepcionais orais. Níveis acima de 25 µg/ml s considerados tóxicos. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. lamo trigina. primidona. ibuprofen. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . dosagem.M. doenças virais.M. nifedipina.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. Hidantal®) tilizada como anticonvulsivante. amiodarona.O. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dia. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e toxicidade. isoniazida e trimetoprim. warfarin e ciclosporina.

‡ ‡  ˆu‰ ñ ˆu‰î—ud “u‘ ¯ ¯ ¯ ò u– “  “u‘ ‘uˆu‰R—u” ˆ “  —€‰ ‰ † ¡ d  ¡ ”u–€ “ € ‘ d † †  ˆu‰ö—€‰ “ ‡ ° óuô ° “ ° ° •(‘€ˆu‰ Fenobarbital Coment  rios: †Rþ ô vv  dR—udR‡ O fenobarbital (Edhanol®. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após absorç . Salicilatos. determinando níveis falsamente elevados.Digoxina Coment  rios: É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de dist rbios do ritmo cardíaco.5 ng/m significam necessariamente níveis tóxicos. Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina. fenitoína. dosagem. diltiazem. anti cidos. Quinidina. piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital. Estado de equilíbri lcançado em 5 dias. Algumas drogas diminuem a absorç digoxina: metoclopramida. verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. Condi o: 0. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. dia e hora da ltima dose.2 nmol/L) Crianças acima 3.8 a 2. ˆu‰ ˆ€‰Ü—€‰  “ ò d€–u“ †  ñ   ˆ † dý‘€ˆ ˆu‰ýdu‰    ‡  ™ ‰ † ¡ ”u–u †‡ … óuô “ †iÿ @ ô — vv  Instituto de Patologia Clínica H. cimetidina. nas hepatopatias. Em períodos mais curtos. A principal causa de níveis baixos o ades tratamento. itraconazol.JD 4h. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. insufici ci tica. cimetidina. colestiramina. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 60h. ciclosporina. Interaç es medicamentosas com antipsicóticos. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 ng/mL Obs. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento. Gardenal®) tilizado como anticonvulsivante. hipomagnesemia. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Nível Tera tico de 0. teofilina. Interferentes: cido valpróico. laxativos e fenitoína. alcalose. clorafenicol. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico. cido valpróico.8 nmol/L) Níveis de Pânico acima de 3. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. sendo um indutor enzim tico potente.5 mL de Soro.0 ng/mL (3. espironolactona. . carbamazepina e oxcarbazepina.0 ng/mL Níveis Tóxicos: Adultos acima 2. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan hipocalemia.HPLC Nível terap utico: 15 a 40 µg/mL Condi o: 0. valores superiores a 2. dia e hor ltima dose. dosagem. hipercalcemia. acetazolamida. Níveis elevados podem decorrer do uso concomitante de cido valpróico. gravidez e em crianças. anticoncepcional oral. Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal. sendo til para se prevenir toxicidade. se funç renal normal. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. warfarin. PARDINI 101 .5 ng/mL (3. hipóxia. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. Possui metabolism tico. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina. vitamina D.5 mL de Soro. eritromicina.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç medicamento. Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos. na insufici ncia renal.M. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. sendo que 50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. fenitoína furosemida. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina.O. JO 8h. e infarto agudo do mioc rdio.

Pode considerar de forma orientativa. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . JO 8h. Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína. Anti cidos podem diminuir sua absorç . fenobarbital). Quadro de hipersensibilidade cutânea pode ocorrer independente do nível s rico. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap ticos e toxicidade. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . dia. PARDINI . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Cerca de 90% da dr excretada inalterada na urina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 a 4. Progresse®) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam. dia.0 a 400. dosagem.0 mg. hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Drogas que induzem sistema microssomal podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina.HPLC Nível terap utico: 2 a 4 µg/mL Condi o: 1. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos.10o C. Prozac®) um antidepressiv tricíclico tam m utilizado no tratamento da tens r -menstrual.0 mL de Soro. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.HPLC Valor de Refer ncia: 100 a 800 ng/mL Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . estando 95% ligada às proteínas plasm ticas. JO 8h. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade.M. estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua absorç influenciada pela alimentaç .10o C. dosagem. Neurium ®) m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas.O.0 mL de Soro.O. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . ñ ˆu‰î– † † †‡ óuô ò ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰ —€‰ m †  ˆu‰ “ †iÿ @ ô — vv  “ dÁ‡ ˆu‰ Gabapentina Coment  rios: A gabapentina (Neurotin ®.0 mg/L a tr s horas após a administraç de 300. Estado de equilíbrio ocorre em 10 a 15 dias.10o C. † ñ óuô ò † †  †ˆ ‡ ˆ …  †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ 102 Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 1. níveis de 3. dia e hora da ltima dose. JO 8h. Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. dosagem.Fluoxetina Coment  rios: A fluoxetina (Daforin®. cido va lpróico inibe o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados. Possui meia vida de 2 a 3 dias. apresentando meia vida de 5 a 7 horas. Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o.M. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.HPLC Nível terap utico: N o estabelecido. ñ ˆu‰ ˆ ò ˆ€‰ óuô †iÿ @ ô — –u“ ˆu‰ †   ˆu ‰â‘uˆu‰ † €‰ u’ d † vv  “ “ ‡ Lamotrigina Coment  rios: A Lamotrigina (Lamictal®.0 mL de Soro.M.O. com meia vida de 23 a 72 horas (menor em crianças).

dosagem. haloperidol. benzodiazepínico usado como hipnótico.O.HPLC Nível terap utico: 120 a 1. M todo: Eletrodo Seletivo Nível Terap utico: 0. Estado de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas. Esse metabólito tem meia vida mais longa (50 a 100 horas) que o diazepam. hiponatremia.000 ng/mL Condi o: 2. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e toxicidade. Veja tam m Diazepam. Sua determinaç o til para identificaç iazepam como causa de sedaç o prolongada. Pode causar diminuiç T4 e elevaç TSH transitória. ñ óuô ò m† ˆ †‰ ˆ †‡ ˆu‰Û—u‰Û— †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “€‘ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Estabilidade 2 dias.Lítio  Coment rios: Os sais de lítio (Carbolitium®. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .O.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Valium®. Diazepam®). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. teofilina e cafeína. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Níveis acima de 1. Níveis aumentam na insufici cia renal. PARDINI 103 . desidrataç o. Carbolim®) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e outros dist rbios psiqui tricos. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta). de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.M. dia e hora da ltima dose. ˆu‰ ‡  ñ óuô ˆu‰R—u‰ ò ô † ˆ †‡ ™ ” ‡ ˆu‰R—ud ˆu‰ ˆ ‡ ˆ “u‘  ˆ du–€“ ˆ ˆu‰ ‘ € ˆu‰î—u” vv  “€‘ N-Desmetildiazepam Coment  rios: O n-desmetildiazepam principal metabólito do diazepam (Diempax ®. inibidores da ECA. JO 8h. Depuraç droga aumenta na gravidez. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose.6 a 1.5 mEq/l s o considerados tóxicos.M. clorpromazina e anti-inflamatórios esteróides. com meia vida de 18 a 24 horas . dia. ansiolítico e miorelaxante. uso de diur ticos. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .0 mL de Soro. e no uso de acetazolamida.2 mEq/L Condi o: 1. reposiç o de sódio. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C. JO 12h.

M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . ñ ˆ€‰ —u‰ “ óuô ò ˆ † †‡ †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “ ˆu‰ Oxazepam Coment  rios: O oxazepam metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s sados como hipnóticos.O.HPLC Nível terap utico: 200 a 1. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas. quanto tempo usa a medicaç . Uso de anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o. Conservaç o de e nvio: At ias entre 0o a . PARDINI . ñ  †‡ † ˆu‰ ˆ  ˆu‰± m  ⠗ † –€“  “€‘ óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ ˆu‰ 104 Instituto de Patologia Clínica H.10o C. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Picos plasm ticos ocorrem em 2 a 4 horas após absorç . Sonebon®) m benzodiazepínico usado no tratamento da insônia. JO 8h.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).M. estando 95% da droga ligada às proteínas plasm ticas. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç .O. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. dosagem. dia. dia e hora da ltima dose. Possui meia vida de 4 a 12 horas.Nitrazepam Coment  rios: O Nitrazepam (Nitrapan®. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e to xicidade.400 ng/mL Condi o: 2. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C.HPLC Nível terap utico: 200 a 1000 ng/mL Condi o: 2.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). JO 8h. ansiolíticos e anticonvulsivantes. dosagem.M. de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares. Nitrazepol®.

cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s. dia e hora da ltima dose.5. estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas..10o C. dia e hor ltima dose. Apresenta eliminaç rincipalmente renal.M. JO 8h.O. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. fenobarbital. fenitoína e diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina.HPLC Nível terap utico: 5. dosagem. . Após absorç .JO 8h. Interferentes: Isoniazidas. seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6 horas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Pacientes com insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de primidona. Seu metabolismo p tico. A raz fenobarbital/primidona ótim 2 . ñ “ uˆ ‰ †† ¡  ”  ˆu‰  d † —u”  ˆu‰  u–  m† óuô ò u “ ‘ … vv  †iÿ @ ô — ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam meia vida mais curta. estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Interferentes: Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante.Oxcarbazepina Coment  rios: A Oxcarbazepina (Auran®. antes da administraç o de oxcarbazepina. ñ ˆu‰«– †‡ ˆu‰R—u‰ –u“ †   ™”  óuô ò vv  †iÿ @ ô — ‘€ˆ † “ d(—€d(‡ ˆ Primidona Coment  rios: A primidona (Primidon®) m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e parciais. A primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos.O. um derivado da carbamazepina.M. PARDINI 105 . fenitoína.HPLC Nível terap utico: 15 a 35 µg/mL Condi o: 1.0 mL de Soro.M. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. m anticonvulsivante. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Concentraç s est veis ocorrem após 2 a 3 dias de uso. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 µg/mL Condi o: 0. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. A carbamazepina. que tam m deve ser monitorado durante o uso da primidona. A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital. Apresenta meia vida de 4 a 12h.10o C. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital. os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C.0 a 15. sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de 9h.O. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . podendo ser mais elevada se o paciente estiver usando outros anticonvulsivantes. cido Valpróico e Fenitoinas. Trileptal®).5 mL de Soro. Apresenta meia vida de 2h.

ou antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta). 20 a 90 horas. Suas dosagens s teis para monitorizaç s níveis ter uticos e toxicidade. ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas). Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40 horas. carbamazepina e fenitoína. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. vacina anti-gripal. propranolol. M todo: FPIA . imipramina (Tofranil®) e nortriptilina (Pamelor ®) s rogas amplamente usadas como antidepressivos. Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6 horas após preparaç liberaç lenta). possui meia vida de 20 a 60 horas. clomipramina (Anafranil®). dia e hora da ltima dose.3 mL de Soro. cimetidina e anticoncepcional oral. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas. 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. ˆu‰ — ˆˆ €‰Á—uˆu‰‰á  † d€–u“ ‡ ™” ñ ² ² ² óuô ò ˆu‰R—u” ³ ³ ³ vv  “u‘  ‡ –u“ ² ² ² ˆu‰ † †  “ˆu ‰î‡ ‘uˆ€‰ ³ ³ ³ u“ ‘ ˆ ô †ÿ dR—udR‡ 106 Instituto de Patologia Clínica H. A concentraç teofilina pode ser diminuída por: tabagismo.O.O. A nortriptilina.10o C.Polarizaç Fluoresc cia Níveis Terap uticos: Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina 100 a 270 ng/mL Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL Imipramina 75 a 250 ng/mL Clormipramina 50 a 150 ng/mL Nortriptilina pura 50 a 150 ng/mL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At 4 horas entre 2o e 8o C. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. A desipramina m metabólito da imipramina cuja meia vida maior. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a efetividade do tratamento.M. eritromicina. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. A meia vida d a teofili vari vel: 6 a 10 horas em adultos normais. ciprofloxacin. Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após absorç . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . uma vez que apresentam janela terap tica estreita. Fumo e Cimetidina. Cannabis sativa. dia e hor ltima dose. 29 horas na cirros tica. 2 a 9 horas em crianças.M. principal metabólito da amitriptilina. rifampicina. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína. PARDINI . sendo a aminofilina (sal etilenediamina da teofilina) a preparaç o mais utilizada.Teofilina Coment  rios: A teofili m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e asma. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Fenobarbital.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. Limbitrol®). ‘ud †  ñ ˆu‰»—ud ˆ€‰ ˆ ˆu‰÷—u” ™ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ì—ud †  “ † “u‘ ‘€d †  ¡ ”u–u ” uˆ ‰™ ”   óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ Tricíclicos. Cimetidina. dosagem. Interferentes: Eritromicina. Informaç es nece rias: Informar: medicamentos em uso. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco. fenobarbital. Níveis elevados podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona. Obs. neurol pticos. JO 8h. anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. alopurinol. Anti-Depressivos Coment  rios: A amitriptilina (Tryptanol®. A coleta ideal deve ser realizada antes da administraç da próxima dose do medicamento. JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . amiodarona. Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após início ou alteraç terapia. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.5 mL de Soro.

Níveis ter ticos o s m correlacionados com níveis s ricos. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . .10o C.JO 8h. dia e hora da ltima dose. † ñ óuô ò † ™   Á ‰ du–u“ u‘ ˆ uˆ ‰ um ” †iÿ @ ô — vv  “u‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. A vigabatrina reduz em cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína.HPLC Nível terap utico: 12 a 22 mg/L Condi o: 1.M. Apresenta meia vida de 5 a 8 horas. sendo excretada principalmente pela urina. dosagem.O. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. PARDINI 107 . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 mL de Soro.Vigabatrina Coment  rios: A vigabatrina (Sabril®) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

PARDINI .108 Instituto de Patologia Clínica H.

Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 o a . At meses entre . “u‘ ‰à ñ † ˆ€‰î—ud  ëu“u‘  ˆu‰ óuô ò “u‘ ‡ R– †Rþ ô Continua. Instituto de Patologia Clínica H. na maioria dos alcoólatras crônicos. . nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado.5 nmoL/L Condi o: 0.JD 4h. . PARDINI 109 .2 mL de Soro. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 3 a 17 ng/mL Condi o: 0.2 nmoL/L Miast icos 0 a 1500 nmoL/L Outras doenças auto -imunes 0 a 0.. das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo. A defici cia d cido fóli co quase sempre conse cia de ingest insuficiente e est resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. componentes dos cidos nucleicos..JD 4h. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais 0 a 0.9 mL de Soro.Acetilcolina. anticorpo anti-receptor Coment  rios: O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias que cursam com fraqueza muscular. ñ  ´ ´ ´ óuô “u‘ ò µ µ µ cido Fólico Coment  rios: ` ô †R þ †©š  O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.25o C.

na maioria dos alcoólatras crônicos. indica ou uma defici cia verdadeira de cido fólico. ... A coleta e transporte t m que ser em tubo de pl stico.Continu õuóuô o. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 175 a 700 ng/mL Condi o: 5. Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais e insufici cia adrenal sec ria.JD 4h. A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato.Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas. A centrífuga deve ser refrigerada. componentes dos cidos nucleicos. ou uma defici cia de vitamina B12.5 o a . Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria). PARDINI . Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Doença de Addison. Laboratórios: O material deve ser congelado imediatamente. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. em situaç s de stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH. Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo.7 mL de Plasma (EDTA). † —u‰ ñ óuô ò “u‘ v “u‘ ˆ €‘u—u    ™” “ †©š ô  110 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 12 a 70 pg/mL Condi o: 0. A defici ci cido fólico ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. Conservaç o para envio: At meses entre . CIDO FÓLICO r HEM¶ CIAS Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. . ˆ€‰î—ud   “u‘ dӗu‰å ˆu‰«”«” «– † ë   ”€ëu“u‘ dådå— † ‡ ˆ —u”ې   “€‘  “ u ‘ ˆ †  † ” † ˆu‰Á—u”Á †  ñ ò “u‘ óuô †©¨ ô u” u‘ €—   †  ACTH Coment  rios: O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal. A determinaç o de níveis baixos cido fóli co nas hem cias. Laboratórios: É recom vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado envie valor do Hematócrito. pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro. Informaç es neces rias: Informar medicamentos em uso. que necess ria para a penetraç o tissular do Folato.25o C.

após congelar por at meses. Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio.0 a 30. PARDINI 111 .0 µg/24h Dieta Hipossódica 10.0 a 130. dieta rica em sódio. defici ncia de síntese. hipossódica ou hiperssódica.O. ñ ‰u‘ud † ™ ” “ ‘u“ “ ò –† –† ™ ” ˆu‰ ‰€m  ˆu‰ † €‘u—u · · · · · · · ˆu‰ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ † óuô URINA M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Dieta Normal 4. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de coleta: Urina 24h veja . ñ †Rþ ô vv  · · · ò ¸ ¸ ¸ óuô vv  … † †©¨ ô –€u’  †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H.0 ng/dL Dieta Normossódica 4. .0 ng/dL Crianças de 1 a 11 meses 6.Informar tipo de dieta: normossódica.0 ng/dL Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30.Dieta C. Reduç s s servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal cong nita.0 a 19. Síndrome de Bartter.0 ng/dL Condi o: 1.0 a 40.Informar medicamentos em uso. JD 4h.Dieta C.5 a 90.0 a 50. dieta pobre em sódio.M.0 ng/dL Deitado (Repouso) 3.Informar tipo de dieta: normossódica. SANGUE M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Após 2h em (Normossódica) 5. hipo ssódica ou hiperssódica. A sua produç regulada pelo sistema renina angiotensina. Informaç es nece rias: .5 a 4. Informaç es nece rias: .0 mL Soro.0 µg/24h Dieta Hiperssódica 0. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. gravidez.0 a 10.Refrigerar. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreni mico. hor rio inicial e final da coleta.0 ng/dL 2 horas em + Furosemida 13. .0 ng/dL Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4.Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M .M.O. .0 a 20.0 µg/24h Condi o: Urina 24h.Aldosterona Coment  rios: A aldoster secretada pela glândula adrenal.

35 a 145.5 mL de Soro.0 ng/mL Homem 3.35 96.20 47. informar tempo de gestaç .01 35.72 a 128.09 a 112. Est  mentado no carcinoma hepatocelular. PARDINI . Níveis muito baixos s adultos ( o gr vidas).1 a 6. Alfa feto proteína elevada no soro materno.13 58. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Semanas de Gest 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23‚5 o † ÿ óuô ng/mL 15.70 a 284. Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5αredutase.38 16. .19 a 163.39 a 232.46 a 98.13 a 45.3 Alfa Androstanediol Glicuronide Coment  rios: O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos andr ios (por exemplo: folículo piloso). carcinoma normais em embri rio.4 a 22.82 19.4 mL de Soro.73 84.JD 4h.42 28.16 24..44 a 85. É um marcador da formaç aç androg nica perif rica. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a Síndrome dos Ov rios Policísticos. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher adulta 0.65 a 257.5 a 5.10 71. teratocarcinoma. M todo: Imunofluorimetria Informaç es nece rias: Se gr vida..53 38.39 †Rþ ô Continua. coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica. 112 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h.31 31. colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida).36 a 58. ñ ‘€ˆ  † vv  d  ˆu‰ ‰ u ‘ €   SANGUE Valor de Refer ncia: at .24 a 185.08 a 205.80 a 313.81 a 74.0 ng/mL Condi o: 0.94 a 50. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.08 22.0 ng/mL Menopausa 0. ñ “ —u”u‰ † ‰ u ’ € “ u ‘ † » » » ‰u–€ “u‘ ˆu‰Ý” ˆu‰ º º º ò óuô †Rþ ô Alfa Fetoproteína Coment  rios: A alfa feto proteína  ma importante proteína do plasma fetal.35 53. .87 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29 30 4 2 (3 5 o ng/mL 42.39 a 67.32 78.1 ng/mL ± Adultos e Crianças ± Gravidez veja tabela abaixo: ò ˆu‰ » Condi o: 0.

81 ng/mL Condi o: 0. Amniótico .Líq.O. Nos pseudo-hipoparatireoidismo..Líq.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar.5 mL Líquor . Sua dosagem isolada ou n o teste de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instru o de coleta . PARDINI 113 . Amniótico: Semanas de Gest 16 17 18 19 20 21 22 ò ò 24(3 5 o Valor de Refer ncia . aver incremento dos níveis de AMPc. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 1. ng/mL 10648 a 17908 9559 a 13310 7865 a 11737 6050 a 9196 4179 a 7623 3388 a 6292 2662 a 5203 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29/30 4 2 (3 5 o ng/mL 2299 a 4719 1936 a 4114 1331 a 3509 1089 a 2783 1089 a 2420 726 a 1936 484 a 1815 óuô †©¨ ô AMP Cíclico Coment  rios: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los.Líq. Pleural: < que 1. †‡ ò ñ ˆ€‰å— † ‘uˆ€‰ ¡  ˆ  “ ˆ  ‡€m óuô u‘ ˆ óuô †©¨ ô %(½8¾ †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H. a despeito de níveis elevados de PTH.0 nmoL/mg creatinina Obs. Pleural.5 a 6. Ascítico .: No sangue o tem valor clínico. Ascítico .Líq.353 Urina veja Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Líq. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH. após congelar por at meses. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.ALFA FETOPROTE NA Ÿ L¼ QUIDOS Valor de Refer ncia . Condi o: Urina 24h ou C..M.Líquor .Líq.Continu õuóuô o. Resultados falso -positivos podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH.

5 mL de Soro.JD 4h.5 mL de Soro.Androstenediona Coment  rios:  m hormônio esteróide andr A androstenedi nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas. ñ †Rþ ô † òò óu† ô ˆu‰R– ò u–  ô †©¨ †¹¨ 114 Instituto de Patologia Clínica H.4 a 3.5 ng/mL Homem 0.0 ng/mL Condi o: 0. † ‘ud † ™ ” † “ SANGUE M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: at 60 anos < 2 µg/mL > 60 anos < 2. ñ ‘€—udR‘uˆu‰ ‡ ¿ ¿ óuô † ò À À URINA – FLUIDOS CORPORAIS M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia . Sua produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing.0 ng/mL Mulher 0.4 a 2. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 g. -N recisa conservante.M.Urina amostra isolada: at 275 µg/L Valor de Refer ncia . Refrigerar. PARDINI . após congelar por at meses. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. . ñ ˆ ‰u‘ud †  ‰u’u“  ˆu‰â”u‘ ‘u’u“€‘ ¿ ¿ ¿ óuô † òÀ À À †Rþ ô Beta 2 Microglobulina Coment  rios:  ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as A Beta-2-Microglobuli c lulas nucleadas. Síndrome dos Ov rios Policísticos. Sua s características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas. Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo.Urina C. .JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Hirsutismo Idiop tico. Sua concentraç contra-se reduzida na Doença de Addison.Fluidos corporais: at 275 µg/L Condi o: Urina 24h . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Hiperplasia Adrenal Co ita.O.Urina 24h: 30 a 330 µg/24 horas Valor de Refer ncia . Ajustar pH 7 com NaOH1m. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Pr -Puberais ambos os sexos 0.6 µg/mL Condi o: 0. Fluidos corporais.2 a 0. 353 Conservaç o par a envio: At dias entre 2o e 8o C.

verificar com o cliente a raz pela qual o exame foi solicitado. . Informaç es nece rias: Este exame.8 mL de Soro. A dosagem d e calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide. Condi o: 0. Veja tam m Teste de infus o C lcio ou Teste de infus Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. o concordantes com a clínica.Big Prolactina Coment  rios: O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) tilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica. Conservaç o para envio: At meses entre . . informar somente se controle de tratamento ou sendo possível. veja question rio p g. † –ud m † ˆu‰Á” † uˆ î ‰—  à à à ‘€d †   † ˆu‰÷ê “u‘  ˆu‰ † ˆ ˆu‰ —€d † A@ –u’ò   ‘uˆ óuô  ˆ   u“ †©š ô ”R‘uˆu‰R–u‰€—u” ™” Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Soro. tireoidites.Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias. em geral.Client ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou estar em uso de anticoncepcional. CMT: Carcinoma Medular da Tireóide. fal cia renal. .25o C. Sua maior utilidade ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide.Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina. . ñ A calcitoni m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide. gestaç rec m -natos. que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular. Sendo solicitado isolado. Sua secreç estimulada pelo c lcio. † ˆu‰ †  ñ ò ˆu‰ à ˆu‰‰ à u ˆ óuô Á    “ vv  †Rþ ô † l l ˆu‰ Calcitonina Coment  rios: M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: at /mL Suspeito de CMT entre 50 e 100 pg/mL Sugestivo de CMT > 100 pg/mL . Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big Prolactina) M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Recuperaç < 30% Big Prolactina Recuperaç > 65% aus ncia de Big Prolactina Recuperaç entre 30 e 65% Indeterminado Condi o: 1. vem acompanhado de FSH e LH.JD 4h. nas pancreatites. em alguns pacientes com câncer de pulm o. anemia perniciosa.Resultados > 50 pg/mL. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. Síndrome de Zollinger -Ellison. PARDINI 115 .5 o a . Monômero de prolactina: 23 -kDa. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana.124. mama ou pâncreas. dever ser colhida nova amostra.

Se mulher. † ñ ˆu‰Õ—u” ™ Ä Ä Ä óuô ò Å “u‘ Å Å vv  ˆu‰â”u‘ ™  ˆu‰Ç–€ˆu‰ ‰ †Rþ ô dӇ  Cortisol Livre Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH).Cortisol Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Informar medicamentos em uso. dia. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficient e de ACTH). Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. . sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Criança 2 a 27 µg/24h Adolescente 5 a 55 µg/24h Adulto 10 a 90 µg/24h Condi o: 5. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Sua concentraç contra -se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. hora d ltima dose e hor rio da coleta. † ñ Ä Ä Ä ˆu‰R–u‰ ò “u‘ Å Å Å vv  ˆu‰Û—u” ™ ˆ€‰b— ˆ óuô ˆ dum † † ˆu‰ †©¨ ô  116 Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes).Ingest o normal de líquidos. As concentraç es plasm ticas de cortisol s influenciadas pela CBG. 18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h. . para diminuir a ingest de líquidos.0 mL de Urina 24h. É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficiente de ACTH). 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. informar uso de anticoncepcional.JD 4h. Informaç es nece rias: .5 mL de Soro. Sua concentraç o encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. controlar rigorosamente a dieta e medicamentos. após congelar. . PARDINI . É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 08:00 horas 5 a 25 µg/dL 16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h.Sendo di tico.

doen ça de Cushing. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via convers ra testosterona.5 ng/mL Gravidez 0. † SDHEA ‘u ñ “ †É• ò “u‘ ’ € “ u ‘ ˆu‰ ”€‘ ˆ € ‰ óuô †Rþ ô vv  Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher 1 m s at anos 30 a 550 ng/mL 30 a 410 ng/mL 5 a 9 anos 50 a 1400 ng/mL 50 a 1400 ng/mL 10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL 12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL 16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL 21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL 41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL 51 a 80 anos 500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL Condi o: 0.Dehidroepiandrosterona Æ Coment  rios: O DHEA roduzido pela supra-renal e gônadas. Sulfato Æ Coment  rios: O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. ñ †– ˆu‰Á–€d ò DHEA ™” ™ ˆ ˆu‰ Ç Ç Ç óuô È È È †Rþ ô vv  Dehidroepiandrosterona. PARDINI 117 . hiperplasia adrenal e adrenarca precoce. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 a 13.JD 4h.5 a 6. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. tumores virilizantes das adrenais e na Síndrome de Cushing. carcinoma adrenal.5 a 3. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na Hipoplasia Adrenal. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison. .JD 4h.0 ng/mL Criança 0. É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides. Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais.5 mL de Soro.5 mL de Soro. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Adulto ambos os sexos 0. É o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios.0 ng/mL Condi o: 0. É um marcador da funç adrenal cortical. Encontra -se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita.

70 < que 0. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo. pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico tumoral. nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher R. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. .: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase).2 mL Soro.05 a 0. PARDINI .20 ng/mL 04 a 10 anos < que 0.JD 4h. É relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers testosterona-DHT.15 ng/mL at 3 anos < que 0. . Condi o: 0. Obs. ñ “ † ‰Ó‰u– ‘€’u“ Ì Ì Composto S ˆ€‰ —u—‰ † ¡ åm  Ë ò †Rþ ô óuô “ “u‘ Dihidrotestosterona Ê Coment  rios: DHT É derivada principalment e da convers rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase sobre a testosterona.JD 4h.35 ng/mL Condi o: 1. por defici ncia c nita.35 < que 0. principalmente nas formas tardias do adulto.5 mL de Soro.65 < que 0. A DHT exerce sua atividade andr ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo. Síndrome de Anovulaç Crônica e alta atividade da 5α-redutase. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos. É um androg nio importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico.11 Desoxicortisol Ê Coment  rios: O 11-desoxicortisol (composto S) recursor imediato do cortisol. Eleva-se quan loqueio da enzima 11-hidroxilase.0 ng/mL 30’e 60’ após ACTH aumento de 3 a 5 vezes. ‰€’u“u‘ ˆu‰ý–€” † ˆu‰»—   ˆu‰ † ˆ ñ † u‰ m ˆu‰R—ud ˆu‰  “ “u‘ † ò óuô †Rþ ô vv  118 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais: Basal < 8. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da 5α-redutase. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Nascido < que 0.80 0.60 < que 0.25 a 0.20 ng/mL Adulto 0. com hiper resposta ao ACTH.20 ng/mL 11 a 14 anos < que 0.

5 mL de Soro. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais.0 mU/mL Condi o: 0. genital. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. Sua dosagem til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia medular. Os níveis de eritropoietina podem estar elevados tamb m devido a flebotomias. ‡ ñ †’u“u‘ ˆu‰à—€”à‘ ˆu‰à—€”àˆudu‰« ‘ ”u‘ “ ’u“ ò “u‘ €ˆ ‰ ““ ˆu‰à—€dàdu‘€”  “u‘ u‘u—u † m † † ™” † óuô †Rþ ô Estradiol. Transfus s e estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina. responder: Atraso de desenvolvimento seios. leiomiomas e adenocarcinoma renal). AIDS). testículos e pela convers perif rica da testosterona. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio. PARDINI 119 . p los pubianos. hepatoma. nefroblastoma. Informaç es nece rias: Se mulher.6 a 34. Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. mais do que o estradiol. anemias crônicas (insufici ncia renal. O estradiol medido para estudo dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç da ovulaç o. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 2. cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo. tumores femininizantes adrenais. pós -quimioterapia. feocromocitoma. algumas doenças pulmonares hipox micas. Sua dosagem tilizada para a investigaç emias e avaliaç mia provocada pela insufici cia renal. genital. estatura? Desenvolvimento precoce: seios.feminino: < 11 anos).JD 4h. É tam m utilizada para diferenciaç tre os quadros de policitemia prim ria e sec ria. † ˆ † ‰ u‰ €’ u“ ‘ †† † E2 ñ Î Î Î Î ò ‡u‘  u –  ˆu‰R—u‰R—uu” ‘u—u † d† ‰ö¡ ””€–u “ uˆ ⠉ u” ‘ Î Î Î Ï Ï Ï ˆuˆu‰‰ ˆu‰ Ï Ï Ï Ï óuô †  †H• R–u’ †i†ÿ ¨ R–u’ †iÿ R–u’ ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † Á’  ˆu‰‰ »ëud ˆ€‰ ” ˆ dR—udR‡ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰  ˆ Instituto de Patologia Clínica H.Eritropoietina Coment  rios: É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue.5 mL de Soro.JD 4h. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios. . Se criança (masculino: < 14 anos . Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxi nio. 17 Beta Í Coment  rios: O 17-Beta Estradiol estr io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. Em mulheres menopausadas a estrona. doenç tica e ginecomastia masculina. shunts veno/arteriais. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 20 a 215 pg/mL Menopausa at /mL Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Homem at 5 pg/mL Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Criança at /mL Pr -Menopausa at /mL Condi o: 0.. uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas. . sugere-se seu controle em um ico laboratório. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. estenose de art ria renal. strog nio circulante predominante. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos. puberdade precoce feminina. Encontra -se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianó tica.

em penicilinoterapia. 353 óuô ˆu‰ d€‘ ¡ ˆ o gr vida: at . anormalidades fetais cromossômicas. M todo: Radioimunoensaio Informaç es necess rias: Se gr vida. É sintetizado na placenta. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Urina 24h*.0 mg/24h ou g creatinina Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina 11 a 24 semanas 2a 8 25 a 30 semanas 7 a 29 31 a 35 semanas 10 a 36 36 a 40 semanas 13 a 50 †  uˆ ‰ †©¨ ô %‚Ò$Ó †¹¨ meses. nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional. defici cia de sulfatase placent ria. uso de corticoesteróides. . gestaç molar. diur ticos.Estriol Ð E3 Coment  rios: É o estrógeno mais importante da gravidez . Valores isolados s ifícil interpretaç . 120 Instituto de Patologia Clínica H. aplasia ou hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia. representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres gr vidas. estrógenos entre outros.JD 4h.N precisa conservante.  ™” ˆ “u‘ ñ ˆu‰ ‡ ˆ€‰à—u”Û— † ˆ€‰ ˆ u ‰  ˆ€‰ SANGUE Valor de Refer ncia: . perda fetal. .0 ng/mL Semanas de Gestaç ± Gravidez: 16 a 20 semanas 21 a 24 semanas 25 a 28 semanas 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas 37 a 40 semanas Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Refrigerar.0 ng/mL ± N Gr vidas: at ± Homens: at . informar tempo de gestaç . . Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores de altas altitudes. sendo mais importante as medidas seriadas. A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens induzida pela gravidez. após congelar por at Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . PARDINI .5 mL de Soro. ˆu‰  ò †iÿ † †@   ˆu‰ uˆ ‰ óuô ng/mL 14 a 53 24 a 75 29 a 127 45 a 175 60 a 210 90 a 325 †Rþ ô URINA Valor de Refer ncia: Homem e mulher ± Gravidez: Ñ ò ‘uˆ  Condi o: 1a Urina da m .

Encontra-se aumentada em desordens infecciosas e inflamatórias.Estrona Ô Coment  rios: A estr mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol. Nascido 25 a 200 ng/mL 1m s 200 a 600 ng/mL 2 a 5 meses 50 a 200 ng/mL 6 m a 15 anos 10 a 140 ng/mL Mulher . .JD 4h. doenças malignas ou terapia com ferro. ñ u‰ u‘ d † u‘ d † ò E1 ˆu‰÷—u‰ ¡ †  ˆu‰ö—u” ˆ u‰ u’ u“ ‘ Õ Õ Õ Õ Õ Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ferritina Coment  rios: †Rþ ô vv  O teste da ferriti tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: R.JO 8h. Na presença de doença h tica. Pode estar aumentada em etilistas ativos e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Fase Folicular 15 a 100 pg/mL Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Menopausa 15 a 65 pg/mL Homem 30 a 55 pg/mL Condi o: 0. diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na menopausa. ñ ”u–u “u‘ † ‘ud †  Õ Õ Õ Õ Õ Õ Õ “ ò “u‘ u– €‰ u— ” €‘ ˆ ”u–u d† † Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ö Ö †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. A dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro.5 mL de Soro. A ferritin um reagente de fase aguda. . em estados inflamatórios como artrite reumatóide. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.pós -menopausa Menopausa 10 a 280 ng/mL Homem 29 a 300 ng/mL Condi o: 0.5 mL de Soro. avaliaç puberdade precoce (completa ou parcial). A estro muito utilizada para avaliaç ipogonadism o. É o principal estr io circulante após a menopausa. a defici cia do ferro o ser refletida pela ferritina s rica. Conservaç o para envio: At dias entre 2o C e 8o C.pr -menopausa 10 a 100 ng/mL Mulher . PARDINI 121 . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato.

JO 10h.0 U/mL Condi o: 0. no carcinom strico. A dosagem de gatrina pr pós cirurgia. Gastrium. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol.2 mL de Soro. . Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica. distribuídas em todo o tubo digestivo. PARDINI . na lcera strica e duodenal.000 pg/ml.GAD. para realizaç xame. na dispepsia. Por m. Lansoprazol.O. na insufici ncia renal crônica e após vagotomia. anemia perniciosa. . incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta.JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: ≤ 1. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Anti-GAD s servados em 70 a 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.6 mL de Soro. nestas situaç es os níveis de gastri tingem valores t elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: < que 90 pg/mL Intermedi rio de 90 a 200 pg/mL Patológico > de 200 pg/mL Condi o: 0. Victrix. dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C. anticorpos anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. onde os níveis s ricos encontram-se acima de 1. Peprazol. A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma). ñ óuô ò † dum † † † † ˆu‰ † ˆu‰»‰um ”u †Rþ ô Gastrina Coment  rios: A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G. † ‘ud † † m† ‡ † €’  ™ †‡” u “ ‘ u d u –  “  ñ ò ×  ØØ × × óuô †Rþ ô ˆu‰R—u‰R” vv  † d ‘u’udR ‘uˆu‰Rd “ ˆ€‰ ‡ d■† – †  ùd€’ud ˆ 122 Instituto de Patologia Clínica H. m bom indicador da efici cia da ter tica cir rgica.M. em pacientes com lcer tica. Lozec.

Controle de Mola? Suspeita de aborto? Quando? † “ d† ˆ € ‰ å ” ™ ” ˆ€‰ ˆu‰ý— “u‘ “u‘u”ud † vv  † ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ —u‰ ˆ  ˆu‰Õ  âd ˆu‰ ˆu‰ ô dR—udR‡ QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE Valor de Refer ncia: Diagnóstico de Gravidez: de 0 a 5 mUI/mL Negativo de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado acima de 50 mUI/mL Positivo Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL. Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç .HCG. N o havendo correlaç o clínica. PARDINI 123 . mola hidatiforme. atenç o especial para sua evoluç . Beta Coment  rios: O HCG  ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). M todo: Imunoensaio .5 mL Líquor. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos.5 mUI/mL Condi o: 0. Condi o: 1a Urina da m . que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara. coriocarcinoma.Urina após 4 horas sem urinar. Est iminuído na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectópica. ò Ù Ù Ù Ú Ú Ú Ù óuô ˆ ˆu‰ QUIMIOLUMINESC NCIA – L ¼ QUOR Valor de Refer ncia: ≤ 1. Est mentado na gravidez. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Homem: 0 a 5 mUI/mL Condi o: 0. É usado no diagnóstico de gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. mola hidatiforme. ñ † €– ò ó u ô ˆ d€‘ ¡ ˆ †¨ô ©  ”⇠† †  öd Û— ‡  ™” ˆu‰ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.Cromatogr fico Valor de Refer ncia: Negativo (Obs. mas possível dos anticorpos heterofílicos.JD 4h. O beta-HCG dosado por quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto após 7 dias da implantaç mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç . sugere-se HCG no sangue (soro). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. Algumas das metodologias para detecç HCG s direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez. tais ensaios n o necessariamente detectam mol culas degradadas ou homog s encontradas nas doenças troflobl sticas.: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina. coriocarcinoma. e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. Deve -se ter em mente. no entanto. †Rþ ô IMUNO ENZIM¶ TICO – URINA óuô †©¨ ô  ò Coment rios: O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta). Est mentado na gravidez.

0 U/L . aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. bem como valores moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia. PARDINI . O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no primeiro ano de vida. genital. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua relaç o com o LH. responder: Atraso de desenvolvimento seios. . exercício físico e sono.4 a 9.Fase Folicular 2.5 U/L Condi o: 0. genital. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 3. ‰ u— ‰ † –  ˆ ˆu‰ €ˆ Á  ‘€ˆ ‘uˆ€‰ ˆ€‰å‡ ˆu‰ ñ ò óuô †Rþ ô †   ™”  Hormônio Folículo Estimulante Û Coment  rios: FSH O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. . É secretado de maneira puls til.0 U/L Pr -Puberal < que 5. estes picos s raros. Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura.Fase Luteínica 0.Mulher .3 a 8. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. menos evidente que o LH. Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreç .Hormônio de Crescimento Û HGH Coment  rios: A secreç HGH  ls til. O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares.3 U/L . Nos adultos. ñ ˆ Ü Ü Ü Ü ˆ “u‘ “€‘u” ˆ€‰î”  † † ò Ý Ý Ý Ý Ý Ý óuô Ý ‰† ª vv  †Rþ ô † u” † –u‰€‰ ‘u »’  Rë€d ˆu‰‰ ˆ ˆ “ ‰â‘uˆu‰ ˆu‰Á‰ ˆ u ‰ dR—udR‡  ˆ Áëudu‘ “ 124 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro. com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H to tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Informar dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame.Informar medicamentos em uso ou recente. p los pubianos. Informaç es nec rias: . na qual os valores de LH se eleva.feminino: < 11 anos).0 U/L Adultos .Menopausa > do que 20.JO 8h.JD 4h.Homem 0. Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress. nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa.0 U/L Adultos .9 a 13. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade at níveis de adulto.5 mL de Soro.3 U/L . Eleva -se precocemente na instalaç o da menopausa. Se mulher.2 a 10. Se criança (masculino: < 14 anos .Fase Ovulatória 3. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < 10 ng/mL Condi o: 0. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç ctópica de hormônios esteróideos. ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens.

Valor de Refer ncia: < 0.JD 4h. No sexo feminino. É secretado de maneira puls til.Fase Ovulatória 13. Eleva -se nas patologias primariamente gonadais.Menopausa > do que 15.0 U/L Adultos . p los pubianos. ñ † ˆu‰ ˆu‰ö‰€m ”u óuô †Rþ ô ò Instituto de Patologia Clínica H. o que parece ser fundamental para a sua aç .feminino: < 11 anos). mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç .2 a 10.50 U/mL Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.JD 4h. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.8 U/L .Mulher . Informaç es nece rias: Se mulher.8 U/L . Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal. genital. responder: Atraso de desenvolvimento seios.0 U/L Condi o: 0. .Fase Luteínica 0.Fase Folicular 1. valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. M todo: Radioimunoensaio Condi o: 0. Se for dosado de maneira seriada. anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. PARDINI 125 .2 mL de Soro.Homem 0.3 U/L .Hormônio Luteinizante Þ Coment  rios: O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais. Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. † ˆu‰ ˆ † LH ñ ß ß ß ß † ò u–  ˆu‰   ˆu‰ö•  ˆu‰ à à à à à à óuô  à ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆu‰‰ † m† † ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ ‰â‘uˆ€ˆu‰ ‰ ‡  “ ˆu‰ IA2.6 a 9.20 U/L Pr -Puberal 0. Anticorpos anti IA-2 s servados em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. pode determinar a data da ovulaç o. .5 mL de Soro.02 a 3.2 a 12. nos ov rios e nos testículos.0 U/L Adultos . Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 0. Se criança (masculino: < 14 anos . com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. genital.8 a 71.

gestaç .0 a 276.0 130.0 203.0 15 a 16 358.0 20.0 a 494.0 4a5 30.0 193.0 6a7 43.0 a 991.0 a 466.0 97. puberdade precoce verdadeira. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa.0 9 a 10 72.3 a 152.0 23 a 25 169.0 a 570.0 110.0 a 476.0 a 624.9 a 392.0 25 a 30 119.0 163. síndrome de privaç materna.0 a 972.0 40 a 50 101.0 a 995.0 8a9 81.0 a 502.0 108.7 a 100. retinopatia di tica. .JD 4h.0 a 591.0 a 630. atraso puberal.0 20 a 23 215.0 a 289. Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis funcionantes.0 a 428. nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos.0 261.0 50 a 70 78.5 mL de Soro.0 30 a 40 100.0 30 a 40 100. O IGF.1 a 383.0 a 484.0 a 373.0 11 a 12 29. ò óuô †Rþ ô 126 Instituto de Patologia Clínica H.IGF 1 á Somatomedina C Coment  rios:  m peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento.0 236.0 a 117.0 288.0 10 a 11 30.0 a 150.0 a 756.0 a 699. hipopituitarismo. obesidade.0 18 a 20 197. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 23. diabetes mell itus.1 a 131.0 129.0 1a2 6. cirrose.0 13 a 14 71. Valores baixos s servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade).0 a 956.0 3a4 44.0 2a3 24.0 a 494.0 a 354.0 16 a 18 239.0 a 258.0 14 a 15 153. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 12 a 13 55.0 30.0 a 628.0 a 648.0 † ˆu‰â‰um ˆ ò “u‘ d u m † ˆu‰ m † ˆu‰ ñ ˆu‰ ò ”ö‘€ˆu‰ ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 3.0 a 526.0 22. Valores altos ocorrem na adolesc cia. hepatoma. gigantismo e acromegalia.0 a 303. PARDINI .0 a 480.0 a 521. desnutriç o.0 a 575.0 a 870.0 a 752.0 5a6 33. hipotireoidismo.0 a 831.0 96.0 Condi o: 0.4 a 290.

Recentemente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.3 2.9 a 7.4 2.5 9 a 10 2.7 a 5. . M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (ng/mL) (ng/mL) (anos) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 1. PARDINI 127 . De todas as IGFBPs.7 2.5 18 a 20 2.1 a 7.3 a 7.0 16 a 18 2.2 2.1 14 a 15 1.3 2.6 a 3.4 a 4.1 a 7.3 a 7.0 a 6.9 a 7.7 a 6.3 2.1 1a2 1.0 a 5.2 30 a 40 1.0 a 4.1 a 4. ò óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico. Sua determinaç tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1.0 25 a 30 2.4 23 a 25 2. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores.0 Condi o: 0.1 2. e liga aproximadamente 95% dos IGFs no sangue.2 6a7 2.2 a 4.0 3a4 1.4 a 6.9 2. Originalmente.3 a 6.2 a 5.6 2.5 2. entretanto.8 a 7.3 a 6. sendo a mais abundante na circulaç .8 a 8.4 a 7.0 a 4.5 20 a 23 2.2 5a6 2.3 50 a 70 2.6 30 a 40 1.0 a 3.4 2. inibindo a proliferaç celular).3 ñ ˆu‰ ò ׆ d “ ˆu‰ †  ¨ ™” u‰ €’ “  ˆu‰R—u”R—u” ud«‡€‘ ˆu‰ ˆu‰Û” ˆ€‰ ò ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 1.3 mL de Soro. com potentes aç s anabólicas e mit nicas.3 15 a 16 2.8 a 7.0 1.7 a 7.0 a 4.3 40 a 50 2.3 4a5 1.7 a 7.6 a 7.2 11 a 12 2.2 2.IGFBP-3 Coment  rios: Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia estrutural à insulina. atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico.1 a 6.6 a 5.1 2.7 12 a 13 1. uma categoria composta agora por 10 membros.JD 4h. a IGFBPmais estudada.5 2.0 a 7.1 a 3.7 10 a 11 1. No plasma os IGFs est ligados a uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs).9 a 7.3 a 7.3 a 5. acreditava-se que s ica funç ra o transporte das IGFs.8 a 7.4 13 a 14 2.5 8a9 2.3 a 5.6 a 7.7 a 7.6 2a3 1.

PARDINI . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG.80 Veja: p g. Nesses casos.40 a 3. com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica.5 mL de Soro.30 (Esta relaç tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol) Condi o: 0. que apresenta níveis de insulina elevados. Diversas formas de resist ncia à insulina.Insulina Coment  rios: Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma. resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament observada (0. . T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL Valor de Refer ncia: 1.JD 4h. anticorpos anti Coment  rios: Essencialmente.140 T3 Retenç ˆuò ‰ ™ ˆ ˆ ˆ€‰à—u” † ˆu‰ l l 128 Instituto de Patologia Clínica H. v m sendo descritas. ñ ˆu‰ “u‘ ˆ u ‰ « ‘ € ‰ ˆu‰ ”† †óuô • @ ‘ ò H †Rþ ô  ITL â Indice de Tiroxina Livre Coment rios: O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 2. a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudos de outras causas de hipoglicemia. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos antiinsulina. . A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç s resultados dos ensaios para insulina. Recentemente. Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. † ñ m† “ ˆ †óuô ˆ ò “ ˆu‰R—ud —ud † “ ˆu‰R‘uˆu‰ †Rþ ô Insulina. frente a níveis normais ou elevados da glicemia. mas poucos s IgE.0 µU/mL Relaç o Insulina/Glicose: at 0. Apresenta estimativa satisfatória da concentraç T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada.138 e T4 Total p g. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: At U/mL Condi o: 0. ocorre elevaç insulinemia.5 a 20. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade. por diferentes mecanismos. proporcional ao T4 livre. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído.01%) nos pacientes tratados.JO 10h. Veja tam m Resist ncia à Insulina. Entretanto.5 mL de Soro.

ñ “u‘ † †† ™” ™” † ã ã óuô ò ä ˆu‰í‰€mu” ä ä ˆu‰R‰umu” ä †Rþ ô “ 17 OH Pregnenolona Coment  rios: 17-alfa hidroxipregnenolona formada pela hidroxilaç regnenolona. conduz a quadros raros de obesidade extrema.Leptina Coment  rios: É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994.0 ng/mL Homem N so: 1. M todo: Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher .0 a 35.Pr -Puberal 20 a 140 ng/dL .5 mL de Soro.0 ng/mL Obesa: 7. Mutaç s no gene da leptina. ñ † ” † ˆu‰í— “ € ‘ ä ä ä ä † ã ò †ˆ ˆu‰¿—ud¿– ‡ m† ‡ ˆ ã ã óuô ‘€’u“u‘ “u‘ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. produzindo defici cia de leptina.Fase Luteínica 42 a 450 ng/dL . M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher N sa: 2. A maior parte da pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administraç e ACTH.0 ng/mL Obeso: 4.Menopausa 18 a 48 ng/dL Homem: 41 a 183 ng/dL 1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL Obs. Condi o: 2. PARDINI 129 .Fase Folicular 45 a 1185 ng/dL . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. É tam m til para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal.5 mL de Soro. Concentraç s baixas podem ser encontradas em pacientes lipoatróficos. . .JD 4h. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de Cushing ACTH dependente. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos.0 a 17. Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Em humanos produzida no tecido adiposo. Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal cong nita por defici cia da 3 β-OH esteróide desidrogenase.JD 4h.0 a 11.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase). com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL.0 a 59.0 ng/mL Condi o: 0.

17 OH Progesterona Coment  rios:

A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia c ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher: Fase Folicular de 20 a 150 ng/dL Fase Luteínica de 50 a 300 ng/dL Menopausa de 10 a 100 ng/dL Homem adulto de 50 a 300 ng/dL Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL Rec m nascidos os valores podem estar elevados at 0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Conservaç o para envio: At dias entre 2 o e 8o C.

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Osteocalcina Coment  rios:

A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Paratormônio Intacto (Mol ’¦s ula Inteira) ç Coment  rios:

O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 10 a 65 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Peptídeo C Coment  rios:

O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais. O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em diabetes tipo I e na administraç insulina exógena. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0,4 a 3,5 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Progesterona Coment  rios:

A progester roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim secretada pelas adrenais, elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 250 a 850 pg/mL Fase Luteínica 3.000 a 20.000 pg/mL Menopausa at /mL Homens 200 a 800 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pro-Insulina Coment  rios:

Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç c lula beta. Entretanto, pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at % de insulina imunoreativa como sendo material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de próinsulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: N sos 5,0 a 16,0 picomoL/L Obesos 8,5 a 42,0 picomoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Prolactina Coment  rios:  m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular Prolacti

mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem 0,6 a 17,0 ng/mL Mulher - Fase Folicular 0,6 a 19,0 ng/mL - Fase Luteínica at ,0 ng/mL Criança 30% mais que adulto Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a Prolactina sofre muitas infl cias. Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984): 1 o Trimestre 30 ng/mL (10 a 80 ng/mL) 2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL) 3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL) Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz la qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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PSA í Antígeno Prost e tico Específico Coment  rios:  ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas O antígeno prost tico específic
epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA tilizado isoladamente para estagiamento e seleç candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital, massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha, retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç r -operatória n o define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma express tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas. M todo: Imunofluorimetria Informaç es necess rias: - Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. - Após Ejaculaç , aguardar 2 dias. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Valor de Refer ncia: Homem at ,5 ng/mL 2,5 a ,4,0 ng/mL 4,1 a 10,0 ng/mL 11,0 a 20,0 ng/mL > 20,0 ng/mL Mulher < que 0,5 ng/mL

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Nota: Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade. Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais rigoroso e Biópsia. Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama. Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy. J Urol 2001;165:757-60.

Moderadamente elevado Elevado Aumento Significativo Grande Aumento normal

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PSA LIVRE E TOTAL

Valor de Refer ncia: PSA Livre at ,720 ng/mL PSA Total at ,50 ng/mL % PSA Livre Probabilidade de CA 0 a 10% 56% 10 a 15% 28% 15 a 20% 20% 20 a 25% 16% > 25% 8% Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de probabilidade. Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam fazer controle mais rigoroso com o clínico. Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

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Renina Coment  rios:

A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II, um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de hiperaldosteronismo: prim rio e sec rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose, hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos. Interpretaç reni ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde). M todo: Radioimunoensaio Ci tico Valor de Refer ncia: Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado 1,9 a 4,3 ng/mL/h 2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P 3,0 a 7,6 ng/mL/ 2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais. Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. - Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar ou C.O.M. Medicamentos: Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M. Laboratórios: Congelar imediatamente e enviar material congelado. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Risco Fetal
TESTE INTEGRADO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 1%. Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n exclui a possibilidade de uma gestaç fetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista, data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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TESTE COMBINADO

PAPP-A - Translu ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta somente Síndrome de Down. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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o...RISCO FETAL

TESTE TRIPLO

Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : 69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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SHBG ò Globulina Ligadora de Hormônios Sexuais Coment  rios:

É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona, dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç , alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: Homem 13 a 71 nmoL/L Mulher 18 a 114 nmoL/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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5 mL de Soro. O T3 retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina Livre). adenoma produtor de T3.51 ng/dL Condi o: 0.JD 4h. os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade da T3 retenç .30 a 0. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos. Recentemente. o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condiç verdadeiro hipertireoidismo. inclusive fórmulas para e magrecer e.3% existe na forma livre. ñ óuô ۆ † ” † ˆu‰Û—u‰ “ ò “u‘ ¨ vv  † † ‘uˆu‰ †Rþ ô  T3 Reten £¤¥ o Coment  rios: É uma medida indireta dos sítios saturados da TBG. na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 27 a 36% Condi o: 0. Quando um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. inclusive fórmulas para emagrecer e. ñ ˆu‰ †  ‘€ˆu‰ ˆu‰R‘uˆu‰ óuô ò “u‘ vv  ˆu‰  “u‘ † †Rþ ô  138 Instituto de Patologia Clínica H. A medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. T3 retenç mede os níveis s ricos de T3. somente 0. ligada.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. se mulher. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. na tireotoxicose por T3. PARDINI . Encontra -se aumentado na Doença de Graves.T3 Livre Coment  rios: A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas.5 mL de Soro. se mulher. T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido a sua menor afinidade pela TBG. Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos).

Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. aumento de TBG. Ao contr rio do T3. T3 toxicose. Reduç nos seus níveis servada no hipotireoidismo. ent retanto. gravidez. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Cor 15 a 75 ng/dL 1 a 30 dias 32 a 216 ng/dL 31 dias a 5 anos 80 a 270 ng/dL 6 a 10 anos 90 a 249 ng/dL > 10 anos a Adulto 75 a 220 ng/dL Condi o: 0. Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de doença n o tireoidiana. o rT metabolicamente inerte.3´5´-Triiodotironina (T3 reverso. nos casos de hipertireoidismo TSH dependente . Apresenta-se elevado na Doença de Graves.JD 4H.3´-Triiodotironina (T3).5. se mulher. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. † ñ õ õ õ õ õ “u‘ ò —uˆ€‰ vv  ˆ ™” ‘u’u” † – ˆ ” † m† ö ö ö ö ö óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. inclusive fórmulas para emagrecer. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. T3 no sa redominantemente ligado a proteínas plasm ticas.6 mL de Soro.JD 4h. rT3) . na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. um metabólito deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide). ñ ↠¨ † ˆu‰  † ‰um † óuô ò †Rþ ô  T3 Total Coment  rios: A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) tam m secretada diretamente pela glândula tireóide. juntamente com o 3. . no rec mnato.35 ng/mL Condi o: 0. PARDINI 139 .T3 Reverso Coment  rios: 3. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 0.5 mL de Soro. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. hipotireoidismo e reduç s da TBG. .09 a 0.

0 µg/dL 6 a 10 anos 6. Sua concentraç st iminuída no hipotireoidismo. Hipertireoidismo e hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia disalbumi mica familiar. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. aumento da TBG.5 mL de Soro. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.  ‘ud “ ⠆ ñ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ dۑuˆu‰ ò “u‘ ø ø ø ø ø vv  ˆu‰ • ˆu‰Û—ud ˆu‰©” ©— ˆu‰ö† —u‰ óuô †Rþ ô  140 Instituto de Patologia Clínica H.0 µg/dL Condi o: 0. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. doenças tireoidianas.75 a 1. anticonvulsivantes e algumas outras drogas. .T4 Livre Coment  rios: Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o ensaio. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos anti-tiroxina.4 a 13. inclusive fórmulas para emagrecer.80 ng/dL Condi o: 0.03% de T4 est livre. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Sua concentraç contra -se diminuída no hipotireoidismo.03%).0 µg/dL 1 a 5 anos 7.JD 4h.3 a 15. no quadro de doenç tireoidiana e na reduç TBG. . pr -albumina e albumina. se mulher. Somente 0.8 a 23. transtiretina e albumina.0 a 12.JD 4h. globulina. aumento da transtiretina (TBPA). se mulher.2 µg/dL 10 dias a 1 ano 8. Estas incluem a TBG. Conservaç o para envi o: At dias entre 2o e 8o C. No sangue T ligado a uma de tr s classes de proteínas: TBG. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 1 a 10 dias 11. fator reumatóide ou tratamento com heparina. A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da glândula tireóide. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0.5 mL de Soro. Somente uma pequena fraç T4T est forma livre (0. inclusive fórmulas para emagrecer. tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide. PARDINI . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. disalbuminemia familiar. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente.3 µg/dL > 10 anos a Adulto 5. † ˆu‰ ñ ˆu‰»d ‘u“ óuô “€™ ‘   ò “u‘ vv  ™” ˆ€‰Á”u‘ † ˆuˆu‰ ‰Û‰um ‘uˆu‰ ˆ †Rþ ô  T4 Total Coment  rios: Tiroxina (T4. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e s inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç .0 a 16. Encontra -se aumentado no hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano.

JD 4h. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal (masculino). inclusive fórmulas para emagrecer. †d † ˆu‰Û‰ۗ ˆ ˆu‰Á—€” † † u“u‘ “u‘ † “uˆ‘ ‘u’€“u‘ ‘€—u” ™ †” ‡  ˆu‰Û”u‘ ”uëu“ ˆu‰ö—€‰ u‘ ‡ ˆu‰R— ˆ € ‰ ö ‰   ÷ ë   u ” u — u d ÷ — u d ˆ u ‰ ¡‰ ˆ u ‰ R — u ‰ ñ ò “u‘ óuô ™ †Rþ ô vv   Testosterona Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Se mulher. informar uso de anticoncepcional.5 mL de Soro. por sua vez. hiperplasia adrenal co ita. defeitos testiculares e doenças sist micas. tumores adrenais. a concentraç TBG se altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos).5 mL Soro.6 a 27. Al m disso. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. A c onvers em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 13. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons ncia um aumento ou reduç mero de sítios de ligaç isponíveis para o T4. Síndrome dos Ov rios Policísticos. Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. . enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. resist cia andr ica. com consequente elevaç fraç ligada deste hormônio.TBG ù Globulina Ligadora de Tiroxina Coment  rios: A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) principal proteína s rica carreadora de T4 e T3. defici cia de gonadotropina. Testosterona tanto um hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). . Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). dia e hor ltima dose. tumores ovarianos. depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). se mulher. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. testotoxicose. às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre. PARDINI 141 . Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo natal baixo) e defici cia co ita de TBG. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem Mulher 200 a 500 pg/mL 230 a 370 pg/mL ± Cor ± 0 a 3 meses 200 a 1000 pg/mL 50 a 160 pg/mL ± 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL 40 a 300 pg/mL 30 a 200 pg/mL ± 1 a 9 anos 200 a 2000 pg/mL 100 a 300 pg/mL ± Pr Puberal 2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL ± Adulto Condi o: 0. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆ  † “ ˆ€‰ö” † ‰u’u“€‘ “u‘   ˆ ˆ€‰ † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ùu‘ – u’ u“ ‘ “  —uˆu‰ óuô † †Rþ ô vv  d«—ud«‡ Instituto de Patologia Clínica H. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos.JD 4h. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente.2 mg/L Condi o: 0. na gravidez e tamb m por causas heredit rias.

5 a 3.8 pg/mL 11 a 14 anos: 0.6 pg/mL Fase luteínica: 0. resist cia andr ica. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < 40 IU/mL Condi o: 0. PARDINI . ˆu‰ ñ óuô ò “u‘ vv  ‘€d ˆ † ˆu‰ ‘€ˆu‰Á—u” ˆ ˆ †Rþ ô Á’  142 Instituto de Patologia Clínica H. se mulher. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. Eles finem o status da funç o tireoidiana. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes).5 pg/mL ± Mulher Fase folicular: 0.4 a 3. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Homem 6 a 10 anos: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.3 a 25. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença tireodiana clinicamente significativa. defeitos testiculares e doenças sist micas. o soro a ser estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina. A convers m DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico.3 a 2. Se mulher. .5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL > 60 anos: 10 a 30 pg/mL Condiç o: 0.Testosterona Livre Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig.2 a 5. Síndrome dos Ov rios Policísticos. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). Anticorpos Anti Coment  rios: Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite de Hashimoto e em uma menor extens . tumores adrenais.6 mL de Soro. por sua vez. informar uso de anticoncepcional.3 a 2. hiperplasia adrenal cong ita. defici cia de gonadotropina.JD 4h.5 mL de Soro. Anticorpos anti -Tg interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios.9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL Menopausa: 0. Testosterona tanto um hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). tumores ovarianos. doença de Graves. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal (masculino).0 pg/mL Uso de contraceptivo: 0. Conseq üentemente. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆu‰R—ud ¡ †   ‰u’u“€‘ “u‘ “ ˆ€‰ö” †  ˆ uˆ ý ‰” † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ù– “u‘ “  ú ú ú ú û ú ú ú ú ú ô †Rþ ô vv  d«—ud«‡ † Tireoglobulina. depende da estimulaç ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). dia e hor ltima dose. testotoxicose. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. Os novos m todos praticados em nosso laboratório s mais sensíveis.

Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. Sua avaliaç til após cirurgia de cânc er da tireóide. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: < 15 IU/mL Obs. inclusive fórmulas para emagrecer. estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites). Condi o: 1. como marcador da recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total. uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da biosíntese do hormônio tireoidiano. H tamb m um aumento dos níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH.JD 4h. Eles efinem o status funcional tireoidiano do paciente.JD 4h. .: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de doenças reum ticas e inflamatórias. se mulher. Dist rbio de síntese e Tireoidite. Valor de Refer ncia: Normal 2 a 35 ng/mL Suprimidos < 2 ng/mL A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos antitireoglobulina por interm io do teste de recuperaç . informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. . M todo: Imunofluorimetria Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina. Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves. podem elevar os níveis de TG. que j ra executado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. O principal uso deste exam confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune. ‘€d † TG ñ “ † “u‘ uˆ ‰ † ‡ ˆ †† uˆ ö ‰ €— ” ¡ ‰  † “ ý ý ò þ ˆu‰ óuô uˆ þ ‰ † † — ˆ vv   ˆ€‰ Á” ‡ † †Rþ ô (’  TPO ü Microssomal. Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais. Anticorpos anti-TPO podem ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa.Tireoglobulina ü Coment  rios: A Tireoglobuli uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do colóide intrafolicular da glândula tireoide. por m os índices só eram liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%. O anticorpo anti -TPO tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. Condi o: 0. PARDINI 143 . carcinomas da tireóide (papilífero. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. ra conhecida como o principal antígeno microssomal. podem apresentar anti -TPO positivo. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide. por m em níveis limiares. hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula. ”†d ñ † ˆ du’u‰ ˆu‰Û— ˆu‰â”ùd ò “ óuô  †Rþ ô ‘uˆu‰Ó— ˆu‰©‘u‰ † vv  î’  Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Se mulher. folicular e misto).6 mL de Soro. A administraç rmônio tireoidiano diminui os níveis de tireoglobulina circulantes. anticorpos anti Coment  rios: A peroxidase tireoidiana (TPO). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Soro.

informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença.: at ias vide TSH neonatal p g. Obs. 311.0 µUI/mL Nota: Crianças com idade de at meses e com T4 Livre normal. se mulher. Valores reduzidos podem ser observados nos casos de hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio. em alguns casos de tireoidite de Hashimoto. se mulhe r. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH. . . † ˆ ñ ò † € ˆ ‰ óuô †Rþ ô “u‘  “ † † ‡ ˆu” €” u‘ u— “ ™” vv  R’  TSH ultra sensível Coment  rios: A medida s rica do TSH  m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas. em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto.JD 4h. aceitam -se os valores de TSH at µUI/mL (o sistema de feedback ai st totalmente amadurecido). O TSH aument observado nos casos de hipotireodismo prim rio. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireoidiano.3 a 5. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0.JD 4h.TRAb ÿ Anticorpo Inibidor da Lig ¢ £¤¥ o de TSH Endógeno Coment  rios: O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). PARDINI . uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas antitireoidianas. Estes anticorpos podem estar presentes tamb m. Assim.9 mL de Soro. devido à transfer cia feto-placent ria destes anticorpos.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. tireoidite silenciosa. tireoidite subaguda. Condi o: 0. É til no diagnóstico de hipertireoidismo e na avaliaç o de recidiva da doença de Graves. A ¡ © secreç e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos hormônios tireoidianos livres circulantes.  ˆu‰Ó— † “u‘ ˆu‰ † ñ ò “u‘  ™”  u‘u—€ †  du—€‰ † †   óuô †Rþ ô † ïA@ — v  v  † A‘u@ —udR‘uˆ€‰(”  l  144 Instituto de Patologia Clínica H. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Assim. M todo: Radioimunoensaio (Radioreceptor) Valor de Refer ncia: Inibiç > 10% considerado Positivo Condi o: 0. inclusive fórmulas para emagrecer e. e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves.

na funç ural. PARDINI 145 . na defici cia de ferro e folato. Apresenta -se diminuído.JD 4h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. no alcoolismo.8 mL de Soro. na produç ficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica. doença celíaca e espru tropical). . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia:   200 a 950 pg/mL   Faixa de D vida (Cinza) ¡ 120 a 200 pg/mL Condi o: 0.  “u‘ ˆu‰ ñ ˆ u ‰ R ” R ‘ u d “u‘ ò óuô ‡ vv  ˆu‰â—  ˆ€‰å‘u” ˆu‰í—€” … ˆ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. nas síndromes de m -absorç (por ressecç o intestino delgado. no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da absorç s dietas vegetarianas estritas.Vitamina B12 Coment  rios: A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). no metabolismo do cido Fólico e na síntese adequada de DNA. resultando em anemia perniciosa).

146 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A apolipoproteína E possui um papel importante na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal. coordenado pelo Dr. possui cursos no “Hôpital C. PARDINI 147 . com mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S¦ o Paulo/Escola Paulista de Medicina. Conservaç o para envio: Entrar em contato com o setor de g tica. O Dr. ñ ™ ” u” ‘ † ”u‘ † ˆu‰  óuˆô ô  Apolipoproteína E. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.O Dr. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ ”† €”  ˆ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A acondroplasi a forma mais comum de displasia. Acondroplasia. ñ óuô d€—u‰Rdu‘uˆ d † ô ™ ˆu‰ †  An e lise de Alimentos Transg T nicos Coment  rios: Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo cham o. farelos e produtos prim rios. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C. Victor § ¨ ¦ o em gen ¢ tica. ¡ suspeita Este exam indicado para casos em q clínica de Alzheimer e para pacientes com fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. PARDINI ¢ o respon£¥¤ vel pelo Departamento de Gen¢ tica. uma das mais renomadas universidades do país. M todo: PCR Condi o: Gr os. endocrinologista com form¥ Saint-Louis”. em Fort Worth. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. V ICTOR C. Pardini. “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am¢ rica. EUA. farelos e produtos prim rios de soja e milho. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Arthur Eisenberg. como o Laboratório de Identificaç¦ o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas.

. . por exemplo. hora da coleta e idade do paciente. SCA2. . óuô ô †  ”Ý‘u† ˆu‰ uˆ ‰ ( d  ˆu‰ —uˆu‰©ˆ  † ‰R‘ud ™” ”u‘ † † Cariótipo de Alta Resolu £¤¥ o Coment  rios: É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas como. Síndrome de Turner. Síndrome de Down.Informar dia.Informar dia. .Fundamental: s tiver as hipóteses diagnósticas do m ico. Neste painel s estudadas as ataxias espinocerebelares SCA1. N congelar. Adulto: 3 a 7 mL.Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos. Síndrome de Beckwith-Wiedemann. Síndrome de Klinefelter. SCA3.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). por exemplo. . . .Fundamental: s houverem as hipóteses diagnósticas do m dico. dentre outras.O tubo deve ser est ril. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Síndrome de Digeorge. PARDINI . perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. Painel Coment  rios: As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. .Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. Criança: 2 a 4 mL . . O material n ser ceito em tubo tampa amarela. l detecta alteraç s cromossômicas adquiridas. SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das expans s de nucleotídeos. N congelar (prazo de saída do laboratório de origem). Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi. Criança: 2 a 4 mL. Conservaç o para envio: Após colher. . caracterizadas principalmente por ataxia progressiva e disartria.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0.Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. O material ser ceito em tubo tampa amarela. Adulto: 3 a 7 mL.Ataxias. enviar em at 4 horas refrigerado. . M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado.O tubo deve ser est ril. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). † † ñ óuô ™” † † –u‰ ”† ‰u’u‰Û‘uˆu‰ FETAL Condi o: 1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor mbilical em heparina sódica. ñ óuô ™” “ ˆu‰ † ˆ ô Cariótipo com Banda G Coment  rios: Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G ssível identificar de forma precisa cada par de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como. ñ ‘† óuô ”Á‘uˆu† ‰ ‘€ˆu‰ (d ‰u‘u †— ô 148 †ÿ ˆu‰ †  Instituto de Patologia Clínica H. Est m exame constitucional. hora da coleta e idade do paciente.

. colhida pelo m ico.0 mL de aspirado de medula colhido com 0. ñ óuô © † ‘u‰  ˆu‰ 8õuóuô ‰u‘u † ˆu‰ Cariótipo p/ pesquisa de X -Fre gil Coment  rios: A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il.0 a 5. Laboratórios: Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o material chegue at a feira pela ma m nosso laboratório. Adulto 3 a 7 mL.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. . .Informar medicamentos em uso.O tubo deve ser est ril. Laboratórios: Informar dia.O material tem que chegar at m ximo 06 horas após a coleta. Conservaç o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.1 mL de Liquemine (enviar a seringa).Cariótipo com Bandas de Vilo Corial M todo: Bandamento G Condi o: Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório). hora da coleta e idade do paciente. N congelar. † ñ ‰u’u”u‘ † óuô ô u’ † u’ ˆu‰ … † ‘€ˆu‰ (d ‘uˆ€‰ †É• Instituto de Patologia Clínica H. . Interferentes: Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas. . M todo: Bandamento G Condi o: Medula: 2.0 mL de heparina sódica. Laboratórios: Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula. caso contr rio poder ver perda do material. criança 2 a 4 mL. bem como em outras desordens hematológicas malignas. O material ser ceito em tubo de tampa amarela.Informar hipótese diagnóstica. se estiver em uso. ñ óuô ô †&• ˆu‰ ‘ ¡ ˆÓ”  ˆ †—   ¡d Cariótipo de Medula Coment  rios: O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias. . tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell. Conser o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0. uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. N resfriar.1 a 3. PARDINI 149 . entre a 10 a e a 14a semanas de gestaç o.

1. Este exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina. o que justifica a importância deste diagnóstico. PARDINI .PCR Condi o: 2. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. ñ uˆ ‰R” óuô ô ” ‘uˆ ñ R óuô uˆ ‰R” ô ñ uˆ ‰R” óuô ô ™” ˆ ˆ Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. N congelar. est o associadas aos casos de infertilidade masculina. ¡ ” ˆ ˆ Distrofia de Becker e Duchenne. ñ óuô ˆ€‰ ™” ˆ du† ‘€—u‰ ‘€ˆ † – €‰ ‘u ˆu‰ †  ˆ€‰ö‘ud ô † vv  † Cromossomo Y.0 mL de Saliva (swab bucal). 150 ™ uˆ ‰  ™” Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa Coment  rios: Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond presença do cromossomo Y ou parte dele.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase .0 mL de Esperma .PCR Condi o: 1 tubo de Sangue Total (EDTA) .Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas Coment  rios: Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas. Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea.Realizado somente em pacientes do sexo masculino. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente.0 mL de Sangue Total (EDTA). estudo gen ’ tico das microdeleç ¥ es Coment  rios: Estas microdeleç s. Diagnóstico Coment  rios: As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. É realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória. sendo possível concluir o diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos. A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma. nos casos de leucemias e linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue. N o congelar. 2. Informaç es nece rias: Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos. Este test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . detectadas neste estudo. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Swab bucal. localizadas no braço longo do cromossomo Y.

ñ óuô ˆu‰ ‰u‘ † ‡ ˆu‰R’u“u‘ ô ˆ Estudo Gen ’ tico Fetal Coment  rios: Este est  realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto . X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ óuô ˆu‰R—u”R– ˆu‰Rdu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. Analisamos as mais comuns mutaç es (N370S. causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal. Este estudo detecta a A doença de Huntingt expans de trinucleotídeos na regi ica. ñ u—u‰ † † ˆ óuô † †ô ˆu‰  u ’ ˆu‰ (d ˆ u‰ u’ u” ‘ †  ™ Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1 Coment  rios: Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4. L444P. n ser ceito. X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. Conservaç o de envio: Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente. principalmente em estudos de alteraç es estruturais. . Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente ou resfriado.Doença de Gaucher. 16 e 18. N o congelar. 16.Cariótipo Mole cular n substitui a cit tica cl ssica. ñ óuô ™ †d ˆ “ ™ ô Doença de Huntington. Conservaç o para en vio: Enviar material refrigerado. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. M todo: PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes Condi o: Material de aborto ou restos ovulares. 18. PARDINI 151 . permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21. diagnóstico Coment  rios: A Doença de Gaucher (DG) mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico (esfingolipidose). Material enviado em formol pode destruir o DNA. diagnóstico molecular Coment  rios:  m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. o que torna a tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç redisposiç surgimento da doença.Al m do cromossomo 21. . 13. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). R463C) que causam a doença de Gaucher. N o congelar.

