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Artigo Sobre Metodologia Do Ensino Da Lingua Portuguesa

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QUAL A MELHOR METODOLOGIA AVALIATIVA EM LÍNGUA PORTUGUESA: AVALIAÇÃO TRADICIONAL OU AVALIAÇÃO CONSTRUTIVISTA? ACADÊMICA DARCY LEITE DE ALMEIDA ACADÊMICA ELISANDRA SANTANA LIMA ACADÊMICO SAMUEL SANTOS ORIENTAÇÃO - MESTRE MARIA JOSÉ DE AZEVEDO ARAUJO RESUMO Avaliar é indispensável em toda atividade humana e, portanto, em qualquer proposta de educação. Assim sendo, a escola enquadra-se ao aplicar medidas avaliativas, utilizando métodos tradicionais e /ou construtivistas, que medirão a aprendizagem e o desenvolvimento dos discentes. A prática avaliativa em Língua Portuguesa caminha para um redimensionamento, capaz de tornar a avaliação mais justa e eficaz, dos valores intelectuais dos discentes. É relevante também que o corpo docente posicione-se e procure estudar com mais seriedade uma melhor perspectiva de medir o rendimento e as habilidades dos alunos em língua portuguesa, que abrange aspectos da expressão escrita, oral e de regras gramaticais. Logo, a discussão dos conceitos de avaliação tradicional e progressista ou construtivista é crucial ao desenvolvimento dos embasamentos teóricos mencionados nesta investigação. A pesquisa tem caráter bibliográfico e como procedimentos metodológicos adota-se a revisão de obras que discutem a temática abordada. PALAVRAS-CHAVE: Avaliação tradicional, avaliação construtivista, língua portuguesa, educação, professor. ABSTRACT To evaluate is indispensable in all activity human being and, therefore, in any proposal of education. Thus being, the school is fit in applying measured evaluative, using traditional and/or constructivists methods that considerably will measure the learning and the development of the learning. The practical evaluative in Portuguese language walks for a redimensionamento, capable to become the evaluation more efficient joust and of the values of the intellectuals of the learning. He is excellent that the faculty is located and looked for to study with more seriousness better perspective to measure the income and the abilities of the pupils in Portuguese language that encloses aspects of written expression, also verbal and of grammatical rules. Soon, the quarrel of the evaluation concepts is crucial to the development of the mentioned theoretical basements in the

Justifica-se o desejo de pesquisar sobre o tema avaliação. Nas seções seguintes discutem-se as questões voltadas para repensar a avaliação na escola e o redimensionamento da avaliação em Língua Portuguesa. Como referencial de pesquisa. O ambiente escolar é o lugar. uma vez que a avaliação em Língua Portuguesa relaciona professor. Assim.present work. logo. KEYWORDS: Traditional evaluation. Nas considerações finais apontam-se as impressões dos . o qual trabalha com a avaliação continuada. o estudante passa por atividades avaliativas. teacher. causando nos alunos traumas e torturas psicológicas. o procedimento metodológico aplicado foi a revisão de obras que discutem a temática abordada. onde os ideais são cultivados e estimulados à realização. Logo. no que tange à temática avaliação. education. isto é. por se tratar de um conhecimento necessário à carreira profissional. caracterizado como progressista ou construtivista. o estudante não é avaliado somente por uma prova escrita. o sistema educacional reviu os conceitos e apelou para um sistema avaliativo atual. abrangendo a diferença entre avaliação tradicional e avaliação progressista ou construtivista. INTRODUÇÃO O presente artigo tem como objetivo explanar embasamentos teóricos tendo como ponto crucial a avaliação escolar e em particular discutir qual a melhor ferramenta avaliativa em Língua Portuguesa. a avaliação representa uma das vertentes da educação relevantes para o alcance de uma prática pedagógica competente e fica claro que se conhece muito pouco acerca desse processo que acontece e é presente na esfera escolar.aluno e tem grande importância para medir e analisar a aprendizagem e o rendimento do estudante em sua vivência escolar. constructivist evaluation. A linha de pensamento desenvolve-se neste artigo da seguinte maneira: Na primeira seção apresenta-se a importância de estudar a avaliação na escola e o conceito de avaliação tradicional e construtivista ou progressista. que consequentemente na maioria das vezes são carregadas de métodos tradicionalistas. The research has bibliographical character and as methodological procedures it is adopted revision of workmanships that argue thematic the boarded one. A avaliação é uma das ferramentas utilizadas pelo professor para medir o grau de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno. language Portuguese. devido ao interesse dos pesquisadores. leva-se em consideração todo o desenvolvimento intelectual e a aprendizagem do estudante no seu cotidiano escolar. sendo uma pesquisa qualitativa do tipo bibliográfica. porém para se chegar até o ponto tão esperado.

