MANUAL DE EXAMES Laboratório Hermes Pardini - 2002

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Desde agosto de 1959, há 42 anos trabalhamos para incorporar o que há de mais moderno ao laboratório clínico sob a nossa direção. Não o fazemos apenas por sofisticação. As novas metodologias precisam trazer um grande benefício aos clientes com o menor acréscimo de custo possível. EQUIPES ESPECIALIZADAS Cada tipo de exame é executado e liberado por especialistas, com larga experiência, formando grupos de estudo e que est o sempre prontos a dar informações sobre os diferentes testes.

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Prof. Hermes Pardini

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3 9 31 33 35 37 39 41 55 97 109 147 157 177 189 253 259 275 279 301 315 331 353 354 355 361 369 379 389 391 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Apresentaç Índice por exames ISO Informaç s Gerais Nossos Serviços

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Unidades de Atendimento Patologia Clínica Vari veis pr -analíticas Biologia Molecular Bioquímica Drogas Tera ticas Endocrinologia Gen tica – DNA Hematologia

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D8EGF

HPLC Imunologia Líquido Seminal Microbiologia Ortomolecular Parasitologia e Uran lise Triagem neonatal - Teste do Pezinho Toxicologia Protocolo de Provas Funcionais Urina, Instruç es de coleta Urina 24 horas, conservantes Anatomia Patológica Citologia Diagnóstico por Imagem – DDI Medicina Nuclear “In Vivo” Reaç s Intr rmicas

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Vacinas

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PR (Q0SUT4VW X` fYbac UWe `dhgpi W¨q VISANDO ATENDER ÀS SOLITICAÇÕES DE EXAMES RAROS. teste Ácido 5 Hidroxi Indolac tico Ácido Ascórbico vide Vitamina C Ácido Cítrico (esperma) Ácido Cítrico. MANTEMOS CONVÊNIO COM VÁRIOS LABORATÓRIO S DE REFERÊNCIA NO EXTERIOR. dosagem Acidez Fecal vide pH Fecal Acidificaç urin ria. 59 283 9 rus rts r r v r w x€y v w ƒ€y(„€v s€ƒuw v ‚ u‚ Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa (urina) vide Cristais. pesquisa 188 118 130 119 55 56 56 129 130 567 55 56 129 130 303 56 315 112 112 177 186 56 197 74 68 109 315. 110 178 279 178 57 179 179 58 58. CONSULTE-NOS ! Página 1.5 Hexanodiona Urin ria 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 3 Alfa Diol G vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 5 HIAA (quantitativo) vide Ácido 5 Hidroxi Indolac tico 5 Hidroxi Triptamina vide Serotonina 5 Nucleotidase ACA vide Centrômero. 316 293 351 177 187 253 57 316 317 177 109. dosagem Ácido Úrico.25 Dihidroxi Vitamina D3 vide Vitamina D3 11 Desoxicortisol 17 Alfa Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 Beta Estradiol vide Estradiol 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 Hidroxi Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Esteróides Cetog icos 17 Hidroxi Pregnenolona vide 17 OH Pregnenolona 17 Hidroxi Progesterona vide 17 OH Progesterona 17 KGS vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 KS vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 17 OH Corticosteróides vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 17 OH Pregnenolona 17 OH Progesterona 17 OH Progesterona neonatal 17 OH vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 2. PARDINI . QUE NÃO CONSTAM EM NOSSO “MANUAL DE EXAMES”. dosagem (urina) Ácido Delta Amino Levulínico Ácido Delta Amino Levulínico Desidratase Ácido Fenilglioxílico Ácido Fólico Ácido Hi rico Ácido Homogentísico Ácido Homovanílico Áci tico Ácido Ma lico Ácido Metil Hip rico Ácido Ox lico Ácido Úrico. anticorpos anti ACE vide Enzima Conversora de Angiotensina Acetil Colinesterase vide Colinesterase Acetilcolina. anticorpo anti-receptor Acetona.

3 Alfa vide 3 Alfa Androstanediol Glicuronide 114 Androstenediona 246 Anfetaminas – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 158 Anticoagulante L pico Anti-Convulsivantes equivale cido Valpróico pág. Clearence 304 Ami cidos. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 90. 183 Adrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 190 AEO vide Antiestreptolisina O 213 AGA vide Gliadina. pesquisa 279 Alcapt ria vide cido Homogentísico 60 Aldolase 111 Aldosterona 336 Aldosteronismo Prim rio. Difenilhidantoína pág. Primidona pág. Carbamazepina pág.tTG vide tTG ‡ † † ˆu‰ …  … ‘u‰€ ‰€‘u‡ … ‡ … ˆ  ‡   ‘u‘u‰u‰u ’€“ ‡ ˆu‰ 10 Instituto de Patologia Clínica H. Cromatografia Quantitativa 61 Amônia 113 AMP Cíclico 147 An lise de Alimentos Trans nicos 275 An lise Mineral vide Mineralograma 253 An lise Seminal Computadorizada 232 ANCA vide Neutrófilos. pesquisa vide Proteínas. 113 Alfa Fetoproteína 93 ALT vide Transaminase Pir vica 317. 102. Vigabatrina pág. Lamotrigina pág. contagem 59 Adenosina Deaminase 113 Adenosina Monofosfato Cíclico vide AMP Cíclico 189 Adenovírus . 97. Mutaç o (Diagnóstico) 190 Alfa 1 Glicoproteína cida 112. 318 Alumínio 230 AMA vide Mitocôndria. Cromatografia Qualitativa 304. 105. Testes confirmatórios 189 Alfa 1 Anti-Tripsina (sangue) 279 Alfa 1 Anti-Tripsina (fezes) 154 Alfa 1 Antitripsina. estudo gen tico 282 Aç car nas Fezes vide Corpos Redutores 59 ADA vide Adenosina Deaminase 279 Addis. 107 144 Anticorpos Inibidor da Ligaç de TSH endógeno vide TRAb 144 Anticorpo Inibidor do Receptor de TSH vide TRAb 209 Anticorpos Anti-EBV vide Epstein Barr 210 Anticorpos Anti-Nucleares vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 249 Anticorpos anti-Transglutaminase Tecidual IgA .…… … 97 cido Valpróico 180 cido Vanil Mand lico 110 ACTH 147 Acondroplasia. 105. 305. Gabapentina pág. anticorpos anti 157 Agregaç Plaquet ria 317 ALA-D vide cido Delta Amino Levulínico Desidratase 93 Alanina Amino Transferase vide Transaminase Pir vica 303 Alanina. 91 Albumina. PARDINI . 98. anticorpos anti 283 Ameba histolytica vide Entamoeba Histolytica 190 Amebíase 60 Amilase 61 Amilase. 306 Ami cidos. Fenobarbital pág. 100.pesquisa direta 182. Ami cido Quantitativo 316 ALA-U vide cido Delta Amino Levulínico 91 Albumina. 101. 102. anticorpos anti 112 Androstanediol Glicuronide. Oxcarbazepina pág.

Diagnóstico vide Ataxias. pesquisa Bact ria e Antibiograma Automatizado. cultura Bandas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) Becker e Duchenne. Glutation Peroxidase. 135 241 143 197 210 276 276 232 203 240 143 192 209 276 229 61 147 235 318 190 231 93 83 192 93 148 148 148 148 148 148 344 387 136 259 260 260 268 260 208 150 296   ‰u‘u ”R•u‡u–  † “u‘ ‘† ‡ ˆ † † ˆuˆu‰‰ ˆuˆu‰‰  †† †  ˆu‰R—u‰ ˆt‰ Instituto de Patologia Clínica H. anti Anti-Nucleares. anti AST vide Transaminase Oxalac tica Ataxia de Friedreich. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 10. Painel Ataxias. Identificaç Bact rias Anaeróbias. Diagnóstico vide Ataxias. pesquisa Antígeno HLA-B-27. Superoxido Dismutase Antioxidantes Totais Anti-Proteinase 3 vide Neutrófilos. anti Anti-Microssomal. anticorpos vide SSB.Anticorpos Irregulares vide Coomb’s Indireto Antidepressivos vide Tricíclicos Anti-Epil ticos veja Anti-convulsivantes Anti-Espermatozóides vide Imunobeads Antiestreptolisina O Anti-Fosfolípides equivale Anticoagulant ico pág.Teste Integrado Baar . estudo ge tico ARA vide Reticulina. anticorpos anti Anti-Rh vide Coomb’s Indireto Anti-RO.HbsAG Antígeno Carcinoembri rio Antígeno HLA B27. Distrofia (Diagnóstico) Bence Jones vide Proteína de Bence Jones † 203 106 255 190 259 216 191 191 41 134. 196 Antifungigrama Antígeno Austr lia vide Hepatite B . anticorpos Antitrombina III Anti-VCA vide Epstein Barr ANTOX vide Antioxidantes Totais Apolipoproteína “a” vide Lipoproteína (a) Apolipoproteína A1 e B Apolipoproteína E. Diagnóstico vide Ataxias. anticorpos anti Ars ico ASLO vide Antiestreptolisina O ASMA vide M sculo Liso. PARDINI 11 . anticorpos (Hep 2) vide Fator Anti-Nuclear Antioxidantes equivale Antioxidantes Totais. Diagnóstico vide Ataxias. PCR Antígeno Prost tico Específico vide PSA Anti-La. Cardiolipina IgG e IgM pág.Bacterioscopia Bacilo Dift rico Baciloscopia ao Ziehl vide Baar – Bacterioscopia. anticorpos vide TPO Anti-Mucosa G strica vide C lula Parietal. anti Anti-TPO. anticorpos vide SSA. Diagnóstico vide Ataxias. anti Aspartato Amino Transferase vide Transaminase Oxalac tica Aspecto do Soro vide Inspeç o do Plasma Refrigerado Aspergillus sp. Painel Avaliaç Hipofis ria Total vide Megateste Avaliaç Mineral Óssea Avaliaç Risco de Síndrome de Down e M formaç Tubo Neural vide Avaliaç do Risco Fetal . Painel Ataxia de Machado Joseph. 158. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 1. Painel Ataxia Espinocerebelar tipo 2.

100. dosagem (sangue) 280 Bilirrubinas. Cromatografia 319 Carboxi Hemoglobina 196 Cardiolipina IgG/IgM. cultura 232 C-ANCA vide Neutrófilos. Nitrazepam p g. pesquisa (urina) 355 Biópsias 307 Biotinidase 193 Blastomicose Sul Americana 230 Borr lia vide Lyme 97 Bromazepam 193 Brucelose 202 C1q vide Complemento C1q 195 C1S Esterase Inibidor 202 C2 vide Complemento C2 202 C3 vide Complemento C3 203 C4 vide Complemento C4 194 CA 125 194 CA 15/3 195 CA 19/9 319 C dmio 63 C lcio 64 C lcio Iônico 64 C lcio Livre vide C lcio Iônico 115 Calcitonina 188 Calcitriol vide Vitamina D3 280 C lculo Biliar. intradermoreaç s 64 Capacidade Livre de Combinaç o do Ferro 64 Capacidade Total de Combinaç Ferro 98 Carbamazepina 281 Carbohidratos. 183 Catecolaminas vide Epinefrina e Norepinefrina 196 Caxumba IgG/IgM 197 CCP 243 CD2 e CD19 vide Tipagem de Linfócitos ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ †       ™” ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ u’ 12 Instituto de Patologia Clínica H. anticorpos anti 267 Cancro Mole. 99. auto anticorpos anti 148 Cariótipo com Banda G 149 Cariótipo com Bandas de Vilo corial 148 Cariótipo de Alta Resoluç o 149 Cariótipo de Medula 150 Cariótipo de Sangue para Doenças hematológicas 149 Cariótipo para pesquisa de Cromossomo Philadelphia vide Cariótipo de Medula 149 Cariótipo para pesquisa de X -Fr il 182. anticorpos anti 232 C-ANCA vide Neutrófi los.Benzodiazepínicos equivale Bromazepam p g. 103. 104 114 Beta 2 Microglobulina 180 Beta Caroteno 123 Beta HCG vide HCG. N-Desmetildiazepam p g. 99. Clobazam p g. An lise Físico e Química 89 Calemia vide Pot ssio 89 Caliuria vide Pot ssio 261 Campylobacter. 97. Ducreyi 389 Candidina. Diazepam p g. Oxazepam p g. Beta 92 Bicarbonato vide Reserva Alcalina 115 Big Prolactina 62 Bilirrubinas. PARDINI . An lise Físico e Química 280 C lculo Renal. 104. Clonazepam p g. pesquisa vide H.

Teste 66 Cloreto de Sódio no Suor 66.Pesquisa) 198 Chlamydia tracomatis IgG e IgM (Imunofluoresc ncia Indireta) 322 Chumbo 145 Cianocobalamina vide Vitamina B12 98 Ciclosporina 379. pesquisa 384 Cistografia Radioisotópica Direta 267 Citobacteriologia vide Gram 362. Anti 159 C lulas de Downey. pesquisa 261 C lulas Her ticas. pesquisa 159 C lulas LE. 383. 384 Cintilografias 384 Cisternografia Cerebral 199 Cistatina C 199 Cisticercose 281 Cistina. Tempo de Tromboplastina Parcial p g. PARDINI 13 . Teste de 99 Clobazam 99 Clonazepam 351 Cloreto de Amônio. 381. Teste de Sobrecarga vide Acidificaç o Urin ria.175. Tempo de Coagulaç p g.228 CD3 vide Linfócitos T Ativado 242 CD4 e CD8 vide Subtipagem de Linfócitos 191 CEA vide Antígeno Carcino Embri rio 197 C lula Parietal. Tempo Atividade de Protrombina p g. pesquisa 261 C lulas de Inclus Citomeg lica 261 C lulas de Tzanck vide C lulas Herp ticas. Anti 198 Ceruloplasmina 65 Cetonemia. anti vide CCP 72 CKMB vide Creatinofosfoquinase MB Isoenzima 66. 382. pesquisa 197 Centrômero. 67 CL vide Cloretos Clamídia vide Chlamydia 384 Clearence Pulmonar de DTPA 65 Clements.176 †† †† †† † ˆu‰ †  † –† u‰ u‘  ‡ “€‘ “ … u‘  … † ˆ  ˆ  ˆ€‰ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H. 67 Cloretos 92 CO2 vide Reserva Alcalina Coagulograma equivale Plaquetas p g. 249 Chagas vide Trypanosoma cruzi 198 Chlamydia pneumoniae IgG 262 Chlamydia trachomatis (Cultura) 262 Chlamydia trachomatis (Imunofluoresc cia direta) 41 Chlamydia trachomatis (PCR) 262 Chlamydia tracomatis (Giemsa .170. 17 201 CH 100 vide Complemento CH 100 201 CH 50 vide Complemento CH 100 248. pesquisa 65 C lulas Orangiófilas. 364 Citologias 201 Citomegalovírus (ELFA) 200 Citomegalovírus (Elisa) 42 Citomegalovírus (PCR) 261 Citomegalovírus uri rio vide C lulas de Inclus o Citomeg lica 160 Citometria e Citologia (Líquidos corporais) 253 Citrato (esperma) vide cido Cítrico 57 Citrato (urina) vide cido Cítrico 197 Citrulina. pesquisa 281 Ceton ria. pesquisa 55 Cetosteróides Neutros Totais. Tempo de Sangria p g.175. 380.175. 363.

pesquisa CPK vide Creatinofosfoquinase Creatina Creatinina Creatinina. pesquisa (urina) Cromatina Sexual Cromo Cromossomo Philadelphia. aglutinaç direta Cryptosporidium. pesquisa Cromossomo Y. pesquisa Crioglobulinas. pesquisa Cultura + Antibiograma Automatizado Curva de Tolerância a Glicose Curva Plaquet ria vide Agregraç o Plaquet ria Dacriocintilografia DDAVP vide Estímulo p/ ACTH com desmopressina uˆ ‰ ˆ ™” ™” †  “ u’ † uˆ ‰ ™” u’  ˆ  320 246 188 274 67 67 67 68 68 93 68 254 202 202 202 203 201 201 118 203 203 263 321 282 161 282 281 116 116 263 71 69 70 71 71 72 204 204 204 72 283 365 321 149 149 150 150 232 263 205 263 264 337 157 384 332 14 Instituto de Patologia Clínica H. Subfracionamento das Fraç s vide Subfracionamento das Fraç s do Colesterol Colinesterase Coloraç o Supra Vital Complemento C1q Complemento C2 Complemento C3 Complemento C4 Complemento CH 100 Complemento S rico Total vide Complemento CH 100 Composto S vide 11 Desoxicortisol Coombs Direto Coombs Indireto Coprocultura Coproporfirinas. cultura Colesterol Colesterol HDL vide Colesterol Colesterol LDL vide Colesterol Colesterol TOTAL vide Colesterol Colesterol VLDL vide Colesterol Colesterol. pesquisa Criofibrinog nio. pesquisa Cristais com Luz Polarizada. pesquisa vide Cariótipo para pesquisa Cromossomo X -Fr il Cromossomo Y para Síndrome de Turner. pesquisa Corpos Redutores Fecal Corpos Redutores urin rio vide Carbohidratos.Cobre Cocaína – Teste de Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso Colecalciferol vide Vitamina D3 Cólera Vibri . Cromatografia Cortisol Cortisol Livre Corynebacterium minutissimum. Estudo Gen tico das Microdeleç s Cross Laps vide N-Telopeptídeo Cryptococcus Neoformans. Clearence Creatinofosfoquinase Creatinofosfoquinase MB Isoenzima Crioaglutininas. microscopia Cryptococcus Neoformans. pesquisa Corpos de Heinz. Cariótipo (pesquisa) vide Cariótipo de Medula Cromossomo X-Fr il. dosagem Coproporfirinas. pesquisa (líquido sinovial) Cristais com Luz Polarizada. cultura vide Vibrio Cholerae. PARDINI .

209. diagnóstico molecular 42 Doenças sexualmente transmissíveis. anticorpos anti 153 Detecç o Molecular da Mutaç o 202 (G A) da G6PD 117 DHEA vide Dehidroepiandrosterona 73 DHL vide Dehidrogenas ctica 118 DHT vide Dihidrotestosterona 339 Diagnóstico de Diabetes Gestacional 150 Diagnóstico da Distrofia de Becker e Duchenne 154 Diagnóstico da Mutaç Alfa 1 Antitripsina 385 Diagnóstico do H. PCR 265 Donovanose 385 Dose Tera tica com Iodo-131 385 Dose Ter tica p/ tratamento da dor óssea com Sam rio -153 165 Drepanóticos. Diagnóstico 206 DNA.249. Gliadina IgA/IgG-anticorpos anti p g. Pylori pelo Teste Respiratório 151 Diagnóstico Molecular da Doença de Huntington 155 Diagnóstico Molecular para Síndrome de Willians 156 Diagnóstico Molecular para Surdez Cong ita 277 Dialdeído Malônico vide Malônico Dialdeído 100 Diazepam 100 Difenilhidantoína 285 Digestibilidade Fezes vide Funcional de Fezes 101 Digital s rico vide Digoxina 101 Digoxina 118 Dihidrotestosterona 206 Dímero D 264 Direto a Fresco. Reticulina-anticorpos anti p g. 247 Drogas de Abuso. Determinaç o de Paternidade 210 Dnase. Triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 370 Duplex Scan 349 D-Xilose. PCR Qualitativa e Tipagem 387 Densitometria Óssea 181 Deoxipiridinolina 73 Depuraç gua Livre 122 Descarboxilase do cido Glutâmico vide GAD. Sulfato 73 Dehidrogenase ctica 114 Delta 4 vide Androstenediona 129 Delta 5 vide 17 OH Pregnenolona 152 Delta F508 vide Estudo gen tico da Fibrose Cística 205 Dengue IgG e IgM 43 Dengue. Teste de Solubilidade 246. pesquisa vide Hemoglobina S.213. anticorpos anti 154 DNA. PARDINI 15 . pesquisa 283 Dismorfismo Eritrocit rio. diagnóstico 151 Doença de Huntington. tTG-anticorpos anti p g.235 151 Doença de Gaucher. anti vide Estreptozima Doença Celíaca equivale Endomísio-anticorpos anti p g.117 Dehidroepiandrosterona 117 Dehidroepiandrosterona. pesquisa 150 Distrofia de Becker e Duchenne. Teste 121 E1 vide Estrona 119 E2 vide Estradiol 120 E3 vide Estriol 209 EBV vide Epstein Barr 74 ECA vide Enzima Conversora de Angiotensina 370 Ecocardiografia u•  † ˆ ˆu‰R—ud … … ”(•€ ˆ e €ˆ ( ‰ €— d “t‘ † ˆ  ˜˜ ˜ ˜ du–u–u“u“uff  Instituto de Patologia Clínica H.

Cromatografia p g.119.Cromatografia Quantitativa (urina) p g.120.241. SSA/RO-anti p g. SSB/LA-anti p g.Sustacal 334 Estímulo para ACTH com CRH/CRF 332 Estímulo para ACTH com Desmopressina – DDAVP Estímulo com ACTH para: Androstenediona. Composto S. DHEA. 66.304. neonatal vide Hemoglobinopatias. 17 Beta 389 Estreptoquinase/Estreptodornase.235. 17 OH 333 Pregnenolona.304. 68 Eletroforese de Colesterol equivale Colesterol HDL.Cromatografia Quantitativa (soro) p g. Ami cidos . Estriol p g. Sódio p g. SM-anti p g. pesquisa 370 Eletrocardiograma 67. 92 209 EMA vide Endomísio. Triagem neonatal 224 Eletroforese de Imunoglobulinas vide Imunofixaç 207 Eletroforese de Lipoproteínas 207.121 121 Estrona 154 Estudo de Determinaç o de Paternidade vide Paternidade 385 Estudo de Viabilidade Mioc rdica 153 Estudo G tico da Hemocromatose ‡ ˜ ˜  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˜ ˜ ‘u‘u‰u‰u ˆ  ˆ  ˜˜ ˆu‰ ˜ ˜ “™ ” ˆ ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆ   ”€‘ † ˆ  ˜ ™ ˜ ˜ 16 Instituto de Patologia Clínica H.305. 183 Epinefrina e Norepinefrina 209 Epstein Barr 162 Eritrograma 119 Eritropoietina 167 Eritrossedimentaç o vide Hemossedimentaç o Erros Inatos do Metabolismo especificar se Amino cidos . 208 Eletroforese de Proteínas Eletrólitos equivale Cloretos p g. Ami cidos . 89. 344 Estímulo para HGH 345 Estímulo para LH e FSH com LH-RH 340 Estímulo do Peptídeo C 344 Estímulo para Prolactina com TRH 351 Estímulo para Testosterona com HCG 337 Estímulo para TSH com TRH 332 Estímulo r pido para Cortisol com ACTH – Cortrosina 119 Estradiol. anticorpos anti 283 Entamoeba histolytica 291 Enterobius vide Oxi rus 74 Enzima Conversora de Angiotensina 162 Eosinófilos 182. 17 OH Progesterona 346 Estímulo para Calcitonina com infus C lcio 346 Estímulo para Calcitonina com infus Pentagastrina 346 Estímulo para Calcitonina com infus o de C lcio e Pentagastrina .240. intradermoreaç es 210 Estreptozima 120 Estriol Estrógenos Fracionados equivale Estradiol p g. 191 Espondilite Anquilosante vide Antígeno HLA-B27 209 Esquistossomose (Imunofluoresc ncia Indireta) 390 Esquistossomose. 343. anticorpos anti ENA equivale RNP-anti p g. intradermoreaç s 333 Estímulo com CRH/CRF pós supress o com Dexametasona 340 Estímulo do Peptídeo C .240 209 Endomísio.simultâneo 342. PARDINI . VLDL. Estrona p g. Progesterona. 67 Pot ssio p g. Total 161 Eletroforese de Hemoglobina 308 Eletroforese de Hemoglobina.370 Ecodoppler 265 Ectoparasitas. Cortisol. pesquisa 74 Espectrofotometria 450 NM 253 Espermograma vide An lise Seminal Computadorizada 41.281 265 Escabiose vide Ectoparasitas. LDL.Cromatografia Qualitativa (cart ) p g. Carbohidratos .

Tripsina neonatal p g. 305. 306 Fenilalanina.155 Estudo G tico da Síndrome de Gilbert 150 Estudo G tico das Microdeleç s no Crom ossomo Y Estudo G tico das Trombofilias p g. anti vide C lula Parietal. quantitativa (cart ) 304.152 equivale Fator V Leiden p g. 292 Fezes Parasitológico vide Parasitológico de Fezes 163 Fibrinog nio Fibrose Cística equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.PKU.152 152 Estudo G tico de Fibrose Cística 151 Estudo G tico Fetal 151 Estudo de HLA PCR para Diabetes tipo 1 323 Etanol 264 Exame direto a Fresco.152 163 Fil ria. Cromatografia quantitativa 284 Fenilalanina. Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase p g. Gene da Protrombina p g. Imunocromatografia 163. anti 211 Fator Reumatóide 251 Fator Reumatóide (Hemoaglutinaç o) vide Waaler Rose 214 Fator Rh/DU vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 152 Fator V de Leiden 211 Febre Amarela IgG e IgM 307 Fenilalanina . pesquisa 270 Exame Micológico Direto 208 Faixas Oligoclonais vide Eletroforese de Proteínas (líquor) 210 FAN vide Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 210 Fator Anti-Nuclear (Hep 2) 197 Fator Intríseco.Treponema IgG 285 Funcional de Fezes ””€€‘‘ †† ”€‘ † ˜ ””€€‘‘ †† ™” ˜ ˜ ˜ † ˆ ˆ€‰ ‘u‰€  “ ˜ ˜ † ˜ …… … †    Instituto de Patologia Clínica H. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.66.312 e Fibroce Cística . 78 Fósforo 163 Fragilidade Osmótica das Hem cias 89 Frutosamina vide Proteína Glicosilada 254 Frutose (esperma) 284 Frutose (urin ria) 124 FSH vide Hormônio Folículo Estimulante 138 FT3 vide T3 Livre 140 FT4 vide T4 Livre 238 FTA abs vide Sífilis . 212 Filariose vide Filaria 324 Fluoreto 102 Fluoxetina 385 Fluxo Sangüineo das Extremidades 109.152. PARDINI 17 . estudo gen tico p g.153. pesquisa 212 Filaria. pesquisa (urina) 100 Fenilhidantoína vide Difenilhidantoína 101 Fenobarbital 323 Fenol 121 Ferritina 74 Ferro 285 Fezes Digestibilidade vide Funcional de Fezes 291. 110 Folato vide cido Fólico 75 Fosfatase cida 75 Fosfatase cida Prost tica 76 Fosfatase Alcalina 212 Fosfatase Alcalina Específica Óssea 212 Fosfatase Esquel tica vide Fosfatase Alcalina Específica Óssea 76 Fostatidil Glicerol 77 Fosfolípides 77.

anticorpos Anti Glicemia vide Glicose Glicohemoglobina Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase. 271 287 276 267 267 214 337 267 267 214 153 214 215 80 216 217 217 uˆ i‰ uh j g 18 Instituto de Patologia Clínica H. Mutaç 2 (G A) Glicose.Triagem neonatal Gama Globulina vide Eletroforese de Proteínas Gama Glutamil Transferase Gama GT vide Gama Glutamil Transferase Gardnerella. anti vide Hepatite B HBeAg vide Hepatite B ˆ ˆ g  ˆu‰R— ˆ 266 266 265 213 153 102 122 286 308 207. estímulo alimentar Gastrina. Mutaç o 202 (G A) Gabapentina GAD. 82 286 82 82 91 137 141 276 123 42. anti vide Hepatite B HBe. cultura Gasometria Gastrina Gastrina. PARDINI . pesquisa Glicose. anti vide Hepatite A HbA1c vide Glicohemoglobina HBc. Ducreyi Ham.Fungos. estímulo após glucagon Gene CCR-5. pesquisa Fungos. Beta Gonococos vide Neisseria Gonorrhoeae Gordura Fecal GPX vide Glutation Peroxidase Gram Bacterioscopia Gram Bacterioscopia (sangue) vide Hemocultura Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU GTT vide Tolerância a Glicose H. 79 122 352 352 43 152 153 345 78 124 286 155 213 80 213 153 81. pesquisa da deleç o – PCR Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase Gene da Protrombina Geraç e IGF-1 GGT vide Gama Glutamil Transferase GH vide Hormônio de Crescimento Gi rdia Gilbert. teste Haplotipagem de HLADR e DQ Haptoglobina HAV. Ducreyi Haemophilus Ducreyi vide H. 208 78 78 266 78. dosagem Glicose. Síndrome Gliadina IgA e IgG. pós -prandial Globulina (liquor) Globulina (sangue) vide Proteínas Totais e Fracionadas Globulina Ligadora de Hormônios sexuais vide SHBG Globulina Ligadora de Tiroxina vide TBG Glutation Peroxidase Gonadotrofina Coriônica vide HCG. anticorpos anti Galactose (urina) Galactose Total . cultura Fungos. identificaç o G6PD vide Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase G6PD.

161. HCV. HBV PCR p g.46. Biópsia 168 Hem cias Fetais vide Kleihauer 166 Hem cias vide Hemograma 166 Hematócrito vide Hemograma 170 Hematozo rios. Teste Desnaturaç ao calor p g.176 308 Hemoglobina S. PCR p g. HBc IgG/IgM p g. HbeAg p g. Genotipagem 46 HCV. triagem neonatal 166 Hemograma 167 Hemossedimentaç o 167 Hemossiderina 210 Hep 2 vide Fator Anti-Nuclear 215 Hepatite A vide HAV IgG/IgM Hepatite B equivale HbsAg p g. pesquisa Hemoglobina Inst vel equivale Corpos Heinz (pesquisa) p g. pesquisa vide Plasmodium 153 Hemocromatose. anti vide Hepatite C 45 HCV. Teste de Solubilidade 308 Hemoglobinopatias. HBs-anti p g. 218 HCV. Triagem neonatal 165 Hemoglobina S.217. anti vide Hepatite E 124 HGH vide Hormônio de Crescimento 100 Hidantoína vide Difenilhidantoína 281 Hidratos de Carbono vide Carboidratos. 17 56 Hidroxi Esteróides Ceto nicos. 47 .217.218. cultura automatizada 164 Hemoglobinas 164 Hemoglobina A2 164 Hemoglobina Fetal 80 Hemoglobina Glicada vide Glicohemoglobina 165 Hemoglobina H.45 218 Hepatite D 218 Hepatite Delta vide Hepatite D 218 Hepatite E 219 Herpes vírus Simples 1 e 2 (Elisa) 47 Herpes vírus Simples. Isopropanol. PCR Quantitativo 45 HBV.167. Beta .Teste de Resist cia aos Antivirais p g. PCR 267 Hemocultura Automatizada 269 Hemocultura para Micobact rias vide Micobact rias. PCR Qualitativo 47 HCV. teste p g. PCR Quantitativo 67 HDL. Cromatografia 56 Hidroxi Corticosteróides. HBV . PCR Qualitativo 44 HBV. Colesterol 218 HDV. anti vide Hepatite D 215 Helicobacter Pylori (Imunoensaio Enzim tico) 385 Helicobacter Pylori. cultura 261 Herpesvírus. 47.45 Hepatite C equivale HCV-anti p g. Teste de Resist cia aos antivirais 123 HCG. PARDINI 19 . anti vide Hepatite B 216 HbsAg vide Hepatite B 44 HBV.217.44. Teste Respiratório 355 Helicobacter Pylori. Hbe-anti p g.217 HBs. HCV Genotipagem p g. neonatal vide Hemoglobinopatias. pesquisa vide C lulas Herp ticas 218 HEV. 17 177 Hidroxi Indolac tico vide cido 5 Hidroxi Indolac tico “u‘ u‘     † †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ ˆ ˜ u“ ‘ ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ † † ’u“ … † Instituto de Patologia Clínica H. Beta 295 HCG.pesquisa uri ria vide Pregnosticon 46.216.216. PCR qualitativo e tipagem 268 Herpesvírus.

219.49 . PCR vide Antígeno HLA-B27 191 HLA-B27. Biópsia 51 HPV.Quantitativo 48 HIV PCR – Qualitativo 49 HIV PCR – Quantitativo 48 HIV PCR . 306 Identificaç o de Ami cidos. HIV 1 neonatal p g. anti HIV equivale HIV 1 e 2 pesquisa p g. Doença 125 IA2. PCR 151 Huntington.50. Citologia 52 HPV. Globulina Ligadora vide SHBG 355 HPV. 49. anticorpos Anti 219 Histoplasma Capsulatum.220. pesquisa 53 HTLV-I. anti 219 Histoplasmose vide Histoplasma Capsulatum. pesquisa vide Antígeno HLA-B27 183 Homocisteína 352 Homocisteína após estímulo com metionina 288 Homocistina 110 Hormônio Adrenocorticotrófico vide ACTH 124 Hormônio de Crescimento 124 Hormônio Folículo Estimulante 125 Hormônio Luteinizante 124 Hormônio Somatotrófico vide Hormônio de Crescimento 137 Hormônios Sexuais.221. 268 HSV vide Herpesvírus Simples 1 e 2 48. 305.48. 50.Quantitativo Ultrasensível 50 HIV-1 Genotipagem vide HIV. PARDINI . 17 130 Hidroxi Progesterona. Captura Híbrida 363 HPV. Resist cia Genotípica aos antivirais 41 HLA-B27. 17 83 Hidroxiprolina Total 348 Hipercalci ria vide Teste de PAK 332 Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH 255 Hipoosmolaridade 309 Histidina. Ami cido quantitativo 219 Histona. 220. anti 304. 261.49. Cromatografia Quantitativa 268 Identificaç o de Bact ria e Antibiograma Automatizado 288 Identificaç o de Helmintos e Fragmentos 225 IgA Salivar vide Imunoglobulinas 231 IgA Tuberculosis vide Mycobacterium Tuberculosis IgA 222 IgE Específico 223 IgE M ltiplo 223 IgE Total 126 IGF 1 ‡ ‘u‰u “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ u“ ‘ “ ˆˆ ˆ ‘u† ‰u ‰u ‡ 20 Instituto de Patologia Clínica H. neonatal 50 HIV-1.309 220 HIV 1 e 2. anti 125 ICA512 vide IA2. HIV. Resist ncia Genotípica aos antivirais p g. Resist ncia Genotípica aos antivirais 309 HIV-1. HIV Wester Blot p g. pesquisa 221 HIV confirmatório vide HIV Western Blot 221 HIV Western Blot 49 HIV NASBA . 221 HTLV III vide HIV 221 HTLV-I e II.129 Hidroxi Pregnenolona. anticorpos anti 125 ICA vide IA2. HIV. quantitativo vide Amin cidos. PCR – Tipagem 47.48. HIV NASBA p g. PCR p g. anti 128 IAA vide Insulina. HIV-PCR Ultrasensível p g.

anticorpos Anti 89 K vide Pot ssio 227 Kappa (cadeia leve) 56 KGS. PARDINI 21 . Tricofitina. 305.92 Íons equivale Cloreto p g. 306 Isoleucina. intradermoreaç s p g. Colesterol 277 LDL-PX 389 Leishmaniose.389.390. pesquisa 349 Lactose. anti 255 Immunobeads Test Imunidade Celular.127 IGFBP-3 125 Ilhota. Pot ssio p g. intradermoreaç es p g. Estreptoquinase/Estreptodornase.66. pesquisa 129 Leptina 269 Leptospirose. Cromatografia quantitativa 167 Isopropanol. anti vide IA2. testes equivale Candidina.92 66 Iontoforese: estímulo para Pilocarpina vide Cloreto de Sódio no Suor 312 IRT vide Tripsina neonatal 226 Isoaglutininas 304. PPD intradermoreaç s p g. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. Sódio p g. Sódio p g.66.67 .389 . 17 vide 17 Cetosteróides Neutros Totais 241 LA vide SSB. 356 Imunohistoquímica 288 Indican.89. Imunofluoresc ncia 168 Leishmaniose.67 . anticorpos anti 57 Lactato vide cido tico 83 Lactesc cia vide Inspeç Plasma Refrigerado 289 Lactose. intradermoreaç s p g. Elisa ˆ ™ ” ˜™ ˜ ˆ ™” ˜ ™” ˜ ˜ ‡ ˆu‰R—u‰ ˆ €• ‡ ™” ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰u  “ … u•  “u‘ ˆu‰R—u‰ ”(•€ ™” “ Instituto de Patologia Clínica H. Anti 277 LDL Peroxidada 67 LDL. pesquisa 83 Índice de Saturaç o da Transferrina 128 Índice de Tixorina Livre vide ITL 226 Influenza vírus A e B – pesquisa direta 158 Inibidor L pico vide Anticoagulante pico 324 Inseticidas Organoclorados 325 Inseticidas Organofosforados 83 Inspeç Plasma Refrigerado 128 Insulina 128 Insulina. Tipagem de Linfócitos T e B p g. intradermoreaç s vide Montenegro 227 Leishmaniose IgG e IgM. teste de tolerância 227 Lambda (cadeia leve) 102 Lamotrigina 73 LDH vide Dehidrogenas ctica 84 LDL Oxidada. Teste 289 Isospora Belli 128 ITL 226 Jo 1.243 224 Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG 224 Imunoeletroforese de Proteínas vide de Imunofixaç o 224 Imunofixaç o 225 Imunoglobulinas 355. Cultura 228 Leptospirose. Pot ssio p g.390 . anticorpos anti 389 Intradermoreaç s Ionograma equivale Cloreto p g. 17 vide 17 Hidroxi Esteróides Cetog nicos 339 Kitt 168 Kleihauer 55 KS.89.

Cromatografia quantitativa vide Ami cidos.68. anti p g. SSA/Ro. VDRL p g. HCG p g.194.94 Lipidograma equivale Colesterol HDL p g. PARDINI . Triglic rides p g. anti p g.210. CA 19/9 p g.269 Leptospirose. Eletroforese de Lipoproteínas p g.207.72 e (urina) p g.113 . pesquisa (líquido sinovial) p g.206. PSA p g. Subtipagem 243 Linfócitos. CEA p g. anticorpos anti Lues (sorologia) equivale Treponema IgG (FTA abs) p g. LDL p g.194. Tipagem 198 Linfogranuloma (sorologia) vide Chlamidia (Imunofluoresc ncia Indireta) 84 Lipase 84 Lípides Totais Lípides Totais e Fracionado veja Lipidograma Cl ssico Lipidograma Cl ssico equivale Colesterol Total p g. pesquisa vide Cristais.347 103 Lítio 229 LKM.195. 68. 68. Lípides totais p g.CA 125 p g. SM.283 229 Lipoproteína ( a ) 85 Líquido Ascítico (Rotina) 85 Líquido Pleural (Rotina) 86 Líquido Sinovial (Rotina) 86 Líquor (Rotina) 229 Listeriose Litíase uri ria vide C lculo Renal.191.241 230 Lyme IgG/IgM 248 Machado Guerreiro vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) 247 Maconha – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 115 Macro Prolactina vide Big Prolactina 87 M sio 277 Malônico Dialdeído 350 Maltose. anti p g.238.240. II . VLDL p g. 336 Liddle I. anti p g. RNP. Total p g. Triglic rides p g.280 veja também Teste de PAK p g.134 135 277 MDA vide Malônico Dialdeído 344 Megateste 326 Merc rio 326 Meta Hemoglobina 184 Metanefrina e Normetanefrina 327 Metanol 327 Metiletilcetona ˆ ‘u‰€  ˜ † ˜ ‘u ˜ ˜  “ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜† ˜ ˜ ˜   ˜ ˜ “ ˜ ˜˜ ˜ du’u‘ †  ˜ ˜ ˆu‰ ˜ “ ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ 22 Instituto de Patologia Clínica H.112. 294 Leucócitos vide Piócitos 169 Leucograma 125 LH vide Hormônio Luteinizante 335.239.Testes 228 Linfócitos T Ativado 243 Linfócitos T e B vide Tipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Helper vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos T Supressor vide Subtipagem de Linfócitos 242 Linfócitos. anti p g.77. SSB/La. Fator Anti-Nuclear (Hep 2) p g.235. 67. teste de tolerância 372 Mamografia 325 Mangan s 383 Mapeamento da Tireóide vide Cintilografia da Tireóide 256 Mar Test Marcadores Tumorais equivale Alfa Fetoproteína p g. 67. Pesquisa (Campo Escuro) 268 Leptospirose. CA 15/3 p g. 306 Leucina.240. An lise Físico e Química p g. Treponema (Hemoaglutinaç ) p g. 94 Lipóides Birrefringentes.123.239 Lupus Eritematoso Sist mico equivale DNA. Soro Aglutinaç o Microscópica 304. 305.348 e Nefrolitíase p g.84. Fosfolípides p g. Cromatografia quantitativa 255 Leucócitos (esperma) 293.

pesquisa 328 Níquel 104 Nitrazepam 170 Nitro Blue Tetrazolium 61 Nitrog io Amoniacal vide Amônia 82 Nonne-Appelt vide Globulina (liquor) 182. 183 Norepinefrina e Epinefrina vide Epinefrina e Norepinefrina 184 Normetanefrina vide Metanefrinas – Fraç s 232 N-Telopeptídeo † du’u‘ † † ‘€‡ ‡ ˆ ‘u‰u ‘u‡ “ ˜ ˜ ˜ ‡ uˆ ‰ihuj k uˆuˆ ‰R ‰uˆ ‰R—‘ uˆ ‰R‘u‰  † ™” ˜ ˜ † ˜ ˜ ˜  ‘u ˜ “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H.312 e Fibroce Cística . cultura 232 Neutrófilos.209. 183 Noradrenalina vide Epinefrina e Norepinefrina 182. Monoteste p g. Cultura 270 Mycoplasma. PCR 270 Micológico Direto Micoplasma vide Mycoplasma 87 Microalbumi ria 87 Microprotein ria vide Microalbumi ria 289 Microsporídeos.152 231 M sculo Liso. anticorpos anti vide TPO 169 Mielograma 292 MIF. anticorpos anti 325 Mn vide Mangan s Mononucleose (sorologia) equivale Epstein Barr IgG/IgM p g.347 veja também Teste de PAK p g. anticorpos anti . Cultura Automatizada 53 Micobact rias.230. Cromatografia quantitativa vide Ami cidos. pesquisa 231 Mucoproteínas 197 Mucosa G strica vide C lula Parietal. estudo gen tico p g. identificaç o em cultura. 306 Metionina.348 e C lculo Renal. anti Mucoviscidose equivale Cloreto de Sódio no Suor p g.234 72 Monorauto de Sódio vide Cristais com Luz Polarizada. pesquisa 143 Microssomal. intradermoreaç s 290 Mucopolissacaridoses. cultura 92 Na vide Sódio 92 Natriemia vide Sódio (sangue) 92 Natriuria vide Sódio (urina) 170 NBT vide Nitro Blue Tetrazolium 103 N-Desmetildiazepam 355 Necropsia Nefrolitíase vide p g. PARDINI 23 .280 271 Neisseria gonorrhoeae. Tripsina neonatal p g. anticorpos anti 153 Mutaç 2 (G A) da G6PD 154 Mutaç a Alfa 1 Antitripsina 152 Mutaç Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase 153 Mutaç o Gene da Protrombina 154 Mutaç Gene da MCAD 231 Mycobacterium Tuberculosis.ANCA 169 Neutrófilos. A lise Físico/Química p g. Paul Bunnel Davidsohn p g. pesquisa 230 Mitocôndria. anticorpos IgA 53 Mycobacterium Tuberculosis. Parasitológico de Fezes vide Parasitológico de Fezes – MIF 275 Mineralograma 290 Mioglobina. PCR 232 Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM 270 Mycoplasma pneumoniae. Cromatografia quantitativa 87 MG vide M sio 269 Micobact rias. pesquisa (liquido sinovial) 230 Monoteste 389 Montenegro.66. 305.304.

Imunoglobulinas p g. JO1. Dehidrogenas ctica p g.200. Estreptoquinase p g.117. Parasitológico de Fezes p g. anti p g.207. Gene Protrombina p g. anticorpos anti – ANCA 75 PAP vide Fosfatase cida Prost tica 193 Paracoccidioides Brasiliense vide Blastomicose 233 Parainfluenza vírus 1. Hemograma p g.93.235. 78 P vide Fósforo 148 Painel das Ataxias Painel de Andrógenos especificar Predominantemente Gônadal : equivale Testosterona Livre p g. PARDINI . Dihidrotestosterona p g. anti p g. SSB. anti p g. SCL 70.137 232 P-ANCA vide Neutrófilos.243 Perfil Lipídico vide Lipidograma Cl ssico Perfil Microbiológico especificar Campylobacter. Dehidroepiandrosterona p g.266. .198.240.202.93 Fatores Trombofílicos: Fator V de Leiden p g. 17 OH Progesterona p g. SHBG p g. Fosfatase Alcalina p g.225.118. 2 e 3 – pesquisa direta 184 Paraminofenol 291. 17 OH Pregnenolona p g.234 Fatores Metabólicos : Homocisteína p g. Predominantemente Adrenal: equivale 3 Alfa Androstanediol Glicuronide p g. PPD p g. Fator anti Nuclear (Hep 2) p g. Gama GT p g.186.183. anti p g. Cultura + Antibiograma p g.240. 11Desoxicortisol p g. Citomegalovírus p g. anti p g.129. SSA. anticorpos anti 234 PCR vide Proteína C Reativa. anti p g.68.219.153.142.210.208.264. Gene Metilenotetrahidrofolato Redutase p g.78.291. Subfracionamento das Fraç s do Colesterol p g. Testosterona Total p g.226. Fungos p g.166. Helicobacter pylori p g.232 NTX vide N-Telopeptídeo 129 OH Pregnenolona.207. Imunoglobulinas p g.215 Fator Inflamatório : Proteína C Reativa quantitativa p g. anti p g. Histona.76. Estudo de Determinaç o 234 Paul Bunnel Davidsohn 322 Pb vide Chumbo 234 PCNA.202. anti p g. Quantitativa 355 Peça C ir rgica Radical Simples 293 Pentose 131 Peptídeo C 232 Peptídeos de Degradaç o do Col geno Ósseo vide N-Telopeptídeo 285 Perfil Coprológico vide Funcional de Fezes Perfil do FAN especificar DNA. Colinesterase p g. anticorpos anti 154 Paternidade.225 Perfil H tico especificar Bilirrubinas p g. RNP.390.114.130.240. 292 Parasitológico de Fezes 131 Paratormônio Intacto (Mol cula Inteira) 233 Parvovírus B19 IgG e IgM.112. 17 130 OH Progesterona. 17 228 OKT3 vide Linfócitos T Ativado 290 Oograma 247 Opi ceos – teste de triagem vide Triagem de Drogas de Abuso 88 Osmolaridade 130 Osteocalcina 58 Oxalato vide cido Ox lico 104 Oxazepam 105 Oxcarbazepina 291 Oxi rus 77.141. Androstenediona p g.Sulfato p g.389. C4 p g.117.152. SM.206.118. Eletroforese de Proteínas p g. 17 303 OH Progesterona neonatal.152  … ‡  l … ˜ ˜ †  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˆ ‡ 24 ˜ ˜ ˜ ˜ ”R•u ˜ ˜ ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ ˜ ‘€ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ™” ˜ ˜ ”˜ u–u † ˜ ˜˜ ˆ ˜ ˜  ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H.62.73 Perfil Imunógico especificar C3 p g. cultura p g.292 Perfil Risco Coro rio Fatores Infecciosos:Chlamydia Pneumoniae IgG p g. TGP p g. TGO p g. Dehidroepiandrosterona.241 Perfil Eletrofor tico Gama Globulina equivale Eletroforese de Proteínas p g.208.93. Tipagem Linfócitos p g.

pesquisa e contagem 185 Piridinolina 72 Pirofosfato de C lcio vide Cristais com Luz Polarizada. HBc IgM p g. pesquisa 296 Protoz rios.216.218 Perfil Vitamínico especificar Vitamina A p g.pesquisa (urina) 307 PKU vide Fenilalanina . Ducreyi.330 294 Porfirinas. 91 Proteínas Totais 91 Proteínas Totais e Fracionadas 91 Proteínas.176 293 Ph (fezes) 88 Ph (urina) 293. 17 OH 295 Pregnosticon 105 Primidona 132 Progesterona 303 Progesterona neonatal. pesquisa 175 Protrombina vide Tempo Atividade Protrombina 173 Prova do Laço 349 Provas de Absorç Carboidratos † ‡ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜˜ ˜ ˜ ˆu‰Rdu‰  ˜    ˆu‰R— ˆu‰  €‰ u’ u“ ‘ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ ‘u‰€’u“u‘ ˜ ˜ “u‘ ‰u ˆu‰R—u” Instituto de Patologia Clínica H.316. 17 OH 132 Pro-Insulina 133 Prolactina 133 Prolactina Pool vide Prolactina 115 Prolactina.296. Big vide Big Prolactina 171 Proteína C 172 Proteína C Ativada.282.294. Porfirinas p g. Vitamina C p g. quantitativa (cart ) 170 Plaquetas.187. 294 Piócitos. Resist cia 234 Proteína C Reativa (quantitativa) ultrasensível 296 Proteína de Bence-Jones 89 Proteína Glicosilada 173 Proteína S 90.PKU. PARDINI 25 . Urina-quantitativo: ALA-U p g.167.216. Vitamina E p g.187. dosagem vide Proteínas Totais e Fracionadas 295 Proteínas. HAV IgM p g. 17 OH 130 Progesterona. pesquisa 296 Protoporfirinas. pesquisa 271 Pneumocystis Carinii. Coproporfirinas p g.294. Porfobili io p g. anti vide TPO 282 Pesquisa de Aç cares nas fezes vide Corpos Redutores 267 Pesquisa de Cancro Mole vide H. anti p g. Isopropanol p g. pesquisa 165 Pesquisa de C lulas Falciformes vide Hemoglobina S.188 143 Peroxidase.161. pesquisa 294 Porfobilin io 89 Pot ssio 390 PPD 2 UT 132 Pregnandiol não é mais dosado sugere-se Progesterona 130 Pregnanetriol não é mais dosado sugere-se 17 OH Progesterona 130 Pregnenolona. Protoporfirinas p g.Perfil Sorológico p/ Hepatite especificar HbsAg p g. Teste de Solubilidade 149 Pesquisa de Cromossomo X-Fr gil vide Cariótipo para pesquisa de X -Fr gil 150 Pesquisa de Cromossomo Y para Síndrome de Turner Pesquisa de Hemoglobina Inst vel equivale Corpos de Heinz p g. pesquisa (liquido sinovial) 284 PKU vide Fenilalanina .299.321.215. HCV. Sangue: Zinco Protoporfirina p g. Uroporfirinas p g. Teste de desnaturaç calor p g. pesquisa Porfirias equivale Urina-pesquisa: Coproporfirinas p g. contagem 83 Plasma Refrigerado vide Inspeç o Plasma Refrigerado 170 Plasmodium.

Fator Reumatóide p g.224. 344. PARDINI .167. 343. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. pesquisa 235. 248. anticorpos anti ˜ ˜  ˜ ˜ ˜ … ˜ ˆ ˜ ˜ ˜ ˆu‰ † ˆu™ ‰R ” —u” ˆ ˆˆ ˆu‰R•u” “u“u‘‘ † uˆ ˆ ‰R—   ˆu‰ “€‘   † mm †† ‰‰ ™ 26 Instituto de Patologia Clínica H. teste 350 Sacarose. 236 Ru la 310 Ru la neonatal 237 Sacarose. 376 Ressonância Magn tica 235 Reticulina. anticorpos Anti 240 RO vide SSA.234 346 Provas funcionais para diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide 342.211. 336 Provas funcionais da Supra Renal 337 Provas funcionais para Pâncreas Endócrino 337 Provas funcionais da Tireóide 135 PSA Livre e Total 134 PSA Total 68 Pseudocolinesterase vide Colinesterase 131 PTH vide Paratormônio Intacto (Mol cul a Inteira) 176 PTT vide Tempo de Tromboplastina Parcial 355 Punç Biópsia 154 Quebras Cromossômicas. 249 Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico). 335.190.202. Imunocomplexos Circulantes p g. anti 271 Rotavírus. 345 Provas funcionais para Hipófise anterior 347 Provas funcionais metabólicas da nefrolitíase 332. anticorpos anti 174 Reticulócitos 187 Retinol vide Vitamina A 174 Retraç o do Co gulo 366 Revis e Lâmina (citologia) 214 Rh (D) fraco vide Grupo Sanguíneo + Fator Rh/DU 252 Ricketsiose vide Weil F lix 136 Risco Fetal – Teste Combinado 136 Risco Fetal – Teste Integrado 137 Risco Fetal – Teste Triplo 175 RNI vide Tempo Atividade Protombina 235 RNP.190. intradermoreaç es vide Schistotest 390 Schistotest 240 SCL 70. C4 p g.203. 333.Provas de Atividade Reum tica especificar Alfa 1 Glicoproteína cida p g. Cruzi vide Trypanosoma cruzi (Imunoensaio Enzim tico) Reaç s para Tripanossomíase Americana vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia). pesquisa 277 Radicais Livres 377 Raio X 222 Rast vide IgE específico 386 Rastreamento com Sestamibi 385 Rastreamento de Corpo Inteiro 248 Reaç Fixaç o de Complemento para T. Hemossedimentaç o p g. Trypanosoma cruzi (Hemoaglutinaç ) 91 Relaç o LE vide Relaç citina/Esfingomielina 91 Relaç o Lecitina/Esfingomielina 135 Renina 92 Reserva Alcalina 340 Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose 163 Resist cia Globular vide Fragilidade Osmótica das Hem cias 375.231. C3 p g. Antiestreptolisina O p g. teste de tolerância 297 Sangue Oculto 237 Sarampo IgG e IgM 322 Saturnismo vide Chumbo (sangue) 209 Schistossomose vide Esquistossomose 390 Schistossomose. Mucoproteínas p g. 334.

anticorpos anti SOD vide Superoxido Dismutase Sódio Somatomedina C vide IGF 1 SRY. 249 138 138 138 139 139 138 140 311 140 161 27 ˆu‰R•  ™ t – ˆˆ ˆˆ ˆˆu‰R—u‰ ˆ ˆ ˆ ‰€‘u’u“u‘ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Sulfato Superóxido Dismutase Supress o com Dexametasona Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress Captopril Supress o para HGH com Glicose (Dextrosol) Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Supress o para Prolactina após L -Dopa Supress o Tireoidiana com Cynomel Surdez C ita. anticorpos Anti Streptococcus A (Imunoteste R ido) Subclasses de IgG Subfracionamento das Fraç es do Colesterol Subpopulaç infocit ria vide Subtipagem de Linfócitos Substâncias Redutoras vide Corpos Redutores (fezes) Subtipagem de Linfócitos Sucrose. anticorpos Anti SSB (La).246.64 Sífilis neonatal Sífilis Síndrome de Gilbert. Capacidade Combinaç o de Ferro (Livre e Total) p g. teste de tolerância vide Sacarose. 239 155 150 155 389 240 276 92 126 155 240 241 272 241 93 242 282 242 350 237 174 117 276 335. Sulfato Sedimentoscopia S rie Branca vide Leucograma S rie Vermelha + S rie Branca vide Hemograma S rie Vermelha vide Eritrograma Seromucóide vide Mucoproteínas Serotonina Sexo G tico SHBG Siderofilina equivale Transferrina p g. PARDINI .SDHEA vide Dehidroepiandrosterona. teste de tolerância Sucrose. teste Sudan Black B Sulfato de Dehidroepiandrosterona vide Dehidroepiandrosterona. teste vide Sacarose. diagnóstico molecula r Sustacal. Cruzi vide Trypanosoma cruzi T3 Captaç o vide T3 Retenç o T3 Livre T3 Retenç o T3 Reverso T3 Total T3 Uptake vide T3 Retenç o T4 Livre T4 neonatal T4 Total Talassemia vide Eletroforese de Hemoglobina †† † † u” ‘ † ˜ ‰(’€”u‘ † ˆ ˜ 117 297 169 166 162 231 186 155 137 310 238. 336 334 334 343 344 345 386 156 340 255 256 248. Teste de Estímulo do Peptídeo C Swelling vide Hipoosmolaridade Swim Up T. Estudo por PCR SSA (Ro). diagnóstic tico Síndrome de Turner. pesquisa para Síndrome de Turner Síndrome de Willians. diagnóstico molecular SKSD vide Estreptoquinase/Estreptodornase SM. pesquisa vide Cromossomo Y.

teste de tolerância Teste Desnaturaç o ao Calor Teste Pós coital vide Teste de Simms Hühner Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Teste Respiratório para Helicobacter pylori vide Helicobacter pylori.236. anticorpos anti Tireograma Tiroidianos.235.245. PARDINI .200. VDRL p g. 374 m†‰ u –  ˜  “u‘ ˜ ˜ ˜ ˜ 243 244. Citomegalovírus IgG/IgM p g. 305. Ru la (Imunoensaio Enzim tico IgG/IgM) p g.219. 390 141 142 143 93 93 328 243 143 142 386 304. 245 312 143 28 Instituto de Patologia Clínica H.142 Tirosina.KITT Tomografia Computadorizada TORCHS equivale Toxoplasmose (Imunofluoresc cia IgG/IgM) p g. Teste Teste de Afoiçamento vide Hemoglobina S. anticorpos anti Toxoplasmose Toxoplasmose neonatal TPO ˆ  ˆ  ˆ ˆu‰  ˆ   ˆ ™  ™ ™” ‡ † ˜  ˜ 175 141 175 175 386 175. Cromatografia quantitativa Tirosina. teste de tolerância Teste de Tolerância a Sacarose vide Sacarose.239 Toxocara. 176 176 106 351 165 154 348 154 257 386 338 257 348 165 66 349 350 350 176 257 333 385 336 389 389.Sobrecarga oral com C lcio Teste de Paternidade Teste de Penetraç "In Vitro" Teste de Perclorato Teste de Restriç o Hídrica Teste de Simms Hühner Teste de Sobrecarga oral com C lcio .143 e Tireoglobulina-anticorpos anti p g. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos. 306 298 188 337 341 82 339 373. Teste de Solubilidade Teste de Suor vide Cloreto de Sódio no Suor Teste de Tolerância a Lactose vide Lactose.PAK Teste de Solubilidade para Hemoglobina S vide Hemoglobina S. Teste Respiratório Testes confirmatórios para Aldosteronismo Prim rio Testes Cutâneos vide Intradermoreaç es Testes de Imunidade Celular equivale Candidina intradermoreaç es . PPD intradermoreaç s Testosterona Testosterona Livre TG vide Tireoglobulina TGO vide Transaminase Oxalac tica TGP vide Transaminase Pir vica Tiocianato Tipagem de Linfócitos Tireoglobulina Tireoglobulina. Herpesvírus Simples I e II (Imunoensaio Enzim tico) p g. pesquisa Tocoferol vide Vitamina E Tolerância a Glicose Tolerância a Glicose Endovenosa Tolerância a Glicose pós -prandial Tolerância r ida a Insulina .244.TAP vide Tempo Atividade Protrombina TBG Tempo Atividade Protrombina Tempo de Coagulaç o Tempo de Esvaziamento G strico Tempo de Sangria Tempo de Tromboplastina Parcial Teofilina Teste de Acidificaç o urin ria vide Acidificaç o urin ria. Teste de Solubilidade Teste de DNA para Paternidade Teste de PAK . anticorpos anti equivale TPO p g. teste de tolerância Teste de Tolerância a Maltose vide Maltose.

pesquisa (Campo Escuro) 246. Proteína C Reativa (quantitativa) p g. Anti-Depressivos 329 Triclorocompostos Totais e Fraç es 390 Tricofitina.234.Opi ceos) 272 Trichomonas.190. Cultura 94 Ur ia 95 Ur ia.Maconha . 59 Uratos vide cido Úrico 273 Ureaplasma. Estudo Ge tico 247 Troponina I 248. Toxoplasmose p g. pesquisa Uveite (rotina) equivale AEO p g. Hemograma p g.144 TRAb 93 Transaminase Oxalac tica 93 Transaminase Pir vica 246 Transferrina 249 Transglutaminase Tecidual IgA. PARDINI 29 . intradermoreaç s 94 Triglic rides 298 Tripsina Fecal 312 Tripsina neonatal 313 Triptofano.390.244.239 274 Vacina Autógena 391 Vacinas 304. 306 Valina. 249 Trypanosoma cruzi 248 Trypanosomíase vide Trypanosoma cruzi (Imunofluoresc cia) 311 TSH neonatal 144 TSH Ultrasensível 249 tTG . 341 TTG vide Tolerância a Gli cose 176 TTPa vide Tempo de Tromboplastina Parcial Ativado 273 Tuberculost ticos. anticorpos anti 239 VDRL (quantitativo) vide Sífilis 274 Vibrio cholerae. Parasitológico de Fezes p g. 239 Treponema vide Sífilis 310 Treponema neonatal vide Sífilis neonatal 272 Treponema. Clearence 94 Uremia vide Ur ia 58 Uricemia vide cido Úrico (sangue) 58.Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA 82. 245. VDRL p g.292 . 247 Triagem de Drogas de Abuso (Anfetaminas . pesquisa 106 Tricíclicos. 337. Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimioter picos 371. anticorpos anti vide tTG 285 Trânsito Intestinal vide Funcional de Fezes 156 Translocaç B CR-ABL 238. Cromatografia quantitativa vide Amino cidos. 59 Uricos ria vide cido Úrico (urina) 298 Urina Rotina 298 Uroan lise vide Urina rotina 299 Urobili nio 366 Urocitograma 299 Uroporfirinas. PPD p g. cultura 272 Trichomonas. Ami cido quantitativo 152 Trombofilias. 305. 372 Ultra Sonografia 58.Cocaína .291.166. Cromatografia quantitativa 97 Valproato de Sódio vide cido Valpróico 250 Varicella zoster IgG e IgM. cultura 107 Vigabatrina 209 Viral Capsid Antigen vide Epstein Barr 250 Vírus Respiratórios – pesquisa direta 251 Vírus Sincicial – pesquisa direta ‡ † ˆu‰  † ™” ™ ‘€‰u ‘ † “u‘ †† …   ‘u‰u’u“ ˜ ‡ … †… ˜ …  ˜ ˜ ˜ ˜ ˜ Instituto de Patologia Clínica H.

Colesterol VMA vide cido Vanil M lico Waaler Rose Weil Felix Widal (reaç ) Willians. PARDINI . 330 330 30 Instituto de Patologia Clínica H.Vitamina A Vitamina B12 Vitamina C Vitamina D3 Vitamina E VLDL. cultura Zinco Zinco Protoporfirina … ˆn‰ du‘u— † 187 145 187 188 188 68 180 251 252 252 155 274 329. Síndrome Yersinia Enterocolítica.

remuneração sem atraso.oipr xq sut¨ etwvzyG{ut¨te ¨t VISÃO “Ser reconhecido como um centro de referência em serviços auxiliares diagnósticos. capacitação dos profissionais. de metodologia de qualidade científica comprovada e controlada. com: qualidade no atendimento. PARDINI 31 . Manter a privacidade da identidade do cliente. Atendimento rápido. treinamentos internos. Genética Humana. Profissionais qualificados/atualizados: disponibilização de literatura científica.D. Desenvolver um ambiente propício à evolução profissional dos nossos colaboradores e participação em projetos ambientais e sociais junto à comunidade. Condições de ergonomia e saúde do trabalhador.” MISSÃO “Trazer para o Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini o que há de mais moderno tanto em tecnologia quanto em procedimentos. aprendizado e aperfeiçoamento contínuos. participação em congressos e cursos. garantindo a qualidade do processo e do Sistema através de acreditação internacional específica para esse segmento. Carlos Olney Soares R. Utilização. Anatomia Patológica. tendo como principal objetivo atender e superar as expectativas do cliente.” VALORES ALTOS PADRÕES ÉTICOS CONFIABILIDADE DOS LAUDOS INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Conquistar e manter a confiança das pessoas e empresas através do comportamento íntegro e respeito ao indivíduo. Absorver inovações tecnológicas relacionadas a reagentes e equipamentos para laboratório clínico. investimentos em benefícios. e Imagem. difundir para toda a empresa e fornecedores a noção de valor superior do cliente externo. confiabilidade dos laudos. por profissionais qualificados. eficiente e cordial em ambiente limpo e confortável. tecnologia de ponta no processo. oferecendo aos nossos clientes as mais modernas técnicas em Patologia Clínica. ISO 9001/2000 Diretor EDUCAÇÃO CONTINUADA QUALIDADE NO ATENDIMENTO RESPEITO AO CLIENTE MOTIVAÇÃO E RESPEITO PARA COM OS COLABORADORES Instituto de Patologia Clínica H. harmonia e valorização dos nossos colaboradores. promoção de um ambiente de bem estar. Dr.

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|¢}~h¨€pA„|c‚ ©ƒ0~¤|c… C.M.O. PARDINI 33 . ”” “ ” • • Instituto de Patologia Clínica H. EXEMPLOS: IMUNOFLUORESCÊNCIA PARA TOXOPLASMOSE veja TOXOPLASMOSE. PCR PARA HIV veja HIV. CULTURA PARA CHLAM DIA veja CHLAM DIA. Š Š ‹hŒŽ Œ  ¦‘p’ N O COLOCAMOS A TÉCNICA EM PRIMEIRO LUGAR. PCR. JEJUM DESEJ VEL. JO IBMP JD † † † CONFORME ORIENTA ‡4ˆ O MÉDICA. †‰ JEJUM OBRIGATÓRIO. NDICE BIOLÓGICO M XIMO PERMITIDO.

PARDINI .34 Instituto de Patologia Clínica H.

HOME PAGE www. bidirecionais e digitais que permitem atender a todo tr fego de ligaç es recebidas ou executadas.br RESULTADO DE EXAMES Disponibilizamos os resultados via fax.ATENDIMENTO AUTOM TICO (0xx31) 3228. correio.998686 .6464 LABORATÓRIOS .hermespardini. ¤ ¥   ¦  $§«ª $  §  $§©¨ facilitando a ATENDIMENTO A DOMICÍLIO Realizamos coleta de material ou entrega de resultado em domicílio em Belo Horizonte e regi . Essa conta com mais de 100 linhas.  $§ Instituto de Patologia Clínica H. internet ou motoboy de acordo com o seu caso.Para atendimento domiciliar (Belo Horizonte e regi o). O Call Center do Laboratório Hermes Pardini coloca à disposiç o os seguintes serviços: £       ¡ ¢   MATRIZ (0xx31) 3228.–2 U—2 ˜¤ ˜x r— 2˜ ˜© ™¤ š¤›œ4žh—Ÿ˜ CALL CENTER A nova central de atendimento do Laboratório Hermes Pardini. foi criada para concen trar os serviços de comunicaç o telefônica internos e externos.1800 0300.7898990 Para atendimento à laboratórios conveniados. PARDINI 35 . CART O CLIENTE Oferecemos o Cart Cliente que facilita o atendimento agilizando a identificaç localizaç e exames an teriores.6200 UNIDADES (0xx31) 3228. DOMIC LIO 0800. Contamos. tamb m com uma central PABX de alto nível tecnoló gico com linhas de transmiss o por fibra ótica que garantem a qualidade na comunicaç o.com.

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57 Contagem – MG UNIDADE ELDORADO II Rua Norberto Mayer. Cristiano Machado. 31 Belo Horizonte – MG UNIDADE BELVEDERE Av. 893 – 2o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO II Rua Tupis. Bandeirantes.6464 Instituto de Patologia Clínica H. 127 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE NOVA Av. 901 Rua Maçon Ribeiro. 842 Belo Horizonte – MG UNIDADE PADRE EUSTÁQUIO Rua Par e Minas. 115 Belo Horizonte – MG UNIDADE LIFE CENTER Av. 4747 2o e 3o andar Belo Horizonte – MG EM BREVE: UNIDADE IPIRANGA UNIDADE PEDRO II º ˆ€‰ »— MATRIZ: (0xx31) 228. 597 Belo Horizonte – MG UNIDADE CIDADE JARDIM Av. Luíz Paulo Franco. Sinfrônio Brochado. 45 Belo Horizonte – MG † REGI O MÉDICA Av. PARDINI 37 . 626 – loja 5 Contagem – MG UNIDADE PAMPULHA Av. 7781 Belo Horizonte – MG UNIDADE BARROCA Av. 66 Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO I Rua S Paulo. Contorno. Antônio Carlos. 867 Belo Horizonte – MG UNIDADE ELDORADO I Av.¬Ÿ 0­¯®±°³²´°hµu b¶ °hµ ²c·©µ ¤­0 Ÿ°¦®±¸ µ¤ ­ ¦·r x¹ MATRIZ – FUNCIONÁRIOS Rua Aimor s. Vilarinho. David Sarnoff. 1808 Belo Horizonte – MG UNIDADE VENDA NOVA Av. Bernardo Monteiro. Amazonas. 2904 – 7 o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE BARREIRO Av. 629 Belo Horizonte – MG UNIDADE MANGABEIRAS Av.6200 UNIDADES: (0xx31) 3228. Gal. 343 – 3o andar Belo Horizonte – MG UNIDADE CENTRO III Rua Carijós. Prudente de Morais.

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fosfatas cida. TGO. devendo-se consultar cada exame. deve se dar especial atenç o àquelas que necessitam de acidificaç o e/ou refrigeraç . fosfatase alcalina. Tabagismo: eleva os níveis de hemoglobina. O tempo requerido para o transporte de amostras biológicas. Os anticoagulantes s o diferenciados pela cor da tampa do tubo: Rolhas Anticoagulante Roxa EDTA Amarela Gel separador com ativador de c gulo Vermelha Siliconizado sem anti-coagulante Verde Heparina sódica Cinza Fluoreto de sódio + EDTA Azul Citrato de Sódio Ú ˆu‰Rd(ˆ€”‰Ü—€” † ™ ” ˆu‰Û—u”  †  ˆu‰  ˆu‰Ý—u” du–€“uÞ ˆ u ‰ R ”  ˆ u ‰ ”Ր † ™ ” Ê ‰‡ ”Ó‘uˆu‰  † —u‰«‡ †  “u† ‘ † † ˆu‰ dos resultados de exames  ˆ  ˆ du‘u’uހ” † ˆu‰R” † ˆu‰Û‘udà߀‰   ˆ€‰ ‰á—ud “  ˆud⠇u‘ ˆ ˆ ˆu‰ ‰u   ™ Hemólise: hemólise leve tem pouco efeito sobre a maioria dos exames.  du’€‘ †  ã€ä Ûdu‘ud ‰Á‘uˆu‰Á–€‰u—u” ˆ †d ˆ uˆ ‰ ˆ€‰Á” ˆ † ˆu‰ †  ˆ€‰ €– ‘€ †‰ Instituto de Patologia Clínica H. A curto prazo. A hemólise diminui a concentraç o de insulina dentre outros. ele deve ser mantido refrigerado ou congelado. V rios analitos t m concentraç es no plasma e no soro diferentes. catecolaminas e contagem de leucócitos. Nas amostras uri rias. cortisol e CEA. aldosterona. hemoglobina e hematócrito. Plasma ou soro devem ser separados das c lulas o mais r ido possível. Hemólise significativa causa aumento na atividade plasm tica da aldolase. transferrina. PARDINI 39 . ferro e sódio. de acordo com o especificado em cada exame. A meia -vida das drogas e o hor rio de sua administraç vem ser considerados na determinaç níveis ter ticos. fosfatase alcalina e fósforo. renina. na exposiç leme ntos tóxicos deve se considerar o tempo decorrido para sua absorç eliminaç . colesterol. Descremos sumariamente algumas vari veis: Hor rio da coleta: a concentraç analitos varia em funç do hor rio da coleta sangüínea. Reduz os níveis de colesterol-HDL s rico e da atividade da Enzima Conversora Angiotensina (ECA). O ato de abrir e fechar a m ra da coleta deve ser evitado por causar aumento de pot ssio. A cafeína pode promover glicólise. dehidrogenase l ctica e nas dosagens de pot ssio. o etanol provoca queda dos níveis de glicose e aumento do nível de lactato. c id rico. Uso do tubo com anticoagulante correto: fundamental para preservaç amostra e a correta determinaç o do analito. ur ia. epinefrina. Quando v rios tubos s usados durante um ica punç o. Preserva o da amostra biológica: a amostra deve ser preservada desde o momento da coleta at momento em que ser lisada. ci rico. Postura: quando o s retirado na posiç reta. Se o sor ser analisado no momento. GGT. lactato. proteína total. O uso contínuo de etanol eleva HDL. ferro e colesterol aumentam em torno de 5%. As amostras devem ser centrifugadas tampadas para se reduzir evaporaç aerolizaç . VCM. ocorre aumento dos seguintes analitos: proteína total. AST. desde que estas estejam bem conservadas. Dieta: quando o jejum específico para cada exam respeitado. ALT. ALT e ferro. Após 3 minutos de garroteamento: proteínas totais. pode haver interfer cia em muitos analitos. creatinoquinase. leucócitos e hem cias no sangue perif rico. Da mesma forma. catecolaminas . haptoglobina. c lcio. havendo queda de 6% nos níveis de pot ssio. amônia e c lcio ionizado. mas mesmo dentro deste pequeno tempo. pot ssio. Garroteamento: o torniquete deve ser usado por no m ximo um minuto. duas a quatro horas após o consumo. fosfatase alcalina. a part ir do momento da coleta at sua execuç . triglic rides. triglicerídeos. fósforo. a composiç o do sangue pode se alterar de forma discreta. AST. Um decr scimo pode ser observado na dosagem de albumina. m sio e fosfato. Atividade física: imediatamente após exercício extenuante ocorre elevaç s de lactato. principalmente em amostras de 12 ou 24 horas. pode variar de minutos at dias. creatinina. devendo -se atentar para as orientaç s especificadas em cada exame. fosfato. amônia. albumina. para que se evite contaminaç . tubos sem aditivos devem ser utilizados primeiro.¼½¿¾ÁÀÃÂÅÄÇÆ¿ÀÃȝÉʾRË Ì Í¿ÎÇÍ¿ÏGÐtÑÓÒÃÔÕÍ×ÖÙØ O conhecimento de vari veis pr -analíticas fundamental na interpretaç laboratoriais. aldolase. especialmente com a bilirrubina. ALT.

PARDINI .40 Instituto de Patologia Clínica H.

pesquisa PCR Coment rios: Os antígenos HLA s rodutos dos genes do complexo maior de histocompatibilidade. e alguns destes antígenos est o relacionados à presença de determinadas doenças. Método: PCR . Aumento na inci cia do antígeno HLA-B27 tem sido relatado na síndrome de Reiter. . N colher em heparina. Método: PCR . A PCR til na detecç r ida das infecç s (em diversos sítios) por Chlamydia trachomatis.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato (homem/mulher). peri-hepatite. uma vez que est resente em aproximadamente 10% dos indivíduos normais. pesquisa PCR Coment rios: As clamídias s o bact rias intracelulares obrigatórias. Laboratórios: Colher em tubo est ril. Endocervical (mulher). ãuä æˆ ˆ™ ” †  † ‰«‘uˆu‰  ހmu  † †‡ ˆu‰ u– ™” †d †™ ™” “ † ‘uˆu‰RÞ ‘uˆu‰RÞ ˆ ä† éˆ †Áè † ‘u”  † Instituto de Patologia Clínica H. desenvolvendo -se na c lula hospedeira e formando inclus s citoplasm ticas. colher em frasco est ril.Antígeno HLA-B-27. A C.Amostras uretrais: rinar pelo menos 1 hora antes da coleta. uveíte anterior. Limitaç es: N o pode ser realizada na conjuntiva. Tem sensibilidade e especificidade superiores à cultura e imunofluoresc ncia direta. respons vel igualmente por conjuntivites e pneumonia no rec m-nascido.Swab. Uma de suas principais vantagens possibilidade de ser realizada em amostra de urina. O HLA-B27 est presente em mais de 90% dos indivíduos de raça branca acometidos por esta doença. reto ou esperma. at dias da coleta entre 2o e 8o C. . A pesquisa apresenta igualmente um interesse para predizer os riscos de transmiss ça aos seus descendentes. para infecç s profundas (epididimite. N congelar. . Pode apresentar-se de forma assintom tica em 70% das mulheres e 30% dos homens. Laboratórios: Para amostras de raspado uretral e endocervical cess rio kit especial com swab apropriado e meio de transporte.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Sangue total (ACD/EDTA). salpingite.Urina. ao inv s do raspado uretral. Ú ‰– ˆ uˆ Á ˆu‰R‰um  ˆu‰Ó—ud嗀‰u”u‘ ”u‘u‰¿‘uˆu‰ † Þ  ˆ ãuä æˆ ˆu‰ ×– † —u“€‘ †iç ä Ú † ˆu‰ ˆu‰ Chlamydia trachomatis. artrite reativa e artrite psori tica. Raspado Uretral (homem/mulher). esterilidade t ria).Urina: rinar por pelo menos 2 horas antes da coleta. Este antíg m marcador da doença. A associaç o mais freqüente a da espondilite anquilosante com o antígeno HLA-B27. O resultado deve ser analisado associado aos achados clínicos e radiológicos sugestiv os destas doenças. As vantagens da PCR sobre a citometria de fluxo (CT) incluem: maior especificidade (a CT pode apresentar reaç cruzada com o HLA -B7. at 10 dias da coleta em temperatura ambiente. PARDINI 41 .Endocervical: a mulher n o pode estar menstruada. Conservaç o para envio: . Conservaç o para envio: At dias entre 2o a 25o C. podendo evoluir. quand tratadas. HLA-B37 e HLAB39 e interpretaç jetiva ). Para amostra de Urina.tracomatis respons vel por infecç es sexualmente transmissíveis (uretrites e cervicites). .

N. GONORRHOAE . Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina. A importância da infecç o pelo CMV maior quando ocorre a transmiss da gestante para o feto. plasma. urealyticum. AIDS). M.Meningoencefalite ou outras alteraç s neurológicas: a PCR pode ser re alizada no líquor com sensibilidade que varia nos trabalhos de 80 a 92% e especificidade de 98%. A sensibilidade e especificidade s % e 100%. r ida e sensível que os m todos convencionais.Infecç localizada em ór -alvo: a PCR-CMV pode ser feita em líquidos corporais ou material de biópsia de les s ou órg os suspeitos. Limit o: Por ser um m todo qualitativo n h istinç tre infecç aguda ou reativaç uma forma latente. urina e outros fluidos corpóreos como o s men. Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou na presença de inibidores da PCR na amostra.Diagnóstico pr -natal: quando a gestante apresenta um quadro de infecç retende -se afastar o a possibilidade de infecç o intra -uterina. Em adultos s veis. Conservaç o para envio: At dias da coleta entre 2o e 8o C. A PCR til nas seguintes situaç s: . PARDINI .PCR qualitativa Coment rios: O Citomegalovírus (CMV) um vírus DNA. É um m t invasivo por utilizar amostra de urina de 1 o jato.S realizadas duas PCRs. É uma t cnica mais simples. -N rinar por pelo menos 4 horas antes da coleta. M. M todo: Multiplex PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 1 o Jato da m (20 a 50 mL). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Nested PCR) . A PCR pode ser realizada no líquido amniótico. respectivamente. trachomatis. GENITALIUM – M. sendo que a segunda reaç o s m uma regi interna à primeira. outros fluidos orgânicos. genitalium e U.Infecç rec m -nascido: a detecç CMV na urina ou sangue de RN nas tr s primeiras semanas de vida define a infecç o co ita. Manifestaç s graves podem ocorrer quando o CMV irido ou se reativa em pacientes imunossuprimidos (transplante. Para essa finalidade recomenda -se o m todo quantitativo. secreç es vaginais. Ú †d ‰uÞì‘uˆ † ˆ ˆu‰í—€‰ † ˆ u‘ ˆuu’ ‰î u“ ‘ —u‰ ˆu‰ ™ ” ˆ ’uˆu‰ ñ ˆu‰Ó” ˆ ”Ç—€Ç” ˆu‰ ò óuô õuóuô † ˆu‰ (— ˆ€‰ö”u‘ ‘uˆu‘u‰Ó —udR”™ ”‘uˆuå‰Rd — ˆu‰R—u‰ ø ™ † d€‡u—u”  ‡ ˆ † €d u— uë Þ ™ ” † † ˆu‰â—u”âê ’€ˆ ™” ˆu‰ “ ™ ” ™ duÞu—u † ˆu‰âdu’uÞu—ud`”â– ˆ€‰à—u”Ûïu“ð ˆu‰ ˆu‰ † ˆu‰÷—u” † ì d Doenças sexualmente transmissíveis . A presença de pequenas quantidades do DNA do CMV no sangue perif rico (após o período neonatal) st ssociado à presença de doença. É de grande valia no diagnóstico diferencial das uretrites e cervicites.Citomegalovírus (pesquisa do DNA) . dado ao seu poder de interferir na formaç r os e tecidos fetais. As DST est tre as 5 principais causas de procura por serviços de s (OMS -1990) e quan tratadas podem levar a doenças inflamatória s da pelve. pertence à família dos herpesvírus. infertilidade e gravidez ectópica. ai isponível em nosso laboratório.U. o CMV em geral ssintim tico. PCR C. . material de biópsia. líquido amniótico. e às vezes. líquor. aumentando a sensibilidade desse procedimento. hominis. dù‡€‘ ˆu‰ ñ u– óuô ò ‘uˆ€‰ † † —u‰«† ‘u‰uˆu—€‰ ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰Û”u‘ † ˆu‰Rû †Rü ô d€‘uúuˆ † 42 Instituto de Patologia Clínica H. HOMINIS Coment rios: A multiplex PCR capaz de detectar. É encontrado na saliva. . a maioria das bact rias associadas às infecç es do trato genital: C. sendo necess rio a dolorosa coleta intra-uretral. gonorrhoea. Laboratórios: Colher em frasco est ril. sangue total. em um ica reaç . UREALYTICUM – M. . TRACHOMATIS – N. pode apresentar quadro clínico semelhante à mononuc leose infecciosa.

Dengue – PCR qualitativa e tipagem

Coment rios: A Dengue, ma doença infecciosa aguda causada por um flavivírus. Esse vírus transmitido ao homem atrav s da picada do mosquito vetor Aedes aegypti. Após a transmiss o existe um período de incubaç de dois a sete dias. Existem quatro sorotipos causadores de dengue, que n ferecem proteç cruzada entre si. Os principais sintomas da doença s febre, calafrios, mialgia, e cefal ia. As crianças apresentam formas mais leves da doença, sendo assintom t icas em 80% dos casos. Em determinadas situaç s, a evoluç irigir -se para a forma hemorr ica, que raramente ocorre na infecç o prim ria. É mais comum na reinfecç o, geralmente quando o agent dengue 2 ou 3. A confirmaç iagnóstico de den gue pode ser realizado atrav s de exames sorológicos (Elisa) ou da PCR (polymerase chain reaction). Como a sorologia (anticorpos circulantes IgM) começa a ser reativa do quarto ao oitavo dia de doença, a PCR til durante o período de viremia, em geral de sde imediatamente antes de surgirem os sintomas at s timo/ cimo dia da infecç . É possível realizar a genotipagem e definir o sorotipo do vírus da dengue, atrav s da utilizaç e iniciadores (“primers”) específicos. M todo: Reaç m Cadeia da Poli merase aninhada (Nested PCR) e genotipagem (tipo 1, 2, 3 e 4), atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conserva o para envio: At ras entre 2o e 8o C. Limit o: Reaç s falso -negativas ocorrem quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste, após 10 dias do início dos sintomas ou na presença de inibidores da PCR na amostra .

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Gene CCR-5, pesquisa da del ¢¤£¦¥ o Coment § rios:

A presença de deleç o homozigota do gene CCR -5 leva a resist cia a infecç lo HIV -1 por cepas macro/monocitotrópicas. A deleç o heterozigota est relacionada com um melhor prognóstico no paciente infectado. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Aus cia de deleç o no gene CCR -5 Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). Laboratórios: Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente.

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Hepatite B
HBV, PCR QUALITATIVO
Coment rios: A hepatite B causada por um vírus envelopado de DNA circular, da família Hepadnaviridae. Cerca de 10% das infecç es pelo HBV tornam -se crônicas, variando o quadro clínico desde o estado de portad or assintom tico à hepatite crônica ativa, que pode evoluir para a cirrose h tica e câncer hepatocelular. A pesquisa de DNA do HBV no sor marcador mais sensível na avaliaç infectividade e replicaç viral em pacientes portadores crônicos. Útil no diagnóstico de infecç or cepas mutantes (HbeAg negativo) ou quando a sorologia egativa (cerca de 90% dos casos de hepatite crônica de etiologia indeterminada apresentam PCR-HBV positivo). M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Condi o: 1,0 mL de Soro em tubo est ril (gel separador). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Nota: A presença de um resultado negativ scarta a possibilidade de inibidores na amostra ou viremia a baixo do limite de detecç teste (sensibilidade: 200 cópias/ml d e soro).

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HBV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Útil para avaliaç rognóstico e acompanhamento da resposta tera tica dos pacientes portadores crônicos do HBV. M todo: PCR - Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: O valor mínimo quantific vel de 400 cópias de DNA viral/mL. Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo de vacutainer ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de soro em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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HBV, TESTE DE RESIST NCIA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Indicado para avaliaç o do paciente que est respondendo ao tratamento com a lamivudina e fanciclovir, ajudando a guiar possíveis decis s ter ticas contra o HBV. O surgimento de mutaç s no gene da DNA polimerase do HBV levam a resist cia à estes anti -virais, permitindo o reaparecimento do DNA do vírus no soro, principalmente em indivíduos submetidos a uma terapia prolongada. As mutaç s associadas à resist cia ao tratamento anti -viral s o: - Mutaç M: a substituiç mi cido leucina (L) pela metionina (M) na posiç 8 na proteína da DNA polimerase leva a reduç vezes da sensibilidade à lamivudina e de 3 vezes ao famciclovir. - Mutaç regi YMDD da DNA polimerase (posiç o 552): . Mutaç o M552V: a substituiç o da metionina (M) pela valina na posiç , leva a uma reduç de 150 a 300 vezes da sensibilidade à lamivudina. . Mutaç o M552I: a substituiç metionina (M) pela isoleucina (I) na posiç st relacionada com uma resist cia à lamivudina bastante acentuada, com reduç cerca de 10.000 vezes da sensibilidade. M todo: Amplificaç o do gene da DNA polimerase do HBV utilizando a reaç m cadeia da polimerase (PCR) e lise com enzima de restriç (RFLP). É um teste r pido e sensível, capaz de estabelecer precocemente o diagnóstico de resist n cia ge tica às drogas. Condi o: 2,0 mL de Soro em tubo est ril. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). 

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Hepatite C
HCV, GENOTIPAGEM
Coment rios: O vírus da hepatite C (HCV) apresenta alta variabili tica, o que leva à uma grande heterogeneidade em suas s cias de nucleotídeos. Baseado em estudos de sequenciamento gen tico, o HCV foi classificado em seis maiores genótipos e v rios subtipos designados como: 1a,1b, 1c, 2a, 2b, 2c, 3a, 3b, 4, 5 e 6. Portadores do vírus do genótipo 1, principalmente o 1b, apresentam doença mais grave e pior resposta ao tratamento com interferon. Sendo assim, a genotipagem do HCV auxilia no prognóstico e conduta ter tica do paciente com infecç crônica. É necess rio carga viral superior a 600 UI/ ml para que esre exame possa ser realizado. Amostras com quantidades inferiores à sensibilidade do teste podem o apresentar partículas virais suficientes para a amplificaç o lise do gene do HCV e o resultado ser liberado como inconclusivo. M todo: Transcriç Reversa, Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) lise dos fragmentos após digest com Enzimas de Restriç o (RFLP) Condi o: 2,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Congelar imediatamente. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r ido possível. O sangue venoso deve ser colhido em tubo PPT-vacutainer ou seringa est ril. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 2,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Conservaç o para envio: Enviar em gelo seco, juntamente um resultado de PCR qualitativo ou quantitativo com menos de 30 dias.

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HCV, PCR QUALITATIVO

Coment rios: O HCV o principal agente das hepatites -A -B. É um vírus RNA pertencente à família Flaviviridade. A infecç o a frequentemente inaparente e cronifica -se em cerca de 50 a 60 % dos casos, podendo evoluir para hepatite crônica. Eventualmente, pode progredir para a cirros tica e carcinoma hepatocelular. A realizaç PCR qualitativo indicada para: - confirmar a presença da infecç o ativa (com replicaç viral) pelo HCV, após um resul tado sorológico indeterminado ou positivo (pesquisa de anticorpo anti-HCV-MEIA) ver algorítmo; - fazer o diagnóstico da infecç lo HCV em pacientes imunodeprimidos (HIV, transplante) que podem permanecer soronegativos; e - detectar a presença do vírus precocemente, a partir da 1a a 2a semana após à exposiç o. A sensibilidade do PCR HCV qualitativ e 50 UI/mL (aproximadamente 100 cópias de RNA do HCV/mL). A diferença entre UI/ml e cópias/ml de aproximadamente 0,1 log. M todo: Transcriç Reversa e Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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o...HEPATITE C

HCV, PCR QUANTITATIVO

Coment rios: Exam til para determinar a carga viral para avaliaç o da resposta tera tica e acompanhamento do paciente infectado pelo HCV. Valores acima de 2.000.000 UI/ml apresentam pior prognóstico. Devido a padronizaç da Organizaç Mundial de S (OMS), os laudos de PCR quantitativo para HCV passaram a ser liberados em UI/mL, o que corresponde aproximadamente mero de cópias do RN A do HCV/mL. O valor mínimo quantific vel de 600 UI/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 1,0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Obs.: Este exame pode apresentar resultado falso-positivo, principalmente quando os valores est o próximos a o limite de detecç teste. Laboratórios: Enviar no gelo o mais r pido possível. O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Deixar coagular em temperatura ambiente durante 20 minutos e centrifugar a 1800 r.p.m., por 10 minutos. Alíquotar 1,0 mL de soro assepticamente, em frasco est ril. Congelar imediatamente. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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Herpes simples vírus (HSV) - PCR qualitativa e tipagem Coment  rios:

Herpes Simplex Virus (HSV) dos tipos 1 e 2 est o relacionados a uma grande variedade de manifestaç s clínicas, variando desde uma estomatite leve at uma doença fatal. A encefalite e o herpes neonatal s o fatais em 70% dos casos, com seqüelas neurológicas na maioria dos sob reviventes. Les es mucocutâneas podem ser graves e de evoluç rolongada no paciente imunocomprometido. Como o tratamento anti-viral pode alterar o curso da infecç lo HSV, o diagnóstico precoc e extrema importância. O uso da PCR cess rio nos c asos de: - Encefalite her tica: apresenta sensibilidade em detectar o DNA do HSV no líquor de 98% e a especificidade de 99%. A PCR tualmente o m todo “padr o-ouro” recomendado para o seu diagnóstico. - Síndromes neurológicas em pacientes com AIDS (ape sar de incomum) ou nos pacientes com meningites recorrentes. - Suspeita de herpes neonatal (líquor, aspirado nasofaríngeo). - Presença de les s cutâneas de etiologia indefinida ou duraç o prolongada. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase aninhada (Neste d PCR). Tipagem (discriminaç entre o HSV do tipo 1 e o do tipo 2, atrav s da utilizaç o de “primers” específicos para cada vírus) Condi o: 0,5 mL de Líquor – 250 mg de tecido Material de biópsia (congelar imediatamente após a coleta) - Swab das vesículas Condiç es de envio: Líquor e Swab - refrigerar overnight. Tecidos - enviar em gelo seco. Valor de Refer ncia: Negativo. Limit o: Reaç s falso -negativas podem ocorrer quando a quantidade de DNA est baixo da sensibilidade de detecç teste ou n a presença de inibidores da PCR na amostra.

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HIV
HIV PCR - QUALITATIVO
Coment rios: O HIVum vírus RNA, que infecta c lulas que apresentam a mol cula CD4 expressa na sua superfície (linfócitos T helper e monócitos). Apresenta aspecto crônico e progressivo sendo caracterizada por severa imunodefici cia associada a infecç s oportunistas, desenvolvimento de tumores, especialmente sarcoma de Kaposi e envolvimento do sistema nervoso, que caracterizam a síndrome da Imunodefici cia Adquirida (AIDS). A PCR qualitativa do HIVtil para: detectar o HIV-1 antes da soroconvers o (período de janela imunológica, que tem duraç , em geral, de 3 a 8 semanas após o contato inicial); esclarecer um Western blot indeterminado e avaliar a presença desta inf ecç m crianças nascidas de m es sabidamente infectadas pelo HIV-1. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 frascos com 5,0 mL de Sangue Total (EDTA) cada, colhidos assepticamente. Laboratórios: Enviar as amostras na temperatura ambiente. As amostras devem ser processadas, at m ximo 72 horas, após a coleta. Enviar em frasco est ril. Conservaç o para envio: Entre 2o e 25o C. N congelar.  

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HIV PCR - QUANTITATIVO ULTRASENSÍVEL

Coment rios: A realizaç ste exame est indicada para acompanhar a resposta tera tica após HIV -PCR quantitativo negativo ou quando a carga viral antingir valores abaixo de 75.000 cópias/ml. Apresenta sensibilidade de 50 cópias de RNA do vírus/mL de plasma. Pacientes com carga viral menor que 50 cópias/mL tem um prognóstico melhor do que aqueles com valores entre 50 e 400 cópias/mL. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo A sensibilidade do PCR HIV-1 Quantitativo Ultra-sensível varia de 50 a 75000 cópias do RNA do HIV 1/mL. Condi o: 1,5 de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,5 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C. 

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HIV PCR - QUANTITATIVO

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Coment rios: A quantificaç carga viral pode ser utilizada com o objetivo de: - Estabelecer o prognóstico de um indivíduo (tempo de progress maior o nível do RNA do HIV, maior a destruiç o de c lulas CD4.
Tabela 1: Rel o entre a carga viral e progr Carga viral AIDS após 5 (cópias de RNA/ml de plasma) anos de infecç > 36000 62% 13000 – 36000 49% 4000 – 13000 26% 4000 8% 

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- Determinar quando iniciar o tratamento. De acordo com CDC (Center of Disease Control/ USA/ 2000): paciente sintom tico, contagem de CD4 < 200/mm3 e/ou carga viral >30.000 (NASBA) ou > 55.000 (PCR) cópias /ml. - Avaliar a efic cia das drogas anti-retrovirais. Mudança de tratamento dever ser levado em conta se: .N eda de pelo menos 05 a 0,75 log na carga viral, após um m s de tratamento. . N cai para níveis indetect veis (menor que 50 cópias/ml) em 4 a 6 meses. . Aumento da carga viral após manter níveis indetect veis sugerindo resist cia aos anti -retrovirais. . Queda contí mero de linfócitos CD4 (>25%). . Deterioraç clínica. OBS: 1. Reduç es, aumentos ou oscilaç s entre dois resultados de exame de carga viral menores do que 0,5 log10 (~3 vezes) s consideradas significativas do ponto vista clínico. 2. V rios fatores podem influenciar a variaç RNA do HIV no plasma. As mais comuns s devido a ativaç sistema imune (infecç s intercorrentes ou imunizaç s). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase - PCR Valor de Refer ncia: Negativo. O valor mínimo quantific vel 400 cópias de RNA viral/mL de plasma. Condi o: 1,0 mL de Plasma (EDTA). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Aliquotar assepticamente 1,0 mL de Plasma em frasco est ril. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At ras entre 2 o e 8o C.

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HIV QUANTITATIVO - NASBA

Coment rios: O NASBA teste aprovado pelo Minist rio da S utilizado na r lica para o acompanhamento de pacientes infectados pelo HIV-1. Apresenta grande sensibilidade, sendo capaz de detectar at cópias de RNA do HIV -1/mL. M todo: NASBA - Nucleic Acid Sequence Based Amplification Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 5,0 de Plasma (EDTA/ACD). Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA/ACD. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos, no m ximo de 4 horas após coleta. Aliquotar assepticamente 2,5 mL de Plasma em 2 frascos est reis. Congelar imediatamente e enviar no gelo. Enviar em frasco est ril ou solicitar kit. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Continua...

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HIV, RESIST NCIA GENOTÍPICA AOS ANTIVIRAIS

Coment rios: Detecta a presença de mutaç es no gene pol. do HIV -1, que levam à resist cia às drogas utilizadas no tratamento da infecç o crônica, como os inibidores nucleosídeos nucleosídeos da transcriptase reversa, e aos inibidores da protease. Este teste est indicado para: - determinar a droga anti-retroviral de escolha quando o paciente apresenta fal cia ao tratamento atual. - avaliar o padr vírus infectante na fase aguda da infecç pelo HIV. - avaliar o padr resist cia na mulher gr vida. Devido ao ac mulo de dados relacionados à interpretaç s testes de resist cia aos anti -retrovirais, ser realizada uma atualizaç o semestral da tabela de mutaç s relacionadas à resist nci a. M todo: Transcriç reversa do RNA do HIV -1, seguida de reaç m cadeia da polimerase (PCR) da gene pol e seqüenciament tico. Valor de Refer ncia: N o foi detectada a presença de resist ncia Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). Enviar juntamente com a requisiç Genotipagem, um resultado de carga viral, com menos de 30 dias. A realizaç teste s possível em amostras com carga viral maior que 1000 cópias/mL. Laboratórios: O sangue deve ser colhido em tubo vacutainer (PPT ou convencional) ou seringa est ril com EDTA. Centrifugar a 1800 r.p.m., por 20 minutos. Separar em 2 frascos pl sticos est reis e congelar. Separar e congelar no m ximo 4 horas após coleta. Anotar data da coleta e hora do congelamento nos frascos e na requisiç o. Conservaç o para envio: At ras à - 40C. Enviar em gelo seco. Limitaç es do teste: É necess rio uma carga viral suficiente para a realizaç o do teste ( ≥ 1.000 cópias/ml). Tanto os testes genotípicos quanto os fenotípicos s uco sensíveis a variantes minorit rias, presentes em um percentual abaixo de 20% do total da populaç o viral. Como os m todos analisam os vírus que est se replicando ativamente no momento da amostragem, n o s o detectados vírus resistentes às drogas às quais o paciente foi exposto no passado. A descontinuaç terapia leva a proliferaç tipo selvagem que pode enganosamente sugerir susceptibilidade. 

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Considerado POSITIVO quando as relaç es RLU/PCA para os vírus do grupo A (6. is. cavidade oral). . 31. Captura Híbrida Coment  rios: Útil no diagnóstico e acompanhamento da infecç lo HPV. regi rineal e perianal. esta deve ser realizada em primeiro lugar. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at semanas em temperatura ambiente. vagina. a comparaç resultado da Captura Híbrida com o da citologia e o da anatomia patológica. preferentemente nas reas consideradas suspeitas. . vulva. Nesses casos. 39. . . Amostras de swab cervical deve ser coletado antes da aplicaç o do cido a c tico e iodo. a presença de sangu e ( menstrual) ou cont vaginal supostamente infectado n traz qualquer alteraç resultado. Preencher corretamente a ficha de solicitaç o e coloc -la no interior da caixa. pesquisa do(s) tipo(s) específico (s). 43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo B (16. indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da tera tica. no exame colposcópico. 42.5 a . ñ † † ˆu‰«–€” ˆu‰â— ™ “ ˆ † ˆ€‰ ˆ ñ † ˆ†  ˆu‰÷‘u‰ ˆ B † ˆu‰ý— †  ‘uˆu‰ ˆ€‰Á–u” “u‘  ”€‡u—u‰ –u“u‘ † ˆ€‰öëu”  uˆ ‰  † ’u“€‘ ˆ ™” † †  –u“ ô  “ ˆu‰Û—u‰ † ˆu‰ ’€“ ˆ ‘€‰«‘u‡ ™” ˆu‰ “ ˆ †ÿ † Instituto de Patologia Clínica H. só tem valor quando o intervalo de tempo entre as coletas for inferior a 30 dias. Na coleta de material da pele. sugere-se. colposcopia ou assepsia pr via. Ident ifica 18 tipos do HPV divididos em sondas de baixo e alto risco para neoplasia cervical.Resultado NEGATIVO indica aus cia de DNA-HPV dos tipos pesquisados. efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi se quer estudar (colo uterino.Nos resultados POSITIVOS pode-se solicitar. 18. 56. Nota: . raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro do tubete com o uso da escova. solicita-se abstin ncia sexual de 3 dias e a paciente n deve estar menstruada.HPV. quebrar a haste. podendo significar infecç inicial ou em fase de remiss o espontânea.1 cópia de vírus por c lula. 35. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta. necess ria a solicitaç o m dica de CAPTURA H BRIDA com a descriç o local anatômico de onde deve ser colhida a amostra. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2 o e 8o C por 1 noite.25o C.A Captura Híbrida cont m sondas icas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e 99% dos onco nicos.Para aferir a efic cia do tratamento. a crit rio clínico. a crit rio clínico. Instruç es: N o recomend vel efetuar exame digital (toque). inserir a escova no tubete imediatamente após a coleta do material. após entre . fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. 52. M todo: T cnica da hibridizaç o molecular associada a dos anticorpos monoclonais. 45. confirmar a presença de infecç o ativa com nova coleta após intervalo de tr s me ses. 51. Permite a detecç e 1 pg/mL de DNA -HPV. 33. essa deve ser umedecida com soro fisiológico.Em virtude da biologia viral.Valores das relaç s RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50. indicam peque mero de cópias virais por c lula. . tecnologia Digene Coleta: O paciente poder ser encaminhado para colher o material no próprio laboratório. 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1. PARDINI 51 . Para os casos de coleta c rvico-vaginal. equivalente a 0. 58. 11. antes de qualquer tratamento. evitar contaminar a escova. Laboratórios e m dicos: Solicitar kit especial para coleta do material. Para isso.

em temperatura ambiente. . . raspada com lâmina de bisturi e a amostra dever ser colocada dentro de tubetes com uso da escova de coleta. M todo: PCR . 39. e j foram identificados mais de 30 tipos infectando a genit lia humana. 53. perianal. uterino.Tipagem Coment  rios: O HPV  m vírus sexualmente transmissível e provoca o aparecimento de verrugas nos ór s genitais e na regi o anal (condiloma acuminado) ou pode se apresentar de forma subclínica. 56. vulva.É recom vel fazer absti ncia sexual 3 dias antes da coleta. regi o perianal. 55. Para aferir a efic cia do tratamento. H forte evi cia de que o HPV desempenha um papel na carcino se da genit lia externa. 54. Cuidados -N recome vel efetuar exame digital (toque). indica-se colher nova amostra após tr s meses do t rmino da terap tica. 18 MM4. no exame colposcópico. dos carcinomas escamosos de vagina e dos carcinomas do col tero. Identifica tam m a presença de infecç s mistas (por mais de um tipo diferente).Solicitar kit especial para coleta do material. 59. Na coleta de material da pele.Amostras de swab cervical deve ser coletada antes da aplicaç cido ac tico e iodo. fechar o tubete fixando-o na caixa de transporte. . MM7. vagina. Conservaç o para envio: Escovados (raspado de les s ou raspado de regi considerada suspeita): at 2 semanas. Esta t cnica apresenta alta sensibilidade para detecç o da infecç o pelo HPV capaz de definir exatamente o tipo do HPV relacionado às les s clínicas. preferencialmente nas reas consideradas suspeitas. 43. 45.O material dever ser enviado o mais r pido possível. colposcopia ou assepsia pr via.Efetuar a coleta com leve atrito da escova na regi que se quer estudar. 40. 68. essa deve ser umedecida com soro fisiológico. glande. biópsia de colo. CP8304 e CPLVL1 Baixo Risco 6. Biópsias de colo uterino: colocar imediatamente dentro do kit coletor entre 2o e 8o C por 1 noite. 73.5o a .Inserir a escova de coleta no tubete imediatamente após a coleta do material. e MM8 Nota: Sensibilidade do teste e 15 cópias do genoma do HPV. após entre . CP6108.Evitar contaminar a escova de coleta. Os tipos de HPV associadas à infecç nital s ivididos em categorias de alto e baixo risco. . 34. das neoplasias intraepiteliais vulvares. p nis.HPV. quebrar a haste. existe a presença de DNA do Papiloma Vírus Humano (HPV). bolsa escrotal. 58. CP8061. 11 26. PCR . Tipo do HPV Risco Associaç freqüente Associaç menos freqüente 31. 66. MM9. 52. 33. Alto Risco 16. 70. 62. anal. 57. Se houver necessidade da coleta de citologia na mesma consulta.N realizar a coleta durante o período menstrual. cavidade oral. . 51. 44. pr cio. Coleta . †ˆ †  ˆ€‰ù’€” ˆ u ‰ å — ‰€’u“u‘ ˆ m† ” † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰ †— “ † “  ”€ˆ –u‡ ’u“u‘u”   u’ ˆ€‰ —€“u‘ « ‰ €— « ”‡  ™” ñ óuô ™ “ ˆu‰ † u” €‘ u—  u‘ —u ‘u“ ˆu‰ ˆ ˆu‰ uˆ « ‰ u— « ‰ † ˆ †  ˆu‰  ô  ™”  ˆu‰ † 52 Instituto de Patologia Clínica H.Reaç o em Cadeia da Polimerase e Polimorfismo de Fragmentos por Enzima de Restriç (RFLP) Condi o: Raspado de les es ou raspado de regi o considerada suspeita: colo uterino. esta deve ser realizada em primeiro lugar. Em mais de 90% dos casos de câncer cervical. PARDINI . . Existem mais de 70 genótipos do HPV. . 42. 35. conforme seu potencial onc ico (ver tabela).25o C. 67.

A presença de anticorpos anti-HTLV-I. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) e Enzima de Restriç (RFLP) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Colônias isoladas em meio sólido (tubos de Lowestein -Jensen ou placas Middlebrook 7H10 ou 7H11) ou 10 mL de Caldo de cultura (Caldo Middlebrook 7H9). As amostras devem ser processadas em at . para pacientes com sorologia inconclusiva ou com Western blot indeterminado para HTLV-I.Reaç o em Cadeia da Polimerase Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 10 mL de Sangue total (EDTA). † ñ †  óuô òˆ † – €  ˆu‰ý‰ † ˆu‰«–€” ˆ u ‰ ý — ˆ u ‰ ë!u“u‘ † †”   m† † † ô ˆu‰ †  Micobact C rias. ñ uˆ ‰R”  ò óuô †©F ô ñ uˆ ‰R” óuô ˆ u– ˆu‰   –† ™ ” duˆ€–u‰“ —u‰¿–ud ˆ€‰ † €” ‘uˆ€‰  ˆu‰ Mycobacterium Tuberculosis. M todo: PCR . detectados atrav s do Elisa. Sua transmiss corre atrav s de transfus e sangue. identifi D¦E £¤¥ o em cultura Coment  rios: O exame se destina a identificaç r pida das v rias es cies de micobact rias isoladas a partir do meio de cultura. O diagnóstico r i ssencial para início do tratamento apropriado e controle dos contatos. PCR Coment  rios: O HTLV-I um retrovírus associado com a leucemia/linfoma de c lulas T do adulto (LLTA). ncontrado em alta fre cia em pessoas apresentando as desordens mencionadas acima. fortuitum. com uma desordem neurológica denominada de “paraparesia es stica tropical” e com a mielopatia associada ao HTLV-I (MAH). Enviar em frasco est ril. A transmiss rinatal ainda n foi comprovada. ajudando a guiar decis s ter ticas.Refrigerar e enviar o mais r ido possível. N congelar. auxiliando no controle de disseminaç o da doença. Conservaç o para envio: At meses entre 2o a 8o C. Conservaç o para envio: Entre 2 o a 25o C. avium. uma característica do m todo.HTLV-I. sensível e r ida. M. u– —€‰ † ” † du‡ ”í–€‡um † ˆ ëu” † ô †HG u– † ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰î—u” ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Todo Elisa positivo dever ser confirmado atrav s da t cnica Western blot ou do PCR.0 mL de Escarro . Detecta diretamente o DNA da micobact ria nas amostras clínicas. N congelar. Útil na avaliaç ciente q est respondendo aos tuberculost ticos. Laboratórios: Enviar na temperatura ambiente (2o a 25 o).: Este exame pode apresentar contaminaç (falso -positivo). permitindo o diagnóstico e tratamento precoce. intracellulare. contato sexual e seringas contaminadas (usu rios de drogas). (falso negativo). gordonae. M. . tuberculosis. etc. M. kansasii.1a urina da m (após assepsia) . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.). M. no m ximo 72 horas após a coleta.Lavado brônquico alveolar . Trata-se de t cnica específica. M. ou inibiç replicaç o.Líquido Pleural Secreç o orofaringe. Obs. PARDINI 53 . M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR) Condi o: 5. O PCR est indicado tam m. PCR pesquisa Coment  rios: A tuberculose permanece como um dos maiores problemas de s d lica em todo mundo. de qualquer material clínico (M.

54 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

tumores da suprarenal. PARDINI 55 . .15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. Cerca de 75% dos 17 KS prov m da adrenal. Em mulheres. sendo os catabólitos urin rios do DHEA. M todo: Drekter Valor de Refer ncia: Homem 10 a 20 mg/24h Mulher 5 a 15 mg/24h Crianças . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. androstenediol.ambos os sexos (< 1 ano): 1. . doença de Cushing.feminino (1 a 10 anos): 0.masculino (1 a 13 anos): 0. se originam principalmente na adrenal. síndrome dos ov rios policísticos. A importância clínica desse teste foi superada pelas demais determinaç es da funç o adrenal. tumores hipofis rios. mas o da testosterona. SDHEA. tendo o restante origem testicular no homem. administraç ACTH e corticóides. deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de coleta corretamente: .17 Cetosteróides Neutros Totais I Coment  rios: S o derivados dos andrógenos.0 mg/m2 superfície corporal . à crit rio m ico. ˆ ñ “ ˆ ‘uˆ ™ P R R òQ Q † †— ˆ   ˆu‰R—u”  17 KS ˆu‰ì” “ óuô ˆ †@ S ™” † †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.3 a 1.0 mg/24h por ano de idade .05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL . sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). Valores elevados s ncontrados na hiperplasia adrenal cong nita.0 mg/24h por ano de idade Condi o: Urina de 24h. VOLUME URIN RIO. Pode ser realizado após supress o com dexametasona. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.3 a 1.Ingest o normal de líquidos. androstenediona. androsterona.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL .At 4 anos: questionar volume > 500 mL .Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. tumores de testículo.

05 a 09 anos: questionar volume > 700 mL .Este teste n feito sozinho veja tamb m 17 KS. fenobarbital e fenitoína.5 a 2.9 tem sensibilidade de 40% e especificidade de 100% para colestase intra-hep tica.8 mL de Soro.0 mg/24 horas por ano de idade . Níveis elevados podem ser observados durante o uso de anticonvulsivantes. M todo: Norymberski Valor de Refer ncia: Adultos 9 a 24 mg/24h Crianças .17 Hidroxi Esteróides Cetog T nicos U Coment  rios: Fornece uma estimativa do produç o do cortisol. Encontra -se elevada (4 a 6 vezes) na obstruç o biliar. deve ser investigado se o mesmo seguiu as instruç s de colet a corretamente: . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 a 2. colestase intra -hep tica e cirrose biliar. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. . insufici cia renal e tica podem acarretar concentraç s urin rias baixas. clordiazepóxido. VOLUME URIN RIO. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0.masculino (1 a 13 anos): 0. .feminino (1 a 10 anos): 0.Ingest o normal de líquidos. Hipotireoidismo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 mg/m2 superfície corporal . Algumas drogas podem interferi r no resultado: espironolactona.0 mg/24 horas por ano de idade Condi o: Urina 24h. PARDINI . Níveis uri rios elevados podem ser encontrados no hipertireoidismo. .Refrigerar ou usar HCL 50% 20 mL/L de urina. ñ ˆu‰ ˆ V V òW ™”  † †— ˆ u‘  ‘u “ u ‘ 17 OH ¡ u” u–  óuô ˆ †@ ˆuY ‰ † † X ™” †Rþ ô  5-Nucleotidase Coment  rios: É uma enzima usada no diagnóstico diferencial de doenças hepatobiliares. Aumentos discretos ou níveis normais s encontrados nas doenças parenquimatosas hep ticas.15 anos: questionar volume < de 500 mL ou > de 2500 mL. É utilizado como teste de triagem de hipercorticolismo. Relaç o GGT/5 -nucleotidase menor que 1. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). jejum prolongado. A excreç o uri ria de 17 hidroxicorticóides reflete os metabólitos do cortisol.ambos os sexos (< 1 ano): 1. à crit rio m ico. ñ ˆu‰ ˆ  ò óu† ô  †Rþ ô ˆ    56 Instituto de Patologia Clínica H.10 a 14 anos: questionar volume > 1000 mL . Pode ser realizado após supress com dexametasona.At 4 anos: questionar volume > 500 mL .

glicogenoses cong nitas.0 mg/dL Valor de Refer ncia . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina.: mmoL/24 X 208 = mg/24h Condi o: Urina 24h. . insufici cia renal. barbit ricos). promovendo hipocalci ria. cido Cítrico. sendo o principal metabólito do glico io em anaerobiose. O citrato reduz a taxa de formaç o de novos c lculos e o crescimento dos c lculos j existentes. aumenta a solubilizaç ci rico.8 a 18. O citrato administrado via oral. salicilatos. ao contr rio da meningite viral. repouso de 30 minutos. informar volume total. Níveis elevados d cido l tico no líquor est relacionados à meningite bacteriana. Evitar movimentos de abrir e fechar a m ra da coleta do sangue. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia .` Coment rios: A determinaç o do cido cítrico na urina tem um interesse na exploraç o do metabolismo fosfoc lcico. que acompanha a administraç citrato.96 mmoL/24h ou 200 mg/24h Adultos > 1. leva a um aumento na reabsorç tubular renal de c lcio.0 mL de Sangue). 353 Conservaç o de en vio: At dias com conservante. Dessorar rapidamente. A hipocitrat ria pode ocorrer isolada ou associada a hipercalci ria. hiperoxal ria ou dist rbios intestinais. onde níveis normais s sualmente encontrados. Valores elevados s encontrados no pós -prandial. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança at 10 anos > 0. hiperuricos ria.Plasma: 5.8 mL Plasma (EDTA + Fluoreto. Liquor: at 24 horas entre 2o e 8o C. h tica. PARDINI 57 . Conservaç o de envio: Plasma: at 6 dias entre 2o e 8o C. O citrato tem importância marcante na calculose urin ria recidivante. Refrigerar (facultativo). após exercícios físicos. uso de medicamentos (biguanidas. dosagem  ñ a a óuô  ò † b ˆ   ‡ ‡ ‡  ˆ€‰à—u” b ˆ ‡ —€‰Á —u‰»‡ €ˆ ì ‰— ˆ u ‰   ” † ‰um ‘u ‡  ‡ ˆu‰ ˆ cido L c tico Coment  rios: ` †Rþ ô u’ O cido l tico (lactato) m intermedi rio do metabolismo dos carboidratos.9 mg/dL Condi o: 0. Caso tenha feito algum exercício físico. A elevaç o pH uri rio. das tubulopatias e dos cidos do ciclo de krebs.53 mmoL/24h ou 320 mg/24h Obs.Líquor: 10. intoxicaç o por etanol. no choque. 2 gotas para cada 2. anomalias do metabolism cidos graxos e amino cidos. Garroteamento r ido.7 a 22. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 h p . Instruç es: Cliente deve estar em repouso.  ’€ “u‘  ò ò † ñ  “€‘ ‡  ” € – u  ˆ€‰ “ ˆ ”   ˆu‰© ˆ u ‰ ‰ —u”ý óuô ô † † ˆu‰â‘ud ¡ ‰ u– Instituto de Patologia Clínica H.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (o uso do conservant rigatório). Líquor.

0 mL de Soro. . M todo: Colorim trico Enzim tico SANGUE Valor de Refer ncia: Mulheres 2. Esta dosagem til em pacientes com c lculos urin rios para identificaç les com excreç rin ria de urato aumentada.` Coment rios: A excreç ri ria do oxalato m preditor de nefrolitíase. Somente 10% dos pacientes com hiperuricemia t m gota. Urina: cerca de 70% ci ric liminado pelos rins. N Refrigerar. espinafre. aspirina (doses baixas). didanosina. estando elevado em v rias situaç es clínicas al m da gota. colher urina de 24h conforme instruç s .. cido O d¦e lico  f ñ   òh g g g ˆu‰ ‘u  h h  †‡ ‡ ‰ùd —€”ù † —€ ”   –udu‰ m ˆ ˆu‰Ó ˆu‰ óuô ˆ ˆu‰ cido Úrico. A dieta e o us cido ascórbico podem alterar os resultados. metildopa. gelatina. Hiperoxalat ri tect vel em 30% dos pacientes com c lculos urin rios compostos por oxalato. dieta rica em purinas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mg/dL Condi o: 1. Hiperoxal ria pode decorrer de m sorç o intestinal.. corticóides. dentre outras drogas. Evitar: lim . diur ticos. Diminuiç s níveis contrada na dieta pobre em purinas. Líquido sinovial: pode ser til no diagnóstico diferencial de artropatias. laranja. lcool causa diminuiç ra to uri rio. abacaxi.): O paciente dever vitar qualquer alimento ou medicamento que contenha vitamina C. N o colher durante o período de cólica renal.4 a 6. intoxicaç r metais p esados e no aumento do clearence renal.0 mg/dL Homens 3. aspirina. pr eclâmpsia.O. defeitos dos t los renais. Conservaç o de envio: At dias entre 18 a 25o C. beta-bloqueadores. verapamil. Laboratórios: Enviar 15 mL de Urina e informar o volume total. ampicilina. uso de paracetamol. porfiria.JO 8h. Anti-inflamatórios.M. doenças infla matórias intestinais.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Criança 13 a 38 mg/24h Mulher 4 a 31 mg/24h Homem 7 a 44 mg/24h Condi o: Urina 24h. tomate. Níveis elevados tamb m s contrados na insufici cia renal. pós -operatório de bypass intestinal. etilismo. Dieta (sugerida ou C. . neoplasias.4 a 7. vitamina C. Após dieta. dosagem Coment  rios: ` †Rþ ô ˆ€‰ å” ™ ” –uu’  Sangue: ci rico roduto final do metabolismo das purinas. metotrexato. psoríase. uso de tetraciclina. 58 Instituto de Patologia Clínica H. intoxicaç r etineloglicol e ingest insuficiente de c lcio. 353. pós -quimioterapia e radioterapia. diur ticos e warfarim podem interferir no resultado. indometacina. durante 48:00 horas. c lcio. acerola. ‰– ™ ‰í † —u‰í‡ ˆ u ‰ Á † ”€‘ † í “u‘ † ˆ u ‰ Á — € ‰ † ”u‘ ˆ€‰(–€‰ —u‰ý —u‰ý‡ ‰ † ”  ˆu‰â—u‰i ‘€ ˆu‰Á—ud€ëu” ˆu‰  † ñ †  ‡ òq p p óuô q †ô ‡€m †‡ dum † “  † … Continua. cetoacidose di tica. morango. PARDINI . alopurinol.

Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. *Urina 24h. participando do processo de diferenciaç proliferaç d e linfócitos.12h: 75 a 425 mg/12h Valor de Refer ncia .Líq. manter em local fresco.24h: 150 a 850 mg/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . A dosagem de ADA no soro n o tem valor diagnóstico. † ˆu‰ ” ˆ€‰  ˆu‰©—ud uˆ ‰ ñ †ò †Hv @  †iÿ @ †iÿ @ † Hv @ óuô ô † † R— ™ ˆu‰ ˆ m†  Instituto de Patologia Clínica H. informar o volume total. peric rdica e peritoneal.Líq. *Urina 12h.DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Semelhante ao Soro Condi o: 2. no líquido peric rdico tem sensibilidade de 99% e especificidade de 83%.5 mL de Soro. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em infecç es bacterianas. hor rio inicial e final da coleta. Pleural: at . N Refrigerar. no líquido ascítico tem sensibilidade de 95% e especificidade de 96%. Ascítico: at ..Liq.0 U/L Líquor/Líq. peric rdico. no líquor tem sensibilidade de 90% e especificidade de 94%. N substitui a biópsia no diagnóstico de tuberculose. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina.0 U/L Líq. Conservaç o de envio: Líquidos: at 2 dias entre 2o e 8o C. .Continua.0 U/L Condi o: 0. Líquor . PARDINI 59 .0 U/L Líq. ñ óuô † Rô —  †ò  Adenosina Deaminase u ADA Coment  rios: ADA  ma enzima que cataliza a convers adenosina à inosina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 horas e Urina 24 horas p . Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. rts IDO ÚRICO URINA Valor de Refer ncia . Pleural . No líquido pleural tem sensibilidade de 99% para diagnóstico de tuberculose. peric rdico: at . Níveis elevados de ADA s indicadores indiretos de tuberculose meníngea. Ascítico . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Soro: at . Resultados falso negativos podem ocorrer em pacientes com SIDA. 353 ò ò óuô † du‘ ¡ ˆ ˆu‰ u’  LÍQUIDO SINOVIAL . Soro: at ias entre 2o e 8o C.. criptocóccicas e neoplasias.Adultos.0 mL Líquido Sinovial. .*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina.

6 U/L 10 a 24 meses 3. Valores 3 a 5 vezes acima do nível normal s considerados significativos. apendicite. PARDINI . obstruç infarto intest inal.8 U/L > 2 a 16 anos 1. aneurisma de aorta.Aldolase Coment  rios: Essa enzima utilizada na avaliaç s quadros de fraqueza muscular. † ñ w w w w  ò m† ˆ€‰Ù—u‰ ¡ ”u–€  ˆu‰ x x x x † uï óuô †Rþ ô Amilase Coment  rios: Sangue: enzim excretada pelo pâncreas. Na macroamilasemia encontramos a amilase ligada a uma proteína maior. Valor de Refer ncia: Soro: at U/L Urina 24h: at U/24 h.7 a 4. uso de colin rgicos. caxumba. Níveis elevados s encontrados nas fases iniciais as doenças musculares como distrofia muscular e dermatopolimiosite. Níveis elevados tam m s o encontrados em tumores periampulares. cirrose hep tica.Urina 2h. Ascítico . M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: R. Hipertrigliricidemia pode causar resultados falsamente baixos.8 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pleural. Eleva -se 12h após início da pancreatite e persiste por 3 a 4 dias. Instruç es de Coleta: Veja Urina 2 ou 24h p .9 U/L Condi o: 0. Valores baixos podem ser encontrados nas fases avançadas das miopatias. lcer tica perfurada.Líq. queimaduras. d†  ‡ dö– † –  ˆu‰ö” m † ˆ † ‰ † ‘€‰ ˆ u ‰ ñ ‘† óuô † ˆu‰÷”ö‰  † uˆ ‰ ˆ † ïAò @ †yv A@ †iÿ ðA@ †Rþ ô u’ 60 Instituto de Patologia Clínica H. determinando níveis s ricos aumentados e níveis urin rios normais. M todo: Ci tico CNP Condi o: 0.2 a 8. Níveis elevados tam m podem ser encontrados em doenças ticas. Pleural: Igual ao soro. Em 10% dos casos de pancreatite amilase no soro e líquido ascític rmal. Laboratórios: Enviar 5 mL de urina e informar volume total. traumas. pancreatite. Urina 2h: at U/2 h Líq. sem significado patológico. Urina 24h . ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio.4 a 11. infarto do mioc rdio e neoplasias. Urina: utilizada juntamente com a dosagem s rica no diagnóstico de pancreatite. Nascido at .8 mL de Soro. Líquido ascítico/Líquido pleural: níveis elevados de amilase nas líquidos pleural e ascíticos est o associados à pancreatite. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Amilase no líquido ascítico em valores 3 vezes maiores que no soro s indicativos de pancreatite.8 U/L Adulto 1. Líq. sensível no diagnóstico de pancreatite aguda. Ascítico/Líq. colecistopatias sem pancreatite. meperidina e morfina.

Excluindo as vari veis pr -analíticas. Apo Bfator de risco para doença coronariana. Na Amônia Coment  rios: †Rþ ô ò A amônia (NH 3) circulante origina-se da aç o de enzimas bacterianas nos amino cidos presentes no cont do intestino delgado e grosso. Aumentos de amônia plasm tica tam m s o encontrados na: Síndrome de Reye. Metabolismo da NH3 ocorre no ciclo da ur ia.8 mL de Soro + 5 mL Urina 24h. entretanto. n macroamilasemia encontra-se clearence baixo. Valor de Refer ncia: 1.Amilase. marcador específico.  ”u‡€—u“ ‰ d † ¡ €” –u ñ ˆu‰R—u‰ óuô  ò ô ˆ  m ˆ † ˆu‰ ˆu‰å–ud ˆu‰¦  ˆu‰R–u‰ †  “ ˆu‰R”u‘ ˆ † € € €  † ™” Apolipoproteína A1 e B Coment  rios: A apolipoproteína A-1 (apo A-I) o principal componente prot ico da partícula HDL. terapia de hiperalimentaç . ñ ˆu‰ † † A@@ † † ò ò óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. tabagismo. neonatos normais (transitória).0 a 133. Conservaç o de envio: Enviar congelado.0 a 175.0 mg/dL Valor de Refer ncia . É um fator de proteç contra doenças coronarianas e o acidente vascular cerebral.0 mL de Soro. choque. transporte. A Apolipoproteína B (apo B -100) o principal constituinte das seguintes partículas: VLDL. PARDINI 61 .APO B: 63. miopatias mitocondriais.0 mL de Plasma heparizado. Clearence Coment  rios: É utiliz ado no diagnóstico da macroamilassemia. insufici ncia cardíaca congestiva e infecç r bact ria urease -positiva. LDL e lipoproteína (a). infecç rin ria. Valor de Refer ncia: 0 a 10 dias 100 a 200 µmoL/L 10 dias a 2 anos 40 a 80 µmoL/L > 2 anos 10 a 47 µmoL/L Nota: O resultado da Amônia deve ser interpretado tendo em vista a possibilidade de alteraç s decorrentes de vari veis pr -analíticas (coleta. hipovolemia. .APO A1: 91. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia .JO 12h.2 a 3.0 mg/dL Condi o: 1. asfixia perinatal.8% Conservaç o de envio : At dias entre 2o e 8o C. sangramento gastro -intestinal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. IDL. hemólise). uso de valproato. nutriç renteral total . M todo: Ci tico CNP Condi o: 0. ñ ‘† óuô ˆu‰ sendo. tabagismo. M todo: Enzim tico UV Condi o: 1. as principais causas de hiperamonemia s o erros inatos do metabolismo e a insufici nci tica. Reduç s ní veis de amônia plasm tica s contrados na Hiperornitinemia.

Ict ríca se torna clinicamente manifesta quando bilirrubina total maior 2. ser excretada na bile. dosagem Coment  rios: A bilirrubi um produto da quebra da hemoglobina no sistema retículo endotelial. transfus o de sangue. a seguir.0 mg/dL < 48 horas 12. medicamentos. Uso de drogas que ativam o sistema microssomal h tico podem reduzir as bilirrubinas.4 mg/dL Indireta at . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Direta at .9 mg/dL 2. lcool) e obstruç o biliar (litíase.0 mg/dL 10.5 mg/dL < 24 horas 8. Causas de aumento de bilirrubina direta (conjugada): doenças ticas heredit rias (Dubin Johnson. tóxica. PARDINI .0 mg/dL 7 dias 15.0 mg/dL 10. eritropoiese ineficaz e doenças heredit rias (Gilbert.0 mg/dL 3 a 5 dias 15. reabsorç o de hematomas.0 mg/dL Condi o: 1.0 mL de Soro.0 mg/dL 6.2 mg/dL Bilirrubina Total (Rec m Nascidos): Idade Pr -maturo Termo Cord o 2. Rotor). Test til para diagnóstico d iferencial de doenças hepatobiliares e outras causas de icterícia. neoplasias). ‘ud †  ˆ ñ † ò    † ˆu‰â—u” ¡ ”u– ”†‡ ˆ u” u–   ”u–uˆ  ¡ †  ˆ  ‚ ‚ ‚ †† @@ ˆ † † ñ óuô †Hƒ ð ô ¡ ‰ 62 Instituto de Patologia Clínica H.5 mg/dl.0 mg/dL 12. hemólise autoimune. Níveis de bilirrubina direta maiores que 50% dos valores totais s o sugestivos de causa pós hep tica. Causas de aumento da bilirrubina indireta: anemias hemolíticas. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.8 mg/dL Total at .Bilirrubinas. conjugada no fígado para. les atócitos (viral. Crigler-Najar).Proteger da luz. .

Cushing.C e lcio Coment  rios: Sangue: o c lcio total encontra-se ligado às proteínas (47%) e livre (43%). uso de diur ticos e estrógenos. síndrome de imobilidade. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o.O. m sorç . insufici ncia renal. Dieta Pobre em C lcio (sugerida ou C. O cido Clorídrico 6N ser fornecido pelo Laboratório. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. dist rbios da reabsorç tubular de c lcio.  SANGUE M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 8. Níveis críticos de C lcio total s o aqueles inferiores a 6 mg/dl e superiores a 14 mg/dl. Hipocalci ria pode ser sec ria à hipocalcemia. corticoterapia. Sua determinaç referida na urina de 24h.). Colocar no frasco.O. hipervitaminose D.M. Laboratórios: Enviar alíquota 5 mL e informar o volume total.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. Tam m utilizado na avaliaç frolitíase.): O paciente dever permanecer 4 dias sem ingerir os seguinte alimentos: leite e seus derivados (manteiga. insufici ncia renal.). colher urina de 24 horas. osteoporose. rigorosamente antes de começar a coleta. ñ „ „ … … ††iÿuð†ð†@@ ˆu‰  ‡ ‡ ‡ ‡ ‡  ˆ … ˆ ‘uˆu‰  … ˆ †iÿ ô  Instituto de Patologia Clínica H. Níveis baixos de c lcio total s contrados na osteomal cia. Deixar em temperatura ambiente. requeij o. permanecendo sob dieta. Hemólise pode elevar seus resultados. PARDINI 63 . hipertireoidismo. 20 mL por litro de urina de cido Clorídrico 6N (HCL 6N). N Refrigerar. osteomal cia. Hipercalcemi encontrada no hiperparatireoidismo. alcalose. Hipercalci ria encontrada nas hipercalcemias. Urina: til na investigaç os efeitos da vitamina D e PTH sobre a reabsorç ssea. hepatopatias.8 mL de Soro. linfoma. feocromocitoma. Exame deve ser realizado após 4 dias de dieta. raquitismo. diminuiç s da albumina. hipoparatireoidismo). hipervolemia. trazer ao Laboratório assim que terminar a coleta. Na interpretaç o dos valores normais deve -se levar em conta níveis de albumina. e em situaç s que cursam com fó sforo elevado (insufici cia renal. colocar em geladeira. pancreatite. mieloma. N o colher durante o período de cólica renal ou em uso de medicamentos. hipertireoidismo. desidrataç o. hiperabsorç o intestinal de c lcio. creme de leite. queijo.Urina recente. Coleta Do 3o para o 4o dia da dieta. urina recente pode ser utilizada realizando a raz c lcio:creatinina. etc. defici ncia vitamina D. acromegalia.M.5 a 10. esp erar 10 dias (C. 353 Conservaç o de envio: At semanas com uso de HCL 50% em temperatura ambiente. algumas neoplasias com ou sem met stases ósseas. Conserv o de envio: At semanas entre 2 o e 8o C. hipomagnesemia. sarcoidose.4 mg/dL Condi o: 0. . ñ ˆ † ‡ ˆ € ‰ Á — u ” Á ‘ u ” ˆ€‰ — †– ‡ † ˆ€‰ ‡  €‘u—u † óuô †iÿ õ€óuô óuô †ò †ò ™ ” †  ™ ” ˆ Çdum  ˆu‰ d† u“ˆ Ó ‰ u” ‘ “ ˆ “u‘ ˆ “ ˆu‰ýê m † ˆu‰ uˆ ‰  ‡  URINA M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Com Dieta at mg/24h Sem Dieta at mg/24h Condi o: Urina 24h . neste caso. uso de diur ticos e estrógenos.

ferritina e ferro s rico. que bloqueia a leitura do aparelho. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível (menor volume de ar no interior do tubo). Laboratórios: Dessorar rapidamente e congelar imediatamente.8 mmol/L Hipocalcemia Moderada Obs. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Sua concentraç mais baixa à noite e maior pela m . pois. hemolíticas. hemocromatose.  ˆu‰ ‰ † † d ˆ  ñ ˆu‰Rd  ò ˆ ‰ ˆ † uðRdu‘u‰ ‰ ‰ ˆ ‰ ˆ u ‰ ‰ óuô †©¨ ô ˆ€‰  du‘ ¡ ˆ †  ˆ ™” ˆu‰   ˆ ˆu‰ “€‘ Capacidade de Combin  £¦¥ o do Ferro Coment  rios: Os sítios agregados de ligaç ao ferro de toda a transferrina correspondem à capacidade de combinaç ferro total.80 a 5. Útil no diagnóstico diferencial das anemias. re presentando 43% desse. Vide alteraç s patológicas no c lcio total.Nascido: 0. Condi o: 1.70 a 5. ma ior o aumento do pH. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro repetidas vezes. Encontra -se elevado na anemia ferropriva.35 mmoL/L ou 4. Condi o: 1 tubo de Soro (tubo gel). quanto maior a manipulaç .5 mL de Soro. uso de anticoncepcionais e gravidez. Veja tam m ITL. entretanto varia com o ph (aumenta na acidose. M todo: Eletrodo Seletivo c/ correç tom tica p/ variaç o do pH Valor de Refer ncia: Adultos 1. A ferriti mais sensível que a capacidade de combinaç do ferro para avaliaç o da falta ou excesso de ferro.: Fator de Convers : mmoL/L mg/dL x 0. Tubos tipo Eppendorf de soroteca s o fornecidos pelo laboratório.20 a 1. desnutriç o e estados inflamatórios.40 mg/dL R. . LIVRE M todo: Schade Valor de Refer ncia: 140 a 280 µg/dL ñ ˆu‰«—€‰ u‘ d † óuô m † †©‘ ô ò ò  ˆu‰ † ˆ€‰ ˆuˆ ‰ö”€‘ ˆ TOTAL M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Livre Valor de Refer ncia: 250 a 410 µg/dL ñ  64 Instituto de Patologia Clínica H. N enviar a amostra em pipetas de pl stico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.28 mg/dL at s 1. siderobl sticas. A dosagem do c lcio iônico independe da albumina. em frasco de pl stico com tampa tipo Eppendorf.JO 8h.32 mmoL/L ou 4. Valores normais ou baixos s contrados nas anemias de doenças crônicas. PARDINI . tubos de soroteca ou vidro. diminui na alcalose).C e lcio Iônico Coment  rios: O c lcio iônic fraç o biologicamente ativa do c lcio s rico total.17 a 1.7 mmol/L Hipocalcemia Severa 0.25.

etilismo.5%. Se os 3 tubos forem negativos.0 mL de Líquido Amniótico. Amniótico. O risco de membrana hialina para o resultado de bolhas est veis em todos os tubos .JO 10h. PARDINI 65 . Relaç M todo: Azul de Nilo Valor de Refer ncia: Abaixo de 1% antes de 34 semanas entre 1 e 10% entre 34 e 38 semanas entre 10 e 50% entre 38 e 40 semanas acima 50% 40 semanas em diante Condi o: 1. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. al m da interfer ncia de drogas. Veja tam m C lulas Orangiófilas. Rela ç E. estresse. como a levodopa. ñ m† † ò † ˆu‰÷ˆu—u‰Rd • † † E. Fosfolípides. vômitos. “ “ “ “ ” ” ” ” óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Cetonemia. M todo: Colorim trico . ricas em lípides Valor de Refer ncia: Formaç lhas est veis à partir do 3 o tubo.0 mL de Soro. Fosfatidil Glicerol. Teste de Coment  rios: Teste de Clements (teste das bolhas) deve-se à capacidade da lecitina de formar bolhas quando em presença d lcool absoluto e . realizado no líquido amniótico.C ’ lulas Orangiófilas. Condi o: 6. o índice de membrana hialina ser m torno de 80% e 30%. Falso -negativos e falso-positivos podem ocorrer. pesquisa Coment  rios: Privaç e carboidratos e aumento do metabolismo de cidos graxos resulta em aumento da cetonemia: diabetes melito descompensado. .Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Teste de clements. Veja tam m Fosfatidil Glicerol.  ˆ † ”á —u”–@ R” m † † ñ ˆu‰R—u”Rmu‰ ò—u”Rmu‰  u ˆ R ‰ óuô †ô u’ud ˆ  ™”  ˆu‰R• Instituto de Patologia Clínica H. ˆu‰Ù—  ñ óuô †ò † “ † †H• ð ô ¡ ‰ Clements. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. subindo para 15% se houverem bolhas est veis apenas no primeiro e segundo tubos. diarr ias e doenças metabólicas. S o feitos 3 tubos com diluiç s crescentes. Fosfolípides. o que permite avaliaç o da maturidade fetal. o percentual de c lulas orangiófilas (c lulas fetais e do v rnix que se coram de laranja)  tilizado para determinaç maturidade tegumentar fetal.0 mL Líq. pesquisa Coment  rios: No teste do azul do Nilo. respectivamente. M todo: Formaç lhas devido a presença de Lecitina e Esfingomielina. ou apenas o primeiro for positivo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

diabetes insipidus nefrog ico.0 mL de Líquor. desnutriç .Cloreto de Sódio no Suor Coment  rios: Teste do cloreto de sódio no suor til na investigaç fibrose cística (mucoviscidose). ˆu‰Û”« —ud  ¡ ‰ €m  ˆu‰ ”uˆ€ ‰ ‡ ˆ m† ‡ ˆu‰Û”u‘ † « ”  m€ ˆu‰ † ‡ ˆu“€‰Û‘ ‰ ˆ † ˆu‰»—u” ‡  “u‘ ñ †ô SANGUE / LÍQUOR Valor de Refer ncia . ò ò óuô Continua. fístula pancr tica e hiperparatireoidismo. no diagnóstico da alcalose metabólica responsiva a sal.. defici ncia de G6PD. Em mulheres adultas o teste sofre variaç s com o ciclo menstrual. infus salina excessiva. Resultados falso negativos podem ocorrer no edema. † †‡ ñ ™” ˆ€‰ ˆu‰©—ud “ u ‘ ‡ ˆ ˆ  ”† “ “ “u‘ — — — — ò  ˜ ˜ ˜ ˜ † ˆ€‰ ˆ † Cloretos ™ Coment  rios: CL Sangue: representa 66% dos ânions do plasma. insufici ncia adrenal e hipotireoidismo. em especial. Níveis baixos ocorrem na hiperhidrataç o. Sua determinaç til na avaliaç dist rbios hidroeletrolíticos cido. Klinefelter. S Paulo e Pampulha. M todo: Eletrodo Seletivo Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . acidose metabólica. hipoproteinemia e na sudorese excessiva. Eldorado I. mucopolissacaridose tipo 1.0 mL de Soro. secreç inapropriada de ADH. 66 Instituto de Patologia Clínica H. dermatite atópica. cetoacidose dia tica e no uso de diur ticos. Líquor: reflete os níveis sangüíneos de cloretos. Valores elevados podem ser encontrados em outras doenças: anorexia nervosa. Sudores induzida no antebraço por iontoforese. Juntamente com o sódio s s principais respons veis pela manutenç meostase osmótica do plasma. vômitos. perdas gastro -intestinais. sendo o suor colhido para determinaç o do cloreto. acarretando dist rbio da secreç o exócrina. síndrome nefrótica. insufici cia cardíaca.É importante que o cliente n o esteja com febre ou desidratado.sicos. 1. alcalose metabólica. Urina: til para avaliaç o de dist rbios hidroeletrolíticos cido. O diagnóstico molecular (PCR para fibrose cística) encontra-se disponível. Na meningite tuberculosa encontrado mais baixo (25%) que os valores no soro.Líquor: 690 a 770 mg/dL Condi o: 1. hipogamaglobulinemia. colestase. disautonomia. M todo: Iontoforese e Condutividade Material: Suor Valor de Refer ncia: Normal < 40 mEq/L de Cloreto Faixa intermedi ria 40 a 60 mEq/L de Cloreto Fibrose Cística > 60 mEq/L de Cloreto Adultos < 80 mEq/L de Cloreto Nota: Estamos realizando rotineiramente a t cnica de PCR para diagnóst ico de Fibrose Cística. .Soro: 96 a 109 mEq/L Valor de Refer ncia . acidose respirat ória crônica. Níveis elevados s contrados na defici cia de mineralocorticóides. acidose tubular renal.. Unidades que realizam este exame: Aimor s. É uma herança autossômica recessiva que determina defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. Doença de Addison.sicos.

M. proteína C reativa ultra-sensível e homocisteína.O..M. 353 óuô ò ˆu‰R–u‰u— –uu’ Colesterol Coment  rios: Sangue: o colesterol principal lipídeo associado à doença vascular aterosclerótica.Continua. Tam m utilizado na produç hormônios esteróides. triglic rides. subfraç es das lipoproteínas.. Condi o: 1.32 sugerem transudatos.O. Condi o: *Urina de 24h . -N e usar conservante . Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. apolipoproteínas A1 e B100.Refrigerar. ñ †ò   Desej †dfe l mg/dL ≥ 40 ≥ 35 ≥ 60 Aceit el mg/dL Ad LDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Desej l mg/dL 2 a 19 anos < 110 Adultos ≤ 129 Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C..0 mL de Soro.CLORETOS URINA Valor de Refer ncia: 170 a 254 mEq/24h. sendo transportado no sangue por lipoproteínas (70% por LDL. Laboratórios : *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instituto de Patologia Clínica H. Seu metabolismo se d no fígado. ™ ˆu‰Ý† —u” ‰  † ™ ˆ  ˆu‰í—€d m† † ˆ † óuô ˆ HDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Faixa Et ria Baixo mg/dL < 10 anos 10 a 19 anos Adultos ≤ 40 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. A avaliaç o do ris co cardiovascular engloba o colesterol total e suas fraç es. PARDINI 67 . 25% por HDL e 5% por VLDL). lipoproteína (a). . ñ †H• ð ô ¡ ‰ ô 41 a 59 †ò   Adfe Aceit el mg/dL 110 a 129 130 a 159 Ad Aumentado mg/dL ≥ 130 ≥ 160 Continua.. cidos biliares e na constituiç s membranas celulares.JO 12h ou C.Urina recente C. Líquido pleural: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç o colesterol do líquido pleural/s rico < 0. Líquido ascítico: colesterol > 50 mg/dl pode ser encontrado nas ascites associadas a neoplasias com sensibilidade de 75% e especificidade de 78%. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .

ñ ñ TOTAL †ô †ò †ò ò   M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia .Continua. Inseticidas organofosforados deprimem os níves plasm ticos dessa glicoproteína.. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 5.Soro: Faixa Et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL 2 a 19 anos < 170 170 a 199 Adultos < 200 200 a 239 Valor de Refer ncia . e a pseudocolinesterase (acilcolina acilhidrolase) encontrada no soro e produzida no fígado.COLESTEROL VLDL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 0 a 40 mg/dL Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o d e envio: At semana entre 2 o e 8o C.000 U/L (37o) Condi o: 0. pulm o e c rebro..000 a 14.Líq. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.  Adfe Ad g g óuô †† Aumentado mg/dL ≥ 200 ≥ 240 h h †H• ð ô ¡ ‰ Colinesterase Coment  rios: Existem dois tipos de colinesterases no sangue: a colinesterase (acetilcolinesterase) das hem cias. hepatopatas. Níveis baixos tamb m ocorrem nos pacientes em uso de estrógenos. PARDINI .Líq. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1.0 mL de Soro.Líq. Pleural. Ascítico . Líq. Ascítico . ˆ † † ñ  ò óuô †ô “€‘   68 Instituto de Patologia Clínica H. contraceptivos orais. desnutridos e portadores de insufici cia cardíaca.8 mL Soro.

óuô ò URINA Valor de Refer ncia: Homem at 500 µmoL/L Mulher at 0 µmoL/L Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m .0 mL de Soro. indivíduos com massa muscular elevada. . 353 òj † i óuô † j † A@@ du‘ ¡ ˆ i u– u ’ Instituto de Patologia Clínica H. corticoterapia e no hipotireoidismo. Níveis elevados s contrados nas dietas ricas em proteínas. necrose muscular. ñ † ô †Rþ ˆu‰Ý”u‘ ˆ u ‰ « — u ” SANGUE Valor de Refer ncia: 76 a 124 mmoL/L Condi o: 3. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . miopatias. Laboratórios : Enviar 5 mL de Urina.Urina 24h. gravidez.Refrigerar. PARDINI 69 .Creatina Coment  rios: É uma proteína cuja concentraç pendente da massa muscular e da atividade da creatinoquinase. M todo: Colorim trico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

idade. cimetidina.Creatinina Coment  rios: M todo: Colorim trico (Jaff mod.5 g/24h Mulher 0. . Níveis baixos podem ser encontrados nos estados que cursam com diminuiç massa muscular. salicilato. bilirrubina e do uso de medicamentos (cefalosporinas.5 a 2. mas tam m da massa muscular. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. piruvato.M. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. . ci rico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12h ou 24h g.Adultos. concentraç licose.8 a 1.2 mg/dL Condi o: 1. k k óuô † †ô òl l du‘ ¡ ˆ … † u–   70 Instituto de Patologia Clínica H. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar.0 mL Soro ou Plasma (EDTA. É o produto de degradaç creatina.5 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . anticoncepcionais e anti-inflamatórios). hidantoína. . sexo.7 a 1. Fluoreto).*Urina 12h ou 24h ou C. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C. trimpetoprim. sendo sua concentraç s rica n o só dependente da taxa de filtraç o renal. hor rio inicial e final da coleta. Veja tam m Cistatina C.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina.O.) ñ É o teste mais utilizado para se estimar a taxa de filtraç lomerular. † m † ˆu‰R—ud ò ˆ€‰ † ˆuˆ ‰ ˆu‰«’ ˆu‰ý—u” ’ ˆ  —u‰ý‡ m ˆu† ‰«—ud † SANGUE Valor de Refer ncia: 0. óuô † ô URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: Homem 1. proteína. PARDINI . alimentaç .

No Clearence de Creatinina valores s ricos e uri rios s o medidos e a depuraç calculada e corrigida tendo em vista a superfície corporal. hor rio inicial. acarretando aumentos es rios. em traumas e injeç s musculares. PARDINI 71 . exercício físico. ñ o o o o óuô †Rþ ô m† ™”  ò n † uï†@ n † q uˆ ‰  ˆu‰Û”u† ‘ ˆ€‰  n n †© †iÿu¨ ÿÿ  Instituto de Patologia Clínica H. informar volume total. Condi o: 1. É um marcador sensível.Creatinina. 353 † ˆ ñ †ò † m n o n óuô d u — u ‰ † †ô m† –u‡ ˆu‰Á’ † ˆ ‘€ ˆ ˆu‰Á—ud ˆu‰ ˆu‰ † … †  –uu’ Creatinofosfoquinase p Coment  rios: CPK Enzima encontrada principalmente na musculatura estriada. miocardite. c rebro e coraç . Níveis elevados s contrados no infarto agudo do mioc rdio. rabdomilóise.: O result corrigido para a superfície corpórea. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina.Adultos. Clearence elevado pode ser encontrado após exercícios.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina. sendo mais sensível que a determinaç s rica isolada. final da coleta. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: Homem at U/L Mulher at U/L Criança d e 2 a 12 meses at U/L Criança após 12 meses at U/L Condi o: 0. . distrofia muscular. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico (Jaff mod. cido Ac tico 8M 20 mL/L ou Refrigerar. dermatopolimiosite. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Veja tam m troponina I. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. mas inespecífico de les mioc rdica. clearence Coment  rios: Teste utilizado para avaliaç o da taxa de filtraç lomerular. hipertermia maligna.8 mL Soro. em altas temperaturas pode causar convers creatina à creatinina. Armazenamento da urina por muito tempo. na gravidez e no diabete melito. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. Veja tam m: Cistatina C. Variaç o intraindividual desse teste pode chegar a 15%.) Valor de Refer ncia: Homem 90 a 130 mL de Plasma/minuto Mulher 75 a 115 mL de Plasma/minuto Obs. peso e altura do cliente. .0 mL de Soro + 5 mL de Urina de 12 ou 24h.

8 mL de Soro. A presença de macro -CPK MB (complexo de imunoglobulinas e CPK MB) causa elevaç s de CPK MB acima dos valores da CPK Total. PARDINI . Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Sinovial. Veja tam m troponina I. ocorrendo pico em 12 a 24h e retorno a níveis normais em 2 a 3 dias. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota.Creatinofosfoquinase MB Isoenzima r Coment  rios: Dosagem nica de CK-MB tem sensibilidade de 50% à entrada do paciente no pronto socorro. M todo: Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. A CK-MB representa 20% do total da creatinoquinase presente no mioc rdio e 3% da creatinoquinase presente na musculatura esquel tica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆu‰ì”€‘ ‡ † ˆu‰Á—ud»”  uˆ ‰ óuô †Rþ ô ò 72 Instituto de Patologia Clínica H. Os cristais de monourato de sódio s contrados na artrite gotosa. Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. pesquisa (Líquido Sinovial) Coment  rios: A pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. sem significado patológico. sendo que medidas seriadas aumentam sua sensibilidade para 90%. É detect vel em 4 a 6h após les mioc rdica. ‡ CKMB   ˆu‰  ñ  ò óu†iô ÿ  †iÿ • ô ¡ ‰ m† ™” †† Cristais com Luz Polarizada.0 mL Líq. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. podendo-se encontrar níveis elevados em pacientes com doenças e traumas da musculatura esquel tica.

til na diferenciaç tre a uremia pr -renal. Condi o: 0. tumores do sistema nervoso central e meningites.8 mL de Soro. colagenoses. Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.0 U/L (37o ) Condi o: 0.100 mL/hora.10 a valores positivos. M todo: Determinaç da Osmolaridade por Crioscopia Valor de Refer ncia: .Líquor. NTA: de .5 mL de Soro + 1. atrav s da relaç o entre os componentes  livre. Trata-se de uma das osmoticamente ativos da uri ltimas funç s renais a serem perdidas. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: 180. Raz DH pleural/s rica maior que 0. Líq. Ascítico . etilismo. 353 Laboratórios: Informar volume total.0 a 450. inflamaç s. LDH elevada ocorre em neoplasias. hipóxia. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. Líquido ascítico: níveis de LDH s % dos valores s ricos. pneumopatias. pancreatite. trauma e obstruç intestinal. Est levada nas peritonites (espontâneas e sec rias). †  † † ™ ˆu” ‰ ˆu‰Á—u” “  u‘u—u ˆu‰©A@ ˆ ñ ‘† ò óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ † ˆu‰R• Á” † ˆˆ † ˆ€‰Á”u‘ ` Depur t¤£¦¥ o da gua Livre Coment  rios: Indicado para estimar a funç renal de reabsorç o tubular. Níveis elevados s contrados no acidente vascular cerebral. PARDINI 73 . mononucleose. correlacionados ao fluxo urin rio.000 U/l s o encontrados em neoplasias e empiema. hepatites.6 e LDH pleural > 200 U/l indicam exudato. anemia hemolítica. Relaç o LDH pleural/s rica > 0. renal e pós -renal. Pleural . Líquor: níveis normais de LDH no líquor s o 10% da LDH no sangue. anemia megalobl stica. ñ ‡ óuô ™ ”” † ‡ ò ˆ€‰ ‰ ”ådӐu’ ud ‘uˆudÓ ˆu‰R”u‘ ˆ † † ˆ “€‘ †ô –uu’ Instituto de Patologia Clínica H. Líquido pleural: m crit rio para diferenciaç o entre exudato e transudato. hipotireoidismo. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h .6 indica exudato.Líq. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Aumenta na Necrose Tubular Aguda (NTA) e na insufici cia renal crônica.0 mL de Urina 24h. sendo liberada na ocorr ncia de dano celular. cardiopatias. Hemól ise pode levar a resultados falsamente elevados. Níveis de LDH acima de 1.20 a .Dehidrogenase L e¦s tica Coment  rios: Sangue:  ma enzima que cataliza a convers lactato a piruvato.

asbestose. silicose e psoríase. cirrose biliar prim ria.0 mL de Líq. Ferritina e Capacidade de combinaç o. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). anemias hemolíticas.Enzima Conversora da Angiotensina u Coment  rios: Elevaç s dessa enzima associadas ao quadro clínico. menstruaç o e fases iniciais de remiss anemia perniciosa. Níveis elevados tamb m podem ser encontrados na Doença de G aucher. ™” ECA ñ óuô †Rþ ô  ò † –u ‘uˆu‰  Espectrofotometria 450 NM Coment  rios: Na ocorr cia da eritroblastose fetal. talassemias.5 mL de Soro. glomerulopatias. anticoncepcionais lcool. hipertireoidismo. Valor de Refer ncia: Zona 3 de Liley Condi o: 5. permitindo comparaç o do achado com os dados de Liley. diabete melito. Amniótico. valores elevados de bilirrubina s o encontrados no líquido amniótico sendo seus níveis diretamente proporcionais ao grau da anemia do fet o. Níveis aumentados s contrados na hemossiderose. Essa dosagem possui sensibilidade de 30 a 80% no diagnóstico da sarcoidose. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. amiloidose. uso de estrógeno s. hanseníase. Jejum: Criança JO 4h / Adulto JO 8h. A espectrofotometria estima os níveis de bilirrubina no líquido amniótico. Veja tam m ITL. Informaç es nece rias: Informar semanas de gestaç . ñ w w w w uˆ í ‰ u— ‰ † † ˆu‰î—ud m † ”R ò x x x x x x  ˆ ˆu‰ ¡ ” ˆu‰©”u‘ ˆ óuô †©y ô 74 Instituto de Patologia Clínica H.8 mL de Soro. Nascido 90 a 240 µg/dL Criança 35 a 90 µg/dL Homem 60 a 160 µg/dL Mulher 40 a 150 µg/dL Condi o: 1. hemocromatose. M todo: Ferene-S Valor de Refer ncia: R. Níveis baixos podem ser encontrados em pacientes em uso de corticóides e inibidores da ECA. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. mieloma. doença he tica alcoólica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis baixos ocorrem na anemia ferropriva. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 35 a 90 U/L Condi o: 0. hemocromatose e hemossiderose. les p tica aguda. radiológico e à biópsia com granulomas caseosos sugerem sarcoidose. “u‘ ò ˆ ˆ óuô vv  †©¨ ô ˆu‰ Ferro Coment  rios: A determinaç ferro s rico sada no diagnóstico diferencial de anemias.

. leucócitos.0 U/L Condi o: 0.8 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. óssos. hiperparatireoidismo. . hem cias. interfer cias de outras fosfatases no ensaio. trombocitoses. adenomas e câncer da próstata. tumores ósseos. prostatite e outras neoplasi as. . . pulm s.  ñ  ò óu† ô ï †iÿ ô m†  ˆ  ™” ”R  u– Fosfatase cida Prost e tica Coment  rios: ` A fraç o prost tic secretada unicamente pelo epit lio da próstata e a sua ativi inibida pel cido t rtrico. Veja tam m Fosfatas cida prost tica. plaquetas.Após Biópsia de Próstata.Após Toque Retal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. aguardar 24 horas. aguardar 24 horas. anemias hemolíticas. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: At . Doença de Gaucher.5 mL de Soro. Aumentos ocorrem nas leucemias. rins. mieloma. pâncreas e vesícula seminal.Após Ma ssagem na próstata. PARDINI 75 . baço. Laboratórios: Separar e refrigerar o mais r ido possível. Essa dosagem inferior ao PSA no diagnóstico e monitorizaç tratamento do câncer de próstata. M todo: Enzim tico (Inibiç o com Tartarato) Valor de Refer ncia: At . infarto agudo do mioc rdio. Elevaç s tam m podem decorrer da manipulaç o prost tica.0 U/L Condi o: 0. aguardar 4 semanas.Fosfatase cida Coment  rios: ` As fosfatases cidas est o presentes na próstata.Ultra-Som Trans-Retal. . aguardar 2 dias.  ˆ  d† † “u‘ ñ  ˆ ˆ †óu©ô ¨ ò †Rþ ô † † ˆ€‰å—u‰ —udu—u” † ™” m† ‰ö Instituto de Patologia Clínica H. embolia pulmonar. aguardar 4 semanas. fígado.Após Exercícios pesados. Valores normais podem ser encontrados no câncer de próstata inicial e seu valor preditivo positivo no diagnóstico dessa neoplasia inferior a 5%.

Fosfolípid es. Relaç E. Veja tam m C lulas Orangiófilas. Doença de Paget. hiperparatireoidismo. placenta. rins e leucócitos. A fosfatase alcalina total encontra -se elevada na colestase. hipolipemiantes. M todo: Ci tico Optimizado Valor de Refer ncia:  ˆu‰«– ñ ‘† ò Feminino m†  ˆu‰ ˆ€‰àd †– Idade Masculino Ambos os sexos R m nascidos 64z(X 6 meses a 9 anos 250 a 950 10 a 11 anos 12 a 13 anos 14 a 15 anos 16 a 18 anos > 18 anos 250 a 730 150 a 600 275 a 875 170 a 970 125 a 720 50 a 250 Condi o: 2. Em crianças a fraç óssea predomina. M todo: Cromatografia em Camada Fina Valor de Refer ncia: Presença de Fosfatidilglicerol: feto maduro Aus ncia de Fosfatidilglicerol: feto imaturo Condi o: 4. hepatites virais (mais discretamente). ñ óuô “ †ô ˆu‰Ó—u‰ ˆu‰Á—ud m† † ò ˆu‰Á– “ “ ˆ€‰(• 76 Instituto de Patologia Clínica H. Veja tam m Fosfatase alcalina óssea específica. Os fosfolípides sintetizados pelo pneumócito entram na composiç surfactante pulmonar. Cerca de 90% da fosfatase alcalina circulante s s isoenzimas hep ticas e ósseas. Teste de clements. A defici ncia ou aus ncia do surfactante causa a doença da membrana hialina. anticoagulantes e antiepil ticos podem reduzir os níveis da fosfatase alcalina total. osteomal cia e raquitismo. entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. intestino.0 mL de Líquido Amniótico. tumores ósseos. PARDINI . óuô †H• ð ô ¡ ‰ 250 a 950 200 a 730 170 a 460 75 a 270 Fosfatidil Glicerol Coment  rios: Auxiliar na avaliaç maturaç lmonar fetal. Medicamentos como anticoncepcionais orais. fígado. Conservaç o de envio: At ras.Fosfatase Alcalina Coment  rios: As fosfatases alcalinas est resentes nas membranas celulares dos seguintes tecidos: osso.0 mL de Soro.

0 mg/dL Condi o: 0. Fosfatidil Glicerol.V..0 mL de Soro ou Plasma (Heparina). met stases ósseas. PARDINI 77 . uso de anti cidos e intoxicaç por vitamina D. Insulina e Éter anest sico. Outras drogas podem interferir na determinaç o do fósforo: acetazolamida. calcitonina. hipovolemia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hepatites colest ticas. salbutamol.8 mg/dL Criança 4. M todo: Ci tico U. lítio. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hipoparatireoidismo. Amniótico. óuô ò| | Continua. corticóides e diur ticos. pseudohipoparatireoidismo. embolismo pulmonar. Teste de clements. Amostras refrigeradas. diur ticos. alendronato. Varias drogas podem interferir na determinaç fósforo urin rio: acetazolamida. diltiazen. Aumento dos seus níveis ocorre nas dislipidemias tipo II e III de Frederickson. Hipofosfatemia pode ocorrer no uso de anti cidos. sarcoidose. Meticilina. Líq. Tetraciclina. defici cia de vitamina D e desordens tubulares renais. isoniazida. Vitamina D. Veja tam m C lulas Orangiófilas. .. hepatopatias.8 mL de Soro. Laboratórios: Dessorar rapidamente. Heparina.5 a 4. azatioprina. hipoparatireoidismo. Relaç E. Líquido amniótico : os fosfolípides tensoativos s sintetizados pelos pneumócitos e comp m o surfactante pulmonar. acidose tubular renal e Síndrome de Fanconi. sais de alumínio. bicarbonato. n o dessoradas rapidamente e com hemólise podem causar elevaç s es rias. Níveis baixos s ncontrados na desnutriç . s epse. insufici ncia renal e trombocitose.JO 12h. hipervitaminose D. prometazina e anticoncepcionais.sangue: 125 a 250 mg/dL Condi o: 1. Valores baixos ocorrem na desnutriç o e hipolipemias familiares. . ñ óuô m† † †ò ˆ  ˆu‰    ˆu‰ ˆ u ‰ R • ˆu‰R– ™” †ô †  Fósf oro Coment  rios: Sangue: menos de 1% do fósforo corporal se encontra no plasma. uso de diur tico. defici ncia de vitamina D.Interromper 48 horas antes da coleta ou C. Dosagens realizadas no líquido amniótico predizem a maturaç lmonar fetal. corticóides. Instituto de Patologia Clínica H.M.Fosfolípedes Coment  rios: Sangue: os fosfolípides s indispens veis ao metabolismo intermedi rio das lipoproteínas representando parte consider vel dessas. Urina: til na avaliaç uilíbrio entre c lcio e fósforo e no estudo dos c lculos uri rios. Níveis urin rios elevados s encontrados no hiperparatireoidismo. hiperalimentaç o.O. ‡ ˆ  ˆ ˆuˆu‰ ‰â—u‰â”uë ˆ “u‘  “ †  ™ ” –u‡ ‘uˆu‰ ‘u † ˆ€‰ ñ ‘† †Rþ ô { { “ ˆu‰Õ”  ˆ€‰ ˆu‰Û—u‰ †    SANGUE Valor de Refer ncia: Adulto 2. aspirina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia . acromegalia. Causas de fósforo elevado: exercícios.0 a 7. di lise. hipotireoidismo e síndrome nefrótica. glicose endovenosa.: Anti cidos.

0 mL de Soro. . Paralisia muscular Respiratória Alcalose respiratória Ansiedade. 78 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 .. Veja tam m 5-Nucleotidade e Fosfatase alcalina. cido valpróico e contraceptivos. 353 óuô ò u– u ’ Gama Glutamil Transferase } Coment  rios: Gama GT } É um marcador sensível de colestase hepatobiliar e do us lcool. estrógenos e metronidazol..Continu õuóuô o. Níveis de GGT podem se elevar com fenitoína. conhecimento do estado clínico do paciente e do uso de oxig io suplementar.Urina recente C. PARDINI . carbamazepina. HCO3. Fístulas digestivas 1 a 1. A interpretaç o dos gases sangüíneos requer avaliaç o da origem da amostra (arterial ou venosa).Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. alteraç HCO3 8 "„ # ‚ ƒ# "8#†…‚‡ "8#ˆ)$# Continua. GGT duas vezes maior que o valor de refer cia com raz o TGO/TGP > 2:1 sugere consumo alcoólico.3 mmHg para cada 1mmol/l de alteraç O mesmo.O.. Diminuiç s valores podem ocorrer no uso de azatioprina. 8 "# ⇓ Pco2 ⇓ HCO3 ⇑ HCO3 ⇓ HCO3 ⇓ Pco2 ⇑ Pco2  1‚ €9 Alcalose metabólica Vômitos. 3 a 5 mmHg para cada alteraç mmol/l de O mesmo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Urina 24h: 400 a 1300 mg/24h Condi o: Urina 24h . Nenhuma. Vari veis pr -analíticas podem interferir no resultado: bolhas de ar e excesso de heparina no tubo de coleta. 8 "# 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. fenobarbital. 3-5 mmol/l para cada 10 mmHg alterado na Pco2. clofibrato. Compensaç o das desordens respiratórias e metabólicas Alter o Prim ria ⇑ Pco2 243(5 l ˆ ˆ  † ˆ  ‘uˆ “u‘ Compensaç o ⇑ HCO3 5 Resultado a curto prazo Resultado a longo prazo 1 mmol/l para cada alteraç de 10 mmHg na Pco2. Nos quadros de icterícia obstrutiva níveis 5 a 50 vezes acima do normal s contrados. Nas neoplasias de fígado valores elevados podem ocorrer. ˆ ñ ‘† m† † ò ~ ~ óuô  †ô ˆu‰Ý— ˆ€‰å—u‰ ˆu‰Á”€‘ ‰R—u”R GGT  “€‘ Gasometria Coment  rios: Desordem (exemplos) Acidose respiratória DPOC. demora na an lise e o refrigeraç as amostras. Hiperventilaç Acidose metabólica Cetoacidose di tica Utilizado no manejo clínico de desordens respiratórias e metabólicas.M.. M todo: Ci tico Colorim trico Valor de Refer ncia: Homem 10 a 50 U/L (37o) Mulher 07 a 32 U/L (37o) Condi o: 1.FÓSFORO URINA Valor de Refer ncia .

0 mL de Sangue Total Heparinizado. 10 minutos em temperatura ambiente ou at recicl vel p/ unidade matriz. Š Š Š Š Š Š Š Š ò óuô ‹ ‹ óuô †ÿ  VENOSA Valor de Refer ncia: pH 7. foi feito repouso de 15 minutos antes da coleta? (se cliente tiver feito algum tipo de esforço físico. Conservaç o de envio: Enviar na própria seringa.45 PCO2 35 a 45 mmHg PO2 83 a 108 mmHg HCO3 Atual 21 a 28 mmoL/L CO2 Total 24 a 31 mmoL/L B..E. por exemplo.M todo: Eletrodo Seletivo Informaç es nece rias: Informar: hor rio da coleta. Colher sempre sangue da art ria radial. tonteira e/ou outros? É fumante? H to tempo? Faz uso de alguma medicaç Qual? Algum problema respiratório (asma. pneumonia. Conserva o de envio: Enviar na própria seringa at horas após a coleta em gelo recicl vel p/ unidade matriz..0 mL de Sangue Total Heparinizado. o ser que o m dico solicite uma coleta diferenciada.43 PCO2 38 a 50 mmHg PO2 35 a 40 mmHg HCO3 Atual 22 a 29 mmoL/L CO2 Total 23 a 30 mmoL/L B.0 a + 2. Œ Œ Œ Œ Œ Œ Œ ò ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ óuô  ô †ÿ horas após a coleta em gelo Instituto de Patologia Clínica H. ñ Continuaç o.0 a + 3.GASOMETRIA ô ˆ †  vv  »  ë u ud ‘  ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ‹ ˆu‰‰ † d»‘uˆ ARTERIAL Valor de Refer ncia: pH 7.35 a 7. falta de ar. PARDINI 79 .0 mmoL/L SO2 95 a 99% R. ter andado muito.2.E .0 mmoL/L SO2 60 a 75% Condi o: 5.3. enfisema. Vedar a agulha com rolha de borracha. outros)? Laboratórios: N o deixar bolhas de ar na seringa durante a coleta. .32 a 7. Nascido: P02 60 a 70 mmHg HCO3 16 a 24 mmoL/L Condi o: 5. Vedar a agulha com rolha de borracha. prolongar o repouso para 30 minutos) Faz uso de oxigenoterapia? H quanto tempo? Sente algum sintoma como fadiga.

Diabetes Care 2002.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina sódica/Citrato sódico). “Standards of Medical Care for Patients with Diabetes Mellitus”.2% (de acordo com DCCT). Hb AS) com níveis normais de hemoglobina n o diminuem a meia-vida das hem cias e os parâmetros sugeridos pela ADA podem ser utilizados. Anemias hemolíticas podem diminuir a meia vida dos eritrócitos com diminuiç o dos níveis de glicohemoglo bina.25(Suppl):S33-S49. A presença de hemoglobinopatia na forma heterozigota (Hb AC. Os valores sugeridos pela ADA (American Diabetes Association) vem ser utilizados na presença de homozigose para as variantes de hemoglobina C ou S (Hb CC. Níveis de at % da hemoglobina fetal (HF) interferem com a acur cia do exame. A glicohemoglobi formada em duas etapas. A taxa de produç o pendente do nível de glicose sangüínea e da vida m dia das hem cias (tipicamente 120 dias). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. essa convertida em uma forma cetoamina est vel (HbA1c).8 a 5.Cromatografia Líquida de Alta Performance por troca iônica Valor de Refer ncia: Normal 4a6% Bom controle <7% Faixa Intermedi ria 7a8% Controle inadequado >8% American Diabetes Association.Glicohemoglobina  Coment  rios: A medida da glicohemoglobi a mais importante ferramenta para a monitoraç o do paciente di tico. M todo: HPLC . Hb SS). Dessa forma. Fatores que alteram a sobrevida dos eritrócitos s ssíveis interf erentes da dosagem de glicohemoglobina. Defici ncia de ferro pode levar a uma sobrevida maior das hem cias com conseqüente aumento da sua glicosilaç . Controle de tratamento 2. ‘€d † ‘ u d ‰ †† † u  m ˆ € ‰ ( — € ‰ ( ” †  ˆ † u— ” ‡ “ ˆu‰ ˆ ‘€ˆu‰í—u” ˆ †¨ @  “ € ‘ ™ ñ ò Ž  Ž   Ž  Ž  óuô †ô  HbA1c  Hemoglobina Glicada ˆ€‰ ˆ ˆu‰ö–€‰  † dum †   ‘uˆu‰ 80 Instituto de Patologia Clínica H. reflete os valores integrados da glicose correspondentes às ltimas 6 a 8 semanas. Condi o: 4. O primeiro pass a formaç de uma aldimina inst vel (Hba1c l il ou pr -Hba1c). Um valor persistentemente elevado serve como indicador da possibilidade de ocorr cia de complicaç es crônicas relacionadas ao diabetes mellitus. Durante a circulaç ritrócito. PARDINI .

Urina: a glicos ria pode ser utilizada no acompanhamento de pacientes di ticos. empiema.4 tem sensibilidade de 85% e especificidade de 96% no diagnóstico da meningite bacteriana.Líq. Instituto de Patologia Clínica H. meningites e hemorragia subaracnóidea.Líq.M.JO 8h ou C. colagenoses. N serve para monitorizaç tratamento. hemólise e glicólise em amostras submetidas ao calor podem determinar hipoglicemia es ria. Sinovial .O. PARDINI 81 . Observaç ra todas as amostras : a separaç rte fluida dos elementos figurados (hem cias. Outra forma de se evitar este problem coleta de uma fraç o do liquido em fluoreto. 3) Glicemia maior que 200 mg/dl durante teste de tolerância a glicose com 75g de glicose dissolvida em . colher de forma espontânea. Raz glicose líquor/sangue abaixo de 0.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto). Líquido pleural: níveis de glicose abaixo de 60 mg/dl ou 50% dos valores s ricos ocorrem no derrame parapneumônico. Pacientes com glicemia de jejum entre 110 e 125 mg/dl s o classificados como portadores de glicemia de jejum prejudicada. Líquido ascítico: níveis baixos de glicose ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. leucócitos e outras c lulas) deve ser feita de forma imediata. Crianças e gr vidas podem apresentar glicos ria por diminuiç limiar renal. . Hipoglicorraquia ocorre na hipoglicemia plasm tica. Leucocitose.Líq. Líquor . ˆ€‰ ‘ † €’ud  –u‡ ˆ  ˆu‰R”u‘  ˆ€‰  ˆ ‡ ‡ ˆu‰R— dum † ‡ ˆ € ‰ ö — u ‰ ˆ € ‰ uˆ ‰Ó–ud † uˆ « ‰ €— « d u– d dÁëu”»‘uˆu‰ ¡ d d†d ˆ †ò ò  † ˆu‰÷—u‰   SORO / LÍQUIDOS / SECRE‘ O NASAL M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia .Sangue: 60 a 109 mg/dL . 2) Glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dl. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C (quando coletada em fluoreto ou centrifugada e separada de elementos celulares logo após a coleta). tuberculosa e carcinomatose peritoneal.Glicose Coment  rios: Soro: a presença de um dos crit rios abaixo (retirados da American Diabetes Association) e sua confirmaç m dia subseqüente indica o diagnóstico de diabetes melito: 1) Sintomas de diabetes melito com glicemia independente do jejum maior ou igual a 200 mg/dl.Líquor: 50 a 80 mg/dL Condi o: 1. Pleural . Laboratório s: Secreç o nasal. par ja consumo deste analito. Ascítico . Líquido sinovial: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose inferiores a 50% dos valores plasm ticos s contrados. Refrigerar ou coletar em fluoreto. tuberculose pleural e derrames malignos. Líquor: níveis elevados podem ser encontrados na hiperglicemia plasm tica. bacteriana secund ria. ñ óuô ˆ ô †&• ð ¡ ‰ ˆu‰ Continua.Glicose alterada de jejum: ≥ 110 a 125 mg/dL .Diabetes Mellitus: ≥ 126 mg/dL Valor de Refer ncia ...Secreç nasal. Secreç o nasal : pode ser til no suspeiç iagnóstica de fístulas liquóricas.

Caso o contr rio. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL. ñ ™ óuô †ô ò ˆ€‰ ‡ ˆu‰«—u”«’ 82 Instituto de Patologia Clínica H.GLICOSE †ò óuô † — ˆu‰  du‘ ¡ ˆ ‰ ÿ u– u ’ ô ¡ †H• ð ‰  • ¡  Glicose pós -prandial Preparo: Conforme orientaç o m ica. M todo: PANDY Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. .Continu URINA – DOSAGEM M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Jato m io da 1a Urina da m .*Urina 24h.*Urina 12h .. orientar o cliente a comparecer ao laboratório 2 horas (120 minutos) após a refeiç o para colher nova amostra (almoçar normalmente. 353 Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. hor rio inicial e final da coleta. Laboratórios: *Enviar 5 mL e informar volume total. mantendo jejum após o almoço de 2 horas e chegar ao laboratório 10 mi nutos antes do hor rio da coleta). .Refrigerar.N precisa conservante ..5 mL Líquor. Contaminaç do líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . Em infecç es crônicas como neurosífilis e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas to rna o teste de Pandy positivo. PARDINI . ˆ †— ˆ †   Globulina (Líquor) Coment  rios: O teste de Pandy  m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com globulinas. ñ õuóuô o.Adultos.

na Doença de Paget.): N o fazer uso por 48 horas antes e durante a coleta dos seguintes alimentos: carnes. ˆu‰ ˆ€‰å”å‘u —€d ” † ˆ ‘u‰u †ò m† ’ ’ ’ ’ ’ ˆ “u‘  u’€”u‘u‰ö– “u‘ ñ óuô ˆ  ô –uu’ Índice de Satur “¦£¤¥ o da Transferrina Coment  rios: A transferri roteína que transporta o ferro no plasma. esse teste possui menor especificidade que as dosagens de piridinolinas e do NTelopeptídeo. Na reposiç o de ferro.M. salsichas. gelatina. ingest o de ferro e uso de progesterona. 83 . talassemia. sendo abundante na matriz óssea.5 mL de Soro. M todo: C lculo baseado no Ferro e Capacidade Total de Ligaç Valor de Refer ncia: 20 a 50% Condi o: 1. . .Após dieta. Piridinolinas e N-telopeptídeo. A excreç uri ria de hidroxiprolina reflete o metabolismo ósseo. sorvete e doces. desnutriç o e na anemia das doenças crônicas.353 Conservaç o de envio: Ate 1 semana entre 2 o e 8o C. Veja tam m Ferritina. Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1 a 5 anos 10 a 38 mg/24 horas 6 a 10 anos 12 a 58 mg/24 horas 11 a 14 anos 21 a 106 mg/24 horas 18 a 21 anos 10 a 32 mg/24 horas > 21 anos 5 a 25 mg/24 horas Condi o: Urina de 24h. ñ  ò óuô †©” ô óuô ò ˆu‰ì‘u— d † d(– ˆm † ˆ ˆu‰Ý‰ ™” ˆu‰ ˆu‰ † ˆ Insp ¢¦£¤¥ o do Plasma Refrigerado Coment  rios: Este teste avalia a presença de quilomicrons ou de triglic rides exógenos após a refrigeraç Valor de Refer ncia: Límpido. Refrigerar (facultativo). colher Urina 24 horas . Valores elevados ocorrem na hemocromatose.Hidroxiprolina Total Coment  rios: A Hidroxiprolin um ami cido essencial presente no col geno. Por sofrer interfer cias do col roveniente da dieta e dos demais tecidos. Veja tam m Deoxipiridinolinas. . Níveis elev ados s o encontradas em crianças. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA).Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina.JO 8h. PARDINI † ˆ€‰(— o plasma.JO 12h. Em condiç s normais. valores superiores a 100% podem ser encontrados. estando elevado na ocorr cia de reabsorç struiç o óssea. hepatites. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. após fraturas e no hiperparatireoidismo. . Níveis baixos podem estar presentes na anemia ferropriva. hor rio inicial e final da coleta. 20 a 50% dos sítios de ligaç o ferro na transferrina s cupados. Condi o: 1. Capacidade de combinaç e Ferro s rico. gravidez. Dieta (sugerida ou C.

septicemia. Elevaç s significativas s o aquelas 3 vezes maiores que o limite superior normal. cirrose biliar prim ria. Conservaç o de envio: At m s entre . que s indicadores da progress rocesso aterosclerótico.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). e se encontram no plasma sob a forma de complexos lipídicos e lipoprot icos.LDL Oxidada. ”†   ñ ‘† m† † †óuiô ÿ @@ ò †ô ñ ˆu‰ ™”  ˆ Lípides Totais Coment  rios: Os lípides totais prov m da absorç o intestinal das gorduras e da síntes tica. “ ˆ † óuô †ò † ” ¡ ™ ”u” –u ˆu‰Õ”u‘ ˆu‰«”u‘  – – – †ô 84 Instituto de Patologia Clínica H. hemodi lise. morfina e na hemorragia intracraniana. a -betalipoproteinemia e Doença de Tangier. Anti Coment  rios:  ma forma de LDL combinada com o oxi LDL oxida io que estimula a ater nese na parede vascular. Jejum: at 1 ano JO 3h > 1 a 5 anos JO 6h > 5 anos JO 12h. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 20 EU/mL negativo Entre 20 e 25 EU/mL Indeterminado > 25 EU/mL Positivo Condi o: 0.20o C.8 mL de Soro. PARDINI . l pus eritematoso e hiperhomocisteinemia.5 mL de Soro. M todo: Ci tico Turbidim trico Valor de Refer ncia: At U/L Condi o: 0. hipertens o. colecistite. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Pacientes sem pancreatite com outras doenças gastro -intestinais podem apresentar amilase elevada com lipase normal.JO 8h. hiperlipidemia. hipercolesterolemias e hiperfosfolipidemias. tabagismo.14 o e . no uso de meperidina. A lipase permanece elevada por v rios dias. Veja tam m Amilase. Níveis baixos s contrados na m absorç intestinal. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 400 a 800 mg/dL Condi o: 1. Elevaç s s contradas nas hipertrigliricidemias. Seus níveis se encontram elevados na pancreatite. Fatores que aumentam a susceptibilidade da LDL à oxidaç s : diabete melito. —€d † ñ ò  ˆ ˆu‰«—u”«—u”«d ‡ ’u“u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ u‰ u’ “ ˆ€‰«—u‰«– †  ô“ óuô • • • Lipase Coment  rios: A lipas ma enzima produzida principalmente no pâncreas. Estimula a formaç uto -anticorpos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .

Citologia oncótic sitiv a em 50 a 90% dos casos de carcinomatose peritoneal. Amilase: níveis elevados de amilase em valores 3 vezes maiores que no soro s o indicativos de pancreatite.5 indica exudato. BAAR. Veja tam m ADA. bacteriana sec ria. neoplasias e tromboembolismo. Veja tam m ADA.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. pancreatite. Bacterioscopia (Gram): o afasta infecç m caso de resultados negativos.Líquido Ascítico. tuberculose. Desidrogenase l tica (LDH): níveis normais s % menores que os do sangue. inclusive na fase inicial da tuberculose pleural. neoplasias e sarcoidose. Eosinofilia pode ser encontrada no hemotórax. Est levada nas peritonites (espontâneas e secun rias). insufici cia cardíaca.2 podem ocorrer no empiema. PARDINI 85 . “ “ † —udu—€”(‘€ˆu‰R” m†  ˆ€‰(”R‰  ˆu‰âd ™”  u‡ u‘ ’ ˆu‰ ˆu‰ ‘uˆ † uˆ ˆu‰ ‰R” ˆ ˆ † † “u‘ ™” Instituto de Patologia Clínica H. Predomínio de mononucleares surgere peritonite carcinomatosa ou malignidade. Glicose: níveis abaixo de 60 mg/dl ou inferiores a 50% dos valores s ricos ocorrem em derrame parapneumônico. derrame parapneumônico complicado. Citometria e citologia: hem cias acima de 100. malignidade.5 g/dl s considerados transudatos (ex: cirrose. Bacterioscopia (Gram): na peritonite bacteriana espontânea isola -se.coli. insufici cia cardíaca). A raz o líquido pleural/soro acima de 0. infecç s parasit rias e f icas.6 indica exudato. infarto pulmonar. traumas e punç vasos. quilotórax). Resultados citológicos negativos para maligni xcluem a possibilidade de neoplasias. em geral. embolia. Linfocitose pode ocorrer na tuberculose. ascite quilosa. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): apresenta-se opalescente na ascite quilosa. colagenoses. infecç s. pantreatite). Triglic rides. tuberculosa e carcinomatose peritoneal.000 ocorrem no hemotórax. Proteínas: valores abaixo de 2. empiema. pneumotórax. PMN s encontrados nos processos infecciosos. artrite reumató ide. colagenoses. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos.32 sugerem transudatos. tuberculose peritoneal e carcinomatoses. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. Raz DH pleural/s rica maior que 0. Glicose: níveis baixos ocorrem nas peritonites bacteriana espontânea. Streptococcus viridans). Amilase: níveis elevados de amilase nos líquidos pleural e ascíticos est ssociados à pancreatite. Colesterol: níveis de colesterol menores que 55 mg/dl e relaç colesterol líquido pleural/s rico < 0. ruptura de esôfago e adenocarcinomas de pulm v rio. Colesterol. Citometria e citologia: polimorfonucleares acima de 250/mm3 sugerem peritonite bacteriana. Klebisiella) ou gram positivas (S. bact rias gram-negativas (E. Valores acima de 3 g/dl s o considerados exudatos (ex: neoplasias. Rotina Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): valores de ph inferiores a 7. Triglic rides. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (ex: carcinomatose. fístula esofago pleural e acidose sist mica.1 g/dl sugere hipertens o porta. BAAR. A peritonite bacteriana secund ri em geral polimicrobiana. síndrome nefrótica). turvo nos quadros infecciosos e hemorr gico nas neoplasias. Tam m se elevam na perfuraç vísceras e neoplasias de ov rio. tuberculose pleural e derrames malignos. Cerca de 10% dos casos de pancreatite t m amilase s rica no líquido ascítico normal. m† “  † ˆu‰«—u” ˆ€‰(—€” †  —u ˆu‰A@  d† † m† €ˆ ‰ ˆ€‰ † ˆ †  ˆ d † –u‰ â” ˆu‰Õ• €‘u—u † “€‘ Líquido Pleural. Linfocitose e aus ncia de c lulas mesoteliais sugerem tuberculose. pneumoniae. Proteínas: valores abaixo de 2.

Os microcristais podem ser encontrados no interior das c lulas ou livres no líquido articular. Cristais: a pesquisa de cristais no líquido sinovial pode ser til na determinaç tiologia do quadro articular. Glicose: nos derrames articulares inflamatórios e infecciosos níveis de glicose abaixo de 50% dos valores plasm ticos s contrados. Rotina  Equivale às seguintes an lises: Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): perde sua transpar cia nos processos que aumentam as proteína no líquor. Globulina: O teste de Pandy m teste semi-quantitativo onde fenol reage principalmente com as globulinas.Líquido Sinovial.000 s contrados nas artrites s ticas. neoplasias. Veja tam m cido l tico. Predomínio de PMN ocorre nas meningites infecciosas. uremia e Síndrome de Cushing.000 hem cias). Valores entre 50. Em infecç s crônicas como sífilis terci ria e na esclerose m ltipla a elevaç lobulinas torna o teste de Pandy positivo. Linfocitose e aumento das proteínas s vi cias de neurosífilis ativa. reumatóide e induzidas por cristais. Os cristais de monourato de sódio s encontrados na artrite gotosa. meningites. Cristais de pirofosfato de c lcio s encontrados principalmente dentro de leucócitos e macrófagos na pseudogota. ˆ †– ˆu‰R”u‘ ˆ †–  ˆu‰R”uˆ€‘ ‰(‰ ˆu‰ † ˆu‰÷”u‘ ‡ † ˆ€‰à—ud۔ † ˆ  ˆu‰ Líquor. títulos caem entre 3 e 6 meses. neurotoxoplasmose. infecç s e inflamaç s do sistema nervoso central.000 e 100. ci rico: valores menores que 8 mg/dl s o considerados normais. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. podendo demorar anos para se negativarem. Valores entre 2000 e 50000 leucócitos sugerem artrite inflamatória e s ptica. ™” ™” † ˆu‰R—u‰  † † ‡ “u‘ ™” ‡  m†   ˆu‰Ó”u‘ ˆ€‰Á—u”Á’ ™” ˆu‰R” —u“u‘ 86 Instituto de Patologia Clínica H. Leucócitos abaixo de 90% s contrados na artrite reumatóide. Contaminaç líquor com sangue pode acarretar falso-positivo. PARDINI . A presença de sangue no líquor acarreta no aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. com especificidade em torno de 99%. estando aumentados na artrite gotosa. Leucócitos abaixo de 50% sugerem quadro n o inflamatório. Proteínas: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea. Citometria e citologia: aumento da contagem de c lulas encontrado nas hemorragias. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. Rotina Equivale às seguintes an lises: … —€‰ù‡ Caracteres físicos (cor/aspecto/pH/densidade): torna-se purulento na artrite s tica e turvo em processos inflamatórios. Predomínio de linfócitos ocorre na meningite por treponema e fungos. sarcoidose e esclerose m ltipla. Citometria e citologia: contagens com menos de 2000 leucócitos sugerem processo n o inflamatório. Proteínas: elevaç corre nos processos inflamatórios articulares. VDRL: resultados positivos no líquor s contrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. nos sangramentos e na hiperbilirrubinemia. Cloretos: se encontram diminuídos na meningite tuberculosa. Após tratamento. Leucócitos acima de 80% ocorrem na artrite s ptica e induzida por cris tais. neurocisticercose.

Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total . 353 ñ ò ˆ€‰Á—u”Á–u”€ëu” ˆ ™” © † ¨@ d€m † ˆu‰î–u‰ “ óuô ˆu‰ ˆu‰R—u”  Instituto de Patologia Clínica H.8 mL de Soro. uso de digit licos. diur ticos e cisplatina. Níveis baixos na urina precedem a reduç magn sio s rico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Cerca de 40% dos pacientes com hipocale mia t m hipomagnesemia concomitante. Urina 24h ou C. Hemólise pode elevar os res ultados de forma esp ria. 353   Microalbuminúria Coment  rios: É o nome dado à detecç nas quantidades de proteínas na urina (30 a 300 mg/24h) que t m importância no diagnóstico e na evoluç o da nefropatia di tica por indicar les tencialmente reversível. † ñ † ˆu‰b” ‰ ˆ u “u‘ † ™” ud €’ ‘ † †iÿ ô ×dum ˆ ‘ud † ˆu ‰R—u‰ † † ˆ€‰(—€d ‡ ‘€ ˆu‰×”u‘ d€’u‘ †  ˆu‰ “ˆ€‰  SANGUE Valor de Refer ncia: 1. PARDINI 87 . Níveis baixos s contrados na m sorç o. . 6 ou 12 h: < 20 µg/min Condi o: Urina recente. M todo: Magon Sulfonado Conservaç o de envio: At semanas entre 2o e 8o C.O. .M.Refrigerar. óuô óuô ò ò URINA Valor de Refer ncia – Urina 24h: 50 a 150 mg/24h Condi o: Urina de 24h – Urina recente C. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Urina recente: < 30 µ g/mg creatinina Urina 24h: < 30 mg/24h Urina 4.M.9 a 2. Doença de Addison. Níveis elevados s encontrados na insufici cia renal. sendo co-fator de diversas reaç s enzim ticas. hiperaldosteronismo. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Evitar excesso de ingest líquidos.Frasco pl stico.O. uso de medicamentos com m sio. Variaç s intra -individuais de at % podem ocorrer. Pode ser realizado em amostra recente (corrigido pela creatinina) e em urinas coletados em 12 ou 24 horas.Magn ’¤— io Coment  rios: Sangue:  m dos principais c tions. suprimetaç insuficiente.2 mg/dl ou maiores que 4.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina – Refrigerar (facultativo). desidrataç cetoacidose diab tica. hipertireoidismo. Urina: dosagem do m sio na uri tilizada para avaliaç sua perda uri ria e do seu balanço. hipoparatireoidismo.9 mg/dl.N fazer esforço físico durante a coleta.5 mg/dL Condi o: 0. hipervolemia. Sintomas clínicos surgem quando seus níveis s menores que 1.

hipovolemia. Urina: usada na avaliaç capacidade de concentraç renal.M. Conservaç o de envio: Urina recente: at 4 horas após a coleta. cimetidina. hepatopatias. Aumento ocorre na alcalose respiratória.5 mL de Soro ou Plasma (Heparina). uremia.5 Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . Tem uso clínico na avaliaç o do equilíbrio hidroeletrolítico. ñ ‡ ˆ ˆ€‰ ò óuô † ô †  ‰ † ‡ ˆu‰÷—u‰ † ” ˆu‰ du‘ ¡ ˆ ˆ€‰f  ‡ ˆu‰R–u‰ †  88 Instituto de Patologia Clínica H. Osmolaridade diminuída ocorre na hipervolemia. acidose tubular renal e terapias de alcalinizaç . diabetes insipidus e amiloidose. ˆ €d u— ” † –  mu ñ m† ˆu‰â—ud ™ ˜ ˜ ò ˆu‰ ¡ ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ — u ‰ ˆu‰á ‡ óuô † ˆ ˆ™ ™ †iÿfšš ™ †ô  pH urin e rio Coment  rios: A determinaç o do pH urin ri til no manejo de litíases. Encontra-se elevada na hipernatremia. M todo: Crioscopia Valor de Refer ncia: Adultos e Crianças: Soro 280 a 300 mosmoL/Kg/H2O Urina 250 a 900 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Rec m Nascido: Soro at mosmoL/Kg/H2O Urina 75 a 300 mosmoL/Kg/H2O Relaç o Urina/Soro: 1 a 3 Condi o: 0. Diminuiç pH ncontrado nas litíases ricas. etanol e metanol. e na acidose metabóli ca. PARDINI . Veja tam m Teste de restriç ídrica. SIADH. no uso de tiazídicos. M todo: Mediç direta em potenciômetro Valor de Refer ncia: 5 a 6.O. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. cido. avaliaç ADH e no coma hiperosmolar. desidrataç .Urina 24 horas C. xânticas e cistínicas. infecç r bact rias ure ticas (proteus). dist rbios hidroeletrolíticos.5 mL de Urina recente ou 24h e/ou 0. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. corticóides.sicos. Laboratórios: Enviar em frasco apropriado contendo vaselina líquida sem conservante. na terapia de alcalinizaç rin ria e nos dist rbios hidroeletrolíticos. hiponatremia e SIADH. hiperglicemia.Osmolaridade Coment  rios: Soro: a osmolarid roporcional à quantidade de partícul as de uma soluç .

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 89 .0 mL de Soro. s til nos pacientes com hemoglobinopatias para monitorizaç do tratamento.JO 8h. N ve ser utilizado para diagnóstico de diabete melito. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.9 a 2. Na urina ou soro sua aplica ç est relacionada aos níveis de aldosterona.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. ñ ud m † óuô †ò ˆ€‰ › › › ‰ u— « d’ ‡ uˆ « ˆ€‰ ” u ‘ € — u ‰ ‡ ˆ€‰ù”€‘ ˆu‰ ˆ u ‰ å — € ” œ œ œ †ô Instituto de Patologia Clínica H.Pote¦—¤— io SANGUE Coment rios: É o principal c tion intracelular.3 a 3. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou usar conservante. Esta diferenç importante na manutenç o do potencial el trico da membrana celular e na excitaç tecido neuromuscular.M.3 mmoL/L Controle Moderado 3. Aumento: síndrome de Cushing.Urina recente C.6 mEq/L Condi o: 1. com concentraç m torno de 150 mEq/L enquanto no nível s rico esta concentraç est em torno de 4 mEq/L. M todo: Colorim trico (Reduç do NBT) Valor de Refer ncia: 1. . Reflete o controle dos níveis glic micos nas ltimas 2 a 3 semanas.8 mmoL/L Di ticos: Controle Satisfatório < 3. doença tubular renal. Níveis baixos s contrados na desnutriç . .8 mmoL/L Condi o: 1. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 3. Instruç es de Coleta: veja Urina 24 . 353 ñ ˆ€‰ ˆ ‘u ô ò †ô “ ¡ u– u ’ Proteína Glicosilada Coment  rios: É o resultado da ligaç licose com a albumina ou outras proteínas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia Urina 24h: 23 a 123 mEq/24h Condiç o: *Urina 24h . doença renal com diminuiç o do fluxo uri rio.  ñ † ˆu‰   óuô †ô  ò ˆ€‰(” d † ˆu‰«—u‰ ˆ ˆ † ˆ€‰  URINA Coment rios: Principais causas da diminuiç : doenças de Addison.O. na reabosrç o de sódio e no equilíbrio cido base. aldosteronismo.8 mmoL/L Controle Inadequado > 3.0 mL de Soro.7 a 5.

hanseníase. insufici ncia cardíaca. e no uso de carvedil ol e laxativos.5 a 3. Valores baixos ocorrem no pseudotumor cerebral. Ascítico . doenças crônicas. hiperteroidismo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. queimaduras. hipertireoidismo e punç s lombares repetidas. ñ †ô    ò óuô †H• ô ž ž ž Continua. uremia e Síndrome de Cushing. meningites. Hemólise pode causar aumentos es rios. pancreatite. mieloma. O gradiente s rico-albumina (valor no soro menos valor no líquido ascítico) acima de 1. Sinovial.Sangue: 6. síndrome nefrótica). SINOVIAL M todo: Biureto Valor de Refer ncia . furosemida e contraceptivos orais. neoplasias. Aumentos s o encontrados na desidrataç .1 g/dl sugere hipertens o porta. PLEURAL / LÍQ. Pleural . PARDINI . colagenoses.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. síndrome nefrótica. insufici cia cardíaca). Líquor: níveis elevados ocorrem na hemorragia subaracnóidea.0 g/dL Condi o: 1. desnutriç o.Líq. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (carcinomatose. infecç s. leishmaniose. 90 Instituto de Patologia Clínica H. doença hep tica. A raz o líquido pleural/soro acima de 0.4 a 8. uso de corticóides. ASCÍTICO / LÍQ. neoplasias.. doenças granulomatosas.. Valores baixos na gravidez. digitais. embolia e quilotórax). † €ˆ ‰ –€‡ ˆu‰ì– “u‘ “u‘ ˆ ˆu‰ Líquido pleural: valores abaixo de 2. ascite quilosa. imobilizaç rolongada. Uso de diur ticos pode transformar transudatos em exudatos. cirrose.Líq. A presença de sangue no líquor acarreta aumento da proteínorraquia (1 mg/dl para cada 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.000 hem cias).Proteínas Totais Coment  rios: Sangue: utilizado na avaliaç o do estado nutri cional e na investigaç o de edemas. Líq. macroglobulinemia Waldenströn.5 g/dl s considerados transudatos (cirrose. “ˆ ˆu‰ ˆ  ˆ Líquido ascítico: valores abaixo de 2. insufici cia cardíaca.0 mL de Soro. colagenoses. SANGUE / LÍQ. Valores acima de 3 g/dl s considerados exudatos (neoplasias.Líq.5 indica exudato Líquido sinovial: elevaç ˆ€‰(—€”(– ˆ€‰ ˆ€‰ ˆ ˆ † ™” roteínas podem ocorrer nos processos inflamatórios articulares.3 g/dL Valor de Refer ncia . enteropatias perdedoras de proteínas. pancreatite). ñ  ™” ò ò óuô LIQUOR M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Lombar 15 a 45 mg/dL Cisternal 10 a 25 mg/dL Ventricular 5 a 15 mg/dL Condi o: 0.8 mL de Líquor. Sinovial: 2.

Continua.M. Níveis elevados podem ocorrer na desidrataç o aguda sem significado clínico. doenças granulomatosas.0 mL de Líq. colagenoses. queimaduras e doenças inflamatórias intestinais. Laboratório s: Enviar em frasco âmbar. ñ m† † ò• € ˆ ( ‰     óuô ˆ€‰(• †ô ˆu‰ ˆ Rel ¢ £¦¥ o LE  “ dum † d† ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. glomerulopatias. Fosfatid il Glicerol. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C... PARDINI 91 . Veja tam m C lulas Orangiófilas. 353 Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. enquanto a concentraç da esfingomielina permanece est vel. Sintetizada pelas c lulas do par nquim tico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Teste de clements. Embora tenha bom valor pre ditivo positivo para indicar resultados de maturidade pulmonar. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total.O. Veja tam m coment rios nas proteínas totais e eletroforese de proteínas. M todo: Biureto e Verde Bromocresol Valor de Refer ncia: Albumina 3. M todo: Cromatografia em camada fina Valor de Refer ncia: Relaç /E ≥ 2:1 (Compatível com a Maturidade Pulmonar) Relaç /E < 2:1 (Pulm Imaturo) Condi o: 5. Resultados indicativos de imaturidade pulmonar t m valor preditivo positivo de apenas 50%.2 g/dL Totais 6.4 a 8. caquexia. Fosfolípides. .Urina 24h: 20 a 150 mg/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. identificar.0 mL de Soro. Resultados baixos ocorrem na cirrose. A lecitin o principal componente do surfactante pulmonar sendo que seu valor aumenta durante a gravidez. Normalmente espera-se uma raz lbumina/globulina maior ou igual a 1.3 g/dL Condi o: 1.5 a 5. mulheres di ticas podem ter resultados falso-positivos. mieloma. infecç s agudas.5 g/dL Globulina 1. sarcoidose.DOSAGEM M todo: Vermelho de Pirogalol Valor de Refer ncia . Sua funç o prim r i manter a press coloidosmótica do plasma. ˆu‰âd †d ò ˆˆ  d† m† ˆu‰ † ™” “ d ¡ ”u–u ñ        ¡ ¡ ¡ óuô †ô Rel ¢ £¦¥ o Lecitina/Esfingomielina £ Coment  rios: Teste realizado no líquido amniótico para avaliaç o da maturidade pulmonar fetal. tem meia vida de 15 a 19 dias.PROTE NAS TOTAIS Ÿ URINA . Amniótico.4 a 3. ñ óuô ò †ô –€u’ Proteínas Totais e Fracionadas Coment  rios: Albumina proteína mais abundante no plasma. Centrifugar o líquido a 2000 ± 500 rpm por 6 minutos.

Diminuiç : síndrome nefrótica. tais como aldosterona e hormônio anti -diur tico. em frasco de pl stico com tampa (Eppendorf ou tubos de soroteca) ou vidro. Laboratórios: Dessorar rapidamente e refrigerar imediatamente. ñ óuô  ò ”†‡ €ˆ ý ‰ u— ‰ ‰ý m€ ˆu‰ †©¨  “u‘ ˆ€‰ ô   ˆ Sódio SANGUE Coment rios: É o principal c tion extra celular. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 135 a 145 mEq/L Condi o: 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.8 mL de Soro. M todo: Eletrodo Seletivo Valor de Refer ncia: 27 a 287 mEq/24h Condi o: *Urina de 24h ou Urina recente C. ñ ˆu‰ † ˆu‰ óuô ò †ô ¡ u– u ’ 92 Instituto de Patologia Clínica H. Alguns fatores regulam a homeostasia do sódio.M. Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. repetidas vezes. dieta rica em sal.sico. Os sais de sódio s s principais determinantes da osmolalidade celular. pois quanto maior a manipulaç o. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 20 a 33 mmoL/L Condi o: 0. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 .O. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou em temperatura ambiente com conservante. O test til na avaliaç s dist rbios hidro -eletrolíticos. maior a alteraç do pH da amostra. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina c/ conservante e informar volume total. necrose tubular.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina ou Refrigerar. de maneira que a relaç frasco/amostra seja a menor possível. Valores diminuídos: acidose metabólica e alcalose respiratória. Evitar a transfer cia da amostra de um tubo para outro. afetando diretamente o resultado. Valores aumentados: alcalose metabólica e acidose respiratória. ñ ”†‡ óuô † ¤8õuóuô  ò ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰ù‰ † URINA Coment rios: Principais causas de aumento: uso de diur ticos. dieta pobre em sódio e síndrome de Cushing.0 mL de Soro. PARDINI . secreç inadequada de ADH e doença de Addison. .Reserva Alcalina Coment  rios: Este test til na avaliaç equilíbri cido .

PARDINI 93 . hemocromatoses. TGO (AST) tam m encontrada no m sculo esquel tico.Subfracionamento das Fraç ¥ es do Colesterol Coment  rios: Permite avaliaç mais completa do risco ca rdíaco.0 mL de Soro ou Plasma (EDTA). pâncreas. doenças m sculoesquel ticas. uˆ ‰ ˆu‰í” ‡ † † –u‡ ‘uˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento esp rio da TGO. V rias drogas e hemólise da amostra podem causar aumento es rio da TGO. hepatites virais. cirrose. M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 12 a 46 U/L (37o) Criança 10 a 70 U/L (37o) Condi o: 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.M. nas esteatoses e hepatites o alcoólicas. infarto agudo do mioc rdio. HDL tem duas subclasses: partículas de HDL2. colescistite. Doença de Wilson e na defici cia de alfa-1-tripsina. anemias hemolíticas. hemocromatose. insufici cia cardíaca. c rebro. doenças m sculoesquel ticas. entretanto. M todo: Eletroforese em Gel de Poliacrilamida Condi o: 1. baço e leucócitos. Interferentes: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame. insufici cia cardíaca. hipotireoidismo. e partículas HDL3. Valores elevados s ncontrados no etilismo. pulm es. cirrose. sendo que todas essas se associam com aumento do risco cardiovascular.0 mL de Soro. ‡ ˆ u ‰ å d † † “ u ‘ ™ –u ‡ ˆu‰ † ñ ‘ † ò¨ § § óuô ¨ †ô ˆu‰ ‘uˆu‰Ýd ‡ “u‘   ñ ‘† ò¨ § § óuô ¨ †ô “u‘ TGO ‘uˆ ‡ † m†  “u‘ ™” Transaminase Pirúvica ¦ Coment  rios: TGP A transaminase TGP se localiza principalmente no fígado. infarto agudo do mioc rdio. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. hepatites lcoólicas.O. enquanto LDL3 (maior e menos densa) denota menor risco cardiovascular. Valores elevados ocorrem na ingest lcoólica. “ ˆu‰ ‰€’u“ “ ñ  ˆu‰ ™” óuô ˆ ô † Transaminase Oxala s¤’ tica ¦ Coment  rios: Utilizado juntamente com a TGP nas doenças he ticas e musculares.0 mL de Soro. Na hepatite alcoólica os valores de TGO s . defici cia de piridoxina. sendo. anemias hemolíticas. Níveis de TGP s superiores à TGO nas hepatites e esteatoses alcoólicas. hepatites virais. A Subclasse de LDL pequena e densa representa maior risco cardiovascular. colestase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. colestase. em geral. hipotireoidismo. maiores e menos densas que t m maior efeito protetor. S identificadas 3 subfraç s de IDL (lipoproteína de densidade intermedi ria). menores e mais densas que t m efeito ater nico. superiores às elevaç s da TGP. inferiores a 250U/L.JO 12h ou C. rins. A TGP mais sensível que a TGO na detecç de inj ria do hepatócito. . M todo: Ci tico Optimizado Ultra Violeta Valor de Refer ncia: Adulto 03 a 50 U/L (37o) Criança 10 a 60 U/L (37o) Condi o: 1.

5 g/12h Valor de Refer ncia . excretada nos rins. prednisona. Os níveis baixos est relacionados a mal absorç . PARDINI .Urina 12h: 5 a 17. Adultos: questionar volume inferior a 500 mL.Líq. Pleural. Sua concentraç pode variar com a dieta. Interferente: N o fazer uso de bebidas alcoólicas 24 horas antes do exame.Urina 24h: 10 a 35 g/24h Condi o: Jato m dio da 1 a Urina da m . óuô ò ò ò URINA Valor de Refer ncia . 353 óuô † ˆu‰R– du‘ ¡ ˆ  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ 94 Instituto de Patologia Clínica H. na ingest elevada lcool. ñ † ô †  ˆu‰á— † €‰d u’ u“† ‘ — ˆu‰  ˆ u ‰ ˆu‰R” ˆ  † SANGUE Valor de Refer ncia: 10 a 40 mg/dL Condi o: 1. hidrataç funç o renal. diabetes e gravidez. Pleural: Inferior ao Soro com triglic rides elevados quiloso Superior ao Soro com triglic rides normal quiliforme Condi o: 1. Líq. Desta forma a ur i iretamente relacionada à funç metabólica hep tica e excretória renal. mal nutriç ipertireoidismo. Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina e informar volume total. -N recisa conservante. Ascítico .Urina 24h. Os triglic rides em conjunto com Colesterol s teis na avaliaç risco cardíaco. Produto do metabolismo hep tico das proteínas. induzido por drogas (estr ios.*Urina 12h . Refrigerar. S transportados no sangue por VLDL e LDL. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados s ncontrados na Síndrome nefrótica. M todo: Colorim trico Enzim tico Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Trigli s¦’ rides Coment  rios: Os triglic rides s o produzidos no fígado utilizando glicerol e outros cidos graxos.JO 12h. contraceptivos orais.0 mL de Soro.0 mL de Soro ou Plasma (Fluoreto).Soro: Faixa et ria Desej l mg/dL Aceit el mg/dL Aumentado mg/dL < 10 anos > 100 ≤ 100 10 a 19 anos > 130 ≤130 Adultos < 150 150 a 199 ≥ 200 Valor de Refer ncia .*Urina de 24h.Líq. † ˆ  ñ †ò ò  † ˆ u ‰ á ” ‰€’u“u‘ ˆ€‰ ††  uˆ Ó ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ € ‰ « u— î ” —u‰  uˆ ‰ ˆu‰R” ¡ A©fª †© « « óuô ¬ ¬ ˆ ô † Ur’ ia Coment  rios: É a principal fonte de excreç o nitr io.JO 8h. etc) no hipotireoidismo. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia . Ascítico/Líq. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . . . .

Refrigerar. filtraç .Adultos. uco til na mediç da taxa de filtraç lomerular.0 mL de Soro + 5 mL de Urina 12h ou 24h. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. clearence Coment  rios: Este teste. M todo: Colorim trico Enzim tico Valor de Refer ncia: 41 a 65 mL/minuto Obs. hor rio inicial e final da coleta.Ur’ ia. PARDINI 95 . Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. sendo mais usado na medida da taxa de produç o de ur ia e na avaliaç o dos compostos nitrogenados n o prot icos. peso e altura do cliente. -N recisa conservante. . Condi o: 1.: O resultado corrigido para a superfície corpórea. . reabsorç renal e síntese hep tica. ñ ˆ€ˆ‰ óuô †ò †  ˆu‰R™’ ” ˆ€‰ ˆ † ˆ€‰  ˆ † –u‰ † ‡ ˆu‰R– ‰ ÿ €– u ’ ô †  • ¡  Instituto de Patologia Clínica H.JO 4h. devido as variaç s de dieta. Urina 24h: questionar volume total inferior a 500 mL.

96 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . O cido valpróico aumenta os níveis de Lamotrigina e fenobarbital. dosagem.JO 8h. Informaç e s neces rias: Medicamentos em uso. apresentando grandes variaç s individuais. ansiolítico e miorelaxante. A principal causa de níveis baixos o uso da medicaç . dia e hora da ltima dose. .08 a 0. ñ   † óuô ò  ˆu‰  ˆu‰ †iÿ @ ô — v u“ ‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At 14 dias entre 2o e 8o C.O. estando 70% da droga ligada às proteínas plasm ticas. cido Valpróico   † † † ‡ uˆ ‰  ñ ò “u‘ u– “  óuô u“ ‘ vv  ˆ ô † ™” † ‰Û‘uˆ ’ud † ¡ ”€–u ˆu‰ “€‘ m † ˆu‰  ‡ du–u“ ‰†  ™ dR—udR‡ Bromazepam Coment  rios: O bromazepam (Lexotan®.JO 8h. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. com pico plasm tico em 1 a 8 horas e meia vida de 6 a 16 horas. fenitoína. sendo sua depuraç influenciada por drogas que alteram o sistema microssomal hep tico. Apresenta meia vida de 20 horas e metabolismo hep tico. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. dependente da idade.M. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Pacientes com hipoalbuminemia podem ter toxicidade mesmo com níveis normais.Fluoresc cia Polarizada Nível Terap utico: 50 a 100 µg/mL (Nível Tera tico) Condi o: 0. . Seu metabolism hep tico (95%). Estado de equilíbrio ocorre após 3 dias de uso do medicamento.5 mL de Soro.M.10o C. Somalium®) m benzodiazepínico usado como hipnótico.HPLC Nível terap utico: 0. Alguns pacientes necessitam de níveis s ricos superiores aos valores de refer cia para controle das convuls es.` Comen rios: O cido valpróico (Depakene ® Epilenil®) m anticonvulsivante tam m usado em dist rbios bipolares e na profilaxia da enxaqueca. O metabolismo da dro tico.O. dia e hor ltima dose. PARDINI 97 . Cerca de 90% da droga se liga à albumina.2 µg/mL Condi o: 2. sendo que drogas que induzem o citocromo P-450 como carbamazepina. Seu pico plasm tico ocorre em 2 horas após absorç .0 mL de Soro. dosagem. Sua dosagem til para monitorizaç dos níveis ter uticos e toxicidade. fenobarbital e primidona reduzem seus níveis. Valores acima de 200 µg/ml s considerados tóxicos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: FPIA .

furosemida. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O. cimetidina. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. fluoxetina. e cai 2 a 14 dias após sua reduç . Essa auto -induç respons vel pela diminuiç meia vida da droga após 6 semanas de tratamento. M todo: Imunoensaio Valor de Refer ncia: 150 a 400 ng/mL Condi o: 5. Algumas drogas podem elevar os níveis s ricos da carbamazepina: cido valpróico. anti-concepcionais. eritromicina. metoclopramida. fenitoína. Laboratórios: N o pode ser colhido em tubo com gel separador. carbamazepina.  † uˆ ‰ “u‘ ‘   óuô ò † †‡ –u ˆ ˆu‰Á—€d “u‘ ˆu‰ † ˆu‰«—u‰ † ñ –€“  ¡ ”u–u ˆu‰ý—ud ˆu‰ † d t‘ uˆ ‰ †ù  ˆu‰R—u” u“ ‘ ˆ ô † •  vv  dR—udR‡ Ciclosporina Coment  rios: A ciclosporina (Sandimmun®) tilizada como imunossupressor especialmente em transplantados. danazol. Drogas como fenitoína. propoxifeno. ˆ€‰Á—u‰ † ˆ  † ˆ€‰ † d†d ˆ€‰  ‘† ˆ€‰ ñ  óuô ò  ô †©¨ vv  “  ‰R‰(‡ 98 Instituto de Patologia Clínica H. fenobarbital e primidona podem reduzir os níveis da carbamazepina. bem como dela própria. cimetidina.0 mL de Sangue Total (EDTA). isoniazida. A monitorizaç s seus níveis sangüíneos imperativa tendo em vista sua farmacoci tica complexa. Apresenta meia vida de 12 a 40h e metabolismo he tico. Drogas que a umentam nível da ciclosporina: corticóides. dia e hor ltima dose. derivado de um fungo. warfarin. com meia vida de 8 a 24h. . A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento.M. testosterona. PARDINI .Polarizaç Fluoresc cia Nível terap utico: 4 a 10 µg/mL Condi o: 0. anfotericina B. Atinge pico de concentraç entre 2 e 6 horas após dose oral. que se inicia quando níveis da droga est o acima de 400 ng/ml. etanol.Carbamazepina Coment  rios: A carbamazepina (Tegretol®) m anticonvulsivante tamb m usado para tratamento de neuralgias e neuropatias diab ticas. É um polipeptídeo cíclico. Cerca de 3 a 7 dias s ecess rios para que ocorra o estado de equilíbrio. cetoconazol. primidona. rifampicina. Sua dosagem n detecta a oxcarbazepina. A creatinina começa a se elevar 3 a 7 dias após aumento da ciclosporina plasm tica. Sua complicaç mais s ri toxicidade renal.JO 8h. podendo levar à induç s enzimas ticas e conseqüente aumento da depuraç o de outras drogas. Informaç es nece rias: Informar: esta tomando medicamento de nome Sandimun? Outros medicamentos? Qual a dosagem di ria total? Qual hor rio tom ltimo comprimido? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. isoniazida. verapamil. Drogas que diminuem nível da ciclosporina: fenobarbital. diltiazem. o Tolycapocladium inflatum. . cido valpróico. sendo o tempo necess rio para atingir níveis est veis entre 2 e 6 dias. O pico plasm tico ocorre em 6 horas. amiodarona. Toxicidade ocorre com níveis acima de 12 µg/ml.Colher de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. sulfametoxazol. nicarpidina.M. estando 75% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. eritromicina. dosagem.O. trimetoprim. ranitidina. M todo: FPIA .5 mL de Soro.

M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . ansiolítico e miorelaxante. ñ m† dݑu‘uˆuˆ ‰ † –u“ ‰u’udÙ ò †  †  ˆ ‰ ¡ ”u–u  ˆu‰ óuô †iÿ @ ô — vv  u“ ‘ dR—udR‡ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . Essa dr o tem efeito indutor enzim tico. dia e hora da ltima dose. dia e hor ltima dose. quanto tempo usa a medicaç . Valores acima de 80 ng/ml s considerados tóxicos.JO 8h.JO 8h. Efic cia tera tic bem correlacionada com os níveis s ricos. Cerca de 85% da droga se liga às proteínas plasm ticas. sendo seu metabolism tico. quanto tempo usa a medicaç .M. Pode elevar o nível s rico da carbamazepina. com meia vida de 20 a 40h.O. Sua meia vi de 10 a 30h. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Seu pico ocorre 2 horas após a absorç o.HPLC Nível terap utico: 15 a 60 ng/mL Condi o: 2. dosagem.M. ansiolítico e miorelaxante. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). PARDINI 99 . fenobarbital cido valpróico.O. . fenitoína. .HPLC Nível terap utico: 200 a 1200 ng/mL Condi o: 2. Tam m utilizado como anticonvulsivante. Urbanil®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. ñ † óuô ò † †  ”( —ud † †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ Clonazepam Coment  rios: O clonazepam (Rivotril®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.10o C. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Níveis est veis ocorrem em 5 a 10 dias.10o C. dosagem. Tamb m utilizado como anticonvulsivante complementar ao tratamento.Clobazam Coment  rios: O clobazam (Frisium®.

imipramina. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e toxicidade. Entretanto. corticóides. cimetidina. A principal causa de níveis baixos ader cia ao tratamento. ñ óuô  ‰  † ¡ ”u–u ˆ  ò ­ª vv m†  †   † †iÿ @ ô — ñ u“ ‘  dÁ‡ ˆu‰R” Difenilhidantoína ® Coment  rios: Fenitoína A difenilhidantoína ou fenitoína (Epelin®. fenilbutazona. Gravidez. Veja tamb m: N-Desmetildiazepam p g. Hidantal®) tilizada como anticonvulsivante. amiodarona.000 ng/mL Condi o: 2. PARDINI . nifedipina. Cerca de 95% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. sendo que o estado de equilíbri alcançado em 1 a 5 semanas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Anticoncepcionais orais. nitrofurantoína.M. primidona.HPLC Nível terap utico: 100 a 1.10o C.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. dosagem. ansiolítico e miorelaxante. ibuprofen. dieta por sonda ent rica. Fenitoína pode diminuir níveis de v rias drogas: cido valpróico. oxacilina. dia e hora da ltima dose. doenças virais. fenobarbital e rifampicina diminuem a meia vida do diazepam. com meia vida plasm tica de 20 a 50 horas.M. 103 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . cido fólico. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. quanto tempo usa a medicaç peso. ‡ ñ  ˆu‰Á—u‰ ‰ † “ “u‘ ˆu‰«—ud«—  ‰ ¡ ”u–€ †  ˆu‰  uˆ ‰ ò u“ ‘ † † ‰ †  † dà‘uˆ€‰  †   óuô †iÿ @ ô — vv  ‡ 100 Instituto de Patologia Clínica H. . dosagem. Crianças e alguns adultos podem ter metabolism tico mais r pido. o que acarreta em níveis s ricos mais baixos. fenitoína.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). Diazepam ®) m benzodiazepínico usado como hipnótico. metronidazol.5 mL de Soro. Informaç es ne rias: Medicamentos em uso. clorafenicol.O. doxiciclina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .JO 8h. warfarin e ciclosporina. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.Diazepam Coment  rios: O diazepam (Diempax®. Valium ®. . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Níveis acima de 25 µg/ml s considerados tóxicos. cido valpróico) podem diminuir níveis da fenitoína. Seu pico ocorre 1 hora após dose oral. a meia vida no sistema nervoso central mais curta. warfarin. Cerca de 90% da fenitoína circula ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 40h (10h em crianças). Seu metabolism tico. O metabolism hep tico. cimetidina e isoniazida aumentam os níveis plasm ticos do diazepam.JO 8h. Absorç roga pode ser mais baixa em menores de um ano de idade e quando do uso concomitante de anti cidos e fenobarbital. Níveis elevados podem decorrer de interaç com outras drogas: cimetidina. hora d ltima dose. n o tendo efeito indutor enzim tico. Tam m utilizado no tratamento agudo de crises convulsivas. lamo trigina.10o C. etilismo e algumas drogas (carbamazepina.O. miconazol. etanol. dia. isoniazida e trimetoprim. carbamazepina. O tabagismo.

ˆu‰ ˆ€‰Ü—€‰  “ ò d€–u“ †  ñ   ˆ † dý‘€ˆ ˆu‰ýdu‰    ‡  ™ ‰ † ¡ ”u–u †‡ … óuô “ †iÿ @ ô — vv  Instituto de Patologia Clínica H. na insufici ncia renal. eritromicina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C. Gardenal®) tilizado como anticonvulsivante. A principal causa de níveis baixos o ades tratamento. itraconazol. dia e hora da ltima dose. sendo um indutor enzim tico potente. fenitoína furosemida.5 mL de Soro. insufici ci tica. Ressalta-se que sua dosagem tecta a digitoxina.0 ng/mL (3. Níveis baixos podem ser encontrados nas tireoidopatias e na diminuiç o do fluxo mesent rico. nas hepatopatias. Crianças e alguns adultos podem ter metabolismo hep tico da droga acelerado. diltiazem. verapamil e amiodarona podem elevar os níveis s ricos da digoxina. espironolactona. fenitoína. Níveis elevados podem decorrer do uso concomitante de cido valpróico. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Nível Tera tico de 0. Algumas drogas diminuem a absorç digoxina: metoclopramida.8 nmol/L) Níveis de Pânico acima de 3. warfarin.5 ng/m significam necessariamente níveis tóxicos. sendo til para se prevenir toxicidade.2 nmol/L) Crianças acima 3. JO 8h. sendo que 50% da droga se encontra ligada às proteínas plasm ticas. PARDINI 101 . clorafenicol. Em períodos mais curtos. Toxicidade pelo digital pode ocorrer mesmo em níveis terap uticos quan hipocalemia. . hipomagnesemia. Interaç es medicamentosas com antipsicóticos.HPLC Nível terap utico: 15 a 40 µg/mL Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. piridoxina podem reduzir os níveis do fenobarbital. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Estado de equilíbri lcançado em 5 dias. hipóxia. Dosagem deve ser realizada 6 horas após a ltima dose do medicamento. carbamazepina e oxcarbazepina. dia e hor ltima dose.Digoxina Coment  rios: É um digit lico amplamente utilizado no tratamento da insufici ncia cardíaca sistólica e no controle de dist rbios do ritmo cardíaco. dosagem. Cerca de 8 a 25 dias s o necess rios para que níveis s ricos se estabilizem. colestiramina. determinando níveis falsamente elevados. Condi o: 0.JD 4h. se funç renal normal. cimetidina. e infarto agudo do mioc rdio.0 ng/mL Níveis Tóxicos: Adultos acima 2.8 a 2. alcalose. acetazolamida. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis ter ticos e toxicidade. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 ng/mL Obs. vitamina D. Cerca de 25% da digoxina se encontra ligada às proteínas plasm ticas com meia vida de 20 a 60h. Pico plasm tico ocorre em 2 a 4 horas após absorç . cido valpróico. anti cidos. Possui metabolism tico. Esses compostos podem ocorrer na insufici cia renal. cimetidina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . laxativos e fenitoína. O fenobarbital pode reduzir os níveis de fenitoína. dosagem. Salicilatos.: Esse Nível Terap utico deve ser considerado após 4 horas de administraç medicamento. Interferentes: cido valpróico. Quinidina.M. ciclosporina. anticoncepcional oral. Alguns compostos endógenos podem ter reatividade cruz ada com a digoxina. Drogas que aumentam níveis de digoxina: indometacina. teofilina. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.O. ‡ ‡  ˆu‰ ñ ˆu‰î—ud “u‘ ¯ ¯ ¯ ò u– “  “u‘ ‘uˆu‰R—u” ˆ “  —€‰ ‰ † ¡ d  ¡ ”u–€ “ € ‘ d † †  ˆu‰ö—€‰ “ ‡ ° óuô ° “ ° ° •(‘€ˆu‰ Fenobarbital Coment  rios: †Rþ ô vv  dR—udR‡ O fenobarbital (Edhanol®. hipercalcemia. Apresenta meia vida de 40 a 70 horas em crianças e de 50 a 120 horas em a dultos.5 ng/mL (3. valores superiores a 2.5 mL de Soro. gravidez e em crianças.

10o C.0 mg. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 mL de Soro. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap ticos e toxicidade. Apresenta pico s rico 5 horas após absorç o. Progresse®) uma droga utilizada como anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas parciais que generalizam. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dia. ñ ˆu‰î– † † †‡ óuô ò ‰Á‘uˆu‰ ˆu‰ —€‰ m †  ˆu‰ “ †iÿ @ ô — vv  “ dÁ‡ ˆu‰ Gabapentina Coment  rios: A gabapentina (Neurotin ®. Níveis acima de 2000 ng/ml s considerados críticos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . † ñ óuô ò † †  †ˆ ‡ ˆ …  †iÿ @ ô — vv  “ ‡ ˆu‰ 102 Instituto de Patologia Clínica H. dosagem.10o C. JO 8h.M. Quadro de hipersensibilidade cutânea pode ocorrer independente do nível s rico. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Estado de equilíbrio ocorre em 10 a 15 dias.M. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade.Fluoxetina Coment  rios: A fluoxetina (Daforin®.0 a 400. Pode considerar de forma orientativa. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .0 mL de Soro. Cerca de 90% da dr excretada inalterada na urina. dosagem. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.HPLC Nível terap utico: 2 a 4 µg/mL Condi o: 1. cido va lpróico inibe o metabolismo desta droga podendo causar níveis elevados. estando 95% ligada às proteínas plasm ticas. Drogas que induzem sistema microssomal podem diminuir seus níveis (ex: carbamazepina. dia e hora da ltima dose.0 a 4. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sua absorç influenciada pela alimentaç . PARDINI . apresentando meia vida de 5 a 7 horas. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C.0 mL de Soro. JO 8h.O. Gabapentina pode diminuir níveis plasm ticos de fenitoína. níveis de 3. JO 8h. Prozac®) um antidepressiv tricíclico tam m utilizado no tratamento da tens r -menstrual.10o C.0 mg/L a tr s horas após a administraç de 300.O.O.M. estando menos de 3% da droga ligada às proteínas plasm ticas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . hora da ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Possui meia vida de 2 a 3 dias. dia.HPLC Valor de Refer ncia: 100 a 800 ng/mL Condi o: 1. fenobarbital). hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . dosagem. Anti cidos podem diminuir sua absorç . com meia vida de 23 a 72 horas (menor em crianças).HPLC Nível terap utico: N o estabelecido. Cerca de 55% da droga est ligada às proteínas plasm ticas. Condi o: 1. Neurium ®) m anticonvulsivante complementar no tratamento de crises convulsivas tônico -clônicas e parci ais complexas. ñ ˆu‰ ˆ ò ˆ€‰ óuô †iÿ @ ô — –u“ ˆu‰ †   ˆu ‰â‘uˆu‰ † €‰ u’ d † vv  “ “ ‡ Lamotrigina Coment  rios: A Lamotrigina (Lamictal®.

dia. Carbolim®) s o largamente utilizados na psicose maníaco-depressiva e outros dist rbios psiqui tricos. teofilina e cafeína. M todo: Eletrodo Seletivo Nível Terap utico: 0. dia e hora da ltima dose. Apresenta pico plasm tico em 2 horas após absorç (4 horas em caso de preparaç s de liberaç lenta). ñ óuô ò m† ˆ †‰ ˆ †‡ ˆu‰Û—u‰Û— †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “€‘ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. dosagem. Veja tam m Diazepam. ˆu‰ ‡  ñ óuô ˆu‰R—u‰ ò ô † ˆ †‡ ™ ” ‡ ˆu‰R—ud ˆu‰ ˆ ‡ ˆ “u‘  ˆ du–€“ ˆ ˆu‰ ‘ € ˆu‰î—u” vv  “€‘ N-Desmetildiazepam Coment  rios: O n-desmetildiazepam principal metabólito do diazepam (Diempax ®. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Depuraç droga aumenta na gravidez. reposiç o de sódio.000 ng/mL Condi o: 2.6 a 1. Sua determinaç o til para identificaç iazepam como causa de sedaç o prolongada.M.5 mEq/l s o considerados tóxicos. JO 8h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.10o C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. e no uso de acetazolamida. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. Estado de equilíbrio ocorre em 90 a 120 horas. JO 12h. inibidores da ECA.M. Esse metabólito tem meia vida mais longa (50 a 100 horas) que o diazepam.Lítio  Coment rios: Os sais de lítio (Carbolitium®. clorpromazina e anti-inflamatórios esteróides. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis ter ticos e toxicidade.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).0 mL de Soro.2 mEq/L Condi o: 1. PARDINI 103 . Níveis acima de 1. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . haloperidol. com meia vida de 18 a 24 horas . hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Valium®. desidrataç o.O.HPLC Nível terap utico: 120 a 1. Estabilidade 2 dias.O. Pode causar diminuiç T4 e elevaç TSH transitória. Níveis aumentam na insufici cia renal. benzodiazepínico usado como hipnótico. uso de diur ticos. ansiolítico e miorelaxante. hiponatremia. Diazepam®).

O. JO 8h. estando 95% da droga ligada às proteínas plasm ticas.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA).O.10o C.Nitrazepam Coment  rios: O Nitrazepam (Nitrapan®. Sua dosagem til para monitorizaç o dos níveis tera ticos e toxicidade. ñ  †‡ † ˆu‰ ˆ  ˆu‰± m  ⠗ † –€“  “€‘ óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ ˆu‰ 104 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . quanto tempo usa a medicaç . dia e hora da ltima dose. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Nitrazepol®. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. dosagem.HPLC Nível terap utico: 200 a 1. de crises convulsivas mioclônicas e em espasmos musculares. dia.0 mL de Soro ou Plasma (Heparina/EDTA). ansiolíticos e anticonvulsivantes. Possui meia vida de 4 a 12 horas.M. Picos plasm ticos ocorrem em 2 a 4 horas após absorç .HPLC Nível terap utico: 200 a 1000 ng/mL Condi o: 2. JO 8h. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.M. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . ñ ˆ€‰ —u‰ “ óuô ò ˆ † †‡ †iÿ @ ô — vv  dÁ‡ “ ˆu‰ Oxazepam Coment  rios: O oxazepam metabólito ativo de v rios benzodiazepínicos que s sados como hipnóticos. dosagem. hora d ltima dose e quanto tempo usa a medicaç . Sua dosagem til para monitorizaç s níveis terap uticos e to xicidade.400 ng/mL Condi o: 2. Em outros países tam m est isponível em fórmula isolada. Uso de anticoncepcional oral pode reduzir sua depuraç o. Apresenta meia vida de 18 a 57 horas. Conservaç o de e nvio: At ias entre 0o a . PARDINI . de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. Sonebon®) m benzodiazepínico usado no tratamento da insônia.

cido valpróico e o verapamil podem reduzir os níveis de oxcarbazepina e seus metabólito s. A raz fenobarbital/primidona ótim 2 . A primidona e seus metabólitos s indutores enzim ticos. fenobarbital. Apresenta meia vida de 2h.10o C. A carbamazepina. PARDINI 105 . fenitoína. Pacientes com insufici ncia renal em uso de cido valpróico e clonazepam tendem a níveis mais elevados de primidona.O. dia e hora da ltima dose. um derivado da carbamazepina. Concentraç s est veis ocorrem após 2 a 3 dias de uso.0 a 15. . Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . JO 8h. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 mL de Soro.HPLC Nível terap utico: 5. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .5.O. os IMAOS devem ser descontinuados por no mínimo 2 semanas C. Trileptal®). podendo ser mais elevada se o paciente estiver usando outros anticonvulsivantes.M. que tam m deve ser monitorado durante o uso da primidona. estando 40% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . fenitoína e diminuir os níveis de anticoncepcionais orais e lamotrigina. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.HPLC Nível terap utico: 15 a 35 µg/mL Condi o: 1. seu pico plasm tico ocorre em 3 a 6 horas.M. Apresenta meia vida de 4 a 12h. Interferentes: Isoniazidas.0 µg/mL Condi o: 0. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. estando 20 a 30% da droga ligada às proteínas plasm ticas. Interferentes: Inibidores da MAO o recomendado o uso concomitante. dia e hor ltima dose. dosagem. Apresenta eliminaç rincipalmente renal. Primidona diminui níveis de anticoagulantes e anticoncepcional oral. sendo seu principal metabólito ativo o fenobarbital.10o C.JO 8h.Oxcarbazepina Coment  rios: A Oxcarbazepina (Auran®.M. Sua dosagem til para monitorizaç s níveis tera ticos e toxicidade. A oxc arbazepina pode aumentar os níveis de fenobarbital.. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . cido Valpróico e Fenitoinas. Pacientes metabolizadores r idos apresen tam meia vida mais curta. Seu metabolismo p tico. Após absorç .5 mL de Soro. ñ “ uˆ ‰ †† ¡  ”  ˆu‰  d † —u”  ˆu‰  u–  m† óuô ò u “ ‘ … vv  †iÿ @ ô — ‡ Instituto de Patologia Clínica H. m anticonvulsivante.O. ñ ˆu‰«– †‡ ˆu‰R—u‰ –u“ †   ™”  óuô ò vv  †iÿ @ ô — ‘€ˆ † “ d(—€d(‡ ˆ Primidona Coment  rios: A primidona (Primidon®) m anticonvulsivante utilizado nas crises convulsivas tônico -clônicas e parciais. antes da administraç o de oxcarbazepina. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. sendo que seu metabólito ativo 10 -monohidroximetabólit o tem meia vida de 9h.

5 mL de Soro.3 mL de Soro. amiodarona. Informaç es nece rias: Informar: medicamentos em uso. possui meia vida de 20 a 60 horas. 20 a 90 horas. É uma metilxantina com estrutura similar à cafeína. ou antes da 3ª dose (preparaç es de liberaç lenta).M. Níveis elevados podem advir de interaç s medicamentosas: hidrocortisona. M todo: FPIA . neurol pticos. Dosagens da teofilina podem ser feitas 2 dias após início ou alteraç terapia.O. rifampicina. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a . eritromicina. Indivíduos negros tendem a ter níveis mais elevados da droga. ‘ud †  ñ ˆu‰»—ud ˆ€‰ ˆ ˆu‰÷—u” ™ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ì—ud †  “ † “u‘ ‘€d †  ¡ ”u–u ” uˆ ‰™ ”   óuô ò †iÿ @ ô — vv  ‡ Tricíclicos. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. imipramina (Tofranil®) e nortriptilina (Pamelor ®) s rogas amplamente usadas como antidepressivos. carbamazepina e fenitoína. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Níveis est o est veis após 2 a 3 semanas de uso das drogas. dosagem. Fenobarbital. 2 a 9 horas em crianças. dia e hora da ltima dose. A concentraç teofilina pode ser diminuída por: tabagismo. Níveis podem ser diminuídos pelo uso de barbit ricos e tabaco.Teofilina Coment  rios: A teofili m broncodilator de utilidade controversa na doença broncopulmonar obstrutiva crônica e asma. Cimetidina. uma vez que apresentam janela terap tica estreita. A coleta ideal deve ser realizada antes da administraç da próxima dose do medicamento. Imipramina possui meia vida de 5 a 24 horas. Amitriptilina possui meia vida de 20 a 40 horas. Coleta deve ser realizada no pico (2 horas após uso de medicamentos de preparaç r pida e 4 a 6 horas após preparaç liberaç lenta). Níveis dessas drogas maiores que 500 ng/ml s considerados tóxicos. A meia vida d a teofili vari vel: 6 a 10 horas em adultos normais. PARDINI . Limbitrol®). alopurinol. fenobarbital.HPLC Nível terap utico: 10 a 20 µg/mL Condi o: 0. ou imediatamente antes da 4ª dose (preparaç s r pidas). Suas dosagens s teis para monitorizaç s níveis ter uticos e toxicidade. JO 8h.M. A desipramina m metabólito da imipramina cuja meia vida maior. ˆu‰ — ˆˆ €‰Á—uˆu‰‰á  † d€–u“ ‡ ™” ñ ² ² ² óuô ò ˆu‰R—u” ³ ³ ³ vv  “u‘  ‡ –u“ ² ² ² ˆu‰ † †  “ˆu ‰î‡ ‘uˆ€‰ ³ ³ ³ u“ ‘ ˆ ô †ÿ dR—udR‡ 106 Instituto de Patologia Clínica H. de prefer ncia antes da próxima dose do medicamento ou C. anticonceptivos orais e clindamicina podem elevar os níveis da teofilina. Pico plasm tico ocorre 4 a 8 horas após absorç . 18 a 24 horas na insufici cia cardíaca. clomipramina (Anafranil®). cimetidina e anticoncepcional oral. Coleta deve ser realizada 12h após ltima dose. sendo a aminofilina (sal etilenediamina da teofilina) a preparaç o mais utilizada. dia e hor ltima dose. A nortriptilina. Cannabis sativa. Conservaç o de envio: At 4 horas entre 2o e 8o C.O. propranolol. ciprofloxacin. Fumo e Cimetidina. Interferentes: Eritromicina. Obs. Anti-Depressivos Coment  rios: A amitriptilina (Tryptanol®. 29 horas na cirros tica.Polarizaç Fluoresc cia Níveis Terap uticos: Amitriptilina pura 120 a 250 ng/mL Desipramina 100 a 270 ng/mL Butriptilina pura 50 a 150 ng/mL Imipramina 75 a 250 ng/mL Clormipramina 50 a 150 ng/mL Nortriptilina pura 50 a 150 ng/mL Condi o: 0. JO 8h. principal metabólito da amitriptilina.10o C.: A meia vida vari vel de 4 at mais de 16h. Laboratórios: N o pode ser colhdio em tubo com gel separador. vacina anti-gripal. Níveis plasm ticos tera ticos podem se correlacionar com a efetividade do tratamento.