0 mL de Saliva (swab bucal).N1303K .Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta. 2. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Condi o: 2. . As mutaç s estudadas s : Delta F508 . Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. soluç conservante fornecida pelo laboratório.G542X .Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC. Swab bucal. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. PARDINI .0 mL de Saliva (swab bucal). M todo: PCR Alelo .Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC. ñ ‰R—u—u”R ‰R–u— ‰ ˆˆuuˆu‰‰R R—u† ”R–u‰ ™” óuô ™” ô ™” ˆ€‰ ™ ” ‘uˆu‰R” ˆ €ˆ ‰  u—u‰ † ˆu‰ Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase M todo: PCR-RFLP para mutaç tual C677T do gene da MTHFR Condi o: 2.Estudo Gen ’ tico das Trombofilias Coment  rios: O Fator V Leiden e a mutaç Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa. Veja Estudo G tico das Trombofilias. .Doadores de esperma e óv ulos. Veja Estudo G tico das Trombofilias.0 mL de Sangue (EDTA). .0 mL de Sangue (EDTA) Saliva (swab bucal). Swab bucal. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ Fibrose Cística Coment  rios: Estudo indicado para: . j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína. . 2. Swab bucal.Diagnóstico pr -natal.0 mL de Sangue (EDTA).Resultado negativo para as 4 mutaç s xclui o diagnóstico de Fibrose Cística.R553X . ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ 152 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. O est realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante.Identificaç rtadores de defeito no gene da FC. Equivale FATOR V LEIDEN GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE GENE DA PROTROMBINA  ˆ uˆ Á ‰ €‘ Á ‰ u’ u” u‘ » ” u— d ˆu‰ ýd Fator V de Leiden M todo: PCR-RFLP para mutaç tual R506Q do gene Fator V Condi o: 2.Específico Fluorescente .

0 mL de Saliva (swab bucal). PARDINI 153 . 2. M todo: PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D. Haplotipagem de HLA DR e DQ Coment  rios: V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. dentre os indivíduos com a variante A. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo Sangue Total (EDTA). ñ óuô ˆ ˆ€‰ ™” ˆ u ‰ ˆu‰Û—u‰Û—  † ˆ ˆu‰â—u” ô Mut ¢ ¤ £ ¥ o 202 (G Coment  rios: © A) da G6PD Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç . Conservaç o para envio: Manter em temperatura ambiente ou resfriado. pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina. Condi o: 2. PCR Coment  rios: Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose. etc. ñ ˆu‰R“u‘” óuô ô ˆ€‰Á—udÁ– ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Swab bucal.0 mL de Saliva (swab bucal). artrite reumatóide. que leva à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase.Gene da Protrombina M todo: PCR-RFLP para mutaç tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2) Condi o: 2. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). 2. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal. suspeita após avaliaç clínica. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô Veja Estudo G ”€‘ † ˆ tico das Trombofilias.0 mL de Sangue Total (EDTA). ñ  ˆ óuô ô Hemocromatose. soluç o conservante fornecida pelo laboratório.0 mL de Sangue (EDTA). Swab bucal.

M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA).O tubo deve ser est ril. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). . soluç o conservante forn ecida pelo laboratório. 2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo. Conser o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.Informar dia.Mut ¢ ¤ £ ¥ o da Alfa 1 Antitripsina Coment  rios: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. Estudo de Determin ¢ £¦¥ o TRIO: Suposto Pai. hora da coleta e idade do paciente. M Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M Filho M todo: PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem). . Esta mutaç ra uma desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos.Informar medicamentos em uso. Condi o: 2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo. discriminando -a da anemia apl stica idi tica. ñ uˆ ‰R” óuô ô ñ óuô uˆ ‰ ‡um ˆ † †  uˆ ‰Ûˆ€‰« d ’u” Paternidade.  † ‰u–u ”(ˆu‰R‘€d(—u”‡€‘ uˆ R ‰ u— ” ñ ‰u’u”u‘ † óuô © † u‘ ˆ 8õuóuô † ‘uˆ€‰ †É• 154 Instituto de Patologia Clínica H. Al teraç ssociada a Síndrome da Morte S ita Infantil. ˆu”R” ˆu‰ † ˆu”R” ô ˆu‰R– ˆ ˆ Quebras Cromossômicas. Conservaç o pa ra envio: Enviar em temperatura ambiente. A realizaç sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico. pesquisa Coment  rios: Esta pesquisa consist ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Swab bucal. ñ uˆ ‰R” óuô ô “u‘ Mut ¢ ¤ £ ¥ o do Gene da MCAD Coment  rios: Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR. Laboratórios: Fichas de identificaç /autorizaç / a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório). PARDINI . um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. como tamb m para a detecç heterozigotos. .

PARDINI 155 . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Swab bucal. . diagnóstico molecular Coment  rios: O diagnóstic feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi o gene da elastina. pai e filho. estenose aórtica supravalvar e estenose pulmonar. visto ser a Síndrome de Gilbert Este est  indicado para afastar hipótese de doenças caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença hep tica. Este test o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner. soluç o conservante fornecida pelo laboratório.PCR Condi o: 2. . Conservaç o para envio: Enviar at ias em temperatura ambiente. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. † ‘uˆ R ” ñ ˆu‰R” óuô ô ˆ €– ‰à’€”u‘ † ˆ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Saliva (swab bucal). 2. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. N congelar. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. ñ †† óuô ”R‘uˆu‰ ”† † ô ˆ Síndrome de Gilbert. o que caracteriza as anomalias dent rias e faciais.Exame realizado em m . M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 2. ñ  óuô u—u‰ † ”u–u “u‘ ô †Rþ — ˆu‰ Síndrome de Willians. O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um cromossomo X e um Y. diagnóstico gen ’ tico Coment  rios: ¡ ticas. Este test serve de diagnóstico para Síndrome de Turner.0 mL de Sangue (EDTA). Swab bucal.Sexo Gen ’ tico Coment  rios: Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo gen tico de um indivíduo.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA) Swab bucal. 2.Enviar informaç es clínicas. ñ uˆ ‰R” óuô ô ‰† † ˆu‰î‘ud ˆu‰î— ™ ˆu” ˆu‰Ó—u” SRY.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 mL de Saliva (swab bucal). retardo mental. Conservaç o para e nvio: Manter tubos em temperatura ambiente. Estudo por PCR Coment  rios: Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex tico de um indivíduo atrav s da utilizaç ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X.

M todo: Reaç m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR) Condi o: 3. diagnóstico molecular Coment  rios: O gene da conexi fš rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA).0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA). Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. PARDINI . ñ óuô €ˆ ‰ ‘ud (ÿ €— « ” † ‰«– uˆ R ‰ u‘ R ‰ u’ u” u‘ R ” u— d ˆ ô Translo s ¢ £¦¥ o BCR-ABL Coment  rios: Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia).Surdez Cong T nita. ñ uˆ ‰R” óuô ô † † † ˆu‰í”€‘ ˆ 156 Instituto de Patologia Clínica H. Este e studo detecta a mutaç ¨  l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina. caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide Crônica (LMC). N o congelar.

medica mentos em uso.Agreg ¢ £¦¥ o Plaquet e ria Coment  rios: O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç plaquet ria. ñ   ˆ€‰(– ™ ”  ò u’u”u‘uˆu‰ ‰R” ™ ”  ‰uu‘u’ ’u“u‘ m † ˆu‰  ‡ ˆ ‘† † “ ˆu‰ uˆ ‰ óuô † vv  umud †iÿ ô ˆu‰R‘ud † ë Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de funç laquet ria e para cada medicamento. Tam m usado na investigaç laboratorial de pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos em uso de antiagregantes plaquet rios. atrav s do agregômetro de plaquetas.Informar medicamentos em uso. Laboratórios: Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) . Informaç es nece rias: . . M todo: Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica. . principalmente nas desordens c itas. pet ias. PARDINI 157 . doenças de coagulaç família.JO 8h.Fazer levantamento histórico de sangramento.material colhido e enviado no mesmo dia at 2 horas após a coleta. aparecimento de manchas roxas. Valor de Refer ncia:  Adrenalina  40 a 80%  ADP  60 a 80%  Ristocetina  70 a 90%  Col  60 a 80%  Agregaç spontânea  ausente Condi o: Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA).

. M todo: Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular Valor de Refer ncia:  < 1.Triagem com confirmaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. acidente vascular cerebral. Sua presença pode causar tromboembolismo venoso recorrente.JD 4h.0 mL de Plasma em citrato. Laboratórios (outras regi es): Neste caso.15 a 1.Separar o plasma cuidadosamente. .Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. .000/mm3 repetir o processo.Enviar material congelado. PARDINI .15  negativo  1. . .Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. abortos de repetiç . transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. em gelo seco de prefer ncia.000 plaquetas por mm3 de plasma. ñ ñ ò ˆ ò “ ‡u– “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ uˆ Á ‰ u— ‰ óuô ˆ  ‰ R  ” ôR  ™ ô †iÿ  vv  ”R‘uˆu‰ † †iÿ ¡ du–uê  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰ dR‘uˆu‰  †  • ô— ‰R‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  “ 158 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Enviar at horas em temperatura ambiente. O exame sofre alteraç es importantes s for executado dent ro de at s a coleta. desprezar e depois colher o tubo com citrato.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. Conservaç o de envio: At ias congelar em temperatura inferior a 0o C. Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. S ver solicitaç tro exame. . Informaç es nece r ias: Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem. colher tubo sem anticoagulante.20  duvidoso  > 1. . .O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta.Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos). pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel.Anticoagulante Lúpico Coment  rios: Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune. .20  positivo M todo: Veneno de Víbora de Russel . Laboratórios (regi o BH): Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia. sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico.

O resultado do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE. pesquisa Coment  rios: Os linfócitos atípicos ( pl sicos) s contrados na Mononucleose Infecciosa. glomerulonefrites. em infecç s viróticas e outras.5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem corar). Pleural . Conservaç o de envio: Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente. At 4 horas a 37o C. óuô †ò ‘€ˆu‰ý‘u”u‰  ˆu‰ý”u‘ “u‘ † ™” ñ dí–uu’ ©8õuóuô † †(ÿ þ ÿ¡ ‰ ¡ ‰ u‘ uˆ ‰ C ’ lulas LE. Veja tamb m: Leucogram . Sinovial . etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas. Ascítico .0 mL de Sangue Total sem anticoagulante.169 Conser o de envio: Sangue: At ras em temperatura ambiente. uso de corticóides. sendo o tipo de c lulas maiores conhecido como c lula de Downey. Por m. Veja tam m FAN.0 mL Liquor . artrite reumatóide. pesquisa Coment  rios: A c lula LE pode ser um neutrófilo. † † €— d † † €‘ uˆ ‰ † ˆ  d † ‰um ™ ñ m† ò óuô ô † “ ™ ”™ “u‘ “ † †   † † ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias.Liq.Liq. Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. PARDINI 159 . sendo necess rio para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas. N congelar. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da pesquis servada em 70 a 80% dos casos. monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE. Refrigerar.C ’ lulas de Downey.Líq. Laboratórios: Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at  s 16:00 horas (2a a 6a feira) do mesmo dia da coleta. 3. M todo: Hargraves Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 7. Esfregaço: At ras em temperatura ambiente ( corados). etc. a presença de somente uma c lula LE suficiente para dar um resultado positivo. Variam bastante em tamanho e apa r cia.Lavado bronco alveolar.

Laboratórios: Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta. N o congelar. M todo Citometria: Contagem manual M todo Citologia: Microscopia .Ascítico . PARDINI . Líq.Líq. locais ou sist micos. com predomínio das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias. infla matórios. Lavado broncoalveolar Cor  incolor Aspecto  claro. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C.0 mL Líq. pneumonias. O aumento de celularidade e suas particularidades. aliadas às determinaç s bioquímicas. xistem valores normais e sim correlaç clínica e patológica.Líquor (EDTA) . u‡ u‘ ’ † ˆu‰«— ñ ñ   u’ ™”  “ ˆ ò ˆu‰ † † † † † † u’udR—u” † †  † @ u’ ˆ€‰  † ‘uˆu‰Á”  † –ud † óuô † †©š ô ˆu‰ ˆ ˆu‰ 160 Instituto de Patologia Clínica H. transparente.Pleural . É utilizado para diferenciaç os processos em agudos ou crônicos. exames bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites. artrites e peritonites.May Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Líquor  incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) Cor  límpido.0 mL Lavado broncoalveolar. Aspecto rocha Leucometria  at c lulas/mm3  Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3 Citologia diferencial de c lulas:  Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos  Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos Líq. viróticos ou f icos. Pleural A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica. límpido Celularidade  200 a 1000 c lulas/mm3 Citologia  Macrófagos alve olares: 80 a 89 %  Linfócitos: 8 a 18%  Neutrófilos: < 3%  Eosinófilos: < 1%  Outras c lulas: 0 % Condi o: 1. bacterianos. 5.Líq. Sinovial  amarelo palha Cor  transparente. límpido Aspecto  elevada Viscosidade Co lo de mucina  grumo firme em líquido claro  0 a 200/mm 3 Leucometria Neutrófilos  0 a 25% Líq. Ascítico A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j tológico.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ). cristalino.Citometria e Citologia (Líquidos corporais) Coment  rios: O estudo dos líquidos corporais ferramenta indispens vel para o diagnóstico.Coloraç . monitoraç o e prognóstico de processos infecciosos. hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas cavidades.

M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. D. As hemoglobinas anômalas mais comumente encontradas s : S. O. na talassemia maior. nas intoxicaç s por drogas. At ras entre 2 O e 8O C. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. C. α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas. ñ ñ †i†Rÿþ • ÿ ô ¡ ¡ ‰ ‰  —u‰ †  ™ † † ˆu‰â‰◠ˆu‰â—u”âd “u‘ ™   † óuô ò ò pH ALCALINO (HPLC) M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .2 Valor de Refer ncia: Hemoglobina A Condi o: 1.HPLC Valor de Refer ncia: 94. na defici ncia de G6PD. esplenectomizados e outros. J. PARDINI 161 . A metodologia de eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino.Corpos de Heinz. Lepore e H. pesquisa Coment  rios: Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias. At ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC. €d u‘  † ˆ€‰Á—uˆu” ‰ pH ¶ IDO M todo: Agar Citrato pH 6.7% at . óuô †ÿ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (EDTA). ˆ ñ   “™ ” óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò Eletroforese de Hemoglobina AN¶ LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC Coment  rios: A lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente. I .0 %  Hemoglobina Fetal Condi o: 1.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 mL de Sangue Total (EDTA). nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis.5%  Hemoglobina A1  Hemoglobina A2 2.5 a 3. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de Hb Fetal. A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer anemia de etilogia obscura.3 a 96. E. β-Talassemia.

JD 4H. PARDINI .CHCM Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias. longe de calor e umidade. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. No líquor. O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial. s ndantes na disenteria amebiana.0 mL de Sangue Total (EDTA). M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: veja Hemograma p . Laboratórios: Enviar. embor patognomônico.Urina . Urina . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. M todo: Coloraç May -Grunwald . Conservaç o de envio: Lâminas j confeccionadas : At ras em temperatura ambiente.Secreç Nasal . mantidas secas. entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.Líquor . constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do sistema nervoso (cisticercose. .Lavado Brônquico .Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes . ñ ˆ ˆ€‰ì‘ud — ˆu‰«—u”«‘uˆu” ‰Ý † ˆu‰îd€m óuô ˆu‰ ò  dݑuˆ€‰ ô †H• ˆu‰ †Rþ ÿ † ¡ ‰ ˆ ˆu‰ Eritrograma HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM .Eosinófilos Coment  rios: A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas patologias.Escarro .Escarro: at horas após colhida. At 6 horas. equinococose). sem corar. … ñ  óuô ò €’ † ð ô¡ ‰ † †¨ 162 Instituto de Patologia Clínica H.Fezes . 166 Condi o: 1. No escarro e lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta. al m do Sangue total. Após corar. sem corar e junto com o sangue). 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos.Secreç conjuntival (lâminas confeccionadas ou material biológico). at 15 dias em temperatura ambiente. Nas fezes. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.

. PARDINI 163 .40 a 0. . fibrinólise e doenç tica. Laboratórios: N o Refrigerar. qua  m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes Talass micas).Fibrinog T nio Coment  rios: Os níveis de fibri io est iminuídos em afibrinogenemia heredit ria.59% de NaCL Final 0.4 o C) ñ óuô †ò ‘€‰u’u“u‘ ˆu‰ý d ¡ — ”u–u ˆu‰Û”  ˆ †H†R•þ ô  Fil e ria. At dias congelado (m ximo .Coloraç Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.0 mL de Plasma (Citrato). nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas. . ˆ ô †i† ÿ• ¡ ‰ “ ò  u– ñ ‘u—u‰  ‡   ˆu‰î—ud óuô ˆu‰ †iÿ ¡ ‰ umud€—u‰ † Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Lâminas.JD 4h.0 mL de Sangue Total Heparinizado. Veja tam m Filariose.70% de NaCL 50% 0. gravidez. at ras em temperatura ambiente. Laboratórios: Enviar at ras após a cole ta em temperatura ambiente.Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas. Laboratórios: Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar.JO 8h.N realizamos aos s s e v spera de feriados. Est levados em estados inflamatórios agudos. M todo: Esfregaço em Lâmina . uso de contraceptivos orais.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos.50% de NaCL 0. Sangue. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente Wuchereria bancrofti.45% a 0. . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.45% de NaCL 0. M todo: Dacie Valor de Refer ncia: Hemólise Curva Imediata Curva após 24h a 37 o C Inicial 0. coagulaç o intravascular disseminada.30% de NaCL 0. A diminuiç fragilidade ¡ –na osmótica ocorre nas hipocromias. ñ m† † ‰†  óuô ò ˆu‰R—u” Fragilidade Osmótica das Hem e¦s ias Coment  rios: O aumento da fragilidade osmótica ocorre esferocitose heredit ria. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ! Adultos " 200 a 450 mg/dL ! Crianças " 150 a 300 mg/dL Condi o: 1. Enviar o mais r ido possível. at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar).20% de NaCL Condi o: 5. estrógenos e andrógenos.

Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. freqüente com apresentaç s clínicas variadas. Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose heredit ria. etc. At ras entre 2 o e 8o C. Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o m s..0% # HPLC $ at . At ras entre 2 o e 8o C. intermedi ria e maior) quando ser contrados valores aumentados de HbF. leucemias agudas e crônicas.0 mL de Sangue Total (EDTA). que mostram níveis elevados da HbA2. ñ  HEMOGLOBINA A2 ò –u€’ óuô ô 𠆩 † ¨š ¡ ‰  ˆu‰R—u” Coment rios: Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias. ñ  †  “u‘ ˆ€‰ö”u‘  óu“ ô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò © † i† ¨ ÿ †iÿ “u‘ “ u— d † u— ” • @ d Continua. ñ HEMOGLOBINA FETAL óuô †i†Rÿþ • ô ¡ ‰  ò ™” d † —€‰u”u‘  Coment rios: Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor.7% Condi o: 1. Condi o: 5. . anemia falciforme.Hemoglobinas HEMOGLOBINA Coment rios: Indicada na avaliaç anemias e policitemias. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . PARDINI . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.HPLC Valor de Refer ncia: 2. M todo: Espectrofotometria com reagente livre de cianeto Valor de Refer ncia: veja Hemograma ..0 % Obs.0 mL de Sangue Total (EDTA). M todo: Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance .166 Condi o: 1.0 mL de Sangue Total (EDTA). Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de Hemoglobina Fetal. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi 90%.0% # Betke $ at .5 a 3.HPLC Valor de Refer ncia: # Singer $ at .JD 4H. 164 Instituto de Patologia Clínica H. At dias entre 2o e 8o C. A Beta Talassemi ça heredit ria.

Testes falsonegativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.Continu õuóuô  o. ñ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò  Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total em EDTA.HEMOGLOBINAS HEMOGLOBINA H . Condi o: 1. At ras entre 2 o e 8o C. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina H. Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se apresentam em menor quantidade ou raros. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. M todo: Ditionito de Sódio Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.. At ras entre 2 o e 8o C.5 mL de Sangue Total (EDTA. TESTE DE SOLUBILIDADE Coment rios: O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose.PESQUISA Coment rios: Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero nas c lulas vermelhas. PARDINI 165 .. Heparina ou Citrato). Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras.  ñ † ˆ “ ‡ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰  HEMOGLOBINA S.

5 a 13.9 ˆu‰î— &') RN (cord( 1 a 3 dias 1 semana 2 semanas 1 m) s 2 meses 3 a 6 meses 6 meses a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 12 anos 12 a 18 anos .0 a 36.5 a 15.9 a 5.0 at054 .5 a 6.0 31.0 a 46.0 28.0 a 95.7 a 8.0 a 5.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 25.0 at02BC6 0 150 a 450 11.96 at087(9 0 at083(6 0 3.0 1.0 a 35.0 a 36.5 at026 .Hemograma Coment  rios: Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como tamb m muitas outras de variadas etiologias.0 a 102.0 a 36.0 80.0 31.0 a 16.0 a 36.0 28.2 4.5 a 15.0 13.0 at02BC6 0 150 a 450 11.34 20 a 850 at087(6 0 6.5 at0 1.0 1.5 a 7.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 a 118.5 4.5 4.0 a 126.0 a 40. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.0 a 62.0 1.3 3.5 4.5 1.6 3.0 a 36.5 a 8.2 3.0 a 20.0 a 14.0 a 34.0 9.0 50 a 1100 150 a 450 11.5 a 5.0 12.6 a 6.0 a 36.5 a 5.0 70.4 a 34.5 a 15.0 29.0 25.0 31.0 a 15.23 20 a 850 at087(6 0 9.1 a 4.91 50 a 700 at083(6 0 6.0 a 36.0 a 87.0 28. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.9 3.3 4.0 a 100.5 a 15.5 a 15. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliaç ist rbios plaquet rios.01 20 a 850 at087(6 0 5.0 at02BC6 0 150 a 450 11.86 at089(6 0 at083(6 0 3.0 31.0 a 37.0 at026 .0 a 40.0 a 36.0 a 35.0 a 86.5 33.0 a 35.0 31.0 a 12.0 a 30.5 a 8. Atrav s de avaliaç ntitativa e morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co itas e adquiridas.5 a 15.0 11.0 95.20 20 a 850 at087(6 0 5.0 a 121. cor e estrutura das hem cias e conseqüente direcionamento diagnóstico e ter tico.0 78.0 24.8 a 8.0 a 123.0 25.0 37.0 10.0 1.5 a 13.0 a 21.5 a 10.0 28.0 9.1 a 5.0 77.0 a 108.7 a 4.0 a 39.0 a 115.0 a 16.0 14.0 1.0 a 98.0 a 34.0 a 11. Valor de Refer ncia: † ñ ™ ” uˆ Û ”— ‡ ™ ” du‰–u“u—  Û ™ˆu”‰ ™ ˆ  Faixa Et% ria ò “ ˆu‰Û—ud  ˆu‰Õ”u† ‘ ™ ˆu‰©ëud ‘€’u“u‘ † ˆu‰h” ˆu‰ † CHCM % 30. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.0 a 45.5 at026 .0 36.0 a 49.0 a 10.mulher homem Adulto .5 a 8.0 a 36.5 a 15.0 31.9 Condi o: 1.5 a 15.0 30.0 a 17.0 a 36.0 a 42.5 45.0 1.3 4.0 77.0 300 a 900 150 a 450 11.0 31.0 35.0 31. óuô HGB HCT VCM HCM g% % fl pg 13.0 1.0 75.0 at026 .0 a 5.9 a 2. neoplasias hematológicas.73 at089(6 0 at083(6 0 3.5 35.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 a 40.5 a 15.5 a 19. junto com o sangue). laser.0 29.0 a 67.0 a 16. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.0 a 36.0 29.0 a 9.0 a 124.0 a 31.4 2.0 31.0 a 18.0 a 36.5 a 21. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total.0 1.0 at021 .89 at087(9 0 at083(6 0 4.0 26.5 a 13.5 42. absorç spectrofom trica.5 at026 . JD 4H.0 a 34. inflamaç s.0 13.0 a 26.0 a 6.5 41. intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos.5 at023 .0 86.5 29. reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas.9 a 6.mulher homem Faixa Et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos Faixa et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos RBC x106/mm 3 3.5 a7.5 1.5 a 17.0 28.0 at021 .5 a 15.0 2.0 11.0 12.0 a 34.0 2.3 3.0 1.0 10.0 a 9.5 a 10.0 a 55.0 26.2 0. parasitoses.0 Linfócitos x103/mm3 2.0 88.0 1.7 a 5.1 4.5 39.0 a 11.0 a 5.0 1. Fornece dados para classificaç s anemias de acordo com alteraç s na forma.5 a 20.0 78.0 a 53.0 98.5 a 16.0 a 66.5 a 8. tamanho. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e bacterianas.0 a 36.0 85.5 a 15.0 26.0 12.0 a 8.0 2.0 † ðô † † 166 Instituto de Patologia Clínica H.0 a 17.0 a 37.0 23.0 400 a 1800 150 a 450 11.0 74. Rotineiramente indicado para avaliaç e anemias.0 25.0 a 36.0 1. sem corar.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 a 41.0 a 33.5 a 10.0 a 13.2 a 5.5 a 15.0 13. dispers óptica/fluoresc ncia e impedância. 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem anticoagulante.0 28.90 20 a 850 at087(6 0 5.9 a 5. PARDINI .5 3.5 34. M todo: Sistema automatizado: Citometria de fluxo.5 42.2 4.0 a 11.0 a 60.0 a 46.0 a 100.5 at026 .0 400 a 1800 150 a 450 11.0 Neutrófilo Neutrófilos WBC Eosinófilos Basófilos segmentado bastonetes x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm 3 x103/mm3 9.5 a 22.0 30.0 6.0 80.0 a 40.84 50 a 500 at0@4A6 0 Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW % 400 a 1800 150 a 450 11.5 a 10.

Teste Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis. Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados parâmetros subjetivos e semi -quantitativos. M todo: Coloraç lo Azul da Pr ssia Condi o: Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis.0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA). leucemia mielóide aguda e outros. Veja tamb m: Mielograma p .169 Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente (mantidas secas. PARDINI 167 . agendar antecipadamente no laboratório. variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+: F 1+/4+: ferro medular diminuído F 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal F 4+/4+:ferro medular aumentado É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria. longe de calor e umidade). ciclo menstrual e drogas. É tam m til como teste de screening em exames de rotina. Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença. ñ uˆ ‰ ˆ  óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. ñ ˆ † ˆu‰R—udR—u‰€”u‘ ˆ u‘ dî‡ m† ‡ ò óuô † † †‡ —ud †  ”à‡ † † ÿô¡‰ Hemossiderina Coment  rios: É um t este sensível para a avaliaç reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç o mielograma. pois tamb m influenciada pela idade.Hemossediment ¢ £¦¥ o Coment  rios: A VHS  m fenômeno n o específico e sua medi clinicament til em desordens associadas com produç o aumentada de proteínas de fase aguda. M todo: Westergreen automatizado Valor de Refer ncia: D Homem E 0 a 15 mm na 1a hora D Mulher E 0 a 20 mm na 1a hora D Criança E 0 a 20 mm na 1a hora Condi o: 1. Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de progress ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. ˆ€‰ù—€d  ˆu‰Ó—  ‡ m†  ñ ˆu‰R–u” óuô ñ u’ †©¨ @ ô — ò ‡ “ Isopropanol. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. . M todo: Tris/Isopropanol Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. .JD 8h. Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas. anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas. VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade ltima).0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina). alcoolismo.Para coleta. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.

PARDINI . sem corar.negativos). Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes. delicadamente. Secar a les com gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando. após remover crostas ou escarificar as les s lceradas. Conservaç o para envio: At horas em temperatura ambiente. Essa limpeza deve ser feita par haja contaminaç o do esfregaço por cocos que.Kleihauer Coment  rios: Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç eter nea nas hem cias) e Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). Enviar o mais r pido possível. M todo: Coloraç la Eosina Valor de Refer ncia: G Adultos e > 2 anos de idade H < 0. Em casos d lise de sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno. ñ óuô ˆu‰Rò–u” ™” ˆu‰ ˆ ˆ ˆ €‘u—u‰Á—ud»‡ ™ ˆu‰ † †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Rmud † då‡ ˆ ˆ€‰Á—u‰Á – “ ™ ” ‘u† ˆu‰ˆ   d(ëˆuu‰ ”R‘uˆu‰ 168 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C. Condi o: 2. Outro m todo simples consiste em comprimir a lâmina contra a superfície cruenta da les . Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de m Rh negativo e feto Rh positivo. normalmente. forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos. Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça bacteriológica. alcançar a regi o do f lcera. usando lâminas limpas e desengorduradas. De modo geral. tornando -se rara em les s antigas (resultados falso.05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal. pesquisa Coment  rios: Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. Esse m todo d bons resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 esfregaços de Raspado de Úlceras.0 mL de Sangue Total (EDTA). Deixar os esfregaços secarem ao ar. ñ ˆu” m † “ ˆ  ˆu‰Rò–u” —uˆu‰ ˆ † ˆ ¡ ‰u’u“ ˆ u ‰ ˆ ‰u’€“u‘ † ˆ€‰ ”ádu ‘u óuô ô †© š ¡ †Rþ ÿ ‰  Leishmaniose. Laboratórios: Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril. as formas amastigot as s mais abundantes na fase inicial da doença. I Sangue de cor H próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal. logo abaixo da borda. recobrem lcera.

longe de calor e umidade. BASÓFILOS . Secreç Nasal.Leucograma Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç infecç es. met stases infiltrativas de M. at 72 horas em temperatura ambiente. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 1. . Secreç o conjuntival. Material biológico : At horas após colhido. agendar antecipadamente no laboratório. Condi o: 02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa.NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS .EOSINÓFILOS . oculares e outros de acordo com o material examinado. . As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica de numerosas patologias.MONÓCITOS NEUTRÓFILOS BASTONETES .0 mL de Sangue Total (EDTA). acompanhamento de terapias medicamentosas. Escarro. Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias. desordens imunoglobulínicas. inflamaç es.BLASTOS .PROMIELÓCITOS  ñ óuô m† † ˆ€‰Ê—€” ™ ™ † ðô † Mielograma Coment  rios: O mielogram sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses. Conservaç o de envio: Esfregaços j confeccionados : Sem corar. calor e umidade. Laboratórios: Enviar esfregaços sem corar. Laboratórios: Enviar al m do sangue total. at 15 dias em temperatura ambien te. sendo que o primeiro nome seja escrito por extenso. protegidos de luz. PARDINI 169 . cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis.METAMIELÓCITOS .Para coletar. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes. neoplasias hematológicas. mantidas secas. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante.LINFÓCITOS . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. intestinais. Veja tam m Hemograma. Lavado Brônquico.MIELÓCITOS . ‘uˆu‰ d† óuô † ‡ ˆu‰R† — ˆu‰Rd ™”  †©¨ @ ô — Neutrófilos. neoplasias e patologias hematológicas.O e outras doenças menos comuns. ñ ˆu‰Ý— óuô ˆu‰Rò–u” ‘u †H• ô  †† ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo sem corar junto com o sangue). Após corar. entre outras. pulmonares. Urina. trombocitoses. Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente.JD 4H. É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares.

000/mm 3 Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase.000 a 450. 7 dias em temperatura ambiente. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria.5 mL de Sangue total heparinizado. 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante.malariae. O teste ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es. em temperatura ambiente por tempo indeterminado. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos. Laboratórios: Enviar imediatamente após a coleta. ñ ‘uˆu‰«—u” óuô † ‰â‡ P NBT m† ˆ ˆu‰R—uò‰ ™” ™ ˆ€‰å”u‘ †ô Plaquetas (contagem) Coment  rios: Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Condi o: 1. 170 ˆu‰ö—€dö” – † ” † † † ñ ˆu‰R–u” óuô ô † †Áþ öëu”÷‰ ‰† ˆ –† –† Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (EDTA). Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. P. j tratament diferente para cada es cie.sem corar. .At 2 horas em temperatura ambiente. . salicilatos. ñ m† “ ˆu‰©—u” ™” óuô ò ˆ ††©ð¨š ô ¡ ‰ † Plasmodium.JD 4h. M todo: Fluxometria e impedância Valor de Refer ncia: 150. .vivax.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. PARDINI . Es cies encontradas: P. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. produzindo numerosos resultados falso. Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso. A demonstraç o do parasito e a diferenciaç s ci muito importante. P. Conservaç o de envio: Sangue . Condi o: 1.falciparum.At 2 horas entre 2o e 8o C. Veja tam m Hemograma.positivos e falso– negativos. M todo: Reduç NBT Valor de Refer ncia: 2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT Condi o: 2. Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa . At ras entre 2 o e 8o C.Nitro Blue Tetrazolium Coment  rios: O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s contrados resultados muito diminuídos.corado. plaquetopenias e alteraç s morfológicas de plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas. corticóides.

É desej vel que o pacient o esteja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. colher tubo sem anticoagulante. coagulaç intravascular disseminada. repetir o processo.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Tal fato leva a uma diminuiç Proteína C. insufici cia renal crônica. Condi o: 3.At 4 dias congelado em temperatura inferior a . . transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico. PARDINI 171 . .Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. em gelo seco de prefer cia.Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). doenç tica. Conservaç o de envio: .Enviar material congelado.Atenç o. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. .Proteína C Coment  rios: A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural. nefropatia di tica. Se possível informar no pedido a contagem encontrada.Separar o plasma cuidadosamente. Defici cias co itas s caracterizadas por tromboses venosas recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas. . A suspens qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. uso de anticoagulantes. Informaç es nece rias: Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis.Colher em tubo siliconizado. confundir com Proteína C Reativa. Defici ncias adquiridas s encontradas em casos de desordens hep ticas. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas.Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame). fibrinólise. . Laboratórios . ñ “ò ˆ  “ u ‘ ‘u’u“u‘ ˆu‰ “ ˆuˆu‰‰ óuô † ¡ ”u–€ d ‡ “€‘ dum † “ “u‘ “u‘ ˆ ‘uˆuv‰ v  ˆu‰î—€” ˆuˆ ‰ý—ud † —  ˆu‰ý—u”   ˆu‰â—u”  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰  ”ý‘uˆ ˆu‰â” dR‘uˆu‰  ‰â‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  † ô “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. desprezar e depois colher o tubo com citrato.000 plaquetas por mm3 de plasma. Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolesc cia.8% proporç 9 partes de sangue p ara 1 de anticoagulante).O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. .4 o C. . . Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina K.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. M todo: Cromog nico (Funcional) Valor de Refer ncia: 78 a 134% Nota: Proteína extremamente termo sensível.000/mm3. S ver solicitaç tro exame. . terapia com anticoagulante oral. presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos. .Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.

O teste positivo.000/mm3 repetir o processo. Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. Enviar o material congelado em gelo seco de prefer cia. aparentemente. colher um tubo sem anticoagulante.0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3. presença de plaquetas e uso de anticoagulantes. desempenha um papel importante na trombofilia. Fibrinólise. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). . Separar o plasma cuidadosamente. caracteriza a alteraç heredit ria da Resist cia a Proteína C Ativada. Anticorpos anti fosfolipídeos. desde que afastadas as causas acima. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. devem ser consideradas. que quando presente. Resist T ncia Coment  rios: A resist ncia à proteína C ativ um defeito heredit rio que. que quando presente. pois defici cias c nitas ou adquiridas de Proteína C.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante). Anticoagulante ico. para sua correta avaliaç o.Teste extremamente sensível em temperatura.Proteína C Ativada. embora outras mutaç s mais raras tam m tenham sido descritas. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. uso de anticoagulantes. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas.20 o C. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 0.86 . transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico.JD 4h. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis e autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente.000 plaquetas por mm3 de plasma. Proteína S e Antitrombina III combinadas. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . . Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Proteína S. A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este exame. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente.Este teste ve ser interpretado isoladamente. Laboratórios: Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Antitrombina III. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. Fatores de coagulaç . Condi o: 3. A freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C. . . O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. PARDINI . caracteriza a alteraç redit ria da RPCa. desprezar e depois colher o tubo com citrato. pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden.É desej vel que o paciente n steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. u“€‘ ! “ ñ u‘ uˆ © ‰ u— ” ˆ €• u‡ – ˆu“u‰ ‘ — óuô  ˆ vv  † — †ò m† † €d u— d † “u‘ † ˆ€‰ ¡ ”   ˆu‰©— ™” “u‘ ˆu‰u‰ ‘u’u“ ™” ˆu‰©” ˆu‰  ˆ ˆ€‰Ü—€” ˆu† ‰  ˆ€‰ý—u”  † ˆu‰  ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ ˆu‰ —€” ˆ  †©¨ @ ô — “u‘ “u‘  ‰ì‘u‡  172 Instituto de Patologia Clínica H. S ver solicitaç outro exame.

Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. ñ †ò ˆu“ ‰ý—€d –€  d ‰u‘€’u“ “ ý “ m† ˆu‰ ‡ óuô † ‰u–u“€‘ ˆu‰«” ‰€–u ’u“u‘ ‡u– “€‘ “u‘  d€m † “u‘  ˆu‰R—u” vv    ”ý‘uˆu‰ý” ˆu‰î—€” ˆu‰R”  ˆuˆu‰R‰ —u‰ †  ˆ€‰ dۑuˆu‰ ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ “ ˆu‰ì—u”  ‰ì‘u‡ ˆu‰ † †©¨ @ ô —  Prova do Laço Coment  rios: Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç m dico respons vel pelo paciente.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante. repetir o processo.000/mm3. Laboratórios: A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. desprezar e depois colher o tubo com citrato. Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. S ver solicitaç outro exame. doença hep tica. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Enviar o material congelado. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. colher um tubo sem anticoagulante. em gelo seco de prefer ncia. reposiç stro ica. . Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. . . Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). óuô ò ™ ˆ  ™” Instituto de Patologia Clínica H. Colher em tubo siliconizado. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Valor de Refer ncia: Negativo a (+). P rpura Trombocit ica Idi tica. S descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em doenças he ticas. que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. PARDINI 173 . inflamatórias e durante tratamento anticoagulante. Separar o plasma cuidadosamente. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta.Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos.4 o C. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: 70 a 123% .Proteína S Coment  rios: A diminuiç prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo. Síndrome Nefrótica.Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico).É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas.Proteína extremamente termo sensível. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Nefropatia Di tica.000 plaquetas por mm3 de plasma. reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias.JO 8h. gravidez. uso de anticoagulantes orais. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. . Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K. Insufici cia Renal Crônica e Fibrinólise. Condi o: 3. disfunç s plaquet rias. Condi o: Cliente deve estar presente na unidade de atendimento. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. crises inflamatórias agudas. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . Um teste positivo pode ocorrer em trombocitopenias.

M todo: Aggler-Lucia Valor de Refer ncia: At % Condi o: 5. . M todo: Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B Valor de Refer ncia: Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos compatível com Leucemia Mielóide Aguda. PARDINI . ñ ˆu‰ † ˆu‰ † †óuô ÿ• ò i † ô † ˆò Sudan Black B Coment  rios: Útil na classificaç s leucemias agudas. ñ ˆu‰ö—€d ˆu‰ö—ud óuô ”(d€’u—ud † † 174 Instituto de Patologia Clínica H. †‡ † ñ óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Retr ¢ ¤ £ ¥ o do Co e gulo Coment  rios: Sua principal indicaç como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç praticamente nula. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente.5 % Q Quantitativo R de 25.Para coletar. . Laboratórios: Enviar esfregaços sem conservante.valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia). É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento. agendar antecipadamente no laboratório. . mantidos secos. Condi o: 2 esfregaços. E xemplo: anemias hemolíticas.0 mL de Sangue Total em EDTA. Conserva-se at 30 dias em temperatura ambiente.0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1.0 mL de Sangue Total (EDTA).5 a 1.000 a 75.Coleta at S s 18:00 horas. longe d e calor e umidade. auxiliando na diferenciaç s linhagens linfóide e mielóide. M todo: Azul de Cresil brilhante Valor de Refer ncia: Q Percentual R 0.000/mm3 Condi o: 1. Exemplo: Aplasia medular. Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis.Reticulócitos Coment  rios: A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose).

Laboratórios: Enviar no m ximo at s a coleta. ñ “u‘ ™ óuô †ò ™” ˆu‰Á–ud ˆ u ‰ T RNI T TAP “u‘ ”€–u vv    õ € u ó ô †š © “u‘ ˆu‰z— ò i† ÿ ¡ ud u– ê ˆu‰ö‘€d ˆ Tempo de Coagul ¢ £¦¥ o Coment  rios: Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o.0 mL de Plasma (citrato). defici cia de fatores VII. defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç plaquet ria. ñ ˆ ˆu‰ Ùd óuô vv  Tempo de Sangria Coment  rios: É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas e qualitativas das plaquetas. Instituto de Patologia Clínica H.000/mm3. V. † DUKE M todo: Duke Valor de Refer ncia: 1 a 3 minutos Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.JD 4h. . plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50. M todo: Lee-White Valor de Refer ncia: 5 a 12 minutos Condi o: 2 tubos (2. Heparina. Conserv o de envio: At horas em temperatura ambiente. doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente.0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 70 % Condi o: 1. . Est mentado nas defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII). defici cia de vitamina K.Cliente deve comparecer em uma das unidades. Liquemine. PARDINI 175 . Marcoumar. situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado. Marevan e etc.. Informar história de sangramentos importantes anteriores. coagulaç intravascular disseminada. Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s vasculares. Hirudoid.Tempo Atividade Protrombina Coment  rios: As utilizaç es mais comuns s ra monitoramento de terapia anticoagulante oral.) e qual a dosagem. doenças h ticas.Cliente deve comparecer em uma das unidades. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.. . Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. nos casos de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas. X ou protrombina. Teste de pouca sensibilidade. ñ    ™” —u ‘u‡ ™™” ™” ˆu‰ ò vv  Continua.

Heparina.0 mL de Plasma em citrato. anticoagulantes circulantes.) e qual a dosagem. Liquemine. terapia heparínica. Em sangue com hemoglobinas normais a precipitaç corre ou ocorre em grau discreto. Marcoumar.Informar medicamentos em uso. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. uˆ ‰ ˆ u Á ‰ u ‘ u ˆ » ‰ ‰ ñ † ” ˆu‰R—u” ò óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰   ˆu‰ 176 Instituto de Patologia Clínica H. Marevan e etc. Condi o: 1. As causas mais comuns de PTT prolongado s o: ¡ coagulaç intravascular disseminada. PARDINI . hemofilias A e B. defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia.. uso de anticoagulantes orais.. . Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç m grande quantidade. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. M todo: Exposiç Hemoglobina a 50/60 o C Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ õuóuô o.Continu IVY M todo: IVY Valor de Refer ncia: U Crianças V 2 a 7 minutos U Adultos V 3 a 9 minutos Informaç es nece rias: .0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina. antes de intervenç es cir rgicas e no O PTT indicado nos casos on controle de ter  tica anticoagulante pela heparina. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: At segundos acima do Plasma controle. Laboratórios: Enviar no m ximo at após a coleta do material. ñ óu† ô A@ † d€–u“ ˆu‰ †ò —€”  ‘u—u“u‘ d ”€–u “ ™ ‡ ˆ †H• ô  vv  i† ÿ ¡  ˆ ˆ€‰(d Teste Desnatur¢ £¦¥ o ao Calor Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis. Informar história de sangramentos importantes anteriores. doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente.JD 4h.Cliente deve comparecer em uma das unidades. Hirudoid. doenç tica.TEMPO DE SANGRIA ò vv  Tempo de Tromboplastina Parcial Coment  rios: ¡ te cia à hemorragia. .

353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. banana.Urina recente . Seu metabolismo e he tico. Informaç es nece rias: Informar peso. Laboratórios: Especificar tipo de urina. borrachas e resinas.N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa. 353 Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. O lcool inibe o metabolismo do estireno.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç límeros pl sticos. acetominofen. cido dihidrofenilac tico.HPLC Valor de Refer ncia: ` < 10 mg/24h ` Limiares a de 11 a 20 mg/24h Condi o: Urina 24h. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. . tendo como metabólitos urin rios principais o cido m lico (85%) e fenilglioxílico (10%). A excreç rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas após o t rmino da mesma.*Urina 24 h. cido ac tico. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho .Após dieta. . colher Urina 24h p g. 1994. antidepressivo IMAO. dose e tempo de uso. sendo maior em concentraç s mais elevadas deste. cido 5 Hidroxi Indola s¦’ tico   † Y 5 HIAA (quantitativo) ñ  †  † óuô ò  vv   †ô“  –€” Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 177 . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. salicilatos. picles. beringela. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. medicamentos em uso. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . fenotiazinas. Dieta O paciente dever rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os alimentos relacionados.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar.  du‘€— † ˆu‰    † ˆ ñ ˆ ò óuô ˆ † A@ ô —  cido Fenilglioxílico   † ˆu‰÷—u–€”ö –u‰   ‰ † uˆ R ‰  ud™ u‘” —  †  ˆ  ` Coment rios: O 5-HIAA m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais). isoniazida. hor rio inicial e final da coleta. ameixa. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. nozes e tomate. A relaç cido m lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. morfina. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. metildopa. .HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel W IBMP para Estireno X 240 mg/g de creatinina (NR-7. imipramina. pois estes interferem no resultado: abacate. formaldeído. xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. sendo neurotóxico e hepatotóxico.

1 a 4. 1994. dose e tempo de uso. mostarda.*Urina 24h. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.7 mg/24h b Adultos c 1. PARDINI . disulfiran. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.HPLC Valor de Refer ncia: b at . quinidina. MT/Br) b IBMP c 2. tabaco. Laboratórios: Especificar tipo de urina. **Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. reserpina. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm lico.4 a 8.5 g/g de creatinina (NR-7. tetraciclina. cido hip ric um metabólito normal do organismo humano.: medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais. alimentos conservados com benzoatos.4 a 4. Excreç o do HVA pode ser intermitente. 353 Conservaç o de envio: At m s acifidificada e entre 2o e 8o C. gr s verdes de caf . cido Homovanílico  ñ  ˆu‰©” óuô † ™” ‘uR ” “u‘ ud u‘ — † ˆ m † ò vv   (–€” ý–  †ô“  178 Instituto de Patologia Clínica H. borrachas e t intas). hor rio inicial e final da coleta. dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico. Níveis elevados tam m s ncontrados no feocromocitoma. etanol. ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day.8 mg/24h Condi o: Urina 24h. cloropromazina. 1994. MT/Br) Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . 353 Conservaç o de e nvio: At ias entre 2o e 8o C. ketchup.3 mg/24h b 06 a 10 anos c 2. femprobamato. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. refrigerantes e alguns tipos d s. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos. Acetominofen (paracetamol). Instruç es de coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .4 a 8. pridoxina e Levodopa. broncodilatadores). *enviar 50 mL e informar volume total. aspirina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.7 mg/24h b 10 a 16 anos c 2. acarretando em concentraç s urin rias baixas. refrigerantes com coca. fumo. tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç hep tica do tolueno.5 g/g de creatinina (NR-7.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança).O. cido Hipúrico  …  ‡ –€‡ ‰ † ‰ † ‰å–  óuô † ò –u“ ñ  ‘u ˆu‰ Ù ” ˆ –€ˆu” †  ˆu‰ ™ ”   m† –u‡ ˆu‰ ‡ † A@ ô —  ` Coment rios: O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina. metildopa. podendo tam m advir de dietas ricas em cido benzóico: frutas (ameixa.HPLC Valor de Refer ncia: b 03 a 06 anos c 1.M. lcool etílico e drogas. Antidepressivos IMAO.` Coment rios: O cido hi ric rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos. ssegos). . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

Laboratórios: Especificar tipo de urina.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos.N ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. PARDINI 179 . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . *enviar 50 mL e informar volume total. sendo neurotóxico e hepatotóxico. 353 Laboratórios: Especificar tipo de urina.5 g/g de creatinina (NR-7. MT/Br) Por presentar valor basal.8 g/g de creatinina (NR-7. Tem metabolism tico.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP para Estireno e 0. A excreç ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposiç ras após o t rmino da mesma. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. A relaç o cido man lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno.Urina recente . sendo maior em concentraç es mais elevadas deste.5 g/g de creatinina (NR-7. agentes de limpeza al m de outros usos industriais. A primeira fase da excreç cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em torno de 48h após exposiç . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 1994. O lcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. . ** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. cido Mand ’ lico  ‰í ñ ˆu‰Á” š ¡ ˆ ‰ † † ‰ ˆu¡ ‰”u–u   ˆ€‰f †  ‘€   — † ˆ  ˆ  — †™  ˆ ò óuô ˆ€‰(—€” † A@ ô —  cido Metil Hipúrico Coment  rios: O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos).HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP e 1. *enviar 50 mL e informar volume total. 1994. MT/Br) d IBMP para Etil-Benzeno e 1.*Urina 24h.*Urina 24h. borrachas e resinas. Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno. diminuindo a excreç seu metabólito na urina. Os xilenos s  tilizados como thinner para tintas e lacas. tendo como metabólitos urin rios principais cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%). `  ˆ€‰ – u ‡ ñ ˆu‰R—u” ˆ ò  óuô ‘uˆu‰Ó–ud ‡ † A@ ô — —u‰R—u”î  ˆu‰ ˆuˆ‰R u‰î ‰Ó ˆ€‰ ‡ ˆ † ‡ Ó ‰ u‘ uˆ ‰ ˆ€‰  ‡ Instituto de Patologia Clínica H. 1994. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o cido hi rico. O cido man lico se correlaciona melhor com os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico.

HPLC Valor de Refer ncia: 10 a 85 µg/dL Condi o: 2.contraceptivos orais. Encontra -se elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. piridoxina.JO 8h. tetraciclina. amoxicilina. cirrose e gastrectomia. Adicionar cido Clorídrico at alcançar o pH desejado. dose e tempo de uso. broncodilatadores). antidepressivo IMAO. hor rio inicial e final da coleta. caf . Laboratórios: Material deve ser enviado o mais r ido possível. cloropromazina.: medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. cido Vanil Mand ’ lico   ñ  €d u‘ ™ — ” † †‰ f VMA ˆu‰©—u” ˆu‰ ò óuô vv  Ó”  … † †   ù–   Beta Caroteno Coment  rios: †ô“ ˆu‰ Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. medicamentos em uso. PARDINI . cardidopa. quinidina. 353 Dieta O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . propanolol. espinafre). metildopa.O. refrigerantes com coca. qualquer frutas (especialmente banana).` Coment rios: O cido vanil m lico (VMA) principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. Informaç es nece rias: Informar peso. Interferentes: Diminuindo . Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas. etilismo. Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. ch .HPLC Valor de Refer ncia: g Adulto h 10 a 35 µmoL/24 horas g 02 a 18 anos h < 25 µmoL/24 horas g < 02 anos h < 10 µmoL/24 horas Condi o: Urina de 24h. no hipotireoidismo. neomicina e kanamicina. levodopa. Níveis elevados podem ser encontrados na alimentaç rica em carotenóides ( cenoura. O betacarot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos. óleos minerais. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mL de Soro. conservas. m absorç .O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. . ganglioneuroblastoma. tabagismo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. metiformim. fumo.10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. Níveis baixos de beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A. Medicamentos . neuroblastoma e ganglioneuroma. verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4. Laboratórios: Antes de enviar. ”u‘u‰ † d«– ˆ ò ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰÷”u‘ † “u‘  óuô vv  u– †iÿ @ ô — 180 Instituto de Patologia Clínica H. Usar frasco âmbar (sensível à luz). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . . aspirina. gravidez e diabetes melito. chocolate. hiperlipidemia. Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento.M.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) .

Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança). Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). hiperparatireoidismo e hipertireoidismo.Proteger da luz (frasco âmbar). Refrigerar. Doença de Paget.  ™ † ñ m† ‘uˆ€‰ ™ ˆ ” † ÿ @ du–u“ u– ˆ  ™ ‘u ˆu‰«ê ‘ud † u’u”u‘u‰ ˆu‰â—u” ˆ€‰öˆu—u‰ ” ò óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . i Adulto . 4 a 21 nmoL/mmoL de creat. deve -se preferir a coleta de 24 horas.Deoxipiridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col tipo I.Mulher p Condi o: Urina 2h . sendo influenciada pela dieta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C.HPLC Valor de Refer ncia: i 02 a 10 anos p 31 a 110 nmoL/mmoL de creat. *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia. i 11 a 14 anos p 17 a 100 nmoL/mmoL de creat. i 15 a 17 anos p ≤ 59 nmoL/mmoL de creat. Níveis elevados s encontrados na osteoporose. . A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina. met stases ósseas.Homem p 4 a 19 nmoL/mmoL de creat. Veja tam m Piridinolina. PARDINI 181 . . Considerando que a excreç sses marcadores maior à noite.*Urina 12h .*Urina 24h. i Adulto .

Medicamentos: O paciente dever rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C. Dieta O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool. Obs. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos. Catecolaminas s compostos l beis. disulfiram e octeotrídeo. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico congelado. atenolol. pós -operatórios. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do feocromocitoma. Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril. pseudoefedrina. 182 Instituto de Patologia Clínica H.HPLC Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. PARDINI . chocolate. hora d ltima dose. nitratos. nadolol.10o C. clorpromazina. haloperidol. sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e drogas. furosemida. imediatamente. felodipina. metoclopramida. c rebro e sistema nervoso sim tico. refrigerantes com coca. dosagem. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . ansiedade. insulina. É necess rio que a amostra de sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos.JO 8h. prometazina. imipramina. reserpipna. salbutamol.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório. labetamol. propranolol.. nortriptilina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Seu maior uso clínic no diagnósti co do feocromocitoma. Após isto. desipramina. retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente. caf . sendo em 10% deles malignos. efedrina. terbutalina. clorfeniramina. clozapina. O plasm transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado. Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue. acalmar o cliente.Epinefrina e Norepinefrina Coment  rios: q Catecolaminas A epinefrina (adrenalina). morfina.M. com o auxílio das m s.5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. fumo. cocaína. clonidina. Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin. metoprolol. nicotina. aminofilina. frio. transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH. mas sob nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. cafeína.5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida.. levodopa. a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas na medula adrenal. Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado). Centrifugar rapidamente. fruta (especialmente banana). anfetaminas. . c . difenilhidramina.O. nitrogliceirna. amitriptilina. minoxidil. óuô < que 140 pg/mL entre 140 a 200 pg/mL > que 200 pg/mL < que 1400 pg/mL entre 1400 a 2000 pg/mL > que 2000 pg/mL < 30 pg/mL s suspeitos s muito sugestivo s suspeitos s muito sugestivo ™  †  †iÿ @ ô — ˆ€‰ ˆu‰ †  ”† ˆ ˆu‰ † d† Continua. dopamina.. isoproterenol. sem fumar. timolol. homogeniza-se cuidadosamente e. Catecolaminas elevadas tamb m s contradas no trauma. Esses tumores s causa de hipertens severa de difícil controle. hidralazina. fentolamina. dia. verapamil. teofilina. bromoergocriptina. metilfenidato.  ˆu‰ † “ ˆu‰ † ˆ u ‰ Û ” u ‘ ™” u–  † ˆ ‰† ˆu‰ ‰ ˆ € † ñ ™” vv  å– dÁ‡ SANGUE Valorr de Refer ncia: s Epinefrina (Adrenalina) s Norepinefrina s (Noradrenalina) s ò (–€”  † ¡ r r s s s Dopamina Condi o: 2. nicardipina. em ambiente calmo. naloxona e TRH. que se origina em 90% dos casos na supra-renal. descartar os primeiros 0. metildopa. hidroclorotiazida.

5 a 20.0 a 6. carotídea.0 a 17.0 a 3.0 a 80.0 4. 353 Laboratórios: Antes de enviar.. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . metotrexato. cido fólico e riboflavina. Enviar alíquota 10 mL e informar volume de total. vascular perif rica) e trombose. óuô † †ô“  ™ ” –u å”  †¦š Homocisteína Coment  rios:  m ami A homocisteí cido formado no metabolismo da metionina. hor rio inicial e final da coleta. Laboratórios: . cido fólico e da riboflavina. por m em valores limiares. na insufici cia renal crônica.0 0.0 < de 200 201 a 260 t suspeito t sugestivo > 260 Dopamina 0 a 85 0 a 140 40 a 260 65 a 400 65 a 400 65 a 400 Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos.5 mL de Plasma (EDTA). Sua remetilaç  metioni dependente da cobalamina. PARDINI 183 . Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6. fenitoína.2 a 10.N colher amostra com o paciente deitado. ‘ud †  ‘u‰u — € ‰ (  ñ ò uˆˆu‰R ‰ˆu‰R—d óuô uˆˆu‰‰© †iÿ @ ô — ‡ † “u‘  “ u ‘ åd ˆu‰ † ‘€d † † † Instituto de Patologia Clínica H.EPINEFRINA E NOREPINEFRINA Norepinefrina 0.0 a 10. Homocisteína em níveis elevados um fator de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana.0 < de 60 61 a 80 t suspeito > 80 t sugestivo ò õ€óuô o. Condi o: Urina de 24h.0 a 2.5 0.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal. trimetoprim.5 0.Continu URINA Valor de Refer ncia .µg/24h: Idades Epinefrina < de 1 ano 1 ano 2 a 3 anos 4 a 9 anos 10 a 15 anos adulto 0.0 1.0 0. Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina. B12 (cobalamina). verificar pH da amostra que dever star cido (pH at )..0 a 29.0 a 65.10o C. . colher Urina 24h conforme instruç s g. u Após dieta. . corticóides. -N sar o garote por muito tempo. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar. na maioria dos casos. hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo (homocistin ria). Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural.Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC Valor de Refer ncia: t Homens: 4 a 14 µmoL/L t Mulheres: 4 a12 µmoL/L t Elevaç iscreta: 15 a 25 µmoL/L t Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L t Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L Condi o: 1.0 15. Obs.0 8.

Fraç ¥ es Coment  rios: A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente. broncodilatadores). 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. levodopa. Informaç es nece rias: Informar peso.30 < que 0. fenotiazidas e propranolol. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico. A excreç – rin ria do paraminofenol vari vel sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Refrigerar. paragangliomas e neuroblastomas. caf . c . 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.41 mg/g de creatinina 10 a 15 anos < que 0.73 < que 0.31 mg/g de creatinina > que 15 anos < que 0.HPLC Valor de Refer ncia: tect vel v v IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7. chocolate. dia e hora da ltima dose. cloropromazina). borrachas e pl sticos).M. refrigerantes com coca. T m importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma. oxitetraciclina. 1994. acetominofen. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Metanefrinas . sendo a determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis.Urina recente . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . metildopa.41 < que 0. . Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. sotalol. labetamol.: medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais. ñ ˆ “u‘ €‘  ˆu‰ ˆ€‰ ™” “ ò óuô vv   å–u” ý–  ‡ † ¡ †ô“  Paraminofenol Coment  rios: O paraminofenol  m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na (utilizada em tintas. dosagem. quinidina. fruta (especialmente banana). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . anti-depressivos tricíclicos.30 mg/g de creatinina Condi o: Urina de 24h.53 mg/g de creatinina 2 a 10 anos < que 0. medicamentos. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança).*Urina 24h.O. Laboratórios: Especificar tipo de urina.43 < que 0. benzodiapínicos. fumo. tetraciclina. ‘uˆuñ ‰ † u‘ ˆu‰R—u” ò  óuô † A@ ô — ™”  ˆ u ‰ ˆu‰  ˆu‰ †   184 Instituto de Patologia Clínica H. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. hor rio inicial e final da coleta.HPLC Valor de Refer ncia: Idades Normetanefrina Metanefrina < de 2 anos < que 1. Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro da faixa normal. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . medicamentos em uso. PARDINI . buspiroma. bromoergocriptina.

Níveis elevados s contrados na osteoporose. Condi o: Urina 2h . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .Piridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno tipo I. Para monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç lteraç es de forma mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas).Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança). Refrigerar. Enviar em frasco âmbar (sensível à luz).*Urina 12h . Laboratórios: Especificar tipo de urina.*Urina 24h. *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz :1.Proteger da luz (frasco âmbar). Considerando que a excreç sses ma rcadores maior à noite e que variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia. sendo influenciada pela dieta. . ñ ™ ” ˆ€‰ý—ud †  m† ò  –u“ uˆ ‰ ¨  ™ u‘  ˆu‰Û—u‘u” d † † ˆu‰â—u”âd ˆ€‰í”u™ ‘ ˆ  ‘uˆu‰ óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. Doença de Paget.Homem x 20 a 61 nmoL/mmoL de creat. met stases ósseas. w 15 a 17 anos w Adulto . A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. x 42 a 200 nmoL/mmoL de creat. deve -se preferir a coleta de 24 horas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Veja tam m Deoxipiridinolina. w 11 a 14 anos x 105 a 400 nmoL/mmoL de creat. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados. PARDINI 185 . 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. w Adulto .HPLC Valor de Refer ncia: w 02 a 10 anos x 160 a 440 nmoL/mmoL de creat.Mulher x 22 a 89 nmoL/mmoL de creat. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. .

Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . O seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus -lo.10o C. evitar 7 dias. Homogeinizar imediatamente “ o esperar”.m. nozes. antidepressivos IMAO. tomate. medicamentos em uso. banana. porque pode haver hemólise. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . pois estes alimentos interferem no resultado: abacate.JO 8h. imipramina. congelar. metildopa. ñ óuô ‘uˆu‰ “u† ‘ † ‰ ò   † y 5 Hidroxi Triptamina † ™” ‘uˆ  ˆ … ™” vv    †— †iÿ @ ô — ù– †— –€”u‘u—u“ 186 Instituto de Patologia Clínica H. beringela. Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame. por invers o num total de 6 invers s. Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r. C.p.HPLC Valor de Refer ncia: € 50 a 200 ng/mL € Intermedi rio  200 a 400 ng/mL € Tumor Carcinóide  > 400 ng/mL Condi o: Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA).Serotonina Coment  rios: A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios. morfina.M: acetominofen. O laboratório fornecer tubos p/coleta. “sem agitar”. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. dividir 5 mL deste sangue para cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório). guafenesin. PARDINI . Informaç es nece rias: Informar peso. pickles. Dieta O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados. Separar o plasma. lítio. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi indolac tico) marcador mais sensível de tumores carcinóides. Sua dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. por 20 minutos.O. dose e tempo de uso. . naproxeno e reserpina. Laboratórios: Enviar o material congelado em tubo pl stico.

Níveis baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses. Laboratórios: O material dever ser enviado o mais r pido possível. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. ñ ˆu‰â”u‘ ˆ “ ò †™ ” ‡ “ ˆ “ † ™ ‰u’u“u‘  Ódum ˆu‰ ô vv  †iÿ @ ô — u– Vitamina C Coment  rios: A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias.HPLC Valor de Refer ncia: ‚ 1 a 6 anos ƒ 20 a 43 µg/dL ‚ 7 a 12 anos ƒ 26 a 49 µg/dL ‚ 13 a 19 anos ƒ 26 a 72 µg/dL ‚ Adulto ƒ 30 a 80 µg/dL Condiç o: 1. insufici ncia pancre tica exócrina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . m sorç intestinal. A determinaç r HPLC m todo de escolha. SIDA . contato com metais pesados. pós -operatórios. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .  † ‘ud«–€” † ˆu‰»—u” ˆ u ‰ ⠗ u ”  † ˆ “€‘ ñ ‡ uˆ Ó ‰ u– ‰ †‰ † óuô ò ª vv    Instituto de Patologia Clínica H. grandes queimados.5 mg/dL Condi o: 1. A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). etilismo. síndrome nefrótica.5 mL de Soro.4 a 1. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. uso de contraceptivos orais. nitrosaminas e paraldeído. na síndrome do desconforto respiratório. barbit ricos. parasitoses. Informaç es nec rias: Informar medicamentos em uso. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A.Vitamina A Coment  rios: A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. uso de estr ios e anticoncepcionais.JO 8h. Usar frasco âmbar (sensível à luz).5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível.JO 8h. PARDINI 187 . Seu uso clínico principal squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias após privaç s se oligoelemento. cirrose.HPLC Valor de Refer ncia: 0. . . Enviar congelado. tabagismo. infecç es e etilismo. aspirina. pancreatite. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de oxalato com formaç c lculos renais. Doença de Adison. estrógenos. Refrigerar. Níveis baixos s contrados na defici ncia diet tica da vitamina.

Valores baixos de 1. Usar frasco âmbar (sensível à luz). A sua car ci respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea (raquitismo e osteomal cia).5 a 1. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. atresia de vias biliares. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .HPLC Valor de Refer ncia: 20 a 76 pg/mL Condi o: 1. ñ ˆu‰ d ‡† ‰ ˆ€‰ † ‡ ™ ˆu‰ “u‘  ò óuô †iÿ @ ô —  u– 188 Instituto de Patologia Clínica H.Vitamina D3 Coment  rios: „ 1. óleos minerais e contraceptivos orais. ressecç es intestinais).25 a 0. Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com valores de outro metabólito. Níveis baixos podem ser determinados por m absorç (pancreatite. ñ  ‡ ˆu‰«”u‘ “u‘ d ˆ † “€‘  “u‘ ˆ † óuô ò ˆu‰ u– Vitamina E Coment  rios: É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres. Informaç es nec ess rias: Informar medicamentos em uso. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro neurodegenerativo.JO 8h.3 a 0. O metabólito 1.25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez. PARDINI . o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais.9 mg/dL … 13 a 19 anos † 0. A sua forma mais ativ alfa-tocoferol. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. uso de anticonvulsivante.8 mg/dL Condi o: 1. . colestiramina.25hidroxicolecalciferol s contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo.37 mg/dL … 1 a 12 anos † 0. Valores elevados de 1.HPLC Valor de Refer ncia: … Prematuro † 0.8 mL de Soro. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . . Laboratórios: Enviar o mais r ido possível congelado.25 Dihidroxi O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol). Juntamente com calcitonina e PTH regulam o metabolismo do c lcio. prematuridade.6 a 1. etilismo. cirrose. anemia hemolítica e alteraç visual). fibrose cística.JO 8h. sarcoidose e na intoxicaç vitamínica.5 mL de Soro.0 mg/dL … Adulto † 0.25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas.

terapia com estrógeno ou corticóide. Elevada em infecç es. M todo: Imunofluoresc cia direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe. cistite hemorr gica e ceratoconjuntivite. neoplasias e pós -operatórios.5 mL de Soro. Lavado de nasofaringe. Lavado de nasofaringe. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Conservaç o de envio: Ate 5 dias entre 2o e 8o C. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. † ñ –u “ò ™ “€‘ ‘ † ”€–u   †‰ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura viral. tonsilite. Laboratórios: Swab de nasofaringe. gastroenterite. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ‡ 0a1m s ˆ 124 a 348 mg/dL ‡ 2 a 6 meses ˆ 111 a 297 mg/dL 95 a 251 mg/dL ‡ 7 meses a 2 anos ˆ ˆ 110 a 279 mg/dL ‡ 3 a 19 anos ˆ 78 a 220 mg/dL ‡ Adulto Condi o: 0. Conservaç o de envio: Refrigerar e enviar imediatamente. Resultados falso-negativos podem ocorrer. vasculites. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. gravidez. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. cirrose h tica e carcinoma hepatocelular. nos casos em que o material de ser aspirado.Adenovírus – Pesquisa direta Comen rios: Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia. doença he tica crônica. AAT principal componente da alfa-1-globulina. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. PARDINI 189 . Swab de nasofaringe. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar. ma característica do m todo.JO 8h. aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos inflamatórios. ñ  óuô ò “€‘ ‰Rëu” †  † u– ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Alfa 1 Anti-Tripsina Coment  rios: AAT  ma proteína de fase aguda. artrites. reaspire. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. .

sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas assintom ticas. ñ ˆu‰î–  —€“ ò ”†‡ ˆu‰R—  ”u–€ u‰ €’ u“ ‘ óuô   ô Antiestreptolisina O Coment  rios: AEO elevada indica infecç r streptococos beta -hemolíticos. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 41. PARDINI . mas de forma isol permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. specífica.0 mg/dL Condi o: 0. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica. neoplasias e terapia com corticóides.JO 8h. aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. . 75% em 2 meses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade.0 a 121. 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro.5 mL de Soro. Falso -positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa.5 mL de Soro. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Alfa 1 Glicoproteína cida Coment  rios: AAGP  ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias.JO 8h. Títulos se elevando em determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Inferior a 250 UI/mL Condi o: 0. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. Nas infecç s estreptocócicas. Conservaç o de envio: Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C. Na Febre Reum tica. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos. Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. 30% das piodermites e 50% das GNDA. terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas. hepatites.JO 8h. É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler. † ‘€ˆu‰«” ò ‡ ñ óuô Amebíase Coment  rios: †ô A Infecç or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica. Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose. esquistossomose. A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%). ñ m† ™ ™ ” † — u ” ˆ€‰  ˆu‰`–u‰  ‰ AEO ‡™ ˆ du—ud ‘uˆ€‰ ™” óuô ò 190 †ô Instituto de Patologia Clínica H. É uma proteína de ` fase aguda.5 mL de Soro. gravidez. entretanto. a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. causar doença invasiva intestinal ou doença extra -intestinal. AEO tectado em 85% das faringites. Veja tam m Estreptozima. 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. Níveis de AEO pod em apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas.

cirrose hep tica. Artrite Reumatóide Juvenil. O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal.JO 8h. doença inflamatória intestinal. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro intestinais.0 nanog/mL Fumantes ‘ 5 a 10 nanog/mL Suspeito Maior probabilidade ‘ > 10 nanog/mL Condi o: 0. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem. Artrites Infeciosas.0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para realizar em at 48 horas).Antígeno Carcinoembrion e rio  CEA Coment  rios: CEA uma glicoproteína q ór specíf ica. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorizaç . estômago. Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. pesquisa Coment  rios: Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas (antígenos). Tem forte associaç com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com alteraç es radiológicas compatíveis. Níveis elevados s o encontrados em v rios tumores. Valor de Refer ncia: Negativo Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Níves mais elevados s contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e hep ticas. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 10. Níveis elevados tam m podem ocorrer em fumantes. mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. Cirurgia. Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27. pancreatite . Hiperplasia Adrenal. PARDINI 191 . m †™ ñ óuô m† Ó– ˆ™ ˆu‰«‘u‰ ˆ  ˆu‰ “u‘ †ˆ H• ð ô ¡ ‰ ò † Instituto de Patologia Clínica H. tero. Outra s neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama.5 mL de Soro. tireóide e tumores de cabeça e pescoço. †   ˆ€‰ ‡  ™” u”î‘uˆ€ˆu‰ ‰ † † ’€ˆu‰î” ˆu‰ì”€‘ —€“u‘ ™” ‡ –† † ˆ  ñ ˆu‰R—u” “u‘ ò ˆ  ”ô R †Rþ vv   m † ˆu‰    ˆu‰  óuô  Antígeno HLA B27. lceras pticas. N o enviar em banho de gelo. inflamaç s. pâncreas. Para fins de comparaç ve -se usar mesmo m todo. N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ‘ < 4. quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . . Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de Complemento. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pulm . enfisema pulmonar. Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. ao diagnóstico. infecç s. polipose retal e doença mam ria benigna. Artrite Psori tica.0 nanog/mL N o fumante ‘ < 5. ov rio. Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter.

M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 28 a 38 mg/dL Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios. A defici cia de antitrobina III est presente em 1. uso de estrógenos. e paracocidioidomicose podem ocorrer. Pacientes imunocomprometidos. apesar da concentraç normal da antitrobina III. em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetect veis. aumentando a estes níveis com seis meses de idade. níveis de antitrombina s m m ia 63% dos níveis do adulto. estando sua defici ncia associada a estado de hipercoagulabilidade. infarto agudo do mioc rdio). Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus. com o aumento do risco de trombose venosa. Informaç es nece rias: Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. . coagulaç intravascular disseminada. etilismo. meníngea). ñ ˆu‰ “ ˆ€‰ý“ — ˆu‰»— ˆu‰ ” † mud “ ¡ ”u–u ˆ € ‰ å — u d ” ˆu‰ ˆu‰Á” † — † “ “€‘  ˆu‰ ˆ€‰  ò óuô † †Rþ ÿ ô ¡ ‰  vv  Aspergillus sp. No tipo II.5 mL de Plasma (EDTA). que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. Teste negativ o exclui aspergilose.3 mL Soro. Sorologi positiva em 90% dos pacientes com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica. a sua atividade funcional ixa. Ao nascimento. Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. Condi o: 0. ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ™” ‰R‘uˆ d† ˆu‰ † 192 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.7% da populaç .JO 8h. blastomicose. hepatite). de aumento do consumo (tromboses. Defici ncias adquiridas s mais comuns e podem decorrer de reduç síntes tica (cirrose. PARDINI . gravidez). perda (síndrome nefrótica. uso de anabolizantes e penicilina. podem apresentar níveis diminuídos. anti Coment  rios: Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva (pulmonar. traumas) e de outras causas (uso de heparina. Reaç s cruzadas com histoplasmose.Antitrombina III Coment  rios: A Antitrombina III  ma proteína anticoagulante natural. No tipo I a concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas. enteropatias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. As defici ncias cong nitas s ivididas em tipo I e tipo II. Conservaç o de envio: At ras refrigerar entre 2 o e 8o C.

paracoccidiodomicos uma doença granulomatosa que acomete pulm es. entretanto. PARDINI 193 . . indicativo de infecç o recente.Blastomicose Sul Americana Coment  rios: A Blastomicose Sul-Americana. brasiliensis no exame microscópico. ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †Rþ ô ñ óuô ò ˆu‰  ô Instituto de Patologia Clínica H. ™ ‰†d ò ˆ€‰ ”† ñ ˆu‰ † ˆ † ‰u‘u—u”«‘€ˆu‰ óuô †Rþ ô Brucelose Coment  rios: Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. complementado pela cultura.3 mL de Soro. F. por período superior a 6 meses. pele e linfonodos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a aglutinaç o. em amostras pareadas. o que possível em apenas 20% dos casos. ˆu‰ ˆ ”† ˆ ˆ  ˆu‰ ™ ” ˆu‰ † ˆ “  ˆ€‰«— ˆ uˆ ‰ † SORO AGLUTI’”“”•– O M todo: Reaç A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. na brucelose.5 mL de Soro p/ cada. em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose requer visualizaç do P. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A melhora clínica após tratament companhada da queda dos títulos.3 mL de Soro. devem ser considerados cicatriz sorológica. num mesmo laboratório. 70% dos pacientes tratados permanecem com sorologia positiva at m ano após o tratamento. Aumento dos títulos de IgG. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos. Títulos de 1:4 mantidos. mucosas. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos se visualizou ou isolou o fungo. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. Yersinia enterocolitica. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus. Imunoensaio enzim tico: permite detecç e anticorpos IgM e IgG. IgG persiste por anos após a infecç . M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. tularensis. na fase aguda e convalescença (após 14 dias). Vibrio colerae. sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a infecç o comprovada. podendo ser usado para diagnóstico e seguimento do paciente. Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas. Conservaç o de envio: Refrigerar. Títulos de 1:160 s sugestivos de infecç recente.JO 8h. Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas.

met st ases e monitorizaç e tratamento. Possui baixo valor preditivo positivo e negativo. teratomas beni ngos. PARDINI . Deve ser realizado pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura. endoc rvix e trompas. gestaç o. N se pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. fígado. menstruaç . neoplasias de fígado.CA 125 Coment  rios: Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose. . Cerca de 20% dos cânceres de ov ri produzem CA 125.3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. .JO 8h.JO 8h. Condi o: 0. câncer de mama. (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. doenças benignas e pacientes normais.5 mL de Soro. Aumento do CA 125 pode preceder as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 35 U/mL ˜ Negativo — 35 a 65 U/mL ˜ Elevado — > que 65 U/mL ˜ Positivo Nota: Este exam eve ser utilizado para diagnóstico. colo uterino. ov rio. linfoma n o -Hodgkin. Informaç es necess rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas. doença inflamatória lvica. Indicaç s no Câncer de Ov rio: (1) Avaliaç prognóstica.5 mL de Soro. pacientes saud veis. câncer de endom trio. pulm o. pâncreas. doenças benignas de mama e hepatopatias. (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e quimioter ico. É utilizado em pacientes com câncer de mama para detecç o de recidiva. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆ óuô ò “u‘  ˆ ‘€ˆu‰Á—u”  ˆ † † † ˆ€‰ý— ˆ  ”ô R †Rþ  194 Instituto de Patologia Clínica H. abscesso tubo-ovariano. peritonites. cólon. cirrose hep tica. sendo usado como marcador tumoral. vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 30 U/mL ˜ negativo — 30 a 50 U/mL ˜ elevado — > 50 U/mL ˜ positivo Condi o: 0. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. uroepiteliais. Cerca de 1. A sua produç o excessiva nos carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados. pulm . ˆu‰â”u† ‘    €– ˆu‰ ˆ † ˆu‰ – †  ™” † ™”  ˆ € ‰ † –† ˆ ˆ u ‰ † ˆu‰ † ñ ò “u‘ óuô ”â‘uˆ€‰ù—  ”ô R †Rþ  ™ ” ‡ ˆu‰  ‰å‘uˆˆ€‰  † vv  CA 15/3 Coment  rios: É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares.