e a partir daí. ao invés de ser um instrumento de fiscalização. . Levantar subsídios para a proposição de soluções e alternativas para a prática da avaliação. em diálogo com a teoria. fazer uma análise cuidadosa. a partir de um enfoque sociológico. Avaliar a relação específica da avaliação do processo ensinoaprendizagem com os outros aspectos da avaliação na escola e analisar como se situa a avaliação do trabalho do professor dentro do processo ensino-aprendizagem. os obstáculos encontrados ou os erros equívocos porventura cometidos. Detectar qual a visão da escola em relação à avaliação. 1977. Autores europeus como Broadfoot (1979 e 1984). Neste sentido. Examinar os recursos da avaliação com que a escola realmente conta. reage e absorve a política educacional emanada dos órgãos superiores. Averiguar que informações são efetivamente usadas no processo de avaliação do aluno. Whitty e Young (1976) e Perrenound (1984) sugerem a importância de se analisar o processo de avaliação dentro da escola. registrar tudo o que ocorre de avaliação dentro da escola. Com essa motivação. A partir desses autores nacionais e estrangeiros e da nossa experiência anterior com o cotidiano escolar. sobretudo no que se refere à construção de instrumentos válidos e fidedignos. A avaliação tem sido enfocada principalmente na sua dimensão técnica. que nos permitisse chegar a alguns princípios e alternativas para a prática da avaliação. Constatar que pressupostos teóricos orientam a ação do professor ao avaliar seus alunos. propusemo-nos os seguintes objetivos: Acompanhar a analisar o processo de avaliação tal como se desenvolve dentro da escola básica. Verificar que representação o aluno tem a respeito da avaliação e suas funções. pretendemos através de um enfoque sociológico. considerando-se sua inserção no contexto socioeconômico e político. p. Alguns autores brasileiros como Luckesi (1978 e 1986) e Soares (1981) têm denunciado essa unilateridade da abordagem assim como a seletividade e discriminação que a mesma encare. REPENSANO A AVALIAÇÃO NA ESCOLA A avaliação não é o ato pelo qual alguém avalia alguém. além de focalizar e analisar qual a melhor ferramenta avaliativa em Língua Portuguesa.pesquisadores em relação à temática. seu desenvolvimento. É o ato por meio do qual avaliam juntos uma prática. Daí o seu caráter dialógico. Verificar como a escola encara. POR QUE ESTUDAR AVALIAÇÃO NA ESCOLA? A avaliação representa um dos pontos vitais para o alcance de uma prática pedagógica competente e muito pouco conhecimento acerca desse processo que aconteceu na escola. a avaliação é a problematização da própria ação (Freire. deixando à margem outras dimensões importantes.26).