A vigabatrina reduz em cerca de 20% as concentraç es plasm ticas da fenitoína. PARDINI 107 . . Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.M.JO 8h. dia e hora da ltima dose.0 mL de Soro. † ñ óuô ò † ™   Á ‰ du–u“ u‘ ˆ uˆ ‰ um ” †iÿ @ ô — vv  “u‘ ‡ Instituto de Patologia Clínica H.O. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . dosagem.10o C. Níveis ter ticos o s m correlacionados com níveis s ricos. de prefer cia antes da próxima dose do medicamento ou C.HPLC Nível terap utico: 12 a 22 mg/L Condi o: 1. sendo excretada principalmente pela urina.Vigabatrina Coment  rios: A vigabatrina (Sabril®) um anticonvulsivante an logo estrutural d cido gama-aminobutírico (GABA). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Apresenta meia vida de 5 a 8 horas.

108 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

na maioria dos alcoólatras crônicos.Acetilcolina. das quais a miastenia gravis representa o maior exemplo.JD 4h.2 mL de Soro. A defici cia d cido fóli co quase sempre conse cia de ingest insuficiente e est resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais 0 a 0. anticorpo anti-receptor Coment  rios: O anticorpo anti-receptor de acetilcolina est sendo utilizado para diagnóstico diferencial das patologias que cursam com fraqueza muscular.9 mL de Soro. ñ  ´ ´ ´ óuô “u‘ ò µ µ µ cido Fólico Coment  rios: ` ô †R þ †©š  O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. “u‘ ‰à ñ † ˆ€‰î—ud  ëu“u‘  ˆu‰ óuô ò “u‘ ‡ R– †Rþ ô Continua.. PARDINI 109 .25o C. Instituto de Patologia Clínica H. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. At meses entre . . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.. .2 nmoL/L Miast icos 0 a 1500 nmoL/L Outras doenças auto -imunes 0 a 0.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 o a . componentes dos cidos nucleicos. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 3 a 17 ng/mL Condi o: 0.5 nmoL/L Condi o: 0.

ou uma defici cia de vitamina B12.. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. . † —u‰ ñ óuô ò “u‘ v “u‘ ˆ €‘u—u    ™” “ †©š ô  110 Instituto de Patologia Clínica H. A coleta e transporte t m que ser em tubo de pl stico.JD 4h. CIDO FÓLICO r HEM¶ CIAS Coment rios: O cido fólico atua na maturaç s hem cias e participa do processo de síntese das purinas e pirimidinas. Pode se encontrar valores elevados de folato s rico e hem tico no hipertireoidismo. na maioria dos alcoólatras crônicos. Enviar no gelo de maneira que o material chegue congelado ao laboratório.5 o a . A determinaç o de níveis baixos cido fóli co nas hem cias. Doença de Addison.Continu õuóuô o.Colher sangue preferencialmente na matriz às 7:00 horas. indica ou uma defici cia verdadeira de cido fólico. pois el muito mais concentrado nas hem cias do que no soro. Laboratórios: O material deve ser congelado imediatamente. que necess ria para a penetraç o tissular do Folato.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina). Conservaç o para envio: At meses entre . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 175 a 700 ng/mL Condi o: 5. Laboratórios: É recom vel que amostra esteja no setor no m ximo at 48 horas ou que o laboratório conveniado envie valor do Hematócrito. ˆ€‰î—ud   “u‘ dӗu‰å ˆu‰«”«” «– † ë   ”€ëu“u‘ dådå— † ‡ ˆ —u”ې   “€‘  “ u ‘ ˆ †  † ” † ˆu‰Á—u”Á †  ñ ò “u‘ óuô †©¨ ô u” u‘ €—   †  ACTH Coment  rios: O ACTH sado principalmente para diagnóstico de desordens do eixo hipot lamo -hipófise -adrenal. nas pessoas que cumprem dietas pobres em frutas e vegetais e nas pessoas com dist rbios absortivos do intestino delgado. A defici ci cido fólico ase sempre cons ci ficit de ingest st resente em cerca de um terço de todas as mulheres gr vidas. Informaç es neces rias: Informar medicamentos em uso.25o C. A concentraç cido fólico nas hem cias considerada o indicador mais seguro do status do folato. Est diminuído nos casos de adenoma e carcinoma adrenais e insufici cia adrenal sec ria.7 mL de Plasma (EDTA). em situaç s de stress e Síndrome de Secreç o Ectópica do ACTH. Encontra-se elevado na Doença de Cushing (origem hipofis ria). A centrífuga deve ser refrigerada. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 12 a 70 pg/mL Condi o: 0. PARDINI . .. componentes dos cidos nucleicos.

ñ ‰u‘ud † ™ ” “ ‘u“ “ ò –† –† ™ ” ˆu‰ ‰€m  ˆu‰ † €‘u—u · · · · · · · ˆu‰ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ ¸ † óuô URINA M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Dieta Normal 4.0 a 19.5 a 4.5 a 90.0 µg/24h Condi o: Urina 24h. A sua produç regulada pelo sistema renina angiotensina. hipossódica ou hiperssódica.0 a 10.0 ng/dL Deitado (Repouso) 3.0 ng/dL Condi o: 1.0 µg/24h Dieta Hipossódica 10.0 ng/dL Dieta pobre em Sódio (Estímulo) 30.0 a 30.0 a 20. Síndrome de Bartter.Informar medicamentos em uso. Reduç s s servadas em alguns casos de hiperplasia adrenal cong nita. ñ †Rþ ô vv  · · · ò ¸ ¸ ¸ óuô vv  … † †©¨ ô –€u’  †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H. defici ncia de síntese.0 mL Soro. dieta rica em sódio. gravidez. Elevaç s ocorrem no hiperaldosteronismo prim rio e sec rio.O. JD 4h.Dieta C. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. SANGUE M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Após 2h em (Normossódica) 5. . Informaç es nece rias: . após congelar por at meses.Aldosterona Coment  rios: A aldoster secretada pela glândula adrenal. hipo ssódica ou hiperssódica.Dieta C.Usar 20 mL/L de cido Ac tico 8M . Informaç es nece rias: .0 ng/dL Dieta Normossódica 4. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 130. hor rio inicial e final da coleta.Informar tipo de dieta: normossódica.Refrigerar.0 ng/dL Dieta rica em Sódio (Supress ) at 4.0 ng/dL 2 horas em + Furosemida 13.M. .0 µg/24h Dieta Hiperssódica 0.Informar tipo de dieta: normossódica. Instruç es de coleta: Urina 24h veja . PARDINI 111 .M. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. dieta pobre em sódio.0 a 50. Doença de Addison e no hipoaldosteronismo hiporreni mico.0 a 40.O. . .0 ng/dL Crianças de 1 a 11 meses 6.

44 a 85. ñ ‘€ˆ  † vv  d  ˆu‰ ‰ u ‘ €   SANGUE Valor de Refer ncia: at . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.10 71.39 †Rþ ô Continua. informar tempo de gestaç . PARDINI . É um marcador da formaç aç androg nica perif rica. .09 a 112.31 31. M todo: Imunofluorimetria Informaç es nece rias: Se gr vida.80 a 313.5 mL de Soro. Níveis muito baixos s adultos ( o gr vidas).81 a 74. Alfa feto proteína elevada no soro materno.42 28.35 53.4 a 22..1 ng/mL ± Adultos e Crianças ± Gravidez veja tabela abaixo: ò ˆu‰ » Condi o: 0. ñ “ —u”u‰ † ‰ u ’ € “ u ‘ † » » » ‰u–€ “u‘ ˆu‰Ý” ˆu‰ º º º ò óuô †Rþ ô Alfa Fetoproteína Coment  rios: A alfa feto proteína  ma importante proteína do plasma fetal.94 a 50.JD 4h.13 a 45.36 a 58.38 16.5 a 5.13 58.35 a 145. 112 Instituto de Patologia Clínica H.24 a 185.65 a 257.08 22. . M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher adulta 0.39 a 67.3 Alfa Androstanediol Glicuronide Coment  rios: O 3-alfa-androstanediol glicuroní um metabólito da dihidrotestosterona produzido nos tecidos responsivos aos andr ios (por exemplo: folículo piloso).4 mL de Soro.08 a 205.82 19.20 47.46 a 98. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.70 a 284.87 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29 30 4 2 (3 5 o ng/mL 42. Est  mentado no carcinoma hepatocelular.1 a 6.16 24.39 a 232..0 ng/mL Menopausa 0.32 78.0 ng/mL Homem 3.53 38.01 35. Encontra-se reduzido no sexo masculino na defici cia da 5αredutase. teratocarcinoma. Encontra-se aumentado nas mulheres com hirsutismo idi tico e com a Síndrome dos Ov rios Policísticos. carcinoma normais em embri rio.35 96. colhido entre 16º e 18º semanas detectam defeitos do tubo neural (ex: spina bífida).JD 4h.19 a 163.73 84.0 ng/mL Condi o: 0. coriocarcinoma e monitora a terapia antineopl sica. Semanas de Gest 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23‚5 o † ÿ óuô ng/mL 15.72 a 128.

: No sangue o tem valor clínico.Continu õuóuô o.ALFA FETOPROTE NA Ÿ L¼ QUIDOS Valor de Refer ncia . Condi o: Urina 24h ou C. a despeito de níveis elevados de PTH.O. Ascítico . Ascítico .Líq.Líquor . Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.Líq.5 a 6.M. Pleural: < que 1.Líq. aver incremento dos níveis de AMPc. Nos pseudo-hipoparatireoidismo. Amniótico . Amniótico: Semanas de Gest 16 17 18 19 20 21 22 ò ò 24(3 5 o Valor de Refer ncia .0 nmoL/mg creatinina Obs.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina e Refrigerar. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 1. †‡ ò ñ ˆ€‰å— † ‘uˆ€‰ ¡  ˆ  “ ˆ  ‡€m óuô u‘ ˆ óuô †©¨ ô %(½8¾ †¹¨ Instituto de Patologia Clínica H..Líq.81 ng/mL Condi o: 0. Sua dosagem isolada ou n o teste de PAK til na confirmaç iagnóstica de hiperparatireoidismo prim rio.Líq. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Resultados falso -positivos podem ocorrer pela presença de mol culas circulantes que estimulam o receptor de PTH. PARDINI 113 . . ng/mL 10648 a 17908 9559 a 13310 7865 a 11737 6050 a 9196 4179 a 7623 3388 a 6292 2662 a 5203 Semanas de Gest 23 24 25 26 27 28 29/30 4 2 (3 5 o ng/mL 2299 a 4719 1936 a 4114 1331 a 3509 1089 a 2783 1089 a 2420 726 a 1936 484 a 1815 óuô †©¨ ô AMP Cíclico Coment  rios: Aproximadamente 50% do AMP cíclico urin rio prov m da aç o do PTH nos t los. O AMPc funciona como o segundo mensageiro pós -ativaç o do receptor tubular de PTH. após congelar por at meses..5 mL Líquor .353 Urina veja Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Pleural.Líq. Instru o de coleta .

Androstenediona Coment  rios:  m hormônio esteróide andr A androstenedi nico produzido pelo córtex adrenal e gônadas. após congelar por at meses. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. ñ ‘€—udR‘uˆu‰ ‡ ¿ ¿ óuô † ò À À URINA – FLUIDOS CORPORAIS M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia . Hirsutismo Idiop tico.5 mL de Soro.O.5 ng/mL Homem 0.Urina C.JD 4h.5 mL de Soro. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Pr -Puberais ambos os sexos 0. ñ †Rþ ô † òò óu† ô ˆu‰R– ò u–  ô †©¨ †¹¨ 114 Instituto de Patologia Clínica H.0 ng/mL Mulher 0.M. Refrigerar. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.4 a 2. † ‘ud † ™ ” † “ SANGUE M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: at 60 anos < 2 µg/mL > 60 anos < 2. . Sua produç o encontra -se aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. Ajustar pH 7 com NaOH1m. Fluidos corporais. Síndrome dos Ov rios Policísticos. -N recisa conservante. 353 Conservaç o par a envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ˆ ‰u‘ud †  ‰u’u“  ˆu‰â”u‘ ‘u’u“€‘ ¿ ¿ ¿ óuô † òÀ À À †Rþ ô Beta 2 Microglobulina Coment  rios:  ma proteína de baixo peso molecular presente na superfície de todas as A Beta-2-Microglobuli c lulas nucleadas.4 a 3.Fluidos corporais: at 275 µg/L Condi o: Urina 24h . PARDINI .2 a 0.Urina amostra isolada: at 275 µg/L Valor de Refer ncia . Elevaç s s ricas t m sido relatadas em pacientes com mieloma m ltiplo.Urina 24h: 30 a 330 µg/24 horas Valor de Refer ncia . Sua s características e performance clínica como marcador tumoral ai foram definidas. Sua concentraç contra-se reduzida na Doença de Addison. Hiperplasia Adrenal Co ita.0 ng/mL Condi o: 0.6 µg/mL Condi o: 0. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 g.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

Outras formas circulantes: 50 a 60-kDa (Big-Prolactina) 150 a 170-kDa (Big-big Prolactina) M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Recuperaç < 30% Big Prolactina Recuperaç > 65% aus ncia de Big Prolactina Recuperaç entre 30 e 65% Indeterminado Condi o: 1. . . Sua secreç estimulada pelo c lcio. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o para envio: At meses entre .0 mL de Soro. em geral. ñ A calcitoni m hormônio produzido pelas c lulas C parafoliculares na tireóide.5 o a . . CMT: Carcinoma Medular da Tireóide. tireoidites. Síndrome de Zollinger -Ellison. Monômero de prolactina: 23 -kDa. anemia perniciosa. † ˆu‰ †  ñ ò ˆu‰ à ˆu‰‰ à u ˆ óuô Á    “ vv  †Rþ ô † l l ˆu‰ Calcitonina Coment  rios: M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: at /mL Suspeito de CMT entre 50 e 100 pg/mL Sugestivo de CMT > 100 pg/mL . verificar com o cliente a raz pela qual o exame foi solicitado.Big Prolactina Coment  rios: O m todo de precipitaç com polietilenoglicol (PEG) tilizado como screening para a presença de macropolactinemia associado a hiperprolactinemia assintom tica. Encontra-se diminuída na agenesia tireoidiana. Veja tam m Teste de infus o C lcio ou Teste de infus Pentagastrina para estímulo da Calcitonina. vem acompanhado de FSH e LH. nas pancreatites. em alguns pacientes com câncer de pulm o. fal cia renal.Valores entre 50 e 100 pg/mL devem ser encaminhados ao Teste infus o do C lcio e/ou Pentagastrina. A calcitonina diminui a reabsorç ssea osteocl stica. mama ou pâncreas.Client ter feito recentemente exames com Radioisótopos ou sofrido radiaç s (48 horas) ou estar em uso de anticoncepcional.JD 4h. que ocorre devido à presença de outras formas circulantes de prolactina de maior peso molecular.8 mL de Soro.Resultados > 50 pg/mL. Sua maior utilidade ra o seguimento dos pacientes com carcinoma medular da tireóide. . o concordantes com a clínica. A dosagem d e calcitonina encontra-se elevada no carcinoma medular de tireóide.25o C. † –ud m † ˆu‰Á” † uˆ î ‰—  à à à ‘€d †   † ˆu‰÷ê “u‘  ˆu‰ † ˆ ˆu‰ —€d † A@ –u’ò   ‘uˆ óuô  ˆ   u“ †©š ô ”R‘uˆu‰R–u‰€—u” ™” Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 115 . informar somente se controle de tratamento ou sendo possível. dever ser colhida nova amostra. gestaç rec m -natos.Valores acima 100 pg/mL tem que ser repetido e confirmado porque sofre diversas infl ncias. Condi o: 0. Informaç es nece rias: Este exame. Sendo solicitado isolado. veja question rio p g.124.

Condi o: 0.0 mL de Urina 24h. As concentraç es plasm ticas de cortisol s influenciadas pela CBG. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.Sendo di tico. É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. É essencial para o metabolismo e funç es imunológicas. Sua concentraç o encontra-se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. informar uso de anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). Se mulher. dia. 353 Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.JD 4h. . Informaç es nece rias: . † ñ ˆu‰Õ—u” ™ Ä Ä Ä óuô ò Å “u‘ Å Å vv  ˆu‰â”u‘ ™  ˆu‰Ç–€ˆu‰ ‰ †Rþ ô dӇ  Cortisol Livre Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em resposta à estimulaç o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficiente de ACTH). PARDINI . após congelar. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. hora d ltima dose e hor rio da coleta. . para diminuir a ingest de líquidos. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 08:00 horas 5 a 25 µg/dL 16:00 horas queda > que 35% do valor das 8:00 h.Ingest o normal de líquidos.5 mL de Soro. Dosagens basais e após supress r dexametasona possuem utilidade diagnóstica. . 18:00 horas queda > que 50% do valor das 8:00 h. controlar rigorosamente a dieta e medicamentos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Sua concentraç contra -se elevada nos casos de Síndrome de Cushing e stress. sem exagero (porque diminui a sensibilidade do m todo). Apresenta-se reduzido na Doença de Addison e nos casos de hipopituitarismo (com produç ficient e de ACTH).Cortisol Coment  rios: O cortisol secretado pelo córtex da adrenal em feedback com o hormônio adrenocorticotrópico (ACTH).Informar medicamentos em uso. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Criança 2 a 27 µg/24h Adolescente 5 a 55 µg/24h Adulto 10 a 90 µg/24h Condi o: 5. † ñ Ä Ä Ä ˆu‰R–u‰ ò “u‘ Å Å Å vv  ˆu‰Û—u” ™ ˆ€‰b— ˆ óuô ˆ dum † † ˆu‰ †©¨ ô  116 Instituto de Patologia Clínica H.

. hiperplasia adrenal e adrenarca precoce. Encontra -se aumentado nos casos de hiperplasia adrenal con ita. tumores virilizantes das adrenais e na Síndrome de Cushing. . É um marcador da funç adrenal cortical. Sulfato Æ Coment  rios: O SDHEA sintetizado quase que exclusivamente nas adrenais. † SDHEA ‘u ñ “ †É• ò “u‘ ’ € “ u ‘ ˆu‰ ”€‘ ˆ € ‰ óuô †Rþ ô vv  Instituto de Patologia Clínica H. Elevaç s ocorrem em: tumores adrenais. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.JD 4h. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Adulto ambos os sexos 0.5 a 13. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Dehidroepiandrosterona Æ Coment  rios: O DHEA roduzido pela supra-renal e gônadas. ñ †– ˆu‰Á–€d ò DHEA ™” ™ ˆ ˆu‰ Ç Ç Ç óuô È È È †Rþ ô vv  Dehidroepiandrosterona. A excessiva produç o do DHEA leva ao hirsutismo e virilizaç via convers ra testosterona. É o esteróide C19 mais abundante e a maior fonte dos 17-cetosteróides uri rios.JD 4h. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher 1 m s at anos 30 a 550 ng/mL 30 a 410 ng/mL 5 a 9 anos 50 a 1400 ng/mL 50 a 1400 ng/mL 10 a 11 anos 270 a 2300 ng/mL 150 a 2600 ng/mL 12 a 15 anos 200 a 5300 ng/mL 200 a 5300 ng/mL 16 a 20 anos 600 a 5000 ng/mL 600 a 5000 ng/mL 21 a 40 anos 1000 a 5500 ng/mL 800 a 5500 ng/mL 41 a 50 anos 850 a 3500 ng/mL 500 a 2600 ng/mL 51 a 80 anos 500 a 3000 ng/mL 200 a 2600 ng/mL Condi o: 0.5 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Baixas concentraç es ocorrem em Doença de Addison. doen ça de Cushing.0 ng/mL Condi o: 0. carcinoma adrenal.5 a 6.5 ng/mL Gravidez 0. PARDINI 117 . É muito utilizado quando se deseja avaliar a origem adrenal dos cetoesteróides. Valores baixos s contrados na Doença de Addison e na Hipoplasia Adrenal.0 ng/mL Criança 0.5 mL de Soro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.5 a 3.

35 ng/mL Condi o: 1. principalmente nas formas tardias do adulto.80 0. pela aç da droga metapirona ou por ficit enzim tico tumoral.20 ng/mL 11 a 14 anos < que 0. Obs. PARDINI . com hiper resposta ao ACTH. nas quais o basal pode estar normal ou discretamente elevado. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Idade Homem Mulher R.JD 4h. É relacionada como agente causal na hiperplasia prost tica e sua medida no sangue pode ser usada para assegurar a regularidade do tratamento e a resposta aos inibidores da convers testosterona-DHT.15 ng/mL at 3 anos < que 0.11 Desoxicortisol Ê Coment  rios: O 11-desoxicortisol (composto S) recursor imediato do cortisol.20 ng/mL 04 a 10 anos < que 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.2 mL Soro.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Cong nita (defici cia de 11 Hidroxilase). por defici ncia c nita. Eleva-se quan loqueio da enzima 11-hidroxilase. ‰€’u“u‘ ˆu‰ý–€” † ˆu‰»—   ˆu‰ † ˆ ñ † u‰ m ˆu‰R—ud ˆu‰  “ “u‘ † ò óuô †Rþ ô vv  118 Instituto de Patologia Clínica H.20 ng/mL Adulto 0. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Normais: Basal < 8. Sua concentraç iminuída servada no hipogonadismo e defici cia da 5α-redutase. É um androg nio importante para o desenvolvimento da genit lia externa masculina e crescimento prost tico.35 < que 0. ñ “ † ‰Ó‰u– ‘€’u“ Ì Ì Composto S ˆ€‰ —u—‰ † ¡ åm  Ë ò †Rþ ô óuô “ “u‘ Dihidrotestosterona Ê Coment  rios: DHT É derivada principalment e da convers rif rica tecidual atrav s da aç o da enzima 5 α-redutase sobre a testosterona. Pode encontrar-se aumentada nos casos de hirsutismo. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Condi o: 0.70 < que 0.60 < que 0. Pequenas quantidades de DHT s secretadas pelos testículos. . Síndrome de Anovulaç Crônica e alta atividade da 5α-redutase. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. A DHT exerce sua atividade andr ica ligando-se aos receptores de testosterona nos tecidos-alvo.5 mL de Soro.0 ng/mL 30’e 60’ após ACTH aumento de 3 a 5 vezes. Nascido < que 0.05 a 0.65 < que 0.JD 4h.25 a 0.

algumas doenças pulmonares hipox micas.. É tam m utilizada para diferenciaç tre os quadros de policitemia prim ria e sec ria. Se criança (masculino: < 14 anos . Pode estar aumentada nos casos de Síndrome de Cushing. anemias crônicas (insufici ncia renal. 17 Beta Í Coment  rios: O 17-Beta Estradiol estr io mais ativo e importante na mulher em idade reprodutiva. leiomiomas e adenocarcinoma renal). responder: Atraso de desenvolvimento seios. .5 mL de Soro. mais do que o estradiol. Realizamos a dosagem de Estradiol (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro. Transfus s e estro ios podem reduzir o nível da eritropoietina. Os níveis de eritropoietina podem estar elevados tamb m devido a flebotomias. PARDINI 119 . strog nio circulante predominante. tumores femininizantes adrenais. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 2. feocromocitoma. . pós -quimioterapia. Em virtude das dosagens do estradiol ainda apresentarem grande variaç tre diferentes laboratórios.5 mL de Soro. ‡ ñ †’u“u‘ ˆu‰à—€”à‘ ˆu‰à—€”àˆudu‰« ‘ ”u‘ “ ’u“ ò “u‘ €ˆ ‰ ““ ˆu‰à—€dàdu‘€”  “u‘ u‘u—u † m † † ™” † óuô †Rþ ô Estradiol. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. AIDS).6 a 34. puberdade precoce feminina.feminino: < 11 anos). Sua dosagem til na monitoraç íveis terap uticos de EPO-recombinante administrada a pacientes com aplasia medular. doenç tica e ginecomastia masculina.JD 4h. Estradiol tamb m produzido pelas glândulas adrenais.JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher. p los pubianos. O estradiol medido para estudo dos casos de amenorr ia e como guia para a monitoraç senvolvimento folicular durante induç da ovulaç o. Na mulher encontra-se em níveis baixos no hipogonadismo prim rio e sec rio.Eritropoietina Coment  rios: É um hormônio polipeptídico que regula a formaç dos glóbulos vermelhos do sangue. † ˆ † ‰ u‰ €’ u“ ‘ †† † E2 ñ Î Î Î Î ò ‡u‘  u –  ˆu‰R—u‰R—uu” ‘u—u † d† ‰ö¡ ””€–u “ uˆ ⠉ u” ‘ Î Î Î Ï Ï Ï ˆuˆu‰‰ ˆu‰ Ï Ï Ï Ï óuô †  †H• R–u’ †i†ÿ ¨ R–u’ †iÿ R–u’ ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † Á’  ˆu‰‰ »ëud ˆ€‰ ” ˆ dR—udR‡ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰  ˆ Instituto de Patologia Clínica H. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Ho je usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame. Encontra -se aumentada em estados tais como: doença cardíaca cianó tica.0 mU/mL Condi o: 0. em moradores de altas altitudes e em pacientes com hemoglobinas mutantes com grande avidez pelo oxi nio. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. cistos renais e alguns tumores (hemangioblastoma do cerebelo. hepatoma. uso de esteróide anabolizantes e algum as drogas. genital. testículos e pela convers perif rica da testosterona. sugere-se seu controle em um ico laboratório. Em mulheres menopausadas a estrona. shunts veno/arteriais. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 20 a 215 pg/mL Menopausa at /mL Fase Luteínica 20 a 230 pg/mL Homem at 5 pg/mL Fase Ovulatória 190 a 570 pg/mL Criança at /mL Pr -Menopausa at /mL Condi o: 0. Pode-se observar níveis elevados nos tumores ovarianos. estenose de art ria renal. genital. nefroblastoma. Sua dosagem tilizada para a investigaç emias e avaliaç mia provocada pela insufici cia renal.

N precisa conservante. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Informaç es necess rias: Se gr vida. uso de corticoesteróides. . PARDINI . 120 Instituto de Patologia Clínica H. Valores isolados s ifícil interpretaç . em penicilinoterapia.5 mL de Soro. Urina 24h*. após congelar por at Instruç es de Coleta: Veja Urina 24 . aplasia ou hipoplasia adrenal fetal e em casos de anencefalia. . Estriol pode aumentar no caso de gestaç m ltipla e uso de oxitocina.JD 4h. É sintetizado na placenta. A concentraç o de estriol pode estar reduzida na hipertens induzida pela gravidez. informar tempo de gestaç . representando mais de 90% do estrógeno nas mulheres gr vidas. perda fetal. ˆu‰  ò †iÿ † †@   ˆu‰ uˆ ‰ óuô ng/mL 14 a 53 24 a 75 29 a 127 45 a 175 60 a 210 90 a 325 †Rþ ô URINA Valor de Refer ncia: Homem e mulher ± Gravidez: Ñ ò ‘uˆ  Condi o: 1a Urina da m . defici cia de sulfatase placent ria. anormalidades fetais cromossômicas. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina e informar volume total.  ™” ˆ “u‘ ñ ˆu‰ ‡ ˆ€‰à—u”Û— † ˆ€‰ ˆ u ‰  ˆ€‰ SANGUE Valor de Refer ncia: .Estriol Ð E3 Coment  rios: É o estrógeno mais importante da gravidez . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mg/24h ou g creatinina Semanas de Gestaç mg/24h ou g creatinina 11 a 24 semanas 2a 8 25 a 30 semanas 7 a 29 31 a 35 semanas 10 a 36 36 a 40 semanas 13 a 50 †  uˆ ‰ †©¨ ô %‚Ò$Ó †¹¨ meses. nas gestaç s de fetos pequenos para a idade gestacional.Refrigerar. . 353 óuô ˆu‰ d€‘ ¡ ˆ o gr vida: at . sendo mais importante as medidas seriadas.0 ng/mL Semanas de Gestaç ± Gravidez: 16 a 20 semanas 21 a 24 semanas 25 a 28 semanas 29 a 32 semanas 33 a 36 semanas 37 a 40 semanas Condi o: 0. Outras causas de níveis reduzidos de estriol incluem moradores de altas altitudes.0 ng/mL ± N Gr vidas: at ± Homens: at . gestaç molar. estrógenos entre outros. diur ticos.

A estro muito utilizada para avaliaç ipogonadism o. Encontra-se aumentada em desordens infecciosas e inflamatórias. ñ u‰ u‘ d † u‘ d † ò E1 ˆu‰÷—u‰ ¡ †  ˆu‰ö—u” ˆ u‰ u’ u“ ‘ Õ Õ Õ Õ Õ Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ferritina Coment  rios: †Rþ ô vv  O teste da ferriti tilizado no diagnóstico e seguimento de anemias ferroprivas e hemocromatose. Pode estar aumentada em etilistas ativos e em indivíduos com outras doenças h ticas como hepatite autoimune e hepatite C.pr -menopausa 10 a 100 ng/mL Mulher . . Na presença de doença h tica.Estrona Ô Coment  rios: A estr mais potente que o estriol por m menos potente que o estradiol.JO 8h. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. avaliaç puberdade precoce (completa ou parcial). . É o principal estr io circulante após a menopausa. Nascido 25 a 200 ng/mL 1m s 200 a 600 ng/mL 2 a 5 meses 50 a 200 ng/mL 6 m a 15 anos 10 a 140 ng/mL Mulher . Conservaç o para envio: At dias entre 2o C e 8o C. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: R. A dosagem de ferritina reflete o nível de estoque celular de ferro. a defici cia do ferro o ser refletida pela ferritina s rica.5 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. A ferritin um reagente de fase aguda. em estados inflamatórios como artrite reumatóide. ñ ”u–u “u‘ † ‘ud †  Õ Õ Õ Õ Õ Õ Õ “ ò “u‘ u– €‰ u— ” €‘ ˆ ”u–u d† † Ö Ö Ö Ö Ö óuô Ö Ö †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Fase Folicular 15 a 100 pg/mL Fase Ovulatória 100 a 200 pg/mL Fase Luteínica 15 a 130 pg/mL Menopausa 15 a 65 pg/mL Homem 30 a 55 pg/mL Condi o: 0. diagnóstico de tumores feminilizantes e acompanhamento de reposiç o hormonal na menopausa. doenças malignas ou terapia com ferro. A maior parte da E1 est conjugada sob a forma de sulfato.JD 4h. PARDINI 121 .pós -menopausa Menopausa 10 a 280 ng/mL Homem 29 a 300 ng/mL Condi o: 0.

. Gastrium. na dispepsia. Lansoprazol.6 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. † ‘ud † † m† ‡ † €’  ™ †‡” u “ ‘ u d u –  “  ñ ò ×  ØØ × × óuô †Rþ ô ˆu‰R—u‰R” vv  † d ‘u’udR ‘uˆu‰Rd “ ˆ€‰ ‡ d■† – †  ùd€’ud ˆ 122 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4h.M. dever rdar 7 dias após a suspens o do medicamento ou C. na insufici ncia renal crônica e após vagotomia. Victrix.GAD. Lozec. Se o cliente estiver em uso de Omeprazol. no carcinom strico. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. em pacientes com lcer tica.2 mL de Soro.000 pg/ml. anticorpos anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. onde os níveis s ricos encontram-se acima de 1. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: ≤ 1. distribuídas em todo o tubo digestivo.JO 10h. . Por m. ñ óuô ò † dum † † † † ˆu‰ † ˆu‰»‰um ”u †Rþ ô Gastrina Coment  rios: A Gastrina um hormônio produzido pelas c lulas G. anemia perniciosa.0 U/mL Condi o: 0. A dosagem de gatri fundamental no diagnóstico da Síndrome de Zollinger -Ellison (Gastrinoma). m bom indicador da efici cia da ter tica cir rgica. Anti-GAD s servados em 70 a 80% dos pr -di ticos e diab ticos tipo 1. na lcera strica e duodenal. Peprazol. nestas situaç es os níveis de gastri tingem valores t elevados quanto na Síndrome de Zollinger-Ellison. incluindo 7 a 8% dos diab ticos com início na vida adulta. PARDINI . Hipergastrinemia tam m pode ser encontrada na gastrite atrófica.O. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: < que 90 pg/mL Intermedi rio de 90 a 200 pg/mL Patológico > de 200 pg/mL Condi o: 0. A dosagem de gatrina pr pós cirurgia. para realizaç xame.

JD 4h. O beta-HCG dosado por quimioluminesc nci sensível o bastante para detectar uma gravidez normal às vezes t cedo quanto após 7 dias da implantaç mbora o mais seguro seja 15 dias após a implantaç . e neoplasias de c lulas germinativas do ov rios e testículos.5 mL Líquor. PARDINI 123 . Controle de Mola? Suspeita de aborto? Quando? † “ d† ˆ € ‰ å ” ™ ” ˆ€‰ ˆu‰ý— “u‘ “u‘u”ud † vv  † ˆ u ‰ ˆu‰ ˆ —u‰ ˆ  ˆu‰Õ  âd ˆu‰ ˆu‰ ô dR—udR‡ QUIMIOLUMINESC NCIA – SANGUE Valor de Refer ncia: Diagnóstico de Gravidez: de 0 a 5 mUI/mL Negativo de 5 a 50 mUI/mL Indeterminado acima de 50 mUI/mL Positivo Nota: Quando os resultados estiverem entre 5 e 100 mUI/mL.Urina após 4 horas sem urinar. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Deve -se ter em mente. mola hidatiforme. coriocarcinoma. Est iminuído na gravidez de risco (risco de aborto) e gravidez ectópica. Beta Coment  rios: O HCG  ma glicoproteína composta de 2 subunidades (alfa e beta). . tais ensaios n o necessariamente detectam mol culas degradadas ou homog s encontradas nas doenças troflobl sticas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ò Ù Ù Ù Ú Ú Ú Ù óuô ˆ ˆu‰ QUIMIOLUMINESC NCIA – L ¼ QUOR Valor de Refer ncia: ≤ 1.HCG. Informaç es nece rias: A falta das informaç es abaixo implica na rea lizaç o do exame como suspeita de gravidez. Informar: Suspeita de gravidez? Ciclo de quantos dias? Dat ltima menstruaç . no entanto. mola hidatiforme. N o havendo correlaç o clínica. É usado no diagnóstico de gravidez ectópica e extremament til no diagnóstico e acompanhamento do tratamento cir rgico ou quimioter ico da neoplasia de c lulas germinativas.Cromatogr fico Valor de Refer ncia: Negativo (Obs. Pode estar pouco elevado na gravidez ectópica e na gravidez de risco (risco de aborto) quando os níveis podem cair progressivamente. Algumas das metodologias para detecç HCG s direcionadas primariamente para o diagnóstico de gravidez. Condi o: 1a Urina da m . e neoplasias de c lulas germinativas do ov rio e testículos. M todo: Imunoensaio . coriocarcinoma. atenç o especial para sua evoluç .5 mUI/mL Condi o: 0. que variaç s s observadas quanto ao prazo usual da implantaç o e que a detecç o beta -HCG pode sofrer interfer cias da metodologia utilizada e da presença rara. ñ † €– ò ó u ô ˆ d€‘ ¡ ˆ †¨ô ©  ”⇠† †  öd Û— ‡  ™” ˆu‰ ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. sugere-se HCG no sangue (soro). Homem: 0 a 5 mUI/mL Condi o: 0. Est mentado na gravidez.: O HCG Urin rio sofre as variaç s da diluiç ou concentraç o da urina. mas possível dos anticorpos heterofílicos. Est mentado na gravidez. †Rþ ô IMUNO ENZIM¶ TICO – URINA óuô †©¨ ô  ò Coment rios: O HCG ma Glicoproteína composta de 2 Sub-unidades (Alfa e Beta).

ocorrendo cerca de oito picos di rios em jovens.9 a 13. PARDINI .Mulher . É secretado de maneira puls til. Níveis baixos ou indetect veis s teis para o diagnóstico da baixa estatura. ñ ˆ Ü Ü Ü Ü ˆ “u‘ “€‘u” ˆ€‰î”  † † ò Ý Ý Ý Ý Ý Ý óuô Ý ‰† ª vv  †Rþ ô † u” † –u‰€‰ ‘u »’  Rë€d ˆu‰‰ ˆ ˆ “ ‰â‘uˆu‰ ˆu‰Á‰ ˆ u ‰ dR—udR‡  ˆ Áëudu‘ “ 124 Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nec rias: .0 U/L . responder: Atraso de desenvolvimento seios.3 U/L . . nos quadros de tumores secretores de gonadotropinas e menopausa. . Na Síndrome dos Ov rios Policísticos valorizada sua relaç o com o LH.Homem 0.0 U/L Adultos . responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham. genital.Fase Luteínica 0.Fase Ovulatória 3. p los pubianos.Informar medicamentos em uso ou recente. genital. estes picos s raros.Menopausa > do que 20. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. estatura? Desenvolvimento precoce: seios. Encontra-se em valores inadequadamente baixos em doenças hipofis rias ou hipotalâmicas e na produç ctópica de hormônios esteróideos. decrescendo a níveis muito baixos durante a infância e elevando -se na puberdade at níveis de adulto. ‰ u— ‰ † –  ˆ ˆu‰ €ˆ Á  ‘€ˆ ‘uˆ€‰ ˆ€‰å‡ ˆu‰ ñ ò óuô †Rþ ô †   ™”  Hormônio Folículo Estimulante Û Coment  rios: FSH O FSH estimula os folículos ovarianos na mulher e a espermatog se no homem. menos evidente que o LH.5 U/L Condi o: 0. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 3. Nos adultos.Hormônio de Crescimento Û HGH Coment  rios: A secreç HGH  ls til.JO 8h. exercício físico e sono. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Fase Folicular 2.3 U/L . Deve se recorrer aos testes funcionais para o estudo de sua secreç . Pode ocorrer liberaç o de HGH em condiç s fisiológicas após stress.3 a 8.0 U/L Adultos . na qual os valores de LH se eleva.5 mL de Soro.5 mL de Soro.JD 4h. O FSH eleva-se nas defici cias ovarianas ou testiculares. O FSH encontra-se em nível relativamente elevado no primeiro ano de vida. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: < 10 ng/mL Condi o: 0. Eleva -se precocemente na instalaç o da menopausa. Se mulher. com seu ciclo? At q ca sua menstruaç o foi regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J sou? Qual? H to tempo parou de usar? Est r vida? H ntos meses? Informar dat ltima menstruaç o e data da coleta deste exame.feminino: < 11 anos).4 a 9. bem como valores moderadamente elevados o confirmam o diagnóstico de acromegalia.2 a 10.0 U/L Pr -Puberal < que 5. Se criança (masculino: < 14 anos .

50 U/mL Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.Fase Ovulatória 13.2 a 12.0 U/L Condi o: 0. † ˆu‰ ˆ † LH ñ ß ß ß ß † ò u–  ˆu‰   ˆu‰ö•  ˆu‰ à à à à à à óuô  à ‰ † ˆu‰R‰ vv  †Rþ ô ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆu‰‰ † m† † ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ ‰â‘uˆ€ˆu‰ ‰ ‡  “ ˆu‰ IA2. Valor de Refer ncia: < 0. ñ † ˆu‰ ˆu‰ö‰€m ”u óuô †Rþ ô ò Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Se mulher. seu grande aumento no meio do ciclo induz à ovulaç . o que parece ser fundamental para a sua aç . genital. pode determinar a data da ovulaç o. Se criança (masculino: < 14 anos . estatura? Desenvolvimento precoce: seios. É secretado de maneira puls til.0 U/L Adultos . No sexo feminino. mostrando-se em níveis baixos nos hipogonadismos de origem hipofis ria e hipotalâmica. PARDINI 125 .2 a 10. .8 a 71.3 U/L .6 a 9.JD 4h. p los pubianos.Homem 0.Fase Luteínica 0.0 U/L Adultos .Fase Folicular 1. Anticorpos anti IA-2 s servados em 64% dos parentes pr -dia ticos e em pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1. . responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham.2 mL de Soro. Na Síndrome dos Ov rios Policísticos pode encontrar-se em valores acima do normal. valorizando-se a relaç H/FSH maior que 2 como sugestiva de diagnóstico. aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio Condi o: 0. responder: Atraso de desenvolvimento seios.Mulher . anti Coment  rios: O diabetes mellitus tipo 1 caracterizado pela infiltraç linfocítica das ilhotas pancr ticas e autoanticorpos contra uma variedade de antígenos das c lulas beta. Realizamos a dosagem de LH (r ido) por outra metodologia para casos de fertilizaç in vitro.JD 4h. genital. Se for dosado de maneira seriada.8 U/L . nos ov rios e nos testículos.20 U/L Pr -Puberal 0.8 U/L .feminino: < 11 anos).02 a 3. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Criança < que 0.5 mL de Soro.Hormônio Luteinizante Þ Coment  rios: O LH o hormônio estimulador das c lulas intersticiais. Eleva -se na menopausa mais tardiamente que o FSH.Menopausa > do que 15. Eleva -se nas patologias primariamente gonadais.

hipopituitarismo.9 a 392. gigantismo e acromegalia.0 a 972.0 130.0 a 466.0 a 354.7 a 100.0 a 494.0 25 a 30 119.0 a 831. Valores baixos s tam m encontrados nos tumores de hipófis funcionantes.0 a 480.0 129.4 a 290.0 a 276.0 23 a 25 169.0 203.0 a 258.JD 4h.0 a 150.0 12 a 13 55.0 18 a 20 197.0 a 526. cirrose.0 a 591.0 16 a 18 239.0 a 648. O IGF.0 20.0 20 a 23 215. diabetes mell itus.0 a 756.0 a 699.0 † ˆu‰â‰um ˆ ò “u‘ d u m † ˆu‰ m † ˆu‰ ñ ˆu‰ ò ”ö‘€ˆu‰ ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 3.0 30 a 40 100.0 96.0 193. hepatoma. Valores altos ocorrem na adolesc cia. .0 a 624.0 a 870.0 a 521.0 a 494.0 Condi o: 0.IGF 1 á Somatomedina C Coment  rios:  m peptídeo produzido principalmente no fígado por estímulo do hormônio de crescimento.0 a 502.0 a 476.0 22.1 a 383.0 288. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (anos) (ng/mL) (ng/mL) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 23.0 8a9 81. obesidade.0 2a3 24. síndrome de privaç materna. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.0 a 117.0 a 373.0 30.0 4a5 30. Valores baixos s servados nos extremos da idade (primeiros 5-6 anos de vida e na senilidade).0 40 a 50 101.0 236.0 163.0 15 a 16 358.0 11 a 12 29.0 13 a 14 71. gestaç . desnutriç o.0 a 628.0 9 a 10 72.0 1a2 6. hipotireoidismo.0 a 995.0 a 303.0 14 a 15 153.0 a 752.0 a 484.1 a 131.5 mL de Soro. retinopatia di tica.0 261.0 a 630. no atraso constitucional do crescimento e com a anorexia nervosa. nanismo de Laron e alguns casos de baixa estatura com resposta ao GH normal aos testes farmacológicos. ò óuô †Rþ ô 126 Instituto de Patologia Clínica H.0 97.0 a 575.0 108.3 a 152.0 a 570.0 a 956.0 10 a 11 30.0 5a6 33.0 a 991.0 30 a 40 100.0 3a4 44. PARDINI .0 a 289.0 50 a 70 78.0 110. atraso puberal.0 6a7 43. puberdade precoce verdadeira.0 a 428.

4 a 4.6 30 a 40 1.3 a 5. e liga aproximadamente 95% dos IGFs no sangue. Sua determinaç tilizada na avaliaç sordens do eixo GH-IGF-1.1 14 a 15 1.4 13 a 14 2.0 a 4. PARDINI 127 .9 a 7.7 a 5. De todas as IGFBPs.5 8a9 2.7 2.1 2.3 2. Recentemente.7 12 a 13 1. a IGFBPmais estudada.4 a 7. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Valor de Refer ncia Valor de Refer ncia Idade (ng/mL) (ng/mL) (anos) Sexo Masculino Sexo Feminino 7a8 1.0 25 a 30 2.8 a 7. acreditava-se que s ica funç ra o transporte das IGFs.1 1a2 1. ò óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. No plasma os IGFs est ligados a uma família de proteínas ligadoras (IGFBPs).3 15 a 16 2.3 ñ ˆu‰ ò ׆ d “ ˆu‰ †  ¨ ™” u‰ €’ “  ˆu‰R—u”R—u” ud«‡€‘ ˆu‰ ˆu‰Û” ˆ€‰ ò ò Ambos os sexos Idade (anos) Valor de Refer ncia (ng/mL) 0a1 1.3 a 6.1 a 6.1 a 3. sendo a mais abundante na circulaç .3 50 a 70 2.2 30 a 40 1.1 a 7.8 a 7.8 a 8.0 a 7.4 2.3 a 6. Originalmente.3 a 7.3 4a5 1.4 a 6.7 a 6.1 2.7 a 7.9 2. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.3 2.1 a 7.2 2.0 a 4.6 a 7.5 2.9 a 7.4 2.2 2.6 2a3 1.3 40 a 50 2. entretanto.9 a 7.6 2.6 a 3.2 a 5.7 10 a 11 1.3 a 7.0 3a4 1.7 a 7.2 5a6 2.3 a 5.6 a 7. .8 a 7.0 a 6.4 23 a 25 2.6 a 5.0 16 a 18 2.3 2. atividades da IGFBP-3 t m sido identificadas (em particular como agente apoptótico.0 a 4. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico.0 a 3.3 a 7.2 a 4.0 Condi o: 0. inibindo a proliferaç celular).2 6a7 2.3 mL de Soro.0 1.5 2.5 20 a 23 2. com potentes aç s anabólicas e mit nicas.5 18 a 20 2.1 a 4.2 11 a 12 2.0 a 5.JD 4h.IGFBP-3 Coment  rios: Os fatores de crescimento insulin like (IGFs) constituem uma família de peptídeos com homologia estrutural à insulina.7 a 7.5 9 a 10 2. modulando sua biodisponibilidade para seus receptores. uma categoria composta agora por 10 membros.

M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: At U/mL Condi o: 0. resist cia insulínica clinicamente aparente mediada por tais anticorpos rarament observada (0.Insulina Coment  rios: Al m de sua indicaç o no dia gnóstico de insulinoma. . ocorre elevaç insulinemia. † ñ m† “ ˆ †óuô ˆ ò “ ˆu‰R—ud —ud † “ ˆu‰R‘uˆu‰ †Rþ ô Insulina. que apresenta níveis de insulina elevados. a dosagem de insulina pode ser utilizada para estudos de outras causas de hipoglicemia.30 (Esta relaç tem valor nos testes Glicose/Insulina após estímulo com dextrosol) Condi o: 0. mas poucos s IgE. Nesses casos.40 a 3. Veja tam m Resist ncia à Insulina.5 mL de Soro.80 Veja: p g. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos anti Coment  rios: Essencialmente. ñ ˆu‰ “u‘ ˆ u ‰ « ‘ € ‰ ˆu‰ ”† †óuô • @ ‘ ò H †Rþ ô  ITL â Indice de Tiroxina Livre Coment rios: O índice de tiroxina livre pode ser calculado como o produto da captaç o de T3 por resina e T4 total.140 T3 Retenç ˆuò ‰ ™ ˆ ˆ ˆ€‰à—u” † ˆu‰ l l 128 Instituto de Patologia Clínica H.0 µU/mL Relaç o Insulina/Glicose: at 0. com resposta exagerada após a sobrecarga glicídica. por diferentes mecanismos. Recentemente. T3 Retenç X T4 Total ÷ 100 = ITL Valor de Refer ncia: 1.JO 10h.5 a 20. A presença de anticorpos anti -insulina pode ocasionar alteraç s resultados dos ensaios para insulina. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Apresenta estimativa satisfatória da concentraç T4 livre nas gestantes e em uma variedade de outras situaç es em que a concentraç o de TBG encontra-se alterada.5 mL de Soro. Entretanto. frente a níveis normais ou elevados da glicemia. A maioria dos anticorpos anti-insulina s IgG. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 2. todos os pacientes tratados com insulina de porco ou boi desenvolvem anticorpos antiinsulina. PARDINI .JD 4h. v m sendo descritas. Diversas formas de resist ncia à insulina.138 e T4 Total p g. A causa mais conheci a que acompanha a obesidade. os ensaios de TSH tornaram-se reprodutíveis e o uso do ITL tem diminuído. proporcional ao T4 livre.01%) nos pacientes tratados. . Pode estar presente em 16 a 69% dos pacientes com diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1.

JD 4h.0 a 17. É tam m til para sugerir a presença de um tumor virilizante adrenal.0 ng/mL Obeso: 4.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 3 β Hidroxi Dehidrogenase). M todo: Hidrólise + Extraç o + Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher . Nas formas tardias do adulto o basal pode estar normal ou discretamente elevado. PARDINI 129 . Este ensaio primariamente til no diagnóstico da hiperplasia adrenal cong nita por defici cia da 3 β-OH esteróide desidrogenase. .0 a 35. ñ “u‘ † †† ™” ™” † ã ã óuô ò ä ˆu‰í‰€mu” ä ä ˆu‰R‰umu” ä †Rþ ô “ 17 OH Pregnenolona Coment  rios: 17-alfa hidroxipregnenolona formada pela hidroxilaç regnenolona.5 mL de Soro. A maior parte da pregnenolona circulant de origem do córtex adrenal e seus níveis apresentam modesto aumento após a administraç e ACTH.Fase Luteínica 42 a 450 ng/dL .5 mL de Soro.0 a 11. Concentraç s baixas podem ser encontradas em pacientes lipoatróficos. Em humanos produzida no tecido adiposo.0 ng/mL Obesa: 7. Parece ser uma mol cula semelhante a citoquina que produz seus efeitos interagindo com receptores no SNC e tecidos perif ricos.Fase Folicular 45 a 1185 ng/dL . conduz a quadros raros de obesidade extrema.0 ng/mL Condi o: 0.JD 4h. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher N sa: 2.0 a 59. Mutaç s no gene da leptina. Condi o: 2. .Leptina Coment  rios: É uma proteína s rica de 16kDa relacionada à obesidade e descoberta em 1994.Menopausa 18 a 48 ng/dL Homem: 41 a 183 ng/dL 1 hora após ACTH: 500 a 1500 ng/dL Obs. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ † ” † ˆu‰í— “ € ‘ ä ä ä ä † ã ò †ˆ ˆu‰¿—ud¿– ‡ m† ‡ ˆ ã ã óuô ‘€’u“u‘ “u‘ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Níveis moderadamente aumentados s o observados na Síndrome de Cushing ACTH dependente. produzindo defici cia de leptina.0 ng/mL Homem N so: 1.Pr -Puberal 20 a 140 ng/dL . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

17 OH Progesterona Coment  rios:

A 17 OH Progesterona, um esteróide produzido pelas gônadas e pelas supra -renais, sendo precursor da síntese do cortisol. É o principal marcador da defici cia da 21 -hidroxilase, causadora da forma mais comum de hiperplasia c ita da supra-renal. Quando do nascimento, os valores se encontram elevados, normalizando-se rapidamente na primeira semana de vida. Tem-se valorizado muito a dosagem da 17 OH Progesterona na avaliaç o de certas formas de hirsutismo, causadas pela hiperplasia da supra-renal de início tardio. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Mulher: Fase Folicular de 20 a 150 ng/dL Fase Luteínica de 50 a 300 ng/dL Menopausa de 10 a 100 ng/dL Homem adulto de 50 a 300 ng/dL Ambos os sexos - Pr -Puberal < que 200 ng/dL Rec m nascidos os valores podem estar elevados at 0 ng/dL, caindo rapidamente após a 1 a semana de vida, ficando menor que 200 ng/dL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Obs.: Valores elevados na Hiperplasia Adrenal Co ita (defici cia de 21 Hidroxilase). Nas formas tardias do adulto, o basal pode estar normal ou discretamente elevado, com hiper resposta ao ACTH > 1500 ng/dL. Conservaç o para envio: At dias entre 2 o e 8o C.

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Osteocalcina Coment  rios:

A osteocalcina tam m conhecida como BGP (Bone Gla Protein) m marcador específico do turnover ósseo sintetizado pelos os teoblastos. Os níveis circulantes de osteocalcina possuem boa correlaç com os índices histológicos de formaç óssea. Seus níveis variam tamb m com a idade: maiores na infância e puberdade, com pico durante o estir o puberal; declínio na fase adulta, aumentando após a menopausa. Níveis elevados ocorrem em: hiperparatireoidismo prim rio, osteossarcoma secund rio e Doença de Paget. Níveis diminuídos ocorrem no hipoparatireoidismo e síndrome de Cushing. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Pr -Puberal 10,0 a 80,0 ng/mL Homem at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 41 anos: 2,0 a 12,0 ng/mL Mulher at s: 2,5 a 15,0 ng/mL > que 51 anos: 3,0 a 22,0 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Paratormônio Intacto (Mol ’¦s ula Inteira) ç Coment  rios:

O PTH responde prontamente às variaç s do c lcio plasm tico. A avaliaç o do PTH deve ser feita em conjunto com a dosagem do c lcio, pois podemos diagnosticar o hiperparatireoidismo prim rio pelo encontro de PTH elevado com c lcio discretamente elevado ou mesmo nos limites superiores da normalidade. Outras causas de hipercalcemia exibem o PTH em níveis baixos. A hipocalcemia apresenta PTH em concentraç s elevadas; este fato ocorre na defici cia da vitamina D, como tamb m na insufici ncia renal crônica. No hipoparatireoidismo encontramos níveis baixos do c lcio com PTH indect vel ou em concentraç s baixas. Se o PTH estiver aumentado, o diagnóstico prov vel pseudohipoparatireoidismo. Na avaliaç o de litíase renal, a dosagem do PTH pode diagnosticar um hiperparatireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 10 a 65 pg/mL Condi o: 0,6 mL de Soro. - JD 4h. Laboratórios: Enviar amostra congelada em recipiente de pl stico com gelo em quantidade suficiente de maneira que o material chegue congelado ao laboratório. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Peptídeo C Coment  rios:

O Peptídeo C secretado juntamente com a insulina em proporç s equimolares. Sua dosagem o se altera na presença de anticorpos anti -insulina, refletindo nestes casos, melhor que a insulina, a capacidade secretória das c lulas beta. O peptídeo C serve para avaliar a capacidade do paciente di tico de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais. O Peptídeo C est levado em insulinomas e diabetes tipo II. Baixas concentraç s acontecem em diabetes tipo I e na administraç insulina exógena. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: 0,4 a 3,5 ng/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Progesterona Coment  rios:

A progester roduzida pelo corpo l teo, sendo o marcador de sua exist ncia (por conseqü ncia da ocorr cia de ovulaç ) e de sua funcionalidade. Uma fraç mínim secretada pelas adrenais, elevando-se na hiperplasia adrenal co ita e em alguns carcinomas adrenais e ovarianos. Na gestaç , eleva -se rapidamente nas primeiras semanas, refletindo o funcionamento do corpo l teo e da placenta. Est iminuída na amenorr ia, agenesia gonadal e morte fetal. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Fase Folicular 250 a 850 pg/mL Fase Luteínica 3.000 a 20.000 pg/mL Menopausa at /mL Homens 200 a 800 pg/mL Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Informaç es nece rias: Se mulher, responder questi rio: atualmente sua menstruaç o vem todo m s? Cas venham, com sua menstruaç o? At p oca sua menstruaç o era regular? A menstruaç o vem com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Se criança (masculino: < 14 anos – feminino: < 11 anos), responder: Atraso de desenvolvimento seios, genital, estatura? Desenvolvimento precoce: seios, p los pubianos, genital, aparecimento de menstruaç Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Pro-Insulina Coment  rios:

Pró -insuli produzida nas c lulas beta das ilhotas e clivada em insulina e peptídeo C anterior à sua liberaç a circulaç o. Normalmente, uma pequena quantidade de pró -insulina (2 a 3%) escapa da convers e secretada juntamente com insulina durante a estimulaç c lula beta. Entretanto, pacientes gravemente hiperinsuli micos mostram at % de insulina imunoreativa como sendo material pró -insulina like. A pró -insulina tem uma aç o levemen te hipoglic mica. A desordem clínica que mais consistentemente resulta em níveis s ricos elevados o insulinoma. Níveis aumentados de próinsulina t m sido reportados em pacientes com insufici ncia renal crônica, hipertireoidismo e hiperinsulinemia familiar. Pode ser til no diagnóstico da hipoglicemia factícia. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: N sos 5,0 a 16,0 picomoL/L Obesos 8,5 a 42,0 picomoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro. - JO 10h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Prolactina Coment  rios:  m hormônio proteico secretado pela hipófise anterior e placenta. A prolactina pode modular Prolacti

mero de folículos em desenvolvimentos na fase folicular de cada ciclo menstrual. Durante e após a gestaç , em associaç com outros hormônios, estimula desenvolvimento e produç leite. A secreç rolacti stimulada pelo sono, stress e o hormônio hipotalâmico TRH. A secreç prolacti diminuída pela dopamina e seus a logos, tais como, bromocriptina. A hipersecreç o de prolactina pode ser causada por tumores pituit rios, chamados de prolactinomas, doença hipotalâmica, estimulaç tórax ou mama, hipotireoidismo, insufici cia renal, exercício, stress, alimentaç v rias medicaç s (fenotiaziana e metoclopramida, por exemplo). A hiperprolactinemia inibe a secreç de gonadotropinas e pode produzir hipogonadismo em homens e mulheres com níveis baixos ou inapropriadamente baixos de LH e FSH. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem 0,6 a 17,0 ng/mL Mulher - Fase Folicular 0,6 a 19,0 ng/mL - Fase Luteínica at ,0 ng/mL Criança 30% mais que adulto Nota: Valores entre 20 e 40 na mulher e 17 e 40 nanog/mL no homem devem ser repetidos porque a Prolactina sofre muitas infl cias. Gravidez (Schweizer, F.M., publicado no Am. J. Obstet. Gynecol. De 15 de junho de 1984): 1 o Trimestre 30 ng/mL (10 a 80 ng/mL) 2 o Trimestre 100 ng/mL (20 a 350 ng/mL) 3 o Trimestre 200 ng/mL (40 a 600 ng/mL) Obs.: A descoberta de Hiperprolactinemias durante a gravidez, deve ser encarada com muito cuidado. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Repouso de 30 minutos para quem fez exercício físico. Informaç es nece rias: Este exame, em geral, vem acompanhado de FSH e LH, veja question rio p g.124. Sendo solicitado isolado, informar s controle de tratamento ou sendo possível, verificar com o cliente a raz la qual o exame foi solicitado. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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PSA í Antígeno Prost e tico Específico Coment  rios:  ma protease produzida quase que exclusivamente pelas c lulas O antígeno prost tico específic
epiteliais do tecido prost tico. Est presente em altas concentraç s no líquido seminal. Níveis pr operatórios correlacionam (ainda que imperfeitamente) com extens o da doença em pacientes com câncer prost tico. PSA til na detecç tumor prost tico e no seguimento do seu tratamento. Pode apresentar-se elevado nos quadros de prostatite. Aproximadamente 25 a 46% dos homens com hiperplasia prost tica benigna t m concentraç levada de PSA. Pacientes com prostatite tam m exibem elevaç s do PSA. O nível de PSA tilizado isoladamente para estagiamento e seleç candidatos para prostatectomia radical. Elevaç s podem ser encontradas após o exame retal digital, massagem prost tica, instrumentaç o uretral, ultrassom transretal, biópsia prost tica por agulha, retenç rin ria, infarto ou isquemia prost ticas e relaç sexual. Sua utilizaç r -operatória n o define acuradamente se o carcinoma se apresenta com ou sem invas capsular. No seguimento dos pacientes muito importante manter a utilizaç mesmo ensaio. A velocidade do PSA ma express tilizada para indicar a taxa de mudança do PSA. Pode prover um índice capaz de detecç precoce do adenocarcinoma prost tico com distinç o entre os normais e aqueles com hiperplasia prost tica benigna. Flutuaç s fisiológicas < 30% s o descritas. M todo: Imunofluorimetria Informaç es necess rias: - Após Ultra -Som Trans-Retal, aguardar 24 horas. - Após Exercícios pesados, aguardar 24 horas. - Após Ejaculaç , aguardar 2 dias. - Após Toque Retal, aguardar 2 dias. - Após Biópsia de Próstata, aguardar 4 semanas. - Após Massagem na prósta ta, aguardar 4 semanas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Valor de Refer ncia: Homem at ,5 ng/mL 2,5 a ,4,0 ng/mL 4,1 a 10,0 ng/mL 11,0 a 20,0 ng/mL > 20,0 ng/mL Mulher < que 0,5 ng/mL

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Nota: Valores basais menores que 2,5 ng/mL apresentam alta preval cia de normalidade. Valores basais de 2,5 a 4,0 ng/mL embora pouco acima dos limites normais, exigem controle clínico mais rigoroso e Biópsia. Valores basais de 4,1 a 10,0 ng/mL, sugere-se al m de rigoroso controle clínico, a crit rio m ico, a relaç o PSA Livre/Total e Biópsia Valores acima de 20 nanog/mL Biópsia obrigatório Mulheres, valores acima de 0,5 nanog/mL s sugestivos de Neoplasia de Mama. Importante: Pacientes de 40 a 45 anos, 48 horas ou mais após a ejaculaç , os valores de PSA podem aumentar de 1,3 a ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

Babaian RJ, Johnston DA, Naccarato W, Ayla A, Bahadkamkar VA, Fritsche HA. The incidence of prostate cancer in a screening population with a serum prostate specific antigen between 2,5 and 4,0 ng/mL.: relation to biopsy strategy. J Urol 2001;165:757-60.

Moderadamente elevado Elevado Aumento Significativo Grande Aumento normal

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PSA LIVRE E TOTAL

Valor de Refer ncia: PSA Livre at ,720 ng/mL PSA Total at ,50 ng/mL % PSA Livre Probabilidade de CA 0 a 10% 56% 10 a 15% 28% 15 a 20% 20% 20 a 25% 16% > 25% 8% Para valores de PSA Total entre 2,5 e 15,0 ng/mL, porcentagem de PSA Livre/PSA Total, relaç o acima de 27% sugestiva de benignidade; neste grupo, valores de 19 a 26%, est zona intermedi ria, devem ser estudadas com maior cuidado. Abaixo de 18% sugestivo de malignidade. Cuidado, se trata de probabilidade. Nota: Valores basais menores que 2,0 ng/mL mesmo que atinjam valores ao redor de 5,0 ng/mL, num intervalo de 2 anos, apresentam alta preval cia de benignidade. Valores basais de 2,1 a 4,0 ng/mL que se elevam para 4,1 a 5,0 ng/mL, num prazo de 2 anos, precisam fazer controle mais rigoroso com o clínico. Importante: At 8 horas após ejaculaç o, os valores de PSA podem aumentar de 1,3 ± 0,8 ng/mL. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h.

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Renina Coment  rios:

A renina secretada pelas c lulas justaglomerulares adjacentes às arteríolas renais aferentes e converte o angiotensino io em angiotensina I. A angiotensina I , por sua vez, convertida em angiotensina II, um peptídeo biologicamente ativo que estimula a secreç renocortical de aldosterona e tem uma atividade vasopressora direta. O interesse clínico em medir a renina plasm tica concentra-se principalmente nos pacientes com quadro de excesso de aldosterona. Existem duas formas de hiperaldosteronismo: prim rio e sec rio. No hiperaldosteronismo prim rio o excesso de aldoster produzido autonomamente por um adenoma ou hiperplasia adrenal, no secund rio a aldoster produzida como uma resposta fisiológica em algumas doenças, tais como, insufici cia cardíaca, cirrose, hipertens renovascular, Síndrome de Bartter, medicaç o diur tica e quadros de vômitos protraídos. Interpretaç reni ifícil devido à n o especificidade dos ensaios indiretos, i meras vari veis pr -analíticas afetam a produç e renina (ingest sódio, postura e medicam entos) al m da variaç circadiana na produç de renina (m xima na m , mínima no final da tarde). M todo: Radioimunoensaio Ci tico Valor de Refer ncia: Dieta Normal de Sódio Restriç o de Sódio deitado 0,3 a 1,6 ng/mL/h deitado 1,9 a 4,3 ng/mL/h 2h em P 1,5 a 3,5 ng/mL/h 2h em P 3,0 a 7,6 ng/mL/ 2h em + Furosemida 1,5 a 8,5 ng/mL/h Valores para Veia Renal direita e esquerda: diferença > 1,5 ng/mL/h s consideradas anormais. Condi o: 2,0 mL de Plasma (EDTA). - JD 4h. - Para coleta basal, repouso de 30 minutos deitado, ar ou C.O.M. Medicamentos: Valores altos de Renina s vistos em pacientes em uso de diur ticos, anticoncepcionais (devido ao estrógeno),drogas anti -hipertensivas.Retirar a medicaç lo menos 1 semana antes do exame C.O.M. Laboratórios: Congelar imediatamente e enviar material congelado. Conservaç o para envio: At meses entre - 5 o a - 25o C.

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Risco Fetal
TESTE INTEGRADO
Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre - PAPP-A - Transluc ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median-MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s do tubo neural - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 1%. Detecta Síndrome de Down e m formaç do tubo neural com maior taxa de detecç o e menor taxa de falsos-positivos, por iss considerado o teste ideal. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativa n exclui a possibilidade de uma gestaç fetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç ) ideal 12 a semana e 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç ) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gest aç nterior: síndrome de Down, malformaç o de tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra -sonografista, data da realizaç o do ultra -som, comprimento cabeç s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ltra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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TESTE COMBINADO

PAPP-A - Translu ncia Nucal Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que ab astecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down - Taxa de detecç : 82% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta somente Síndrome de Down. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 1o trimestre (10a a 13a semana de gestaç o) ideal 12 a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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o...RISCO FETAL

TESTE TRIPLO

Alfafetoproteina - Estriol Livre - β HCG Livre Coment rios: Os dados obtidos nas determinaç s, s o analisados atrav s de um software, que abastecido com dados decorrentes de estudos estatísticos, utiliza o m ltiplo das m ias (multiples of the median -MoM) para fornecer um risco fetal para Síndrome de Down e m formaç s de tubo neural - Taxa de detecç : 69% e Taxa de falso positivo: 5%. Detecta Síndrome de Down e m formaç tubo neural. Valor de Refer ncia: Limite de Risco 1:200 Nota: Lembramos que em uma triagem positiva (risco maior 1:200) existe apenas a probabilidade do feto apresentar anomalias, haja visto que o teste apresenta resultados falso positivos. A triagem negativ exclui a possibilidade de uma gestaç afetada em funç o dos resultados falso -negativos. Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. - Realizar no 2o trimestre (15a a 22a semana de gestaç o) ideal 15 a a 18a semana. Informaç es nece rias: Infomar: data de nascimento, raça, peso, data da coleta, data do 1 o di ltima menstruaç , diabete tipo I? gravidez após fertilizaç “in vitro”, anormalidade de feto em gestaç terior: síndrome de down, malformaç tubo neural, abortos anteriores, outros especifique, nome do ultra-sonografista, data da realizaç ltra -som, comprimento cabeça n s (CCN), transluc cia nucal (tn), data, diâmetro biparietal, semana de gestaç ultra -som (semanas/dias), mero de fetos. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. 

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SHBG ò Globulina Ligadora de Hormônios Sexuais Coment  rios:

É uma proteína sintetizada no fígado que funciona como uma proteína de transporte para alguns hormônios sexuais. A maioria dos hormônios gonadais circulante s ligados a proteína. Testosterona, dihidrotestosterona e estr ios s ligados à SHBG. Conseqüentemente, somente alteraç s na secreç desses hormônios mas tam m alteraç s na concentraç o do SHBG podem conduzir a variaç s nos níveis circulantes dos hormônios. Encontr a-se aumentada na estrogenioterapia, gestaç , alcoolismo, hipogonadismo masculino, hipertireoidismo, síndrome da feminizaç testicular. Encontra-se diminuída no hirsutismo, virilizaç , obesidade extrema e terapia ou abuso de andro ios. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: Homem 13 a 71 nmoL/L Mulher 18 a 114 nmoL/L Condi o: 0,5 mL de Soro. - JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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3% existe na forma livre. adenoma produtor de T3. inclusive fórmulas para emagrecer e. Diminuído na Síndrome do Eutireoidiano Doente e hipotireoidismo (1/3 dos casos).JD 4h. somente 0.5 mL de Soro. Quando um aumento na TBG suspeitado como a causa de um nível s rico total elevado de T3. Encontra -se aumentado na Doença de Graves. ñ ˆu‰ †  ‘€ˆu‰ ˆu‰R‘uˆu‰ óuô ò “u‘ vv  ˆu‰  “u‘ † †Rþ ô  138 Instituto de Patologia Clínica H. os ensaios de hormônios tireoidianos livres tornaram -se mais reprodutivos e diminuiu a necessidade da T3 retenç . A medida do T utilizada para diagnóstico e monitoramento do tratamento do hipertireoidismo. T3 retenç mede os níveis s ricos de T3. . na tireotoxicose por T3. .T3 Livre Coment  rios: A maior parte do T3 circulant ligada às proteínas. se mulher. ligada. T3 marcado foi utilizado em prefer cia ao T4 devido a sua menor afinidade pela TBG. Recentemente.JD 4h. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 27 a 36% Condi o: 0.30 a 0. o ensaio de T3 livre pode diferenciar esta condiç verdadeiro hipertireoidismo. PARDINI . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. na resist ncia perif rica ao hormônio tireoidiano. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. Os eritrócitos foram subseqüentemente substituídos por resinas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro. se mulher. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. ñ óuô ۆ † ” † ˆu‰Û—u‰ “ ò “u‘ ¨ vv  † † ‘uˆu‰ †Rþ ô  T3 Reten £¤¥ o Coment  rios: É uma medida indireta dos sítios saturados da TBG. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. O T3 retenç tilizado conjuntamente com a do sagem do T4 total para c lculo do ITL (Indice de Tiroxina Livre). O primeiro ensaio foi descrito utilizando eritrócitos.51 ng/dL Condi o: 0. inclusive fórmulas para e magrecer e.

T3 Reverso Coment  rios: 3. juntamente com o 3.5 mL de Soro. inclusive fórmulas para emagrecer. um metabólito deiodinado da tiroxina (o maior produto secretório da glândula tireóide). PARDINI 139 . nos casos de hipertireoidismo TSH dependente . no rec mnato. T3 toxicose.6 mL de Soro. rT3) .35 ng/mL Condi o: 0. na Síndrome do T3 baixo e no hipertireoidismo. Ao contr rio do T3.3´5´-Triiodotironina (T3 reverso. Reduç nos seus níveis servada no hipotireoidismo. † ñ õ õ õ õ õ “u‘ ò —uˆ€‰ vv  ˆ ™” ‘u’u” † – ˆ ” † m† ö ö ö ö ö óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H. aumento de TBG. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: Cor 15 a 75 ng/dL 1 a 30 dias 32 a 216 ng/dL 31 dias a 5 anos 80 a 270 ng/dL 6 a 10 anos 90 a 249 ng/dL > 10 anos a Adulto 75 a 220 ng/dL Condi o: 0. ñ ↠¨ † ˆu‰  † ‰um † óuô ò †Rþ ô  T3 Total Coment  rios: A triiodotironina total normalmente produzida primariamente pela deiodinaç o do T4 (80%) tam m secretada diretamente pela glândula tireóide. T3 no sa redominantemente ligado a proteínas plasm ticas. . ent retanto. Apresenta-se elevado na Doença de Graves. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: 0. Valores baixos podem ser encontrados nos quadros de doença n o tireoidiana.09 a 0. Encontra-se elevado na Síndrome do Eutireoidiano Doente.5. gravidez. hipotireoidismo e reduç s da TBG. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. se mulher.JD 4h. . Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.3´-Triiodotironina (T3). o rT metabolicamente inerte.JD 4H.

no quadro de doenç tireoidiana e na reduç TBG. Conservaç o para envi o: At dias entre 2o e 8o C. doenças tireoidianas. pr -albumina e albumina. . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. aumento da TBG. fator reumatóide ou tratamento com heparina.8 a 23. se mulher.0 µg/dL 6 a 10 anos 6.0 µg/dL Condi o: 0. globulina.5 mL de Soro.JD 4h. Discrepâncias nos níveis de T4 entre os diversos m todos s servadas e s inda mais acentuadas na presença de alteraç s extremas das proteínas de ligaç .0 a 12. se mulher. Os resultados podem estar inadequados na presença de autoanticorpos anti-tiroxina. inclusive fórmulas para emagrecer. aumento da transtiretina (TBPA). informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional.5 mL de Soro.3 a 15.JD 4h. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. . Hipertireoidismo e hipotireodismo resultam de concentraç es anormais de T4 livre.  ‘ud “ ⠆ ñ ÷ ÷ ÷ ÷ ÷ dۑuˆu‰ ò “u‘ ø ø ø ø ø vv  ˆu‰ • ˆu‰Û—ud ˆu‰©” ©— ˆu‰ö† —u‰ óuô †Rþ ô  140 Instituto de Patologia Clínica H. Encontra -se elevado nos casos de hipertireoidismo. Autoanticorpos anti -T4 podem interferir com o ensaio. No sangue T ligado a uma de tr s classes de proteínas: TBG.75 a 1.2 µg/dL 10 dias a 1 ano 8. inclusive fórmulas para emagrecer.3 µg/dL > 10 anos a Adulto 5.T4 Livre Coment  rios: Hormônios tireoidianos s transportados no sangue ligado a v rias proteínas de li gaç o. PARDINI . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Estas incluem a TBG. Sua concentraç contra -se diminuída no hipotireoidismo. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 1 a 10 dias 11.4 a 13. Pode estar aumentado na hipertiroxinemia disalbumi mica familiar. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. anticonvulsivantes e algumas outras drogas. Somente 0.80 ng/dL Condi o: 0. disalbuminemia familiar. Encontra -se aumentado no hipertireoidismo e na Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireodiano. † ˆu‰ ñ ˆu‰»d ‘u“ óuô “€™ ‘   ò “u‘ vv  ™” ˆ€‰Á”u‘ † ˆuˆu‰ ‰Û‰um ‘uˆu‰ ˆ †Rþ ô  T4 Total Coment  rios: Tiroxina (T4. tetraiodotironina) o maior produto secretado pela glândula tireóide. Sua concentraç st iminuída no hipotireoidismo.03%). Somente uma pequena fraç T4T est forma livre (0.03% de T4 est livre. transtiretina e albumina.0 a 16. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. A concentraç total de T4 geralmente reflete a atividade secretória da glândula tireóide.0 µg/dL 1 a 5 anos 7.

JD 4h. às custas de maior ou menor fixaç rmônio livre. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%). M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 13. Se mulher. na gravidez e tamb m por causas heredit rias. tumores ovarianos. Sua concentraç ode estar reduzida no atraso puberal (masculino). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Al m disso.5 mL Soro. PARDINI 141 . . ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆ  † “ ˆ€‰ö” † ‰u’u“€‘ “u‘   ˆ ˆ€‰ † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ùu‘ – u’ u“ ‘ “  —uˆu‰ óuô † †Rþ ô vv  d«—ud«‡ Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Homem Mulher 200 a 500 pg/mL 230 a 370 pg/mL ± Cor ± 0 a 3 meses 200 a 1000 pg/mL 50 a 160 pg/mL ± 4 a 12 meses 150 a 450 pg/mL 40 a 120 pg/mL 40 a 300 pg/mL 30 a 200 pg/mL ± 1 a 9 anos 200 a 2000 pg/mL 100 a 300 pg/mL ± Pr Puberal 2500 a 9500 pg/mL 200 a 800 pg/mL ± Adulto Condi o: 0. o til na diferenciaç tre hipotireoidismo cong ito (T4 Neo natal baixo) e defici cia co ita de TBG. Síndrome dos Ov rios Policísticos. inclusive fórmulas para emagrecer. se mulher. dia e hor ltima dose. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase.5 mL de Soro. tumores adrenais. †d † ˆu‰Û‰ۗ ˆ ˆu‰Á—€” † † u“u‘ “u‘ † “uˆ‘ ‘u’€“u‘ ‘€—u” ™ †” ‡  ˆu‰Û”u‘ ”uëu“ ˆu‰ö—€‰ u‘ ‡ ˆu‰R— ˆ € ‰ ö ‰   ÷ ë   u ” u — u d ÷ — u d ˆ u ‰ ¡‰ ˆ u ‰ R — u ‰ ñ ò “u‘ óuô ™ †Rþ ô vv   Testosterona Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. A c onvers em DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. Testosterona tanto um hormônio quanto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). depende da estimulaç o da hipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). Aumento ou diminuiç o das concentraç s de TBG ter como cons ncia um aumento ou reduç mero de sítios de ligaç isponíveis para o T4. Existem quadros gen ticos de elevaç iminuiç o da TBG. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.JD 4h. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. hiperplasia adrenal co ita. informar uso de anticoncepcional. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00. com consequente elevaç fraç ligada deste hormônio. . testotoxicose. por sua vez.2 mg/L Condi o: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). Alteraç es da TBG se refletem paralelamente na dosagem dos hormônios t ireoidianos.TBG ù Globulina Ligadora de Tiroxina Coment  rios: A Globulina Ligadora de Tiroxina (TBG) principal proteína s rica carreadora de T4 e T3. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina). resist cia andr ica.6 a 27. a concentraç TBG se altera por infl cia de diversas drogas (anticoncepcionais ou terapia com estrógenos). defici cia de gonadotropina. defeitos testiculares e doenças sist micas.

A testosterona faz parte do mecanismo cl ssico de feedback do LH s rico. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso (inclusive pomadas e cremes). ˆu‰ ñ óuô ò “u‘ vv  ‘€d ˆ † ˆu‰ ‘€ˆu‰Á—u” ˆ ˆ †Rþ ô Á’  142 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Radioimunoensaio Valor de Refer ncia: Homem 6 a 10 anos: 0. depende da estimulaç ipófise pelo hormônio hipotalâmico liberador de gonadotropina (GnRH). tumores adrenais. tumores ovarianos. o soro a ser estudado para tireoglobuli rastreado para a presença de anticorpos antitireoglobulina.8 pg/mL 11 a 14 anos: 0. hiperplasia adrenal cong ita. Sua concentraç od e estar reduzida no atraso puberal (masculino). A convers m DHT ocorre em tecidos contendo a 5 alfa-redutase. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: < 40 IU/mL Condi o: 0. testotoxicose. Síndrome dos Ov rios Policísticos. Testosterona tem uma variaç iurna com picos s ricos m ximos entre 04:00 -08:00 e mínimos entre 16:00-20:00.4 a 3. Eles finem o status da funç o tireoidiana.JD 4h. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. defici cia de gonadotropina. doença de Graves. Anticorpos Anti Coment  rios: Imunoglobulinas circulantes dirigidas contra a tireoglobulina est o presentes em pacientes com tireoidite de Hashimoto e em uma menor extens . defeitos testiculares e doenças sist micas.5 a 3. Encontra-se aumentada na puberdade precoce (masculina).3 a 25. Os novos m todos praticados em nosso laboratório s mais sensíveis. .5 mL de Soro.9 pg/mL 15 a 39 anos: 12 a 55 pg/mL Menopausa: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.2 a 5. Se mulher. Conseq üentemente. resist cia andr ica.0 pg/mL Uso de contraceptivo: 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. se mulher.5 pg/mL ± Mulher Fase folicular: 0. Anticorpos anti-Tg podem ser detectados em indivíduos sem doença tireodiana clinicamente significativa. por sua vez. A secreç testoster primariamente dependente da estimulaç o das c lulas Leydig pelo LH que.5 pg/mL 40 a 59 anos: 11 a 50 pg/mL > 60 anos: 10 a 30 pg/mL Condiç o: 0. Anticorpos anti -Tg interferem com a mensuraç o da tireoglobulina com os imunoensaios. A testosterona circula no plasma ligada à SHBG (65%) e albumina (30 a 32%).3 a 2.3 a 2.6 pg/mL Fase luteínica: 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. ‰u‘ud † ñ “u‘ uˆ R ‰ u— d ˆu‰ý— ò u‰ u‘ d † ˆu‰R—ud ¡ †   ‰u’u“€‘ “u‘ “ ˆ€‰ö” †  ˆ uˆ ý ‰” † † ‰u’€“u‘ † ˆu‰Ù– “u‘ “  ú ú ú ú û ú ú ú ú ú ô †Rþ ô vv  d«—ud«‡ † Tireoglobulina. informar uso de anticoncepcional. PARDINI . Testosterona tanto um hormônio qua nto um pró -hormônio que pode ser convertido em um outro potente andr io (dihidrotestosterona) e um hormônio estrog nio (estradiol). dia e hor ltima dose.6 mL de Soro.Testosterona Livre Coment  rios: Testoster o andrógeno mais abundante secretado pelas c lulas de Leydig. Aproximadamente 1 a 4% da testosterona no plasma est livre. enquanto a convers m estradiol ocorre em tecidos contendo a aromatase.

estando elevados nos processos inflamatórios tireoidianos (tireoidites). uma enzima que cataliza as etapas de iodinaç c oplamento da biosíntese do hormônio tireoidiano. Eles efinem o status funcional tireoidiano do paciente. carcinomas da tireóide (papilífero.JD 4h. O principal uso deste exam confirmaç o do diagnóstico de tireoidite autoimune.0 mL de Soro. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.6 mL de Soro. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. Anticorpos anti-TPO podem ser detectados em pessoas sem doença tireoidiana significativa. hipertireoidismo ou após palpaç o vigorosa da glândula. Condi o: 1. podem apresentar anti -TPO positivo. Informar qualquer medicamento que usa ou usou recentemente. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional.Tireoglobulina ü Coment  rios: A Tireoglobuli uma glicoproteína produzida pelas c lulas tireoidianas sendo o maior componente do colóide intrafolicular da glândula tireoide. PARDINI 143 . ‘€d † TG ñ “ † “u‘ uˆ ‰ † ‡ ˆ †† uˆ ö ‰ €— ” ¡ ‰  † “ ý ý ò þ ˆu‰ óuô uˆ þ ‰ † † — ˆ vv   ˆ€‰ Á” ‡ † †Rþ ô (’  TPO ü Microssomal. ra conhecida como o principal antígeno microssomal. por m os índices só eram liberados quando a recuperaç o era inferior a 80%. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Quimioluminesc ncia Valor de Refer ncia: < 15 IU/mL Obs.: Cerca de 10% da populaç rmal ou pacientes sem doenças tireoidianas e portadores de doenças reum ticas e inflamatórias. como marcador da recorr ncia ou persist cia do mesmo após a tireoidectomia total. Nota: Outras patologias tireoidianas tais como: Graves. H tamb m um aumento dos níveis s ricos com o estímulo do TRH ou TSH. inclusive fórmulas para emagrecer. podem elevar os níveis de TG. O anticorpo anti -TPO tem sido utilizado no lugar da determinaç o anticorpo antimicrossomal. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e. Substitui com vantagens os anticorpos antimicrossomais. A administraç rmônio tireoidiano diminui os níveis de tireoglobulina circulantes. anticorpos anti Coment  rios: A peroxidase tireoidiana (TPO). Valor de Refer ncia: Normal 2 a 35 ng/mL Suprimidos < 2 ng/mL A determinaç s rica da Tireoglobulina j sinaliza possível interfer ncia dos auto -anticorpos antitireoglobulina por interm io do teste de recuperaç . folicular e misto). ”†d ñ † ˆ du’u‰ ˆu‰Û— ˆu‰â”ùd ò “ óuô  †Rþ ô ‘uˆu‰Ó— ˆu‰©‘u‰ † vv  î’  Instituto de Patologia Clínica H. que j ra executado. se mulher. .JD 4h. Sua avaliaç til após cirurgia de cânc er da tireóide. Seus níveis s ricos variam com o estado funcional da tireóide. Condi o: 0. Se mulher. por m em níveis limiares. . Dist rbio de síntese e Tireoidite. M todo: Imunofluorimetria Teste realizado em duplicata para determinar recuperaç de auto anticorpos anti -tireoglobulina.

311.  ˆu‰Ó— † “u‘ ˆu‰ † ñ ò “u‘  ™”  u‘u—€ †  du—€‰ † †   óuô †Rþ ô † ïA@ — v  v  † A‘u@ —udR‘uˆ€‰(”  l  144 Instituto de Patologia Clínica H. tireoidite subaguda. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso ou usou recentemente. hipertireoidismo TSH-dependente e Síndrome de Resist cia ao Hormônio Tireoidiano. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Radioimunoensaio (Radioreceptor) Valor de Refer ncia: Inibiç > 10% considerado Positivo Condi o: 0. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. informar se est r vida ou se usa anticoncepcional. PARDINI . aceitam -se os valores de TSH at µUI/mL (o sistema de feedback ai st totalmente amadurecido). É til no diagnóstico de hipertireoidismo e na avaliaç o de recidiva da doença de Graves.9 mL de Soro. em alguns casos de tireoidite de Hashimoto. . . M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: 0. Valores reduzidos podem ser observados nos casos de hipertireoidismo prim rio e hipotireoidismo sec rio. ma relaç inversa das concentraç s dos hormônios tireoidia nos livres e TSH. A ¡ © secreç e TSH da glândula hipófise controlada pelo TRH hipotalâmico e o feedback negativo dos hormônios tireoidianos livres circulantes.5 mL de Soro.JD 4h. tireoidite silenciosa. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso e.3 a 5. em pessoas com o eixo hipótalamo -hipofis rio intacto.: at ias vide TSH neonatal p g. Assim. inclusive fórmulas para emagrecer e. aus ncia de TRAB após tratamento diminui a t ncia de recidiva da doença. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. se mulhe r. Obs. uma vez que seus níveis diminuem com o uso de drogas antitireoidianas.JD 4h.TRAb ÿ Anticorpo Inibidor da Lig ¢ £¤¥ o de TSH Endógeno Coment  rios: O TRAB um anticorpo anti-receptor de TSH e a sua presença em concentrç s significativas no soro indica doença auto -imune em atividade (doença de Gr aves). Assim. O TSH aument observado nos casos de hipotireodismo prim rio. e em rec m-nascidos de m s portadoras de doença de Graves. devido à transfer cia feto-placent ria destes anticorpos. † ˆ ñ ò † € ˆ ‰ óuô †Rþ ô “u‘  “ † † ‡ ˆu” €” u‘ u— “ ™” vv  R’  TSH ultra sensível Coment  rios: A medida s rica do TSH  m dos mais importantes exames no diagnóstico de desordens tireoidianas. Condi o: 0. se mulher. Estes anticorpos podem estar presentes tamb m.0 µUI/mL Nota: Crianças com idade de at meses e com T4 Livre normal.

na funç ural. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). PARDINI 145 . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia:   200 a 950 pg/mL   Faixa de D vida (Cinza) ¡ 120 a 200 pg/mL Condi o: 0. no metabolismo do cido Fólico e na síntese adequada de DNA. doença celíaca e espru tropical). Apresenta -se diminuído.Vitamina B12 Coment  rios: A Vitamina B12 tem papel importante na hematopoiese. no uso de medicamentos que podem levar a diminuiç o da absorç s dietas vegetarianas estritas. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.JD 4h. na produç ficiente de fator intrínseco (determinada pela atrofia da mucosa g strica.  “u‘ ˆu‰ ñ ˆ u ‰ R ” R ‘ u d “u‘ ò óuô ‡ vv  ˆu‰â—  ˆ€‰å‘u” ˆu‰í—€” … ˆ †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. . resultando em anemia perniciosa). nas síndromes de m -absorç (por ressecç o intestino delgado. na defici cia de ferro e folato. no alcoolismo.8 mL de Soro.

146 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

O Dr. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A acondroplasi a forma mais comum de displasia. V ICTOR C. O Dr. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. EUA. PARDINI 147 . ñ ”† €”  ˆ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o para envio: Entrar em contato com o setor de g tica. endocrinologista com form¥ Saint-Louis”. Esta alteraç respons vel pelo fenótipo cham o. possui cursos no “Hôpital C. como o Laboratório de Identificaç¦ o pelo DNA da Universidade do Norte do Texas. Estudo Gen ’ tico Coment  rios: A apolipoproteína E possui um papel importante na regulaç o dos níveis lipídicos e no reparo neuronal. uma das mais renomadas universidades do país. em Fort Worth. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: PCR Condi o: Gr os. PARDINI ¢ o respon£¥¤ vel pelo Departamento de Gen¢ tica. farelos e produtos prim rios. Pardini. Realizamos o estudo das duas mutaç es que causam a doe nça: G1138A e G1138C. Victor § ¨ ¦ o em gen ¢ tica. coordenado pelo Dr. Acondroplasia. ñ óuô d€—u‰Rdu‘uˆ d † ô ™ ˆu‰ †  An e lise de Alimentos Transg T nicos Coment  rios: Usado para detectar modificaç s g ticas feitas em gr s. com mestrado e doutorado em Medicina pela Universidade Federal de S¦ o Paulo/Escola Paulista de Medicina. “Centre de Ètude de Polimorfism Humaine – CEPH” e em um dos mais importantes laboratórios forenses dos Estados Unidos da Am¢ rica. ¡ suspeita Este exam indicado para casos em q clínica de Alzheimer e para pacientes com fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. ñ ™ ” u” ‘ † ”u‘ † ˆu‰  óuˆô ô  Apolipoproteína E. farelos e produtos prim rios de soja e milho. Arthur Eisenberg.

1 mL de Liquemine (enviar a seringa). M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. hora da coleta e idade do paciente. Adulto: 3 a 7 mL. enviar em at 4 horas refrigerado. † † ñ óuô ™” † † –u‰ ”† ‰u’u‰Û‘uˆu‰ FETAL Condi o: 1 tubo de Sangue Fetal colhido do cor mbilical em heparina sódica.O tubo deve ser est ril. . Síndrome de Down. . Painel Coment  rios: As ataxias representam um grupo heterog neo de desordens neurogenerativas. caracterizadas principalmente por ataxia progressiva e disartria. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. .Colher a partir da 20a semana de gestaç o at scimento. Conservaç o para envio: Após colher. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). . .1 mL de Liquemine (enviar a seringa). dentre outras. Criança: 2 a 4 mL. M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. ñ ‘† óuô ”Á‘uˆu† ‰ ‘€ˆu‰ (d ‰u‘u †— ô 148 †ÿ ˆu‰ †  Instituto de Patologia Clínica H. N congelar (prazo de saída do laboratório de origem). PARDINI . . Síndrome de Turner. SCA2. .Informar dia. Síndrome de Algelman e Síndrome de Prader-Willi. Neste painel s estudadas as ataxias espinocerebelares SCA1. .Informar dia.Obrigatório o preenchimento do question rio para exames citog ticos. .Fundamental: s tiver as hipóteses diagnósticas do m ico. ñ óuô ™” “ ˆu‰ † ˆ ô Cariótipo com Banda G Coment  rios: Atrav s da t cnica de cariotipagem com bandamento G ssível identificar de forma precisa cada par de cromossomo e detectar anomalias estruturais ou num ricas como. SCA3. por exemplo. Síndrome de Digeorge. l detecta alteraç s cromossômicas adquiridas. Criança: 2 a 4 mL .O tubo deve ser est ril.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0.Fundamental: s houverem as hipóteses diagnósticas do m dico. óuô ô †  ”Ý‘u† ˆu‰ uˆ ‰ ( d  ˆu‰ —uˆu‰©ˆ  † ‰R‘ud ™” ”u‘ † † Cariótipo de Alta Resolu £¤¥ o Coment  rios: É indicado quando se suspeita de microdeleç s cromossômicas associadas a Síndromes ge ticas como. perguntar ao cliente ou respons vel o motivo deste pedido. Adulto: 3 a 7 mL. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. . por exemplo. Síndrome de Klinefelter. N congelar.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos.Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em seringa utilizando 0. hora da coleta e idade do paciente. Síndrome de Beckwith-Wiedemann.Ataxias. . O material ser ceito em tubo tampa amarela. SCA10 e a Ataxia de Friedreich atrav s da detecç o das expans s de nucleotídeos. Est m exame constitucional. O material n ser ceito em tubo tampa amarela. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.

Laboratórios: Recebemos somente da regi metropolina de Belo Horizonte: planejar a data da coleta de modo que o material chegue at a feira pela ma m nosso laboratório.1 mL de Liquemine (enviar a seringa). Conser o para envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. M todo: Bandamento G Condi o: Medula: 2. Adulto 3 a 7 mL. uma das mais freqüentes causas de retardo mental ligado ao Cromossomo X. . N congelar. hora da coleta e idade do paciente.Cariótipo com Bandas de Vilo Corial M todo: Bandamento G Condi o: Vilosidade coriôni ca em meio de cultura (fornecido pelo laboratório). .Colher em tubo com heparina sódica (fornecido pelo laboratório) ou colher em sering a utilizando 0. Laboratórios: Informar dia.0 a 5. criança 2 a 4 mL. bem como em outras desordens hematológicas malignas.1 a 3.Informar hipótese diagnóstica. ñ óuô © † ‘u‰  ˆu‰ 8õuóuô ‰u‘u † ˆu‰ Cariótipo p/ pesquisa de X -Fre gil Coment  rios: A pesquisa do Cromossomo X-Fr il um exame auxiliar no diagnóstico da Síndrome do X -Fr il.0 mL de aspirado de medula colhido com 0. tamb m conhecida como Síndrome de Martin-Bell. colhida pelo m ico. . caso contr rio poder ver perda do material.0 mL de heparina sódica. entre a 10 a e a 14a semanas de gestaç o.Informar medicamentos em uso. se estiver em uso. O material ser ceito em tubo de tampa amarela. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente no meio de cultura. N resfriar. Interferentes: Suspender medicaç com cido Fólic o por 2 semanas.Obrigatório o preenchimento do questi rio para exames citogen ticos. . . PARDINI 149 . ñ óuô ô †&• ˆu‰ ‘ ¡ ˆÓ”  ˆ †—   ¡d Cariótipo de Medula Coment  rios: O cariótipo de Medula Óssea est indicado para diagnóstico em cas os de suspeita de LCM (Cromossomo Philadelphia) e demais leucemias.O tubo deve ser est ril. † ñ ‰u’u”u‘ † óuô ô u’ † u’ ˆu‰ … † ‘€ˆu‰ (d ‘uˆ€‰ †É• Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Entrar em contato com o setor para envio do kit de coleta de Medula.O material tem que chegar at m ximo 06 horas após a coleta. . Conservaç o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas.

detectadas neste estudo. Este test o serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Este exame detecta estas mutaç es em dez principais exons do gene da distrofina. Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. 2. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . N o congelar. 150 ™ uˆ ‰  ™” Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . M todo: Bandamento G Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica.Realizado somente em pacientes do sexo masculino.0 mL de Esperma . ñ uˆ ‰R” óuô ô ” ‘uˆ ñ R óuô uˆ ‰R” ô ñ uˆ ‰R” óuô ô ™” ˆ ˆ Cromossomo Y p/ Síndrome de Turner. estudo gen ’ tico das microdeleç ¥ es Coment  rios: Estas microdeleç s.PCR Condi o: 2. o que justifica a importância deste diagnóstico.0 mL de Saliva (swab bucal). PARDINI . localizadas no braço longo do cromossomo Y. Indicado principalmente qu o ossível coletar a medula óssea. est o associadas aos casos de infertilidade masculina. ¡ ” ˆ ˆ Distrofia de Becker e Duchenne. Diagnóstico Coment  rios: As Distrofias de Becker/Duchenne s causadas por uma ou v rias deleç s no gene da distrofina. 1. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente. Swab bucal. N congelar. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . É realizado no sangue de pacientes que apresentam uma alta porcentagem de c lulas bl sticas em divis corrente circulatória. Conservaç o para envio: Enviar em at 24 horas refrigerado. Informaç es nece rias: Obrigatório o preenchimento do ques ti rio para exames citogen ticos. A presença deste cromossomo tem uma forte associaç o com o risco do desenvolvimento de gonadoblastoma. ñ óuô ˆ€‰ ™” ˆ du† ‘€—u‰ ‘€ˆ † – €‰ ‘u ˆu‰ †  ˆ€‰ö‘ud ô † vv  † Cromossomo Y. nos casos de leucemias e linfomas com infiltraç o de c lulas tumorais no sangue.Cariótipo de Sangue para Doenças Hemat ológicas Coment  rios: Este exame visa a detecç de alteraç s cromossômicas adquiridas. pesquisa Coment  rios: Aproximadamente 6% dos pacientes com a Síndrome de Turner apresentam mosaicismo ond presença do cromossomo Y ou parte dele.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue Total (EDTA) . soluç o conservante fornecida pelo laboratório.PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). sendo possível concluir o diagnóstico em torno de 70 a 80% dos casos.

ñ óuô ™ †d ˆ “ ™ ô Doença de Huntington. permitindo identificar aneuploidias dos cromossomos 21. diagnóstico molecular Coment  rios:  m dist rbio neurodegenerativo de curso progressivo. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). diagnóstico Coment  rios: A Doença de Gaucher (DG) mais comum das alteraç es relacionadas ao armazenamento li pídico (esfingolipidose).Cariótipo Mole cular n substitui a cit tica cl ssica. M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Este estudo detecta a A doença de Huntingt expans de trinucleotídeos na regi ica. 16.Al m do cromossomo 21. L444P. X e Y que consistem em causa de parte dos abortamentos espontâneos. Conservaç o para en vio: Enviar material refrigerado.Doença de Gaucher. n ser ceito. o que torna a tipagem de HLA uma grande ajuda na determinaç redisposiç surgimento da doença. M todo: PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). principalmente em estudos de alteraç es estruturais. 18. M todo: PCR-STR – Microsat lites Fluorescentes Condi o: Material de aborto ou restos ovulares. Analisamos as mais comuns mutaç es (N370S. 13. N o congelar. causada por uma defici ncia de glicocerebrosidase lisosomal. N o congelar. ñ u—u‰ † † ˆ óuô † †ô ˆu‰  u ’ ˆu‰ (d ˆ u‰ u’ u” ‘ †  ™ Estudo de HLA DR para Diabetes Tipo 1 Coment  rios: Aproximadamente 95% dos pacientes com Diabetes Tipo 1 possuem HLA DR3 e/ou DR4. PARDINI 151 . R463C) que causam a doença de Gaucher. 16 e 18. . Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. Conservaç o de envio: Enviar em temperatura ambiente ou resfriado. Material enviado em formol pode destruir o DNA. . ñ óuô ˆu‰R—u”R– ˆu‰Rdu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô ˆu‰ ‰u‘ † ‡ ˆu‰R’u“u‘ ô ˆ Estudo Gen ’ tico Fetal Coment  rios: Este est  realizado atrav s da extraç o do DNA de material de aborto . X e Y s o estudados marcadores para os cromossomos 13. Conservaç o de envio: Enviar o material em ua destilada ou soro fisiológico em temperatura ambiente.

ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ 152 Instituto de Patologia Clínica H. Veja Estudo G tico das Trombofilias. As mutaç s estudadas s : Delta F508 . PARDINI .Identificaç rtadores de defeito no gene da FC em pessoas com história familiar para FC. soluç conservante fornecida pelo laboratório.Diagnóstico pr -natal. Swab bucal.Estudo Gen ’ tico das Trombofilias Coment  rios: O Fator V Leiden e a mutaç Protrombina est associados ao risco de Trombose venosa. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô ”€‘ † ˆ Fibrose Cística Coment  rios: Estudo indicado para: .Específico Fluorescente . M todo: PCR Alelo . . Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente.Resultado negativo para as 4 mutaç s xclui o diagnóstico de Fibrose Cística. Swab bucal. Veja Estudo G tico das Trombofilias. ñ ‰R—u—u”R ‰R–u— ‰ ˆˆuuˆu‰‰R R—u† ”R–u‰ ™” óuô ™” ô ™” ˆ€‰ ™ ” ‘uˆu‰R” ˆ €ˆ ‰  u—u‰ † ˆu‰ Gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase M todo: PCR-RFLP para mutaç tual C677T do gene da MTHFR Condi o: 2. Equivale FATOR V LEIDEN GENE DA METILENOTETRAHIDROFOLATO REDUTASE GENE DA PROTROMBINA  ˆ uˆ Á ‰ €‘ Á ‰ u’ u” u‘ » ” u— d ˆu‰ ýd Fator V de Leiden M todo: PCR-RFLP para mutaç tual R506Q do gene Fator V Condi o: 2. j a mutaç o no gene da Metilenotetrahidrofolato Redutase est ssociada ao aumento do risco de doença coronariana e ao aumento dos níveis de homocisteína. .Estudo das 4 mutaç s mais comuns relacionadas a FC por amplificaç o (PCR) direta.0 mL de Sangue (EDTA) Saliva (swab bucal). 2. 2. Condi o: 2.Doadores de esperma e óv ulos. O est realizado na forma de multiplex com sondas alelo-específicas para a regi normal e mutante. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Swab bucal.N1303K . .0 mL de Sangue (EDTA). .0 mL de Saliva (swab bucal).Identificaç rtadores de defeito no gene da FC. soluç o conservante fornecida pelo laboratório.G542X . soluç o conservante fornecida pelo laboratório.0 mL de Sangue (EDTA).0 mL de Saliva (swab bucal).R553X .Confirmaç iagnóstico em pessoas com manifestaç s clínicas de FC. Conservaç o de envio: Manter tubos em temperatura ambiente.

etc.Gene da Protrombina M todo: PCR-RFLP para mutaç tual G20210A do gene da Protrombina (Fator F2) Condi o: 2. pacientes com elevaç inexplic vel da ferritina ou saturaç transfe rrina. Conservaç o para envio: Manter em temperatura ambiente ou resfriado. M todo: PCR-RFLP para mutaç s pontuais C282Y e H63D. ñ ˆu‰R“u‘” óuô ô ˆ€‰Á—udÁ– ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H. que leva à defici cia da Glicose 6 Fo sfato Desidrogenase. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. avaliaç o de parentes de pacientes afetados e diagnóstico pr -natal.0 mL de Sangue (EDTA). M todo: PCR Alelo Específico Condi o: 1 tubo Sangue Total (EDTA). Haplotipagem de HLA DR e DQ Coment  rios: V rias doenças autoimunes est o associados a algum tipo de HLA DR e/ou DQ como diabetes. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. 2. ñ  ˆ óuô ô Hemocromatose. ñ óuô ˆ ˆ€‰ ™” ˆ u ‰ ˆu‰Û—u‰Û—  † ˆ ˆu‰â—u” ô Mut ¢ ¤ £ ¥ o 202 (G Coment  rios: © A) da G6PD Este estudo consiste na detecç rincipal mutaç . artrite reumatóide. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). dentre os indivíduos com a variante A. suspeita após avaliaç clínica. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. PARDINI 153 . Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. 2. Swab bucal. ñ óuô ˆu‰R–u‰€‘ ô Veja Estudo G ”€‘ † ˆ tico das Trombofilias.0 mL de Sangue Total (EDTA). PCR Coment  rios: Este estudo deve ser solicitado para a confirmaç iagnóstico clínico de hemocromatose. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. Swab bucal.0 mL de Saliva (swab bucal).0 mL de Saliva (swab bucal). Condi o: 2.

. soluç o conservante forn ecida pelo laboratório. Estudo de Determin ¢ £¦¥ o TRIO: Suposto Pai. discriminando -a da anemia apl stica idi tica. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase (PCR -RFLP) Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). Condi o: 2 tubos de Sangue (EDTA) p/ cada indivíduo. Swab bucal. PARDINI .Informar medicamentos em uso. Al teraç ssociada a Síndrome da Morte S ita Infantil. pesquisa Coment  rios: Esta pesquisa consist ica forma de diagnóstico da Anemia de Fanconi. M Filho DUO: Suposto Pai e Filho ou M Filho M todo: PCR-STR Fluorescente (Estudo de marcadores polimórficos atrav s de tipagem). Esta mutaç ra uma desordem potencialmente fatal na beta oxidaç o mitocondrial de cidos graxos. ñ uˆ ‰R” óuô ô “u‘ Mut ¢ ¤ £ ¥ o do Gene da MCAD Coment  rios: Analisamos a mutaç A985G da enzima MCAD atrav s da t cnica de PCR. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. ˆu”R” ˆu‰ † ˆu”R” ô ˆu‰R– ˆ ˆ Quebras Cromossômicas.  † ‰u–u ”(ˆu‰R‘€d(—u”‡€‘ uˆ R ‰ u— ” ñ ‰u’u”u‘ † óuô © † u‘ ˆ 8õuóuô † ‘uˆ€‰ †É• 154 Instituto de Patologia Clínica H.Informar dia. 2 tubos de Saliva (swab bucal) p/ cada indivíduo. . Conser o para envio: Enviar o material resfriado ( congelar) devendo chegar ao setor em at 8 horas. Laboratórios: Fichas de identificaç /autorizaç / a coleta dever o ser preenchidas (kit fornecido pelo laboratório). . A realizaç sta pesquisa laboratorial importante o só p ara diagnóstico. Conservaç o pa ra envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: Cit tica Condi o: 1 tubo de Sangue Total em heparina sódica. hora da coleta e idade do paciente. Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. um dos principais fatores causadores de enfisema e outras doenças pulmonares. como tamb m para a detecç heterozigotos.Mut ¢ ¤ £ ¥ o da Alfa 1 Antitripsina Coment  rios: Este estudo detecta os alelos mutantes S e Z que levam à defici cia da alfa -1 antitripsina. ñ uˆ ‰R” óuô ô ñ óuô uˆ ‰ ‡um ˆ † †  uˆ ‰Ûˆ€‰« d ’u” Paternidade.O tubo deve ser est ril.

Conservaç o para envio: Manter tubos em temperatura ambiente. Este test serve de diagnóstico para Síndrome de Turner. diagnóstico gen ’ tico Coment  rios: ¡ ticas. Conservaç o para envio: Enviar at ias em temperatura ambiente. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase . . Este test mais seguro que o exame de Cromatina Sexual. ñ  óuô u—u‰ † ”u–u “u‘ ô †Rþ — ˆu‰ Síndrome de Willians. 2.Exame realizado em m . soluç o conservante fornecida pelo laboratório. M todo: Reaç m Cadeia da Polimerase .Enviar informaç es clínicas. retardo mental. ñ †† óuô ”R‘uˆu‰ ”† † ô ˆ Síndrome de Gilbert.0 mL de Sangue (EDTA).0 mL de Saliva (swab bucal).PCR Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA) Swab bucal. Estudo por PCR Coment  rios: Este estudo tem como objetivo a definiç o de forma r ida e segura do sex tico de um indivíduo atrav s da utilizaç ste marcador d o cromossomo Y (SRY) e marcadores do cromossomo X.0 mL de Saliva (swab bucal). N congelar. † ‘uˆ R ” ñ ˆu‰R” óuô ô ˆ €– ‰à’€”u‘ † ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Este test o serve para diagnóstico da Síndrome de Turner. Conservaç o para e nvio: Manter tubos em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 2. Swab bucal. diagnóstico molecular Coment  rios: O diagnóstic feito atrav s da pesquisa de uma deleç regi o gene da elastina. O sexo feminino apresenta dois cromossomos X e o sexo masculino um cromossomo X e um Y. estenose aórtica supravalvar e estenose pulmonar.0 mL de Sangue Total (EDTA). . pai e filho. PARDINI 155 . Swab bucal. ñ uˆ ‰R” óuô ô ‰† † ˆu‰î‘ud ˆu‰î— ™ ˆu” ˆu‰Ó—u” SRY.PCR Condi o: 2. soluç o conservante fornecida pelo laboratório. o que caracteriza as anomalias dent rias e faciais. visto ser a Síndrome de Gilbert Este est  indicado para afastar hipótese de doenças caracterizada por um aumento de bilirrubina indireta mesmo na aus cia de hemólise ou doença hep tica. 2.Sexo Gen ’ tico Coment  rios: Atrav s do estudo de marcadores moleculares para o cromossomo X e Y possível definir o sexo gen tico de um indivíduo.

M todo: Reaç m Cadeia da P olimerase Reversa (RT-PCR) Condi o: 3. Conservaç o para envio: Enviar em temperatura ambiente.Surdez Cong T nita. M todo: PCR-STR Fluorescente Condi o: 1 tubo de Sangue total (EDTA). ñ uˆ ‰R” óuô ô † † † ˆu‰í”€‘ ˆ 156 Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô €ˆ ‰ ‘ud (ÿ €— « ” † ‰«– uˆ R ‰ u‘ R ‰ u’ u” u‘ R ” u— d ˆ ô Translo s ¢ £¦¥ o BCR-ABL Coment  rios: Atrav s da t cnica de PCR possível detectar de forma muito sensível a translocaç tre os cromossomos 9 e 22 (cromossomo Philadelphia).0 mL de Sangue de medula óssea (EDTA) e/ou Sangue total (EDTA). PARDINI . Conservaç o para envio: Enviar material refrigerado. caracterizando geneticamente a Leucemia Mielóide Crônica (LMC). Este e studo detecta a mutaç ¨  l G (ou 30 del G) que consiste na principal mutaç conexina. diagnóstico molecular Coment  rios: O gene da conexi fš rincipal gene envolvido na perda neurosensorial da audiç o. N o congelar.

atrav s do agregômetro de plaquetas. Laboratórios: Recebemos ate às 09:00 horas na unidade matriz (exceto s dos) . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. As alteraç s evidenciadas nos testes s vari veis para cada dist rbio cong nito ou adquirido de funç laquet ria e para cada medicamento. Tam m usado na investigaç laboratorial de pacientes com manifestaç s clínicas hemorr icas ou trombóticas e no acompanham ento de indivíduos em uso de antiagregantes plaquet rios.Fazer levantamento histórico de sangramento. M todo: Born que registra o fenômeno da agregaç o de f orma ci tica. Valor de Refer ncia:  Adrenalina  40 a 80%  ADP  60 a 80%  Ristocetina  70 a 90%  Col  60 a 80%  Agregaç spontânea  ausente Condi o: Sangue Total (4 tubos de citrato + 1 tubo EDTA). medica mentos em uso. doenças de coagulaç família.Agreg ¢ £¦¥ o Plaquet e ria Coment  rios: O teste est indicado em todas as patologias onde podemos encontrar anormalidades da funç plaquet ria. .JO 8h. pet ias. principalmente nas desordens c itas. Informaç es nece rias: . . aparecimento de manchas roxas.Informar medicamentos em uso. ñ   ˆ€‰(– ™ ”  ò u’u”u‘uˆu‰ ‰R” ™ ”  ‰uu‘u’ ’u“u‘ m † ˆu‰  ‡ ˆ ‘† † “ ˆu‰ uˆ ‰ óuô † vv  umud †iÿ ô ˆu‰R‘ud † ë Instituto de Patologia Clínica H.material colhido e enviado no mesmo dia at 2 horas após a coleta. PARDINI 157 .

.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. Laboratórios (regi o BH): Enviar para matriz no m ximo 2h após a coleta e at às 20 h do mesmo dia. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.Separar o plasma cuidadosamente.0 mL de Plasma em citrato.000 plaquetas por mm3 de plasma. . sendo o mais comum deles o anticoagulante l ico. . PARDINI . .15 a 1. M todo: Teste de Inibiç o da Tromboplastina Tissular Valor de Refer ncia:  < 1. . Informaç es nece r ias: Informar se est steve em uso recentemente de anticoagulantes e qual a dosagem. ñ ñ ò ˆ ò “ ‡u– “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ uˆ Á ‰ u— ‰ óuô ˆ  ‰ R  ” ôR  ™ ô †iÿ  vv  ”R‘uˆu‰ † †iÿ ¡ du–uê  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰ dR‘uˆu‰  †  • ô— ‰R‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  “ 158 Instituto de Patologia Clínica H. Só poder ser rec ebida amostra que chegue ao laboratório congelada. O exame sofre alteraç es importantes s for executado dent ro de at s a coleta. .Centrifugar imediatamente após a coleta (300 0 rpm por 15 minutos). S ver solicitaç tro exame.20  positivo M todo: Veneno de Víbora de Russel .JD 4h. abortos de repetiç . em gelo seco de prefer ncia. . desprezar e depois colher o tubo com citrato. transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico.Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Conservaç o de envio: Enviar at horas em temperatura ambiente. Sua presença pode causar tromboembolismo venoso recorrente.000/mm3 repetir o processo.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante p/ outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.20  duvidoso  > 1. Conservaç o de envio: At ias congelar em temperatura inferior a 0o C.Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.Triagem com confirmaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. ser realizado apenas a metodologia Veneno de Víbora de Russel.Anticoagulante Lúpico Coment  rios: Anticoagulantes circulantes ou inibidores adquiridos dos fatores da coagulaç s imunoglobulinas que aparecem em indivíduos que possuem uma defici ncia cong nita (como resultado da administraç fator deficiente) ou em pacientes hemostaticamente normais que desenvolvem um processo auto-imune.Enviar material congelado.Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. .15  negativo  1. Laboratórios (outras regi es): Neste caso. acidente vascular cerebral. colher tubo sem anticoagulante. .

0 mL de Sangue Total sem anticoagulante. Pleural . etc. Laboratórios: Sangue: mant -lo a 37o C por 2 horas após a coleta e envi -lo no m ximo at  s 16:00 horas (2a a 6a feira) do mesmo dia da coleta. PARDINI 159 . etc e reaç es falso positivas em reaç s a drogas. glomerulonefrites. artrite reumatóide.0 mL Liquor . † † €— d † † €‘ uˆ ‰ † ˆ  d † ‰um ™ ñ m† ò óuô ô † “ ™ ”™ “u‘ “ † †   † † ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. 3. At 4 horas a 37o C.169 Conser o de envio: Sangue: At ras em temperatura ambiente. Ascítico . Líquidos: enviar líquidos corporais imediatamente após a coleta. Variam bastante em tamanho e apa r cia. No Lupus Eritematoso Sist mico a positividade da pesquis servada em 70 a 80% dos casos. uso de corticóides. Esfregaço: At ras em temperatura ambiente ( corados). sendo o tipo de c lulas maiores conhecido como c lula de Downey. Refrigerar. em infecç s viróticas e outras. pesquisa Coment  rios: A c lula LE pode ser um neutrófilo.Lavado bronco alveolar. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. Sinovial . Conservaç o de envio: Sangue: at 2 horas em temperatura ambiente. O resultado do como positivo ou negativo conforme a presença ou aus cia de c lulas LE. a presença de somente uma c lula LE suficiente para dar um resultado positivo.Liq.5 mL de Sangue Total em EDTA e/ou 2 esfregaços sangüíneos secos em temperatura ambiente (sem corar).Liq. Por m. Podem ocorrer reaç es falso -negativas nas leucopenias. M todo: Hargraves Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 7. Veja tam m FAN.Líq. pesquisa Coment  rios: Os linfócitos atípicos ( pl sicos) s contrados na Mononucleose Infecciosa. N congelar. sendo necess rio para isso a observaç o de v rias c lu las LE típicas. óuô †ò ‘€ˆu‰ý‘u”u‰  ˆu‰ý”u‘ “u‘ † ™” ñ dí–uu’ ©8õuóuô † †(ÿ þ ÿ¡ ‰ ¡ ‰ u‘ uˆ ‰ C ’ lulas LE. Veja tamb m: Leucogram . monócito e raramente um eosinófilo que fago citou a massa LE.C ’ lulas de Downey.

Líq. aliadas às determinaç s bioquímicas. É utilizado para diferenciaç os processos em agudos ou crônicos. monitoraç o e prognóstico de processos infecciosos. artrites e peritonites. límpido Aspecto  elevada Viscosidade Co lo de mucina  grumo firme em líquido claro  0 a 200/mm 3 Leucometria Neutrófilos  0 a 25% Líq. O aumento de celularidade e suas particularidades. viróticos ou f icos. hemorr icos e mesmo neopl sicos dessas cavidades.Sinovial (puncionado de qualquer articulaç ).May Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Líquor  incolor (xantocrômico at 30 dias de vida) Cor  límpido.Líquor (EDTA) . M todo Citometria: Contagem manual M todo Citologia: Microscopia . Lavado broncoalveolar Cor  incolor Aspecto  claro. cristalino. transparente. u‡ u‘ ’ † ˆu‰«— ñ ñ   u’ ™”  “ ˆ ò ˆu‰ † † † † † † u’udR—u” † †  † @ u’ ˆ€‰  † ‘uˆu‰Á”  † –ud † óuô † †©š ô ˆu‰ ˆ ˆu‰ 160 Instituto de Patologia Clínica H. infla matórios.Citometria e Citologia (Líquidos corporais) Coment  rios: O estudo dos líquidos corporais ferramenta indispens vel para o diagnóstico. com predomínio das formas polimorfonucleares ou linfomonocit rias. Ascítico A presença de mais de 50 mL de Líquido ascítico na cavidade abdominal j tológico. Líq. Laboratórios: Enviar sob refrigeraç imediatamente após a coleta.Pleural . N o congelar. Aspecto rocha Leucometria  at c lulas/mm3  Rec m nascido: ate 15 c lulas/mm3 Citologia diferencial de c lulas:  Adultos: 95% de linfócitos e at % de monócitos  Crianças: 90% de linfócitos e at % de monócitos Líq.Ascítico . 5. xistem valores normais e sim correlaç clínica e patológica. límpido Celularidade  200 a 1000 c lulas/mm3 Citologia  Macrófagos alve olares: 80 a 89 %  Linfócitos: 8 a 18%  Neutrófilos: < 3%  Eosinófilos: < 1%  Outras c lulas: 0 % Condi o: 1.Líq.0 mL Líq. Pleural A presença de líquido detect vel no espaço pleural sempre patológica. bacterianos. Sinovial  amarelo palha Cor  transparente. pneumonias. locais ou sist micos. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C. PARDINI . exames bacteriológicos e imunológicos define a presença e resposta ao tratamento de meningites.0 mL Lavado broncoalveolar.Coloraç .