Laboratórios: Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ™ < que 37 U/mL d Negativo ™ 37 a 120 U/mL d Elevado ™ > que 120 U/mL d Positivo Nota: Este exam ve ser utilizado para diagnóstico. Duas formas dessa defici ncia s scritas: a forma cong nita e a adquirida. havendo diferenças g ticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador). coagulaç fibrinólise. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo. presente no soro e plasma de indivíduos normais. doenças benignas e pacientes normais. Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia tica. inclusive linfomas.5 mL de Soro. havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. N recomendado para triagem de forma isolada. A sua defici cia leva ao edema angioneurótico. caracterizada por episódios recorre ntes de edemas. ñ ‘u’u“u‘ “u‘  ò ˆ€‰à” “ ˆ € ‰ Á — u ”  † † “ “ “u‘ óuô ô u – Instituto de Patologia Clínica H. Síndrome de Sjögren. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 195 . fibrose pulmonar. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. comum ocorrer a defici ncia funcional. cistadenoma ducto h tico. para fins de comparaç o.5 mL de Soro. podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. ñ ‰«” ¡ ”u–u ™™ ” m † † ˆu‰â‘uˆ “u‘ ò “u‘ ˆ “u‘ ¡ u” u–  €” u–  ”€‘ † ˆ t ‰ † ˆu‰ óuô ⠔ u‘ €ˆ ù ‰ €— ” †  ”ô R †Rþ vv   C1S Esterase Inibidor Coment  rios: É uma proteína de fase aguda. o angioedema heredit rio. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ™ Homens d 29 a 42 mg/dL ™ Mulheres d 26 a 39 mg/dL Condi o: 0. hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. Condi o: 0. muitas vezes associadas a v rias doenças. Tem papel regulador nas enzimas do complemento. inibidor de protease. A forma co ita. pancreatite crônica. cistos espl ico. É sintetizado nas c lulas epiteliais.CA 19/9 Coment  rios: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino gross tico. Nas formas adquiridas. aquelas superiores a 50% do valor anterior. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. endometriose.JO 8h. S consideradas alteraç es significativas. .

Os s de m s imunizadas. A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç recente. se observando fenômenos trombóticos.10o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e f negativo e ≤ 0. tuberculose.JO 8h. ˆu‰ ˆu‰Á– ñ ˆu‰ ™ óuô ò  ‘uˆu‰ Caxumba IgG/IgM Coment  rios: †Rþ ô IgG . Conservaç o de envio: Entre 0 o e . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e IgG f ≤ a 10 GPL e IgM f ≤ a 10 MPL Condi o: 0. estes anticorpos est sentes.Test til no diagnóstico da Caxumba. Entretanto alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou. Em quadros crônicos. doenças infecciosas (síf ilis.2 mL de Soro.09 f indeterminado e f positivo ≥ 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. em geral títulos baixos e do isotipo IgM.91 a 1. naturalmente ou por vacinaç o. mais raramente. apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade. auto anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. . pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune). Nesses casos encontra-se. ”å‡ ñ ò  † mu”umu“ ˆ u ” “u‘ ˆu‰Rd um €” um “ ˆ ˆ ˆu‰ óuô ô 196 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro.7 a 33% dos pacientes). IgM . endocardite infecciosa. .10 Condi o: 0. cada. hanseníase.Cardiolipina IgG/IgM.Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em níveis protetores de forma duradoura. Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite Reumatóide (7. infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina.90 0. podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. IgA.JO 8h. PARDINI .

sendo til ao diagnóstico diferencial de outras colagenoses. . . Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). † ˆ ñ ˆ ‘€—u‰â‡ óuô ò  ”† ˆ ‡ †  ˆ€‰(”€‘ ‘u‰u ô C ’ lula Parietal. esclerodactilia e telangiectasia).2 mL de Soro. Valores elevados tam m podem ser encontrados em lceras stricas. Conservaç o de envio: Refrigerar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. anti Coment rios: Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR).JO 8h. Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados em pacientes com AR. Anti Coment  rios: Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa. Raynaud. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 197 .JO 8h. Anti Coment  rios: h Anticorpos anti-centrômero s toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. A determinaç o conjunta com o fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR. É visto em 70 a 80 % dos casos de síndrome de CREST (calcinose. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido resultante de modificaç o da arginina. independente do fator reumatóide.CCP  g Citrulina. prediz evoluç o mais agressiva da AR. ˆu‰Ád ACA ˆ óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. disfunç o esofagiana. câncer g strico e Síndrome de Sjögren. ˆu‰«—u‰ ‡ ’€  “ ñ ò “€‘ óuô †ô ñ ò “€‘ “€‘   ˆu‰Á—u† ‰ ’€ † ˆ u ‰ « — u d m† † m†  uˆ ‰ Centrômero. Cerca de 7% dos adultos saud veis t m esses anticorpos detect veis. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo: ≤ 50 U Condi o: 0. Absorç vitamina B12 (cobalamina) depende da produç fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido clorídrico.5 mL de Soro. Anticorpos anti -c lula parietal s encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa.2 mL de Soro. Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator reumatóide. nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para diagnóstico precoce. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. se til no diagnóstico dos pacientes com artrite reumatóide e FR negativo.

produzida no fígado. Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas com infecç s n tectadas em gestantes.JO 8h. sinusite e pneumonia. Entretanto. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 21. sendo ainda necess rio biópsi tica para confirmaç iagnóstica. entre 2 o e 8o C.76 vezes. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson.2 mL de Soro. um resultado normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson. Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios.5 mL Soro.0 mg/dL Condi o: 0. ˆ ñ † ™ ” ˆu‰â—u” ò “€‘ ˆ † dà—€‰u”u‘  † ˆu‰ d –† ™” Ù óuô †ô 198 Instituto de Patologia Clínica H. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda. que carrega 70 a 90% do cobre plasm tico. PARDINI . Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias nutricionais. A maioria das mulheres apresentam infecç o assintom tica. podendo levar à doença inflamatóri lvica.0 a 53. . t m sido observada a associaç populaç doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de 2. bronquite. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. infertilidade e gravidez ectópica. ˆu‰ádu— ñ óuô ò “€‘ “ “ “ ˆu‰í—€ ” †ô Chlamydia tracomatis Coment  rios: A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente.Ceruloplasmina Coment  rios: A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina). enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano. .  ñ  ‘uˆu‰Á” ò † d ¡ ”u–u ˆ€‰(— ˆ u ‰ “€‘ óuô †ô Chlamydia pneumoniae IgG Coment  rios: A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite. Conservaç o de envio: At dias. Cerca de 50% da  lta apresenta resultados positivos. M todo: Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM Valor de Refer ncia: IgG i Homem j < que 1:16 i Mulher j < que 1:64 IgM i < que 1:8 Condi o: 0.JO 8h. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar níveis mais baixos.2 mL de Soro . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

sendo.Cistatina C Coment  rios: Útil como ma rcador da funç renal.74 a 1. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . reaç s cruzadas com equinococos podem ocorrer.5 mL de Soro. Sua concentraç independe da massa muscular. tumores malignos. É importante citar que elevaç s da cistatina C. V rios estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica. sendo capaz de detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular. foram descritas em pacientes com o mieloma m ltiplo. . ™ ˆ ñ ‡ ò óuô ô uˆ R ‰ u– ‰ ò † Óëud ˆu‰ †† ˆ ˆ ˆ€‰ ” ”u–u ¡ u‡ m  ˆu‰«’ ˆu‰ ˆ  ™† ” ‘u‡ † ˆuˆu‰ ‰ Cisticercose Coment  rios: A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central. ñ óuô ò “€‘ ô ˆu‰ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H.4o C. ñ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ‡u‘ “  ™” óuô  ô ˆu‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a seguir. Sorologia pode complementar o diagnóstico. Conservaç o de envio: Refrigerar. sendo que apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva.5 mL de Líquor. PARDINI 199 . A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal.7 mL de Soro. Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa.33 mg/L k 0. . sua concentraç s rica depender se que exclusivamente da capacidade de filtraç lomerular. .63 a 1.4o C. 0.JO 8h.5 mL de Soro.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.55 mg/L > 50 anos Condi o: 0. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .JO 8h .JO 8h . e alguns hipertensos com protei ria. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1 a 50 anos k 0. cirros tica. entretanto. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. sem correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular. reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . 0.5 mL de Líquor. Assim. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a . do sexo ou da alimentaç .

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ser avaliado como um indicador absoluto de infecç recente. caso colhido precocemente.IgG: Negativo Condi o IgG: 0..O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. ñ †Rþ ô ô B B B ò  ˆ€‰ ô †Rþ ˆu‰ Continua. Informaç es nece rias: Informar. para afastarmos infecç o pelo CMV. sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos. A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide. Recoleta na convalescença (após 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda. Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado. pois.JO 8h.80 ndice 0. deve-se repetí-lo após 15 dias. Cerca de 85% da populaç ult soropositiva. Líquor.JO 8h. se est r vida e se fez este exame anteriormente.80 a 0.99 m positivo Condiç o IgM: 0. entretanto. . Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno. ñ óuô ò IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valorl de Refer ncia .MEIA Valor de Refer ncia . sendo que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. 200 Instituto de Patologia Clínica H. Por ltrapassar a barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c nita. vendo. Assim. Tem grande poder de predizer rec m-nascidos infectados.IgM: m negativo l ndice < 0.. Assim. Geralmente permanecem detect veis por 3 meses. de infecç es passadas e reinfecç es.99 m indeterminado l ndice > 0.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). Falso -positivos tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . PARDINI . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. † †  ˆ †  ÿ ™ ™” ˆu‰ vv  Á’   ˆu‰Á–ud ˆ  ˆ€‰(d€‰ ™ ™” ˆ   ™† ‘uˆu‰÷—u” ™” † † ˆu‰Rˆudu‰ — ‰ud ‘u’€† “ ˆ ˆ€‰ ‰u‘u’u“ ‘uˆu‰  ˆu‰ ‡ ˆt‰ † ‰R‡ ELISA IgG e IgM IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .Citomegalovírus Coment  rios: O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita. essa determinaç muit til para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses. quando utilizado antes de 18 semanas de gestaç .5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. . Essa avidez aumenta progressivamente em semanas. por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados títulos baixos por at meses. Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç ssada ou recente.

90 Condi o: 0.5 mL Soro.00 e < 6. Instituto de Patologia Clínica H.IgM: n Negativo o < que 0. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.Continuaçao. As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est ausentes no hipercatabolismo..00 UA/mL n Indeterminado o ≥ 4.  ñ óuô ò  “u‘ “  †  ˆu‰ uˆ ‰ ô u – Continua.90 n Positivo o ≥ que 0. . ñ ò ò óuô †ô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: ELFA Valor de Refer ncia: n Baixa avidez: inferior a 30% o n Inconclusivo: entre 30 e 60% o n Alta avidez: superior a 60% o Condiç o: 0.JO 8h.70 n Indeterminado o ≥ 0... Laboratórios: Após a coleta de sangue. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY .5 mL Soro p/ cada. Imediatamente.70 a < 0. separar o soro e congelar.p. lupus eritematoso sist mico. Conservaç o de envio: Refrigerar. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ≥ 60 U/CAE Condi o: 0..m.00 UA/mL n Positivo o ≥ 6. PARDINI 201 .IgG : n Negativo o < 4.CITOMEGALOV RUS Ÿ ELFA .IgG e IgM M todo: ELFA Valor de Refer ncia . para coagular. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. artrite reumatóide). ñ ò ô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses ô ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ Complemento CH 100 Coment rios: Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica). defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos (glomerulonefrites. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.00 UA/mL Valor de Refer ncia .3 mL de Soro.

Imediatamente. Laboratórios: Após a coleta de sangue. .0 a 176. lupus eritematoso sist mico (LES). O material deve ser transportado para o laboratório congelado.0 mg/dL Condi o: 0. separar o soro e congelar. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. . onde consumo de complemento: LES.3 mL de Soro. glomerulonefrites e outras.. Níveis s ricos de C1q est iminuidos na doença de imunocomplexos.p. Imediatamente. artralgia e nefrite. Laboratórios: Após a coleta de sangue. separar o soro e congelar.m. Continua. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. ñ uë †  €ˆ ‰Á —  óuô ò ˆ€‰ “u‘  ˆu‰ “ † ‡ ô u – ™ C2 Coment rios: O C o segundo componente do complemento. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.  ˆu‰Û—u” †  ñ uˆ Û ‰ u— ” ¡  “ ‰u‘€’u“ óuô ò ô u – 202 Instituto de Patologia Clínica H..p. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.. É til no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES. PARDINI .m.. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: 4 a 24 µg/mL Condi o: 0.JO 8h.5 mL Soro. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 70. para coagular.Continu õuó€ô o. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.p. O material deve ser transportado para o laboratór io congelado. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. para coagular. Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a susceptibilidade a infecç es. separar o soro e congelar. ñ  ÿӆ óuô ò ˆ€‰ “ † ˆ€‰ ô u – C3 Coment rios: A quantificaç C3 tilizada para avaliaç indivídu os com defici ncia c nita deste fator ou portadores de doenças por imunocomplexos. Imediatamente. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: Superior a 125 µg/L Condi o: 0. Laboratórios: Após a coleta de sangue. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase aguda. lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.m. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível.COMPLEMENTO C1q Coment rios: OC ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1. para coagular.JO 8h.

COMPLEMENTO C4 Coment rios: A quantificaç C4 tilizada para avaliaç de indivíduos com defici ncia c nita deste fator ou de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento: us Eritematoso Sist mico. triagem de anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais. etc).5 mL Sangue Total em EDTA.. . Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas. o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente à hemólise. para coagular.Continu õuó€ô o. 2o. cefalosporinas. glomerulonefrite. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r..p. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar . PARDINI 203 . m s de gestaç o e n o filhos (1o. M todo: Teste em Gel (Micro Typing System) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.  ñ óuô ˆò ˆu‰ † ™ˆ ô ˆ u– † INDIRETO Coment rios: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do complemento ligadas às hem cias. etc. alfa metildopa e insulina. Conservaç o de envio: Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta.0 mg/dL Condi o: 0. Laboratórios: Após a coleta de sangue. tetraciclina. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. separar o soro e congelar. por isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional.0 a 36. Informaç es nece rias: Informar se a cliente est r vida. ñ •u‡u–  óuô ò ˆu‰Û—u”  †  “ uˆ ‰ ˆu‰Á—ud “  ‰€‘u’u“ ô u – Coombs DIRETO Coment rios: O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes. doença do soro.5 mL de Soro.m. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 12. sulfonamidas. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.JO 8h.5 mL Soro. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Imediatamente.  ñ  óuô ò † † ™” ™ †Rþ ô vv  R’  “ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.4o C.

Essa amostr ve. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. JO 8h.p. doenças infecciosas agudas ou crônicas. Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório.Crioaglutininas.m. pesquisa Coment  rios: A presença de crioaglutininas em título superior a 1: indicativa de infecç por Mycoplasma pneumoniae. Transportar o Soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório.5 mL Soro* + 1.0 mL de Plasma (Citrato de sódio). Laborató rios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. .JO 8h.JO 8h. PARDINI . O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç . Essa amostr ve. ñ óuô ˆuò ‰ ‡ ‡ u– ˆ u ‰ dà‘€ˆu‰à—€” 204 Instituto de Patologia Clínica H. Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença da crioglobulina (IgM-kappa). Informaç es neces rias: Informar se est m uso de anticoagulante. pesquisa Coment  rios: É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. ser colocada na geladeira. em hipótese nenhuma. Essa amostra o deve. incluindo infecç natal. em hipótese nenhuma. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 1:32 Condi o: 0. mieloma m ltiplo. estando associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas. macroglobulinemia de Waldenstron. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período de 8 a 30 dias após o início da infecç . Centrifugar o sangue por 10 minutos a 2000 r. ñ óuô €’ “u‘ † ˆuò ‰ R v  ” u‘ ˆ ˆu‰R‘u”€‰ ˆu‰ u– Crioglobulinas. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç o. processos inflamatórios.p. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. em hipótese nenhuma. . pesquisa Coment  rios: Criofibrino io  ma proteína que tem ˆ€‰(–€‰u—u” dۑuˆu‰Û—u” ‰uu’ a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas.0 mL de Soro. ñ óuô ˆò ˆu™ ‰” ¨ ÿ† ™” ˆu‰ ô u– ˆ Criofibrinog T nio. ser colocada na geladeira. Laboratórios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Laboratórios : *A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta.0 mL de Sangue Total em EDTA. Transportar o soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. doenças malignas. doenças auto -imunes como l pus. estando associada com desordens na coagulaç .m. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente refrigeradas ou uso de antibióticos. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3.m. ser colocada na geladeira. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. Conservaç o de envio: O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n ser armazenado com o c ulo.p.

. PARDINI 205 .Lavado Brônquico Alveolar . diminuiç do título de antígeno corresponde a bom prognóstico. H possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos. Den 2. IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro p/cada. pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico. mas na maiori indetect vel após 60 dias. o que acarreta em altas taxas de falso-positivos. Tem valor diagnóstico quando realizado em sorologias pareadas.Cryptococcus Neoformans Coment  rios: Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica. IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses. Na infecç terci ria os títulos s o mais baixos. . e da aplicaç o de vacina para febre amarela. Anticorpos s detect veis por 60 dias. Esse dad importância diagnóstica.5 ml de Soro .JO 8h.10 o C. entre elas o vírus da febre amarela. Uma pequena porcentagem de pacientes com infecç secund ri t m IgM detect vel. Conservaç o de env io: At dias entre 0o e . pesquisa Coment  rios: S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1. Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças. da mesma maneira. Causa comum de falso -negativ a coleta prematura. 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos. O vírus da deng da família flavivírus que cont m 70 esp cies. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de doença. Den 3 e Den 4.Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas. ”R‡ ñ óuô ˆò ™” ˆ ˆu‰ ô Dengue. Em alguns casos de infecç rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias.Pesquisa Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Líquor . o que possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos. ˆ ™” † † “ u” † ‰ † † —€” IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença. Reaç s falso -positivas podem ocorrer. M todo: Aglutinaç o . IgM tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. relacionadas com fatores reumatóides. ñ ˆ † —u” ˆ d†  ˆ † ò  ˆ ˆu‰   d Ó ‘ u ˆ u ‰ “ ˆ u ‰ Á — u ”  — u  ˆ€‰  ˆu‰Û–  ‰†  “u‘ ˆ€m‰ †  “u‘ óuô  ô †Rþ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. .Urina.JO 8h Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o a 8o C.

Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç . em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos. † ñ  ˆ óuô ò ˆu‰Ó— ˆu‰ † ‡ ˆu‰Û—u‰ † — ˆu‰Û—u‰ † u— ” “ m † ˆu‰«† ”u‘ ™ ˆ € ‰ “u‘ †  ˆu‰ ˆu‰Ûd  †iÿ ô   DNA. auto -imunes e infecç s como a esquistossomose e a mal ria.J 4h. Níveis elevados tam m s contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo do mioc rdio. Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico. Nestes pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD. Conservaç o de envio: At dias em temperatura inferior a . confirmada à cintilografia ou angiografia . Sua determinaç til no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). pós -operatório (at semana).20o C em tubo pl stico contendo aprotinina (anti-plasmina) e envi -lo congelado. Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados a baixos níveis de complemento significam doença em atividade. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) Valor de Refer ncia: 68 a 494 nanog/mL Condi o: 0. M todo: Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90% na identificaç o de TEP. por m os títulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados. que tectado uma hora após formaç trombo.Dímero D Coment  rios: O Dímero-D (DD) m produto da degradaç a fibrina pela plasmina. neoplasias. mesmo com a remiss clínica da doença. Entretanto. ñ † ™” † ô óuô uˆ ÷ ‰ u” ‘ ò “€‘  ˆ€‰ † u‡ –  206 Instituto de Patologia Clínica H. . insufici cia cardíaca e pneumonias. .5 mL de Plasma citratado. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-dsDNA s contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e marcador de acometimento renal. Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas. anemia falciforme. sepses.2 mL de Soro.20o C. coagulaç intravascular disseminada. e permanece elevado em m ia 7 dias. Ressalta-se que as dosagens do DD s rico realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex. Laboratórios: Centrifugar imediatamente após a coleta. devemos ressaltar sua baixa especificidade. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI .

0% 0.5 a 1. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose. Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem defici cia imune.4 a 8. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram com as alfa-1-globulinas. As lipoproteínas podem ser separadas atrav s de eletroforese.Eletroforese de Lipoproteínas Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias. Alfa 30 a 36% 27 a 37% 19 a 27% Pr -Beta 09 a 15% 04 a 12% 08 a 16% Beta 50 a 60% 54 a 66% 57 a 73% Condi o: 0. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2 (Haptoglobina) sugerem uma reaç fase aguda.0% 0. M todo: Eletroforese em Gel Agarose Valor de Refer ncia: Adulto Criança Fem.4 g/dL Alfa 2 7.5 a 13.0 a 65.0 a 14. Masc. Conservaç o de envio: At dias entre 2 o e 8o C. alfa1.5 a 1.6 Proteínas Totais 6.5 a 1. Em um soro normal. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta.  ‡ †  “u™ ‘ ò “u‘ ˆu‰à—€” u‘ uˆ ‰ ˆu‰ “ “ ˆ † ‘udݐ ™ ˆu‰à—€d  ñ ™” ˆ ’u“€‘ ™ ” “u‘ ˆ d ”u–€ ¡ ™” óuô †»þ ô ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Continua.0 a 5. infecç s respiratórias e de pele e artrite reumatóide. PARDINI 207 . beta e gama) s visíveis. alfa2. †   ñ  ò ˆu‰ ™ † † óuô † †©¨ ô  u– †©š Eletroforese de Proteínas SORO Coment rios: É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento policlonal de gama-globulina por reaç s imunes.1 a 0. con ita ou adquirida. .. Níveis baixos podem ser encontrados na desnutriç .0% 3. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda alfa2.3 g/dL Condi o: 0.5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta).6 g/dL Alfa 1 2.6 g/dL Relaç o A/G 1. doenç tica e neoplasias. bem como em gr vidas e na terapia com estrógeno. LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas.5 mL de Soro.0 a 22. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise.0% 0. Laboratór ios: Enviar material o mais r ido possível.2 g/dL Beta 8. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante. Bandas m ltiplas. VLDL (pr betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas.4 a 2. usualmente. Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados de estrógeno. JO 8h.2 a 5. aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes gen ticas. M todo: Eletroforese em Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Albumina 52.. infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas. 5 bandas (albumina.0% 0. doença inflamatória cr ônica.1 g/dL Gama 12. Bandas intensamente coradas das regi es alfa à gama em reas que normalmente cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais.JO 12h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Pr -Albumina 2 a 7% Albumina 56 a 76% Alfa 1 2 a 7% Alfa 2 4 a 12% Beta 8 a 18% Gama 3 a 12% Banda/Faixas Oligoclonais Ausente Proteínas Totais 15 a 45 mg/dL Condi o: 5.4 a 11% 11 a 17 mg/24h Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h Gama 15 a 22% 23 a 33 mg/24h Proteínas Totais at 150 mg/24h Condi o: Urina 24h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. como paraproteínas. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças degenerativas. .  ñ † ò ˆ€‰(” ‡ óuô †©¨ ô  CONCENTp“”•”– O NA URINA Coment rios: Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina.. -N sar conservante. Particularmente na esclerose m ltipla. Instruç es de Coleta Veja Urina 24 horas .. Nestes casos indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m gel de agarose Valor de Refer ncia: Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h Alfa 2 7. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Continu CONCENTp“”•”– O NO L¼ QUOR õuóuô o.Refrigerar. 353 ñ ˆ ‡ ò ˆ€‰(” ˆu‰ ¡  óuô ˆu‰© † †©¨ ô –u€’ 208 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Líquor. PARDINI .ELETROFORESE DE PROTE NAS Ÿ Coment rios: O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central.

no início da doença. ñ óuô ˆu‰à—€”à’ ‡ † d ò “€‘ ˆ ‡† ˆ ˆˆu‰Ó—u”åd ˆu‰»‰ Epstein Barr IgG e IgM. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç . a ingest o de gl ten leva a produç nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos antiendomísio. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunofluoresc cia Indireta . .  ˆ ™” ñ † “€‘ ò óuô ˆ ô †  ™ ” ˆu‰  ˆ ˆu‰ ˆ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Outra possibilidade doenç seja mononucleose.5 mL de Soro p/ cada. Endomísio  ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de classe IgG e IgM. . ”î‡ Na DC.JO 8h. ñ dî‘uˆu‰  ò ˆ u’ u“ ‘ ˆu‰ † “u‘ ˆ ™ ˆu” ‰ † q EBV “u‘ ” ë € ö ”d † u— ö óuô  Esquistossomose IgG Coment  rios: †Rþ ô ‰R‘uˆu‰ ˆu‰ Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença.Líquor. . títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. O padr ro para diagnóstico de DC biópsia intestinal. a reaç o se torn a positiva. anticorpos anti Coment  rios: †ô A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos heterófilos na vi cia de quadro clínico. ascaris). anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. Após início de terapia de restriç l ten. podem n o ser detectados em indivíduos com infecç s leves ou moderadas. toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e hematológicos s freqüentemente superponíveis. Presença apenas de anticorpos IgG traduz infecç o antiga. Ciclos de congelamento/descongelament s recomendados.JO 8h. Entretanto. Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o pr via.Substrato Cerc ria Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. que caracterizam infecç recente.2 mL de Soro . como só IgM.gliadina. na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande atipia linfocit ria.JO 8h. É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado negativo nos testes. A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia.Endomísio.6 mL de Soro. Se repetido após alguns dias. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti. PARDINI 209 .A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. . Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma. e sim.

Líq.: Pesquisa de anticorpos para antígenos extracelulares do Streptococcus A: Estreptolisina O. Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. Pleural .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA). anticorpos anti-DNA de fita simples (ss-DNA) e durante o uso de corticóide ou outra terapia imunossupressora. Sinovial . Anticorpo Padrs o Características 't( DNA nativo Perif0 rico e HomC LES associado a nefrite )C uv' Histona Hom'(t )(uCv ' LES .Líq. LES Jo-1 Citoplasmw tico Polimiosite PCNA Pontilhado característico LES Lamin Perif0 rico Significado clínico desconhecido Complexo de Golgi Citoplasmw tico LES. devido a possibilidade de contaminaç material durante a punç o. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em títulos geralmente at :160 na artrite reumatóide.Hep 2.2 mL de Soro Líquor . Altos títulos est&(' presentes na DMTC. Condi o: 0. S. n o apenas contra a estreptolisina O.JO 8h. Títulos se elevam 1 semana após infecç aguda e podem permanecer por at 2 meses. Ascítico . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pericardico. hepatite auto-imune e em cerca de 10% de pacientes acima de 50 anos. Após o teste de triagem positivo deve ser feita a dosagem de auto-anticorpos separadamente.JO 8h. Cerca de 98% dos pacientes com lupus eritematoso sist mic tratado t m o teste de Hep 2 positivo.Líq. ñ Sm Pontilhado 25-30% dos pacientes com LES RNP Pontilhado LES.Estreptozima Coment  rios: O teste de estreptozima (STZ) ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 100 U Stz Obs. ñ ™” † ˆu‰ u– ˆˆ ˆò † ˆ ˆu‰ óuô †Rþ ô Fator Anti-Nuclear (Hep 2) Coment  rios: Anticorpos antinucleares s o detectados por imunofluoresc ncia indireta em substratos de c lulas humanas . Estreptoquinase. Scl-70 Nucleolar e pontilhado fino 75% dos pacientes com a forma difusa da ESP Centrômero Pontilhado característico Síndrome de CREST SSA/Ro Pontilhado ou negativo LES. DNase e NADase. Reaç s falso negativas podem ocorrer na presença de anticorpos anti -SSA/Ro. síndrome de Sjögren.Líq. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ESP-esclerose sist) mica progressiva DMTC-doença mista do tecido conjuntivo ò “€‘ † óuô ˆu‰R—u‰ ˆ †ô 210 Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 0. PARDINI . Hialuronidase. Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada. esc lerodermia. Síndrome de Sjogren LES-lupus eritematoso sist) mico. lupus subcutâneo.: A pesquisa de anticorpos em líquidos corporais deve ser realizado em paralelo com o soro.Substrato: C lulas Hep 2 Valor de Refer ncia: Negativo Obs. lupus induzido por drogas ˆu‰Û” ˆ r FAN uˆ à ‰ €” ‘ “ “ ‰ö‘€ˆu‰ † ™” ™” “ † M todo: Imunofluoresc cia Indireta . de Sjogren SSB/La Pontilhado fino Síndrome de Sjogren. N xiste relaç tre os títulos de ANA e a atividade da doença. lupus neonatal. . Pode -se encontrar resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa.

e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença. Na recidiva da infecç o IgM e IgG podem se positivar com 4 a 5 dias de doença.25 mL de Soro ou Plasma (Heparina) p/ cada. Falso -positivos podem ocorrer devido a vacinaç o e reaç cruzada com outros flavivírus (incluindo os vírus da dengue). ñ †ô óuô †ô ˆò Febre Amarela Coment  rios: IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. algumas consideraç s devem ser realizadas na interpretaç seu resultado: FR positivo em 5 a 10% da populaç saud vel . esquistossomose. † ˆu‰ ™ ”  ™ d ¡ ”u–u ò † ˆu‰«—u”   † ‘€”u’ud † d†‰ NEFELOMETRIA . É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR).Fator Reumatóide Coment  rios: O fator reumatóide (FR) m auto -anticorpo. apresentando maior especificidade e sensiblidade. hepatite viral.L ¼ QUIDO SINOVIAL M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. FR tivo em 1/3 dos pacientes com AR. tuberculose. lepra. IgM ELISA permanece positivo por um curto espaço de tempo. brucelose. da classe IgM. esclerodermia. . Sorologia se torna positiva 7 a 10 dias após início dos sintomas. doenças que cursam com aumentos de gamaglobulinas podem causar falsos positivos biológicos (LES. ñ óuô AGLUTI ’”“”•”– O . gota. S.2 mL de Líquido Sinovial. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tripanossomíase. mal ria.JO 8h.JO 4h . pseudogota. PARDINI 211 .5 mL de Soro. doenç tica crônica e endocardite). dirigido contra IgG. A nefelometri m todo atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR. presente em 10 a 40% dos portadores de infecç es crônicas (sífilis. artrite reativa. polimiosite e polimialgia reum tica). .Colher 7 dias após iníc io dos sintomas. u’ d†  ˆ ˆ ˆu‰ óuô ò  †ô Instituto de Patologia Clínica H.SORO M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 35 UI/mL Condi o: 0. após congelar. ñ O vírus da febre amarel respons vel por quadros que variam de sintomas auto-limitados à forma hemorr ica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. entretanto. Sjögren.

8 a 43. mamas e or s genitais. osteomal cia. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . fraturas. tendo como vetor o mosquito Culex. Níveis aumentados s contrados na Doença de Paget. A fosfatase alcalina óssea se localiza na membrana plasm tica dos osteoblastos. raquitismo por car cia de vitamina D.5 mL de Soro.6 U/L > 56 anos y 14. com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. . As amostras em ser submetidas a mais de 3 ciclos de congelamento/descongelamento. tumores ósseos prim rios ou metast ticos. Doença de Recklinghausen. Doença de Niemann -Pick. elefantíase de membros. pois esta possibilita reaç es cruzadas com outras parasitoses.10 o C. . hiperparatireoidismo. PARDINI . desnutriç .0 a 41.Filariose Coment  rios: No Brasil a filariose causada pela Wuchereria bancrofti. rins. estando envolvida no processo de formaç o e mineralizaç s ossos.6 a 30. bancrofti superior a determinaç o de anticorpos por imunofluoresc cia indireta. síndrome de m -absorç . bancrofti por m todo imunocromatogr fico apresenta sensibilidade de 100%. ’uˆ€‰  ˆu‰Ó”u‘ ˆ x Esquel ’ tica  ñ ò  ˆu‰ ˆ †  “ u ‘ ˆu‰Ó—u‰   ˆ€‰ óuô †Rþ ô ‘€ˆu‰R–u‰u— 212 Instituto de Patologia Clínica H. Níveis diminuídos podem ser encontrados na hipofosfatesemia heredit ria. A detecç o antígeno da W. Doença de Gaucher.4 U/L Homens: ≥ 25 anos y 15.JO 8h. a amostra para pesquisa do antígeno da W. Ao contr rio da pesquisa de microfil rias. bancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia.3 U/L Condi o: 0. gravidez. ñ † u ˆ » ‰ Á d udu— ë ’€ˆu‰ ˆu‰â—  ˆ ò ô “u‘  † ™ †  óuô Fosfatase Alcalina Específica Óssea Coment  rios: Útil como marcador da formaç o óssea.4%. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. intestino e placenta. especificidade de 96.3 mL de Soro. M todo: Imunoensaio por Captura Valor de Refer ncia: Mulheres: 25 a 55 anos y 11.JO 8h. A evoluç ros crônicos pode trazer graves seqüe las: hidrocele. crescimento ósseo fisiológico da criança. M todo: Imunocromatografia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. fígado. A pesquisa do antígeno da W. A fosfatase alcalina presente no soro produzida em diversos ór s: osso. hipertireoidismo e no tratamento da osteoporose.

Detecç o molecular da mutaç (G -A) da G6PD tam m est isponível. M todo: Reaç Ci tica Quantitativa Valor de Refer ncia: 4.5 mL de Soro p/ cada. Conservaç o de envio: At ras se enviado Heparina ou ACD.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA/ACD). Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (at 2 meses de idade) e em outras situaç s em que ocorram predomínio de hem cias jovens (ex: anemias hemolíticas) sem significado patológico. “u‘ ˆ€‰ †   †  m † Á— ñ ˆuˆu‰ ‰ ÿ @‘ ÿ† ò  ™” ”u‘ † ™” ˆ ˆ † óuô  ™” ô¡‰ †R þ ÿ †iÿ • ¡ ‰ vv  ˆu‰R—u” ˆu‰R—u”Rd Instituto de Patologia Clínica H. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemólise. Condi o: 1. Incide em at 10% da populaç .Gliadina. infecç s bacterianas e viróticas e pela ingest o de fava. A detecç e anti-gliadina IgG importante pois 10% dos pacientes portadores de DC t m defici ncia cong nita de IgA. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-endomísio. anti-histamínicos).6 a 13. Na DC. Reduç s títulos de gliadina ocorrem em meses após o início da restriç o diet tica. M todo: Imunoensaio Enzim tico Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Informaç es nece rias: Checar se cliente foi submetido a transfus sangue. PARDINI 213 . ”î‡ ñ IgA e IgG †R8þõuóuô © †  ˆu‰ ‡ ˆ ‰R‘uˆ€‰(d ˆ “ “  Û – “ ˆu‰Û— ˆ ‘€ˆu‰Ádu’ † †  ˆ ˆu‰Á—€‰ Valor de Refer ncia: Negativo z < 20 unidades Indeterminado z 20 a 30 unidades z > 30 unidades Positivo Condi o: 0. a ingest de gl ten leva a produç o de anticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-endomísio. anti-mal ricos. A dosagem de anti -gliadina IgM rega poder diagnóstico. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icterícia neonatal. Resultado negativ fasta completamente DC. Anti-gliadina IgA est presente em 75 a 90% dos casos de DC. O padr o ouro para diagnóstico de DC a biópsia intestinal. Anti-gliadina IgG est resente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença. .5 U/G Hb Nota: Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento e em outras situaç s onde ocorram predomínio de hem cias jovens (exemplo: anemias hemolíticas). anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme.JD 4h. derivados Vitamina K. sem significado patológico. ingest spirina. g tica. ò óuô Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase { G6PD SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: A defici cia de G6PD ma enzimopatia comum. At ras se enviado em EDTA. induzida por drogas (sulfas. paracetamol. ligada ao cromossomo X.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . por 5 minutos. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: } Rec m Nascido ~ 5. enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situaç s patológicas (vide COOMBS). Conservaç o de envio: Enviar no mesmo dia da coleta.JO 8h. Embora seja um reator de fase aguda fraco e tardio.0 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). M todo: Hemólise em pH cido Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. anemias hemolíticas induzidas por drogas).5 mL de Soro. Separar o Soro. Hepatopatias e uso de estrógeno podem causar níveis diminuídos. Laboratórios: Colher sangue do paciente em um Erlenmeyer de 50 mL contendo de 8 a 10 p rolas de vidro.0 mg/dL Condi o: 0. entre 2o e 8o C.m. M todo: Classificaç m Tubo e Micro Typing System Condi o: 3. Os de maior express s o os sistemas ABO e Rh ou CDE. Passar o sangue desfibrinado para um tubo e centrifugar a 2000 r. pr -natal ou para auxiliar na exclus ternidade. . processos inflamatórios agudos podem falsear resultados verdadeiramente baixos. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus o ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia autoimune. ‘ud †  ñ óuô ò … ‰ †ˆ   ˆ ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ † €ˆ ù ‰ €— ” † Haptoglobina Coment  rios:  ma proteína de fase aguda (alfa2-glicoproteína).0 mL de Sangue Total (Citrato/EDTA/Oxalato/Heparina/Desfibrinado).p. A determinaç o dos antígenos eritrocit rios deve ser feita para transfus o. ‘ud † ñ  ” † ˆ€‰Ù— † óuô † ò †ô 214 Instituto de Patologia Clínica H.0 a 48.Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU Coment  rios: Os antígenos eritrocit rios s geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas. produzida no fígado.0 mL de Soro desfibrinado (colhido no mesmo dia) transportado em banho de gelo + 1. Os anticorpos do sistema ABO s turais. anemias megalobl sticas.  ˆ€‰ ˆu‰ ˆ ˆu‰Õ‘ud ˆ  ˆ € ‰ ( — € ” ( – € d ñ ó u ô ˆu‰R” ô ‘u‡ | Rh (D) fraco ™” ˆ † Ham. formando um complexo qu removido pelas c lulas de Kuppfer. que se liga A Haptoglobi irreversivelmente à hemoglobina ap ós a hemólise. É o marcador mais sensível de hemólise onde seus níveis est iminuídos (ex: hemoglobinopatias. O diagnóstic feito pela realizaç o do teste de Ham.. Fazer movimento rotatório at que haja formaç fibrina. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.JO 8h.0 a 185. transplantes. .0 mg/dL } Adulto ~ 26.

Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. pylori tem forte associaç o com lcer strica.5 mL de Soro. Raramente pode se manifestar como hepatite fulminante.JO 8h. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Anti-HAV IgG surgem na convalescença e persitem por toda a vida. .JO 8h. coli. t m pico em 3 mese s e caem em 4 a 6 meses. Para prevenir este fenômeno. Anti -HAV IgM surgem dentro da primeira semana de doença. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a prese nça de fibrina. N o apresenta reaç s cruzadas com o Campylobacter jejuni ou E.Helicobacter Pylori Coment  rios: H.10 Condi o: 0. Cerca de 25% dos pacientes t m Anti-HAV IgM positivo por 12 meses.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada. Vacinaç e levar a títulos detect veis de anti -HAV IgG. duodenal e gastrite crônica. ñ óuô ˆ€‰å—u” å— “ ˆu‰R–u‰€— ò  “ ˆu‰  † •ô— Instituto de Patologia Clínica H.90 Indeterminado  índice ≥ 0. anti Coment  rios: O vírus da hepatite A causa uma doença autolimitada de transmiss fecal -oral e com período de incubaç ¤ ias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo  índice < 0. ñ ‘uˆ u‘ €— « ‰‡ ò  ˆ ’ u  ‡ dR’u ud u– “  ˆ ™” óuô †ô Hepatite A € HAV IgG e IgM. É de scrito como fator de risco independente para câncer strico. a soropositividade pode persistir por anos o se til para controle ter tico. PARDINI 215 .10 Positivo  > 1. Mesmo após tratamento.90 e ≤ 1. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

Este exame só deve ser interpretado pelo m ico. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. quando o HBsAg encontra-se em níveis inferiores à sensibilidade de detecç s m todos utilizados.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). à crit rio de seu m ico. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina.Hepatite B Coment  rios: A hepatite B tem início insidioso e curso clínico mais prolongado. hepatite crônica ativa ou persistente.JO 8h. sexual e raramente. . que ma característica do m todo. Pod e-se observar reaç s falso -positivas em pacientes heparinizados ou com desordens da coagulaç o e reaç s falso -negativas. Para prevenir este fenômeno. atrav s de exposiç o a secreç es. A persist cia de HBsAg por mais de 6 meses indica estado de portador ou hepatite crônica. O anti -HBc IgM pode ser ico marcador detectado nas hepatites fulminantes.: Este exame pode. apresentar resultados falso-positivos ou falso-negativos. infecç o crônica (HBsAg em níveis indetect veis por m todos convencionais) ou infecç pr via pelo HBV com anti-HBs indetect vel. Anticorpos anti-HBc IgM elevamse ao mesmo tempo que as transaminases e caem em 6 a 8 meses. A presença de anti -HBc IgM significa infecç aguda ou recente.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. ¼ ¶ † †ÿ ñ † óuô ò  ˆ ˆu‰R—u‰ ™ † ” “u‘ ™ ” † ††— †— ˆ HBc IgG e IgM.JO 8h. dever o ser feitos testes confirmatórios. . PARDINI . M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . Entre 1 e 10% das infecç s pelo HBV evoluem para a forma crônica: portador assintom tico. Sua transmiss pode ser parenteral.. A presença de anti -HBc IgG isolado pode ocorrer na infecç recente (HBsAg j negativo e anti -HBs ainda sitivou). ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBc s o produzidos contra antígenos do “core” do HBV..MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Obs. 216 Instituto de Patologia Clínica H. Em caso de incompatibilidade clínica. † ˆ ™ ™ ˆu” ‰ † •ô—  HbsAg  ANT GENO AUSTp LIA Coment rios: Aparece antes do início dos sintomas e mant m-se at 0 semanas. embora raramente. Anticorpos anti-HBc IgG surgem com 8 semanas de infecç rsistem por toda a vida. Condi o: 0.  ñ ‘uˆu† ‰R–u‰ óuô ˆu‰ ˆ ò  ˆ  ‰ ( ‡ € ‘ ˆu‰R”(–€” ˆu‰  †  ˆ€‰ Continua. Hepatite fulminante ocorre em 1% dos pacientes.

Continuacao. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBe s tect veis em 90% dos pacientes que foram HBeAg positivos. Pacientes anti -HBe positivos podem ser portadores crônicos. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . . PARDINI 217 . M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .. É uma proteína do HBV.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Pacientes com títulos de anti -HBs superiores a 10 UI/mL s considerados positivos.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.  ñ ˆu‰«–ud † ò óuô  ‘ —€”   † ˆu‰ý ˆu‰R” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. por m após a imunizac spera -se obter títulos de pelo menos 100 UI/mL. .HEPATITE B HBeAg Coment rios: O antígeno “e” pode ser detectado na fase aguda.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .  ñ ˆu‰ý—u”  óuô ò  “ ˆu‰R” ˆ€‰ ˆu‰ HBs. após 2 a 3 semanas do desaparecimento deste antígeno. Permanece positivo cerca de 3 a 6 semanas. É o primeiro sinal de recuperaç . podendo cair at íveis indetect veis.JO 8h.JO 8h. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBs s tect veis meses após o d esaparecimento do HBsAg.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). mas t m melhor ev oluç menor risco de transmiss . Persiste por muitos anos. período em que lto risco de transmiss .JO 8h.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.. produzida durante a replicaç o viral ativa. É til para deter minar risco de infecç m acidentes e de infecç o em crianças nascidas de m s infectadas.MEIA Valor de Refer ncia: < 10 mUI/mL Condi o: 0. ñ ¡ åd óuô  ò  ˆ ‡ ˆ € ‰ ˆu” ˆu‰«” ˆ HBe. logo após o HBsAg. . A presença de anti -HBs isolado pode ser encontrado após vacinaç ra hepatite B.

2 mL de Soro.JO 8h.ELISA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Tem período de incubaç maior. ñ ˆ€‰ † ò óuô  ˆu‰ ˆu‰ì—u” ˆu‰R—ud † ‰† †Rþ ô 218 Instituto de Patologia Clínica H. Em caso de resultados indeterminados por RIBA (10 a 20% dos casos). 70% dos infectados evoluem para forma crônica. . anti A hepatite E tem transmiss fecal-oral e apresenta clínica similar a hepatite A. ensaios de quarta geraç . entretanto. A hepatite delta crônic mais severa que as hepatites crônicas B ou C.JO 8h. . complementaç investigaç com RIBA (ensaio immunoblot recombinante). M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Torna-se positivo cerca de 27 dias após elevaç s transaminases e persiste por anos. Falso-positivos podem ocorrem em gr vidas. à crit rio m ico.3 mL de Soro. Anticorpos anti -HDV surgem 5 a 7 semanas após o início da infecç . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. PARDINI . a realizaç PCR est indicada. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. podem reduzir esse tempo para 6 a 9 semanas. O di agnóstic feito atrav s da demonstraç anticorpos anti -HEV pelo m todo ELISA no soro de pacientes infectados.Hepatite C Coment  rios: ‚ HCV. A hepatite delta aguda tem t ncia a ser mais grave ou apresentar-se na forma fulminante. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. anti O vírus da hepatite C freqüentemente causa infecç ssintom tica. A confirmaç soropositividade requer. fator reumatóide e doenças reum ticas. sendo que 20% desses evoluir para cirrose após 20 anos de infecç o. Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo. maior colestase e mortalidade fetal durante a gravidez. M todo: Imunoensaio Enzim tico . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Aparece em pessoas com exposiç renteral m ltipla. A janela imunológica tem sido descrita como d e at meses. de 21 a 45 dias.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. . Para prevenir este fenômeno. hipergamaglobulinemia. entretanto. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu† ‰÷–ud ‡ óuô ò  d† ”u‘u—€“ ˆ€‰ ˆ †Rþ ô Hepatite E Coment  rios: ƒ HEV. vacinaç para influenza. anti O vírus da hepatite delta (HDV) m vírus RNA incompleto que requer o HBV para sua replicaç o. s falso-positivos. ñ †— óuô ò  ˆ u ‰ ⠗ u d ˆu‰ ˆ u ‰ ˆu‰âd ˆu‰  †š   ˆu‰ö—ud ˆu‰R—u‰  ˆ ˆ€‰ ˆ€‰ †  † •ô— Hepatite D Coment  rios: ƒ HDV.

“ ‘uˆu‰R‰ óuô ˆu‰Û” HSV ñ ˆ ‰u‘u’u“u‘ ò ’€“u‘ ™ ” ˆ  ˆu‰Óˆ ‘u” ˆu‰R—u” ˆ€‰(—€‰ ™ –† ˆu‰÷—u‰ “ ˆu‰«—u” vv   ( ’ ô †H• Histona. Est ravida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. quinidina e anticonvulsivantes s s medicamentos relacionados com auto-imunidade causada por drogas. ñ ò  ˆu‰Á‰ óuô †Rþ ô Histoplasma Capsulatum. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Na populaç m geral podem ser encontrados indivíduos com altos títulos de anticorpos. . pois na infecç onata l ou pós -natal em geral os anticorpos s tectados de duas a quatro semanas após a infecç o aparecer. Em outras fases da vida. PARDINI 219 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: … Negativo † ≤ 0. Informaç es nece rias: Informar.0 a 1.JO 8h. a hidralazina. a detecç IgM pode estar presente nas recorr ncias. recomenda-se a colheita de duas amostras: uma na fase aguda e outra 15 dias após onde a elevaç título de pelo menos duas diluiç s sugere o diagnóstico. . e com aus ncia de quadro clínico sugestivo de infecç o aguda.9 ‡ Indeterminado † 1. ˆ ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ d÷‘uˆu‰÷” ˆ € ‰ à m u d € ‘ ˆu‰ád Instituto de Patologia Clínica H.A presença de anticorpos IgM nas duas primeiras semanas de vida estabelece o diagnóstico de infecç o c ita.2 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A procainamida. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Em infecç e s her ticas bem localizadas pode correr estímulo anti ico para provocar elevaç título de anticorpos.5 mL de Soro .Líquor. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmaç .JO 8h. Em caso de quadro clínico sugestivo. anti Coment  rios: A presença da reaç o de identidade contra a histoplasmina indica infecç tiva ou recente pelo Histoplasma capsulatum. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes. juntamente com anticorpos para o ssDNA. A sorologia negativ xclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura. IgM .Herpesvírus Simples 1 e 2 „ Coment  rios: IgG .5 Condi o: 0. formar das.3 mL Soro. No LES pode ser encontrado em 24% dos pacientes e na AR. em 20% dos casos.4 ‡ Positivo † ≥ 1.

Indivíduos de alto risco. Pacientes com fase avançada da doença podem apresentar reatividade. vacinados para influenza. com um teste enzim tico positivo. r Ÿ  †  ô• — Continua. gp 41. PESQUISA ELISA – ENZIMA IMUNOENSAIO Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP160. Para prevenir este fenômeno.SIDA. em seguida. Western blot utilizado como teste confirmatório. p24. . Etapa de Triagem sorológica : devem ser realizados dois testes distintos como ELISA. Testes de triagem como ELISA. Apresenta 1 a 2% de resultados falso-positivos. outras viroses.. simultaneamente. MEIA ou ELFA. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. multíparas e politransfundios. Etapa de confirmaç sorológica pelo Western blot : s utilizados os seguintes crit rios de liberaç o do exame: . n o sendo pois a sorologia definitiva no diagnóstico. Falsos positivos podem ocorrer em testes imunoenzim ticos nos pacientes com anticorpos anti-HLADR4. A portaria 488 de 1998. Amostra indeterminada: qualquer padr o de bandas diferentes dos descritos acima. As amostras n o reagentes nos dois testes ter seu resultado definido como amostra negativa para HIV. se reagentes. As amostras com resultados iniciais discordantes ou indeterminados nos dois testes. portadores de dist rbios imunológicos. padronizou procedimento seqüenciado para diagnóstico sorológico de HIV em maiores de 2 anos de idade: o diagnóstico sorológico só pode ser confirmado após lise de no mínimo duas amostras coletadas em momentos diferentes. t m valor preditivo positivo de 99%. ELFA e MEIA devem ser confirmados por ensaios mais específicos (Western Blot ou imunofluoresc cia). Pacientes com amostras reagentes em ambos os testes devem ser submetidos. sendo que: se resultados negativos. hepatites alcoólicas. . Amostra n o-reagente: aus cia de bandas.2 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). 220 Instituto de Patologia Clínica H. indeterminadas ou discordantes devem ser submetidas a testes confirmatórios. ˆu‰ý–€” “ ‡ “u‘ “ “ † ‘€ˆu‰ ˆ  ˆ€” du‘€ “ ‘uˆuˆ€‰ ‰ “u‘ ˆ ˆu‰ ˆ ˆu‰ “€‘ ˆu‰ † ˆ ˆ ˆu‰ HIV 1 e 2. Amostra reagente (positiva para HIV): presença de no mínimo duas bandas dentre: gp 160/120. Filhos m HIV pos itivo t m anticorpos maternos. GAG P24 e PEPTIDEO ANT70 (SUBTIPO “O”) HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. neoplasias. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. à etapa confirmatória (imunofluoresc cia ou Western blot). óuô óuô † •ô— MEIA – IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS Pesquisa de anaticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. Os testes imunoenzim ticos t m sensibilidade e especificidade em torno de 98%.JO 8h.JO 8h. sendo ao menos um capaz de detectar HIV 2. Cerca de 20% da populaç normal infectada apresentam resultados indeterminados no Western blot. .. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. devem ser retestadas pelos mesmos testes. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. PARDINI .HIV  Coment rios: A infecç los vírus HIV 1 e 2 leva à Síndrome da Imunodefici ncia Adquirida .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). . liberadas como amostra negativa para HIV. Recomendase recoleta após 30 dias para confirmaç sorológica.

ELFA. Sua triagem em bancos de sangue rigatória devido sua transmiss renteral.5 mL de Soro (pode ser inativado . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. ñ † •ô— CONFIRMATÓRIO óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ ”÷‘uˆu‰÷–u‰u—u” ser incluído após manipulaç o ˆ HTLV I e II. A confirmaç o diagnóstica pode ser realizada com o PCR para HTLV. .VIDAS DUO (Biomerrieux) Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ‰ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ‰ ENV GP36 Antígeno viral pesquisa: HIV 1 ‰ GAG P24 (antígeno P24) Condi o: 0. Á d ñ ñ uˆ  ‰ † u‰ m ˆ€‰Á–ud ˆu‰ – u  † óuô  ˆ óuô ˆ †Rþ ô ò ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H.: A pesquisa de anticorpos no líquor.Elisa Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . M todos do tipo ELISA.6 mL de Soro. Laboratórios: Devido a possibilidade de contaminaç o da amostra este exam da amostra. deve ser realizado em paralelo com o soro. PARDINI 221 .JO 8h.Sangue: Imunoensaio Enzim tico Condi o: 0.. Cerca de 20% dos infectados desenvolvem quadros neurológicos ou leucemia após 20 anos de infecç . Valor de Refer ncia: Negativo Obs.3 mL de Soro ou Plasma (Heparina.Continu ELFA DUO M todo: ELFA . ñ õuó€ô o..JO 8h.Liquor: Aglutinaç o Condi o: Líquor.HIV óuô HIV WESTERN BLOT Š M todo: Western Blot . pesquisa Coment  rios: O vírus HTLV est ssociado a leucemias e desordem neurológica crônica (paralisia es stica t ropical). MEIA s tilizados para testes de triagem. M todo . Falso-positivos podem decorrer de anticorpos anti-HLA e sucessivos congelamentos e descongelamentos das amostras.56oC c/ 30 min) ou Plasma (EDTA/Oxalato/Heparina/Citrato). Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.JO 8h. Citrato ou EDTA). M todo . . devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç o.

Servem para complementar o diagnóstico clínico de alergia.70 kU/L  Classe 2: 0. Síndrome de DiGeorge ‹ s. pólen. Veneno (I1) Acarius Siro (D70) Alfa lactoalbuminas (F76) Alho (F47) Alternaria Alternata (M6) Amendoim (F13) Ampicilina (C5) Amoxicilina (C6) Ananas (Abacaxi) (F210) Arroz (F9) Aspergillus fumigatus (M3) Aveia (F7) Atum (F40) Banana (F92) Barata (I6) Batata (F35) Beta Lactoglobulina (F77) Blomia Tropicallis (RD201) Cacau (F93) Camar (F24) Candida albicians (M5) "$# ò Caranguejo (F23) Carne de Galinha (F83) Carne de Porco (F26) Carne de Vaca (F27) Caseína (F78) Cebola (F48) Cenoura (F31) Clara de Ovo (F1) Côco (F36) Dermatophagoides farinae (D2) Dermatophagoides microcera (D3) Dermatophagoides pteronyssinus (D1) Feij Branco (F15) Folha de Tabaco (RO201) Formiga (I70) Gema de Ovo (F75) Gl Œ ten (F79) Gr Soja (F14) Laranja (F33) Latex (K82) Leite (F2) "8# "8#H)8' Leite de Cabra (RF300) Lim (F208) Marimbondo. Veneno (I4) Mel (RF247) Mexil  Azul (F37) Milho (F8) Morango (F44) Peixe (F3) PŽ lo de C (E5) PŽ lo de Gato (E1) Penas de Galinha (E85) Penicilina G (C1) Penicilina V (C2) Pernilongo (I71) Queijo – Tipo Cheddar (F81) Seda Brava (K73) Tomate (F25) Trigo (F4) Uva (F259) Vespa.00 kU/L  Classe 5: 50.50 kU/L  Classe 3: 3. tendo valor diagnóstico.50 a 17. Abelha.4o C. ‘uˆu‰ ‡  ñ ‡ †Rþ ô  ‡ ˆ †©¨ du‘u‰ m† † um ‰ † ™” “u‘ † ‡  ™ ”† ˆu‰ Ád ˆ “u‘ IgE ESPEC¼ FICO para Valor de Refer ncia:  Classe 0: < que 0. Síndrome de Nezelof). 222 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. M todo: Immunocap Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar a . Após esta idade IgE total pode se elevar devido a parasitoses intestinais e contatos mais intensos com outros al rgenos.35 a 0. Veneno (I3) "$# ("8# $ "# óuô ó€ô Continua. utilizando padr s de IgE da Organizaç o Mundial de Sa de. O Sistema Cap apresenta maior sensibilidade analítica. IgE específicos e m ltiplos: usado no diagnóstico de alerg ias respiratórias. IgE total: em crianças com at s de idade m indicador da presença de alergia.35 kU/L   Classe 1: 0. a alimentos. Tam m se eleva em outras condiç s: imunodefici cias (ex: Síndrome de Wiskott-Aldrich.50 a 50.IgE Coment rios: Os testes sangüíneos de alergia s o a IgE total e IgE específico para al rgenos isolados ou em conjunto (m ltiplos).00 a 100 kU/L Classe 6: > 100 kU/L Interpreta o: Classe 0 = negativo Classe 1 a 6 = positivo Condi o: 0.. o que lhe confere maior reprodutibilidade. PARDINI .50 kU/L  Classe 4: 17. Podem ser realizados IgE m ltiplos para v rios al rgenos de forma conjunta. Síndrome “Hiper-IgE” e na aspergilose broncopulmonar.. N h interfer cia de anti histamínicos. cutâneas. caros.70 a 3. pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas.2 mL para cada IgE adicional. picada de insetos.

51 a 17. Dermatophagoides pteronyssinus. Leite. Aspergillus fumigatus e Alternaria alternata (Tenuis) Valor de Refer ncia: tect vel  Classe 0: < que 0. Atum.0 kU/L .71 a 3..5 mL de Soro. Milho. Grama de Campina. Capim Ra bo-de-Rato.51 kU/L ‘ Valor muito alto Condi o: 0. Soja Gx2: Pólen de Gramíneas (Grama de1 Bermuda. Ganso.0 kU/L . Salm Fx3: Cereais (Trigo. Trigo. Papagaio. PARDINI 223 . Côco Fx2: Peixe. Gergelim) Fx5: Clara de Ovo.36 a 0.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. Grama de Bahia) Hx2 Pó: Poeira Caseira. Dermatophagoides farinae e Blatella germânica Mx1 Fungos: Penicillium notatum.50 kU/L ‘ Valor alto Classe 4: > que 17. Pato.. ñ ò óuô at at at at at at †† †† ††  • @š 2. Avel . Tentilh o Fx1: Amendoim. Noz Brasileira.70 kU/L ‘ Valor baixo  Classe 2: 0. Grama de Centeio.6 kU/L 24.IgE MÚLTIPLO para Phadiatop Al rgenos Inalantes Phadiatop Inalantes e Alimentares Ex1: Epit lios. Grama de Johnson. Am doa. Aveia.3 kU/L 8. Camar .50 kU/L ‘ Valor moderado  Classe 3: 3. Boi e Cachorro) Ex71 Penas: Frango.0 kU/L Instituto de Patologia Clínica H. Ca rio. Mexilh . Peru Ex72 Penas: Periquito.Nascido “ ’ 1 a 11 meses “ ’ 1 a 3 anos “ ’ 4 a 6 anos “ ’ 7 a 10 anos “ ’ > de 10 anos “ Condi o: 0.IGE “ ‘u ˆ ˆu‰ ˆu‰ “uˆu‘ ‰ ˆ ò ˆu‰R—u”  óuô IgE TOTAL M todo: Immunocap Valor de Refer ncia: ’ R. Cladosporium herbarum (Hormodendrum). Cavalo. Amendoim.35 kU/L ‘ N  Classe 1: 0. † † Continu õuóuô o.0 kU/L 30. Partículas e P los (Gato.2 mL para cada IgE adicional.

macroglobulinemia de Waldenstrom.At dias entre 2o e 8o C. . após congelar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .Urina: N sar conservante. Auxilia tam m no diagnóstico e caracterizaç s disgamaglobulinemias. 353 ñ †‡ óuô ˆu‰ m† ˆu‰R—ud ‡ ô † †¨  –uu’ ˆu‰© 224 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆ€‰å‘u‰ óuô ò  ‡u– du—€ “ †iÿ• ô ¡ ‰ Imunofi d ¢ £¦¥ o Coment  rios: O teste til no diagnóstico de paraproteinemias. M todo: Imunofixaç Condi o: 0. Conservaç o de envio: Soro . Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina.0 mL de Líquor. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 34 µ/mL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ras entre 2o e 8o C. 5.Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG Coment  rios: Os imunocomplexos circulantes (CIC) n s rmalmente expressos em indivíduos s veis. . doenças linfoproliferativas malignas e nas gamopatias monoclonais benignas. .5 mL de Soro. *Urina 24h. Urina e Liquor .At semana entre 2o e 8o C. mas s rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide (AR) e l s eritematoso sist mico (SLE) durante doença ativa.JO 8h.5 mL de Soro.Soro: JO 8h. como as observadas no mieloma m ltiplo. PARDINI . Refrigerar.

Imunoglobulinas SANGUE IgG. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Idade IgG (mg/dL) IgA (mg/dL) IgM (mg/dL) R.50 a 6.5 mL de Saliva.JO 8h. Entretanto.  ’u“u‘ ñ ˆ€‰(—€d(’ ˆ ò ˆ  ™ ˆu‰ ™ ˆu‰ €ˆ ö ‰ u— ÷ ‰ u– d  m† óuô L¼ QUOR IgG †ô  Coment rios: A dosagem de IgG no líquor tilizada para avaliar o envolvimento do sistema nervoso central com infecç es. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 3.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.5 mL de Soro. Determinaç es periódicas de imunoglobulinas durante a doença. ñ ”Û™ ‡ uˆ Û ‰ u— d “€‘   óuô ò †©¨ ô † Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. escle rose m ltipla). n o somente permitem o monitoramento da evoluç ciente. .10 mg/dL Condi o: 0.8 mg/dL Condi o: 0. IgM Coment rios: Muitas doenças adquiridas ou con itas levam a alteraç es das proteínas plasm ticas. níveis normais de IgG xcluem doença.2 05 a 30 01 a 03 ms 250 a 1100 2 a 50 10 a 80 04 a 06 ms 300 a 1000 3 a 82 15 a 109 6m a 01 ano 500 a 1200 14 a 108 43 a 239 02 a 06 anos 500 a 1300 23 a 190 50 a 199 06 a 12 anos 700 a 1650 29 a 270 50 a 260 12 a 16 anos 700 a 1550 81 a 232 45 a 240 Adulto 564 a 1765 85 a 385 45 a 250 Condi o: 0. neoplasia. Laboratórios: Enviar em pote est ril. quantitativas como nos processos inflamatórios ou mesmo o ap arecimento de proteínas que n s normalmente encontradas em indivíduos sadios. IgA. devido a poss ibilidade de contaminaç do material durante a punç . mas tam m ajuda na avaliaç ravidade e formulaç o de um diagnóstico.5 mL de Líquor. Obs. como as proteínas embrion rias. Essas mudanças podem ser funcionais como nos tumores celulares. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 a 36. ñ ™ óuô ò ‘€ˆu‰R” †  ‡ SALIVA IgA ˆu‰ ô †  ˆ€‰ Coment rios: Test til na avaliaç imunodefici cia prim ria que nas crianças est freqüentemente associada a infecç es otorrinolarin gológicas. Nascido 700 a 1480 0 a 2. PARDINI 225 . ou doença neurológica prim ria (em particular. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 0.

principalmente quando associados a doença pulmonar intersticia l. Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos Anti Coment  rios: A presença deste anticorpo est relacionado com a polimiosite (20 a 40% dos casos). ñ óuô ò “€‘ ˆ€‰ —u“ †† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † Isoaglutininas Coment  rios: No sistema ABO anticorpos s ricos s corr ncia natural e s formados após o nascimento com a colonizaç intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do indivíduo. muitas vezes exibindo uma clínica superponível a outras doenças respiratórias agudas. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.coleta: Swab de nasofaringe.JO 8h. ñ óuô ò ˆu‰  ˆ  ‡ uˆ ‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô 226 Instituto de Patologia Clínica H.Influenza vírus A e B – pesquisa direta Coment  rios: Doença respiratória aguda. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.: Valores menores que 1:4 podem ser encontrados em crianças abaixo de 1 ano devido a imaturidade imunológica. Os títulos de anti -Jo-1 podem variar em concordância com a atividade da miosite e sua a quantificaç o pode ser til na avaliaç clínica destes pacientes. Condi o: 0. ñ ˆu‰ ˆò † ˆu‰Á—u”»‰ “ ˆu‰R—u” ˆu‰ óuô † Rô — Jo 1. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. com dermatomiosite (cerca de 10% dos casos) e em outras doenças reum ticas. Lavado de nasofaringe. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Laboratórios . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Acima de 1 ano: ≥ 1:4 Obs. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. PARDINI . incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. reaspire.5 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina). M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .Swab de nasofaringe. nos casos em que o material de ser aspirado. .Lavado de nasofaringe .5 mL de Soro + 0. de natureza infecto -contagiosa e de grande potencialidade epi mica. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Utiliza-se a titulaç stes anticorpos para avaliar o funcionamento d o sistema imune.3 mL de Soro. caracterizada por um início agudo e por um período de estado de curta duraç .

produzida cerca de duas vezes mais que a cadeia leve lambda. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. Na forma cutânea. Títulos iguais ou maiores que 1:1. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: < 1:80 Condi o: 0.Kappa (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.0 a 735. mal ria. ˆ ”†‡ ñ óuô ò “€‘ ˆu‰R— ˆ u ‰ ˆ€‰(—€d †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. esquistossomose e hanseníase s descritas. filariose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .5 mL de Soro.JO 8h. Títulos podem ser baixos em imunodeprimidos. títulos tendem a ser baixos sendo negativos em 20% dos casos dessa forma. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 304.0 a 1300.5 mL de Soro p/ cada. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 566. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas.JO 8h. ñ óuô ò †©¨ ô  Leishmaniose IgG e IgM Coment  rios: A sorologia para leishmanios til principalmente na forma visceral (Calazar). A confirmaç iagnóstica requer a detecç leishmania em algum sítio. .0 mg/dL Condi o: 0. PARDINI 227 . .024 s o muito sugestivos de leishmaniose visceral. Reatividade cruzada com tripanossomíase. ñ 뀔 † óuô ò †©¨ ô Lambda (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas.JO 8h.0 mg/dL Condi o: 0.

N enviar no gelo. Enviar de 2a a 5a feira.4575 mm3 12 a 18 meses 55 a 82% 3156 .3141 mm3 > 3 anos 55 a 82% 1072 .3508 mm3 24 a 30 meses 55 a 82% 2324 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.3295 mm3 30 a 36 meses 55 a 82% 1923 .0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina/ACD). PARDINI . ñ  ™ ”” † óuô ò  †  †ô Linfócitos T At ivado Coment  rios: Os anticorpos anti-CD3 s teis para sondar a regi constante dos receptores de c lulas T. Leptospiros As manifestaç s clínicas variam de uma leve coriza a uma doença ict rica com comprometimento severo do paciente.3890 mm3 ñ  ò “ ˆu‰Û‡ • OKT3 • ˆu‰ CD3 † Condi o: 5.Informar data e hora da coleta. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mas podem permanecer detect veis durante anos.5 mL de Soro. Anticorpos podem ser detectados a partir do 6” ao 10” dia e geralmente atingem níveis m ximos após 3 a 4 semanas. . Elisa .3899 mm3 18 a 24 meses 55 a 82% 2766 . óuô † ˆ ˆ€‰(”€‘ ˆu‰ 228 Instituto de Patologia Clínica H. no monitoramento de imunodefici ncia. Transportar em temperatura ambiente. doenças auto -imunes e nas leucemias e linfomas. Laboratórios: Enviar Sangue total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). . Conservaç o de envio: At dias em geladeira entre 2 o a 8o C. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Faixa et ria Linfócitos CD 3 0 a 6 meses 55 a 82% 3505 – 5009 mm3 6 a 12 meses 55 a 82% 3409 . os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes. Os níveis de anticorpos re duzem-se gradualmente. N viar pipetex.JD 4h.Leptospirose.pesquisa de anticorpos IgM Coment  rios:  ma doença febril aguda causada primariamente pelo Leptospira interrogans .

.2 mL de Soro. .Lipoproteína (a) Coment  rios: É uma lipoproteína plasm tica com composiç muito similar à LDL. diabetes e vitiligo).5 mL de Soro.0 mg/dL Condi o: 0.JO 8h. Esta doença redominante em mulheres e geralmente associada a outras doenças auto -imunes (tireoidite. insufici ncia renal e tromboembolismo. impossibilit -la.monocytogenes e bact rias gram positivas. Condi o: 0. Lp(a) parece estar associada à doença coronariana. e por vezes.JO 8h. podendo ter grandes variaç s entre indivíduos de uma mesma populaç o.5 mL de Soro. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-LKM s o anticorpos dirigidos contra a fraç microssomal de fígado e rim e est relacionados a hepatite auto-imune tipo 2. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. devendo-se sempre proceder a duas coletas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ˆu‰«ˆ —€”  ˆ€‰ ˆ ñ óuô ò “ m † ˆu‰Á”u‘ ˆu™‰ ” †  †©¨ ô u– Listeriose Coment  rios: Os resultados das reaç es sorológicas devem ser interpretados com cautela.: Fazer curva com diferença de 30 dias. acidente vascular cerebral e dislipidemia. ñ ˆ † ô óuô ò “€‘ † ˆ€– ‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. ñ “u‘ ™ ˆò ’u“u‘ ” † ˆu‰R—u” ‰ † ˆ ™” ˆu‰ † ˆu‰ óuô ‡ ˆu‰ †Rþ ô LKM. pois reaç s cruzadas s freqüentes em decorr cia de determinantes anti icos comuns entre a L. havendo ascens o significa infecç recente. Níveis de Lp (a) s terminados geneticamente. com 30 dias de intervalo. PARDINI 229 . perda fetal recorrente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. mas sim para indivíduos com história familiar de doença coronariana. Níveis elevados de Lp (a) tam m s contrados na pre-eclâmpsia. O resultado de uma amostra nem sempr conclusivo. Uma ascens títul sugestiva de infecç recente. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 30. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. o que pode interferir na sua determinaç o.JO 8h. É formado por dois constituintes: apo B-100 (principal componente estrutural do LDL e VLDL) e apo (a) que apresenta grande heterogeneidade estrutural. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: – Antígenos O e H — < do que 1:160 – Faixa de D vida — 1:160 a 1:320 – Sugestivo — acima de 1:320 Obs. N recomendado para triagem indiscriminada.

ent s casos suspeitos devem ser avaliados atrav s da determinaç ticorpos específicos para EBV. anticorpos anti š AMA Coment  rios:  ma doença colest tica intra -hep tica crônica.JO 8h. sendo na forma crônica de quase 100%. N specífico para cirrose biliar prim ria. hepatites virais. Este tipo de test pouco til no diagnóstico de Monucleose Infecciosa em pacientes imunocomprometidos. testes para anticorpos específicos s cess rios. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Diante da suspeita clínica e sorologia negativa.0 ˜ Positivo Condi o: 0. Um resultado negativo n xclui o diagnóstico da doença. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pois nos est ios iniciais ou em antibioticoterapia precoc ver níveis detect veis de anticorpos. mais freqüente em mulheres A cirrose biliar prim ri entre 30 e 60 anos. pois a grande maioria desses pacientes roduz anticorpos heterófilos. repetir a sorologia após 4 a 6 semanas. Se o monoteste for negativo.0 ™ ≥ que 1. em altos títulos. “ ñ u’ ”R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ¡ d ˆu‰R”  † ò óuô †ô Mitocôndria. PARDINI .75 ˜ Indeterminado ™ ≥ 0.2 mL de Soro. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) . . Se positivo e apresentar clínica apropriada com exame hematológico correspondente. .JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti-mitocondria (AMA) est presentes em cerca de 90% dos casos. o Monotest indicado como teste inicial.2 mL de Soro. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Na fase inicial da doença a sensibilidade da sorologia de 40 a 60%. podendo estar presente na hepatite crônica ativa. ñ ‡ óuô ˆò ˆu‰à–  † ‘uˆu‰ ˆu‰R‘u”  ˆ u ‰ Û — u ” Û d u ‘ ‰€—u‘€”Rˆu‘u‰âˆu‰R– —u” ˆu‰R‰ ”† ˆ ”† †Rþ ô 230 Instituto de Patologia Clínica H.VIDAS Valor de Refer ncia: ˜ Negativo ™ < 0.5 mL de Soro.75 a < 1.JO 8h. . anticorpos totais Coment  rios: Doença multissist mica.Lyme. podendo cronificar -se. ñ óuô d† ˆ u ‰ † ” ”u–u ò “€‘   ˆ u ‰  †ô Monoteste Coment  rios: Em pacientes com suspeita de infecç rim ria pelo vírus Epstei n-Baar. cirrose h tica e doenças auto -imunes. Cerca de 10% da populaç o adulta com monucleose infecciosa p senvolver anticorpos heterófilos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

JO 8h.1 mg/dL Condi o: 0. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C.2 mL de Soro. cirrose biliar prim ria. . anticorpos IgA Coment  rios: A detecç nticorpos IgA anti -Micobacterium sp auxilia em casos difíceis que apresentam anergia imunológica (aus cia de reatividade à tuberculina e anticorpos IgG). Baixos títulos (inferiores a 1:80) podem ser observados nas hepatites virais.Líq. ñ ˆu‰«—€”«d “ € ‘ ò  ”†‡ óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 231 . M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1. ñ ”R‘uˆ€‰(d€–  ò †  ™”‡ ˆ  u“  óuô † ô Músculo Liso. É substituída com vantagens pela determinaç o da alfa -1-glicoproteína cida. .Mucoproteínas Coment  rios: É uma glicoproteína.Líq. Peric rdico.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  inferior a 200 U œ Negativo œ Indeterminado  de 200 a 350 U  superior a 350 U œ Positivo Condi o: 0. tecnicamente este exam resenta boa reprodutibilidade sofrendo infl ncia da temperatura e do tempo.JO 8h. pois ma das ltimas provas a se normalizar.5 mL de Soro. Líquor . outras cirroses e doenças malígnas. típica das secreç s mucosas.10 0 C.7 a 5. Entretanto. ñ ‡ óuô ò “€‘  ˆu‰«– › ASMA †ô Mycobacterium Tuberculosis. Apresenta elevada especificidade. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. É importante para o diagnóstico e acompanhamento da doença reum tica.5 mL de Soro. Pleural . anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-m sculo liso (ASMA) est resentes em altos títulos em cerca de 70% dos pacientes com hepatite crônica ativa auto -imune. O exam til no diagnósti co da tuberculose pulmonar e extrapulmonar ativa.