Ela significa também a exclusão de condicionamentos causais unidirecionais. CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO A partir de vários conceitos. 44) do seguinte modo: A mediação tem a ver com a categoria de ação recíproca. coordená-los com uma síntese explicativa cada vez mais ampla. Cury auxilia-nos na compreensão dessa categoria: Ignorar a contradição resulta numa atitude que leva ao conservadorismo.A problematização desses dados fez emergir algumas categorias que perpassam todo o cotidiano da escola e. pois abstrair esse elemento é retirar da realidade seu caráter profundo de inacabamento. configuram-se a partir de atitudes. explicada por Cury (1985. p. que se expressava principalmente na exigüidade de processos de avaliação em coerência com as abordagens metodológicas mais atuais. Uma segunda categoria muito presente em todo o processo de avaliação é a da mediação.27). A causa ação unidirecional ignora que. Considerar a educação como processo particular da realidade. o seu contrário se lhe opõe e que. que transmite um conhecimento. não podendo retirá-la das contradições. sem estabelecer as relações internas entre os mesmos. no interior do qual há uma determinação recíproca das partes entre si e com o todo. por isso. Finalmente toda a prática pedagógica parecia perpassada pela categoria da contradição. A realidade é um todo aberto. 34). é elemento constituinte da relação. e para isso buscamos apoio em Cury (1985. que as professoras já vêm usando na construção do conhecimento pelos alunos. o professor coloca-se como aquele que ensina que é dono de um saber. enfim. o que impede um elemento de ser o todo. Por ela se pretende expressar as relações em sentidos diversos e opostos entre os fenômenos. Sob o ponto de vista da sociedade. o aluno é um ser passivo. que . A primeira categoria. segundo eles. sua vinculação imanente às relações sociais. sem aceitar a própria totalidade. O primeiro código é o que esses agentes chamam de avaliação tradicional no qual. captamos dois códigos de avaliação que. que. p. Tal determinação limita mútua e negativamente as partes entre si. isto é. A categoria de totalidade justifica-se enquanto o homem não busca apenas uma compreensão particular do real. em especial. é recurso próprio das ideologias dominantes. mas pretende uma visão que seja capaz de conectar dialeticamente um processo particular com outros processos. através da qual deve ser lida a questão da avaliação dentro da escola. p. significar torná-la como universo separado. Ignorar a contradição é querer retirar do real o movimento e. representam-na como imaginariamente superada (Cury 1985. eliminar a totalidade significa tornar processos particulares da estrutura social em níveis autônomos. pela negação. a avaliação dentro desse contexto. é a da totalidade. portanto. valores e comportamentos que expressam significados e fases constantes da avaliação. grosso modo.

. mas é ao mesmo tempo produto de pressões institucionais e de um controle que se realiza tecnicamente através do modelo de tarefas dominantes (Gimeno 1988. a avaliação progressista ou construtivista.aprende. implícito ou explícito. 378). faz-se muito presente e é admitida mesmo pelas professoras de turma que. chegar a julgamento. das características do avaliador que realiza o julgamento no qual ocorre a mediação. A interação entre os três implica uma mediação que é a essência do ato de avaliar. trabalharem o conceito de avaliação que levam embutidos e o modo de colocá-lo em prática em coerência com as demais tarefas em sala de aula.) O método possibilita o surgimento de um tipo ou outro de indícios a selecionar como relevantes para o professor. por exemplo. um processo que pode adotar formas e procedimentos muito diferentes em função: de qual seja o objeto da avaliação. nem isso. que contém diversas informações sobre o segundo elemento que é o produtor (o aluno) da realização ou conduta avaliar e o produto real a ser avaliado que essa é realização ou conduta. Mudar os métodos exige. Parece necessário. Gimeno 1988). faz diagnóstico. p. a avaliação tem sido definida como um julgamento de valor. De modo amplo. que não serve para reformular o processo. A contradição entre a teoria e a prática. acredita na capacidade de aprendizagem do aluno e o próprio professor se auto-avalia. Em contraposição a esse enfoque. afirmaram que a contribuição que nós pesquisadores. para a partir deles. segundo as informantes. que se utilize . O aluno é visto como sujeito da aprendizagem que descobre as regras e por isso não esquece o aprendido. Citando Caverni e Noizet (Gimeno 1988. num seminário coletivo. Suas falhas indicaram a grande relação entre a avaliação e a metodologia. A prova mede as habilidades cognitivas e. que inclui metodologia. (. do modelo de avaliação. que atribui ao aluno uma "nota fria". na qual o professor é orientador da aprendizagem do aluno. nessa medida. por parte do avaliador. Gimeno afirma que entre a atribuição de conceito e o tipo de realização (cões) que lhe(s) serviu de base ( conduta ou trabalho materialmente observável) existe um processo intermediário de elaboração de um juízo. podíamos dar era indicar modos de avaliar na perspectiva construtivista.. a partir de dados relevantes para uma tomada de decisão (Luckesi 1978. Não se pode avaliar a fluência verbal se. em coerência. deve ser objeto de atenção. às vezes. através de uma prova. diz que se estabelece uma interação entre três elementos: o avaliador e sua memória. A avaliação tem um grande poder de configurar realidades sociais e pedagógicas dentro da sala de aula e. Nessa abordagem usa-se a "medida". do discurso dos agentes. mostrando que as concepções de avaliação são subsidiárias de uma determinada forma de trabalho pedagógico. relação professor-aluno e concepção de aprendizagem Gimeno coloca claramente essa posição expressa por nossos agentes. do professor. mudar a avaliação. na opinião dessa professoras. 385). p. se auto-avalia e é mais crítico. as tarefas em aula não favorecem a expressão do aluno. juntamente com a introdução de novos enfoques pedagógicos.