A pesquisa de corpos de Heinz deve ser solicitada para qualquer anemia de etilogia obscura. na talassemia maior.HPLC Valor de Refer ncia: 94. D. J. pesquisa Coment  rios: Os corpos de Heinz s o observados em anemias hemolíticas de v rias etiologias. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. α-Talassemia e outras entidades clínicas diversas.5 a 3. €d u‘  † ˆ€‰Á—uˆu” ‰ pH ¶ IDO M todo: Agar Citrato pH 6. nas intoxicaç s por drogas. óuô †ÿ Instituto de Patologia Clínica H.5%  Hemoglobina A1  Hemoglobina A2 2. esplenectomizados e outros.2 Valor de Refer ncia: Hemoglobina A Condi o: 1. E. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. As hemoglobinas anômalas mais comumente encontradas s : S.0 %  Hemoglobina Fetal Condi o: 1. na defici ncia de G6PD.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 mL de Sangue Total (EDTA). nas hemoglobinopatias por hemoglobinas inst veis. I .Corpos de Heinz. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. A metodologia de eletroforese de Hb em pH ci sada para confirmaç iferenciaç lgumas fraç es de hemoglobinas encontradas em eletroforese de pH alcalino. O. Atrav s da eletroforese em pH alcalino e do HPLC tamb m s terminados os padr es normais (HbAA) e de patologias como persist cia heredit ria de Hb Fetal. Lepore e H. At ras entre 2o e 8o C para pH cido e at 7 dias entre 2o e 8o C para HPLC. PARDINI 161 .3 a 96. ñ ñ †i†Rÿþ • ÿ ô ¡ ¡ ‰ ‰  —u‰ †  ™ † † ˆu‰â‰◠ˆu‰â—u”âd “u‘ ™   † óuô ò ò pH ALCALINO (HPLC) M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .7% at . C.0 mL de Sangue Total (EDTA). At ras entre 2 O e 8O C. β-Talassemia. ˆ ñ   “™ ” óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò Eletroforese de Hemoglobina AN¶ LISE DE HEMOGLOBINA POR HPLC Coment  rios: A lise das hemoglobinas constitui importante m todo diagnóstico para estudo das anemias hemolíticas e talassemias determinadas congenitamente.

Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. s ndantes na disenteria amebiana. Líquor e Lavado brônquico : enviar imediatamente após a coleta. equinococose). No líquor. embor patognomônico. O achado de eosinófilos na urina ajuda na confirmaç frite intersticial. No escarro e lavado brônquico s o característicos da asma brônquica. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante.Escarro: at horas após colhida. ñ ˆ ˆ€‰ì‘ud — ˆu‰«—u”«‘uˆu” ‰Ý † ˆu‰îd€m óuô ˆu‰ ò  dݑuˆ€‰ ô †H• ˆu‰ †Rþ ÿ † ¡ ‰ ˆ ˆu‰ Eritrograma HEM CIAS – HEMATÓCRITO – HEMOGLOBINA – VCM – HCM .Urina .Escarro .CHCM Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç o de anemias e policitemias.Líquor .JD 4H. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.Fezes . M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: veja Hemograma p . constitui dado importantíssimo no diagnóstico de certos processos parasit rios do sistema nervoso (cisticercose. mantidas secas. Conservaç o de envio: Lâminas j confeccionadas : At ras em temperatura ambiente. Após corar. longe de calor e umidade. At 6 horas.Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes . sem corar e junto com o sangue). Urina . Laboratórios: Enviar. na secreç sal e conjuntival su gerem processos al rgicos. al m do Sangue total.Eosinófilos Coment  rios: A pesquisa de eosinófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica d e numerosas patologias. 166 Condi o: 1. Nas fezes. M todo: Coloraç May -Grunwald .Secreç Nasal . … ñ  óuô ò €’ † ð ô¡ ‰ † †¨ 162 Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total (EDTA). at 15 dias em temperatura ambiente.Secreç conjuntival (lâminas confeccionadas ou material biológico). PARDINI .Lavado Brônquico . . As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. sem corar. entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.

0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 esfregaços sangüíneos. uso de contraceptivos orais. PARDINI 163 . M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ! Adultos " 200 a 450 mg/dL ! Crianças " 150 a 300 mg/dL Condi o: 1. Enviar o mais r ido possível.JO 8h. fibrinólise e doenç tica.45% a 0. ˆ ô †i† ÿ• ¡ ‰ “ ò  u– ñ ‘u—u‰  ‡   ˆu‰î—ud óuô ˆu‰ †iÿ ¡ ‰ umud€—u‰ † Instituto de Patologia Clínica H. ñ m† † ‰†  óuô ò ˆu‰R—u” Fragilidade Osmótica das Hem e¦s ias Coment  rios: O aumento da fragilidade osmótica ocorre esferocitose heredit ria.0 mL de Plasma (Citrato).4 o C) ñ óuô †ò ‘€‰u’u“u‘ ˆu‰ý d ¡ — ”u–u ˆu‰Û”  ˆ †H†R•þ ô  Fil e ria.20% de NaCL Condi o: 5. At dias congelado (m ximo . qua  m n mero significante de hem cias em alvo (Síndromes Talass micas). Conservaç o de envio: Lâminas.0 mL de Sangue Total Heparinizado.45% de NaCL 0. .59% de NaCL Final 0. coagulaç o intravascular disseminada. gravidez. A diminuiç fragilidade ¡ –na osmótica ocorre nas hipocromias. .Pesquisa de microfil rias: colher entre 22:00 e 04:00 horas. M todo: Esfregaço em Lâmina .30% de NaCL 0.N realizamos aos s s e v spera de feriados. Sangue.40 a 0. Veja tam m Filariose.50% de NaCL 0. nas hemoglobinopatias e nas anemias ferroprivas. . Laboratórios: Enviar at ras após a cole ta em temperatura ambiente. Est levados em estados inflamatórios agudos. at ras em temperatura ambiente. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. M todo: Dacie Valor de Refer ncia: Hemólise Curva Imediata Curva após 24h a 37 o C Inicial 0.Fibrinog T nio Coment  rios: Os níveis de fibri io est iminuídos em afibrinogenemia heredit ria. estrógenos e andrógenos. Laboratórios: Separar o plasma imediatamente após a coleta e congelar. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif ric indicada para o diagnóstico de filaríase linf tica causada pelo agente Wuchereria bancrofti.JD 4h. at 48 horas em temperatura ambiente (sem corar). .70% de NaCL 50% 0. Laboratórios: N o Refrigerar.Coloraç Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.

At dias entre 2o e 8o C.HPLC Valor de Refer ncia: 2. ñ  †  “u‘ ˆ€‰ö”u‘  óu“ ô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò © † i† ¨ ÿ †iÿ “u‘ “ u— d † u— ” • @ d Continua.Hemoglobinas HEMOGLOBINA Coment rios: Indicada na avaliaç anemias e policitemias. ñ  HEMOGLOBINA A2 ò –u€’ óuô ô 𠆩 † ¨š ¡ ‰  ˆu‰R—u” Coment rios: Indicada na pesquisa das Beta-Talassemias. PARDINI ..: O valor de refer cia para Hemoglobina Fetal para crianças no primeiro m s de vi 90%. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. 164 Instituto de Patologia Clínica H.JD 4H. etc. intermedi ria e maior) quando ser contrados valores aumentados de HbF.0% # HPLC $ at . Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.0 % Obs. ñ HEMOGLOBINA FETAL óuô †i†Rÿþ • ô ¡ ‰  ò ™” d † —€‰u”u‘  Coment rios: Indicada no diagnóstico das Beta -Talassemias (menor. At ras entre 2 o e 8o C.5 a 3. A Beta Talassemi ça heredit ria.0 mL de Sangue Total (EDTA). Este valor decresce gradativamente atingindo o valor normal de adulto aproximadamente no 5o m s. que mostram níveis elevados da HbA2. freqüente com apresentaç s clínicas variadas. Condi o: 5.166 Condi o: 1..7% Condi o: 1.0 mL de Sangue Total (EDTA).0 mL de Sangue Total (EDTA). . Tamb m se presta para o diagnóstico de Persist cia Heredit ria de Hemoglobina Fetal. Taxas altas de Hb Fetal podem ser encontradas em alguns casos de esferocitose heredit ria. M todo: Espectrofotometria com reagente livre de cianeto Valor de Refer ncia: veja Hemograma .0% # Betke $ at .HPLC Valor de Refer ncia: # Singer $ at . Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. leucemias agudas e crônicas. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . M todo: Singer / Betke / Cromatografia Líquida de Alta Performance . At ras entre 2 o e 8o C. anemia falciforme.

Nos portadores de Traços alfa -Talass micos pode ser difícil pois os agregados se apresentam em menor quantidade ou raros. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente.Continu õuóuô  o. Condi o: 1. ñ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ò  Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Sangue Total em EDTA. M todo: Ditionito de Sódio Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1.HEMOGLOBINAS HEMOGLOBINA H . Heparina ou Citrato). At ras entre 2 o e 8o C.  ñ † ˆ “ ‡ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰  HEMOGLOBINA S. Testes falsonegativos podem ocorrer por quantidades indetect veis de hemoglobina S. Testes falso-positivos podem ocorrer em policitemias e algumas hemoglobinas anormais raras..PESQUISA Coment rios: Na doença de Hemoglobina H os agregados de HbH s o facilmente demonstr veis em grande n mero nas c lulas vermelhas.. At ras entre 2 o e 8o C.5 mL de Sangue Total (EDTA. TESTE DE SOLUBILIDADE Coment rios: O teste positivo indica presença da hemoglobina anômala S em heterozigose ou homozigose. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. M todo: Azul de Crezil brilhante Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina H. PARDINI 165 .

0 13.0 75.0 31.2 3.5 42.0 9.5 a 5.2 4.5 a 22.9 3.0 a 87.0 29.91 50 a 700 at083(6 0 6.5 a 15.0 a 126.0 77.0 a 11.0 a 124.0 50 a 1100 150 a 450 11.5 45.2 4. inflamaç s. acompanhamento de terapias medicamentosas e avaliaç ist rbios plaquet rios.0 a 9.0 31.5 a 8.0 28.1 a 4.0 50 a 1100 150 a 450 11.5 a 6.5 at026 .0 a 34.0 26.0 a 16.0 28.0 25.0 at021 . parasitoses.0 a 40.0 1.0 300 a 900 150 a 450 11.0 28.34 20 a 850 at087(6 0 6.0 400 a 1800 150 a 450 11.0 a 67.0 a 5.0 31.3 3.0 12.73 at089(6 0 at083(6 0 3.5 at0 1.5 39.0 30.4 a 34.0 a 42.1 a 5. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total.0 a 118.0 23.0 12.0 400 a 1800 150 a 450 11.0 a 100. Fornece dados para classificaç s anemias de acordo com alteraç s na forma.0 9. JD 4H.5 4.0 50 a 1100 150 a 450 11.0 29.5 a 15.0 28.0 13. tamanho.0 Neutrófilo Neutrófilos WBC Eosinófilos Basófilos segmentado bastonetes x103/mm 3 /mm 3 /mm3 x103/mm 3 x103/mm3 9.0 a 40.mulher homem Faixa Et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos Faixa et% ria Ao nascimento 1 a 7 dias 8 a 14 dias 15 a 30 dias 2 a 5 meses 6 a 11 meses 1 a 2 anos 3 a 5 anos 6 a 11 anos 12 a 15 anos > 16 anos RBC x106/mm 3 3.0 a 35.0 a 36.5 a 17.5 a 8.0 a 95.0 a 121.0 a 31.mulher homem Adulto .0 a 37.0 37.5 a 10.0 a 8.5 a 15.5 33.5 at026 .0 a 35.0 25.0 a 36.0 a 17.0 a 36. neoplasias hematológicas. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.0 † ðô † † 166 Instituto de Patologia Clínica H.5 42.0 1.0 a 34. Orienta na diferenciaç tre infecç es viróticas e bacterianas. PARDINI . cor e estrutura das hem cias e conseqüente direcionamento diagnóstico e ter tico.5 a 15.0 a 36.5 at023 .0 a 30. junto com o sangue).0 a 6.0 10.0 a 9.5 a 5.0 78.0 a 16. Atrav s de avaliaç ntitativa e morfológica das plaquetas sugere o diagnóstico de patologias co itas e adquiridas.5 3. intoxicaç es e neoplasias atrav s das contagens global e diferencial dos leucócitos e avaliaç morfológica dos mesmos.0 31.0 a 49.0 74. sem corar.0 a 15. Rotineiramente indicado para avaliaç e anemias.5 a 15. 2 esfregaços sanguíneos preferencial mente confecionados sem anticoagulante.89 at087(9 0 at083(6 0 4.0 77.0 31.0 at054 .0 a 40.0 98.0 a 16.9 a 5.0 a 55.90 20 a 850 at087(6 0 5.0 a 35.0 a 45.5 4.0 1.5 a 15.0 a 13.Hemograma Coment  rios: Constitui importante exame de auxílio diagnóstico n o somente para doenças hematológicas como tamb m muitas outras de variadas etiologias.0 26.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 11.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 1. laser.0 a 100.0 a 33.0 35.0 1.0 88.5 a 21.0 31.0 a 36.0 6.5 a 8.0 80.0 31.2 0. Valor de Refer ncia: † ñ ™ ” uˆ Û ”— ‡ ™ ” du‰–u“u—  Û ™ˆu”‰ ™ ˆ  Faixa Et% ria ò “ ˆu‰Û—ud  ˆu‰Õ”u† ‘ ™ ˆu‰©ëud ‘€’u“u‘ † ˆu‰h” ˆu‰ † CHCM % 30.0 1.0 a 53.0 1.0 95.0 a 60.0 a 14.0 2.0 11.0 13.5 a 15.0 24.3 4.0 a 36.0 a 41. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso.5 a 13.0 at02BC6 0 150 a 450 11.0 a 5.20 20 a 850 at087(6 0 5.4 2.0 a 20.0 a 36.5 a 15.5 29.0 25.0 29.0 2.5 a 10.0 86.0 a 17.9 Condi o: 1.0 14.0 a 66.0 a 26.0 31.7 a 5.0 1.5 a 7.0 a 39.01 20 a 850 at087(6 0 5.5 a 20.5 41.23 20 a 850 at087(6 0 9.0 1.0 a 62.2 a 5.0 12.0 a 10.0 26.5 4.0 a 36.0 a 18.5 a 8.0 a 98.0 80. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo.5 at026 . absorç spectrofom trica.0 a 11.84 50 a 500 at0@4A6 0 Monócitos /mm 3 Plaquetas x103/mm3 RDW % 400 a 1800 150 a 450 11.5 a 15.0 a 108.0 85.0 a 36.0 a 11.0 a 12.5 a 10.5 a 10.0 a 37.5 a 16.5 1.9 a 6.0 1.0 28.0 mL de Sangue Total (EDTA).1 4. dispers óptica/fluoresc ncia e impedância.0 a 36.0 1.5 34.9 ˆu‰î— &') RN (cord( 1 a 3 dias 1 semana 2 semanas 1 m) s 2 meses 3 a 6 meses 6 meses a 2 anos 2 a 6 anos 6 a 12 anos 12 a 18 anos .9 a 5.0 36.5 1.0 78.0 at026 .0 a 36.3 3.8 a 8.86 at089(6 0 at083(6 0 3.5 a 15.0 Linfócitos x103/mm3 2.5 a 15.5 35.5 a 15.6 3.5 a 13.0 30.0 a 40.0 a 34.5 a 19.5 at026 .0 a 46.7 a 4.0 a 36.5 a7.0 a 36. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais.0 1.0 a 86.3 4.0 28.0 at026 .0 a 102. reaç s infeccios as e inflamatórias agudas e crônicas.9 a 2.0 a 123.0 a 36.7 a 8.0 a 115.5 a 13.0 a 5.0 at021 .0 a 21.96 at087(9 0 at083(6 0 3.0 31.6 a 6.0 a 46.0 25.0 10.0 a 34. M todo: Sistema automatizado: Citometria de fluxo.0 2. óuô HGB HCT VCM HCM g% % fl pg 13.0 70.

anemias siderobl sticas cong nitas e adquiridas. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ˆ€‰ù—€d  ˆu‰Ó—  ‡ m†  ñ ˆu‰R–u” óuô ñ u’ †©¨ @ ô — ò ‡ “ Isopropanol. longe de calor e umidade). PARDINI 167 . Veja tamb m: Mielograma p . Teste Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglob inas inst veis.0 tubo de Sangue Total (Vacutec ou EDTA). M todo: Tris/Isopropanol Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. leucemia mielóide aguda e outros. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. agendar antecipadamente no laboratório. alcoolismo. ciclo menstrual e drogas.169 Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente (mantidas secas. VHS aumentada ocorre precocemente no Infarto Agudo do mioc rdio e Linfomas (maior especificidade ltima). Em artrite reumatóide ou tuberculose m índice de progress ça e na arterite temporal til ao diagnóstico quando mostra valores muito elevados. . ñ ˆ † ˆu‰R—udR—u‰€”u‘ ˆ u‘ dî‡ m† ‡ ò óuô † † †‡ —ud †  ”à‡ † † ÿô¡‰ Hemossiderina Coment  rios: É um t este sensível para a avaliaç reserva medular de ferro e como auxílio à interpretaç o mielograma. É tam m til como teste de screening em exames de rotina.Para coleta. M todo: Westergreen automatizado Valor de Refer ncia: D Homem E 0 a 15 mm na 1a hora D Mulher E 0 a 20 mm na 1a hora D Criança E 0 a 20 mm na 1a hora Condi o: 1.Hemossediment ¢ £¦¥ o Coment  rios: A VHS  m fenômeno n o específico e sua medi clinicament til em desordens associadas com produç o aumentada de proteínas de fase aguda. . variando de 1 a 4 + em total m ximo de 4+: F 1+/4+: ferro medular diminuído F 2+/4+ e 3+/4+: ferro medular normal F 4+/4+:ferro medular aumentado É til tam m para pesquisar sideroblastos em anel que ocorrem em casos de anemia refrat ria. Nem sempre uma VHS aumentada indica presença de doença. M todo: Coloraç lo Azul da Pr ssia Condi o: Enviar 2 esfregaços de lâminas de Aspirado Medular (sem corar) + cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis.JD 8h. Resultados falso-positivos podem ocorrer quando houver um aumento da concentraç o de hemoglobina fetal e em amostras envelhecidas.0 mL de Sangue Total (EDTA ou Heparina). pois tamb m influenciada pela idade. Os resultados devem ser interpretados à luz da história clínica e podem ser utilizados parâmetros subjetivos e semi -quantitativos. ñ uˆ ‰ ˆ  óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H.

Essa limpeza deve ser feita par haja contaminaç o do esfregaço por cocos que. logo abaixo da borda. I Sangue de cor H próximo de 100% de hem cias fortemente coradas pela hemoglobina fetal. Fazer no mínimo 4 esfregaços em locais diferentes. Em casos d lise de sangue fetal (coleta intra-uterina) sado para confirmar se o sangue realmente fetal ou materno. normalmente. usando lâminas limpas e desengorduradas.0 mL de Sangue Total (EDTA). Esperar a exsudaç lasma e colh -lo com alça bacteriológica. Deixar os esfregaços secarem ao ar. Tam m usado na determinaç o e quantificaç o aproximada de transfus materno -fetal em casos de m Rh negativo e feto Rh positivo.negativos). Enviar o mais r pido possível. At ras entre 2 o e 8o C. Secar a les com gaze esterilizada e raspar com alça bacteriológica as bor das da les o tentando. delicadamente. as formas amastigot as s mais abundantes na fase inicial da doença. alcançar a regi o do f lcera. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ óuô ˆu‰Rò–u” ™” ˆu‰ ˆ ˆ ˆ €‘u—u‰Á—ud»‡ ™ ˆu‰ † †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Rmud † då‡ ˆ ˆ€‰Á—u‰Á – “ ™ ” ‘u† ˆu‰ˆ   d(ëˆuu‰ ”R‘uˆu‰ 168 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ˆu” m † “ ˆ  ˆu‰Rò–u” —uˆu‰ ˆ † ˆ ¡ ‰u’u“ ˆ u ‰ ˆ ‰u’€“u‘ † ˆ€‰ ”ádu ‘u óuô ô †© š ¡ †Rþ ÿ ‰  Leishmaniose.Kleihauer Coment  rios: Útil na distinç o entre algumas formas de Talassemias (distribuiç eter nea nas hem cias) e Persist ncia Heredit ria da Hemoglobina Fetal (distribuiç o hom ea). pesquisa Coment  rios: Usada para diagnóstico de leishmaniose tegumentar. recobrem lcera. tornando -se rara em les s antigas (resultados falso. PARDINI . Condi o: 2. forçando a saída do exsudato onde poder ser encontrados os parasitos. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 esfregaços de Raspado de Úlceras. Esse m todo d bons resultados em les es iniciais sem infecç cteriana associada. Laboratórios: Lavar abundantemente a les o com soluç fisiológica est ril. Outro m todo simples consiste em comprimir a lâmina contra a superfície cruenta da les .05% de hem cias fracamente coradas pela hemoglobina fetal. após remover crostas ou escarificar as les s lceradas. De modo geral. Conservaç o para envio: At horas em temperatura ambiente. sem corar. M todo: Coloraç la Eosina Valor de Refer ncia: G Adultos e > 2 anos de idade H < 0.

pesquisa Coment  rios: A pesquisa de neutrófilos em materiais diversos ajuda na elucidaç iagnóstica de numerosas patologias. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. Material biológico : At horas após colhido. entre outras. Após corar.NEUTRÓFILOS SEGMENTADOS . agendar antecipadamente no laboratório. 2 esfregaços sanguíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. At 36 horas entre 2o e 8o C (Caso seja enviado esfregaço sangüíneo sem corar junto com o sangue). Secreç o conjuntival.Leucograma Coment rios: Rotineiramente indicado na avaliaç infecç es. pulmonares. Escarro. PARDINI 169 .MIELÓCITOS . acompanhamento de terapias medicamentosas.Para coletar. at 72 horas em temperatura ambiente. mantidas secas. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. Urina. É til tamb m em casos de infecç s e parasitoses que podem acometer a medula óssea atrav s da visualizaç ireta dos patógenos e parasita s extra e intra-celulares.0 mL de Sangue Total (EDTA). met stases infiltrativas de M.EOSINÓFILOS . cópia do Hemograma e dados clínicos disponíveis. trombocitoses.BLASTOS . sendo que o primeiro nome seja escrito por extenso. at 15 dias em temperatura ambien te. neoplasias e patologias hematológicas. inflamaç es. intestinais. Condi o: 02 esfregaços de Medula Óssea obtida por punç spirativa. Laboratórios: Enviar al m do sangue total. Conservaç o de envio: Esfregaços j confeccionados : Sem corar. Lavado Brônquico. M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes. oculares e outros de acordo com o material examinado. BASÓFILOS . M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 1. ‘uˆu‰ d† óuô † ‡ ˆu‰R† — ˆu‰Rd ™”  †©¨ @ ô — Neutrófilos.O e outras doenças menos comuns.PROMIELÓCITOS  ñ óuô m† † ˆ€‰Ê—€” ™ ™ † ðô † Mielograma Coment  rios: O mielogram sado para auxílio diagnóstico em casos de citopenias onde outros exames laboratoriais foram conclusivos e para diagnóstico diferencial das leucocitoses. desordens imunoglobulínicas. Conservaç o de envio: At ias em temperatura ambiente. protegidos de luz.JD 4H. calor e umidade. neoplasias hematológicas.MONÓCITOS NEUTRÓFILOS BASTONETES . Veja tam m Hemograma. .METAMIELÓCITOS . . longe de calor e umidade. ñ ˆu‰Ý— óuô ˆu‰Rò–u” ‘u †H• ô  †† ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Secreç Nasal. Sugere na maioria das vezes processos infecciosos ou inflamatórios de vias uri rias. Laboratórios: Enviar esfregaços sem corar.LINFÓCITOS .

At 2 horas em temperatura ambiente. Es cies encontradas: P. Veja tam m Hemograma. corticóides. ñ ‘uˆu‰«—u” óuô † ‰â‡ P NBT m† ˆ ˆu‰R—uò‰ ™” ™ ˆ€‰å”u‘ †ô Plaquetas (contagem) Coment  rios: Rotineiramente indicado na avaliaç trombocitose.falciparum.000 a 450.vivax. pesquisa Coment  rios: A pesquisa em sangue perif rico indicada no diagnóstico de mal ria.positivos e falso– negativos.corado. produzindo numerosos resultados falso.Nitro Blue Tetrazolium Coment  rios: O teste do NBT muit til na triagem de Doença Granulomatosa Crônica em que s contrados resultados muito diminuídos. A demonstraç o do parasito e a diferenciaç s ci muito importante. Resultados aumentados podem ser encontrados no uso de indometacina e contraceptivos orais. 170 ˆu‰ö—€dö” – † ” † † † ñ ˆu‰R–u” óuô ô † †Áþ öëu”÷‰ ‰† ˆ –† –† Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente.sem corar.5 mL de Sangue total heparinizado. em temperatura ambiente por tempo indeterminado. Tam m est o diminuídos no uso de antibióticos.At 2 horas entre 2o e 8o C.000/mm 3 Nota: Contagens anormais s o repetidas e confirmadas ao microscópio óptico e/ou contraste de fase.0 mL de Sangue Total em EDTA + 2 lâminas com gota espessa + esfregaços sanguíneos. At ras entre 2 o e 8o C. ñ m† “ ˆu‰©—u” ™” óuô ò ˆ ††©ð¨š ô ¡ ‰ † Plasmodium. Conservaç o de envio: Sangue . PARDINI . M todo: Coloraç lo May -Grunwald/Giemsa Condi o: 1. Laboratórios: Enviar al m do Sangue total. 7 dias em temperatura ambiente. 2 esfregaços sangüíneos preferencialmente confeccionados sem anticoagulante. P. Condi o: 1. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. sendo conveniente que o primeiro nome seja escrito por extenso. M todo: Reduç NBT Valor de Refer ncia: 2 a 10% de Neutrófilos Positivos pelo NBT Condi o: 2.malariae. P. O teste ve ser usado para diferenciar infecç s bacterianas de outras infecç es. . plaquetopenias e alteraç s morfológicas de plaquetas em patologias cong nitas ou adquiridas. Esfregaço sanguíneo e/ou gota espessa . . Laboratórios: Enviar imediatamente após a coleta.JD 4h. salicilatos.0 mL de Sangue Total (EDTA). M todo: Fluxometria e impedância Valor de Refer ncia: 150. j tratament diferente para cada es cie. As lâminas devem ser identificadas com nome completo do paciente ou iniciais. .

repetir o processo. Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas.O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. M todo: Cromog nico (Funcional) Valor de Refer ncia: 78 a 134% Nota: Proteína extremamente termo sensível. A suspens qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente.4 o C. Conservaç o de envio: . doenç tica. presença de anticoagulante l pico e anticorpos anti-fosfolipideos. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. uso de anticoagulantes. ñ “ò ˆ  “ u ‘ ‘u’u“u‘ ˆu‰ “ ˆuˆu‰‰ óuô † ¡ ”u–€ d ‡ “€‘ dum † “ “u‘ “u‘ ˆ ‘uˆuv‰ v  ˆu‰î—€” ˆuˆ ‰ý—ud † —  ˆu‰ý—u”   ˆu‰â—u”  ”ö‘€ˆu‰ ¡ ‰  ”ý‘uˆ ˆu‰â” dR‘uˆu‰  ‰â‘u‡ ˆ † ˆu‰ö—u”÷‰  † ô “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. terapia com anticoagulante oral. Informaç es nece rias: Informar uso de medicamentos e dados clínicos disponíveis. Defici ncias adquiridas s encontradas em casos de desordens hep ticas. em gelo seco de prefer cia. . .Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). .Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Se possível informar no pedido a contagem encontrada.Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. . S ver solicitaç tro exame.Separar o plasma cuidadosamente. PARDINI 171 .000/mm3. . É desej vel que o pacient o esteja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. colher tubo sem anticoagulante. fibrinólise.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. coagulaç intravascular disseminada. Tal fato leva a uma diminuiç Proteína C. confundir com Proteína C Reativa. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici ncia adquirida: defici cia de Vitamina K. Defici cias co itas s caracterizadas por tromboses venosas recorrentes e podem ser funcionais e/ou quantitativas. . Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos que devem atingir o nível normal na infância ou adolesc cia.Colher em tubo siliconizado.000 plaquetas por mm3 de plasma. nefropatia di tica. .Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10.8% proporç 9 partes de sangue p ara 1 de anticoagulante).Atenç o.Proteína C Coment  rios: A proteína C regula o processo de coagulaç o sendo anticoagulante natural.At 4 dias congelado em temperatura inferior a .Enviar material congelado. Condi o: 3.Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. . insufici cia renal crônica. . transferindo-o para tubo siliconizado ou tubo pl stico.Enviar amostra separada para Proteína C (dever ser exclusiva para este exame). . desprezar e depois colher o tubo com citrato. Laboratórios .

para sua correta avaliaç o.O teste positivo. Proteína S e Antitrombina III combinadas. colher um tubo sem anticoagulante.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante). devem ser consideradas. desempenha um papel importante na trombofilia. Proteína S. caracteriza a alteraç redit ria da RPCa. PARDINI . embora outras mutaç s mais raras tenham sido descritas. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas.Teste extremamente sensível em temperatura. . Repetir o processo de centrifugaç o transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10. presença de plaquetas e uso de anticoagulantes. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. . M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 0.Proteína C Ativada.É desej vel que o paciente n steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. O teste positivo pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. uso de anticoagulantes. S ver solicitaç outro exame. u“€‘ ! “ ñ u‘ uˆ © ‰ u— ” ˆ €• u‡ – ˆu“u‰ ‘ — óuô  ˆ vv  † — †ò m† † €d u— d † “u‘ † ˆ€‰ ¡ ”   ˆu‰©— ™” “u‘ ˆu‰u‰ ‘u’u“ ™” ˆu‰©” ˆu‰  ˆ ˆ€‰Ü—€” ˆu† ‰  ˆ€‰ý—u”  † ˆu‰  ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ ˆu‰ —€” ˆ  †©¨ @ ô — “u‘ “u‘  ‰ì‘u‡  172 Instituto de Patologia Clínica H. caracteriza a alteraç heredit ria da Resist cia a Proteína C Ativada. Antitrombina III. Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis.JD 4h. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. que quando presente. desprezar e depois colher o tubo com citrato. . Resist T ncia Coment  rios: A resist ncia à proteína C ativ um defeito heredit rio que. pode ser confirmado atrav s da pesquisa da mutaç o Fator V de Leyden.000/mm3 repetir o processo. Anticoagulante ico. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis e autorizaç o do m ico respons vel pelo paciente. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. Anticorpos anti fosfolipídeos. pois defici cias c nitas ou adquiridas de Proteína C. aparentemente. Fibrinólise.86 . A freq cia da RPCa dez vezes maior do que defici cias de Proteína C.Este teste ve ser interpretado isoladamente. Aproximadamente 40% dos pacientes trombóticos apresentam esse defeito. . A amostra separada para Resist cia da Proteína C Ativada dever ser exclusiva para este exame. Condi o: 3.20 o C. Cuidado para n o tocar a ponteira na camada de c lulas. embora outras mutaç s mais raras tam m tenham sido descritas. que quando presente. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a .0 mL Plasma em citrato (citrato de sódio 3. desde que afastadas as causas acima.000 plaquetas por mm3 de plasma. Laboratórios: Colher em tubo siliconizado sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Enviar o material congelado em gelo seco de prefer cia. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Fatores de coagulaç . Separar o plasma cuidadosamente. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico.

reaç es vasculares tóxicas para anormalidades vasculares heredit rias.0 mL de Plasma em citrato (citrato de sódio 3. que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias. óuô ò ™ ˆ  ™” Instituto de Patologia Clínica H.8% proporç 9 partes de sangue para 1 de anticoagulante. Valor de Refer ncia: Negativo a (+). Informaç es nece rias: Informar uso de qualquer medicamento e dados clínicos disponíveis. S descritos tr s tipos de defici ncias c nitas e níveis de proteína S podem tam m estar diminuídos em doenças he ticas. gravidez. uso de anticoagulantes orais. desprezar e depois colher o tubo com citrato. PARDINI 173 . Nefropatia Di tica. Enviar o material congelado. colher um tubo sem anticoagulante. Laboratórios: A amostra separada para Proteína S dever ser exclusiva para este exame. crises inflamatórias agudas.Rec m-nascidos a termo ou prematuros sadios podem apresentar níveis diminuídos.000/mm3. doença hep tica. ñ †ò ˆu“ ‰ý—€d –€  d ‰u‘€’u“ “ ý “ m† ˆu‰ ‡ óuô † ‰u–u“€‘ ˆu‰«” ‰€–u ’u“u‘ ‡u– “€‘ “u‘  d€m † “u‘  ˆu‰R—u” vv    ”ý‘uˆu‰ý” ˆu‰î—€” ˆu‰R”  ˆuˆu‰R‰ —u‰ †  ˆ€‰ dۑuˆu‰ ”ì‘uˆu‰ ¡ ‰ “ ˆu‰ì—u”  ‰ì‘u‡ ˆu‰ † †©¨ @ ô —  Prova do Laço Coment  rios: Este teste permite uma avaliaç o da fragilidade capilar. Separar o plasma em duas alíquotas de no mínimo 1 mL cada e congelar imediatamente. Contar mero de plaquetas residual e caso tenha mais de 10. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: 70 a 123% .000 plaquetas por mm3 de plasma. Insufici cia Renal Crônica e Fibrinólise.É desej vel que o pacient steja usando anticoagulante oral por pelo menos 2 semanas e heparina por 48 horas. . Separar o plasma cuidadosamente. em gelo seco de prefer ncia. . .Proteína extremamente termo sensível. reposiç stro ica. sem garrotear ou com garroteamento mínimo. Níveis diminuídos de atividade devem ser confirmados com a dosagem do antígeno e devem ser excluídas causas de defici cia adquirida: Defici cia de Vitamina K. Um teste positivo pode ocorrer em trombocitopenias. pois isto pode contaminar o plasma com plaquetas. Condi o: 3. Conservaç o de envio: At ias congelar a amostra em temperatura inferior a . P rpura Trombocit ica Idi tica. A suspens de qualquer medicaç ver ser feita sob a supervis autorizaç m dico respons vel pelo paciente.4 o C. inflamatórias e durante tratamento anticoagulante. Colher em tubo siliconizado.JO 8h. O tubo de citrato dever ser o segundo na ordem da coleta. transferindo-o para um tubo siliconizado ou tubo pl stico. Só poder ser recebida amostra que chegue ao laboratório congelada. Condi o: Cliente deve estar presente na unidade de atendimento. repetir o processo. S ver solicitaç outro exame. Centrifugar imediatamente após a coleta (3000 rpm por 15 minutos). Cuidado par tocar a ponteira na camada de c lulas. Síndrome Nefrótica. . Tal fato leva a uma diminuiç da Proteína S.Proteína S Coment  rios: A diminuiç prote ína S est ssociada com o aumento da incid ncia de tromboembolismo.Níveis elevados de atividade podem estar relacionados ao uso de heparina ou presença de anticorpos anti-fosfolipidicos (Anticoagulante L ico e anti-Cardiolipínico). disfunç s plaquet rias. Se possível informar no pedido a contagem encontrada. Repetir o processo de centrifugaç transferindo novamente o sobrenadante para outro tubo com os mesmos cuidados anteriores a fim de garantir um plasma com menos de 10.

. Condi o: 2 esfregaços. Exemplo: Aplasia medular.valores aumentados: hiperatividade da medula óssea (reticulocitose).000 a 75. ñ ˆu‰ö—€d ˆu‰ö—ud óuô ”(d€’u—ud † † 174 Instituto de Patologia Clínica H.5 % Q Quantitativo R de 25. É importante para o diagnóstico diferencial das anemias e para acompanhar tratamento.Para coletar.0 mL de Sangue Total em EDTA. mantidos secos. Conservaç o de envio: At hora em temperatura ambiente. auxiliando na diferenciaç s linhagens linfóide e mielóide. Enviar cópia do hemograma e dados clínicos disponíveis. Conserva-se at 30 dias em temperatura ambiente.0 mL de Sangue Total (sem anticoagulante) em tubo de centrífuga graduado + 1.0 mL de Sangue Total (EDTA).5 a 1.Coleta at S s 18:00 horas. M todo: Aggler-Lucia Valor de Refer ncia: At % Condi o: 5. M todo: Azul de Cresil brilhante Valor de Refer ncia: Q Percentual R 0. . Laboratórios: Enviar esfregaços sem conservante. PARDINI . E xemplo: anemias hemolíticas.000/mm3 Condi o: 1.Reticulócitos Coment  rios: A contagem de reticulócitos til para avaliar atividade eritropoi tica: . M todo: Coloraç o Citoquímica de Sudan Black B Valor de Refer ncia: Presença de 3% de Blastos positivos em casos de leucos compatível com Leucemia Mielóide Aguda. longe d e calor e umidade. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. ñ ˆu‰ † ˆu‰ † †óuô ÿ• ò i † ô † ˆò Sudan Black B Coment  rios: Útil na classificaç s leucemias agudas. agendar antecipadamente no laboratório. . †‡ † ñ óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Retr ¢ ¤ £ ¥ o do Co e gulo Coment  rios: Sua principal indicaç como auxílio diagnóstico da Trombastenia de Glanzmann em que a retraç praticamente nula.valores diminuídos: hipoatividade da medula óssea (reticulocitopenia).

V. Liquemine. situaç s nas quais o Tempo de Protrombina/RNI pode enc ontrar-se prolongado. X ou protrombina.Cliente deve comparecer em uma das unidades. coagulaç intravascular disseminada. . Marevan e etc.) e qual a dosagem. Teste de pouca sensibilidade. . Informar história de sangramentos importantes anteriores.. doenças h ticas.0 mL cada) com Sangue Total sem anticoagulante. Est mentado nas defici cias severas de qualquer um dos fatores da coagulaç (exceto os fa tores XIII e VII). ñ ˆ ˆu‰ Ùd óuô vv  Tempo de Sangria Coment  rios: É um m todo utilizado para avaliar as alteraç s vasculares e principalmente as alteraç s quantitativas e qualitativas das plaquetas.. ñ    ™” —u ‘u‡ ™™” ™” ˆu‰ ò vv  Continua. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: ≥ 70 % Condi o: 1. † DUKE M todo: Duke Valor de Refer ncia: 1 a 3 minutos Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. PARDINI 175 . plaquetopenias prim rias ou secun rias com mero de plaquetas inferior a 50.Tempo Atividade Protrombina Coment  rios: As utilizaç es mais comuns s ra monitoramento de terapia anticoagulante oral. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. Tempo de Sangria prolongado ocorre em situaç es de alteraç s vasculares. Laboratórios: Enviar no m ximo at s a coleta. M todo: Lee-White Valor de Refer ncia: 5 a 12 minutos Condi o: 2 tubos (2. doenças de coagulaç família e testes de coagulaç o alterados previamente.0 mL de Plasma (citrato). Heparina. Hirudoid. nos casos de afibrinogenia e no uso de heparina em doses elevadas.000/mm3.Cliente deve comparecer em uma das unidades.JD 4h. Marcoumar. defici cia de fatores VII. . defeitos qualitativos heredit rios e adquiridos das plaquetas e pelo uso de inibidores da funç plaquet ria. defici cia de vitamina K. Conserv o de envio: At horas em temperatura ambiente. Instituto de Patologia Clínica H. ñ “u‘ ™ óuô †ò ™” ˆu‰Á–ud ˆ u ‰ T RNI T TAP “u‘ ”€–u vv    õ € u ó ô †š © “u‘ ˆu‰z— ò i† ÿ ¡ ud u– ê ˆu‰ö‘€d ˆ Tempo de Coagul ¢ £¦¥ o Coment  rios: Avaliaç a via intrínseca da coagulaç o. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.

0 mL de Plasma em citrato.) e qual a dosagem.Cliente deve comparecer em uma das unidades. M todo: Coagulom trico Valor de Refer ncia: At segundos acima do Plasma controle. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. M todo: Exposiç Hemoglobina a 50/60 o C Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. doenç tica. hemofilias A e B. Informaç es nece rias: Informar se cliente est ou esteve recentemente em uso de anticoagulante (Clexane. terapia heparínica.TEMPO DE SANGRIA ò vv  Tempo de Tromboplastina Parcial Coment  rios: ¡ te cia à hemorragia. Em sangue com hemoglobinas normais a precipitaç corre ou ocorre em grau discreto. Heparina. doenças de coagulaç o na família e testes de coagulaç lterados previamente. defici ncia de vitamina K e hipofibrinogenemia. PARDINI . . Marevan e etc.. uso de anticoagulantes orais. Em casos de hemoglobinas inst veis a precipitaç m grande quantidade.Continu IVY M todo: IVY Valor de Refer ncia: U Crianças V 2 a 7 minutos U Adultos V 3 a 9 minutos Informaç es nece rias: .JD 4h. Laboratórios: Enviar no m ximo at após a coleta do material. As causas mais comuns de PTT prolongado s o: ¡ coagulaç intravascular disseminada. Condi o: 1. . antes de intervenç es cir rgicas e no O PTT indicado nos casos on controle de ter  tica anticoagulante pela heparina.Informar medicamentos em uso. Liquemine. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente. ñ óu† ô A@ † d€–u“ ˆu‰ †ò —€”  ‘u—u“u‘ d ”€–u “ ™ ‡ ˆ †H• ô  vv  i† ÿ ¡  ˆ ˆ€‰(d Teste Desnatur¢ £¦¥ o ao Calor Coment  rios: Indicado na avaliaç e diagnóstico de hemoglobinas inst v eis. Informar história de sangramentos importantes anteriores. Marcoumar.. uˆ ‰ ˆ u Á ‰ u ‘ u ˆ » ‰ ‰ ñ † ” ˆu‰R—u” ò óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰   ˆu‰ 176 Instituto de Patologia Clínica H. Hirudoid. anticoagulantes circulantes. ñ õuóuô o.0 mL de Sangue Total em EDTA ou Heparina.

A relaç cido m lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno.  du‘€— † ˆu‰    † ˆ ñ ˆ ò óuô ˆ † A@ ô —  cido Fenilglioxílico   † ˆu‰÷—u–€”ö –u‰   ‰ † uˆ R ‰  ud™ u‘” —  †  ˆ  ` Coment rios: O 5-HIAA m metabólito da serotonina usado como marcador de tumores carcinóides (tumores neuroendócrinos que se originam principa lmente nos tratos respiratórios e gastrointestinais).N o deve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. 353 Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Dieta O paciente dever rmanecer 24 horas sem usar qualquer tipo de medicamento e sem ingerir os alimentos relacionados.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç límeros pl sticos.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. . borrachas e resinas. Alimentos ricos em serotonina devem ser evitados antes e durante a coleta. 1994. Seu metabolismo e he tico. A excreç rin ria desses metabólitos ocorre em duas etapa s: 6 a 7 horas após a exposiç o e 16 horas após o t rmino da mesma.*Urina 24 h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . sendo neurotóxico e hepatotóxico. picles. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. acetominofen. xaropes com glicerilguacolato e naproxifeno. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. pois estes interferem no resultado: abacate. banana. colher Urina 24h p g. sendo maior em concentraç s mais elevadas deste. tendo como metabólitos urin rios principais o cido m lico (85%) e fenilglioxílico (10%). . Laboratórios: Especificar tipo de urina. isoniazida.Após dieta. medicamentos em uso. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . salicilatos. O cido fenilglioxílic um composto inst vel e pode apresentar perdas se a amostra for mantida em temperatura ambiente. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . morfina. Informaç es nece rias: Informar peso. antidepressivo IMAO.Urina recente . cido dihidrofenilac tico.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel W IBMP para Estireno X 240 mg/g de creatinina (NR-7. cido 5 Hidroxi Indola s¦’ tico   † Y 5 HIAA (quantitativo) ñ  †  † óuô ò  vv   †ô“  –€” Instituto de Patologia Clínica H. . cido ac tico. O lcool inibe o metabolismo do estireno. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. beringela. ameixa. formaldeído. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. imipramina. dose e tempo de uso.HPLC Valor de Refer ncia: ` < 10 mg/24h ` Limiares a de 11 a 20 mg/24h Condi o: Urina 24h. PARDINI 177 . Medicamentos usados podem interferir no resultado do exame: levodopa. metildopa. hor rio inicial e final da coleta. nozes e tomate. fenotiazinas.

refrigerantes com coca. **Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. cido hip ric um metabólito normal do organismo humano. Acetominofen (paracetamol). cido Hipúrico  …  ‡ –€‡ ‰ † ‰ † ‰å–  óuô † ò –u“ ñ  ‘u ˆu‰ Ù ” ˆ –€ˆu” †  ˆu‰ ™ ”   m† –u‡ ˆu‰ ‡ † A@ ô —  ` Coment rios: O cido homovalínico (HVA) o principal metabólito uri rio da dopamina.HPLC Valor de Refer ncia: b 03 a 06 anos c 1.: medicamentos aparentados às catecolaminas (descongestionantes nasais.7 mg/24h b 10 a 16 anos c 2. pridoxina e Levodopa. *enviar 50 mL e informar volume total.5 g/g de creatinina (NR-7. Excreç o do HVA pode ser intermitente. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. femprobamato.5 g/g de creatinina (NR-7.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). quinidina. cido Homovanílico  ñ  ˆu‰©” óuô † ™” ‘uR ” “u‘ ud u‘ — † ˆ m † ò vv   (–€” ý–  †ô“  178 Instituto de Patologia Clínica H. gr s verdes de caf . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. hor rio inicial e final da coleta. Cerca de 75% dos pacientes com neuroblastoma excretam níveis elevados de HVA cido vamilm lico. ganglioneuroblastomas e Síndrome de Riley-Day. lcool etílico e drogas. MT/Br) Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . tabaco. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. Instruç es de coleta: Veja Urina 24h p g. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. 353 Conservaç o de e nvio: At ias entre 2o e 8o C. Níveis elevados tam m s ncontrados no feocromocitoma. 1994. aspirina. tetraciclina.M.` Coment rios: O cido hi ric rincipal metabólito uri rio do tolueno (solvente para óleos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .7 mg/24h b Adultos c 1. Laboratórios: Especificar tipo de urina. refrigerantes e alguns tipos d s.8 mg/24h Condi o: Urina 24h. MT/Br) b IBMP c 2.HPLC Valor de Refer ncia: b at . tabagismo e exposiç concomitante ao benzeno inibem a biotransformaç hep tica do tolueno. cloropromazina. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.4 a 8. ketchup. reserpina.*Urina 24h. 1994. borrachas e t intas).O. metildopa. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos. podendo tam m advir de dietas ricas em cido benzóico: frutas (ameixa. dietilpropriona e cocaína podem aumentar a excreç o urin ria do cido hi rico.1 a 4. disulfiran.4 a 4. . fumo. dose e tempo de uso.3 mg/24h b 06 a 10 anos c 2. mostarda.4 a 8. 353 Conservaç o de envio: At m s acifidificada e entre 2o e 8o C. alimentos conservados com benzoatos. PARDINI . ssegos). etanol. Antidepressivos IMAO. acarretando em concentraç s urin rias baixas. broncodilatadores).

5 g/g de creatinina (NR-7. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A excreç ri ria desses metabólitos ocorre em duas etapas: 6 a 7 horas após a exposiç ras após o t rmino da mesma. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. cido Mand ’ lico  ‰í ñ ˆu‰Á” š ¡ ˆ ‰ † † ‰ ˆu¡ ‰”u–u   ˆ€‰f †  ‘€   — † ˆ  ˆ  — †™  ˆ ò óuô ˆ€‰(—€” † A@ ô —  cido Metil Hipúrico Coment  rios: O cido metilhi rico representa mais de 95% da fraç metabolizada dos xilenos (dimetilbenzenos). `  ˆ€‰ – u ‡ ñ ˆu‰R—u” ˆ ò  óuô ‘uˆu‰Ó–ud ‡ † A@ ô — —u‰R—u”î  ˆu‰ ˆuˆ‰R u‰î ‰Ó ˆ€‰ ‡ ˆ † ‡ Ó ‰ u‘ uˆ ‰ ˆ€‰  ‡ Instituto de Patologia Clínica H.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP e 1. borrachas e resinas. O cido man lico se correlaciona melhor com os níveis de exposiç o ambiental que o cido fenilglioxílico. 1994. sendo neurotóxico e hepatotóxico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. A primeira fase da excreç cido metilhip rico ocorre nas pri meiras 10h e a segunda em torno de 48h após exposiç .*Urina 24h. 1994.8 g/g de creatinina (NR-7. ** Colher durante as ltimas 4 horas da jornada de trabalho. diminuindo a excreç seu metabólito na urina. MT/Br) Por presentar valor basal. Laboratórios: Especificar tipo de urina. tendo como metabólitos urin rios principais cido mand lico (85%) e fenilglioxílico (10%). cido metil hip ric sofre tanta variaç interindividual como o cido hi rico. MT/Br) Condi o: Urina final de jornada de trabalho . Os xilenos s  tilizados como thinner para tintas e lacas.` Coment rios: O estireno (feniletileno) m solvente utilizado na produç de polímeros pl sticos. 353 Laboratórios: Especificar tipo de urina.*Urina 24h.Urina recente . MT/Br) d IBMP para Etil-Benzeno e 1. Condi o: Urina de início ou **final de jornada de trabalho . . sendo maior em concentraç es mais elevadas deste.5 g/g de creatinina (NR-7.N ve ser colhido no 1o dia da jornada semanal. O lcool tem a capacidade de inibir o metabolismo do estireno. *enviar 50 mL e informar volume total. PARDINI 179 . 1994. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.HPLC Valor de Refer ncia: N o detect vel d IBMP para Estireno e 0. agentes de limpeza al m de outros usos industriais. Tem metabolism tico. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. A relaç o cido man lico/ cido fenilglioxílico varia com a concentraç o ambiental do estireno. *enviar 50 mL e informar volume total. Ingest lcool inibe a biotransformaç o do xileno.

cloropromazina. chocolate. hiperlipidemia. tetraciclina. Níveis baixos de beta-caroteno associados a diminuiç da Vitamina A sugerem hipovitaminose A. gravidez e diabetes melito. amoxicilina. V rios medicamentos e alimentos podem interferir na sua determinaç . verificar pH da amostra que dever star entre 2 e 4.O. dose e tempo de uso. Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Interferentes: Diminuindo . . Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.HPLC Valor de Refer ncia: 10 a 85 µg/dL Condi o: 2. refrigerantes com coca. espinafre). medicamentos em uso. É detectado em 70% dos casos de neuroblastoma. metildopa. Níveis elevados podem ser encontrados na alimentaç rica em carotenóides ( cenoura. m absorç .JO 8h. hor rio inicial e final da coleta.10 mL/L de Urina (criança) e refrigerar. O betacarot rovitamina A mais comum e representa 25% dos carotenóides s ricos.O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C.0 mL de Soro.` Coment rios: O cido vanil m lico (VMA) principal metabólito da epinefrina e norepinefrina. no hipotireoidismo. Usar frasco âmbar (sensível à luz). Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e -10o C.M. quinidina. Apresenta sensibilidade inferior a dosagem de metanefrinas.contraceptivos orais. ”u‘u‰ † d«– ˆ ò ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰÷”u‘ † “u‘  óuô vv  u– †iÿ @ ô — 180 Instituto de Patologia Clínica H. cardidopa. Adicionar cido Clorídrico at alcançar o pH desejado. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Níveis baixos s contrados na car cia de suprimento. . antidepressivo IMAO. conservas. aspirina. PARDINI .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) . cido Vanil Mand ’ lico   ñ  €d u‘ ™ — ” † †‰ f VMA ˆu‰©—u” ˆu‰ ò óuô vv  Ó”  … † †   ù–   Beta Caroteno Coment  rios: †ô“ ˆu‰ Os carotenóides s o sintetizados a partir de vegetais e parcialmente convertidos ao retinol. Medicamentos . Encontra -se elevado em situaç s onde ocorrem elevada produç catecolaminas como no feocromocitoma.: medicamentos similares às catecolaminas (descongestionantes nasais. fumo. levodopa. propanolol. cirrose e gastrectomia. piridoxina. tabagismo. broncodilatadores). óleos minerais. qualquer frutas (especialmente banana). Informaç es nece rias: Informar peso. etilismo. neuroblastoma e ganglioneuroma. Laboratórios: Material deve ser enviado o mais r ido possível. 353 Dieta O paciente dever permanecer 12 horas sem ingerir: lcool. ch . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . neomicina e kanamicina. caf . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ganglioneuroblastoma. Laboratórios: Antes de enviar. metiformim.HPLC Valor de Refer ncia: g Adulto h 10 a 35 µmoL/24 horas g 02 a 18 anos h < 25 µmoL/24 horas g < 02 anos h < 10 µmoL/24 horas Condi o: Urina de 24h.

i 15 a 17 anos p ≤ 59 nmoL/mmoL de creat.Proteger da luz (frasco âmbar).Homem p 4 a 19 nmoL/mmoL de creat. Para monitorizaç o da resposta ter utica esses marcadores permitem detecç alteraç es de forma mais r ida que a densitometria óssea (2 a 10 semanas). PARDINI 181 . 4 a 21 nmoL/mmoL de creat. deve -se preferir a coleta de 24 horas. Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados.*Urina 12h . met stases ósseas. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. Considerando que a excreç sses marcadores maior à noite. i 11 a 14 anos p 17 a 100 nmoL/mmoL de creat. i Adulto .  ™ † ñ m† ‘uˆ€‰ ™ ˆ ” † ÿ @ du–u“ u– ˆ  ™ ‘u ˆu‰«ê ‘ud † u’u”u‘u‰ ˆu‰â—u” ˆ€‰öˆu—u‰ ” ò óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. . Refrigerar. . A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. sendo influenciada pela dieta.Deoxipiridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura he licoidal do col tipo I. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç ssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz o 3 deoxipiridinolina/1 piridinolina. Níveis elevados s encontrados na osteoporose. Veja tam m Piridinolina.Mulher p Condi o: Urina 2h .Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de urina (criança). e que variaç s de at % podem ocorrer durante o dia. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. i Adulto .*Urina 24h.HPLC Valor de Refer ncia: i 02 a 10 anos p 31 a 110 nmoL/mmoL de creat. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Doença de Paget. *enviar 10 mL de Urina e informar volume total.

Dieta O paciente dever ermanecer 12 horas sem ingerir: lcool. Valores de epinefrina > 200 pg/ml e de norepinefrina > 2000 pg/ml t m sensibilidade de 85% e especificidade de 95% para o diagnóstico do feocromocitoma.. salbutamol. metildopa. Catecolaminas elevadas tamb m s contradas no trauma. metilfenidato. fentolamina. nitrogliceirna. insulina. fruta (especialmente banana). Catecolaminas s compostos l beis. Esses tumores s causa de hipertens severa de difícil controle.. nadolol. O tubo test invertido lentamente por alguns minutos. sendo em 10% deles malignos. homogeniza-se cuidadosamente e. metoclopramida. com o auxílio das m s. metoprolol. timolol. Laboratórios: Enviar em tubo pl stico congelado.  ˆu‰ † “ ˆu‰ † ˆ u ‰ Û ” u ‘ ™” u–  † ˆ ‰† ˆu‰ ‰ ˆ € † ñ ™” vv  å– dÁ‡ SANGUE Valorr de Refer ncia: s Epinefrina (Adrenalina) s Norepinefrina s (Noradrenalina) s ò (–€”  † ¡ r r s s s Dopamina Condi o: 2. Após isto. c rebro e sistema nervoso sim tico. nicardipina. desipramina. disulfiram e octeotrídeo. verapamil. nortriptilina. morfina. refrigerantes com coca. frio. transfere-se para um tubo teste de vidro pr -congelado contendo 120 µL de soluç o EGTA/GSH. anfetaminas. dosagem. 182 Instituto de Patologia Clínica H. difenilhidramina. hidroclorotiazida. naloxona e TRH. dopamina. imediatamente. clorpromazina. imipramina. para uma mistura adequada do sangue com a soluç reagente. atenolol. pós -operatórios. clonidina. clozapina. pseudoefedrina. Instruç es : Deixar cat ter na veia (heparinizado). PARDINI . sem fumar. labetamol. minoxidil. propranolol. prometazina. nicotina. felodipina. amitriptilina. Obs. Drogas que aumentam concentraç s das catecolaminas : prazosin. teofilina.5 mL de sangue para lavar a heparina do cat ter. hidralazina.: Os tubos ser fornecidos pelo laboratório. sendo sua determinaç influenciada por uma s rie de v aríaveis pr -analíticas como dieta e drogas. em ambiente calmo.O.10o C. isoproterenol. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .HPLC Informaç es nece rias: Medicamentos em uso. Coleta-se em heparina de 5 a 10 mL de sangue. . hora d ltima dose. aminofilina. levodopa. c . caf . acalmar o cliente. Seu maior uso clínic no diagnósti co do feocromocitoma. fumo.JO 8h. efedrina.. ansiedade. É necess rio que a amostra de sangue seja colhida depois que o cliente permaneceu em repouso (deitado) no mínimo por 30 minutos. a norepinefrina (noradrenalina) e a dopamina s o catecolaminas sintetizadas na medula adrenal. clorfeniramina.M. haloperidol. que se origina em 90% dos casos na supra-renal. mas sob nenhuma circunstância deve -se agitar vigorosamente a amostra. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Medicamentos: O paciente dever rmanecer 7 dias sem ingerir medicamentos que interferem C. Centrifugar rapidamente. furosemida. chocolate. terbutalina. dia. O plasm transferido imediatamente para um tubo pl stico e congelado. óuô < que 140 pg/mL entre 140 a 200 pg/mL > que 200 pg/mL < que 1400 pg/mL entre 1400 a 2000 pg/mL > que 2000 pg/mL < 30 pg/mL s suspeitos s muito sugestivo s suspeitos s muito sugestivo ™  †  †iÿ @ ô — ˆ€‰ ˆu‰ †  ”† ˆ ˆu‰ † d† Continua. nitratos. cocaína. descartar os primeiros 0. Drogas que diminuem concentraç s das catecolaminas : captopril.5 mL Plasma (heparina) c/ glutationa reduzida.Epinefrina e Norepinefrina Coment  rios: q Catecolaminas A epinefrina (adrenalina). reserpipna. retirada de clonidina e doenças graves intercorrentes. bromoergocriptina. cafeína.

colher Urina 24h conforme instruç s g. -N sar o garote por muito tempo. PARDINI 183 . . trimetoprim.0 4. Laboratórios: .0 a 17. metotrexato.N colher amostra com o paciente deitado.0 a 65. Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C. Valores elevados podem ser indicativos de defici cias de vitaminas B6. na insufici cia renal crônica. .0 < de 60 61 a 80 t suspeito > 80 t sugestivo ò õ€óuô o.10o C.0 a 80.0 15.0 0. Condi o: Urina de 24h.0 a 3.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança) e Refrigerar.0 8. fenitoína. hor rio inicial e final da coleta.5 0.5 mL de Plasma (EDTA). corticóides. na maioria dos casos.Continu URINA Valor de Refer ncia .5 0.0 a 29. hipotireoidismo e em erros inatos do metabolismo (homocistin ria). óuô † †ô“  ™ ” –u å”  †¦š Homocisteína Coment  rios:  m ami A homocisteí cido formado no metabolismo da metionina.: Epinefrina com 15% ou mais do valor total das catecolaminas sugere processo intra-adrenal.0 a 2.0 1. u Após dieta. Enviar alíquota 10 mL e informar volume de total.5 a 20. ‘ud †  ‘u‰u — € ‰ (  ñ ò uˆˆu‰R ‰ˆu‰R—d óuô uˆˆu‰‰© †iÿ @ ô — ‡ † “u‘  “ u ‘ åd ˆu‰ † ‘€d † † † Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a .. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC Valor de Refer ncia: t Homens: 4 a 14 µmoL/L t Mulheres: 4 a12 µmoL/L t Elevaç iscreta: 15 a 25 µmoL/L t Elevaç moderada: 25 a 50 µmoL/L t Elevaç centuada: 50 a 500 µmoL/L Condi o: 1. vascular perif rica) e trombose. cido fólico e riboflavina. Valores elevados tamb m podem ser encontrados no uso de ciclosporina.0 a 10. Hiperomocisteinemia em gr vidas est ssociada a defeitos do tubo neural. Obs.0 0. Sua remetilaç  metioni dependente da cobalamina.EPINEFRINA E NOREPINEFRINA Norepinefrina 0. cido fólico e da riboflavina.0 < de 200 201 a 260 t suspeito t sugestivo > 260 Dopamina 0 a 85 0 a 140 40 a 260 65 a 400 65 a 400 65 a 400 Nota: Em cerca de 5% dos casos pode haver Falso-Positivos e 5% Falso-Negativos..2 a 10. 353 Laboratórios: Antes de enviar.0 a 6. B12 (cobalamina). Homocisteína em níveis elevados um fator de risco independente e forte de aterosclerose (doença coronariana. por m em valores limiares.Separar imediatamente at 10 minutos após a coleta. carotídea. verificar pH da amostra que dever star cido (pH at ).µg/24h: Idades Epinefrina < de 1 ano 1 ano 2 a 3 anos 4 a 9 anos 10 a 15 anos adulto 0.

43 < que 0.HPLC Valor de Refer ncia: tect vel v v IBMP: 50 mg/g de creatinina (NR-7.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) e 10 mL/L de Urina (criança). sotalol. devendo a coleta ser realizada com o mínimo de estresse emocional e físico. oxitetraciclina. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . fumo. cloropromazina). levodopa. bromoergocriptina. borrachas e pl sticos). M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o e 8o C.30 < que 0.Fraç ¥ es Coment  rios: A metanefrina e a normetanefrina s metabólitos da epinefrina e normetanefrina respectivamente. benzodiapínicos. refrigerantes com coca.41 mg/g de creatinina 10 a 15 anos < que 0. Laboratórios: Enviar 10 mL de Urina e informar volume total. buspiroma. dia e hora da ltima dose.M.31 mg/g de creatinina > que 15 anos < que 0.41 < que 0.HPLC Valor de Refer ncia: Idades Normetanefrina Metanefrina < de 2 anos < que 1. Dieta O paciente dever rmanecer 12 horas sem ingerir: lcool. acetominofen. Medicamentos: O paciente dever ermanecer 7 dias sem ingerir medicamentos abaixo ou C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. paragangliomas e neuroblastomas.Metanefrinas . . ‘uˆuñ ‰ † u‘ ˆu‰R—u” ò  óuô † A@ ô — ™”  ˆ u ‰ ˆu‰  ˆu‰ †   184 Instituto de Patologia Clínica H. hor rio inicial e final da coleta. labetamol. medicamentos. anti-depressivos tricíclicos. Refrigerar.: medicamentos similares às catecola minas (descongestionantes nasais. A excreç – rin ria do paraminofenol vari vel sendo indicador absoluto avaliaç s individuais de exposiç . tetraciclina. PARDINI . *enviar 50 mL de urina e informar volume total. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . medicamentos em uso.53 mg/g de creatinina 2 a 10 anos < que 0. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. c . chocolate.O. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. 353 Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. broncodilatadores). quinidina.73 < que 0. metildopa. caf . fenotiazidas e propranolol.*Urina 24h. T m importância clínica no diagnóstico do feocromocitoma. Laboratórios: Especificar tipo de urina. fruta (especialmente banana). Informaç es nece rias: Informar peso. 1994.30 mg/g de creatinina Condi o: Urina de 24h. ñ ˆ “u‘ €‘  ˆu‰ ˆ€‰ ™” “ ò óuô vv   å–u” ý–  ‡ † ¡ †ô“  Paraminofenol Coment  rios: O paraminofenol  m metabólito excretado na urina nas primeiras 24 horas após exposiç à anili na (utilizada em tintas. sendo a determinaç o uri ria das metanefrinas e sua raz com a creatinina muito sensíveis. dosagem.Urina recente . Os tumores podem excretar catecolaminas de forma intermitente ou dentro da faixa normal.

HPLC Valor de Refer ncia: w 02 a 10 anos x 160 a 440 nmoL/mmoL de creat. Para monitorizaç resposta tera tica esses marcadores permitem detecç lteraç es de forma mais r pida que a densitometria óss ea (2 a 10 semanas). deve -se preferir a coleta de 24 horas. Níveis elevados s contrados na osteoporose. w 11 a 14 anos x 105 a 400 nmoL/mmoL de creat. . Hipotireoismo pode diminuir níveis excretados.Piridinolina Coment  rios: A deoxipiridinolina e a piridinolina constituem as ligaç es cruzadas da estrutura helicoidal do col geno tipo I.*Urina 12h . ñ ™ ” ˆ€‰ý—ud †  m† ò  –u“ uˆ ‰ ¨  ™ u‘  ˆu‰Û—u‘u” d † † ˆu‰â—u”âd ˆ€‰í”u™ ‘ ˆ  ‘uˆu‰ óuô †ô“  Instituto de Patologia Clínica H. A deoxipiridinoli mais sensível que a piridinolina. PARDINI 185 . Veja tam m Deoxipiridinolina.*Urina 24h. w 15 a 17 anos w Adulto . *enviar 10 mL de Urina e informar volume total. Condi o: Urina 2h . Refrigerar. x 42 a 200 nmoL/mmoL de creat. 353 Conservaç o de envio: At m s acidificada e entre 2o a 8o C. A quantidade de piridinolina e deoxipiridinolina uri rias refletem a reabsorç o óssea (atividade osteocl stica) sendo excretadas na raz :1. . Doença de Paget.Mulher x 22 a 89 nmoL/mmoL de creat. Considerando que a excreç sses ma rcadores maior à noite e que variaç s de at 20% podem ocorrer durante o dia.Proteger da luz (frasco âmbar). w Adulto .Homem x 20 a 61 nmoL/mmoL de creat. met stases ósseas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. sendo influenciada pela dieta. Laboratórios: Especificar tipo de urina. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). hiperparatireoidismo e hipertireoidismo.Usar HCL 50% 20 mL/L de Urina (adulto) ou 10 mL/L de Urina (criança).

Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . por invers o num total de 6 invers s. PARDINI . Sua dosagem pode complementar o diagnóstico de tumores carcinóides. ñ óuô ‘uˆu‰ “u† ‘ † ‰ ò   † y 5 Hidroxi Triptamina † ™” ‘uˆ  ˆ … ™” vv    †— †iÿ @ ô — ù– †— –€”u‘u—u“ 186 Instituto de Patologia Clínica H. imipramina. morfina. Dieta O paciente dever ermanecer 24 horas sem ingerir os alimentos relacionados. beringela. por 20 minutos. A dosagem do metabólito da serotonina ( cido 5 hidroxi indolac tico) marcador mais sensível de tumores carcinóides.Serotonina Coment  rios: A serotonina sintetizada a partir do triptofano nas c lulas cromafins intestinais ou em neurônios. . banana. Concentraç s sofrem interfer cias de alguns alimentos e drogas. dividir 5 mL deste sangue para cada tubo pl stico contendo 10 mg de EDTA e 75 mg de cido Ascórbico (fornecido pelo laboratório).M: acetominofen. medicamentos em uso. Separar o plasma. Laboratórios: Enviar o material congelado em tubo pl stico. porque pode haver hemólise. Homogeinizar imediatamente “ o esperar”.JO 8h. Centrifugar o sangue dos tubos a 1200 r. “sem agitar”. O laboratório fornecer tubos p/coleta. C.10o C. lítio. O seu m ico deve estar ciente da necessidade do uso e somente o m ico pode sus -lo. metildopa.p. nozes. evitar 7 dias. Informaç es nece rias: Informar peso.m. pickles.O. antidepressivos IMAO. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . naproxeno e reserpina.HPLC Valor de Refer ncia: € 50 a 200 ng/mL € Intermedi rio  200 a 400 ng/mL € Tumor Carcinóide  > 400 ng/mL Condi o: Colher 10 mL de Sangue Total (em seringa pl stica contendo EDTA). Medicamentos Os medicamentos usados pelo paciente podem interferir como resultado do exame. dose e tempo de uso. congelar. guafenesin. pois estes alimentos interferem no resultado: abacate. tomate.

SIDA . tabagismo. Seu uso clínico principal squisa da defici cia de vitamina C (escorbuto) que se manifesta 60 a 90 dias após privaç s se oligoelemento.JO 8h. insufici ncia pancre tica exócrina. parasitoses. Por outro lado hipervitaminose C pode gerar aumento dos níveis de oxalato com formaç c lculos renais. Laboratórios: O material dever ser enviado o mais r pido possível.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C.  † ‘ud«–€” † ˆu‰»—u” ˆ u ‰ ⠗ u ”  † ˆ “€‘ ñ ‡ uˆ Ó ‰ u– ‰ †‰ † óuô ò ª vv    Instituto de Patologia Clínica H. grandes queimados. . pancreatite. Níveis elevados podem ser encontrados na hipervitaminose A. cirrose.4 a 1. etilismo. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . contato com metais pesados.JO 8h. m sorç intestinal. . PARDINI 187 . Enviar congelado. Usar frasco âmbar (sensível à luz). nitrosaminas e paraldeído. Concentraç s em crianças s o menores q ue em adultos. Informaç es nec rias: Informar medicamentos em uso. Usar frasco âmbar (sensível à luz). estrógenos. A determinaç r HPLC m todo de escolha. pós -operatórios. Níveis baixos tamb m s o encontrados em pacientes com sepses. Refrigerar. na síndrome do desconforto respiratório. A Vitamina A encontrada em produtos de origem animal lipossol vel e tem duas formas: o retinol (Vitamina A1) e a 3-dehidro-retinol (Vitamina A2). Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível.HPLC Valor de Refer ncia: ‚ 1 a 6 anos ƒ 20 a 43 µg/dL ‚ 7 a 12 anos ƒ 26 a 49 µg/dL ‚ 13 a 19 anos ƒ 26 a 72 µg/dL ‚ Adulto ƒ 30 a 80 µg/dL Condiç o: 1.HPLC Valor de Refer ncia: 0.Vitamina A Coment  rios: A express o vitamina A se refere aos retinóides que t m atividade biológica do retinol. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . infecç es e etilismo. aspirina.5 mg/dL Condi o: 1. uso de estr ios e anticoncepcionais. Níveis baixos s contrados na defici ncia diet tica da vitamina. uso de contraceptivos orais. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. ñ ˆu‰â”u‘ ˆ “ ò †™ ” ‡ “ ˆ “ † ™ ‰u’u“u‘  Ódum ˆu‰ ô vv  †iÿ @ ô — u– Vitamina C Coment  rios: A vitamina C ( cido ascórbico) um antioxidante essencial que apresenta meia vida de 16 dias. barbit ricos. síndrome nefrótica. Doença de Adison.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).

anemia hemolítica e alteraç visual). Níveis baixos podem ser determinados por m absorç (pancreatite. cirrose. prematuridade.25-hidroxicolecalciferol podem ser encontrados na gravidez. Usar frasco âmbar (sensível à luz).8 mL de Soro.HPLC Valor de Refer ncia: … Prematuro † 0. ressecç es intestinais). óleos minerais e contraceptivos orais. ñ  ‡ ˆu‰«”u‘ “u‘ d ˆ † “€‘  “u‘ ˆ † óuô ò ˆu‰ u– Vitamina E Coment  rios: É uma vitamina lipossol vel antioxidante que previne danos nas membranas celulares por radicais livres. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . A sua forma mais ativ alfa-tocoferol. Juntamente com calcitonina e PTH regulam o metabolismo do c lcio. .25 dihidroxicolecalciferol (calcitriol) a forma ativa da vitamina D apresentando meia vida de 4 a 6 horas.25 Dihidroxi O termo “vitamina D” engloba a vitamina D produzida na pele (Vitamina D3 ou colecalciferol) e a vitamina D de origem vegetal (Vitamina D2 ou ergocalciferol).3 a 0. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível congelado.Vitamina D3 Coment  rios: „ 1.8 mg/dL Condi o: 1.9 mg/dL … 13 a 19 anos † 0.JO 8h. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . o calcidiol (25 -hidroxicolecalciferol) normais.6 a 1.JO 8h. Laboratórios: O material deve ser enviado o mais r ido possível. Informaç es nec ess rias: Informar medicamentos em uso.HPLC Valor de Refer ncia: 20 a 76 pg/mL Condi o: 1. colestiramina.25hidroxicolecalciferol s contrados na insufici cia renal e hipoparatireoidismo. atresia de vias biliares.5 a 1. Sua dosagem til na investigaç da sua defici cia (quadro neurodegenerativo. sarcoidose e na intoxicaç vitamínica. Dist rbios da hidroxilaç o à nível renal levam a defici cia de calcitriol com valores de outro metabólito. Valores elevados de 1. PARDINI . O metabólito 1.0 mg/dL … Adulto † 0. Valores baixos de 1.25 a 0. Conservaç o de envio: At ias entre 0o a -10o C. . A sua car ci respons vel por atraso na mineralizaç o ó ssea (raquitismo e osteomal cia). etilismo. fibrose cística.37 mg/dL … 1 a 12 anos † 0. uso de anticonvulsivante.5 mL de Soro. ñ ˆu‰ d ‡† ‰ ˆ€‰ † ‡ ™ ˆu‰ “u‘  ò óuô †iÿ @ ô —  u– 188 Instituto de Patologia Clínica H.

terapia com estrógeno ou corticóide. Lavado de nasofaringe. gravidez. tonsilite. gastroenterite. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. reaspire. vasculites. Laboratórios: Swab de nasofaringe.5 mL de Soro. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. aumentando de forma r pida mas inespecífica em processos inflamatórios. Resultados falso-negativos podem ocorrer. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ‡ 0a1m s ˆ 124 a 348 mg/dL ‡ 2 a 6 meses ˆ 111 a 297 mg/dL 95 a 251 mg/dL ‡ 7 meses a 2 anos ˆ ˆ 110 a 279 mg/dL ‡ 3 a 19 anos ˆ 78 a 220 mg/dL ‡ Adulto Condi o: 0. ñ  óuô ò “€‘ ‰Rëu” †  † u– ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Alfa 1 Anti-Tripsina Coment  rios: AAT  ma proteína de fase aguda. nos casos em que o material de ser aspirado. AAT principal componente da alfa-1-globulina. sendo o inibidor de protease mais abundante no plasma. cistite hemorr gica e ceratoconjuntivite. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. ma característica do m todo. PARDINI 189 . M todo: Imunofluoresc cia direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe. Swab de nasofaringe.JO 8h. doença he tica crônica. cirrose h tica e carcinoma hepatocelular. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. Elevada em infecç es. Conservaç o de envio: Ate 5 dias entre 2o e 8o C. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. neoplasias e pós -operatórios. Tem como vantagem fornecer resultados mais r idos que a cultura viral.Adenovírus – Pesquisa direta Comen rios: Útil para estabelecer o adenovírus como agente etiológico de pneumonia. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. artrites. Defici cia ge tica de AAT pode est associada com enfisema pulmonar. † ñ –u “ò ™ “€‘ ‘ † ”€–u   †‰ óuô ô Instituto de Patologia Clínica H. Lavado de nasofaringe. . Conservaç o de envio: Refrigerar e enviar imediatamente.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sensibilidade moderada para doença intestinal invasiva (75%) e ba ixa sensibilidade para formas assintom ticas. Níveis diminuídos ocorrem na síndrome nefrótica. É o principal constituinte da mucoproteína de Winzler. a alta inci ncia de amebíase em nosso meio diminui o poder discriminatório do teste. Falso -positivos podem ocorrer em pacientes com colite ulcerativa. Na Febre Reum tica. . A sorologia possui maior sensibilidade para formas extra-intestinais (90%).5 mL de Soro. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 41. † ‘€ˆu‰«” ò ‡ ñ óuô Amebíase Coment  rios: †ô A Infecç or Entamoeba histolytica pode ser assintom tica.0 a 121.5 mL de Soro. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Inferior a 250 UI/mL Condi o: 0. entretanto. mas de forma isol permitemdiagnóstico de febre reum tica ou glomerulonefrite difusa aguda. Títulos de anticorpos podem ser detect veis por mais de 6 meses após tratamento eficaz. esquistossomose. causar doença invasiva intestinal ou doença extra -intestinal. . 35% em 6 meses e 20% em 12 meses. AEO tectado em 85% das faringites. Conservaç o de envio: Enviar amostra refrigerada entre 2o a 8o C. Veja tam m Estreptozima.5 mL de Soro. Falso– positivos podem ocorrer: tuberculose. Títulos se elevando em determinaç es seriadas s mais significativos que uma nica determinaç o. gravidez. A dosagem de AAGP substitui com vantagens a dosagem de mucoproteína por ser mais específica e apresentar maior reprodutibilidade. .Alfa 1 Glicoproteína cida Coment  rios: AAGP  ma glicoproteína sintetizada nos hepatócitos com meia vida de 3 a 5 dias. ñ ˆu‰î–  —€“ ò ”†‡ ˆu‰R—  ”u–€ u‰ €’ u“ ‘ óuô   ô Antiestreptolisina O Coment  rios: AEO elevada indica infecç r streptococos beta -hemolíticos. hepatites. ñ m† ™ ™ ” † — u ” ˆ€‰  ˆu‰`–u‰  ‰ AEO ‡™ ˆ du—ud ‘uˆ€‰ ™” óuô ò 190 †ô Instituto de Patologia Clínica H. Níveis de AEO pod em apresentar variaç s com valores normais diferentes em populaç es distintas. 30% das piodermites e 50% das GNDA. terapia com estrógeno e enteropatia perdedora de proteínas. PARDINI .JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados ocorrem em processos inflamatórios. É uma proteína de ` fase aguda. 80% apresentam AEO elevada 2 meses após início do quadro. O Test til na distinç e abscessos h ticos amebianos de pi icos. specífica. aparecendo em 12h após a inj ria e permanecendo por 3 a 5 dias. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. neoplasias e terapia com corticóides.JO 8h. Nas infecç s estreptocócicas.0 mg/dL Condi o: 0. 75% em 2 meses.JO 8h.

infecç s.0 mL de Sangue Total (Heparina) ou Sangue Total em anticoagulante ACD/tubo especial (para realizar em at 48 horas). PARDINI 191 . m †™ ñ óuô m† Ó– ˆ™ ˆu‰«‘u‰ ˆ  ˆu‰ “u‘ †ˆ H• ð ô ¡ ‰ ò † Instituto de Patologia Clínica H.Antígeno Carcinoembrion e rio  CEA Coment  rios: CEA uma glicoproteína q ór specíf ica. pancreatite .0 nanog/mL Fumantes ‘ 5 a 10 nanog/mL Suspeito Maior probabilidade ‘ > 10 nanog/mL Condi o: 0. Artrites Infeciosas. Tem forte associaç com espondilite anquilosante (90% dos acometidos) ajudando no diagnóstico de indivíduos com alteraç es radiológicas compatíveis. pesquisa Coment  rios: Os genes do complexo maior de histocompatibilidade (HLA) codificam a produç o de proteínas (antígenos). . N o deve ser utilizado para triagem de espondilite anquilosante. Seu aumento pode preceder evi cias de met stases em exames de imagem. Níves mais elevados s contrados no câncer coloretal com met stases ósseas e hep ticas. tero. M todo: Citometria de Fluxo Condi o: 10. Valor de Refer ncia: Negativo Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente. Est presente em níveis elevados em 65% dos pacientes com carcinoma coloretal. O antígeno HLA B27 est resente em 10% da populaç rmal. enfisema pulmonar. pâncreas. Artrite Psori tica. Hiperplasia Adrenal. Utilizado para auxiliar no estadiamento e monitorizaç . doença inflamatória intestinal. ov rio. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ‘ < 4. Cirurgia.5 mL de Soro. Outra s neoplasias podem cursar com níveis elevados de CEA: câncer de mama. †   ˆ€‰ ‡  ™” u”î‘uˆ€ˆu‰ ‰ † † ’€ˆu‰î” ˆu‰ì”€‘ —€“u‘ ™” ‡ –† † ˆ  ñ ˆu‰R—u” “u‘ ò ˆ  ”ô R †Rþ vv   m † ˆu‰    ˆu‰  óuô  Antígeno HLA B27. Para fins de comparaç ve -se usar mesmo m todo.JO 8h. pulm . polipose retal e doença mam ria benigna. mas sua maior aplicaç no câncer coloretal. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos?J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. sendo o melhor marcador da resposta ao tratamento de adenocarcinomas gastro intestinais.0 nanog/mL N o fumante ‘ < 5. quimioterapia e radioterapia podem causar aumentos transitórios de CEA na circulaç . Resultados negativos podem ocorrer na fase precoce do câncer e em alguns pacientes com câncer coloretal metast tico. Artrite Reumatóide Juvenil. estômago. lceras pticas. Veja tam m PCR para Tipagem do HLA B27. tireóide e tumores de cabeça e pescoço. Níveis elevados tam m podem ocorrer em fumantes. ao diagnóstico. inflamaç s. Níveis elevados s o encontrados em v rios tumores. Doença Inflamatória Intestinal e Defici cia de Complemento. cirrose hep tica. N o enviar em banho de gelo. Tam m associado com outras condiç es: Síndrome de Reyter.

Condi o: 0. em uso de corticóides e antibióticos tendem a ter títulos mais baixos ou indetect veis. que devem atingir o nível normal em 90 a 180 dias.Antitrombina III Coment  rios: A Antitrombina III  ma proteína anticoagulante natural. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Sorologi positiva em 90% dos pacientes com aspergilomas e 70% dos pacientes com aspergilose broncopulmonar al rgica. traumas) e de outras causas (uso de heparina. PARDINI .3 mL Soro. ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ™” ‰R‘uˆ d† ˆu‰ † 192 Instituto de Patologia Clínica H. Reaç s cruzadas com histoplasmose. etilismo. níveis de antitrombina s m m ia 63% dos níveis do adulto. Teste negativ o exclui aspergilose. aumentando a estes níveis com seis meses de idade. . uso de anabolizantes e penicilina. podem apresentar níveis diminuídos. enteropatias. Conservaç o de envio: At ras refrigerar entre 2 o e 8o C. estando sua defici ncia associada a estado de hipercoagulabilidade. apesar da concentraç normal da antitrobina III. gravidez). coagulaç intravascular disseminada.JO 8h. de aumento do consumo (tromboses. No tipo II. A defici cia de antitrobina III est presente em 1. meníngea). M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 28 a 38 mg/dL Nota: Rec m nascidos a termo ou prematuros sadios. anti Coment  rios: Sorologia para o Aspergillus tem sido utilizada para auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva (pulmonar. perda (síndrome nefrótica.7% da populaç . hepatite).5 mL de Plasma (EDTA). e paracocidioidomicose podem ocorrer. ñ ˆu‰ “ ˆ€‰ý“ — ˆu‰»— ˆu‰ ” † mud “ ¡ ”u–u ˆ € ‰ å — u d ” ˆu‰ ˆu‰Á” † — † “ “€‘  ˆu‰ ˆ€‰  ò óuô † †Rþ ÿ ô ¡ ‰  vv  Aspergillus sp. Pacientes imunocomprometidos. Diagnóstico definitivo de aspergilose requer visualizaç ou isolamento do aspergillus. As defici ncias cong nitas s ivididas em tipo I e tipo II. infarto agudo do mioc rdio). uso de estrógenos. Informaç es nece rias: Informar uso de anticoagulantes e qual a dosagem. Ao nascimento. com o aumento do risco de trombose venosa. Níveis aumentados podem ocorrer em processos inflamatórios. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. a sua atividade funcional ixa. No tipo I a concentraç a atividade da antitrombina III est iminuídas. Defici ncias adquiridas s mais comuns e podem decorrer de reduç síntes tica (cirrose. blastomicose.

em pacientes sintom ticos sugere infecç o recente. em amostras pareadas. paracoccidiodomicos uma doença granulomatosa que acomete pulm es. entretanto. Títulos de 1:160 s sugestivos de infecç recente. A melhora clínica após tratament companhada da queda dos títulos. IgM pode ser encontrado em 30% dos pacientes crônicos. na fase aguda e convalescença (após 14 dias). Diagnóstico de certeza de brucelose requ er isolamento em culturas. devem ser considerados cicatriz sorológica. podendo ser usado para diagnóstico e seguimento do paciente. indicativo de infecç o recente. na brucelose. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ™ ‰†d ò ˆ€‰ ”† ñ ˆu‰ † ˆ † ‰u‘u—u”«‘€ˆu‰ óuô †Rþ ô Brucelose Coment  rios: Brucelos uma zoonose causada por cocobacilos gram-negativos intracelulares. num mesmo laboratório. ˆu‰ ˆ ”† ˆ ˆ  ˆu‰ ™ ” ˆu‰ † ˆ “  ˆ€‰«— ˆ uˆ ‰ † SORO AGLUTI’”“”•– O M todo: Reaç A glutinaç com antígenos obtidos da Brucella abortus Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. O diagnóstico de certeza da paracoccidioidomicose requer visualizaç do P. Yersinia enterocolitica. complementado pela cultura. Imunoensaio enzim tico: permite detecç e anticorpos IgM e IgG. Conservaç o de envio: Refrigerar. pele e linfonodos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 193 .3 mL de Soro. brasiliensis no exame microscópico. . Aumento dos títulos de IgG. sendo que 90% dos pacientes com títulos superiores a 1:320 t m a infecç o comprovada. mucosas.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tularensis. Vibrio colerae. por período superior a 6 meses. ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †Rþ ô ñ óuô ò ˆu‰  ô Instituto de Patologia Clínica H. Títulos de 1:4 mantidos. A sensibilidade da imunodifus o radial de 80%. o que possível em apenas 20% dos casos. 70% dos pacientes tratados permanecem com sorologia positiva at m ano após o tratamento. A sorologia pode ajudar no diagnóstico dos casos se visualizou ou isolou o fungo. Reaç s cruzadas podem ocorrer com Proteus.JO 8h. IgG persiste por anos após a infecç .Blastomicose Sul Americana Coment  rios: A Blastomicose Sul-Americana. Apresenta sensibilidade e reprodutibilidade su perior a aglutinaç o. Soro Aglutinaç o : a elevaç de pelo menos 4 vezes nos títulos em amostras pareadas. F. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL de Soro p/ cada.

linfoma n o -Hodgkin.5 mL de Soro. gestaç o. câncer de endom trio. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. endoc rvix e trompas. pacientes saud veis. PARDINI . (3) Diferenciaç o pr -operatória de massas lvicas. met st ases e monitorizaç e tratamento. câncer de mama. cólon. vendo ser usado como m todo de triagem ou diagnóstico. neoplasias de fígado. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 35 U/mL ˜ Negativo — 35 a 65 U/mL ˜ Elevado — > que 65 U/mL ˜ Positivo Nota: Este exam eve ser utilizado para diagnóstico. doença inflamatória lvica. Cerca de 1. É utilizado em pacientes com câncer de mama para detecç o de recidiva. menstruaç . Condi o: 0.JO 8h. ñ ˆ óuô ò “u‘  ˆ ‘€ˆu‰Á—u”  ˆ † † † ˆ€‰ý— ˆ  ”ô R †Rþ  194 Instituto de Patologia Clínica H. ov rio.3% da populaç o tem CA 15/3 elevado. pulm o.5 mL de Soro. doenças benignas de mama e hepatopatias. fígado. A sua produç o excessiva nos carcinomas e adenocarcinomas resulta em níveis s ricos elevados. . Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. colo uterino. N se pode utiliz -lo como m todo isolado de triagem ou de diagnóstico desta neoplasia. (2) Monitorizaç da resposta ao tratamento cir rgico e quimioter ico.CA 125 Coment  rios: Níveis elevados s contrados no câncer de ov rio. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: — < que 30 U/mL ˜ negativo — 30 a 50 U/mL ˜ elevado — > 50 U/mL ˜ positivo Condi o: 0. CA 125 tamb m pode ser detectado em outras condiç s: endometriose. pulm . pâncreas. Cerca de 20% dos cânceres de ov ri produzem CA 125. teratomas beni ngos. Deve ser realizado pela mesma t cnica e laboratório para fins de comparaç futura. Informaç es necess rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. uroepiteliais. peritonites. cirrose hep tica. Aumento do CA 125 pode preceder as alteraç s clínicas em 11 meses no câncer de ov rio. ˆu‰â”u† ‘    €– ˆu‰ ˆ † ˆu‰ – †  ™” † ™”  ˆ € ‰ † –† ˆ ˆ u ‰ † ˆu‰ † ñ ò “u‘ óuô ”â‘uˆ€‰ù—  ”ô R †Rþ  ™ ” ‡ ˆu‰  ‰å‘uˆˆ€‰  † vv  CA 15/3 Coment  rios: É uma glicoproteína produzida pelas c lulas epiteliais glandulares. Indicaç s no Câncer de Ov rio: (1) Avaliaç prognóstica.JO 8h. abscesso tubo-ovariano. sendo usado como marcador tumoral. Possui baixo valor preditivo positivo e negativo. doenças benignas e pacientes normais. Níveis elevados podem ocorrer no câncer de pâncreas. .

ñ ‰«” ¡ ”u–u ™™ ” m † † ˆu‰â‘uˆ “u‘ ò “u‘ ˆ “u‘ ¡ u” u–  €” u–  ”€‘ † ˆ t ‰ † ˆu‰ óuô ⠔ u‘ €ˆ ù ‰ €— ” †  ”ô R †Rþ vv   C1S Esterase Inibidor Coment  rios: É uma proteína de fase aguda. PARDINI 195 . havendo defici cia quantitativa da C1 esterase inibidor. doenças benignas e pacientes normais. A sua defici cia leva ao edema angioneurótico.5 mL de Soro. caracterizada por episódios recorre ntes de edemas. cistadenoma ducto h tico. pancreatite crônica. pois eleva -se tamb m em outros tipos de neoplasias. ñ ‘u’u“u‘ “u‘  ò ˆ€‰à” “ ˆ € ‰ Á — u ”  † † “ “ “u‘ óuô ô u – Instituto de Patologia Clínica H. fibrose pulmonar. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ™ Homens d 29 a 42 mg/dL ™ Mulheres d 26 a 39 mg/dL Condi o: 0. Nas formas adquiridas. S consideradas alteraç es significativas. inibidor de protease. comum ocorrer a defici ncia funcional. A forma co ita. presente no soro e plasma de indivíduos normais. Tem papel regulador nas enzimas do complemento. aquelas superiores a 50% do valor anterior. Informaç es nece rias: Est m uso de medicamentos? J fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Útil para monitorar a respos ta ao tratamento e prognóstico. . podendo ser encontrados níveis normais ou aumentados de C1 esterase inibidor. muitas vezes associadas a v rias doenças. coagulaç fibrinólise. para fins de comparaç o. É sintetizado nas c lulas epiteliais.JO 8h.CA 19/9 Coment  rios: É um marcador tumoral utilizado no câncer de pâncreas e menos freqüentemente no câncer de int estino gross tico. Laboratórios: Dessorar e resfriar imediatamente após a coleta. N recomendado para triagem de forma isolada.5 mL de Soro. M todo: Quimioluminesc cia Valor de Refer ncia: ™ < que 37 U/mL d Negativo ™ 37 a 120 U/mL d Elevado ™ > que 120 U/mL d Positivo Nota: Este exam ve ser utilizado para diagnóstico. cistos espl ico. Condi o: 0. Síndrome de Sjögren. endometriose. Elevaç s tam m podem ser encontradas na insufici cia tica. havendo diferenças g ticas na quantidade de CA 19/9 produzido (6 a 22% da populaç o secretam esse marcador). o angioedema heredit rio. hepatite auto-imune e na colecistite xantogranulomatosa. inclusive linfomas. O material deve ser congelado e t ransportado no gelo. Duas formas dessa defici ncia s scritas: a forma cong nita e a adquirida.

Em quadros crônicos. Nesses casos encontra-se.10 Condi o: 0. ”å‡ ñ ò  † mu”umu“ ˆ u ” “u‘ ˆu‰Rd um €” um “ ˆ ˆ ˆu‰ óuô ô 196 Instituto de Patologia Clínica H. . .2 mL de Soro.JO 8h. hanseníase. apresentam níveis protetores de IgG at cerca de 6 meses de idade. Podem estar presentes em outras doenças como: Artrite Reumatóide (7. tuberculose.7 a 33% dos pacientes). Entretanto alguns casos apresentam anticorpos apenas IgM ou.10o C.91 a 1.09 f indeterminado e f positivo ≥ 1. podendo ser detectados nos primeiros dias e mantendo-se por 1 a 3 meses. doenças infecciosas (síf ilis. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. Conservaç o de envio: Entre 0 o e . Os s de m s imunizadas. naturalmente ou por vacinaç o. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e IgG f ≤ a 10 GPL e IgM f ≤ a 10 MPL Condi o: 0. PARDINI .Os anticorpos da classe IgG anti-caxumba surgem logo após os da classe IgM e mantem -se em níveis protetores de forma duradoura. endocardite infecciosa. cada. pós -vacinais ou de transfer cia de imunidade ( s de m es imunes ou uso de gamaglobulina hiperimune). ˆu‰ ˆu‰Á– ñ ˆu‰ ™ óuô ò  ‘uˆu‰ Caxumba IgG/IgM Coment  rios: †Rþ ô IgG .5 mL de Soro.Cardiolipina IgG/IgM. auto anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-cardiolipina IgG est resentes em níveis moderados a elevados (maior que 40 GPL) e s mais específicos que os IgM para síndrome do AFL. infecç pelo HIV e infecç es virais agudas) e em indivíduos utilizando clorpromazina. se observando fenômenos trombóticos. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: e f negativo e ≤ 0. IgA. estes anticorpos est sentes. em geral títulos baixos e do isotipo IgM.JO 8h.90 0. mais raramente. IgM . A presença de anticorpos da classe IgM indica infecç recente.Test til no diagnóstico da Caxumba.

Raynaud.2 mL de Soro. esclerodactilia e telangiectasia). independente do fator reumatóide. ˆu‰«—u‰ ‡ ’€  “ ñ ò “€‘ óuô †ô ñ ò “€‘ “€‘   ˆu‰Á—u† ‰ ’€ † ˆ u ‰ « — u d m† † m†  uˆ ‰ Centrômero. Anti Coment  rios: h Anticorpos anti-centrômero s toanticorpos dirigidos contra o cinetocore. disfunç o esofagiana.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti -c lula parietal s encontrados em 90% dos pacientes com anemia perniciosa. câncer g strico e Síndrome de Sjögren.CCP  g Citrulina.JO 8h. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo: ≤ 50 U Condi o: 0. anti Coment rios: Útil no diagnóstico de Artrite Reumatóide (AR). Anticorpos dirigidos contra a citrulina (anti -CCP) s contrados em pacientes com AR. . nos paciente s com artrite de início recent importante ferramenta para diagnóstico precoce. Gastrite autoimune leva a diminuiç s produtos das c lulas parietais e conseqüentemente à gastrite atrófica e defici cia de B12 (anemia perniciosa). É visto em 70 a 80 % dos casos de síndrome de CREST (calcinose. ˆu‰Ád ACA ˆ óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. sendo til ao diagnóstico diferencial de outras colagenoses. Cerca de 7% dos adultos saud veis t m esses anticorpos detect veis. Características do ensaio: apresenta especificidade para a AR maior que o fator reumatóide.5 mL de Soro. A determinaç o conjunta com o fator reumatóide determina especificidade próxima a 100% para AR. † ˆ ñ ˆ ‘€—u‰â‡ óuô ò  ”† ˆ ‡ †  ˆ€‰(”€‘ ‘u‰u ô C ’ lula Parietal. A citrulina (Cyclic Citrullated Peptide) m ami cido resultante de modificaç o da arginina. Conservaç o de envio: Refrigerar.2 mL de Soro. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Anti Coment  rios: Útil para diagnóstico de gastrite atrófica e anemia pernici osa. Absorç vitamina B12 (cobalamina) depende da produç fator intrínseco pelas c lulas parietais stricas que tam m secretam cido clorídrico. . prediz evoluç o mais agressiva da AR. PARDINI 197 . Valores elevados tam m podem ser encontrados em lceras stricas. se til no diagnóstico dos pacientes com artrite reumatóide e FR negativo.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Ceruloplasmina Coment  rios: A ceruloplasmina uma proteína (alfa-2-globulina). ˆu‰ádu— ñ óuô ò “€‘ “ “ “ ˆu‰í—€ ” †ô Chlamydia tracomatis Coment  rios: A infecç o por Chlamydia tracomatis ça sexualmente transmissível mais prevalente. t m sido observada a associaç populaç doenças infecciosas de baixa resposta inflamatória e doenças cardiovasculares oclusivas: pacientes j infartados e com títulos elevados de anticorpos anti-Chlamydia pneumoniae IgG t m aumento do risco de 2. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 21. enquanto o tratamento reduz de 3 a 4 vezes a incid ncia de novo evento coronariano. A maioria das mulheres apresentam infecç o assintom tica. bronquite.2 mL de Soro . que carrega 70 a 90% do cobre plasm tico. sendo ainda necess rio biópsi tica para confirmaç iagnóstica.2 mL de Soro. entre 2 o e 8o C. produzida no fígado. Apresenta-se diminuída na Doença de Wilson (70% dos pacientes) e defici cias nutricionais. . Pneumonia e conjuntivite no rec m -nascido s implicaç s associadas com infecç s n tectadas em gestantes.JO 8h. infertilidade e gravidez ectópica. . sinusite e pneumonia. PARDINI . Por ser uma proteína de fase aguda elevando-se em processos inflamatórios. podendo levar à doença inflamatóri lvica. Entretanto.76 vezes. M todo: Imunofluoresc cia Indireta IgG e IgM Valor de Refer ncia: IgG i Homem j < que 1:16 i Mulher j < que 1:64 IgM i < que 1:8 Condi o: 0.0 a 53.JO 8h. um resultado normal xclui o diagnóstico da Doença de Wilson.5 mL Soro. Os testes sorológicos ou indiretos detectam anticorpos s ricos IgG persistentes e IgM presentes apenas na fase aguda. Conservaç o de envio: At dias. Menores de 6 mes es de idade podem apresentar níveis mais baixos.  ñ  ‘uˆu‰Á” ò † d ¡ ”u–u ˆ€‰(— ˆ u ‰ “€‘ óuô †ô Chlamydia pneumoniae IgG Coment  rios: A Chlamydia pneumoniae pode causar faringite. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Cerca de 50% da  lta apresenta resultados positivos. ˆ ñ † ™ ” ˆu‰â—u” ò “€‘ ˆ † dà—€‰u”u‘  † ˆu‰ d –† ™” Ù óuô †ô 198 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Níveis menores que 10 mg/dl s sugestivos de Doença de Wilson.0 mg/dL Condi o: 0.

ñ óuô ò “€‘ ô ˆu‰ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h . 0.5 mL de Líquor. Assim. A cistatina C uma proteína filtrada livremente pelo glom rulo renal.74 a 1. reabsorvida e catabolizada pelas c lulas do t lo proximal. . ™ ˆ ñ ‡ ò óuô ô uˆ R ‰ u– ‰ ò † Óëud ˆu‰ †† ˆ ˆ ˆ€‰ ” ”u–u ¡ u‡ m  ˆu‰«’ ˆu‰ ˆ  ™† ” ‘u‡ † ˆuˆu‰ ‰ Cisticercose Coment  rios: A infestaç r ovos de Taeni a solium leva a formaç de cisticercos na musculatura estriada e sistema nervoso central.5 mL de Soro. Sua concentraç independe da massa muscular.JO 8h . sem correlaç o com diminuiç o da taxa de filtraç glomerular. entretanto. PARDINI 199 . Sorologia pode complementar o diagnóstico. do sexo ou da alimentaç .4o C. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1 a 50 anos k 0. cirros tica.5 mL de Soro.55 mg/L > 50 anos Condi o: 0. Falso-negativos s o observados se a carga parasit ria for baixa. É importante citar que elevaç s da cistatina C.33 mg/L k 0.Cistatina C Coment  rios: Útil como ma rcador da funç renal.63 a 1. foram descritas em pacientes com o mieloma m ltiplo. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .JO 8h. tumores malignos.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.7 mL de Soro. ñ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ‡u‘ “  ™” óuô  ô ˆu‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a seguir.5 mL de Líquor. .O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. sendo. reaç s cruzadas com equinococos podem ocorrer. sua concentraç s rica depender se que exclusivamente da capacidade de filtraç lomerular. . sendo capaz de detectar alteraç es discr etas da funç o glomerular. V rios estudos clínicos atestam a maior sensibilidade e especificidade da cistatina C em comparaç o à creatinina s rica. e alguns hipertensos com protei ria. sendo que apenas 28% dos pacientes com les cerebral ica t m sorologia positiva. 0. Conservaç o de envio: Refrigerar. Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a .4o C. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . Conservaç o de envio: Congelar em temperatura inferior a .

de infecç es passadas e reinfecç es. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. podendo ainda causar quadros graves em imunodeprimidos. ñ †Rþ ô ô B B B ò  ˆ€‰ ô †Rþ ˆu‰ Continua.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). vendo.JO 8h. sendo de grande aplicaç o em gr vidas com IgM e IgG positivos. Anti-CMV IgM: deve-se lembrar que IgM pode demorar 2 semanas para ser detectado.. Falso -positivos tamb m podem ocorrer em infecç s por Epstein Baar vírus e herpes vírus. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI .MEIA Valor de Refer ncia . entretanto. Informaç es nece rias: Informar. Anti-CMV IgG: seu achado pode indicar infecç ssada ou recente.Citomegalovírus Coment  rios: O citomegalovírus (CMV) considerado a maior causa de infecç c nita. ñ óuô ò IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valorl de Refer ncia .IgM: m negativo l ndice < 0. caso colhido precocemente. Líquor.. Geralmente permanecem detect veis por 3 meses. Recoleta na convalescença (após 15 dias) pode evidenciar viragem sorológica (primeira amostra negativa e segunda positiva) ou aumento de 4 vezes ou mais no soro da convalescença em relaç soro colhido na fase aguda. por m todos imunoenzim ticos podem ser detectados títulos baixos por at meses. A utilizaç o de IgM captura evita resultados falso -positivos pelo fator reumatóide. ser avaliado como um indicador absoluto de infecç recente. Por ltrapassar a barreira placent ria seu achado no rec m-nascido sugere infecç c nita.IgG: Negativo Condi o IgG: 0. . 200 Instituto de Patologia Clínica H. deve-se repetí-lo após 15 dias. Essa avidez aumenta progressivamente em semanas.80 a 0.JO 8h. . sendo que em infecç s antigas e reinfecç es encontramos alta avidez. para afastarmos infecç o pelo CMV. pois. quando utilizado antes de 18 semanas de gestaç . se est r vida e se fez este exame anteriormente. Assim.5 mL Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina). Anti-CMV IgG avidez: no início da infecç o prim ria pelo CMV os anticorpos IgG apresentam como característica baixa avidez pelo antígeno. † †  ˆ †  ÿ ™ ™” ˆu‰ vv  Á’   ˆu‰Á–ud ˆ  ˆ€‰(d€‰ ™ ™” ˆ   ™† ‘uˆu‰÷—u” ™” † † ˆu‰Rˆudu‰ — ‰ud ‘u’€† “ ˆ ˆ€‰ ‰u‘u’u“ ‘uˆu‰  ˆu‰ ‡ ˆt‰ † ‰R‡ ELISA IgG e IgM IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . . devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç .99 m positivo Condiç o IgM: 0. Assim. Cerca de 85% da populaç ult soropositiva.80 ndice 0.99 m indeterminado l ndice > 0. Tem grande poder de predizer rec m-nascidos infectados.O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. essa determinaç muit til para se diferenciar pacientes que apresentaram infecç s prim rias pelo CMV nos ltimos 3 meses.

ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY .90 Condi o: 0.00 UA/mL Valor de Refer ncia .00 UA/mL n Indeterminado o ≥ 4.70 n Indeterminado o ≥ 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.p.00 UA/mL n Positivo o ≥ 6. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. defici cia heredit ria ou consumo por formaç de imunocomplexos (glomerulonefrites.IgM: n Negativo o < que 0..70 a < 0.. ñ ò ò óuô †ô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: ELFA Valor de Refer ncia: n Baixa avidez: inferior a 30% o n Inconclusivo: entre 30 e 60% o n Alta avidez: superior a 60% o Condiç o: 0. separar o soro e congelar.5 mL Soro p/ cada.IgG : n Negativo o < 4.m.90 n Positivo o ≥ que 0. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos.00 e < 6.JO 8h. Imediatamente.Continuaçao.CITOMEGALOV RUS Ÿ ELFA . para coagular. Conservaç o de envio: Refrigerar. lupus eritematoso sist mico.  ñ óuô ò  “u‘ “  †  ˆu‰ uˆ ‰ ô u – Continua. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. As proteínas do complemento aumentam em resposta a processos inflamatórios ou infeccios os (resposta aguda) e diminuem ou est ausentes no hipercatabolismo.. PARDINI 201 ..3 mL de Soro.5 mL Soro. . Instituto de Patologia Clínica H.IgG e IgM M todo: ELFA Valor de Refer ncia . artrite reumatóide). M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ≥ 60 U/CAE Condi o: 0. Laboratórios: Após a coleta de sangue. ñ ò ô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses ô ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ Complemento CH 100 Coment rios: Teste que quantifica a atividade total do complemento s rico (via cl ssica). Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.

0 mg/dL Condi o: 0.  ˆu‰Û—u” †  ñ uˆ Û ‰ u— ” ¡  “ ‰u‘€’u“ óuô ò ô u – 202 Instituto de Patologia Clínica H. separar o soro e congelar. Laboratórios: Após a coleta de sangue. para coagular.m.0 a 176.. Imediatamente. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. separar o soro e congelar. Níveis s ricos de C1q est iminuidos na doença de imunocomplexos..JO 8h. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.p. Laboratórios: Após a coleta de sangue. . separar o soro e congelar. lupus eritematoso sist mico (LES). Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. para coagular. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.5 mL Soro. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 70. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: 4 a 24 µg/mL Condi o: 0. Seus níveis encontram-se elevados em numerosos estados inflamatórios na resposta de fase aguda. Imediatamente.JO 8h. M todo: Imunodifus Radial Valor de Refer ncia: Superior a 125 µg/L Condi o: 0. onde consumo de complemento: LES. O material deve ser transportado para o laboratório congelado. Continua.3 mL de Soro.Continu õuó€ô o.m. para coagular. PARDINI . ñ uë †  €ˆ ‰Á —  óuô ò ˆ€‰ “u‘  ˆu‰ “ † ‡ ô u – ™ C2 Coment rios: O C o segundo componente do complemento. Níveis s ricos de C2 diminuídos est relacionados a susceptibilidade a infecç es.p.. artralgia e nefrite. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. ñ  ÿӆ óuô ò ˆ€‰ “ † ˆ€‰ ô u – C3 Coment rios: A quantificaç C3 tilizada para avaliaç indivídu os com defici ncia c nita deste fator ou portadores de doenças por imunocomplexos.m.COMPLEMENTO C1q Coment rios: OC ma das subunidades do primeiro componente do complemento C1. Imediatamente.. lupus eritematoso sist mico (LES) e meningites. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. É til no diagnóstico de defici cias heredit rias e monitoraç de tratamento do LES. O material deve ser transportado para o laboratór io congelado. . glomerulonefrites e outras.p.3 mL de Soro. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. Laboratórios: Após a coleta de sangue.

O material deve ser transportado para o laboratório congelado. 2o. por isoimunizaç materno -fetal ou pós transfusional. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r.Continu õuó€ô o. o que pode ocorrer em situaç s patológicas levando principalmente à hemólise.COMPLEMENTO C4 Coment rios: A quantificaç C4 tilizada para avaliaç de indivíduos com defici ncia c nita deste fator ou de patologias onde h consumo de complemento e ativaç via imune ou cl ssica do complemento: us Eritematoso Sist mico. para coagular. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.  ñ  óuô ò † † ™” ™ †Rþ ô vv  R’  “ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. cefalosporinas. Laboratórios: Após a coleta de sangue. alfa metildopa e insulina.. PARDINI 203 .5 mL de Soro. .m. ñ •u‡u–  óuô ò ˆu‰Û—u”  †  “ uˆ ‰ ˆu‰Á—ud “  ‰€‘u’u“ ô u – Coombs DIRETO Coment rios: O teste de Coombs direto utilizado na investigaç o das anemias hemolíticas auto -imunes. sulfonamidas.0 a 36. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 12. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. glomerulonefrite. doença do soro.0 mg/dL Condi o: 0. M todo: Teste em Gel (Micro Typing System) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.5 mL Sangue Total em EDTA.4o C.  ñ óuô ˆò ˆu‰ † ™ˆ ô ˆ u– † INDIRETO Coment rios: A pesquisa de anticorpos irregulares ou Coombs indireto detectam imunoglobulinas IgG ou fraç es do complemento ligadas às hem cias. etc). Conservaç o de envio: Amostra fresca e n o refrigerada at 30 horas após coleta.. etc. separar o soro e congelar.p. Conservaç o de envio: Enviar em gelo o mais r ido possível. m s de gestaç o e n o filhos (1o. tetraciclina.JO 8h. Este teste faz parte da rotina de exames no pr -natal de gestantes Rh negativo. Imediatamente.5 mL Soro. triagem de anemias hemolíticas e provas pr -transfusionais. deixar em temperatura ambiente por 30 minutos. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar . Reaç es falso -positivas podem ocorrer com o uso de penicilinas. Informaç es nece rias: Informar se a cliente est r vida.

Essa amostr ve. em hipótese nenhuma.JO 8h. Centrifugar o sangue por 10 minutos a 2000 r.0 mL de Plasma (Citrato de sódio).p. . Transportar o Soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Transportar o soro na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório. Laborató rios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. Reaç s falso -negativas podem ocorrer em amostras previamente refrigeradas ou uso de antibióticos. estando associada com desordens na coagulaç .p. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. pesquisa Coment  rios: A presença de crioaglutininas em título superior a 1: indicativa de infecç por Mycoplasma pneumoniae. Essa amostr ve. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 1:32 Condi o: 0. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç .5 mL Soro* + 1. Cerca de 50% dos pacientes com pneumonia atípica apresentam crioaglutininas no período de 8 a 30 dias após o início da infecç . pesquisa Coment  rios: É uma proteína que tem a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. ñ óuô ˆuò ‰ ‡ ‡ u– ˆ u ‰ dà‘€ˆu‰à—€” 204 Instituto de Patologia Clínica H. ñ óuô €’ “u‘ † ˆuò ‰ R v  ” u‘ ˆ ˆu‰R‘u”€‰ ˆu‰ u– Crioglobulinas. Conservaç o de envio: O soro deve ser separado rapidamente após a coleta e n ser armazenado com o c ulo. PARDINI . doenças auto -imunes como l pus. ser colocada na geladeira.JO 8h.Crioaglutininas. Laboratórios : *A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta. JO 8h. Informaç es neces rias: Informar se est m uso de anticoagulante. . doenças infecciosas agudas ou crônicas.m. em hipótese nenhuma. pesquisa Coment  rios: Criofibrino io  ma proteína que tem ˆ€‰(–€‰u—u” dۑuˆu‰Û—u” ‰uu’ a propriedade de formar um precipitado em baixas temperaturas. ñ óuô ˆò ˆu™ ‰” ¨ ÿ† ™” ˆu‰ ô u– ˆ Criofibrinog T nio. macroglobulinemia de Waldenstron. Laboratórios: A seringa ou tubo de vacutainer deve ser aquecido antes da coleta.0 mL de Soro. doenças malignas. ser colocada na geladeira.m.m. Essa amostra o deve. processos inflamatórios. O sangue deve ser deixado à 37 o C durante o processo de coagulaç o. M todo: Precipitaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 3. incluindo infecç natal. ser colocada na geladeira. Pode haver reaç s positivas na mononucleose ou na doença da crioglobulina (IgM-kappa). estando associada a uma gama de patologias como doenças linfoproliferativas. mieloma m ltiplo. uso de contraceptivos orais e esclerodermia. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. Centrifugar por 10 minutos a 2000 r. em hipótese nenhuma. Transportar o plasma na temperatura ambiente o mais r ido possível para o laboratório.0 mL de Sangue Total em EDTA.p.

Lavado Brônquico Alveolar .5 ml de Soro . Reaç s falso -positivas podem ocorrer.Urina.Cryptococcus Neoformans Coment  rios: Test til no diagnóstico e prognóstico da infecç o criptocóccica. Conservaç o de env io: At dias entre 0o e . IgM tectado na infecç o prim ria (títulos mais altos) e secun ria. relacionadas com fatores reumatóides. mas na maiori indetect vel após 60 dias.5 mL de Soro p/cada. ”R‡ ñ óuô ˆò ™” ˆ ˆu‰ ô Dengue. IgG ELISA: menos específico e mostra reatividade cruzada entre flaviviroses. Na infecç terci ria os títulos s o mais baixos. Uma pequena porcentagem de pacientes com infecç secund ri t m IgM detect vel. entre elas o vírus da febre amarela. IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Causa comum de falso -negativ a coleta prematura. Podem tam m decorrer de transfer cia de IgG materna a crianças. M todo: Aglutinaç o .Pesquisa Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.Aconsel vel realizar 07 dias após a apariç o dos sintomas. Anticorpos s detect veis por 60 dias. . Tem valor diagnóstico quando realizado em sorologias pareadas. Em alguns casos de infecç rim ria IgM po de persistir por mais de 90 dias. o que possibilita reaç s cruzadas em testes sorológicos. da mesma maneira. e da aplicaç o de vacina para febre amarela. diminuiç do título de antígeno corresponde a bom prognóstico.Líquor . .JO 8h. Esse dad importância diagnóstica. Den 3 e Den 4. Den 2. 93% dos pacientes com 6 a 10 dias de doença e 99% entre 10 e 20 dias. H possibilidade de reaç o cruzada com outros flavivírus e interfer cia de auto-anticorpos.10 o C. doenças causadas por Trichosporon beigelii e bacilos Gram-negativos. pois todos os flavivírus t m epítopos em comum no envelope prot ico.JO 8h Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o a 8o C. ñ ˆ † —u” ˆ d†  ˆ † ò  ˆ ˆu‰   d Ó ‘ u ˆ u ‰ “ ˆ u ‰ Á — u ”  — u  ˆ€‰  ˆu‰Û–  ‰†  “u‘ ˆ€m‰ †  “u‘ óuô  ô †Rþ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. ˆ ™” † † “ u” † ‰ † † —€” IgM ELISA: detectado em 80% dos pacientes com 5 dias de doença. Alguns pacientes podem n senvolver IgM com 7 ou 8 dias de doença. PARDINI 205 . O vírus da deng da família flavivírus que cont m 70 esp cies. o que acarreta em altas taxas de falso-positivos. pesquisa Coment  rios: S o conhecidos quatro sorotipos do vírus da dengue: Den 1. Altos títulos de antígeno geralmente se correlacionam com gravidade e. .

Pode ocorrer em baixos títulos em doenças reum ticas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. confirmada à cintilografia ou angiografia . anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-dsDNA s contrados em cerca de 75 a 90% dos pacientes l icos com doença ativa e marcador de acometimento renal.Dímero D Coment  rios: O Dímero-D (DD) m produto da degradaç a fibrina pela plasmina. Níveis elevados tam m s contrados nas seguintes situaç es: infarto agudo do mioc rdio. . Entretanto. . anemia falciforme. Níveis elevados de DD t m sensibilidade superior a 90% na identificaç o de TEP. Nestes pacientes a fibrinólise endógena leva à formaç DD. Conservaç o de envio: At dias em temperatura inferior a . neoplasias. sepses. Sua determinaç til no diagnóstico da trombose venosa profunda (TVP) e do tromboembolismo pulmonar (TEP). que tectado uma hora após formaç trombo.20o C. e permanece elevado em m ia 7 dias. auto -imunes e infecç s como a esquistossomose e a mal ria. mesmo com a remiss clínica da doença. coagulaç intravascular disseminada. Retirar o plasma cuidadosamente deixando pequena quantidade no fundo e transferir para tubo pl stico. † ñ  ˆ óuô ò ˆu‰Ó— ˆu‰ † ‡ ˆu‰Û—u‰ † — ˆu‰Û—u‰ † u— ” “ m † ˆu‰«† ”u‘ ™ ˆ € ‰ “u‘ †  ˆu‰ ˆu‰Ûd  †iÿ ô   DNA. pós -operatório (at semana). M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) Valor de Refer ncia: 68 a 494 nanog/mL Condi o: 0. M todo: Imunofluoresc cia Indireta utilizando Antígeno Crithidia luciliae Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ñ † ™” † ô óuô uˆ ÷ ‰ u” ‘ ò “€‘  ˆ€‰ † u‡ –  206 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .2 mL de Soro.5 mL de Plasma citratado. Congelar o plasma imediatamente após a centrifugaç .J 4h.JO 8h. Ressalta-se que as dosagens do DD s rico realizados por imunoensaios apresentam maior sensibilidade que os testes de l tex. por m os títulos de anti-dsDNA podem permanecer elevados.20o C em tubo pl stico contendo aprotinina (anti-plasmina) e envi -lo congelado. devemos ressaltar sua baixa especificidade. Laboratórios: Centrifugar imediatamente após a coleta. Níveis cr escentes de anticorpos anti-DNA associados a baixos níveis de complemento significam doença em atividade. insufici cia cardíaca e pneumonias. em alta rotaç (aproximadamente 3000 rpm) por 15 minutos.