Níveis elevados s encontrados em crianças.10 o C. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. PARDINI . H is padr s possíveis: . Raramente el contrado em indivíduos normais e na aus cia de vasculite.Anca Ÿ Negativo Condi o: 0.Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM Coment  rios: Testes teis no diagnóstico das pneumonias por Micoplasma. . anticorpos anti Coment  rios: †Rþ ô Os ANCA s ticorpos que reagem com citoplasma de neutrófilos e est resentes em vasculites necrotizantes sist micas. os valores de NTx caem 30 a 40% em relaç o ao valor basal. .C-ANCA: associado a granulomatose de Wegener.P-ANCA: relacionado com v rios tipos de vasculites. amostras de urinas noturnas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ‡ ò  †d ˆu‰ ˆ óuô Neutrófilos. doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa.5 mL de Soro p/ cada. 232 BCE = Bone Collagen Equivalents óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. A remodelaç ssea m processo contínuo. fraturas recentes e uso de medicamentos. O padr C-ANCA deve ser valorizado em qualquer título.Urina 24 horas.Anca Ÿ Negativo ž C . Doença de Paget. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ¢ Homem £ 3 a 63 nMBCE/mM creatinina ¢ Mulher £ 5 a 65 nMBCE/mM creatinina † ™”  ñ ò “u‘  ˆ ˆu‰àê ‡ uˆ à ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰Áˆ ê †  ˆu‰Ûê Condi o: 2o jato da 1a urina da ma . após congelar . tabagismo. osteoporose. Bifosfonatos e estrógenos reduzem os níves de N Tx.JO 8h. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ž ≤ 200 U/mL IgM ž Negativo Ÿ < 770 U/mL ž Indeterminado Ÿ 770 a 950 U/mL ž Positivo Ÿ > 950 U/mL Condi o: 0. insufici cia renal. sendo o NTx liberado e excretado na urina. etilismo. uˆ å ‰ ud ‘ “   ANCA ñ óuô ò “€‘ R—u‰ ™ ” uˆ R ‰ ‡  ” † ”u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰å– u“ ‘ †ô N-Telopeptídeo ¡ NTX Coment  rios: O NTx  m marcador específico da reabsorç ssea. colangite esclerosante e Doença de Crohn). Os níveis de ANCA s teis na monitorizaç o da atividade da doença.JO 8h. É til para monitorizaç o da resposta ao tratamento. Após 3 meses de terapia adequada. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: ž P .2 mL de Soro. . Algumas condiç s clínicas podem interferir na determinaç s indicadores de remodelaç sseas: doenças reum ticas. Um aumento significativo nos níveis de anticorpos ltamente sugestivo de infecç . Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . Recomenda -se a determinaç o de anticorpos em 2 amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença.

coleta: Swab de nasofaringe. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. Pode ser assintom tica ou causar quadro clínico variado: eritema infeccioso. reaspire. anticorpos anti Coment  rios: Infecç lo parvovírus comum. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Caracterizam por otite m dia. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. IgG surgem ao final da segunda semana persistindo por anos. nos casos em que o material de ser aspirado. Imunodeprimidos podem ter infeç arrastada resultando em anemia crônica. PARDINI 233 . instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. IgM específicos desenvolvem na segunda semana após infecç viral podendo ser detectados por 4 a 6 meses. . Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Na grav idez pode causar hidropsia e perda fetal. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. o quadro clínic concomitante com o aumento dos anticorpos. a crise apl stica precede em dias o surgimento dos anticorpos. ˆ€‰ù–€”  ˆu‰ †   ñ ‰† óuô ò  ™” ˆu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. sendo 50% dos adultos soropositivos. ñ óuô ò “€‘ ˆu†‰©—ud d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Parvovírus B19 IgG / IgM.JO 8h. entretanto. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe .Parainfluenza vírus 1.pesquisa direta Coment  rios: Constitui no agente mais comum de infecç s vias reas superiores.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Heparina/Citrato) p/ cada.Swab de nasofaringe. Reinfecç s podem ocorrer em pessoas com títulos baixos de IgG. causador da maioria das síndromes cruposas. com títulos baixos ou ausentes de anticorpos. No eritema infeccioso e na artropatia. Laboratórios . 2 e 3 . colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Lavado de nasofaringe. resfriado comum com ou sem febre.Lavado de nasofaringe . traqueobronquite e pneumonia. artropatias e crise apl stica transitória em pacientes com anemia hemolítica crônica.

38 a 1. .20 a 0. na qual ocorrem anticorpos heterófilos da classe IgM. Caracteriza -se por um padr tilhado heter eo expresso apenas nas c lulas em divis . . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. anticorpos anti Coment  rios: PCNA (proliferating cell nuclear antigen) est correlacionada a proteína nuclear cyclina. ”Û‡ ñ óuô ˆò ˆ€‰(—€” ˆu‰à—€” uˆ © ‰ u— ” ˆ ˆ€‰ ˆ € ‰ à — u ‰ dR‘uˆ€‰(”  š ý† d ¡  ˆu‰R—u”  ˆu‰  †Rþ ô PCNA. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. por meio da absorç soro com hem cias de boi e rim de cobaia. apresentando alta especificidade mas sem associaç com apresentaç clínica evidente.19 0. .5 mL de Soro.12 a 0.7 mL de Soro. determinados pela reaç Paul -Bunnel. se esta reaç tiver título igual ou maior a 1/ efetuado a reaç Davidsohn. PARDINI . ñ ò † m† “ ˆu‰ † ™ ‰u’u“u‘u” ˆu‰ Risco coronariano: Condi o: 0.50 Risco estimado Baixo Moderado Elevado Muito elevado †ô 234 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h.01 a 0.Paul Bunnel Davidsohn Coment  rios: Test til no diagnóstico da mononucleose infecciosa. em criança.2 mL de Soro. doença de Crohn (PCR elevada) da retocolite ulcerativa (PCR baixa).11 0. O PCR ultrasensível tam m um novo marcador de ater se. Anticorpos antiPCNA s tectados em 3% dos pacientes com LES. pois a segunda leva a uma concentraç muito mais elevada desta proteína.JO 8h. artrite reumatóide (PCR elevada) do lupus eritematoso sist mico sem complicaç es (PCR baixa). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 0. Uma reaç Paul -Bunnel-Davidsohn negativ xclui o diagnóstico.37 0. M todo: Aglutinaç o e Absorç o Valor de Refer ncia: Título < que 1:56 Nota: Na mononucleose infeccios reduç 90% do título após absorç por hem cias de boi.80 mg/dL para doenças inflama tórias. óuô Níveis (mg/dL) 0. ñ ‰ €— ” ˆuuˆ ‰î óuô ò “€‘ † ˆ€‰ ˆu‰ ˆu‰«–u‰u‘ ‰€’u“u‘ †ô ™ Proteína C Reativa (Quantitativa) Ultrasensível Coment  rios: Tradicionalmente a quantificaç da PCR usada para monitorar processos inflamatórios e diferenciar: infecç es virais das bacterianas. Condi o: 0.

ndice de soroconvers com a vaci 95%.3 mL de Soro. Podem estar presentes em outras doenças como: doença de Crohn. síndrome de Sjögren e miastenia gravis. miosite e sinovite tipo reumatóide). N representa risco para gestantes. IgM (ELFA/MEIA) pode estar presente. Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IgM negativo após 3 meses. artrite reumatóide.2 mL de Soro. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Imunes e vacinados: IgG positivo. IgG avidez n o tem utilidade pois pode permanecer com baixa avidez por at s na R ola Con ita.. . IgG de alta avidez present e. anticorpos anti Coment  rios: †ô “ Anticorpos anti-RNP aparecem em baixos títulos em 30 a 40% dos pacientes com lupus eritematoso sist mico.JO 8h. s sugestivos de doença mista de tecido conjuntivo (acometimento cutâneo do tipo escler rmico. Informaç es nece rias: Est r vida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? ˆ€‰Ü–  um † ‰ ™ ” “€‘ ™”   “ m † ‰ ‘u’€“u‘ ˆu‰ vv  R’  ˆ€‰ ‘ud † —u”  ( – ˆu‰ ˆu‰ “ † © ¨ d € ‘ u ‰ um † ˆ ™ ˆu‰©du’ † ù ÿ †ê¨ ˆu‰R—u” • B ’u“u‘ ˆ Continua.JO 8h. Resposta linfoproliferativa presente. Seguem os achados sorológicos nas situaç es clínicas possíveis: Infecç rim ria : IgM positivo a partir de 1 a 3 dias após início da doença at a 12 meses (ELFA/MEIA). IgG materna pode estar presente por mais de 6 meses.. Reinfecç : sorologia positiva anterior a reinfecç . Ru la co ita: IgM (ELFA/MEIA) positivo. H ma menor preval cia de doença renal em pacientes com este auto -anticorpo. na aus cia de anti-Sm. lupus discóide. Hemoaglutinaç o a partir de 1 a 3 dias do início da doença e presente indefinidamente. cerca de 20% dos infectados t m IgM negativo. IgG (ELFA/MEIA) positivo com elevaç vezes ou mais no título da segunda amostra. infecç s por parvovírus e coxsakievírus B. Instituto de Patologia Clínica H. Reaç s falso -positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-reticulina est resentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos. 60% das crianças e at A@ % dos pacientes di ticos. síndrome de Sjögren e lupus induzido por droga.Reticulina. Resposta linfoproliferativa (linfocitose com atipia) est resente a partir da primeira semana. exceto em gr vidas quando infecç uda pode levar à Síndrome da R la Cong ita. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. com queda dos títulos. IgG de baixa avidez presente at meses. IgG de alta avidez presente. . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 235 . ñ óuô †ï ò “€‘ ˆ u ‰ « – dum † RNP. IgG (ELFA/MEIA) positivo a partir de 3 a 4 dias de doença e presente indefinidamente. ñ “u‘ “u‘ óuô ò ˆ€‰ ‰€— † ˆ u ‰  ˆ€‰ †Rþ ô Rub ’ ola Coment  rios: Doença viral de comportamento benigno. No primeiro m s de vida. Altos títulos de RNP.

600 a 0..JO 8h.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada.IgG: ¥ Negativo ¤ < 5.Continu õuóuô o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.800 ¥ Positivo Condi o: 0.JO 8h. Condiç o: 0.6 mL de Soro.799 ¥ Indeterminado ¤ ≥ 0.IgM: ¥ Negativo ¤ < 0.0 UI/mL 5.20 ≥ ¤ > 1.RUBÉOLA HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.IgM: < 0. .9 UI/mL ¥ Indeterminado ¤ ≥ 10.. ò ò óuô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor¤ de Refer ncia: corrida lo menos 3 meses ¤ Baixa avidez: inferior a 36% ¥ sugere-se infecç Inconclusivo: entre 36 e 60% ermite definir o período de infecç o ¥ ¤ Alta avidez: superior a 60% ¥ sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses Nota: Este teste baseia-se na intensidade ou avidez com que anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de R ola. ñ †ô ò  †ô ô  €m † ‘uˆu‰R– ˆ€‰(‰ ˆ€‰ ¡ R  u– ” ˆ  236 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h.600 0. .20 ¥ positivo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. . PARDINI . óuô ò ò ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO DE MICROPART ¼ CULAS .MEIA Valor¤ de Refer ncia .5 mL de Soro p/ cada.80 a < 1.80 ¥ negativo ¤ ¥ indeterminado 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).IgG: ¥ negativo < 10 UI/mL ¤ 10 a < 15 UI/mL ¥ indeterminado ≥ ¤ ¥ positivo ≥ 15 UI/mL Valor¤ de Refer ncia . .0 a 9.0 UI/mL ¥ Positivo Valor¤ de Refer ncia . †Rþ ô óuô † •ô— ELFA – ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY (VIDAS) IgG e IgM Valor¤ de Refer ncia .

10 o C. IgM . Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . M todo: Hemólise em soluç de baixa força iônica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. quando os títulos de IgM n o s o mais detect veis.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç  sintomatologia.  ˆ ™” ñ u’ óuô u’ ò  uˆ ‰ ˆu‰ ˆu‘u‰Rˆ d ˆ ˆ  ˆu‰ dà‘€ˆu‰ †  †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. história clínica e outros dados laboratoriais. Indivíduos infectados com o Sarampo podem o exibir níveis detect veis de IgM nos est ios iniciais da doença.JO 8h. A presença de anticorpos IgG contra o vírus do Sarampo em uma amostr suficiente para a distinç o entre infecç s recentes e antigas. . Um teste específico para anticorpos IgM dever ser realizado em amostras dos indivíduos com suspeita de infecç tiva pelo vírus do Sarampo.JO 8h. O teste da sucros m teste de triagem. sendo que o resultado positivo deve ser confirmado pelo teste de Ham. O resultado deste teste pode ser negativo em pacientes nos est ios tardios da infecç .Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç à sintomatologia. enquanto falso positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia auto-imune.Sacarose. história clínica e outros dados laboratoriais. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro.0 mL de Sangue Total citratado. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus u uso dos anticoagulantes heparina e EDTA. Líquor. . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.5 mL de Soro p/ cada. ‘u‡ ¦ Sucrose ñ óuô ò ˆ€‰ ‘ud †  ˆu‰©‰  ” †  ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ Sarampo IgG e IgM Coment  rios: IgG . PARDINI 237 .

: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. óuô Continua. Se torna positivo 2 semanas após o cancro. Menos de 1% dos indivíduos sau veis tem FTAABS positivo. por m. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL s falso-positivos: idosos. mal ria. hanseníase.5 mL de Soro. pod e indicar novo tratamento. portadores de doenças auto -imunes.. S sitivos em outras infecç es tr micas. viciados em drogas. títulos caem entre 3 e 6 meses. Linfocitose e aumento das proteínas s o evi cias de neurosífilis ativa.   VDRL: test trepon mico. PARDINI . Devem ser utilizados para confirmaç s resultados de VDRL. mononucleose. Falso -positivos mostram títulos em geral at :4.JO 8h. Na sífilis secun ria a sensibilidade da sorologia %. apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. Após tratamento. ”Û‘uˆu‰ “ —u “u‘ ˆu‰ ” uï ï † u— Á  •† ˆ€‰ “ ˆ ˆ€‰(” †   ™”  u‘u—u ™” VDRL líquor: resultos positivos no líquor s o encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. apresentando como vantagem maior reprodutibilidade. mal ria. com especificidade em torno de 99%. utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. Após tratam ento. podendo demorar anos para se negativarem. mas títulos maiores podem ser encontrados. mononucleose.. Líquor. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . FTA ABS óuô ˆu‰ ô †Rþ ò †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. negativando-se em 1 a 2 anos. ELISA IgG: teste trepon mico que tem estreita correlaç o com os resultados do FTA -ABS.JO 8h. Na avaliaç o do tratamento observa-se que na sífilis prim ria e sec ria. os títulos caem cerca de 4 vezes em 3 meses. brucelose. vacinaç s e gravidez. gravidez. Na sífilis terci ria. outras infecç s bacterianas. ˆ ˆ ‰ùdâ‘uˆ€‰ ˆu‰R–u‰ ‘ u “ †  ˆ€‰à—u‰ ò ™ ”u–u‰€‘u“ “u‘ ™” ˆ —u“u‘ —u “ ˆ —u‰R‡ ˆ€‰ ‰u‘u’u“€‘ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG ¨ Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%. portadores HIV. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. . leptospirose. e 8 vezes em 6 meses. o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. O VDR ma reaç de floculaç o. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda. falso-positivos podem ocorrer em doenças auto -imunes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . leptospirose e infecç s por outros treponemas. sen til para indicar infecç c ita.5 mL de Soro. após um ano de tratamento. hanseníase. 238 Instituto de Patologia Clínica H. hepatites. Testes trepo micos: os testes de imunofluoresc cia (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%.Sífilis § Treponema pallidum Coment  rios: Na sífilis prim ria os testes VDRL e FTA-ABS (imunofluoresc cia indireta) se positivam depois do cancro duro com sensibilidade de 85%. Obs. Falso -negativos podem ocorrer na sífilis tardia. A persist ncia de títulos elevados reduç m 4 vezes dos títulos.

S FILIS Ÿ FTA ABS †Rþ ô †Rþ ô †Rþ ô IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).JO 8h. . óuô ò VDRL QUANTITATIVO M todo: Floculaç Valor de Refer ncia: N o reativo Condi o: 0. ñ óuˆ ô ˆu‰ ò †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. PARDINI 239 . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . ...pesquisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. óuô õuó€ô o.JO 8h.5 mL de Soro.Continu IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA QUANTITATIVA © Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. óuô ò AGLUTI ’”“”•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). Líquor.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. sendo marcador de gravidade. ñ “ óuô ò ˆ€‰ ™ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SM. Condi o: 0. antes do surgimento das manifestaç es clínicas da ESD. . ñ óuô ˆ€‰ ò ˆ€‰ † A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SSA (Ro). Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno. risco de síndrome de l pus neonatal e forma cutânea subaguda) e em 5% de poliomiosite e artrite reumatóide. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES. PARDINI .JO 8h. .  ‡ ñ óuô ˆu‰»d ò ˆ€‰ ˆ€‰ù– “ ‡ ˆ€‰ †Rþ ô 240 Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSA/Ro s  toanticorpos dirigidos contra antígenos do n cleo celular (anticorpos anti- nucleares). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. outros o associam com envolvimento do SNC e outros o correlacionam com uma exacerbaç clínica da doença.3 mL de Soro. por m com sensibilidade de apenas 25 a 30%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pode surgir em pacientes com fenômeno de Raynaud.3 mL de Soro. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: 0. Condi o: 0.JO 8h. anticorpos Anti Coment  rios: É encontrado em pac ientes com esclerose sist mica progressiva na sua forma difusa (ESD) em 75% dos pacientes e 13% na forma CREST. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Autoanticorpos anti-SSA/Ro est resentes em 95% dos casos de Síndrome de Sjogren prim ria. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. 40% dos casos de Lupus Eritemetoso Sist mico (comprometimento renal.3 mL de Soro.SCL 70.JO 8h. Raramente aparece em outras desordens.

anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSB/La ocorrem na maioria dos casos em associaç anti S SA. PARDINI 241 . M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.5 mL de Soro. Condi o: 0. causadas principalmente por pneumococos e H. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: Idades IgG1 mg/L IgG2 mg/L IgG3 mg/L IgG4 mg/L at«ª anos 1700 a 9500 215 a 4400 134 a 694 4 a 1200 ñ † ’€“u‘ † ˆu‰Û– ˆ€‰ d “ u ‘  ™ ”  u ‘ u — u  ò 2900 a 10650 3300 a 10650 2250 a 11000 3900 a 12350 3800 a 14200 1650 a 14400 1550 a 10200 2396 a 10835 3422 a 11178 ˆ ˆ € ‰   € – ™” † u“ ‘ ™ ” “ ˆ Condi o: 0. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Na regulaç o da resposta imunológica contra antígenos prot icos os anticorpos produzidos s sualmente das subclasses IgG1 ou IgG3. Anormalidades nos níveis de subclasses de IgG t m sido relatadas. No sangue de adultos. IgG2.Mulher 9 óuô 280 a 3150 565 a 3450 420 a 3750 610 a 4300 730 a 4550 710 a 4600 435 a 4950 1235 a 5487 1476 a 5246 35 a 705 75 a 1256 91 a 1069 100 a 975 156 a 1938 115 a 1775 75 a 2088 276 a 1344 211 a 1142 8 a 900 18 a 1155 3 a 1380 11 a 945 14 a 1530 15 a 1425 45 a 1635 84 a 888 69 a 888 †ô Instituto de Patologia Clínica H. ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES.6% IgG3. A presença do anti SSB/La est fortemente associadas à Síndrome de Sjögren. os anticorpos produzidos s rincipalmente da subclasse IgG2. ou mesmo aus cia de IgG2 e IgG3. Estes auto-anticorpos podem estar presentes em baixos títulos em at % da populaç normal .SSB(La).JO 8h. 2 a 4 anos 4 a 6 anos 6 a 8 anos 8 a 10 anos 10 a 12 anos 12 a 14 anos 14 a 18 anos Adultos .3 mL de Soro. em 15%. incluindo c sulas de bact rias. IgG3 e IgG4. Quando o estímulo anti ico feito por polissac rides. influenzae.JO 8h. mais particularmente em pacientes com gamopatias monoclonais e infecç s associadas a imunodefici cias prim rias e sec rias.4% e IgG4. est ssociadas a infecç s recorrentes das vias respiratórias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Homem Adultos . Baixas concentraç s. 70% das imunoglobulinas da classe IgG s o IgG1. ñ  óuô ò ˆ€‰ †  ˆu‰ ˆu‰«du‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô † Subclasses de IgG Coment  rios: IgG constituida de 4 subclasses: IgG1.20% IgG2. .

2480 mm3 17 .2864 mm3 8 .2 . lisando c lulas infectadas por vírus.30 m 38-46% 1538 .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina/ACD).2479 mm3 12 .6. -N viar em Pipetex. Fatores influenciam a contagem do CD4: variaç s analíticas.2479 mm3 30 m . juntamente com a avaliaç clínica. Enviar de 2a a 5a feira.1445 mm3 Adultos 33-51% 508 .34% 331 . como pneumocistose.3. A contagem de CD rediz a evoluç s pacientes com SIDA. Diminuiç CD4 tam m pode ser encontrada em outras situaç s o a SIDA: tuberculose. T m importante papel no controle de infecç es.2009 mm3 8 .2 .24 m 42-48% 1919 .2479 mm3 > 3 anos 27-57% 562 .2 1.2479 mm3 6 . criptococose e Síndrome de Linfocitopenia CD4 Idi tica.6.31% 351 . Na infecç lo HIV h ma predileç r esta categoria. Indiana 1992 lò ™” ™” ˆu‰ ‰u–u ˆu‰ö—u” ™ ” ˆu‰ ˆu‰Rd™ ” † ÿ ˆ€‰ ˆu‰à—€” ˆ m † óuô $ 9) CD4/CD8 1. .2 1.31% 351 .2 .2479 mm3 24 . PARDINI .6.18 m 46-51% 2307 .2479 mm3 18 . eliminando c lulas infecciosas ou neopl sicas. citomegalovirose e toxoplasmose. Esplenectomia e co -infecç o pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar da supress imune.3 a 33-44% 1219 .2 1.Subtipagem de Linfócitos Coment  rios: Os linfócitos T CD4 s o espefíficos para a maioria das infecç s oportunísticas.31% 351 .2 1.98 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. Os linfócitos T CD8 s o citotóxicos.31% 351 .3499 mm3 8 .12 m 49-55% 2630 .6m 50-57% 2780 .1720 mm3 Hospital Pedi­ trico de Riley . Faixa Et ria CD4 CD8 0. Transportar em temperatura ambiente. Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em at 0% dos pacientes. N enviar no gelo.6. citomegalovirose.2213 mm3 8 . protozo rios e alguns fungos. toxoplasmose.Centro M ico da Univ.Informar data e hora da coleta. Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decis s de início ou mudança de terapia devemos consider -los.2472 mm3 8 . diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h).2 .6.2692 mm3 14 .43% 255 . Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h).6. e a medida da carga viral plasm tica s parâmetros a serem considerados na decis iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA.5 .5 ˆu‰R”u‘ † ˆ ˆu‰ 242 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: ðà‘uˆ€‰à– ˆ™ ˆ ¬ CD4 E CD8 ˆu‰»—u‰ † † ™  ˆ€‰ † ˆu‰î–u”  ê  ™ ”  ˆu‰©“–u‰  ™ ñ ™ ” ëu”Ó‘uˆ Condi o: 8. A contagem de CD4.3.24 1.2 0.31% 351 . hepatite B. idealmente.2 . sazonais.31% 351 .2 . em duas ocasi s.3908 mm3 8 .2 1. doenças intercorrentes (modestas diminuiç s em infecç es agudas e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem). Consideram-se significativas as reduç es de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relaç sua determina ç pr via.

Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h).45% 6-12 meses 55 .1259 mm3 90 .45% > 3 anos 65 .89% 1035 .29% Adultos 61 . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Subgrupos de Linfócitos Faixa et ria CD2 CD19 % ñ ”Á‡ Condi o: 8.88% 2236 -3463 mm3 11 .680 mm3 †Rþ ô † ˆ ˆu‰©”u‘ Toxocara.A forma ocular (ocular larva migrans) tam m varia amplamente na apresentaç o de les s agudas nos olhos at infecç es assintom ticas.45% 12-18 meses 55 .3345 mm3 432 .3639 mm3 11 . Transportar em temperatura ambiente.3560 mm3 6 . diagnóstico e classificaç leucemias e linfomas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .3345 mm3 432 .3345 mm3 432 . anticorpos anti Coment  rios: No diagnóstico da toxocaríase.3868 mm3 11 .4074 mm3 9 . 0. Aplicaç tam m na a lise.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 243 .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina).88% 3516 .A forma visceral da doença (larva migrans visceral) cujos sinais e sintomas da V LM pode variar de um estado assintom tico apresentando leve eosinofilia. Indiana 1992 ˆu‰R—u” ò  ˆ “€‘ ® “u‘ CD2 e CD19 ’u“€‘ ˆu‰ m † ‘ u  ‘u’u“u‘ óuô $ 9) 432 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.88% 2649 . N viar em gelo.17% Hospital Pedi¯ trico de Riley .45% 30-36 meses 55 .4881 mm3 11 .45% 18-24 meses 55 . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.Tipagem de Linfócitos Coment  rios: Test til na avaliaç o das imunodefici cias con itas de linfócitos B (gamaglobulinemias co itas) ou combinadas (defici cia de imunidade humoral e celular).84% 1230 .88% 3929 .3868 mm3 11 .5775 mm3 11 . Reaç s falso -positivas podem ocorrer em 25% de indivíduos com esquistossomose e filariose. .45% 24-30 meses 55 .88% 3806 .3345 mm3 432 . s consideradas duas formas clínicas: .3345 mm3 200 .6 meses 55 .88% 3101 . doença causada pelo Toxocara canis (verme canino). † ™ ” ™ ñ ò  óuô †Rþ ô   m† † ˆu‰ ˆ ™”  Instituto de Patologia Clínica H.Centro M ico da Univ.3345 mm3 432 . at severa e potencialmente inevit vel enfermidade.3 mL de Soro.

. Maior sensibilidade que IgM na infecç c·°¸± Ž ° ita..65 ¼ Positivo Condi o: 0.IgG: » < que 4 UI/mL ¼ Negativo » ≥ 4 a < 8 UI/mL ¼ Indeterminado » ≥ 8 UI/mL ¼ Positivo Valor de Refer ncia . 3(5 d«‡€‘ ˆ€‰ recente ou ("$# "8# ("8# ("8#f) Teste de imunofluoresc ncia indireta IgM: detecta IgM nas primeiras semanas. Resultados p ositivos podem persistir por mais de um ano. Assim. Est r vida? Teve contato com algum animal dom stico (gato. Títulos baixos podem persistir por mais de um ano em 20% dos casos. lise do resultado deve ser cautelosa: Anticorpos IgG ˆ d(d€‘u IgM IgA Evolu o Surgem em 1-2 semanas.IgM: » < que 0. Falso positivo para FAN pode ocorrer. IgM negativo ou positivo na gravidez iagnostica ou afasta infecç ²±´³ .65 ¼ Indeterminado » ≥ que 0. ò ò óuô †ô Continua. Podem persistir por meses e at mais de 1 ano. desaparecendo em meses. s´° ¶Œ til no ° diagnóstico da infecç c·°¸± Ž ° ita. Falsos positivos para fator reumatóide e FAN podem ocorrer. diminuindo em poucas semanas ou meses. caem variavelmente. papagaio)? Fez este exame anteriormente?  “ “€‘ "$# # $' " "$#f1 ()81 $ "# ' ()8# # "$# # 9 “ ˆ   ˆ u ‰ R m ˆu‰ ‘ u ˆ € ‰ ö – u ‰ u — € ” ö – u’ u“ ‘ d ”©‘uˆu‰ † d ˆ u‰ u‘ u’ “ ˆu‰ † “u‘  vv  « ’ † ˆ€‰Üd€– ˆu‰ ‘ u ˆ ˆu‰«d€—uë —ud ¡  “ ˆt‰ † † ˆu‰»—u”Ádu‘  “u‘ ELFA .55 ¼ Negativo » ≥ 0. Imumoensaio enzim tico IgG: independente do nível redizer se a infecç recente ou tardia. Teste de imunofluoresc cia indireta IgG: título começa a subir entre 4 e 7 dias após IgM. PARDINI . podendo persistir por toda vida. pois.captura: tamb m n resenta as interfer ncias observadas na imunofluoresc cia. Falso negativo para títulos baixos de IgG. com pico em 8 semanas e início de queda no sexto m s. Tratamento anti-parasit rio pode manter a baixa avidez por mais de 4 meses.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . Informaç es nece rias: Informar. É indicado para mulheres gr vidas. Alto índice de positividade na populaç brasileira.JO 8h. Persiste positiva por 12 a 18 meses em títulos baixos.Toxoplasmose Coment  rios: N o existe nenhum teste. N µ³ ltrapassa a placenta.. ELFA IgM .55 e < 0. Alto índice de positividade na populaç rasileira. Surgem em 5 dias. Na fase crônica (após 4 meses) tem -se elevada avidez. utilidade no diagnóstico de toxoplasmose con ita. 244 Instituto de Patologia Clínica H. N o atravessa a placent bsorvida pelo leite materno.8%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Imunoensaio enzim tico IgA: detectada na infecç re cente. que apresentam IgG e IgM positivos. Importante principalmente no diagnóstico de infecç o c nita. Valores altos ° significam maior probabilidade de infecç recente. Detectados em infecç¹ s agudas e na doença c´º ° ± Ž nita. que de form ica. ° significando necessariamente infecç o recente. A detecç ticorpos de alta avidez em pacientes com IgM positivo indica infecç iri mais de 4 meses. permanecendo elevada por no mínimo 26 semanas. Sensibilidade de 88. ELFA IgG: independente do nível o pode predizer se a infecç recente ou tardia. principalmente no primeiro trimestre. Podem persistir por 1 ano.5 mL de Soro p/ cada. suporte ou afaste o diagnóstico de infecç tardia. tendo. pico em 1-2 meses. Imunoensaio enzim tico IgM duplo sanduíche ou captura de anticorpos: elimina a interfer cia do fator reumatóide.IgG e IgM Valor de Refer ncia . Teste de avidez de IgG: na fase aguda anticorpos IgG ligam-se fracamente ao antígeno (baixa avidez). Títulos baixos podem persistir por anos.

. TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor½ de Refer ncia: ½ Baixa avidez: inferior a 30% ¾ ½ Inconclusivo: entre 30 e 40% ¾ Alta Avidez: superior a 40% ¾ Condi o: 1.. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ò ò õuóuô o.JO 8h.JO 8h.99 Condi o: 0.Continu IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM Valor de Refer ncia IgG: < 10 UI/mL Valor½ de Refer ncia IgM: ¾ negativo ½ ndice < 0.JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . devido a pos sibilidade de contaminaç do material durante a punç .5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina) p/ cada. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.5 mL de Soro p/ cada. Obs.. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .JO 8h.3 mL de Soro.10o C.80 ¾ indeterminado ndice de 0.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.0 mL de Soro.JO 8h. ñ ò  óuô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 4 meses ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ †ô Instituto de Patologia Clínica H. . ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.TOXOPLASMOSE óuB ô óuô B B IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG e IgM †Rþ ô Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. PARDINI 245 .99 ½ ¾ positivo ndice > 0. Líquor. ˆu‰ ô ¡ †Rþ ÿ ‰ ò ò † Rô — †Rþ ô ˆ€‰ óuô óuô HEMOAGLUTINA•”– O INDIRETA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.80 a 0.

000 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 1. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Continua. Valores elevados s contrados nas anemias ferroprivas. feita a detecç s substâncias benzoilecgonina e ecgonina. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Coleta assistida. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis baixos s contrados na reaç fase aguda. Condi o: Urina recente (mínimo 0. neoplasias. HPLC).JO 8h.5 mL). desnutriç o prot ico -calórica. Condi o: Urina recente (mínimo 0.0 a 400. síndrome nefrótica.0 mg/dL Condi o: 0.0 mg/dL ¿ Adulto À 200. Coleta assistida. ñ v ô “u‘ † † ˆu‰©—ud óuô ˆt‰ † ‰ †©¨ ô   COCA¼ NA Coment rios: No teste de triagem para cocaína realizado na urina. Útil para diagnóstico e manejo de anemias. no uso de estrógeno e gravidez (elevaç o de 30 a 50%). feita a detecç substância D -anfetamina. Pode ser detectado após 2 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo sintetizada no fígado e migrando para regi o beta na eletroforese. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ¿ 3 meses a 10 anos À 203.5 mL de Soro. ñ † v ô “u‘ † ˆu‰R—ud óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô  246 Instituto de Patologia Clínica H.5 mL). Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 2 a 4 dias. hemorragias agudas. . Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado.Transferrina Coment  rios: É a principal proteína de transporte do ferro.0 a 360. ˆu‰â“ —u” ‰u‘u’u“ ñ ò óuô †ô  † ˆuˆ ‰ý”€‘ ‰€‘uˆ ’u“ † ”† ˆu‰Ó”u‘ ˆ Triagem de Drogas de Abuso ANFETAMINAS Coment rios: No teste de triagem para anfetaminas e metanfetaminas realizado na urina. PARDINI . Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Sua síntes inversamente proporcional à quantidade de ferro s rico. HPLC)... hemocromatose. insufici ncia c nita e atransferrinemia c nita.

PARDINI 247 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 ng/mL Condi o: 0. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias.5 mL de Soro.TRIAGEM DE DROGAS DE ABUSO MACONHA Coment rios: No teste de triagem para maconha realizado na urina. N o deve ser utilizada como marcador absoluto do infarto agudo do mioc rdio. Coleta assistida.. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). permanecendo elevada por 6 a 10 dias. Outras causas de necrose mioc rdica tamb m elevar a troponina I. HPLC). M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 50 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Após 7h.  † ñ † ˆu‰ v ô “u‘ óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô   OPI¶” EOS Coment rios: No teste de triagem para opi ceos realizado na urina. M todo: Quimioluminesc cia Níveis Terap uticos: < 1. feita a detecç substância morfina. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Na insufici cia renal a especificidade do ensaio pode ser menor.5 mL). Pode ser detectado após 4 a 6 horas do uso e se mant m positivo por 7 a 10 dias após uso eventual ou 1 a 6 meses. a sensibilidade 100%. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Coleta assistida. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Sua presença denota necrose do tecido mioc rdico. É detect vel em 4 a 6h após a les mioc rdica. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado.Continu õuó€ô o. ñ  v ô “u‘ † † ˆu‰÷—ud óuô ˆu‰ † ‰ Troponina I Coment  rios: A cTnI  m marcador de les o da musculatura cardíaca. após uso crônico. feita a detecç da substância 11 -nor-9-carboxydelta-9-THC. Condi o: Urina recente (mínimo 0. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. com pico em 12 a 18h. se †©¨ ô  til no diagnóstico do infarto agudo do mioc rdio.  † ˆ ñ óuô †ô ò “u‘  ˆ   ‘€—u‰Á‡  † ˆ€‰ “ ˆ † uˆ—u”‰ “u‘ Instituto de Patologia Clínica H.5 mL). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pacientes com angina que apresentam níveis elevados (les o mioc rdica mínima) de cTnI t m prognóstico pior. HPLC)..

†  • —ô óuô ò Continua. a positividade da sorologia. Imunofluoresc cia indireta: IgG xame sensível no diagnóstico da Doença de Chagas.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). mas por apresentar baixa sensibilidade (69%). Entretanto. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.Trypanosoma cruzi Coment  rios: Os testes sorológicos s  tilizados para confirmaç e suspeita cl ínica da Doença de Chagas e triagem em bancos de sangue. ˆ€‰ “€‘ Imunoensaio enzim tico: utiliza antígenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%). Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.5 mL de Soro. pelo clínico assistente. ‘uˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  Hemoaglutinaç : utilizado para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade. doenças do col geno. . em pelo menos 2 m todos diferentes antes de aceito. óuô †R8© þõ€ÿ óuô ¡ ‰ óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ò IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. toxoplasmose. Conser o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Os m todos Hemaglutinaç . PARDINI .JO 8h.QUANTITATIVO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Imunoensaio de partículas em gel: a pesquisa de anticorpos por meio do imunoensaio de partículas em gel apresenta sensibilidade de 96. hepatites) recomendado que o soro seja testado. 248 Instituto de Patologia Clínica H. .  ˆ u ‰ © — ˆ€‰ö‘u”  ˆu‰å—u” ˆu‰ “ †  † † “  †” † uˆ ‰ †‡ til para IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG . tem especificidade inferior à imunofluoresc ncia e ao imunoensaio enzim tico...8% e especificidade de 94. alguns cuidados s cess rios na escolha do m todo e sua interpretaç . entretanto. Apresenta menor reprodutibilidade que o ELISA. ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. hanseníase. mal ria. . imunofluoresc ncia e imunoensaio apresentam sensibilidade próximo a 100%. sífilis.5 mL de Soro.JO 8h. IgM caracterizar fase aguda. Tendo em vista a possibilidade de falso -positivos (leishmania.6%. O Machado Guerreiro (Fixaç complemento) era o exame de escolha no passado. baixa especificidade e complexidade na sua execuç mais deve ser utilizado. maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva.JO 8h.

Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Anticorpos anti-tTG apresentam sensibilidade (95 a 98%) superior aos anticorpos anti-endomísio.3 mL de Soro.Continua. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h.. óuô ò †Rþ ô PESQUISA DE ANTICORPOS M todo: Imunoensaio de Partículas em gel Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  negativo < 20 unidades entre 20 e 29 unidades  fracamente positivo  moderamente positivo > 30 e 39 unidades  fortemente positivo ≥ 40 unidades Condi o: 1.0 mL de Soro. .  ”î‡ Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA ñ ò  ˆ† Á ‰ d  ˆ€‰(‰ † dRm óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. A transglutaminase tecidual to-antígeno detectado pelos anticorpos anti-endomísio. PARDINI 249 . O padr ro para diagnóstico de DC iópsia intestinal.. .JO 8h. mas especificidade menor (94 a 100%). ñ óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Á ò tTG Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme.3 mL de Soro.TRYPANOSSOMA CRUZZI HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

coleta: Swab de nasofaringe. sendo freqüente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias. nos casos em que o material de ser aspirado. após o aparecimento do rash.PARAINFLUENZA VŸ RUS 1. atingindo o pico em 14 dias. Na forma prim ria.Lavado de nasofaringe . †  ˆu‰»—u‰ €ˆ ‰  d ö ë   u ” † ˆ€‰ö–  ™” ñ ˆu‰ ˆu‰«‰€m  ˆu‰Á—€”Ádu‘  ˆu‰ ˆu‰R‰ † —u” uˆ ‰ óuô ò †H• ð ô ¡ ‰ Vírus Respiratórios – Pesquisa direta ADENOVŸ RUS – INFLUENZA VŸ RUS A e B . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. anticorpos anti Coment  rios: O vírus da varicella zoster respons vel por duas síndromes clínicas: a catapor infecç rim ria e o herpes zoster que ocorre quando da reativaç vírus.Varicella zoster IgG / IgM. . instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Ocorre casos de detecç ticorpos 48 horas. colha toda secreç xistente e fricci one as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini.5 mL de Soro p/ cada. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . com pico geralmente no 18” e 19” dia.3 – VŸ RUS SINCICIAL Coment  rios: Permite diagnóstico r pido desses vírus em quadros de infecç s de vias reas superiores. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Lavado de nasofaringe. A presença de IgM ou alto título de IgG detectado poder correlacionar-se com infecç u exposiç recente. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. Na catapora. ñ óuô ò “€‘  ™” d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† 250 Instituto de Patologia Clínica H. uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal. Quanto ao Herpes zoster. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. É mais comum acima dos 50 anos. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. embora a grande proteç seja do tipo celular. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s.Swab de nasofaringe. representa um a grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos. a IgM tectada na 1à semana após o rash. PARDINI . reaspire. enquanto baixos títulos de IgG s servados em adultos s s.2. É importante ressaltar que as vacinaç s induzem à síntese de Ig G. Laboratórios . Liquor. a IgM aumenta em torno do 8” e 10” dia após a erupç .

mononucleose e outras doenças. na mal ria.JO 8h. bronquites e pneumonites). altos títulos de FR se correlacionam com maior severidade da doença. O teste de Waaler -Rose apresenta algumas desvantagens devido a subjetividade na leitura e baixa reprodutividade. Em geral. Na AR juvenil sua ocorr nci s de 30%. j s t cnicas de isolamento s xtremamente demoradas. sífilis. hepatite. Como o diagnóstico clínico das infecç es por vírus no trato respiratóri complexo. doenças linfoproliferativas que evoluem com crioglobulinemia. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. uˆ ‰ uˆ ‰ ” ˆò m† † R  – “ d † du–u”€‘ud “  ˆu‰«–€‰ ™” ñ óuô †iÿ ô Instituto de Patologia Clínica H.Lavado de nasofaringe . M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . em decorr ncia da estimula ç liclonal dos linfócitos B. a detecç nte por m todos diretos r ida e vantajosa. Laboratórios . ñ † óuô ò “€‘ ‰ † ‰ù– † u – ™ Rëu”Rd † ˆu‰«” ‰† ™” ˆ€‰(” ˆu‰«—€‰«du’u” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Waaler Rose Coment  rios: Fator reumatóide um auto -anticorpo que est resente no soro da maioria dos pacientes portadores de artrite reumatóide (60 a 70%). . M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Inferior a 6 UI/mL = negativo Condi o: 0. toxoplasmose.Swab de nasofaringe. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. podendo estar presentes em outras colagenoses. Veja tam m Fator Reumatóide. PARDINI 251 . Lavado de nasofaringe. reaspire. endocardite. nos casos em que o material de ser aspirado. Conservaç o de e nvio: Refrigerar a 4 o C. Reaç s positivas para o FR n s specificas da AR.Vírus Sincicial – pesquisa direta Coment  rios: O vírus sincicial respiratóri rincipal agente viral caus ador de infecç s respiratórias baixas em crianças com idade inferior a 2 anos (Traqueo bronquites. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s.3 mL de Soro. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas.coleta: Swab de nasofaringe.

PARDINI . Na pesquisa de Salmonella paratyphi A e B s clinicamente significativos títulos iguais ou superiores a 1/160. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Å S. Typhi H Æ at :80 Condi o: 0. M todo: Aglutinaç (Proteus Ox19) Valor de Refer ncia: < 1:160 Condi o: 0. A reaç o n faz o diagnóstico entre tifo end mico e murino. pois somente indica a presença de uma infecç causada por riquetsia.1:80 Æ at :80 Å S. . Paratyphi A Æ at :80 Å S. Paratyphi B Æ at . Typhi O Å S.Weil Felix Coment  rios: Test til no diagnóstico das riquetsio ses. após a 1” semana de infecç . ñ ”R‡ Ä Ricketsiose óuô ˆu‰ ò ˆ ’u“ ˆ uˆ ‰ ˆu‰ “ ˆu‰ †Rþ ô Widal (r ¢ ¢ £¤¥ o) Coment  rios: Test til no diagnóstico da febre tifóide. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. títulos de 1/160 ou maiores s quase que confirmatórios de infecç o recente.JO 8h. ñ ˆu‰ ”LJ ˆu‰Rd ™” ™ ” ˆu‰ ˆò uˆ ‰ ˆu‰ óuô ††  ††  †Rþ ô 252 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. . Na vi ncia de quadro clínico. Reaç s com antígeno “H “ s mais tardias. títulos de anti O iguais ou maiores que 1/160 s confirmatórios de infecç tiva.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. com títulos superiores ao anti O. Reaç s positivas com antígeno “O” ocorrem mais precocemente.4 mL de Soro. em geral.

Conservaç o para envio: Enviar congelado. Quanto maior a elongaç . Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 300 a 800 mg/dL Condi o: 1. -N recisa absti cia. . Controle de Qualidade: Existem dois sistemas de aferiç : tamanho e forma conjugados ao brilho.Abstenç de 2 a 5 dias. Elongaç o : É a relaç tre o eixo menor (largura) e maior (comprimento) da cabeça do espermatozóide. Velocidade curvilinear: Percurso efetivamente realizado pelo espermatozóide na unidade de tempo (trajetória re al).. as avaliaç s de motili dade em seus diversos parâmetros t m mais car ter subjetivo. Usado tamb m para controle de vasectomia. hem cias.Colher esperma por masturbaç sem que haja perda em frasco de vidro ou pl stico inerte.M. Nesse m todo. totalmente controlado por computador. . mais larg cabeça. Importante porque est relacionada com a capacidade de penetraç zona pel cida do óvulo. debris. ñ cido Cítrico – Teste Bioquímico   óuô †ò †– ˆ€‰(” ˆu‰R—u‰R” ˆu‰à—€”u–u”u‘u—  ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ An e lise Seminal Computadorizada Coment  rios: É um exame indicado na avaliaç inicial da infertilidade masculina. É uma refer cia para a morfologia. garantindo a interfer cia de outr os elementos. 253 Instituto de Patologia Clínica H. cujo valor cerca de 0. Velocidade com trajetória harmonizada : Retificaç trajetória real feita pelo espermatozóide. que permitem caracterizar os espermatozóides. Linearidade: É a relaç tre Velocidade em linha reta/Velocidade curvilinear. tais como. no m ximo 7 dias ou C. Os dados da motilidade s o medidos rigorosamente por um sistema estroboscópico de alta precis o. PARDINI . É uma medida de sinuosidade (Zig-Zags). Tem sua produç ente da atividade hormonal e est ligado ao processo de coagulaç liquefaç sperma. † ™ ”ˆ ˆ€‰ ó€ô  † ˆu‰ ‘€ˆu‰ ˆ “u‘ ‘uˆu‰ “ †  ˆ ˆu‰R—ud ˆ€‰«—ud ˆ € ‰ ( ‘ € d ‡ ˆu‰ ( ‰ €‘ ‡ “ ˆu‰â”u‘ d R ˆ ˆu‰R”u‘ ˆu‰ d † d † † óuô †É•  € ˆ ‰ ˆ€‰ ‘uˆuˆu‰ ‰© ”(‘€ˆu‰  †  u“ ‘ † ˆ€‰  Continua. Condi o: Volume ejaculado. enviar at h após a coleta. Amplitude lateral: Comprimento total da oscilaç cabeça..0 mL de esperma. p or exemplo. leucócitos. forma afilada ou tapering. Quanto mais o espermatozóide se afasta da Velocidade em linha reta. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. Interpreta o dos Novos Parâmetros de Motilidade: Progressivos: Percentual de espermatozóides móveis levando em conta a sua velocidade e linearidade. Quanto menor a elongaç .O. Freqü ncia de oscilaç : É mero de vezes que o espermatozóide cruza a linha ideal por unidade de tempo. Velocidade em linha reta: Velocidade m dia em linha reta do começo ao fim da trajetória.N colher em preservativos. menor ser sua linearidade. mais estreita a cabeça.6. etc. Este sistema de grande sofisticaç o tecnológica nos perm ite obter dados totalmente inacessíveis quando feitos por t cnicas manuais. É o elemento de c lculo para a linearidade. .` Coment rios: O cido cítrico roduzido pela próstata.

9 micro m/seg Lentos: abaixo de 5.Teste complementar espermograma Coment  rios: Avalia a vitalidade dos espermatozóides. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio.AN LISE SEMINAL COMPUTADORIZADA r Valores normais: Ç Velocidade c/ Trajetória Harmonizada: > de 33 micro m/seg Ç Velocidade em Linha Reta: acima de 28 micro m/seg Ç Velocidade Curvilinear: acima de 42 micro m/seg Ç Amplitude Lateral: entre 2 e 4 micro cia de Oscilaç : entre 6 e 16 hertz Ç Fr Ç Linearidade: acima de 60% Ç Elongaç : entre 54 e 68% Ç Progressivos: acima de 30% Distribuiç o das Velocidades: R pidos: acima de 25 micro m/seg M ios: entre 6 e 24.Continu õuóuô o.normal at % Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. ñ óuô †ò ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ 254 Instituto de Patologia Clínica H. enviar at h após a coleta. Valores baixos indicam processos inflamatórios ou i nfecciosos na vesícula seminal.5 mL de esperma. ñ óuô †H• ô †É• Frutose . ”€ë!u“u‘ ˆu‰ † — ô ô †H• ò ˆ€‰ y• @ † Color ¢ £¦¥ o Supra Vital ..Teste Bioquímico Coment  rios: É o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides. PARDINI . Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.. Conservaç o para envio: Enviar congelado.9 micro m/seg Est ticos: imóveis . M todo: Eosina Valor de Refer ncia: Acima de 60% de formas vivas Condi o: Todo volume ejaculado. -N recisa absti cia. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 100 a 350 mg/dL Condi o: 0.

Condi o: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 18o a 25o C.N colher em preservativos. . Este teste. ñ †óuô  ò †iÿ ô ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At horas após coleta em t emperatura ambiente. M todo: Swelling Valor de Refer ncia: ≥ 50% apresentando inchaço de cauda.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: Este teste avalia a integridade da membrana do espermatozóide. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: At . ñ ˆ óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ‘u“ †H•  †É• ‘uˆu‰© ”(‘€ˆu‰ † TESTE INDIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo.000. enviar at h após a coleta.O.Absti ncia 2 a 5 dias. peça intermedi ria ou cabeça.Absti ncia de 2 a 5 dias.3 mL de Esperma. peça intermedi ria ou cabeça.M. PARDINI 255 . Este teste.000/mL Condi o: 0.5 mL de Soro da mulher ou homem – C. se positivo.Imunologia do Esperma TEST DIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo. .Hipoosmolaridade . determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. enviar at h após a coleta. indica causa imunológica como fator de infertilidade. ñ óuô ò ˆu‰ ô ‘u“ †H•  ‘€ˆ †É• ˆ † Immunobeads . determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. . se positivo.N colher em preservativos. Condi o: Todo volume ejaculado. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads. Conservaç o para envio: At m s entre 2o e 8o C. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. indica causa imunológica como fator de infertilidade. . ñ ˆ óuô †ô“ ò ˆ  Leucócitos Coment  rios: Valores aumentados s encontrados em processos infecciosos. Condi o: Todo volume ejaculado. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.

M todo: Swim Up Valor de Refer ncia: Recuperaç mínimo 10% da concentraç inicial com melhoria da motilidade.5 mL de Soro da mulher ou homem . indica causa imunológica como fator de infertilidade. . .N colher em preservativos. . Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: At semanas entre 2 o e 8o C. óuô ˆu‰ ô ‘u“ †H• ò ˆ€‰(—€”(‘€‰ ‘€ˆ †É• ˆu‰ ˆ † 256 Instituto de Patologia Clínica H. enviar at h após a c oleta. Condi o: 0. Condi o: Volume ejaculado. PARDINI .N colher em preservativos.M. . Condi o: Todo volume ejaculado. indica causa imunológica como fator de infertilidade. enviar at h após a coleta.Imunologia do Esperma DIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo.Abstenç a 5 dias. ˆ€‰  Swim Up . M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex.O.C. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.Mar Test .Absti ncia 2 a 5 dias. ñ uˆ ‰R—u” ˆ€‰ ò óuô †É• ˆ u ‰ R — u ” ÿ ˆu‰ ô ‘€ˆ †H• ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †iÿ ô ñ    ˆ † INDIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: É utilizado para avaliar o potencial migratório dos espermatozóides.

Teste Penetr ¢ £¦¥ o "In Vitro" Teste complementar do espermograma Coment  rios: Este teste simula a interaç o do espermatozóide com o muco cervical (in vitro). N ser ssível faz -lo por algumas horas depois disso. Use papel higi ico ou absorvente sanit rio. ou seja. 4. resença de espermatozóides no canal ce rvical. . É Bom: de 6 a 10 espermatozóides no canal cervical c/movimentos lineares.0 cm/hora Condi o: Todo volume ejaculado. 3. 5. 2. . o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.Exame realizado somente na unidade aimor s. 3 a 4 horas após a relaç sexual ou de acordo com instruç s m icas. É Pobre: qu É Moderado: at espermatozóides no canal cervical c/movimentos lentos. período ovulatório (a ser definido juntamente com o m dico). Instruç es As instruç s devem ser seguidas o mais estritamente possível. M todo: Capilar Valor de Refer ncia: ≥ 2. ñ óuô ò ˆ ˆu‰ ô ‘u“ †H• ‘€ˆ †É• ˆ † Teste Simms Hühner È Teste Pós coital Teste complementar do espermograma Coment  rios: Avalia a interaç spermatozóide com o muco cervical.N colher em preservativos. 6. Atenda às necessidades higi icas antes da relaç sexual. 1. mas todos imóveis. É Excelente: mais de 10 espermatozóides com movimentaç linear e ativa. PARDINI 257 . Após o coito deitar de costas por 30 minutos com os joelhos dobrados e as coxas levantadas para evitar a perda do s men. Dia adequado: metade do ciclo. Dirigir ao laboratório para o teste. ñ ˆuò‰R— du‘u—€†‰ “ ¡ (– ™” ˆu‰R—u‰R” “u‘ ˆu‰ ˆ u ‰ ™ ” ˆu‰ «–€‰ ˆu‰ “ †— “u‘ “  † † ™” Instituto de Patologia Clínica H. A paciente e seu companheiro devem abster-se de relaç s sexuais 2 a 5 dias antes do teste. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Cliente tem que comparecer na unidade.Absti ncia 2 a 5 dias. enviar at h após a coleta. . M todo: Observaç ireta ao Microscópio óptico Valor de Refer ncia: É Negativo: aus ncia de espermatozóides.

PARDINI .258 Instituto de Patologia Clínica H.

: Mucosa nasal local menos sensível e específico. ñ €ˆ ‰à—u‰Û— óuô ô    ‡u‘u’ ˆu‰ ™ ‡u‘u’  ˆ€‰¹ ˆ€‰(” Baar. Lavado G strico. Cryptococcus spp) isoladas de cultura positiva. secreç s de feridas. Miconazol. Nas secreç s das feridas somente s for possível a obtenç spirados ou biópsias. Conservaç o de envio: Urina – at ras em temperatura ambiente ou at 8 horas se refrigerada. Anfotericina B e Nistatina. Secreç s de Feridas. Hanseníase e outras formas de infecç s). Lavado Brônquico.). Líq. desprezar o 1o jato e colher todo o restante da micç o. dobra de Cotovelo. Punç o de Linfonodos. Cetoconaz ol. Ascítico. Ascítico ou peritonial. Lavado G strico (JO 8h). Aminiótico. sistema nervoso central . Sinovial. As amostras de urina de 24 horas colhidas em “pool” s o inadequadas. S testados: Econazol. Clotrimazol. rins . * Colher amostra de Urina pela m (1a Urina do dia). fezes. Manter entre 2 o a 8o C. Cetoconazol). M todo: Cultura em meio específico Condi o: Escarro. PARDINI †©š ¡ ‰ ˆu‰ † 259 . M todo: Difus isco em meio específico (Anfotericina B. Pleural. Os esfregaços confeccionados no ato da coleta s o conservados fixados pelo calor brando. Urina recente* (enviar volume total colhido). medula óssea. Líq. etc (Swabs evem ser utilizdos. sangue menstrual. Obs.Antifungigrama Coment  rios: Orienta na escolha do antif ico adequado ao tratamento de infecç es f icas causadas por leveduras (Cândida spp. Líq. Para pesquisa de Hanseníase: Raspado da incis lo de Orelha. O teste para 5 fluorocitosina ser realizado se solicitado em separado. Econazol. Clotrimazol. Punç Abscessos. M todo: Ziehl Neelsen Condi o: Para pesquisa de Tuberculose: Escarro. O material dever ser entregue ao laboratório o mais r ido possível após a coleta. Nas secreç s de fer idas somente se n for possível a obtenç de aspirados ou biópsias. Lavado Brônquico. sangue. Líq. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Conservaç o de envio: Para leveduras j isoladas enviar em meio apropriado (Agar-Sabourand Glicosado) sob refrigeraç m cultivos de no m ximo 48 horas. etc (swabs vem ser utilizados. Condi o: Leveduras (Cândid a spp. At ras em temperatura ambiente ou at 48 horas entre 2o e 8o C. Nunca refrigerar sangue. Urina: Colher a amostra de Urina pela m (1 a Urina do dia). Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Líq. Conservaç o de envio: Enviar o mais r ido possível. líquor. biópsias. N tilizar meios suplementados com antibiótic os. A s amostras de 24 horas colhidas em “pool” s inadequadas. Bacterioscopia PESQUISA Coment rios: É diagnóstico na maioria das infecç s causadas por micobact rias (Tuberculose. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Todas as amostras dever o ser enviadas em frascos limpos. Liq. Urina (enviar volume total colhido). Nistatina. Fluconazol. Pleural. ñ ™” † ™” ˆ† óuô ˆ ô © † š ¡ ‰ ”«‘uˆu‰ ™ ” ˆu‰R—u† ”R‰ •uêum  ‘€ˆu‰ý— uˆ « ‰ u— « ”d †É• ˆ† ™” ¡ˆ d € ‘  ˆu‰ ™ ” €–  CULTURA Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s pulmonares localizadas ou disseminadas p ara outros locais do corpo como medula óssea . Aspirado transtraqueal. Líquor. Les s ativas de pele ou reas dormentes. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. e Cryptococcus spp. al m de au xiliar na monitoraç o de pacientes em tratamento com antimicobacterianos. n sendo recomendado.  ñ ™” ˆ óuô ™” ˆ ˆ ˆu‰ ô u– ˆ ‘uˆu‰R—u” ud ‘ ¡ ˆ  ™” ˆu‰«—u” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. baço . desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o.

Como a maioria das infecç es por Anaeróbios s mistas.Raramente outras amostras. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. .) inadequado. M todo: Semeadura em meios específicos incubados em atmosfera de anaerobiose Condi o: Abcessos fechados. Les s Cutâneas ou outros materiais especificados pelo clínico.Geralmente a amostr tida pelo m ico assistente. Obs. Brônquico.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135 C com rolha de borracha.: Para pesquisa de portadores assintom ticos.Pleural. Líq.Coloraç lo Albert Laybourn e Gram Condi o: Secreç o de Orofaringe. Celulite.: Qualquer material colhido por Swab (Garganta. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. recomend vel fazer em paralelo Cultura para Aeróbios e Gram. Nasofaringe. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. seguida de identificaç o. Ascítico. Secreç s. cultura Coment  rios: O exame auxilia no diagnóstico de infecç s em que microorganismos anaeróbios possam estar envolvidos. Urina colhida atrav s de Punç Supra -P bica. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. Condi o: Secreç o de Orofaringe. M todo: Microscopia . Líq. Aspirado Transtraqueal. PARDINI . etc. Escarro expectorado e Urina obtida por micç o espontânea ou Cateterizaç . recomendado Swab de Nasofaringe.Bacilo Dift ’ rico PESQUISA Coment rios: É diagnóstico presuntivo de Difteria. etc. Conservaç o de envio: As amostras devem ser enviadas em meio de Loeffler ou de Stuart. Punç Seios Paranasais. Lav. Sangue. Nasofaringe. Líquor. ñ óuô ˆu‰R—u” ô d † ‰um ™ †— ˆu‰ ™ ” ‡ † ˆ ˆu‰ ˆ€‰ †  † €– 260 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâm ina de vidro. a amostra recomendada o Swab de Nasofaringe. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. assim como Fezes. ñ  óuô ˆ ô ˆ€‰(— † † ™”  † ™” ˆ ˆu‰Ù– Bact’ rias Anaeróbias. ñ  óuô ˆ ô ˆu‰R–u” vv  ™” †  CULTURA Coment rios: Confirma o achado da bacterioscopia atrav s do cultivo do microrganismo. . N rocedemos à confirmaç iagnóstica atrav s da pesquisa de toxina. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos especiais de hemocultura destinados a cultivo de anaeróbios. Obs. Nasofaringe e Les s Cutâneas . M todo: Semeadura em meios específicos. Obs.

fornecido pelo laboratório. ™” — † ñ ò óuô ™” vv  ô † ™ C ’ lulas de Inclu —¦¥ o Citomeg e lica Coment  rios: Quando presentes.Campylobacter. M todo: May-Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente. M todo: Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Exsudato das les s. Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o e 8o C. PARDINI 261 . pesquisa ( s¤’ lulas de Tzanck) Coment  rios: Nas infecç s por Herpes vírus simplex e zoster o achado de c lulas gigantes (Tzanck) em les es ativas iagnóstico. entre 2 o e 8o C. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). devendo ser complementada com outras t cnicas mais sensíveis. -N star em uso de antimicrobiano. at horas. ñ óuô ˆu‰R—u‰ ˆu‰Rô” †ÿ C ’ lulas Herp ’ ticas. Contudo. estas inclus s. ñ ™” óuô ò † —u“u‘ ô Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: In Natura. tem grande valor diagnóstico. a alta inci cia de falsos resultados negativos limita seu uso. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Cary-Blair. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado so bre lâmina de vidro. cultura Coment  rios: Isolamento e identificaç s Campylobacter spp em quadros de enterocolite aguda.

em temperatura ambiente. tracoma. retal. Secar o esfregaço em temperatura ambiente. conjuntivites de inclus o. portant feito em Urina.Material endocervical. aguardar. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço.GIEMSA Coment rios: Esse m todo apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico das conjuntivi tes de inclus rec mnascidos. M todo: GIEMSA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de conjuntiva ocular. o paciente deve vir pela manh tes de urinar. Obs. . endocervical. Enviar at dias. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente ou at 24 horas entre 2o e 8o C. ñ  † óuô ô ‡ ˆ«du‘ † ”«‘uˆu‰«–€‰u—u”«” †Rþ umuˆu‰ ‰R‘uˆu‰ † ™” PESQUISA . PARDINI .Para material uretral. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o de envio: Esfregaços em lâminas apropriadas fixado com 2 gotas de metanol e/ou acetona. esperma e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). esperma. pus de b inguinal. endocervical. M todo: Inoculaç m Monocamada de cultura de C lulas McCoy Condi o: Raspado uretral. a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç es tópicas. .  ñ † ˆu™ ‰Û—u” † óuô ò ô vv  262 Instituto de Patologia Clínica H.Chlamydia trachomatis Coment  rios: CULTURA Indicado no diagnóstico de infecç s do tipo: cervicites . .: Esse teste requer amostra com um n mero adequado de c lulas. o paciente deve vir pela manh tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. pneumonia do RN. linfogranuloma v reo. doença inflamatóri lvica.: Esse teste requer amostra c/ mero adequado de c lulas. ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar.Material uretral. conjuntival. em gelo recicl vel. conjuntival. . uretrites n o gonocócica. retal e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). Sua sensibilidade decresce para o diagnóstico de conjuntivites em adultos e infecç es do trato genital. ñ ”u‘ † ™ ” ˆ dî– † ˆ ó u ô ˆu‰R” ô † u– ‘u‡ ˆ÷du‘ † ”R‘uˆ€‰(–€‰u—u”R” m† †  ˆ€‰ ‰R‘uˆu‰ † ™ IMUNOFLUORESC NCIA DIRETA M todo: Anticorpo Monoclonal Condi o: Raspado uretral.Para material endocervical a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Obs. pus de bub inguinal. portant feito em Urina. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível.

M todo: Ziehl . etc. M todo: Semeadura em meios de cultivo específicos. pesquisa Coment  rios: Diagnóstico da Criptosporidiose em quadros intestinais. pesquisa Coment  rios: Exame bacterioscópico para o diagnóstico de Eritrasma. Shigella spp. A Criptosporidiose pode tam m afetar paciente imunocompetentes. lavado bronco -alveolar.Lavado Brônquico e outros. No Laboratório Her mes Pardini as culturas s direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. principalmente em pacientes Imunocomprometidos. ñ ˆt‰ † m† óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Instituto de Patologia Clínica H. E. ñ ’u“u‘ ˆu‰ ‰u’u“u‘ † óuô ˆu‰Ýmud ô † ˆ€‰(—€”(d€‘ Corynebacterium minutissimum. ñ  óuô ò ô ˆ ˆu‰ Cryptosporidium. mas nestes a infecç auto -limitada. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”. PARDINI 263 . seguida de identificaç cteriana bioquímica e/ou sorológica.Fezes rec m-excretadas antes da administraç timicrobianos. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro ou enviar as escamas obtidas em frascos limpos. . Conservaç o de envio: LCR deve ser enviado ao laboratório imediatamente e n o pode ser submetido à refrigeraç .Escarro . As fezes acondicionadas em cary-blair podem ser preservadas entre 4o e 8o C.).Coprocultura Coment  rios: A cultura de fezes identifica microrganismos enteropat icos em casos de diarr ia aguda ou crônica. pesquisa Coment  rios: Exame microscópico direto q ue permite diagnóstico r pido da Criptococose em LCR (meningites) e outros materiais (escarro.Neelsen Modificado Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recentes. coli enteropato icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Líquor . ñ óuô uˆ ‰Rdu‰ ô ‘uˆu‰R” Cryptococcus Neoformans. entre outros eventuais patógenos. Campylobacter spp. star em uso de medicamentos tópicos. lavado brônquico.Preferencialmente. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C ou em formol a 10%. Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). fornecido pelo laboratório. M todo: Coloraç Giemsa Condi o: Raspado de pele .

nasofaringe.) o ideal. Anaeróbios. Escarro. etc.Preferencialmente. ˆ óuô ™” ˆu‰ ô † ”u‘€—u ˆ€‰(” ™ ” ‘ u ˆ € ‰ ˆ † €– Direto a Fresco. recom vel sempre fazer em paralelo cultura para aeróbios e gram. PARDINI . . Uretral. M todo: Microscopia Direta Condi o: Secreç o Vaginal. leveduras e microrganismos fastidiosos como Haemophilus spp e Neisseria spp. assim como fezes. Identifica bact rias Gram -negativas fermentadoras fermentadoras. ô ˆu‰ ˆu‰»mud  †— ANAERÓBIOS N o se processa antibiograma para anaeróbios. Cocos Gram-positivos. Sangue e Líquido ascítico: enviar no frasco próprio para hemocultura de anaeróbios. Condi o: Enviar no meio de transporte para anaeróbios (tioglicolato 135 o C). Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos anaeróbicos de hemocultura. Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreç vaginal. Enviar o material ao laboratório imediatamente após a coleta.Nunca deixar amostra em contato prolongado com o ar. escarro. Determina se h sinergismo entre penicilinas e aminoglicosídeos nas infecç es graves por Enteroccus spp. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135o C com rolha de borracha.Qualquer material colhido por Swab (garganta. . Urina 1 o Jato (1a micç ia). Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa. Secreç s de Feridas. .Como a maioria das infecç s por anaeróbios s mistas.Cultura + Antibiograma Automatizado Coment  rios: O m todo especifica a suscetibilidade antimicrobiana com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) com ampla variedade dde antibióticos. .Material de regi suspeita de infecç cteriana (Só ser feito quando o m ico pedir MIC ou Cultura Automatizada). secreç s. uretral e urina 1 o jato). etc. ñ óuô ˆ ô ˆu‰ ‘uˆu‰R” † ˆu‰Û—u‰Û— ™” ˆ 264 Instituto de Patologia Clínica H. star em uso de medicamentos tópicos. pesquisa r Ê IOS – PARASITAS FUNGOS – TRICHOMONAS – PROTOZOË SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de Tricomoníase. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. Detecta cepas produtoras de Beta-lactamases e de Beta-lactamases de espectro ampliado (ESBL). expectorado e urina obtida por micç spontânea ou cateterizaç o. Punç o de Linfonodos e Abcessos. Conservaç o de envio: Conservar de acordo com o material especificado ou tipo de cultura a ser executado. M todo: Identificaç o dos microorganismos e Teste de sensibilidade a antimicrobianos com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) pelo sistema Micros can (walkAway 96) ”à‘€ˆu‰ óuô † ñ ™ ˆ ˆu‰  † ˆu‰î—ud ˆu‰ ˆu‰â—ud AERÓBIOS Condi o: Diversas . Conservaç o de envio: Conservar em salina est ril em temperatura ambiente ou em frascos esterilizados.

histoplasmose. etc. entre outras). star em uso de antimicrobiano. biópsia de borda da les o. subcutâneas ou profundas dermatofitoses. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. ñ óuô ©8õuóuô ”† ™ ” ‘uˆu‰R” u– “ Fungos. pesquisa Coment  rios: O exam  tilizado no diagnóstico das ectoparasitoses (escabiose. Conser o de envio: Conservar em temperatura ambiente.Preferencialmente. pediculose. cromomicose. esporotricose. M todo: GIEMSA Condi o: Esfregaço de les o. star em uso de medicamentos tópicos.Preferencialmente. . óuô ò ™ ” ‡u‘€’ - Instituto de Patologia Clínica H.Donovanose Coment  rios: É til no diagnóstico do granuloma inguinal. ñ ‡ † ˆ€‰ö—u‰ s macrófagos com cor s culos de –u‡ óuô ô ˆ ‘uˆu‰R” ˆ Ectoparasitas. granulomatis. atrav s da visualizaç C. . PARDINI 265 . M todo: Microscopia Direta Condi o: Raspado de Les s de Pele e los. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fungo isolado em meio de cultura.). identificaç ¥ o Coment  rios: Permite o diagnóstico das infecç s f icas (micoses superficiais.

M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Vaginal . P los. los e unhas: em temperatura ambiente. Secreç s Uretrais e Vaginais. Lavado Brônquico. seu pronto e adequado processamento e inoculaç s meios apropriados. Escarr o. líq. escarro. P los. cultura Coment  rios:  tilizado principalmente no diagnóstico das vaginoses bacterianas. o r ido transporte das amostras ao laboratório. raspado cutâneo descamativo. -N star em uso de antifungicos. Secreç s de Feridas. Punç linfonodos. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal. Conservaç o de envio: Meio de transporte Stuart ou frasco apropriado. Secreç es de Feridas. punç de linfonodos. M todo: Semeadura em meios específicos Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de Les s de Pele. P los. Punç Linfonodos. unha.Descamaç le. urina e sangue. Biópsia de Les s. Unhas e Líquidos corpóreos. PARDINI . Urina. uretral. ñ ˆu‰ ò óuô ˆ ô ˆ   ˆ ud –u“ ™ †  ‡€† ‘u ’ ˆu‰R—u” ™ ” † u– ™” “ ™ ˆu‰Ý—u” ˆu‰R—u”R–u” – u “ ˆu‰í—€” ˆu‰ CULTURA Coment rios: Utilizada no diagnóstico das infecç es f ngicas em diversos materiais clínicos com identificaç agente causal. caso positivo.Urina 1o Jato. Escarro. Sangue.Fungos PESQUISA Coment rios: O exame micológico direto tilizado para diagnóstico r ido das micoses e. permite pronta instituiç o t er tica. em temperatura ambiente. Unhas. Líquor. abscessos: conservar entre 2o e 8o C.Secreç o Vaginal. corporais. Urina 1 o jato. Abcessos. escarro. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE . ñ ˆ€‰(d ò ™ ‡ ˆ€‰(‘€‰ u– ˆu‰ý—u‰ óuô “ ˆu‰ óuô ˆ ô ˆu‰Rô” ™” “ ™ ” ˆu‰R—u” ™” ™” Gardnerella. ñ ” † m† ™ ‘u  ˆu‰ 266 Instituto de Patologia Clínica H. Fezes. Uretral. Conservaç o de envio: Biópsia de tecido. Descamaç Les s de Pele. Os microrganismos O exam podem ser tam m isolado em infecç es uri rias. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses s coleta adequada. uretrais e no sangue.Secreç Uretral . prost ticas. entre 2 o a 8o C. Líquor n deve ser refrigerado. Urina 1 o Jato. tilizado tamb m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. . secreç feridas.

star em uso de antimicrobianos. Neisseria. associaç Fuso -Espiralar. M todo: Detecç o r ida computadorizada de Microorganismos aeróbios e anaer óbios por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano.Coloraç lo Gram Condi o: Qualquer material de regi suspeita de infecç r microorganismo.0 a 5. Presta informaç es importantes e r idas para o início de terapia dando i ia semi-quantitativa em algumas infecç s e estabelece diagnóstico em muitos casos. pelo achado das formas bacterianas características do H. ñ † u– vv  óuô ˆu‰R–u” ˆu‰ ™”  —† ˆ ™ ”™ ˆu‰R–u‰ ô † ” u‘ €ˆ ‰ ™ ë u ì Ì ™”  ˆu‰ H.Preferencialmente. ñ ”†‡ Pesquisa de Cancro Mole óuô ™ ‡ ô ˆ€‰ ˆu‰R” Hemocultura Automatizada Coment  rios: Diagnóstico de processos infecciosos sist micos. ñ óuô ˆ u– ò “ ˆu‰ì” ‘uˆu‰R” ô † u”«‘uˆu‰ ˆu‰Û” ˆ † Instituto de Patologia Clínica H. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: As amostras forem enviadas em esfregaç s fixados em lâminas. Ducreyi Coment  rios: O exam til no diagnóstico do Cancróide (Cancro mole). . M todo: Microscopia ao Gram Condi o: Esfregaço de Les . distinguindo as les es de outras lceras clinicamente semelhantes. Conservaç o de envio: Esfregaço fixado pelo calor. Informaç es nece r ias: Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta – V rias pesquisas como a de Gardnerella. Gonococos. SPS). etc.. Cancro mole e infecç s urin rias (gram da gota de urina n o centrifugada).Preferencialmente. Meningites bacterianas. ducreyi. Ducreyi.Gram Bacterioscopia Coment  rios: O exame bacteriscópico ao Gram permite um estudo mais acurado das características morfo -tinturais das bact rias e outros elementos (fungos. leucócitos. devem obedecer às recomendaç es determinadas para cada tipo de material como se fosse ser processado como cultura. as amostras devem ser mantidas em temperatura ambiente at seu processamento. Mobiluncus. n star em uso de antimicrobianos. outros tipos celulares. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Em ambos casos. H. podem ser solicitadas atrav s do Gram. Vaginose. heparina. protegidos da luz. Conservaç o de envio: As amostras q forem coletadas nos frascos próprios do equipamento ESP devem ser coletadas em tubos est reis com soluç o anticoagulante (citrato. Fungos. Exemplos: Uretrites gonocócicas. etc). PARDINI 267 . Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Í Criança Î 1.0 mL de Sangue Total Ï Adulto Î 10.0 mL de Sangue Total . M todo: Microscopia .