dificilmente explicitáveis. de uma formação. de uma capacidade de abertura ou sensibilidade para com o meio ambiente etc. facilitar e promover o desenvolvimento. diz ele. discutindo esse problema. O QUE O PROFESSOR DEVE AVALIAR NO SEU ALUNO? Coll (1988). Gimeno (1988. que procede de fora para dentro. no qual entram em jogo mecanismos mediadores com fortes implicações pessoais. O esquema mediador tem fortes projeções da personalidade dos professores e se traduz nas relações que estabelecem com seus alunos. principalmente. fruto de uma série de aprendizagens específicas. E aqui reside uma das chaves pelas quais cremos que resulta difícil modificar os procedimentos de avaliação no ensino: porque não é uma simples conduta técnico-profissional. objetivável e discutível. p. a transformação dessa informação e a emissão do julgamento correspondentemente é um dos mecanismos mais decisivos na configuração de todo um estilo pedagógico pessoal. quando planejamos as atividades mais adequadas para promovê-lo. contrariamente ao que postulam ambas as colocações. pessoal e oculto do que à estrita faceta profissional. Coll (1988. bastante difícil pela simples razão de que a coleta de informações sobre o trabalho e a conduta dos alunos. em muitas ocasiões. situando-se num enfoque psicopedagógico. Entretanto. para o próprio professor. para a coleta de informações. A esse respeito o autor distingue duas posições básicas: os que acreditam que o desenvolvimento é um processo endógeno. portanto. sem dúvida. que acontece de dentro para fora.claramente ou não. é um produto de uma biografia pessoal. Esses mecanismos se concebem mais como pertencentes à esfera do íntimo. as discordâncias surgem quando tentamos definir e explicar em que consiste o desenvolvimento humano e. pública. Querer desvendar esse processo provoca algo como "uma coisa que escorrega das mãos". e os que o concebem como um processo principalmente exógeno. e que é. estimular. do contexto imediato em que se coletam tais informações ou do contexto que reclama um determinado tipo de notícias procedentes de avaliação. os processos evolutivos e os processos de aprendizagem não são . mas um processo complexo. com fortes concomitâncias com um tipo de comunicação que mantém com o aluno. p. 382) tenta explicar a razão dessa dificuldade que os alunos têm em relação às avaliações: Ter acesso à privacidade dos procedimentos do ato de avaliar em cada professor é. toma a seguinte posição ente esses dois pontos de vista contraditórios: A solução do problema reside em que. 18). diz que todos concordam com o que a ação educativa tem como meta.