JO 8h.5 a 1. Bandas m ltiplas. doença inflamatória cr ônica. Alfa 30 a 36% 27 a 37% 19 a 27% Pr -Beta 09 a 15% 04 a 12% 08 a 16% Beta 50 a 60% 54 a 66% 57 a 73% Condi o: 0. LDL (betalipoproteínas) migram com as beta-globulinas. †   ñ  ò ˆu‰ ™ † † óuô † †©¨ ô  u– †©š Eletroforese de Proteínas SORO Coment rios: É usada como triagem de anormalidades nas proteínas s ricas.0% 0. PARDINI 207 .4 g/dL Alfa 2 7. beta e gama) s visíveis. Um aumento apenas dos componentes alfa1 pode ocorrer nos casos de hepatite crônica e na r eaç o de fase aguda acompanhada de hemólise.  ‡ †  “u™ ‘ ò “u‘ ˆu‰à—€” u‘ uˆ ‰ ˆu‰ “ “ ˆ † ‘udݐ ™ ˆu‰à—€d  ñ ™” ˆ ’u“€‘ ™ ” “u‘ ˆ d ”u–€ ¡ ™” óuô †»þ ô ˆ Instituto de Patologia Clínica H. infecç es virais crônicas e infecç s bacterianas.1 a 0. Masc. doenç tica e neoplasias.0% 0. Em doenças auto -imunes h aumento predominante da banda alfa2.2 a 5.0 a 22. con ita ou adquirida.0% 0.0 a 65.6 g/dL Alfa 1 2.0 a 5..2 g/dL Beta 8. . Níveis baixos podem ser encontrados na desnutriç ..5 mL de Plasma (EDTA) ou Soro (at horas após coleta).0% 0.0% 3.5 a 1.1 g/dL Gama 12.4 a 8. 5 bandas (albumina. Conservaç o de envio: At dias entre 2 o e 8o C.Eletroforese de Lipoproteínas Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de dislipidemias prim rias e s ecund rias. Continua. alfa1.5 a 13. infecç s respiratórias e de pele e artrite reumatóide. Bandas oligoclonais est o presentes ocasionalmente em hepatite aguda fulminante.JO 12h. Aumento difuso na banda gama sugere um aumento policlonal de gama-globulina por reaç s imunes. recebendo nomes de acordo com sua mobilidade: HDL (alfalipoproteína) migram com as alfa-1-globulinas.4 a 2. VLDL (pr betalipoproteínas) migram com as alfa-2-globulinas. Bandas intensamente coradas das regi es alfa à gama em reas que normalmente cont m proteínas sugerem imunoglobulinas monoclonais.5 a 1.6 Proteínas Totais 6.3 g/dL Condi o: 0. As lipoproteínas podem ser separadas atrav s de eletroforese. M todo: Eletroforese em Gel Agarose Valor de Refer ncia: Adulto Criança Fem. usualmente.0 a 14. Laboratór ios: Enviar material o mais r ido possível. aus cia de bandas ou mobilidade diferente da normal podem ocorrer por variantes gen ticas. Fus s bandas beta e gama sugerem um aumento na IgA como na cirrose.6 g/dL Relaç o A/G 1. Em um soro normal. alfa2. Aus cia ou diminuiç o das bandas gama sugerem defici cia imune. Na Disbetalipoproteinemia tipo III partículas de densidade intermedi rias (IDL) formam banda larga entre regi es pr -beta e beta. Aumento na banda alfa1 (Alfa-1-glicoproteí cida e Alfa-1-antitripsina) e banda alfa2 (Haptoglobina) sugerem uma reaç fase aguda. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Eletroforese em Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Albumina 52. Aumento da banda beta sugere defici ncia de ferro (aumento de Transferrina) ou níveis elevados de estrógeno. bem como em gr vidas e na terapia com estrógeno.5 mL de Soro.

.Refrigerar.ELETROFORESE DE PROTE NAS Ÿ Coment rios: O teste contribui para o diagnóstico de doença inflamatória autoimune do Sistema Nervoso Central. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m Gel de Agarose Valor de Refer ncia: Pr -Albumina 2 a 7% Albumina 56 a 76% Alfa 1 2 a 7% Alfa 2 4 a 12% Beta 8 a 18% Gama 3 a 12% Banda/Faixas Oligoclonais Ausente Proteínas Totais 15 a 45 mg/dL Condi o: 5.. M todo: Eletroforese de Alta Resoluç m gel de agarose Valor de Refer ncia: Albumina 50 a 60% 75 a 90 mg/24h Alfa 1 4 a 7% 6 a 11 mg/24h Alfa 2 7. Nestes casos indicaç o de se proceder à sua caracteri zaç imunoquímica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mL de Líquor. como paraproteínas.Continu CONCENTp“”•”– O NO L¼ QUOR õuóuô o. . -N sar conservante. Instruç es de Coleta Veja Urina 24 horas .4 a 11% 11 a 17 mg/24h Beta 11 a 14% 17 a 21 mg/24h Gama 15 a 22% 23 a 33 mg/24h Proteínas Totais at 150 mg/24h Condi o: Urina 24h. 353 ñ ˆ ‡ ò ˆ€‰(” ˆu‰ ¡  óuô ˆu‰© † †©¨ ô –u€’ 208 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . Particularmente na esclerose m ltipla. Laboratórios: Enviar 5 mL de Urina e informar volume total. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. na panencefalite esclerosante subaguda e em outras doenças degenerativas.  ñ † ò ˆ€‰(” ‡ óuô †©¨ ô  CONCENTp“”•”– O NA URINA Coment rios: Pode ser til quando se suspeita de proteína anormal na urina.

Ciclos de congelamento/descongelament s recomendados. M todo: Imunofluoresc cia Indireta .Endomísio. A pesquisa de ovos pode se positivar antes da sorologia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme.JO 8h.JO 8h. ñ dî‘uˆu‰  ò ˆ u’ u“ ‘ ˆu‰ † “u‘ ˆ ™ ˆu” ‰ † q EBV “u‘ ” ë € ö ”d † u— ö óuô  Esquistossomose IgG Coment  rios: †Rþ ô ‰R‘uˆu‰ ˆu‰ Detecç o de anticorpos para esquistossomose utilizando substrato de cerc ria apresenta sensibilidade m xima de 90% em pacientes com formas agudas da doença. . O padr ro para diagnóstico de DC biópsia intestinal.5 mL de Soro p/ cada. mas com reaç s positivas para VCA tanto para anticorpos de classe IgG e IgM. ascaris).  ˆ ™” ñ † “€‘ ò óuô ˆ ô †  ™ ” ˆu‰  ˆ ˆu‰ ˆ ˆ€‰ Instituto de Patologia Clínica H.Líquor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . . toxoplasmose ou citomegalovirose cujos quadros clínicos e hematológicos s freqüentemente superponíveis.JO 8h.A pesquisa de anticorpos no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. . ”î‡ Na DC. Sorologia positiva n distingue infecç aguda de exposiç o pr via.Substrato Cerc ria Valor de Refer ncia: < 1:40 Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. podem n o ser detectados em indivíduos com infecç s leves ou moderadas. Outra possibilidade doenç seja mononucleose.gliadina. Endomísio  ma bainha de fibrilas reticulares que envolvem as fibras da musculatura lisa. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.2 mL de Soro . no início da doença. a reaç o se torn a positiva. Reaç s falso -positivas podem ocorrer com outros parasitas intestinais (ancilostoma.6 mL de Soro. na vig cia de quadro clínico altamente sugestivo e grande atipia linfocit ria. que caracterizam infecç recente. sendo detectados em 87 a 98% dos pacientes com DC e 1% de pacientes normais. a ingest o de gl ten leva a produç nticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos antiendomísio. Entretanto. PARDINI 209 . É importante que os clínicos tomem conhecimento que pode ocorrer um resultado negativo nos testes. Se repetido após alguns dias. anticorpos anti Coment  rios: †ô A pesquisa de anticorpos anti-VCA importante pois em criança s freqüente a aus cia de anticorpos heterófilos na vi cia de quadro clínico. títulos de anti -endomísio começam a decair em 6 a 12 meses. e sim. Os anticorpos anti-endomísio s o mais específicos e sensíveis que a anti. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç . Presença apenas de anticorpos IgG traduz infecç o antiga. ñ óuô ˆu‰à—€”à’ ‡ † d ò “€‘ ˆ ‡† ˆ ˆˆu‰Ó—u”åd ˆu‰»‰ Epstein Barr IgG e IgM. Após início de terapia de restriç l ten. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. como só IgM.

ñ ™” † ˆu‰ u– ˆˆ ˆò † ˆ ˆu‰ óuô †Rþ ô Fator Anti-Nuclear (Hep 2) Coment  rios: Anticorpos antinucleares s o detectados por imunofluoresc ncia indireta em substratos de c lulas humanas . S. Cerca de 98% dos pacientes com lupus eritematoso sist mic tratado t m o teste de Hep 2 positivo. lupus subcutâneo. de Sjogren SSB/La Pontilhado fino Síndrome de Sjogren. Síndrome de Sjogren LES-lupus eritematoso sist) mico. ñ Sm Pontilhado 25-30% dos pacientes com LES RNP Pontilhado LES. PARDINI . Hialuronidase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Scl-70 Nucleolar e pontilhado fino 75% dos pacientes com a forma difusa da ESP Centrômero Pontilhado característico Síndrome de CREST SSA/Ro Pontilhado ou negativo LES. Estreptoquinase. Pericardico.Estreptozima Coment  rios: O teste de estreptozima (STZ) ma reaç r ida de hemoaglutinaç o que detecta a presença de anticorpos contra diversos produtos extracelulares do estreptococos. Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. Anticorpo Padrs o Características 't( DNA nativo Perif0 rico e HomC LES associado a nefrite )C uv' Histona Hom'(t )(uCv ' LES . Ascítico .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Tem maior utilidade em pacientes com suspeita de seqüelas de infecç o estreptocócicas. LES Jo-1 Citoplasmw tico Polimiosite PCNA Pontilhado característico LES Lamin Perif0 rico Significado clínico desconhecido Complexo de Golgi Citoplasmw tico LES. Após o teste de triagem positivo deve ser feita a dosagem de auto-anticorpos separadamente.Hep 2. esc lerodermia.Substrato: C lulas Hep 2 Valor de Refer ncia: Negativo Obs. Pleural . Condi o: 0. . Pode -se encontrar resultados de AEO positiva acompanhados de STZ negativa. devido a possibilidade de contaminaç material durante a punç o. . lupus induzido por drogas ˆu‰Û” ˆ r FAN uˆ à ‰ €” ‘ “ “ ‰ö‘€ˆu‰ † ™” ™” “ † M todo: Imunofluoresc cia Indireta .Líq. Títulos se elevam 1 semana após infecç aguda e podem permanecer por at 2 meses. Reaç s falso -positivas podem ocorrer em títulos geralmente at :160 na artrite reumatóide. hepatite auto-imune e em cerca de 10% de pacientes acima de 50 anos.: A pesquisa de anticorpos em líquidos corporais deve ser realizado em paralelo com o soro. Sinovial . n o apenas contra a estreptolisina O. ESP-esclerose sist) mica progressiva DMTC-doença mista do tecido conjuntivo ò “€‘ † óuô ˆu‰R—u‰ ˆ †ô 210 Instituto de Patologia Clínica H.Líq. lupus neonatal. síndrome de Sjögren. anticorpos anti-DNA de fita simples (ss-DNA) e durante o uso de corticóide ou outra terapia imunossupressora.Líq. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: < 100 U Stz Obs. Determinaç s repetidas apresentam mais significado do que uma dosagem isolada. N xiste relaç tre os títulos de ANA e a atividade da doença.JO 8h.2 mL de Soro Líquor . DNase e NADase. Altos títulos est&(' presentes na DMTC.: Pesquisa de anticorpos para antígenos extracelulares do Streptococcus A: Estreptolisina O. Reaç s falso negativas podem ocorrer na presença de anticorpos anti -SSA/Ro.Líq.

Sjögren.SORO M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 35 UI/mL Condi o: 0. † ˆu‰ ™ ”  ™ d ¡ ”u–u ò † ˆu‰«—u”   † ‘€”u’ud † d†‰ NEFELOMETRIA . polimiosite e polimialgia reum tica).25 mL de Soro ou Plasma (Heparina) p/ cada. e em 25% dos indivíduos maiores de 70 anos. Falso -positivos podem ocorrer devido a vacinaç o e reaç cruzada com outros flavivírus (incluindo os vírus da dengue). Sorologia se torna positiva 7 a 10 dias após início dos sintomas.Colher 7 dias após iníc io dos sintomas.2 mL de Líquido Sinovial. S. . dirigido contra IgG. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. brucelose. artrite reativa. esquistossomose. ñ óuô AGLUTI ’”“”•”– O . . gota. IgM ELISA permanece positivo por um curto espaço de tempo.L ¼ QUIDO SINOVIAL M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Na recidiva da infecç o IgM e IgG podem se positivar com 4 a 5 dias de doença. É positivo em menos de 50% dos casos de AR nos primeiros 6 meses de doença. PARDINI 211 . pseudogota. doenças que cursam com aumentos de gamaglobulinas podem causar falsos positivos biológicos (LES. A nefelometri m todo atualmente indicado para se confirmar a positividade do FR. entretanto. algumas consideraç s devem ser realizadas na interpretaç seu resultado: FR positivo em 5 a 10% da populaç saud vel . FR tivo em 1/3 dos pacientes com AR. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. u’ d†  ˆ ˆ ˆu‰ óuô ò  †ô Instituto de Patologia Clínica H. tuberculose. tripanossomíase.5 mL de Soro. hepatite viral. mal ria. da classe IgM. ñ O vírus da febre amarel respons vel por quadros que variam de sintomas auto-limitados à forma hemorr ica. É classicamente utilizado no diagnóstico da Artrite Reumatóide (AR). lepra.JO 4h . apresentando maior especificidade e sensiblidade. esclerodermia. após congelar. doenç tica crônica e endocardite).Fator Reumatóide Coment  rios: O fator reumatóide (FR) m auto -anticorpo. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. presente em 10 a 40% dos portadores de infecç es crônicas (sífilis. ñ †ô óuô †ô ˆò Febre Amarela Coment  rios: IgG e IgM M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

4%. ’uˆ€‰  ˆu‰Ó”u‘ ˆ x Esquel ’ tica  ñ ò  ˆu‰ ˆ †  “ u ‘ ˆu‰Ó—u‰   ˆ€‰ óuô †Rþ ô ‘€ˆu‰R–u‰u— 212 Instituto de Patologia Clínica H.4 U/L Homens: ≥ 25 anos y 15. estando envolvida no processo de formaç o e mineralizaç s ossos. hipertireoidismo e no tratamento da osteoporose. hiperparatireoidismo. As amostras em ser submetidas a mais de 3 ciclos de congelamento/descongelamento.8 a 43. A pesquisa do antígeno da W.JO 8h. especificidade de 96. pois esta possibilita reaç es cruzadas com outras parasitoses. bancrofti pode ser colhida a qualquer hora do dia. mamas e or s genitais. com valor preditivo negativo de 100% e valor preditivo positivo de 71%. Ao contr rio da pesquisa de microfil rias. síndrome de m -absorç .10 o C. intestino e placenta. gravidez. M todo: Imunocromatografia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Doença de Recklinghausen. fraturas. bancrofti superior a determinaç o de anticorpos por imunofluoresc cia indireta.6 a 30. osteomal cia. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .6 U/L > 56 anos y 14. a amostra para pesquisa do antígeno da W. .5 mL de Soro. tumores ósseos prim rios ou metast ticos. A fosfatase alcalina óssea se localiza na membrana plasm tica dos osteoblastos. Doença de Niemann -Pick. desnutriç . bancrofti por m todo imunocromatogr fico apresenta sensibilidade de 100%. crescimento ósseo fisiológico da criança. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. tendo como vetor o mosquito Culex. A detecç o antígeno da W. ñ † u ˆ » ‰ Á d udu— ë ’€ˆu‰ ˆu‰â—  ˆ ò ô “u‘  † ™ †  óuô Fosfatase Alcalina Específica Óssea Coment  rios: Útil como marcador da formaç o óssea. Níveis diminuídos podem ser encontrados na hipofosfatesemia heredit ria.Filariose Coment  rios: No Brasil a filariose causada pela Wuchereria bancrofti. A fosfatase alcalina presente no soro produzida em diversos ór s: osso. PARDINI .JO 8h.0 a 41. Níveis aumentados s contrados na Doença de Paget. rins.3 U/L Condi o: 0. raquitismo por car cia de vitamina D.3 mL de Soro. elefantíase de membros. Doença de Gaucher. M todo: Imunoensaio por Captura Valor de Refer ncia: Mulheres: 25 a 55 anos y 11. . A evoluç ros crônicos pode trazer graves seqüe las: hidrocele. fígado.

M todo: Reaç Ci tica Quantitativa Valor de Refer ncia: 4. anticorpos anti Coment  rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. anti-mal ricos. A dosagem de anti -gliadina IgM rega poder diagnóstico.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA/ACD). ingest spirina. derivados Vitamina K. Na DC. ò óuô Glicose 6 Fosfato Dehidrogenase { G6PD SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: A defici cia de G6PD ma enzimopatia comum. M todo: Imunoensaio Enzim tico Conser o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Apresentam sensibilidade e especificidade inferior ao anti-endomísio. “u‘ ˆ€‰ †   †  m † Á— ñ ˆuˆu‰ ‰ ÿ @‘ ÿ† ò  ™” ”u‘ † ™” ˆ ˆ † óuô  ™” ô¡‰ †R þ ÿ †iÿ • ¡ ‰ vv  ˆu‰R—u” ˆu‰R—u”Rd Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 213 . g tica. ”î‡ ñ IgA e IgG †R8þõuóuô © †  ˆu‰ ‡ ˆ ‰R‘uˆ€‰(d ˆ “ “  Û – “ ˆu‰Û— ˆ ‘€ˆu‰Ádu’ † †  ˆ ˆu‰Á—€‰ Valor de Refer ncia: Negativo z < 20 unidades Indeterminado z 20 a 30 unidades z > 30 unidades Positivo Condi o: 0. Detecç o molecular da mutaç (G -A) da G6PD tam m est isponível. infecç s bacterianas e viróticas e pela ingest o de fava. ligada ao cromossomo X. a ingest de gl ten leva a produç o de anticorpos IgG e IgA anti -gliadina e anticorpos anti-endomísio. Informaç es nece rias: Checar se cliente foi submetido a transfus sangue. At ras se enviado em EDTA. Conservaç o de envio: At ras se enviado Heparina ou ACD. O padr o ouro para diagnóstico de DC a biópsia intestinal. induzida por drogas (sulfas. sem significado patológico. Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento (at 2 meses de idade) e em outras situaç s em que ocorram predomínio de hem cias jovens (ex: anemias hemolíticas) sem significado patológico.Gliadina. paracetamol. Acarreta em uma susceptibilidade a crises de hemólise. .JD 4h. Anti-gliadina IgG est resente em 69 a 85% dos pacientes com DC e 29% de indivíduos sem a doença. anti-histamínicos). A detecç e anti-gliadina IgG importante pois 10% dos pacientes portadores de DC t m defici ncia cong nita de IgA.5 U/G Hb Nota: Níveis elevados de G6PD podem ser encontrados ao nascimento e em outras situaç s onde ocorram predomínio de hem cias jovens (exemplo: anemias hemolíticas).6 a 13. Pode se manifestar com anemia esferocítica e icterícia neonatal. Reduç s títulos de gliadina ocorrem em meses após o início da restriç o diet tica. Anti-gliadina IgA est presente em 75 a 90% dos casos de DC. Incide em at 10% da populaç . Condi o: 1. Resultado negativ fasta completamente DC.5 mL de Soro p/ cada.

M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: } Rec m Nascido ~ 5. por 5 minutos. formando um complexo qu removido pelas c lulas de Kuppfer. M todo: Hemólise em pH cido Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2. ‘ud † ñ  ” † ˆ€‰Ù— † óuô † ò †ô 214 Instituto de Patologia Clínica H. . M todo: Classificaç m Tubo e Micro Typing System Condi o: 3.0 mL de Sangue Total (Citrato/EDTA/Oxalato/Heparina/Desfibrinado). entre 2o e 8o C. pr -natal ou para auxiliar na exclus ternidade. A determinaç o dos antígenos eritrocit rios deve ser feita para transfus o.5 mL de Soro. ‘ud †  ñ óuô ò … ‰ †ˆ   ˆ ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ † €ˆ ù ‰ €— ” † Haptoglobina Coment  rios:  ma proteína de fase aguda (alfa2-glicoproteína). Conservaç o de envio: Enviar no mesmo dia da coleta. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus o ou uso dos anticoagulantes heparina e EDTA enquanto falso-positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia autoimune. É o marcador mais sensível de hemólise onde seus níveis est iminuídos (ex: hemoglobinopatias. transplantes.JO 8h.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mg/dL } Adulto ~ 26. processos inflamatórios agudos podem falsear resultados verdadeiramente baixos. enquanto os do Rh/CDE ocorrem em situaç s patológicas (vide COOMBS).0 a 48.Grupo Sangüíneo + Fator Rh/DU Coment  rios: Os antígenos eritrocit rios s geneticamente determinados e podem ser classificados em diversos sistemas. Passar o sangue desfibrinado para um tubo e centrifugar a 2000 r. Os de maior express s o os sistemas ABO e Rh ou CDE. Laboratórios: Colher sangue do paciente em um Erlenmeyer de 50 mL contendo de 8 a 10 p rolas de vidro. Embora seja um reator de fase aguda fraco e tardio.m. anemias hemolíticas induzidas por drogas). que se liga A Haptoglobi irreversivelmente à hemoglobina ap ós a hemólise. Hepatopatias e uso de estrógeno podem causar níveis diminuídos. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro. Os anticorpos do sistema ABO s turais. O diagnóstic feito pela realizaç o do teste de Ham. . anemias megalobl sticas. PARDINI .0 mg/dL Condi o: 0.p.. Separar o Soro. Fazer movimento rotatório at que haja formaç fibrina.  ˆ€‰ ˆu‰ ˆ ˆu‰Õ‘ud ˆ  ˆ € ‰ ( — € ” ( – € d ñ ó u ô ˆu‰R” ô ‘u‡ | Rh (D) fraco ™” ˆ † Ham.0 a 185. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.0 mL de Soro desfibrinado (colhido no mesmo dia) transportado em banho de gelo + 1. produzida no fígado.0 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina).

90 Indeterminado  índice ≥ 0. Para prevenir este fenômeno. t m pico em 3 mese s e caem em 4 a 6 meses. coli. Cerca de 25% dos pacientes t m Anti-HAV IgM positivo por 12 meses. Vacinaç e levar a títulos detect veis de anti -HAV IgG. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ ‘uˆ u‘ €— « ‰‡ ò  ˆ ’ u  ‡ dR’u ud u– “  ˆ ™” óuô †ô Hepatite A € HAV IgG e IgM. Raramente pode se manifestar como hepatite fulminante.90 e ≤ 1.10 Condi o: 0. Mesmo após tratamento.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. Anti -HAV IgM surgem dentro da primeira semana de doença. . a soropositividade pode persistir por anos o se til para controle ter tico. É de scrito como fator de risco independente para câncer strico. anti Coment  rios: O vírus da hepatite A causa uma doença autolimitada de transmiss fecal -oral e com período de incubaç ¤ ias. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo  índice < 0.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada.10 Positivo  > 1. duodenal e gastrite crônica.5 mL de Soro. pylori tem forte associaç o com lcer strica. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a prese nça de fibrina.JO 8h. PARDINI 215 . Anti-HAV IgG surgem na convalescença e persitem por toda a vida. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . . ñ óuô ˆ€‰å—u” å— “ ˆu‰R–u‰€— ò  “ ˆu‰  † •ô— Instituto de Patologia Clínica H. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. N o apresenta reaç s cruzadas com o Campylobacter jejuni ou E.Helicobacter Pylori Coment  rios: H.

ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBc s o produzidos contra antígenos do “core” do HBV. Anticorpos anti-HBc IgM elevamse ao mesmo tempo que as transaminases e caem em 6 a 8 meses. Pod e-se observar reaç s falso -positivas em pacientes heparinizados ou com desordens da coagulaç o e reaç s falso -negativas. dever o ser feitos testes confirmatórios. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .. Entre 1 e 10% das infecç s pelo HBV evoluem para a forma crônica: portador assintom tico. . A persist cia de HBsAg por mais de 6 meses indica estado de portador ou hepatite crônica. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. atrav s de exposiç o a secreç es..MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. sexual e raramente. A presença de anti -HBc IgM significa infecç aguda ou recente. infecç o crônica (HBsAg em níveis indetect veis por m todos convencionais) ou infecç pr via pelo HBV com anti-HBs indetect vel.  ñ ‘uˆu† ‰R–u‰ óuô ˆu‰ ˆ ò  ˆ  ‰ ( ‡ € ‘ ˆu‰R”(–€” ˆu‰  †  ˆ€‰ Continua. .JO 8h. O anti -HBc IgM pode ser ico marcador detectado nas hepatites fulminantes. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . embora raramente.JO 8h. hepatite crônica ativa ou persistente.Hepatite B Coment  rios: A hepatite B tem início insidioso e curso clínico mais prolongado. Este exame só deve ser interpretado pelo m ico. que ma característica do m todo. Anticorpos anti-HBc IgG surgem com 8 semanas de infecç rsistem por toda a vida. Em caso de incompatibilidade clínica. Hepatite fulminante ocorre em 1% dos pacientes.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA).: Este exame pode. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. A presença de anti -HBc IgG isolado pode ocorrer na infecç recente (HBsAg j negativo e anti -HBs ainda sitivou). Para prevenir este fenômeno. † ˆ ™ ™ ˆu” ‰ † •ô—  HbsAg  ANT GENO AUSTp LIA Coment rios: Aparece antes do início dos sintomas e mant m-se at 0 semanas. apresentar resultados falso-positivos ou falso-negativos. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Sua transmiss pode ser parenteral.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Obs. 216 Instituto de Patologia Clínica H. quando o HBsAg encontra-se em níveis inferiores à sensibilidade de detecç s m todos utilizados.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Condi o: 0. PARDINI . ¼ ¶ † †ÿ ñ † óuô ò  ˆ ˆu‰R—u‰ ™ † ” “u‘ ™ ” † ††— †— ˆ HBc IgG e IgM. à crit rio de seu m ico.

5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). É uma proteína do HBV. podendo cair at íveis indetect veis. ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBs s tect veis meses após o d esaparecimento do HBsAg. É til para deter minar risco de infecç m acidentes e de infecç o em crianças nascidas de m s infectadas. por m após a imunizac spera -se obter títulos de pelo menos 100 UI/mL. PARDINI 217 .  ñ ˆu‰«–ud † ò óuô  ‘ —€”   † ˆu‰ý ˆu‰R” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. A presença de anti -HBs isolado pode ser encontrado após vacinaç ra hepatite B. ñ ¡ åd óuô  ò  ˆ ‡ ˆ € ‰ ˆu” ˆu‰«” ˆ HBe.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Persiste por muitos anos. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . produzida durante a replicaç o viral ativa.JO 8h.  ñ ˆu‰ý—u”  óuô ò  “ ˆu‰R” ˆ€‰ ˆu‰ HBs.HEPATITE B HBeAg Coment rios: O antígeno “e” pode ser detectado na fase aguda. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas .JO 8h. M todo: Imunoensaio Enzim tico de Micropartículas . .. logo após o HBsAg. após 2 a 3 semanas do desaparecimento deste antígeno. . mas t m melhor ev oluç menor risco de transmiss .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). ANTI Coment rios: Anticorpos anti-HBe s tect veis em 90% dos pacientes que foram HBeAg positivos.Continuacao.. Pacientes anti -HBe positivos podem ser portadores crônicos.MEIA Valor de Refer ncia: < 10 mUI/mL Condi o: 0.MEIA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. período em que lto risco de transmiss . Permanece positivo cerca de 3 a 6 semanas.JO 8h.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA). . É o primeiro sinal de recuperaç . Pacientes com títulos de anti -HBs superiores a 10 UI/mL s considerados positivos.

Anticorpos anti -HDV surgem 5 a 7 semanas após o início da infecç . de 21 a 45 dias.2 mL de Soro. . A hepatite delta aguda tem t ncia a ser mais grave ou apresentar-se na forma fulminante. ensaios de quarta geraç . maior colestase e mortalidade fetal durante a gravidez.ELISA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. a realizaç PCR est indicada. A confirmaç soropositividade requer.Hepatite C Coment  rios: ‚ HCV.JO 8h. Em caso de resultados indeterminados por RIBA (10 a 20% dos casos).JO 8h. vacinaç para influenza. anti A hepatite E tem transmiss fecal-oral e apresenta clínica similar a hepatite A. entretanto. complementaç investigaç com RIBA (ensaio immunoblot recombinante). ñ ˆ€‰ † ò óuô  ˆu‰ ˆu‰ì—u” ˆu‰R—ud † ‰† †Rþ ô 218 Instituto de Patologia Clínica H. anti O vírus da hepatite delta (HDV) m vírus RNA incompleto que requer o HBV para sua replicaç o. Tem período de incubaç maior. Para prevenir este fenômeno. hipergamaglobulinemia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. s falso-positivos. sendo que 20% desses evoluir para cirrose após 20 anos de infecç o.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). . Cerca de 50% dos doadores com anti-HVC positivo. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. podem reduzir esse tempo para 6 a 9 semanas. PARDINI . . 70% dos infectados evoluem para forma crônica. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. entretanto. ñ †— óuô ò  ˆ u ‰ ⠗ u d ˆu‰ ˆ u ‰ ˆu‰âd ˆu‰  †š   ˆu‰ö—ud ˆu‰R—u‰  ˆ ˆ€‰ ˆ€‰ †  † •ô— Hepatite D Coment  rios: ƒ HDV. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. M todo: Imunoensaio Enzim tico . A hepatite delta crônic mais severa que as hepatites crônicas B ou C. fator reumatóide e doenças reum ticas. anti O vírus da hepatite C freqüentemente causa infecç ssintom tica. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Falso-positivos podem ocorrem em gr vidas.3 mL de Soro. à crit rio m ico.JO 8h. A janela imunológica tem sido descrita como d e at meses. Aparece em pessoas com exposiç renteral m ltipla. Torna-se positivo cerca de 27 dias após elevaç s transaminases e persiste por anos. O di agnóstic feito atrav s da demonstraç anticorpos anti -HEV pelo m todo ELISA no soro de pacientes infectados. ñ ˆu† ‰÷–ud ‡ óuô ò  d† ”u‘u—€“ ˆ€‰ ˆ †Rþ ô Hepatite E Coment  rios: ƒ HEV.

e com aus ncia de quadro clínico sugestivo de infecç o aguda. Est ravida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: … Negativo † ≤ 0. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. M todo: Imunodifus Radial Dupla Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. A sorologia positiva deve ser seguida de cultura para confirmaç .JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. .Herpesvírus Simples 1 e 2 „ Coment  rios: IgG . A sorologia negativ xclui o diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes com histoplasmose comprovada por cultura.Líquor. No LES pode ser encontrado em 24% dos pacientes e na AR. anti Coment  rios: A presença da reaç o de identidade contra a histoplasmina indica infecç tiva ou recente pelo Histoplasma capsulatum.9 ‡ Indeterminado † 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.A presença de anticorpos IgM nas duas primeiras semanas de vida estabelece o diagnóstico de infecç o c ita. a detecç IgM pode estar presente nas recorr ncias. Em infecç e s her ticas bem localizadas pode correr estímulo anti ico para provocar elevaç título de anticorpos. . ñ ò  ˆu‰Á‰ óuô †Rþ ô Histoplasma Capsulatum. quinidina e anticonvulsivantes s s medicamentos relacionados com auto-imunidade causada por drogas.3 mL Soro. Informaç es nece rias: Informar.Na populaç m geral podem ser encontrados indivíduos com altos títulos de anticorpos.2 mL de Soro.5 Condi o: 0.0 a 1. ˆ ñ óuô †Rþ ô ò ˆ€‰ ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ d÷‘uˆu‰÷” ˆ € ‰ à m u d € ‘ ˆu‰ád Instituto de Patologia Clínica H. Em outras fases da vida. em 20% dos casos. PARDINI 219 . IgM .5 mL de Soro . formar das. a hidralazina. pois na infecç onata l ou pós -natal em geral os anticorpos s tectados de duas a quatro semanas após a infecç o aparecer. “ ‘uˆu‰R‰ óuô ˆu‰Û” HSV ñ ˆ ‰u‘u’u“u‘ ò ’€“u‘ ™ ” ˆ  ˆu‰Óˆ ‘u” ˆu‰R—u” ˆ€‰(—€‰ ™ –† ˆu‰÷—u‰ “ ˆu‰«—u” vv   ( ’ ô †H• Histona. A procainamida. juntamente com anticorpos para o ssDNA. recomenda-se a colheita de duas amostras: uma na fase aguda e outra 15 dias após onde a elevaç título de pelo menos duas diluiç s sugere o diagnóstico. Em caso de quadro clínico sugestivo. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-histonas ocorrem no lupus induzido por drogas em 96% dos pacientes.4 ‡ Positivo † ≥ 1.

220 Instituto de Patologia Clínica H.SIDA. neoplasias. . Etapa de confirmaç sorológica pelo Western blot : s utilizados os seguintes crit rios de liberaç o do exame: . multíparas e politransfundios. p24.JO 8h. A portaria 488 de 1998. n o sendo pois a sorologia definitiva no diagnóstico. em seguida. Etapa de Triagem sorológica : devem ser realizados dois testes distintos como ELISA. As amostras com resultados iniciais discordantes ou indeterminados nos dois testes. outras viroses. Cerca de 20% da populaç normal infectada apresentam resultados indeterminados no Western blot. t m valor preditivo positivo de 99%.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Oxalato de pot ssio). ELFA e MEIA devem ser confirmados por ensaios mais específicos (Western Blot ou imunofluoresc cia). . simultaneamente. Falsos positivos podem ocorrer em testes imunoenzim ticos nos pacientes com anticorpos anti-HLADR4. hepatites alcoólicas. As amostras n o reagentes nos dois testes ter seu resultado definido como amostra negativa para HIV.HIV  Coment rios: A infecç los vírus HIV 1 e 2 leva à Síndrome da Imunodefici ncia Adquirida . MEIA ou ELFA. Western blot utilizado como teste confirmatório. Amostra reagente (positiva para HIV): presença de no mínimo duas bandas dentre: gp 160/120.2 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA). gp 41. devem ser retestadas pelos mesmos testes. Testes de triagem como ELISA. PARDINI . indeterminadas ou discordantes devem ser submetidas a testes confirmatórios.JO 8h. Pacientes com amostras reagentes em ambos os testes devem ser submetidos. GAG P24 e PEPTIDEO ANT70 (SUBTIPO “O”) HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0.. Laboratórios: As amostras de pacientes tratados com heparina podem coagular parcialmente e podem produzir resultados errôneos devido a presença de fibrina. Para prevenir este fenômeno. PESQUISA ELISA – ENZIMA IMUNOENSAIO Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP160. r Ÿ  †  ô• — Continua. . Recomendase recoleta após 30 dias para confirmaç sorológica. Amostra indeterminada: qualquer padr o de bandas diferentes dos descritos acima. padronizou procedimento seqüenciado para diagnóstico sorológico de HIV em maiores de 2 anos de idade: o diagnóstico sorológico só pode ser confirmado após lise de no mínimo duas amostras coletadas em momentos diferentes. sendo ao menos um capaz de detectar HIV 2.. Apresenta 1 a 2% de resultados falso-positivos. . vacinados para influenza. Filhos m HIV pos itivo t m anticorpos maternos. sendo que: se resultados negativos. portadores de dist rbios imunológicos. liberadas como amostra negativa para HIV. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. com um teste enzim tico positivo. Indivíduos de alto risco. se reagentes. Pacientes com fase avançada da doença podem apresentar reatividade. deve -se colher a amostra antes da terapia com heparina. Os testes imunoenzim ticos t m sensibilidade e especificidade em torno de 98%. Amostra n o-reagente: aus cia de bandas. óuô óuô † •ô— MEIA – IMUNOENSAIO ENZIM TICO DE MICROPART CULAS Pesquisa de anaticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ˆ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ˆ ENV GP36 Condi o: 0. à etapa confirmatória (imunofluoresc cia ou Western blot). ˆu‰ý–€” “ ‡ “u‘ “ “ † ‘€ˆu‰ ˆ  ˆ€” du‘€ “ ‘uˆuˆ€‰ ‰ “u‘ ˆ ˆu‰ ˆ ˆu‰ “€‘ ˆu‰ † ˆ ˆ ˆu‰ HIV 1 e 2.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. ELFA. deve ser realizado em paralelo com o soro.HIV óuô HIV WESTERN BLOT Š M todo: Western Blot . . M todo . M todo . .3 mL de Soro ou Plasma (Heparina.JO 8h. PARDINI 221 .56oC c/ 30 min) ou Plasma (EDTA/Oxalato/Heparina/Citrato).. Citrato ou EDTA). MEIA s tilizados para testes de triagem. A confirmaç o diagnóstica pode ser realizada com o PCR para HTLV. Falso-positivos podem decorrer de anticorpos anti-HLA e sucessivos congelamentos e descongelamentos das amostras.6 mL de Soro. Cerca de 20% dos infectados desenvolvem quadros neurológicos ou leucemia após 20 anos de infecç . Á d ñ ñ uˆ  ‰ † u‰ m ˆ€‰Á–ud ˆu‰ – u  † óuô  ˆ óuô ˆ †Rþ ô ò ˆ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa Coment  rios: O vírus HTLV est ssociado a leucemias e desordem neurológica crônica (paralisia es stica t ropical). Laboratórios: Devido a possibilidade de contaminaç o da amostra este exam da amostra. M todos do tipo ELISA.5 mL de Soro (pode ser inativado .Elisa Condi o: 0. ñ õuó€ô o.: A pesquisa de anticorpos no líquor.VIDAS DUO (Biomerrieux) Pesquisa de anticorpos para os antígenos virais: HIV 1 ‰ ENV GP41 e GAG P24 HIV 2 ‰ ENV GP36 Antígeno viral pesquisa: HIV 1 ‰ GAG P24 (antígeno P24) Condi o: 0. . Valor de Refer ncia: Negativo Obs. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. Sua triagem em bancos de sangue rigatória devido sua transmiss renteral. devido a possibilidade de contaminaç o do material durante a punç o. ñ † •ô— CONFIRMATÓRIO óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ˆ ”÷‘uˆu‰÷–u‰u—u” ser incluído após manipulaç o ˆ HTLV I e II.Liquor: Aglutinaç o Condi o: Líquor.JO 8h.JO 8h..Continu ELFA DUO M todo: ELFA .Sangue: Imunoensaio Enzim tico Condi o: 0.

a alimentos.50 kU/L  Classe 3: 3. o que lhe confere maior reprodutibilidade. PARDINI . Abelha. Após esta idade IgE total pode se elevar devido a parasitoses intestinais e contatos mais intensos com outros al rgenos.. cutâneas.IgE Coment rios: Os testes sangüíneos de alergia s o a IgE total e IgE específico para al rgenos isolados ou em conjunto (m ltiplos). Síndrome de Nezelof). Veneno (I3) "$# ("8# $ "# óuô ó€ô Continua. M todo: Immunocap Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar a . Podem ser realizados IgE m ltiplos para v rios al rgenos de forma conjunta.35 kU/L   Classe 1: 0. picada de insetos.4o C.. O Sistema Cap apresenta maior sensibilidade analítica. N h interfer cia de anti histamínicos. Síndrome de DiGeorge ‹ s. IgE total: em crianças com at s de idade m indicador da presença de alergia. utilizando padr s de IgE da Organizaç o Mundial de Sa de. IgE específicos e m ltiplos: usado no diagnóstico de alerg ias respiratórias. 222 Instituto de Patologia Clínica H. ‘uˆu‰ ‡  ñ ‡ †Rþ ô  ‡ ˆ †©¨ du‘u‰ m† † um ‰ † ™” “u‘ † ‡  ™ ”† ˆu‰ Ád ˆ “u‘ IgE ESPEC¼ FICO para Valor de Refer ncia:  Classe 0: < que 0. Tam m se eleva em outras condiç s: imunodefici cias (ex: Síndrome de Wiskott-Aldrich. Veneno (I1) Acarius Siro (D70) Alfa lactoalbuminas (F76) Alho (F47) Alternaria Alternata (M6) Amendoim (F13) Ampicilina (C5) Amoxicilina (C6) Ananas (Abacaxi) (F210) Arroz (F9) Aspergillus fumigatus (M3) Aveia (F7) Atum (F40) Banana (F92) Barata (I6) Batata (F35) Beta Lactoglobulina (F77) Blomia Tropicallis (RD201) Cacau (F93) Camar (F24) Candida albicians (M5) "$# ò Caranguejo (F23) Carne de Galinha (F83) Carne de Porco (F26) Carne de Vaca (F27) Caseína (F78) Cebola (F48) Cenoura (F31) Clara de Ovo (F1) Côco (F36) Dermatophagoides farinae (D2) Dermatophagoides microcera (D3) Dermatophagoides pteronyssinus (D1) Feij Branco (F15) Folha de Tabaco (RO201) Formiga (I70) Gema de Ovo (F75) Gl Œ ten (F79) Gr Soja (F14) Laranja (F33) Latex (K82) Leite (F2) "8# "8#H)8' Leite de Cabra (RF300) Lim (F208) Marimbondo. Servem para complementar o diagnóstico clínico de alergia. Síndrome “Hiper-IgE” e na aspergilose broncopulmonar. tendo valor diagnóstico.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. pólen.50 a 17. pó domiciliar e na hipersensibilidade a drogas.35 a 0.70 a 3. Veneno (I4) Mel (RF247) Mexil  Azul (F37) Milho (F8) Morango (F44) Peixe (F3) PŽ lo de C (E5) PŽ lo de Gato (E1) Penas de Galinha (E85) Penicilina G (C1) Penicilina V (C2) Pernilongo (I71) Queijo – Tipo Cheddar (F81) Seda Brava (K73) Tomate (F25) Trigo (F4) Uva (F259) Vespa.2 mL para cada IgE adicional. caros.50 a 50.70 kU/L  Classe 2: 0.50 kU/L  Classe 4: 17.00 a 100 kU/L Classe 6: > 100 kU/L Interpreta o: Classe 0 = negativo Classe 1 a 6 = positivo Condi o: 0.00 kU/L  Classe 5: 50.

Papagaio. Soja Gx2: Pólen de Gramíneas (Grama de1 Bermuda.51 a 17. † † Continu õuóuô o. Ganso.36 a 0.6 kU/L 24. Camar . Milho. Grama de Campina.3 kU/L 8. Dermatophagoides pteronyssinus.. Grama de Johnson. Partículas e P los (Gato.50 kU/L ‘ Valor moderado  Classe 3: 3.0 kU/L Instituto de Patologia Clínica H. ñ ò óuô at at at at at at †† †† ††  • @š 2.35 kU/L ‘ N  Classe 1: 0.2 mL para cada IgE adicional. Avel . Grama de Centeio..0 kU/L . Cladosporium herbarum (Hormodendrum).Nascido “ ’ 1 a 11 meses “ ’ 1 a 3 anos “ ’ 4 a 6 anos “ ’ 7 a 10 anos “ ’ > de 10 anos “ Condi o: 0. Leite.70 kU/L ‘ Valor baixo  Classe 2: 0. Boi e Cachorro) Ex71 Penas: Frango.0 kU/L 30. Tentilh o Fx1: Amendoim. Peru Ex72 Penas: Periquito. Am doa.50 kU/L ‘ Valor alto Classe 4: > que 17.51 kU/L ‘ Valor muito alto Condi o: 0.IgE MÚLTIPLO para Phadiatop Al rgenos Inalantes Phadiatop Inalantes e Alimentares Ex1: Epit lios.5 mL de Soro para IgE isolado e 0. Noz Brasileira.0 kU/L . Amendoim. Dermatophagoides farinae e Blatella germânica Mx1 Fungos: Penicillium notatum. Pato. Cavalo. Côco Fx2: Peixe. Gergelim) Fx5: Clara de Ovo.71 a 3. Trigo. Ca rio.5 mL de Soro. Salm Fx3: Cereais (Trigo. Capim Ra bo-de-Rato.IGE “ ‘u ˆ ˆu‰ ˆu‰ “uˆu‘ ‰ ˆ ò ˆu‰R—u”  óuô IgE TOTAL M todo: Immunocap Valor de Refer ncia: ’ R. Aveia. Grama de Bahia) Hx2 Pó: Poeira Caseira. PARDINI 223 . Mexilh . Aspergillus fumigatus e Alternaria alternata (Tenuis) Valor de Refer ncia: tect vel  Classe 0: < que 0. Atum.

Urina: N sar conservante. PARDINI . Auxilia tam m no diagnóstico e caracterizaç s disgamaglobulinemias. como as observadas no mieloma m ltiplo. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras entre 2o e 8o C. Urina e Liquor . 353 ñ †‡ óuô ˆu‰ m† ˆu‰R—ud ‡ ô † †¨  –uu’ ˆu‰© 224 Instituto de Patologia Clínica H. . após congelar. 5.5 mL de Soro. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: < 34 µ/mL Condi o: 0.0 mL de Líquor. mas s rapidamente detectados em pacientes com artrite reumatóide (AR) e l s eritematoso sist mico (SLE) durante doença ativa. macroglobulinemia de Waldenstrom. ñ ˆu‰ ˆu‰ ˆ€‰å‘u‰ óuô ò  ‡u– du—€ “ †iÿ• ô ¡ ‰ Imunofi d ¢ £¦¥ o Coment  rios: O teste til no diagnóstico de paraproteinemias. .At dias entre 2o e 8o C.Soro: JO 8h. M todo: Imunofixaç Condi o: 0. doenças linfoproliferativas malignas e nas gamopatias monoclonais benignas. .JO 8h. Refrigerar. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h . Conservaç o de envio: Soro . *Urina 24h.At semana entre 2o e 8o C.Imunocomplexos Circulantes 9C1q IgG Coment  rios: Os imunocomplexos circulantes (CIC) n s rmalmente expressos em indivíduos s veis.

5 mL de Soro. níveis normais de IgG xcluem doença. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Líquor. neoplasia. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: Idade IgG (mg/dL) IgA (mg/dL) IgM (mg/dL) R. escle rose m ltipla). Laboratórios: Enviar em pote est ril.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. ou doença neurológica prim ria (em particular. IgA.Imunoglobulinas SANGUE IgG. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 3. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 0. Nascido 700 a 1480 0 a 2. PARDINI 225 . devido a poss ibilidade de contaminaç do material durante a punç .5 mL de Saliva. Essas mudanças podem ser funcionais como nos tumores celulares. . IgM Coment rios: Muitas doenças adquiridas ou con itas levam a alteraç es das proteínas plasm ticas. ñ ™ óuô ò ‘€ˆu‰R” †  ‡ SALIVA IgA ˆu‰ ô †  ˆ€‰ Coment rios: Test til na avaliaç imunodefici cia prim ria que nas crianças est freqüentemente associada a infecç es otorrinolarin gológicas.2 05 a 30 01 a 03 ms 250 a 1100 2 a 50 10 a 80 04 a 06 ms 300 a 1000 3 a 82 15 a 109 6m a 01 ano 500 a 1200 14 a 108 43 a 239 02 a 06 anos 500 a 1300 23 a 190 50 a 199 06 a 12 anos 700 a 1650 29 a 270 50 a 260 12 a 16 anos 700 a 1550 81 a 232 45 a 240 Adulto 564 a 1765 85 a 385 45 a 250 Condi o: 0. mas tam m ajuda na avaliaç ravidade e formulaç o de um diagnóstico. Determinaç es periódicas de imunoglobulinas durante a doença.8 mg/dL Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. quantitativas como nos processos inflamatórios ou mesmo o ap arecimento de proteínas que n s normalmente encontradas em indivíduos sadios.10 mg/dL Condi o: 0.5 a 36.JO 8h. Obs.  ’u“u‘ ñ ˆ€‰(—€d(’ ˆ ò ˆ  ™ ˆu‰ ™ ˆu‰ €ˆ ö ‰ u— ÷ ‰ u– d  m† óuô L¼ QUOR IgG †ô  Coment rios: A dosagem de IgG no líquor tilizada para avaliar o envolvimento do sistema nervoso central com infecç es. como as proteínas embrion rias.50 a 6. Entretanto. n o somente permitem o monitoramento da evoluç ciente. ñ ”Û™ ‡ uˆ Û ‰ u— d “€‘   óuô ò †©¨ ô † Instituto de Patologia Clínica H.

5 mL de Soro + 0. ñ ˆu‰ ˆò † ˆu‰Á—u”»‰ “ ˆu‰R—u” ˆu‰ óuô † Rô — Jo 1.JO 8h. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Acima de 1 ano: ≥ 1:4 Obs. de natureza infecto -contagiosa e de grande potencialidade epi mica. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . ñ óuô ò “€‘ ˆ€‰ —u“ †† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † Isoaglutininas Coment  rios: No sistema ABO anticorpos s ricos s corr ncia natural e s formados após o nascimento com a colonizaç intestinal e contato com os diversos antígenos alimentares de acordo com o grupo sanguíneo do indivíduo. Laboratórios .coleta: Swab de nasofaringe. Lavado de nasofaringe. reaspire. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. PARDINI . Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril. com dermatomiosite (cerca de 10% dos casos) e em outras doenças reum ticas. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. Condi o: 0. . anticorpos Anti Coment  rios: A presença deste anticorpo est relacionado com a polimiosite (20 a 40% dos casos). M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. caracterizada por um início agudo e por um período de estado de curta duraç . insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Utiliza-se a titulaç stes anticorpos para avaliar o funcionamento d o sistema imune. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Lavado de nasofaringe . Os títulos de anti -Jo-1 podem variar em concordância com a atividade da miosite e sua a quantificaç o pode ser til na avaliaç clínica destes pacientes. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Condi o: 0. nos casos em que o material de ser aspirado.5 mL de Sangue Total (EDTA/Citrato/Heparina).Swab de nasofaringe.Influenza vírus A e B – pesquisa direta Coment  rios: Doença respiratória aguda. principalmente quando associados a doença pulmonar intersticia l.: Valores menores que 1:4 podem ser encontrados em crianças abaixo de 1 ano devido a imaturidade imunológica. ñ óuô ò ˆu‰  ˆ  ‡ uˆ ‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô 226 Instituto de Patologia Clínica H.3 mL de Soro. muitas vezes exibindo uma clínica superponível a outras doenças respiratórias agudas. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.

5 mL de Soro p/ cada. . tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. produzida cerca de duas vezes mais que a cadeia leve lambda. tendo predominância nas gamopatias monoclonais malignas. títulos tendem a ser baixos sendo negativos em 20% dos casos dessa forma. filariose. Reatividade cruzada com tripanossomíase.JO 8h.0 a 735. esquistossomose e hanseníase s descritas.024 s o muito sugestivos de leishmaniose visceral. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom.Kappa (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: < 1:80 Condi o: 0.0 mg/dL Condi o: 0. ñ 뀔 † óuô ò †©¨ ô Lambda (cadeia leve) Coment  rios: Tipo de cadeia leve de imunoglobulinas. Títulos podem ser baixos em imunodeprimidos.JO 8h.JO 8h.5 mL de Soro. Títulos iguais ou maiores que 1:1. A confirmaç iagnóstica requer a detecç leishmania em algum sítio. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tais como mieloma ou macroglobulinemia de Waldenstrom. ˆ ”†‡ ñ óuô ò “€‘ ˆu‰R— ˆ u ‰ ˆ€‰(—€d †©¨ ô Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/dL Condi o: 0. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 566. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: 304. mal ria. . PARDINI 227 . Na forma cutânea.0 a 1300. ñ óuô ò †©¨ ô  Leishmaniose IgG e IgM Coment  rios: A sorologia para leishmanios til principalmente na forma visceral (Calazar).

M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Faixa et ria Linfócitos CD 3 0 a 6 meses 55 a 82% 3505 – 5009 mm3 6 a 12 meses 55 a 82% 3409 . PARDINI . os quais se expressam exclusivamente nos linfócitos T imunocompetentes. . Leptospiros As manifestaç s clínicas variam de uma leve coriza a uma doença ict rica com comprometimento severo do paciente. Transportar em temperatura ambiente.Informar data e hora da coleta. Conservaç o de envio: At dias em geladeira entre 2 o a 8o C. no monitoramento de imunodefici ncia. mas podem permanecer detect veis durante anos.0 mL de Sangue total (EDTA/Heparina/ACD). Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.pesquisa de anticorpos IgM Coment  rios:  ma doença febril aguda causada primariamente pelo Leptospira interrogans . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. doenças auto -imunes e nas leucemias e linfomas. Laboratórios: Enviar Sangue total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). N viar pipetex.4575 mm3 12 a 18 meses 55 a 82% 3156 .JD 4h. Anticorpos podem ser detectados a partir do 6” ao 10” dia e geralmente atingem níveis m ximos após 3 a 4 semanas.3295 mm3 30 a 36 meses 55 a 82% 1923 . Os níveis de anticorpos re duzem-se gradualmente. Elisa .Leptospirose. Enviar de 2a a 5a feira. . óuô † ˆ ˆ€‰(”€‘ ˆu‰ 228 Instituto de Patologia Clínica H.3141 mm3 > 3 anos 55 a 82% 1072 .3508 mm3 24 a 30 meses 55 a 82% 2324 .3890 mm3 ñ  ò “ ˆu‰Û‡ • OKT3 • ˆu‰ CD3 † Condi o: 5. N enviar no gelo.5 mL de Soro.3899 mm3 18 a 24 meses 55 a 82% 2766 . ñ  ™ ”” † óuô ò  †  †ô Linfócitos T At ivado Coment  rios: Os anticorpos anti-CD3 s teis para sondar a regi constante dos receptores de c lulas T.

devendo-se sempre proceder a duas coletas.5 mL de Soro. perda fetal recorrente. Níveis de Lp (a) s terminados geneticamente. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. N recomendado para triagem indiscriminada.JO 8h. pois reaç s cruzadas s freqüentes em decorr cia de determinantes anti icos comuns entre a L. Esta doença redominante em mulheres e geralmente associada a outras doenças auto -imunes (tireoidite. havendo ascens o significa infecç recente.monocytogenes e bact rias gram positivas. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-LKM s o anticorpos dirigidos contra a fraç microssomal de fígado e rim e est relacionados a hepatite auto-imune tipo 2.Lipoproteína (a) Coment  rios: É uma lipoproteína plasm tica com composiç muito similar à LDL. PARDINI 229 .JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. É formado por dois constituintes: apo B-100 (principal componente estrutural do LDL e VLDL) e apo (a) que apresenta grande heterogeneidade estrutural.2 mL de Soro. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: – Antígenos O e H — < do que 1:160 – Faixa de D vida — 1:160 a 1:320 – Sugestivo — acima de 1:320 Obs. o que pode interferir na sua determinaç o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Níveis elevados de Lp (a) tam m s contrados na pre-eclâmpsia. diabetes e vitiligo). . impossibilit -la. ˆu‰«ˆ —€”  ˆ€‰ ˆ ñ óuô ò “ m † ˆu‰Á”u‘ ˆu™‰ ” †  †©¨ ô u– Listeriose Coment  rios: Os resultados das reaç es sorológicas devem ser interpretados com cautela. mas sim para indivíduos com história familiar de doença coronariana. O resultado de uma amostra nem sempr conclusivo. Condi o: 0. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 30. e por vezes. Lp(a) parece estar associada à doença coronariana. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.0 mg/dL Condi o: 0.: Fazer curva com diferença de 30 dias. . Uma ascens títul sugestiva de infecç recente.5 mL de Soro. com 30 dias de intervalo. . ñ “u‘ ™ ˆò ’u“u‘ ” † ˆu‰R—u” ‰ † ˆ ™” ˆu‰ † ˆu‰ óuô ‡ ˆu‰ †Rþ ô LKM. ñ ˆ † ô óuô ò “€‘ † ˆ€– ‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. acidente vascular cerebral e dislipidemia. podendo ter grandes variaç s entre indivíduos de uma mesma populaç o. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. insufici ncia renal e tromboembolismo.

testes para anticorpos específicos s cess rios. .0 ™ ≥ que 1. cirrose h tica e doenças auto -imunes. Se o monoteste for negativo. Se positivo e apresentar clínica apropriada com exame hematológico correspondente. N specífico para cirrose biliar prim ria.Lyme.JO 8h. Um resultado negativo n xclui o diagnóstico da doença. em altos títulos. ñ óuô d† ˆ u ‰ † ” ”u–u ò “€‘   ˆ u ‰  †ô Monoteste Coment  rios: Em pacientes com suspeita de infecç rim ria pelo vírus Epstei n-Baar. pois nos est ios iniciais ou em antibioticoterapia precoc ver níveis detect veis de anticorpos. Na fase inicial da doença a sensibilidade da sorologia de 40 a 60%. PARDINI . ent s casos suspeitos devem ser avaliados atrav s da determinaç ticorpos específicos para EBV. anticorpos anti š AMA Coment  rios:  ma doença colest tica intra -hep tica crônica. Este tipo de test pouco til no diagnóstico de Monucleose Infecciosa em pacientes imunocomprometidos. M todo: ELFA (Enzyme Linked Fluorescent Assay) .JO 8h. o Monotest indicado como teste inicial.JO 8h. mais freqüente em mulheres A cirrose biliar prim ri entre 30 e 60 anos. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. hepatites virais. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.VIDAS Valor de Refer ncia: ˜ Negativo ™ < 0. . podendo estar presente na hepatite crônica ativa.0 ˜ Positivo Condi o: 0.2 mL de Soro.75 ˜ Indeterminado ™ ≥ 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Anticorpos anti-mitocondria (AMA) est presentes em cerca de 90% dos casos.75 a < 1. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos totais Coment  rios: Doença multissist mica.2 mL de Soro. podendo cronificar -se. pois a grande maioria desses pacientes roduz anticorpos heterófilos. Diante da suspeita clínica e sorologia negativa. sendo na forma crônica de quase 100%. Cerca de 10% da populaç o adulta com monucleose infecciosa p senvolver anticorpos heterófilos.5 mL de Soro. “ ñ u’ ”R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ¡ d ˆu‰R”  † ò óuô †ô Mitocôndria. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. repetir a sorologia após 4 a 6 semanas. ñ ‡ óuô ˆò ˆu‰à–  † ‘uˆu‰ ˆu‰R‘u”  ˆ u ‰ Û — u ” Û d u ‘ ‰€—u‘€”Rˆu‘u‰âˆu‰R– —u” ˆu‰R‰ ”† ˆ ”† †Rþ ô 230 Instituto de Patologia Clínica H. .

M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: 1. Peric rdico. ñ ˆu‰«—€”«d “ € ‘ ò  ”†‡ óuô †Rþ ô  Instituto de Patologia Clínica H.5 mL de Soro. Líquor . É importante para o diagnóstico e acompanhamento da doença reum tica. PARDINI 231 . É substituída com vantagens pela determinaç o da alfa -1-glicoproteína cida.Líq. Apresenta elevada especificidade. . Baixos títulos (inferiores a 1:80) podem ser observados nas hepatites virais. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-m sculo liso (ASMA) est resentes em altos títulos em cerca de 70% dos pacientes com hepatite crônica ativa auto -imune. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. tecnicamente este exam resenta boa reprodutibilidade sofrendo infl ncia da temperatura e do tempo.Mucoproteínas Coment  rios: É uma glicoproteína.Líq.2 mL de Soro.JO 8h.1 mg/dL Condi o: 0.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . anticorpos IgA Coment  rios: A detecç nticorpos IgA anti -Micobacterium sp auxilia em casos difíceis que apresentam anergia imunológica (aus cia de reatividade à tuberculina e anticorpos IgG). M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.JO 8h. pois ma das ltimas provas a se normalizar.5 mL de Soro.10 0 C. . típica das secreç s mucosas. outras cirroses e doenças malígnas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  inferior a 200 U œ Negativo œ Indeterminado  de 200 a 350 U  superior a 350 U œ Positivo Condi o: 0. O exam til no diagnósti co da tuberculose pulmonar e extrapulmonar ativa. Conservaç o de envio: At 5 dias entre 2o e 8o C. cirrose biliar prim ria. Entretanto. . Pleural .7 a 5. ñ ‡ óuô ò “€‘  ˆu‰«– › ASMA †ô Mycobacterium Tuberculosis. ñ ”R‘uˆ€‰(d€–  ò †  ™”‡ ˆ  u“  óuô † ô Músculo Liso.

A remodelaç ssea m processo contínuo. Raramente el contrado em indivíduos normais e na aus cia de vasculite.5 mL de Soro p/ cada.Anca Ÿ Negativo Condi o: 0. Recomenda -se a determinaç o de anticorpos em 2 amostras diferentes: uma colhida na fase aguda e outra na fase de convalescença. etilismo. osteoporose. É til para monitorizaç o da resposta ao tratamento. uˆ å ‰ ud ‘ “   ANCA ñ óuô ò “€‘ R—u‰ ™ ” uˆ R ‰ ‡  ” † ”u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰å– u“ ‘ †ô N-Telopeptídeo ¡ NTX Coment  rios: O NTx  m marcador específico da reabsorç ssea. anticorpos anti Coment  rios: †Rþ ô Os ANCA s ticorpos que reagem com citoplasma de neutrófilos e est resentes em vasculites necrotizantes sist micas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: ¢ Homem £ 3 a 63 nMBCE/mM creatinina ¢ Mulher £ 5 a 65 nMBCE/mM creatinina † ™”  ñ ò “u‘  ˆ ˆu‰àê ‡ uˆ à ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰Áˆ ê †  ˆu‰Ûê Condi o: 2o jato da 1a urina da ma .JO 8h. H is padr s possíveis: . . Após 3 meses de terapia adequada. amostras de urinas noturnas. Conservaç o de envio: At dias entre 0o e .P-ANCA: relacionado com v rios tipos de vasculites. colangite esclerosante e Doença de Crohn).C-ANCA: associado a granulomatose de Wegener.Urina 24 horas. O padr C-ANCA deve ser valorizado em qualquer título. Um aumento significativo nos níveis de anticorpos ltamente sugestivo de infecç . tabagismo. . M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: ž P . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.10 o C. após congelar .Mycoplasma pneumoniae IgG e IgM Coment  rios: Testes teis no diagnóstico das pneumonias por Micoplasma. . 232 BCE = Bone Collagen Equivalents óuô †iÿ• ô ¡ ‰ ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H.Anca Ÿ Negativo ž C . Os níveis de ANCA s teis na monitorizaç o da atividade da doença. ñ ‡ ò  †d ˆu‰ ˆ óuô Neutrófilos. sendo o NTx liberado e excretado na urina. fraturas recentes e uso de medicamentos. hiperparatireoidismo e hipertireoidismo. os valores de NTx caem 30 a 40% em relaç o ao valor basal.JO 8h. Níveis elevados s encontrados em crianças. Doença de Paget. Conservaç o de envio: At ras em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C.2 mL de Soro. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: IgG ž ≤ 200 U/mL IgM ž Negativo Ÿ < 770 U/mL ž Indeterminado Ÿ 770 a 950 U/mL ž Positivo Ÿ > 950 U/mL Condi o: 0. Bifosfonatos e estrógenos reduzem os níves de N Tx. doenças inflamatórias intestinais (retocolite ulcerativa. insufici cia renal. Algumas condiç s clínicas podem interferir na determinaç s indicadores de remodelaç sseas: doenças reum ticas. PARDINI .

ˆ€‰ù–€”  ˆu‰ †   ñ ‰† óuô ò  ™” ˆu‰ ô Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ñ óuô ò “€‘ ˆu†‰©—ud d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Parvovírus B19 IgG / IgM. Lavado de nasofaringe. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. reaspire. traqueobronquite e pneumonia. sendo 50% dos adultos soropositivos. a crise apl stica precede em dias o surgimento dos anticorpos.JO 8h. Reinfecç s podem ocorrer em pessoas com títulos baixos de IgG. entretanto. anticorpos anti Coment  rios: Infecç lo parvovírus comum. Na grav idez pode causar hidropsia e perda fetal. artropatias e crise apl stica transitória em pacientes com anemia hemolítica crônica. Caracterizam por otite m dia. causador da maioria das síndromes cruposas. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. nos casos em que o material de ser aspirado. IgM específicos desenvolvem na segunda semana após infecç viral podendo ser detectados por 4 a 6 meses. Conservaç o de envio: Entre 2 o e 8o C. Imunodeprimidos podem ter infeç arrastada resultando em anemia crônica.Parainfluenza vírus 1. 2 e 3 . instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. IgG surgem ao final da segunda semana persistindo por anos. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . PARDINI 233 . o quadro clínic concomitante com o aumento dos anticorpos. . No eritema infeccioso e na artropatia.Swab de nasofaringe. resfriado comum com ou sem febre.coleta: Swab de nasofaringe. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.pesquisa direta Coment  rios: Constitui no agente mais comum de infecç s vias reas superiores. com títulos baixos ou ausentes de anticorpos.Lavado de nasofaringe .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Heparina/Citrato) p/ cada. Pode ser assintom tica ou causar quadro clínico variado: eritema infeccioso. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. Laboratórios . colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas.

doença de Crohn (PCR elevada) da retocolite ulcerativa (PCR baixa).80 mg/dL para doenças inflama tórias. O PCR ultrasensível tam m um novo marcador de ater se.5 mL de Soro. por meio da absorç soro com hem cias de boi e rim de cobaia. em criança.JO 8h. apresentando alta especificidade mas sem associaç com apresentaç clínica evidente. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. . Anticorpos antiPCNA s tectados em 3% dos pacientes com LES. Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.19 0. pois a segunda leva a uma concentraç muito mais elevada desta proteína. se esta reaç tiver título igual ou maior a 1/ efetuado a reaç Davidsohn. ñ ‰ €— ” ˆuuˆ ‰î óuô ò “€‘ † ˆ€‰ ˆu‰ ˆu‰«–u‰u‘ ‰€’u“u‘ †ô ™ Proteína C Reativa (Quantitativa) Ultrasensível Coment  rios: Tradicionalmente a quantificaç da PCR usada para monitorar processos inflamatórios e diferenciar: infecç es virais das bacterianas.JO 8h. .7 mL de Soro. ”Û‡ ñ óuô ˆò ˆ€‰(—€” ˆu‰à—€” uˆ © ‰ u— ” ˆ ˆ€‰ ˆ € ‰ à — u ‰ dR‘uˆ€‰(”  š ý† d ¡  ˆu‰R—u”  ˆu‰  †Rþ ô PCNA. determinados pela reaç Paul -Bunnel.11 0. Caracteriza -se por um padr tilhado heter eo expresso apenas nas c lulas em divis .01 a 0. ñ ò † m† “ ˆu‰ † ™ ‰u’u“u‘u” ˆu‰ Risco coronariano: Condi o: 0.37 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. óuô Níveis (mg/dL) 0.20 a 0. . M todo: Aglutinaç o e Absorç o Valor de Refer ncia: Título < que 1:56 Nota: Na mononucleose infeccios reduç 90% do título após absorç por hem cias de boi. na qual ocorrem anticorpos heterófilos da classe IgM.12 a 0.50 Risco estimado Baixo Moderado Elevado Muito elevado †ô 234 Instituto de Patologia Clínica H.2 mL de Soro. Uma reaç Paul -Bunnel-Davidsohn negativ xclui o diagnóstico. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: < que 0. artrite reumatóide (PCR elevada) do lupus eritematoso sist mico sem complicaç es (PCR baixa).38 a 1. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. anticorpos anti Coment  rios: PCNA (proliferating cell nuclear antigen) est correlacionada a proteína nuclear cyclina.Paul Bunnel Davidsohn Coment  rios: Test til no diagnóstico da mononucleose infecciosa.

H ma menor preval cia de doença renal em pacientes com este auto -anticorpo. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-reticulina est resentes na doença celíaca em 40% dos pacientes adultos. IgM negativo após 3 meses. Reaç s falso -positivas para IgM podem ocorrer em pacientes com mononucleose infecciosa.Reticulina. Podem estar presentes em outras doenças como: doença de Crohn. síndrome de Sjögren e lupus induzido por droga. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. Ru la co ita: IgM (ELFA/MEIA) positivo. ñ “u‘ “u‘ óuô ò ˆ€‰ ‰€— † ˆ u ‰  ˆ€‰ †Rþ ô Rub ’ ola Coment  rios: Doença viral de comportamento benigno. artrite reumatóide. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. No primeiro m s de vida. ñ óuô †ï ò “€‘ ˆ u ‰ « – dum † RNP. miosite e sinovite tipo reumatóide). . IgG de alta avidez present e. ndice de soroconvers com a vaci 95%. Resposta linfoproliferativa presente.3 mL de Soro.JO 8h. Reinfecç : sorologia positiva anterior a reinfecç . 60% das crianças e at A@ % dos pacientes di ticos.. IgM (ELFA/MEIA) pode estar presente.. lupus discóide. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. síndrome de Sjögren e miastenia gravis. M todo: Imunofluoresc cia Indireta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. IgG materna pode estar presente por mais de 6 meses. IgG avidez n o tem utilidade pois pode permanecer com baixa avidez por at s na R ola Con ita. N representa risco para gestantes.2 mL de Soro. Resposta linfoproliferativa (linfocitose com atipia) est resente a partir da primeira semana. Condi o: 0. Altos títulos de RNP. anticorpos anti Coment  rios: †ô “ Anticorpos anti-RNP aparecem em baixos títulos em 30 a 40% dos pacientes com lupus eritematoso sist mico. infecç s por parvovírus e coxsakievírus B. Imunes e vacinados: IgG positivo. IgG de baixa avidez presente at meses.JO 8h. s sugestivos de doença mista de tecido conjuntivo (acometimento cutâneo do tipo escler rmico. Instituto de Patologia Clínica H. Informaç es nece rias: Est r vida? Teve contato? Fez este exame anteriormente? ˆ€‰Ü–  um † ‰ ™ ” “€‘ ™”   “ m † ‰ ‘u’€“u‘ ˆu‰ vv  R’  ˆ€‰ ‘ud † —u”  ( – ˆu‰ ˆu‰ “ † © ¨ d € ‘ u ‰ um † ˆ ™ ˆu‰©du’ † ù ÿ †ê¨ ˆu‰R—u” • B ’u“u‘ ˆ Continua. na aus cia de anti-Sm. IgG de alta avidez presente. cerca de 20% dos infectados t m IgM negativo. exceto em gr vidas quando infecç uda pode levar à Síndrome da R la Cong ita. Seguem os achados sorológicos nas situaç es clínicas possíveis: Infecç rim ria : IgM positivo a partir de 1 a 3 dias após início da doença at a 12 meses (ELFA/MEIA). . PARDINI 235 . IgG (ELFA/MEIA) positivo com elevaç vezes ou mais no título da segunda amostra. Hemoaglutinaç o a partir de 1 a 3 dias do início da doença e presente indefinidamente. IgG (ELFA/MEIA) positivo a partir de 3 a 4 dias de doença e presente indefinidamente. com queda dos títulos.

800 ¥ Positivo Condi o: 0.20 ¥ positivo Condi o: 0. ò ò óuô TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor¤ de Refer ncia: corrida lo menos 3 meses ¤ Baixa avidez: inferior a 36% ¥ sugere-se infecç Inconclusivo: entre 36 e 60% ermite definir o período de infecç o ¥ ¤ Alta avidez: superior a 60% ¥ sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 3 meses Nota: Este teste baseia-se na intensidade ou avidez com que anticorpos IgG específicos permanecem ligados ao antígeno de R ola.600 a 0. Condiç o: 0.JO 8h.IgG: ¥ negativo < 10 UI/mL ¤ 10 a < 15 UI/mL ¥ indeterminado ≥ ¤ ¥ positivo ≥ 15 UI/mL Valor¤ de Refer ncia .IgG: ¥ Negativo ¤ < 5.IgM: < 0.JO 8h.0 UI/mL 5. .9 UI/mL ¥ Indeterminado ¤ ≥ 10.600 0.6 mL de Soro.IgM: ¥ Negativo ¤ < 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.80 ¥ negativo ¤ ¥ indeterminado 0. ñ †ô ò  †ô ô  €m † ‘uˆu‰R– ˆ€‰(‰ ˆ€‰ ¡ R  u– ” ˆ  236 Instituto de Patologia Clínica H.799 ¥ Indeterminado ¤ ≥ 0.5 mL de Soro p/ cada. óuô ò ò ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO DE MICROPART ¼ CULAS . Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C.MEIA Valor¤ de Refer ncia .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) p/ cada.JO 8h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 UI/mL ¥ Positivo Valor¤ de Refer ncia .3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).0 a 9.. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .20 ≥ ¤ > 1. . .80 a < 1.Continu õuóuô o. †Rþ ô óuô † •ô— ELFA – ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY (VIDAS) IgG e IgM Valor¤ de Refer ncia ..JO 8h.RUBÉOLA HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

. quando os títulos de IgM n o s o mais detect veis.JO 8h. O teste da sucros m teste de triagem. sendo que o resultado positivo deve ser confirmado pelo teste de Ham. ‘u‡ ¦ Sucrose ñ óuô ò ˆ€‰ ‘ud †  ˆu‰©‰  ” †  ˆu‰ †iÿ• ô ¡ ‰ Sarampo IgG e IgM Coment  rios: IgG . M todo: Hemólise em soluç de baixa força iônica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 1. PARDINI 237 . história clínica e outros dados laboratoriais.0 mL de Sangue Total citratado.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç à sintomatologia. Teste Coment  rios: A hemoglobi ria paroxística notur ma doença adquirida na qual as hem cias do paciente s anormalmente sensíveis a constituintes normais do soro.Os resultados deste teste devem ser avaliados em relaç  sintomatologia. IgM . Conservaç o de envio: At dias entre 0o e . . Um teste específico para anticorpos IgM dever ser realizado em amostras dos indivíduos com suspeita de infecç tiva pelo vírus do Sarampo. enquanto falso positivos podem ocorrer na anemia megalobl stica ou anemia auto-imune. O resultado deste teste pode ser negativo em pacientes nos est ios tardios da infecç . história clínica e outros dados laboratoriais.JO 8h.Sacarose.5 mL de Soro p/ cada. Líquor. A presença de anticorpos IgG contra o vírus do Sarampo em uma amostr suficiente para a distinç o entre infecç s recentes e antigas. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.10 o C.  ˆ ™” ñ u’ óuô u’ ò  uˆ ‰ ˆu‰ ˆu‘u‰Rˆ d ˆ ˆ  ˆu‰ dà‘€ˆu‰ †  †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H. Indivíduos infectados com o Sarampo podem o exibir níveis detect veis de IgM nos est ios iniciais da doença. Resultados falso-negativos podem ocorrer após hemotransfus u uso dos anticoagulantes heparina e EDTA.

Menos de 1% dos indivíduos sau veis tem FTAABS positivo. mal ria. S sitivos em outras infecç es tr micas. FTA ABS óuô ˆu‰ ô †Rþ ò †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ˆ€‰ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. IgM FTA-ABS desaparece após fase aguda.. 238 Instituto de Patologia Clínica H. ELISA IgG: teste trepon mico que tem estreita correlaç o com os resultados do FTA -ABS.   VDRL: test trepon mico. após um ano de tratamento. portadores HIV.: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro. Na sífilis secun ria a sensibilidade da sorologia %. e 8 vezes em 6 meses. falso-positivos podem ocorrer em doenças auto -imunes.Sífilis § Treponema pallidum Coment  rios: Na sífilis prim ria os testes VDRL e FTA-ABS (imunofluoresc cia indireta) se positivam depois do cancro duro com sensibilidade de 85%. O VDR ma reaç de floculaç o. outras infecç s bacterianas. Após tratam ento. Falso -positivos mostram títulos em geral at :4. viciados em drogas. o IgG FTA-ABS pode negativar ou permanecer positivo. mal ria. gravidez. hanseníase. vacinaç s e gravidez. apresentando alta sensibilidade e baixa especificidade. por m. ˆ ˆ ‰ùdâ‘uˆ€‰ ˆu‰R–u‰ ‘ u “ †  ˆ€‰à—u‰ ò ™ ”u–u‰€‘u“ “u‘ ™” ˆ —u“u‘ —u “ ˆ —u‰R‡ ˆ€‰ ‰u‘u’u“€‘ IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG ¨ Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Líquor. mas títulos maiores podem ser encontrados. Obs.5 mL de Soro. apresentando como vantagem maior reprodutibilidade. portadores de doenças auto -imunes. devido a possibilidade de contaminaç do material durante a punç . A persist ncia de títulos elevados reduç m 4 vezes dos títulos. Testes trepo micos: os testes de imunofluoresc cia (FTA-ABS) apresentam especificidade entre 96 e 99%. Se torna positivo 2 semanas após o cancro. Linfocitose e aumento das proteínas s o evi cias de neurosífilis ativa. . hepatites. negativando-se em 1 a 2 anos. Na avaliaç o do tratamento observa-se que na sífilis prim ria e sec ria.JO 8h..5 mL de Soro. mononucleose. títulos caem entre 3 e 6 meses. mononucleose. óuô Continua. VDRL tem sensibilidade de 70% e FTA-ABS de 98%. Na sífilis terci ria. leptospirose. brucelose. . Devem ser utilizados para confirmaç s resultados de VDRL. pod e indicar novo tratamento. os títulos caem cerca de 4 vezes em 3 meses. PARDINI . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. podendo demorar anos para se negativarem. Após tratamento.JO 8h. utiliza como antígeno a cardiolipina que normalmente ocorre no soro em níveis baixos e apresenta-se elevado na sífilis. Falso -negativos podem ocorrer na sífilis tardia. leptospirose e infecç s por outros treponemas. sen til para indicar infecç c ita. Entre 1 e 40% dos resultados de VDRL s falso-positivos: idosos. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. ”Û‘uˆu‰ “ —u “u‘ ˆu‰ ” uï ï † u— Á  •† ˆ€‰ “ ˆ ˆ€‰(” †   ™”  u‘u—u ™” VDRL líquor: resultos positivos no líquor s o encontrados em 50% a 60% dos casos de neurosífilis. com especificidade em torno de 99%. hanseníase.

óuô ò VDRL QUANTITATIVO M todo: Floculaç Valor de Refer ncia: N o reativo Condi o: 0. .. ñ óuˆ ô ˆu‰ ò †Rþ ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h.5 mL de Soro ou Plasma (Citrato/Heparina/EDTA).S FILIS Ÿ FTA ABS †Rþ ô †Rþ ô †Rþ ô IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.pesquisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .JO 8h. PARDINI 239 .5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .3 mL de Soro. . óuô õuó€ô o.JO 8h. óuô ò AGLUTI ’”“”•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Líquor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C..3 mL de Soro ou Plasma (EDTA).Continu IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA QUANTITATIVA © Condi o: 0.JO 8h.

Condi o: 0. ñ “ óuô ò ˆ€‰ ™ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SM. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1:50 n possuem significado clínico. ñ óuô ˆ€‰ ò ˆ€‰ † A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô SSA (Ro). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. .3 mL de Soro. risco de síndrome de l pus neonatal e forma cutânea subaguda) e em 5% de poliomiosite e artrite reumatóide. anticorpos Anti Coment  rios: Anticorpos anti-Sm possuem alta especificidade para o LES. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.  ‡ ñ óuô ˆu‰»d ò ˆ€‰ ˆ€‰ù– “ ‡ ˆ€‰ †Rþ ô 240 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. por m com sensibilidade de apenas 25 a 30%. Autoanticorpos anti-SSA/Ro est resentes em 95% dos casos de Síndrome de Sjogren prim ria. Raramente aparece em outras desordens. 40% dos casos de Lupus Eritemetoso Sist mico (comprometimento renal.JO 8h. Alguns estudos associam a sua presença com nefrite branda de surto benigno. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico.JO 8h.JO 8h. antes do surgimento das manifestaç es clínicas da ESD. Condi o: 0. PARDINI . Pode surgir em pacientes com fenômeno de Raynaud.SCL 70. Condi o: 0. . sendo marcador de gravidade. anticorpos Anti Coment  rios: É encontrado em pac ientes com esclerose sist mica progressiva na sua forma difusa (ESD) em 75% dos pacientes e 13% na forma CREST. anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSA/Ro s  toanticorpos dirigidos contra antígenos do n cleo celular (anticorpos anti- nucleares).3 mL de Soro. outros o associam com envolvimento do SNC e outros o correlacionam com uma exacerbaç clínica da doença. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. .3 mL de Soro.

20% IgG2. ou mesmo aus cia de IgG2 e IgG3. 70% das imunoglobulinas da classe IgG s o IgG1. influenzae. incluindo c sulas de bact rias. ocorrendo em cerca de dois terços dos pacientes com esta desordem e no LES. .SSB(La). 2 a 4 anos 4 a 6 anos 6 a 8 anos 8 a 10 anos 10 a 12 anos 12 a 14 anos 14 a 18 anos Adultos . anticorpos anti Coment  rios: Anticorpos anti-SSB/La ocorrem na maioria dos casos em associaç anti S SA.6% IgG3. mais particularmente em pacientes com gamopatias monoclonais e infecç s associadas a imunodefici cias prim rias e sec rias. Condi o: 0. Na regulaç o da resposta imunológica contra antígenos prot icos os anticorpos produzidos s sualmente das subclasses IgG1 ou IgG3.3 mL de Soro. A presença do anti SSB/La est fortemente associadas à Síndrome de Sjögren.5 mL de Soro. Estes auto-anticorpos podem estar presentes em baixos títulos em at % da populaç normal . Quando o estímulo anti ico feito por polissac rides. M todo: Hemoaglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Valores menores que 1: ssuem significado clínico. Anormalidades nos níveis de subclasses de IgG t m sido relatadas.Homem Adultos . em 15%. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 241 . ñ  óuô ò ˆ€‰ †  ˆu‰ ˆu‰«du‰ A @ u‘ uˆ R ‰ u– ‰ †Rþ ô † Subclasses de IgG Coment  rios: IgG constituida de 4 subclasses: IgG1.JO 8h.JO 8h. . os anticorpos produzidos s rincipalmente da subclasse IgG2.4% e IgG4. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. est ssociadas a infecç s recorrentes das vias respiratórias. Baixas concentraç s. causadas principalmente por pneumococos e H.Mulher 9 óuô 280 a 3150 565 a 3450 420 a 3750 610 a 4300 730 a 4550 710 a 4600 435 a 4950 1235 a 5487 1476 a 5246 35 a 705 75 a 1256 91 a 1069 100 a 975 156 a 1938 115 a 1775 75 a 2088 276 a 1344 211 a 1142 8 a 900 18 a 1155 3 a 1380 11 a 945 14 a 1530 15 a 1425 45 a 1635 84 a 888 69 a 888 †ô Instituto de Patologia Clínica H. IgG3 e IgG4. No sangue de adultos. IgG2. M todo: Nefelometria Valor de Refer ncia: Idades IgG1 mg/L IgG2 mg/L IgG3 mg/L IgG4 mg/L at«ª anos 1700 a 9500 215 a 4400 134 a 694 4 a 1200 ñ † ’€“u‘ † ˆu‰Û– ˆ€‰ d “ u ‘  ™ ”  u ‘ u — u  ò 2900 a 10650 3300 a 10650 2250 a 11000 3900 a 12350 3800 a 14200 1650 a 14400 1550 a 10200 2396 a 10835 3422 a 11178 ˆ ˆ € ‰   € – ™” † u“ ‘ ™ ” “ ˆ Condi o: 0.

3. como pneumocistose. A contagem de CD4.2479 mm3 24 . Na infecç lo HIV h ma predileç r esta categoria.6. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: ðà‘uˆ€‰à– ˆ™ ˆ ¬ CD4 E CD8 ˆu‰»—u‰ † † ™  ˆ€‰ † ˆu‰î–u”  ê  ™ ”  ˆu‰©“–u‰  ™ ñ ™ ” ëu”Ó‘uˆ Condi o: 8.2480 mm3 17 .3499 mm3 8 .0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina/ACD). citomegalovirose e toxoplasmose.31% 351 .1445 mm3 Adultos 33-51% 508 .2479 mm3 12 .31% 351 .Centro M ico da Univ. Diminuiç CD4 tam m pode ser encontrada em outras situaç s o a SIDA: tuberculose.3.12 m 49-55% 2630 .3908 mm3 8 . Enviar de 2a a 5a feira.2479 mm3 > 3 anos 27-57% 562 .2213 mm3 8 . eliminando c lulas infecciosas ou neopl sicas.6.2 1.6m 50-57% 2780 .2 . hepatite B. Consideram-se significativas as reduç es de CD4 maiores que 30% (valores absolutos) em relaç sua determina ç pr via.5 ˆu‰R”u‘ † ˆ ˆu‰ 242 Instituto de Patologia Clínica H. N enviar no gelo.2864 mm3 8 .2 .2 1.3 a 33-44% 1219 .30 m 38-46% 1538 .1720 mm3 Hospital Pedi­ trico de Riley .2 1.2472 mm3 8 .Subtipagem de Linfócitos Coment  rios: Os linfócitos T CD4 s o espefíficos para a maioria das infecç s oportunísticas. criptococose e Síndrome de Linfocitopenia CD4 Idi tica. Fatores influenciam a contagem do CD4: variaç s analíticas. doenças intercorrentes (modestas diminuiç s em infecç es agudas e cirurgias) e corticóides (podem diminuir de forma expressiva sua contagem). toxoplasmose. PARDINI .43% 255 . sazonais.31% 351 .2009 mm3 8 .24 m 42-48% 1919 .31% 351 . protozo rios e alguns fungos. Faixa Et ria CD4 CD8 0.2 0. idealmente. .2 1.6. Discordância entre os resultados da carga viral e do CD4 pode ocorrer em at 0% dos pacientes.2692 mm3 14 .2479 mm3 18 .18 m 46-51% 2307 . A contagem de CD rediz a evoluç s pacientes com SIDA.6. Quando utilizamos o CD4 e a carga viral para decis s de início ou mudança de terapia devemos consider -los. juntamente com a avaliaç clínica. e a medida da carga viral plasm tica s parâmetros a serem considerados na decis iniciar ou modificar a terapia anti-retroviral na SIDA. citomegalovirose. -N viar em Pipetex.24 1. Indiana 1992 lò ™” ™” ˆu‰ ‰u–u ˆu‰ö—u” ™ ” ˆu‰ ˆu‰Rd™ ” † ÿ ˆ€‰ ˆu‰à—€” ˆ m † óuô $ 9) CD4/CD8 1. lisando c lulas infectadas por vírus.6. Os linfócitos T CD8 s o citotóxicos.2 .Informar data e hora da coleta.98 . Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). Esplenectomia e co -infecç o pelo HTLV-1 podem causar valores altos de CD4 apesar da supress imune.2 .2479 mm3 30 m . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame. T m importante papel no controle de infecç es.2 .31% 351 .5 .2 1. em duas ocasi s. Transportar em temperatura ambiente. diurnas (mais baixo às 12h e picos às 20h).31% 351 .6.34% 331 .2479 mm3 6 .2 .

3345 mm3 200 . anticorpos anti Coment  rios: No diagnóstico da toxocaríase.3560 mm3 6 .89% 1035 .4881 mm3 11 .3345 mm3 432 .45% 24-30 meses 55 .45% 12-18 meses 55 .29% Adultos 61 . diagnóstico e classificaç leucemias e linfomas.A forma ocular (ocular larva migrans) tam m varia amplamente na apresentaç o de les s agudas nos olhos at infecç es assintom ticas.0 mL de Sangue Total (EDTA/Heparina).88% 3806 . .680 mm3 †Rþ ô † ˆ ˆu‰©”u‘ Toxocara.3639 mm3 11 .3345 mm3 432 .88% 3101 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.45% > 3 anos 65 .3345 mm3 432 .6 meses 55 .88% 3516 .88% 2649 .45% 18-24 meses 55 .A forma visceral da doença (larva migrans visceral) cujos sinais e sintomas da V LM pode variar de um estado assintom tico apresentando leve eosinofilia. s consideradas duas formas clínicas: . † ™ ” ™ ñ ò  óuô †Rþ ô   m† † ˆu‰ ˆ ™”  Instituto de Patologia Clínica H. Aplicaç tam m na a lise. Transportar em temperatura ambiente. at severa e potencialmente inevit vel enfermidade. M todo: Citometria de Fluxo Valor de Refer ncia: Subgrupos de Linfócitos Faixa et ria CD2 CD19 % ñ ”Á‡ Condi o: 8. Laboratórios: Enviar Sangue Total em EDTA (se transporte em menos de 24h) ou Heparina/ACD (para processar a amostra em at 48h). 0. PARDINI 243 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.84% 1230 .1259 mm3 90 . . Enviar cópia do Hemograma na solicitaç o deste exame.3 mL de Soro.JO 8h. doença causada pelo Toxocara canis (verme canino).45% 6-12 meses 55 .4074 mm3 9 .88% 2236 -3463 mm3 11 .3345 mm3 432 .Centro M ico da Univ. N viar em gelo.Tipagem de Linfócitos Coment  rios: Test til na avaliaç o das imunodefici cias con itas de linfócitos B (gamaglobulinemias co itas) ou combinadas (defici cia de imunidade humoral e celular). Indiana 1992 ˆu‰R—u” ò  ˆ “€‘ ® “u‘ CD2 e CD19 ’u“€‘ ˆu‰ m † ‘ u  ‘u’u“u‘ óuô $ 9) 432 .17% Hospital Pedi¯ trico de Riley .3868 mm3 11 .45% 30-36 meses 55 . M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.3868 mm3 11 .5775 mm3 11 .88% 3929 . Reaç s falso -positivas podem ocorrer em 25% de indivíduos com esquistossomose e filariose.3345 mm3 432 .

desaparecendo em meses. diminuindo em poucas semanas ou meses. Podem persistir por 1 ano. lise do resultado deve ser cautelosa: Anticorpos IgG ˆ d(d€‘u IgM IgA Evolu o Surgem em 1-2 semanas. A detecç ticorpos de alta avidez em pacientes com IgM positivo indica infecç iri mais de 4 meses. papagaio)? Fez este exame anteriormente?  “ “€‘ "$# # $' " "$#f1 ()81 $ "# ' ()8# # "$# # 9 “ ˆ   ˆ u ‰ R m ˆu‰ ‘ u ˆ € ‰ ö – u ‰ u — € ” ö – u’ u“ ‘ d ”©‘uˆu‰ † d ˆ u‰ u‘ u’ “ ˆu‰ † “u‘  vv  « ’ † ˆ€‰Üd€– ˆu‰ ‘ u ˆ ˆu‰«d€—uë —ud ¡  “ ˆt‰ † † ˆu‰»—u”Ádu‘  “u‘ ELFA . Resultados p ositivos podem persistir por mais de um ano. pico em 1-2 meses. .captura: tamb m n resenta as interfer ncias observadas na imunofluoresc cia. Podem persistir por meses e at mais de 1 ano. Falso positivo para FAN pode ocorrer. caem variavelmente. PARDINI . permanecendo elevada por no mínimo 26 semanas.ENZYME LINKED FLUORESCENT ASSAY . Teste de imunofluoresc cia indireta IgG: título começa a subir entre 4 e 7 dias após IgM.IgG e IgM Valor de Refer ncia . Persiste positiva por 12 a 18 meses em títulos baixos. ELFA IgM . Imunoensaio enzim tico IgM duplo sanduíche ou captura de anticorpos: elimina a interfer cia do fator reumatóide. Títulos baixos podem persistir por anos. Detectados em infecç¹ s agudas e na doença c´º ° ± Ž nita. Est r vida? Teve contato com algum animal dom stico (gato. ò ò óuô †ô Continua. Valores altos ° significam maior probabilidade de infecç recente. Sensibilidade de 88. Maior sensibilidade que IgM na infecç c·°¸± Ž ° ita. É indicado para mulheres gr vidas. Tratamento anti-parasit rio pode manter a baixa avidez por mais de 4 meses. ELFA IgG: independente do nível o pode predizer se a infecç recente ou tardia. s´° ¶Œ til no ° diagnóstico da infecç c·°¸± Ž ° ita. Na fase crônica (após 4 meses) tem -se elevada avidez. 244 Instituto de Patologia Clínica H.. principalmente no primeiro trimestre. 3(5 d«‡€‘ ˆ€‰ recente ou ("$# "8# ("8# ("8#f) Teste de imunofluoresc ncia indireta IgM: detecta IgM nas primeiras semanas. Alto índice de positividade na populaç brasileira. Importante principalmente no diagnóstico de infecç o c nita. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.55 e < 0. que apresentam IgG e IgM positivos. podendo persistir por toda vida. Alto índice de positividade na populaç rasileira. Teste de avidez de IgG: na fase aguda anticorpos IgG ligam-se fracamente ao antígeno (baixa avidez). com pico em 8 semanas e início de queda no sexto m s.IgG: » < que 4 UI/mL ¼ Negativo » ≥ 4 a < 8 UI/mL ¼ Indeterminado » ≥ 8 UI/mL ¼ Positivo Valor de Refer ncia . pois. tendo. N µ³ ltrapassa a placenta. Falso negativo para títulos baixos de IgG. ° significando necessariamente infecç o recente.8%. utilidade no diagnóstico de toxoplasmose con ita.. Imunoensaio enzim tico IgA: detectada na infecç re cente. N o atravessa a placent bsorvida pelo leite materno.Toxoplasmose Coment  rios: N o existe nenhum teste. Títulos baixos podem persistir por mais de um ano em 20% dos casos. Falsos positivos para fator reumatóide e FAN podem ocorrer.65 ¼ Positivo Condi o: 0. Imumoensaio enzim tico IgG: independente do nível redizer se a infecç recente ou tardia.JO 8h. suporte ou afaste o diagnóstico de infecç tardia. Surgem em 5 dias. que de form ica.55 ¼ Negativo » ≥ 0.65 ¼ Indeterminado » ≥ que 0.5 mL de Soro p/ cada. Assim. IgM negativo ou positivo na gravidez iagnostica ou afasta infecç ²±´³ . Informaç es nece rias: Informar.IgM: » < que 0.

JO 8h. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e . ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C..: O teste imunológico no líquor deve ser realizado em paralelo com o soro.JO 8h. ñ ò  óuô sugere infecç corri lo menos 3 meses rmite definir o período da infecç sugere que a infecç tenha ocorrido h mais de 4 meses ¡ R–u” ˆ € ‰ ( ‰ — u d ‘uˆu‰R–u” ˆ€‰ ˆu ‰ †ô Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h.99 ½ ¾ positivo ndice > 0.80 a 0.3 mL de Soro.99 Condi o: 0. .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina) p/ cada.JO 8h.Continu IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO IgG e IgM Valor de Refer ncia IgG: < 10 UI/mL Valor½ de Refer ncia IgM: ¾ negativo ½ ndice < 0.0 mL de Soro.10o C. Obs.TOXOPLASMOSE óuB ô óuô B B IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG e IgM †Rþ ô Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. ò ò õuóuô o. devido a pos sibilidade de contaminaç do material durante a punç .JO 8h. Líquor. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C.. . . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.5 mL de Soro p/ cada. TESTE DE AVIDEZ IgG M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor½ de Refer ncia: ½ Baixa avidez: inferior a 30% ¾ ½ Inconclusivo: entre 30 e 40% ¾ Alta Avidez: superior a 40% ¾ Condi o: 1. . PARDINI 245 .80 ¾ indeterminado ndice de 0.5 mL de Soro. . ˆu‰ ô ¡ †Rþ ÿ ‰ ò ò † Rô — †Rþ ô ˆ€‰ óuô óuô HEMOAGLUTINA•”– O INDIRETA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI . no uso de estrógeno e gravidez (elevaç o de 30 a 50%). Condi o: Urina recente (mínimo 0.0 a 360. hemocromatose. Sua síntes inversamente proporcional à quantidade de ferro s rico. ˆu‰â“ —u” ‰u‘u’u“ ñ ò óuô †ô  † ˆuˆ ‰ý”€‘ ‰€‘uˆ ’u“ † ”† ˆu‰Ó”u‘ ˆ Triagem de Drogas de Abuso ANFETAMINAS Coment rios: No teste de triagem para anfetaminas e metanfetaminas realizado na urina. Valores elevados s contrados nas anemias ferroprivas.JO 8h. insufici ncia c nita e atransferrinemia c nita. Níveis baixos s contrados na reaç fase aguda. HPLC). Condi o: Urina recente (mínimo 0. Continua. síndrome nefrótica. ñ v ô “u‘ † † ˆu‰©—ud óuô ˆt‰ † ‰ †©¨ ô   COCA¼ NA Coment rios: No teste de triagem para cocaína realizado na urina.Transferrina Coment  rios: É a principal proteína de transporte do ferro.5 mL de Soro. Pode ser detectado após 2 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. Coleta assistida. Útil para diagnóstico e manejo de anemias. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 2 a 4 dias. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoturbidimetria Valor de Refer ncia: ¿ 3 meses a 10 anos À 203.5 mL). feita a detecç substância D -anfetamina.. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado.000 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). hemorragias agudas. . sendo sintetizada no fígado e migrando para regi o beta na eletroforese. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS.0 mg/dL Condi o: 0. Coleta assistida. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.0 mg/dL ¿ Adulto À 200. neoplasias. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA)..0 a 400. ñ † v ô “u‘ † ˆu‰R—ud óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô  246 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 1. desnutriç o prot ico -calórica.5 mL). O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. HPLC). feita a detecç s substâncias benzoilecgonina e ecgonina.

feita a detecç substância morfina. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 300 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA). Condi o: Urina recente (mínimo 0.TRIAGEM DE DROGAS DE ABUSO MACONHA Coment rios: No teste de triagem para maconha realizado na urina. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. O teste de triagem deve ser confirmado por testes mais específicos (CH-MS. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. Coleta assistida. Pode ser detectado após 3 horas do uso e se mant m positivo por 1 a 2 dias. É detect vel em 4 a 6h após a les mioc rdica. a sensibilidade 100%.  † ñ † ˆu‰ v ô “u‘ óuô ˆu‰ † ‰ †©¨ ô   OPI¶” EOS Coment rios: No teste de triagem para opi ceos realizado na urina. Sua presença denota necrose do tecido mioc rdico. permanecendo elevada por 6 a 10 dias. HPLC).5 mL).0 ng/mL Condi o: 0.. HPLC).5 mL). feita a detecç da substância 11 -nor-9-carboxydelta-9-THC. Na insufici cia renal a especificidade do ensaio pode ser menor. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.  † ˆ ñ óuô †ô ò “u‘  ˆ   ‘€—u‰Á‡  † ˆ€‰ “ ˆ † uˆ—u”‰ “u‘ Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Após 7h. Coleta assistida. se †©¨ ô  til no diagnóstico do infarto agudo do mioc rdio. com pico em 12 a 18h.5 mL de Soro. ñ  v ô “u‘ † † ˆu‰÷—ud óuô ˆu‰ † ‰ Troponina I Coment  rios: A cTnI  m marcador de les o da musculatura cardíaca.. M todo: Quimioluminesc cia Níveis Terap uticos: < 1. N o deve ser utilizada como marcador absoluto do infarto agudo do mioc rdio. Pode ser detectado após 4 a 6 horas do uso e se mant m positivo por 7 a 10 dias após uso eventual ou 1 a 6 meses. PARDINI 247 . Condi o: Urina recente (mínimo 0. Pacientes com angina que apresentam níveis elevados (les o mioc rdica mínima) de cTnI t m prognóstico pior. Laboratórios: Preencher formul rio e enviar junto com o material selado. após uso crônico. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: FPIA (Fluoresc cia Polarizada) Nível de deci o: 50 nanog/mL Nota: Nível de decis valor recomendado cientificamente e legalmente pelo National Institute on Drug Abuse (NIDA) e Substance Abuse and Mental health Service Administration (SAMHSA).Continu õuó€ô o. Outras causas de necrose mioc rdica tamb m elevar a troponina I.

QUANTITATIVO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. hanseníase. tem especificidade inferior à imunofluoresc ncia e ao imunoensaio enzim tico. .  ˆ u ‰ © — ˆ€‰ö‘u”  ˆu‰å—u” ˆu‰ “ †  † † “  †” † uˆ ‰ †‡ til para IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgG . Apresenta menor reprodutibilidade que o ELISA. a positividade da sorologia. óuô †R8© þõ€ÿ óuô ¡ ‰ óuô †Rþ ÿ ô ¡ ‰ ò IMUNOFLUORESC NCIA INDIRETA IgM Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. 248 Instituto de Patologia Clínica H.JO 8h. imunofluoresc ncia e imunoensaio apresentam sensibilidade próximo a 100%. ˆ€‰ “€‘ Imunoensaio enzim tico: utiliza antígenos altamente purificados com maior sensibilidade (98 a 100%). Entretanto.JO 8h. entretanto. . mas por apresentar baixa sensibilidade (69%). doenças do col geno. pelo clínico assistente.JO 8h. toxoplasmose. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Imunofluoresc cia indireta: IgG xame sensível no diagnóstico da Doença de Chagas.5 mL de Soro. hepatites) recomendado que o soro seja testado.. em pelo menos 2 m todos diferentes antes de aceito.5 mL de Soro ou Plasma (EDTA/Citrato/Heparina).6%. Os m todos Hemaglutinaç . Imunoensaio de partículas em gel: a pesquisa de anticorpos por meio do imunoensaio de partículas em gel apresenta sensibilidade de 96.5 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ias entre 2o e 8o C. maior especificidade (93 a 100%) e leitura mais objetiva.Trypanosoma cruzi Coment  rios: Os testes sorológicos s  tilizados para confirmaç e suspeita cl ínica da Doença de Chagas e triagem em bancos de sangue. baixa especificidade e complexidade na sua execuç mais deve ser utilizado. Tendo em vista a possibilidade de falso -positivos (leishmania. alguns cuidados s cess rios na escolha do m todo e sua interpretaç . PARDINI .. Conser o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. . ò IMUNOENSAIO ENZIM¶ TICO Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mal ria. †  • —ô óuô ò Continua. ‘uˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  Hemoaglutinaç : utilizado para triagem devido sua praticidade e boa sensibilidade. O Machado Guerreiro (Fixaç complemento) era o exame de escolha no passado. sífilis.8% e especificidade de 94. IgM caracterizar fase aguda.

PARDINI 249 . O padr ro para diagnóstico de DC iópsia intestinal. A transglutaminase tecidual to-antígeno detectado pelos anticorpos anti-endomísio.0 mL de Soro. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. Anticorpos anti-tTG apresentam sensibilidade (95 a 98%) superior aos anticorpos anti-endomísio. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. ñ óuô †iÿ• ô ¡ ‰ Á ò tTG Coment rios: Test til para diagnóstico e monitorizaç o do tratamento da Doença Celíaca (DC) e da dermatite herpetiforme. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia:  negativo < 20 unidades entre 20 e 29 unidades  fracamente positivo  moderamente positivo > 30 e 39 unidades  fortemente positivo ≥ 40 unidades Condi o: 1...  ”î‡ Anticorpos Anti-Transglutaminase Tecidual IgA ñ ò  ˆ† Á ‰ d  ˆ€‰(‰ † dRm óuô †ô Instituto de Patologia Clínica H. .3 mL de Soro.Continua.3 mL de Soro. óuô ò †Rþ ô PESQUISA DE ANTICORPOS M todo: Imunoensaio de Partículas em gel Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. mas especificidade menor (94 a 100%).TRYPANOSSOMA CRUZZI HEMOAGLUTINA•”– O Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. .JO 8h.

insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. Lavado de nasofaringe. a IgM aumenta em torno do 8” e 10” dia após a erupç . colha toda secreç xistente e fricci one as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. Conservaç o de envio: Refrigerar a 4 o C. Quanto ao Herpes zoster. .3 – VŸ RUS SINCICIAL Coment  rios: Permite diagnóstico r pido desses vírus em quadros de infecç s de vias reas superiores.Lavado de nasofaringe . a IgM tectada na 1à semana após o rash. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.2. com pico geralmente no 18” e 19” dia. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . embora a grande proteç seja do tipo celular. É importante ressaltar que as vacinaç s induzem à síntese de Ig G. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C. atingindo o pico em 14 dias. ñ óuô ò “€‘  ™” d† ˆu‰«” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† 250 Instituto de Patologia Clínica H. reaspire. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 0. enquanto baixos títulos de IgG s servados em adultos s s. PARDINI . nos casos em que o material de ser aspirado.Swab de nasofaringe. sendo freqüente em pacientes com imunidade comprometida por neoplasias. †  ˆu‰»—u‰ €ˆ ‰  d ö ë   u ” † ˆ€‰ö–  ™” ñ ˆu‰ ˆu‰«‰€m  ˆu‰Á—€”Ádu‘  ˆu‰ ˆu‰R‰ † —u” uˆ ‰ óuô ò †H• ð ô ¡ ‰ Vírus Respiratórios – Pesquisa direta ADENOVŸ RUS – INFLUENZA VŸ RUS A e B .JO 8h. Laboratórios . incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. após o aparecimento do rash. uso de drogas imunossupressoras ou em crianças expostas ao vírus no período neonatal.5 mL de Soro p/ cada. Liquor.Varicella zoster IgG / IgM. Na catapora. Ocorre casos de detecç ticorpos 48 horas. anticorpos anti Coment  rios: O vírus da varicella zoster respons vel por duas síndromes clínicas: a catapor infecç rim ria e o herpes zoster que ocorre quando da reativaç vírus. É mais comum acima dos 50 anos. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini.coleta: Swab de nasofaringe.PARAINFLUENZA VŸ RUS 1. Na forma prim ria. A presença de IgM ou alto título de IgG detectado poder correlacionar-se com infecç u exposiç recente. representa um a grande ameaça a neonatos e indivíduos imunocomprometidos. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril.

bronquites e pneumonites). Lavado de nasofaringe. Ressuspender em aproximadamente 1 mL de sallina est ril.Lavado de nasofaringe . . ñ † óuô ò “€‘ ‰ † ‰ù– † u – ™ Rëu”Rd † ˆu‰«” ‰† ™” ˆ€‰(” ˆu‰«—€‰«du’u” ô  † u‘ €ˆ î ‰ u– ‰ † †† Waaler Rose Coment  rios: Fator reumatóide um auto -anticorpo que est resente no soro da maioria dos pacientes portadores de artrite reumatóide (60 a 70%). hepatite. na mal ria.Vírus Sincicial – pesquisa direta Coment  rios: O vírus sincicial respiratóri rincipal agente viral caus ador de infecç s respiratórias baixas em crianças com idade inferior a 2 anos (Traqueo bronquites. Enviar imediatamente ao Laboratório Hermes Pardini. reaspire.coleta: Swab de nasofaringe. uˆ ‰ uˆ ‰ ” ˆò m† † R  – “ d † du–u”€‘ud “  ˆu‰«–€‰ ™” ñ óuô †iÿ ô Instituto de Patologia Clínica H. Na AR juvenil sua ocorr nci s de 30%. M todo: Imunofluoresc cia Direta Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Aspirado de nasofaringe . insira um swab cuidadosamente e o mais profundamente possível atrav s das narinas. mononucleose e outras doenças. j s t cnicas de isolamento s xtremamente demoradas. podendo estar presentes em outras colagenoses. instile de 3 a 7 mL de soro fisiológico est ril. nos casos em que o material de ser aspirado. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.JO 8h. colha toda secreç xistente e friccione as paredes da nasofaringe de forma a obter c lulas. O teste de Waaler -Rose apresenta algumas desvantagens devido a subjetividade na leitura e baixa reprodutividade. PARDINI 251 . Veja tam m Fator Reumatóide.3 mL de Soro. a detecç nte por m todos diretos r ida e vantajosa. doenças linfoproliferativas que evoluem com crioglobulinemia. em decorr ncia da estimula ç liclonal dos linfócitos B. endocardite.Swab de nasofaringe. Em geral. Como o diagnóstico clínico das infecç es por vírus no trato respiratóri complexo. Conservaç o de e nvio: Refrigerar a 4 o C. Laboratórios . sífilis. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Inferior a 6 UI/mL = negativo Condi o: 0. toxoplasmose. Reaç s positivas para o FR n s specificas da AR. incline a cabeça do paciente cerca de 70o para tr s. altos títulos de FR se correlacionam com maior severidade da doença.

Weil Felix Coment  rios: Test til no diagnóstico das riquetsio ses. títulos de 1/160 ou maiores s quase que confirmatórios de infecç o recente. pois somente indica a presença de uma infecç causada por riquetsia. Reaç s positivas com antígeno “O” ocorrem mais precocemente.JO 8h. após a 1” semana de infecç .JO 8h. ñ ˆu‰ ”LJ ˆu‰Rd ™” ™ ” ˆu‰ ˆò uˆ ‰ ˆu‰ óuô ††  ††  †Rþ ô 252 Instituto de Patologia Clínica H. Typhi H Æ at :80 Condi o: 0. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. em geral. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Paratyphi A Æ at :80 Å S. Paratyphi B Æ at . PARDINI . . Typhi O Å S. A reaç o n faz o diagnóstico entre tifo end mico e murino. Reaç s com antígeno “H “ s mais tardias. M todo: Aglutinaç o Valor de Refer ncia: Å S. Na pesquisa de Salmonella paratyphi A e B s clinicamente significativos títulos iguais ou superiores a 1/160.4 mL de Soro. . Na vi ncia de quadro clínico. ñ ”R‡ Ä Ricketsiose óuô ˆu‰ ò ˆ ’u“ ˆ uˆ ‰ ˆu‰ “ ˆu‰ †Rþ ô Widal (r ¢ ¢ £¤¥ o) Coment  rios: Test til no diagnóstico da febre tifóide. M todo: Aglutinaç (Proteus Ox19) Valor de Refer ncia: < 1:160 Condi o: 0. com títulos superiores ao anti O.1:80 Æ at :80 Å S.3 mL de Soro. títulos de anti O iguais ou maiores que 1/160 s confirmatórios de infecç tiva.

Nesse m todo. Velocidade com trajetória harmonizada : Retificaç trajetória real feita pelo espermatozóide. Usado tamb m para controle de vasectomia. que permitem caracterizar os espermatozóides. Este sistema de grande sofisticaç o tecnológica nos perm ite obter dados totalmente inacessíveis quando feitos por t cnicas manuais. Interpreta o dos Novos Parâmetros de Motilidade: Progressivos: Percentual de espermatozóides móveis levando em conta a sua velocidade e linearidade. -N recisa absti cia. Tem sua produç ente da atividade hormonal e est ligado ao processo de coagulaç liquefaç sperma. garantindo a interfer cia de outr os elementos. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 300 a 800 mg/dL Condi o: 1. . mais estreita a cabeça. debris. menor ser sua linearidade. mais larg cabeça.M. no m ximo 7 dias ou C. Controle de Qualidade: Existem dois sistemas de aferiç : tamanho e forma conjugados ao brilho. as avaliaç s de motili dade em seus diversos parâmetros t m mais car ter subjetivo. Quanto menor a elongaç . 253 Instituto de Patologia Clínica H. Linearidade: É a relaç tre Velocidade em linha reta/Velocidade curvilinear. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido.. Velocidade em linha reta: Velocidade m dia em linha reta do começo ao fim da trajetória.0 mL de esperma. totalmente controlado por computador. Freqü ncia de oscilaç : É mero de vezes que o espermatozóide cruza a linha ideal por unidade de tempo. . Condi o: Volume ejaculado. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio.Abstenç de 2 a 5 dias. Quanto mais o espermatozóide se afasta da Velocidade em linha reta.` Coment rios: O cido cítrico roduzido pela próstata. forma afilada ou tapering. † ™ ”ˆ ˆ€‰ ó€ô  † ˆu‰ ‘€ˆu‰ ˆ “u‘ ‘uˆu‰ “ †  ˆ ˆu‰R—ud ˆ€‰«—ud ˆ € ‰ ( ‘ € d ‡ ˆu‰ ( ‰ €‘ ‡ “ ˆu‰â”u‘ d R ˆ ˆu‰R”u‘ ˆu‰ d † d † † óuô †É•  € ˆ ‰ ˆ€‰ ‘uˆuˆu‰ ‰© ”(‘€ˆu‰  †  u“ ‘ † ˆ€‰  Continua. enviar at h após a coleta. É uma medida de sinuosidade (Zig-Zags). PARDINI . É uma refer cia para a morfologia. É o elemento de c lculo para a linearidade. leucócitos. Os dados da motilidade s o medidos rigorosamente por um sistema estroboscópico de alta precis o. Importante porque est relacionada com a capacidade de penetraç zona pel cida do óvulo. tais como. Elongaç o : É a relaç tre o eixo menor (largura) e maior (comprimento) da cabeça do espermatozóide.O. Quanto maior a elongaç . p or exemplo. Amplitude lateral: Comprimento total da oscilaç cabeça. ñ cido Cítrico – Teste Bioquímico   óuô †ò †– ˆ€‰(” ˆu‰R—u‰R” ˆu‰à—€”u–u”u‘u—  ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ An e lise Seminal Computadorizada Coment  rios: É um exame indicado na avaliaç inicial da infertilidade masculina. cujo valor cerca de 0. . etc.N colher em preservativos. Velocidade curvilinear: Percurso efetivamente realizado pelo espermatozóide na unidade de tempo (trajetória re al).. hem cias.Colher esperma por masturbaç sem que haja perda em frasco de vidro ou pl stico inerte.6. Conservaç o para envio: Enviar congelado.

PARDINI . Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente.AN LISE SEMINAL COMPUTADORIZADA r Valores normais: Ç Velocidade c/ Trajetória Harmonizada: > de 33 micro m/seg Ç Velocidade em Linha Reta: acima de 28 micro m/seg Ç Velocidade Curvilinear: acima de 42 micro m/seg Ç Amplitude Lateral: entre 2 e 4 micro cia de Oscilaç : entre 6 e 16 hertz Ç Fr Ç Linearidade: acima de 60% Ç Elongaç : entre 54 e 68% Ç Progressivos: acima de 30% Distribuiç o das Velocidades: R pidos: acima de 25 micro m/seg M ios: entre 6 e 24.. ”€ë!u“u‘ ˆu‰ † — ô ô †H• ò ˆ€‰ y• @ † Color ¢ £¦¥ o Supra Vital .Continu õuóuô o.5 mL de esperma. enviar at h após a coleta.9 micro m/seg Lentos: abaixo de 5. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 100 a 350 mg/dL Condi o: 0. -N recisa absti cia. Valores baixos indicam processos inflamatórios ou i nfecciosos na vesícula seminal.Teste complementar espermograma Coment  rios: Avalia a vitalidade dos espermatozóides.. ñ óuô †H• ô †É• Frutose .normal at % Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Conservaç o para envio: Enviar congelado. ñ óuô †ò ˆu‰R– ô u‘ u“ ‘ 254 Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Centrifugar o esperma durante 10 minutos e separar o sobrenadante (plasma seminal) para o envio.9 micro m/seg Est ticos: imóveis .Teste Bioquímico Coment  rios: É o principal elemento do metabolismo e motilidade dos espermatozóides. M todo: Eosina Valor de Refer ncia: Acima de 60% de formas vivas Condi o: Todo volume ejaculado.

5 mL de Soro da mulher ou homem – C. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.O. ñ ˆ óuô †ô“ ò ˆ  Leucócitos Coment  rios: Valores aumentados s encontrados em processos infecciosos. Conservaç o para envio: At dias entre 18o a 25o C. enviar at h após a coleta. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Este teste. Este teste. . Conservaç o para envio: At m s entre 2o e 8o C. se positivo. peça intermedi ria ou cabeça.M. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads.Hipoosmolaridade . ñ óuô ò ˆu‰ ô ‘u“ †H•  ‘€ˆ †É• ˆ † Immunobeads . M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: At . enviar at h após a coleta. determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. . ñ †óuô  ò †iÿ ô ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. . Condi o: 0. indica causa imunológica como fator de infertilidade.000/mL Condi o: 0.N colher em preservativos.Absti ncia de 2 a 5 dias. M todo: Imunobeads Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 50% de espermatozóides ligados por Beads. peça intermedi ria ou cabeça. sar lubrificantes colher atrav s de coito interrompido. Condi o: Todo volume ejaculado. se positivo. . indica causa imunológica como fator de infertilidade. M todo: Swelling Valor de Refer ncia: ≥ 50% apresentando inchaço de cauda. PARDINI 255 .N colher em preservativos.000.Absti ncia 2 a 5 dias. Conservaç o para envio: At horas após coleta em t emperatura ambiente.Imunologia do Esperma TEST DIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo.3 mL de Esperma.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: Este teste avalia a integridade da membrana do espermatozóide. Condi o: Todo volume ejaculado. determina a regi o de ligaç o do anticorpo: cauda. ñ ˆ óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ‘u“ †H•  †É• ‘uˆu‰© ”(‘€ˆu‰ † TESTE INDIRETO IgG e IgA Coment rios: Quando positivo.

óuô ˆu‰ ô ‘u“ †H• ò ˆ€‰(—€”(‘€‰ ‘€ˆ †É• ˆu‰ ˆ † 256 Instituto de Patologia Clínica H. .Mar Test . Condi o: 0. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. Condi o: Volume ejaculado.N colher em preservativos. . Condi o: Todo volume ejaculado. enviar at h após a c oleta.Imunologia do Esperma DIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. indica causa imunológica como fator de infertilidade. . PARDINI . ˆ€‰  Swim Up .5 mL de Soro da mulher ou homem .O. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. Conservaç o para envio: At semanas entre 2 o e 8o C. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido.C. enviar at h após a coleta. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex.Teste de Capacit ¢ £¦¥ o Esperm e tica Coment  rios: É utilizado para avaliar o potencial migratório dos espermatozóides.Absti ncia 2 a 5 dias.N colher em preservativos. . indica causa imunológica como fator de infertilidade. M todo: Swim Up Valor de Refer ncia: Recuperaç mínimo 10% da concentraç inicial com melhoria da motilidade. ñ uˆ ‰R—u” ˆ€‰ ò óuô †É• ˆ u ‰ R — u ” ÿ ˆu‰ ô ‘€ˆ †H• ñ uˆ ‰R—u” ò óuô †iÿ ô ñ    ˆ † INDIRETO IgG E IgA Coment rios: Quando positivo.Abstenç a 5 dias.M. M todo: Reaç Aglutinaç Mista Valor de Refer ncia: Fator Imunológico Negativo: < 40% de espermatozóides ligados por partículas de l tex.