Panama. Copenhageni. Bratislava.Andamana. Condi o: 1. cultura Coment  rios: Indicado no diagnóstico de infecç s mucocutâneas . em gelo recicl vel. SORO AGLUTI’”“”•– O MICROSCÓPICA M todo: Soro Aglutinaç o microscópica com antígenos vivos Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Títulos igual 1:100. animais de corte. ñ ˆu” ò ˆ ˆ€‰ ™ ” ˆ † ¨ óuô †ô Continua. podem ser considerados negativos. Pyrogenes.). oral e genital . Autumnalis.: A sensibilidade do exam muito baixa. Ballum.Herpesvírus. Hardjo. Bataviae. Icterohemorrhagiae. . Australis. at horas em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C por at 24 horas. Cynopteri. dependendo da clínica. Canicola. Shermani. O exame deve ser repetido at semanas para confirmaç . Javanica. . Pode ocorrer demora no aumento dos títulos dos anticorpos. nos casos suspeitos. Gryppotyphosa. Djasiman.. c s.Altas concentraç s de anticorpos no soro dos pacientes poder o acarretar resultados falso -negativos (casos raros). etc..Client ve estar em uso de medicamentos tópicos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. M todo: Inoculaç m monocamadas de Cultura de C lulas Hep 2 Condi o: Fluído da Vesícula da Les . Castellonis. Antígenos utilizados: L. quando a colet feita em les s após a eclos s vesículas. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s(rosa).0 mL de Soro. 268 Instituto de Patologia Clínica H. Patoc. PARDINI . Condi o: Bact ria vi vel isolada enviada em meio de cultura óuô †  ”î’u“u‘€” –† ˆu‰î” determinaç ˆu‰ Leptospirose Coment  rios: Indicado no diagnostico diferencial em pacientes e ou animais onde o ambiente seja potencialmente contaminado por Leptospira (presença de roedores . Pomona. ñ ó u ô ˆu‰R” ™” ô ”R‘uˆu‰R—u” † ˆ ˆu‰ ” † † d† ™” ˆu‰«—ud  m ††  ÿ Identifi s ¢ £¤¥ o de Bact’ ria e Antibiograma Automatizado Coment  rios: Identificaç o a nível d ro e es cie do microrganismo causador da infecç quantitativa (MIC) da sensibilidade aos antimicrobianos. Obs.JD 4h. Hebdomadis. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. . Butembo. Celledoni. Tarassov e Wolffii.

Continua...LEPTOSPIROSE

PESQUISA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE M todo: Microscopia Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos qu uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica ou Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 30 mL Urina recente - 1,0 mL Líquor. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ copo de a, para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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CULTURA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HO RIZONTE M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos que uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica o u Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 0,5 mL Líquor - 30 mL Urina recente. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ c , para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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Micobact ’ rias, Cultura Automatizada Coment  rios:

Permite a detecç mais r ida de infecç s causadas por micobact rias. M todo: Detecç o r ida computadorizada de micobact rias por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano Condi o: 5,0 a 10,0 mL de Sangue Total heparinizado. Medula óssea – Líquor – Líq. corpóreos – Escarro – Lav. Brônquico, Bronco Alveolar, etc. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Sangue, nunca refrigerar. Demais amostras manter entre 2o a 8o C. As amostras dever ser enviadas em frascos limpos.

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Micológico Direto Coment  rios:

O exame micológico diret tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç terap utica; tilizado tam m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarro, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç o de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

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Mycoplasma, cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Uri rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh antes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical a pacient e estar menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r ido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s . Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1 o Jato de Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Mycoplasma pneumoniae, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico das doenças das vias reas superiores, traqueobronquite, pneumonia atípica. M todo: Isolamento em meio de cultura Condi o: Escarro, Lavado Brônquico, Líq. Pleural e Swab de Nasofaringe. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa), at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Neisseria gonorrhoeae, cultura Coment  rios:

O exam til no diagnóstico de infecç es causadas por Neisseria gonorrhoeae. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Uretral, Endocervical, Vaginal, Retal, Faríngea, Conjuntival, outras (Punç e Articulaç s, Líquor, Sangue, etc.). Laboratórios: Envi conselhado devido a vida curta da Bact ria. Obs.: A Vagina da mulher adulta raramente se infecta, sendo recomendada a coleta no canal Endocervical. - A bact ria n sobrevive na Urina, sendo recomendado a coleta na Uretra. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Meio de Thayer-Martin ou Stuart.

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Pneumocystis Carinii, pesquisa Coment  rios:

Seu ach iagnóstico de Pneumocistose devido ao fato do P. carinii n o se desenvolver em meios de cultivos. M todo: Giemsa - Fast Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Lavado Brônquico, Aspi rado Transtraqueal, Biópsia Pulmonar, Escarro Expectorado. Conservaç o de envio: At ras, refrigerada entre 2o a 8o C.

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RotavírusÐ pesquisa Coment  rios:

Detecç o r pida do rotavírus em fezes, permitindo diagnóstico diferencial com outras gastroente rites aguda, evitando o uso desnecess rio de antibióticos. M todo: Anticorpo Monoclonal Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Realizar a coleta preferencialmente durante os primeiros 3 a 5 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Conservaç o de envio: Enviar imediatamente, mantidas em banho de gelo em frascos que n o contenham conservantes, meios de transportes ou detergentes.

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Streptococcus A (Imunoteste Re pido) Coment  rios:

A detecç r ida de antígenos do Streptococcus pyogenes (grupo A de Lancefield) permite a instituiç precoce do tratamento adequado evitando as graves seqüelas das infecç s por este microrganismo. M todo: Imunoensaio p/detecç Antígeno Streptococcus pyogenes Condi o: Secreç Orofaringe, Nasofaringe e Amigdalas. - Colher preferencialmente antes da administraç tibacterianos pela m , antes do desjejum e da higiene oral. Conservaç o de envio: Swab sem meio de transporte, enviar imediatamente ou sob refrigeraç por at ias.

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Treponema, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Coment rios: Detecç o do Treponema pallidum em les s sifilíticas prim rias ou sec diagnóstico precoce, pois os testes sorológicos se positivam tardiam ente. M todo: Microscopia em Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Condi o: Exsudato da Les o. Conservaç o de envio: Em salina est ril, em temperatura ambiente.

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Trichomonas
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

PESQUISA

Coment rios: Diagnóstico de Tricomoníase. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Uretral, Secreç Vaginal, Secreç o Colo Uterino, 1 o Jato Uri rio. Conservaç o de envio : Conservar em temperatura ambiente e enviar imediatamente.

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CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites o gonocócica, prostatite, irritaç vagina, vulva e períneo, secreç rulenta aquosa , etc. M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Secreç cervical, Secreç Uretral, 1 o Jato Uri rio, Esperma. - O cliente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. -N e estar menstruada, nem fazendo uso de medicaç tópica. Conservaç o de envio: Enviar at ras após coleta em temperatura ambiente.
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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Tuberculost e ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimiotere picos Coment  rios:

Indicado nos casos de tratamento adequado para tuberculose, fal ncia de tratamento, retratamento , pacientes com suspeita de resist cia . M todo: Cultura em meio específico com Drogas Condi o: Cultura positiva para micobact rias no material de: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç o de Abscessos, Punç Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue ou fezes. * Colher amostra de Urina pela ma (1a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Laboratórios: Na amostra de BK cultura positiva pode ser solicitado a inclus ste teste. - Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Cultura positiva para micobact rias ou cepa vi vel em temperatura ambiente.

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Ureaplasma, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Urin rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical e vaginal a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar amostras em meio de transporte específico, fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s (rosa). Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1o Jato Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at ras, em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Vacina Autógena Coment  rios:

As vacinas autó genas s o utilizadas especialmente em casos de furunculose, acne supurada, infecç s recidivantes ou de car ter crônico (amigdalites, faringites, sinusites). N feita a vacina caso o microrganismo isolado seja o Streptococcus pyogenes. M todo: Isolamento e esterilizaç o da bact ria isolada Condi o: Bact ria isolada de infecç s bacterianas de car ter crônico ou recidivante (Acnes, Fur nculos, Amigdalites, Abcessos, etc. Obs.: Vacina contra-indicada se o isolado for um Estreptococo β Hemolítico do grupo A. Conservaç o de envio: Bact ria isolada ou conservar em meio de transporte Stuart.

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Vibrio cholerae, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Vibrio cholerae. M todo: Semeadura em meio específico, seguida de identificaç o e sorotipagem. Condi o: Fezes, Vômitos, Swab Retal. - Colher antes da administraç o de antibióticos. Conservaç o de envio: - In natura, at 2 horas em temperatura ambiente ou at ras refrigerada. - Cary-Blair, at ias entre 2o e 8o C. - Tubos tonada alcalinizada (APA), at ras em temperatura ambiente.

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Yersinia Enterocolítica, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Yersinia enterocolítica. M todo: Semeadura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”.

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Mineralograma Coment  rios:

Avaliar defici cia ou excesso de elementos essenciais com fins nutricionais, a efic cia e controle dos tratamentos de quelaç , níveis endógenos de minerais, oligoelementos, metais tóxicos, no controle e monitorizaç de contaminaç mbiental. M todo: Inductively Coupled Plasma Emission Spectroscopy Condi o: Unha - Cabelo - Sangue. UNHA Coletar 2,0 gramas de unhas, o que equivale a uma colher de sobremesa. Pode-se colher de v rios locais diferentes e juntar o material at conseguir o peso exigido. As unhas n o devem receber nenhum tratamento químico por 1 semana antes da coleta. CABELO As amostras par lise de cabelo que refletem com mais precis atual perfil mineral do organismo s uelas de cabelo mais recente, na regi ca. Uma quantidade de cerca de 2,0 gramas necess rio para a lise (cerca de uma colher de sopa), que dever ser pesado usando-se a balança. O cabelo dever ser cortado o mais próximo do couro cabeludo e limitado aos primeiros 2,5 cm do cabelo. Quando o cabelo tiver sido tratado recentemente com cosm ticos (permanentes, tinturas, descoloraç o, reflexo, etc...) consel vel aguardar cerca de 10 semanas antes de coletar a amostra para an lise. Estes tratamentos podem alterar os níveis de alguns minerais, notadamente o c lcio, mag sio, zinco, cobre, chumbo e níquel, podendo levar a uma interpretaç uivocada dos resultados. O uso los pubianos ou outros los corpóreos par lise de mineral dever ser reservado para aquelas situaç s onde isponibilidade alguma de cabelo na regi cabeça ou ent ra os testes confirmatórios propostos para distinç o entre contamina ç xterna do cabelo, da absorç interna de elementos tóxicos. CABELOS MÉDIOS OU LONGOS Ñ Horizontalmente parta o cabelo para tr s da cabeça e puxe para cima e para fora. Ñ Corte uma tira fina de cabelo próximo do couro cabeludo. Ñ Corte e despreze as pontas desta tira, ficando apenas com 2,5 cm mais próximos do couro cabeludo. Ñ Pese o restante na balança de amostra e repita at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Coloque o cabelo pesado no envelope. CABELOS CURTOS o puder ser cortado como descrito acima, uma tesoura ou uma Ñ Quando o cabelo for muito curto lâmina fina poder ser utilizada para aparar o cabelo at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Pese o cabelo na balança de amostra e coloque no envelope. SANGUE Coletar 6,0 mL de Sangue total (heparina). JO 12h. Enviar o material no tubo de heparina específico para este exame (fornecemos este tubo sem ônus). Favor enviar o questio rio devidamente preenchido. INSTR ÒËÓ ÕES IMPORTANTE: O indivíduo que coletar a amostra dever estar com as m s limpas e secas antes de iniciar o corte e manuseio do cabelo. Tam m, para evitar contaminaç mostra, coloc -la sobre superfícies sujas ou empoeiradas. É muito importante ainda que a tesoura utilizada esteja bastante lim tenha pontos de ferrugem. REALIZADO SOMENTE NAS UNIDADE MATRIZ E BARREIRO.

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ANTIOXIDANTES
Antioxidantes Totais Coment  rios:
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Representa proteç rgânica contra a aç M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,1 a 2,0 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Glutation Peroxidase Coment  rios:

Representa proteç rgânica contra a aç radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 31 a 47 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Superóxido Dismutase Coment  rios:

Representa proteç rgân ica contra a aç o de radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 750 a 1200 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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0 mL de Urina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at 0.URI Ö Ë× IO: At moL/mg de creatinina Condi o: 1. .8 nmoL/mL Valor de Refer ncia .RADICAIS LIVRES LDL Peroxidada Coment  rios: Õ Valores elevados indicam aç o indesej vel dos radicais livres.0 mL de Soro.JO 12h. Laboratórios: Enviar 5.5 nm/mg apoproteína Condi o: 3. Instruç es de Coleta : Veja Urina 24 horas . Conservaç o para envio: At 1 semana entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico ( cido Tiobarbit rico) Valor de Refer ncia . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 353 ñ †• ò H óu† ô uðR‘ † ô †ò ˆ€‰ … ‡ r –uu’ Instituto de Patologia Clínica H. ñ óu† ô †ò ˆ LDL-PX  †Rþ ô Malônico Dialdeído Coment  rios: Õ MDA Avalia os danos causados ao organismo porque atua lesando membranas celulares como produto da lipoperoxidaç . PARDINI 277 .PLASMA: At .Urina 24h.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) Urina recente .

278 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

M todo: Colorim trico (Prova do nitrato de prata amoniacal) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). . . ñ † † ò † ˆ€@‰ óuô † @ ô Instituto de Patologia Clínica H. Cifras acima dos valores de refer ncia s o verificados em les es renais. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Portanto a presença nas fezes indica uma perda geral de proteínas pelo intestino.Enviar rapidamente ao laboratório.000 por 12 hs Condi o: Urina 12h. . M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: Ø Piócitos Ù at 1.98 mg/g de fezes secas Condi o: Fezes de 24 horas ou C. sendo que mais tarde ocorre depósito de pigmento marrom nos tecidos do corpo podendo provocar artrite. Enviar rapidamente ao laboratório. contagem Coment  rios: É importante para acompanhar a evoluç s afecç es rena is. PARDINI 279 . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. L-dopa cido ascórbico.000 por 12 hs Ø Hem cias Ù at Ø Cilindros hialinos Ù at .000.M.O paciente o deve estar em uso de medicamentos como: aspirina. -N ver ver ingest xcessiva de líquidos durante a coleta da urina.Evitar o contato com o ar. levando a um ac mulo de cido homogentísico no sangue.000 por 12hs . sendo relativamente resistente as proteólises intestinais.O. urina e tecidos. ñ ˆu‰ö—€d ™ “ ˆ ™ óuô  ò †† A@@ ˆu‰R—u”  ¡ d † ˆu‰R” †iÿ ô  Alfa 1 Antitripsina nas fezes Coment  rios: A Alfa 1 Antitripsina nas fezes  ma proteína s rica que difunde em pequena quantidade na luz intestinal. especialmente na glomerulonefrite. Laboratórios: Enviar 30 mL e informar o volume total.Manter dieta hídrica habitual. M todo: Imuno Difus Radial Valor de Refer ncia: Crianças: at . cido Homogentísico  ñ ‰u‘u‡ ‡ u‘ ˆ  u“ ‘ †— ’u“u‘ óuô †ò ‡   ˆu‰ý‘uˆu‰ ‘¡ˆ †iÿ ô ( ” Addis. . Conservaç o de envio: Refrigerar. dist rbios hep ticos e cardíacos.72 mg/g de fezes secas Adultos: at .` Coment rios: A alcapt ria ocorre devido à aus cia con ita da enzima cido homogentísi co-oxidase no sangue. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. particularmente na glomerulonefrite e no controle do tratamento. Esta condiç se manifesta clinicamente na primeira infância.

Os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano). M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. associados a infecç s por germes desdobradores da ur ia (Proteus. Evitar o contato com o ar. ferro e fosfato. 347 Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. Veja tamb m: Teste de PAK . pesquisa Coment  rios: O aparecimento de bilirrubina na urin a primeira indicaç doenças da vesícula biliar. Pseudomonas e Klebsiella). ñ †— óuô  †Rþ ô †ò  ˆ   ˆ † —u”Á’  ˆu‰Ýˆ —u” 280 Instituto de Patologia Clínica H. Os c lculos de oxalato de c lcio s o os mais freqüentemente encontr ados. Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s substâncias presentes na consti tuiç o do c lculo biliar rande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. frasco âmbar. Os de cido rico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricos ria.Proteger da luz. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s s ubstâncias presentes na constituiç c lculo renal grande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. Os c lculos de cistina s raros. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. c lcio. As substâncias mais comumente encontradas na formaç o dos c lculos biliares s o: bilirrubia. biliverdina. . a cistin ria. . PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar. colesterol.Enviar rapidamente ao laboratório. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. ñ óuô †ò d† ˆu‰ de hepatopatias como hepatite.Bilirrubinas. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). cirrose ou †iÿ ô † ‘¡ˆ C e lculo Renal. 348 e Nefrolitías . s os chamados “c lculo de infecç ”. e decorrentes de uma rara condiç autossômica recessiva. ‡ “ ˆ€‰Á—ud   †— ñ óuô  ñ u– € ’ †Rþ ô “ ˆ€‰Á—ud †ò  ‡ˆ ˆu‰  ™ ˆu” ‰ ‡ ”R–uu’ ˆu‰Á—€‰  † —u” ˆu‰Ý—u” † ˆuˆu‰ ‰  C e lculo Biliar.

Laboratórios: Enviar amostra refrigerada. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de cetona na uri til no diagnóstico da descompensaç o di tica do diabetes melito. ñ u‘ d † ‡ †— ˆ €d m † óuô †ò ˆ u ‰ å ” ˆu‰ †ÿ ô ‘uˆ€‰¹ ‘¡ˆ Cistina.  ñ † ‡ ‘udّuˆu‰ † ‡ ‡  óuô ò †iÿ ô ‘¡ˆ Cetonúria. a cetose e coma. . glicose. Manter em local fresco durante a coleta. lisina. frutose. PARDINI 281 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. se n for corrigido. pesquisa Coment  rios: Cisti ria  m dist rbio de origem heredit ria podendo ocorrer de duas maneiras: a primeir reabsorç s quatro amino cidos cistina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m io 1a urina da ma ) . Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Colorim trico e Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).MALTOSÚRIA . desidrataç . Enviar rapidamente ao laboratório.Urina 12h* ou 24h*.LACTOSÚRIA . sar conservantes. A principal consideraç clínica na cisti ria. . próprio para a coleta de urina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 1 .*Usar cido Ac tico 8M. A presença de um destes aç cares demonstra uma desordem do metabolismo do carboidrato. Laboratórios: *Enviar alíquota de 30 mL.XILOSÚRIA Coment rios: Normalmente a uri apresenta aç cares em quantidades detect veis.Armazenar em frasco limpo. galactose. 20 mL/L de Urina. O aumento excessivo de cetona no sangue provoca desequilíbrio eletrolítico. M todo: Cromatografia em camada delgada de celulose Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). maltose e lactose. A cromatografia de carbohidratos til para identificar o tipo de carbohidrato presente na urina: xilose.GLICOSÚRIA . Cromatografia FRUTOSÚRIA .Carbohidratos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. arginina e ornitina afetada (t los renai s incapacitados de reabsorç o) e outra em que apenas a cistina e lisi s sorvidos. ‘€‡ ˆ€‰Ù † —u‰ ‡   ˆ u‘ ‡ † d ”u‘u—u“€‘ ˆ € ‰ ñ † ò óuô … ¡ˆ — ‘ † † ‰   ÿ ÿ • ¡ –€u’ †iÿ ô ˆu‰R—u”  d † ëu”Ûd ‡ € m  † ‘€dà‘uˆ€‰ ˆu‰àd€m Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.GALACTOSÚRIA . bem tampada. t cia a formaç c lculos.

Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. que quando presentes nas fezes indicam uma mal absorç intestinal (intolerância a carboidratos). As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç es eritrocíticas e hep ticas. PARDINI .Enviar rapidamente ao laboratório.Urina 24h*. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservantes). Manter sob refrigeraç . ñ óuô †ò ˆ€‰ ˆu‰ †iÿ ô 282 Instituto de Patologia Clínica H. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. ˆu‰Rd † ™ † ‘ ¡ ˆ ˆu‰  Corpos Redutores Fecal Coment  rios: Os aç cares s substâncias redutoras. . As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. URINA ñ  “€‘ ò óuô ô †ÿ ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ‡   ˆu‰Rd † ™” ˆu‰ Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfiri as. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: Frasco âmbar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono.At dias entre 2o e 8o C. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . pesquisa FEZES Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfirias. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina em frasco âmb ar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. . causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos.Proteger da luz. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .Coproporfirinas. manter sob refrigeraç .*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. Enviar rapidamente ao laboratório. . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. .Proteger a Urina da luz.

. . Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C.Recomenda-se colher no laboratório. PARDINI 283 . devido ao car ter às vezes transitório das hemat rias microscópicas. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante).Cristais com Luz Polarizada. O ensaio detecta o antígeno de cepas pato icas t icas do organismo. pois alguns tipos de cristais (anormais) podem representar dist rbios como doenças do fígado. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç o intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . no ato da coleta. ñ óuô ˆ ‡ ˆu‰R—u” ò  ‘ud † ˆ † ‘¡ˆ †iÿ ô   Dismorfismo Eritrocit e rio.Cuidado par contaminar as fezes.Enviar rapidamente ao laboratório.*Urina 24 h. pesquisa Coment  rios: A an lise da morfologia das hem cias no sedimento uri rio pode indicar se a origem da hemat ria glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos)  lomerular. -N star usar laxante ou supositório. Indivíduos  apresentam n mero significativo de hem cias no sedimento urin rio dever colher nova amostra. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. com a urina. ’ u “ u ‘ ˆ ”â‘uˆu‰â–ud ‰u’u“€‘ ‰u óuô ò †iÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Instituto de Patologia Clínica H. erros inatos do metabolismo ou les o renal causada pela cristalizaç metabólitos (c lculos). ˆu‰ † —  ñ ò “ óuô †©š ô ˆ ñ  ë u”R† ‘uˆuë ‰ ‡ ‰‡ Á‘uˆ€‘u‰Á ’ ‘€‡  m† ˆu‰R‡ —u d †  ˆu‰ † Entamoeba histolytica Coment  rios: Ú Ameba histolytica Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de Entamoeba histolytica em amostras de fezes. . .Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Microscopia com Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Ausente. at  e se obtenha uma amostra com mero representativo de hem cias. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Ter o cuidado de homogeneizar bem a urina antes de separar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. Condi o: Urina recente (2 a micç matinal .N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. indicando tam m a direç conduta m ica. . pesquisa Coment  rios: A identificaç o dos cristais na uri muito importante.jato m dio). M todo: Microscopia de contraste de fase Valor de Refer ncia: Aus ncia de Acantócitos e Codócitos. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

. ñ ™” óuô †ò †  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ † ‘¡ˆ †iÿ ô 284 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. urin e ria Coment  rios: A presença de frutose na urina indica alteraç s no metabolismo da mesma.Para crianças. A fru tose. Enviar rapidamente ao laboratório.*Urina 24h. 353 Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina. se localiza principalmente nos tecidos conjuntivos causando s rios danos a estes. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . pesquisa Coment  rios: A presença de fenilalanina na uri resultante da defici cia do metabolismo da mesma devido a aus ncia da enzima fenilalanina hidroxilase.Fenilalanina. ñ “ ‘ud † óuô †ò “€‘ ‡ ‡ €ˆ ‰ ” † ‘¡ˆ †iÿ ô  Frutose.*Urina 12h ou 24h.Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. por ser um composto de alto peso molecular. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . causando a dist rbios neurológicos irreversíveis com retardamento mental. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. recomenda -se o maior volume possível em Urina 24h. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . levando a um ac mulo de fenilalanina na circulaç conseqüentemente no sistema nervoso central.

Û No 4o dia colher toda a primeira evacuaç o da m Û Usar recipientes limpos e secos. exames químicos e outras. colites e outras alteraç s do trânsito intestinal. desvios da flora bacteriana (fermentaç o hidrocarbonada e putrefaç o).Evitar o uso de bebidas gasosas e alcoólicas.Enviar rapidamente ao laboratório. . tipo maça. À tarde Û 1 copo de leite com pouco caf . ñ ™” ò d(d€‘u ˆ “€‘  ™” ”€ˆ  ˆu‰Ým ˆ †  ÿ du‘€‰ ‘uˆuˆ ‰R‘u” ˆu‰ †— † † † “R—u”Rmud ˆu‰R”© ˆu‰© †©¨ ô ˆu‰R–u‰ ˆu ‰R—u” ˆ du‘ ¡ ˆR” Instituto de Patologia Clínica H. Às 08:00 horas da manh .Suspender toda medicaç o (principalmente laxantes e supositórios) durante 3 dias ou C. gordura ou outro elemento. PARDINI 285 . síndromes ileal e cecal. com uma fatia de queijo fresco. visa o estudo das funç s digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscópicas.M. r urina. Û arroz Û caldo de feij Û batata cozida (ou pur tata) à vontade.Fazer a dieta durante 3 dias. acrescentando macarr Sobremesa Û 1 a 2 bananas cruas. tipo minas ou prato.O. Û 1 ovo frito mal passado. Û Evitar contaminaç sar laxantes para obtenç fezes. .Funcional de Fezes Coment  rios: O estudo coprológico. cujos resultados permitem avaliar no diagnóstico das diferentes síndromes coprológicas: insufici cia g strica. Û 2 torradas com muita manteiga.Crianças at s cessitam de dieta. Almoço Û 1 bife m io mal passado. Û 2 torradas com muita manteiga. Jantar cenoura. À noite Û 1 copo de leite com pouco caf . hipersecreç iliar. . M todo: É realizada um lise Macroscópica e Microscópica das Fezes e pesquisas Bioquímicas Valor de Refer ncia: Fornecemos relatório do resultado Dieta: . . gua. pancr ti ca e biliar. Coleta trazer ao laboratório imediatamente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Û N . Û Igual ao almoço. Û 2 torradas com muita manteiga. tomar Û 1 copo de leite com um pouco de caf .É importante informar a idade.

ñ óuô ™” ˆuò ‰ ‘ud †  ‡ ‘uˆ † ˆu— ‰R—u”© ˆu‰ ”u‘ † ‘¡ˆ “ ˆ€‰ †iÿ ô Gi e rdia Coment  rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de gi rdia em amostras de fezes. M todo: Precipitaç com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ) . ñ † óuô †ò  ˆ€‰ö‘u‰ dR‘uˆu‰R— m † † ‘¡ˆ ‰ ÿ €– u ’ ô †iÿ  • ¡ 286 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Colorim trico/Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . . doença renal avançada.*Urina 12h ou 24h. O ensaio detecta antígeno de cepas pat icas o pato icas do organismo.Enviar rapidamente ao laboratório. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento.Cuidado par contaminar as fezes. provocando outras complicaç s inclusive a morte. . pesquisa Coment  rios: A presença de Glicose na urina depende de sua concentraç sangue. no ato da coleta. o permitindo o desenvolvimento da criança. . casos de hiperglicemi ia tica e outras. por defici ncia da enzima galactose-1-fosfato-uridil-transferase. Laboratórios: *enviar 30 mL de Urina.Galactose Coment  rios: O aparecimento de galactose na uri ma condiç g tica na qual o organismo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ ˆ óuô ò ‰u’u“€ˆu‘ ‰ ”ý‘uˆ u’ €“ ‘ ‰u  †ÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Glicose urin e ria. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. .Usar frasco limpo e próprio para coleta de urina. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). síndrome de Fanconi. com a urina. A pesquisa de glicose na urina muito importante para auxiliar no diagnóstico de patologia s como: diabetes mellitus. torna-se incapaz de converter a galactose da alimentaç em glicose levando ao seu ac mulo. Enviar rapidamente ao laboratório.Colher após 2 horas de ingest copo de leite. -N star usar laxante ou supositório.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.N fazer uso de laxantes e/ou supositórios.  ñ ô óuô †ò † ùd€m ˆ€‰ ˆu‰R—u‰ å‘uˆud€‰â m — ˆ€‰ ˆ€‰(— “€‘ ”u †  †©¨ ô  u– ˆ u ‰ R – u ‰ u–  € ’   u d † †— PESQUISA Coment rios: O aparecimento de gordura fecal acima do normal indicativo do esteatorr ia devido a mal absorç gorduras ou defici ncia de enzimas pancre ticas. M todo: Sudam III – Pesquisa em microscopia ótica Valor de Refer ncia: < 5% de gordura fecal Condi o: Fezes recente (à fresco) ou C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . Pode s er usado no monitorizaç tratamento.Usar recipientes limpos e secos. informar peso total e tempo de coleta.M. 48h ou 72h .Enviar rapidamente ao laboratório. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível pequena alíquota. . .Colher todo volume de 24 horas. . . após os 3 dias de dieta ou a crit rio do m ico.Evitar contaminaç r urina. Conservar o material sob refrigeraç rante e após a coleta. Adultos e jovens Acrescentar à dieta habitual di ria.Trazer ao laboratório o mais r ido possível. PARDINI 287 . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1.0 g/24h Condi o: Fezes de 24h. ñ óuô ò “  † † ˆu‰R—u” †©¨ ô ˆu‰ ˆ€‰(—€d Instituto de Patologia Clínica H. . N o usar: Ü Supositório Ü Óleo de rícin o ou outros laxantes Dieta (03 dias): Manter a dieta at encerrar a coleta.8 a 6. distribuindo durante o dia: Ü 03 colheres (sopa) de azeite Ü 02 colheres (sopa) de creme de leite Ü 01 colher (sopa) de manteiga Ü 02 pedaços de queijo prato Idade de 06 a 14 anos Seguir metade da dieta para adultos Idade de 02 a 05 anos Seguir 1/3 da dieta para adultos Idade de 01 a 02 anos Manter a dieta normal. acrescentando creme de leite e queijo prato.C.Gordura Fecal COLORIMÉTRICO – DOSAGEM Coment rios: O aparecimento de gorduras neutras e proteínas igeridas nas fezes em quantidades acima do normal indicativo m sorç intestinal e de m sorç intestinal e de insufici cia pancr tica exócrina.Refrigerar durante a coleta. gordura ou outro elemento. .M.O. Evitar a contaminaç s fezes com a urina.O. .

insufici cia pancr tica. obstruç ¡ tico. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.J. MIF: at semana em temperatura ambiente. ñ ‡ ™”  ˆ€‰(—€” du“u‘ ia e vermes óuô ô †  †©¨  — †R Indican. como óuô †iÿ ô 288 Instituto de Patologia Clínica H. larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô †ò † ‘¡ˆ †iÿ ô  Identifi s ¢ £¤¥ o de Helmintos e Fragmentos Coment  rios: É til no diagnóstico das diversas infestaç s parasit ri a (identificaç proglotes de T adultos de helmintos). M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal = Traços Condi o: 30. Conservaç o de envio: Isolado: conservar em salina ou formol at ias. comum do ducto biliar ou obstruç biliar intra —u‰ du‘  † ‰ †ò O Indican tam m apresenta aumentado na decomposiç septicemia com formaç o de abcessos. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. . ñ m† ˆ ˆ€‰ù—€‰ ˆ ˆu‰ ”u–u † ˆu‰ “€‘ ”€ ˆu‰ bacterian a da proteína corpórea. pesquisa Coment  rios: O Indic ¡ resultado da decomposiç Triptofano intes tinal. em enterites.Homocistina Coment  rios: O aparecimento de Homocistina na urina. M todo: Macroscopia . doença tromboembólica e morte. catarata. deve-se a erros no seu metabolismo podendo levar a incapacidade de desenvolvimento.P. retardo mental.Microscopia Ótica direta e H.0 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da manhâ). Condi o: Vermes adultos. PARDINI . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Enviar rapidamente ao laboratório. O Indican tem o nível aumentado quan um aumento da putrefaç o intestinal. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . Recente: At dias entre 2o e 8o C.*Urina 12h ou 24h.Enviar rapidamente ao laboratório.

J. ñ óuô †©¨ ô ‰u ˆu‰Rò” ˆ ™ Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô ò ˆu‰R—u‰R –ud †iÿ ô Lactose. pesquisa Coment  rios: Usado para o diagnóstico complementar das microsporidoses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Estes microsporídeos se caracterizam por serem oportunistas.P.Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Coloraç microscopia ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (a fresco).Isospora Belli Coment  rios: Achados do protozo rio (oocisto) Isospora belli no sedimento fecal esta relacionado com um quadro de imunossupress ciente por se tratar de parasita oportunista. PARDINI 289 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). Ocorre tamb m pela defici ncia de lactase ou por intolerância sem car cia enzim tica. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Lactose na urina pode ocorrer nos ltimos meses da gravidez e durante a lactaç . que s o infecç es causadas por protoz rios do filo Microspora. . M todo: H. ñ óuô †ò † “ ‡ “u‘  €ˆ ‰ †iÿ ô †— ‘¡ˆ Microsporídeos. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

ñ óuô †©¨ ô ò † ‘u † ˆu‰R—udR”  du–€“ utica no tratamento da 290 Instituto de Patologia Clínica H. infarto do mioc rdio e intoxicaç s. podendo levar desde anormalidades na estrutura esquel tica at retardo mental e morte. atrav s do estudo da idade dos ovos encontrados. ñ óuô †ò ™  ™” †iÿ ô ˆu‰ † ‘¡ˆ Mucopolissacaridoses.O cliente n deve estar fazendo uso de Vitamina C e medicamentos a base de Iodo. . Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. PARDINI . ñ óuô † † †ò ˆ€‰ “u‘ “€‘ ˆu‰ † ‘¡ˆ †iÿ ô ÿ• ¡ –€u’ Oograma Coment  rios: Útil no diagnóstico da esquistossomose e tamb m na avaliaç fic cia ter mesma. Conservaç o de envio: At dias conservado em salina. esforço físico intenso. doenças musculares atróficas. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . . pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Mioglobina na urina esta relacionado com: coma prolongado.Enviar rapidamente ao laboratório. convuls es.Mioglobina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.*Urina 12h ou 24h. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). trauma muscular. M todo: Pesquisa direta por Microscopia Ótica (A lise Qualitativa e Quantitativa) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fragmentos da Mucosa Retal. pesquisa Coment  rios: As mucopolissacaridoses s ¹ m grupo de doenças cong itas resultantes de defici cia na degradaç dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo. Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 ou .

N colher as fezes após ingerir contraste radiológico.Enviar rapidamente ao laboratório. PARDINI 291 . At dias em temperatura ambiente.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Baermann e Moraes Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). evitando dobras e bolhas de ar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Enviar rapidamente ao laboratório. N o usar nenhum medicamento no local. . ñ ‘uˆu‰ óuô ˆ ò ˆu‰ ‡ ô du‘ ¡ ˆRdu‘ ˆu‰ †iÿ — †„ÿ Parasitológico de Fezes PARASITOLÓGICO Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. pois o Enterobius vermiculares faz postura dos ovos na luz intestinal e sim na regi perianal no período da noite.Oxiúrus Coment  rios: Ý Enterobius É a meto dologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose (oxi rus).Pons e Janer) . Conservaç o de envio: Fita: fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada.HPJ (Hoffman . ..Fazer coleta pela m tes do cliente defecar ou tomar banho (n fazer assepsia). Instituto de Patologia Clínica H..  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™”  óuô BAERMANN E MORAES †©¨ ô  ˆu‰ † ‘€ˆu‰ ” ‘u‰«‘u‡ Coment rios: É específico para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da estrongiloidíase.M todo de Lutz Condi o: Fezes recente (à fresco). pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. -N ve-se colher material muito liquefeito. A intensidade do parasitismo influi mero de formas parasit rias eliminadas. ñ óuô ò ˆu‰R—u” ˆ ô † R— Continua. Swab: at ias conservado em salina. . É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. Conservaç o de envio: N o pode refrigerar. . At ia em temperatura ambiente. . M todo: Concentrado . M todo: Fita Gomada / Pesquisa Direta por Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Swab e Fita Gomada.

retirar uma quantidade correspondente a uma colher de caf início.  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™” —u“  óuô † ‘€ˆu‰ ” ‡ ˆu‰ † —  ‰R‘u‡ † KATO KATZ ‡ ô †  ™” †— ˆu‰ ˆu‰ ™ ” ˆ † u— ‰ ˆ —u‰ † † ‡ † Coment rios: O exame parasitológico pela metodologia Kato -katz al m de ser til no diagnóstico das infestaç s parasit rias causadas por alguns helmintos (Ascaris lumbricóides . Ancylostomideos. MIF = Merc rio. fechar bem o frasco para n entornar. podendo ser em dias consecutivos ou alternados. de 3 a 5 dias . M todo: Kato Katz (Qualitativo e Quantitativo/g de Fezes) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco).O.Pons e Janer) . Þ Urinar no vaso sanit rio antes da coleta do material.HPJ (Hoffman . que devem ser previamente bem lavados. M todo: Concentrado . Colhe-se uma amostra por dia. Þ As fezes devem ser colhidas em urinol ou bi . pois o líqui conservante. O líquido conservante só tem validade a part ir do dia que se inicia entre 7 a 8 dias.M todo de Lutz Condi o: Amostras colhidas no M. Coleta da Amostra: Colocar o material no recipiente contendo o conservante líquido fornecido pelo laboratório. Evitar contaminaç o com urina. Trichuris trichura. Þ Após a coleta. at obter mero de amostras desejado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. A intensidade d o parasitismo influi no n mero de formas parasit rias eliminadas. Schistosoma mansoni.  ñ ˆu‰b—€” ˆu‰ † ‡ m† ™” óuô ò †iÿ ô 292 Instituto de Patologia Clínica H. As amostras s o colocadas dentro do mesm o frasco contendo o líquido. N precisa colocar em geladeira. Iodo e Formol. Enterobios vermiculares e Strongyloides) fornece tam m a quantificaç sta infestaç por grama de fezes. Fornecemos todos os tipos de frascos.F. . PARDINI .I.Continu õuóuô o. sendo de grande importância para o acompanhamento do tratamento. meio e fim da amostra de fezes. Após o t rmino das coletas.C. Taenia sp. somente por solicitaç m ica..M. sem qualquer ônus. O n mero de amostras variado conforme instruç s m icas.PARASITOLÓGICO DE FEZES MIF Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais.Enviar rapidamente ao laboratório. pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo . Þ Uso de laxativos (30g de sulfato de sódio para adultos ou limonada purgativa para crianças).. soluç s conservantes e fixadoras. Conservaç o de envio: At semana em temperatura ambiente.

ˆu‰«—ud ˆu†‰Á” —udۉÛmu — u d u — € ” Á — u ” Á  ˆu‰ ñ R † ò óuô †iÿ ô  ˆu‰ Rd ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ Piócito s. ter o cuidado de homogeneizar bem a urina.Manter dieta hídrica habitual. . podendo estar localizado desde os glom rulos at uretra e podendo ser de causa infecciosa. indica processo inflamatório das vias uri rias. nefrites t lo-intersticiais. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: At piócitos por campo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). infecç r clamídia. ñ †‡ ‡€m † ô † †óuô • ò H ˆu‰f—€”f”u‘  †— † ù‘€” † ˆu‰R–u‰ ‰©‘uˆu‰ ˆ€‰å—u‰Ódu‘u’  á‘ ‘u ‘¡ˆ Continua. proteger contra a contaminaç com Urina.Enviar rapidamente ao laboratório. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.*Urina 24h. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina.2 Condi o: Fezes recente. etc. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pós -operatórios de prostatectomia. laxantes e supositórios. rejeiç xerto renal.. o tipo de dieta alimentar e conseqüentemente a quanti cidos de fermentaç a quantidade de bases. a reaç ser cida e no predomínio do processo de putrefaç .Evitar o uso de talco. quadros febris na infância. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . H merosas causas de leucocit ria com a urocultura habitual negativa: glomerulonefrites exsudativas ou proliferativas.. h cessidade da demonstraç ente infeccioso atrav s de exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. . M todo: Colorim trico (Fita) Valor de Refer ncia: 6.Enviar rapidamente ao laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Pentose Coment  rios: A pentos ri uma doença rara e assintom tica devi do a um erro inato do metabolismo o que ocorre principalmente em pessoas da raça judaica. .8 a 7. . Instituto de Patologia Clínica H. tuberculose de vias uri rias. Predominando a fermentaç . pesquisa e contagem URINA Coment rios: Um aumento de leucócitos (piócitos) na urina. PARDINI 293 . Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. ñ óuô †ò ‡d†  † ‘¡ˆ pH Fecal Coment  rios: †iÿ ô  O pH indica se a reaç s fezes ci sica. calculose das vias urin rias.Enviar rapidamente ao laboratóri o. a reaç ser lcalina. Para confirmar a presença de processo infeccioso.

ñ óuô †ò “u‘ †iÿ ô †— ‘¡ˆ 294 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar alíquota de 30 mL em frasco âmbar (sensível à luz) ou proteger com papel alumínio ou carbono. .Enviar rapidamente. . Para se confirmar a presença do processo infeccioso. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Ausente Condi o: Fezes recente (à fresco).Enviar rapidamente ao laboratório. s chamadas de porfiria e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas ticas. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). indica um processo inflamatório da luz intestinal. PARDINI .Usar 5 g de Bicarbonato de Sódio por litro de urina.PIÓCITOS FEZES Coment rios: O aparecimento de leucócitos (piócitos) nas fezes. h necessidade da demonstraç o do agente infeccioso atrav s do exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. .  ñ † óuô ò †  ˆ †©¨ ô Porfirinas. Enviar rapidamente ao lab oratório. pesquisa Coment  rios: As Porfirinas s o compostos intermedi rios da produç rupo heme.Continu õuóuô o. ˆ ñ óuô “€‘ ò ‘ u ‡ ˆ€‰ †  ˆ ™” ˆu‰»—u‰Á’ ” ¡ ”u–u ™” †iÿ ô  Porfobilinog T nio Coment  rios: O porfobilinog io se encontra aumentado em casos de porfiria aguda intermitente e na porfiria variegata. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. As condiç s que resultam no aparecimento de porfiri rias.. causadas por doenças metabólicas ou exposiç o a agentes tóxicos.

.Aglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo: N Gr vida Obs. . .Pregnosticon Coment  rios: O test uma prova de aglutinaç o direta de l tex para a detecç Gonatropina Coriônica Humana (HCG) na urina. se controle de mola. sugere-se H. s foram preenchidos os dados necess rios solicitados. O resultado positivo indica a presenç a de gravidez. dist rbios por imunocomplexo.Colher após 2 dias de atraso menstrual. exceto em casos em que o HCG esta muito diluído ou em baixa concentraç urina. M todo: Colorim trico . . Contudo. se suspeita de aborto.C.Enviar rapidamente ao laboratório. A interpretaç resultado do(s) exame(s) somente poder ser feita pelo clínico. pesquisa Coment  rios: A presença de proteínas na urina nem sempre significa doença renal. ñ óuô †ò † ‘u ˆ € ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰«— ‘¡ˆ ˆ€‰ ‡ †iÿ ô ”(‘€ˆu‰R—u” †— Instituto de Patologia Clínica H. Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1 a urina da ma ). M todo: tex . ciclo de quantos dias. . indica aus ncia de gravidez.G. no sangue (soro).C. N vendo correlaç o clínica.O client ve colher a urina após esforço físico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 295 . sua presença exige que sejam feitas outras a lises para determinar se essa proteína representa uma condiç normal ou patológica.Robert Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Informaç es ne rias: .Enviar rapidamente ao laboratório. data da ltima menstruaç o. uri rio sofre as variaç s da diluiç o ou concentraç rina.: O H. Algumas causas patológicas da protein ria s : les a membr ana glomerular. ñ •u “ ”† ˆ  ˆu‰»—u” óuô u‘ ˆ †iÿ ô ò ˆu‰ ˆu‰ ‘u “ ˆu‰R‘ud ˆ ”Á‘uˆu‰ ™” † ­ª vv ‘¡ˆ ¡d ˆ €ˆ ö ˆ u ‰ 4 ‘ € d ˆ ˆ u ‰ ‰ u— ‰  ‘¡ˆ ‡ ˆ Proteínas. O resultado negativo. doenças renais decorrentes do diabetes mellitus e pr -eclâmpsia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. e especialmente se a coleta o foi assistida. agentes tóxicos.G.Colher de prefer ncia a 1a urina da ma . reabsorç tubular deficiente.Informar se suspeita de gravidez.

sarcoma ost ico.N refrigerar. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos.Enviar no m ximo at 30 minutos após a coleta. ñ óuô “€‘ ò  ‡ ˆu‰Rd † ˆu‰ ™” †iÿ ô  Protozo e rios. que s chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .Proteína de Bence-Jones Coment  rios: O aparecimento da Proteína de Bence Jones na urina. N o usar conservante. amiloidoses e mieloma m ltiplo. Laboratórios: Enviar alíquota 30 mL. M todo: Precipitaç Turvaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. leucemia. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ñ óuô ˆuò ‰R” ˆ€‰ ”€‰u’u“u‘ ˆu‰÷—ud ‡ †iÿ ô  ˆ Protoporfirinas. pode estar relacionado com: Les membrana glomerular. . pesquisa Coment  rios: O aparecimento de protoporfirina nas fezes se deve ao dist rbio das porfirinas. ñ óuô ò ™” ‰u † ˆu‰  u“ ‘ † † ™” 296 Instituto de Patologia Clínica H. Enviar rapidamente ao laboratório. se houver.Colher de prefer cia as fezes liquefeitas (diarr icas) e porç s contendo muco e sangue. M todo: Direto a fresco Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: Auxílio na triagem das infecç s intestinais causadas por protoz rios e/ou bact rias. Ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. . PARDINI . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). macroglobulinemia. linfoma. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz).

. permite diagnosticar ulceraç s no trato digestivo: . M todo: Microscopia Ótica Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).sangramento gastrointestinal superior: lcer tica. As grandes interfer cias s : Sangramento Menstrual ou de Hemorróidas.sangramento intestinal baixo: colite. . ß Tam m n o h feito proz inibiç o da reaç r altas concentraç s de hemoglobina. M todo: Anticorpo Monoclonal Anti-Hemoglobina Humana .O. .): ß Aspirina ß Fenilbutazona ß Indometacina ß Corticosteróides ß Reserpina Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Bebida alcoólica Medicamentos que podem causar sangramento gastro-intestinal (suspender 2 dias antes ou C. . cristais. gastrite e câncer strico. bact rias. parasitas e fungos. ‡ dR– † – ™” ’u ˆuˆu‰‰ ¡¡ R m † ‘u” ˆ ˆu‰ Á” ñ ò óuô ‰u‘udRëu” † d ˆ ˆu‰  u ’   u d R — u ‰ ˆ€‰(–€‰  ™” “€‘ ˆu‰  †©¨ ô Sedimentoscopia Coment  rios: A sedimentoscopia uri ria fornece informaç s importantes sobre a presença de leucócitos (piócitos). ñ €‘  óuô ˆu‰ † ™” †ô † ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H.Nas suspeitas de sangramento.Manter dieta hídrica habitual. .Deve-se evitar a contaminaç c/ vaso sanit rio ou com a urina. PARDINI 297 .Imunocromatogr fico Valor de Refer ncia: < 0. . Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. cilindros. devem ser examinadas pelo menos 3 amostra de fezes. O uso de anticorpo monoclonal específico para hemoglobina humana trouxe uma grande vantagem na pesquisas de Sangue Oculto nas Fezes: cessidade de dieta especial ß N ß N reaç cruzada com hemoglobina de ou tros animais.50 mg Hb/g Fezes = negativo Condi o: Fezes recente. eritrócitos.M.Sangue Oculto Coment  rios: O teste de sangue oculto nas fezes com resultado positivo. Muito importante na triagem das divers as patologias que afetam a funç renal. carcinoma de cólon e diverticulite.Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório. varizes esofagianas.

M todo: É realizada uma an lise física da urina. . monitorar o progresso desta patologia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa Coment  rios: Os dist rbios do metabolismo da tirosina devem-se a anormalidades heredit rias ou metabólicas. cuja investigaç tem interesse no diagnóstico da fibrose pancr tica.Ideal colher no laboratório. Condi o: Urina recente (jato m dio 1a Urina m ) ou Urina c/ no mínimo de 4h após ltima micç o. . a lise química qualitativa e quantitativa dos elementos anormais (automaç ) lise do sedimento (Microscopia Ótica). † ñ ˆ€‰(—€d “ ˆu‰ ™”   ˆ u ‰ ” R d u ‘ u  óuô † †ô ‘u ud ‘ ¡ ˆ ‡ ˆ 298 Instituto de Patologia Clínica H. acompanhar a efic cia do tratamento e constatar a cura. .Atividade Triptica á > 1:80 â crianças (1 a 5 anos) .Enviar rapidamente ao laboratório.Manter dieta hídrica habitual.Enviar rapidamente ao laboratório.Prova de Schwachman Valor de Refer ncia: à crianças (at 1 ano) . -N sar laxantes ou supositórios. Usar frasco limpo e próprio para a coleta de urina. renal e com aminoaci ria generalizada. podem evoluir de forma transitória como nos prematuros. sendo causada pela imaturidade das funç s hep ticas e raramente causam les rman ente.Atividade Triptica á > 1:40 Nota: Em crianças com mais de 5 anos e adultos. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. .Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. star em uso de enzimas digestivas 24 horas antes da coleta. . ñ ˆò † ó u ô ˆu‰R—ud ˆu© ‰ †©¨ ô ”u †  ”u î눀u‰ ” “u‘ d † ‘uˆ€‰(” Urina Rotina Coment  rios: O exame de urina rotina muito importante para avaliar a funç renal e infecç s podendo auxiliar no diagnóstico de uma patologia. Nas anormalidades heredit rias as enzimas metabólicas da tirosi s roduzidas levando a evoluç s graves geralmente fatais com envolviment tico. PARDINI . M todo: Revelaç o da Película Fotogr fica . ‡  ñ óuô †ò ™”  ‰ ¡ ”u–€ ‘udR‘uˆu‰ ˆu‰R–  —u‡ ˆu‰R–u” ™” †iÿ ô †— ‘¡ˆ Tripsina Fecal Coment  rios: A atividade tríptica das fezes um indicador da atividade pancr tica. j a sua aus ci acompanhada freqüentemente da falta da amilase e lípase. O exame compreende tr s etapas: . As anomalias metabólicas adquiridas.sedimentoscopia: corresponde ao exame microscópico da urina.caracteres gerais: corresponde a avaliaç s propriedades físicas da urina. . . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).pesquisa de elementos anormais: corresponde à pesquisa química feita na urina. Condi o: Fezes recente. este exame pode apresentar falso -positivo em virtude da aç flora bacteriana intestinal.Tirosina.

Laboratórios: Enviar de 30 mL de Urina em frasco âmbar (sensível a luz) ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. s o chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas causadas por doenças metaból icas ou exposiç tes tóxicos. neste caso de uroporfirina. A s condiç s que resultam no aparecimento de porfiri ria.Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios:  roporfirina na urina auxilia no diagnóstico dos dist A detecç rbios das porfirias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 299 . . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) .Enviar rapidamente ao laboratório. .Urobilinog T nio Coment  rios: O urobili io assim como a Bilirrubina.*Usar 5 g urina de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ˆ€‰Á—u” ‘u‡ ‡ ˆ uˆ R ‰R d ud u’ €” ‘ † ™” ™” † ‘¡ˆ  Instituto de Patologia Clínica H. . ‘u‰u’u“€‘ ñ óuô †ò ˆ‡ ˆ †  u‘ ‡ ’u“u‘ “ ‘¡ˆ ˆu‰ —ud ” u ‘ † ‘u‰u’u“€‘ †iÿ ô †— Uroporfirinas.Urina 24h*. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. O aumento da concentraç o da urobilino io na urina (> 1 mg/dL) contrado nas hepatopatias. que impede a passagem normal de bilirrubina para o intestino. nos dist rbios hemolíticos e na porfiri ria. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. m pigmento biliar resultante da degradaç hemoglobina. M todo: Colorim trico (Ehrlich) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). A aus ncia do urobili io na urina e nas fezes significa obstruç o do ducto biliar.

300 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

HIV. ampliado e plus. É sugerido que o teste seja realizado entre 3 e 30 dias de vida. Rub æ ola IgM e Sífilis IgM podem ser requisitados em qualquer um dos perfis. Hipotireoidismo cong nito Hipotireoidismo cong nito “ “ 17-OH-Progesterona neonatal Tripsina neonatal Galactose Hiperplasia Adrenal Cong ita Fibrose Cística Galactosemia “u‘ Hemoglobinopatias triagem neo Hemoglobinopatias Atividade da Biotinidase Toxoplasmose IgM neonatal HIV neonatal Sífilis IgM neonatal Ru Defici cia de Biotinidase Toxoplasmose cong nita “u‘ “ Síndrome da imunodefici cia adquirida Sífilis c Ru m†‰ la IgM neonatal m † ‰ ’€“u‘ la con ‰€‘u’u“u‘ “u‘ ita ita Nessa seçç o outros exames nç o realizados no Teste do Pezinho. Determinaç es A M S P I L C I O A D O P L U S B Condi o detectada Detecta fenilceton ria (PKU) cidos Detecç o de ami r Fenilalanina Cromatografia de ami TSH neonatal T4 neonatal ‘u‰u ˆ ‡ €‘ u‰  ó€ô cidopatias. em papel filtro: O Teste do Pezinho. Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 301 . pode ser realizado pela anã lise de gotas de sangue do neonato. Cada uma das determinações tamb æ m podem ser solicitadas isoladamente. relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções. compondo um perfil individualizado. O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disponibiliza o TP em 3 perfis: bãåä ico.O rastreamento de um grande número de doenças congênitas. mas de importância no diagnóstico de erros do metabolismo èéç o descritos.

evitando solicitaç s de nova coleta ou coleta de sangue em excesso. deixar o sangue sair naturalmente. para evitar que se molhe. uma vez que pode haver interfer cia do fluido tecidual. PARDINI .Orientaçê es para coleta do Teste do pezinho: • No ato da coleta. N secar em estufas ou no sol. N o colocar em geladeira ou banho de gelo. que atendam às especificaç s acima. cuidadosamente. No caso de n o estarem nestas condiç s. N eve ser feita massagem no local da punç o para estimular o fluxo sangüíneo. Encostar o papel de filtro no local da picada. de ver ser colhidos novos círculos. deixando o sangue saturar todos as círculos do cart . at vazar no verso. Círculos necess rios: consulte os exames solicitados ˆ • † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰â— “u‘ ˆ dۗu”ېu’ • •  ˆ ˆu‰ ™” ™” ˆu‰ ˆ€‰ 302 Instituto de Patologia Clínica H. compress ua quente por 3 minutos antes da punç . Envolver o cart o em papel alumínio e enviar separado dos demais materiais biológicos. Para aumentar o fluxo sangüíneo no local. Deixar secar em temperatura ambiente. pode-se colocar.

defici cia de piruvato desidrogenase.89 mg/dL Condi o: 0. histi dinemia.72 mg/dL ì 1 a 3 meses í 1.Colher após 4 o dia de nascimento. A Academia o dia de vida da criança.65 mg/dL ì 3 a 10 anos í 1. ‘ud † † ñ †  ò † “€‘ “u‘ ˆu‰Ó— ˆ u“ ‘ “€‘ óuô vv  Instituto de Patologia Clínica H. . o que acarreta em níveis elevados de 17α-hidroxiprogesterona (17-OHP). rec m nascidos com baixo peso ao nascer e em crianças com doenças intercorrentes.22 a 2.58 a 3. sendo mais freqüente em amostras colhidas nas primeiras 24 horas de vida. ˆ u ‰ Á — u ” —€“u‘ “ † d « — € ” ˆu‰«—ud u“ ‘ ò ‰ ö — † “u‘   —u“€‘ † ë 17 OHP neo ñ †– †‰þ † ò óuô †©¨ @ ô —  ˆu‰ Alanina. Inci cia no Brasil: 1:7500 nascidos vivos. Conservaç o para envio: At ias entre 2o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . defeitos do ciclo da ur ia. A HAC apresenta um amplo espectro de inci cia variando com ficit enzim tico específico.08 mg/dL ì 11 a 18 anos í 1. hipoglicemia e na Cor ia de Huntington.2 mL Soro. a sensibilidade desse teste róxima a 100% com a especificidade maior que 99%. A qualidade da coleta pode interferir nos resultados. PARDINI 303 . citrulinemia. A possibilidade de encontrarmos valores falso-positivos ocorre principalmente em prematuros.86 mg/dL ì 4 a 6 meses í 1. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Alani um amino cido presente em todas as proteínas. Sua determinaç o tem utilidade no diagnóstico de erros inatos do metabolismo das proteínas. O objetivo primordial da triagem tecç forma cl ssica perdedora de sal. defici cia de vitamina B12 e diabetes descompensado. septicemia. Apresenta -se elevado na hiperalaninemia.79 mg/dL ì 7 meses a 2 anos í 0.10 a 3.88 a 2. A possibilidade de falso-negativo deve sempre ser considerada devido ao espectro clínico-laboratorial da HAC. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. Doença de Cushing. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio para enviar.82 a 3. Kwashiokor.72 a 4.87 a 5. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Peso ao nascimento Idade gestacional (semanas) Valor de Refer ncia ≤ 2500 g ≤ 32 ≤ 8260 nanog/dL > 32 at 36 ≤ 4950 nanog/dL > 36 ou desconhecida ≤ 3965 nanog/dL > 2500 g Desconhecida ≤ 990 nanog/dL ≤ 33 ≤ 8260 nanog/dL Entre 34 e 36 ≤ 3300 nanog/dL ≥ 37 ≤ 1320 nanog/dL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. hiperornitinemia.68 mg/dL ì Adultos í 1. defici cia de piruvato carboxilase. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.17 OH Progesterona neonatal Coment  rios: Usada para triagem da Hiperplasia Adrenal Cong ita (HAC) no Teste do Pezinho.HPLC Valor de Refer ncia: ì Prematuros í 2. gota. Cerca de 90 a 95% dos casos de HAC s vidos à defici ncia da enzima 21 -hidroxilase (21-OH). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .89 a 3.79 mg/dL ì Rec m Nascido í 2. Para os Americana de Pediatria sugere que o teste deva ser coletado at valores de refer cia abaixo. Sua concentraç iminui na insufici cia renal crônica.

d efici cias neurológicas. Laboratórios: Após secar a gota de sangue. retardo mental Aumento de amiñ ' ï cidos neutros na urina Síndrome de Fanconi Acidose e raquitismo Aminoacidî ria.  ‰u ‘u‡ ‰u‘€‡ ñ † óuô ò ˆu‰ ™ ‘u‰u ô¡‰ †R þ ÿ †©¨ @ — Amino e¦s idos. insulina. PKU. neutropenia. este exame deve ser realizado após 48h de vida. retardo mental Aumento da glicina e ï cido propiônico plasmï ticos e uriñCï rios & ' -cetótica Hiperglicinemia nC Retardo mental Aumento da glicina na urina e plasma Anormalidades do ciclo da ur0 ia Retardo mental. e no controle de tratamento de anim cidopatias. hidroxiprolinemia. Resultados positivos devem ser confirmados pela Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) Quantitativa em soro/urina.Amino e¦s idos. diabetes descompensado e traumatismos. hipermetionemia. interfer ncia da ingesta prot ica nos valores encontrados. gravidez. hiperamonemia. vômitos. 304 Instituto de Patologia Clínica H. Cromatografia qualitativa Coment  rios: É utilizada como triagem de amin cidopatias no Teste do Pezinho. variaç es circadianas de at % (concentraç s s mais altas pela tarde e mais baixas pela manh ). hiperornitinemia. glicose. At ias entre 2o a 8o C. chegando a níveis at z vezes maiores. GliciñCî ria Assintomï tico Aumento da glicina. cisti ria-lisin ria). Distúrbios Achados clínicos Achados laboratoriais Fenilcetonî ria Clï ssica Retardo mental. Cromatografia quantitativa Coment  rios: É utilizada para confirmaç iagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentraç s amino cidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal. cetose. valproato. envolver em papel alumínio para enviar. homocisti ria. doença do Xarope de Bordo. no sangue e urina.. hiperglicinemia. progesterona. acidose metabólica. fosfatî ria. AMINO IDOS MAIS FREQUENTES: FENILALANINA – TIROSINA – METIONINA – VALINA – LEUCINA – ISOLEUCINA Continua. anticonceptivos orais. aspartame. letargia. convulsò es Aumento da amônia plasmï tica. Est indicada no estudo de crianças com vômitos recorrentes.. glicinemia. Condi o: 1 círculo de sangue separados em papel de filtro saturado dos dois lados do papel. Para evitar falsonegativos. hiperlisinemia. hipervalinemia. fenil cet ria. Sugere a presença das seguintes amino cidopatias: citrulinemia. Devem ser considerados na interpretaç s resultados: variaç s neonatais transitórias (hipertirosinemia. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. hiperargininemia. distî rbio psiquiï trico Fenilalanina plasmï tica > 15 mg/dl Fenilalaninemia benigna Assintomï tico Aumento fenilalanina plasmï tica Fenilalaninemia maligna Retardo mental. Podem interferir no ensaio: cido ascórbico. aspirina. sulfametoxazol + trimetoprim. sugere-se repetir a prova. hiperprolinemia. indometacina. histidinemia. distî rbio psiquiï trico Aumento de fenilalanina plasmï tica Tirosinemia hereditï ria Cirrose heð ï tica Aumento tirosina plasmï tica Disfunç& o renal tubular Alcapto( Ocronose e Artrite Aumento ï cido homogentísico uri( ñ î ria ñ ï rio &' Histidinemia Defeito de fala e audiç( Aumento da histidina urinï ria e plasmï tica & ' . Aumento da homocistina e metionina plasmï tica e Tromboembolismo uriñCï rias CistationiñCî ria Assintomï tico Aumento cistationina uri( ñ ï ria CistiñCî ria Cï lculos uriñ(ï rios Aumento da cistina e amiñ ' ï cidos dibï sicos uriñCï rios Hiperglicinemia cetótica Cetose. Aumento de glutamina e citrulina no plasma e urina. hipertirosinemia. em casos suspeitos. M todo: Cromatografia em papel Valor de Refer ncia: Apenas identificaç . prolina e hidroxiprolina Doença de Hartnup Ataxia. PARDINI ˆu‰»—u‰  uˆ ‰ì—  ˆ€‰w—u‰ ‘ u ‡ ‡ “ ¦ † ¨@ ™ ” ˆu‰ † ™” † —u” “u‘ u‰  ™” ˆ ™ rys . retardo mental Aminoacidemia de cadeia ConvulsC Aumento amin' ï cidos ramificados plasmï ticos e ramificada uriñCï rios Homocistiñ(î ria Retardo mental. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. infecç s agudas. testosterona. Como em casos poucos freqüentes pode haver variaç es transitórias do nível de ami cidos.

4 mg/dL 0.50 a 1.09 a 0.94 a 2.78 mg/dL 0.6 a 3.24 mg/dL 0.04 a 0.88 mg/dL 1.59 mg/dL 0.AMINO CIDOS.23 mg/dL 0.50 a 3.50 a 1.16 a 0.34 a 1.8 a 4.43 mg/dL 0. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .45 a 0.28 mg/dL ó ô ô ô ô ô ô ô 0.95 mg/dL 0. óuô Leucina: Prematuros R.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Isoleucina: Prematuros R.37 a 1..10 mg/dL 0.26 a 0.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó vv  †iÿ @ ô — Continua.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô 0.Nascido (1 dia) Adultos ò ncia: ô ô ô 2.24 mg/dL 0.70 a 2.03 a 2.97 a 1.55 mg/dL 0.07 mg/dL 1.24 a 0.Veja tamb m: TRIPTOFANO .03 mg/dL 0. 313.0 mg/dL 7.59 a 1.5 mg/dL 1. HISTIDINA .0 a 24.59 a 0.69 mg/dL 0..73 a 2.11 mg/dL 0.71 mg/dL 0.65 a 3.25 mg/dL 0.35 a 0.67 a 3.83 a 3.60 mg/dL Condi o: 0.0 a 7.43 mg/dL 0. Instituto de Patologia Clínica H.98 a 2.44 mg/dL 0.31 mg/dL 1..24 a 0.75 mg/dL 0.Nascido (1 dia) ô Adultos ô Metionina: Prematuros 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Valina: Prematuros R.2 mL Soro.61 mg/dL 0.37 mg/dL 1.18 a 0.10o C.0 mg/dL 1.8 a 2. 309 e ALANINA M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC.73 mg/dL 0. ñ ñ Continu –uu’ u– € ’ õuóuô o. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.62 a 1. Laboratórios : Separar imediatamente após coleta e congelar.84 mg/dL 0. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r €– u ’ .2 a 3. 303.9 mg/dL Tirosina: ô Prematuros R. SANGUE Valores de Refer ó Fenilalanina: Prematuros R. PARDINI 305 .29 mg/dL 0.33 mg/dL 1.28 mg/dL 0.59 a 2.48 a 1..93 a 2.7 mg/dL 0.

Continu õuóuô o.AMINO CIDOS.2 3 a 12 anos ö 1.0 ö 2.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.1 a 1.9 Adulto õ Leucina .2 3 a 12 anos ö < 9. .7 3 a 12 anos ö 4..0 Adulto õ “ †©š “ †©š “ † “ †©š óuô † Rô — vv   306 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .0 a 7.1 õ Isoleucina .0 Adulto ö 2.0 a 7..9 a 2.0 a 14.2 a 30.3 Adulto ò Valores de Refer ncia .4 ö 2.0 a 11.5 ö < 16.0 a 17. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r URINA Valor de Refer ncia – Urina 24 horas: õ Fenilalanina .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 4.9 ö 3. Laboratórios: *Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Adultos: *Urina 24h.Urina recente (amostra isolada): õ õ Tirosina – nmoL/mg creatinina: Fenilalanina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 1090 a 6780 Prematuros(at semanas) ö 920 a 2280 0 a 1 m s ö 220 a 1650 0a1m s ö 91 a 457 2 a 24 meses ö 333 a 1550 2 a 24 meses ö 175 a 1340 3 a 18 anos ö 122 a 517 3 a 18 anos ö 61 a 314 ö ö Adultos 90 a 290 Adultos 51 a 250 õ õ Metionina – nmoL/mg creatinina: Isoleucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 500 a 1230 Prematuros(at semanas) ö 250 a 640 0 a 1 m s ö 342 a 880 0 a 1 m s ö 125 a 390 2 a 24 meses ö 174 a 1090 2 a 24 meses ö 38 a 342 3 a 18 anos ö 16 a 114 3 a 18 anos ö 10 a 126 ö ö Adultos 38 a 210 Adultos 16 a 180 õ õ Valina – nmoL/mg creatinina: Leucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 180 a 890 Prematuro (at 6 semanas) ö 190 a 790 0 a 1 m s ö 113 a 369 0 a 1 m s ö 78 a 195 2 a 24 meses ö 99 a 316 2 a 24 meses ö 70 a 570 3 a 18 anos ö 58 a 143 3 a 18 anos ö 30 a 500 ö 27 a 260 ö 30 a 150 Adultos Adultos Condi o: Crianças: Urina recente.2 3 a 12 anos ö 7. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 a 55.1 õ Metionina . “ †©š “ †©š ò Valina .4 Adultos ö 12.0 a 24.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö < 0.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.10o C.5 a 11.*Usar 20 mL de Tolueno.0 3 a 12 anos ö 5.2 a 1. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 3 a 12 anos ö 3.8 a 6.4 a 3. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .6 a 8.5 Adulto õ Tirosina .

A defici ncia da  m dist rbio autossômico recessivo que leva à pouca disponibilidade de biotina. Resulta de defici ncia da fenilalanina hidroxilase que catalisa a convers a fenilalanina em tirosina. co -fator biotinidas para atividade de v rias enzimas.  —u“u‘ ‰u‘u‡ ˆu‰Ó— †d ñ † †óuHô • ò ô † ˆu‰ “ d † —u” † ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. A PKU mais freqüente das amino cidopatias. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12.Biotinidase Coment  rios: É utilizado para triagem da defici ncia de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. convuls s. A hiperfenilalaninemi let ria ao SNC. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento.000. . PARDINI 307 . ñ ”† ‡ ™” “ —u“u™ ‘” “ óuô †ò ˆ ™”  Fenilalanina Coment  rios: ÷ PKU Utilizado para triagem da fenilcet ria (PKU) no teste do pezinho.000 nascidos. Inci cia no Brasil: 1:125. Inci cia no Brasil: 1:15. Diagnóstico precoce permite reposiç o oral da biotina. hipoacusia). M todo: Fluorimetrico modificado Valor de Refer ncia: At mg/dL Condi o: 2 círculos de Sangue (separados) em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por “imaturidade das enzimas” com subseqüente normalizaç . este exame deve ser realizado após 48h de vida. retard o neuropsicomotor. Para evitar falso -negativos. sendo herança autossômica recessiva. Conservaç o para envio: Após a dosagem conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. alteraç s de pele e anexos. As formas severas cursam com alteraç s do SNC (ataxia.Colher após 4 o dia do nascimento. Fenilalanina tamb m pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. o que pode reverter o quadro clínico. cegueira.

S o conhecidas.000 nascidos. As Hemoglobinopatias s um grupo de desordens gen ticas caracterizadas pela produç anormal de cadeias de hemoglobina. triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do Pezinho.0 mg/dL Condi o: 2 círculos de sangue separados em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.at . . PARDINI . coli.Galactose Total – triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de galactossemia no Teste do Pezinho.000 a 1:80. causada pela defici cia das enzimas galactose -1-fosfato-uridil-transferase (forma cl ssica). Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestaç o da defici cia. Incid ncia: 1:60.At 2 horas em temperatura ambiente. Manifesta-se com sinais e sintomas gastro-intestinais. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar.HPLC Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina anômala Condi o: 2 círculos de sangue total coletado em cart . O rec m -nascido normal apresenta HbA e Hbfetal. Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . icterícia.At 0 dias entre 2o e 8o C. uridina-difosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Rec m Nascido . com seus níveis decrescendo at s 36 meses de idade. A Galactosemi uma doença autossômica recessiva. As anormalidades da síntese da hemoglobina s ivididas em 3 grupos: 1) produç mol cula anormal (ex: drepanocitose). catarata.  ñ “ “u‘ d† ò † óuô ô †Á þ †¨  ˆ ‡ “u‘ † †@ Hemoglobinopatias. aproximadamente. A HbF predomina ao nascimento. Apresentam alta preval cia na populaç rasileira em virtude da miscigenaç racial. “u‘ † ñ ˆu‰âm ˆ ˆu‰ — ˆ “u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰×—u” † † ˆ€‰ †‰ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ˆu‰ 308 Instituto de Patologia Clínica H. retardo mental e susceptibilidade a sepsis por E. 400 hemoglobinas variantes. Conservaç o para envio: . 3) anormalidade de desenvolvimento (ex: persist cia de hemoglobina fetal). 2) reduç o na quantidade de proteína normal (ex: talassemia). At ras entre 2 o e 8o C. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. Acarreta no ac mulo da galactose no sangue e tecidos.

77 mg/dL ù 0. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congela r.32 mg/dL ø 3 a 10 anos ù 0. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.66 mg/dL ø Adultos Condi o: 0.2 mL Soro. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç erro inato do metabolismo das proteínas.76 a 1. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ˆ ˆ€‰ ò ñ ˆu‰ –u” ˆ  óuô  ˆ “u‘ †‡ † ˆ u ‰ ÷ — u d ˆu‰R” †  Instituto de Patologia Clínica H.HPLC Valor de Refer ncia: ø Prematuros ù 0.12 mg/dL ø 4 a 6 meses ø 7 meses a 2 anos ù 0.09 mg/dL ø R. Nascido (1 dia) ù 0.14 mg/dL ø 1 a 3 meses ù 1.99 a 1. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . elevaç transitória do neonato e na hemólise.47 a 1. gravidez (aumento de at 50%). PARDINI 309 .74 mg/dL ù 0. Aumento dos níveis plasm ticos podem ser encontrados na Histidinemia (retardo mental e dist rbio da fala). Conservaç o para envio: At ias entre 0o e . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. neonatal Coment  rios: Útil para triagem de infecç lo vírus da imunodefici cia humana (HIV) no Teste do Pezinho. A pesquisa do HIV com PCR til para se confirmar a infecç m crianças.10o C. É necess rio a complementaç sorologia em caso de HIV neonatal positivo.Histidina.82 a 1. Neonatos de m es HIV positivo podem ser soropositivos at 18 meses. tendo em vista que a IgG atravessa barreira placent ria. No Teste do Pezinho realiza-se a pesquisa de anticorpos para antígeno viral HIV-1 do envelope (ENV GP41).37 a 1.49 a 2.64 mg/dL ø 11 a 18 anos ù 0. A infecç o pelo HIV por via vertical apresenta evoluç o clínica mais grave que nas outras formas de transmiss .37 a 1.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. ñ ˆu‰ ˆu‰â—u” ‡ ‡ €‘ d †   ‘u‰u † ò óuô vv  †iÿ @ ô — HIV-1. .50 a 1. A histidi m ami cido de importância na síntese das bases p ricas e pirimídicas.

sen til no diagnóstico da sífilis cong nita. A infecç materna pelo vírus da r  la pode gerar aborto ou feto com m formaç es (Síndrome da R la Co ita). na infecç co ita os títulos se mant m ou se elevam com o passar dos meses. Deve ser complementa da pela sorologia caso seja positiva ou haja suspeiç clínica. pois esse n o atravessa a barreira placent ria.Rec m nascidos de 3 a 5 dias. M todo: Imunoensaio enzim tico por captura Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. Deve ser complementada pela sorologia caso positiva ou haja suspeita clínica. Entretanto. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel.Rub ’ ola IgM neonatal Coment  rios: Útil para diagnóstico da infecç cong nita pelo vírus da ru la no Teste do Pezinho. PARDINI . A presença de anticorpo IgM para treponema caracteriza uma infecç guda. . Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. Ressalta-se que VDRL e FTA-ABS positivos em rec m-nascidos s o de difícil interpretaç vido possibilidade de transfer cia materna. Resultado negativ xclui esta infecç o (sensibilidade de 80%). Ressalta-se que 20% dos neonatos infectados roduzem IgM antes de 30 dias de idade. ñ óuô ˆ ˆ u ‰ ˆu‰«d — u ‰ « ‡ † ˆu‰R—u” ò  “€‘ “ ‰«‘uˆu‰«” † ˆ€‰ ‘u’u“u‘ ˆ †  310 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ‘u’€“u‘ ˆ ò u m † ‰ ˆ€‰ “  €m † ‰ m†‰  óuô  ‰† ™ ‘uˆ€‰(–  ˆu‰ u m ‰ † um † ‘u’u“u‘ Sífilis IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de sífilis no teste do pezinho. A presença de anticorpos IgM para R la no neonat indicativo de r  ola co ita. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.