397). se esse conhecimento mais amplo não está unido a um amadurecimento geral do pensamento do professor e a uma mudança das práticas pedagógicas ou a uma transformação das mesmas. reclamando a atuação de "novos profissionais não-docentes". em sua situação de trabalho. no condicionamento de expectativas do professor. A divisão potencial da função educativa e uma maior desprofisionalização dos professores. que possam ser colocadas em pratica pelos professores. Gimeno (1988) alerta para o fato de que as propostas de mudança têm que considerar as possibilidades de serem realmente implantadas em termos de sua adequação às limitações objetivas e subjetivas dos professores. sem o outro. pois. os dados da avaliação de poucos servirão para reorientar. porque. 2. É impossível em desenvolvimento pessoal correto sem a realização de umas determinadas aprendizagens específicas e. As condições objetivas passam por diminuição do numero de alunos. como dissemos anteriormente. por torna-se a avaliação na escola algo tão técnico. O erro consiste. de forma constante. p. por melhores condições de . em contrapor a realização de aprendizagens específicas à promoção do desenvolvimento pessoal. Não é recomendável para o trabalho educativo que a comprovação dos efeitos do ensino fique fora do controle dos professores. dentro da escola. quando na realidade os dois aspectos estão intimamente entrelaçados e não se pode pensar num. O autor ainda afirma que as conseqüências da ampliação do aspecto de variáveis ou qualidades a avaliar são várias. O problema ético acerca dos efeitos que tem um conhecimento de aspectos pessoais dos alunos nos mecanismos de controle escolar. a pergunta mais desafiante que fica: Como levar em conta tanto os processos evolutivos quanto as aprendizagens especificas? Devemos prosseguir nossas pesquisas buscando soluções plausíveis. que escapa da sua competência. Entre a concepção de Coll (1988). inversamente. sobre tudo.independentes entre si. que preconiza que as tarefas educativas supõem a interdependência entre os processos evolutivos e as aprendizagens especificas e as colocações de Gimeno. destacando-se: 1. na medida em que isso ocorra. E finalmente. que alertam para as dificuldades e os perigos que na ampliação do objeto da avaliação apresenta. a própria ação do ensino. a capacidade para realizar aprendizagens específicas depende do nível de desenvolvimento pessoal alcançado. colocam-se grandes desafios para uma conceituação de avaliação conseqüente. tempo para reuniões pedagógicas e. Quem mais diretamente pode utilizar os dados proporcionados pela avaliação é quem tem em sua mão a direção do processo didático (Gimeno 1988.

seja correta e conveniente. seu comportamento. é a que ele mesmo pode manejar e integrar nas decisões que tomar conscientemente. a sua freqüência. p. sua capacidade geral. 1989. contudo encerrar-se numa abordagem limitadora. A possibilidade de que o professor use com desenvoltura e correção um determinado esquema e cumpra as tarefas que esse esquema ou modelo de comportamento pedagógico propõe é condição básica para que se implante na pratica um sistema avaliativo mais satisfatório." (F. sem. Para efeito de melhorar a compreensão dos problemas é propor soluções alternativas com validade para a prática.salário e valorização profissional. A informação mais útil do ponto de vista didático. a avaliação pode ser realizada de varias maneira como: analisar o comportamento do aluno em sala de aula. a mais aproveitável para o desenvolvimento de uma atividade ou metodologia que o professor tenha que dirigir o mais conscientemente possível. Não é necessário avaliar o aluno só com uma prova. 398). como avaliar e também formular um plano de aula que seve de base para suas aulas e acaba ajudando nas compreensões dos discentes. As condições subjetivas podem modificar-se com uma formação melhor. Wood e Napthali (1975) assinalam seis critérios informais utilizados pelos professores na avaliação: o interesse do aluno na matéria. Enguita. durante o ensino etc. A AVALIAÇÃO DEVE SER FEITA A CADA DIA. é uma proposta inútil ainda que. o que levava os educadores refletir qual seria a melhor forma de avaliar.Enguita. é óbvio que outros aspectos intervêm fortemente. a qualidade e a limpeza de seu trabalho e sua participação no contexto de aprendizagem. o seu desempenho com as tarefas que são ofertadas. Embora se suponha que a avaliação verse somente sobre as dimensões cognitivas da educação. 205) Com base na citação de F. do ponto de vista teórico. elaborar e interpretar informações provenientes do contexto no qual os professores atuam é limitada. .A avaliação agora feita com mais cautela. como o é em qualquer ser humano. Sobre a conceituação de avaliação. que certamente estamos enfocados de modo bastante amplo. que é bastante realista. A capacidade de coletar. p. é preciso diferenciar o que pode ser um modelo de avaliação conveniente e ideal do que é um modelo de avaliação assimilável pelos professores (Gimeno 1988. sua habilidade na mesma. os processos de aprendizagem que se desencadeiam em cada um de seus alunos. Se uma proposta de avaliação ou um modo de entender como esta deve ser feita não pode ser usada pelos professores dentro da marcha normal de seu trabalho. queremos ainda colocar uma posição de Gimeno. Diz ele: A função fundamental que a avaliação deve cumprir no processo didático é a de informar ou conscientizar os professores acerca de como caminham os acontecimentos em sua turma.