M todo: Observaç ireta ao Microscópio óptico Valor de Refer ncia: É Negativo: aus ncia de espermatozóides. M todo: Capilar Valor de Refer ncia: ≥ 2. 2. .0 cm/hora Condi o: Todo volume ejaculado.Absti ncia 2 a 5 dias.Exame realizado somente na unidade aimor s. Instruç es As instruç s devem ser seguidas o mais estritamente possível. A paciente e seu companheiro devem abster-se de relaç s sexuais 2 a 5 dias antes do teste. N ser ssível faz -lo por algumas horas depois disso.Teste Penetr ¢ £¦¥ o "In Vitro" Teste complementar do espermograma Coment  rios: Este teste simula a interaç o do espermatozóide com o muco cervical (in vitro). resença de espermatozóides no canal ce rvical. período ovulatório (a ser definido juntamente com o m dico). 6. Cliente tem que comparecer na unidade. É Pobre: qu É Moderado: at espermatozóides no canal cervical c/movimentos lentos. mas todos imóveis. ñ óuô ò ˆ ˆu‰ ô ‘u“ †H• ‘€ˆ †É• ˆ † Teste Simms Hühner È Teste Pós coital Teste complementar do espermograma Coment  rios: Avalia a interaç spermatozóide com o muco cervical. 3. . Use papel higi ico ou absorvente sanit rio.N colher em preservativos. Conservaç o para envio: At horas após coleta em temperatura ambiente. PARDINI 257 . Após o coito deitar de costas por 30 minutos com os joelhos dobrados e as coxas levantadas para evitar a perda do s men. . ou seja. 3 a 4 horas após a relaç sexual ou de acordo com instruç s m icas. É Excelente: mais de 10 espermatozóides com movimentaç linear e ativa. 4. Dia adequado: metade do ciclo. Atenda às necessidades higi icas antes da relaç sexual. ñ ˆuò‰R— du‘u—€†‰ “ ¡ (– ™” ˆu‰R—u‰R” “u‘ ˆu‰ ˆ u ‰ ™ ” ˆu‰ «–€‰ ˆu‰ “ †— “u‘ “  † † ™” Instituto de Patologia Clínica H. o usar lubrificantes e n o colher atrav s de coito interrompido. enviar at h após a coleta. Dirigir ao laboratório para o teste. 1. É Bom: de 6 a 10 espermatozóides no canal cervical c/movimentos lineares. 5.

PARDINI .258 Instituto de Patologia Clínica H.

Conservaç o de envio: Para leveduras j isoladas enviar em meio apropriado (Agar-Sabourand Glicosado) sob refrigeraç m cultivos de no m ximo 48 horas. Nas secreç s de fer idas somente se n for possível a obtenç de aspirados ou biópsias. fezes. Lavado Brônquico. etc (swabs vem ser utilizados. Para pesquisa de Hanseníase: Raspado da incis lo de Orelha. Econazol. Les s ativas de pele ou reas dormentes. ñ €ˆ ‰à—u‰Û— óuô ô    ‡u‘u’ ˆu‰ ™ ‡u‘u’  ˆ€‰¹ ˆ€‰(” Baar. M todo: Difus isco em meio específico (Anfotericina B. O teste para 5 fluorocitosina ser realizado se solicitado em separado. A s amostras de 24 horas colhidas em “pool” s inadequadas. e Cryptococcus spp. S testados: Econazol.: Mucosa nasal local menos sensível e específico. N tilizar meios suplementados com antibiótic os. Líq. n sendo recomendado. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). Aspirado transtraqueal. O material dever ser entregue ao laboratório o mais r ido possível após a coleta. al m de au xiliar na monitoraç o de pacientes em tratamento com antimicobacterianos. Ascítico. At ras em temperatura ambiente ou at 48 horas entre 2o e 8o C. * Colher amostra de Urina pela m (1a Urina do dia). Conservaç o de envio: Enviar o mais r ido possível. baço . Secreç s de Feridas. Condi o: Leveduras (Cândid a spp. Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Liq. Manter entre 2 o a 8o C. ñ ™” † ™” ˆ† óuô ˆ ô © † š ¡ ‰ ”«‘uˆu‰ ™ ” ˆu‰R—u† ”R‰ •uêum  ‘€ˆu‰ý— uˆ « ‰ u— « ”d †É• ˆ† ™” ¡ˆ d € ‘  ˆu‰ ™ ” €–  CULTURA Coment rios: Indicado no diagnóstico de infecç s pulmonares localizadas ou disseminadas p ara outros locais do corpo como medula óssea . Cryptococcus spp) isoladas de cultura positiva. Lavado G strico (JO 8h). Todas as amostras dever o ser enviadas em frascos limpos. Punç o de Linfonodos. Sinovial. Clotrimazol. desprezar o 1o jato e colher todo o restante da micç o. o swab pode ser utilizado e colocado em meio de transporte de Stuart). M todo: Ziehl Neelsen Condi o: Para pesquisa de Tuberculose: Escarro. Bacterioscopia PESQUISA Coment rios: É diagnóstico na maioria das infecç s causadas por micobact rias (Tuberculose. Miconazol. sangue. M todo: Cultura em meio específico Condi o: Escarro. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Ascítico ou peritonial. Punç Abscessos. Nistatina. Os esfregaços confeccionados no ato da coleta s o conservados fixados pelo calor brando. Conservaç o de envio: Urina – at ras em temperatura ambiente ou at 8 horas se refrigerada. Urina: Colher a amostra de Urina pela m (1 a Urina do dia). Nunca refrigerar sangue.Antifungigrama Coment  rios: Orienta na escolha do antif ico adequado ao tratamento de infecç es f icas causadas por leveduras (Cândida spp. Urina (enviar volume total colhido). Líq. Líq. dobra de Cotovelo. Fluconazol. Aminiótico. Pleural. Obs. Anfotericina B e Nistatina. Líquor. medula óssea.  ñ ™” ˆ óuô ™” ˆ ˆ ˆu‰ ô u– ˆ ‘uˆu‰R—u” ud ‘ ¡ ˆ  ™” ˆu‰«—u” ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. líquor. Líq. Pleural. Urina recente* (enviar volume total colhido). Hanseníase e outras formas de infecç s). Clotrimazol. Líq. Lavado Brônquico. biópsias. Cetoconazol). rins .). secreç s de feridas. As amostras de urina de 24 horas colhidas em “pool” s o inadequadas. Nas secreç s das feridas somente s for possível a obtenç spirados ou biópsias. desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Lavado G strico. sangue menstrual. sistema nervoso central . etc (Swabs evem ser utilizdos. Cetoconaz ol. PARDINI †©š ¡ ‰ ˆu‰ † 259 .

Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa.Coloraç lo Albert Laybourn e Gram Condi o: Secreç o de Orofaringe.) inadequado. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135 C com rolha de borracha. M todo: Semeadura em meios específicos. Conservaç o de envio: As amostras devem ser enviadas em meio de Loeffler ou de Stuart. cultura Coment  rios: O exame auxilia no diagnóstico de infecç s em que microorganismos anaeróbios possam estar envolvidos.Raramente outras amostras. Sangue. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos especiais de hemocultura destinados a cultivo de anaeróbios. Escarro expectorado e Urina obtida por micç o espontânea ou Cateterizaç . a amostra recomendada o Swab de Nasofaringe. Brônquico.Pleural. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. recomendado Swab de Nasofaringe. assim como Fezes.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. Nasofaringe. Secreç s. etc. Lav.Geralmente a amostr tida pelo m ico assistente. Ascítico. Condi o: Secreç o de Orofaringe. M todo: Microscopia . ñ  óuô ˆ ô ˆ€‰(— † † ™”  † ™” ˆ ˆu‰Ù– Bact’ rias Anaeróbias. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. N rocedemos à confirmaç iagnóstica atrav s da pesquisa de toxina. Obs. Les s Cutâneas ou outros materiais especificados pelo clínico. nos exames de convalescentes e pessoas que tiveram contacto. etc. M todo: Semeadura em meios específicos incubados em atmosfera de anaerobiose Condi o: Abcessos fechados. Nasofaringe e Les s Cutâneas . recomend vel fazer em paralelo Cultura para Aeróbios e Gram.Bacilo Dift ’ rico PESQUISA Coment rios: É diagnóstico presuntivo de Difteria. Celulite. ñ óuô ˆu‰R—u” ô d † ‰um ™ †— ˆu‰ ™ ” ‡ † ˆ ˆu‰ ˆ€‰ †  † €– 260 Instituto de Patologia Clínica H. Obs. . Líquor. . Punç Seios Paranasais. Obs.Como a maioria das infecç es por Anaeróbios s mistas. Líq. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâm ina de vidro.: Qualquer material colhido por Swab (Garganta. PARDINI . ñ  óuô ˆ ô ˆu‰R–u” vv  ™” †  CULTURA Coment rios: Confirma o achado da bacterioscopia atrav s do cultivo do microrganismo. Nasofaringe. seguida de identificaç o. Aspirado Transtraqueal. Urina colhida atrav s de Punç Supra -P bica.: Para pesquisa de portadores assintom ticos. Líq.

ñ ™” óuô ò † —u“u‘ ô Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: Refrigerar entre 2o e 8o C. cultura Coment  rios: Isolamento e identificaç s Campylobacter spp em quadros de enterocolite aguda. Conservaç o de envio: In Natura. M todo: May-Grunwald Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente. M todo: Giemsa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Exsudato das les s. estas inclus s. Contudo. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). devendo ser complementada com outras t cnicas mais sensíveis. a alta inci cia de falsos resultados negativos limita seu uso. Cary-Blair. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado so bre lâmina de vidro. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. fornecido pelo laboratório. PARDINI 261 . ™” — † ñ ò óuô ™” vv  ô † ™ C ’ lulas de Inclu —¦¥ o Citomeg e lica Coment  rios: Quando presentes. entre 2 o e 8o C. at horas.Campylobacter. ñ óuô ˆu‰R—u‰ ˆu‰Rô” †ÿ C ’ lulas Herp ’ ticas. tem grande valor diagnóstico. -N star em uso de antimicrobiano. pesquisa ( s¤’ lulas de Tzanck) Coment  rios: Nas infecç s por Herpes vírus simplex e zoster o achado de c lulas gigantes (Tzanck) em les es ativas iagnóstico.

GIEMSA Coment rios: Esse m todo apresenta maior sensibilidade para o diagnóstico das conjuntivi tes de inclus rec mnascidos. linfogranuloma v reo. M todo: GIEMSA Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de conjuntiva ocular. pneumonia do RN. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. . doença inflamatóri lvica. portant feito em Urina. endocervical. M todo: Inoculaç m Monocamada de cultura de C lulas McCoy Condi o: Raspado uretral. aguardar. tracoma.: Esse teste requer amostra c/ mero adequado de c lulas. Secar o esfregaço em temperatura ambiente. Sua sensibilidade decresce para o diagnóstico de conjuntivites em adultos e infecç es do trato genital. esperma e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas).: Esse teste requer amostra com um n mero adequado de c lulas.Material uretral. . o paciente deve vir pela manh tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. Obs. em temperatura ambiente. Enviar at dias. endocervical. ñ  † óuô ô ‡ ˆ«du‘ † ”«‘uˆu‰«–€‰u—u”«” †Rþ umuˆu‰ ‰R‘uˆu‰ † ™” PESQUISA . portant feito em Urina. Laboratórios: Enviar material o mais r ido possível. uretrites n o gonocócica. pus de bub inguinal. o paciente deve vir pela manh tes de urinar. Conservaç o de envio: Esfregaços em lâminas apropriadas fixado com 2 gotas de metanol e/ou acetona. ñ ”u‘ † ™ ” ˆ dî– † ˆ ó u ô ˆu‰R” ô † u– ‘u‡ ˆ÷du‘ † ”R‘uˆ€‰(–€‰u—u”R” m† †  ˆ€‰ ‰R‘uˆu‰ † ™ IMUNOFLUORESC NCIA DIRETA M todo: Anticorpo Monoclonal Condi o: Raspado uretral. . conjuntivites de inclus o. retal. pus de b inguinal. ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar.Material endocervical. . Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç es tópicas. em gelo recicl vel.Chlamydia trachomatis Coment  rios: CULTURA Indicado no diagnóstico de infecç s do tipo: cervicites . PARDINI . Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente ou at 24 horas entre 2o e 8o C. retal e fundo de saco vaginal (somente para virgens e histerectomizadas). conjuntival. Obs. conjuntival.Para material uretral. esperma.Para material endocervical a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas.  ñ † ˆu™ ‰Û—u” † óuô ò ô vv  262 Instituto de Patologia Clínica H.

lavado brônquico. etc. ñ óuô uˆ ‰Rdu‰ ô ‘uˆu‰R” Cryptococcus Neoformans. pesquisa Coment  rios: Diagnóstico da Criptosporidiose em quadros intestinais. M todo: Semeadura em meios de cultivo específicos.Fezes rec m-excretadas antes da administraç timicrobianos. M todo: Coloraç Giemsa Condi o: Raspado de pele . PARDINI 263 . ñ ˆt‰ † m† óuô †H• ð ô ¡ ‰ ò Instituto de Patologia Clínica H. seguida de identificaç cteriana bioquímica e/ou sorológica. principalmente em pacientes Imunocomprometidos.Coprocultura Coment  rios: A cultura de fezes identifica microrganismos enteropat icos em casos de diarr ia aguda ou crônica. pesquisa Coment  rios: Exame microscópico direto q ue permite diagnóstico r pido da Criptococose em LCR (meningites) e outros materiais (escarro. lavado bronco -alveolar.Preferencialmente.Neelsen Modificado Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recentes. fornecido pelo laboratório. . As fezes acondicionadas em cary-blair podem ser preservadas entre 4o e 8o C. A Criptosporidiose pode tam m afetar paciente imunocompetentes. Conservaç o de envio: LCR deve ser enviado ao laboratório imediatamente e n o pode ser submetido à refrigeraç . mas nestes a infecç auto -limitada. Conservaç o de envio: At ras entre 2 o e 8o C ou em formol a 10%. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro ou enviar as escamas obtidas em frascos limpos. ñ ’u“u‘ ˆu‰ ‰u’u“u‘ † óuô ˆu‰Ýmud ô † ˆ€‰(—€”(d€‘ Corynebacterium minutissimum. No Laboratório Her mes Pardini as culturas s direcionadas para pesquisa de Salmonella spp. ñ  óuô ò ô ˆ ˆu‰ Cryptosporidium.Lavado Brônquico e outros. entre outros eventuais patógenos. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Líquor . Condi o: Fezes recentes “In Natura” e em meio de transporte (Cary-Blair). Shigella spp. M todo: Ziehl .). star em uso de medicamentos tópicos. coli enteropato icas. Campylobacter spp.Escarro . E. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”. pesquisa Coment  rios: Exame bacterioscópico para o diagnóstico de Eritrasma.

. star em uso de medicamentos tópicos.Material de regi suspeita de infecç cteriana (Só ser feito quando o m ico pedir MIC ou Cultura Automatizada). Identifica bact rias Gram -negativas fermentadoras fermentadoras. Urina 1 o Jato (1a micç ia).Cultura + Antibiograma Automatizado Coment  rios: O m todo especifica a suscetibilidade antimicrobiana com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) com ampla variedade dde antibióticos. PARDINI . nasofaringe. Conservaç o de envio: As amostras devem ser imediatamente inoculadas em meio de Tioglicolato 135o C com rolha de borracha. Para transporte r ido (inferior a 30 minutos) de material colhido com seringa.Preferencialmente. etc. expectorado e urina obtida por micç spontânea ou cateterizaç o. etc. Anaeróbios. Cocos Gram-positivos. Detecta cepas produtoras de Beta-lactamases e de Beta-lactamases de espectro ampliado (ESBL). Candidíase e parasitoses em diversos materiais clínicos (especialmente secreç vaginal. recom vel sempre fazer em paralelo cultura para aeróbios e gram. Uretral. Conservaç o de envio: Conservar em salina est ril em temperatura ambiente ou em frascos esterilizados. escarro. Enviar o material ao laboratório imediatamente após a coleta. leveduras e microrganismos fastidiosos como Haemophilus spp e Neisseria spp. Secreç s de Feridas. M todo: Microscopia Direta Condi o: Secreç o Vaginal. uretral e urina 1 o jato). ñ óuô ˆ ô ˆu‰ ‘uˆu‰R” † ˆu‰Û—u‰Û— ™” ˆ 264 Instituto de Patologia Clínica H. ˆ óuô ™” ˆu‰ ô † ”u‘€—u ˆ€‰(” ™ ” ‘ u ˆ € ‰ ˆ † €– Direto a Fresco. Sangue e Líquido ascítico: enviar no frasco próprio para hemocultura de anaeróbios. . secreç s.Qualquer material colhido por Swab (garganta. . M todo: Identificaç o dos microorganismos e Teste de sensibilidade a antimicrobianos com determinaç Concentraç Inibitória Mínima (MIC) pelo sistema Micros can (walkAway 96) ”à‘€ˆu‰ óuô † ñ ™ ˆ ˆu‰  † ˆu‰î—ud ˆu‰ ˆu‰â—ud AERÓBIOS Condi o: Diversas . ô ˆu‰ ˆu‰»mud  †— ANAERÓBIOS N o se processa antibiograma para anaeróbios.) o ideal. Sangue e Líquido ascítico devem ser enviados em frascos anaeróbicos de hemocultura. assim como fezes. Punç o de Linfonodos e Abcessos. Conservaç o de envio: Conservar de acordo com o material especificado ou tipo de cultura a ser executado. a agulha deve ser obstruída com borracha e a seringa deve ser esvaziada de todo ar. Determina se h sinergismo entre penicilinas e aminoglicosídeos nas infecç es graves por Enteroccus spp.Como a maioria das infecç s por anaeróbios s mistas. . pesquisa r Ê IOS – PARASITAS FUNGOS – TRICHOMONAS – PROTOZOË SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment  rios: Utilizado no diagnóstico de Tricomoníase.Nunca deixar amostra em contato prolongado com o ar. Condi o: Enviar no meio de transporte para anaeróbios (tioglicolato 135 o C). Escarro.

PARDINI 265 . pediculose. M todo: GIEMSA Condi o: Esfregaço de les o. cromomicose. star em uso de antimicrobiano. Conservaç o de envio: Conservar em esfregaço fixado sobre lâmina de vidro. identificaç ¥ o Coment  rios: Permite o diagnóstico das infecç s f icas (micoses superficiais. granulomatis.Preferencialmente. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fungo isolado em meio de cultura.). etc. óuô ò ™ ” ‡u‘€’ - Instituto de Patologia Clínica H.Donovanose Coment  rios: É til no diagnóstico do granuloma inguinal. esporotricose. Conser o de envio: Conservar em temperatura ambiente. histoplasmose. entre outras).Preferencialmente. biópsia de borda da les o. . . pesquisa Coment  rios: O exam  tilizado no diagnóstico das ectoparasitoses (escabiose. atrav s da visualizaç C. ñ ‡ † ˆ€‰ö—u‰ s macrófagos com cor s culos de –u‡ óuô ô ˆ ‘uˆu‰R” ˆ Ectoparasitas. subcutâneas ou profundas dermatofitoses. star em uso de medicamentos tópicos. ñ óuô ©8õuóuô ”† ™ ” ‘uˆu‰R” u– “ Fungos. M todo: Microscopia Direta Condi o: Raspado de Les s de Pele e los.

Fungos PESQUISA Coment rios: O exame micológico direto tilizado para diagnóstico r ido das micoses e. P los. Escarr o. Sangue. Urina 1 o jato. tilizado tamb m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. ñ ˆ€‰(d ò ™ ‡ ˆ€‰(‘€‰ u– ˆu‰ý—u‰ óuô “ ˆu‰ óuô ˆ ô ˆu‰Rô” ™” “ ™ ” ˆu‰R—u” ™” ™” Gardnerella. Os microrganismos O exam podem ser tam m isolado em infecç es uri rias. PARDINI . uretrais e no sangue. Unhas e Líquidos corpóreos. Urina. Secreç s Uretrais e Vaginais. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE . uretral. Lavado Brônquico.Secreç Uretral . escarro. entre 2 o a 8o C. Secreç es de Feridas. Conservaç o de envio: Meio de transporte Stuart ou frasco apropriado. secreç feridas. cultura Coment  rios:  tilizado principalmente no diagnóstico das vaginoses bacterianas. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Vaginal .Secreç o Vaginal. abscessos: conservar entre 2o e 8o C. unha. Descamaç Les s de Pele. urina e sangue. seu pronto e adequado processamento e inoculaç s meios apropriados. permite pronta instituiç o t er tica. prost ticas. -N star em uso de antifungicos. líq. Líquor n deve ser refrigerado. Punç linfonodos. . P los. Abcessos. Uretral.Descamaç le. ñ ” † m† ™ ‘u  ˆu‰ 266 Instituto de Patologia Clínica H. escarro. Fezes.Urina 1o Jato. Escarro. punç de linfonodos. M todo: Semeadura em meios específicos Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Raspado de Les s de Pele. ñ ˆu‰ ò óuô ˆ ô ˆ   ˆ ud –u“ ™ †  ‡€† ‘u ’ ˆu‰R—u” ™ ” † u– ™” “ ™ ˆu‰Ý—u” ˆu‰R—u”R–u” – u “ ˆu‰í—€” ˆu‰ CULTURA Coment rios: Utilizada no diagnóstico das infecç es f ngicas em diversos materiais clínicos com identificaç agente causal. Biópsia de Les s. Conservaç o de envio: Biópsia de tecido. Punç Linfonodos. em temperatura ambiente. corporais. Unhas. los e unhas: em temperatura ambiente. caso positivo. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal. Líquor. P los. o r ido transporte das amostras ao laboratório. raspado cutâneo descamativo. Os passos mais importantes para o sucesso do isolamento dos agentes etiológicos das micoses s coleta adequada. Urina 1 o Jato. Secreç s de Feridas.

devem obedecer às recomendaç es determinadas para cada tipo de material como se fosse ser processado como cultura. Exemplos: Uretrites gonocócicas. Fungos. distinguindo as les es de outras lceras clinicamente semelhantes. as amostras devem ser mantidas em temperatura ambiente at seu processamento. ducreyi. Vaginose. Conservaç o de envio: Esfregaço fixado pelo calor. . Ducreyi Coment  rios: O exam til no diagnóstico do Cancróide (Cancro mole). leucócitos. M todo: Microscopia .0 mL de Sangue Total . associaç Fuso -Espiralar.0 mL de Sangue Total Ï Adulto Î 10. Neisseria.0 a 5. Mobiluncus.Preferencialmente. Em ambos casos. protegidos da luz. n star em uso de antimicrobianos. SPS). ñ óuô ˆ u– ò “ ˆu‰ì” ‘uˆu‰R” ô † u”«‘uˆu‰ ˆu‰Û” ˆ † Instituto de Patologia Clínica H. etc. M todo: Detecç o r ida computadorizada de Microorganismos aeróbios e anaer óbios por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano. outros tipos celulares. Cancro mole e infecç s urin rias (gram da gota de urina n o centrifugada). heparina. etc). Ducreyi. podem ser solicitadas atrav s do Gram. Meningites bacterianas. pelo achado das formas bacterianas características do H. Conservaç o de envio: As amostras forem enviadas em esfregaç s fixados em lâminas. PARDINI 267 .Gram Bacterioscopia Coment  rios: O exame bacteriscópico ao Gram permite um estudo mais acurado das características morfo -tinturais das bact rias e outros elementos (fungos. Conservaç o de envio: As amostras q forem coletadas nos frascos próprios do equipamento ESP devem ser coletadas em tubos est reis com soluç o anticoagulante (citrato. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente.Coloraç lo Gram Condi o: Qualquer material de regi suspeita de infecç r microorganismo. Presta informaç es importantes e r idas para o início de terapia dando i ia semi-quantitativa em algumas infecç s e estabelece diagnóstico em muitos casos. ñ † u– vv  óuô ˆu‰R–u” ˆu‰ ™”  —† ˆ ™ ”™ ˆu‰R–u‰ ô † ” u‘ €ˆ ‰ ™ ë u ì Ì ™”  ˆu‰ H.Preferencialmente. M todo: Microscopia ao Gram Condi o: Esfregaço de Les . Gonococos.. H. Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Í Criança Î 1. star em uso de antimicrobianos. Informaç es nece r ias: Sempre especificar o tipo de material e o local da coleta – V rias pesquisas como a de Gardnerella. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. ñ ”†‡ Pesquisa de Cancro Mole óuô ™ ‡ ô ˆ€‰ ˆu‰R” Hemocultura Automatizada Coment  rios: Diagnóstico de processos infecciosos sist micos.

Hebdomadis. quando a colet feita em les s após a eclos s vesículas. Canicola. Shermani. M todo: Inoculaç m monocamadas de Cultura de C lulas Hep 2 Condi o: Fluído da Vesícula da Les .: A sensibilidade do exam muito baixa. em gelo recicl vel.Altas concentraç s de anticorpos no soro dos pacientes poder o acarretar resultados falso -negativos (casos raros). etc. at horas em temperatura ambiente ou entre 2o e 8o C por at 24 horas. Panama. Hardjo.Andamana. Bratislava. Condi o: 1. 268 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o a 8o C. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s(rosa). Condi o: Bact ria vi vel isolada enviada em meio de cultura óuô †  ”î’u“u‘€” –† ˆu‰î” determinaç ˆu‰ Leptospirose Coment  rios: Indicado no diagnostico diferencial em pacientes e ou animais onde o ambiente seja potencialmente contaminado por Leptospira (presença de roedores . . animais de corte. oral e genital . Obs.0 mL de Soro. . dependendo da clínica. Javanica.Client ve estar em uso de medicamentos tópicos. Djasiman. SORO AGLUTI’”“”•– O MICROSCÓPICA M todo: Soro Aglutinaç o microscópica com antígenos vivos Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Títulos igual 1:100. PARDINI . Pomona. Butembo. Enviar tam m 02 lâminas com esfregaço. Celledoni.. Icterohemorrhagiae. ñ ˆu” ò ˆ ˆ€‰ ™ ” ˆ † ¨ óuô †ô Continua. cultura Coment  rios: Indicado no diagnóstico de infecç s mucocutâneas . O exame deve ser repetido at semanas para confirmaç . nos casos suspeitos. Copenhageni. Bataviae. Antígenos utilizados: L..JD 4h. Cynopteri. Castellonis. . Ballum.). Pode ocorrer demora no aumento dos títulos dos anticorpos. podem ser considerados negativos.Herpesvírus. Gryppotyphosa. Pyrogenes. c s. Patoc. ñ ó u ô ˆu‰R” ™” ô ”R‘uˆu‰R—u” † ˆ ˆu‰ ” † † d† ™” ˆu‰«—ud  m ††  ÿ Identifi s ¢ £¤¥ o de Bact’ ria e Antibiograma Automatizado Coment  rios: Identificaç o a nível d ro e es cie do microrganismo causador da infecç quantitativa (MIC) da sensibilidade aos antimicrobianos. Autumnalis. Australis. Tarassov e Wolffii.

Continua...LEPTOSPIROSE

PESQUISA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE M todo: Microscopia Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos qu uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica ou Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 30 mL Urina recente - 1,0 mL Líquor. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ copo de a, para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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CULTURA

SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HO RIZONTE M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Nota: Este exame pode apresentar resultados falso-negativos que uma característica do m todo. Deve ser realizado em paralelo com a Leptospirose - Soro Aglutinaç Microscópica o u Elisa. Condi o: 3,0 mL de Sangue Total (EDTA) - 0,5 mL Líquor - 30 mL Urina recente. Coleta de Urina: 24 horas antes do exame, ingerir a cada 4 horas, 1 colher (c ) de bicarbonato de sódio em ½ c , para neutralizar o pH da urina. Conservaç o de envio: At horas em temperatura ambiente ou refrigerado entre 2o e 8o C.

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Micobact ’ rias, Cultura Automatizada Coment  rios:

Permite a detecç mais r ida de infecç s causadas por micobact rias. M todo: Detecç o r ida computadorizada de micobact rias por formaç /ou consumo de gases do metabolismo bacteriano Condi o: 5,0 a 10,0 mL de Sangue Total heparinizado. Medula óssea – Líquor – Líq. corpóreos – Escarro – Lav. Brônquico, Bronco Alveolar, etc. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Laboratórios: Os frascos dos meios de cultivos s specíficos. Os meios devem ser armazenados em temperatura ambiente, protegidos da luz. Conservaç o de envio: Lavado g strico deve ser previamente alcalinizado com 100 mg de bicarbonato de sódio. Toda a amostra sujeita a ressecamento deve ser protegida com acr scimo de soro fisiológico. Sangue, nunca refrigerar. Demais amostras manter entre 2o a 8o C. As amostras dever ser enviadas em frascos limpos.

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Micológico Direto Coment  rios:

O exame micológico diret tilizado para diagnóstico r ido das micoses e, caso positivo, permite pronta instituiç terap utica; tilizado tam m como diagnóstico diferencial de outras afecç s que s semelhantes a infecç es f icas. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Uretral, Urina 1 o Jato, Secreç es de Feridas, Escarro, Punç Linfonodos, Abcessos, Descamaç Les s de Pele, P los, Unhas e Líquidos corpóreos. Conservaç o de envio: PARA PESQUISA DE FUNGOS EXCLUSIVAMENTE - Secreç o Vaginal, uretral, Urina 1 o jato, líq. corporais, secreç feridas, escarro, punç o de linfonodos, abscessos: conservar entre 2o e 8o C. - Descamaç le, los e unhas: em temperatura ambiente.

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Mycoplasma, cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Uri rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela manh antes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical a pacient e estar menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r ido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s . Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1 o Jato de Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Mycoplasma pneumoniae, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico das doenças das vias reas superiores, traqueobronquite, pneumonia atípica. M todo: Isolamento em meio de cultura Condi o: Escarro, Lavado Brônquico, Líq. Pleural e Swab de Nasofaringe. Laboratórios: Enviar em meio de transporte específico fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa), at 12 horas em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Neisseria gonorrhoeae, cultura Coment  rios:

O exam til no diagnóstico de infecç es causadas por Neisseria gonorrhoeae. M todo: Semeadura em meio específico Condi o: Secreç o Uretral, Endocervical, Vaginal, Retal, Faríngea, Conjuntival, outras (Punç e Articulaç s, Líquor, Sangue, etc.). Laboratórios: Envi conselhado devido a vida curta da Bact ria. Obs.: A Vagina da mulher adulta raramente se infecta, sendo recomendada a coleta no canal Endocervical. - A bact ria n sobrevive na Urina, sendo recomendado a coleta na Uretra. - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Conservaç o de envio: Meio de Thayer-Martin ou Stuart.

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Pneumocystis Carinii, pesquisa Coment  rios:

Seu ach iagnóstico de Pneumocistose devido ao fato do P. carinii n o se desenvolver em meios de cultivos. M todo: Giemsa - Fast Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Lavado Brônquico, Aspi rado Transtraqueal, Biópsia Pulmonar, Escarro Expectorado. Conservaç o de envio: At ras, refrigerada entre 2o a 8o C.

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RotavírusÐ pesquisa Coment  rios:

Detecç o r pida do rotavírus em fezes, permitindo diagnóstico diferencial com outras gastroente rites aguda, evitando o uso desnecess rio de antibióticos. M todo: Anticorpo Monoclonal Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. - Realizar a coleta preferencialmente durante os primeiros 3 a 5 dias após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença. Conservaç o de envio: Enviar imediatamente, mantidas em banho de gelo em frascos que n o contenham conservantes, meios de transportes ou detergentes.

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Streptococcus A (Imunoteste Re pido) Coment  rios:

A detecç r ida de antígenos do Streptococcus pyogenes (grupo A de Lancefield) permite a instituiç precoce do tratamento adequado evitando as graves seqüelas das infecç s por este microrganismo. M todo: Imunoensaio p/detecç Antígeno Streptococcus pyogenes Condi o: Secreç Orofaringe, Nasofaringe e Amigdalas. - Colher preferencialmente antes da administraç tibacterianos pela m , antes do desjejum e da higiene oral. Conservaç o de envio: Swab sem meio de transporte, enviar imediatamente ou sob refrigeraç por at ias.

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Treponema, pesquisa
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

Coment rios: Detecç o do Treponema pallidum em les s sifilíticas prim rias ou sec diagnóstico precoce, pois os testes sorológicos se positivam tardiam ente. M todo: Microscopia em Campo Escuro Valor de Refer ncia: Negativo - Preferencialmente, star em uso de antimicrobianos. Condi o: Exsudato da Les o. Conservaç o de envio: Em salina est ril, em temperatura ambiente.

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Trichomonas
SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE

PESQUISA

Coment rios: Diagnóstico de Tricomoníase. M todo: Microscopia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Uretral, Secreç Vaginal, Secreç o Colo Uterino, 1 o Jato Uri rio. Conservaç o de envio : Conservar em temperatura ambiente e enviar imediatamente.

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CULTURA

Coment rios: Indicado no diagnóstico de uretrites o gonocócica, prostatite, irritaç vagina, vulva e períneo, secreç rulenta aquosa , etc. M todo: Cultura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Secreç o Vaginal, Secreç cervical, Secreç Uretral, 1 o Jato Uri rio, Esperma. - O cliente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. -N e estar menstruada, nem fazendo uso de medicaç tópica. Conservaç o de envio: Enviar at ras após coleta em temperatura ambiente.
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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

Tuberculost e ticos, Teste de Sensibilidade aos Antibióticos e Quimiotere picos Coment  rios:

Indicado nos casos de tratamento adequado para tuberculose, fal ncia de tratamento, retratamento , pacientes com suspeita de resist cia . M todo: Cultura em meio específico com Drogas Condi o: Cultura positiva para micobact rias no material de: Escarro, Urina recente* (enviar volume total colhido), Lavado G strico, Lavado Brônquico, Aspirado transtraqueal, Líq. Sinovial, Líq. Ascítico ou peritonial, Líq. Pleural, Liq. Aminiótico, Líquor, Punç o de Abscessos, Punç Linfonodos, biópsias, medula óssea, sangue menstrual, sangue ou fezes. * Colher amostra de Urina pela ma (1a Urina do dia), desprezar o 1 o jato e colher todo o restante da micç o. Laboratórios: Na amostra de BK cultura positiva pode ser solicitado a inclus ste teste. - Enviar o mais r pido possível. Conservaç o de envio: Cultura positiva para micobact rias ou cepa vi vel em temperatura ambiente.

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Ureaplasma, Cultura Coment  rios:

Indicado no diagnóstico de uretrites ocócica, pielonefrite, doença inflamatória p lvica, febre puerperal. M todo: Isolamento em meios de cultura Condi o: Secreç o Uretral, Vaginal, Swab Endocervical, Esperma, Primeiro Jato Urin rio. Nota: Nos casos positivos, ser significativas concentraç s iguais ou maiores do que 1.000 UFC/mL, a ser a crit rio m ico em casos selecionados. - Material uretral, o paciente deve vir pela m tes de urinar ou permanecer no mínimo 4 horas sem urinar. - Material endocervical e vaginal a pacient star menstruada nem fazendo uso de medicaç s tópicas. Laboratórios: Enviar amostras em meio de transporte específico, fornecido pelo Laboratório, o mais r pido possível. Centrifugar a urina, desprezar o sobrenadante e transferir o sedimento para o meio de transporte Dulbecco’s (rosa). Obs.: A sensibilidade da amostra colhida na Uretra bem maior que a sensibilidade do 1o Jato Urina. Conservaç o de envio: Material em meio de transporte Dulbecco’s (rosa) at ras, em temperatura ambiente. At ras entre 2 o e 8o C, em gelo recicl vel.

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Vacina Autógena Coment  rios:

As vacinas autó genas s o utilizadas especialmente em casos de furunculose, acne supurada, infecç s recidivantes ou de car ter crônico (amigdalites, faringites, sinusites). N feita a vacina caso o microrganismo isolado seja o Streptococcus pyogenes. M todo: Isolamento e esterilizaç o da bact ria isolada Condi o: Bact ria isolada de infecç s bacterianas de car ter crônico ou recidivante (Acnes, Fur nculos, Amigdalites, Abcessos, etc. Obs.: Vacina contra-indicada se o isolado for um Estreptococo β Hemolítico do grupo A. Conservaç o de envio: Bact ria isolada ou conservar em meio de transporte Stuart.

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Vibrio cholerae, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Vibrio cholerae. M todo: Semeadura em meio específico, seguida de identificaç o e sorotipagem. Condi o: Fezes, Vômitos, Swab Retal. - Colher antes da administraç o de antibióticos. Conservaç o de envio: - In natura, at 2 horas em temperatura ambiente ou at ras refrigerada. - Cary-Blair, at ias entre 2o e 8o C. - Tubos tonada alcalinizada (APA), at ras em temperatura ambiente.

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Yersinia Enterocolítica, cultura Coment  rios:

Detecç o de gastroenterites causadas pelo Yersinia enterocolítica. M todo: Semeadura em meio específico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Conservaç o de envio: Enviar em Cary-Blair e “in natura”.

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Mineralograma Coment  rios:

Avaliar defici cia ou excesso de elementos essenciais com fins nutricionais, a efic cia e controle dos tratamentos de quelaç , níveis endógenos de minerais, oligoelementos, metais tóxicos, no controle e monitorizaç de contaminaç mbiental. M todo: Inductively Coupled Plasma Emission Spectroscopy Condi o: Unha - Cabelo - Sangue. UNHA Coletar 2,0 gramas de unhas, o que equivale a uma colher de sobremesa. Pode-se colher de v rios locais diferentes e juntar o material at conseguir o peso exigido. As unhas n o devem receber nenhum tratamento químico por 1 semana antes da coleta. CABELO As amostras par lise de cabelo que refletem com mais precis atual perfil mineral do organismo s uelas de cabelo mais recente, na regi ca. Uma quantidade de cerca de 2,0 gramas necess rio para a lise (cerca de uma colher de sopa), que dever ser pesado usando-se a balança. O cabelo dever ser cortado o mais próximo do couro cabeludo e limitado aos primeiros 2,5 cm do cabelo. Quando o cabelo tiver sido tratado recentemente com cosm ticos (permanentes, tinturas, descoloraç o, reflexo, etc...) consel vel aguardar cerca de 10 semanas antes de coletar a amostra para an lise. Estes tratamentos podem alterar os níveis de alguns minerais, notadamente o c lcio, mag sio, zinco, cobre, chumbo e níquel, podendo levar a uma interpretaç uivocada dos resultados. O uso los pubianos ou outros los corpóreos par lise de mineral dever ser reservado para aquelas situaç s onde isponibilidade alguma de cabelo na regi cabeça ou ent ra os testes confirmatórios propostos para distinç o entre contamina ç xterna do cabelo, da absorç interna de elementos tóxicos. CABELOS MÉDIOS OU LONGOS Ñ Horizontalmente parta o cabelo para tr s da cabeça e puxe para cima e para fora. Ñ Corte uma tira fina de cabelo próximo do couro cabeludo. Ñ Corte e despreze as pontas desta tira, ficando apenas com 2,5 cm mais próximos do couro cabeludo. Ñ Pese o restante na balança de amostra e repita at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Coloque o cabelo pesado no envelope. CABELOS CURTOS o puder ser cortado como descrito acima, uma tesoura ou uma Ñ Quando o cabelo for muito curto lâmina fina poder ser utilizada para aparar o cabelo at conseguir a quantidade necess ria. Ñ Pese o cabelo na balança de amostra e coloque no envelope. SANGUE Coletar 6,0 mL de Sangue total (heparina). JO 12h. Enviar o material no tubo de heparina específico para este exame (fornecemos este tubo sem ônus). Favor enviar o questio rio devidamente preenchido. INSTR ÒËÓ ÕES IMPORTANTE: O indivíduo que coletar a amostra dever estar com as m s limpas e secas antes de iniciar o corte e manuseio do cabelo. Tam m, para evitar contaminaç mostra, coloc -la sobre superfícies sujas ou empoeiradas. É muito importante ainda que a tesoura utilizada esteja bastante lim tenha pontos de ferrugem. REALIZADO SOMENTE NAS UNIDADE MATRIZ E BARREIRO.

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ANTIOXIDANTES
Antioxidantes Totais Coment  rios:
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Representa proteç rgânica contra a aç M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1,1 a 2,0 mmoL/L Condi o: 0,8 mL de Soro ou Plasma (EDTA). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Glutation Peroxidase Coment  rios:

Representa proteç rgânica contra a aç radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 31 a 47 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Superóxido Dismutase Coment  rios:

Representa proteç rgân ica contra a aç o de radicais livres. M todo: Enzim tico Valor de Refer ncia: 750 a 1200 U/g Hb Condi o: 3,0 mL de Sangue Total Heparinizado + 1 tubo de EDTA p/ medida da Hemoglobina (se tiver Hemogram recisa). Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: at 0. Conservaç o para envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta : Veja Urina 24 horas .5 mL de Soro ou Plasma (EDTA) Urina recente . Laboratórios: Enviar 5.RADICAIS LIVRES LDL Peroxidada Coment  rios: Õ Valores elevados indicam aç o indesej vel dos radicais livres. ñ óu† ô †ò ˆ LDL-PX  †Rþ ô Malônico Dialdeído Coment  rios: Õ MDA Avalia os danos causados ao organismo porque atua lesando membranas celulares como produto da lipoperoxidaç .JO 12h. 353 ñ †• ò H óu† ô uðR‘ † ô †ò ˆ€‰ … ‡ r –uu’ Instituto de Patologia Clínica H.0 mL de Urina. .8 nmoL/mL Valor de Refer ncia .5 nm/mg apoproteína Condi o: 3. Conservaç o para envio: At 1 semana entre 2o e 8o C. PARDINI 277 .Urina 24h. M todo: Colorim trico ( cido Tiobarbit rico) Valor de Refer ncia .PLASMA: At .0 mL de Soro.URI Ö Ë× IO: At moL/mg de creatinina Condi o: 1.

PARDINI .278 Instituto de Patologia Clínica H.

Portanto a presença nas fezes indica uma perda geral de proteínas pelo intestino. M todo: Colorim trico (Prova do nitrato de prata amoniacal) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).M. M todo: Imuno Difus Radial Valor de Refer ncia: Crianças: at .` Coment rios: A alcapt ria ocorre devido à aus cia con ita da enzima cido homogentísi co-oxidase no sangue.72 mg/g de fezes secas Adultos: at . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . ñ † † ò † ˆ€@‰ óuô † @ ô Instituto de Patologia Clínica H.000 por 12 hs Ø Hem cias Ù at Ø Cilindros hialinos Ù at . sendo que mais tarde ocorre depósito de pigmento marrom nos tecidos do corpo podendo provocar artrite. cido Homogentísico  ñ ‰u‘u‡ ‡ u‘ ˆ  u“ ‘ †— ’u“u‘ óuô †ò ‡   ˆu‰ý‘uˆu‰ ‘¡ˆ †iÿ ô ( ” Addis.000. Esta condiç se manifesta clinicamente na primeira infância.98 mg/g de fezes secas Condi o: Fezes de 24 horas ou C. sendo relativamente resistente as proteólises intestinais. urina e tecidos. Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Enviar 30 mL e informar o volume total. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Cifras acima dos valores de refer ncia s o verificados em les es renais. . -N ver ver ingest xcessiva de líquidos durante a coleta da urina.Enviar rapidamente ao laboratório.Evitar o contato com o ar. . particularmente na glomerulonefrite e no controle do tratamento.000 por 12 hs Condi o: Urina 12h.O paciente o deve estar em uso de medicamentos como: aspirina. ñ ˆu‰ö—€d ™ “ ˆ ™ óuô  ò †† A@@ ˆu‰R—u”  ¡ d † ˆu‰R” †iÿ ô  Alfa 1 Antitripsina nas fezes Coment  rios: A Alfa 1 Antitripsina nas fezes  ma proteína s rica que difunde em pequena quantidade na luz intestinal. levando a um ac mulo de cido homogentísico no sangue. M todo: Contagem em Câmara de Newbauer Valor de Refer ncia: Ø Piócitos Ù at 1.000 por 12hs . contagem Coment  rios: É importante para acompanhar a evoluç s afecç es rena is. L-dopa cido ascórbico. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.O. dist rbios hep ticos e cardíacos. especialmente na glomerulonefrite.Manter dieta hídrica habitual. PARDINI 279 . Enviar rapidamente ao laboratório.

Os c lculos de oxalato de c lcio s o os mais freqüentemente encontr ados. ferro e fosfato. biliverdina. associados a infecç s por germes desdobradores da ur ia (Proteus. 347 Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. Veja tamb m: Teste de PAK . a cistin ria. Pseudomonas e Klebsiella). . s os chamados “c lculo de infecç ”. c lcio. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s substâncias presentes na consti tuiç o do c lculo biliar rande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. Conservaç o de envio: At dias em temperatura ambiente. 348 e Nefrolitías . pesquisa Coment  rios: O aparecimento de bilirrubina na urin a primeira indicaç doenças da vesícula biliar. colesterol. ‡ “ ˆ€‰Á—ud   †— ñ óuô  ñ u– € ’ †Rþ ô “ ˆ€‰Á—ud †ò  ‡ˆ ˆu‰  ™ ˆu” ‰ ‡ ”R–uu’ ˆu‰Á—€‰  † —u” ˆu‰Ý—u” † ˆuˆu‰ ‰  C e lculo Biliar. PARDINI .Enviar rapidamente ao laboratório. frasco âmbar. cirrose ou †iÿ ô † ‘¡ˆ C e lculo Renal. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco.Bilirrubinas. Evitar o contato com o ar. Os de cido rico decorrem de hiperuricemia ou hiperuricos ria. e decorrentes de uma rara condiç autossômica recessiva. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou congelar. An e lise Físico e Química Coment  rios: A identificaç s s ubstâncias presentes na constituiç c lculo renal grande importância para orientar uma conduta m ica quanto a um início de tratamento e/ou dieta para a prevenç recorr ncias. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). ñ †— óuô  †Rþ ô †ò  ˆ   ˆ † —u”Á’  ˆu‰Ýˆ —u” 280 Instituto de Patologia Clínica H. As substâncias mais comumente encontradas na formaç o dos c lculos biliares s o: bilirrubia. Condi o: Enviar c lculo em frasco de vidro limpo e seco. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: É liberado laudo com as características físicas e químicas do c lculo.Proteger da luz. Os c lculos de cistina s raros. ñ óuô †ò d† ˆu‰ de hepatopatias como hepatite. . Os de estruvita (fosfato amoníaco magnesiano).

20 mL/L de Urina. glicose. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. maltose e lactose. Manter em local fresco durante a coleta. arginina e ornitina afetada (t los renai s incapacitados de reabsorç o) e outra em que apenas a cistina e lisi s sorvidos. a cetose e coma. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.GLICOSÚRIA .Urina 12h* ou 24h*.  ñ † ‡ ‘udّuˆu‰ † ‡ ‡  óuô ò †iÿ ô ‘¡ˆ Cetonúria. ñ u‘ d † ‡ †— ˆ €d m † óuô †ò ˆ u ‰ å ” ˆu‰ †ÿ ô ‘uˆ€‰¹ ‘¡ˆ Cistina. t cia a formaç c lculos. A cromatografia de carbohidratos til para identificar o tipo de carbohidrato presente na urina: xilose. Laboratórios: Enviar amostra refrigerada. M todo: Colorim trico e Tira Reativa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). ‘€‡ ˆ€‰Ù † —u‰ ‡   ˆ u‘ ‡ † d ”u‘u—u“€‘ ˆ € ‰ ñ † ò óuô … ¡ˆ — ‘ † † ‰   ÿ ÿ • ¡ –€u’ †iÿ ô ˆu‰R—u”  d † ëu”Ûd ‡ € m  † ‘€dà‘uˆ€‰ ˆu‰àd€m Instituto de Patologia Clínica H.LACTOSÚRIA . . PARDINI 281 .MALTOSÚRIA . A presença de um destes aç cares demonstra uma desordem do metabolismo do carboidrato. Laboratórios: *Enviar alíquota de 30 mL. pesquisa Coment  rios: Cisti ria  m dist rbio de origem heredit ria podendo ocorrer de duas maneiras: a primeir reabsorç s quatro amino cidos cistina. lisina. Cromatografia FRUTOSÚRIA . Enviar rapidamente ao laboratório. sar conservantes. frutose.GALACTOSÚRIA . A principal consideraç clínica na cisti ria. pesquisa Coment  rios: A pesquisa de cetona na uri til no diagnóstico da descompensaç o di tica do diabetes melito. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. O aumento excessivo de cetona no sangue provoca desequilíbrio eletrolítico. desidrataç . próprio para a coleta de urina.Armazenar em frasco limpo. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m io 1a urina da ma ) . Instruç es de Coleta: Veja Urina 1 . galactose.*Usar cido Ac tico 8M. bem tampada. Enviar rapidamente ao laboratório.XILOSÚRIA Coment rios: Normalmente a uri apresenta aç cares em quantidades detect veis. se n for corrigido.Carbohidratos. M todo: Cromatografia em camada delgada de celulose Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ).

At dias entre 2o e 8o C. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. Laboratórios: Enviar 30 mL de Urina em frasco âmb ar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. manter sob refrigeraç . . causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. pesquisa FEZES Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfirias. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Enviar rapidamente ao laboratório.Proteger a Urina da luz. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservantes). Enviar rapidamente ao laboratório. PARDINI . que quando presentes nas fezes indicam uma mal absorç intestinal (intolerância a carboidratos). Conservaç o de envio: Frasco âmbar ou frasco envolvido em papel alumínio ou carbono. .Coproporfirinas.Proteger da luz. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Enviar rapidamente ao laboratório. . As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç es eritrocíticas e hep ticas. ñ óuô †ò ˆ€‰ ˆu‰ †iÿ ô 282 Instituto de Patologia Clínica H. URINA ñ  “€‘ ò óuô ô †ÿ ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ‡   ˆu‰Rd † ™” ˆu‰ Coment rios: A pesquisa de Coproporfirinas nas fezes auxilia no diagnóstico das Porfiri as. Manter sob refrigeraç . .*Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina. . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) . ˆu‰Rd † ™ † ‘ ¡ ˆ ˆu‰  Corpos Redutores Fecal Coment  rios: Os aç cares s substâncias redutoras.Urina 24h*. As porfirias podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas.

Condi o: Urina recente (2 a micç matinal .Enviar rapidamente ao laboratório. Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) .Recomenda-se colher no laboratório. PARDINI 283 . M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante). M todo: Microscopia de contraste de fase Valor de Refer ncia: Aus ncia de Acantócitos e Codócitos.*Urina 24 h. Conservaç o de envio: At horas entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. Indivíduos  apresentam n mero significativo de hem cias no sedimento urin rio dever colher nova amostra. com a urina.Cuidado par contaminar as fezes. -N star usar laxante ou supositório. indicando tam m a direç conduta m ica. . no ato da coleta. . erros inatos do metabolismo ou les o renal causada pela cristalizaç metabólitos (c lculos). devido ao car ter às vezes transitório das hemat rias microscópicas. pesquisa Coment  rios: A an lise da morfologia das hem cias no sedimento uri rio pode indicar se a origem da hemat ria glomerular (presença de acantócitos e/ou codócitos)  lomerular. .Cristais com Luz Polarizada. M todo: Microscopia com Luz Polarizada Valor de Refer ncia: Ausente. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç o intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. pois alguns tipos de cristais (anormais) podem representar dist rbios como doenças do fígado. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. Ter o cuidado de homogeneizar bem a urina antes de separar. ñ óuô ˆ ‡ ˆu‰R—u” ò  ‘ud † ˆ † ‘¡ˆ †iÿ ô   Dismorfismo Eritrocit e rio. O ensaio detecta o antígeno de cepas pato icas t icas do organismo.jato m dio).Enviar rapidamente ao laboratório. pesquisa Coment  rios: A identificaç o dos cristais na uri muito importante.N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ’ u “ u ‘ ˆ ”â‘uˆu‰â–ud ‰u’u“€‘ ‰u óuô ò †iÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . . ˆu‰ † —  ñ ò “ óuô †©š ô ˆ ñ  ë u”R† ‘uˆuë ‰ ‡ ‰‡ Á‘uˆ€‘u‰Á ’ ‘€‡  m† ˆu‰R‡ —u d †  ˆu‰ † Entamoeba histolytica Coment  rios: Ú Ameba histolytica Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de Entamoeba histolytica em amostras de fezes. at  e se obtenha uma amostra com mero representativo de hem cias.

Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.*Urina 24h. 353 Laboratórios: *Enviar 30 mL de Urina. recomenda -se o maior volume possível em Urina 24h. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Fenilalanina. . PARDINI . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) .*Urina 12h ou 24h. . A fru tose. por ser um composto de alto peso molecular. urin e ria Coment  rios: A presença de frutose na urina indica alteraç s no metabolismo da mesma. ñ ™” óuô †ò †  • ¡ ‰ ÿ €– u ’ † ‘¡ˆ †iÿ ô 284 Instituto de Patologia Clínica H. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. levando a um ac mulo de fenilalanina na circulaç conseqüentemente no sistema nervoso central. Enviar rapidamente ao laboratório. ñ “ ‘ud † óuô †ò “€‘ ‡ ‡ €ˆ ‰ ” † ‘¡ˆ †iÿ ô  Frutose. pesquisa Coment  rios: A presença de fenilalanina na uri resultante da defici cia do metabolismo da mesma devido a aus ncia da enzima fenilalanina hidroxilase. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . causando a dist rbios neurológicos irreversíveis com retardamento mental.Enviar rapidamente ao laboratório.Para crianças. se localiza principalmente nos tecidos conjuntivos causando s rios danos a estes.

colites e outras alteraç s do trânsito intestinal.Crianças at s cessitam de dieta. gordura ou outro elemento. Û 2 torradas com muita manteiga. tipo minas ou prato. síndromes ileal e cecal. desvios da flora bacteriana (fermentaç o hidrocarbonada e putrefaç o). tomar Û 1 copo de leite com um pouco de caf .Evitar o uso de bebidas gasosas e alcoólicas. . À tarde Û 1 copo de leite com pouco caf . À noite Û 1 copo de leite com pouco caf . pancr ti ca e biliar. visa o estudo das funç s digestivas abrangendo as provas de digestibilidade macro e microscópicas. PARDINI 285 . Coleta trazer ao laboratório imediatamente. acrescentando macarr Sobremesa Û 1 a 2 bananas cruas. Às 08:00 horas da manh . M todo: É realizada um lise Macroscópica e Microscópica das Fezes e pesquisas Bioquímicas Valor de Refer ncia: Fornecemos relatório do resultado Dieta: .Fazer a dieta durante 3 dias.Suspender toda medicaç o (principalmente laxantes e supositórios) durante 3 dias ou C. hipersecreç iliar. exames químicos e outras. com uma fatia de queijo fresco. Û No 4o dia colher toda a primeira evacuaç o da m Û Usar recipientes limpos e secos. Û arroz Û caldo de feij Û batata cozida (ou pur tata) à vontade. cujos resultados permitem avaliar no diagnóstico das diferentes síndromes coprológicas: insufici cia g strica.Enviar rapidamente ao laboratório. Û 2 torradas com muita manteiga. r urina. Jantar cenoura. Û Evitar contaminaç sar laxantes para obtenç fezes. tipo maça. . Û 1 ovo frito mal passado. Û Igual ao almoço. .O. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Û 2 torradas com muita manteiga. gua.M. Û N .Funcional de Fezes Coment  rios: O estudo coprológico. . Almoço Û 1 bife m io mal passado.É importante informar a idade. ñ ™” ò d(d€‘u ˆ “€‘  ™” ”€ˆ  ˆu‰Ým ˆ †  ÿ du‘€‰ ‘uˆuˆ ‰R‘u” ˆu‰ †— † † † “R—u”Rmud ˆu‰R”© ˆu‰© †©¨ ô ˆu‰R–u‰ ˆu ‰R—u” ˆ du‘ ¡ ˆR” Instituto de Patologia Clínica H.

no ato da coleta. casos de hiperglicemi ia tica e outras.Enviar rapidamente ao laboratório.Enviar rapidamente ao laboratório. o permitindo o desenvolvimento da criança. Enviar rapidamente ao laboratório.Usar frasco limpo e próprio para coleta de urina. M todo: Elisa Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente a fresco (sem conservante).N ter feito o uso de contraste radiológico recentemente. Muito importante como auxiliar no diagnóstico de uma infestaç intestinal pelo protoz rio e para o controle do tratamento. pesquisa Coment  rios: A presença de Glicose na urina depende de sua concentraç sangue. . doença renal avançada. ñ óuô ™” ˆuò ‰ ‘ud †  ‡ ‘uˆ † ˆu— ‰R—u”© ˆu‰ ”u‘ † ‘¡ˆ “ ˆ€‰ †iÿ ô Gi e rdia Coment  rios: Detecç o qualitativa dos antígenos específicos de gi rdia em amostras de fezes. . síndrome de Fanconi. provocando outras complicaç s inclusive a morte. .Galactose Coment  rios: O aparecimento de galactose na uri ma condiç g tica na qual o organismo. Laboratórios: *enviar 30 mL de Urina. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 . -N star usar laxante ou supositório. torna-se incapaz de converter a galactose da alimentaç em glicose levando ao seu ac mulo. PARDINI . por defici ncia da enzima galactose-1-fosfato-uridil-transferase. ñ ˆ óuô ò ‰u’u“€ˆu‘ ‰ ”ý‘uˆ u’ €“ ‘ ‰u  †ÿ ô ˆuˆu‰R ‰” dR‘uˆu‰ † Glicose urin e ria.Cuidado par contaminar as fezes. O ensaio detecta antígeno de cepas pat icas o pato icas do organismo. ñ † óuô †ò  ˆ€‰ö‘u‰ dR‘uˆu‰R— m † † ‘¡ˆ ‰ ÿ €– u ’ ô †iÿ  • ¡ 286 Instituto de Patologia Clínica H. .Colher após 2 horas de ingest copo de leite. M todo: Precipitaç com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ) .*Urina 12h ou 24h. . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C ou at semana congelada. M todo: Colorim trico/Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . com a urina. A pesquisa de glicose na urina muito importante para auxiliar no diagnóstico de patologia s como: diabetes mellitus.

acrescentando creme de leite e queijo prato.Refrigerar durante a coleta. . . Conservar o material sob refrigeraç rante e após a coleta.M.  ñ ô óuô †ò † ùd€m ˆ€‰ ˆu‰R—u‰ å‘uˆud€‰â m — ˆ€‰ ˆ€‰(— “€‘ ”u †  †©¨ ô  u– ˆ u ‰ R – u ‰ u–  € ’   u d † †— PESQUISA Coment rios: O aparecimento de gordura fecal acima do normal indicativo do esteatorr ia devido a mal absorç gorduras ou defici ncia de enzimas pancre ticas.Evitar contaminaç r urina. PARDINI 287 . M todo: Sudam III – Pesquisa em microscopia ótica Valor de Refer ncia: < 5% de gordura fecal Condi o: Fezes recente (à fresco) ou C.Usar recipientes limpos e secos. após os 3 dias de dieta ou a crit rio do m ico. .C. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.O.N fazer uso de laxantes e/ou supositórios. 48h ou 72h .Enviar rapidamente ao laboratório.0 g/24h Condi o: Fezes de 24h.O. informar peso total e tempo de coleta. N o usar: Ü Supositório Ü Óleo de rícin o ou outros laxantes Dieta (03 dias): Manter a dieta at encerrar a coleta. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível pequena alíquota. Pode s er usado no monitorizaç tratamento. distribuindo durante o dia: Ü 03 colheres (sopa) de azeite Ü 02 colheres (sopa) de creme de leite Ü 01 colher (sopa) de manteiga Ü 02 pedaços de queijo prato Idade de 06 a 14 anos Seguir metade da dieta para adultos Idade de 02 a 05 anos Seguir 1/3 da dieta para adultos Idade de 01 a 02 anos Manter a dieta normal. Evitar a contaminaç s fezes com a urina.8 a 6. .Colher todo volume de 24 horas. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . . ñ óuô ò “  † † ˆu‰R—u” †©¨ ô ˆu‰ ˆ€‰(—€d Instituto de Patologia Clínica H. .Trazer ao laboratório o mais r ido possível. gordura ou outro elemento.Gordura Fecal COLORIMÉTRICO – DOSAGEM Coment rios: O aparecimento de gorduras neutras e proteínas igeridas nas fezes em quantidades acima do normal indicativo m sorç intestinal e de m sorç intestinal e de insufici cia pancr tica exócrina.M. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 1. Adultos e jovens Acrescentar à dieta habitual di ria.

catarata. obstruç ¡ tico. como óuô †iÿ ô 288 Instituto de Patologia Clínica H. M todo: Macroscopia . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. em enterites. MIF: at semana em temperatura ambiente. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Recente: At dias entre 2o e 8o C. comum do ducto biliar ou obstruç biliar intra —u‰ du‘  † ‰ †ò O Indican tam m apresenta aumentado na decomposiç septicemia com formaç o de abcessos.Microscopia Ótica direta e H. ñ m† ˆ ˆ€‰ù—€‰ ˆ ˆu‰ ”u–u † ˆu‰ “€‘ ”€ ˆu‰ bacterian a da proteína corpórea. Condi o: Vermes adultos. Enviar rapidamente ao laboratório. Conservaç o de envio: Isolado: conservar em salina ou formol at ias.*Urina 12h ou 24h. ñ óuô †ò † ‘¡ˆ †iÿ ô  Identifi s ¢ £¤¥ o de Helmintos e Fragmentos Coment  rios: É til no diagnóstico das diversas infestaç s parasit ri a (identificaç proglotes de T adultos de helmintos).J.P. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal = Traços Condi o: 30. larvas ou fragmentos de vermes isolados ou junto com as fezes. PARDINI . retardo mental. pesquisa Coment  rios: O Indic ¡ resultado da decomposiç Triptofano intes tinal.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ ‡ ™”  ˆ€‰(—€” du“u‘ ia e vermes óuô ô †  †©¨  — †R Indican.Homocistina Coment  rios: O aparecimento de Homocistina na urina. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina.0 mL de Urina recente (jato m dio da 1a urina da manhâ). doença tromboembólica e morte. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . deve-se a erros no seu metabolismo podendo levar a incapacidade de desenvolvimento. insufici cia pancr tica. O Indican tem o nível aumentado quan um aumento da putrefaç o intestinal.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Lactose na urina pode ocorrer nos ltimos meses da gravidez e durante a lactaç .Enviar rapidamente ao laboratório. .P. com Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). Ocorre tamb m pela defici ncia de lactase ou por intolerância sem car cia enzim tica. ñ óuô †ò † “ ‡ “u‘  €ˆ ‰ †iÿ ô †— ‘¡ˆ Microsporídeos. Estes microsporídeos se caracterizam por serem oportunistas. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). ñ óuô ò ˆu‰R—u‰R –ud †iÿ ô Lactose.Isospora Belli Coment  rios: Achados do protozo rio (oocisto) Isospora belli no sedimento fecal esta relacionado com um quadro de imunossupress ciente por se tratar de parasita oportunista. .Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: H. pesquisa Coment  rios: Usado para o diagnóstico complementar das microsporidoses. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. que s o infecç es causadas por protoz rios do filo Microspora.J. M todo: Coloraç microscopia ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (a fresco). ñ óuô †©¨ ô ‰u ˆu‰Rò” ˆ ™ Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 289 . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.

podendo levar desde anormalidades na estrutura esquel tica at retardo mental e morte. M todo: Pesquisa direta por Microscopia Ótica (A lise Qualitativa e Quantitativa) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fragmentos da Mucosa Retal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. ñ óuô †©¨ ô ò † ‘u † ˆu‰R—udR”  du–€“ utica no tratamento da 290 Instituto de Patologia Clínica H. Enviar rapidamente ao laboratório. trauma muscular. ñ óuô † † †ò ˆ€‰ “u‘ “€‘ ˆu‰ † ‘¡ˆ †iÿ ô ÿ• ¡ –€u’ Oograma Coment  rios: Útil no diagnóstico da esquistossomose e tamb m na avaliaç fic cia ter mesma. Laboratórios: *Enviar 30 mL de urina.Mioglobina. PARDINI . infarto do mioc rdio e intoxicaç s. doenças musculares atróficas. Instruç es de Coleta: Veja Urina 12 ou . 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de Mioglobina na urina esta relacionado com: coma prolongado. . . ñ óuô †ò ™  ™” †iÿ ô ˆu‰ † ‘¡ˆ Mucopolissacaridoses. Conservaç o de envio: At dias conservado em salina.Enviar rapidamente ao laboratório.*Urina 12h ou 24h. atrav s do estudo da idade dos ovos encontrados. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) . pesquisa Coment  rios: As mucopolissacaridoses s ¹ m grupo de doenças cong itas resultantes de defici cia na degradaç dos mucopolissacarídeos do tecido conjuntivo. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). convuls es. esforço físico intenso.O cliente n deve estar fazendo uso de Vitamina C e medicamentos a base de Iodo.

M todo: Concentrado . At ia em temperatura ambiente. Instituto de Patologia Clínica H. At dias em temperatura ambiente. M todo: Baermann e Moraes Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). N o usar nenhum medicamento no local. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. ñ óuô ò ˆu‰R—u” ˆ ô † R— Continua. A intensidade do parasitismo influi mero de formas parasit rias eliminadas. PARDINI 291 .Fazer coleta pela m tes do cliente defecar ou tomar banho (n fazer assepsia). ñ ‘uˆu‰ óuô ˆ ò ˆu‰ ‡ ô du‘ ¡ ˆRdu‘ ˆu‰ †iÿ — †„ÿ Parasitológico de Fezes PARASITOLÓGICO Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. .N colher as fezes após ingerir contraste radiológico. .Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Fita Gomada / Pesquisa Direta por Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Swab e Fita Gomada.HPJ (Hoffman .Oxiúrus Coment  rios: Ý Enterobius É a meto dologia de escolha para o diagnóstico da enterobiose (oxi rus).  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™”  óuô BAERMANN E MORAES †©¨ ô  ˆu‰ † ‘€ˆu‰ ” ‘u‰«‘u‡ Coment rios: É específico para o diagnóstico e acompanhamento do tratamento da estrongiloidíase. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. evitando dobras e bolhas de ar. Conservaç o de envio: N o pode refrigerar. pois o Enterobius vermiculares faz postura dos ovos na luz intestinal e sim na regi perianal no período da noite.Enviar rapidamente ao laboratório.. Conservaç o de envio: Fita: fixar fita durex sobre lâmina limpa e desengordurada.Enviar rapidamente ao laboratório. . Swab: at ias conservado em salina. -N ve-se colher material muito liquefeito. ..M todo de Lutz Condi o: Fezes recente (à fresco).Pons e Janer) . pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo. .

. Coleta da Amostra: Colocar o material no recipiente contendo o conservante líquido fornecido pelo laboratório. PARDINI . somente por solicitaç m ica. meio e fim da amostra de fezes. As amostras s o colocadas dentro do mesm o frasco contendo o líquido.  ‰à‰u‡  ñ  ˆ “u‘ ™  ™” —u“  óuô † ‘€ˆu‰ ” ‡ ˆu‰ † —  ‰R‘u‡ † KATO KATZ ‡ ô †  ™” †— ˆu‰ ˆu‰ ™ ” ˆ † u— ‰ ˆ —u‰ † † ‡ † Coment rios: O exame parasitológico pela metodologia Kato -katz al m de ser til no diagnóstico das infestaç s parasit rias causadas por alguns helmintos (Ascaris lumbricóides . Após o t rmino das coletas. pois a aus cia de parasitas em uma amostra de fezes limina a possibilidade da presença do mesmo no organismo . sem qualquer ônus. Conservaç o de envio: At semana em temperatura ambiente. fechar bem o frasco para n entornar. Taenia sp. Þ As fezes devem ser colhidas em urinol ou bi . Þ Uso de laxativos (30g de sulfato de sódio para adultos ou limonada purgativa para crianças). Þ Após a coleta. Enterobios vermiculares e Strongyloides) fornece tam m a quantificaç sta infestaç por grama de fezes. retirar uma quantidade correspondente a uma colher de caf início. podendo ser em dias consecutivos ou alternados. Ancylostomideos. de 3 a 5 dias .C.F.M todo de Lutz Condi o: Amostras colhidas no M.Enviar rapidamente ao laboratório. O líquido conservante só tem validade a part ir do dia que se inicia entre 7 a 8 dias. M todo: Concentrado .Pons e Janer) . soluç s conservantes e fixadoras. É recomend vel o exame de fezes em 03 amostras colhidas em dias diferentes. Iodo e Formol. que devem ser previamente bem lavados. O n mero de amostras variado conforme instruç s m icas. A intensidade d o parasitismo influi no n mero de formas parasit rias eliminadas. sendo de grande importância para o acompanhamento do tratamento. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. MIF = Merc rio.M. ..  ñ ˆu‰b—€” ˆu‰ † ‡ m† ™” óuô ò †iÿ ô 292 Instituto de Patologia Clínica H.PARASITOLÓGICO DE FEZES MIF Coment rios: Muit til na identificaç o das diversas infestaç s parasit rias (ovos e larvas de helmintos e cistos de protoz rios) e na triagem das infecç es intestinais. at obter mero de amostras desejado.O. pois o líqui conservante. N precisa colocar em geladeira. Colhe-se uma amostra por dia. M todo: Kato Katz (Qualitativo e Quantitativo/g de Fezes) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (à fresco). Fornecemos todos os tipos de frascos.Continu õuóuô o. Evitar contaminaç o com urina. Schistosoma mansoni.I.HPJ (Hoffman . Trichuris trichura. Þ Urinar no vaso sanit rio antes da coleta do material.

. ñ †‡ ‡€m † ô † †óuô • ò H ˆu‰f—€”f”u‘  †— † ù‘€” † ˆu‰R–u‰ ‰©‘uˆu‰ ˆ€‰å—u‰Ódu‘u’  á‘ ‘u ‘¡ˆ Continua. nefrites t lo-intersticiais. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. infecç r clamídia. Instituto de Patologia Clínica H. etc. . laxantes e supositórios. . ˆu‰«—ud ˆu†‰Á” —udۉÛmu — u d u — € ” Á — u ” Á  ˆu‰ ñ R † ò óuô †iÿ ô  ˆu‰ Rd ˆu‰ ˆ€‰ ˆu‰ Piócito s. pós -operatórios de prostatectomia. a reaç ser cida e no predomínio do processo de putrefaç . tuberculose de vias uri rias. quadros febris na infância. PARDINI 293 .Evitar o uso de talco. h cessidade da demonstraç ente infeccioso atrav s de exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. a reaç ser lcalina. rejeiç xerto renal. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: At piócitos por campo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). H merosas causas de leucocit ria com a urocultura habitual negativa: glomerulonefrites exsudativas ou proliferativas.Enviar rapidamente ao laboratóri o.Manter dieta hídrica habitual.*Urina 24h.Enviar rapidamente ao laboratório. ter o cuidado de homogeneizar bem a urina. indica processo inflamatório das vias uri rias.Enviar rapidamente ao laboratório..8 a 7. . proteger contra a contaminaç com Urina. o tipo de dieta alimentar e conseqüentemente a quanti cidos de fermentaç a quantidade de bases. . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Laboratórios: *Enviar 5 mL de Urina. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ) .2 Condi o: Fezes recente. ñ óuô †ò ‡d†  † ‘¡ˆ pH Fecal Coment  rios: †iÿ ô  O pH indica se a reaç s fezes ci sica. M todo: Colorim trico (Fita) Valor de Refer ncia: 6. calculose das vias urin rias. Predominando a fermentaç . podendo estar localizado desde os glom rulos at uretra e podendo ser de causa infecciosa. Para confirmar a presença de processo infeccioso. pesquisa e contagem URINA Coment rios: Um aumento de leucócitos (piócitos) na urina. .Pentose Coment  rios: A pentos ri uma doença rara e assintom tica devi do a um erro inato do metabolismo o que ocorre principalmente em pessoas da raça judaica.

PIÓCITOS FEZES Coment rios: O aparecimento de leucócitos (piócitos) nas fezes. ˆ ñ óuô “€‘ ò ‘ u ‡ ˆ€‰ †  ˆ ™” ˆu‰»—u‰Á’ ” ¡ ”u–u ™” †iÿ ô  Porfobilinog T nio Coment  rios: O porfobilinog io se encontra aumentado em casos de porfiria aguda intermitente e na porfiria variegata. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. h necessidade da demonstraç o do agente infeccioso atrav s do exame bacterioscópico ou t cnicas de isolamento e cultura. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. . M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h. pesquisa Coment  rios: As Porfirinas s o compostos intermedi rios da produç rupo heme.Usar 5 g de Bicarbonato de Sódio por litro de urina. indica um processo inflamatório da luz intestinal. M todo: Microscopia Ótica Valor de Refer ncia: Ausente Condi o: Fezes recente (à fresco).Continu õuóuô o.Enviar rapidamente ao laboratório.. . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). Enviar rapidamente ao lab oratório. .Enviar rapidamente. s chamadas de porfiria e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas ticas. causadas por doenças metabólicas ou exposiç o a agentes tóxicos. Para se confirmar a presença do processo infeccioso. As condiç s que resultam no aparecimento de porfiri rias. ñ óuô †ò “u‘ †iÿ ô †— ‘¡ˆ 294 Instituto de Patologia Clínica H. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Laboratórios: Enviar alíquota de 30 mL em frasco âmbar (sensível à luz) ou proteger com papel alumínio ou carbono.  ñ † óuô ò †  ˆ †©¨ ô Porfirinas. PARDINI ..

s foram preenchidos os dados necess rios solicitados.Colher após 2 dias de atraso menstrual. Informaç es ne rias: . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.Informar se suspeita de gravidez. M todo: Colorim trico . . reabsorç tubular deficiente. indica aus ncia de gravidez. O resultado negativo. .Robert Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). ciclo de quantos dias. sugere-se H. N vendo correlaç o clínica. A interpretaç resultado do(s) exame(s) somente poder ser feita pelo clínico. M todo: tex . Algumas causas patológicas da protein ria s : les a membr ana glomerular.C. . se suspeita de aborto. no sangue (soro).O client ve colher a urina após esforço físico.Aglutinaç Valor de Refer ncia: Negativo: N Gr vida Obs.C. dist rbios por imunocomplexo. doenças renais decorrentes do diabetes mellitus e pr -eclâmpsia.: O H. se controle de mola. . Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m dio da 1 a urina da ma ). Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C.G. data da ltima menstruaç o.G. O resultado positivo indica a presenç a de gravidez.Pregnosticon Coment  rios: O test uma prova de aglutinaç o direta de l tex para a detecç Gonatropina Coriônica Humana (HCG) na urina. agentes tóxicos. e especialmente se a coleta o foi assistida. ñ óuô †ò † ‘u ˆ € ‰ ‡ ˆ u ‰ ˆu‰«— ‘¡ˆ ˆ€‰ ‡ †iÿ ô ”(‘€ˆu‰R—u” †— Instituto de Patologia Clínica H. pesquisa Coment  rios: A presença de proteínas na urina nem sempre significa doença renal. Contudo. exceto em casos em que o HCG esta muito diluído ou em baixa concentraç urina.Enviar rapidamente ao laboratório. ñ •u “ ”† ˆ  ˆu‰»—u” óuô u‘ ˆ †iÿ ô ò ˆu‰ ˆu‰ ‘u “ ˆu‰R‘ud ˆ ”Á‘uˆu‰ ™” † ­ª vv ‘¡ˆ ¡d ˆ €ˆ ö ˆ u ‰ 4 ‘ € d ˆ ˆ u ‰ ‰ u— ‰  ‘¡ˆ ‡ ˆ Proteínas.Colher de prefer ncia a 1a urina da ma .Enviar rapidamente ao laboratório. sua presença exige que sejam feitas outras a lises para determinar se essa proteína representa uma condiç normal ou patológica. uri rio sofre as variaç s da diluiç o ou concentraç rina. PARDINI 295 . .

sarcoma ost ico. amiloidoses e mieloma m ltiplo. pesquisa Coment  rios: O aparecimento de protoporfirina nas fezes se deve ao dist rbio das porfirinas.N refrigerar. pode estar relacionado com: Les membrana glomerular.Enviar no m ximo at 30 minutos após a coleta. ñ óuô ˆuò ‰R” ˆ€‰ ”€‰u’u“u‘ ˆu‰÷—ud ‡ †iÿ ô  ˆ Protoporfirinas.Proteína de Bence-Jones Coment  rios: O aparecimento da Proteína de Bence Jones na urina. . que s chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas. Ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. leucemia. Laboratórios: Enviar alíquota 30 mL. Enviar rapidamente ao laboratório. ñ óuô ò ™” ‰u † ˆu‰  u“ ‘ † † ™” 296 Instituto de Patologia Clínica H. N o usar conservante.Colher de prefer cia as fezes liquefeitas (diarr icas) e porç s contendo muco e sangue. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente (sem conservante). macroglobulinemia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. linfoma. . Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (sensível à luz). se houver. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. M todo: Direto a fresco Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Fezes recente. ñ óuô “€‘ ò  ‡ ˆu‰Rd † ˆu‰ ™” †iÿ ô  Protozo e rios. PARDINI . causadas por doenças metabólicas ou exposiç agentes tóxicos. . pesquisa SOMENTE PARA LABORATÓRIOS DE BELO HORIZONTE Coment rios: Auxílio na triagem das infecç s intestinais causadas por protoz rios e/ou bact rias. M todo: Precipitaç Turvaç Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina 24h.

devem ser examinadas pelo menos 3 amostra de fezes.): ß Aspirina ß Fenilbutazona ß Indometacina ß Corticosteróides ß Reserpina Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. gastrite e câncer strico.Enviar rapidamente ao laboratório. M todo: Anticorpo Monoclonal Anti-Hemoglobina Humana . .Nas suspeitas de sangramento. .Enviar rapidamente ao laboratório.Manter dieta hídrica habitual.50 mg Hb/g Fezes = negativo Condi o: Fezes recente. Muito importante na triagem das divers as patologias que afetam a funç renal.M. . carcinoma de cólon e diverticulite.Sangue Oculto Coment  rios: O teste de sangue oculto nas fezes com resultado positivo. .sangramento intestinal baixo: colite. O uso de anticorpo monoclonal específico para hemoglobina humana trouxe uma grande vantagem na pesquisas de Sangue Oculto nas Fezes: cessidade de dieta especial ß N ß N reaç cruzada com hemoglobina de ou tros animais. .sangramento gastrointestinal superior: lcer tica. . PARDINI 297 . cilindros. As grandes interfer cias s : Sangramento Menstrual ou de Hemorróidas. ñ €‘  óuô ˆu‰ † ™” †ô † ‘¡ˆ Instituto de Patologia Clínica H. eritrócitos. ß Tam m n o h feito proz inibiç o da reaç r altas concentraç s de hemoglobina. ‡ dR– † – ™” ’u ˆuˆu‰‰ ¡¡ R m † ‘u” ˆ ˆu‰ Á” ñ ò óuô ‰u‘udRëu” † d ˆ ˆu‰  u ’   u d R — u ‰ ˆ€‰(–€‰  ™” “€‘ ˆu‰  †©¨ ô Sedimentoscopia Coment  rios: A sedimentoscopia uri ria fornece informaç s importantes sobre a presença de leucócitos (piócitos).Imunocromatogr fico Valor de Refer ncia: < 0.Deve-se evitar a contaminaç c/ vaso sanit rio ou com a urina. bact rias. M todo: Microscopia Ótica Condi o: Urina recente (jato m dio da 1a urina da ma ). Bebida alcoólica Medicamentos que podem causar sangramento gastro-intestinal (suspender 2 dias antes ou C. cristais. parasitas e fungos. permite diagnosticar ulceraç s no trato digestivo: . varizes esofagianas.O.

Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. . . j a sua aus ci acompanhada freqüentemente da falta da amilase e lípase. As anomalias metabólicas adquiridas. renal e com aminoaci ria generalizada.sedimentoscopia: corresponde ao exame microscópico da urina.Tirosina.caracteres gerais: corresponde a avaliaç s propriedades físicas da urina.Prova de Schwachman Valor de Refer ncia: à crianças (at 1 ano) . M todo: Revelaç o da Película Fotogr fica .Enviar rapidamente ao laboratório. sendo causada pela imaturidade das funç s hep ticas e raramente causam les rman ente. acompanhar a efic cia do tratamento e constatar a cura.Atividade Triptica á > 1:80 â crianças (1 a 5 anos) .Atividade Triptica á > 1:40 Nota: Em crianças com mais de 5 anos e adultos.Ideal colher no laboratório. . . M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ). † ñ ˆ€‰(—€d “ ˆu‰ ™”   ˆ u ‰ ” R d u ‘ u  óuô † †ô ‘u ud ‘ ¡ ˆ ‡ ˆ 298 Instituto de Patologia Clínica H. ñ ˆò † ó u ô ˆu‰R—ud ˆu© ‰ †©¨ ô ”u †  ”u î눀u‰ ” “u‘ d † ‘uˆ€‰(” Urina Rotina Coment  rios: O exame de urina rotina muito importante para avaliar a funç renal e infecç s podendo auxiliar no diagnóstico de uma patologia. Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. -N sar laxantes ou supositórios.pesquisa de elementos anormais: corresponde à pesquisa química feita na urina. . Nas anormalidades heredit rias as enzimas metabólicas da tirosi s roduzidas levando a evoluç s graves geralmente fatais com envolviment tico. O exame compreende tr s etapas: . . ‡  ñ óuô †ò ™”  ‰ ¡ ”u–€ ‘udR‘uˆu‰ ˆu‰R–  —u‡ ˆu‰R–u” ™” †iÿ ô †— ‘¡ˆ Tripsina Fecal Coment  rios: A atividade tríptica das fezes um indicador da atividade pancr tica. monitorar o progresso desta patologia. pesquisa Coment  rios: Os dist rbios do metabolismo da tirosina devem-se a anormalidades heredit rias ou metabólicas. M todo: É realizada uma an lise física da urina. Usar frasco limpo e próprio para a coleta de urina. podem evoluir de forma transitória como nos prematuros. cuja investigaç tem interesse no diagnóstico da fibrose pancr tica.Enviar rapidamente ao laboratório. PARDINI .Enviar rapidamente ao laboratório.Manter dieta hídrica habitual. . a lise química qualitativa e quantitativa dos elementos anormais (automaç ) lise do sedimento (Microscopia Ótica). Conservaç o de envio: At dia entre 2o e 8o C. Condi o: Urina recente (jato m dio 1a Urina m ) ou Urina c/ no mínimo de 4h após ltima micç o. este exame pode apresentar falso -positivo em virtude da aç flora bacteriana intestinal. Condi o: Fezes recente. star em uso de enzimas digestivas 24 horas antes da coleta.

. ‘u‰u’u“€‘ ñ óuô †ò ˆ‡ ˆ †  u‘ ‡ ’u“u‘ “ ‘¡ˆ ˆu‰ —ud ” u ‘ † ‘u‰u’u“€‘ †iÿ ô †— Uroporfirinas. M todo: Colorim trico (Ehrlich) Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 30 mL de Urina recente (jato m io da 1a urina da ma ).Enviar rapidamente ao laboratório.Urobilinog T nio Coment  rios: O urobili io assim como a Bilirrubina.Enviar rapidamente ao laboratório. A aus ncia do urobili io na urina e nas fezes significa obstruç o do ducto biliar. ñ  “€‘ ò óuô †iÿ ô ˆ€‰Á—u” ‘u‡ ‡ ˆ uˆ R ‰R d ud u’ €” ‘ † ™” ™” † ‘¡ˆ  Instituto de Patologia Clínica H. Laboratórios: Enviar de 30 mL de Urina em frasco âmbar (sensível a luz) ou frasco envolvido por papel alumínio ou carbono. A s condiç s que resultam no aparecimento de porfiri ria. . pesquisa Coment  rios:  roporfirina na urina auxilia no diagnóstico dos dist A detecç rbios das porfirias. . Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. nos dist rbios hemolíticos e na porfiri ria. neste caso de uroporfirina. 353 Conservaç o de envio: At dias entre 2o e 8o C. PARDINI 299 . que impede a passagem normal de bilirrubina para o intestino. O aumento da concentraç o da urobilino io na urina (> 1 mg/dL) contrado nas hepatopatias. m pigmento biliar resultante da degradaç hemoglobina. M todo: Fluoresc cia Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: Urina recente (jato m dio 1a urina da ma ) .Urina 24h*. s o chamadas de porfirias e podem ser herdadas como erros inatos do metabolismo ou adquiridas atrav s de disfunç s eritrocíticas e hep ticas causadas por doenças metaból icas ou exposiç tes tóxicos.*Usar 5 g urina de Bicarbonato de Sódio por litro de urina.

PARDINI .300 Instituto de Patologia Clínica H.

Hipotireoidismo cong nito Hipotireoidismo cong nito “ “ 17-OH-Progesterona neonatal Tripsina neonatal Galactose Hiperplasia Adrenal Cong ita Fibrose Cística Galactosemia “u‘ Hemoglobinopatias triagem neo Hemoglobinopatias Atividade da Biotinidase Toxoplasmose IgM neonatal HIV neonatal Sífilis IgM neonatal Ru Defici cia de Biotinidase Toxoplasmose cong nita “u‘ “ Síndrome da imunodefici cia adquirida Sífilis c Ru m†‰ la IgM neonatal m † ‰ ’€“u‘ la con ‰€‘u’u“u‘ “u‘ ita ita Nessa seçç o outros exames nç o realizados no Teste do Pezinho.O rastreamento de um grande número de doenças congênitas. ampliado e plus. em papel filtro: O Teste do Pezinho. HIV. Instituto de Patologia Clínica H. mas de importância no diagnóstico de erros do metabolismo èéç o descritos. PARDINI 301 . Determinaç es A M S P I L C I O A D O P L U S B Condi o detectada Detecta fenilceton ria (PKU) cidos Detecç o de ami r Fenilalanina Cromatografia de ami TSH neonatal T4 neonatal ‘u‰u ˆ ‡ €‘ u‰  ó€ô cidopatias. Cada uma das determinações tamb æ m podem ser solicitadas isoladamente. pode ser realizado pela anã lise de gotas de sangue do neonato. compondo um perfil individualizado. Rub æ ola IgM e Sífilis IgM podem ser requisitados em qualquer um dos perfis. É sugerido que o teste seja realizado entre 3 e 30 dias de vida. O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disponibiliza o TP em 3 perfis: bãåä ico. relacionadas a distúrbios do metabolismo e infecções.

N secar em estufas ou no sol. deixando o sangue saturar todos as círculos do cart . Círculos necess rios: consulte os exames solicitados ˆ • † ™” ˆ ˆu‰ ˆu‰â— “u‘ ˆ dۗu”ېu’ • •  ˆ ˆu‰ ™” ™” ˆu‰ ˆ€‰ 302 Instituto de Patologia Clínica H.Orientaçê es para coleta do Teste do pezinho: • No ato da coleta. que atendam às especificaç s acima. para evitar que se molhe. Envolver o cart o em papel alumínio e enviar separado dos demais materiais biológicos. Encostar o papel de filtro no local da picada. pode-se colocar. PARDINI . uma vez que pode haver interfer cia do fluido tecidual. evitando solicitaç s de nova coleta ou coleta de sangue em excesso. at vazar no verso. No caso de n o estarem nestas condiç s. Para aumentar o fluxo sangüíneo no local. compress ua quente por 3 minutos antes da punç . N eve ser feita massagem no local da punç o para estimular o fluxo sangüíneo. deixar o sangue sair naturalmente. cuidadosamente. de ver ser colhidos novos círculos. N o colocar em geladeira ou banho de gelo. Deixar secar em temperatura ambiente.

A possibilidade de falso-negativo deve sempre ser considerada devido ao espectro clínico-laboratorial da HAC. Apresenta -se elevado na hiperalaninemia.82 a 3. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Alani um amino cido presente em todas as proteínas. septicemia.79 mg/dL ì 7 meses a 2 anos í 0.17 OH Progesterona neonatal Coment  rios: Usada para triagem da Hiperplasia Adrenal Cong ita (HAC) no Teste do Pezinho. gota. A HAC apresenta um amplo espectro de inci cia variando com ficit enzim tico específico. o que acarreta em níveis elevados de 17α-hidroxiprogesterona (17-OHP). hiperornitinemia.87 a 5. Inci cia no Brasil: 1:7500 nascidos vivos. defici cia de piruvato carboxilase. ˆ u ‰ Á — u ” —€“u‘ “ † d « — € ” ˆu‰«—ud u“ ‘ ò ‰ ö — † “u‘   —u“€‘ † ë 17 OHP neo ñ †– †‰þ † ò óuô †©¨ @ ô —  ˆu‰ Alanina.22 a 2. Cerca de 90 a 95% dos casos de HAC s vidos à defici ncia da enzima 21 -hidroxilase (21-OH).58 a 3. defici cia de piruvato desidrogenase.2 mL Soro. a sensibilidade desse teste róxima a 100% com a especificidade maior que 99%. Conservaç o para envio: At ias entre 2o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar.08 mg/dL ì 11 a 18 anos í 1. Sua determinaç o tem utilidade no diagnóstico de erros inatos do metabolismo das proteínas.88 a 2.89 a 3. histi dinemia.10 a 3. PARDINI 303 . ‘ud † † ñ †  ò † “€‘ “u‘ ˆu‰Ó— ˆ u“ ‘ “€‘ óuô vv  Instituto de Patologia Clínica H.68 mg/dL ì Adultos í 1. sendo mais freqüente em amostras colhidas nas primeiras 24 horas de vida. A qualidade da coleta pode interferir nos resultados.86 mg/dL ì 4 a 6 meses í 1. Doença de Cushing. defici cia de vitamina B12 e diabetes descompensado. Sua concentraç iminui na insufici cia renal crônica. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: Peso ao nascimento Idade gestacional (semanas) Valor de Refer ncia ≤ 2500 g ≤ 32 ≤ 8260 nanog/dL > 32 at 36 ≤ 4950 nanog/dL > 36 ou desconhecida ≤ 3965 nanog/dL > 2500 g Desconhecida ≤ 990 nanog/dL ≤ 33 ≤ 8260 nanog/dL Entre 34 e 36 ≤ 3300 nanog/dL ≥ 37 ≤ 1320 nanog/dL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel.72 a 4. Kwashiokor. hipoglicemia e na Cor ia de Huntington. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . Para os Americana de Pediatria sugere que o teste deva ser coletado at valores de refer cia abaixo. A possibilidade de encontrarmos valores falso-positivos ocorre principalmente em prematuros. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio para enviar.HPLC Valor de Refer ncia: ì Prematuros í 2.79 mg/dL ì Rec m Nascido í 2. .65 mg/dL ì 3 a 10 anos í 1. O objetivo primordial da triagem tecç forma cl ssica perdedora de sal.89 mg/dL Condi o: 0.Colher após 4 o dia de nascimento. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. defeitos do ciclo da ur ia. citrulinemia.72 mg/dL ì 1 a 3 meses í 1. rec m nascidos com baixo peso ao nascer e em crianças com doenças intercorrentes. A Academia o dia de vida da criança.

tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. insulina. Cromatografia qualitativa Coment  rios: É utilizada como triagem de amin cidopatias no Teste do Pezinho. letargia. Sugere a presença das seguintes amino cidopatias: citrulinemia. hipervalinemia. Aumento de glutamina e citrulina no plasma e urina. Laboratórios: Após secar a gota de sangue. Est indicada no estudo de crianças com vômitos recorrentes. aspartame. hidroxiprolinemia. fosfatî ria.  ‰u ‘u‡ ‰u‘€‡ ñ † óuô ò ˆu‰ ™ ‘u‰u ô¡‰ †R þ ÿ †©¨ @ — Amino e¦s idos. envolver em papel alumínio para enviar. GliciñCî ria Assintomï tico Aumento da glicina. Devem ser considerados na interpretaç s resultados: variaç s neonatais transitórias (hipertirosinemia. e no controle de tratamento de anim cidopatias. progesterona. d efici cias neurológicas.. fenil cet ria. variaç es circadianas de at % (concentraç s s mais altas pela tarde e mais baixas pela manh ). doença do Xarope de Bordo. diabetes descompensado e traumatismos. hipermetionemia. glicose. Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. hiperglicinemia. Condi o: 1 círculo de sangue separados em papel de filtro saturado dos dois lados do papel. sugere-se repetir a prova. vômitos. glicinemia. hiperlisinemia. neutropenia. aspirina. retardo mental Aumento da glicina e ï cido propiônico plasmï ticos e uriñCï rios & ' -cetótica Hiperglicinemia nC Retardo mental Aumento da glicina na urina e plasma Anormalidades do ciclo da ur0 ia Retardo mental. retardo mental Aminoacidemia de cadeia ConvulsC Aumento amin' ï cidos ramificados plasmï ticos e ramificada uriñCï rios Homocistiñ(î ria Retardo mental. M todo: Cromatografia em papel Valor de Refer ncia: Apenas identificaç . Podem interferir no ensaio: cido ascórbico. este exame deve ser realizado após 48h de vida. hiperprolinemia. 304 Instituto de Patologia Clínica H. convulsò es Aumento da amônia plasmï tica. histidinemia. no sangue e urina. em casos suspeitos.Amino e¦s idos. Resultados positivos devem ser confirmados pela Cromatografia Líquida de Alta Performance (HPLC) Quantitativa em soro/urina. Para evitar falsonegativos. hiperamonemia. retardo mental Aumento de amiñ ' ï cidos neutros na urina Síndrome de Fanconi Acidose e raquitismo Aminoacidî ria. testosterona. distî rbio psiquiï trico Aumento de fenilalanina plasmï tica Tirosinemia hereditï ria Cirrose heð ï tica Aumento tirosina plasmï tica Disfunç& o renal tubular Alcapto( Ocronose e Artrite Aumento ï cido homogentísico uri( ñ î ria ñ ï rio &' Histidinemia Defeito de fala e audiç( Aumento da histidina urinï ria e plasmï tica & ' . Aumento da homocistina e metionina plasmï tica e Tromboembolismo uriñCï rias CistationiñCî ria Assintomï tico Aumento cistationina uri( ñ ï ria CistiñCî ria Cï lculos uriñ(ï rios Aumento da cistina e amiñ ' ï cidos dibï sicos uriñCï rios Hiperglicinemia cetótica Cetose. valproato. sulfametoxazol + trimetoprim. AMINO IDOS MAIS FREQUENTES: FENILALANINA – TIROSINA – METIONINA – VALINA – LEUCINA – ISOLEUCINA Continua. indometacina. hipertirosinemia. infecç s agudas. hiperargininemia. hiperornitinemia. Cromatografia quantitativa Coment  rios: É utilizada para confirmaç iagnóstica de erros inatos do metabolismo das proteínas onde a concentraç s amino cidos excede em 3 a 4 vezes o valor normal. anticonceptivos orais. cisti ria-lisin ria). interfer ncia da ingesta prot ica nos valores encontrados. homocisti ria. PARDINI ˆu‰»—u‰  uˆ ‰ì—  ˆ€‰w—u‰ ‘ u ‡ ‡ “ ¦ † ¨@ ™ ” ˆu‰ † ™” † —u” “u‘ u‰  ™” ˆ ™ rys . cetose. Distúrbios Achados clínicos Achados laboratoriais Fenilcetonî ria Clï ssica Retardo mental. PKU.. gravidez. At ias entre 2o a 8o C. distî rbio psiquiï trico Fenilalanina plasmï tica > 15 mg/dl Fenilalaninemia benigna Assintomï tico Aumento fenilalanina plasmï tica Fenilalaninemia maligna Retardo mental. prolina e hidroxiprolina Doença de Hartnup Ataxia. chegando a níveis at z vezes maiores. acidose metabólica. Como em casos poucos freqüentes pode haver variaç es transitórias do nível de ami cidos.

9 mg/dL Tirosina: ô Prematuros R.03 a 2.8 a 4.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Isoleucina: Prematuros R.70 a 2.98 a 2.33 mg/dL 1. 313.37 a 1.24 a 0.04 a 0.48 a 1.59 a 0.2 mL Soro.24 a 0.2 a 3.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó vv  †iÿ @ ô — Continua.95 mg/dL 0.24 mg/dL 0..69 mg/dL 0.37 mg/dL 1.10 mg/dL 0. Instituto de Patologia Clínica H.Veja tamb m: TRIPTOFANO .84 mg/dL 0. PARDINI 305 .83 a 3.44 mg/dL 0.59 mg/dL 0.28 mg/dL 0. 309 e ALANINA M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance – HPLC.59 a 2.50 a 1.6 a 3. óuô Leucina: Prematuros R.23 mg/dL 0.28 mg/dL ó ô ô ô ô ô ô ô 0.0 mg/dL 7.43 mg/dL 0. Laboratórios : Separar imediatamente após coleta e congelar..73 a 2.97 a 1. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r €– u ’ .55 mg/dL 0.03 mg/dL 0.50 a 3.0 mg/dL 1.94 a 2.93 a 2.Nascido (1 dia) Adultos ò ncia: ô ô ô 2.Nascido (1 dia) 1m a 3m 4m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô ô 0.71 mg/dL 0.88 mg/dL 1.Nascido (1 dia) ô Adultos ô Metionina: Prematuros 1m a 3m 4m a 6m 7m a 2a 3a a 10a 11a a 18a adultos ó Valina: Prematuros R.43 mg/dL 0.09 a 0.8 a 2.AMINO CIDOS.67 a 3. ñ ñ Continu –uu’ u– € ’ õuóuô o. HISTIDINA .50 a 1..24 mg/dL 0.31 mg/dL 1. Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .7 mg/dL 0. SANGUE Valores de Refer ó Fenilalanina: Prematuros R.25 mg/dL 0. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.0 a 24.11 mg/dL 0.16 a 0.35 a 0. 303.26 a 0.5 mg/dL 1..60 mg/dL Condi o: 0.78 mg/dL 0.75 mg/dL 0.59 a 1.10o C.65 a 3.45 a 0.07 mg/dL 1.73 mg/dL 0.34 a 1.0 a 7.29 mg/dL 0.4 mg/dL 0.62 a 1.18 a 0.61 mg/dL 0.

6 a 8.8 a 6.10o C.0 a 7.1 õ Isoleucina .2 3 a 12 anos ö 7.0 a 24.4 a 3.4 ö 2.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö < 0.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1. “ †©š “ †©š ò Valina .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 4.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.2 3 a 12 anos ö 1.0 a 11.Urina recente (amostra isolada): õ õ Tirosina – nmoL/mg creatinina: Fenilalanina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 1090 a 6780 Prematuros(at semanas) ö 920 a 2280 0 a 1 m s ö 220 a 1650 0a1m s ö 91 a 457 2 a 24 meses ö 333 a 1550 2 a 24 meses ö 175 a 1340 3 a 18 anos ö 122 a 517 3 a 18 anos ö 61 a 314 ö ö Adultos 90 a 290 Adultos 51 a 250 õ õ Metionina – nmoL/mg creatinina: Isoleucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 500 a 1230 Prematuros(at semanas) ö 250 a 640 0 a 1 m s ö 342 a 880 0 a 1 m s ö 125 a 390 2 a 24 meses ö 174 a 1090 2 a 24 meses ö 38 a 342 3 a 18 anos ö 16 a 114 3 a 18 anos ö 10 a 126 ö ö Adultos 38 a 210 Adultos 16 a 180 õ õ Valina – nmoL/mg creatinina: Leucina – nmoL/mg creatinina: Prematuros(at semanas) ö 180 a 890 Prematuro (at 6 semanas) ö 190 a 790 0 a 1 m s ö 113 a 369 0 a 1 m s ö 78 a 195 2 a 24 meses ö 99 a 316 2 a 24 meses ö 70 a 570 3 a 18 anos ö 58 a 143 3 a 18 anos ö 30 a 500 ö 27 a 260 ö 30 a 150 Adultos Adultos Condi o: Crianças: Urina recente.2 a 30.1 a 1. Laboratórios: *Enviar 10 mL de Urina e informar volume total.2 a 1.9 a 2.*Usar 20 mL de Tolueno.3 Adulto ò Valores de Refer ncia . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 1.0 a 7.0 3 a 12 anos ö 3. Informaç es nece rias: Medicamentos em uso.Continu õuóuô o.AMINO CIDOS. CROMATOGRAFIA QUANTITATIVA r URINA Valor de Refer ncia – Urina 24 horas: õ Fenilalanina ..1 õ Metionina .0 Adulto ö 2. Adultos: *Urina 24h.2 3 a 12 anos ö < 9.0 a 17.0 3 a 12 anos ö 5.9 Adulto õ Leucina .mg/24hs 10 dias a 7 semanas ö 0.9 ö 3.5 Adulto õ Tirosina .7 3 a 12 anos ö 4.5 ö < 16. PARDINI . 353 Conservaç o de envio: At ias entre 0o e .0 ö 2.0 Adulto õ “ †©š “ †©š “ † “ †©š óuô † Rô — vv   306 Instituto de Patologia Clínica H.4 Adultos ö 12.0 a 14. .5 a 11.0 a 55..

cegueira. este exame deve ser realizado após 48h de vida. convuls s. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. A PKU mais freqüente das amino cidopatias. As formas severas cursam com alteraç s do SNC (ataxia. ñ ”† ‡ ™” “ —u“u™ ‘” “ óuô †ò ˆ ™”  Fenilalanina Coment  rios: ÷ PKU Utilizado para triagem da fenilcet ria (PKU) no teste do pezinho. hipoacusia). Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. É um erro inato do metabolismo localizado no braço longo do cromossomo 12. tendo o rec m -nascido recebido aleitamento. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Normal Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. o que pode reverter o quadro clínico. Aumento transitório da fenilalanina pode ocorrer por “imaturidade das enzimas” com subseqüente normalizaç .000 nascidos. Conservaç o para envio: Após a dosagem conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl stica (abrigo da luz) com vedaç . A hiperfenilalaninemi let ria ao SNC. Inci cia no Brasil: 1:15.  —u“u‘ ‰u‘u‡ ˆu‰Ó— †d ñ † †óuHô • ò ô † ˆu‰ “ d † —u” † ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. alteraç s de pele e anexos. acarretando atraso do desenvolvimento neuropsicomotor. PARDINI 307 . M todo: Fluorimetrico modificado Valor de Refer ncia: At mg/dL Condi o: 2 círculos de Sangue (separados) em papel de filtro saturado nos dois lados do papel.Biotinidase Coment  rios: É utilizado para triagem da defici ncia de atividade da biotinidase no Teste do Pezinho. sendo herança autossômica recessiva.000. Fenilalanina tamb m pode ser detectada em amostras de urina recente e de 24 horas. . Inci cia no Brasil: 1:125. Resulta de defici ncia da fenilalanina hidroxilase que catalisa a convers a fenilalanina em tirosina. A defici ncia da  m dist rbio autossômico recessivo que leva à pouca disponibilidade de biotina. retard o neuropsicomotor. Para evitar falso -negativos.Colher após 4 o dia do nascimento. Diagnóstico precoce permite reposiç o oral da biotina. co -fator biotinidas para atividade de v rias enzimas.

Incid ncia: 1:60. uridina-difosfato-galactose-4-epimerase e da galactoquinase. Resultados anormais devem ser confirmados após 4 meses de idade com eletroforese de hemoglobina. Conservaç o para envio: .Galactose Total – triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de galactossemia no Teste do Pezinho. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Rec m Nascido . At ras entre 2 o e 8o C. A Galactosemi uma doença autossômica recessiva. retardo mental e susceptibilidade a sepsis por E.At 0 dias entre 2o e 8o C. PARDINI .0 mg/dL Condi o: 2 círculos de sangue separados em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. aproximadamente. coli.HPLC Valor de Refer ncia: Aus ncia de Hemoglobina anômala Condi o: 2 círculos de sangue total coletado em cart . Dieta sem galactose deve ser mantida por toda vida para que se evite a manifestaç o da defici cia.At 2 horas em temperatura ambiente. O rec m -nascido normal apresenta HbA e Hbfetal.000 a 1:80. . 400 hemoglobinas variantes. 2) reduç o na quantidade de proteína normal (ex: talassemia). triagem neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem de hemoglobinopatias no Teste do Pezinho.at . As anormalidades da síntese da hemoglobina s ivididas em 3 grupos: 1) produç mol cula anormal (ex: drepanocitose). Manifesta-se com sinais e sintomas gastro-intestinais.  ñ “ “u‘ d† ò † óuô ô †Á þ †¨  ˆ ‡ “u‘ † †@ Hemoglobinopatias. A HbF predomina ao nascimento. S o conhecidas. Acarreta no ac mulo da galactose no sangue e tecidos. causada pela defici cia das enzimas galactose -1-fosfato-uridil-transferase (forma cl ssica). Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. catarata. “u‘ † ñ ˆu‰âm ˆ ˆu‰ — ˆ “u‘ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰×—u” † † ˆ€‰ †‰ ò “ óuô †i†Rÿþ •ÿ ô ¡¡ ‰‰ ˆu‰ 308 Instituto de Patologia Clínica H. Apresentam alta preval cia na populaç rasileira em virtude da miscigenaç racial.000 nascidos. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance . com seus níveis decrescendo at s 36 meses de idade. 3) anormalidade de desenvolvimento (ex: persist cia de hemoglobina fetal). Conservaç o para envio: At ras em temperatura ambiente. icterícia. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio para enviar. As Hemoglobinopatias s um grupo de desordens gen ticas caracterizadas pela produç anormal de cadeias de hemoglobina.

tendo em vista que a IgG atravessa barreira placent ria.77 mg/dL ù 0. A histidi m ami cido de importância na síntese das bases p ricas e pirimídicas. No Teste do Pezinho realiza-se a pesquisa de anticorpos para antígeno viral HIV-1 do envelope (ENV GP41). É necess rio a complementaç sorologia em caso de HIV neonatal positivo.49 a 2.50 a 1.2 mL Soro.32 mg/dL ø 3 a 10 anos ù 0. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congela r.09 mg/dL ø R.HPLC Valor de Refer ncia: ø Prematuros ù 0. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso.64 mg/dL ø 11 a 18 anos ù 0.37 a 1. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico.Histidina. Nascido (1 dia) ù 0. Aumento dos níveis plasm ticos podem ser encontrados na Histidinemia (retardo mental e dist rbio da fala). Conservaç o para envio: At ias entre 0o e . elevaç transitória do neonato e na hemólise. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç erro inato do metabolismo das proteínas. . A infecç o pelo HIV por via vertical apresenta evoluç o clínica mais grave que nas outras formas de transmiss . M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .66 mg/dL ø Adultos Condi o: 0.47 a 1. gravidez (aumento de at 50%).14 mg/dL ø 1 a 3 meses ù 1. neonatal Coment  rios: Útil para triagem de infecç lo vírus da imunodefici cia humana (HIV) no Teste do Pezinho. ˆ ˆ€‰ ò ñ ˆu‰ –u” ˆ  óuô  ˆ “u‘ †‡ † ˆ u ‰ ÷ — u d ˆu‰R” †  Instituto de Patologia Clínica H. A pesquisa do HIV com PCR til para se confirmar a infecç m crianças.82 a 1. ñ ˆu‰ ˆu‰â—u” ‡ ‡ €‘ d †   ‘u‰u † ò óuô vv  †iÿ @ ô — HIV-1.37 a 1. Neonatos de m es HIV positivo podem ser soropositivos at 18 meses. PARDINI 309 .10o C. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel.76 a 1.99 a 1.74 mg/dL ù 0.Rec m nascidos de 3 a 5 dias.12 mg/dL ø 4 a 6 meses ø 7 meses a 2 anos ù 0.

A presença de anticorpo IgM para treponema caracteriza uma infecç guda. Laboratórios: Deixar secar a gota de Sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. ñ óuô ˆ ˆ u ‰ ˆu‰«d — u ‰ « ‡ † ˆu‰R—u” ò  “€‘ “ ‰«‘uˆu‰«” † ˆ€‰ ‘u’u“u‘ ˆ †  310 Instituto de Patologia Clínica H. sen til no diagnóstico da sífilis cong nita. pois esse n o atravessa a barreira placent ria. ñ ‘u’€“u‘ ˆ ò u m † ‰ ˆ€‰ “  €m † ‰ m†‰  óuô  ‰† ™ ‘uˆ€‰(–  ˆu‰ u m ‰ † um † ‘u’u“u‘ Sífilis IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de sífilis no teste do pezinho. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. M todo: Imunoensaio enzim tico por captura Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. .Rec m nascidos de 3 a 5 dias. Ressalta-se que VDRL e FTA-ABS positivos em rec m-nascidos s o de difícil interpretaç vido possibilidade de transfer cia materna. A infecç materna pelo vírus da r  la pode gerar aborto ou feto com m formaç es (Síndrome da R la Co ita). Deve ser complementa da pela sorologia caso seja positiva ou haja suspeiç clínica. A presença de anticorpos IgM para R la no neonat indicativo de r  ola co ita. PARDINI . na infecç co ita os títulos se mant m ou se elevam com o passar dos meses. Entretanto. Resultado negativ xclui esta infecç o (sensibilidade de 80%).Rub ’ ola IgM neonatal Coment  rios: Útil para diagnóstico da infecç cong nita pelo vírus da ru la no Teste do Pezinho. Deve ser complementada pela sorologia caso positiva ou haja suspeita clínica. Ressalta-se que 20% dos neonatos infectados roduzem IgM antes de 30 dias de idade. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel.

icterícia. conservar o papel d e filtro por 30 dias entre 2o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . . Valores baixos de T4 neonatal podem ocorrer em neonatos com baixa TBG. freqüente no sexo masculino (1 em 5. Neonatos com hipotireoidismo podem apresentar T4 neonatal normal devido ao aumento da TBG. Os valores normais de TSH neonatal s menores que 10 µUI/ml. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú < que 10 µUI/mL ú Aceit vel: < 40 µUI/mL com queda r ida em 10 dias Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . dist rbios da horm nese. ‰€‘u‰u’u“ “  ‰ ”€‘u—u“ †«ÿuÿ † u“ ‘ “ ˆ ‡ ñ ™ ˆu‰Û—u‰ ‰»ëu” † ™” óuô  ò † ÿ€ÿ ô ˆu‰  TSH neonatal Coment  rios: Utilizado na triagem do hipotireoidismo c ito (HC) no teste do pezinho.0 a 17. Nestes casos os valores tam m se normalizam em 10 dias.T4 neonatal Coment  rios: Utilizado para triagem do hipotireoidismo cong nito (HC) no Teste do Pezinho. Incid ncia no Brasil: 1:2980 a 1:8278 nascidos-vivos.Colher após 4 o dia do nascimento. baixo peso e infecç es intercorrentes. PARDINI 311 . pr -termo. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: ú Desej vel û 6.0 µg/dL ú Aceit vel û limite superior at . Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. A confirmaç HC deve ser realizada com as determinaç s do T4 livre e do TSH ultra sensível s ricos. Conservaç o para envio: Após a dosagem. A produç o inadequada do hormônio da tireóide no HC tem v rias causa s: agenesia ou ectopia da tireóide. Elevaç s persistentes s características de hipotireoidismo. Valores entre 40-100 µUI/ml tam m podem decorrer de outras condiç s: anóxia perinatal. . Conservaç o para envio: Após a dosagem.000 a 10. Aceita-se como normais valores at 40 µUI/ml com queda r ida em 10 dias. síndrome do desconforto respiratório.Colher após o 4 o dia do nascimento. doença hipertensiva materna e descolamento prematuro de placenta. cretinism mico e hipopituitarismo.0 µg/dL em virtude do TBG materno Condi o: 2 círculos de sangue em papel de filtro saturado nos dois lados do papel. O T4 neonatal deve ser sempre analisado em conjunto com o TSH neonatal.000 nascimentos). Aceita-se como normais valores de at µg/dl em virtude de interfer cia da tireoglobulina (TBG) materna. ñ uˆ ‰ † óuô  ô ò ˆu‰ ‰u‘u’u“u‘ m† m† † ™” u– ™” €– ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. Valores baixos podem decorrer da prematuridade.

havendo mais de 150 mutaç s descritas. Laboratório s: Deixar secar a gota de sangue em temperatura ambiente e envolver em papel alumínio para enviar. ˆu‰á” ñ óuô ™ d€–u“ ò †iÿ @ • ‘€’ ˆu‰  ™ ‘ † —u“u‘ ˆ€‰à—u‰ † d ”u ‘† ˆ † † ™” ‡ ‡uˆ ‰ “u‘ ô  312 Instituto de Patologia Clínica H. que determinam defici cia da proteína respons vel pelo transporte de cloro pelas c lulas epiteliais. Ac mulo de tripsina decorre da obstruç s ductos pancr ticos. A mutaç mais comum em crianças brancas F508. A Fibrose Cística ou mucoviscidose. localizadas no cromossomo 7. sendo a IgA mais sensível que o IgM no diagnóstico da infecç o con ita. ñ “ ˆ ò † ˆu‰ ˆu‰ “  ˆu‰ † ˆu” óuô  ˆu‰ ’u—ud4‘uˆu‰ —u“u‘ † ˆ ’u“u‘ ˆuˆ€‰‰  Tripsina neonatal Coment  rios: ü Fibrose Cística Triagem neonatal no Teste do Pezinho. Inci cia de 1:3. acarretando dist rbio da secreç xócrina (muco espesso). Inci cia: 1:2. A transmiss transplacent ria ocorre na infecç materna recente.Toxoplasmose IgM neonatal Coment  rios: Triagem neonatal de infecç cong nita pelo Toxoplasma goondi no teste do pezinho. Em m s com infecç a -tratada. Caso a triagem da toxoplasmose seja positiva.000 nascidos -vivos.Colher após 4 o dia do nascimento. 2” trimestre 30-54%. A infecç o transplacent ria no início da gestaç mais grave.000 nascidos.Rec m nascidos com 3 a 5 dias. A confirmaç o da doença requer níveis aumentados de cloreto de sódio no suor (iontoforese) e PCR para fibrose cística.000 a 1:9. deve ser complementada pelos m todos sorológicos tradicionais. M todo: Imunoensaio Enzim tico Valor de Refer ncia: Negativo Condi o: 2 círculos de sangue em papel filtro saturado nos dois lados do papel. . ma herança autossômica recessiva decorrente de mutaç es ge ticas. Laboratórios: Deixar secar a gota de sangue e envolver em papel alumínio e saco pl stico. PARDINI . 3 trimestre 6065%. infecç cong nita ocorre na seguinte probabilidade: 1” trimestre 10-25%. M todo: Imunofluorimetria Valor de Refer ncia: /mL ý 0 a 30 dias þ at ý alerta þ > que 250 ng/mL Condi o: 2 círculos de Sangue em papel de Filtro saturado nos dois lados do papel. O diagnóstico precoce permite intervenç es ter ticas precoces e o aconselhamento ge ti co aos pais. conservar o papel de filtro por 30 dias entre 2 o e 8o C em embalagem pl satica (abrigo da luz) com vedaç . Conservaç o para envio: Após a dosagem. .

49 mg/dL ÿ Adultos   Condi o: 0. Doença de Hartnup. Conservaç o para envio: At ias entre 0o a .92 mg/dL ÿ Rec m Nascido   < 1.2 mL de Soro. sepse e encefalopatia he tica.37 mg/dL 0.HPLC Valor de Refer ncia: ÿ Prematuros   0.Triptofano. ñ ˆ –u óuô † ò ˆ † vv  †iÿ @ ô — Instituto de Patologia Clínica H. Encontra-se elevado na hipertriptofanemia. pós -operatório. Amino e¦s ido quantitativo Coment  rios: Utilizado para detecç o de erro inato do metabolismo de proteínas.30 a 0.51 a 1. hipotermia. Diminui na síndrome carcinóide. Informaç es nece rias: Informar medicamentos em uso. enterite regional. PARDINI 313 . pelagra e desnutriç o prot ico -calórica. M todo: Cromatografia Líquida de Alta Performance .10o C. Laboratórios: Separar imediatamente após coleta e congelar.