. cretinism mico e hipopituitarismo.0 µg/dL em virtude do TBG materno Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.000 nascimentos). baixo peso e infecç es intercorrentes. Conservaç o para envio: Após a dosagem.0 a 17. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. doença hipertensiva materna e descolamento prematuro de placenta. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . A confirmaç HC deve ser realizada com as determinaç s do T4 livre e do TSH ultra sensível s ricos. ñ uˆ ‰ † óuô  ô ò ˆu‰ ‰u‘u’u“u‘ m† m† † ™” u– ™” €– ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: Após a dosagem.T4 neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem do hipotireoidismo cong nito (HC) no Teste do Pezinho. Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú Desej vel û 6. conservar o papel d e filtro por 30 dias entre 2o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç .000 a 10.Colher após 4 o dia do nascimento. icterícia. Os valores normais de TSH neonatal s menores que 10 µUI/ml. A produç o inadequada do hormônio da tireóide no HC tem v rias causa s: agenesia ou ectopia da tireóide. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú < que 10 µUI/mL ú Aceit vel: < 40 µUI/mL com queda r ida em 10 dias Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. Nestes casos os valores tam m se normalizam em 10 dias.0 µg/dL ú Aceit vel û limite superior at . síndrome do desconforto respiratório. dist rbios da horm nese. PARDINI 311 . Valores entre 40-100 µUI/ml tam m podem decorrer de outras condiç s: anóxia perinatal.Colher após o 4 o dia do nascimento. Valores baixos podem decorrer da prematuridade. Elevaç s persistentes s características de hipotireoidismo. Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG. . pr -termo. Aceita-se como normais valores at 40 µUI/ml com queda r ida em 10 dias. Incid ncia no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos. O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal. Aceita-se como normais valores de at µg/dl em virtude de interfer cia da tireoglobulina (TBG) materna. ‰€‘u‰u’u“ “  ‰ ”€‘u—u“ †«ÿuÿ † u“ ‘ “ ˆ ‡ ñ ™ ˆu‰Û—u‰ ‰»ëu” † ™” óuô  ò † ÿ€ÿ ô ˆu‰  TSH neonatal Coment  rios: Utilizado na triagem do hipotireoidismo c ito (HC) no teste do pezinho. freqüente no sexo masculino (1 em 5.

Rec m nascidos com 3 a 5 dias. Caso a triagem da toxoplasmose seja positiva. A transmiss transplacent ria ocorre na infecç materna recente.Toxoplasmose IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de infecç cong nita pelo Toxoplasma goondi no teste do pezinho. Inci cia: 1:2.000 a 1:9. que determinam defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. infecç cong nita ocorre na seguinte probabilidade: 1” trimestre 10-25%. havendo mais de 150 mutaç s descritas. ñ “ ˆ ò † ˆu‰ ˆu‰ “  ˆu‰ † ˆu” óuô  ˆu‰ ’u—ud4‘uˆu‰ —u“u‘ † ˆ ’u“u‘ ˆuˆ€‰‰  Tripsina neonatal Coment  rios: ü Fibrose Cística Triagem neonatal no Teste do Pezinho. O diagnóstico precoce permite intervenç es ter ticas precoces e o aconselhamento ge ti co aos pais. Em m s com infecç a -tratada.000 nascidos. Laboratório s: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel.000 nascidos -vivos. Conservaç o para envio: Após a dosagem. PARDINI . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. acarretando dist rbio da secreç xócrina (muco espesso). A confirmaç o da doença requer níveis aumentados de cloreto de sódio no suor (iontoforese) e PCR para fibrose cística. localizadas no cromossomo 7. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . A mutaç mais comum em crianças brancas F508. ma herança autossômica recessiva decorrente de mutaç es ge ticas. Ac mulo de tripsina decorre da obstruç s ductos pancr ticos. Inci cia de 1:3. A infecç o transplacent ria no início da gestaç mais grave. deve ser complementada pelos m todos sorológicos tradicionais. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: /mL ý 0 a 30 dias þ at ý alerta þ > que 250 ng/mL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de Filtro saturado nos dois lados do papel. .Colher após 4 o dia do nascimento. sendo a IgA mais sensível que o IgM no diagnóstico da infecç o con ita. 3 trimestre 6065%. 2” trimestre 30-54%. . A Fibrose Cística ou mucoviscidose. ˆu‰á” ñ óuô ™ d€–u“ ò †iÿ @ • ‘€’ ˆu‰  ™ ‘ † —u“u‘ ˆ€‰à—u‰ † d ”u ‘† ˆ † † ™” ‡ ‡uˆ ‰ “u‘ ô  312 Instituto de Patologia Clínica H.

Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç o de erro inato do metabolismo de proteínas. Encontra-se elevado na hipertriptofanemia. sepse e encefalopatia he tica. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar. hipotermia. pelagra e desnutriç o prot ico -calórica.49 mg/dL ÿ Adultos   Condi o: 0. pós -operatório. ñ ˆ –u óuô † ò ˆ † vv  †iÿ @ ô — Instituto de Patologia Clínica H. Doença de Hartnup. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.37 mg/dL 0. enterite regional.2 mL de Soro.Triptofano.10o C.HPLC Valor de Refer ncia: ÿ Prematuros   0.92 mg/dL ÿ Rec m Nascido   < 1. Diminui na síndrome carcinóide.30 a 0. Conservaç o para envio: At ias entre 0o a . PARDINI 313 .51 a 1. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .

314 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

0 mg/g de creatinina (NR-7.Para avaliaç xposiç cupacional recomenda -se a coleta de duas amostras de urina. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. ñ ˆu‰÷—u”ö—€” u‰ u‘ d † ˆu‰ö—€” ˆ€‰ ˆu‰ SANGUE Valor de Refer ncia: ¡ 0.. anorexia.0 mg/dL (para indivíduos n di ticos e em caso de jejum prolongado). 1994.5 Hexanodiona Urin e ria Coment  rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o n -hexano.2. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Pode produzir neuropatia perif rica e nas intoxicaç s graves: fraqueza.Urina 24h. Interferentes: A exposiç simultânea ao tolueno inibe consideravelmente a excreç o uri ria da 2.3 a 2. câimbras nas extremidades dos m sculos inferiores.0 mL de Plasma Fluoretado. por m a intoxicaç o comumente ocorre pela inalaç o de seus vapores nas exposiç s ocupacionais ou quan sado como droga de abuso.Urina recente .5 hexanodiona. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Informaç es nece rias: Informar se i tico.0 mg/dL ¡ Exposiç Ocupacional ¢ < que 10. Após o processo de biotransformaç do n-hexano o principal produto excretado na uri a 2. bradicardia e hipotermia. ñ du‡€—u” ‘ud † † —u‰ †  ˆ ™ ˆu‰âm ˆ ˆ€‰ùd ‰† ˆ ò óuô ˆu‰ ô ‡† ˆu‰ ™” ˆ ™” ˆu‰R—udR” ˆ€‰(‰  ˆ u‘  Acetona. Mt/Br) Condi o: 50 mL de Urina final jornada de trabalho . uma de início e outra do final da jornada de trabalho. O n-hexan prontamente absorvido por qualquer via.5 hexanodiona. A acet rapidamente absorvida pelo trato respiratório.0 mg/dL ¡ Níveis Tóxicos > que 20. óuô ò ˆu‰ † v— v ud  m † ˆu‰ dum † ô Continua.. perda de peso. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel ¡ IBMP: 5. Instituto de Patologia Clínica H. ¡ Cetoacidoses ¢ 10. calculando -se em torno de 70% a absorç terminada concentraç inalada. . dosagem Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níves de acetona no organismo. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. O seu principal efeito tóxico ocorre a nível de sistema nervoso central.0 a 70. A sua inalaç termina irritaç e bronco espasmo. visando a prevenç o de alteraç es da s do trabalhador. Conservaç o de envio: Congelar.0 mg/dL ¢ Condi o: 5. PARDINI 315 .

estrógenos. hor rio inicial e final da coleta. .Urina 24h. ñ †ò † dö ‰R—u‰R ™” ALA-U ˆ ˆ ˆu‰ † óuô ˆu‰ … ‡ ô †R †H•þ † … † ˆu‰ 316 Instituto de Patologia Clínica H. sulfamídicos.5). clordiazepóxido. Interferentes: Barbit ricos. etanol.0 mL de Urina recente . ò ó u ô ˆu‰ ô õuóuô o. Conservaç o de envio: Refrigerar. 1994. diazepam..0 mg/g de creatinina (NR-7. A aç o nociva do chumbo no organismo precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteraç o na síntese do heme. O congelamento da amostra deve ser evitado. .0 mg/dL £ Exposiç Condi o: 5.Urina início ou final jornada de trabalho . MT/Br) 10. .Usar cido Ac tico 8M(10 mL/L de Urina) ou cido Ac tico concentrado(pH da amostra entre 4. . MT/Br) £ IBMP ¥ Urina 24h: £ Adulto at . levando a um aument cido delta aminolevulínico na urina. Laboratórios : Especificar tipo de urina e enviar em Frasco âmbar (sensível à l uz). DOSAGEM cido Delta Amino Levulínico ¤ Coment  rios: ` É o indicador de efeito mais utilizado nas exposiç s ao chumbo.3 mg/dL Ocupacional: > 27. 1994.Colher ao final da jornada de trabalho.Continu URINA Valor de Refer ncia: £ 0..Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de Urina.5 mg/g de creatinina (NR-7.ACETONA. hidantoinatos. PARDINI .Urina início ou final de jornada. Laboratórios: Especificar tipo de urina. clorpropamida.N coletar amostras às segundas -feiras.0 e 4. a partir do 15o dia de exposiç . O Pb inibe a enzim cido delta aminolevulínico desidratase em combinaç com o aumento da Ala -S. cloroquina.5 mg/24h ¥ at . Enviar 50 mL e informar volume total. Conservaç o de envio: Congelar.9 mg/24h £ Criança ¥ Condi o: 50 mL de Urina recente . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Urina isolada: £ at 4. ergotamina.

Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Refrigerar. Enviar material em tubo pl stico previamente desmineralizado (kit fornecido pelo laboratório). levando a uma diminuiç na síntese do heme. Interferentes: lcool. tabaco. se possui história de falha renal crônica. ñ ‰†  ˆu‰Ó‘u‰  ˆu‰ ˆ ˆu‰R—u” …  d(d€ô ‘u ‰í‘€ˆu‰ ˆ † † ‘uˆu‰ †  ud ‡u—  u“ † ‘ ˆu‰«ë  ˆu‰ ˆ†  u’!u”÷‘u‰ ˆ ™” ™ ”    ˆ€‰ ” ˆ Continua. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível em frasco protegido da luz. .0 21.4 31. Os valores de refer cia para pacientes em hemodi lise e para trabalhadores expostos devem ser comparados.8 a 15. Procedimento para Desmineralizaç : Deixar o material (preferencialmente virgem) em imers m soluç cido Nítrico 5 a 10% por 48 horas. N o utilize luvas de l tex para manipular amostras e materiais par lises de elementos em baixas concentraç s. Conservaç o de envio: Refrigerar. Enx mínimo 3 vezes em H2O (a melhor qualidade possível).9 45. por m de grande uso clínico como anti cido e como agente quelante de fosfato para pacientes em di lise.5 a 23.Lembrar que o Alumínio m elemento abundante e precauç s especiais dever o ser tomadas para evitar possível contaminaç o da amostra.7 a 34.0 8. Secar em estufa a ± 60o C (o recipiente de secagem dever ser coberto com papel filtro.5 60. PARDINI 317 .` Coment rios: A atividade da enzima cido delta aminolevulínico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliaç tóxica resultante da exposiç ) nas exposiç s ao chumbo. preso com el stico).0 a 49. O Minist rio da S e define como crit rio de avaliaç eo alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. cido Delta Amino Levulínico Desidratase ¦  ñ †ò ò ˆu‰  ALA-D ˆu‰ ˆu‰ ™” ˆ€‰ … ô ô u– “u‘  Alumínio Coment  rios: O alumíni um element essencial considerado tóxico.. O chumbo inibe a aç da enzima. ars ico e c dmio podem inibir a atividade da Ala-D.0 a 44. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor Zeeman) Laboratórios : Informar obrigatoriamente: se est em tratamento com medicamento a base de alumínio (anti cidos). M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 60 U/L Eritrócitos Valor de Refer ncia correlacionado com Chumbo: Chumbo µg/dL ALA-D U/L de Eritrócitos 30.0 16.8 Condiç o: 3. porque os compostos de alumínio n s o os mesmos. Os principais efeitos tóxicos do Al s SNC e no metabolismo oss a..1 a 43.0 12.0 mL de Sangue Total (Heparina). Sempre mantenha protegido contra poeiras. se fa z tratamento de hemodi lise.

Urina recente .Continu õuóuô o. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Aumentos de 50. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. PARDINI . Laboratórios: Especificar tipo de urina. .0 µg/L em relaç o ao valor basal indicam teste posiitvo. com a exposiç cupacional.ALUM NIO Ÿ SANGUE Valor de Refer ncia: < 10.0 mL de Urina recente . lavar as m s e a genit lia antes de colher. 353 ò  Ar—¦T nico Coment  rios: O ars ico na uri tilizado como indicador biológico para a avaliaç xposiç cupacional. Valores < 30 µg/L § exames anuais .0 a 10.Urina 24 horas.Recomenda-se colher o material no final da jornada semanal de trabalho. Condi o: 3.0 mL de Soro (tubo especial desmineralizado). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. devendo sempre avaliar as fontes cupacionais e a dieta do trabalhador para melhor correlacionar os níveis urin rios do As. normalmente ocorrem por compostos inorgânicos. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina 24h. Aparece contaminando v rios elementos (especialmente peixes e crust ceos) e a gua. Valores > 30 µg/L § realizar teste da Desferroxamina (DFO) Teste da Desferroxamina: Infunde-se DFO (5. “u‘ ™ ” ñ óuô † A@ ò ˆu‰ ‰u’€“u‘ ‘u“d †   ‘€ˆu‰R‰ ˆ u ‰ î ‰ ˆ “€‘ ˆu‰Á—ud»” ˆ€‰Á‰   ˆu‰  ‘uˆu‰ ˆu‰  ô  318 Instituto de Patologia Clínica H..0 mg/kg) durante os 60 ltimos minutos da sess di lise e dosa-se o Al após 48 horas (antes da próxima sess i lise)..0 µg/24 horas Condi o: 3.0 µg/L § para indivíduos sem história de IRC (Insufici ncia Renal Crônica) Nota: A a cia nacional de vigilância sanit ria (portaria n mero 82.0 µg/g de creatinina (NR-7.: N colher em local de trabalho. MT/Br) ¨ IBMP § 50. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. retirar o uniforme.Durante 3 dias que antecedem o exame.0 µg/L Urina 24 horas: < 10. Obs. enviar 50 mL e informar volume total. 1994. 1994. ò u’ u“ ‘ ˆu‰ö—u‰  ‡“ ˆ óuô óuô ˆu‰Û—u”Û—  ‡ “ ˆu‰â—u” URINA Valor de Refer ncia: Urina recente: 3. O ars ico e certos compostos arsenica is s considerados carcin icos. As exposiç s ao ars nico no ambiente de trabalho. M todo: Expectrofotometria de Absorç o Atômica (gerador de hidretos) Valor de Refer ncia: ¨ at . de 3 de janeiro de 2000) estab elece parâmetros para avaliaç s níveis de alumínio em pacientes portadores de insufici ncia renal crônica: . comer frutos do mar. .0 µg/g de creatinina (NR-7.

. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: © at 2. que o CO estabelece com tomo de ferro da fraç heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina. fígado e rins. Conservaç o de envio: Refrigerar. MT/Br) © Fumantes (1 a 2 maços/dia) 4.0% Condi o: 5.Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. O c mio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins.0% (NR-7. † ñ uˆ Á ‰ ud ‰ €ˆ ‰ ’u“ ˆu‰ ˆ ò R ” u‘ uˆ R ‰” vv  † ô €d u’ “ m† ‰Á ’u“u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰Õ—ud óuô ˆu‰ uˆ † ‰  †©¨ Instituto de Patologia Clínica H.Espectrofotometria Valor de Refer ncia: © N o Fumante xposto ocupacionalmente  at . MT/Br) 5. retirar o uniforme. 353 Conservaç o de envio : Refrigerar.0 a 9. Acumula-se nos pulm es. lavar as m s e a genit lia antes de colher.0 µg/g de creatinina (NR-7. diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxi io aos tecidos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. A les renal leva a dist rbios no metabolismo de c lcio e fósforo. 1994. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mut nico. M todo: Co-Oxímetro . Informaç es nece rias: Informar se fumante. u— †  ˆu‰ ˆu‰ “€‘ ‡ ñ ˆ ò † óuô ˆu‰ v  v  † ô  u—  d † —u” ™ ˆu‰  Carboxi Hemoglobina Coment  rios: Avalia exposiç monóxido de carbono (CO) e diclorometano (cloreto de metileno). MT/Br) © IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Sua aç o tóxica adv m da forte ligaç química por coordenaç . Informaç es nece rios: Informar se fumante. Obs. Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal.0%  © Sintomas de intoxicaç > 10.C e dmio Coment  rios: O c mio m agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológic 0 a 30 anos. 1994.0%  © Fumantes (mais 2 maços/dia) 8.0 a 5. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Podem ocorrer danos pulmonares. 1994. pigmento anormal do sangue. A presença da carboxihemoglobina tam m dificulta a dissociaç oxihemoglobina presente. PARDINI 319 .0 µg/g de creatinina (NR-7.5% (NR-7. 1994. sendo muito lentamente excretado pela urina. MT/Br) © IBMP para diclomometano e monóxido de carbono .0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).Urina 24h.0%  © Nível tóxico  > 20.: N colher em local de trabalho. incapaz de transportar o oxi nio.N fumante  at . enviar 10 mL e informar volume total. Possui aç carcinog ica.Urina recente .

azotemia. ingest e soluç s e alimentos contaminados e exposiç fungicidas que contenham o metal. convuls es. necros tica. queimaç i strica e diarr ia. Obs.Cobre Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níveis de cobre no organismo. Informaç es nece rias: Informar sexo.0 µg/dL  Homem > 60 anos  80. lavar as m s e a genit lia antes de colher. hemoglobi ria. Desempenha importante funç metabolismo do ferro. ñ †©š ò óuô  ô vv  R’  URIN¶ RIO M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia .0 a 170. A defici cia do cobre pode causar defeitos na pigmentaç . retirar o uniforme. Recomenda-se acidificar a urina (pH=2) com HNO36N. ñ ò ò ˆ óuô ˆu‰ ˆu‰  ô  320 Instituto de Patologia Clínica H. Os efeitos tóxicos sist micos incluem: hemólise.0 µg/dL  6 anos a 12 anos   70.0 a 80. idade.0 µg/dL   Mulher > 60 anos  118. etc.0 µg/dL  Gr vidas Condi o: 2. ˆ€‰à–u” ‘€“‡ ‡ ˆu‰ì— ˆ “u‘ ‘u‡ ™ ” ‘u ” ˆ € ‰ ¡ ”u–u uˆ ˆu⠉ ‰Ru–‘u‰‰ ˆu‰ “ ˆ€‰à”u– ’€ ˆ u ‰ Ý d ’ € ‡ † ™ SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atôm ica (Chama) Valor de Refer ncia: meses 20. Pode estar diminuído na doença de Wilson. taquicardia.0 µg/L Valor de Refer ncia .0 a 190.: N colher em local de trabalho. coma e morte. hipotens . vômitos. sistema cardíaco. oli ria.Urina 24h. visando detectar a defici ncia ou a intoxicaç lo metal. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. se paciente est r vida ou em uso de anticoncepcional. protei ria. hemorragia intestinal. Caracteriza-se por seas. PARDINI .Urina 24h: 2.0 a 70.0 µg/24h Condi o: 10 mL de Urina recente .0 mL de Soro.0 µg/dL  6 meses a 6 anos 80.Urina recente: 15.0 a 50. Conservaç o de envio: Refrigerar.0 a 302.0 µg/dL  Mulher  85.0 a 140.0 µg/dL  at   90.0 a 155. Laboratórios: Enviar 10 mL de urina e informar volume total.0 a 190. A intoxicaç r cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). q ueimaduras. vascular e no esqueleto.0 a 160. hemat ria.0 µg/dL  Homem 85. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.

Recomenda-se a coleta ao final da jornada semanal de trabalho. . levando ao aumento da coproporfirina nos eritrócitos e na urina. anemia hemolítica e perniciosa. Retirar o uniforme. Obs.1994. MT/Br)  IBMP  30.0 µg/g creatinina (NR-7. É irritante e corrosivo para pele e mucosas devido à sua capacidade de desnaturar proteínas cidos nucl icos. a partir do 15o dia após o início da exposiç . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. dosagem Coment  rios: O chumbo provoca a inibiç zima coproporfirinog io descarboxilase. eczema. poliemielite. ao câncer do trato respiratório.MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Coproporfirinas. PARDINI 321 . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Bi e Zn. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at . Ag. Sua determinaç o deve ser usada para a triagem de casos de intoxicaç inicial. A COPRO -U tam m pode estar aumentada em estado febris.Urina 24h. É uma alteraç tardia e inespec ífica. principalmente. Refrigerar.0 mcg/dl. hor rio inicial e final da coleta. ñ ”« † ˆu‰ óuô † ò ˆu‰ ô ˆ ™” íd ™” ˆu‰   Instituto de Patologia Clínica H. rinite e asma brônquica. lavar as m s e genit lia antes de colher. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia:  Normais  at µg/g de creatinina  Exposiç  at µg/g de creatinina Condi o: 50 mL de Urina recente .0 µg/g creatinina (NR-7. . Laboratórios: Especificar tipo de urina. enviar 10 mL e informar volume total.Urina recente .  ˆ ñ † ò ó u ô ˆu‰ ô m† ˆu‰â—udâ”u‘  uˆ ‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰Rd ††iÿA@†@@ ˆu‰   Cromo Coment  rios: Avalia a exposiç ocupacional ao cromo que est ssociada. Sb. Nas exposiç s ocupacionais ocorrem dermatites de contato. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. fornecendo níveis mais elevados significativamente quando os valores de chumbo no sangue est cima de 70. febre reum tica.Urina 24h.: N colher em local de trabalho. Laboratórios: Enviar 50 mL de Urina e informar volume total. . 1994.Coletar ao final da jornada de trabalho.Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina.Usar frasco âmbar. cirrose hep tica e na presença de outros metais como Hg. ulceraç s.

no sistema nervoso. PARDINI . Tam m muito til após a administraç tes quelantes. Exerce aç o tóxica na biossíntese do heme. informar volume total. Conservaç o de envio: Refrigerar. no sistema renal e no fígado. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. lavar as m os e a genit lia antes de colher.Urina 24h. É absorvido pelas vias respiratórias.: N colher em local de trabalho. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 10 mL. MT/Br)  IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . ñ m† † ‡ † ò óuô ˆu‰ ô   ˆ ˆu‰R—u”Rduˆ€’u‰( ”€‘ —€”(d€m ˆ€‰(—€‰  ˆ  322 Instituto de Patologia Clínica H. 1994. 1994. Hor rio de colet crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas ltimas 4 semanas.0 µg/dL (NR-7. 1994. 1994. MT/Br) 60.0 mL de Sangue Total (Heparina).  ñ ˆ ”u뀓u‘ ˆ óuô † ò ô ˆ  d©‘uˆu‰ † ‡ URINA Coment rios: É o indicador biológico utilizado na m onitorizaç sorç s compostos orgânicos de chumbo. hor rio inicial e final da coleta.Recomenda-se coletar amostra de final de jornada de trabalho. Obs. retirar o uniforme. Acidificar a urina (pH=2) com HNO36N. .Urina recente . digestiva e cutânea.Chumbo SANGUE Coment rios: É um indicador biológico de exposiç o e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo.0 µg/dL (NR-7. Apresenta efeito cumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos. Ocorre como contaminante ambiental em cons cia de seu largo emprego industrial.0 µg/g de creatinina (NR-7. Instruç es de C oleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia:  at 40. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at 50.0 µg/g de creatinina (NR-7. sem afastamento maior que 4 dias. MT/Br) 100. MT/Br)  IBMP  Condi o: 5.

aumenta excreç Fenol.  Consumo de Etanol aumenta a excreç o do Fenol. ticas.0 mg/dL  Intoxicaç Acentuada  101.Urina final jornada de trabalho . levando a severa ulceraç o. endócrinas e psíquicas. 353 Conservaç o de envio: Congelar o material e enviar rapidamente para an lise. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina recente . a quantidade eliminada encontra-se dentro dos valores de refer cia p/ a populaç xposta (20.Recomenda-se coletar urina ao final da jornada de trabalho. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Valor de Refer ncia:  Intoxicaç Moderada  50. MT/Br) IBMP ! 50. Fatores que alteram a excreç fenol:  Dist rbios Gastrointestinais favorecem a degradaç cteriana de Tirosina e Fenol.0 a 100. Atualmente n tilizado devido à proibiç pelo minist rio do trabalho da utilizaç zeno em concentraç superior a 2 ppm.0 mg/L (NR-7. . queimaduras e intoxicaç es crônicas. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina início ou final jornada de trabalho. aumentam a excreç Fenol. na forma conjugada. 50 mL de Urina recente .0 a 400. sangüíneas. trans tornos digestivos e disfunç o do sistema nervoso. enviar 50 mL de urina e informar volume total.0 a 30. . É corrosivo. pele e excretado pela urina.Fenolato de Sódio que s metabolizados a Fenol.Urina 24h. O fenol urin rio deixou de ser o indicador.Etanol Coment  rios: Avalia o nível de etanol no organismo. A principal via de absorç a oral e a mais importante manifestaç intoxicaç lo etanol depress o sistema nervoso central. Nota: at 4 o fenol uri rio era utilizado como indicador na avaliaç a exposiç recente ao benzeno j rincipal metabólito deste solvente. principalmente.  Ingest Benzoato de Sódio (usado como conservante de alimentos). ”à‡ † Óuï€ëïu” † ‰å– ™ ‘u †  ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰(—€” ˆ ˆ€‰ ™” ñ ˆ€‰(—€” †iÿ @ ò óuô  ˆ€‰àdu‰ ë   u ” † ˆu‰R—u‰Rmu”u‘ “u‘ ˆ ‡ €ˆ ( ‰ €— ‰ †©¨ @ ˆu‰ýmud ˆ ˆu‰ u ˆ © ‰ — ˆu‰ ˆ€‰ † ™  ˆu‰R‘uˆu‰R” ˆu‰â—u‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ ô Instituto de Patologia Clínica H.  Exposiç s simultâneas a Tolueno e Benzeno diminuem a excreç Fenol. MT/Br) IBMP ! 250.0 mL de Plasma Fluoretado.0 mg/L (NR-7. Laboratórios: Especificar tipo de urina.0 mg/dL  Intoxicaç  Grave > que 400.0 mg/g de creatinina (NR-7.Barbit rico s. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. O limite anterior era de 8 ppm. pois nas condiç es propostas. 1994.0 mg/g de creatinina (NR-7.0 mg/L). Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: at . a intoxicaç crônica provoca alteraç s digestivas. cardiovasculares. tais como.  Ingest o de Medicaç :Fenilsalicilatos. A intoxicaç provoca alteraç o digestiva e nervosa.Urina: Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de urina.0 mg/dL Condi o: 5. ñ ˆu‰Á—ud ˆ ˆu‰»–u” †d ˆ u ‰ ˆu‰Á— ˆ€‰ † ™” ¡ ‰  ud ’ u €— d ”uuˆ –uR òˆ€‰ ˆ€ˆ€‰‰ óuô ô   Fenol Coment  rios: É um test til para avaliar a exposiç fenol facilmente absorvido atrav s da mucosa. 1978. MT/Br) Em caso de acidentes com benzeno: at . PARDINI 323 . 1994. Laborató rios: Especificar tipo de urina. 1978. pois o Tolueno age como supressor da biotransformaç Benzeno.

MT/Br) 10. delta-BCG. ˆ ñ ˆ u ˆ ‰ ” ˆ –u‘ † ˆu‰Ý—u‰ ˆ ò † ™ ” du‡€— ˆu‰öm † ˆ ˆ ˆ † ˆ€‰ ˆ óuô ˆ€‰ ”©ëud ˆu‰©— ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  324 Instituto de Patologia Clínica H. metoxicloro. gama-BHC. M todo: Eletrodo on-Específico Valor de Refer ncia: " at 0. reflexos pupilares lentos. PP-DDD. al m de atuar sobre o SNC e tecido muscular. 1994. PP-DDE. A ingest o de 10 a 80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. retirar o uniforme. altera ç s reflexos profundos e superficiais. enviar 50 mL e informar volume total. salivaç o. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç ntificaç os seguintes organoclorados: heptacloro.0 mg/g creatinina no final da jornada (NR-7. anorexia. prevalecem os valores citados na NR-7 anterior. dis ia. betaBHC. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho .*Urina 24h. retirar o uniforme. visando a prevenç o de alteraç s da s e do trabalhador.: N colher em local de trabalho. especialmente. Instruç es de Coleta . conserv -la em freezer. 1994. PP-DDT. lavar as m s e a genit lia antes de colher. . PARDINI . dieldrin. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 1994. na tireóide. perda de peso. OP-DDD. Laboratórios: Especificar tipo de urina. no c rebro e fígado. especialmente. endrin.Obrigatório colher em frasco de polietilen o. após o 4 a dia de trabalho da semana. OP-DDT. tremores e hepatomegalia. OP-DDE. Obs. alfa-BHC.Recomenda-se coletar no início e ao final da jornada de trabalho.5 mg/g de creatinina (NR-7. Obs. Os sinais de intoxicaç o aguda compreendem: cefal ia. do trato respiratório e gastrointestinal. Condi o: 10. ñ ˆu‰Ù—€” ˆ ˆu‰«—€‰ ˆu‰Û—ud  † óuô † ò B ˆu‰ ˆu‰  ô Inseticidas Organoclorados Coment  rios:  ‰(‘€ˆu‰  Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o aos inseticidas organoclorados. endo I. endo sulfato. endo II. Pode produzir irritaç mucosas. em que o excesso de calcificaç s ossos resulta em fus s juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. nos casos crônicos. aorta e rins. no tecido abdominal. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. heptacloroepoxi. MT/Br) " IBMP: 3. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os inseticidas Organoclorados foram proibidos por lei. 50 mL de Urina recente .: N colher em local de trabalho.Urina: Veja Urina 24h p g. Em casos positivos.0 mg/g creatinina no início da jornada (NR-7. Cas seja enviado imediatamente ao laboratório.Fluoreto Coment  rios: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteobl stica). aldrin. n sendo citados valores na atual NR-7. concentrando-se nos tecidos gordurosos. S o distribuídos uniformemente pelo organismo. miurex.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). Laboratórios: Especificar tipo de urina. .Urina início ou final jornada de trabalho. mal estar geral. transpiraç xcessiva.Urina recente . lavar as m s e a genit lia antes de colher. respiraç o deprimida. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Avalia a relaç o entre a intensidade da exposiç com o efeito nocivo provocado no organismo.Urina 24 h .

Urina início ou final jornada de trabalho. Instruç es de Coleta . Os inseticidas organofosforados o se acumulam no organismo humano. lavar as m s e a genit lia antes de colher. sendo facilmente degradados e excretados. M todo: Espectrofotometria de Absorç atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: At . enviar 10 mL e informar volume total. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. retirar o uniforme. ˆu‰zdu‰  ‘u“ ˆ u ‰ du‘u“ ˆ ‘u“  † ñ uˆ ‰ ò óu† ô A@ ˆu‰ ô  ˆu‰ Ç–u” ˆu† ‰ ˆu‰ €’ ud u‘ ˆu“ ‰  Instituto de Patologia Clínica H. ñ ˆ ò ˆu‰ ˆu‰¿—ud ‡ ˆ€‰ ‡ † ˆu‰©— ˆu‰©du‰ † ˆ ˆ ‘€ˆ ˆu‰ý—u‰ ˆu‰ † †¦š óuô ˆu‰ uˆ å ‰Ó ” ë u ud ‘ uˆ å ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  Mangan T¤— Coment  rios: Indicador biológico para exposiç manga s. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os valores citados na NR-7 s referentes a atividade da Acetil Colinesterase. retirar o uniforme. PARDINI 325 . Paration metílico. oral e cutânea. Laboratórios: Especificar tipo de urina. ossos.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). ocasionando ac mulo da acetilcolina no sistema nervoso. O manga s concentra-se no c rebro. A absorç se d las vias respiratória e gastrintestinal. Obs. Condi o: 10. produzindo intensa excitaç vagal e uma despolarizaç permanente dos m sculos esquel ticos. Laboratórios: Especificar tipo de urina. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç tificaç s seguintes organofosforados: Phorate. Malation. Paration etílico. Obs.Urina: Veja Urina 24h p g. 50 mL de Urina recente .: N colher em local de trabalho. A absorç gastrintestinal est relacionada com o teor de ferro na dieta: indivíduos micos absorvem maior quantidade do metal. fígado.Urina recente .Urina 24 h . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Provocam a inativaç colinesterase por aç o predominantemente parassimpaticomim tica. pâncreas e rins. O KMnO4 atua destruindo as c lulas das mucosas por aç c stica. Elimina -se lentamente pela urina.: N colher em local de trabalho. Diazinon. S o absorvidos pelas vias inalatória. bile e fezes. enviar 50 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 µg/L Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . lavar as m s e a genit lia antes de colher.Inseticidas Organofosforados Coment  rios: A monitorizaç e exposiç s organofosforados pode ser feita pela determinaç s mesmos inalterados em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas at horas após a exposiç . Ethion.Urina 24h. Sabe-se que a inalaç de v apores de man s produz deterioraç o progressiva do SNC.

1994.0% (NR-7.0 mL de urina.: N colher em local de trabalho. lavar as m s e a genit lia antes de colher. coraç o . MT/Br) # IBMP $ 5.0 µg/g de creatinina (NR-7. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Gerador de Hidretos) Conservaç o de envio: Refrigerar. perda de peso. MT/Br) # IBMP: 35. A intoxicaç crônic caracterizada por vômitos. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Mercúrio Coment  rios: O aumento do nível de merc rio no organismo ocorre como conseq cia da exposiç o a vapores ou partículas de merc rio que podem ser encontrados em ambientes de trabalho onde se localiza o referido metal. Adicionar 1. 1994. MT/Br) Condi o: 5. A anilina produz aç o local no tecido cutâneo e mucosas e. †óuô  ò URI’¶”p IO Valor de Refer ncia: At . embora n seja específica. enviar 50 mL e informar volume total. Obs. recomenda-se coletar a amostra 16 horas após o t rmino da exposiç . O seu metabólito. .0 µg/g de creatinina (NR-7. fígado.Se for possível coletar urina 24 horas. 1994. A inalaç representa a principal via de absorç . após absorv ida.0 mL de HNO36N para cada 100. Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. ñ † † ˆ ˆ óuô †ýÿ ò ô †  ˆu‰ýdýdu‘ ™ uˆ ‰  326 Instituto de Patologia Clínica H. pois tamb m indicador de exposiç o a outros amino ou nitrocompostos ou do uso de certos f rmacos.Urina recente . M todo: CO-Oxímetro (Espectrofotometria) Valor# de Refer ncia: at . MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).Urina 24h. O risco de mercurialismo em tais trabalhadores se constitui num s rio problema de s ocupacional. retirar o uniforme.0 µg/dL Condi o: 10.0 mL de Sangue Total (Heparina). diarr ias. deprime o SNC. pulm . a fenilhidroxilamina. sendo que seu ac mulo ocorre no SNC. ñ ˆu‰ ˆ u ‰ ˆ ‡ ‡ ! ô ˆ † ™ ˆ€” ‰ u“u‘ †‡ ˆ ud u‡ u— ” uˆ ‰ d † SANGUE Valor de Refer ncia: At .0% (NR-7. PARDINI . ansiedade. tremores e etc. o respons vel em grande parte por suas aç es metahemoglobinizantes. 353 † ò óuô u‘ €ˆ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  †  Meta Hemoglobina Coment  rios: A metahemoglobina constitui um indicador de exposiç ilina. 1994. tremores e aumento da excitabilidade do SNC. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Nas exposiç s acidentais ocorrem bronquites erosivas e pneumonites intesticial. rins. baço e intestino.

MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina final de jornada de trabalho . ela potencializa a toxicidade de outros solventes. ñ ˆu‰ † Ù d † u— u” – ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ R — u d ˆu‰R—u‰ óuô ò ˆu‰ ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ Á — u d ™” ”R‘uˆ€‰(” ô  Instituto de Patologia Clínica H. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.15 mg/dL % Concentraç s Tóxicas: > que 20.0 mg/L (NR-7. A sua toxicidade elev vida à metabolizaç o em cido fórmico e formaldeído.Urina 24 horas.0 mL de Plasma Fluoretado.0 mg/L (NR-7. A ingest ral de metanol dificilmente pode ser vista como um risco ocupacional. óuô † ò ô  Metiletilcetona Coment  rios: A MEC excretada na urina pode ser utilizada como indicador de avaliaç s exposiç s ocupacionais. a introduç sorç s r via respiratória. PARDINI 327 . embora possa ocorrer tamb m a absorç cutânea. Sua excreç inalterada e de seus produtos de biotransformaç (MEC) largamente influenciada por fatores individuais. 1994.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. óuô ò ˆu‰÷—ud ™ ” ˆ ˆu‰÷”à‰ —€à–u‰ ˆ u ‰ Û ” Û d u m ˆ u ‰ † ˆu‰ du—ud † —u” ˆu‰R‰ ˆ  ‡u‘   † ˆu‰R—u‰ ô ™” URINA Valor de Refer ncia: % at 5. principalmente. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina do final de jornada . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. A principal aç MEC no organismo humano ress o do sistema nervoso central.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. 1994. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Valor de Refer ncia: Geralmente n encontrado na urina d xpostos. . Laboratórios: Especificar tipo de urina e informar volume total.Urina recente . MT/Br) % IBMP: 15. com produç de narcose.Metanol Coment  rios: É utilizado como indicador biológico na monitorizaç exposiç o a o metanol. 1994.0 mg/dL Condi o: 5. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 mg/L (NR-7. † ñ SANGUE ˆ Valor de Refer ncia: % < que 0. Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho.Usar 100. sendo o ico lcool alif tico capaz de produzir uma acentuada acidose metabólica. O formaldeído apresenta efeitos danosos seletivos nas c lulas retin ianas. nessas condiç s. especialmente. & IBMP: 2. É rapidamente absorvida pela via respiratória. Conservaç o de envio: Enviar material congelado.Urina 24 horas.Urina recente . M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Interferentes: A ingest o concomitante de bebidas alcoólicas aumenta ligeiramente a concentraç metanol. a hepatoxicidade do tetracloreto de carbono e a neurotoxicidade do hexano (inibiç o na biotransformaç metabólito 2.0 mL de Urina. A exposiç cupacional .0 mg de Fluoreto para cada 100. 353 Conservaç o de envio: Enviar material congelado.5 -hexanodiona ). aos vapores de metanol e. . .

Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. pulso r pido.Urina recente. uma de início e outra de final de jornada de trabalho. MT/Br) ' at ' IBMP ( 60.0 µg/L (NR-7. Obs. zumbidos. . esta dever ser a do final de jornada de trabalho. utilizado na monitorizaç e trabalhadores. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: ' at . A principal aç stes compostos provocada pelo íon cianeto (CN-). .Deve ser colhido após o 3 o dia da exposiç . 1978. mal-estar generalizado. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Níquel Coment  rios: Indicador biológico de exposiç níquel. É importante notar que indivíduos fumantes apresentam uma concentraç lasm tica de tiocianato mais elevada do que indivíduos fumantes. PARDINI . Este metabólito xcretado pela urina e pode ser utilizado como indicador biológico. atuando a nível celular. câncer pulmonar (casos crônicos). dermatite (casos crônicos). colapso. lavar as m s e a genit lia antes de colher. tosse. Laboratórios: Especificar tipo de urina. taquicardia. *enviar 10 mL e informar volume total. após 17 a 39 horas de exposiç o semanal. que produz hipóxia. Informaç es nece rias: Informar se fumante. ñ ˆu‰öd ˆ u ‰ Û ‘ u d –u‘ † ˆ€‰ý ˆu‰Û—u‰à ‘ du‰ ˆ † –u‘ † ˆu‰ ” — †   óuô †iÿf¨ ò ˆu‰ ô ˆu‰  ˆ  Tiocianato Coment  rios: O cido cianídrico e seus sais s tilizados industrialmente. a ia. A principal manifestaç intoxica ç íquel carbonila a dis ia.Recomenda-se coletar ao final da jornada de trabalho. Outros sinais s hipertermia. ˆu‰ † ”  ñ † ‘uˆu‰ †H† • þ ò ˆ€‰ óuô † vv    ˆ€‰  u— R ‰  ˆu‰í–  ˆ€‰ —u” ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰R–u‰ d R ‡ u ‘  ô 328 Instituto de Patologia Clínica H.: N colher em local de trabalho. retirar o uniforme. tontura. vômitos.*Urina 24h.0 mg/L (Fumante) ' at . Se houver opç r um ica amostra. Preconiza -se a coleta de duas amostras. o CN . MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . A cianos indício de gravidade. parada cardíaca. No organismo. 1978. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 50 mL. asfixia. edema agudo e necrose pulmonar.0 mg/L (N Fumante) Condi o: 50 mL de Urina final de jornada de trabalho . após absorç .poder ser biotransformado no fígado a tiocianato pela aç da rodanase.Urina recente .0 µg/L (NR-7. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor Zeeman) Valor de Refer ncia: . devido à presença cido cianídrico no tabaco. n seas. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. necrose cerebral.

Intoxicaç s crônicas resultantes de exposiç s ocupacionais ao zinco s co freqüentes. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: NR-7 Portaria no 24 de 29/12/94 Tetracloroetileno 0 cido Tricloroac tico: 3. tricloroetano.5 mg/L ) Exposiç 0 Tricloroetano Triclorocompostos totais: 40. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (Sensível à luz).0 mg/g creat ) Exposiç Tricloroet ileno Triclorocompostos totais: 300. O processo de eliminaç s hidrocarbonetos alif ticos clorados relativamente lento. tricloroetileno) s sorvidos tanto por via respiratória quanto pela pele íntegra. como triclorocompostos totais. Os vapores de zinco ou de seus sais sol veis s o altamente ir ritativos para os pulm s. ˆu‰ uˆ ì ‰ u— d ”ý uˆ ì ‰ ud ‰ † “ ˆu‰÷dum  ‡ … ˆu‰ì—ud ™” ñ †ò ˆ  ˆˆuu‰‰R dduu‰‰ R ó u ô ˆ u ‰ R d u ‰ ‰R‡ ‰Ç—uˆu”z ‰ ô uˆ R ‰ u— ‰ ˆ  €ˆ « ‰‰ ˆu‰ † † ˆu‰   ˆu‰Ù—ud Zinco Coment  rios: Para avaliar a concentraç corpórea do zinco s ropostos como indicadores biológicos o zinco urin rio e o sanguíneo. Conservaç o de envio: Refrigerar. O TCE e o TCA s s principais metabólitos encontrados no sangue e na urina. PARDINI 329 .7 atual (tetracloroetileno.. O zinco um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua defici cia pode acarretar s rias conseq cias à s mana.  “u‘ ™” ò ™” ˆu‰ † † ˆu‰ ! ‰†‰ u“u‘ ˆu‰î– du‡u—u” ¡  ‡ ˆ ˆ ù ” €—  ˆ€‰ –u‰ ™” SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç Atômica (Chama) Valor de Refer ncia . exercendo aç irritante e depressora do sistema nervoso central.. sendo que a proporç o ent re as partes eliminadas varia de uma substância para outra. A chamada febre do fum efeito mais comumente observado em trabalhadores expostos ao óxido de zinco. Informaç es nece rias: Informar idade do paciente. Conservaç o de envio: Refrigerar. Interferentes: O consum lcool pode reduzir a excreç rin ria destes produtos devido à inibiç biotransformaç . Enviar 50 mL de urina. oral e inalatória. ñ óuô  ô vv  Continua.Eritrocit rio: 500 a 900 µg/dL Condi o: 10.Triclorocompostos Totais e Fraç ¥ es Coment  rios: A avaliaç exposiç s compostos clorados util iza a determinaç s concentraç s de tricloroetano (TCE) cido tricloroac tico (TCA) isolados ou conjuntamente. podendo ocorrer certo ac mulo destes e de seus metabólitos em caso de exposiç freqüente. Os tr s hidrocarbonetos alif ticos clorados contemplados pela NR . A absorç o s pelas vias percutânea. Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/g creat 0 ) Exposiç Condi o: 50 mL de Urina após ltimo dia de jornada semanal.0 mL de Sangue Total (Heparina).

Laboratórios: Enviar em frasco âmbar.ZINCO óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ˆu‰ ˆ u ‰ uˆ ‰   † dý‘uˆ ESPERMA Coment rios: Fatores como motilidade e viabilidade do esperma est iretamente ligados às concentraç s de zinco no mesmo.Urina recente . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. A diminuiç concentraç o do metal causa de anormalidade do espermograma.0 mL de Sangue Total (Heparina).Continu URINA M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: 150 a 700 µg/L Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . Laboratórios: Especificar tipo de urina. uˆ Û ‰ u— ‰ † ñ óuô ò † † ‡ † † ˆ ™” ô  “ ˆ 330 Instituto de Patologia Clínica H. a hemessintetase. n colher em local de t rabalho. Valores elevados de ZPP tamb m podem indicar anemia.000 µg/L Condi o: 1. PARDINI . que pode estar associada a infecç s crônicas ou malígnas. com isso o ferro da mol cula de protoporfirina IX substituído pelo zinco dos reticulócitos e conseqüentemente no lugar de se produzir heme.0 mL esperma. forma -se a zinco protoporfirina que liga-se à globina. adicionar cido ac tico (1. Conservaç o de envio: Refrigerar..  ñ ˆ ˆu‰ —€d ˆ óuô ò ñ ˆ ˆ€† ‰(— ˆu‰R—udR’ ˆ€‰«—ud ˆ€‰ ™” ô Zinco Protoporfirina Coment  rios: A elevaç s nívei s de zinco protoporfirina no sangue perif rico constitui um dos efeitos da absorç o do chumbo pelo organismo. enviar 50 mL de e informar volume total. lavar as m s e a genit lia antes de colher. Se a amostr o for enviada imediatamente ao laboratório. Coletar em qualquer hor rio da jornada de trabalho a partir do 3o m s de exposiç o. Obs. Recomenda-se coletar urina final de jornada de trabalho.0 mL para cada 100.: N colher após ejaculaç . ñ õuóuô o. retirar o uniforme.Urina 24h. O chumbo inibe a ltima enzima na biossíntese do heme. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia m dio: 156.0 mL de urina). Conservaç o de envio: Refrigerar. A determinaç o do zinco no líquido seminal pode servir para avaliar a evoluç funç secretória da próstata e ainda para salientar d iagnóstico de infecç lândula. M todo: Hematofluorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 80 µmoL/moL HEME Condi o: 5..

Nefrolitíase 35. teste Lactose. teste de tolerância Estímulo para Testosterona com HCG Acidificaç ri ria. 05. 10. 11. 03. 37.Sustacal Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose Tolerância à Glicose Endovenosa “€‘ u– €ˆ ‰ Provas Funcionais para Hipófise Anterior Estímulo para HGH Estímulo para HGH com Dexametasona Supress o para HGH com Glicose Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Estímulo para Prolactina com TRH Megateste Supress o para Prolactina após L -Dopa Geraç IGF -1 Estímulo para LH e FSH com LH-RH ˆ ˆ † uˆ ‰Rˆ —u” ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆu‰R—u”  Provas Funcionais Metabólicas da Nefrolitíase  31. teste Homocisteína após estímulo de Metionina Gastrina. 30. 26. estímulo alimentar e estímulo após glucagon Provas Funcionais para o Diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide C lcio Pentagastrina C lcio e Pentagastrina (simultâneo) Provas de absorç1 o de carboidratos Outros testes ˆu‰© ‘u Instituto de Patologia Clínica H. 25. 27.Teste de Restriç Hídrica Tolerância r ida a Insulina . Estímulo para TSH com TRH  Provas Funcionais para Pâncreas Endócrino 14. 06. 22. testes confirmatórios  ˆˆ ˆˆ ˆu‰ Provas Funcionais da Tireóide 13. 02. Teste de Pak .Cortrosina Estímulo com ACTH para: Androstenediona. Estímulo para Calcitonina com infus 32. 43. 17. Tolerância a Glico se Diabetes Insipidus . 29. Estímulo para Calcitonina com infus 34. Composto S. 04. Cortisol.DDAVP Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH Estímulo r pido para Cortisol com ACTH . Estímulo para ACTH com Desmopressina . 19. 20. 41. DHEA. Progesterona Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Estímulo com CRH/CRF pós supress com dexametasona Estímulo para ACTH com CRH/CRF Supress o do Captopril Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress o com Dexametasona Supress o com Dexametasona em crianças Aldosteronismo Prim rio. 40.Sobrecarga oral com C lcio 36.Provas Funcionais da Supra-renal 01. 39.KITT Diagnóstico de diabetes gestacional Estímulo do Peptídeo C . 09. D-Xilose. 23. Estímulo para Calcitonina com infus 33. 17 OH Progesterona. teste de tolerância Maltose. 15. 18. teste de tolerância Sacarose. 28. PARDINI 331 . 21. 42. 16. 38. 12. 07. 08. 17 OH Pregnenolona. 24.

Preparo do Paciente: Colher amostras 15’ antes da administraç DDAVP e colher amostras basal (0). idosos e com sintomas de insufici cia adrenal. Estímulo para ACTH com Desmopressina 2 DDAVP Material: 2. N o apresenta efeitos colaterais. doença cerebrovascular. 45 e 60 minutos após a admini straç o de 10 ug de DDAVP endovenoso. Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0.05 U/kg).1 U de insulina simples/kg de peso (quando h forte suspeita de defici ncia aplicar 0. Teste de estímulo prolongado: hoje pouco usado.PROVAS FUNCIONAIS DA SUPRA-RENAL 01. Cushing: Resposta acima de 50% do basal para Cortisol e ACTH. 3 ACTH após Hipoglicemia aumenta 2 vezes ou mais. Cuidado com hipoglicemia durante o teste.0 mL de Plasma (EDTA) + Soro.5 mL de Soro. ñ ˆô † du‘ ¡ ˆÁ” ˆ€‰ óuô 332 Instituto de Patologia Clínica H. Aplicaç o clínica: (-) 20 kg = 1/2 ampola (+) 20 kg = 1 ampola Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. cardiopatas. • Colher glicemia em todos os tempos e na hipoglicemia. O material deve ser coletado e transportado em tubo pl stico e congelado imediatamente. Crit rio de Interpreta o: 3 Normais: só 10% responde acima de 50% do basal. Hipoglicemia com Insulina para dosagem Cortisol e/ou ACTH Material: 1. 30. Crit rio de interpreta o: 3 CORTISOL após Hipoglicemia deve ser ≥ 16 µg/dL. N o realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. PARDINI . Amostras s o colhidas 30. 60 e 90 minutos após a hipoglicemia. Estímulo r4 pido para Cortisol com ACTH 2 Cortrosina Material: 1. 3 D. Preparo do Paciente: Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da m . em seguida.0 mL de Soro.: • Pode ser feito o teste apenas com o Cortisol. Obs. A centrífuga tem que ser refrigerada. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). Cuidados: Contra indicado para pacientes convulsivos.  ˆ ñ “ ˆ óuô ˆ  “€‘ 03. colher amostras de soro 30’ e 60’ após a injeç . ter sempre glicose hipertônica pa ra aplicaç o EV se necess rio (manter soro fisiológico venoso). 15. ˆ ˆu‰å—€‰ ñ óuô  02. O ACTH deve ser colhido somente entre 08:00 e 10:00 horas.

os valores abaixo de 1. -N resenta efeitos colaterais. Obs.5 mg de Dexametasona. Certos adenomas se comportam com hiperplasia. o mais característic discreta ou o resposta da Renina ao estímulo.5 ng/mL/h 5 Aldosterona se eleva para 13. em relaç o aos outros esteróides o valor m ximo de resposta ltrapassa 2 a 3 vezes o valor basal. Preparo do Paciente: JD 4h. colher amostras nos tempos: 0 (basal) e 15 minutos após administraç o endovenosa de CRH.normal.5 ng/mL/h Hiperaldosteronismo Prim rio (HAP) ou outros hipermineralocorticismos. Teste Postural Potencializado pela Furosemida (8) .: O teste pode ser feito com qualquer dos hormônios acima. iniciando às 12:00 horas do primeiro dia e terminando às 06:00 horas da m dia seguinte (8 comprimidos equivale a 2 mg/dia = LIDDLE I). 60 e 120 minutos (opcional) após a injeç .0 mL de Soro.5 mL de Soro. nas seguintes dosagens: Adultos 6 100 mcg / Crianças 6 1 mcg/kg peso corporal. Preparo do Paciente: Supress o com DXM 6 administrar ao paciente 1 comprimido de 0. The Endocrinologist. ñ d† du‘ ¡ ˆ óuô ‰Û‡  ˆ du‘ ¡ ˆ÷—u‰ Cuttler GB The Endocrinologist. seguido de 2 horas em p com deambulaç o. Fingling JW. quando os níveis de Cortisol atingirem valores acima de 1. Só interromper beta bloqueadores. Composto S.04.7 a 8. Para este teste n o precisa interromper tratamento da hiperten o. Cortisol. PARDINI 333 . † ó€ô ˆ   ô ˆ v ô uˆ ‰ ‰ † d ˆ €‘ ˆ ¡  06. ñ ˆu‰Rdu– ‘uˆu‰© † óuô ˆu‰ ‘ ¡ ˆR” ˆ  ‘uˆ   † 05. Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da ma . A Relaç Aldosterona/Renina se eleva acima de 40. Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. 17 OH Pregnenolona.4 mcg/dL. DHEA. em seguida.5 ng/m/l/h . Dose: comprimido 40 mg = 1 comprimido . Crit rio de Interpreta o: A prov considerada positiva para Síndrome de Cushing (hipofis rio). Estímulo com ACTH para: Androstenediona.Atividade Renina Plasm tica (PRA) maior do 1. Progesterona Material: 1.Colher sangue basal para Renina e Aldosterona e 120’ após 40 mg – Oral de Furosemida. quando se aciona o sistema renina-angiotensina com diur ticos ou espirolactona chamado “Adenoma responsivo a angiotensina”. supl 1:25 1997 Instituto de Patologia Clínica H. aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). Estímulo com CRH/CRF pós supress1 o com Dexametasona Material: Cortisol 6 1. Estímulo com CRH 6 JO 8h. colher amostras de soro 30 (cortisol ou Composto S). de 6 em 6 horas durante 2 dias. supl 1:25 1997.4 mcg/dL indicam Cushing ectópico. em geral acima de 100. Interpreta o: 5 Renina se eleva para 1.0 mg/dL Relaç o Aldosterona/Renina 6 20 a 30 No Hiperaldosteronismo prim rio. Colher entre 08:00 e 09:00 horas.0 a 50. Resposta . na maioria dos pacientes resposta normal da Aldosterona. 17 OH Progesterona.17 OH Progesterona 60’ após ACTH: 5 Normais: < 200 ng/dL 5 Zona Cinza: 200 a 450 ng/dL 5 Heterozigotos: 450 a 1500 ng/dL 5 Formas o Cl ssicas: 1500 a 12000 ng/dL 5 Formas Cl ssicas: > 12000 ng/dL Resposta dos demais esteróides veja nosso informativo HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA. Abaixo de 1. Após 2 horas da tomada d ltimo comprimido de Dexametasona (08:00 horas da m ).

por m pode haver discreta resposta do 7 Cushing Adrenal (ACTH independente) ACTH que o ultrapassa a 5 pg/mL. frio. Wesley R. 8 Dose: 1 comprimido = 25 mg Condiç es: JD 4h ou C.Se no final do teste o paciente estiver hipotenso ou muito sonolento.PA. Crit rio de Interpreta o: O resultad expresso em relaç sal.Dosar catecolaminas plasm ticas basais e após supress .O. . mas responde à supress com DXM baixa dose. In Endocrinology. ‰ † óuô ˆu‰Rdu‰Rmud ˆu‰ ˆ ‘uˆ u‘ ˆ ‘u’R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ˆu‰R—u” † ‘uˆu‰ ˆ ˆu‰ 08. .Colher Sangue para ACTH (10 mL).07. PARDINI .relaç Aldosterona/Renina > 50 7 Aldosteronismo prim rio . .A press sistólica deve estar acima de 100 mm Hg antes de tomar o comprimido.O. 2 horas depois. Muit til para afastar aç lquer tipo de stress.M.3 mg) de Clonidina via oral (pacientes com aproximadamente 70 kg). Estímulo para ACTH com CRH/CRF CRH .GB Jr. Raros casos de 7 Cushing Ectópico.Hormônio Liberador da Corticotrofina Fazer entre 08:00 e 09:00 horas da m Preparo do Paciente: . o responde ao CRH. deixar dormir mais um pouco e os cuidados que se deve tomar com a sonol ncia).Tomar 300 mcg (0. tomar as mesmas condutas que se toma no teste da clonidina em crianças (sal debaixo da língua. WB Saunders Company. logo após tomar 1 comprimido 25 8 mg de Captopril (Capoten).senta no mínimo 10 minutos): > 12.relaç tico = Hipertens o arterial essencial 7 Aldosteronismo idi A relaç Aldosterona/Renina pode ser feita com valores basais 8 (9 a 10 horas da m .: A simplified morning ovine corticotropin-releasing hormone stimulation test for differential diagnosis of adrenocorticotropin-dependent Cushing’s syndrome. The Endocrinologist 1997. respond e ao CRH. 7 Pseudo Cushi ud ‘ ¡ ˆ ñ Cutler. responder ao CRH. apenas 7% s o irresponsivos. infundir soro fisiológico. verificar press rterial. Nieman LK. 7 Aumento 8 timo e pâncreas. edited by DeGroot LJ. 1 hora de repouso. . . Crit rio de Interpreta o: Aldosterona plasm tica 8 < 15 ng/dL Aldosterona/Renina < 50 7 Hipertens o arterial essencial .Colher Sangue basal p/ ACTH (10 mL). em geral no pulm ectópicos s o responsivos.9 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona 8 ˆu‰ ¡ ñ ˆt‰ † ˆ€‰(‘u”d  ˆ  ‰ u – u uˆ ‰ d€‘ ¡ ˆ óuô † ˆu‰ uˆ ‰ ˆ —€‰ ¡    09. Cutler GB Jr: Cushing’s syndrome. Supress1 o do Captopril Colher Sangue basal para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro).Philadelphia. J Clin Endocrinol Metab 1993. > 35% indica doença de Cushing em 90% dos casos. Supress1 o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Preparo do Paciente: .Repouso antes de colher o basal. N cess rio dieta pr via. .6 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona/Renina 8 > 8. 8 Tirar toda medicaç ipertensiva 2 semanas antes do teste – C.JO 8h. .Injetar CRH (l microg/kg) EV . Manter o paciente deitado durante todo teste e 1 hora após. 5 minutos antes da injeç CRH. Oldfield EH. colher novamente Sangue para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro).M. ˆu‰  ˆu‰ ñ ‰(‡ ˆu‰Róu—uô ‰ ˆu‰R—u”Rë€d ˆu‰Rdu‰ “ 334 Instituto de Patologia Clínica H. 7:10S-16S Nieman L. et al. uso anti -hipertensivos. 77:1308-12.Realizar somente em adultos. Crit rio de Interpreta o: Normal – reduç s níveis em 50% ou mais em relaç basal. 1995. aos 15 e 30 minutos.

Colher sangue entre 7 e 9 h da m . durante 2 dias (16 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 32 comprimidos). . p/ Cortisol e/ou ACHT basal. A CORTISOL queda de 60% do valor basal ou < 5 µg/dL A ñ ª vv ô du‘ ¡ ˆ … du‘ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). p/ Cortisol e/ou ACHT. Trazer a Urina 24 h. p/ Cortisol e/ou ACHT basal. Supress1 o com Dexametasona TESTE R¶ PIDO C/ 1 mg de DEXAMETASONA ¡ .1o dia: Tomar 4 comprimidos de 0.2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. . p/ Cortisol e/ou ACHT. A Crit rios para Supr o 17 KS < 7 mg/24 horas A 17 OH < 4. . durante 2 dias (4 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 8 comprimidos). para Cortisol e/ou ACHT.Colher Urina 24 h basal p/ 17 OH.10.Colher sangue entre 7 e 9 h da m .3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 horas da manh . 12:00. p/Cortisol e/ou ACHT. segundo LIDDLE). A Dia seguinte . para Cortisol e/ou ACTH. PARDINI 335 .2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. . 12:00. 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). começando às 6:00.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. segundo LIDDLE). A Às 23:00 horas . . .5 mg/24 horas A CORTISOL LIVRE URIN RIO A queda de 50% do valor basal ACTH queda de 50% do valor basal. . 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. 17 OH e/ou Cortisol Livre. 17 OH e/ou Cortisol Livre. Preparo do Paciente: BASAL . Trazer a urina 24 horas. Preparo do Paciente: BASAL . 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. para Cortisol e/ou ACHT. LIDDLE II d€‘ ¡ ˆ ‡ ‘uˆu‰ ‡ TESTE R¶ PIDO C/ 8 mg DE DEXAMETASONA † ‰ˆ  Preparo do Paciente Colher sangue entre 7 e 9 h da m . LIDDLE I ˆ ˆ ‘uˆu‰ ‡ dö‡ †‰ ˆ  TESTE C/ 8 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS. 18:00.3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 hrs da manh . 18:00 e lt ima tomada às 24:00 (ou começando às 12:00.Tomar 1 mg de Dexametasona VO.Tomar 8 mg de Dexametasona VO.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas.Às 23:00 horas .Colher sangue entre 7 e 9 h da m .Colher sangue entre 7 e 9 h da manh . 18:00 e a ltima tomada às 2 4:00 (ou começando às 12:00. .1o dia: Tomar 1 comprimido de 0. 18:00.Colher Urina 24 hs basal p/ 17 OH. 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. du‘ ˆ ¡ TESTE C/ 2 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS.Dia seguinte: Colher sangue entre 7 e 9 h da man . SUPRESS@ O . SUPRESS@ O . começando às 6:00.

 ˆu‰R—u” NEJM 1994. após 2 a 3 litros de soro fisiológico. Dosa-se Aldosterona e cortisol plasm ticos no início e no fim da infus o. laparotomia. fracionar de 6 em 6 horas por 2 dias. ˆu‰Û—u”  ˆu‰Á—€” ”uë!u” “ †  Rdumud ˆu‰Á‰um AMOSTRAS DE SANGUE VENOSO ADRENAL ESQUERDA E DA DIREITA Esse teste obviamente só ser feito quando as imagens radiológicas especialmente tomografia espiral com corte de 3 milimetros videnciar o tumor.15 mcg/kg às 23:00 horas. Interpreta o: Em pessoas normais. uˆ ‰R”u‘u—u‰ ó€ô ”«‘€ˆ † — ˆ€‰  ˆ † ˆ ˆu‰R” ˆ ˆu‰ SUPRESS– O ORAL COM SAL O paciente tem que tomar dieta com alta quantidade de sal com 3 dias. ou seja. Acima de 13 microgramas indica aldosteronismo prim rio. Supress1 o com Dexametasona em Crianças Dose Baixa (equivale a 2 mg) → 30 mcg/kg/dia Dose Alta (equivale a 8 mg) → 120 mcg/kg/dia Calcular a dose total. Importante: Este test o pode ser feito em pessoas que tem comprometimento cardíaco ou pessoas debilitadas. Se o paciente tiver o tumor a relaç ldosterona/cortisol estar maior no lado do tumor. Valores maiores de 10 nanog/dL s o diagnóstico de produç autônoma de aldosterona (adenoma). de 500 mL de soro fisiológico por hora. ‘uˆu‰R”    ˆu‰ † d † † ˆ€‰«d   † uˆ ‰ ˆ 336 Instituto de Patologia Clínica H. Colhe-se o sangue perif rico simultaneamente e o sangue de cada veia adrenal para aldosterona e cortisol. o pot ssio tem que ser dosado com fr ncia para constatar os valores de c lcio. ou seja. . dividir em 4 tomadas.11. Por isso tem que ser acompanhadas por enfermagem.Tomar VO comprimidos ou soluç Dexametasona. ou seja. hipertens ssencial a aldosterona cai abaixo de 6 nanog/dL após 2 ou 3 litros de infus o. 2 tabletes de 1 grama de NaCl em cada refeiç o por dia. A dosagem de Cortisol feita para excluir stress mediado por ACTH.Controle rigoroso da press SUPRESS– O COM SORO FISIOLÓGICO Administraç venosa por 4 a 6 horas. A relaç Aldosterona/Cortisol calculada de cada lado e comparada.1 miligramas a cada 6 horas com suplementaç rigatória de sódio 20 a 30 milimol 3 veze s ao dia por 4 dias. Injeta-se 200 microgramas de ACTH sint tico (cortrosina) e colhe-se sangue a cada 10 minutos durante 50 minutos após ACTH. 4 gramas por dia.  ˆ SUPRESS– O COM FLUORHIDROCORTISONA ORAL Ingest 0.Cuidado com problemas cardíacos . Normais. PARDINI . ou seja. testes confirmatórios . a aldosterona plasm tica cair ixo de 6 nanog/dL. Teste r pido . Primeiro faz-se a laparoscopia. Na suprarenal do outro lado a relaç ldosterona/cortisol est suprimida e geralmente com valores inferiores da relaç o medida na veia perif rica.331:629-36 12. eventualmente. Aldosteronismo PrimB rio. que aumenta aldosterona e da resultado falso-positivo. As pessoas normais excretam aldosterona igual ou menor do que 12 microgramas/24 horas. No 3 o dia colher Urina 24 horas e verificar se o Sódio urin rio esta maior do que 200 milimoL/24 horas o que confirma a alta ingest Sódio. Importante: Este test muito perigoso porque pode produzir severa hipocalemia.Acompanhamento m ico rigoroso .

5 µUI/mL em relaç valor basal.9 mL de Soro. sendo indicada atividade física normal nesse período. fazer o teste com 1/4 da ampola. embora os crit rios de baixa reserva tenham sido modificados porque pessoas normais podem ter elevaç s de 60 µUI/mL. Obs. polidpsia e perda inexplicada de peso. em um volume de 300 ml para ser ingerida em 5 minutos.: A resposta aumentada fica a crit rio clínico. Preparo do Paciente: Colher amostra basal e 30 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. igual adulto. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Todos r idos e imediatamente após a injeç o. †— dÁ‡   ˆu‰ † ˆ < 140 mg/dl (se realizada) > 140 e < 200 > 200 > 200 (com sintomas clï ssicos***) † —u” ‡ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ Instituto de Patologia Clínica H. sem observar o intervalo d ltima refeiç . O TTG recomendado para pacientes hospitalizados. *** Os sintomas cl ssicos de Diabetes Mellitus incluem poli ria. . PARDINI 337 . com um mínimo de 150 gr de carboidratos. com 8 a 14 horas de jejum (ou C. mas em indivíduos diferentes h grande variaç .PROVAS FUNCIONAIS DA TIREÓIDE 13. crianças de 6 a 13 anos . As respostas numa mesma pessoa s sempre semelhantes. sendo que a resposta em geral roporcional ao valor basal. Caso o m dico insista. Dose: Evitar fazer o teste em crianças menores de 5 anos . Dar 75 gr de glicose. consultar o m ico se pode fazer apenas o TSH Ultra Sensível. agudamente doentes ou inativos. ou seja. Nota: O diagnóstico de Diabetes Mellitus deve sempre ser confirmado pela repetiç test e em outro dia. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. 100 µg. Durante o exam cess rio que o paciente permaneça sentado e n fume. O teste deve ser realizado pela man .Informar medicamentos em uso e. O prazo m ximo de jejum 14 horas segundo a OMS. > 13 anos. se mulher. calor perineal. 50 µg. fazer o teste com 1/2 da ampola. Tolerância à Glicose Crit rio de Interpret o: Preparo do Paciente: o paciente deve fazer dieta sem restriç s. nos tr s dias que antecedem ao teste.M). ñ €ˆ ‰ óuô ˆ †– † ‘ €    ˆu‰ † ™”  †  ˆu‰Rdu‰ u– †— ˆu‰ PROVAS FUNCIONAIS PARA PÂNCREAS ENDÓCRIN O 14. ou seja. Crit rio de Interpreta o: Resposta baixa: espera-se um incremento menor de 2. gosto amargo. ñ õuóuô C Curva GlicD mica ” † ‘€”  —€”(€’ud “ ¡ ˆ ˆu‰ ™” ‘uˆ€‰ †  Categoria Glicemia de Jejum Alterada Tolerância Diminuída à Glicose Diabetes Mellitus Jejum* > 110 e <126 < 126 > 126 2 horas após 75 gramas de glicose (mg/dL) Casual** *O jejum efinido como a falta de ingest o calórica de no mínimo 8 horas.O. a menos que haja hiperglicemia inequívoca com descompensaç metabólica aguda ou sintomas óbvios de DM. ** Glicemia plasm tica casual definida como aquela realizada a qualquer hora do dia. sea. Estímulo para TSH com TRH Material: 0.

Área 2: Diabetes Insipidus Central. 2. Diabetes Insipidus E A desidrataç romove um forte estímulo para liberaç medindo-se a osmolalidade uri ria e/ou ADH s rico.I.O peso do paciente deve ser verificado regularmente (de hora em hora.Faz-se coleta de sódio e ADH s ricos. Parcial D. Pode se iniciar a restriç ídrica à meia noite. 6. Se a relaç ·° tre Uosm/Posm < 1. # ‚"$# $ "ˆ #) $ "# $ )# "8# Interpreta o (5): Aumento na Uosm após Vasopressina < 9% > 50 % > 9% e < 50 % < 50 % < 9% Nos pacientes com polidpsia primF ria o período de privaç ser maior.Relação da osmolalidade urinária com ADH plasmático durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias (7-modificado). como sugerido. ° F ria. O laboratório Hermes Pardini realiza a dosagem da osmolalidade. PARDINI .Medir a osmolalidade uri ria 30 e 60 minutos depois.5 ao Normais D.N o permitida ingest líquidos at conclus o do teste.5 1 5 10 50 > 50 OSM OLALIDADE PLASMÁTICA mosmol / Kg ADH PLASMÁTICO pg/ml Figura 1-Relação do ADH plasmático com osmolalidade plasmática durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias(4). Central D.  ‘€ d † ‡ 3 ˆu‰Rd(‰ ˆu‰ 1 ˆu‰©”u‘ † dR‘uˆu‰Rd ˆu‰ uˆ ¡© ‰ — ’u“€‘ ˆu‰ 1 8 "t #' 9 15 10 9 8 7 ADH PLASMÁTICO pg/ml 4 12 00 10 00 D E S ID R ATA Ç Ã O P IT R E SS IN A 80 0 6 5 4 3 2 1 LD 2 80 2 90 3 00 3 10 OSM OLALIDADE URINÁRIA mosmol / Kg 60 0 2 40 0 20 0 2 0 . Nefr ico Polidpsia Prim ria final do test ó€ô 9 ˆ '9 ‰u’u“u‘  improvF vel o diagnóstico de polidpsia primF ria.I. A densidade uri G osmolalidade uri G teste (notadamente a ° F ria e pode ser interessante sua pesquisa durante a realizaç refratometria)(10. A urina coletada de hora em hora para verificaç volume e osmolalidade**. 5.Administrar 5 UI de pitressina ou 0. apresenta boa correlaç com a poderia ser o peso. Figura 2 . O us lcool. Caso o período noturno seja utilizado o peso dever ser verificado o mais próximo possível desse período. ˆ†  ‘u Teste de Restriç1 o Hídrica ˆ ˆu‰R—u” ‘u † † †d ‘¡ˆ † ˆ€‰ù—€”  ADH. $ "& # (% 8 #$ )' ídrica s colocados em um . caso o fluxo urin rio seja < 4 l/dia ou às 6 da ma caso o contr rio. pelo menos) e o teste interrompido caso a perda de peso seja superior a 5%. tabaco e cafeína deve ser evitado a partir de seis horas antes do início do teste*. atrav s do crioscópio. Quando houver estabilizaç o da osmolalidade urin ria (alteraç menor ou igual a 30mOsm/kg por 2 a 3 horas consecutivas – usualmente leva 8 a 12 horas para ocorrer) colhe-se material para dosagem s rica de ADH e Posm (8).15. smolalidade s ric tingir um valor igual ou superior a 292 mOsm/l . 4. Interpretação: Área 1: pessoas normais e com polidpsia primária.I.11). 3.Pesar o paciente no início da restriç o hídrica. Área 3: Síndrome de Secreção Inapropriada de ADH. o parâmetro a ser seguido **Cas° seja disponível a aferiç ireta da osmolalidade uri G ° F ria.02 mcg/kg (ou 20 mcg) de DDAVP via subcutânea (9). ˆu‰â– 1. nesse instante do teste. Interpretação: Área 1: Pessoas normais e polidpsia primária. embora menos precisa. Área 4: Diabetes Insipidus Nefrogênico. Área 2: Diabetes Insipidus Nefrogênico. que pode ser v erificada indiretamente ˆ† ˆ ¡ u ˆ ‰ ‰R—u”R   ˆ€‰ ˆ€‰à—u‰ *Pode se optar por iniciar o jejum em outro horF rio de acordo com a disponibilidade do local onde o exame serF realizado. Se ao final do teste de restriç deve-se proceder ao teste de infus salina. Os valores de ADH e osmolalidade colhidos ao final do teste de restriç nomograma (figura 1) e o diagnóstico diretamente observado. A utilizaç o nomograma de ADH x osmolalidade uri ri til para diferenciaç tre diabetes insipidus nefro ico parcial e polidpsia prim ria (figura 2). diretamente. 338 Instituto de Patologia Clínica H.

