NOVEMBRO DE 2009.UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ . .CCS DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E FARMACOLOGIA DISCIPLINA: ESTÁGIO II MINISTRANTE: EILIKA ANDRÉIA FEITOSA VASCONCELOS CURSO: FARMÁCÊUTICO GENERALISTA ANÁLISE DE DIPIRONA SÓDICA POR IODIMETRIA ALEXANDRE XAVIER DE LIRA DA SILVA CARLA DA SILVA ROMEIRO THAMYS LAYARA BANDEIRA DE SÁ TERESINA-PI.UFPI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE .

IDENTIFICAÇÃO DA AMOSTRA -Lote: 620048 -Validade: 08/11 -Marca: Dipirona Sódica 2 .

As condições descritas na Farmacopéia Britânica (British. 4a edição (Farmacopéia. 1977). 2007) são: ácido clorídrico 0. Bras. solução oral e injetável). 3 .. antitérmicas e antiinflamatórias relacionadas à inibição do sistema enzimático da cicloxigenase. temperatura abaixo de 10oC e ponto final indicado pela cor azul persistente por 2 min após agitação vigorosa. (VOGEL.INTRODUÇÃO A dipirona (também conhecida como metamizol e sulpirina) é o sal sódico do ácido [(2. L-1. A análise de dipirona sódica consiste numa reação de óxido-redução titulada com iodo. onde o melhor dentre eles para empregar na reação do ensaio de toque é uma solução de nitrato de potássio acidificada. Brasileira.. A F. Os iodetos são facilmente oxidados em solução ácida e a iodo livre por diversos agentes oxidantes. sendo classificada farmacologicamente como um analgésico não-opióide derivado da pirazolona que apresenta propriedades analgésicas. temperatura abaixo de 20oC e não havendo referência quanto ao tempo de permanência da cor azul do indicador.01 mol. 2001) também preconiza iodimetria para a determinação quantitativa de dipirona sódica. 2001) preconiza a utilização de ácido clorídrico 1:20 v/v. A Farmacopéia Brasileira.. tanto na matéria-prima quanto em medicamentos (comprimidos.. A Farmacopéia Japonesa (The Japanese.. temperatura entre 5oC e 10oC e ponto final indicado pela cor azul persistente por 1min após agitação vigorosa..5-dimetil-3-oxo-2-fenil-1H-pirazol-4-ona) metilamino] metanossulfônico. IV recomenda ácido acético 6% p/v para matéria-prima e ácido acético glacial para os medicamentos. Esse método é semelhante ao descrito na F. variabilidade nas condições utilizadas nas análises por titulação. Foi introduzida na terapêutica em 1922. Existe nas farmacopéias consideradas oficiais no Brasil. 3a edição (Farmacopéia.3-diidro-1. Há reações de óxido-redução nas quais há uma mudança no estado de oxidação acompanhada por troca de elétrons entre os reagentes. 2007).

e complete com água destilada. Transfira 10 ml do balão para um erlenmeyer. 2.1 N equivale a 0.1 N usando amido (SI) como indicador.METODOLOGIA 1.01667 g de dipirona.Equivalência: cada ml de iodo 0.Especificação: contém não menos que 95% e não mais que 105% do valor rotulado. 4 .Doseamento: transfira 5 ml da solução de dipirona sódica para balão volumétrico de 50 ml.Titule com iodo 0. 3. e adicione 50 ml de água destilada e 5 ml de acido acético (R).

67 mg de Dipirona x 500 mg no Erlenmeyer x = 29.01667 g de Dipirona à concentração de *500mg/ml) *500 mg 1 ml x 50 ml (Tomada de Ensaio) x= 2500 mg em um balão de 50 ml de volume. pode-se concluir que a solução analisada foi aprovada. &uan 'dade na a"o( ra 1 ml de Iodo 0.5 ml x g de Dipirona x = 0.49 g ou 490 mg de Dipirona RESULTADO 5 .Cálculo do volume teórico Lembrando que cada 1 ml de Iodo reage com 11. 50 mg 1 ml (Se em 50 ml eu tenho 2500 mg de Dipirona. em 1 ml eu tenho 50 mg) x 10 ml (Volume transferido para Erlenmeyer) x= 500mg/ml (Coincidentemente o valor foi o mesmo da concentração da Dipirona) 1 ml de iodo 16.67 mg de Dipirona (ou 0.99 ml (Volume Teórico) Cálculo da Porcen a!e" #$% 500 mg 100% 490 mg x X = 98% De acordo com a especificação apresentada na metodologia. pois apresentou valor compreendido entre as especificações (entre 95% e 105% do valor rotulado).01667 g de Dipirona (Volume Prático de Iodo) 29.

go. 4a ed. JP XIV. USP 29: NF 24. Rockville. 6 . Fascículo BRASIL. 2001. The United States Pharmacopeial Convention. Atheneu Ed: São Paulo. Atheneu Ed: São Paulo. Atheneu Ed: São Paulo. 11o ed.jp/jp14e/.REFER)NCIAS *I*LIOGRÁFICAS VOGEL. Fascículo BRITISH PHARMACOPOEIA. Disponível em jpdb. Farmacopéia Brasileira. Volume THE UNITED STATES PHARMACOPEIA. Farmacopéia Brasileira. 2000. Parte II. BRASIL. Parte II. 4a ed. Atheneu. 2006. Fascículo BRASIL. 2007. A. 2007. THE JAPANESE PHARMACOPOEIA. 2002. Farmacopéia Brasileira. 4a ed. Química Analítica Qualitativa: Técnicas Básicas. Acesso em 29 de março 2007. São Paulo.nihs. Part I. LONDON: Her Majesty s ́ Stacionary Office. Parte II. 2001.