314 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Conservaç o de envio: Congelar. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. uma de início e outra do final da jornada de trabalho. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ¡ Cetoacidoses ¢ 10.Urina recente . PARDINI 315 .Urina 24h.5 Hexanodiona Urin e ria Coment  rios: Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o n -hexano.0 mg/dL ¢ Condi o: 5.0 mL de Plasma Fluoretado. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Informaç es nece rias: Informar se i tico. ñ du‡€—u” ‘ud † † —u‰ †  ˆ ™ ˆu‰âm ˆ ˆ€‰ùd ‰† ˆ ò óuô ˆu‰ ô ‡† ˆu‰ ™” ˆ ™” ˆu‰R—udR” ˆ€‰(‰  ˆ u‘  Acetona. Interferentes: A exposiç simultânea ao tolueno inibe consideravelmente a excreç o uri ria da 2.0 a 70.0 mg/dL ¡ Níveis Tóxicos > que 20. O seu principal efeito tóxico ocorre a nível de sistema nervoso central.. Após o processo de biotransformaç do n-hexano o principal produto excretado na uri a 2. O n-hexan prontamente absorvido por qualquer via. visando a prevenç o de alteraç es da s do trabalhador. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel ¡ IBMP: 5. 1994. Pode produzir neuropatia perif rica e nas intoxicaç s graves: fraqueza. Instituto de Patologia Clínica H. calculando -se em torno de 70% a absorç terminada concentraç inalada. dosagem Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níves de acetona no organismo.Para avaliaç xposiç cupacional recomenda -se a coleta de duas amostras de urina. A acet rapidamente absorvida pelo trato respiratório. bradicardia e hipotermia. câimbras nas extremidades dos m sculos inferiores.0 mg/dL (para indivíduos n di ticos e em caso de jejum prolongado). ñ ˆu‰÷—u”ö—€” u‰ u‘ d † ˆu‰ö—€” ˆ€‰ ˆu‰ SANGUE Valor de Refer ncia: ¡ 0. Mt/Br) Condi o: 50 mL de Urina final jornada de trabalho . anorexia. por m a intoxicaç o comumente ocorre pela inalaç o de seus vapores nas exposiç s ocupacionais ou quan sado como droga de abuso.5 hexanodiona.. .0 mg/g de creatinina (NR-7. perda de peso.0 mg/dL ¡ Exposiç Ocupacional ¢ < que 10.3 a 2. óuô ò ˆu‰ † v— v ud  m † ˆu‰ dum † ô Continua. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total. A sua inalaç termina irritaç e bronco espasmo.2.5 hexanodiona.

a partir do 15o dia de exposiç .Urina início ou final jornada de trabalho . diazepam.N coletar amostras às segundas -feiras. levando a um aument cido delta aminolevulínico na urina.Urina 24h. MT/Br) 10.Urina início ou final de jornada. Enviar 50 mL e informar volume total. etanol. Laboratórios: Especificar tipo de urina. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: Urina isolada: £ at 4. hidantoinatos. cloroquina.ACETONA. MT/Br) £ IBMP ¥ Urina 24h: £ Adulto at . Conservaç o de envio: Refrigerar.0 mg/dL £ Exposiç Condi o: 5. 1994. clordiazepóxido.0 mg/g de creatinina (NR-7.. hor rio inicial e final da coleta. DOSAGEM cido Delta Amino Levulínico ¤ Coment  rios: ` É o indicador de efeito mais utilizado nas exposiç s ao chumbo.5). .0 mL de Urina recente .Colher ao final da jornada de trabalho.5 mg/g de creatinina (NR-7. estrógenos. A aç o nociva do chumbo no organismo precocemente revelada pelos sinais decorrentes da alteraç o na síntese do heme.Usar cido Ac tico 8M(10 mL/L de Urina) ou cido Ac tico concentrado(pH da amostra entre 4. . PARDINI . clorpropamida. Laboratórios : Especificar tipo de urina e enviar em Frasco âmbar (sensível à l uz). Conservaç o de envio: Congelar. O Pb inibe a enzim cido delta aminolevulínico desidratase em combinaç com o aumento da Ala -S. Interferentes: Barbit ricos.9 mg/24h £ Criança ¥ Condi o: 50 mL de Urina recente .0 e 4. 1994.5 mg/24h ¥ at . O congelamento da amostra deve ser evitado. .Continu URINA Valor de Refer ncia: £ 0. ergotamina.Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de Urina. ñ †ò † dö ‰R—u‰R ™” ALA-U ˆ ˆ ˆu‰ † óuô ˆu‰ … ‡ ô †R †H•þ † … † ˆu‰ 316 Instituto de Patologia Clínica H. ò ó u ô ˆu‰ ô õuóuô o.3 mg/dL Ocupacional: > 27. sulfamídicos. ..

0 mL de Sangue Total (Heparina).0 16.8 a 15. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 60 U/L Eritrócitos Valor de Refer ncia correlacionado com Chumbo: Chumbo µg/dL ALA-D U/L de Eritrócitos 30.0 8. Enx mínimo 3 vezes em H2O (a melhor qualidade possível). por m de grande uso clínico como anti cido e como agente quelante de fosfato para pacientes em di lise.7 a 34. cido Delta Amino Levulínico Desidratase ¦  ñ †ò ò ˆu‰  ALA-D ˆu‰ ˆu‰ ™” ˆ€‰ … ô ô u– “u‘  Alumínio Coment  rios: O alumíni um element essencial considerado tóxico. Laboratórios: Enviar o mais r ido possível em frasco protegido da luz. levando a uma diminuiç na síntese do heme. Conservaç o de envio: Refrigerar. porque os compostos de alumínio n s o os mesmos. Instituto de Patologia Clínica H. Sempre mantenha protegido contra poeiras. O Minist rio da S e define como crit rio de avaliaç eo alumínio deva ser monitorado pelo menos uma vez ao ano. O chumbo inibe a aç da enzima.9 45.0 21. ñ ‰†  ˆu‰Ó‘u‰  ˆu‰ ˆ ˆu‰R—u” …  d(d€ô ‘u ‰í‘€ˆu‰ ˆ † † ‘uˆu‰ †  ud ‡u—  u“ † ‘ ˆu‰«ë  ˆu‰ ˆ†  u’!u”÷‘u‰ ˆ ™” ™ ”    ˆ€‰ ” ˆ Continua. Os principais efeitos tóxicos do Al s SNC e no metabolismo oss a. tabaco.5 60. Os valores de refer cia para pacientes em hemodi lise e para trabalhadores expostos devem ser comparados.1 a 43. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor Zeeman) Laboratórios : Informar obrigatoriamente: se est em tratamento com medicamento a base de alumínio (anti cidos). preso com el stico).8 Condiç o: 3.0 12. Secar em estufa a ± 60o C (o recipiente de secagem dever ser coberto com papel filtro. se fa z tratamento de hemodi lise.4 31.5 a 23. Enviar material em tubo pl stico previamente desmineralizado (kit fornecido pelo laboratório). N o utilize luvas de l tex para manipular amostras e materiais par lises de elementos em baixas concentraç s. ars ico e c dmio podem inibir a atividade da Ala-D. Conservaç o de envio: Refrigerar. Interferentes: lcool.` Coment rios: A atividade da enzima cido delta aminolevulínico desidratase pode ser usada como indicador biológico de efeito (avaliaç tóxica resultante da exposiç ) nas exposiç s ao chumbo. se possui história de falha renal crônica.0 a 44..Lembrar que o Alumínio m elemento abundante e precauç s especiais dever o ser tomadas para evitar possível contaminaç o da amostra. . PARDINI 317 . Procedimento para Desmineralizaç : Deixar o material (preferencialmente virgem) em imers m soluç cido Nítrico 5 a 10% por 48 horas..0 a 49.

lavar as m s e a genit lia antes de colher. PARDINI .: N colher em local de trabalho.Urina recente . com a exposiç cupacional. Aumentos de 50.0 µg/24 horas Condi o: 3. MT/Br) ¨ IBMP § 50. Obs. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. As exposiç s ao ars nico no ambiente de trabalho.0 mg/kg) durante os 60 ltimos minutos da sess di lise e dosa-se o Al após 48 horas (antes da próxima sess i lise). enviar 50 mL e informar volume total.0 mL de Urina recente . Valores < 30 µg/L § exames anuais . MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . comer frutos do mar. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Recomenda-se colher o material no final da jornada semanal de trabalho. 1994. retirar o uniforme. “u‘ ™ ” ñ óuô † A@ ò ˆu‰ ‰u’€“u‘ ‘u“d †   ‘€ˆu‰R‰ ˆ u ‰ î ‰ ˆ “€‘ ˆu‰Á—ud»” ˆ€‰Á‰   ˆu‰  ‘uˆu‰ ˆu‰  ô  318 Instituto de Patologia Clínica H.Urina 24 horas. M todo: Expectrofotometria de Absorç o Atômica (gerador de hidretos) Valor de Refer ncia: ¨ at . 353 ò  Ar—¦T nico Coment  rios: O ars ico na uri tilizado como indicador biológico para a avaliaç xposiç cupacional. Laboratórios : Especificar tipo de urina e informar volume total.Urina 24h. O ars ico e certos compostos arsenica is s considerados carcin icos.Continu õuóuô o.0 mL de Soro (tubo especial desmineralizado). normalmente ocorrem por compostos inorgânicos. Valores > 30 µg/L § realizar teste da Desferroxamina (DFO) Teste da Desferroxamina: Infunde-se DFO (5..0 a 10.0 µg/g de creatinina (NR-7.Durante 3 dias que antecedem o exame. . Laboratórios: Especificar tipo de urina. devendo sempre avaliar as fontes cupacionais e a dieta do trabalhador para melhor correlacionar os níveis urin rios do As.. ò u’ u“ ‘ ˆu‰ö—u‰  ‡“ ˆ óuô óuô ˆu‰Û—u”Û—  ‡ “ ˆu‰â—u” URINA Valor de Refer ncia: Urina recente: 3. Aparece contaminando v rios elementos (especialmente peixes e crust ceos) e a gua.ALUM NIO Ÿ SANGUE Valor de Refer ncia: < 10. . de 3 de janeiro de 2000) estab elece parâmetros para avaliaç s níveis de alumínio em pacientes portadores de insufici ncia renal crônica: . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 µg/L Urina 24 horas: < 10. 1994. Condi o: 3.0 µg/L § para indivíduos sem história de IRC (Insufici ncia Renal Crônica) Nota: A a cia nacional de vigilância sanit ria (portaria n mero 82.0 µg/g de creatinina (NR-7.0 µg/L em relaç o ao valor basal indicam teste posiitvo.

MT/Br) © IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .Espectrofotometria Valor de Refer ncia: © N o Fumante xposto ocupacionalmente  at . † ñ uˆ Á ‰ ud ‰ €ˆ ‰ ’u“ ˆu‰ ˆ ò R ” u‘ uˆ R ‰” vv  † ô €d u’ “ m† ‰Á ’u“u‘ ˆ ˆu‰ ˆu‰Õ—ud óuô ˆu‰ uˆ † ‰  †©¨ Instituto de Patologia Clínica H. pigmento anormal do sangue.0% Condi o: 5. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Informaç es nece rios: Informar se fumante. sendo muito lentamente excretado pela urina. incapaz de transportar o oxi nio.0%  © Nível tóxico  > 20. Sua aç o tóxica adv m da forte ligaç química por coordenaç . MT/Br) 5.Urina recente . Possui aç carcinog ica.N fumante  at .0% (NR-7. M todo: Co-Oxímetro . A presença da carboxihemoglobina tam m dificulta a dissociaç oxihemoglobina presente. enviar 10 mL e informar volume total. O c mio atua sobre o SNC e especialmente sobre os rins. Informaç es nece rias: Informar se fumante.5% (NR-7.0 a 5. PARDINI 319 . . Pode ser absorvido pela via pulmonar e pelo trato gastrointestinal. Laboratórios: Especificar tipo de urina.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). Obs. lavar as m s e a genit lia antes de colher. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: © at 2.0 µg/g de creatinina (NR-7.Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. O diclorometano produz CO no organismo e possui potencial mut nico. 1994.0 µg/g de creatinina (NR-7.0%  © Sintomas de intoxicaç > 10. MT/Br) © IBMP para diclomometano e monóxido de carbono . diminuindo ainda mais a disponibilidade de oxi io aos tecidos.Urina 24h. 1994. que o CO estabelece com tomo de ferro da fraç heme da hemoglobina formando a carboxihemoglobina. Acumula-se nos pulm es. retirar o uniforme. Conservaç o de envio: Refrigerar.0%  © Fumantes (mais 2 maços/dia) 8. Podem ocorrer danos pulmonares.: N colher em local de trabalho. 353 Conservaç o de envio : Refrigerar.0 a 9. 1994. fígado e rins. 1994.C e dmio Coment  rios: O c mio m agente tóxico acumulativo e sua meia vida biológic 0 a 30 anos. MT/Br) © Fumantes (1 a 2 maços/dia) 4. u— †  ˆu‰ ˆu‰ “€‘ ‡ ñ ˆ ò † óuô ˆu‰ v  v  † ô  u—  d † —u” ™ ˆu‰  Carboxi Hemoglobina Coment  rios: Avalia exposiç monóxido de carbono (CO) e diclorometano (cloreto de metileno). A les renal leva a dist rbios no metabolismo de c lcio e fósforo.

0 µg/dL  6 anos a 12 anos   70. visando detectar a defici ncia ou a intoxicaç lo metal. azotemia. ingest e soluç s e alimentos contaminados e exposiç fungicidas que contenham o metal. hemorragia intestinal. Os efeitos tóxicos sist micos incluem: hemólise. hemat ria. q ueimaduras.: N colher em local de trabalho. Recomenda-se acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.0 µg/dL  at   90.0 µg/dL   Mulher > 60 anos  118. Laboratórios: Enviar 10 mL de urina e informar volume total. Caracteriza-se por seas.0 µg/dL  6 meses a 6 anos 80.0 a 50.0 µg/dL  Mulher  85.0 µg/dL  Homem 85.0 µg/dL  Homem > 60 anos  80. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ñ ò ò ˆ óuô ˆu‰ ˆu‰  ô  320 Instituto de Patologia Clínica H. vascular e no esqueleto.0 a 140. Desempenha importante funç metabolismo do ferro. necros tica.0 a 190.0 a 170. queimaç i strica e diarr ia. ñ †©š ò óuô  ô vv  R’  URIN¶ RIO M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia .0 µg/24h Condi o: 10 mL de Urina recente .0 a 155.0 a 80. retirar o uniforme.Urina 24h: 2. Informaç es nece rias: Informar sexo. protei ria. Obs. se paciente est r vida ou em uso de anticoncepcional.0 a 70.Urina recente: 15.0 µg/L Valor de Refer ncia . etc. ˆ€‰à–u” ‘€“‡ ‡ ˆu‰ì— ˆ “u‘ ‘u‡ ™ ” ‘u ” ˆ € ‰ ¡ ”u–u uˆ ˆu⠉ ‰Ru–‘u‰‰ ˆu‰ “ ˆ€‰à”u– ’€ ˆ u ‰ Ý d ’ € ‡ † ™ SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atôm ica (Chama) Valor de Refer ncia: meses 20. lavar as m s e a genit lia antes de colher. coma e morte.0 a 190. PARDINI .0 mL de Soro. Conservaç o de envio: Refrigerar. vômitos.Cobre Coment  rios: Dosagem utilizada para avaliar os níveis de cobre no organismo. convuls es. Pode estar diminuído na doença de Wilson.0 a 160. A defici cia do cobre pode causar defeitos na pigmentaç . idade. hemoglobi ria. hipotens . 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.0 µg/dL  Gr vidas Condi o: 2. A intoxicaç r cobre pode acontecer com o uso de DIU (contendo cobre). taquicardia.Urina 24h. sistema cardíaco. oli ria.0 a 302.

fornecendo níveis mais elevados significativamente quando os valores de chumbo no sangue est cima de 70. .1994.Usar Bicarbonato de Sódio 5 g/L de Urina.MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . lavar as m s e genit lia antes de colher. Sua determinaç o deve ser usada para a triagem de casos de intoxicaç inicial.  ˆ ñ † ò ó u ô ˆu‰ ô m† ˆu‰â—udâ”u‘  uˆ ‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰Rd ††iÿA@†@@ ˆu‰   Cromo Coment  rios: Avalia a exposiç ocupacional ao cromo que est ssociada. ao câncer do trato respiratório.Coproporfirinas. enviar 10 mL e informar volume total. dosagem Coment  rios: O chumbo provoca a inibiç zima coproporfirinog io descarboxilase. principalmente. Ag. .Usar frasco âmbar. 1994. Bi e Zn. eczema. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. ulceraç s. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Urina recente .Urina 24h. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia:  Normais  at µg/g de creatinina  Exposiç  at µg/g de creatinina Condi o: 50 mL de Urina recente . Sb. anemia hemolítica e perniciosa. cirrose hep tica e na presença de outros metais como Hg. ñ ”« † ˆu‰ óuô † ò ˆu‰ ô ˆ ™” íd ™” ˆu‰   Instituto de Patologia Clínica H.Urina 24h. poliemielite. . MT/Br)  IBMP  30. A COPRO -U tam m pode estar aumentada em estado febris. PARDINI 321 . Laboratórios: Especificar tipo de urina.0 mcg/dl.0 µg/g creatinina (NR-7. Retirar o uniforme. Laboratórios: Enviar 50 mL de Urina e informar volume total.Coletar ao final da jornada de trabalho. Refrigerar. hor rio inicial e final da coleta. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.: N colher em local de trabalho. Obs. febre reum tica. . É uma alteraç tardia e inespec ífica. É irritante e corrosivo para pele e mucosas devido à sua capacidade de desnaturar proteínas cidos nucl icos. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar.Recomenda-se a coleta ao final da jornada semanal de trabalho. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at . levando ao aumento da coproporfirina nos eritrócitos e na urina. a partir do 15o dia após o início da exposiç . Nas exposiç s ocupacionais ocorrem dermatites de contato.0 µg/g creatinina (NR-7. rinite e asma brônquica.

Urina recente . Conservaç o de envio: Refrigerar. Hor rio de colet crítico desde que o trabalhador esteja em trabalho contínuo nas ltimas 4 semanas.  ñ ˆ ”u뀓u‘ ˆ óuô † ò ô ˆ  d©‘uˆu‰ † ‡ URINA Coment rios: É o indicador biológico utilizado na m onitorizaç sorç s compostos orgânicos de chumbo. ñ m† † ‡ † ò óuô ˆu‰ ô   ˆ ˆu‰R—u”Rduˆ€’u‰( ”€‘ —€”(d€m ˆ€‰(—€‰  ˆ  322 Instituto de Patologia Clínica H. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. 1994. Ocorre como contaminante ambiental em cons cia de seu largo emprego industrial. MT/Br)  IBMP  Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . MT/Br) 60.0 µg/g de creatinina (NR-7. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia:  at 40. hor rio inicial e final da coleta. Tam m muito til após a administraç tes quelantes. no sistema nervoso. PARDINI . retirar o uniforme. 1994.Chumbo SANGUE Coment rios: É um indicador biológico de exposiç o e serve para avaliar a dose interna de Pb no organismo. 1994. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 10 mL. . Acidificar a urina (pH=2) com HNO36N.0 µg/dL (NR-7. 1994. sem afastamento maior que 4 dias. lavar as m os e a genit lia antes de colher. no sistema renal e no fígado.0 µg/g de creatinina (NR-7. Obs.0 µg/dL (NR-7. MT/Br)  IBMP  Condi o: 5. MT/Br) 100.: N colher em local de trabalho.Urina 24h. Instruç es de C oleta: Veja Urina 24h p g. digestiva e cutânea. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia:  at 50. informar volume total.0 mL de Sangue Total (Heparina). É absorvido pelas vias respiratórias. Exerce aç o tóxica na biossíntese do heme.Recomenda-se coletar amostra de final de jornada de trabalho. Apresenta efeito cumulativo no organismo e deposita-se nos ossos com uma meia vida de cerca de 20 anos.

”à‡ † Óuï€ëïu” † ‰å– ™ ‘u †  ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ€‰(—€” ˆ ˆ€‰ ™” ñ ˆ€‰(—€” †iÿ @ ò óuô  ˆ€‰àdu‰ ë   u ” † ˆu‰R—u‰Rmu”u‘ “u‘ ˆ ‡ €ˆ ( ‰ €— ‰ †©¨ @ ˆu‰ýmud ˆ ˆu‰ u ˆ © ‰ — ˆu‰ ˆ€‰ † ™  ˆu‰R‘uˆu‰R” ˆu‰â—u‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ ô Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/L (NR-7. Nota: at 4 o fenol uri rio era utilizado como indicador na avaliaç a exposiç recente ao benzeno j rincipal metabólito deste solvente. sangüíneas. 1978. principalmente. . O limite anterior era de 8 ppm. A principal via de absorç a oral e a mais importante manifestaç intoxicaç lo etanol depress o sistema nervoso central. endócrinas e psíquicas. aumentam a excreç Fenol. a intoxicaç crônica provoca alteraç s digestivas. enviar 50 mL de urina e informar volume total. Laborató rios: Especificar tipo de urina. pois o Tolueno age como supressor da biotransformaç Benzeno.Urina 24h.Fenolato de Sódio que s metabolizados a Fenol.0 a 100.Urina final jornada de trabalho . PARDINI 323 . 1978. MT/Br) IBMP ! 50.Recomenda-se coletar urina ao final da jornada de trabalho.0 mg/L). ñ ˆu‰Á—ud ˆ ˆu‰»–u” †d ˆ u ‰ ˆu‰Á— ˆ€‰ † ™” ¡ ‰  ud ’ u €— d ”uuˆ –uR òˆ€‰ ˆ€ˆ€‰‰ óuô ô   Fenol Coment  rios: É um test til para avaliar a exposiç fenol facilmente absorvido atrav s da mucosa. cardiovasculares. Laboratórios: Especificar tipo de urina.  Ingest Benzoato de Sódio (usado como conservante de alimentos). A intoxicaç provoca alteraç o digestiva e nervosa.Barbit rico s. O fenol urin rio deixou de ser o indicador. MT/Br) IBMP ! 250. Atualmente n tilizado devido à proibiç pelo minist rio do trabalho da utilizaç zeno em concentraç superior a 2 ppm. 353 Conservaç o de envio: Congelar o material e enviar rapidamente para an lise.0 mg/L (NR-7.0 mg/dL  Intoxicaç Acentuada  101.Urina: Usar 100 mg Fluoreto para cada 100 mL de urina. queimaduras e intoxicaç es crônicas.0 mL de Plasma Fluoretado.  Consumo de Etanol aumenta a excreç o do Fenol. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. 1994.0 mg/g de creatinina (NR-7.  Exposiç s simultâneas a Tolueno e Benzeno diminuem a excreç Fenol. Fatores que alteram a excreç fenol:  Dist rbios Gastrointestinais favorecem a degradaç cteriana de Tirosina e Fenol. pele e excretado pela urina. 50 mL de Urina recente . M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: at . .Etanol Coment  rios: Avalia o nível de etanol no organismo. trans tornos digestivos e disfunç o do sistema nervoso. ticas.0 a 30.0 mg/dL Condi o: 5.  Ingest o de Medicaç :Fenilsalicilatos. levando a severa ulceraç o. 1994.0 a 400. É corrosivo. aumenta excreç Fenol. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.0 mg/dL  Intoxicaç  Grave > que 400.0 mg/g de creatinina (NR-7.Urina início ou final jornada de trabalho. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina recente . pois nas condiç es propostas. a quantidade eliminada encontra-se dentro dos valores de refer cia p/ a populaç xposta (20. tais como. na forma conjugada. MT/Br) Em caso de acidentes com benzeno: at . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Cromatografia Gasosa (headspace) Valor de Refer ncia:  Intoxicaç Moderada  50.

PARDINI . endrin. Obs. em que o excesso de calcificaç s ossos resulta em fus s juntas ósseas e enrijecimento dos ligamentos. M todo: Eletrodo on-Específico Valor de Refer ncia: " at 0.0 mg/g creatinina no início da jornada (NR-7.: N colher em local de trabalho.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). especialmente. retirar o uniforme. visando a prevenç o de alteraç s da s e do trabalhador. Laboratórios: Especificar tipo de urina. Obs. ˆ ñ ˆ u ˆ ‰ ” ˆ –u‘ † ˆu‰Ý—u‰ ˆ ò † ™ ” du‡€— ˆu‰öm † ˆ ˆ ˆ † ˆ€‰ ˆ óuô ˆ€‰ ”©ëud ˆu‰©— ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  324 Instituto de Patologia Clínica H.0 mg/g creatinina no final da jornada (NR-7. PP-DDT. tremores e hepatomegalia. prevalecem os valores citados na NR-7 anterior. S o distribuídos uniformemente pelo organismo. reflexos pupilares lentos. altera ç s reflexos profundos e superficiais. aorta e rins. lavar as m s e a genit lia antes de colher. endo I. Em casos positivos. OP-DDT. Avalia a relaç o entre a intensidade da exposiç com o efeito nocivo provocado no organismo.Urina início ou final jornada de trabalho. Condi o: 10. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Urina: Veja Urina 24h p g. . betaBHC. retirar o uniforme. mal estar geral. anorexia. miurex. perda de peso. lavar as m s e a genit lia antes de colher.: N colher em local de trabalho.Urina recente . Os sinais de intoxicaç o aguda compreendem: cefal ia. n sendo citados valores na atual NR-7.*Urina 24h. concentrando-se nos tecidos gordurosos. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os inseticidas Organoclorados foram proibidos por lei. dieldrin. na tireóide. endo II. do trato respiratório e gastrointestinal. no c rebro e fígado. PP-DDE. alfa-BHC. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. 1994. Instruç es de Coleta . O procedimento t cnico utilizado permite a detecç ntificaç os seguintes organoclorados: heptacloro. aldrin. gama-BHC. Pode produzir irritaç mucosas. al m de atuar sobre o SNC e tecido muscular. enviar 50 mL e informar volume total. no tecido abdominal.Fluoreto Coment  rios: Grande parte deposita-se nos ossos (podendo levar ao aumento da atividade osteobl stica). 50 mL de Urina recente . OP-DDD. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. ñ ˆu‰Ù—€” ˆ ˆu‰«—€‰ ˆu‰Û—ud  † óuô † ò B ˆu‰ ˆu‰  ô Inseticidas Organoclorados Coment  rios:  ‰(‘€ˆu‰  Dosagem utilizada como monitorizaç iológica da exposiç o aos inseticidas organoclorados. endo sulfato. metoxicloro. nos casos crônicos. .Obrigatório colher em frasco de polietilen o. MT/Br) " IBMP: 3. após o 4 a dia de trabalho da semana. Laboratórios: Especificar tipo de urina. 1994. salivaç o. Cas seja enviado imediatamente ao laboratório.Recomenda-se coletar no início e ao final da jornada de trabalho. transpiraç xcessiva. respiraç o deprimida. delta-BCG. MT/Br) Condi o: Urina início ou final jornada de trabalho . 1994. *enviar 50 mL de urina e informar volume total. A ingest o de 10 a 80 mg/dia de fluoreto pode levar ao desenvolvimento da fluorose óssea. especialmente. conserv -la em freezer. MT/Br) 10.Urina 24 h . dis ia. PP-DDD.5 mg/g de creatinina (NR-7. heptacloroepoxi. OP-DDE.

Ethion. Paration etílico. Os inseticidas organofosforados o se acumulam no organismo humano. Obs. A absorç se d las vias respiratória e gastrintestinal.Urina 24h. fígado. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Inseticidas Organofosforados Coment  rios: A monitorizaç e exposiç s organofosforados pode ser feita pela determinaç s mesmos inalterados em sangue e/ou urina e deve ser indicada somente se as amostras forem colhidas at horas após a exposiç . lavar as m s e a genit lia antes de colher. ocasionando ac mulo da acetilcolina no sistema nervoso. Obs. enviar 10 mL e informar volume total. Instruç es de Coleta . M todo: Espectrofotometria de Absorç atômica (Forno de Grafite com corretor zeeman) Valor de Refer ncia: At .Urina início ou final jornada de trabalho. O procedimento t cnico utilizado permite a detecç tificaç s seguintes organofosforados: Phorate. Diazinon. ñ ˆ ò ˆu‰ ˆu‰¿—ud ‡ ˆ€‰ ‡ † ˆu‰©— ˆu‰©du‰ † ˆ ˆ ‘€ˆ ˆu‰ý—u‰ ˆu‰ † †¦š óuô ˆu‰ uˆ å ‰Ó ” ë u ud ‘ uˆ å ‰ €— ‰ ˆu‰ ˆu‰  ô  Mangan T¤— Coment  rios: Indicador biológico para exposiç manga s. bile e fezes. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. A absorç gastrintestinal est relacionada com o teor de ferro na dieta: indivíduos micos absorvem maior quantidade do metal. Malation.0 µg/L Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . oral e cutânea. PARDINI 325 . Condi o: 10.Urina: Veja Urina 24h p g.: N colher em local de trabalho. O KMnO4 atua destruindo as c lulas das mucosas por aç c stica. M todo: Cromatografia Gasosa Valor de Refer ncia: N o detect vel Nota: Os valores citados na NR-7 s referentes a atividade da Acetil Colinesterase. retirar o uniforme. S o absorvidos pelas vias inalatória. sendo facilmente degradados e excretados. 50 mL de Urina recente . pâncreas e rins. enviar 50 mL e informar volume total.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA). 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Provocam a inativaç colinesterase por aç o predominantemente parassimpaticomim tica. retirar o uniforme. produzindo intensa excitaç vagal e uma despolarizaç permanente dos m sculos esquel ticos. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g.Urina 24 h . ˆu‰zdu‰  ‘u“ ˆ u ‰ du‘u“ ˆ ‘u“  † ñ uˆ ‰ ò óu† ô A@ ˆu‰ ô  ˆu‰ Ç–u” ˆu† ‰ ˆu‰ €’ ud u‘ ˆu“ ‰  Instituto de Patologia Clínica H. Elimina -se lentamente pela urina. Sabe-se que a inalaç de v apores de man s produz deterioraç o progressiva do SNC. Laboratórios: Especificar tipo de urina.Urina recente . lavar as m s e a genit lia antes de colher. Paration metílico. ossos.: N colher em local de trabalho. O manga s concentra-se no c rebro.

diarr ias. fígado. Nas exposiç s acidentais ocorrem bronquites erosivas e pneumonites intesticial. A intoxicaç crônic caracterizada por vômitos.0 µg/g de creatinina (NR-7. Conservaç o de envio: Refrigerar. tremores e aumento da excitabilidade do SNC. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Gerador de Hidretos) Conservaç o de envio: Refrigerar. A inalaç representa a principal via de absorç . baço e intestino. . recomenda-se coletar a amostra 16 horas após o t rmino da exposiç .0 µg/dL Condi o: 10. coraç o . M todo: CO-Oxímetro (Espectrofotometria) Valor# de Refer ncia: at . MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . após absorv ida. a fenilhidroxilamina. pois tamb m indicador de exposiç o a outros amino ou nitrocompostos ou do uso de certos f rmacos. retirar o uniforme.0% (NR-7. Adicionar 1. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. PARDINI . deprime o SNC. Laboratórios: Especificar tipo de urina. ñ † † ˆ ˆ óuô †ýÿ ò ô †  ˆu‰ýdýdu‘ ™ uˆ ‰  326 Instituto de Patologia Clínica H. lavar as m s e a genit lia antes de colher. 1994. o respons vel em grande parte por suas aç es metahemoglobinizantes. ñ ˆu‰ ˆ u ‰ ˆ ‡ ‡ ! ô ˆ † ™ ˆ€” ‰ u“u‘ †‡ ˆ ud u‡ u— ” uˆ ‰ d † SANGUE Valor de Refer ncia: At . Recomenda-se coletar material de final de jornada de trabalho. enviar 50 mL e informar volume total. ansiedade. 1994.0% (NR-7. sendo que seu ac mulo ocorre no SNC.0 µg/g de creatinina (NR-7. tremores e etc. 1994.0 mL de urina. O risco de mercurialismo em tais trabalhadores se constitui num s rio problema de s ocupacional. A anilina produz aç o local no tecido cutâneo e mucosas e.Se for possível coletar urina 24 horas. †óuô  ò URI’¶”p IO Valor de Refer ncia: At .0 mL de Sangue Total (Heparina). 353 † ò óuô u‘ €ˆ ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  †  Meta Hemoglobina Coment  rios: A metahemoglobina constitui um indicador de exposiç ilina.Mercúrio Coment  rios: O aumento do nível de merc rio no organismo ocorre como conseq cia da exposiç o a vapores ou partículas de merc rio que podem ser encontrados em ambientes de trabalho onde se localiza o referido metal. 1994. rins.0 mL de Sangue Total (Heparina/EDTA).: N colher em local de trabalho. MT/Br) Condi o: 5. Obs. embora n seja específica. perda de peso.Urina 24h. pulm . O seu metabólito.0 mL de HNO36N para cada 100.Urina recente . MT/Br) # IBMP: 35. MT/Br) # IBMP $ 5.

0 mg/L (NR-7. especialmente.Metanol Coment  rios: É utilizado como indicador biológico na monitorizaç exposiç o a o metanol. MT/Br) Condi o: 50 mL de Urina do final de jornada . A exposiç cupacional . Laboratórios: Especificar tipo de urina e informar volume total.Usar 100. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. óuô ò ˆu‰÷—ud ™ ” ˆ ˆu‰÷”à‰ —€à–u‰ ˆ u ‰ Û ” Û d u m ˆ u ‰ † ˆu‰ du—ud † —u” ˆu‰R‰ ˆ  ‡u‘   † ˆu‰R—u‰ ô ™” URINA Valor de Refer ncia: % at 5. sendo o ico lcool alif tico capaz de produzir uma acentuada acidose metabólica. A ingest ral de metanol dificilmente pode ser vista como um risco ocupacional. MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina final de jornada de trabalho . ela potencializa a toxicidade de outros solventes. 353 Conservaç o de envio: Enviar material congelado. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. com produç de narcose. .Urina recente . .0 mg de Fluoreto para cada 100. . óuô † ò ô  Metiletilcetona Coment  rios: A MEC excretada na urina pode ser utilizada como indicador de avaliaç s exposiç s ocupacionais.0 mL de Urina. O formaldeído apresenta efeitos danosos seletivos nas c lulas retin ianas. A principal aç MEC no organismo humano ress o do sistema nervoso central. Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho.0 mg/dL Condi o: 5. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Interferentes: A ingest o concomitante de bebidas alcoólicas aumenta ligeiramente a concentraç metanol. A sua toxicidade elev vida à metabolizaç o em cido fórmico e formaldeído. Sua excreç inalterada e de seus produtos de biotransformaç (MEC) largamente influenciada por fatores individuais.0 mg/L (NR-7.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. 1994. M todo: Cromatografia Gasosa (Headspace) Valor de Refer ncia: Geralmente n encontrado na urina d xpostos.Urina 24 horas. a hepatoxicidade do tetracloreto de carbono e a neurotoxicidade do hexano (inibiç o na biotransformaç metabólito 2.5 -hexanodiona ). aos vapores de metanol e. PARDINI 327 . principalmente.15 mg/dL % Concentraç s Tóxicas: > que 20. a introduç sorç s r via respiratória. 1994. MT/Br) % IBMP: 15. nessas condiç s. & IBMP: 2.0 mL de Plasma Fluoretado.Urina 24 horas. É rapidamente absorvida pela via respiratória. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. Conservaç o de envio: Enviar material congelado. ñ ˆu‰ † Ù d † u— u” – ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ R — u d ˆu‰R—u‰ óuô ò ˆu‰ ˆ ˆu‰ ˆ u ‰ Á — u d ™” ”R‘uˆ€‰(” ô  Instituto de Patologia Clínica H. 1994. embora possa ocorrer tamb m a absorç cutânea.Recomenda-se coletar o material ao final da jornada de trabalho. † ñ SANGUE ˆ Valor de Refer ncia: % < que 0.0 mg/L (NR-7.Urina recente .

A cianos indício de gravidade. .0 µg/L (NR-7. 1978. colapso. ñ ˆu‰öd ˆ u ‰ Û ‘ u d –u‘ † ˆ€‰ý ˆu‰Û—u‰à ‘ du‰ ˆ † –u‘ † ˆu‰ ” — †   óuô †iÿf¨ ò ˆu‰ ô ˆu‰  ˆ  Tiocianato Coment  rios: O cido cianídrico e seus sais s tilizados industrialmente. após 17 a 39 horas de exposiç o semanal. pulso r pido.*Urina 24h. . que produz hipóxia. a ia.Urina recente . asfixia. retirar o uniforme. Outros sinais s hipertermia. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. MT/Br) Condi o: 10 mL de Urina início ou final jornada de trabalho . uma de início e outra de final de jornada de trabalho. esta dever ser a do final de jornada de trabalho.Urina recente. Informaç es nece rias: Informar se fumante. edema agudo e necrose pulmonar. n seas. Laboratórios: Especificar tipo de urina. devido à presença cido cianídrico no tabaco. MT/Br) ' at ' IBMP ( 60. atuando a nível celular.0 mg/L (N Fumante) Condi o: 50 mL de Urina final de jornada de trabalho . dermatite (casos crônicos). mal-estar generalizado. Laboratórios: Especificar tipo de urina e enviar 50 mL. No organismo. necrose cerebral. A principal manifestaç intoxica ç íquel carbonila a dis ia. o CN . parada cardíaca. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Este metabólito xcretado pela urina e pode ser utilizado como indicador biológico. *enviar 10 mL e informar volume total.0 µg/L (NR-7. tontura. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Forno de Grafite com corretor Zeeman) Valor de Refer ncia: . ˆu‰ † ”  ñ † ‘uˆu‰ †H† • þ ò ˆ€‰ óuô † vv    ˆ€‰  u— R ‰  ˆu‰í–  ˆ€‰ —u” ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰R–u‰ d R ‡ u ‘  ô 328 Instituto de Patologia Clínica H. vômitos. taquicardia. após absorç .0 mg/L (Fumante) ' at . tosse. Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: ' at . lavar as m s e a genit lia antes de colher.poder ser biotransformado no fígado a tiocianato pela aç da rodanase. utilizado na monitorizaç e trabalhadores.: N colher em local de trabalho. câncer pulmonar (casos crônicos).Recomenda-se coletar ao final da jornada de trabalho. É importante notar que indivíduos fumantes apresentam uma concentraç lasm tica de tiocianato mais elevada do que indivíduos fumantes. A principal aç stes compostos provocada pelo íon cianeto (CN-). 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. zumbidos. Obs.Níquel Coment  rios: Indicador biológico de exposiç níquel. 1978. Preconiza -se a coleta de duas amostras. PARDINI .Deve ser colhido após o 3 o dia da exposiç . Se houver opç r um ica amostra.

A chamada febre do fum efeito mais comumente observado em trabalhadores expostos ao óxido de zinco.Eritrocit rio: 500 a 900 µg/dL Condi o: 10. Instituto de Patologia Clínica H. tricloroetano. O zinco um nutriente essencial (componente de muitas enzimas importantes) e sua defici cia pode acarretar s rias conseq cias à s mana.. M todo: Colorim trico Valor de Refer ncia: N o detect vel IBMP: NR-7 Portaria no 24 de 29/12/94 Tetracloroetileno 0 cido Tricloroac tico: 3. Informaç es nece rias: Informar idade do paciente. Conservaç o de envio: Refrigerar.. sendo que a proporç o ent re as partes eliminadas varia de uma substância para outra.Triclorocompostos Totais e Fraç ¥ es Coment  rios: A avaliaç exposiç s compostos clorados util iza a determinaç s concentraç s de tricloroetano (TCE) cido tricloroac tico (TCA) isolados ou conjuntamente. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar (Sensível à luz).7 atual (tetracloroetileno. ñ óuô  ô vv  Continua. Conservaç o de envio: Refrigerar. como triclorocompostos totais.0 mg/g creat 0 ) Exposiç Condi o: 50 mL de Urina após ltimo dia de jornada semanal. podendo ocorrer certo ac mulo destes e de seus metabólitos em caso de exposiç freqüente. Interferentes: O consum lcool pode reduzir a excreç rin ria destes produtos devido à inibiç biotransformaç . O TCE e o TCA s s principais metabólitos encontrados no sangue e na urina. Os tr s hidrocarbonetos alif ticos clorados contemplados pela NR .  “u‘ ™” ò ™” ˆu‰ † † ˆu‰ ! ‰†‰ u“u‘ ˆu‰î– du‡u—u” ¡  ‡ ˆ ˆ ù ” €—  ˆ€‰ –u‰ ™” SANGUE M todo: Espectrofotometria de Absorç Atômica (Chama) Valor de Refer ncia . Enviar 50 mL de urina. Os vapores de zinco ou de seus sais sol veis s o altamente ir ritativos para os pulm s. Intoxicaç s crônicas resultantes de exposiç s ocupacionais ao zinco s co freqüentes. PARDINI 329 .5 mg/L ) Exposiç 0 Tricloroetano Triclorocompostos totais: 40. oral e inalatória. ˆu‰ uˆ ì ‰ u— d ”ý uˆ ì ‰ ud ‰ † “ ˆu‰÷dum  ‡ … ˆu‰ì—ud ™” ñ †ò ˆ  ˆˆuu‰‰R dduu‰‰ R ó u ô ˆ u ‰ R d u ‰ ‰R‡ ‰Ç—uˆu”z ‰ ô uˆ R ‰ u— ‰ ˆ  €ˆ « ‰‰ ˆu‰ † † ˆu‰   ˆu‰Ù—ud Zinco Coment  rios: Para avaliar a concentraç corpórea do zinco s ropostos como indicadores biológicos o zinco urin rio e o sanguíneo. A absorç o s pelas vias percutânea. exercendo aç irritante e depressora do sistema nervoso central.0 mg/g creat ) Exposiç Tricloroet ileno Triclorocompostos totais: 300.0 mL de Sangue Total (Heparina). tricloroetileno) s sorvidos tanto por via respiratória quanto pela pele íntegra. O processo de eliminaç s hidrocarbonetos alif ticos clorados relativamente lento.

0 mL para cada 100. Conservaç o de envio: Refrigerar. enviar 50 mL de e informar volume total. a hemessintetase. com isso o ferro da mol cula de protoporfirina IX substituído pelo zinco dos reticulócitos e conseqüentemente no lugar de se produzir heme.Urina 24h. Valores elevados de ZPP tamb m podem indicar anemia. 353 Conservaç o de envio: Refrigerar. Laboratórios: Especificar tipo de urina.  ñ ˆ ˆu‰ —€d ˆ óuô ò ñ ˆ ˆ€† ‰(— ˆu‰R—udR’ ˆ€‰«—ud ˆ€‰ ™” ô Zinco Protoporfirina Coment  rios: A elevaç s nívei s de zinco protoporfirina no sangue perif rico constitui um dos efeitos da absorç o do chumbo pelo organismo. Se a amostr o for enviada imediatamente ao laboratório.Urina recente . Instruç es de Coleta: Veja Urina 24h p g. M todo: Hematofluorim trico Valor de Refer ncia: 30 a 80 µmoL/moL HEME Condi o: 5. A determinaç o do zinco no líquido seminal pode servir para avaliar a evoluç funç secretória da próstata e ainda para salientar d iagnóstico de infecç lândula. A diminuiç concentraç o do metal causa de anormalidade do espermograma. adicionar cido ac tico (1. n colher em local de t rabalho. forma -se a zinco protoporfirina que liga-se à globina. Recomenda-se coletar urina final de jornada de trabalho.0 mL de Sangue Total (Heparina). O chumbo inibe a ltima enzima na biossíntese do heme. Obs. lavar as m s e a genit lia antes de colher.Continu URINA M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia: 150 a 700 µg/L Condi o: 50 mL de Urina início ou final jornada de trabalho .000 µg/L Condi o: 1.: N colher após ejaculaç . ñ õuóuô o. Coletar em qualquer hor rio da jornada de trabalho a partir do 3o m s de exposiç o.. Conservaç o de envio: Refrigerar. uˆ Û ‰ u— ‰ † ñ óuô ò † † ‡ † † ˆ ™” ô  “ ˆ 330 Instituto de Patologia Clínica H. que pode estar associada a infecç s crônicas ou malígnas. M todo: Espectrofotometria de Absorç o Atômica (Chama) Valor de Refer ncia m dio: 156. retirar o uniforme.0 mL esperma. Laboratórios: Enviar em frasco âmbar.ZINCO óuô ò ˆ  ˆu‰ ô ˆu‰ ˆ u ‰ uˆ ‰   † dý‘uˆ ESPERMA Coment rios: Fatores como motilidade e viabilidade do esperma est iretamente ligados às concentraç s de zinco no mesmo.0 mL de urina). PARDINI ..

39. 12. 42.Cortrosina Estímulo com ACTH para: Androstenediona. 20. 29. 19.Sobrecarga oral com C lcio 36. 11. Teste de Pak . 15. estímulo alimentar e estímulo após glucagon Provas Funcionais para o Diagnóstico do Carcinoma Medular da Tireóide C lcio Pentagastrina C lcio e Pentagastrina (simultâneo) Provas de absorç1 o de carboidratos Outros testes ˆu‰© ‘u Instituto de Patologia Clínica H. 40. 16. 23. 08. Progesterona Teste Postural potencializado pelo Furosemide (8) Estímulo com CRH/CRF pós supress com dexametasona Estímulo para ACTH com CRH/CRF Supress o do Captopril Supress o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Supress o com Dexametasona Supress o com Dexametasona em crianças Aldosteronismo Prim rio. teste de tolerância Maltose. 24. teste de tolerância Estímulo para Testosterona com HCG Acidificaç ri ria. 37. 43. Tolerância a Glico se Diabetes Insipidus . teste Lactose. Nefrolitíase 35. DHEA. Estímulo para TSH com TRH  Provas Funcionais para Pâncreas Endócrino 14. 07. 17 OH Pregnenolona.Teste de Restriç Hídrica Tolerância r ida a Insulina . 02. Estímulo para Calcitonina com infus 34. Composto S. Estímulo para Calcitonina com infus 32. Estímulo para ACTH com Desmopressina . 17 OH Progesterona. 18. 06. 03. 21.Sustacal Resist cia a insulina GTT com dosagem de Insulina e Glicose Tolerância à Glicose Endovenosa “€‘ u– €ˆ ‰ Provas Funcionais para Hipófise Anterior Estímulo para HGH Estímulo para HGH com Dexametasona Supress o para HGH com Glicose Estímulo para HGH com TRH em C lulas Tumorais Supress o para HGH e Prolactina após Bromocriptina Estímulo para Prolactina com TRH Megateste Supress o para Prolactina após L -Dopa Geraç IGF -1 Estímulo para LH e FSH com LH-RH ˆ ˆ † uˆ ‰Rˆ —u” ˆˆuu‰‰R ——uu””  R ˆu‰R—u”  Provas Funcionais Metabólicas da Nefrolitíase  31. 17. D-Xilose.Provas Funcionais da Supra-renal 01. 27.DDAVP Hipoglicemia com insulina para dosagem de Cortisol e/ou ACTH Estímulo r pido para Cortisol com ACTH . 30. 05. Estímulo para Calcitonina com infus 33. 38. 22. teste de tolerância Sacarose. 25. 04. 09. testes confirmatórios  ˆˆ ˆˆ ˆu‰ Provas Funcionais da Tireóide 13. 28. 41. 10.KITT Diagnóstico de diabetes gestacional Estímulo do Peptídeo C . teste Homocisteína após estímulo de Metionina Gastrina. PARDINI 331 . 26. Cortisol.

15. Estímulo para ACTH com Desmopressina 2 DDAVP Material: 2. Crit rio de interpreta o: 3 CORTISOL após Hipoglicemia deve ser ≥ 16 µg/dL.0 mL de Plasma (EDTA) + Soro. idosos e com sintomas de insufici cia adrenal.1 U de insulina simples/kg de peso (quando h forte suspeita de defici ncia aplicar 0. ˆ ˆu‰å—€‰ ñ óuô  02. cardiopatas. ñ ˆô † du‘ ¡ ˆÁ” ˆ€‰ óuô 332 Instituto de Patologia Clínica H. Preparo do Paciente: Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da m . Teste de estímulo prolongado: hoje pouco usado. • Colher glicemia em todos os tempos e na hipoglicemia.: • Pode ser feito o teste apenas com o Cortisol. Hipoglicemia com Insulina para dosagem Cortisol e/ou ACTH Material: 1. O material deve ser coletado e transportado em tubo pl stico e congelado imediatamente. Estímulo r4 pido para Cortisol com ACTH 2 Cortrosina Material: 1. em seguida. O ACTH deve ser colhido somente entre 08:00 e 10:00 horas.5 mL de Soro. PARDINI . 3 D. Obs. N o realizamos em crianças menores de 2 anos de idade.0 mL de Soro. Cushing: Resposta acima de 50% do basal para Cortisol e ACTH. Crit rio de Interpreta o: 3 Normais: só 10% responde acima de 50% do basal.PROVAS FUNCIONAIS DA SUPRA-RENAL 01. 30. Amostras s o colhidas 30.  ˆ ñ “ ˆ óuô ˆ  “€‘ 03. doença cerebrovascular. A centrífuga tem que ser refrigerada. 3 ACTH após Hipoglicemia aumenta 2 vezes ou mais. Aplicaç o clínica: (-) 20 kg = 1/2 ampola (+) 20 kg = 1 ampola Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. N o apresenta efeitos colaterais. colher amostras de soro 30’ e 60’ após a injeç . 60 e 90 minutos após a hipoglicemia. 45 e 60 minutos após a admini straç o de 10 ug de DDAVP endovenoso. Cuidados: Contra indicado para pacientes convulsivos. ter sempre glicose hipertônica pa ra aplicaç o EV se necess rio (manter soro fisiológico venoso). Preparo do Paciente: Colher amostras 15’ antes da administraç DDAVP e colher amostras basal (0). Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0.05 U/kg). aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). Cuidado com hipoglicemia durante o teste.

aplicar EV uma ampola de 250 µg de ACTH sint tico (Cortrosina simples). os valores abaixo de 1. A Relaç Aldosterona/Renina se eleva acima de 40. em relaç o aos outros esteróides o valor m ximo de resposta ltrapassa 2 a 3 vezes o valor basal. Dose: comprimido 40 mg = 1 comprimido . Só interromper beta bloqueadores. colher amostras de soro 30 (cortisol ou Composto S). Colher entre 08:00 e 09:00 horas. o mais característic discreta ou o resposta da Renina ao estímulo. quando se aciona o sistema renina-angiotensina com diur ticos ou espirolactona chamado “Adenoma responsivo a angiotensina”. de 6 em 6 horas durante 2 dias. Teste Postural Potencializado pela Furosemida (8) . seguido de 2 horas em p com deambulaç o. Crit rio de Interpreta o: A prov considerada positiva para Síndrome de Cushing (hipofis rio). ñ d† du‘ ¡ ˆ óuô ‰Û‡  ˆ du‘ ¡ ˆ÷—u‰ Cuttler GB The Endocrinologist. Estímulo com CRH 6 JO 8h.17 OH Progesterona 60’ após ACTH: 5 Normais: < 200 ng/dL 5 Zona Cinza: 200 a 450 ng/dL 5 Heterozigotos: 450 a 1500 ng/dL 5 Formas o Cl ssicas: 1500 a 12000 ng/dL 5 Formas Cl ssicas: > 12000 ng/dL Resposta dos demais esteróides veja nosso informativo HIPERPLASIA ADRENAL CONGÊNITA. colher amostras nos tempos: 0 (basal) e 15 minutos após administraç o endovenosa de CRH.Colher sangue basal para Renina e Aldosterona e 120’ após 40 mg – Oral de Furosemida. Cortisol. Composto S.04.Atividade Renina Plasm tica (PRA) maior do 1. Após 2 horas da tomada d ltimo comprimido de Dexametasona (08:00 horas da m ). Abaixo de 1.5 ng/m/l/h .0 mg/dL Relaç o Aldosterona/Renina 6 20 a 30 No Hiperaldosteronismo prim rio. Preparo do Paciente: Supress o com DXM 6 administrar ao paciente 1 comprimido de 0. Preparo do Paciente: JD 4h.0 a 50. supl 1:25 1997 Instituto de Patologia Clínica H.normal. The Endocrinologist. Colher amostra basal entre 7 e 9 horas da ma . -N resenta efeitos colaterais. Para este teste n o precisa interromper tratamento da hiperten o. DHEA.4 mcg/dL.5 ng/mL/h Hiperaldosteronismo Prim rio (HAP) ou outros hipermineralocorticismos. Certos adenomas se comportam com hiperplasia. Estímulo com CRH/CRF pós supress1 o com Dexametasona Material: Cortisol 6 1. supl 1:25 1997. Estímulo com ACTH para: Androstenediona.0 mL de Soro. Resposta . Fingling JW.5 mg de Dexametasona. 17 OH Progesterona. ñ ˆu‰Rdu– ‘uˆu‰© † óuô ˆu‰ ‘ ¡ ˆR” ˆ  ‘uˆ   † 05. quando os níveis de Cortisol atingirem valores acima de 1.: O teste pode ser feito com qualquer dos hormônios acima. em seguida.4 mcg/dL indicam Cushing ectópico. 60 e 120 minutos (opcional) após a injeç . PARDINI 333 . Crit rio de Interpreta o: Cortisol pós -ACTH deve ser ≥ 18 µg/dL. na maioria dos pacientes resposta normal da Aldosterona. Progesterona Material: 1. iniciando às 12:00 horas do primeiro dia e terminando às 06:00 horas da m dia seguinte (8 comprimidos equivale a 2 mg/dia = LIDDLE I). 17 OH Pregnenolona.7 a 8. nas seguintes dosagens: Adultos 6 100 mcg / Crianças 6 1 mcg/kg peso corporal. em geral acima de 100.5 mL de Soro. † ó€ô ˆ   ô ˆ v ô uˆ ‰ ‰ † d ˆ €‘ ˆ ¡  06. Interpreta o: 5 Renina se eleva para 1. Obs.5 ng/mL/h 5 Aldosterona se eleva para 13.

frio. 1 hora de repouso.: A simplified morning ovine corticotropin-releasing hormone stimulation test for differential diagnosis of adrenocorticotropin-dependent Cushing’s syndrome. Crit rio de Interpreta o: Normal – reduç s níveis em 50% ou mais em relaç basal.Hormônio Liberador da Corticotrofina Fazer entre 08:00 e 09:00 horas da m Preparo do Paciente: . colher novamente Sangue para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). N cess rio dieta pr via.07. .3 mg) de Clonidina via oral (pacientes com aproximadamente 70 kg). verificar press rterial. PARDINI . Supress1 o do Captopril Colher Sangue basal para Renina (Plasma) e Aldosterona (Soro). Oldfield EH.O. Cutler GB Jr: Cushing’s syndrome. 7 Pseudo Cushi ud ‘ ¡ ˆ ñ Cutler. uso anti -hipertensivos. por m pode haver discreta resposta do 7 Cushing Adrenal (ACTH independente) ACTH que o ultrapassa a 5 pg/mL. mas responde à supress com DXM baixa dose.JO 8h. 7 Aumento 8 timo e pâncreas. ‰ † óuô ˆu‰Rdu‰Rmud ˆu‰ ˆ ‘uˆ u‘ ˆ ‘u’R–u‰u—€”(‘€ˆu‰ ˆu‰R—u” † ‘uˆu‰ ˆ ˆu‰ 08. . edited by DeGroot LJ. ˆu‰  ˆu‰ ñ ‰(‡ ˆu‰Róu—uô ‰ ˆu‰R—u”Rë€d ˆu‰Rdu‰ “ 334 Instituto de Patologia Clínica H. 8 Dose: 1 comprimido = 25 mg Condiç es: JD 4h ou C.9 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona 8 ˆu‰ ¡ ñ ˆt‰ † ˆ€‰(‘u”d  ˆ  ‰ u – u uˆ ‰ d€‘ ¡ ˆ óuô † ˆu‰ uˆ ‰ ˆ —€‰ ¡    09. responder ao CRH.relaç tico = Hipertens o arterial essencial 7 Aldosteronismo idi A relaç Aldosterona/Renina pode ser feita com valores basais 8 (9 a 10 horas da m . . 2 horas depois. et al.relaç Aldosterona/Renina > 50 7 Aldosteronismo prim rio . infundir soro fisiológico. aos 15 e 30 minutos. In Endocrinology. tomar as mesmas condutas que se toma no teste da clonidina em crianças (sal debaixo da língua. Nieman LK. o responde ao CRH. Raros casos de 7 Cushing Ectópico.Injetar CRH (l microg/kg) EV . The Endocrinologist 1997.Colher Sangue para ACTH (10 mL).PA. 1995. WB Saunders Company. . 8 Tirar toda medicaç ipertensiva 2 semanas antes do teste – C. Supress1 o de Catecolaminas com Clonidina para Feocromocitoma Preparo do Paciente: .GB Jr.Realizar somente em adultos. J Clin Endocrinol Metab 1993.A press sistólica deve estar acima de 100 mm Hg antes de tomar o comprimido. Manter o paciente deitado durante todo teste e 1 hora após. . apenas 7% s o irresponsivos. em geral no pulm ectópicos s o responsivos. Muit til para afastar aç lquer tipo de stress. Estímulo para ACTH com CRH/CRF CRH . deixar dormir mais um pouco e os cuidados que se deve tomar com a sonol ncia).M. Crit rio de Interpreta o: O resultad expresso em relaç sal.Philadelphia.Repouso antes de colher o basal.senta no mínimo 10 minutos): > 12.Se no final do teste o paciente estiver hipotenso ou muito sonolento.O. . .Tomar 300 mcg (0. 5 minutos antes da injeç CRH. 77:1308-12. logo após tomar 1 comprimido 25 8 mg de Captopril (Capoten).M.Dosar catecolaminas plasm ticas basais e após supress .Colher Sangue basal p/ ACTH (10 mL). Wesley R.6 → Aldosteronismo Prim rio 7 Aldosterona/Renina 8 > 8. 7:10S-16S Nieman L. Crit rio de Interpreta o: Aldosterona plasm tica 8 < 15 ng/dL Aldosterona/Renina < 50 7 Hipertens o arterial essencial . > 35% indica doença de Cushing em 90% dos casos. respond e ao CRH.

17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante). 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. para Cortisol e/ou ACHT. p/Cortisol e/ou ACHT. SUPRESS@ O . para Cortisol e/ou ACTH. PARDINI 335 . p/ Cortisol e/ou ACHT. 12:00. SUPRESS@ O . . 18:00.Colher sangue entre 7 e 9 h da manh .Tomar 8 mg de Dexametasona VO. para Cortisol e/ou ACHT. du‘ ˆ ¡ TESTE C/ 2 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS. 17 OH e/ou Cortisol Livre. 18:00 e a ltima tomada às 2 4:00 (ou começando às 12:00.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. . p/ Cortisol e/ou ACHT basal. .1o dia: Tomar 1 comprimido de 0. 17 OH e/ou Cortisol Livre. A Às 23:00 horas .Dia seguinte: Colher sangue entre 7 e 9 h da man . Trazer a Urina 24 h.Colher sangue entre 7 e 9 h da m . Supress1 o com Dexametasona TESTE R¶ PIDO C/ 1 mg de DEXAMETASONA ¡ . . 17 KS e/ou Cortisol Livre ( colocar conservantes na urina): desprezar a primeira urina entre 07:00 e 09:00 horas e armazenar toda urina de 24 horas at mesmo hor rio no dia seguinte. p/ Cortisol e/ou ACHT. durante 2 dias (16 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 32 comprimidos). 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas.5 mg Dexametasona de 6 em 6 horas. Preparo do Paciente: BASAL .1o dia: Tomar 4 comprimidos de 0. começando às 6:00. durante 2 dias (4 comprimidos/dia durante 2 dias – Total 8 comprimidos).2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH. 17 KS e/ou Cortisol Livre (manter refrigerada e sem conservante).2 o dia: Continuar a tomar os comprimidos e colher urina de 24 horas para 17 OH.5 mg/24 horas A CORTISOL LIVRE URIN RIO A queda de 50% do valor basal ACTH queda de 50% do valor basal. p/ Cortisol e/ou ACHT basal. .3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 hrs da manh .Colher Urina 24 hs basal p/ 17 OH. segundo LIDDLE).Colher Urina 24 h basal p/ 17 OH.Colher sangue entre 7 e 9 h da m . 12:00.Tomar 1 mg de Dexametasona VO. 18:00.Às 23:00 horas . A Dia seguinte . . LIDDLE I ˆ ˆ ‘uˆu‰ ‡ dö‡ †‰ ˆ  TESTE C/ 8 mg de DEXAMETASONA 9 O MÉDICO ESPECIFICA: SANGUE: Cortisol e/ou ACTH ou URINA: 17 KS.3o dia: Colher sangue entre 7 e 9 horas da manh . A Crit rios para Supr o 17 KS < 7 mg/24 horas A 17 OH < 4. Trazer a urina 24 horas. começando às 6:00. 18:00 e lt ima tomada às 24:00 (ou começando às 12:00.Colher sangue entre 7 e 9 h da m . 24:00 e a ltima tomada às 06:00 horas. . .10. segundo LIDDLE). LIDDLE II d€‘ ¡ ˆ ‡ ‘uˆu‰ ‡ TESTE R¶ PIDO C/ 8 mg DE DEXAMETASONA † ‰ˆ  Preparo do Paciente Colher sangue entre 7 e 9 h da m . A CORTISOL queda de 60% do valor basal ou < 5 µg/dL A ñ ª vv ô du‘ ¡ ˆ … du‘ ¡ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. Preparo do Paciente: BASAL .

4 gramas por dia. Na suprarenal do outro lado a relaç ldosterona/cortisol est suprimida e geralmente com valores inferiores da relaç o medida na veia perif rica.Cuidado com problemas cardíacos . As pessoas normais excretam aldosterona igual ou menor do que 12 microgramas/24 horas. eventualmente.  ˆu‰R—u” NEJM 1994. Aldosteronismo PrimB rio. Primeiro faz-se a laparoscopia. após 2 a 3 litros de soro fisiológico.1 miligramas a cada 6 horas com suplementaç rigatória de sódio 20 a 30 milimol 3 veze s ao dia por 4 dias. testes confirmatórios . No 3 o dia colher Urina 24 horas e verificar se o Sódio urin rio esta maior do que 200 milimoL/24 horas o que confirma a alta ingest Sódio. Por isso tem que ser acompanhadas por enfermagem. Interpreta o: Em pessoas normais. ˆu‰Û—u”  ˆu‰Á—€” ”uë!u” “ †  Rdumud ˆu‰Á‰um AMOSTRAS DE SANGUE VENOSO ADRENAL ESQUERDA E DA DIREITA Esse teste obviamente só ser feito quando as imagens radiológicas especialmente tomografia espiral com corte de 3 milimetros videnciar o tumor. dividir em 4 tomadas. Se o paciente tiver o tumor a relaç ldosterona/cortisol estar maior no lado do tumor. a aldosterona plasm tica cair ixo de 6 nanog/dL.Controle rigoroso da press SUPRESS– O COM SORO FISIOLÓGICO Administraç venosa por 4 a 6 horas. Supress1 o com Dexametasona em Crianças Dose Baixa (equivale a 2 mg) → 30 mcg/kg/dia Dose Alta (equivale a 8 mg) → 120 mcg/kg/dia Calcular a dose total.Tomar VO comprimidos ou soluç Dexametasona.15 mcg/kg às 23:00 horas. o pot ssio tem que ser dosado com fr ncia para constatar os valores de c lcio. uˆ ‰R”u‘u—u‰ ó€ô ”«‘€ˆ † — ˆ€‰  ˆ † ˆ ˆu‰R” ˆ ˆu‰ SUPRESS– O ORAL COM SAL O paciente tem que tomar dieta com alta quantidade de sal com 3 dias. A dosagem de Cortisol feita para excluir stress mediado por ACTH. Importante: Este test muito perigoso porque pode produzir severa hipocalemia. Normais. que aumenta aldosterona e da resultado falso-positivo. fracionar de 6 em 6 horas por 2 dias. Importante: Este test o pode ser feito em pessoas que tem comprometimento cardíaco ou pessoas debilitadas.331:629-36 12.11. Injeta-se 200 microgramas de ACTH sint tico (cortrosina) e colhe-se sangue a cada 10 minutos durante 50 minutos após ACTH. A relaç Aldosterona/Cortisol calculada de cada lado e comparada. ‘uˆu‰R”    ˆu‰ † d † † ˆ€‰«d   † uˆ ‰ ˆ 336 Instituto de Patologia Clínica H. laparotomia. ou seja. Dosa-se Aldosterona e cortisol plasm ticos no início e no fim da infus o. . Teste r pido . PARDINI . ou seja. de 500 mL de soro fisiológico por hora. ou seja. Colhe-se o sangue perif rico simultaneamente e o sangue de cada veia adrenal para aldosterona e cortisol. hipertens ssencial a aldosterona cai abaixo de 6 nanog/dL após 2 ou 3 litros de infus o. Acima de 13 microgramas indica aldosteronismo prim rio.Acompanhamento m ico rigoroso . ou seja. 2 tabletes de 1 grama de NaCl em cada refeiç o por dia. Valores maiores de 10 nanog/dL s o diagnóstico de produç autônoma de aldosterona (adenoma).  ˆ SUPRESS– O COM FLUORHIDROCORTISONA ORAL Ingest 0.

ñ õuóuô C Curva GlicD mica ” † ‘€”  —€”(€’ud “ ¡ ˆ ˆu‰ ™” ‘uˆ€‰ †  Categoria Glicemia de Jejum Alterada Tolerância Diminuída à Glicose Diabetes Mellitus Jejum* > 110 e <126 < 126 > 126 2 horas após 75 gramas de glicose (mg/dL) Casual** *O jejum efinido como a falta de ingest o calórica de no mínimo 8 horas. Dose: Evitar fazer o teste em crianças menores de 5 anos .M). †— dÁ‡   ˆu‰ † ˆ < 140 mg/dl (se realizada) > 140 e < 200 > 200 > 200 (com sintomas clï ssicos***) † —u” ‡ ˆu‰ ˆu‰R—u‰ Instituto de Patologia Clínica H. a menos que haja hiperglicemia inequívoca com descompensaç metabólica aguda ou sintomas óbvios de DM. nos tr s dias que antecedem ao teste. Crit rio de Interpreta o: Resposta baixa: espera-se um incremento menor de 2. PARDINI 337 . As respostas numa mesma pessoa s sempre semelhantes. .PROVAS FUNCIONAIS DA TIREÓIDE 13. fazer o teste com 1/2 da ampola. Estímulo para TSH com TRH Material: 0. consultar o m ico se pode fazer apenas o TSH Ultra Sensível. Caso o m dico insista. igual adulto.9 mL de Soro. em um volume de 300 ml para ser ingerida em 5 minutos. Nota: O diagnóstico de Diabetes Mellitus deve sempre ser confirmado pela repetiç test e em outro dia. *** Os sintomas cl ssicos de Diabetes Mellitus incluem poli ria. fazer o teste com 1/4 da ampola. informar se esta gr vida ou se usa anticoncepcional. ou seja. embora os crit rios de baixa reserva tenham sido modificados porque pessoas normais podem ter elevaç s de 60 µUI/mL. ou seja. agudamente doentes ou inativos. O teste deve ser realizado pela man . Durante o exam cess rio que o paciente permaneça sentado e n fume. ñ €ˆ ‰ óuô ˆ †– † ‘ €    ˆu‰ † ™”  †  ˆu‰Rdu‰ u– †— ˆu‰ PROVAS FUNCIONAIS PARA PÂNCREAS ENDÓCRIN O 14. com 8 a 14 horas de jejum (ou C.5 µUI/mL em relaç valor basal. sendo que a resposta em geral roporcional ao valor basal. > 13 anos. sea. 50 µg.: A resposta aumentada fica a crit rio clínico. 100 µg.O. O prazo m ximo de jejum 14 horas segundo a OMS. Preparo do Paciente: Colher amostra basal e 30 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH.Informar medicamentos em uso e. polidpsia e perda inexplicada de peso. mas em indivíduos diferentes h grande variaç . crianças de 6 a 13 anos . calor perineal. O TTG recomendado para pacientes hospitalizados. com um mínimo de 150 gr de carboidratos. sendo indicada atividade física normal nesse período. se mulher. Dar 75 gr de glicose. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Obs. sem observar o intervalo d ltima refeiç . Tolerância à Glicose Crit rio de Interpret o: Preparo do Paciente: o paciente deve fazer dieta sem restriç s. Todos r idos e imediatamente após a injeç o. ** Glicemia plasm tica casual definida como aquela realizada a qualquer hora do dia. gosto amargo.

11). Interpretação: Área 1: Pessoas normais e polidpsia primária. PARDINI .5 ao Normais D. O us lcool. nesse instante do teste. pelo menos) e o teste interrompido caso a perda de peso seja superior a 5%. # ‚"$# $ "ˆ #) $ "# $ )# "8# Interpreta o (5): Aumento na Uosm após Vasopressina < 9% > 50 % > 9% e < 50 % < 50 % < 9% Nos pacientes com polidpsia primF ria o período de privaç ser maior. 338 Instituto de Patologia Clínica H. Central D. Se a relaç ·° tre Uosm/Posm < 1. Parcial D. ˆ†  ‘u Teste de Restriç1 o Hídrica ˆ ˆu‰R—u” ‘u † † †d ‘¡ˆ † ˆ€‰ù—€”  ADH. Os valores de ADH e osmolalidade colhidos ao final do teste de restriç nomograma (figura 1) e o diagnóstico diretamente observado. Nefr ico Polidpsia Prim ria final do test ó€ô 9 ˆ '9 ‰u’u“u‘  improvF vel o diagnóstico de polidpsia primF ria. 2. Caso o período noturno seja utilizado o peso dever ser verificado o mais próximo possível desse período. diretamente.I.O peso do paciente deve ser verificado regularmente (de hora em hora.Faz-se coleta de sódio e ADH s ricos. ˆu‰â– 1. Figura 2 . A densidade uri G osmolalidade uri G teste (notadamente a ° F ria e pode ser interessante sua pesquisa durante a realizaç refratometria)(10. O laboratório Hermes Pardini realiza a dosagem da osmolalidade. 4. tabaco e cafeína deve ser evitado a partir de seis horas antes do início do teste*.Medir a osmolalidade uri ria 30 e 60 minutos depois. embora menos precisa. Área 3: Síndrome de Secreção Inapropriada de ADH. smolalidade s ric tingir um valor igual ou superior a 292 mOsm/l .I. Diabetes Insipidus E A desidrataç romove um forte estímulo para liberaç medindo-se a osmolalidade uri ria e/ou ADH s rico. A urina coletada de hora em hora para verificaç volume e osmolalidade**.Administrar 5 UI de pitressina ou 0. Se ao final do teste de restriç deve-se proceder ao teste de infus salina. 6.02 mcg/kg (ou 20 mcg) de DDAVP via subcutânea (9). Área 4: Diabetes Insipidus Nefrogênico. caso o fluxo urin rio seja < 4 l/dia ou às 6 da ma caso o contr rio.I.Pesar o paciente no início da restriç o hídrica. que pode ser v erificada indiretamente ˆ† ˆ ¡ u ˆ ‰ ‰R—u”R   ˆ€‰ ˆ€‰à—u‰ *Pode se optar por iniciar o jejum em outro horF rio de acordo com a disponibilidade do local onde o exame serF realizado.N o permitida ingest líquidos at conclus o do teste. Quando houver estabilizaç o da osmolalidade urin ria (alteraç menor ou igual a 30mOsm/kg por 2 a 3 horas consecutivas – usualmente leva 8 a 12 horas para ocorrer) colhe-se material para dosagem s rica de ADH e Posm (8).15. A utilizaç o nomograma de ADH x osmolalidade uri ri til para diferenciaç tre diabetes insipidus nefro ico parcial e polidpsia prim ria (figura 2). 5. Pode se iniciar a restriç ídrica à meia noite. 3.  ‘€ d † ‡ 3 ˆu‰Rd(‰ ˆu‰ 1 ˆu‰©”u‘ † dR‘uˆu‰Rd ˆu‰ uˆ ¡© ‰ — ’u“€‘ ˆu‰ 1 8 "t #' 9 15 10 9 8 7 ADH PLASMÁTICO pg/ml 4 12 00 10 00 D E S ID R ATA Ç Ã O P IT R E SS IN A 80 0 6 5 4 3 2 1 LD 2 80 2 90 3 00 3 10 OSM OLALIDADE URINÁRIA mosmol / Kg 60 0 2 40 0 20 0 2 0 . atrav s do crioscópio. Área 2: Diabetes Insipidus Nefrogênico.5 1 5 10 50 > 50 OSM OLALIDADE PLASMÁTICA mosmol / Kg ADH PLASMÁTICO pg/ml Figura 1-Relação do ADH plasmático com osmolalidade plasmática durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias(4). $ "& # (% 8 #$ )' ídrica s colocados em um . o parâmetro a ser seguido **Cas° seja disponível a aferiç ireta da osmolalidade uri G ° F ria. como sugerido.Relação da osmolalidade urinária com ADH plasmático durante o teste de restrição hídrica em pacientes com diabetes insipidus de diversas etiologias (7-modificado). apresenta boa correlaç com a poderia ser o peso. Interpretação: Área 1: pessoas normais e com polidpsia primária. Área 2: Diabetes Insipidus Central. ° F ria.

10 a 5.N realizamos em crianças menores de 2 anos de idade. Considerado positivo se glicemia uma hora após sobrecarga > 140 mg/dl. 0.O.40 %/min I obesos 3.16. + 6’. como acima.M. . 100 gramas de glicose. ˆ ˆu‰R–u‰€—u” † ˆu‰ ‰†  Instituto de Patologia Clínica H. Nota: no rastreamento com 50 gramas de glicose. Crit rio de Interpreta o: I normal 5.Na primeira consulta s o empregados os mesmos procedimentos e crit rios diagnósticos empregados fora da gravidez. O test realizado para caracterizar o grau de resist cia à insulina em pacientes di ticos.01 a 6.01%/min Resist ncia a insulina: I < 3.30 %/min ”† u ˆ ‰ ñ “ óuô “u‘ d€m † 17. > 95 mg/dl ² Jejum : > 180 mg/dl ² 60 min: > 155 mg/dl ² 120 min: > 140 mg/dl ² 180 min: Dois ou mais valores. Diagnósti co: Preparo: 8 a 14 horas de jejum.1 unidade de insulina regular por Kg de peso EV. . * jejum de 8 a 14 horas. No tempo “0” aplicar 0. + 20’ e + 30’. Diagnóstico de Diabetes Gestacional O diagnóstic feito quando a glicemia duas horas após o TTOG com 75 gramas de glicose for >140 mg/dl. Deve ser realizado na 24a a 28a semana de gestaç . Tolerância rB pida à Insulina H KITT Preparo do Paciente: JO 10h ou C.O rastreamento entre a 24a e 28a semanas de gestaç ser realizado em uma ou duas etapas: Em duas etapas: • Com glicemia de Jejum: rastreio positivo se Gj > 85 mg/dl • Com glicemia 1 hora após 50 gramas de glucose: rastreio positivo se Glicemia > 140 mg/dl Nos casos positivos aplicar o TTOG* com 75 gramas de glicose. +12’. Colher sangue para Glicose nos tempos: -15’. -5’. valores de glicose plasm tica de uma hora > 185 mg/dl s considerados diagnósticos de Diabetes Mellitus Gestacional. N cess rio jejum. Diagnóstico de Diabetes Gestacional Diabetes Gestacional – ADA/NDDG Rastreio: 50 gramas de glicose VO. +9’. + 15’. iagnóstico de Diabetes Gestacional ˆu‰ † ‘u”  †— ˆu‰ Diabetes Gestacional – SBD/OMS Rastreio: . +3’. Em uma etapa: • É aplicado diretamente o TTOG* com 75 gramas de glicose. PARDINI 339 .

• Pacientes com IDDM (Diabetes Mellitus Insulino Dependentes) com menos de 5 anos de duraç . Observaç es: • Resposta normal 150 a 300% do basal.Colher sangue para Peptídeo C e Glicose.Após 90 minutos. tem Peptídeo C basal ± 0. após a sobrecarga de Sustacal.Tomar 6 mL de Sustacal por Kg (acima de 60 Kg n xceder a 360 mL).33 ng/mL e se elevam para ± 0. a queda progressiva de Peptídeo C muito mais r ida do que em adultos. Embora esse teste possa ser til para distinguir Diabetes Tipo 2 de Tipo 1. colher outro sangue para Peptídeo C e Glicose. Bibl. 73: 590-595 ñ óuô  340 Instituto de Patologia Clínica H. ˆu‰à”  ˆu‰ ˆu‰ €ó ô ” † ˆu‰â—u” ‡ † u– ˆ 19. Estímulo do Peptídeo C P Sustacal . em alguns casos. 17 (4): 685-703 J Clin Endocrinol Metab 1991.019 ng/mL.18.15 ng/mL. PARDINI . Lembrar que em 81% d os casos o test conclusivo. IDDM tem basal ± 0. 120. Interpreta o: Pacientes c/ Peptídeo C > 2. ResistQ ncia à Insulina GTT c/dosagem de insulina e glicose (0. 60.013 ng/mL subindo somente para ± • Pacientes com mais de 5 anos de duraç 0. pode haver superposiç valores. . .77 ng/mL após Sustacal. aqui vai valer a avaliaç o clínica. 180 min atR 300 ) Preparo do Paciente veja TESTE DE TOLERÂNCIA À GLICOSE p g.Diluir 6 medidas de Sustacal em 1 copo de leite + 1 /2 copo de gua = 360 mL.: Endocrinol Metab Clin N Amer 1988. • Em adolescentes com IDDM. • 19% de pacientes com Peptídeo C abaixo de 0.245 Crit rio de Interpreta o: INSULINA BASAL S Normal < 20 µUI/mL S Suspeita de RI 20 a 30 µUI/mL S RI > 30 µUI/mL INSULINA PÓS -GLICOSE S Normal < 150 µUI/mL S RI moderada 150 a 300 µUI/mL S RI severa > 300 µUI/mL Ref. tem grande aumento do Peptídeo C após o Sustacal. . Tomar o Sustacal em menos de 10 minutos. 30.20 respondem aos agentes orais.

. + 5’ e +10’. fazer 3 dias de dieta contendo pelo menos 150g de aç car e atividade física habitual. lavar o escalpe com soro fisiológico. ‡  õuóuô  vô ˆu‰ ˆ ˆu‰ Crit rio de Interpreta o: Acompanhar a queda do percentil. Hor rio do Teste: 07:30 às 10:00 horas (preferencialmente) Dose de Glicose: 0. + 3’. . PARDINI 341 . 1’após fazer infus .O.0 mL de Soro. Cuidado: Após a infus o do soro glicosado. Instituto de Patologia Clínica H.M. Jejum: JO 10h ou C.Excesso de exercício físico deve ser evitado pelo menos 1 dia antes do teste.5 g/kg no m ximo de 35 g Concentr o infundida: 25% Tempo de infu o: 3 min ± 15 segundos Tempo zero: final da infus Tempos de coleta: basal. Tolerância à Glicose Endovenosa Material: 1. Preparo do Paciente: Como recomendado para curva de tolerância.20.O teste deve ser adiado se o paciente apresentar qualquer doença.1313-1316. +1’. PERCENTIL DA SECRET @ O NORMAL DE INSULINA µU/mL Percentil 1 3 5 10 25 50 75 99 1+3 Min 46 56 64 81 112 162 219 551 1+3 2 vezes o Basal 24 36 43 55 91 137 193 462 ñ óuô Diabetes Care 1992: 15(10). 5’.

dentro dos parâmetros iniciais.15 mg/m2 de clonidina (Atensina®). Seguem-se 20 minutos de exercício contínuo (subir e descer escadas ou andar depressa) e nova coleta de sangue 0 (após t rmino do exercício). V Pacientes pós -cir rgicos de hipofisectomia. risco de hipoglicemia grave. V Pacientes di ticos em uso de insulina: nos hiperglic micos ifícil conseguir hipoglicemia. entre 15 e 30 kg = 250 mg e acima de 30 kg = 500 mg. † ˆ€‰ † † INSULINA Material: 1. temos que interromper o teste. nesses casos repetimos o teste após ® metoclopramida (Plasil ). 342 Instituto de Patologia Clínica H. GH EXERC¼ CIO Preparo do Paciente: O paciente deve permanecer em repouso por pelo menos 15 minutos. CUIDADOS: V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar a descompensaç o cardíaca.PROVAS FUNCIONAIS PARA HIPÓFISE ANTERI OR 21. 30. usamos doses menores de insulina (0. 1 a 2 horas após o teste. quando ent colhida uma amostra basal. Nova coleta de sangue 60. V Reforço: dependendo do nível da hipoglicemia.0 mL de Soro Preparo do Paciente: Colhe-se amostra basal e administra-se EV 0. 90 e 120 minutos.05 U/Kg). colhendo ent amostras 60. e 60 minutos após t rmino do exercício.1 U de insulina simples/kg de peso. V Com hipoglicemia durante o teste. 90 e 120 minutos após. Estímulo para HGH U Material: 1. 60 minutos após a hipoglicemia. Dosagem da clonidina pelo gr fico da superfície corpórea = peso + altura ˆ “€‘ ”† ˆu‰ ˆ€‰ ”† ˆ Continua. Cuidados: O cliente apresenta com freq ci seas e vômitos.0 mL Soro. se necess rio (manter soro fisiológico venoso). O repouso após o test fundamental. ! u“€‘ dî‘u †  CLONIDINA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar VO 0. Cuidados: V Todos os pacientes apresentam hipotens o e sonol cia. Amostras s colhidas 30. V Crianças agitadas. Apenas liberar para atividade física quando tiver passado o efeito do medicamento.. V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. PARDINI . V Pacientes convulsivos: o test contra indicado. poder ser feito um reforço na dose de Insulina.  d€m † ‡ ”† ˆ ˆu‰  ˆu‰ “ †— ¡  ˆ L-DOPA Preparo do Paciente: Colher amostra basal e administrar por VO L-Dopa na dose de: at kg de peso = 125 mg. V JO 8h. V Contra indicado para pacientes com problemas cardíacos: pode levar à descompensaç o cardíaca e hipotens severa. que n permitem manter o so ro na veia.. ter sempre glicose hipertônica para aplicaç o EV.

porque apresentam efeitos colaterais mais brandos que os demais. o paciente recebe por via oral 75 g de glicose e s o colhidas amostras de Soro 60 e 120 minutos após. 180. pode ser utilizado via oral . 3. JCEM 1994.00 ng/mL d Normais f > 5. † ˆ Crianças menores de 2 anos: ˆ  22. apresenta um potente estímulo à secreç GH. Cuidados: O uso pr vio de atropina impede o aparecimento de cólicas intestinais. Crit rio de Interpreta o: Queda para níveis < 2. Estímulo para HGH com Dexametasona A Dexametasona. 2 mg VO Colher o sangue basal. O laboratório fornece o Etinil Estradiol. Sendo necess rio teste de estímulo.Administrar VO mestinon 70 mg por m2 de superfície corporal (nomograma).SP † óuô 23. et al.5 mL de Soro. Com essa medicaç o. PARDINI 343 . após a coleta de uma amostra basal. Colher sangue para GH nos tempos 60.(P029) Pinto. 3:30 e 4 horas) Crit rio de Interpreta o: c Resposta normal: 36 ± 5 mUI/L d Resposta do D ficit de GH: 3 ± 1 mUI/L õuó€ô † ˆu‰ö— o ñ JCEM 1992 75(2):536-9 Trabalho apresentado no Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia 1994 -Curitiba. 150 e 180 minutos (basal. EPM . 2 dias antes do teste. 120. ou seja.Continu õuó€ô o. 1 mg/M2 EV Colher o sangue basal. O procediment i tico ao de um teste de tolerância glicose cl ssica.79:537-41 SensibilizX`Yba o com ETINIL ESTRADIOL Nos pr -puberais ou no início da puberdade em “ambos os sexos”. 2:30 e 3 horas) b.EST MULO PARA HGH Ÿ MESTINON W Preparo do Paciente: Colher sangue no tempo basal ("0") . Cassorla F. Administr o da Dexametasona: a. ACAR e cols.M. 40 mcg/m2 por dia. apesar dos efeitos delet rios no crescimento. 90 e 120 minutos após o estímulo. desaparec em os falsonegativos.. Preparo do Paciente: JO 8h ou C. favor enviar peso e altura da criança. Supress1 o para HGH com Glicose e Dextrosol Material: 0.ETINIL ESTRADIOL. 210 e 240 minutos (basal.00 ng/mL d Sugere Acromegalia f ñ ‰ † —u“€‘ óuô ˆ Instituto de Patologia Clínica H.O. aconselhamos fazer como screening o IGF1 e o IGFBP-3. N o realizamos testes de estímulo. quando administrado agudamente.. BROMETO DE PIRIDOSTIGMINA † INTERPRET“•”– O dos testes acima > do que 3 ng/mL: Pr -Puberal (Tanner 1) > do que 5 ng/mL: Tanner 2 > do que 7 ng/mL: Tanner 3 e Tanner 4 † Marin G. 2. sugerimos L-Dopa e exercício.

Preparo do Paciente: JO 8h ou C. PARDINI .5 mL de Soro. gosto amargo. Todos r idos e imediatamente após a inj eç . vômitos e hipotens ós o Parlodel. Colher sangue no tempo "0" (basal) para TSH. mantendo a veia. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH. sea. Preparo do Paciente: JD 4h. FSH e LH aos 60 minutos para FSH.5 mg por via oral). deve pelo menos duplicar ou. Colher amostra basal 30 e 60 minutos após a administraç EV de 200 µg de TRH.24. ñ  ‰ † ˆu‰R‰ vv  uó ô ˆ ‘u ˆ u ‰ ÷ëudu‘ €– ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ 27. g Crit rio de Interpreta o: Queda maior que 50% dos valores basais. 120 e 180 minutos para dosar GH e Prolactina. ñ õuóuô 344 Instituto de Patologia Clínica H. Após 1 comprimido de Bromocriptina (2. LH. Informaç es nece rias: Se mulher. Colher sangue aos 30 minutos após estímulo para TSH.: 30% dos normais podem responder. calor perineal. Crit rio de Interpret o: A resposta de cada teste deve ser considerada isoladamente. deve ser significativamente maior que o valor basal. Administrar ao paciente. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneame nte? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Todos r idos e g imediatamente após a injeç o. Estímulo para Prolactina com TRH Material: 0. Colher amostra basal. o valor de GH. gosto amargo.0 mL de Soro.7 mL de Plasma. tendo como base um ritmo de secreç .05 UI/Kg de peso de insulina simples. em geral elevado. Preparo do Paciente: JO 8h.4 mL de Soro e 0. Preparo do Paciente: JD 4h. via endovenosa. nesses casos. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. Efeitos colaterais podem ocorrer: tontura. Supress1 o do HGH e Prolactina após Bromocriptina Material: 1. Aplicar insulina. LH. Cortisol e ACTH.5 mL de Soro. HGH. ñ † óuô ˆ€‰ ‘€ ˆu‰ u– ˆu‰ 25. Obs.O. Estímulo para HGH com TRH em CR lulas Tumorais Material: 0. TSH e HGH e 90 minutos para Cortisol. mais 0. após 20 minutos da hipoglicemia aplicar LH -RH + TRH. FSH. Crit rio de Interpreta o: Pacientes com c lulas tumorais devem responder e. Cortisol. 60. ñ óuô ˆ€‰(d€– 26. Megateste h Avaliaç1 o HipofisB ria Total Material: 1.M. Pode haver enjôo. colher sangue aos 30. ACTH e HGH. sea. Crit rio de Interpreta o: Aumento > 100%. ACTH. calor perineal. Colher sangue "0" (basal). 200 mcg de TRH e 100 mcg de LH-RH.

com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J usou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est gr vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. responder questi rio: atualmente sua menstruaç o v m todo m s? Cas venham. uˆ du‰ – u ˆ R ‰ ñ † –u‡€m óuô ‰ † ˆu‰R‰ vv  ˆu‰ –u‰u—u”R‘uˆu‰Rd u• ‡  ˆ ‰€‘u†  ëu” † R’  ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆ “ “ ‰âˆu‘u‰ ˆu‰ “ ‡  ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. ou seja. p N resenta efeitos colaterais.dia “3” às 18:00 horas i IGF 1 e IGFBP 3 após GH p dia “4” às 09:00 horas i GH Basal ou estimulado elevado com pequena resposta de IGF 1 e/ou IGFBP 3 em relaç o ao normal. Aplicaç da ampola: (+) 20 kg = 1 ampola ( -) 20 kg = 1/2 ampola.0 mL de Soro.5 a 2 vezes. PARDINI 345 .5 a 2 vezes Mulheres: Fase Folicular: i LH aumenta 3 a 4 vezes i FSH 0. Crit rio de Interpreta o: Queda de 50% dos níveis basais.dia “2” às 18:00 horas p 4o . ó€ô •(‘€ˆu‰ “ ˆu‰Rdu‰ ˆ€‰ ™ ˆ † €— ” ™” 30.mesmo dia “0” às 18:00 horas p 2o . Supress1 o para Prolactina após L -Dopa Material: 0. Crit rio de Interpreta o: Crianças pr . via oral.eres: i LH mentar i FSH duplica Homens: i LH aumenta 4 a 10 vezes i FSH 0. Preparo do Paciente: Colher amostras basal (0').1 ng/m t m valor. Informaç es nece rias: Se mulher. com sua menstruaç o? At poca sua menstruaç ra regular? A menstruaç v m com medicaç espontaneamente? Hoje usa anticoncepcional ou algum hormônio? Qual? J us ou? Qual? H quanto tempo parou de usar? Est r vida? H tos meses? Informar data da ltima menstruaç e data da coleta deste exame. 10 mg/Kg de peso. ñ   ‰ † ˆu‰R‰ ™” vv  óuô ˆ ‰€‘u†  ëu” †   ÷ëudu‘ ˆ€‰ ” ˆu‰ “ “ ‡ ˆ u‰ uˆ ‰ “ ˆu‰ 29. Preparo do Paciente: JD 4h e repouso.: tomar cuidado com o limite inferior de detecç do ensaio que 0.4 mcg/mL.1 ng/mL. dose m xima de 500 mg. pode ser encarado como insensibilidade parcial do receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH e deve ser estudado o receptor de GH que pode revelar mutaç es. Após L -DOPA.5 mL de Soro. Geraç1 o de IGF -1 Procedimento: i IGF 1 e IGFBP 3 basal p às 09:00 horas dia “0” i Injeç s GH (0. variaç s de 0. Obs. Estímulo para LH e FSH com LH-RH Material: 1. responder questi rio: atualmente sua menstruaç v m todo m s? Caso n venham.28.dia “1” às 18:00 horas p 3o .5 a 2 vezes i LH aumenta de 4 a 10 vezes Fase tea: i FSH 0. Informaç es nece rias: Se mulher. Colher sangue para dosar Prolactina no tempo "0" (basal).1 unidade/kg/ de GH) p 1o . Interpreta o: Incremento de 20% em relaç basal ou IGF -1 p > 15 ng/mL e IGFBP-3 p > 0. colher sangue aos 60 e 90 minutos para dosar Prolactina. 30 e 60 minutos após a administraç EV de 100 µg de LH-RH.

0 mL de soro fisiológico.0 mL de 0. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de Pentagastrina 0. seguido de 0. Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosar calcitonina. Aplicar EV 2 mg/kg de gluconato de c lcio a 10% infundido em 1 minuto. sensaç lenitud strica ou n sea que regride espontaneamente em 1 ou 2 minutos.0 mL de Soro.9% de NaCL infundida em 10 segundos Cada ampola possui 40 µg de Pentagastrina diluída em 2.PROVAS FUNCIONAIS PARA O DIAGNÓSTICO DO CARCINOMA MEDULAR DA TIREÓIDE 31.a infus e c lcio pode provocar sensaç calor e de plenitu strica e a pentagastrina pode provocar desconforto subesternal.a ampola de pentagastrina cont m 40 µg em 2.9% de NaCL. Estímulo para Calcitonina com infus1 o de CB lcio Material: 1. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r  ñ ˆu‰å—  † ˆu‰«ˆu‰w —u” — u ” w – ”w’u —u”«’u  346 Instituto de Patologia Clínica H.5 µg/Kg em 2. Colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar calcitonina. Após injeç r ida (1 minuto) de gluconato de c lcio a 10%. C lculo da ampola: peso x 2 : 9 = mL da ampola Resposta do Teste: < 100 pg/mL q Normais r entre 100 e 200 pg/mL q Suspeito de CMT r > 200 pg/mL q Sugestivo de CMT r  ˆu‰ u– 32.5 µg/kg (em 2. Após injeç r ida (10 segundos). Colher sangue no tempo “0” (basal) para dosagem de Calcitonina. colher sangue aos 2 e 4 minutos para dosar a calcitonina. PARDINI . 2 mg/Kg de peso.9% de NaCL) de pentagastrina.0 mL de 0. . 1 ampola diluída em 2.0 mL de 0. infundida em 10 segundos. Crit rios sugeridos: Suspeito de CMT: 200 a 400 pg/mL q Homem r Sugestivo de CMT: > 400 pg/mL r Normais: < 100 pg/mL q Mulher r Suspeito de CMT: entre 100 e 200 pg/mL r Sugestivo de CMT: > 200 pg/mL r ñ ˆ€‰ u– ˆu‰ s 1 o de CB lcio e Pentagastrina 33. Preparo do Paciente: JD 4h. Colher sangue no tempo "0" (basal) para dosar calcitonina.0 mL de soluç fisiológica. . Estímulo da Calcitonina com infut (simultâneo) Material: 0.8 mL de Soro Preparo do Paciente: JD 4h.

enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. Manter temperatura ambiente. Para outros laboratórios enviar alíquota de 50 mL e informar volume de 24h. colocar inicialmente no frasco.   © 8õuó€ô €ˆ ‰ ˆ€‰(—€d ‡ Instituto de Patologia Clínica H. Nos casos de hipercalci ria. Colher todas as urinas sem perder nenhuma micç o. fazer gasometria arterial. enviar alíquota 50 mL e Informar o volume de 24h. fornecido pelo laboratório.após 12h de jejum absoluto de gua e alimentos ( veja observaç v Urina tipo I com pesquisa de dismorfismo eritrocit rio v Urocultura com antibiograma 2. Sódio e Creatinina. N o refrigerar. Nesse material ser feitos os exames de: Cistina qualitativa. dosar PTH v Creatinina v Fósforo v Pot ssio Exames de Urina 1. Rotinas Na primeira Urina 24h. realizar teste de PAK. O estudo com a dieta pobre em c lci mais realizado. 2 0 mL por litro de urina de HCL 50%. Outros laboratórios. M sio e Oxalato u …   “ “ ˆ   “  ‰R‘u“ˆu‰ †  ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ ˆu‰ Na segunda urina 24h. dever ser colocado no frasco Bicarbonato de Sódio 5 g/L de urina. Nesse material ser feitos os exames de: C lcio. de prefer ncia tr s rotinas. solicitar prova de Acidificaç urina. Colher todas as urinas sem perder nenhuma m icç . Urina isolada (Jejum Obrigatório). N o pode refrigerar. Urina de 24 horas Colher material para duas ou tr s rotinas. Se o pH desta gasometria arterial for ≤ 7. Deoxipiridinolina/Piridinolina. fornecido pelo laboratório. Manter em temperatura ambiente. Obser oA Se o pH > 5. Para cada rotina deve-se coletar urina de 24 horas.30. rigorosamente antes de começar a coleta. Citrato. PARDINI 347 . se elevado.PROVAS FUNCIONAIS METABÓLICAS DA NEFROLI T ASE 34. Outros laboratórios.5. Nefrolitíase Exames de Sangue: cido Úrico v v C lcio Iônico. Nesse material ser feito o exame de v cido Úrico …  du’u‘ † ˆ€‰ ˆ A terceira urina 24h dever ser colhida sem conservante e refrigerada. Colher amostra isolada de urina (2a da manh ou após 4 horas de r etenç ) para os exames: A) v pH pelo pHm tro .

.Hipercalciúria: C lcio uri rio: > 4 mg/Kg de peso ou € Homens: > 300 mg/24h € Mulheres: > 250 mg/24h . 300 mL d’ . urin. desprezar toda a urina. urin.11 e c lcio urin. Colher toda a urina das próximas 2:00 horas (mais ou m enos at  s 10:00 horas) e dosar: x y C lcio y Creatinina u’ Teste de Sobrecarga Oral com CB lcio €’ud ¡ ˆ ˆ  du‘ ¡ ˆ † † Crit rios de Interpret o: . urin.Hipercalciúria Marginal: C lcio uri rio: > 150 e < 250 mg/24h . poder fazer x desjejum. jejum < 0. urin. pós -sobrecarga dividido pela relaç o c lcio urin.11 e após sobrecarga ≥ 0. x Ingerir. > 4 mg/24h.Hipercalciúria indeterminada: C lcio urin. urin. jejum ≥ 3.20.: Após sobrecarga diminui AMP Cíclico. Teste de Pak w x Ingerir 300 mL d’ ua entre 21:00 e 24:00 horas. no dia do teste. urin. da realizaç o desta dieta. apesar do c lcio urin./creat. jejum < 0. pós -sobrecarga < 0. Após 1/2 hora (30 minutos). ingerindo: 1 copo de c + 4 torradas ou 4 bolachas sal + 1 copo d’ ua.35. Após 3:30 horas da x sobrecarga de c lcio colher toda a urina e dosar: y C lcio y Creatinina   ¡  d” —u”Ruu’’€ud( u’   ˆ€‰  ô uõ €ó ô  ‘u  ˆ  ‘u    ˆ   348 Instituto de Patologia Clínica H. ñ Tomar 2 comprimidos de C lcio Sandoz F em 1/2 copo d’ .  s 07:00 horas da m Colher amostra da primeira urina da man para exame de Urina rotina (jato m dio) às 08:00 horas e x desprezar o restante./creat./creat.Hiperabsorç o Intes tinal de C lcio: C lcio urin.Hipercalciúria Renal: Relaç o c lcio urin.5 € Relaç ./creat.11. x Permanecer em jejum durante 08:00 horas. Obs. Nesse momento. jejum ≥ 0./creat./creat.20. PARDINI . c lcio urin.

ˆu‰  —u “u‘ † “ “ ˆ€‰à—u“u” ‘ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—ud Instituto de Patologia Clínica H. após administraç lactose. Falsopositivos podem ocorrer. Esvaziar a bexiga no início do teste. teste Coment rios: Teste usado na triagem de m sorç e carboidratos por doe nças da mucosa intestinal (doença celíaca. Após administraç o de dos e oral de xilose. 30’e 60’ após lactose. tomar dose de Xylose.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado basal. PARDINI 349 .5 g/Kg de peso at o m ximo 25 gramas.  ˆ ýd€m ˆ€‰ù— óuô ˆ  ˆ ”† ò ˆu‰ † — d† ꆇ ”† ˆ€‰ ud ‘ ¡ ˆ  †‰ † ”Ru’€† d ‘  †ô  37. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç lactose oral. entre outras). Colher Sangue 1 hora após a ingest o da D -Xylose e colher Urina durante 5 horas após a dose. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. Jejum: Adultos „ JO 8h Crianças „ JO 4h . Lactose. Em pacientes normais observa-se um aumento da glicemia maior que 20 a 25 mg/dl. Condi o: 0. Jejum: Adultos „ JO 8h / Crianças < 1 ano „ JO 6 a 8h. est medida no sangue e urina.PROVAS DE ABSORƒ  ‚ O DE CARBOIDRATOS 36. Medicamentos como aspirina. doença inflamatória intestinal. fibrose cística. D-Xilose. Essa defici ncia na síntese de lactase pelo enterócito acarreta em diarr ia osmótica. D -xilos m monossacarídeo normalmente inexistente no sangue. É absorvido no intestino delgado e excretado sem ser metabolizado na urina.: O test realizado pela m . doença de Crohn. sprue tropical. neomicina e glipizida podem interferir e devem ser descontinuados 24 horas antes do teste sob orientaç m ica. Obs.5 mL de Soro ou Plasma (fluoreto) + 5 mL de Urina (informar volume total de 5 horas). C lculo da dose D-Xylose: Diluir a dose em 250 mL d : Criança „ 0. indometacina.0 g/Kg (at no m ximo 50 g). Resultados falso-positivos e falso-negativos podem ocorrer. ou secun ria a outras doenças: enterites infecciosas. teste de tolerância Coment rios: Útil na investigaç da defici cia de lactase na mucosa intestinal. Dose Administrada: 2. Adulto „ 25 gramas Valor de Refer ncia: … Soro Adultos: > 25 mg/dL „ Criança: > 20 mg/dL „ … Urina „ Adulto: > 16% da dose ingerida Criança: > 10% da dose ingerida „ Conservaç o de envio: At semana entre 2 o e 8o C. Esse teste s til em pacientes com funç renal normal. Essa defici cia pode ser idiop tica. Procedimento: N o h coleta basal. Procedimento: 1. Doença de Whipple e giardíase. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici ncia de lactase.Permanecer em jejum at t rmino do teste. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).

basal. Sacarose. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. A maltase age sobre a maltose. resultando em mol culas de glicose que s prontamente absorvidas.0 g). A Sucrase age sobre a sacarose. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).0 mL de Soro ou Plasma fluoretado. Dose Administrada: 2. após administraç maltose. Dose Administrada: 2.  † ud u‘  “u‘ † “ ˆ€‰Ù—u” ˆu‰ †  †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d † ud u‘  ˆu‰R—u” 39. Procedimento: 1.0 mL de Soro ou Plasma fluoretado.38. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Procedimento: 1. 30’e 60’ após sacarose.0 g). Maltose.0 g/Kg (at no m ximo 50. 30’e 60’ após maltose. Valores de glicemia < 20 mg/dl após administraç maltose oral. “u‘ ˆu‰«—u” †“ † †  ò ôˆ€‰(—€” ÿ @«d ˆu‰R—u” 350 Instituto de Patologia Clínica H. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. teste de tolerância Coment rios: Esse teste logo ao teste da lactose sendo utilizado no estudo das defici ncias de dissacaridases na mucosa intestinal. basal. Jejum: Adultos † JO 8h Crianças < 1 ano † JO 6 a 8h. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL da glicemia. após administraç sacarose.0 g/Kg (at no m ximo 50. PARDINI . resultando em mol culas de glicose e frutose. acompanhados de sintomatologia clínica indicam defici cia de lactase. Valor de Refer ncia: Elevaç 25 mg/dL na glicemia. Conservaç o de envio: At dias refrigerado (quando coletado em plasma fluoretado).

ñ ˆu‰ óuô †   JORN MÜLLER .1988 41. 3 e 4 horas para medir pH. após o estímulo.30:187-192.5 mL de Soro. Colher Soro no 4 dia.3 em pelo menos uma das amostras colhidas após sobrecarga com Cloreto de amônio. Jejum: Adultos ‡ JO 8h Crianças ‡ JO 4h Procedimento: Colher Urina basal. para dosar Testosterona. Crit rio de Interpreta o: Aumento de pelo menos duas vezes do valor basal. administrar 0.HORMONE RESEARCH . Valor de Refer ncia: Reduç pH urin rio a v alores inferiores a 5.  ”R‡ ˆ € ‰ ( — € ” ( — € ” ˆ u ‰ R —  ‡ u m ‘u ˆ ‘u ‡ ˆu‰ —uò ‰  †H• ¡ ‰ Instituto de Patologia Clínica H. 2. Estímulo para Testosterona com HCG Material: 0. Teste Coment rios: Test til na investigaç feitos no t ulo renal de acidificaç o uri ria. Acidificaç1 o UrinB ria. Laboratórios: Enviar todo material colhido (cada) hora at ras após coleta.OUTROS TESTES 40. PARDINI 351 . num m ximo de 4000 unidades. Aplicaç do Profasi feita na farm cia. Esses dist rbios podem levar a nefrocalcinose e formaç e c lculos uri rios. em frasco contendo vaselina líquida.1 g/Kg de peso de Cloreto de amônio e colher Urina 1. Aplicar por via intramuscul ar o HCG (Profasi – ® o Pregnyl ) 100 unidades/Kg de peso. Preparo do Paciente: ® Colher sangue para testosterona basal (7 às 9 horas). dosar pH.

0 µmoL/L ‰ ˆ ‰ Mulheres 4. B12. em duas ou mais vezes o nível basal.: O uso de insulina estimula a secreç o da Gastrina.Diferença entre total e após estímulo Risco HCT-M (resposta total HCT-D (diferença entre Risco relativo ao estímulo) total e após estímulo) Baixo < 30 < 20 <1 Moderado 31 a 37 21 a 25 + ou – 1 Aumentado > 38 > 26 2 a 2. PARDINI .42.0 µmoL/L ˆ ‰ Elevaç iscreta 15 a 25. .Colher amostras após 5’. 30’e 60 minutos. ˆ Valores de 500 a 600 pg/mL ‰ sugestivo de hiperplasia de c lulas G. Ingest ife m dio ( ± 150 g) + 1 ovo cozido (pode ser substituído por sanduíche de ham rguer) . Em pacientes n o portadores da síndrome. Interpreta o: ˆ Valores > 1000 pg/mL ‰ s sugestivos de Gastrinoma. Valores de Refer ncia: Basal ˆ Homens 4. avaliaç o das reservas de vitaminas B6. ó€ô ˆu‰H@fRm ˆu† ‰ ˆu‰ ˆ mu‡ EST¼ MULO APÓS GLUCAGON † Coment rios: O aumento do nível s rico de gastrina após o estímulo. folato e riboflavina e para definiç o de risco cardiovascular. . após a administraç Glucagon. ou mesmo diminuiç ível de Gastrina. ixa resposta.Aplicar EV 1 mg de Glucagon .0 µmoL/L ˆ Elevaç moderada ‰ 25 a 50.0 µmoL/L ˆ Elevaç centuada ‰ 50 a 500. 15’.5  ˆ ò ˆ€‰(—€” ˆ ˆ ‡ ˆuˆu‰R ‰ˆu‰R—d 43. 10’. Gastrina EST¼ MULO ALIMENTAR . Homocisteína após estímulo de Metionina Coment rios: Realiza-se sobrecarga da via da metionina (100mg/kg peso) para determinaç o da homocisteína basal e após 6 horas.Advertir o paciente de que pode sentir lev sea transitória. 30’ após alim entaç : colher sangue ‰ dosagem de Gastrina Obs.  † ˆ ”R‘u ‘uˆu‰Á–€‰ ˆu‰R—u‰ ¡  ó€ô † ˆu‰R—u‰R‘ ˆ ¡ Ýmud 352 Instituto de Patologia Clínica H.0 a 12. Em pacientes rtadores da síndrome.0 µmoL/L Seis horas após Metionina . baixa resposta. ou mesmo diminuiç o do nível de gastrina.0 a 14. Interpreta o: O aumento do nível s rico de Gastrina em duas ou mais vezes o nível basal. sugere fortemente a presença de síndrome de Zollinger -Ellison. . sugere fortemente a presença de Síndrome de Zollinger -Ellison. Colher Sangue basal ‰ dosagem de Gastrina .Colher amostra a basal para dosagem de Gastrina. Esse teste pode ser utilizado para detecç casos moderados de homocistin ria.

etc). ˆu‰ý‰ d ˆu‰ – C.Nas próximas 01 ou 02 horas (C. colher rigorosamente todas as micç s (inclusive à noite) e n o apenas uma parte. PARDINI 353 . . . stress. Colher as amostras em recipiente limpo e seco. ud ‘ R ˆ” ˆu‰Û” m † ™ ˆu‰ ™ ” ˆu‰Á—u‰Á— ™” ˆ  Á”   Urina Início ou Final de Jornada Coletar urina após período de exposiç  ntes do período de exposiç jornada de trabalho ou início). tomar 02 copos de gua. Caso aconteça de esquecer de colher alguma micç . 3. Qu alquer erro nesta coleta. Muitos exames exigem conservantes. .Colher toda a uri s parte. . colher todo o volume uri rio.M. du ‘ ¡ ˆRdu‰ ‘€  Urina 12 horas .Urina 1 ou 2 horas . dietas ou recomendaç s específicas. a primeira micç ia seguinte. a fim de evitar contaminaç es.Pacientes com problema renal que urinam pouco.O.Encerrar a coleta e trazer o material ao laboratório. todas as urinas at completar 12 horas.O. integralmente.Manter dieta hídrica habitual.Conservar a amostra na geladeira ou em local fresco. perder nenhuma urina.Desprezar a urina e marcar o hor rio.A coleta da urina tem que obedecer o hor rio rigorosamente. tomar bastante líquido durante a coleta.Em seguida.). . preferencialmente em garrafas de gua mineral. exercícios físicos.  † ‘udR”(‘€ˆu‰Rdu–u”u‘ud ‘ u ˆ u ‰  Urina de 24 horas ¡ svaziar totalmente a bexiga desprezando esta urina.Colher a partir daí. 2. É fundamental que seja entregue ao laboratório toda a amostra da urina de 24 horas. 4. interromper a coleta e inicia -la novamente no dia seguinte. Evitar fazer a coleta em dias nos quais haja mudança nos seus h bitos (dieta. (ou seja. IMPORTANTE 1. Ao acordar pela m A partir daí.Desprezar toda a 1a Urina da m se levantar e marcar o hor rio. volume total das 12 horas. . após a Instituto de Patologia Clínica H. no mínimo. implicar m erro nos resultados.M. . . Colher toda micç tam m. . no mesmo hor rio em que jogou fora a do dia anterior.

M. nem lavar . quando necess rio. CLEARENCE DEOXIPIRIDINOLINA FÓSFORO HIDROXIPROLINA MAGNÉSIO METANEFRINAS PIRIDINOLINA  POT SSIO PROTE“ NAS TOTAIS SÓDIO VMA ’‘ ¶” IDO CLOR¼ DRICO 6N – HCL 50% 20 mL/L ADULTOS: 20 mL/L .CRIAN” A: 10 mL/L ADULTO: 20 mL/L . CLEARENCE ACETONA ETANOL METANOL AMINO CIDOS. PARDINI . PESQUISA ALA-U ALDOSTERONA CISTINA CREATININA CREATININA.CRIA d ™ ” A: 10 mL/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L 5 g/L CONSERVANTE OBS. CROMATOGRAFIA  ¶” IDO ACÉTICO – 8M 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR FRASCO ÂMBAR DIETA C. medicamentos.O.Produto tóxico . PESQUISA UROPORFIRINAS. 6. pois poder casionar contaminaç rina. O uso de absorvente interno pode ser uma alternativa em situaç es urgentes. especialmente para pacientes do sexo feminino. sem nenhuma perda de material.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L .CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L .CRIAN” A: 10 mL/L ADULTOS: 20 mL/L . 4. tipo gua mineral. COM DIETA FRASCO ÂMBAR COM DIETA FRASCO PL˜ – — TICO DIETA FRASCO ÂMBAR BICARBONATO DE SÓDIO COM DIETA SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM IDO ÚRICO COPROPORFIRINAS PORFIRINAS.Manter fora do alcance de crianças”. com o objetivo de se reduzir eventuais contaminaç s por fluidos genitais. REFRIGERAR SIM SIM SIM N• O SIM N• O SIM SIM SIM SIM SIM SIM SIM COM DIETA COM DIETA COM DIETA COM DIETA C. Os frascos devem ter etiquetas que informem sobre o conte rmitam a identificaç clara do paciente.M. 8. FLUORETO 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 100 mg p/100 mL 20 mL/L Congelar Congelar Congelar SIM TOLUENO INSTRU• ÕES 1. N sar recipientes de refrigerantes. Os volumes dever ser colhidos rigorosamente. 5. Os conservantes dever o ser adicionados ao frasco no início da colheita. 3. par o haja alteraç s provocadas pelas mudanças de itos dos finais de semana. etc.EXAME ’‘ ’‘ IDO C“ TRICO ’‘ IDO 5 HIDROXI INDOLACÉTICO “ LICO ’‘ IDO HOMOVAN  IDO OX LICO AMP C“ CLICO ‘’  LCIO CATECOLAMINAS CREATININA CREATININA. O material eve ser colhido durante episódios de cólica renal (aguardar 10 dias) ou em uso de medicamentos que causem interfer cias nos exames. rigatório. deve-se evitar a coleta de urina durante o período menstrual e nos dias imediatamente anterior e posterior. Quando indicado.CRIAN” A: 10 mL/L 20 mL/L 20 mL/L 20 mL/L ADULTO: 20 mL/L . 7. O uso do conservante. Refrigerar..O. URINA 24 horas sem conservante. Evitar colheitas nos finais de semana. Sempre que possível. 2.CRIA ™d” A: 10 mL/L 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) 20 mL/L (Facultativo) ADULTO: 20 mL/L .N o desprezar. Relacionar o uso de medicamentos em caso da impossibilidade de suspens o. Por exemplo: “Este frasco cont m cido Clorídrico 6N . Sugerimos que as urinas devam ser colhidas em frasco pl stico liso. deve-se orientar para a realizaç o de cuidadosa higiene íntima antes de cada coleta. ˆu‰ ˆ  † ‰um ¡u  m ‘uˆu‰ý— ™ ™” ˆ “u‘ dýëu”ý‘€ˆ ™” † … ‡u—u‰ ”ýˆ –u” ˆu‰ ˆ R‰   ˆ u ‰ R ‘ u d ©  ˆu‰  354 Instituto de Patologia Clínica H.

C-erb-2 neu protein . Actina de mr sculo liso . PAN T CELLS . Anti human Kappa L C . KI-67 (MIB 1)  2 (3 5 Câncer de Mama . ACTH . HMB 45 . Tireoglobulina . Sinaptofisina . CD 45 RO Imunohistoquímica . Anti human C3 .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Helicobacter pylori . Epithelial membrane antigen . CD 43 . Anti human IgA . Anti human IgG . Receptor progesterônico . PAN B CELLS . Neurofilamento . CD 15 . Vimentina Outros anticorpos sob consulta direta ao setor (31) 3228-6394 g . CA 125 .Estudo imunohistoquímico câncer de mam a . CEA . Cytokeratin . Calcitonina .painel completo (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteín a p53+ki67+angiogs neses) . HGH . Anti human Lambda L C . É sempre necesb Instituto de Patologia Clínica H. CD 45 . Prolactina . Somatostatina . Proteínas S 100 . PARDINI 355 . CD 20 .Pain is para tumores indiferenciados .Estudo imunohistoquímico de linfomas . Desmina . FSH . Receptor estrogs nico .Pain is para tumores indiferenciados l X X Biópsias positivas (sob demanda específica) u`a o fotodocumentadas. CD 30 .ResponsBte el: Dr. P 53 protein . CD 34 .UFMG) Exames: f g g g g g g Biópsia simples h i Especial Biópsia c/Coloraçj Biópsia c/microscopia de polarizaçh o Biópsia Renal com Imunofluoresck ncia Biópsia Intestinal com Imunofluoresck ncia Biópsia em pacientes HIV e AIDS Imunohistoquímica para: g g g g g Biópsia de Pele com imunofluoresckjl cia direta e indireta Punçh o Bió psia Revishjinmjonp âminas Necrópsia Peça Cirq rgica Radical Simples . Fator de angiogs nese tumoral . Gonadotrofina fr o sub-alfa (SUBalfa) .painel (estrógeno+progesterona+cErbB2+proteína p53+Ki67) . TSH . Enolase neurônio específica . CDW 75 . LH . CD 79 .Estudo imunohistoquímico câncer de mama . Anti human IgM . Eduardo Alves Bambirra Prof. u v rio o envio de informes clínicos do caso a ser estudado.Estudo imunohistoquímico de hipófise . Macrophages . Human milk fat globulin .pailjt is . Cromogranina . Titular de Anatomia Patológica (Faculdade Medicina .receptores hormonais (estrógeno+progesterona) .Estudo imunohistoquímico carcinomas metast ticos .Estudo imunohistoquímico de sarcomas . Anti human C1q . NSE . CD 74 .Imunohistoquímica Hercep test Outros .

câncer de mama. —udu—€”(‰(‘€†ˆu—‰R—ud ˆu‰  †  ˆu‰Ý—u” ˆ du–u“ ‰€’u† “u‘ ˆu‰ ˆ ˆ ‘uˆ€‰ ˆ ˆ€‰ ¡ ˆ †  ˆu‰  €– “  Aplicaç o da Imunohistoquímica para Receptores Hormonais no Câncer de Mama: Um grande avanço no arsenal tera tico do câncer de mama foi a possibilidade de detecç o imunohistoquímica no tecido de receptores hormonais. recentemente desenvolvidos. hormônio da adenohipófise. etc. etc).Outros anticorpos. de adenohipófise. De forma geral o emprego de t nicas Imunohistoquímicas visam: . A identificaç o destes receptores (Estrógeno e Progesterona) tem ótima correlaç o com a adequada resposta à terap utica antineopl sica do tipo hormonal (homonioterapia) e do tipo química (quimioterapia). etc) importantes na monitoraç o da evoluç o e da ter utica em pacientes com neoplasias de mama.6394.  Resultados . ˆ ˆu‰R—u‰Rdu‘ ˆu‰ ” ™ ” ˆu‰ “ ˆ€‰ du‘ “u‘  ˆu‰ö‘u‰ ˆu‰R—u” † ñ­ ˆu‰R ˆu‰R–ud du‰ A Imunohistoquímica representa um conjunto de procedimentos que utilizam anticorpos (policlonais ou monoclonais) como reagentes de grande especificidade para a detecç antígenos que marcam estruturas teciduais e celulares. Nestes casos. fator es de angi ese tumoral e fatores de proliferaç celular. as reaç s s complexas e levam cerca de sete (07) dias para terem seu laudo final emitido. em todo material examinado s xecutados procedimentos de exacerbaç tig ica para melhor demonstraç tígeno pesquisado. progesterona. de angi ese tumoral. . . empregando anticorpos prim rios monoclonais altamente específicos para os produtos pesquisados (marcas tipo Dako.tempo de demora: Em geral. Novocastra. Material a ser enviado: Tecido fixado em lcool ou em formol ou material histológico processado e incluído em bloco de parafina. . de forma que. tais como. Biogenex.Detecç o de fatores de proliferaç celular. o m ico solicitante ter clara noç do que representa a reaç scrita em relaç conjunto de c lulas neopl sicas amostradas.: esôfago de Barrett.Detecç o de marcadores de c lulas neopl sicas: importante elemento adjuvante no di agnóstico e no conseqüente tratamento adequado das neoplasias indiferenciadas em que a morfologia isolada consegue caracterizar com segurança a origem das c lulas que proliferam. o ncogens e proteínas associadas. ô †¡ Ûmu‰ud ˆ€‰  ˆ ‰u’u“u‘ ˆ ˆ “ ˆ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆ du–u“ ˆ 356 Instituto de Patologia Clínica H. entrar em contato com o Laboratório. sua intensidade e sua localizaç tecido e nas c lulas neopl sicas.Favor especificar o anticorpo. PARDINI . telefone (31) 3228. correlaç o com outros fatores de marcaç o prognóstica. Estudos mais recentes apontam esse tipo de exame como o de padr o ouro para avaliaç o da resposta à terapia oncótica no câncer de mama. exames de maior urg ncia podem ser agendados diretamente no laboratório. Reagentes utilizados: Os reagentes utilizados s o de primeira linha. Geralmente a descriç de uma reaç Imunohistoquímica com positividade dos receptores hormonais nas c lulas neopl sicas representa uma melhor resposta à ter tica hormonal e química.tipo de laudo: O laudo emitido explicita os anticorpos usados e apresenta o resultado documentado em microfotografias coloridas.Detecç o de receptores de secreç ormonal (ex: es trógeno. Resultados . chamando atenç ra a positivi reaç . Expressiva ajuda em casos em que se tem necessidade de se definir a melhor forma de conduta a ser adotada (ex.IMUNOHISTOQU w MICA . etc).