40 %/min I obesos 3.M. PARDINI 339 . Nota: no rastreamento com 50 gramas de glicose. Diagnóstico de Diabetes Gestacional Diabetes Gestacional – ADA/NDDG Rastreio: 50 gramas de glicose VO.10 a 5.01 a 6. Diagnósti co: Preparo: 8 a 14 horas de jejum. Tolerância rB pida à Insulina H KITT Preparo do Paciente: JO 10h ou C. + 15’. Considerado positivo se glicemia uma hora após sobrecarga > 140 mg/dl. . iagnóstico de Diabetes Gestacional ˆu‰ † ‘u”  †— ˆu‰ Diabetes Gestacional – SBD/OMS Rastreio: . 100 gramas de glicose. +12’. + 20’ e + 30’. 0. +3’.N realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. ˆ ˆu‰R–u‰€—u” † ˆu‰ ‰†  Instituto de Patologia Clínica H.16. Colher sangue para Glicose nos tempos: -15’. * jejum de 8 a 14 horas.1 unidade de insulina regular por Kg de peso EV. N cess rio jejum. Em uma etapa: • É aplicado diretamente o TTOG* com 75 gramas de glicose.01%/min Resist ncia a insulina: I < 3. +9’. Deve ser realizado na 24a a 28a semana de gestaç . -5’. .O rastreamento entre a 24a e 28a semanas de gestaç ser realizado em uma ou duas etapas: Em duas etapas: • Com glicemia de Jejum: rastreio positivo se Gj > 85 mg/dl • Com glicemia 1 hora após 50 gramas de glucose: rastreio positivo se Glicemia > 140 mg/dl Nos casos positivos aplicar o TTOG* com 75 gramas de glicose. > 95 mg/dl ² Jejum : > 180 mg/dl ² 60 min: > 155 mg/dl ² 120 min: > 140 mg/dl ² 180 min: Dois ou mais valores.Na primeira consulta s o empregados os mesmos procedimentos e crit rios diagnósticos empregados fora da gravidez.O. Crit rio de Interpreta o: I normal 5. + 6’. valores de glicose plasm tica de uma hora > 185 mg/dl s considerados diagnósticos de Diabetes Mellitus Gestacional. No tempo “0” aplicar 0. como acima.30 %/min ”† u ˆ ‰ ñ “ óuô “u‘ d€m † 17. O test realizado para caracterizar o grau de resist cia à insulina em pacientes di ticos. Diagnóstico de Diabetes Gestacional O diagnóstic feito quando a glicemia duas horas após o TTOG com 75 gramas de glicose for >140 mg/dl.

pode haver superposiç valores. Estímulo do Peptídeo C P Sustacal . Observaç es: • Resposta normal 150 a 300% do basal. ˆu‰à”  ˆu‰ ˆu‰ €ó ô ” † ˆu‰â—u” ‡ † u– ˆ 19. • 19% de pacientes com Peptídeo C abaixo de 0. Tomar o Sustacal em menos de 10 minutos.33 ng/mL e se elevam para ± 0.: Endocrinol Metab Clin N Amer 1988. IDDM tem basal ± 0.Diluir 6 medidas de Sustacal em 1 copo de leite + 1 /2 copo de gua = 360 mL. PARDINI . 73: 590-595 ñ óuô  340 Instituto de Patologia Clínica H.77 ng/mL após Sustacal.Colher sangue para Peptídeo C e Glicose. Embora esse teste possa ser til para distinguir Diabetes Tipo 2 de Tipo 1. . tem grande aumento do Peptídeo C após o Sustacal. . Interpreta o: Pacientes c/ Peptídeo C > 2. 30.15 ng/mL. 120.18. . Bibl. tem Peptídeo C basal ± 0. ResistQ ncia à Insulina GTT c/dosagem de insulina e glicose (0. após a sobrecarga de Sustacal. Lembrar que em 81% d os casos o test conclusivo. em alguns casos. colher outro sangue para Peptídeo C e Glicose.245 Crit rio de Interpreta o: INSULINA BASAL S Normal < 20 µUI/mL S Suspeita de RI 20 a 30 µUI/mL S RI > 30 µUI/mL INSULINA PÓS -GLICOSE S Normal < 150 µUI/mL S RI moderada 150 a 300 µUI/mL S RI severa > 300 µUI/mL Ref. 180 min atR 300 ) Preparo do Paciente veja TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE p g.20 respondem aos agentes orais. aqui vai valer a avaliaç o clínica.013 ng/mL subindo somente para ± • Pacientes com mais de 5 anos de duraç 0.019 ng/mL. 17 (4): 685-703 J Clin Endocrinol Metab 1991. 60.Tomar 6 mL de Sustacal por Kg (acima de 60 Kg n xceder a 360 mL). • Pacientes com IDDM (Diabetes Mellitus Insulino Dependentes) com menos de 5 anos de duraç . a queda progressiva de Peptídeo C muito mais r ida do que em adultos. • Em adolescentes com IDDM.Após 90 minutos.

+ 5’ e +10’. ‡  õuóuô  vô ˆu‰ ˆ ˆu‰ Crit rio de Interpreta o: Acompanhar a queda do percentil. Cuidado: Após a infus o do soro glicosado. Hor rio do Teste: 07:30 às 10:00 horas (preferencialmente) Dose de Glicose: 0. . 1’após fazer infus . fazer 3 dias de dieta contendo pelo menos 150g de aç car e atividade física habitual. 5’. Tolerância à Glicose Endovenosa Material: 1.1313-1316. PERCENTIL DA SECRET @ O NORMAL DE INSULINA µU/mL Percentil 1 3 5 10 25 50 75 99 1+3 Min 46 56 64 81 112 162 219 551 1+3 2 vezes o Basal 24 36 43 55 91 137 193 462 ñ óuô Diabetes Care 1992: 15(10).Excesso de exercício físico deve ser evitado pelo menos 1 dia antes do teste. lavar o escalpe com soro fisiológico. Instituto de Patologia Clínica H.M.0 mL de Soro. Jejum: JO 10h ou C.O teste deve ser adiado se o paciente apresentar qualquer doença.5 g/kg no m ximo de 35 g Concentr o infundida: 25% Tempo de infu o: 3 min ± 15 segundos Tempo zero: final da infus Tempos de coleta: basal. +1’. PARDINI 341 . + 3’. . Preparo do Paciente: Como recomendado para curva de tolerância.20.O.

Amostras s colhidas 30. 342 Instituto de Patologia Clínica H.  d€m † ‡ ”† ˆ ˆu‰  ˆu‰ “ †— ¡  ˆ L-DOPA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar por VO L-Dopa na dose de: at kg de peso = 125 mg. † ˆ€‰ † † INSULINA Material: 1. nesses casos repetimos o teste após ® metoclopramida (Plasil ). 90 e 120 minutos. V Reforço: dependendo do nível da hipoglicemia. dentro dos parâmetros iniciais.1 U de insulina simples/kg de peso.15 mg/m2 de clonidina (Atensina®). Seguem-se 20 minutos de exercício contínuo (subir e descer escadas ou andar depressa) e nova coleta de sangue 0 (após t rmino do exercício). PARDINI . V Pacientes pós -cir rgicos de hipofisectomia. usamos doses menores de insulina (0. CUIDADOS: V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar a descompensaç o cardíaca. se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Nova coleta de sangue 60. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. Apenas liberar para atividade física quando tiver passado o efeito do medicamento. temos que interromper o teste. e 60 minutos após t rmino do exercício.PROVAS FUNCIONAIS PARA HIPÓFISE ANTERI OR 21. 30. 90 e 120 minutos após. O repouso após o test fundamental.0 mL Soro. V Crianças agitadas. quando ent colhida uma amostra basal. Cuidados: V Todos os pacientes apresentam hipotens o e sonol cia. Cuidados: O cliente apresenta com freq ci seas e vômitos. entre 15 e 30 kg = 250 mg e acima de 30 kg = 500 mg. Estímulo para HGH U Material: 1. ! u“€‘ dî‘u †  CLONIDINA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar VO 0. V Pacientes di ticos em uso de insulina: nos hiperglic micos ifícil conseguir hipoglicemia. que n permitem manter o so ro na veia.05 U/Kg).. V JO 8h. V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar à descompensaç o cardíaca e hipotens severa. 60 minutos após a hipoglicemia. colhendo ent amostras 60. Dosagem da clonidina pelo gr fico da superfície corpórea = peso + altura ˆ “€‘ ”† ˆu‰ ˆ€‰ ”† ˆ Continua. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. ter sempre glicose hipertônica para aplicaç o EV. 1 a 2 horas após o teste.0 mL de Soro Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. GH EXERC¼ CIO Preparo do Paciente: O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 15 minutos.. risco de hipoglicemia grave. V Com hipoglicemia durante o teste. poder ser feito um reforço na dose de Insulina.

após a coleta de uma amostra basal. Administr o da Dexametasona: a.(P029) Pinto. 2. pode ser utilizado via oral . 210 e 240 minutos (basal. apresenta um potente estímulo à secreç GH. sugerimos L-Dopa e exercício. et al. Colher sangue para GH nos tempos 60.. ACAR e cols. JCEM 1994. BROMETO DE PIRIDOSTIGMINA † INTERPRET“•”– O dos testes acima > do que 3 ng/mL: Pr -Puberal (Tanner 1) > do que 5 ng/mL: Tanner 2 > do que 7 ng/mL: Tanner 3 e Tanner 4 † Marin G. 180. EPM .5 mL de Soro.. Cuidados: O uso pr vio de atropina impede o aparecimento de cólicas intestinais.Administrar VO mestinon 70 mg por m2 de superfície corporal (nomograma). ou seja. 3:30 e 4 horas) Crit rio de Interpreta o: c Resposta normal: 36 ± 5 mUI/L d Resposta do D ficit de GH: 3 ± 1 mUI/L õuó€ô † ˆu‰ö— o ñ JCEM 1992 75(2):536-9 Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia 1994 -Curitiba. Estímulo para HGH com Dexametasona A Dexametasona. Preparo do Paciente: JO 8h ou C.00 ng/mL d Sugere Acromegalia f ñ ‰ † —u“€‘ óuô ˆ Instituto de Patologia Clínica H.M. 2 dias antes do teste.ETINIL ESTRADIOL. 3. O procediment i tico ao de um teste de tolerância glicose cl ssica. Com essa medicaç o. quando administrado agudamente. Crit rio de Interpreta o: Queda para níveis < 2. Cassorla F. porque apresentam efeitos colaterais mais brandos que os demais.00 ng/mL d Normais f > 5.EST MULO PARA HGH Ÿ MESTINON W Preparo do Paciente: Colher sangue no tempo basal ("0") . Supress1 o para HGH com Glicose e Dextrosol Material: 0.SP † óuô 23. O laboratório fornece o Etinil Estradiol. aconselhamos fazer como screening o IGF1 e o IGFBP-3. favor enviar peso e altura da criança. 2 mg VO Colher o sangue basal. Sendo necess rio teste de estímulo. N o realizamos testes de estímulo.O.79:537-41 SensibilizX`Yba o com ETINIL ESTRADIOL Nos pr -puberais ou no início da puberdade em “ambos os sexos”. o paciente recebe por via oral 75 g de glicose e s o colhidas amostras de Soro 60 e 120 minutos após. desaparec em os falsonegativos. 2:30 e 3 horas) b. PARDINI 343 . apesar dos efeitos delet rios no crescimento. 40 mcg/m2 por dia. 150 e 180 minutos (basal.Continu õuó€ô o. 1 mg/M2 EV Colher o sangue basal. 90 e 120 minutos após o estímulo. † ˆ Crianças menores de 2 anos: ˆ  22. 120.

sea. em geral elevado.: 30% dos normais podem responder.O. ñ  ‰ † ˆu‰R‰ vv  uó ô ˆ ‘u ˆ u ‰ ÷ëudu‘ €– ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ 27. Colher sangue no tempo "0" (basal) para TSH.0 mL de Soro. ñ † óuô ˆ€‰ ‘€ ˆu‰ u– ˆu‰ 25.5 mg por via oral). g Crit rio de Interpreta o: Queda maior que 50% dos valores basais. Megateste h Avaliaç1 o HipofisB ria Total Material: 1. deve pelo menos duplicar ou. mantendo a veia. mais 0. colher sangue aos 30. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneame nte? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. deve ser significativamente maior que o valor basal. Todos r idos e g imediatamente após a injeç o. gosto amargo.5 mL de Soro.05 UI/Kg de peso de insulina simples. TSH e HGH e 90 minutos para Cortisol. Colher amostra basal 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. calor perineal. vômitos e hipotens ós o Parlodel. HGH. após 20 minutos da hipoglicemia aplicar LH -RH + TRH. Administrar ao paciente. Colher sangue aos 30 minutos após estímulo para TSH.7 mL de Plasma. Colher sangue "0" (basal). nesses casos. FSH e LH aos 60 minutos para FSH.24. o valor de GH. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Todos r idos e imediatamente após a inj eç . Preparo do Paciente: JD 4h.5 mL de Soro. Supress1 o do HGH e Prolactina após Bromocriptina Material: 1. Crit rio de Interpret o: A resposta de cada teste deve ser considerada isoladamente. Informaç es nece rias: Se mulher.4 mL de Soro e 0. Após 1 comprimido de Bromocriptina (2. gosto amargo. 60. Crit rio de Interpreta o: Aumento > 100%. LH. FSH. Colher amostra basal. LH. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. ACTH. calor perineal. Preparo do Paciente: JO 8h. tendo como base um ritmo de secreç . 120 e 180 minutos para dosar GH e Prolactina. Cortisol. Preparo do Paciente: JD 4h. Obs. Estímulo para HGH com TRH em CR lulas Tumorais Material: 0. 200 mcg de TRH e 100 mcg de LH-RH. Crit rio de Interpreta o: Pacientes com c lulas tumorais devem responder e. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham.M. sea. Pode haver enjôo. PARDINI . via endovenosa. Cortisol e ACTH. Estímulo para Prolactina com TRH Material: 0. ñ óuô ˆ€‰(d€– 26. ACTH e HGH. Aplicar insulina. ñ õuóuô 344 Instituto de Patologia Clínica H.

com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est gr vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame.4 mcg/mL.mesmo dia “0” às 18:00 horas p 2o . Preparo do Paciente: JD 4h e repouso.: tomar cuidado com o limite inferior de detecç do ensaio que 0. ou seja. Supress1 o para Prolactina após L -Dopa Material: 0. pode ser encarado como insensibilidade parcial do receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH que pode revelar mutaç es.dia “3” às 18:00 horas i IGF 1 e IGFBP 3 após GH p dia “4” às 09:00 horas i GH Basal ou estimulado elevado com pequena resposta de IGF 1 e/ou IGFBP 3 em relaç o ao normal. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J us ou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame.eres: i LH mentar i FSH duplica Homens: i LH aumenta 4 a 10 vezes i FSH 0. colher sangue aos 60 e 90 minutos para dosar Prolactina. Obs. Aplicaç da ampola: (+) 20 kg = 1 ampola ( -) 20 kg = 1/2 ampola. Interpreta o: Incremento de 20% em relaç basal ou IGF -1 p > 15 ng/mL e IGFBP-3 p > 0. Informaç es nece rias: Se mulher.1 ng/mL. Crit rio de Interpreta o: Crianças pr . Geraç1 o de IGF -1 Procedimento: i IGF 1 e IGFBP 3 basal p às 09:00 horas dia “0” i Injeç s GH (0.1 ng/m t m valor. Estímulo para LH e FSH com LH-RH Material: 1. PARDINI 345 . responder questi rio: atualmente sua menstruaç v m todo m s? Caso n venham.28. Crit rio de Interpreta o: Queda de 50% dos níveis basais.0 mL de Soro. Após L -DOPA. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 100 µg de LH-RH.dia “2” às 18:00 horas p 4o .5 a 2 vezes i LH aumenta de 4 a 10 vezes Fase tea: i FSH 0.5 a 2 vezes Mulheres: Fase Folicular: i LH aumenta 3 a 4 vezes i FSH 0.5 a 2 vezes. ó€ô •(‘€ˆu‰ “ ˆu‰Rdu‰ ˆ€‰ ™ ˆ † €— ” ™” 30. Colher sangue para dosar Prolactina no tempo "0" (basal). ñ   ‰ † ˆu‰R‰ ™” vv  óuô ˆ ‰€‘u†  ëu” †   ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆu‰ “ “ ‡ ˆ u‰ uˆ ‰ “ ˆu‰ 29. uˆ du‰ – u ˆ R ‰ ñ † –u‡€m óuô ‰ † ˆu‰R‰ vv  ˆu‰ –u‰u—u”R‘uˆu‰Rd u• ‡  ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Se mulher. p N resenta efeitos colaterais. via oral. 10 mg/Kg de peso.dia “1” às 18:00 horas p 3o .5 mL de Soro. dose m xima de 500 mg. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. variaç s de 0.1 unidade/kg/ de GH) p 1o . Preparo do Paciente: Colher amostras basal (0').

seguido de 0. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosar calcitonina. Colher sangue no tempo "0" (basal) para dosar calcitonina.0 mL de soro fisiológico.0 mL de 0.9% de NaCL) de pentagastrina. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar a calcitonina. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r  ñ ˆu‰å—  † ˆu‰«ˆu‰w —u” — u ” w – ”w’u —u”«’u  346 Instituto de Patologia Clínica H.8 mL de Soro Preparo do Paciente: JD 4h.0 mL de Soro.0 mL de 0. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r ñ ˆ€‰ u– ˆu‰ s 1 o de CB lcio e Pentagastrina 33. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina.9% de NaCL infundida em 10 segundos Cada ampola possui 40 µg de Pentagastrina diluída em 2. .9% de NaCL. C lculo da ampola: peso x 2 : 9 = mL da ampola Resposta do Teste: < 100 pg/mL q Normais r entre 100 e 200 pg/mL q Suspeito de CMT r > 200 pg/mL q Sugestivo de CMT r  ˆu‰ u– 32.a ampola de pentagastrina cont m 40 µg em 2. Colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de CB lcio Material: 1.a infus e c lcio pode provocar sensaç calor e de plenitu strica e a pentagastrina pode provocar desconforto subesternal. Estímulo da Calcitonina com infut (simultâneo) Material: 0. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de Pentagastrina 0.5 µg/kg (em 2. 1 ampola diluída em 2. sensaç lenitud strica ou n sea que regride espontaneamente em 1 ou 2 minutos.0 mL de 0.PROVAS FUNCIONAIS PARA O DIAGNÓSTICO DO CARCINOMA MEDULAR DA TIREÓIDE 31. 2 mg/Kg de peso. Aplicar EV 2 mg/kg de gluconato de c lcio a 10% infundido em 1 minuto. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosagem de Calcitonina. infundida em 10 segundos. Preparo do Paciente: JD 4h.0 mL de soluç fisiológica. Após injeç r ida (10 segundos). PARDINI .5 µg/Kg em 2. Após injeç r ida (1 minuto) de gluconato de c lcio a 10%. .

Colher todas as urinas sem perder nenhuma m icç . Se o pH desta gasometria arterial for ≤ 7. Nesse material ser feitos os exames de: C lcio. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o. realizar teste de PAK.5. 2 0 mL por litro de urina de HCL 50%. enviar alíquota 50 mL e Informar o volume de 24h. Colher amostra isolada de urina (2a da manh ou após 4 horas de r etenç ) para os exames: A) v pH pelo pHm tro . Deoxipiridinolina/Piridinolina. O estudo com a dieta pobre em c lci mais realizado. Outros laboratórios. Nesse material ser feitos os exames de: Cistina qualitativa. Rotinas Na primeira Urina 24h. Citrato. Urina de 24 horas Colher material para duas ou tr s rotinas. dever ser colocado no frasco Bicarbonato de Sódio 5 g/L de urina. de prefer ncia tr s rotinas. Manter em temperatura ambiente.   © 8õuó€ô €ˆ ‰ ˆ€‰(—€d ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Para outros laboratórios enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. M sio e Oxalato u …   “ “ ˆ   “  ‰R‘u“ˆu‰ †  ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ ˆu‰ Na segunda urina 24h.30.PROVAS FUNCIONAIS METABÓLICAS DA NEFROLI T ASE 34. Manter temperatura ambiente. enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. rigorosamente antes de começar a coleta. Nesse material ser feito o exame de v cido Úrico …  du’u‘ † ˆ€‰ ˆ A terceira urina 24h dever ser colhida sem conservante e refrigerada. fornecido pelo laboratório. fornecido pelo laboratório.após 12h de jejum absoluto de gua e alimentos ( veja observaç v Urina tipo I com pesquisa de dismorfismo eritrocit rio v Urocultura com antibiograma 2. solicitar prova de Acidificaç urina. N o pode refrigerar. Obser oA Se o pH > 5. Urina isolada (Jejum Obrigatório). Para cada rotina deve-se coletar urina de 24 horas. colocar inicialmente no frasco. Sódio e Creatinina. fazer gasometria arterial. se elevado. N o refrigerar. Nos casos de hipercalci ria. dosar PTH v Creatinina v Fósforo v Pot ssio Exames de Urina 1. Outros laboratórios. PARDINI 347 . Nefrolitíase Exames de Sangue: cido Úrico v v C lcio Iônico.

apesar do c lcio urin.Hipercalciúria: C lcio uri rio: > 4 mg/Kg de peso ou € Homens: > 300 mg/24h € Mulheres: > 250 mg/24h . jejum ≥ 3. x Permanecer em jejum durante 08:00 horas. urin. pós -sobrecarga < 0./creat.Hipercalciúria indeterminada: C lcio urin./creat.11.35./creat.20.Hipercalciúria Marginal: C lcio uri rio: > 150 e < 250 mg/24h . jejum < 0. poder fazer x desjejum.5 € Relaç .11 e c lcio urin.  s 07:00 horas da m Colher amostra da primeira urina da man para exame de Urina rotina (jato m dio) às 08:00 horas e x desprezar o restante. jejum ≥ 0. 300 mL d’ . urin.: Após sobrecarga diminui AMP Cíclico. Teste de Pak w x Ingerir 300 mL d’ ua entre 21:00 e 24:00 horas. pós -sobrecarga dividido pela relaç o c lcio urin. ñ Tomar 2 comprimidos de C lcio Sandoz F em 1/2 copo d’ . ingerindo: 1 copo de c + 4 torradas ou 4 bolachas sal + 1 copo d’ ua./creat. urin. Colher toda a urina das próximas 2:00 horas (mais ou m enos at  s 10:00 horas) e dosar: x y C lcio y Creatinina u’ Teste de Sobrecarga Oral com CB lcio €’ud ¡ ˆ ˆ  du‘ ¡ ˆ † † Crit rios de Interpret o: . urin.11 e após sobrecarga ≥ 0. no dia do teste.Hiperabsorç o Intes tinal de C lcio: C lcio urin./creat./creat. c lcio urin. . > 4 mg/24h. Nesse momento. da realizaç o desta dieta.20. desprezar toda a urina. Após 1/2 hora (30 minutos). urin. x Ingerir. urin. Após 3:30 horas da x sobrecarga de c lcio colher toda a urina e dosar: y C lcio y Creatinina   ¡  d” —u”Ruu’’€ud( u’   ˆ€‰  ô uõ €ó ô  ‘u  ˆ  ‘u    ˆ   348 Instituto de Patologia Clínica H.Hipercalciúria Renal: Relaç o c lcio urin. jejum < 0. PARDINI . Obs.

Dose Administrada: 2.5 g/Kg de peso at o m ximo 25 gramas. est medida no sangue e urina. Obs. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).: O test realizado pela m . Após administraç o de dos e oral de xilose. É absorvido no intestino delgado e excretado sem ser metabolizado na urina. Jejum: Adultos „ JO 8h Crianças „ JO 4h . D -xilos m monossacarídeo normalmente inexistente no sangue. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici ncia de lactase. entre outras). ou secun ria a outras doenças: enterites infecciosas. Falsopositivos podem ocorrer.0 g/Kg (at no m ximo 50 g).5 mL de Soro ou Plasma (fluoreto) + 5 mL de Urina (informar volume total de 5 horas). Procedimento: 1. indometacina. Jejum: Adultos „ JO 8h / Crianças < 1 ano „ JO 6 a 8h. Esvaziar a bexiga no início do teste.PROVAS DE ABSORƒ  ‚ O DE CARBOIDRATOS 36. teste de tolerância Coment rios: Útil na investigaç da defici cia de lactase na mucosa intestinal. teste Coment rios: Teste usado na triagem de m sorç e carboidratos por doe nças da mucosa intestinal (doença celíaca. PARDINI 349 .0 mL de Soro ou Plasma fluoretado basal. Condi o: 0. Medicamentos como aspirina. Doença de Whipple e giardíase. Adulto „ 25 gramas Valor de Refer ncia: … Soro Adultos: > 25 mg/dL „ Criança: > 20 mg/dL „ … Urina „ Adulto: > 16% da dose ingerida Criança: > 10% da dose ingerida „ Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. ˆu‰  —u “u‘ † “ “ ˆ€‰à—u“u” ‘ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—ud Instituto de Patologia Clínica H. D-Xilose. Esse teste s til em pacientes com funç renal normal. Em pacientes normais observa-se um aumento da glicemia maior que 20 a 25 mg/dl. doença de Crohn.  ˆ ýd€m ˆ€‰ù— óuô ˆ  ˆ ”† ò ˆu‰ † — d† ꆇ ”† ˆ€‰ ud ‘ ¡ ˆ  †‰ † ”Ru’€† d ‘  †ô  37. após administraç lactose. 30’e 60’ após lactose. sprue tropical. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç lactose oral. Colher Sangue 1 hora após a ingest o da D -Xylose e colher Urina durante 5 horas após a dose.Permanecer em jejum at t rmino do teste. neomicina e glipizida podem interferir e devem ser descontinuados 24 horas antes do teste sob orientaç m ica. Resultados falso-positivos e falso-negativos podem ocorrer. doença inflamatória intestinal. Essa defici cia pode ser idiop tica. Essa defici ncia na síntese de lactase pelo enterócito acarreta em diarr ia osmótica. Lactose. C lculo da dose D-Xylose: Diluir a dose em 250 mL d : Criança „ 0. tomar dose de Xylose. fibrose cística. Procedimento: N o h coleta basal.

basal. PARDINI . Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. Procedimento: 1. após administraç maltose. resultando em mol culas de glicose que s prontamente absorvidas.0 g/Kg (at no m ximo 50. após administraç sacarose. Dose Administrada: 2. Procedimento: 1. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h.0 g/Kg (at no m ximo 50. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL da glicemia. resultando em mol culas de glicose e frutose. Dose Administrada: 2. A maltase age sobre a maltose. 30’e 60’ após sacarose. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Maltose.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. 30’e 60’ após maltose. A Sucrase age sobre a sacarose. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. Sacarose.38. “u‘ ˆu‰«—u” †“ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—u” 350 Instituto de Patologia Clínica H.  † ud u‘  “u‘ † “ ˆ€‰Ù—u” ˆu‰ †  †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d † ud u‘  ˆu‰R—u” 39.0 g). basal.0 g). teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).

30:187-192.5 mL de Soro.  ”R‡ ˆ € ‰ ( — € ” ( — € ” ˆ u ‰ R —  ‡ u m ‘u ˆ ‘u ‡ ˆu‰ —uò ‰  †H• ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. 2.1 g/Kg de peso de Cloreto de amônio e colher Urina 1. 3 e 4 horas para medir pH. Laboratórios: Enviar todo material colhido (cada) hora at ras após coleta.1988 41. administrar 0. Crit rio de Interpreta o: Aumento de pelo menos duas vezes do valor basal.OUTROS TESTES 40. Esses dist rbios podem levar a nefrocalcinose e formaç e c lculos uri rios. Colher Soro no 4 dia. num m ximo de 4000 unidades. Jejum: Adultos ‡ JO 8h Crianças ‡ JO 4h Procedimento: Colher Urina basal. Estímulo para Testosterona com HCG Material: 0. Preparo do Paciente: ® Colher sangue para testosterona basal (7 às 9 horas). PARDINI 351 . Valor de Refer ncia: Reduç pH urin rio a v alores inferiores a 5. Teste Coment rios: Test til na investigaç feitos no t ulo renal de acidificaç o uri ria. após o estímulo. para dosar Testosterona. em frasco contendo vaselina líquida. ñ ˆu‰ óuô †   JORN MÜLLER .3 em pelo menos uma das amostras colhidas após sobrecarga com Cloreto de amônio.HORMONE RESEARCH . Aplicaç do Profasi feita na farm cia. Aplicar por via intramuscul ar o HCG (Profasi – ® o Pregnyl ) 100 unidades/Kg de peso. dosar pH. Acidificaç1 o UrinB ria.

0 a 14. . Homocisteína após estímulo de Metionina Coment rios: Realiza-se sobrecarga da via da metionina (100mg/kg peso) para determinaç o da homocisteína basal e após 6 horas. avaliaç o das reservas de vitaminas B6. Ingest ife m dio ( ± 150 g) + 1 ovo cozido (pode ser substituído por sanduíche de ham rguer) . baixa resposta. Interpreta o: ˆ Valores > 1000 pg/mL ‰ s sugestivos de Gastrinoma. Colher Sangue basal ‰ dosagem de Gastrina . ˆ Valores de 500 a 600 pg/mL ‰ sugestivo de hiperplasia de c lulas G.Advertir o paciente de que pode sentir lev sea transitória.Diferença entre total e após estímulo Risco HCT-M (resposta total HCT-D (diferença entre Risco relativo ao estímulo) total e após estímulo) Baixo < 30 < 20 <1 Moderado 31 a 37 21 a 25 + ou – 1 Aumentado > 38 > 26 2 a 2. PARDINI . ixa resposta.0 µmoL/L ‰ ˆ ‰ Mulheres 4.Aplicar EV 1 mg de Glucagon . . sugere fortemente a presença de síndrome de Zollinger -Ellison. Interpreta o: O aumento do nível s rico de Gastrina em duas ou mais vezes o nível basal. 10’.0 a 12.0 µmoL/L Seis horas após Metionina . . após a administraç Glucagon.0 µmoL/L ˆ ‰ Elevaç iscreta 15 a 25.5  ˆ ò ˆ€‰(—€” ˆ ˆ ‡ ˆuˆu‰R ‰ˆu‰R—d 43. Em pacientes rtadores da síndrome. folato e riboflavina e para definiç o de risco cardiovascular.0 µmoL/L ˆ Elevaç moderada ‰ 25 a 50. Gastrina EST¼ MULO ALIMENTAR . B12. ou mesmo diminuiç ível de Gastrina.0 µmoL/L ˆ Elevaç centuada ‰ 50 a 500.42. 30’ após alim entaç : colher sangue ‰ dosagem de Gastrina Obs.  † ˆ ”R‘u ‘uˆu‰Á–€‰ ˆu‰R—u‰ ¡  ó€ô † ˆu‰R—u‰R‘ ˆ ¡ Ýmud 352 Instituto de Patologia Clínica H. 30’e 60 minutos. 15’.Colher amostra a basal para dosagem de Gastrina. sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger -Ellison. ou mesmo diminuiç o do nível de gastrina. Valores de Refer ncia: Basal ˆ Homens 4. em duas ou mais vezes o nível basal.: O uso de insulina estimula a secreç o da Gastrina. Esse teste pode ser utilizado para detecç casos moderados de homocistin ria. Em pacientes n o portadores da síndrome.Colher amostras após 5’. ó€ô ˆu‰H@fRm ˆu† ‰ ˆu‰ ˆ mu‡ EST¼ MULO APÓS GLUCAGON † Coment rios: O aumento do nível s rico de gastrina após o estímulo.

M. colher todo o volume uri rio. tomar 02 copos de gua.Desprezar a urina e marcar o hor rio. .). após a Instituto de Patologia Clínica H. colher rigorosamente todas as micç s (inclusive à noite) e n o apenas uma parte. 3. (ou seja. implicar m erro nos resultados.Em seguida. ud ‘ R ˆ” ˆu‰Û” m † ™ ˆu‰ ™ ” ˆu‰Á—u‰Á— ™” ˆ  Á”   Urina Início ou Final de Jornada Coletar urina após período de exposiç  ntes do período de exposiç jornada de trabalho ou início). a fim de evitar contaminaç es. . Ao acordar pela m A partir daí. . Evitar fazer a coleta em dias nos quais haja mudança nos seus h bitos (dieta. IMPORTANTE 1. no mínimo. preferencialmente em garrafas de gua mineral.Manter dieta hídrica habitual. dietas ou recomendaç s específicas. perder nenhuma urina.Desprezar toda a 1a Urina da m se levantar e marcar o hor rio. du ‘ ¡ ˆRdu‰ ‘€  Urina 12 horas .A coleta da urina tem que obedecer o hor rio rigorosamente. . Caso aconteça de esquecer de colher alguma micç . .M. etc). 2. . stress. Colher toda micç tam m. a primeira micç ia seguinte. Colher as amostras em recipiente limpo e seco.Colher a partir daí.O.Nas próximas 01 ou 02 horas (C.Pacientes com problema renal que urinam pouco.  † ‘udR”(‘€ˆu‰Rdu–u”u‘ud ‘ u ˆ u ‰  Urina de 24 horas ¡ svaziar totalmente a bexiga desprezando esta urina. PARDINI 353 . no mesmo hor rio em que jogou fora a do dia anterior. . tomar bastante líquido durante a coleta. volume total das 12 horas.Urina 1 ou 2 horas . Qu alquer erro nesta coleta. integralmente. É fundamental que seja entregue ao laboratório toda a amostra da urina de 24 horas. exercícios físicos. ˆu‰ý‰ d ˆu‰ – C. Muitos exames exigem conservantes. .Encerrar a coleta e trazer o material ao laboratório.O. 4.Conservar a amostra na geladeira ou em local fresco. interromper a coleta e inicia -la novamente no dia seguinte.Colher toda a uri s parte. . todas as urinas at completar 12 horas.

PARDINI . quando necess rio. O uso de absorvente interno pode ser uma alternativa em situaç es urgentes. N sar recipientes de refrigerantes.Manter fora do alcance de crianças”. Os conservantes dever o ser adicionados ao frasco no início da colheita. pois poder casionar contaminaç rina. Relacionar o uso de medicamentos em caso da impossibilidade de suspens o.O. Os frascos devem ter etiquetas que informem sobre o conte rmitam a identificaç clara do paciente. CLEARENCE DEOXIPIRIDINOLINA FÓSFORO HIDROXIPROLINA MAGNÉSIO METANEFRINAS PIRIDINOLINA  POT SSIO PROTE“ NAS TOTAIS SÓDIO VMA ’‘ ¶” IDO CLOR¼ DRICO 6N – HCL 50% 20 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . CLEARENCE ACETONA ETANOL METANOL AMINO CIDOS.N o desprezar. deve-se orientar para a realizaç o de cuidadosa higiene íntima antes de cada coleta. especialmente para pacientes do sexo feminino. etc. nem lavar . ˆu‰ ˆ  † ‰um ¡u  m ‘uˆu‰ý— ™ ™” ˆ “u‘ dýëu”ý‘€ˆ ™” † … ‡u—u‰ ”ýˆ –u” ˆu‰ ˆ R‰   ˆ u ‰ R ‘ u d ©  ˆu‰  354 Instituto de Patologia Clínica H. par o haja alteraç s provocadas pelas mudanças de itos dos finais de semana.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . medicamentos.EXAME ’‘ ’‘ IDO C“ TRICO ’‘ IDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO “ LICO ’‘ IDO HOMOVAN  IDO OX LICO AMP C“ CLICO ‘’  LCIO CATECOLAMINAS CREATININA CREATININA.Produto tóxico .M. 5. 6. Quando indicado. Refrigerar. 4. sem nenhuma perda de material. tipo gua mineral. PESQUISA UROPORFIRINAS. Evitar colheitas nos finais de semana. Por exemplo: “Este frasco cont m cido Clorídrico 6N . rigatório. O material eve ser colhido durante episódios de cólica renal (aguardar 10 dias) ou em uso de medicamentos que causem interfer cias nos exames. REFRIGERAR SIM SIM SIM N• O SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM COM DIETA COM DIETA COM DIETA COM DIETA C. Sugerimos que as urinas devam ser colhidas em frasco pl stico liso.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . 2. 8. URINA 24 horas sem conservante.CRIA d ™ ” A: 10 mL/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L CONSERVANTE OBS. Os volumes dever ser colhidos rigorosamente. 7. Sempre que possível. FLUORETO 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 20 mL/L Congelar Congelar Congelar SIM TOLUENO INSTRU• ÕES 1. CROMATOGRAFIA  ¶” IDO ACÉTICO – 8M 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR DIETA C.CRIAN” A: 10 mL/L ADULTO: 20 mL/L . COM DIETA FRASCO ÂMBAR COM DIETA FRASCO PL˜ – — TICO DIETA FRASCO ÂMBAR BICARBONATO DE SÓDIO COM DIETA SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM IDO ÚRICO COPROPORFIRINAS PORFIRINAS. 3. PESQUISA ALA-U ALDOSTERONA CISTINA CREATININA CREATININA. O uso do conservante.O.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L .. com o objetivo de se reduzir eventuais contaminaç s por fluidos genitais.M.CRIA ™d” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) ADULTO: 20 mL/L .CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual e nos dias imediatamente anterior e posterior.

Titular de Anatomia Patológica (Faculdade Medicina .Estudo imunohistoquímico de sarcomas . CD 20 . Anti human IgM .Imunohistoquímica Hercep test Outros . FSH . Enolase neurônio específica . PARDINI 355 . CD 34 . CD 15 .ResponsBte el: Dr. Human milk fat globulin .pailjt is . Macrophages . Fator de angiogs nese tumoral . CA 125 . CD 45 RO Imunohistoquímica . CD 45 . KI-67 (MIB 1)  2 (3 5 Câncer de Mama . CDW 75 . HGH . Anti human IgG . É sempre necesb Instituto de Patologia Clínica H. Neurofilamento . u v rio o envio de informes clínicos do caso a ser estudado. LH . CEA . Helicobacter pylori . Eduardo Alves Bambirra Prof. CD 79 .Estudo imunohistoquímico carcinomas metast ticos . Proteínas S 100 . ACTH . Sinaptofisina . Epithelial membrane antigen . PAN B CELLS .Estudo imunohistoquímico de hipófise . Anti human C1q . Calcitonina . PAN T CELLS . P 53 protein . TSH .UFMG) Exames: f g g g g g g Biópsia simples h i Especial Biópsia c/Coloraçj Biópsia c/microscopia de polarizaçh o Biópsia Renal com Imunofluoresck ncia Biópsia Intestinal com Imunofluoresck ncia Biópsia em pacientes HIV e AIDS Imunohistoquímica para: g g g g g Biópsia de Pele com imunofluoresckjl cia direta e indireta Punçh o Bió psia Revishjinmjonp âminas Necrópsia Peça Cirq rgica Radical Simples . Gonadotrofina fr o sub-alfa (SUBalfa) . CD 43 . CD 74 . Anti human Lambda L C . NSE . C-erb-2 neu protein . Tireoglobulina . Prolactina .Estudo imunohistoquímico câncer de mam a . Receptor estrogs nico .painel (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteína p53+Ki67) . Anti human Kappa L C . CD 30 .painel completo (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteín a p53+ki67+angiogs neses) .Pain is para tumores indiferenciados .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Receptor progesterônico .Pain is para tumores indiferenciados l X X Biópsias positivas (sob demanda específica) u`a o fotodocumentadas. Somatostatina . Anti human C3 . Vimentina Outros anticorpos sob consulta direta ao setor (31) 3228-6394 g . Cytokeratin . Cromogranina . Actina de mr sculo liso .receptores hormonais (estrógeno+progesterona) .Estudo imunohistoquímico de linfomas .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Anti human IgA . HMB 45 . Desmina .

De forma geral o emprego de t nicas Imunohistoquímicas visam: . o ncogens e proteínas associadas. tais como.Favor especificar o anticorpo.: esôfago de Barrett. de forma que. Geralmente a descriç de uma reaç Imunohistoquímica com positividade dos receptores hormonais nas c lulas neopl sicas representa uma melhor resposta à ter tica hormonal e química.tempo de demora: Em geral. correlaç o com outros fatores de marcaç o prognóstica.Outros anticorpos. empregando anticorpos prim rios monoclonais altamente específicos para os produtos pesquisados (marcas tipo Dako. exames de maior urg ncia podem ser agendados diretamente no laboratório. Estudos mais recentes apontam esse tipo de exame como o de padr o ouro para avaliaç o da resposta à terapia oncótica no câncer de mama. ô †¡ Ûmu‰ud ˆ€‰  ˆ ‰u’u“u‘ ˆ ˆ “ ˆ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆ du–u“ ˆ 356 Instituto de Patologia Clínica H. —udu—€”(‰(‘€†ˆu—‰R—ud ˆu‰  †  ˆu‰Ý—u” ˆ du–u“ ‰€’u† “u‘ ˆu‰ ˆ ˆ ‘uˆ€‰ ˆ ˆ€‰ ¡ ˆ †  ˆu‰  €– “  Aplicaç o da Imunohistoquímica para Receptores Hormonais no Câncer de Mama: Um grande avanço no arsenal tera tico do câncer de mama foi a possibilidade de detecç o imunohistoquímica no tecido de receptores hormonais.Detecç o de marcadores de c lulas neopl sicas: importante elemento adjuvante no di agnóstico e no conseqüente tratamento adequado das neoplasias indiferenciadas em que a morfologia isolada consegue caracterizar com segurança a origem das c lulas que proliferam.tipo de laudo: O laudo emitido explicita os anticorpos usados e apresenta o resultado documentado em microfotografias coloridas. Reagentes utilizados: Os reagentes utilizados s o de primeira linha.Detecç o de fatores de proliferaç celular. em todo material examinado s xecutados procedimentos de exacerbaç tig ica para melhor demonstraç tígeno pesquisado. PARDINI . A identificaç o destes receptores (Estrógeno e Progesterona) tem ótima correlaç o com a adequada resposta à terap utica antineopl sica do tipo hormonal (homonioterapia) e do tipo química (quimioterapia). Novocastra. Biogenex. as reaç s s complexas e levam cerca de sete (07) dias para terem seu laudo final emitido. câncer de mama. Nestes casos.  Resultados . Resultados . hormônio da adenohipófise. . etc). telefone (31) 3228. etc). progesterona.IMUNOHISTOQU w MICA . Material a ser enviado: Tecido fixado em lcool ou em formol ou material histológico processado e incluído em bloco de parafina. fator es de angi ese tumoral e fatores de proliferaç celular. . de angi ese tumoral.Detecç o de receptores de secreç ormonal (ex: es trógeno. etc) importantes na monitoraç o da evoluç o e da ter utica em pacientes com neoplasias de mama. o m ico solicitante ter clara noç do que representa a reaç scrita em relaç conjunto de c lulas neopl sicas amostradas. Expressiva ajuda em casos em que se tem necessidade de se definir a melhor forma de conduta a ser adotada (ex. de adenohipófise. etc.6394. chamando atenç ra a positivi reaç . sua intensidade e sua localizaç tecido e nas c lulas neopl sicas. . ˆ ˆu‰R—u‰Rdu‘ ˆu‰ ” ™ ” ˆu‰ “ ˆ€‰ du‘ “u‘  ˆu‰ö‘u‰ ˆu‰R—u” † ñ­ ˆu‰R ˆu‰R–ud du‰ A Imunohistoquímica representa um conjunto de procedimentos que utilizam anticorpos (policlonais ou monoclonais) como reagentes de grande especificidade para a detecç antígenos que marcam estruturas teciduais e celulares. entrar em contato com o Laboratório. recentemente desenvolvidos.

INST xzy|{ ÕES

Envio de material: O Laboratório H. Pardini pode fornecer os seguintes kits para preservaç , acondicionamento e envio de mat ria, visando exam tomo-patológico: - para exames convencionais (constituído por frascos com rótulo), - para biópsias de estudo de infertilidade masculina e feminina (constituído por frascos com soluç o fixadora de Bouin), - para exames com indicaç o de imunofluoresc cia. Para material visando imunofluoresc cia indireta ser cess rio pelo menos 1,0 mL de Soro. Procedimento: Devido à grande importância da lise A tomo -Patológica devemos ter um cuidado especial na preservaç (fixaç ), no acondicionamento, envio e na feitura da requisiç xame. Trata -se de um material biológico nobre, de recoleta difícil e cujo resultado geralment motivo de grande ansiedade para pacientes, familiares e m ico assistente. Al m da Anatomia Patológica Convencional (biópsias simples, peças cir rgicas complexas) o Laboratório de Anatomia Patológica pode realizar:

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1. 2. 3. 4. 5.

Exames de Congelaç . Necrópsia de Feto. Reaç ImunofluorescŽ ° cia Direta em Tecidos (Rim, Pele, Intestino, etc). Reaç ImunofluorescŽ ° cia Indireta (Pele). Imuno-histoquímica para Marcadores de Secreç (hormôn ios, produtos de síntese neopl} sica) e Neoplasia (indicadores de prognóstico, definiç hist ± Ž ° se e de diagnóstico). 6. Citopatologia de Punç -biópsia de Ór± s variados. 7. Fotodocumentaç em Microscopia Óptica Convencional, de Polarizaç de FluorescŽ ncia.

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Prepara o do tecido: Para a histopatologia convencional o fixador mais comum soluç uosa de formalina (formol) a 10%. Tam m podem ser fixadores alternativos o lcool etílico e ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3cm e 48h em amostras maiores que 3 cm o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Para casos de imunofluoresc cia indireta em tecido, o material deve ser enviado em salina gelada (5~ C) quando puder chegar ao Laboratório em menos de 1h após a coleta ou em lcool etílico a 70 ~ nos demais casos. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaç ciente. Para casos de fluoresc cia direta, enviar no mínimo 2 ml do soro do paciente de prefer ncia gelado (5~ C). Para casos de revis casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório/solicitaç m dica e da cópia do laudo anterior. Requisiç o de exame: Para enviar exames de Anatomia Patológica anexar sempre informes m icos identificando sexo, idade e informes mínimos do caso. Em casos de transcriç , caso haja algum vida, consulte o m ico do paciente ou o setor de Anatomia Patológica do LHP antes desta transcriç . Desta forma, estaremos evitando maiores transtornos na execuç o do exame e at mesmo na realizaç lgum tipo de an lise que n tenha sido solicitada pelo m dico.

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A requisiç o deve vir protegida por pl stico do restante do material. Desta forma, evitaremos derrames e borr s e desaparecimento da escrita e dos informes. Estes procedimentos facilitar nosso entendimento, agilizando portanto a entrega dos laudos. Tipos de exames e padr es mais utilizados: . Peça cir Œ rgica radical simples : Amostragem de algo ≥ 3,0 cm dimens . . Peça cir Œ rgica radical simples adicional : Amostragem anexa a uma peça cir Œ rgica (ex.: Œ tero/ovario/tubas/ colo). . Biópsia simples : Amostragem de umt} rea / ór± . . Biópsia com pesquisa de H.pylori : Gengiva, esôfago, estômago, duodeno, etc. . Biópsia com coloraç special : Fígado, medula óssea, pesquisa de agentes infeciosos. . Biópsia renal com imunofluorescŽ ncia. . Biópsia de pele com imunofluorescŽ ° cia. . ImunofluorescŽ ° cia em tecidos ·³ ° seja rim/pele. . ImunofluorescŽ ° cia utilizando soro: ImunofluorescŽ ° cia indireta. líquidos: Punç ór± s variados: tireóide, cistos de ov} rio, etc. . Citologia de punç . Imunohistoquímica: Imunohistoquímica em tecido. Afora mama (estr²± Ž ° io/progesterona) pesquisado 5 tipos. lâmina : Caso externo, sendo solicitada laudo adicional / opini respeito. . Revis Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 357

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Exames com pesquisa de agentes específicos color o especial Pesquisa de agentes específicos: Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de agentes etiológicos de condiç s como lepra/hanseníase, tuberculose/micobacteriose atípica, HPV/Papiloma vírus, HV/Herpes vírus, Leishmaniose, Pneumocystis carinii, Esporotricose, micoses em geral, outros agentes infecciosos. Coloraç s especiais: Sempre que houver material do tipo fígado / medula óssea / outros. Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de glic nio, substância amilóide, depósitos de ferro, depósitos de cobre. Consultar o setor em casos vidas. Exames com imunohistoquímica A Anatomia Patológica moderna apresenta situaç es em que a coloraç rotineira (Hematoxilina -Eosina) deve ser complementada com m todos de imuno-histoquímica, como a seguir: Quando for necess rio: - Auxiliar na diferenciaç tre estados proliferativos benignos e neoplasias. Ex. linfomas x estados reacionais de linfonodos. - Definir a histog se de neoplasias morfologicamente indiferenciadas. Ex. linfomas x carcinomas x sarcomas. - Imunofenotipagem de neoplasias j classificadas pela morfologia rotineira. Ex. linfomas de c lulas T x linfomas de c lulas B. - Identificar produtos de síntese endócrina das c lulas ne opl sicas. Ex. adenomas de hipófise; carcinoide; melanoma. - Pesquisar fatores indicadores de prognóstico, importantes em câncer de mama, esôfago de Barrett. Ex. receptores de estrógeno/progesterona; antígeno de proliferaç celular (KI67, p53). - Identificar antígenos de agentes infecciosos. Ex. Citomegalovírus, H.pylori, vírus de Ebstein Barr. Importante: Em casos em que o pedido m dic xplicitar claramente a necessidade dos anticorpos a serem utilizados dever haver consulta ao setor / pesquisado 5 tipos. Exames com peças cir„ rgicas complexas A Anatomia Patológica num padr lidade de a lise necessita de individualizaç o de partes de ór s complexos retirados cirurgicamente para segurança diagnóstica, como a seguir: Útero : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • Corpo e fundo • Tuba D • Ov rio D • Colo • Tuba E • Ov rio E Placenta: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: mbilical • cor • feto • membranas extra-placent rias • placenta (partes fetal e materna) Curetagem fracionad tero: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • endom trio • colo Tubo digestivo – Peças radicais : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • estrutura do tubo digestivo (estômago, intestino delgado, intestino grosso) • meso • linfonodos Mama: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • mama • musculatura esquel tica • linfonodos • tecido fibro-adiposo Testículo: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: ima testicular • par • estruturas epiteliais e vasos do funículo esperm tico • epidídimo • tecido fibro-adiposo Rim: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: uima renal • par • gordura peri-renal • ureter • vasos do hilo renal Importante: Em casos em que o pedido m ico o explicitar claramente as peças que com m o material enviado ou tal identificaç o n o tenha sido possível na recepç ça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Exames m„ ltiplos acondicionados num mesmo frasco A Anatomia Patológica freqüentemente recebe m ltiplas amostras de locais diferentes de um mesm o material num mesmo frasco: Pele: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas amostras de les s de pele de reas diferentes enviadas num mesmo frasco. Amígdalas palatinas/adenóides : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Hemorróidas / Fístulas ano -retais: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Peças de neoplasias com especificaç o de margens cir rg icas: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • peça principal • cada uma das margens cir rgicas marcadas pelo cirurgi Importante: Em casos onde o pedido m ic xplicitar claramente as peças que com em o material enviado ou tal identificaç tenha sido possível na recepç peça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

ResponsBte el: Dra. Juçara M. de Castro Sobrinho
Mestre em Patologia Geral (Faculdade Medicina – UFMG)

Exames: …
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Citologia de Escarro Citologia Hormonal Seriada Citologia Hormonal Simples Citologia para HPV Citologia de Mama Citologia Oncótica C‡ rvico -Vaginal Citologia Oncótica geral Citologia Oncótica geral urinˆ ria Citologia Punç‰ o de Líquidos Cromatina Sexual Revis‰tŠŒ‹t Lâmina Urocitograma

Citologias positivas (sob demanda especifica) sa o fotodocumentadas..

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Citologia de Escarro Condi o: ¡ Escarro fresco colhido pela man

ao acordar. - Para citologia de escarro simples colhida apenas uma amostra - Para seriada 3 amostras colhidas seqüencialmente durante 3dias Instruç es: O paciente deve colher o material pela m , em jejum, antes de escovar os dentes. Deve realizar uma inspiraç rofunda e fazer uma expectoraç , depositando o escarro em um vidro limpo de boca larga. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo pont o) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do pulm . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; Processos proliferativos benignos; Anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e simples; Alteraç s epiteliais ocasionadas por agress it lio, radioterapia.

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Citologia Hormonal Seriada

Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m dico, seguindo uma s ncia que pode representar as diferentes fases do ciclo menstrual. Sugere-se o seguinte esquema: - Colher a primeira lâmina da primeira fase (at 8 0 dia do ciclo menstrual). - A segunda colheita dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dia do ciclo menstrual). - A terceira lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. - A ltima lâmina em torno do 26 o - 28o dia do ciclo. - Locais: Preferencialmente na parede vaginal (no seu terço superior) n vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da colheita; Fundo de saco vaginal; Ectoc rvix; Vestíbulo. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas ser ve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç o percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; Acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia Hormonal Simples
Condi o: Raspado do colo uterino, raspado vaginal: parede lateral da vagina no seu terço superior, fundo de saco vaginal e vestíbulo. Obs.: - A amostra pode ser coletada em qualquer fase do ciclo menstrual ou na aus cia deste em qualquer ca ou idade da paciente. - A coleta sempre realizada pelo m dico e deve ser acompanhada de informes clínicos bem como dados completos da paciente. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de matur aç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç ormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç ercentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no mero ou proporç e descamaç os tipos celulares. O resultado final levar em consideraç o o aspecto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia para HPV
Condi o: Homem - raspado peniano. Mulher - raspado vulvar, raspado vaginal, raspado cervical. Instruç es: Homem: realizar higiene íntima 24 horas antes da coleta e abster-se de relaç o sexual 24 horas antes coleta. Mulher: realizar higiene 8 horas antes da coleta e o estar menstruada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es c línicas: O exame visa detectar efeitos cit ticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epit lio escamoso do is, colo e vagina. O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular.

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Citologia de Mama

Condi o: Secreç o de mama (geralmente a colet realizada pelo m ico por meio de express mamilar). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama.

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Citologia Oncótica C’ rvico -Vaginal
Condi o: Raspado do colo uterino a nível da junç scamo-coluna. Coleta endocervical: raspado. Coleta vaginal (parede ou fundo de saco): raspado. Coleta ectocervical: raspado. Instruç es: A colet sempre realizada pelo m ico ou enfermeira treinada nos sítios acima discriminados segundo indicaç o clínica. Evitar: Duchas e lavagens vaginais, Cremes e talcos vaginais e Relaç s sexuais (24 horas antes da coleta). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por agress epit lio. Ex.: radioterapia, cauterizaç es.

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Citologia Oncótica Geral

Condi o: Lavado vesical, lavado brônquico, lav strico, lavado peritoneal e líquor. Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m ico nos sítios anatômicos acima discriminados segundo indicaç clínica. A colheit sempre realizada à nível ambulatorial ou de bloco cir rgico. Interpret o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar: patologias benignas; les s pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos; les es provenientes de met stase de outros ór s; les s cessíveis ou invisíveis para o endoscopista.

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Citologia Oncótica Geral Urin e ria Condi o: ¡ (volume total) - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto) ou refrigerada. 1 Urina da m
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Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previ amente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: Exame n o invasivo, que visa detectar tumores vesicais bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. É tam m til como coadjuvante nos diagnósticos das les s “in situ” da mucosa de todo o trato uri rio, papilomas e carcinomas do urot lio, podendo tam m ajudar no diagnóstico de patologias benignas.

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Citologia Pun £¦¥ o de Líquidos

Condi o: Punç de Mama, L. ascítico, L. sinovial, L. pleural, L.. peric rdico, Punç s de coleç s superficiais. Interpreta o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç o subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas bem como les es pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos ou provenientes de met stase de outros ór s.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

(3) C lulas de indivíduos com 5 cromossomos X → poder resentar 4 cor sculos de Barr por c lula. Observaç : É importante ressaltar que esta t cnic mais rudimentar.A coleta com es tula de madeira ou lâmina de vidro ser fetuada da seg uinte maneira: Abre-se bem a boca do paciente e raspa-se a mucosa oral com o cuidado de coletar material em quantidade razo vel mas sem machucar o mesmo.corp sculo de Barr presente em 90% das c lulas. o pode haver contato das lâminas com o ar por tempo superior ao necess rio para a confecç o do esfregaço. Interpreta o: A interpretaç s resultados baseia -se na identificaç contagem dos cor sculos de Barr presentes cleo das c lulas esfoliadas da mucosa oral ou na aus cia destes cor sculos. Instruç es: .Es tulas de madeira (para pacientes com at 10 anos).indivíduos do sexo masculino com cariótipo XXY .indivíduos do sexo feminino com cariótipo XO . no seu setor de G tica Humana. Primeiro uma e depois a outra lâmina. . . óuô –u  d u ‘ € ‰ † ˆu‰ Á‘ †   –u ‘u—u‰R † R”  –€  ‘u‰R‘u‡ ‡ † ó€ô ‰u’€“u‘u”u‰ ‰Û‘uˆu‰ †  uˆ R ‰ u—† ‰ ˆ u ‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰R—u‰ d† ‘uˆ ˆu‰ö” “€‘ ‘€‡ ˆu‰ –u‡ –u‡  Ž sculos de Barr. †† † ‡ uˆ ˆ ‰ ––uu‡‡ †† – u ‡ —u‰Ûëu”Û‰à‘€‡ †  –u‡ † ˆu‰R—u‰ — ‡u ‰ † † d † ‘€‡ † ˆu‰î‘udîm † €” ‘ † 5 ˆˆuu‰‰÷ dduu–– ÷ † ˆu‰÷† du– –u‡ ‡ –u‡ Instituto de Patologia Clínica H. hom . Abaixo de um ano n h ecessidade. Material: . considera -se que os exames que apresentam 4% ou mais cor sculos de Barr s correspondentes à indivíduos que t enham constituiç cromossômica XX (geneticamente feminino).cor sculos de Barr ausente nas c lulas. Síndrome de Turner . Hermes Pardi ni oferece atualmente t cnicas mais acuradas. Para interpretaç . disposto em um só sentido. lavadas e secas.Para pacientes acima de um necess rio que estejam em jejum e sem escovar os dentes. bem distribuído. Assim. . Neste exame a integridade dos cleos deve ser mantida para que possa ser visualizada a cromatina sexual. (2) C lulas de indivíduos com 4 cromossomos X → poder resentar 3 cor sculos de Barr por c lula. como o estudo do Cariótipo Sanguíneo com Banda G. O I. Corp sculos de Barr correspondem à condensaç s cromossomos X. rapidamente este deve ser distendido sobre outra lâmina de vidro fazendo com qu e uma lâmina deslize sobre a outra suavemente (uma lâmina direcionada para o lado esquerdo e outra para o lado direito) de modo que o material fique espalhado sobre as 2 lâminas. Acima desta idade usase lâmina de vidro na sua parte mais estreita.Colhido o material.Limpar as lâminas (a serem usadas) com lcool. PARDINI 365 . Síndrome de Klinefelter .Ao distender o esfregaç se deve fazer movimentos rotativos ou de vai -e-vem.Duas lâminas de vidro virgens.Cromatina Sexual Condi o: Mucosa oral (parte interna da bochecha). Logo: O n mero m ximo de cor sculo de Barr por c lula sempre um a menos mero de cromossomos X. . O esfregaço deve ser fino. . oferecendo dados qualitativos que permitem orientar o clínico direcionando a sua conduta para prosseguir ou n usca do diagnóstico final. imediatamente após cada coleta. 5 ou mais cromossomos X ir o apresentar nŽ meros anormais de cor (1) C lulas de indivíduos com 3 cromossomos X → poder resentar 2 cor sculos de Barr por c lula.C. Mergulha -se as lâminas em frasco com lcool. geralmente.Frasco de citologia conte lcool a 96o (comercial). Esta etap de suma importância. O ar resseca a amostra e conseqüentemente as c lulas colhidas.P. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar se o indiví geneticamente do sexo masculino ou feminino atrav s da identificaç o e quantificaç s corp sculos de Barr presentes nos cleos das c lulas esfoliadas. Exemplo: Mulheres com 4.Se o paciente tiver at 10 anos ser sada esp tula de madeira para a coleta. . Se a coleta for feita com es tula de madeira deve-se colher o material em duas etapas. .

fungos. 1 Urina da m Interpreta o: ¡ rmônio dependente. É especialmente indicado para o estudo de puberdade precoce em crianças. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias. volume total . alteraç s epiteliais ocasionadas por a gress epit lio (ex.Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto ou refrigerada). cauterizaç es). intermedi rias e superficiais. O resultado final levar m consideraç specto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. por ser um m t cessita do exame ginecológico. Portanto a O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato ge nital femini a óuô variaç rau de maturaç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç ócrina da mulher. Utilizar lcool comercial à 96 o graus. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no n mero ou proporç scamaç o dos tipos celulares. parasitas e vírus. que expressa a relaç percentual entre as c lulas profundas. acompanhar tratamentos hormonais.: radioterapia. ó€ô d€‘ ˆ ˆu‰ ˆ€‰«‘u‰«’ † † ˆu‰«—€” † ˆu‰ ™” † ‰u—u‰Rëu”Rˆ ‘uˆu‰R‘u”  † å ” ˆu‰Ó‰åd ‡ ˆ u‘ ‰ † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰à”€‘u— ˆu‰ u ˆ « ‰ u — ‰ ˆu‰«—u”«—u” ˆ  u”«m ‘u‰« 366 Instituto de Patologia Clínica H. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual. estudar ciclos anov ulatórios ou ovulatórios.Revi —¦¥ o de Lâmina Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecido s. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. ó€ô uˆ ⠉— ™ ™” ™” ˆ ™” †† † ˆu‰ † ˆu‰ìd€‰ † ™ ” † Urocitograma Condi o: ¡ . mais especificamente da face dos grandes l ios. alteraç s inflamatórias crônicas e agudas. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost” ou “índice de maturaç celular”. PARDINI . Observaç : Em crianças que n o possuem controle do ato de urina r recomenda-se fazer o raspado direto da mucosa vaginal. anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular. A amostra coletada deve ser distendita rapidamente em lâmina de vidro e colocada imediatament lcool fixador. a secagem da amostra antes da fixaç o altera a morfologia celular prejudicando o exame. processos proliferativos benignos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva.

caso contr rio. Colher a 1a lâmina no início da 1 a fase (at 8o dia do ciclo menstrual). com artefatos ou muito hemorr icas que prejudiquem a interpretaç % ou mais das c lulas epiteliais presentes.  ˆ€‰(—€‰  “ “ ‡ ˆu‰R—u” ˆu‰R—u‰R”u‘  ˆ€‰ † ™”  No caso de material para ESTUDO FUNCIONAL (estudo de ciclos ovulatórios ou anovulatórios) devem ser observados os seguintes itens: . A ltima lâmina em torno do 26 o a 28o dia do ciclo. . PARDINI 367 . A segunda coleta dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o. urina) fixar em igual volume d lcool a 50% e encaminhar ao laboratório. . Secreç s ricas em muco (escarro. Caixa para remessa. Esp tula de Ayre para coleta de fundo de saco vaginal e ectoc rvix. . As coletas devem ser realizadas na parede vaginal (1/3 superior). material do tubo gastrintestinal) ou em proteínas (líquidos serosos) podem ser guardados em geladeira por at ia antes de serem encaminhados ao laboratório. Duas lâminas para a confecç .  ™” r  † Á— ”© Instituto de Patologia Clínica H. Amostras muito purulentas. . . . “ ˆu‰R—u‰R–ud CAUSAS DE REJEI ƒ { ‘ O ˆu‰R—u” þ  † ˆu‰  ˆu‰ u’ INST xzyz{ ÕES Uso e envio de material destinado a estudo citológico Material para coleta citológica constitui de : (s) esfregaço(s) (segundo instruç s). usar lcool a 50% como fixador. muito densas. Formul rio de "Requisiç Exame". Baixa celularidade ou escassez celular.. L QUIDOS E PUN “ ÕES ASPIRATIVAS devem ser observados os seguintes itens: . Líquidos pobres em proteínas ou muco (líquor. s a leitur ltima lâmina. Escovinha para coleta endocervical. basta solicit -lo por telefone (setor de conv nio) ou por ocasi vio do exame. 14o e 15o dias do ciclo). Porta lâmin as para o envio do material após fixaç . Aus ncia de identificaç ciente na amostra e/ou formul rio de requisiç . . Ressecamento da amostra antes da fixaç . . . . . A 3a lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da coleta. Lâminas quebradas. ’ Caso voc se interesse por nosso sistema e deseje esse material. . . . . O resultado seguir †‰ (d€–uê d(—€d(‡ ‘uˆu‰ —u” Ÿ ˆu‰ No caso de material PARA AN LISE CITOLÓGICA DE SECRE“ ÕES.

Atipia em C lulas Glandulares de Significado Indeterminado ( AGUS ). atipia condilomatosa ou coilocitótica NIC I NIC II NICIII NIC III Câncer invasivo SISTEMA DE BETHESDA Normal ASCUS SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de alto grau SIL de alto grau SIL de alto grau Câncer invasivo 368 Instituto de Patologia Clínica H.INTERPRETA{n‘ O DOS RESULTADOS CITOLÓGICOS No Sistema de Bethesda as les es cervicais escamo o divididas em 4 categorias: 1. Les o Intraepitelial de Baixo Grau (LSIL). ˆ † ˆ † v v©v õ ô ™” † As anormalidades glandular o divididas em: 1. 2. C lulas endometriais citologicamente benignas em mulheres pós -menopausadas. 3. Carcinoma de C lulas Escamosas. 6. 3. que engloba displasia leve / NIC I e alteraç s celulares associadas com o HPV. Adenocarcinom specificado. Les o Intraepitelial de Alto Grau (HSIL). 5. displasia acentuada / Carcinoma in situ / NIC III. † ª v©v ô d(‘€ˆu‰R” ” • O DESCRI CLASSES Classe I Classe II Classe II Classe II Classe III Classe III Classe III Classe IV Classe V ” • O NIC GRADA– NORMAL Atipia reativa ou neopl} sica HPV Atipia com HPV Displasia leve Displasia moderada Displasia acentuada Carcinoma in situ Câncer invasivo Normal Atipia HPV Atipia. Adenocarcinoma Endocervical. 4. Atipia em C lulas Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS ). Adenocarcinoma Endometrial. PARDINI . Adenocarcinoma Extrauterino. 4. 2. que engloba displasia moderada / NIC II.

Dra. Dra. de Melo Giuliana G. Dra. Alessandra Teixeira Lanna Fabiana Paiva Martins Fabrícia Saraiva Lanna Francisco Afonso S. Dra. Adriano Jos¢n£ e Souza Cristiane Nunes Martins Maria C¢ lia Caetano Maria Helena de Albernaz Siqueira Ros lia Morais Torres ¤ AGENDAMENTO PRÉVIO PO R TELEFONE Instituto de Patologia Clínica H.O Laboratório HERMES PARDINI. coloca à disposiç š o de seus clientes os mais modernos recursos tecnológicos n ›Œœ rea de imagem. Dra. Dra. Dra. Dr. IMAGINOLOGIA EQUIPE MÉDICA Dra. Dra. Dr. Dra. Dr. PARDINI 369 . Assis de Souza Gl  ucia Mara Dias Câmara Henrique de Carvalho Jož o Fabiano Rodrigues JŸ lio Gontijo Fernandes Luciana Costa Silva Luciana Coutinho Malta Luciene Mota Andrade Mônica Rodrigues Faria Patrícia Cristina S. Dra. Dr. L Fernandes Raquel Fulg  cio Gazoli Renata Lana Arze Ronaldo Magalhžj¡ s Lins Ulisses Campanha Parente CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA RESPONS VEIS – ECOCARDIOGRAFIA r Dr. atra —™˜ s do seu departament o de diagnóstico por imagem. Dra. Dra. Dra. Dra. Dr. Dr. Dra.

‘uˆu‰R‰um ˆu‰»—ud ˆ s patologias obstrutivas do segmento arterial. podendo tamb¨ m ser gravada em disco ótico.CARDIOLOGIA Os equipamentos disponíveis re ¥ nem a tecnologia mais recente e sofisticada para aquisiç¦ o de imagens Bidimensionais. bem como das dilataç es localizadas (aneurismas) deste segmento. 370 Instituto de Patologia Clínica H. Doppler e Mapeamento de fluxo a cores. tais como os aneurismas. Ilíaca e Abdominal Detecç o e quantificaç struç es arteriais da aorta abdominal e seus ramos. possibilitando acesso r© pido e f© cil ao exame. quantificando o grau de obstruç strutivas.  ˆ€‰    Ecodoppler de Stress Farmacológico Avalia a contratilidade mioc rdica segmentar do VE e VD. aspectos anatômicos e funcionais das v lvulas e contratilidade segmentar mioc rdica. § ¦ o de alta precis¦ o nas imagens cardíacas e vasculares. ECOCARDIOGRAFIA (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Ecocardiografia Bidimensional Avalia estruturas anatômicas – mioc rdio (espessura e contratilidade). bem como fraç o de ejeç  ˆ ˆu‰R” m repouso e stress. ELETROCARDIOGRAFIA Eletrocardiograma Detecç o de arritmias cardíacas. sobrecarga de câmaras cardíacas. ˆ  DUPLEX SCAN (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Duplex Scan Venoso (Membro superior e inferior) Avaliaç de refluxo. PARDINI . sinais de isquemia mioc rdica. visan do detecç ˆ€‰ Duplex Scan Arterial (Membro superior e inferior) Duplex Scan da Aorta. tortuosidades e trombos no segmento extra craniano. ˆu‰R” de patologias ˆ€‰(—€”(‰€m ™ ™ Ecodoppler de Carótidas com mapeamento de Fluxo a cores Afastar ateromatose. As imagens obtidas s¦ o armazenadas na memória do equipamento. v lvulas e peric rdio.Ecodoppler com mapeamento de fluxo a cores Avalia e quantifica tamanho do coraç . Avaliaç ˆu‰Û—udۖud “ t ncia venosa dos sistemas superficiais e profundo e do estado funcional.  Ecodoppler pulsado e contínuo . Projetados para obten  conferindo ao exame maior confiabilidade diagnóstica.

linfonodos. ureteres e bexiga). glândulas salivares . Estamos oferencendo. observar processos inflamatórios do enc falo e meninges. † ‘€ Próstata via Abdominal Avaliaç Avaliaç †  ™”  “ ™ Próstata via Transretal morfológica da bexiga. portanto. morfológica de glândulas salivares parótidas e submandibulares. incluindo a tecnologia tridimensional. PARDINI 371 ™” . varicocele. Baço) Avaliaç morfológica de ór e retroperitônio). ultra-sonografia panorâmica e harmônicas de tecido. morfologia e textura dos testículos e epidídimo. morfologia e textura tir eoidiana.ULTRA SONOGRAFIA Est¦ o disponíveis para nossos clientes todos os exames relacionados à ultrasonografia incluindo medicina interna. vias biliares. avaliaç fluxo sanguíneo tireoidiano. da próstata (volume. do volume. Vesícula. observar m formaç s cong nitas. a ultra-sonografia 3D. etc. bexiga de ór os do aparelho uri rio (rins. ’uˆu‰ s abdominais (fígado. do humor vítreo. vias biliares. pequenas partes. MEDICINA INTERNA Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL-HDI 5000 SONO CT/ATL-HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Abdominal Superior (Fígado. Instituto de Patologia Clínica H. reas de distens o e/ou rupturas. Avaliaç traum ticas. pâncreas. ve sícula biliar. Vias Biliares. baço. gordura retrobulbar. próstata e vesículas seminais. forma. objetivando o diagnóstico de alteraç s inflamatórias e Glândulas Salivares Globo Ocular Avaliaç câmara anterior do olho. pesquisa de coleç s. Articulaç¬ es Avaliaç M­ sculos Ten ®¯¬ es Cervical Avaliaç Avaliaç Avaliaç anatomia e morfologia muscular. etc). isquemia e infarto intracraniano. Avaliaç Abdominal Total (Abdômen Superior + Rins. identificar hidrocefalia. Pesquisa de les s expans ivas. ˆu‰ ’uˆ uˆ ‰ uˆ ‰ ’uˆ uˆ ‰ ˆu‰ uˆ ‰ de ór os do abdômen superior (fígado. observar m formaç es vasculares. ginecologia. ligamentos. Retroperitonio e Bexiga) Aparelho Urin « rio (Rins e Bexiga) Craniana – Transfontanela Avaliaç morfológica do enc falo. pâncreas e baço). rins. identificar hemorragias. que permite reconstruç ª es de superfície e multiplanares com alta resoluç¦ o. pesquisa de nódulos. ÓRG‘ OS E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS OU PEQUENAS PARTES (ACUSON SEQUOIA/TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/ TOSHIBA TOSBEE) Tireóide Avaliaç volume. obstetrícia. Pâncreas. Bolsa Escrotal Avaliaç ˆu‰Û—u‰ ˆu‰ ™ ˆu‰î—€d  ˆu‰ —udýdu‘ud ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰»—ud ˆu‰ de tend es. vesícula biliar. textura. etc. presença de nódulos) e vesículas seminais. Os nossos equipamentos possuem os recursos mais recentes. punç ª es e biópsia dirigidas por ultra -som. cistos e neoplasias. derrames articulares. ‡ ˆu‰Á—ud  s características do ™ ™” ™” ˆ morfológica de estruturas cervicais (tireóide. m sculos. tomia e morfologia dos tend es. parede posterior do globo. nervo óptico e musculatur a extrínseca da órbita.

etc. (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Próstata Avaliaç uˆ ‰à—€” ˆu‰ ‘u ’uˆu‰ s. MAMOGRAFIA (GE-DMR) Mantemos equipamentos que possibilitam a descoberta de sutis mudanças de densidade em todos os tipos de tecidos. placenta. líquido amniótico. estruturas ou cavidades profundas para exames bacteriológicos. da próstata e coleta de material para exame histológico. “€‘ R ” ud €‘  “u‘ dÁ‰Á‘uˆ€‰Á” P yzz{ ÕES E BIÓPSIAS D IRIGIDAS POR ULTRA SONOGRAFIA Tireóide – Mama – Massas .Coleç³ es Obtenç material origi rio de ór citológicas. detalhada da morfologia Acompanhamento seriado da ovulaç . ™ tero e anexos. 372 Instituto de Patologia Clínica H. Acompanhamento da gestaç Obst° trica Morfológica An lise cuidadosa da anatomia fetal para detecç P° lvico Feminino (supra-p ± bico) Avaliaç Avaliaç morfológica d  ˆ€‰(”Rd ˆ —€”(‡ – † ˆu‰ valiaç o do embri o ou feto. tero e anexos. P° lvico Endovaginal P° lvico Endovaginal para Controle de Ovulaç² o ˆu‰ uˆ ‰ ”Á‡ ˆu‰ ˆ e avaliaç ˆu‰R—u” malformaç es. espontânea ou induzida.Órg² os profundos . produzindo imagens de excelente qualidade aliada à experiência de nossos profissionais.ULTRA SONOGRAFIA GINECOLÓGICA Mama Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Obst° trica ˆu‰R—u”Rdu‘u‰ rmalidades clinicamente suspeitas ou como complemento da mamografia. hist ológicas e/ou outros. menor dose possível de radia – Aparelhos que verificam automaticamente todos os parâmetros diagnósticos. para determinar sua ocorr ci o momento da ocorr cia. O US lvico transvaginal permit lise mais detalhada da morfologia ovariana. PARDINI . permitindo otimizar o contraste com a § ¦ o. medida da espessura endometrial.

inflamatórias. inflamatórias. e possibilitamos melhor aproveitamento do contraste. Tomografia Computadorizada do ABDOME Avaliaç morfológica de ór para diagnóstico e avaliaç ˆu‰ ˆu‰ Tomografia Computadorizada das ARTICULA´ ÕES Avaliaç morfológica de articulaç s esterno -clavicular. inflamatórias.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Com tecnologia subsecond e um potente tubo gerador. Tomografia Computadorizada de COLUNA LOMBAR Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. ˆu‰ö’u—uˆu” ‰ ™ ” ‘u’u“u‘ ™” ˆu‰«— †     s abdominais (fígado. degenerativas e/ou trauma. intervertebrais e canal medular. degenerativas e/ou trauma. intervert ebrais e canal medular. neopl sicas. inflamatórias . ˆˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆˆu‰ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u† “u‘ ™ ’u† “u‘  ˆu‰Û—u”Ûd ™ lteraç es Tomografia Computadorizada de CRÂNIO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. discos. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas e/ou degenerativas. inflamatórias. este aparelho permite alta velocidade na aquisiç¦ o e formaç¦ o de imagens. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “  Tomografia Computadorizada de SELA TÚRSICA Avaliaç morfológica da hipófise e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. alças intestinais) alteraç s co itas. Tomografia Computadorizada DINÂMICA (ANGIOTOMOGRAFIA) Avaliaç morfológica de vasos sanguíneos em diversas partes do corpo. Reduzindo o tempo. estrutura óssea. punho. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. PARDINI 373 “ ˆu‰ ˆu‰  ˆu‰á—u” alteraç es ™ ˆ€‰(—€”(–€d ‰u‘€’u“u‘  . inflamatórias. neopl sicas. neopl sicas. d iscos. meninges. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. inflamatóri as. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. intervertebrais e canal medular. inflamatórias. vias biliares. inflamatórias. neopl sicas. etc. neopl sicas e/ou degenerativas. joelho e p s para diagnóstico e avaliaç e alteraç s c itas.) para diagnóstico e ava liaç lteraç s cong nitas. nervo óptico. cotovelos. avaliaç tologia c itas. musculo extra -oculares. espaços subaracneideanos. dis cos. degenerativas e/ou trauma. ombros. Tomomielografia Avaliaç morfológica do canal medular e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. ri ns. pâncreas. coxofemorais. Instituto de Patologia Clínica H. Aliada a profissionais altamente especializados oferecemos a melhor qualidade de imagem e a certeza de um diagnóstico preciso.  ™ ” ‰u‘€’u“u‘  Tomografia Computadorizada de COLUNA CERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. sacro-ilíaca. Tomografia Computadorizada da COLUNA DORSAL (TORACICA) Avaliaç morfológica das v rtebras tor cicas. ˆ€‰(—€”(d ™ ‰€† ‘u’u“u‘  Tomografia Computadorizada das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (globo ocular. baço. tornamos o exame mais confort© vel para o cliente. neopl sicas. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç es c itas. neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. inflamatórias.

neopl sicas. neopl sicas. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. Tomografia Computadorizada de PESCO´ O Avaliaç morfológica de estrut uras cervicais (Glândulas Salivares. Tomografia Computadorizada do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (Par uima pulmonar. ov rios. neopl sicas e/ou degenerativas. inflamatórias. Linfonodos. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Tomografia Computadorizada de SEIOS DA FACE Avaliaç morfológica dos seios da fase para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. coraç o. neopl sicas. inflamatórias. próstata. inflamatórias. Pernas e P s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. Esôfago) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong nitas. inflamatórias. inflamatórias. Tomografia Computadorizada de ATM Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. Tireóide. M sculos. ™ ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆu™ ‰ ” – † ˆu‰ ‡  ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ™ ” ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆ€‰ ™ ”   ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” ˆu‰í— lteraç s  e “u‘ “u‘ ‡    ˆu‰¿—u”¿d ™ ” ˆ “ † “ u ‘ “€‘uë 374 Instituto de Patologia Clínica H. vasos. Vasos cervicais. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. inflamatórias. tero. degenerativas e/ou trauma. Faringe.  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆ ™ “u‘ Tomografia Computadorizada de MASTÓIDES / OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç alteraç es cong itas. Tomografia Computadorizada dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morfológica de segmentos apendiculares (Braços. PARDINI . Antebraços. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. Laringe. Tomografia Computadorizada da PELVE / BACIA Avaliaç morfológica dos ór s lvicos (bexiga. inflamatórias. Coxas. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma.

para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . Ressonância Magn° tica de COLUNA C ERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais.  Ressonância Magn° tica do OMBRO Avaliaç morfológica da estrutura óssea. degenerativas e/ou trauma. discos. discos. Ressonância Magn° tica de PUNHO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. bursas. ov rios. ligamentos. ligamentos. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . inflamatórias. inflamatórias. vasos.. tend s.5 T) A qualidade de imagem em Ressonância Magn¨ tica est© diretamente ligada à potência e ao campo magn¨ tico do equipamento. inflamatórias. bursas. neopl sicas. tend s. discos. Ressonância M agn ° tica da PELVE Avaliaç morfológica dos órg s lvicos (bexiga. cartilagem articular e etc. Instituto de Patologia Clínica H. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. l ios. vias biliares. espaços subaracneideanos. tero. ˆˆu‰ ˆˆ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u“u† ‘ ™ ’u“u† ‘ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ”        Ressonância Magn° tica de COLUNA LOMBO -SACRA Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. inflamatórias. cartilagem articular e etc. ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ u ‰ ⠗ u ” â d ™ ” ‘u’u“u‘    Ressonância Magn° tica do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (par ima pulmonar. intervertebrais e canal medular. intervertebrais e canal medular. ˆu‰R—u”Rd ’uˆu‰ ™ ”  “u‘ “u‘uë ˆ u ‰ R — u ” R d ˆu‰ ™ ” – † “ u ‘ ‡ ˆ€‰(—€”(d ™ ” ‰€‘u† ’u“ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘u‘ — ™ ” ˆu‰ Ressonância Magn° tica de CRºt» IO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. degenerativas e/ou trauma. bursas. €m Ressonância Magn° tica de COTOVELO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. intervertebrais e canal medular.5 T) existente no mercado. com tecnologia phased array e gradientes de alta performance.. inflamatórias.. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. degenerativas e/ou trauma. § ¦ o de seus cliente equipamento O Laboratório HERMES PARDINI coloca à disposi  com o mais alto campo magn¨ tico (1. neopl sicas. neopl sicas. PARDINI 375 . neopl sicas degenerativas e/ou trauma. ligamentos. pâncreas. Ressonância Magn° ti ca do ABDOME Avaliaç morfológica de órg os abdominais (fígado. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. baço. te s. Ressonância Magn° tica da COLUNA TOR¼ CICA Avaliaç o morfológica das v rtebras tor cicas. tornando -o mais agrad©¹¸ el para o paciente e mantendo sua qualidade. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç s c nitas. meninges. rins.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉ TICA (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. inflamatórias. cartilagem articular e etc. inflamatórias. alças intestinais e estruturas vasculares) para diagnóstico e avaliaç lteraç s co itas. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. Este equipamento permite a realizaç¦ o do exame em menor tempo. inflamatórias. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. próstata. coraç .