INST xzy|{ ÕES

Envio de material: O Laboratório H. Pardini pode fornecer os seguintes kits para preservaç , acondicionamento e envio de mat ria, visando exam tomo-patológico: - para exames convencionais (constituído por frascos com rótulo), - para biópsias de estudo de infertilidade masculina e feminina (constituído por frascos com soluç o fixadora de Bouin), - para exames com indicaç o de imunofluoresc cia. Para material visando imunofluoresc cia indireta ser cess rio pelo menos 1,0 mL de Soro. Procedimento: Devido à grande importância da lise A tomo -Patológica devemos ter um cuidado especial na preservaç (fixaç ), no acondicionamento, envio e na feitura da requisiç xame. Trata -se de um material biológico nobre, de recoleta difícil e cujo resultado geralment motivo de grande ansiedade para pacientes, familiares e m ico assistente. Al m da Anatomia Patológica Convencional (biópsias simples, peças cir rgicas complexas) o Laboratório de Anatomia Patológica pode realizar:

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1. 2. 3. 4. 5.

Exames de Congelaç . Necrópsia de Feto. Reaç ImunofluorescŽ ° cia Direta em Tecidos (Rim, Pele, Intestino, etc). Reaç ImunofluorescŽ ° cia Indireta (Pele). Imuno-histoquímica para Marcadores de Secreç (hormôn ios, produtos de síntese neopl} sica) e Neoplasia (indicadores de prognóstico, definiç hist ± Ž ° se e de diagnóstico). 6. Citopatologia de Punç -biópsia de Ór± s variados. 7. Fotodocumentaç em Microscopia Óptica Convencional, de Polarizaç de FluorescŽ ncia.

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Prepara o do tecido: Para a histopatologia convencional o fixador mais comum soluç uosa de formalina (formol) a 10%. Tam m podem ser fixadores alternativos o lcool etílico e ter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3cm e 48h em amostras maiores que 3 cm o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Para casos de imunofluoresc cia indireta em tecido, o material deve ser enviado em salina gelada (5~ C) quando puder chegar ao Laboratório em menos de 1h após a coleta ou em lcool etílico a 70 ~ nos demais casos. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaç ciente. Para casos de fluoresc cia direta, enviar no mínimo 2 ml do soro do paciente de prefer ncia gelado (5~ C). Para casos de revis casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório/solicitaç m dica e da cópia do laudo anterior. Requisiç o de exame: Para enviar exames de Anatomia Patológica anexar sempre informes m icos identificando sexo, idade e informes mínimos do caso. Em casos de transcriç , caso haja algum vida, consulte o m ico do paciente ou o setor de Anatomia Patológica do LHP antes desta transcriç . Desta forma, estaremos evitando maiores transtornos na execuç o do exame e at mesmo na realizaç lgum tipo de an lise que n tenha sido solicitada pelo m dico.

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A requisiç o deve vir protegida por pl stico do restante do material. Desta forma, evitaremos derrames e borr s e desaparecimento da escrita e dos informes. Estes procedimentos facilitar nosso entendimento, agilizando portanto a entrega dos laudos. Tipos de exames e padr es mais utilizados: . Peça cir Œ rgica radical simples : Amostragem de algo ≥ 3,0 cm dimens . . Peça cir Œ rgica radical simples adicional : Amostragem anexa a uma peça cir Œ rgica (ex.: Œ tero/ovario/tubas/ colo). . Biópsia simples : Amostragem de umt} rea / ór± . . Biópsia com pesquisa de H.pylori : Gengiva, esôfago, estômago, duodeno, etc. . Biópsia com coloraç special : Fígado, medula óssea, pesquisa de agentes infeciosos. . Biópsia renal com imunofluorescŽ ncia. . Biópsia de pele com imunofluorescŽ ° cia. . ImunofluorescŽ ° cia em tecidos ·³ ° seja rim/pele. . ImunofluorescŽ ° cia utilizando soro: ImunofluorescŽ ° cia indireta. líquidos: Punç ór± s variados: tireóide, cistos de ov} rio, etc. . Citologia de punç . Imunohistoquímica: Imunohistoquímica em tecido. Afora mama (estr²± Ž ° io/progesterona) pesquisado 5 tipos. lâmina : Caso externo, sendo solicitada laudo adicional / opini respeito. . Revis Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI 357

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Pedido com informes m dicos = documento fundamental

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Exames com pesquisa de agentes específicos color o especial Pesquisa de agentes específicos: Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de agentes etiológicos de condiç s como lepra/hanseníase, tuberculose/micobacteriose atípica, HPV/Papiloma vírus, HV/Herpes vírus, Leishmaniose, Pneumocystis carinii, Esporotricose, micoses em geral, outros agentes infecciosos. Coloraç s especiais: Sempre que houver material do tipo fígado / medula óssea / outros. Quando houver explicitaç m ica ou quando for necess ria a pesquisa de glic nio, substância amilóide, depósitos de ferro, depósitos de cobre. Consultar o setor em casos vidas. Exames com imunohistoquímica A Anatomia Patológica moderna apresenta situaç es em que a coloraç rotineira (Hematoxilina -Eosina) deve ser complementada com m todos de imuno-histoquímica, como a seguir: Quando for necess rio: - Auxiliar na diferenciaç tre estados proliferativos benignos e neoplasias. Ex. linfomas x estados reacionais de linfonodos. - Definir a histog se de neoplasias morfologicamente indiferenciadas. Ex. linfomas x carcinomas x sarcomas. - Imunofenotipagem de neoplasias j classificadas pela morfologia rotineira. Ex. linfomas de c lulas T x linfomas de c lulas B. - Identificar produtos de síntese endócrina das c lulas ne opl sicas. Ex. adenomas de hipófise; carcinoide; melanoma. - Pesquisar fatores indicadores de prognóstico, importantes em câncer de mama, esôfago de Barrett. Ex. receptores de estrógeno/progesterona; antígeno de proliferaç celular (KI67, p53). - Identificar antígenos de agentes infecciosos. Ex. Citomegalovírus, H.pylori, vírus de Ebstein Barr. Importante: Em casos em que o pedido m dic xplicitar claramente a necessidade dos anticorpos a serem utilizados dever haver consulta ao setor / pesquisado 5 tipos. Exames com peças cir„ rgicas complexas A Anatomia Patológica num padr lidade de a lise necessita de individualizaç o de partes de ór s complexos retirados cirurgicamente para segurança diagnóstica, como a seguir: Útero : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • Corpo e fundo • Tuba D • Ov rio D • Colo • Tuba E • Ov rio E Placenta: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: mbilical • cor • feto • membranas extra-placent rias • placenta (partes fetal e materna) Curetagem fracionad tero: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • endom trio • colo Tubo digestivo – Peças radicais : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • estrutura do tubo digestivo (estômago, intestino delgado, intestino grosso) • meso • linfonodos Mama: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • mama • musculatura esquel tica • linfonodos • tecido fibro-adiposo Testículo: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: ima testicular • par • estruturas epiteliais e vasos do funículo esperm tico • epidídimo • tecido fibro-adiposo Rim: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: uima renal • par • gordura peri-renal • ureter • vasos do hilo renal Importante: Em casos em que o pedido m ico o explicitar claramente as peças que com m o material enviado ou tal identificaç o n o tenha sido possível na recepç ça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Exames m„ ltiplos acondicionados num mesmo frasco A Anatomia Patológica freqüentemente recebe m ltiplas amostras de locais diferentes de um mesm o material num mesmo frasco: Pele: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas amostras de les s de pele de reas diferentes enviadas num mesmo frasco. Amígdalas palatinas/adenóides : Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Hemorróidas / Fístulas ano -retais: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • cada uma das m ltiplas anatômicas enviadas num mesmo frasco. Peças de neoplasias com especificaç o de margens cir rg icas: Caracterizam-se como um exame a ser cobrado: • peça principal • cada uma das margens cir rgicas marcadas pelo cirurgi Importante: Em casos onde o pedido m ic xplicitar claramente as peças que com em o material enviado ou tal identificaç tenha sido possível na recepç peça dever ser examinada no setor para decis final.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

ResponsBte el: Dra. Juçara M. de Castro Sobrinho
Mestre em Patologia Geral (Faculdade Medicina – UFMG)

Exames: …
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Citologia de Escarro Citologia Hormonal Seriada Citologia Hormonal Simples Citologia para HPV Citologia de Mama Citologia Oncótica C‡ rvico -Vaginal Citologia Oncótica geral Citologia Oncótica geral urinˆ ria Citologia Punç‰ o de Líquidos Cromatina Sexual Revis‰tŠŒ‹t Lâmina Urocitograma

Citologias positivas (sob demanda especifica) sa o fotodocumentadas..

Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

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Citologia de Escarro Condi o: ¡ Escarro fresco colhido pela man

ao acordar. - Para citologia de escarro simples colhida apenas uma amostra - Para seriada 3 amostras colhidas seqüencialmente durante 3dias Instruç es: O paciente deve colher o material pela m , em jejum, antes de escovar os dentes. Deve realizar uma inspiraç rofunda e fazer uma expectoraç , depositando o escarro em um vidro limpo de boca larga. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo pont o) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do pulm . É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; Processos proliferativos benignos; Anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e simples; Alteraç s epiteliais ocasionadas por agress it lio, radioterapia.

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Citologia Hormonal Seriada

Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m dico, seguindo uma s ncia que pode representar as diferentes fases do ciclo menstrual. Sugere-se o seguinte esquema: - Colher a primeira lâmina da primeira fase (at 8 0 dia do ciclo menstrual). - A segunda colheita dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o, 14o e 15o dia do ciclo menstrual). - A terceira lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. - A ltima lâmina em torno do 26 o - 28o dia do ciclo. - Locais: Preferencialmente na parede vaginal (no seu terço superior) n vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da colheita; Fundo de saco vaginal; Ectoc rvix; Vestíbulo. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de maturaç stas c lulas ser ve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç o percentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual; Estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; Acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia Hormonal Simples
Condi o: Raspado do colo uterino, raspado vaginal: parede lateral da vagina no seu terço superior, fundo de saco vaginal e vestíbulo. Obs.: - A amostra pode ser coletada em qualquer fase do ciclo menstrual ou na aus cia deste em qualquer ca ou idade da paciente. - A coleta sempre realizada pelo m dico e deve ser acompanhada de informes clínicos bem como dados completos da paciente. Interferentes: Evitar: duchas e lavagens vaginais, cremes e talcos vaginais, relaç es sexuais (24 horas antes da coleta), colheita no período menstrual, estar em uso de medicaç o hormonal (s for possível, indicar qual tipo de hormônio e tempo de uso). Interpreta o: O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato genital femini hormônio dependente. Portanto a variaç rau de matur aç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç dócrina da mulher. Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç ormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost”, que expressa a relaç ercentual entre as c lulas profundas, intermedi rias e superficiais. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no mero ou proporç e descamaç os tipos celulares. O resultado final levar em consideraç o o aspecto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: alteraç s do ciclo menstrual; estudar ciclos anovulatórios ou ovulatórios; acompanhar tratamentos hormonais.

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Citologia para HPV
Condi o: Homem - raspado peniano. Mulher - raspado vulvar, raspado vaginal, raspado cervical. Instruç es: Homem: realizar higiene íntima 24 horas antes da coleta e abster-se de relaç o sexual 24 horas antes coleta. Mulher: realizar higiene 8 horas antes da coleta e o estar menstruada. Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es c línicas: O exame visa detectar efeitos cit ticos diretos ou indiretos do HPV sobre o epit lio escamoso do is, colo e vagina. O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular.

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Citologia de Mama

Condi o: Secreç o de mama (geralmente a colet realizada pelo m ico por meio de express mamilar). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas e malignas da mama.

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Citologia Oncótica C’ rvico -Vaginal
Condi o: Raspado do colo uterino a nível da junç scamo-coluna. Coleta endocervical: raspado. Coleta vaginal (parede ou fundo de saco): raspado. Coleta ectocervical: raspado. Instruç es: A colet sempre realizada pelo m ico ou enfermeira treinada nos sítios acima discriminados segundo indicaç o clínica. Evitar: Duchas e lavagens vaginais, Cremes e talcos vaginais e Relaç s sexuais (24 horas antes da coleta). Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias, fungos, parasitas e vírus; processos proliferativos benignos; anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular; alteraç s inflamatórias crônicas e agudas; alteraç s epiteliais ocasionadas por agress epit lio. Ex.: radioterapia, cauterizaç es.

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Citologia Oncótica Geral

Condi o: Lavado vesical, lavado brônquico, lav strico, lavado peritoneal e líquor. Instruç es: A coleta sempre realizada pelo m ico nos sítios anatômicos acima discriminados segundo indicaç clínica. A colheit sempre realizada à nível ambulatorial ou de bloco cir rgico. Interpret o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar: patologias benignas; les s pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos; les es provenientes de met stase de outros ór s; les s cessíveis ou invisíveis para o endoscopista.

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Citologia Oncótica Geral Urin e ria Condi o: ¡ (volume total) - Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto) ou refrigerada. 1 Urina da m
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Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previ amente conhecidos. Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: Exame n o invasivo, que visa detectar tumores vesicais bem como acompanhar o tratamento destes tumores previamente diagnosticados. É tam m til como coadjuvante nos diagnósticos das les s “in situ” da mucosa de todo o trato uri rio, papilomas e carcinomas do urot lio, podendo tam m ajudar no diagnóstico de patologias benignas.

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Citologia Pun £¦¥ o de Líquidos

Condi o: Punç de Mama, L. ascítico, L. sinovial, L. pleural, L.. peric rdico, Punç s de coleç s superficiais. Interpreta o: A interpretaç s esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecidos. Podendo tamb m ajudar no diagnóstico de patologias benignas. Alguns aspectos morfológicos de graduaç s les s dependem (at certo ponto) de interpretaç o subjetiva. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa diagnosticar patologias benignas bem como les es pr -malignas ou malignas dos sítios anatômicos acima descritos ou provenientes de met stase de outros ór s.

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Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI

no seu setor de G tica Humana. O ar resseca a amostra e conseqüentemente as c lulas colhidas. .Frasco de citologia conte lcool a 96o (comercial). . .Para pacientes acima de um necess rio que estejam em jejum e sem escovar os dentes.P. Hermes Pardi ni oferece atualmente t cnicas mais acuradas.C. geralmente. Para interpretaç . Corp sculos de Barr correspondem à condensaç s cromossomos X. como o estudo do Cariótipo Sanguíneo com Banda G. .Duas lâminas de vidro virgens. Observaç : É importante ressaltar que esta t cnic mais rudimentar. hom . (3) C lulas de indivíduos com 5 cromossomos X → poder resentar 4 cor sculos de Barr por c lula. .Colhido o material. Mergulha -se as lâminas em frasco com lcool. Material: . Neste exame a integridade dos cleos deve ser mantida para que possa ser visualizada a cromatina sexual. o pode haver contato das lâminas com o ar por tempo superior ao necess rio para a confecç o do esfregaço.Limpar as lâminas (a serem usadas) com lcool. disposto em um só sentido. 5 ou mais cromossomos X ir o apresentar nŽ meros anormais de cor (1) C lulas de indivíduos com 3 cromossomos X → poder resentar 2 cor sculos de Barr por c lula.Es tulas de madeira (para pacientes com at 10 anos). lavadas e secas. imediatamente após cada coleta. O I. .Cromatina Sexual Condi o: Mucosa oral (parte interna da bochecha). Interpreta o: A interpretaç s resultados baseia -se na identificaç contagem dos cor sculos de Barr presentes cleo das c lulas esfoliadas da mucosa oral ou na aus cia destes cor sculos. Instruç es: .Se o paciente tiver at 10 anos ser sada esp tula de madeira para a coleta. Assim. considera -se que os exames que apresentam 4% ou mais cor sculos de Barr s correspondentes à indivíduos que t enham constituiç cromossômica XX (geneticamente feminino). Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar se o indiví geneticamente do sexo masculino ou feminino atrav s da identificaç o e quantificaç s corp sculos de Barr presentes nos cleos das c lulas esfoliadas. Logo: O n mero m ximo de cor sculo de Barr por c lula sempre um a menos mero de cromossomos X. Exemplo: Mulheres com 4. óuô –u  d u ‘ € ‰ † ˆu‰ Á‘ †   –u ‘u—u‰R † R”  –€  ‘u‰R‘u‡ ‡ † ó€ô ‰u’€“u‘u”u‰ ‰Û‘uˆu‰ †  uˆ R ‰ u—† ‰ ˆ u ‰ ˆu‰ † ˆ ˆu‰R—u‰ d† ‘uˆ ˆu‰ö” “€‘ ‘€‡ ˆu‰ –u‡ –u‡  Ž sculos de Barr. Acima desta idade usase lâmina de vidro na sua parte mais estreita. Síndrome de Klinefelter .corp sculo de Barr presente em 90% das c lulas. rapidamente este deve ser distendido sobre outra lâmina de vidro fazendo com qu e uma lâmina deslize sobre a outra suavemente (uma lâmina direcionada para o lado esquerdo e outra para o lado direito) de modo que o material fique espalhado sobre as 2 lâminas.Ao distender o esfregaç se deve fazer movimentos rotativos ou de vai -e-vem.indivíduos do sexo masculino com cariótipo XXY . oferecendo dados qualitativos que permitem orientar o clínico direcionando a sua conduta para prosseguir ou n usca do diagnóstico final.A coleta com es tula de madeira ou lâmina de vidro ser fetuada da seg uinte maneira: Abre-se bem a boca do paciente e raspa-se a mucosa oral com o cuidado de coletar material em quantidade razo vel mas sem machucar o mesmo. Primeiro uma e depois a outra lâmina. O esfregaço deve ser fino. bem distribuído.indivíduos do sexo feminino com cariótipo XO . (2) C lulas de indivíduos com 4 cromossomos X → poder resentar 3 cor sculos de Barr por c lula.cor sculos de Barr ausente nas c lulas. . PARDINI 365 . †† † ‡ uˆ ˆ ‰ ––uu‡‡ †† – u ‡ —u‰Ûëu”Û‰à‘€‡ †  –u‡ † ˆu‰R—u‰ — ‡u ‰ † † d † ‘€‡ † ˆu‰î‘udîm † €” ‘ † 5 ˆˆuu‰‰÷ dduu–– ÷ † ˆu‰÷† du– –u‡ ‡ –u‡ Instituto de Patologia Clínica H. Se a coleta for feita com es tula de madeira deve-se colher o material em duas etapas. Esta etap de suma importância. Abaixo de um ano n h ecessidade. Síndrome de Turner .

Na tentativa de reproduzir numericamente a avaliaç hormonal dos esfregaços aplica -se (quando solicitado) o “índice de Frost” ou “índice de maturaç celular”.: radioterapia. Observaç : Em crianças que n o possuem controle do ato de urina r recomenda-se fazer o raspado direto da mucosa vaginal. volume total . mais especificamente da face dos grandes l ios. Utilizar lcool comercial à 96 o graus. É especialmente indicado para o estudo de puberdade precoce em crianças.Urina 24h (conservada com 5 gotas de formol bruto ou refrigerada). Portanto a O grau de maturaç do epit lio escamoso do trato ge nital femini a óuô variaç rau de maturaç stas c lulas serve como índice para avaliar a situaç ócrina da mulher. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa avaliar: Alteraç s do ciclo menstrual. processos proliferativos benignos. a secagem da amostra antes da fixaç o altera a morfologia celular prejudicando o exame. A interpretaç s resultados se baseia no aspecto citológico das c lulas descamadas e no n mero ou proporç scamaç o dos tipos celulares. Principais aplicaç es clínicas: O exame visa detectar les s de natureza pr -maligna e maligna do colo uterino. ó€ô uˆ ⠉— ™ ™” ™” ˆ ™” †† † ˆu‰ † ˆu‰ìd€‰ † ™ ” † Urocitograma Condi o: ¡ . Alguns aspectos morfológicos de graduaç o das les s dependem (at certo ponto) de interpretaç subjetiva. A amostra coletada deve ser distendita rapidamente em lâmina de vidro e colocada imediatament lcool fixador.Revi —¦¥ o de Lâmina Interpreta o: A interpretaç os esfregaços baseia -se em aspectos morfológicos previamente conhecido s. É possível tamb m diagnosticar: Agentes infecciosos tais como bact rias. intermedi rias e superficiais. cauterizaç es). O resultado final levar m consideraç specto citológico mais dados e informes clínicos da paciente. 1 Urina da m Interpreta o: ¡ rmônio dependente. parasitas e vírus. PARDINI . anormalidades epiteliais benignas dos epit lios escamoso e glandular. por ser um m t cessita do exame ginecológico. fungos. que expressa a relaç percentual entre as c lulas profundas. alteraç s epiteliais ocasionadas por a gress epit lio (ex. acompanhar tratamentos hormonais. ó€ô d€‘ ˆ ˆu‰ ˆ€‰«‘u‰«’ † † ˆu‰«—€” † ˆu‰ ™” † ‰u—u‰Rëu”Rˆ ‘uˆu‰R‘u”  † å ” ˆu‰Ó‰åd ‡ ˆ u‘ ‰ † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰à”€‘u— ˆu‰ u ˆ « ‰ u — ‰ ˆu‰«—u”«—u” ˆ  u”«m ‘u‰« 366 Instituto de Patologia Clínica H. estudar ciclos anov ulatórios ou ovulatórios. alteraç s inflamatórias crônicas e agudas.

material do tubo gastrintestinal) ou em proteínas (líquidos serosos) podem ser guardados em geladeira por at ia antes de serem encaminhados ao laboratório. . Escovinha para coleta endocervical. 14o e 15o dias do ciclo). muito densas. A segunda coleta dever ser feita em torno do período ovulatório (13 o. basta solicit -lo por telefone (setor de conv nio) ou por ocasi vio do exame. urina) fixar em igual volume d lcool a 50% e encaminhar ao laboratório. s a leitur ltima lâmina. A ltima lâmina em torno do 26 o a 28o dia do ciclo. ’ Caso voc se interesse por nosso sistema e deseje esse material. Líquidos pobres em proteínas ou muco (líquor. Caixa para remessa. . . Secreç s ricas em muco (escarro. . Amostras muito purulentas. . .  ™” r  † Á— ”© Instituto de Patologia Clínica H. . Formul rio de "Requisiç Exame". O resultado seguir †‰ (d€–uê d(—€d(‡ ‘uˆu‰ —u” Ÿ ˆu‰ No caso de material PARA AN LISE CITOLÓGICA DE SECRE“ ÕES. A 3a lâmina a partir do 18 o dia do ciclo menstrual. vendo haver inflamaç (colpite ou cervicite) no momento da coleta. . caso contr rio. As coletas devem ser realizadas na parede vaginal (1/3 superior).. Porta lâmin as para o envio do material após fixaç . . Lâminas quebradas. “ ˆu‰R—u‰R–ud CAUSAS DE REJEI ƒ { ‘ O ˆu‰R—u” þ  † ˆu‰  ˆu‰ u’ INST xzyz{ ÕES Uso e envio de material destinado a estudo citológico Material para coleta citológica constitui de : (s) esfregaço(s) (segundo instruç s). Ressecamento da amostra antes da fixaç . . Aus ncia de identificaç ciente na amostra e/ou formul rio de requisiç . Baixa celularidade ou escassez celular. Colher a 1a lâmina no início da 1 a fase (at 8o dia do ciclo menstrual). PARDINI 367 . Esp tula de Ayre para coleta de fundo de saco vaginal e ectoc rvix. usar lcool a 50% como fixador. . . . com artefatos ou muito hemorr icas que prejudiquem a interpretaç % ou mais das c lulas epiteliais presentes. Duas lâminas para a confecç . . L QUIDOS E PUN “ ÕES ASPIRATIVAS devem ser observados os seguintes itens: .  ˆ€‰(—€‰  “ “ ‡ ˆu‰R—u” ˆu‰R—u‰R”u‘  ˆ€‰ † ™”  No caso de material para ESTUDO FUNCIONAL (estudo de ciclos ovulatórios ou anovulatórios) devem ser observados os seguintes itens: . .

que engloba displasia moderada / NIC II. PARDINI . atipia condilomatosa ou coilocitótica NIC I NIC II NICIII NIC III Câncer invasivo SISTEMA DE BETHESDA Normal ASCUS SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de baixo grau SIL de alto grau SIL de alto grau SIL de alto grau Câncer invasivo 368 Instituto de Patologia Clínica H. Atipia em C lulas Glandulares de Significado Indeterminado ( AGUS ). 3. 2. 2. ˆ † ˆ † v v©v õ ô ™” † As anormalidades glandular o divididas em: 1. 5. † ª v©v ô d(‘€ˆu‰R” ” • O DESCRI CLASSES Classe I Classe II Classe II Classe II Classe III Classe III Classe III Classe IV Classe V ” • O NIC GRADA– NORMAL Atipia reativa ou neopl} sica HPV Atipia com HPV Displasia leve Displasia moderada Displasia acentuada Carcinoma in situ Câncer invasivo Normal Atipia HPV Atipia.INTERPRETA{n‘ O DOS RESULTADOS CITOLÓGICOS No Sistema de Bethesda as les es cervicais escamo o divididas em 4 categorias: 1. Atipia em C lulas Escamosas de Significado Indeterminado (ASCUS ). 4. Adenocarcinoma Endometrial. displasia acentuada / Carcinoma in situ / NIC III. Les o Intraepitelial de Alto Grau (HSIL). Adenocarcinoma Extrauterino. que engloba displasia leve / NIC I e alteraç s celulares associadas com o HPV. 3. Carcinoma de C lulas Escamosas. Adenocarcinoma Endocervical. Les o Intraepitelial de Baixo Grau (LSIL). Adenocarcinom specificado. 4. 6. C lulas endometriais citologicamente benignas em mulheres pós -menopausadas.

Dra. de Melo Giuliana G. L Fernandes Raquel Fulg  cio Gazoli Renata Lana Arze Ronaldo Magalhžj¡ s Lins Ulisses Campanha Parente CARDIOLOGIA E ANGIOLOGIA RESPONS VEIS – ECOCARDIOGRAFIA r Dr. Adriano Jos¢n£ e Souza Cristiane Nunes Martins Maria C¢ lia Caetano Maria Helena de Albernaz Siqueira Ros lia Morais Torres ¤ AGENDAMENTO PRÉVIO PO R TELEFONE Instituto de Patologia Clínica H. Dra. Dra. Dra. Assis de Souza Gl  ucia Mara Dias Câmara Henrique de Carvalho Jož o Fabiano Rodrigues JŸ lio Gontijo Fernandes Luciana Costa Silva Luciana Coutinho Malta Luciene Mota Andrade Mônica Rodrigues Faria Patrícia Cristina S. PARDINI 369 . Dr. Dra. Dra. Dra. Dra. Dra. IMAGINOLOGIA EQUIPE MÉDICA Dra. Dra. Dr. Dr. Dr.O Laboratório HERMES PARDINI. coloca à disposiç š o de seus clientes os mais modernos recursos tecnológicos n ›Œœ rea de imagem. Dra. Dra. Dra. Dr. Dra. atra —™˜ s do seu departament o de diagnóstico por imagem. Alessandra Teixeira Lanna Fabiana Paiva Martins Fabrícia Saraiva Lanna Francisco Afonso S. Dra. Dr.

 Ecodoppler pulsado e contínuo . podendo tamb¨ m ser gravada em disco ótico.CARDIOLOGIA Os equipamentos disponíveis re ¥ nem a tecnologia mais recente e sofisticada para aquisiç¦ o de imagens Bidimensionais. Doppler e Mapeamento de fluxo a cores. possibilitando acesso r© pido e f© cil ao exame. ‘uˆu‰R‰um ˆu‰»—ud ˆ s patologias obstrutivas do segmento arterial. sinais de isquemia mioc rdica. Projetados para obten  conferindo ao exame maior confiabilidade diagnóstica. PARDINI .Ecodoppler com mapeamento de fluxo a cores Avalia e quantifica tamanho do coraç . bem como fraç o de ejeç  ˆ ˆu‰R” m repouso e stress. tais como os aneurismas. ECOCARDIOGRAFIA (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Ecocardiografia Bidimensional Avalia estruturas anatômicas – mioc rdio (espessura e contratilidade). § ¦ o de alta precis¦ o nas imagens cardíacas e vasculares. ˆu‰R” de patologias ˆ€‰(—€”(‰€m ™ ™ Ecodoppler de Carótidas com mapeamento de Fluxo a cores Afastar ateromatose. ELETROCARDIOGRAFIA Eletrocardiograma Detecç o de arritmias cardíacas. tortuosidades e trombos no segmento extra craniano. Avaliaç ˆu‰Û—udۖud “ t ncia venosa dos sistemas superficiais e profundo e do estado funcional. 370 Instituto de Patologia Clínica H. quantificando o grau de obstruç strutivas. visan do detecç ˆ€‰ Duplex Scan Arterial (Membro superior e inferior) Duplex Scan da Aorta. v lvulas e peric rdio.  ˆ€‰    Ecodoppler de Stress Farmacológico Avalia a contratilidade mioc rdica segmentar do VE e VD. sobrecarga de câmaras cardíacas. As imagens obtidas s¦ o armazenadas na memória do equipamento. Ilíaca e Abdominal Detecç o e quantificaç struç es arteriais da aorta abdominal e seus ramos. bem como das dilataç es localizadas (aneurismas) deste segmento. aspectos anatômicos e funcionais das v lvulas e contratilidade segmentar mioc rdica. ˆ  DUPLEX SCAN (ACUSON SEQUOIA – ATL-HDI 5000 SONO CT) Duplex Scan Venoso (Membro superior e inferior) Avaliaç de refluxo.

derrames articulares. ˆu‰ ’uˆ uˆ ‰ uˆ ‰ ’uˆ uˆ ‰ ˆu‰ uˆ ‰ de ór os do abdômen superior (fígado. parede posterior do globo. Instituto de Patologia Clínica H. observar m formaç s cong nitas. gordura retrobulbar. etc. morfologia e textura tir eoidiana. a ultra-sonografia 3D. pesquisa de coleç s. próstata e vesículas seminais. tomia e morfologia dos tend es. observar m formaç es vasculares. vias biliares. ÓRG‘ OS E ESTRUTURAS SUPERFICIAIS OU PEQUENAS PARTES (ACUSON SEQUOIA/TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/ TOSHIBA TOSBEE) Tireóide Avaliaç volume. Retroperitonio e Bexiga) Aparelho Urin « rio (Rins e Bexiga) Craniana – Transfontanela Avaliaç morfológica do enc falo. morfologia e textura dos testículos e epidídimo. Os nossos equipamentos possuem os recursos mais recentes. portanto. reas de distens o e/ou rupturas. Articulaç¬ es Avaliaç M­ sculos Ten ®¯¬ es Cervical Avaliaç Avaliaç Avaliaç anatomia e morfologia muscular. do humor vítreo. da próstata (volume.ULTRA SONOGRAFIA Est¦ o disponíveis para nossos clientes todos os exames relacionados à ultrasonografia incluindo medicina interna. pâncreas e baço). textura. rins. presença de nódulos) e vesículas seminais. obstetrícia. Baço) Avaliaç morfológica de ór e retroperitônio). incluindo a tecnologia tridimensional. etc. isquemia e infarto intracraniano. Pâncreas. forma. PARDINI 371 ™” . Estamos oferencendo. pesquisa de nódulos. Vesícula. vesícula biliar. vias biliares. Vias Biliares. † ‘€ Próstata via Abdominal Avaliaç Avaliaç †  ™”  “ ™ Próstata via Transretal morfológica da bexiga. ve sícula biliar. que permite reconstruç ª es de superfície e multiplanares com alta resoluç¦ o. ’uˆu‰ s abdominais (fígado. m sculos. ureteres e bexiga). Avaliaç traum ticas. Bolsa Escrotal Avaliaç ˆu‰Û—u‰ ˆu‰ ™ ˆu‰î—€d  ˆu‰ —udýdu‘ud ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰»—ud ˆu‰ de tend es. objetivando o diagnóstico de alteraç s inflamatórias e Glândulas Salivares Globo Ocular Avaliaç câmara anterior do olho. observar processos inflamatórios do enc falo e meninges. do volume. nervo óptico e musculatur a extrínseca da órbita. MEDICINA INTERNA Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL-HDI 5000 SONO CT/ATL-HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Abdominal Superior (Fígado. pâncreas. ginecologia. linfonodos. etc). varicocele. punç ª es e biópsia dirigidas por ultra -som. identificar hidrocefalia. Avaliaç Abdominal Total (Abdômen Superior + Rins. cistos e neoplasias. ‡ ˆu‰Á—ud  s características do ™ ™” ™” ˆ morfológica de estruturas cervicais (tireóide. pequenas partes. identificar hemorragias. avaliaç fluxo sanguíneo tireoidiano. ultra-sonografia panorâmica e harmônicas de tecido. baço. morfológica de glândulas salivares parótidas e submandibulares. ligamentos. bexiga de ór os do aparelho uri rio (rins. Pesquisa de les s expans ivas. glândulas salivares .

detalhada da morfologia Acompanhamento seriado da ovulaç . Acompanhamento da gestaç Obst° trica Morfológica An lise cuidadosa da anatomia fetal para detecç P° lvico Feminino (supra-p ± bico) Avaliaç Avaliaç morfológica d  ˆ€‰(”Rd ˆ —€”(‡ – † ˆu‰ valiaç o do embri o ou feto.Órg² os profundos . produzindo imagens de excelente qualidade aliada à experiência de nossos profissionais. 372 Instituto de Patologia Clínica H. hist ológicas e/ou outros.ULTRA SONOGRAFIA GINECOLÓGICA Mama Avaliaç (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Obst° trica ˆu‰R—u”Rdu‘u‰ rmalidades clinicamente suspeitas ou como complemento da mamografia. espontânea ou induzida. MAMOGRAFIA (GE-DMR) Mantemos equipamentos que possibilitam a descoberta de sutis mudanças de densidade em todos os tipos de tecidos. (TOSHIBA POWER VISION/ATL HDI 5000 SONO CT/ATL HDI 1500/TOSHIBA TOSBEE) Próstata Avaliaç uˆ ‰à—€” ˆu‰ ‘u ’uˆu‰ s. O US lvico transvaginal permit lise mais detalhada da morfologia ovariana. “€‘ R ” ud €‘  “u‘ dÁ‰Á‘uˆ€‰Á” P yzz{ ÕES E BIÓPSIAS D IRIGIDAS POR ULTRA SONOGRAFIA Tireóide – Mama – Massas . tero e anexos. ™ tero e anexos. P° lvico Endovaginal P° lvico Endovaginal para Controle de Ovulaç² o ˆu‰ uˆ ‰ ”Á‡ ˆu‰ ˆ e avaliaç ˆu‰R—u” malformaç es. estruturas ou cavidades profundas para exames bacteriológicos.Coleç³ es Obtenç material origi rio de ór citológicas. para determinar sua ocorr ci o momento da ocorr cia. líquido amniótico. menor dose possível de radia – Aparelhos que verificam automaticamente todos os parâmetros diagnósticos. PARDINI . medida da espessura endometrial. permitindo otimizar o contraste com a § ¦ o. placenta. etc. da próstata e coleta de material para exame histológico.

tornamos o exame mais confort© vel para o cliente. neopl sicas. inflamatórias. Tomografia Computadorizada da COLUNA DORSAL (TORACICA) Avaliaç morfológica das v rtebras tor cicas. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. inflamatóri as. intervert ebrais e canal medular. neopl sicas. avaliaç tologia c itas. punho. ˆˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆˆu‰ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u† “u‘ ™ ’u† “u‘  ˆu‰Û—u”Ûd ™ lteraç es Tomografia Computadorizada de CRÂNIO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. estrutura óssea.) para diagnóstico e ava liaç lteraç s cong nitas. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “  Tomografia Computadorizada de SELA TÚRSICA Avaliaç morfológica da hipófise e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. neopl sicas e/ou degenerativas. Instituto de Patologia Clínica H. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. intervertebrais e canal medular. ˆu‰ö’u—uˆu” ‰ ™ ” ‘u’u“u‘ ™” ˆu‰«— †     s abdominais (fígado. inflamatórias.  ™ ” ‰u‘€’u“u‘  Tomografia Computadorizada de COLUNA CERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. cotovelos. alças intestinais) alteraç s co itas. neopl sicas e/ou degenerativas. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. coxofemorais.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Com tecnologia subsecond e um potente tubo gerador. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. Tomografia Computadorizada do ABDOME Avaliaç morfológica de ór para diagnóstico e avaliaç ˆu‰ ˆu‰ Tomografia Computadorizada das ARTICULA´ ÕES Avaliaç morfológica de articulaç s esterno -clavicular. pâncreas. neopl sicas. Tomografia Computadorizada de COLUNA LOMBAR Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. PARDINI 373 “ ˆu‰ ˆu‰  ˆu‰á—u” alteraç es ™ ˆ€‰(—€”(–€d ‰u‘€’u“u‘  . Tomomielografia Avaliaç morfológica do canal medular e estruturas adjacentes para diagnóstico e avaliaç cong nitas. neopl sicas. neopl sicas. e possibilitamos melhor aproveitamento do contraste. degenerativas e/ou trauma. d iscos. inflamatórias. vias biliares. degenerativas e/ou trauma. meninges. nervo óptico. ombros. joelho e p s para diagnóstico e avaliaç e alteraç s c itas. inflamatórias. Tomografia Computadorizada DINÂMICA (ANGIOTOMOGRAFIA) Avaliaç morfológica de vasos sanguíneos em diversas partes do corpo. etc. inflamatórias. intervertebrais e canal medular. Aliada a profissionais altamente especializados oferecemos a melhor qualidade de imagem e a certeza de um diagnóstico preciso. dis cos. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. este aparelho permite alta velocidade na aquisiç¦ o e formaç¦ o de imagens. espaços subaracneideanos. degenerativas e/ou trauma. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç es c itas. neopl sicas. sacro-ilíaca. ri ns. inflamatórias. discos. musculo extra -oculares. inflamatórias. inflamatórias. inflamatórias . Reduzindo o tempo. ˆ€‰(—€”(d ™ ‰€† ‘u’u“u‘  Tomografia Computadorizada das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (globo ocular. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. baço.

Pernas e P s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. Esôfago) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong nitas. M sculos. Tomografia Computadorizada de ATM Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. Coxas. degenerativas e/ou trauma. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. próstata. inflamatórias. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. neopl sicas. Tomografia Computadorizada dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morfológica de segmentos apendiculares (Braços. neopl sicas. Vasos cervicais. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias.  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆ ™ “u‘ Tomografia Computadorizada de MASTÓIDES / OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. inflamatórias. neopl sicas e/ou degenerativas. inflamatórias. Laringe. degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. neopl sicas. vasos. ov rios.TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA (PHILIS-SECURA) Tomografia Computadorizada de SEIOS DA FACE Avaliaç morfológica dos seios da fase para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas. Linfonodos. Antebraços. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç alteraç es cong itas. inflamatórias. ™ ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆu™ ‰ ” – † ˆu‰ ‡  ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ™ ” ˆu‰ ˆu‰R—u”Rd ’uˆ€‰ ™ ”   ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” ˆu‰í— lteraç s  e “u‘ “u‘ ‡    ˆu‰¿—u”¿d ™ ” ˆ “ † “ u ‘ “€‘uë 374 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI . tero. Tomografia Computadorizada da PELVE / BACIA Avaliaç morfológica dos ór s lvicos (bexiga. Tireóide. Tomografia Computadorizada de PESCO´ O Avaliaç morfológica de estrut uras cervicais (Glândulas Salivares. degenerativas e/ou trauma. Faringe. neopl sicas. inflamatórias. coraç o. neopl sicas. Tomografia Computadorizada do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (Par uima pulmonar.

discos. ˆu‰R—u”Rd ’uˆu‰ ™ ”  “u‘ “u‘uë ˆ u ‰ R — u ” R d ˆu‰ ™ ” – † “ u ‘ ‡ ˆ€‰(—€”(d ™ ” ‰€‘u† ’u“ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘u‘ — ™ ” ˆu‰ Ressonância Magn° tica de CRºt» IO Avaliaç morfológica de estruturas cranianas (enc falo. tend s. PARDINI 375 . degenerativas e/ou trauma. estrutura óssea) para diagnóstico e avaliaç lteraç s c nitas. l ios. pâncreas. degenerativas e/ou trauma. intervertebrais e canal medular. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. ligamentos. cavidades pleurais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. ligamentos. tero. inflamatórias. Este equipamento permite a realizaç¦ o do exame em menor tempo. discos. degenerativas e/ou trauma. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma.. €m Ressonância Magn° tica de COTOVELO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. baço.5 T) A qualidade de imagem em Ressonância Magn¨ tica est© diretamente ligada à potência e ao campo magn¨ tico do equipamento. vasos. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . bursas. inflamatórias. inflamatórias. Instituto de Patologia Clínica H. Ressonância Magn° tica da COLUNA TOR¼ CICA Avaliaç o morfológica das v rtebras tor cicas. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. vias biliares. discos. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. inflamatórias. ov rios. inflamatórias. intervertebrais e canal medular. degenerativas e/ou trauma. alças intestinais e estruturas vasculares) para diagnóstico e avaliaç lteraç s co itas. inflamatórias. Ressonância Magn° tica de PUNHO (U nilateral) Avaliaç morfológica da estrutura óssea. neopl sicas. próstata. tornando -o mais agrad©¹¸ el para o paciente e mantendo sua qualidade. inflamatórias. § ¦ o de seus cliente equipamento O Laboratório HERMES PARDINI coloca à disposi  com o mais alto campo magn¨ tico (1. com tecnologia phased array e gradientes de alta performance. cartilagem articular e etc. bursas. intervertebrais e canal medular. inflamatórias. bursas. neopl sicas. tend s.5 T) existente no mercado. te s.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉ TICA (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. degenerativas e/ou trauma. ˆˆu‰ ˆˆ ˆˆu‰ ™ ’u†“u‘ ™ ’u“u† ‘ ™ ’u“u† ‘ ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ”        Ressonância Magn° tica de COLUNA LOMBO -SACRA Avaliaç morfológica das v rtebras lombares. neopl sicas degenerativas e/ou trauma. meninges. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas . rins. cartilagem articular e etc. neopl sicas.. coraç . degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas. ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆ ˆ u ‰ ⠗ u ” â d ™ ” ‘u’u“u‘    Ressonância Magn° tica do TÓRAX Avaliaç morfológica de ór s tor cicos (par ima pulmonar. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es con itas.. inflamatórias. Ressonância Magn° tica de COLUNA C ERVICAL Avaliaç morfológica das v rtebras cervicais. vesículas seminais) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. Ressonância M agn ° tica da PELVE Avaliaç morfológica dos órg s lvicos (bexiga.  Ressonância Magn° tica do OMBRO Avaliaç morfológica da estrutura óssea. neopl sicas. espaços subaracneideanos. cartilagem articular e etc. Ressonância Magn° ti ca do ABDOME Avaliaç morfológica de órg os abdominais (fígado. ligamentos. neopl sicas. neopl sicas. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas .

bursas. neopl sicas. vasos cervicais. estrutura óssea. Ressonância Magn° tica de PESCO½ O Avaliaç morfológica de estruturas c ervicais (glândulas salivares. avaliaç tologia c itas. degenerativas e/ou trauma. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas.) para diagnóstico e avaliaç de alteraç s co itas. neopl sicas. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. bursas. inflamatórias. l bios. degenerativas e/ou trauma. cartilagem articular e etc. antebraços. ligamentos. cartilagem articular e etc. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. “ ˆu‰ ‡  ˆu‰ “ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰  ˆ ™ ˆ€‰ —u” ™ ” ’u“€‘  ™” “ ˆ€‰å—u”Ód ™ ” † lteraç s Ressonância Magn° tica dos SEGMENTOS APENDICULARES Avaliaç morf ológica de segmentos apendiculares (braços. degenerativas e/ou trauma. faringe. te s. cartilagem articular e etc. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” Ressonância Magn° tica de Tornozelo Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea.. neopl sicas. esôfago) para diagnóstico e avaliaç alteraç s con itas. inflamatórias. linfonodos. neopl sicas e/ou degenerativas. tireóide. inflamatórias. musculo extra -oculares. l ios. PARDINI . Ressonância Magn° tica do JOELHO Avaliaç morfológi ca da estrutura óssea. ligamentos. laringe. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. l ios. nervo óptico. neopl sicas. neopl sicas. te s. neopl sicas. pernas e p s) para diagnóstico e avaliaç lteraç s cong itas. l ios. inflamatórias. para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong itas.. neopl sicas e/ou degenerativas. m sculos. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. ligamentos. inflamatórias. degenerativas e/ou trauma. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ Ressonância Magn° tica de articulaç³ es COXO -FEMORAL Avaliaç morfoló gica da estrutura óssea. ligamentos.. para diagnóstico de trombose e/ou estenoses. coxas. neopl sicas. degenerativas e/ou trauma. bursas. degenerativas e/ou trauma.. neopl sicas.RESSONµ·¶ CIA MAGNÉTIC A (PHILIS-GYROSCAN INTERA – 1. degenerativas e/ou trauma. etc.5 T) Ressonância Magn° tica de PLEXO-BRAQUIAL Avaliaç morfológica dos componentes do plexo braquial para diagnóstico e avaliaç o de alteraç es cong nitas. tend s. ™ ˆu‰ “u‘  ˆ 376 Instituto de Patologia Clínica H. bursas. degenerativas e/ou trauma. Ressonância Magn° tica das ARTICUL t ¾ ½ ÕES T ¿ MPORO-MANDIBULAR Avaliaç morfológica das Articulaç s T mporo -mandibulares para diagnóstico e avaliaç cong nitas. inflamatórias. Ressonância Magn° tica do PÉ Avaliaç morfológica da es trutura óssea. ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u‘ ‘ u — ™ ” ˆu‰R—u”Rd ™ ” “u”u‘ ‘u— ™ ” ‰u‘€’u“u‘ ˆu‰  um  um  um      Angiografia por RM (Por segmento) Avaliaç morfológica de vaso s sanguíneos em diversas partes do corpo. cartilagem articular e etc. ˆ€‰(—€”(–€d Ressonância Magn° tica das ÓRBITAS Avaliaç morfológica das estruturas orbit rias (glo bo ocular. inflamatórias. inflamatórias. ™ ” ‘€’u“u‘  Ressonância Magn° tica de OUVIDOS Avaliaç morfológica das estruturas do osso temporal e adjacentes. t s.

ÂÄÃÆÅ ÇÉÈÆÇËÊÍÌΊϐÊnÐnʒÃÒÑ–ÊÓ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙÆØÚÖÜÛÞÝà߯áâ ÔÄÕÆÖ ×ÉØÆ×ËÙnÙäãÎ×åÝàßbØæ×ÒÝ . . . ùÄÿÆý Éö   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¥ ¢¨    £¢Íõö ÷zõ`ù¹ú˜û¯ö    £¢Íõö ¨ ¢§¢jù¯þ ü"!# ùóý  $&%' (0)(£1§231546%7)46(£8@98%7A¥1B' 468 ùìÿÚý Éö ùìÿÚý Éö DUPLEX SCAN . MAMOGRAFIA . .RAIO X Atrav¨ s de sistemas mistos de radiografia e fluoroscopia. . PARDINI 377 . . . utilizando equipamentos telecomandados. . CONTRASTADO (PHILIS-DUO DIAGNOST) Avaliaç ˆu‰ uˆ ‰ ˆu‰ anatômica. . Instituto de Patologia Clínica H. . morfológica e funcional de ór ’uˆ€‰ s e estruturas. . .   ¡ £¢ÍúÎý ¤¥¢§¦§¢’ÿ ü ¢¥¨   ö© ¡¢Æöæý ÷¨ þ ùÄÿÆý  Éö¡ £¢§ä ¢ ú b ¨ ö©  ùÄÿÆý É   ö¡ £¢ ü ùtõ ý þ ùÄÿÆý Éö ùÄÿÆý . . . . . . $&%' (0)(£1§1PD(8Q4R)©(8 x&y€ 0‚£ƒEˆ¥‚‰ ƒ§ƒPx6¥‘"’“tx”€ † x&y€ 0‚£ƒ§•5‚‰&‰6ƒB€ ‰C† –&—˜ ™0d™£e§f˜ ™0d©™e…g"dhR™¡˜ i –&—˜ ™0d™£e§j5dh&hrkQf©d –&—˜ ™0d™£e§j3e5h6—7dh6™£k@ik—7l¥eB˜ h6k ULTRA-SONOGRAFIA . CONVENCIONAL (PHILIS-BUCKY DIAGNOST TS) Avaliaç anatômica e morfológica de órg s e estruturas. $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 $C%¡' (0)¡(£1ED' F¥1§G§1H%AI1¥4 SCT¡U V0W¡V£XEY§W`Ia&U bdceW©U YEfQa&gHh¥i SCT¡U V0W¡V£X§XqpVfarW©Vf SCT¡U V0W¡V£XEsHW Yts3Supwv6W SCT¡U V0W¡V£X¡`5S7sBU h xCy¡€ 0‚¡£ƒ§„…€ 0‚ƒ§y†§‡7‚ . . proporcionamos a possibilidade de exames precisos e de f¹ © À il realiza §–¦ o em todos os tipos de aplicaç Á es do Raio -X. REALIZ€‚{ƒ‘ O ECODOPPLERCARDIOGRAFIA . . ç’èæéËêìënëäí™î’ïÎðËñzíóò ô õ’öø÷zõbùóú˜û¯ö ü ùóõjý þ ELETROCARDIOGRAFIA . .

PARDINI .378 Instituto de Patologia Clínica H.

Hermes Pardini MEDICINA NUCLEAR ˜ uma especialidade m ˜ dica que utiliza pequenas quantidades de material radioativo de maneira segura e indolor para diagnosticar e tratar doenças precocemente com possibilidade de melhor prognóstico. displasia fibrosa e morte cerebral. Indi o: Doenças neopl sicas. Cintilografia Cerebral Preparo: Administrar perclorato previamente ao exame. PARDINI 379 . JontR Ribamar Villela Dra. doenças infiltra tivas. Obser o: N o m todo de escolha para determinaç les s expansivas (CT ou RMN). Interpreta o: Distribuiç homo radiof rmaco em todo o sistema retículo -endotelial espl nico. doença metast tica. ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰   † ˆu‰R—u” ‡ ˆu‰R” ˆ   “ Instituto de Patologia Clínica H. Administraç de inibidor de receptor H 2 conforme peso e faixa et ria (Cimetidina). hiperostosis frontalis. õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰  ™” ˆ Cintilografia Espl T nica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. com diferença superior a 2 segundos entre os hemisf rios cerebrais. doenças neopl sicas/linfoma/leucemia. Indi o: Asplenia/ectópia. baços e acessórios. Indi o: Divertículo de Meckel. met stases. Interpreta o: Aus ncia de concentraç s anômalas do radionuclídeo em regi o abdominal. dist rbios hematológicos. Interpreta o: Fluxo sangüíneo cerebral sim trico. ­ õuó€ô © 8ˆ õuó€† ô † “ ó€ô ó€ô   † ˆu‰R—u” ™ ” u‘ uˆ ‰ † Cintilografia para Divertículo de Meckel ­ Preparo: JO 6h. Ivana Moura Abuhid Dr.m MÉDICOS RESPONS VEIS: Dr. doenças parasit rias. doenças císticas. doenças vasculares. anormalidades de tamanho/posiç funç o.

Obser o: Pode-se fazer o acompanhamento at por 24 horas. Interpreta o: Distribuiç m a atrav s do par uim tico. õuó€ˆ ô † ˆu‰R—u” ó€ô  ‰ † † « ˆu‰ö–u” ™ ” ˆu‰«‘€‰ ”u–u ˆu‰å—ud  † Cintilografia Hep e tica com Hem e¦s ias marcadas Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos . Processos neopl sicos. focos infecciosos. pesquisa Preparo: N o ter realizado exames pr vios que utilizam traçadores radioativos. estadiamento de linfomas e estudo de febre de etiologia obscura. Útil para detectar a presença de hemangiomas. Indi o: Detecç o de hemangiom tico. Controle evolutivo de linfomas. melanomas. PARDINI . õuó€ô ˆu‰ “ ó€ô ™   Cintilografia Hemorragias Gastrointestinais. ­ õuó€ˆ ô © 8õuó€ô ó€ô ˆ † ˆu‰ † “ ˆ  Cintilografia Hep e tica ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. É utilizado para detectar abcessos. doenças infecciosas. hemangiomas) produzir reas de hipoconcentraç s mapas cintigr ficos. ­ † õuó€ˆ ô ˆ ¡ ”u–u d ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰€’u“u‘u” † “u‘uë d ¡ ”u–u 380 Instituto de Patologia Clínica H.Cintilografia com G e lio ­ Preparo: Laxantes intestinais para exoneraç intestinal quando a rea de interes se for o intestino (Agarol®. traumas. Interpreta o: Visualizaç o da vasculatura abdominal e aus ncia de formaç o de “lagos” de hem cias marcadas que podem indicar a presença de sangramento intestinal ativo. Útil tamb m para avaliar a morfologia e topografia do baço e/ou presença de baços acessórios. cistos. Indi o: Processos inflamatórios. doenças h ticas difusas. Interpreta o: O radiof rmac depurado da circulaç lo Sistema Retículo Endotelial (SRE) representado no fígado pelas c lulas de Kupfer. miocardites. cistos. obstruç veia cava inferior. Indi o: Hemorragias digestivas baixas ativas e n ativas. Dulcolax). A presença de les s ocupantes de espaço (tumores. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es anômalas do radiotraçado. Indi o: Neoplasias. síndrome de Budd-Chiari.

traumas e fraturas. tumores ósseos benignos. realizar entre 12 a 72 horas após acidente cardiovascular. doença metast tica. estudo de próteses articulares. PARDINI 381 . Interpreta o: Fluxo sangüíneo sim trico. Preferencialmente. Hipoconcentraç es indicam processos isqu micos e/ou infarto mioc rdico antigo.Cintilografia de Infarto Agudo do Mio s¦e rdio. tumores de partes moles. transtornos osteo -metabólicos. aus cia de concentraç s focais ou difusas em ossos do esqueleto. em episódios de IAM ocorre deposiç o de pirofosfato n rea peri -infarto. cólon e bexi fisiológica e normal. õuó€ô  “ ó€ô ’ud † ˆ   Cintilografia Mio s¤e rdica Perfusional ­ Preparo: JO 6h. fígado. Interpreta o: Distribuiç iso -hom nea do radiof rmaco em todos as paredes mioc rdicas. rea cardíaca. neuroblastoma. at oras após o episódio agudo. Interpreta o: Aus ncia de concentraç es de pirofosfato em partes moles rea para-esternal esquerda. Indi o: Pesquisa de isquemia mioc rdica. Interpreta o: Aus ncia de hiperconcentraç o anômala do MIBG. Estado de hidrataç raz vel aconsel vel. Indi o: Tumores ósseos prim rios malignos. infecç . estratificaç risco pós infarto do mioc rdio. carcinoma medular da tireóide. õuó€ô © 8õuó€ô ó€ô ˆu‰ ‰€’u““  ˆu‰ö—€”     ™ Cintilografia Óssea Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. A presença em glându las salivares. diagnóstico diferencial das miocardiopatias. pesquisa Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. adota-se o Stress farmacológico com Dipiridamol. tumores do sistema APUD. ˆ ­ õuó€ô “ ó€ô uˆ R ‰ u— ‰ ™ ˆ †  ˆ d␠‘udݐ † ï š ¡ Cintilografia com Metaiodobenzilguanidina ­ Preparo: Efetuar o bloqueio da tireóide com substâ ncias iodadas (lugol/xarope de iodeto de pot ssio). Indi o: Diagnóstico e localizaç infarto agudo do mioc rdio. osteonecrose. Obser o: Na impossibilidade de submeter-se a esforço físico. pesquisa de viabilidade mioc rdica. ˆ ¡ ­ õuó€ô ó€ô  † ˆu‰Á—€” † ˆu‰ “u‘ ˆu‰ ‰u †  ™” Instituto de Patologia Clínica H. Informar medicamentos em uso. Indi o: Feocromocitoma. síndrome carcinóide.

­ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰Ý—  ˆu‰R—ud ˆ€‰ ˆu‰z—ud “u‘ 382 Instituto de Patologia Clínica H. ˆ ­ õuó€ô ó€ô ˆu‰ ¡ ‰ ‰u’u“€‘u”ud¿—u‰ † ˆu‰ ˆu‰Rdu‘ ©8õuó€ô † ˆ ˆu‰ý—u” u— × ” Cintilografia Refluxo Gastro-Esofe gico. avaliaç sistemas coletores dilatados. concentraç e excreç o radiof rmaco por ambos os rins. esvaziamento g strico retardado. Indi o: Utilizado na correlaç com a cintilografia pul monar de perfus ra o diagnóstico de tromboembolismo pulmonar. Interpreta o: Adequadas captaç . Indi o: Avaliaç perf us renal. ocorrer wash-out tireoidiano persistindo apenas a imagem das paratireóides (dupla fase). Interpreta o: Distribuiç m traçador em todo o campo pulmonar. Indi o: Tromboembolismo pulmonar. obt m-se a imagem conjunta de tireóides e paratireóides e. Melhor localizaç o pr -operatória da glândula paratireóide anormal. pr -operatório de lobectomias e pneumectomias. õuó€ˆ ô ˆ ó€ô õuó€ˆ ô † ˆ † † † ˆu‰R—u”  Cintilografia Pulmonar Inalatória ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Interpreta o: Primeiramente. avaliaç s uropatias obstrutivas. doença de vias reas superiores recorrentes. A presença reas de ¥o molas. ˆu‰ ˆ ó€ô ˆu‰ ’u“u‘€”udR—u‰ ˆu‰R—u” ˆu‰÷–ud Cintilografia Pulmonar Perfusional Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç o de radioisótopos. aumento de secreç strica. podendo indicar presença de Tromboembolismo Pulmonar. com exceç flebografia radioisotópica de membros inferiores. Interpreta o: Aus ncia de episódios de Refluxo Gastro -Esof ico e Aspiraç Pulmonar. õ u ó € ô ˆ u ‰ « — € d « – ˆu‰«—€‰«” ˆu‰Ó’u “ ó€ô õuó€ô  uˆ ‰Ý—ud ˆu‰ ó€ô ˆˆ€€‰‰(—€” u’  ¡ ˆ€‰ † d u† ’ Cintilografia Renal Dinâmica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. PARDINI . avaliaç funç renal d iferencial. Criança: JO 6 a 8 horas. acompanhamento de patologias renais parenquimatosas. rnia hiatal. durante esse lapso. Aus cia de processos obstrutivos. Interpreta o: Distribuiç homo s aerossóis em ambos os campos pulmonares. Indi o: Reduç ress sfíncter inferior do esôfago. hipoconcentraç s Obser o: Deve ser associado à Cintilografia Pulmonar Ventilatória. pesquisa ­ Preparo: Adulto: JO 12h.Cintilografia das Paratireóides ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. Avaliaç o/acompanhamento das doenças pulmonares obstrutivas crônicas. diagnóstico de hipertens renovascular. Indi o: Detecç o de paratireóides anormais nos casos de Hiperparatireoidismo (adenomas. defeito dos mecanismos de clearence esof ico. hiperplasia e carcinoma). diagnóstico/prognóstico das hidronefroses.

Interpreta o: Fornece informaç o sobre o status funcional. Intepret o: Concentraç homo radiotraçador em ambos os testículos com intensidade igual e/ou menor que das coxas. cicatrizes. Obser o: Deve ser associado à cintilografia renal dinâmica com ou sem diur tico. nódulo tireoidiano pal vel. ± 5%. avaliaç o da mobilidade das paredes mioc rdicas. diagnóstico de doença arterial coronariana atrav s da correlaç s exam es esforço -repouso. aumento do tamanho glandular. Interpreta o: Posiç . Indi o: Avaliar posiç o e tamanho renais. C lculo da funç renal diferencial revela contribuiç o sim trica dos rins para a funç o renal. diagnóstico de hidronefroses. avaliaç o das valvulopatias/especialmente insufici ncia aórtica. Indi o: Disfunç s tiroidianas. nefropatia do refluxo. movimentaç r egional de paredes mioc rdias. N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. espermatocele. tumor. avaliaç o das miocardiopatias. homogeneidade na distribuiç radiotraçador e presença de nód ulos. hidrocele. Indi o: Epididimite. ­ ˆ õuó€ô  ˆ ˆuó€‰ ô ˆ€‰ö” †  ˆu‰ ©8õuó€ô õuó€ˆ ô ˆu‰ —ud uˆ ‰ †  ˆ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰R—u”R” ˆ€‰ ˆ ˆu‰R—u”R” ˆu© ‰ A@ ˆu‰Á—u”Á–€” ˆ€‰(—€” õ€óuô ˆu‰ ˆu‰ ’u“u‘€dö—u‰ ˆu‰ ˆ ˆ ’u“u‘u”udÛ ” u‘ † † ˆu‰R—u” ˆ ˆu‰ ˆ Cintilografia Sincronizada de Câmaras Cardíacas Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. abcesso. Normocinesia na movimentaç ­ ™” ˆu‰Ý—ud ˆu‰ì—€” ˆ ˆ ˆu‰R—u‰ ˆ “† ˆu‰  ˆ€‰(—€”(–€d ˆ ˆ Cintilografia Testicular Preparo: Administraç rclorato de pot ssio para bloquear captaç o tiroidiana. quantificaç de Shunts intracardíacos esquerda-direita. tors testicular. com distribuiç o homo iforme do radiof rmaco no córtex renal. avaliaç o de massa s em regi o cervical e mediastino. presença de hipoconcent raç . PARDINI 383 . õuó€ô ™ ” ˆ ó€ô –u ‰€‘u ˆ ˆu‰ ˆ€‰ ˆ ˆu‰å—€‰ Instituto de Patologia Clínica H. Interpreta o: Determinaç da fraç jeç o global e regional. Valores normais: Fraç jeç redes. história de irradiaç em cabeça e pescoço. conformaç volume renais. corticais. localizaç . determinaç fraç ejeç o global dos ventrículos esquerdo e direito em condiç s basais de repouso e após esforço.Cintilografia Renal Est e tica Preparo: Desej vel bom estado de hidrataç o. de morfologia e volume sim tricos. rins direito e esquerdo eutópicos. † ­ õuó€ô  Cintilografia da Tireóide e Capt¢ £¤¥ o ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento). volume. diagnóstico de pielonefrite aguda. dificuldade para exame físico. Indi o: Avaliaç funç ventricular global e regional. ectopias renais e determinaç o da funç renal diferencial.

Pulm squerdo: 62 ± 18 min. Útil para Clearence Pulmonar de DTPA ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Indi o: Obstruç o dos canalículos. Indi o: Doença hepato -biliar. diagnóstico de fístulas liquóricas. Obs. colestase neonatal. Interpreta o: Migraç o por capilaridade do radiotraçador atrav s dos canículos oculares inferior e superior para o saco lacrimal interno e drenagem atrav s do ducto naso-lacrimal bilateralmente at s cavidades nasais. Indi o: Processos inflamatórios pulmonares intersticiais. anormalidades cong nitas. Extravazamento do LCE do espaço aracnóide indica a p resença de fístula anormal resultante em rinorr ia ou otorr ia. ­ õuó€ô † ó€ô õuó€ˆ ô õuó€ˆ ô † † ‰ ‘uˆ€‰ ˆ u ‰ ì — € ” “u‘ †d † † † Cistografia radioisotópica direta ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com a utilizaç radioisótopos. ô— uˆˆuó€‰R ‰R” † ˆ€‰(—€” uˆ ‰ † Dacriocintilografia ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. obstruç o do ducto naso -lacrimal. Interpreta o: Fluxo normal atrav s das cisternas basilares e dos ventrículos at tingir o v rtex. Indi o: Hidroc falo comunicante. Indi o: Pesquisa de refluxo vesico-uretral.Cintilografia das Vias Biliares ­ Preparo: Adulto: JO 4h. estudo das anormalidades na cintilografia coloidal. hidroc fal comunicante. cistos.: Valores abaixo de 2 sd s considerados anormais. Criança (com suspeita de atresia de vias biliares): prescrever fenobarbital 5 dias pr vios ao exame. avaliaç pat cia de Shunts. Global: 60 ± 7 min. õuó€ˆ ô ˆ ó€ˆ ô † ˆ ˆ€‰(—€” † †d 384 Instituto de Patologia Clínica H. Interpreta o: Determinaç volume de repleç o. pneumonites. volume residual e verificaç avaliar nefropatia de refluxo. Interpreta o: Colescistite aguda/crônica. PARDINI . atresia de vias biliares em neonatos. complicaç s pós -cir rgicas do trato biliar. Interpreta o: Pulm ireito: 66 ± 21 min. õuó€ô “ ó€ô ™” ‡ † Cisternografia Cerebral Preparo: JO 6h. ó€ô ˆu‰«—u‰ † ˆu‰R—u” ˆ uˆ Û ‰ u— à d– resença de refluxos.

Dose Terap T utica com Iodo-131 ­ Preparo: Suspens todas as drogas antitireoidianas por 5 dias pr vios ao tratamento ou hormônios tiroidianos quando tratar-se de ablaç restos tiroidianos. Indi o: Doença de Graves. Indi o: Diagnóstico de gastrites e lcer strica e duodenal causada pelo H. Pesquisa de met tases de carcinomas da tireóide. Indi­ o: Paliaç õuó€ô ˆu‰ ˆu‰Rd  da dor óssea metast tica. pylori e controle de tratamento. Interpreta o: 0. Indi o: Estudo pr vio do paciente com infarto do mioc rdio para planejamento de cirurgia de revascularizaç mioc rdica. Estudo de Viabilidade Mio s¤e rdica Preparo: N o haver realizado exames pr vios c/ utilizaç radioisótopos. aus cia de colateralizaç fluxo ou fenômenos obstrutivos. PARDINI 385 . Suspender drogas inibidoras da bomba de prótons. Indi o: Diagnóstico de trombose venosa profunda dos membros inferiores. hormônios tireoidiano.18% (Atividade ur stica no trato gastrointestinal superior). Doença de Plummer. ­ ˆ€‰(—€” “€‘ ˆ€‰(—€‰ Helicobacter pylori. ­ † õuó€ˆ ô † ô  ˆu‰î—u‰‰ (‘€ˆu‰  õuó€ˆ ô ó€ô † ”u ˆu‰R—u”  † ™”  ˆu‰ Fluxo Sanguíneo das Extremidades Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. Interpretaç o: Comparaç s cortes dos estudos adquiridos estabelecendo crit rios p/regi s do mioc rdio que sejam vi veis vi veis. õuó€ô ˆ€‰(—€” ˆ€‰(—€”  † Dose Terap T utica p/Tratamento da dor óssea c/Sam e rio -153 Preparo: ¡ Bom estado de hidrataç consel vel. ­ õuó€ô õuó€ô ó€ô ‡ dR’u ”u Rastreamento de Corpo Inteiro Preparo: Suspender medicaç s iodadas.17 – 1. Aus cia de tecido iodo-fixante em regi cervical ou concentraç ­ ™” u“ ‘ ó€ô ˆ€‰ ˆu‰Rdu‘  Instituto de Patologia Clínica H. se possível determinar o TSH. Interpreta o: Vasos profundos perm veis. neoplasias tireoidianas. Indi o: Pesquisa de tecido tireoidiano remanescente pós tireoidectomias totais. teste respiratório Preparo: JO 6h. Interpreta o: ¥o mala no mapa de corpo inteiro.

Ele indica o grau de autonomia do nódulo. tica. Interpreta o: Verificaç recimento do restante glandular tiroidiano suprimido no tireograma convencional. alternativa para realizaç tireograma convencional em uso de substâncias iodadas. gastroparesia di tica. Obs. Indi o: Avaliar síndromes de estases g stricas em geral. Interpreta o: Aus ncia de estruturas fixantes tanto na regi cervical quanto nos demais segmentos corporais. Interpreta o: 1a Hora: 40-60% de esvaziament strico ocorra. Associado à pesquisa de refluxo gastroesof gico fornec e dados indiretos lise desta patologia. num total de 20 comprimidos. Atenç : O 10 o di der ser s v spera de feriado. PARDINI . lceras ticas gastroduodenais. 2a Hora: 60-75% de esvaziament stric sperado. avaliar efic cia ter tica das síndromes de estases strica. anorexia nervosa. Só pode ser feito após 3 semanas do ltimo tireograma. cardíaca. Informar ao paciente para comparecer ao laboratório no 10 o dia às 07:30 para a realizaç xame. Indi o: Estudo de supressibilidade de nódulos tireoidianos (autonomia nodular). ­ õuó€ô dum † ‡ ‘udRdu‘uó€ ô õuó€ô – † – ’€  Tireograma com Sestamibi Indi­ o: ‰‰R R’’uu ‰ † ” u’u”u‘€‰   du–u“ Estudo de autonomia nodular. õuó€ô ˆ ó€ô  ‰€‘u ˆ€‰(d€–uê s Tempo de Esvaziamento G e¦— trico Preparo: Adulto: JO 12h – Criança: JO 6 a 8h.: Captaç s glândulas salivares. 02 comprimidos ao dia de Cynomel 50 mg (1 pela m  s 08:00 horas e 1 à noite às 20:00 horas durante 10 dias). intestino e rins s chados normais no exame. doenças do col . Indi o: Localizaç e pesquisa de met stases de neoplasias tiroidianas diferenciais. Obser o: Cuidado com pacientes com cardiopatas. ó€ô ˆu‰R—u‰Rdu–ud ˆ€‰í—u‰ 386 Instituto de Patologia Clínica H. õuó€ˆ ô ˆu‰ “ ó€ô ˆu‰â‘ud  † ˆ€‰(—€” ˆ u ‰ ¡ ”u–u ˆu‰âd Supr ¢¦—¤—¦¥ o Tireoidiana com Cynomel Preparo do Paciente: Administrar por via oral. a captaç se eleva após a supress . Interpreta o: O teste ser considerado positivo se houver queda de 10 a 15% sobre os valores basais (captaç 2 horas). dispepsia funcional.Rastreamento com Sestamibi ­ Preparo: N o haver realizado exames pr vios com utilizaç radioisótopos. isto . Crit rio de Interpreta o: Nos pacientes com adenoma tóxic supress nódulo do tireograma e tam m iminui a captaç endo haver resposta paradoxal. Indi o: Detecç o de defeitos de síntese intra-tireodiana. ñ ‡­ õuó€ô ˆu‰ © dÁ‘€ˆu‰Á–u‰  umudu—€‰Á‰ † ˆu‰R—u‰R” du‘ ¡ ˆ 8õuó€ô ˆu‰Á–€‰u— óuô ‰ Á ‘ € ˆ u ‰ ¡  † ˆu‰Á—u‰ ˆ u ‰ m † ˆu‰ ‘ € ˆ u ‰ R — Teste do Perclorato ­ Preparo: Suspender substâncias iodadas e interferentes (responder questi rio antes do procedimento).

. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas e regimes diet ticos para emagrecimento.5 desvios v Osteoporose w > 2.Comparecer com roupa sem metais (zíper. em regime de reposis£r o estrogênia. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidi anos.): u at v normal svio w 1 a 2. Interpreta o: A lise computadorizada determina os valores de densidade mineral óssea e compara -os com banco de dados de adultos-jovens (20 a 45 anos).5 desvios v Osteopenia w > 2. etc. corticosteróides. pós -menopausa.N ter se submetido à exame de Medicina Nuclear previamente (72 horas). bot s. em regime de reposiç strog ica. e nos indivíduos em uso de hormônios tireoidianos. menopausa.N ter ingerido tabletes de c lcio nas ltimas 24 horas.A Densitometria p@q til para avaliaç r o de densidade mineral óssea em mulheres na prp -menopausa. fornecendo o desvio relativo existente. anticonvulsivantes.). pós -menopausa. corticoesteróides. e em crianças no acompanhamento do desenvolvimento ósseo em doenças osteo -metabólicas. . Crit rios para Interpreta o (O.M. anticonvulsivantes. PARDINI 387 . broches.N ter realizado exame radiológico com uso de contraste (aguardar pelo menos 5 dias). menopausa. Indicaç es: Pacientes na pr -menopausa.5 desvios com presença de fratura osteoporotica v Osteoporose avançada ˆuˆu‰‰ uˆ ‰ Avali ¢ £¤¥ o Mineral Óssea †  ‡ ™” ud u‘  ó€ô ñ †R  —u” ˆ€‰(” “€‘ † ó€ô Instituto de Patologia Clínica H. .S. Densiometria Óssea t Preparo: .

388 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

Instituto de Patologia Clínica H. viridans Dose: 0.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades. Antígeno: C. albicans Dose: 0. Antígeno: S.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Positivo: Nódulo acima de 5 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades. PARDINI 389 .  ”R‡ ˆ d † ”u‘ contrada em cerca de 60% dos casos.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com Necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.  ”R‡ ˆ MONTENEGRO Coment rios: Test til no diagnóstico da leishma niose a reaç o positiv Antígeno: Leishmania brasilienses Dose: 0.  ”R‡ ˆ ESTREPTOQUINASE/ ESTREPTODORNASE Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.CANDIDINA Coment rios: Test til na avaliaç o da imunidade celular.

canis.1 mL Tempo de Leitura: Após 48 horas Resultado: Negativo: placa eritematosa com diâmetro < 5 mm Positivo (+):Diâmetro de 5 a 10 mm Positivo (++): de 10 a 15 mm Positivo (+++): de 15 a 20 mm Positivo (++++): acima de 20 mm ou com necrose Cliente deve comparecer em uma das unidades.1 cm2 x Crianças: ≥ 1. PARDINI . E. tendo va lor diagnóstico limitado.PPD . mansoni Dose: 0. T.9 cm 2 Duvidoso: x Crianças: 0. floccosum Dose: 0. Antígeno: M.9 a 1.2 cm2 Positivo: Cliente deve comparecer em uma das unidades.0 cm 2 x Adultos: 1.  ˆ d€— † ™” ˆ SCHISTOTEST (ESQUISTOSSOMINA) Coment rios: Teste utilizado em i ritos epidemiológicos.05 mL Tempo de Leitura: Após 15 minutos Resultado: Negativo: rea de at 0.0 cm2 x Adultos: ≥ 1. indivíduo normalmente apresenta reaç sitiva. Por ser um antígeno comum com o qual se tem contato f cil. rubrum.0 a 1.1 mL Tempo de Leitura: Após 72 horas Resultado: N o reator: Nódulo de 0 a 4 mm Reator Fraco: Nódulo de 5 A 9 mm Reator Forte: Nódulo ≥10 mm Cliente deve comparecer em uma das unidades.TUBERCULINA PURIFICADA Coment rios: É um teste intr rmico utilizado para o diagnóstico de infecç s por Mycobacterium tuberculosis e avaliaç o da imunidade celular.  ‘uë † †  TRICOFITINA Coment rios: Teste utilizado na avaliaç o da imunidade celular. Antígeno: S. Antígeno: Tuberculina purificada Dose: 2 UT = 0.   ˆ ˆu‰R–u‰ 390 Instituto de Patologia Clínica H.

Coqueluche. Pólio e Hepatite B) { { Influenza . Vacina contra: y Dupla Adulto (Difteria e Tz tato) { Infantil (Difteria e T z tato) { Dupla Hemófilos influenza tipo B (conjugada) { A { Hepatite { Hepatite B AeB { Hepatite Hexavalente (Difteria. Coqueluche.Gripe AeC { Meningite { Meningite C (Difteria. Tz tano. Tz tano.BCG { Varicela (Catapora) Instituto de Patologia Clínica H.O Instituto de Patologia Clínica Hermes Pardini disp | e de serviço de vacinaç} o com salas próprias em todas as nossas unidades. Tz tano e Coqueluche) { viral: Rubz ola. Hemófilos e Poliomielite) { Pentavalente Pneumococo (conjugada) { (23 Valente) .Polivalente { Pneumococo { Poliomielite (oral) (inativada) { Poliomielite Rubz ola { Sarampo { z tano { T Tríplice Bacteriana Acelular (Difteria. PARDINI 391 . visando a aplicaç} o segura das vacinas. pessoal em constante treinamento e prontuã rio informatizado. Caxumba e Sarampo { Tríplice Tuberculose . Hemófilos.

Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. PARDINI . Gravidez n contra -indicaç o. Via de administr o: Intramuscular. Via de administr o: Intramuscular. Síndrome GuillainBarr s vacinaç o anterior. ˆ† ˆ   ‘€ˆu‰ ˆ€‰(–€‰ “ † ˆ ” ¡ ” ¡ † du–uê  ˆu‰ ˆ   ‰â‡ † ‰Á‡ ˆu‰ ˆu‰«d€‘ † ˆ€‰ † ˆ Vacina contra Difteria e T ’ tano Infantil – Dupla Infantil Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano. Efic cia de 95%. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). Composi o: Toxóide dift rico e tetânico. õuó€ô uˆ ‰ óuô ™ † † õuóuô d † óuô † du–uê †  ˆ ˆ 392 Instituto de Patologia Clínica H. Doença febril. Síndrome Guillain-Barr s vacinaç terior. nos dois esquemas. Vacinaç o de gravidas com esquema completo pr vio : Última dos menos de 5 anos: sem necessidade de vacinaç . Esquema de aplica o: O esquem o mesmo utilizado pela tríplice: 2” . Dois esquemas s ssíveis de serem realizados: Primeiro esquema: tr s doses durante a gravidez com intervalos de 30 a 60 dias entre as doses. Vacinaç o de gr vidas n vacinadas previamente : deve-se considerar as doses anteriores de DTP. Efic cia de 90 a 95%. Cont m ainda alumínio e timerosal. caso história desconhecida ou incerta. basta complet -lo. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. 6” e 15” meses de vida. Menor concentraç toxóide dift rico que a DT (dupla infantil). Segundo esquema: duas doses n ltimo trimestre de gravidez com intervalo de 30 dias entre elas. Esquema para reforço : 10 em 10 anos. Cont m ainda alumínio e timerosal. Última dos mais de 5 anos: 1 dose de reforço n ltimo trimestre. Para crianças entre 2 meses e 7 anos incompletos e com contra indicaç es de receber o componente Pertussis da vacina tríplice.Vacina contra Difteria e T ’ tano Adulto – Dupla Adulto Indi­ o: Proteç contra difteria e t tano a partir de 7 anos de idade. õuó€ô uˆ ‰ óuô † † õuóuô † †  ˆu‰â—u” óuô ˆ “ ëu”Ûd‘uåˆumu‰  N o necess rio reiniciar o esquema para quem tomou apenas uma ou duas doses. pessoas maiores de 7 anos. 4” . Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais e febre. Indicado para quem recebeu tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil na infância. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer interv alo de outras vacinas. Última dose deve ser dada at 20 dias antes do parto. Reforço 6 a 12 meses após dose inicial. Indicado para pacientes que j receberam esquema inicial de tríplice bacteriana (DTP) ou dupla infantil. Pacientes com história incerta ou desconhecida devem receber esque ma prim rio. Esquema de aplica o: A partir de 7 anos de idade a pessoas receberam doses de DTP (tríplice bacteriana) ou dupla infantil ou que n o completaram o esquem sico. Deve ser empregada como reforço de DTP e DT após 7 anos de idade. Composi o: Toxóides dift rico e tetânico inativados. Esquema inicial: 3 doses (Inicial + 1m s + 1 ano). Possui maior concentraç o de toxóide dift rico que a Dupla Adulto (dT). Doença febril. devem ser consideradas como n o vacinadas previamente. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Reforço aos 5 anos.

Reforço após 6 meses. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (inclusive o toxóide tetânico). 1” Reforço após 6 meses. Reforço 12 meses após 1à dose. Doença febril aguda. vômitos. mal-estar. 3à dose: 6 meses de idade. Esquema de aplica o: Avaxim ® (0. vermelhid o e inchaço locais. Cont m alumínio e neomicina.18 anos: dose de 50U/1ml (adulto). seas. Via de administr o: Intramuscular. e sinais flogísticos locais. Gr vidas. Via de administr o: Subcutânea o u intramuscular. pneumonia e epiglotite). Efic cia de 88 a 97%. Reforço aos 15 meses. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. PARDINI 393 .5ml): . febre. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre. Gr vidas. Raramente neuropatia e eritema multiforme. Composi o: Polissacarídeo capsular do Hemófilos (PRP) conjugado a uma proteína carreadora (toxóide dift rico). Composi o: Vírus cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído.1 a 17 anos: dose de 25U/0.Vacina conjugada contra Hemófilos influenza tipo B Indi­ o: Protege contra infecç s pela bact ria Hemófilos influenza tipo B (meningite. õuó€ô  óuô ™” † õuóuô óuô † ˆ ”R‡u‘ ˆ “u‘  Vacina contra Hepatite A Indi­ o: Proteç cont ra o vírus da Hepatite A. Entre 6 e 12 meses de idade (3 doses): 2 doses com intervalos de 2 meses. 2” Reforço após 10 anos. inclusive neomicina.5ml (infantil). Esquema de aplica o: Varia de acordo com início da idade de vacinaç o: A partir de 2 meses de idade (4 doses): 1à dose: 2 meses idade. Efic cia de 77 a 100%. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . irritabilidade e sonol cia em 10% dos vacinados nas primeiras 24h. õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô †  óuô ‡ ˆ u ‰ ˆ€‰ † u—u”u’ud ‘u  Instituto de Patologia Clínica H. Doenças febri s agudas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. 2à dose: 4 meses de idade. Reforço com 6 meses. . Entre 1 e 5 anos: dos ica. N deve se r aplicada nas n s. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. Vaqta®: .a partir de 12 meses.

Subcutânea se dist rbio da coagulaç . õuó€ô õuóuô †  † ˆ€‰ ‡ † ˆu‰ ‘u 394 Instituto de Patologia Clínica H. todos os adolescentes. a partir 20 anos: 10 mcg (dose adulta). seas e sinais flogísticos locais. Sorologia pode ser indicada previamente à vacinaç m pacientes de alto risco (HbsAg). vermelhid . 2à dose 30 dias após 1à . mal estar. vômitos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. timerosal ou alumínio. Contra-indicaç es: Anafilaxia com fungos. Deve ser dada ao rec m -nascido idealmente nas primeiras 12 horas de vida. todos pacientes portadores de hepatite C. Observaç : no caso de menores de 2000g e m e HbsAg positivo indica-se a vacinaç o (5 mcg) + imunoglobulina. contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo.Vacina contra Hepatite B Indi­ o: Proteç contra os vírus da hepatite B e D. Efeitos adversos: Podem ocorrer: febre.5 ml): a partir de 1 ano at 5 anos: 3 doses. febre. A terceira dos e ser aplicada antes dos 6 meses de vida. seas. Efeitos adversos: Dor. somados a HBsAg produzido por c lulas de leveduras. Menores de 2000g. e a terceira dos dada 6 meses após a primeira. receptores de sangue e derivados. Subcutânea se dist rbio da coagulaç . Assim n tem componentes vivos. diarr ia e cefal ia. Gravidez. internos em presídios. trabalhadores de s xpostos à sangue. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. Doenças f ebris agudas. homossexuais e bissexuais masculinos. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr -dialíticos. neomicina. At s: 2. heterossexuais com mais de um parceiro em seis meses. Dosagem de anti-Hbs permite avaliaç o da imunidade e pode ser feita 30 a 60 dias após a terceira dose. Esquema de aplicaç : Twinrix pedi trico (dose 0. Intercambiabilidade entre marcas das vacinas para hepatite B possível. Via de administr o: Intramuscular. 2à dose 30 dias após 1à . Twinrix adulto (dose de 1ml): a partir de 16 anos: 3 doses. Esquema de aplica o: É constituído de 3 doses.5 mcg (metade da dose infantil). 3à dose 6 meses após 1à dose. quan t fetiva quanto a imunoglobulina na prevenç a contaminaç da criança pela m infectada. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina (alumínio. Composi o: Consiste de subunidades do vírus da hepatite B (HBsAg) produzidas em c lulas de levedura (sacaromices) por recombinaç e tica. A segunda dos da 30 dias após primeira. Efic cia de 95%. fungos. mal-estar. Composiç o: Vírus da Hepatite A cultivados em c lulas diplóides humanas e inativados em formaldeído. nem fragmentos de plasma humano. õuó€ô ˆu‰ “ óuô €ˆ ‰ u dR du‡€—u”î”   † õuóuô † óu† ô ” † —u† d —u‰ † ˆu‰©” ”«‘€ˆu‰«–u‰u— ˆu‰ý— ˆ ˆ ˆ † A@ du‘u‰  ”† ˆu‰Á” ˆ † ˆu† ‰ ˆu‰ ô †  ˆu‰î’ ‘ † ‡ ˆ€‰ ˆu‰ † ˆu‰ ˆu‰ ”† ˆ€” ‘u Vacina contra Hepatite A e B Indi­ o: Vacina combinada que proteje contra Hepatite A. Cont m ainda Timerosal (merthiolate) e alumínio. Para pacientes em di lise a dos quatro vezes maior. formaç de nódulo e inchaço local. Gestantes. Cont m alumínio. Via de administr o: Intramuscular. B e D. Efic cia de 75 a 100%. Recombivax®: apresentaç o: 5 mcg/0.5ml (infantil) e 10 mcg/1ml (adulto). pacientes com diagnóstico recente de doença sexualmente transmissível. 3à dose 6 me ses após 1à dose. Podem ocorrer fadiga. 11 a 19 anos: 5 mcg (dose infantil). PARDINI . neomicina). Raramente neuropatia e eritema multiforme. T m prioridade para vacinaç : us  rios de drogas ilícitas.

gr vidas que estar o no segundo ou terceiro trimestre de gestaç o na temporada de influenza.5 ml) 3 a 8 anos de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias. inativados e fracionados que fornecem proteç r um ano. Cont m ainda alumínio e neomicina. pulmonares. Hemófilo s B. trabalhadores de s . DT.Vacina Hexavalente contra Difteria. pessoas de qualquer idade que tenham contato com idosos. viajantes reas de alta inci ncia. Polio inativada. disfunç o renal.25ml) 6 meses a 35 meses de idade: no primeiro ano de vacinaç vem ser utilizadas 2 doses com intervalos de 30 dias entre cada dose. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Via de administr o: Intramuscular ou subcutânea. Esquema de aplica o: Aplicada no 2 o. Choro persistente ou presença de encefalopatia sete dias após vacinaç com vacina contendo componente pertussis. História de reaç l rgica após administraç terior de vacinas DTPa. Poliomielite e Hepatite B. Hemófilos. Efic cia de 83 a 99%. T ’ tano.Gripe Indi­ o: Protege contra infecç pelo vírus da influenza. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais por at 48h após a vacina. HbsAg purificado produzido por levedura (antígeno da hepatite B). Para crianças que devem j ter tomado uma dose de hepatite ao nascer. T m prioridade para vacinaç : adultos maiores de 50 anos. Pólio e Hepatite B Indi­ o: Proteç contra Difteria. toxóides tetânico e dift rico inativados. pessoas entre 6 meses e 50 anos de idade com doenças cardíacas. PARDINI 395 . Contra-indicaç es: Doença febril aguda. Coqueluche. 4o. Anafilaxia à neomicina. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. inclusive neomicina e ovo. Após primeiro ano. Pod e ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Coqueluche. ou Hepatite B. qualquer um que deseje diminuir o risco de influenza. Doenças febris agudas. T tano. Composi o: Vírus cultivados em c lulas de galinha. Maiores de 9 anos de idade: apenas uma dose. õuó€ô ˆu‰ óuô õuóuô †  óuô “ †  † † ˆu‰ ˆ€‰ýd † “u‘ ™” ˆ ˆ€‰ýdu‘ Vacina contra Influenza . Esquema de aplicaç : Apresentaç o infantil (0. Hemófilos. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. somente uma dose por ano. 6o m s de vida. 3 tipos de vírus da polio inativados. Composi o: Composta de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). mal estar geral e dor muscular podem ocorrer. irritabilidade. Maior de 7 anos de idade. Após primeiro ano deve ser utilizado somente uma dose por ano. Cont m traços de neomicina e timerosal. õuó€ô “ —€“óuô ˆ€‰ ˆ u ‰ ˆ du‡u—u”  † ˆu‰  ˆ ˆ ˆ ˆ õuóu† ô ˆ dÁ ˆ ˆu‰Û–u‰ ˆ€‰à—u” ˆu‰©—u” † Instituto de Patologia Clínica H. Efic cia de 70 a 90%. hemoglobinopatias e imunossupress o (incluindo portadores de SIDA). polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. É produzida anualmente com as cepas de vírus que circulam na populaç o durante o inverno do ano anterior. convuls s e sinais flogísticos locais. T tano. sonol cia. Após transfus o (adiar 12 semanas). Febre. Via de administr o: Intramuscular. diabetes. Apresentaç o adulto (0.

apresentando -se muito reativa após quarta dose. Contra-indicaç es: Doenças infecciosas agudas. õuó€ô ˆu‰»—u” óuô † õuóuô ­ õuóuô dR ”u‘€—u“  ˆu‰Û–u” “ u ‘ ˆu‰ † “ ”R‡u‘ ˆ † ™ † 396 Instituto de Patologia Clínica H. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Cont m alumínio. vermelhid o. Contra-indicaç es: Menores de 2 meses de idade. epidemias e viagens par reas micas. febre. em casos de surtos. dupla adulto ou dupla infantil. N s so rotineiro. PARDINI . s surtos. Gravidez. irritabilidade. Maiores de 12 meses: adolescentes e adultos: 1 dose (dos ica). gravidez. febre e astenia. õuó€ô uˆ ‰ d(óu ô ”u‘u—u“ õuóuô  “ ˆ u ‰ † ˆu‰ óuô ˆu†©‰ ¨ —€‰ ˆu‰ ˆu‰Á—u” ˆu‰ ˆ “ € ‘ ˆu‰Rdu‘ud  u‡ ‘ ˆu‰ö—€” Vacina contra Meningite C Indi­ o: Protege crianças acima de 2 meses. Indicado especialmente para pacientes com asplenia. passado de reaç o al rgica intensa à dose anteri or da vacina. Efeitos adversos: Podem ocorrer dor. Dose ica. epidemias e viagens par reas micas. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococos A e C. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. febre. Efic cia de 83 a 88%. inchaço local. defici ncias do complemento. Esquema de apli o: Menores de 2 a 12 meses: 3 doses. Efeitos Adversos: Podem ocorrer reaç es locais.Vacina contra Meningite A e C Indi­ o: Proteç contra meningococo A e C. à vacina DTP. N induzem reposta adequada em menores de 2 anos. Ocorr cia de reaç fil tica seguindo -se à aplicaç dose anterior. vômitos. N  so rotineiro. Efic cia de 80 a 90%. Pode-se repetir at ses de reforço. adolescentes e adultos contra infecç lo meningococo C. N sendo duradoura. diarr ia. defici cia do complemento. Via de administr o: Intramuscular. anorexia. Reforço a cada 3 anos se persistir indicaç . Para menores de 2 anos vide Meningocócica C. intervalo de 1 m s entre as doses. N uma vacina usada na rotina sendo indicada especialmente para pacientes com asplenia. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Composi o: Polissacarídeos capsulares dos meningococo C conjugados à proteína CRM197 (toxóide dift rico). Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas.

Duas doses com intervalo mínimo de 2 meses. Polio inativada ou Hemófilos. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. 14. T tano. Aplicada no 2” . Via de administr o: Intramuscular. Contra-indicaç es: Doença febril aguda. N recomendado para maiores de 5 anos. terceira dose após 12 meses de idade . Coqueluche. Existem no mercado duas marcas: Infanrix penta e Poliacel que s intercambi veis. choque e encefalopatia após vacinaç o com vacina contendo componente pertussis. dor. 4à dose: 12 a 15 meses de idade. 19F. Hemófilos e Poliomielite Indi­ o: Vacina combinada que protege contra Difteria. T ’ tano. 6B conjugados à proteína CRM 127(toxóide dift rico). pneumonia e otite m ia causadas por 7 sorotipos do pneumococo. irritabilidade. Coqueluche. 18C. T tano. õuó€ô óuô  † õuóuô õ uó ô ˆ€‰ † ­u ‘uˆu‰ ˆ€‰  † † † ˆ uˆ © ‰ d† ˆ “ ™” Vacina conjugada contra Pneumococo Indi­ o: Proteç crianças de 6 semanas a 9 anos contra doença invasiva. temperatura acima de 40 o C. História de reaç l rgica após administraç o anterior de vacinas DTP. Vacinaç o entre 24 meses e 9 anos: . Efic cia de 92 a 100%. 23F. incluindo o toxóide dift rico. 4” . Hemófilos influenza tipo B e Poliomielite. Maior de 7 anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia ao l tex ou qualquer componente da vacina. 2à dose: 4 meses de idade. Vacinaç o entre 12 e 23 meses: . polissacarídeo do Hemófilos conjugado ao toxóide tetânico. 3 tipos de vírus da polio inativados.1à dose: 2 meses de idade. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. Cont m alumínio. febre. Choro persistente (> 3h).3 doses. pelo menos 2 meses após segunda dose.Dos ica. Adultos. PARDINI 397 . sonol ncia e convuls s. Via de administr o: Intramuscular. Gr vidas. Esquema de apli o: A partir de 2 meses. Cont m alumínio. Vacinaç o entre 7 e 11 meses: .Vacina Pentavalente contra Difteria. 6” meses de vida. 3à dose: 6 meses de idade. Duas doses com intervalo mínimo de 4 semanas. toxóides tetânico e dift rico inativados. 9V. Esquema de aplica o: Vacinaç o de início aos 2 meses de idade: . Composi o: Sacarídeos dos sorotipos 4. Efic cia de 83 a 99%. calor e inchaço local. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre baixa. Reforço aos 15 meses e 5 anos de vida. Composi o: Consiste de 3 antígenos purificados de pertussis (acelular). õuó€ô uˆ ‰R—u” óuô † õuóu†ô ˆ óuô ˆ ˆ ”R‡uˆ ‘   †— † †  Instituto de Patologia Clínica H. diarr ia e vômitos. DT.

Infecç o grave por pneumococo comprovada menos de 3 meses. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina ou a qualquer intervalo das demais vacinas. incluindo usu rios de corticóides. DPOC. portadores de fístulas liquóricas. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados. febre e mialgia. inclusive neomicina. pacientes HIV positivo com ou sem sintomas. Intervalo entre vacinaç início de quimioterapia deve ser de pel o menos 2 semanas. Reforços aos 15 meses de idade e 5 anos de idade. Revacinaç s 5 anos ( se transplantados de medula óssea = 3 anos). Para menores de 2 anos vide pneumocócica conjugada. 4” e 6” meses de idade. PARDINI . Efic cia de 70 a 93%. portadores de hemoglobinopatias. esplenectomizados ou com asplenia funcional. crianças que estejam em contato domiciliar com imunodeprimido. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . Intervalo inferior a 5 anos de dose anterior (exceto transplantados de medula óssea). õuó€ô uˆ ‰ óuô õuóuô  óuô † †¨ ˆu‰ ™” † 398 Instituto de Patologia Clínica H. T m especial indicaç ra : adultos com idade maior ou igual a 65 anos. Cont m ainda traços de neomicina. II. Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. portadores de síndrome nefró tica. hep atopatias. Tend ncia a mais efeitos adversos locais na revacinaç . õuó€ô ˆu‰ “ óuô ™” ˆu‰«–€d ˆu‰R” †  ˆu‰  õuóuô  óuô † ˆu‰ ˆ u ‰ Û d u – u ê ˆu‰ ‰€’u“ “ ¡  ˆ Vacina oral contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contra poliomielite. Anafilaxia aos componentes da vacina. Efeitos adversos: Paralisias pelo vírus vacinal 4 a 40 dias após vacinaç (1:3 milh s vacinados). Doença febril. sinusite). M ximo de um reforço. Contra-indicaç es: Anafilaxia à dose anterior ou ao timerosal. Febre. etilistas. Efic cia de 83%. Composi o: Polissacarídeos purificados de 23 sorotipos de pneumococos. Via de administr o: Via oral. O intervalo mínimo entre as doses 0 dias. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Esquema de aplica o: A partir de 2 anos de idade. pneumonia. Caso seja indicado antes de esplenectomia deve ser aplicada 2 semanas antes da cirurgia. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. diab ticos). Contra-indicaç es: Imunodeprimidos. portadores de outras neoplasias malignas.Vacina Polivalente contra Pneumococo (23 Valente) Indi­ o: Proteç contra infecç s por 23 sorotipos de pneumococo (doença disseminada. pacientes com leucemia ou linfomas. III. pessoas entre 2 e 65 anos que apresentem doenças crônicas (cardiopatas. diarr ia ou vômitos. Cont m ainda fenol e timerosal. Cepas tipo I. meningi te. otite. pois doses seguintes s muito reat nicas. Maiores de 18 anos de idade. Gravidez. imunossupress .

sangue total. Esquema de aplica o: A partir de dois meses de idade: 2 o. Caso ocorra administraç o de imunoglobulina humana. Após vacinaç com SALK. Gravidez. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. inclusive neomicina. Reforço a cada 10 anos. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. Composi o: Vacina de vírus inativados. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina.Vacina inativada contra Poliomielite Indi­ o: Proteç contr a poliomielite. pode ser aplicada em imunodeprimidos e em contactantes de imunodeprimidos. Cont m traços de neomicina. deve receber a Polio oral nas campanhas para desenvolver a defesa de mucosa (IgA). Cepas I. Tamb m indicada para início de vacinaç o em maiores de 18 anos. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Evitar gravidez 30 dias após a vacinaç . Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Uso de corticóide por mais de duas se manas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Imunodepress . Ao contr rio da vacina oral. Doenças febris agudas. Efeitos adversos: Podem ocorrer reaç es al rgicas e sinais flogísticos no local da aplicaç o. Composi o: Vacina de vírus vivos atenuados cultivados em c lulas humanas. Indica-se reforço em mulheres entre 12 e 49 anos rperas após parto e aborto. quadro rubeolifome brando 6 a 10 dias após vacinaç . õuó€ô €ˆ ‰ óuô um †  õuóuô † † óuô ”Û– † ”R”(–€‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ Instituto de Patologia Clínica H. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô † ˆ † óuô ™ † †¨ @ ˆ d† ˆu‰ Vacina contra Rub ’ ola Indi­ o: Proteç contra r  ola. neurit rpura. Cont m ainda traços de neomicina. Efeitos adversos: Artrite passageira (25% das mulheres adultas). Efic cia de 90%. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. II e III cultivadas em c lulas de rim de macaco e inativadas. PARDINI 399 . O intervalo mínimo entre as doses dias. Reforços aos 15 meses e 5 anos de idade. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses juntamente com anti-sarampo e anti-caxumba (tríplice viral). doença febril aguda. Via de administr o: Via subcutânea ou intramuscular. Cepa Wistar RA 27/3M. Anafilaxi rara. Raramente encefalite. 4o e 6o meses de idade.

Tr s doses ou mais. Esquema de aplica o: A partir de nove meses de idade. Após transplante de medula esperar 2 anos. Sim N o Tr s doses ou mais. No caso de gr vidas consultar o esquema exposto na dT adulto. Efic cia de 95%. õuó€ô uˆ ‰ óuô † õuóuô óuô † ˆ   †  Em caso de ferimentos: História vacinal Ferimento limpo ou superficial Contra t tano Vacina Soro* Incerta ou menor de 3 doses. Gestaç . devendo tamb m evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç . Reforço entre 12 e 15 meses juntamente com primeira dose de r la e caxumba (tríplice viral). Cont m ainda traços de neomicina e gelatina. ltima N o N o dos menos de 5 anos. Pode ser usada na gravidez. Composi o: Toxóide tetânico inativado. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. Sinais flogísticos locais podem ocorrer. sangue total. “” ¡ “ “” ¡ ñ ‡ ‡ ‡ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ ˆ Outros tipos de ferimentos Vacina Soro* Sim Sim N o Sim Sim ˆ N o N o N o ˆ ˆ ˆ “u‘ ‡ Efeitos adversos: Podem ocorrer sinais flogísticos locais. A vacinaç o de gr vidas previne o t tano neonatal. Contra-indicaç es: Anafilaxia à ovo. Imunodepress . Efic cia 95%. ltima Sim N o dos mais de dez anos. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). õuó€ô uˆ ‰ óuô  †Ûþ ÿ du–uê ˆu‰Ûdà–€d õuóuô † óuô ˆu‰  um † ‰ ˆu‰ ˆu‰ ˆu‰ † uˆ ý ‰— Vacina contra T ’ tano Indi­ o: Proteç contra o T tano.Vacina contra Sarampo Indi­ o: ¡ Proteç contra sarampo. Tr s doses ou mais. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. * Disponível nos centros de refer cia da rede p blica. Doença febril aguda. PARDINI . Via de administr o: Intramuscular. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivos. exantema e artrite. ltima N o N o dose entre cinco e dez anos. Contra-indicaç es: Anafilaxia aos componentes da vacina. a vacina pode prevenir a doença. febre. neomicina e gelatina. Cont m alumínio e timerosal. Esquema de aplica o: No caso de reforço de DTP e DT após 7 anos de idade preferir dT. Cepa Schwarz cultivada em ovos de galinha. 400 Instituto de Patologia Clínica H. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Doenças febris agudas. calafrios e irritabilidade. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Composi o: Vacina de vírus vivo atenuado. Deve-se sempre preferir a vacina Dupla tipo adulto quando disponível. At s exposiç cientes com sarampo. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. Efeitos adversos: Podem ocorrer 5 a 12 dias após aplicaç : rinofaringite discreta.

PARDINI 401 . Contra-indicaç es: Anafilaxia a ovo. episódio hipotônico -hiporesponsivo. neomicina e gelatina. A vacina acelular apresenta menor índice de eventos adversos.Vacina Acelular contra Difteria. rub la ou caxumba pr via s contra-indicaç es. Efeitos adversos: Podem ocorrer febre. Cont m ainda alumínio. Contra-indicaç es: Pessoas acima de 7 anos. História sarampo. reaç es anafil ticas à doses anteriores. Via de administra o: Intramuscular. Imunodepress . Reforço aos 5 anos de idade. Caso ocorra administraç de imunoglobulina humana. doenças febris agudas. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Gravidez. sarampo e caxumba. pancreatite. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). parotidite e rinofaringite. t tano e coqueluche para menores de 7 anos de idade. Esquema de aplica o: Aplicada entre 12 e 15 meses de idade. Reforço de tríplice viral aos 10 anos. Efeitos adversos: Podem ocorrer entre 5 e 12 dias após a vacinaç : febre at 39C. Composi o: Utilizamos a vacina acelular: componentes celulares purificados da Bordetella pertussis + toxóide dift rico + toxóide tetânico inativados. doenças do sistema nervoso central em evoluç o (incluindo convuls s sem co ntrole). 6” e 15” meses de vida. Síndrome Guillain -Barr ós vacinaç terior. Doenças febris agudas. Efic cia 90%. sarampo e caxumba (Wistar RA 27/3M + Schwarz + õuó€ô uˆ ‰ óuô RIT 4385). sonol ncia. Via de administr o: Subcutânea ou intramuscular. aumento de gânglios. convuls s. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Encefalopatia nos 7 primeiros dias após dose anterior (choro por mais de 3 horas. 4” . õuóuô † óuô ˆu‰ um † ‰ um † ‰  –u‡ ˆu‰ † ˆ ˆ †‰ ‘uˆu‰ ˆu‰ ™ ˆu‰ † ˆu‰ ˆ Instituto de Patologia Clínica H. irritabi lidade. Composi o: Composta de cepas de vírus atenuados da r  la. Evitar gravidez por 30 dias após a vacinaç o. T ’ tano e Coqueluche – Tríplice Bacteriana Acelular Indi­ o: Proteç contra difteria. paralisia após aplicaç o de dose anterior. Efic cia de 90 a 95%. calor e inchaço locais. õuó€ô uˆ ‰ óuô † óuô ˆ ˆu‰Rdu‘ † óuô †  ™™ ”  “u‘ ™” ˆ “ ™” † du– Vacina Tríplice viral: contra Rub ’ ola. Caxumba e Sarampo Indi­ o: Proteç contra r  la. Cont m traços de neomicina e gelatina. Esquema de aplica o: Aplicada no 2” . orquite (inflamaç o dos testícul os) e rpura. vermelhid o. choque). dor. Manter reforço de 10/10 anos com dT (Dupla tipo adulto). sangue total. Intervalar 15 dias de vacinas de vírus vivo (exceto: poliomielite oral). Caso receba imunoglobulinas ou sangue 30 dias após a vacinaç recomenda-se revacinar após 3 meses. sonol cia e convuls s. Raramente ocorrem encefalite.

Vacina contra Tuberculose . A partir de 13 anos s o aplicadas duas doses com intervalos de 6 a 10 semanas. Pode ser aplicada simultaneamente com qualquer vacina. Cont m ainda traços de neomicina. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2 mg/kg/dia ou 20 mg/dia de prednisona). Contra-indicaç es: Peso menor que 2000g.200/mm3. Reforço entre 6 e 10 anos de idade. o mais breve possível. Gravidez. dor local e fadiga. quimioterapia ou radioterapia nos 3 meses anteriores. Comunicantes de hanseníase devem receber duas doses de BCG. na inserç m sculo deltóide. Entre 4 a 5 semanas: lcera de 4 a 10 mm de diâmetro. Efic cia de 95%. Entre 3 a 4 semanas: pequena bolha com pus seguindo-se de uma crosta. Composi o: Vírus vivos atenuado (cultura de c lulas humanas). abscessos quentes subcutâneos. dor de cabeça. At h após contato com doente. Gravidez. Uso de corticóide por mais de duas semanas (2mg/kg/dia ou 20 mg/dia prednisona). Paciente HIV positivo com sintomas. Imunodepress . a vacina pode evitar a doença. Via de administr o: Subcutânea. Intervalar 15 dias das vacinas de vírus vivo. Doença s febris agudas. Entre 6 a 12 semanas: cicatriz de 4 a 7 mm. PARDINI . Evitar cido acetil salicílico durante seis semanas após vacinaç . Pode ser aplicada simultaneamente ou a qualquer intervalo de outras vacinas. Esquema de aplic o: Aplicada a partir de 12 meses. abscessos frios subcutâneos.BCG Indi­ o: Proteç contra formas graves da tuber culose. õuó€ô uˆ ‰ óuô óuô óuô du— † ¡ ˆt‰ ¡  ˆ u ‰ d€‡ õuóuô  †ð ˆu‰R—u‰ ‡ ˆ ‡ ˆ ˆu‰ ˆu‰Û‘u‰ ™” ‡ ˆu‰Ù— ˆ ˆu‰ ëu”∠‘uˆu‰ Vacina contra Varicela (Catapora) Indi­ o: Protege contra varicela. At s 12 anos indicado uma dose. Esquema de aplica o: A partir do nascimento. com intervalo mínimo de 6 meses (considerar a presença de cicatriz vacinal como primeira dose). deve ser revacinada. febre baixa. Efeitos adversos: Ocorrem 0. Efeitos adversos: Erupç es de pele (menos de 4%) nas primeiras semanas. Caso ocorra administraç e imunoglobulina humana. S o complicaç s: lceras maiores que 10 mm cicatrizam. Profissionais de s de que tenham contato com pacientes com AIDS e tuberculose devem receber BCG se apresentarem PPD < 10 mm. Contra-indicaç es: Anafilaxia a neomicina. Efic cia de at 0%. C erca de 18% dos vacinados n desenvolvem cicatriz. Presença de les local de aplicaç o. sangue total. Doença febril aguda. reaç o lupó ide. Via de administr o: Exclusivamente por via intr rmica no braço direito. Se a primeira dose for aplicada após 5 anos n necessidade de reforço. quelóide. linfonodos. Composi o: Bacilos atenuados do Mycobacterium bovis. Imunodepress o celular com linfócitos abaixo de 1. õuó€ô óuô ™ †«þ ÿ ˆu‰ õuóuô õuóuô † †  †‰ †  ˆ ˆu‰ ˆ 402 Instituto de Patologia Clínica H. Cepa OKA 27/3M. Evolu o da cicatriz vacinal: Após 2 semanas: pequena elevaç o avermelhada e dolorosa de 5 a 15 mm. Criança que recebeu BCG mais de 6 meses e n tem cicatriz vacinal.04% dos vacinados. Evitar gravidez por 3 meses após a vacinaç .

 2 – Calend rio da Sociedade Brasileira de Pediatria. Hemófilos. Polio VACINAS oral. Sarampo.  um † ‰ ô N@ O VIVA (INATIVADAS) DTP. Pneumocócicas.Vacinas vivas atenuadas e n o-vivas VIVA ATENUADA BCG.Intervalo mínimo entre doses de uma mesma vacina VACINA INTERVALO M NIMO ENTRE DOSES DTP 4 semanas Poliomielite 4 semanas Hepatite B* Entre 1-2à dose: 4 semanas Entre 2-3à dose: 8 semanas Entre 1-3à dose: 24 semanas Varicela 4 semanas * Consultar esquema de vacinaç r pida. R la. Pólio injet vel. Influenza (gripe). IDADE VACINAS Ao nascer BCG + Hepatite B 1m s Hepatite B 2 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 6 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos + Hepatite B 9 meses Sarampo + Febre Amarela 12 a 15 meses Tríplice Viral + Varicela(catapora)+ Hepatite A 15 meses DTP + Poliomielite + Hemófilos 4 a 6 anos DTP + Poliomielite 4 a 10 anos Tríplice Viral 6 a 10 anos BCG 14 a 16 anos Dupla tipo adulto  “ 3 . Caxumba. Hepatite A.TABELAS 1 . PARDINI 403 . 2000. B ˆu‰  Instituto de Patologia Clínica H. Varicela.Intervalo mínimo entre vacinas diferentes VACINAS INTERVALO M NIMO ENTRE VACINAS Entre 2 inativadas NENHUM Entre 1 inativada e 1 viva atenuada NENHUM Entre 2 vivas atenuadas 15 dias (exceto polio oral) B 4 . Febre amarela. Hepatite B. Meningocócicas.

diabetes. Mulheres gr vidas que v estar no 2 e 3 semestre na temporada de influenza Qualquer um que queira diminuir o risco de influenza. us rios de drogas. ‹Ž” ˆ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina ou a ovo. Possibilidade de vacina combinada A+B em 3 doses. trabalhadores de internatos. Reaç fil tica pr via à vacina e à neomicina. portadores de leucemia. militares. Pessoas entre 2 e 65 anos que apresentam doenças crônicas: cardiopatas. outras neoplasias malignas e imunossupress (incluindo uso de corticóide). ao timerosal (merthiolate).200/mm3. Ž o de adultos. T tano ) Pneumocócica polissacarídea Influenza ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ Œ ‘ Œ Œ“ ‡ Œ“ ‡ ‹Ž” ‘ ‡ ‘ Œ ‘ ‹ ‡ ‡  Œ ˆ ‹ ˆ ‘ ’ ‰“ ‡  ŒŠ Ž ‹Ž” ŒŠ • ‡ ‡ ŒŠ ‡ ˆ ˆ ‡ ˆ ˆ Œ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Subcutânea ou intramuscular. Doença aguda febril. Doença aguda febril com repercuss clínica. ˆ‰ ‡ õuóuô Œ ‡ Pacientes com doenças hep ticas crônicas. Adultos maiores de 50 anos. Pessoas com qualquer idade que tenham contato com idosos. Sorologia pode evidenciar os o imunes. sem comprovaç o sorológica de imunidade. Pode ser aplicada junto com outra vacina em local diferente. Reaç fil tica pr via à vacina. pessoas que trabalham em creche e instituiç es de deficientes mentais. Gravidez. militares. disfunç renal. Em caso de falha. paciente com diagnóstico recente de DST. diab ticos. Duas doses. ‡ ‘ ˆ‰ PARA QUEM É RECOMEND ADO ˆ ‡  ‘ ˆ‰ ‹Š Pacientes n vacinados. repetir esquema. hemoglobinopatias. Evitar por 30 dias. Todos adolescentes. deve-se considerar a vacinaç o de profissionais de sa . 3 doses: 0. Deve ser aplicada no outono. Duas doses. Imunossupress o. Doença aguda febril com repercuss . Doença aguda febril com repercuss . Doença aguda febril com repercuss clínica. pulmonares. Portadores de dist rbio da coagulaç o. etilistas. estudantes entrando em escolas. Possibilidade de vacina combinada A+B em esquema de 3 doses. anti-Hbs para níveis de proteç o. Gravidez ( soluta). hepatopatas. receptores de derivados de sangue. Mulheres em idade f rtil que o receberam vacina de r la ou tenham evid ncia sorológica de imunidade. HIV + com ou sem sintomas. Pode ser usada durante a epidemia. homossexuais e bissexuais masculinos. Pessoas entre 6 meses e 50 anos com doenças cardíacas. Intramuscular. Adultos com idade maior ou igual à 65 anos. portadores de fístulas liquóricas. síndrome nefrótica. a fungos. homossexuais e bissexuais masculinos. ‡ ‡ ‡ CALE ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ Instituto de Patologia Clínica H. hepatite B. trabalhadores de sa de expostos à sangue. Intervalar 30 dias da tríplice viral. Reforço com 5 anos. ‘ ‘ Reaç fil tica pr via à vacina ou à neomicina. viajantes internacionais. Adultos de alto risco e seus contatos domiciliares e parceiros de HBsAg positivo.1 e 6 meses. Intramuscular. . profissionais rea de sa . Viajantes reas de alta inci ncia. heterosexuais com mais de um parceiro em seis meses. PARDINI ~"€ IO E VIA Intramuscular. pacientes em hemodi lise ou renais crônicos pr dialíticos. ˆ‰ ˜Š Œ ‘ ˆ ‰ ‰ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ˆ ‡ ˆ‰ ˆ 5 . Passado de Guillain-Barr . Sorologia pode ser indicada previamente à vacina ç o em pacientes de alto risco: HbsAg para triagem. Doença aguda febril com repercuss clínica. ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š CONTRA-INDI ÕES E PRE ÕES ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ ‡ ‡ ˆ‰ Reaç fil tica pr via à vacina. Em caso de atras indicado recomeçar o esquema. ‡ † ‡ ‡ Caso n ja comprovaç laboratorial ou história clínica. Após s rie prim ria completa (3 doses. Gravidez ( soluta). incluindo hepatite C. Evitar por 30 dias. Trabalhadores de s de. profissionais que trabalham em esgotos.404 – — Tríplice viral Hepatite A Hepatite B  VACINA Varicela (Sarampo. Rub ola) Dupla Adulto (Difteria. Caxumba. Pessoas que manipulam alimentos. Iniciar esquema de 3 doses em quem o souber passado vacinal. DPOC. Reforço com 5 anos pode ser necess rio no manejo de feridas. us rios de drogas ilícitas. Subcutânea. Œ ˆ‰ ‡ ‡ Todos adolescentes e adultos. neomicina. gelatina ou neomicina Doenç a aguda febril com repercuss . Doença aguda febril com repercuss clínica. Intervalo mínimo de 6 meses. Aplicada anualmente. internos em presídios. 1 dose. viajantes par reas de alta endemicidade de HBV. imunossupress . considerando a DTP) recomendado reforço a cada 10 anos. hemoglobinopatias. Reforço a cada 10 anos. ‡ ‡ Intramuscular ou subcutâneo. Imunossupress o com linfócitos abaixo de 1. Marcas podem ser intercambi veis. Marcas s o intercambi veis. ao timerosal. ˆ ‘ ‘ ‘ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ ˆ‰ ŒŠ Š Š Š Š ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‡ ‘ ˆ‰ ‡ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ˆ‰ ‡ ‡ ‡ ˆ‰ ŒŽ” Reaç fil tica ou neurológica Guillain-Barre) pr via à vacina. contactantes de imunodeprimidos. Todos pacientes portadores do vírus da hepatite C. linfoma.Sum rio de recomendaç es para imuniz ‡ ‡ ‡ Intramuscular. Segurança na gravidez n o est finida. timerosal ou ovo de galinha. Gravidez. Asplenia. Adultos de alto risco: trabalhadores de sa . Viajantes par reas de alta endemicidade Sorologia antes da vacinaç o deve ser individualizada. ˆ ‰ ˆ ‰ ’ ‘Š ˆ ‚ƒ"„ ‚ƒ"…„ ‘ ‡ ‡ ‡ ‡ Reaç fil tica pr via à vacina.

PARDINI 405 .™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H.

™ š s: Anotaç3 406 Instituto de Patologia Clínica H. PARDINI .

PARDINI 407 .™ š s: Anotaç3 Instituto de Patologia Clínica H.

PARDINI .™ š s: Anotaç3 408 Instituto de Patologia Clínica H.