. tireóide. cartilagem articular e etc. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. musculo extra -oculares. ligamentos. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. faringe. degenerativas e/ou trauma.) para diagnóstico e avaliaç de alteraç s co itas. cartilagem articular e etc. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. bursas. vasos cervicais. estrutura óssea. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ Ressonância Magn° tica de articulaç³ es COXO -FEMORAL Avaliaç morfoló gica da estrutura óssea. neopl sicas. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u”u‘ ‘u— ™ ” ‰u‘€’u“u‘ ˆu‰  um  um  um      Angiografia por RM (Por segmento) Avaliaç morfológica de vaso s sanguíneos em diversas partes do corpo. ligamentos. inflamatórias. laringe. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. pernas e p s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. l ios. inflamatórias.. inflamatórias. te s. bursas. neopl sicas. l ios. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. linfonodos. esôfago) para diagnóstico e avaliaç alteraç s con itas. inflamatórias. inflamatórias. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” Ressonância Magn° tica de Tornozelo Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. degenerativas e/ou trauma. ™ ” ‘€’u“u‘  Ressonância Magn° tica de OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes.5 T) Ressonância Magn° tica de PLEXO-BRAQUIAL Avaliaç morfológica dos componentes do plexo braquial para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong nitas.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉTIC A (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. antebraços. t s. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. ligamentos. neopl sicas. nervo óptico. inflamatórias. neopl sicas. coxas. PARDINI . inflamatórias. bursas. Ressonância Magn° tica do PÉ Avaliaç morfológica da es trutura óssea. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas e/ou degenerativas. ligamentos. cartilagem articular e etc. inflamatórias. neopl sicas. bursas. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma.. tend s. degenerativas e/ou trauma. Ressonância Magn° tica do JOELHO Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. l bios. neopl sicas e/ou degenerativas. m sculos. inflamatórias. te s. neopl sicas. ™ ˆu‰ “u‘  ˆ 376 Instituto de Patologia Clínica H. neopl sicas. avaliaç tologia c itas. Ressonância Magn° tica de PESCO½ O Avaliaç morfológica de estruturas c ervicais (glândulas salivares. “ ˆu‰ ‡  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ˆ ™ ˆ€‰ —u” ™ ” ’u“€‘  ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” † lteraç s Ressonância Magn° tica dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morf ológica de segmentos apendiculares (braços. l ios. ˆ€‰(—€”(–€d Ressonância Magn° tica das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (glo bo ocular. Ressonância Magn° tica das ARTICUL t ¾ ½ ÕES T ¿ MPORO-MANDIBULAR Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. etc. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. cartilagem articular e etc..

. . . . . . . . $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 SCT¡U V0W¡V£XEY§W`Ia&U bdceW©U YEfQa&gHh¥i SCT¡U V0W¡V£X§XqpVfarW©Vf SCT¡U V0W¡V£XEsHW Yts3Supwv6W SCT¡U V0W¡V£X¡`5S7sBU h xCy¡€ 0‚¡£ƒ§„…€ 0‚ƒ§y†§‡7‚ . . . CONTRASTADO (PHILIS-DUO DIAGNOST) Avaliaç ˆu‰ uˆ ‰ ˆu‰ anatômica. . ÂÄÃÆÅ ÇÉÈÆÇËÊÍÌΊϐÊnÐnʒÃÒÑ–ÊÓ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙÆØÚÖÜÛÞÝà߯áâ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙnÙäãÎ×åÝàßbØæ×ÒÝ . utilizando equipamentos telecomandados. ùÄÿÆý Éö   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¥ ¢¨    £¢Íõö ÷zõ`ù¹ú˜û¯ö    £¢Íõö ¨ ¢§¢jù¯þ ü"!# ùóý  $&%' (0)(£1§231546%7)46(£8@98%7A¥1B' 468 ùìÿÚý Éö ùìÿÚý Éö DUPLEX SCAN . proporcionamos a possibilidade de exames precisos e de f¹ © À il realiza §–¦ o em todos os tipos de aplicaç Á es do Raio -X. Instituto de Patologia Clínica H. . $&%' (0)(£1§1PD(8Q4R)©(8 x&y€ 0‚£ƒEˆ¥‚‰ ƒ§ƒPx6¥‘"’“tx”€ † x&y€ 0‚£ƒ§•5‚‰&‰6ƒB€ ‰C† –&—˜ ™0d™£e§f˜ ™0d©™e…g"dhR™¡˜ i –&—˜ ™0d™£e§j5dh&hrkQf©d –&—˜ ™0d™£e§j3e5h6—7dh6™£k@ik—7l¥eB˜ h6k ULTRA-SONOGRAFIA . morfológica e funcional de ór ’uˆ€‰ s e estruturas. . . ç’èæéËêìënëäí™î’ïÎðËñzíóò ô õ’öø÷zõbùóú˜û¯ö ü ùóõjý þ ELETROCARDIOGRAFIA .RAIO X Atrav¨ s de sistemas mistos de radiografia e fluoroscopia. . CONVENCIONAL (PHILIS-BUCKY DIAGNOST TS) Avaliaç anatômica e morfológica de órg s e estruturas. . . . REALIZ€‚{ƒ‘ O ECODOPPLERCARDIOGRAFIA . MAMOGRAFIA .   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¢¥¨   ö© ¡¢Æöæý ÷¨ þ ùÄÿÆý  Éö¡ £¢§ä ¢ ú b ¨ ö©  ùÄÿÆý É   ö¡ £¢ ü ùtõ ý þ ùÄÿÆý Éö ùÄÿÆý . PARDINI 377 . .

378 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

PARDINI 379 . ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰   † ˆu‰R—u” ‡ ˆu‰R” ˆ   “ Instituto de Patologia Clínica H. doenças císticas. Administraç de inibidor de receptor H 2 conforme peso e faixa et ria (Cimetidina). baços e acessórios. Indi o: Divertículo de Meckel. Obser o: N o m todo de escolha para determinaç les s expansivas (CT ou RMN). hiperostosis frontalis. ­ õuó€ô © 8ˆ õuó€† ô † “ ó€ô ó€ô   † ˆu‰R—u” ™ ” u‘ uˆ ‰ † Cintilografia para Divertículo de Meckel ­ Preparo: JO 6h. Interpreta o: Distribuiç homo radiof rmaco em todo o sistema retículo -endotelial espl nico. doenças neopl sicas/linfoma/leucemia. Ivana Moura Abuhid Dr. met stases. õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰  ™” ˆ Cintilografia Espl T nica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. doenças vasculares. Interpreta o: Fluxo sangüíneo cerebral sim trico. Interpreta o: Aus ncia de concentraç s anômalas do radionuclídeo em regi o abdominal. dist rbios hematológicos. Hermes Pardini MEDICINA NUCLEAR ˜ uma especialidade m ˜ dica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo de maneira segura e indolor para diagnosticar e tratar doenças precocemente com possibilidade de melhor prognóstico. Indi o: Doenças neopl sicas. displasia fibrosa e morte cerebral. anormalidades de tamanho/posiç funç o. Cintilografia Cerebral Preparo: Administrar perclorato previamente ao exame. com diferença superior a 2 segundos entre os hemisf rios cerebrais. doenças infiltra tivas. doença metast tica. JontR Ribamar Villela Dra. Indi o: Asplenia/ectópia.m MÉDICOS RESPONS VEIS: Dr. doenças parasit rias.

Indi o: Processos inflamatórios. Indi o: Hemorragias digestivas baixas ativas e n ativas. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es anômalas do radiotraçado. Obser o: Pode-se fazer o acompanhamento at por 24 horas. Dulcolax). ­ † õuó€ˆ ô ˆ ¡ ”u–u d ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰€’u“u‘u” † “u‘uë d ¡ ”u–u 380 Instituto de Patologia Clínica H. focos infecciosos. cistos. õuó€ô ˆu‰ “ ó€ô ™   Cintilografia Hemorragias Gastrointestinais. É utilizado para detectar abcessos. Útil tamb m para avaliar a morfologia e topografia do baço e/ou presença de baços acessórios. Interpreta o: Visualizaç o da vasculatura abdominal e aus ncia de formaç o de “lagos” de hem cias marcadas que podem indicar a presença de sangramento intestinal ativo. estadiamento de linfomas e estudo de febre de etiologia obscura.Cintilografia com G e lio ­ Preparo: Laxantes intestinais para exoneraç intestinal quando a rea de interes se for o intestino (Agarol®. Interpreta o: Distribuiç m a atrav s do par uim tico. õuó€ˆ ô † ˆu‰R—u” ó€ô  ‰ † † « ˆu‰ö–u” ™ ” ˆu‰«‘€‰ ”u–u ˆu‰å—ud  † Cintilografia Hep e tica com Hem e¦s ias marcadas Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos . Indi o: Neoplasias. Indi o: Detecç o de hemangiom tico. pesquisa Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos. miocardites. PARDINI . Controle evolutivo de linfomas. ­ õuó€ˆ ô © 8õuó€ô ó€ô ˆ † ˆu‰ † “ ˆ  Cintilografia Hep e tica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Processos neopl sicos. traumas. Interpreta o: O radiof rmac depurado da circulaç lo Sistema Retículo Endotelial (SRE) representado no fígado pelas c lulas de Kupfer. síndrome de Budd-Chiari. hemangiomas) produzir reas de hipoconcentraç s mapas cintigr ficos. cistos. obstruç veia cava inferior. melanomas. doenças h ticas difusas. A presença de les s ocupantes de espaço (tumores. doenças infecciosas. Útil para detectar a presença de hemangiomas.

õuó€ô © 8õuó€ô ó€ô ˆu‰ ‰€’u““  ˆu‰ö—€”     ™ Cintilografia Óssea Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. aus cia de concentraç s focais ou difusas em ossos do esqueleto. infecç . tumores de partes moles. PARDINI 381 . Estado de hidrataç raz vel aconsel vel. A presença em glându las salivares. Obser o: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico. at oras após o episódio agudo. ˆ ¡ ­ õuó€ô ó€ô  † ˆu‰Á—€” † ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ‰u †  ™” Instituto de Patologia Clínica H. estudo de próteses articulares. tumores do sistema APUD. rea cardíaca. Hipoconcentraç es indicam processos isqu micos e/ou infarto mioc rdico antigo. diagnóstico diferencial das miocardiopatias. Interpreta o: Distribuiç iso -hom nea do radiof rmaco em todos as paredes mioc rdicas. tumores ósseos benignos. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es de pirofosfato em partes moles rea para-esternal esquerda. realizar entre 12 a 72 horas após acidente cardiovascular. neuroblastoma. Indi o: Feocromocitoma.Cintilografia de Infarto Agudo do Mio s¦e rdio. fígado. Indi o: Tumores ósseos prim rios malignos. adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol. Indi o: Pesquisa de isquemia mioc rdica. estratificaç risco pós infarto do mioc rdio. em episódios de IAM ocorre deposiç o de pirofosfato n rea peri -infarto. Preferencialmente. Interpreta o: Fluxo sangüíneo sim trico. Informar medicamentos em uso. cólon e bexi fisiológica e normal. Indi o: Diagnóstico e localizaç infarto agudo do mioc rdio. traumas e fraturas. pesquisa de viabilidade mioc rdica. doença metast tica. pesquisa Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. síndrome carcinóide. Interpreta o: Aus ncia de hiperconcentraç o anômala do MIBG. carcinoma medular da tireóide. ˆ ­ õuó€ô “ ó€ô uˆ R ‰ u— ‰ ™ ˆ †  ˆ d␠‘udݐ † ï š ¡ Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina ­ Preparo: Efetuar o bloqueio da tireóide com substâ ncias iodadas (lugol/xarope de iodeto de pot ssio). õuó€ô  “ ó€ô ’ud † ˆ   Cintilografia Mio s¤e rdica Perfusional ­ Preparo: JO 6h. osteonecrose. transtornos osteo -metabólicos.

hipoconcentraç s Obser o: Deve ser associado à Cintilografia Pulmonar Ventilatória. avaliaç funç renal d iferencial. ˆ ­ õuó€ô ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰u’u“€‘u”ud¿—u‰ † ˆu‰ ˆu‰Rdu‘ ©8õuó€ô † ˆ ˆu‰ý—u” u— × ” Cintilografia Refluxo Gastro-Esofe gico. Indi o: Reduç ress sfíncter inferior do esôfago. Criança: JO 6 a 8 horas. Indi o: Utilizado na correlaç com a cintilografia pul monar de perfus ra o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. podendo indicar presença de Tromboembolismo Pulmonar. acompanhamento de patologias renais parenquimatosas. esvaziamento g strico retardado. hiperplasia e carcinoma). Indi o: Detecç o de paratireóides anormais nos casos de Hiperparatireoidismo (adenomas. com exceç flebografia radioisotópica de membros inferiores. doença de vias reas superiores recorrentes. durante esse lapso. diagnóstico de hipertens renovascular. pr -operatório de lobectomias e pneumectomias. Aus cia de processos obstrutivos. Interpreta o: Primeiramente.Cintilografia das Paratireóides ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. avaliaç sistemas coletores dilatados. õ u ó € ô ˆ u ‰ « — € d « – ˆu‰«—€‰«” ˆu‰Ó’u “ ó€ô õuó€ô  uˆ ‰Ý—ud ˆu‰ ó€ô ˆˆ€€‰‰(—€” u’  ¡ ˆ€‰ † d u† ’ Cintilografia Renal Dinâmica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. Indi o: Avaliaç perf us renal. Avaliaç o/acompanhamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas. concentraç e excreç o radiof rmaco por ambos os rins. defeito dos mecanismos de clearence esof ico. Indi o: Tromboembolismo pulmonar. ocorrer wash-out tireoidiano persistindo apenas a imagem das paratireóides (dupla fase). ˆu‰ ˆ ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰ ˆu‰R—u” ˆu‰÷–ud Cintilografia Pulmonar Perfusional Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. Interpreta o: Distribuiç m traçador em todo o campo pulmonar. Melhor localizaç o pr -operatória da glândula paratireóide anormal. Interpreta o: Distribuiç homo s aerossóis em ambos os campos pulmonares. PARDINI . Interpreta o: Adequadas captaç . Interpreta o: Aus ncia de episódios de Refluxo Gastro -Esof ico e Aspiraç Pulmonar. õuó€ˆ ô ˆ ó€ô õuó€ˆ ô † ˆ † † † ˆu‰R—u”  Cintilografia Pulmonar Inalatória ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. aumento de secreç strica. A presença reas de ¥o molas. obt m-se a imagem conjunta de tireóides e paratireóides e. pesquisa ­ Preparo: Adulto: JO 12h. diagnóstico/prognóstico das hidronefroses. ­ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Ý—  ˆu‰R—ud ˆ€‰ ˆu‰z—ud “u‘ 382 Instituto de Patologia Clínica H. rnia hiatal. avaliaç s uropatias obstrutivas.

localizaç . cicatrizes. tors testicular. nefropatia do refluxo. Interpreta o: Determinaç da fraç jeç o global e regional. presença de hipoconcent raç . avaliaç o da mobilidade das paredes mioc rdicas. N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. homogeneidade na distribuiç radiotraçador e presença de nód ulos. Intepret o: Concentraç homo radiotraçador em ambos os testículos com intensidade igual e/ou menor que das coxas. rins direito e esquerdo eutópicos. dificuldade para exame físico. com distribuiç o homo iforme do radiof rmaco no córtex renal. de morfologia e volume sim tricos. hidrocele. Indi o: Disfunç s tiroidianas. Interpreta o: Posiç . Indi o: Avaliaç funç ventricular global e regional. espermatocele. aumento do tamanho glandular. Normocinesia na movimentaç ­ ™” ˆu‰Ý—ud ˆu‰ì—€” ˆ ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ “† ˆu‰  ˆ€‰(—€”(–€d ˆ ˆ Cintilografia Testicular Preparo: Administraç rclorato de pot ssio para bloquear captaç o tiroidiana. PARDINI 383 . Obser o: Deve ser associado à cintilografia renal dinâmica com ou sem diur tico. tumor. Indi o: Epididimite. Interpreta o: Fornece informaç o sobre o status funcional. Indi o: Avaliar posiç o e tamanho renais. † ­ õuó€ô  Cintilografia da Tireóide e Capt¢ £¤¥ o ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). ± 5%. abcesso. avaliaç o das valvulopatias/especialmente insufici ncia aórtica. história de irradiaç em cabeça e pescoço. conformaç volume renais. nódulo tireoidiano pal vel. ­ ˆ õuó€ô  ˆ ˆuó€‰ ô ˆ€‰ö” †  ˆu‰ ©8õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰ —ud uˆ ‰ †  ˆ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰R—u”R” ˆ€‰ ˆ ˆu‰R—u”R” ˆu© ‰ A@ ˆu‰Á—u”Á–€” ˆ€‰(—€” õ€óuô ˆu‰ ˆu‰ ’u“u‘€dö—u‰ ˆu‰ ˆ ˆ ’u“u‘u”udÛ ” u‘ † † ˆu‰R—u” ˆ ˆu‰ ˆ Cintilografia Sincronizada de Câmaras Cardíacas Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. õuó€ô ™ ” ˆ ó€ô –u ‰€‘u ˆ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ˆu‰å—€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Valores normais: Fraç jeç redes. avaliaç o das miocardiopatias. determinaç fraç ejeç o global dos ventrículos esquerdo e direito em condiç s basais de repouso e após esforço. quantificaç de Shunts intracardíacos esquerda-direita. diagnóstico de pielonefrite aguda. volume. corticais. C lculo da funç renal diferencial revela contribuiç o sim trica dos rins para a funç o renal. ectopias renais e determinaç o da funç renal diferencial. diagnóstico de doença arterial coronariana atrav s da correlaç s exam es esforço -repouso. movimentaç r egional de paredes mioc rdias. diagnóstico de hidronefroses. avaliaç o de massa s em regi o cervical e mediastino.Cintilografia Renal Est e tica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o.

õuó€ô “ ó€ô ™” ‡ † Cisternografia Cerebral Preparo: JO 6h. Interpreta o: Migraç o por capilaridade do radiotraçador atrav s dos canículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem atrav s do ducto naso-lacrimal bilateralmente at s cavidades nasais. Criança (com suspeita de atresia de vias biliares): prescrever fenobarbital 5 dias pr vios ao exame. ­ õuó€ô † ó€ô õuó€ˆ ô õuó€ˆ ô † † ‰ ‘uˆ€‰ ˆ u ‰ ì — € ” “u‘ †d † † † Cistografia radioisotópica direta ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Global: 60 ± 7 min. Indi o: Hidroc falo comunicante. Interpreta o: Fluxo normal atrav s das cisternas basilares e dos ventrículos at tingir o v rtex. Indi o: Obstruç o dos canalículos. ô— uˆˆuó€‰R ‰R” † ˆ€‰(—€” uˆ ‰ † Dacriocintilografia ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. PARDINI . obstruç o do ducto naso -lacrimal. hidroc fal comunicante. ó€ô ˆu‰«—u‰ † ˆu‰R—u” ˆ uˆ Û ‰ u— à d– resença de refluxos. volume residual e verificaç avaliar nefropatia de refluxo. Interpreta o: Pulm ireito: 66 ± 21 min. Interpreta o: Determinaç volume de repleç o. Indi o: Processos inflamatórios pulmonares intersticiais. colestase neonatal. Extravazamento do LCE do espaço aracnóide indica a p resença de fístula anormal resultante em rinorr ia ou otorr ia. anormalidades cong nitas.: Valores abaixo de 2 sd s considerados anormais. Útil para Clearence Pulmonar de DTPA ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. estudo das anormalidades na cintilografia coloidal. Interpreta o: Colescistite aguda/crônica. diagnóstico de fístulas liquóricas.Cintilografia das Vias Biliares ­ Preparo: Adulto: JO 4h. Obs. Pulm squerdo: 62 ± 18 min. avaliaç pat cia de Shunts. pneumonites. õuó€ˆ ô ˆ ó€ˆ ô † ˆ ˆ€‰(—€” † †d 384 Instituto de Patologia Clínica H. Indi o: Pesquisa de refluxo vesico-uretral. cistos. Indi o: Doença hepato -biliar. atresia de vias biliares em neonatos. complicaç s pós -cir rgicas do trato biliar.

Pesquisa de met tases de carcinomas da tireóide. neoplasias tireoidianas. Aus cia de tecido iodo-fixante em regi cervical ou concentraç ­ ™” u“ ‘ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰Rdu‘  Instituto de Patologia Clínica H. Doença de Plummer. Indi o: Pesquisa de tecido tireoidiano remanescente pós tireoidectomias totais. ­ † õuó€ˆ ô † ô  ˆu‰î—u‰‰ (‘€ˆu‰  õuó€ˆ ô ó€ô † ”u ˆu‰R—u”  † ™”  ˆu‰ Fluxo Sanguíneo das Extremidades Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. ­ ˆ€‰(—€” “€‘ ˆ€‰(—€‰ Helicobacter pylori. Indi o: Doença de Graves. pylori e controle de tratamento.18% (Atividade ur stica no trato gastrointestinal superior). teste respiratório Preparo: JO 6h. Indi o: Estudo pr vio do paciente com infarto do mioc rdio para planejamento de cirurgia de revascularizaç mioc rdica. PARDINI 385 . ­ õuó€ô õuó€ô ó€ô ‡ dR’u ”u Rastreamento de Corpo Inteiro Preparo: Suspender medicaç s iodadas. Indi o: Diagnóstico de trombose venosa profunda dos membros inferiores. hormônios tireoidiano. õuó€ô ˆ€‰(—€” ˆ€‰(—€”  † Dose Terap T utica p/Tratamento da dor óssea c/Sam e rio -153 Preparo: ¡ Bom estado de hidrataç consel vel. Interpreta o: Vasos profundos perm veis.Dose Terap T utica com Iodo-131 ­ Preparo: Suspens todas as drogas antitireoidianas por 5 dias pr vios ao tratamento ou hormônios tiroidianos quando tratar-se de ablaç restos tiroidianos. Indi o: Diagnóstico de gastrites e lcer strica e duodenal causada pelo H. Suspender drogas inibidoras da bomba de prótons. Estudo de Viabilidade Mio s¤e rdica Preparo: N o haver realizado exames pr vios c/ utilizaç radioisótopos. Indi­ o: Paliaç õuó€ô ˆu‰ ˆu‰Rd  da dor óssea metast tica. aus cia de colateralizaç fluxo ou fenômenos obstrutivos.17 – 1. Interpretaç o: Comparaç s cortes dos estudos adquiridos estabelecendo crit rios p/regi s do mioc rdio que sejam vi veis vi veis. Interpreta o: ¥o mala no mapa de corpo inteiro. se possível determinar o TSH. Interpreta o: 0.

Indi o: Avaliar síndromes de estases g stricas em geral. Crit rio de Interpreta o: Nos pacientes com adenoma tóxic supress nódulo do tireograma e tam m iminui a captaç endo haver resposta paradoxal. Interpreta o: O teste ser considerado positivo se houver queda de 10 a 15% sobre os valores basais (captaç 2 horas). Só pode ser feito após 3 semanas do ltimo tireograma. lceras ticas gastroduodenais. 2a Hora: 60-75% de esvaziament stric sperado. Obser o: Cuidado com pacientes com cardiopatas. gastroparesia di tica. cardíaca. doenças do col . õuó€ˆ ô ˆu‰ “ ó€ô ˆu‰â‘ud  † ˆ€‰(—€” ˆ u ‰ ¡ ”u–u ˆu‰âd Supr ¢¦—¤—¦¥ o Tireoidiana com Cynomel Preparo do Paciente: Administrar por via oral.: Captaç s glândulas salivares. alternativa para realizaç tireograma convencional em uso de substâncias iodadas. avaliar efic cia ter tica das síndromes de estases strica. ñ ‡­ õuó€ô ˆu‰ © dÁ‘€ˆu‰Á–u‰  umudu—€‰Á‰ † ˆu‰R—u‰R” du‘ ¡ ˆ 8õuó€ô ˆu‰Á–€‰u— óuô ‰ Á ‘ € ˆ u ‰ ¡  † ˆu‰Á—u‰ ˆ u ‰ m † ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ R — Teste do Perclorato ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). Informar ao paciente para comparecer ao laboratório no 10 o dia às 07:30 para a realizaç xame. Obs. õuó€ô ˆ ó€ô  ‰€‘u ˆ€‰(d€–uê s Tempo de Esvaziamento G e¦— trico Preparo: Adulto: JO 12h – Criança: JO 6 a 8h. Interpreta o: Aus ncia de estruturas fixantes tanto na regi cervical quanto nos demais segmentos corporais. Associado à pesquisa de refluxo gastroesof gico fornec e dados indiretos lise desta patologia. Interpreta o: Verificaç recimento do restante glandular tiroidiano suprimido no tireograma convencional. Indi o: Localizaç e pesquisa de met stases de neoplasias tiroidianas diferenciais. PARDINI . ­ õuó€ô dum † ‡ ‘udRdu‘uó€ ô õuó€ô – † – ’€  Tireograma com Sestamibi Indi­ o: ‰‰R R’’uu ‰ † ” u’u”u‘€‰   du–u“ Estudo de autonomia nodular. a captaç se eleva após a supress . num total de 20 comprimidos. Indi o: Detecç o de defeitos de síntese intra-tireodiana.Rastreamento com Sestamibi ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. isto . Atenç : O 10 o di der ser s v spera de feriado. ó€ô ˆu‰R—u‰Rdu–ud ˆ€‰í—u‰ 386 Instituto de Patologia Clínica H. 02 comprimidos ao dia de Cynomel 50 mg (1 pela m  s 08:00 horas e 1 à noite às 20:00 horas durante 10 dias). Indi o: Estudo de supressibilidade de nódulos tireoidianos (autonomia nodular). Interpreta o: 1a Hora: 40-60% de esvaziament strico ocorra. intestino e rins s chados normais no exame. anorexia nervosa. dispepsia funcional. Ele indica o grau de autonomia do nódulo. tica.

5 desvios v Osteoporose w > 2.5 desvios com presença de fratura osteoporotica v Osteoporose avançada ˆuˆu‰‰ uˆ ‰ Avali ¢ £¤¥ o Mineral Óssea †  ‡ ™” ud u‘  ó€ô ñ †R  —u” ˆ€‰(” “€‘ † ó€ô Instituto de Patologia Clínica H. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidi anos.N ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias).S. em regime de reposis£r o estrogênia. fornecendo o desvio relativo existente. .A Densitometria p@q til para avaliaç r o de densidade mineral óssea em mulheres na prp -menopausa. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos.Comparecer com roupa sem metais (zíper. pós -menopausa. PARDINI 387 . . e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas e regimes diet ticos para emagrecimento.M. . em regime de reposiç strog ica. broches. Crit rios para Interpreta o (O. Interpreta o: A lise computadorizada determina os valores de densidade mineral óssea e compara -os com banco de dados de adultos-jovens (20 a 45 anos).): u at v normal svio w 1 a 2. pós -menopausa. anticonvulsivantes. bot s.N ter se submetido à exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas). Densiometria Óssea t Preparo: .N ter ingerido tabletes de c lcio nas ltimas 24 horas.). corticosteróides. corticoesteróides. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas. menopausa. Indicaç es: Pacientes na pr -menopausa. etc. menopausa. anticonvulsivantes.5 desvios v Osteopenia w > 2.

388 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades. albicans Dose: 0. Antígeno: S.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com Necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades. Instituto de Patologia Clínica H.  ”R‡ ˆ ESTREPTOQUINASE/ ESTREPTODORNASE Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.  ”R‡ ˆ MONTENEGRO Coment rios: Test til no diagnóstico da leishma niose a reaç o positiv Antígeno: Leishmania brasilienses Dose: 0.CANDIDINA Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.  ”R‡ ˆ d † ”u‘ contrada em cerca de 60% dos casos. viridans Dose: 0.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Positivo: Nódulo acima de 5 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. Antígeno: C. PARDINI 389 .

Antígeno: M. canis.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades. rubrum. E.05 mL Tempo de Leitura: Após 15 minutos Resultado: Negativo: rea de at 0.2 cm2 Positivo: Cliente deve comparecer em uma das unidades.0 cm 2 x Adultos: 1.9 a 1.TUBERCULINA PURIFICADA Coment rios: É um teste intr rmico utilizado para o diagnóstico de infecç s por Mycobacterium tuberculosis e avaliaç o da imunidade celular.1 cm2 x Crianças: ≥ 1. floccosum Dose: 0.  ‘uë † †  TRICOFITINA Coment rios: Teste utilizado na avaliaç o da imunidade celular. indivíduo normalmente apresenta reaç sitiva.0 a 1. tendo va lor diagnóstico limitado. T. mansoni Dose: 0. PARDINI .1 mL Tempo de Leitura: Após 72 horas Resultado: N o reator: Nódulo de 0 a 4 mm Reator Fraco: Nódulo de 5 A 9 mm Reator Forte: Nódulo ≥10 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. Por ser um antígeno comum com o qual se tem contato f cil. Antígeno: S.PPD .   ˆ ˆu‰R–u‰ 390 Instituto de Patologia Clínica H.9 cm 2 Duvidoso: x Crianças: 0. Antígeno: Tuberculina purificada Dose: 2 UT = 0.0 cm2 x Adultos: ≥ 1.  ˆ d€— † ™” ˆ SCHISTOTEST (ESQUISTOSSOMINA) Coment rios: Teste utilizado em i ritos epidemiológicos.

BCG { Varicela (Catapora) Instituto de Patologia Clínica H.Polivalente { Pneumococo { Poliomielite (oral) (inativada) { Poliomielite Rubz ola { Sarampo { z tano { T Tríplice Bacteriana Acelular (Difteria.Gripe AeC { Meningite { Meningite C (Difteria. Pólio e Hepatite B) { { Influenza . Tz tano. Caxumba e Sarampo { Tríplice Tuberculose . Vacina contra: y Dupla Adulto (Difteria e Tz tato) { Infantil (Difteria e T z tato) { Dupla Hemófilos influenza tipo B (conjugada) { A { Hepatite { Hepatite B AeB { Hepatite Hexavalente (Difteria. Coqueluche. Tz tano e Coqueluche) { viral: Rubz ola. Hemófilos e Poliomielite) { Pentavalente Pneumococo (conjugada) { (23 Valente) . visando a aplicaç} o segura das vacinas. Hemófilos. Coqueluche. pessoal em constante treinamento e prontuã rio informatizado. PARDINI 391 . Tz tano.O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disp | e de serviço de vacinaç} o com salas próprias em todas as nossas unidades.

6” e 15” meses de vida. Gravidez n contra -indicaç o. basta complet -lo. nos dois esquemas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Síndrome GuillainBarr s vacinaç o anterior. 4” . Doença febril. Dois esquemas s ssíveis de serem realizados: Primeiro esquema: tr s doses durante a gravidez com intervalos de 30 a 60 dias entre as doses. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Composi o: Toxóide dift rico e tetânico. Esquema para reforço : 10 em 10 anos. Efic cia de 90 a 95%.Vacina contra Difteria e T ’ tano Adulto – Dupla Adulto Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano a partir de 7 anos de idade. Indicado para pacientes que j receberam esquema inicial de tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil. Composi o: Toxóides dift rico e tetânico inativados. Segundo esquema: duas doses n ltimo trimestre de gravidez com intervalo de 30 dias entre elas. Vacinaç o de gravidas com esquema completo pr vio : Última dos menos de 5 anos: sem necessidade de vacinaç . Cont m ainda alumínio e timerosal. Via de administr o: Intramuscular. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. PARDINI . Doença febril. Via de administr o: Intramuscular. Para crianças entre 2 meses e 7 anos incompletos e com contra indicaç es de receber o componente Pertussis da vacina tríplice. Esquema de aplica o: O esquem o mesmo utilizado pela tríplice: 2” . Cont m ainda alumínio e timerosal. ˆ† ˆ   ‘€ˆu‰ ˆ€‰(–€‰ “ † ˆ ” ¡ ” ¡ † du–uê  ˆu‰ ˆ   ‰â‡ † ‰Á‡ ˆu‰ ˆu‰«d€‘ † ˆ€‰ † ˆ Vacina contra Difteria e T ’ tano Infantil – Dupla Infantil Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano. õuó€ô uˆ ‰ óuô ™ † † õuóuô d † óuô † du–uê †  ˆ ˆ 392 Instituto de Patologia Clínica H. õuó€ô uˆ ‰ óuô † † õuóuô † †  ˆu‰â—u” óuô ˆ “ ëu”Ûd‘uåˆumu‰  N o necess rio reiniciar o esquema para quem tomou apenas uma ou duas doses. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). pessoas maiores de 7 anos. Esquema de aplica o: A partir de 7 anos de idade a pessoas receberam doses de DTP (tríplice bacteriana) ou dupla infantil ou que n o completaram o esquem sico. Reforço 6 a 12 meses após dose inicial. Indicado para quem recebeu tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil na infância. Reforço aos 5 anos. Vacinaç o de gr vidas n vacinadas previamente : deve-se considerar as doses anteriores de DTP. Esquema inicial: 3 doses (Inicial + 1m s + 1 ano). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer interv alo de outras vacinas. Efic cia de 95%. Síndrome Guillain-Barr s vacinaç terior. Última dos mais de 5 anos: 1 dose de reforço n ltimo trimestre. Possui maior concentraç o de toxóide dift rico que a Dupla Adulto (dT). Menor concentraç toxóide dift rico que a DT (dupla infantil). Pacientes com história incerta ou desconhecida devem receber esque ma prim rio. Última dose deve ser dada at 20 dias antes do parto. caso história desconhecida ou incerta. Deve ser empregada como reforço de DTP e DT após 7 anos de idade. devem ser consideradas como n o vacinadas previamente.

Reforço após 6 meses. seas. irritabilidade e sonol cia em 10% dos vacinados nas primeiras 24h. Efic cia de 88 a 97%. e sinais flogísticos locais. Gr vidas. Cont m alumínio e neomicina. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Esquema de aplica o: Avaxim ® (0. PARDINI 393 .a partir de 12 meses. febre. Reforço com 6 meses. Entre 6 e 12 meses de idade (3 doses): 2 doses com intervalos de 2 meses.5ml): . Via de administr o: Subcutânea o u intramuscular. 2” Reforço após 10 anos. Composi o: Vírus cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. mal-estar. Gr vidas. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô †  óuô ‡ ˆ u ‰ ˆ€‰ † u—u”u’ud ‘u  Instituto de Patologia Clínica H. pneumonia e epiglotite). .1 a 17 anos: dose de 25U/0. N deve se r aplicada nas n s. Via de administr o: Intramuscular. 2à dose: 4 meses de idade.5ml (infantil). vômitos. Reforço 12 meses após 1à dose. Efic cia de 77 a 100%. Entre 1 e 5 anos: dos ica. Vaqta®: . Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. inclusive neomicina. Composi o: Polissacarídeo capsular do Hemófilos (PRP) conjugado a uma proteína carreadora (toxóide dift rico). õuó€ô  óuô ™” † õuóuô óuô † ˆ ”R‡u‘ ˆ “u‘  Vacina contra Hepatite A Indi­ o: Proteç cont ra o vírus da Hepatite A.Vacina conjugada contra Hemófilos influenza tipo B Indi­ o: Protege contra infecç s pela bact ria Hemófilos influenza tipo B (meningite. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Doença febril aguda. 3à dose: 6 meses de idade. vermelhid o e inchaço locais. 1” Reforço após 6 meses. Esquema de aplica o: Varia de acordo com início da idade de vacinaç o: A partir de 2 meses de idade (4 doses): 1à dose: 2 meses idade.18 anos: dose de 50U/1ml (adulto). Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Raramente neuropatia e eritema multiforme. Doenças febri s agudas. Reforço aos 15 meses. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive o toxóide tetânico).

contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. Efic cia de 95%. Via de administr o: Intramuscular. Podem ocorrer fadiga. somados a HBsAg produzido por c lulas de leveduras. nem fragmentos de plasma humano. Assim n tem componentes vivos. mal estar. e a terceira dos dada 6 meses após a primeira. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. A segunda dos da 30 dias após primeira.5ml (infantil) e 10 mcg/1ml (adulto). 2à dose 30 dias após 1à . a partir 20 anos: 10 mcg (dose adulta). B e D. Gravidez. homossexuais e bissexuais masculinos. diarr ia e cefal ia. fungos. 11 a 19 anos: 5 mcg (dose infantil). trabalhadores de s xpostos à sangue. Intercambiabilidade entre marcas das vacinas para hepatite B possível. vermelhid . receptores de sangue e derivados. heterossexuais com mais de um parceiro em seis meses. Esquema de aplica o: É constituído de 3 doses. Via de administr o: Intramuscular. Contra-indicaç es: Anafilaxia com fungos. mal-estar. quan t fetiva quanto a imunoglobulina na prevenç a contaminaç da criança pela m infectada. Raramente neuropatia e eritema multiforme. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. Cont m alumínio.5 ml): a partir de 1 ano at 5 anos: 3 doses. seas.5 mcg (metade da dose infantil). formaç de nódulo e inchaço local. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr -dialíticos. T m prioridade para vacinaç : us  rios de drogas ilícitas. neomicina). Deve ser dada ao rec m -nascido idealmente nas primeiras 12 horas de vida. Menores de 2000g. Composi o: Consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em c lulas de levedura (sacaromices) por recombinaç e tica. Sorologia pode ser indicada previamente à vacinaç m pacientes de alto risco (HbsAg). 2à dose 30 dias após 1à .Vacina contra Hepatite B Indi­ o: Proteç contra os vírus da hepatite B e D. Twinrix adulto (dose de 1ml): a partir de 16 anos: 3 doses. todos os adolescentes. Esquema de aplicaç : Twinrix pedi trico (dose 0. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. seas e sinais flogísticos locais. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . neomicina. Recombivax®: apresentaç o: 5 mcg/0. Para pacientes em di lise a dos quatro vezes maior. õuó€ô ˆu‰ “ óuô €ˆ ‰ u dR du‡€—u”î”   † õuóuô † óu† ô ” † —u† d —u‰ † ˆu‰©” ”«‘€ˆu‰«–u‰u— ˆu‰ý— ˆ ˆ ˆ † A@ du‘u‰  ”† ˆu‰Á” ˆ † ˆu† ‰ ˆu‰ ô †  ˆu‰î’ ‘ † ‡ ˆ€‰ ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰ ”† ˆ€” ‘u Vacina contra Hepatite A e B Indi­ o: Vacina combinada que proteje contra Hepatite A. Dosagem de anti-Hbs permite avaliaç o da imunidade e pode ser feita 30 a 60 dias após a terceira dose. A terceira dos e ser aplicada antes dos 6 meses de vida. febre. vômitos. Gestantes. todos pacientes portadores de hepatite C. Composiç o: Vírus da Hepatite A cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. timerosal ou alumínio. Doenças f ebris agudas. 3à dose 6 me ses após 1à dose. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (alumínio. pacientes com diagnóstico recente de doença sexualmente transmissível. 3à dose 6 meses após 1à dose. At s: 2. Observaç : no caso de menores de 2000g e m e HbsAg positivo indica-se a vacinaç o (5 mcg) + imunoglobulina. Efeitos adversos: Dor. internos em presídios. PARDINI . Efic cia de 75 a 100%. õuó€ô õuóuô †  † ˆ€‰ ‡ † ˆu‰ ‘u 394 Instituto de Patologia Clínica H. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Cont m ainda Timerosal (merthiolate) e alumínio.

Apresentaç o adulto (0. Coqueluche. PARDINI 395 . 3 tipos de vírus da polio inativados. História de reaç l rgica após administraç terior de vacinas DTPa. qualquer um que deseje diminuir o risco de influenza. 6o m s de vida. T tano. inclusive neomicina e ovo. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. Coqueluche. polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. Após primeiro ano. diabetes. Poliomielite e Hepatite B. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. 4o. Via de administr o: Intramuscular ou subcutânea. T ’ tano.Vacina Hexavalente contra Difteria. HbsAg purificado produzido por levedura (antígeno da hepatite B). Hemófilos. Composi o: Vírus cultivados em c lulas de galinha. viajantes reas de alta inci ncia.Gripe Indi­ o: Protege contra infecç pelo vírus da influenza. inativados e fracionados que fornecem proteç r um ano.5 ml) 3 a 8 anos de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias. Pólio e Hepatite B Indi­ o: Proteç contra Difteria. Cont m ainda alumínio e neomicina. Composi o: Composta de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais por at 48h após a vacina. ou Hepatite B. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. hemoglobinopatias e imunossupress o (incluindo portadores de SIDA). Cont m traços de neomicina e timerosal. Doenças febris agudas. mal estar geral e dor muscular podem ocorrer. Após primeiro ano deve ser utilizado somente uma dose por ano. disfunç o renal. Maiores de 9 anos de idade: apenas uma dose. somente uma dose por ano. Para crianças que devem j ter tomado uma dose de hepatite ao nascer.25ml) 6 meses a 35 meses de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias entre cada dose. Anafilaxia à neomicina. trabalhadores de s . T m prioridade para vacinaç : adultos maiores de 50 anos. toxóides tetânico e dift rico inativados. õuó€ô ˆu‰ óuô õuóuô †  óuô “ †  † † ˆu‰ ˆ€‰ýd † “u‘ ™” ˆ ˆ€‰ýdu‘ Vacina contra Influenza . Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. convuls s e sinais flogísticos locais. Hemófilo s B. Hemófilos. Pod e ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Efic cia de 70 a 90%. Esquema de aplicaç : Apresentaç o infantil (0. pulmonares. sonol cia. Febre. irritabilidade. pessoas entre 6 meses e 50 anos de idade com doenças cardíacas. DT. Choro persistente ou presença de encefalopatia sete dias após vacinaç com vacina contendo componente pertussis. Polio inativada. Via de administr o: Intramuscular. õuó€ô “ —€“óuô ˆ€‰ ˆ u ‰ ˆ du‡u—u”  † ˆu‰  ˆ ˆ ˆ ˆ õuóu† ô ˆ dÁ ˆ ˆu‰Û–u‰ ˆ€‰à—u” ˆu‰©—u” † Instituto de Patologia Clínica H. Efic cia de 83 a 99%. É produzida anualmente com as cepas de vírus que circulam na populaç o durante o inverno do ano anterior. pessoas de qualquer idade que tenham contato com idosos. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 o. Maior de 7 anos de idade. T tano. Após transfus o (adiar 12 semanas). gr vidas que estar o no segundo ou terceiro trimestre de gestaç o na temporada de influenza.

Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. N sendo duradoura. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. inchaço local. defici ncias do complemento. Cont m alumínio. N s so rotineiro. em casos de surtos. õuó€ô ˆu‰»—u” óuô † õuóuô ­ õuóuô dR ”u‘€—u“  ˆu‰Û–u” “ u ‘ ˆu‰ † “ ”R‡u‘ ˆ † ™ † 396 Instituto de Patologia Clínica H. vômitos. Pode-se repetir at ses de reforço. Ocorr cia de reaç fil tica seguindo -se à aplicaç dose anterior. N uma vacina usada na rotina sendo indicada especialmente para pacientes com asplenia. Reforço a cada 3 anos se persistir indicaç . apresentando -se muito reativa após quarta dose. PARDINI . epidemias e viagens par reas micas. Contra-indicaç es: Menores de 2 meses de idade. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococos A e C. Efic cia de 80 a 90%. Via de administr o: Intramuscular. Maiores de 12 meses: adolescentes e adultos: 1 dose (dos ica). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. defici cia do complemento. anorexia. Efeitos Adversos: Podem ocorrer reaç es locais. intervalo de 1 m s entre as doses. febre. Indicado especialmente para pacientes com asplenia. diarr ia. adolescentes e adultos contra infecç lo meningococo C. febre e astenia. Esquema de apli o: Menores de 2 a 12 meses: 3 doses. febre. Gravidez. à vacina DTP. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococo C conjugados à proteína CRM197 (toxóide dift rico). gravidez. epidemias e viagens par reas micas. N  so rotineiro. vermelhid o. passado de reaç o al rgica intensa à dose anteri or da vacina. Para menores de 2 anos vide Meningocócica C. õuó€ô uˆ ‰ d(óu ô ”u‘u—u“ õuóuô  “ ˆ u ‰ † ˆu‰ óuô ˆu†©‰ ¨ —€‰ ˆu‰ ˆu‰Á—u” ˆu‰ ˆ “ € ‘ ˆu‰Rdu‘ud  u‡ ‘ ˆu‰ö—€” Vacina contra Meningite C Indi­ o: Protege crianças acima de 2 meses. Dose ica.Vacina contra Meningite A e C Indi­ o: Proteç contra meningococo A e C. N induzem reposta adequada em menores de 2 anos. irritabilidade. Efic cia de 83 a 88%. s surtos. dupla adulto ou dupla infantil. Contra-indicaç es: Doenças infecciosas agudas.

polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. Vacinaç o entre 7 e 11 meses: . 3à dose: 6 meses de idade. 4” . choque e encefalopatia após vacinaç o com vacina contendo componente pertussis. Aplicada no 2” . Reforço aos 15 meses e 5 anos de vida. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. Esquema de aplica o: Vacinaç o de início aos 2 meses de idade: . Hemófilos e Poliomielite Indi­ o: Vacina combinada que protege contra Difteria. Composi o: Sacarídeos dos sorotipos 4. Contra-indicaç es: Anafilaxia ao l tex ou qualquer componente da vacina. 4à dose: 12 a 15 meses de idade. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. Adultos. temperatura acima de 40 o C. pelo menos 2 meses após segunda dose. T tano. Gr vidas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. dor. diarr ia e vômitos. 3 tipos de vírus da polio inativados. pneumonia e otite m ia causadas por 7 sorotipos do pneumococo. irritabilidade. T tano. Polio inativada ou Hemófilos. Coqueluche.3 doses. Efic cia de 92 a 100%. õuó€ô uˆ ‰R—u” óuô † õuóu†ô ˆ óuô ˆ ˆ ”R‡uˆ ‘   †— † †  Instituto de Patologia Clínica H.1à dose: 2 meses de idade. 14. Cont m alumínio. Hemófilos influenza tipo B e Poliomielite. Coqueluche. febre. DT. Duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas. História de reaç l rgica após administraç o anterior de vacinas DTP.Vacina Pentavalente contra Difteria. terceira dose após 12 meses de idade . Contra-indicaç es: Doença febril aguda. Efic cia de 83 a 99%. sonol ncia e convuls s. Existem no mercado duas marcas: Infanrix penta e Poliacel que s intercambi veis. Cont m alumínio. Via de administr o: Intramuscular. 18C. 23F. T ’ tano. 9V. incluindo o toxóide dift rico. N recomendado para maiores de 5 anos. Esquema de apli o: A partir de 2 meses.Duas doses com intervalo mínimo de 2 meses. 6” meses de vida. PARDINI 397 . Composi o: Consiste de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). calor e inchaço local. Maior de 7 anos.Dos ica. Via de administr o: Intramuscular. 19F. toxóides tetânico e dift rico inativados. Vacinaç o entre 12 e 23 meses: . Choro persistente (> 3h). 6B conjugados à proteína CRM 127(toxóide dift rico). Vacinaç o entre 24 meses e 9 anos: . õuó€ô óuô  † õuóuô õ uó ô ˆ€‰ † ­u ‘uˆu‰ ˆ€‰  † † † ˆ uˆ © ‰ d† ˆ “ ™” Vacina conjugada contra Pneumococo Indi­ o: Proteç crianças de 6 semanas a 9 anos contra doença invasiva. 2à dose: 4 meses de idade.

imunossupress . Doença febril. Maiores de 18 anos de idade. Composi o: Polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococos. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. pois doses seguintes s muito reat nicas. DPOC. pneumonia. Cont m ainda traços de neomicina. sinusite). Contra-indicaç es: Imunodeprimidos. Cont m ainda fenol e timerosal. III. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). PARDINI . Febre. Revacinaç s 5 anos ( se transplantados de medula óssea = 3 anos). otite. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô  óuô † †¨ ˆu‰ ™” † 398 Instituto de Patologia Clínica H. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. pacientes com leucemia ou linfomas. Cepas tipo I. Intervalo entre vacinaç início de quimioterapia deve ser de pel o menos 2 semanas. diab ticos).Vacina Polivalente contra Pneumococo (23 Valente) Indi­ o: Proteç contra infecç s por 23 sorotipos de pneumococo (doença disseminada. etilistas. Anafilaxia aos componentes da vacina. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina ou a qualquer intervalo das demais vacinas. febre e mialgia. Efic cia de 70 a 93%. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. M ximo de um reforço. Efeitos adversos: Paralisias pelo vírus vacinal 4 a 40 dias após vacinaç (1:3 milh s vacinados). Contra-indicaç es: Anafilaxia à dose anterior ou ao timerosal. hep atopatias. crianças que estejam em contato domiciliar com imunodeprimido. Gravidez. incluindo usu rios de corticóides. meningi te. inclusive neomicina. pacientes HIV positivo com ou sem sintomas. õuó€ô ˆu‰ “ óuô ™” ˆu‰«–€d ˆu‰R” †  ˆu‰  õuóuô  óuô † ˆu‰ ˆ u ‰ Û d u – u ê ˆu‰ ‰€’u“ “ ¡  ˆ Vacina oral contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contra poliomielite. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . pessoas entre 2 e 65 anos que apresentem doenças crônicas (cardiopatas. Reforços aos 15 meses de idade e 5 anos de idade. Efic cia de 83%. portadores de fístulas liquóricas. diarr ia ou vômitos. esplenectomizados ou com asplenia funcional. Infecç o grave por pneumococo comprovada menos de 3 meses. II. O intervalo mínimo entre as doses 0 dias. portadores de síndrome nefró tica. Tend ncia a mais efeitos adversos locais na revacinaç . Via de administr o: Via oral. Caso seja indicado antes de esplenectomia deve ser aplicada 2 semanas antes da cirurgia. portadores de outras neoplasias malignas. T m especial indicaç ra : adultos com idade maior ou igual a 65 anos. Para menores de 2 anos vide pneumocócica conjugada. 4” e 6” meses de idade. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados. portadores de hemoglobinopatias. Intervalo inferior a 5 anos de dose anterior (exceto transplantados de medula óssea).

Composi o: Vacina de vírus inativados. inclusive neomicina. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados cultivados em c lulas humanas. Esquema de aplica o: A partir de dois meses de idade: 2 o. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Caso ocorra administraç o de imunoglobulina humana. Cont m traços de neomicina. Raramente encefalite. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses juntamente com anti-sarampo e anti-caxumba (tríplice viral). Cepas I.Vacina inativada contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contr a poliomielite. quadro rubeolifome brando 6 a 10 dias após vacinaç . II e III cultivadas em c lulas de rim de macaco e inativadas. neurit rpura. PARDINI 399 . doença febril aguda. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô † ˆ † óuô ™ † †¨ @ ˆ d† ˆu‰ Vacina contra Rub ’ ola Indi­ o: Proteç contra r  ola. Uso de corticóide por mais de duas se manas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Tamb m indicada para início de vacinaç o em maiores de 18 anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. 4o e 6o meses de idade. deve receber a Polio oral nas campanhas para desenvolver a defesa de mucosa (IgA). õuó€ô €ˆ ‰ óuô um †  õuóuô † † óuô ”Û– † ”R”(–€‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Cont m ainda traços de neomicina. Gravidez. Ao contr rio da vacina oral. O intervalo mínimo entre as doses dias. Efeitos adversos: Artrite passageira (25% das mulheres adultas). Doenças febris agudas. Efeitos adversos: Podem ocorrer reaç es al rgicas e sinais flogísticos no local da aplicaç o. Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Anafilaxi rara. Evitar gravidez 30 dias após a vacinaç . pode ser aplicada em imunodeprimidos e em contactantes de imunodeprimidos. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Indica-se reforço em mulheres entre 12 e 49 anos rperas após parto e aborto. sangue total. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Efic cia de 90%. Após vacinaç com SALK. Via de administr o: Via subcutânea ou intramuscular. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Cepa Wistar RA 27/3M. Reforço a cada 10 anos. Reforços aos 15 meses e 5 anos de idade. Imunodepress .

devendo tamb m evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç . Esquema de aplica o: A partir de nove meses de idade. At s exposiç cientes com sarampo. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. õuó€ô uˆ ‰ óuô  †Ûþ ÿ du–uê ˆu‰Ûdà–€d õuóuô † óuô ˆu‰  um † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ † uˆ ý ‰— Vacina contra T ’ tano Indi­ o: Proteç contra o T tano. Cepa Schwarz cultivada em ovos de galinha. Doença febril aguda. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô óuô † ˆ   †  Em caso de ferimentos: História vacinal Ferimento limpo ou superficial Contra t tano Vacina Soro* Incerta ou menor de 3 doses. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. “” ¡ “ “” ¡ ñ ‡ ‡ ‡ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ Outros tipos de ferimentos Vacina Soro* Sim Sim N o Sim Sim ˆ N o N o N o ˆ ˆ ˆ “u‘ ‡ Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. calafrios e irritabilidade. PARDINI . 400 Instituto de Patologia Clínica H. Via de administr o: Intramuscular. ltima Sim N o dos mais de dez anos. Tr s doses ou mais. Efic cia de 95%. Deve-se sempre preferir a vacina Dupla tipo adulto quando disponível. exantema e artrite. Composi o: Toxóide tetânico inativado. Pode ser usada na gravidez. Contra-indicaç es: Anafilaxia à ovo. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. a vacina pode prevenir a doença. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Imunodepress . Doenças febris agudas. Reforço entre 12 e 15 meses juntamente com primeira dose de r la e caxumba (tríplice viral). febre. Sinais flogísticos locais podem ocorrer. Composi o: Vacina de vírus vivo atenuado. Cont m ainda traços de neomicina e gelatina. ltima N o N o dose entre cinco e dez anos. * Disponível nos centros de refer cia da rede p blica. Cont m alumínio e timerosal. Tr s doses ou mais. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Após transplante de medula esperar 2 anos. ltima N o N o dos menos de 5 anos. sangue total. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. A vacinaç o de gr vidas previne o t tano neonatal. Gestaç . Efeitos adversos: Podem ocorrer 5 a 12 dias após aplicaç : rinofaringite discreta. No caso de gr vidas consultar o esquema exposto na dT adulto. Sim N o Tr s doses ou mais. neomicina e gelatina. Efic cia 95%.Vacina contra Sarampo Indi­ o: ¡ Proteç contra sarampo. Esquema de aplica o: No caso de reforço de DTP e DT após 7 anos de idade preferir dT.

Composi o: Utilizamos a vacina acelular: componentes celulares purificados da Bordetella pertussis + toxóide dift rico + toxóide tetânico inativados. PARDINI 401 . Contra-indicaç es: Pessoas acima de 7 anos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Efic cia de 90 a 95%. Imunodepress . sangue total. Efeitos adversos: Podem ocorrer entre 5 e 12 dias após a vacinaç : febre at 39C. aumento de gânglios. Raramente ocorrem encefalite. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. vermelhid o. convuls s. t tano e coqueluche para menores de 7 anos de idade. orquite (inflamaç o dos testícul os) e rpura. choque). reaç es anafil ticas à doses anteriores. sarampo e caxumba. Contra-indicaç es: Anafilaxia a ovo. neomicina e gelatina. Caso receba imunoglobulinas ou sangue 30 dias após a vacinaç recomenda-se revacinar após 3 meses. Efic cia 90%. Reforço de tríplice viral aos 10 anos.Vacina Acelular contra Difteria. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . pancreatite. episódio hipotônico -hiporesponsivo. 6” e 15” meses de vida. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivo (exceto: poliomielite oral). calor e inchaço locais. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre. Caxumba e Sarampo Indi­ o: Proteç contra r  la. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). õuó€ô uˆ ‰ óuô † óuô ˆ ˆu‰Rdu‘ † óuô †  ™™ ”  “u‘ ™” ˆ “ ™” † du– Vacina Tríplice viral: contra Rub ’ ola. Reforço aos 5 anos de idade. História sarampo. A vacina acelular apresenta menor índice de eventos adversos. irritabi lidade. rub la ou caxumba pr via s contra-indicaç es. T ’ tano e Coqueluche – Tríplice Bacteriana Acelular Indi­ o: Proteç contra difteria. Via de administra o: Intramuscular. Evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç o. doenças febris agudas. õuóuô † óuô ˆu‰ um † ‰ um † ‰  –u‡ ˆu‰ † ˆ ˆ †‰ ‘uˆu‰ ˆu‰ ™ ˆu‰ † ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. sonol cia e convuls s. sarampo e caxumba (Wistar RA 27/3M + Schwarz + õuó€ô uˆ ‰ óuô RIT 4385). Caso ocorra administraç de imunoglobulina humana. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses de idade. Composi o: Composta de cepas de vírus atenuados da r  la. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Síndrome Guillain -Barr ós vacinaç terior. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). doenças do sistema nervoso central em evoluç o (incluindo convuls s sem co ntrole). 4” . Encefalopatia nos 7 primeiros dias após dose anterior (choro por mais de 3 horas. dor. sonol ncia. Gravidez. Doenças febris agudas. parotidite e rinofaringite. Cont m traços de neomicina e gelatina. paralisia após aplicaç o de dose anterior. Cont m ainda alumínio.

Criança que recebeu BCG mais de 6 meses e n tem cicatriz vacinal. At s 12 anos indicado uma dose. õuó€ô óuô ™ †«þ ÿ ˆu‰ õuóuô õuóuô † †  †‰ †  ˆ ˆu‰ ˆ 402 Instituto de Patologia Clínica H. Doença febril aguda. Comunicantes de hanseníase devem receber duas doses de BCG.BCG Indi­ o: Proteç contra formas graves da tuber culose. abscessos quentes subcutâneos. Gravidez. Evitar cido acetil salicílico durante seis semanas após vacinaç . Composi o: Vírus vivos atenuado (cultura de c lulas humanas). o mais breve possível. Efeitos adversos: Erupç es de pele (menos de 4%) nas primeiras semanas. Presença de les local de aplicaç o.Vacina contra Tuberculose . Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Esquema de aplica o: A partir do nascimento. Imunodepress o celular com linfócitos abaixo de 1. dor local e fadiga. com intervalo mínimo de 6 meses (considerar a presença de cicatriz vacinal como primeira dose). Efic cia de 95%. linfonodos. a vacina pode evitar a doença. Paciente HIV positivo com sintomas. Entre 6 a 12 semanas: cicatriz de 4 a 7 mm. Efic cia de at 0%. Via de administr o: Exclusivamente por via intr rmica no braço direito. dor de cabeça. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). õuó€ô uˆ ‰ óuô óuô óuô du— † ¡ ˆt‰ ¡  ˆ u ‰ d€‡ õuóuô  †ð ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ ‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰Û‘u‰ ™” ‡ ˆu‰Ù— ˆ ˆu‰ ëu”∠‘uˆu‰ Vacina contra Varicela (Catapora) Indi­ o: Protege contra varicela. C erca de 18% dos vacinados n desenvolvem cicatriz. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. abscessos frios subcutâneos. Imunodepress . Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia prednisona).04% dos vacinados. Efeitos adversos: Ocorrem 0. Doença s febris agudas. Evitar gravidez por 3 meses após a vacinaç . Entre 3 a 4 semanas: pequena bolha com pus seguindo-se de uma crosta. S o complicaç s: lceras maiores que 10 mm cicatrizam. Cepa OKA 27/3M. Esquema de aplic o: Aplicada a partir de 12 meses. Contra-indicaç es: Peso menor que 2000g. sangue total. Reforço entre 6 e 10 anos de idade. Profissionais de s de que tenham contato com pacientes com AIDS e tuberculose devem receber BCG se apresentarem PPD < 10 mm. Intervalar 15 dias das vacinas de vírus vivo. Entre 4 a 5 semanas: lcera de 4 a 10 mm de diâmetro.200/mm3. At h após contato com doente. na inserç m sculo deltóide. reaç o lupó ide. Evolu o da cicatriz vacinal: Após 2 semanas: pequena elevaç o avermelhada e dolorosa de 5 a 15 mm. deve ser revacinada. quelóide. Composi o: Bacilos atenuados do Mycobacterium bovis. Cont m ainda traços de neomicina. Gravidez. Via de administr o: Subcutânea. A partir de 13 anos s o aplicadas duas doses com intervalos de 6 a 10 semanas. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. PARDINI . febre baixa. Se a primeira dose for aplicada após 5 anos n necessidade de reforço.

Intervalo mínimo entre vacinas diferentes VACINAS INTERVALO M NIMO ENTRE VACINAS Entre 2 inativadas NENHUM Entre 1 inativada e 1 viva atenuada NENHUM Entre 2 vivas atenuadas 15 dias (exceto polio oral) B 4 . IDADE VACINAS Ao nascer BCG + Hepatite B 1m s Hepatite B 2 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 6 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos + Hepatite B 9 meses Sarampo + Febre Amarela 12 a 15 meses Tríplice Viral + Varicela(catapora)+ Hepatite A 15 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 a 6 anos DTP + Poliomielite 4 a 10 anos Tríplice Viral 6 a 10 anos BCG 14 a 16 anos Dupla tipo adulto  “ 3 . Febre amarela. Pneumocócicas. Hepatite B. PARDINI 403 . Varicela.TABELAS 1 . B ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H.Vacinas vivas atenuadas e n o-vivas VIVA ATENUADA BCG. Meningocócicas. Polio VACINAS oral. Hemófilos. Hepatite A. Caxumba. R la.Intervalo mínimo entre doses de uma mesma vacina VACINA INTERVALO M NIMO ENTRE DOSES DTP 4 semanas Poliomielite 4 semanas Hepatite B* Entre 1-2à dose: 4 semanas Entre 2-3à dose: 8 semanas Entre 1-3à dose: 24 semanas Varicela 4 semanas * Consultar esquema de vacinaç r pida. Sarampo. 2000. Pólio injet vel.  2 – Calend rio da Sociedade Brasileira de Pediatria.  um † ‰ ô N@ O VIVA (INATIVADAS) DTP. Influenza (gripe).

Reforço a cada 10 anos. profissionais rea de sa . paciente com diagnóstico recente de DST. HIV + com ou sem sintomas. Todos pacientes portadores do vírus da hepatite C. Imunossupress o com linfócitos abaixo de 1. ‡ ‘ ˆ‰ PARA QUEM É RECOMEND ADO ˆ ‡  ‘ ˆ‰ ‹Š Pacientes n vacinados. estudantes entrando em escolas. Evitar por 30 dias. imunossupress . Em caso de atras indicado recomeçar o esquema. ˆ‰ ˜Š Œ ‘ ˆ ‰ ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ˆ ‡ ˆ‰ ˆ 5 . . Imunossupress o. Intervalo mínimo de 6 meses. portadores de leucemia. Segurança na gravidez n o est finida. Asplenia. Aplicada anualmente. militares. Deve ser aplicada no outono.1 e 6 meses. hepatopatas. Doença aguda febril com repercuss clínica. Intramuscular. Todos adolescentes. Viajantes reas de alta inci ncia. a fungos. us rios de drogas. Sorologia pode ser indicada previamente à vacina ç o em pacientes de alto risco: HbsAg para triagem. Gravidez. Rub ola) Dupla Adulto (Difteria. ˆ‰ ‡ õuóuô Œ ‡ Pacientes com doenças hep ticas crônicas. homossexuais e bissexuais masculinos. Adultos maiores de 50 anos. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. Pessoas entre 2 e 65 anos que apresentam doenças crônicas: cardiopatas. Evitar por 30 dias. ‡ ‡ Intramuscular ou subcutâneo. ˆ ‘ ‘ ‘ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š Š ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‘ ˆ‰ ‡ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ˆ‰ ŒŽ” Reaç fil tica ou neurológica Guillain-Barre) pr via à vacina. Reforço com 5 anos pode ser necess rio no manejo de feridas. Possibilidade de vacina combinada A+B em 3 doses. receptores de derivados de sangue. Gravidez ( soluta). pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr dialíticos. Pessoas que manipulam alimentos. Reaç fil tica pr via à vacina. Portadores de dist rbio da coagulaç o. ‡ † ‡ ‡ Caso n ja comprovaç laboratorial ou história clínica. ao timerosal (merthiolate). Pode ser aplicada junto com outra vacina em local diferente. Iniciar esquema de 3 doses em quem o souber passado vacinal. etilistas. Mulheres gr vidas que v estar no 2 e 3 semestre na temporada de influenza Qualquer um que queira diminuir o risco de influenza. viajantes internacionais. pulmonares.Sum rio de recomendaç es para imuniz ‡ ‡ ‡ Intramuscular. trabalhadores de sa de expostos à sangue. portadores de fístulas liquóricas. internos em presídios. Reaç fil tica pr via à vacina e à neomicina. trabalhadores de internatos. militares. Intramuscular. heterosexuais com mais de um parceiro em seis meses. sem comprovaç o sorológica de imunidade. Adultos com idade maior ou igual à 65 anos. hemoglobinopatias. Em caso de falha. Caxumba. Duas doses. ˆ ‰ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ‚ƒ"„ ‚ƒ"…„ ‘ ‡ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina. homossexuais e bissexuais masculinos. disfunç renal. hemoglobinopatias. DPOC. ‘ ‘ Reaç fil tica pr via à vacina ou à neomicina. diabetes. Trabalhadores de s de. us rios de drogas ilícitas. hepatite B. síndrome nefrótica. Marcas s o intercambi veis. Possibilidade de vacina combinada A+B em esquema de 3 doses. contactantes de imunodeprimidos. ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š CONTRA-INDI ÕES E PRE ÕES ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ Reaç fil tica pr via à vacina. 1 dose.404 – — Tríplice viral Hepatite A Hepatite B  VACINA Varicela (Sarampo. gelatina ou neomicina Doenç a aguda febril com repercuss . Marcas podem ser intercambi veis. Pode ser usada durante a epidemia. Adultos de alto risco: trabalhadores de sa . T tano ) Pneumocócica polissacarídea Influenza ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ Œ ‘ Œ Œ“ ‡ Œ“ ‡ ‹Ž” ‘ ‡ ‘ Œ ‘ ‹ ‡ ‡  Œ ˆ ‹ ˆ ‘ ’ ‰“ ‡  ŒŠ Ž ‹Ž” ŒŠ • ‡ ‡ ŒŠ ‡ ˆ ˆ ‡ ˆ ˆ Œ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Subcutânea ou intramuscular. Passado de Guillain-Barr . Doença aguda febril com repercuss . profissionais que trabalham em esgotos. neomicina. timerosal ou ovo de galinha. deve-se considerar a vacinaç o de profissionais de sa . Após s rie prim ria completa (3 doses. ao timerosal. Pessoas entre 6 meses e 50 anos com doenças cardíacas. Viajantes par reas de alta endemicidade Sorologia antes da vacinaç o deve ser individualizada. Doença aguda febril com repercuss . repetir esquema. Gravidez ( soluta). Doença aguda febril com repercuss clínica.200/mm3. linfoma. Sorologia pode evidenciar os o imunes. diab ticos. Œ ˆ‰ ‡ ‡ Todos adolescentes e adultos. Reforço com 5 anos. anti-Hbs para níveis de proteç o. Doença aguda febril. Subcutânea. Mulheres em idade f rtil que o receberam vacina de r la ou tenham evid ncia sorológica de imunidade. Adultos de alto risco e seus contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo. ‡ ‡ ‡ CALE ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Gravidez. Duas doses. Ž o de adultos. considerando a DTP) recomendado reforço a cada 10 anos. Doença aguda febril com repercuss clínica. Pessoas com qualquer idade que tenham contato com idosos. pessoas que trabalham em creche e instituiç es de deficientes mentais. Doença aguda febril com repercuss clínica. PARDINI ~"€ IO E VIA Intramuscular. outras neoplasias malignas e imunossupress (incluindo uso de corticóide). incluindo hepatite C. ‹Ž” ˆ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina ou a ovo. 3 doses: 0. Intervalar 30 dias da tríplice viral.

™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 405 .

PARDINI .™ š s: Anotaç3 406 Instituto de Patologia Clínica H.

™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 407 .

PARDINI .™ š s: Anotaç3 408 Instituto de Patologia Clínica H.