significa rever os conceitos e olhar a avaliação por um ângulo moderno e eficaz à aprendizagem e a um melhor desenvolvimento dos alunos em suas habilidades comunicativas. Com grandes prejuízos para o ensino. no qual se referem ao projeto coletivo de ensino. o fio dessa interdependência parece ter-se rompido e. o livro é lido porque "é para nota". que são utilizadas pelos educadores. interpretativas. Assim. o professor depara-se com diversas maneiras de ministrar e expor o conteúdo. abrangendo o lúdico e aspectos construtivistas ou até mesmo aspectos tradicionais resumindo em uma prova escrita ou argüições. tudo é claro em função de se conseguir realizar o intuito maior que é desenvolver competências no campo de Língua Portuguesa. a lidar com a nova metodologia de avaliação e torná-los mais humanos. Um fraco domínio do conteúdo resulta num ensino deficiente. avaliação e ensino nem sempre guardam essa reciprocidade. um alimenta o outro. a literatura é consultada porque "cai no vestibular" e assim por diante. com o objetivo qualificá-los são ofertados cursos de capacitação. desse modo. Redimensionar a avaliação em Língua Portuguesa. Não teria sentido avaliar o que não foi objeto de ensino. No cotidiano das atividades escolares. A partir do pensamento de John Milton Gregory (1991). auxiliar o mesmo a planejar suas aulas. pois. Pois a aprendizagem do aluno depende muito da explicação do professor. disciplina a qual enfoca aspectos de expresses orais. Em Língua Portuguesa. No trabalho de atualização com professores. seminários. o ensino e a avaliação se interdependem.aprendizagem escolar. "O professor deve conhecer muito bem o assunto que está ensinando. Estuda-se . palestras e outros recursos. mais não estão preparados o suficiente para enfrentarem os novos desafios." (John Milton Gregory. escritas e gramaticais. A renovação pedagógica abre novos horizontes para explicar os surgimentos de vários fatores.14). em muitos casos. orais e escritas. 1991. a avaliação passou a ser uma espécie de finalidade: a aula é dada para preparar a prova. No processo de ensino. p. Os recursos ofertados aos educadores têm com base. REDIMENSIONANDO A AVALIAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA A avaliação é um dos caminhos para medir ou observar a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno.POR QUE HÁ NECESSIDADE DE AVALIAÇÃO E DE FORMAÇÃO DE PROFESSOR? O motivo pelo qual há necessidade de se estudar a avaliação e formação de docente. a avaliação qualitativa descritiva e global. ressalta-se que o professor nunca deve ir à sala de aula sem antes se preparar. está relacionado ao índice elevado de professores que vão para salas de aulas.

é fundamental que a mudança ocorra primeiramente na visão conceitual dos professores de Língua Portuguesa. o contexto em que se desenvolve o processo didático de ensino/aprendizagem. conforme os graus de seus desempenhos. mudança que tem suas origens na revisão de nossas concepções. Daí ser o termo "cobrar" uma expressão bem corrente no discurso da escola. que pode ser mensal trimestral. o que ficou na memória.) A prática avaliativa em Língua Portuguesa." (Cardoso. como veículo de transmissão e comunicação. simultaneamente. Logo. o processo de avaliação aplicado no ambiente escolar acontece para que se prove. A complexidade que caracteriza a avaliação escolar aumenta quando se refere à avaliação das aprendizagens e das competências na disciplina de Língua Portuguesa. Segundo Irandé Antunes (2003. o que bem claramente denuncia esse lado mercadológico do ensino. Se o ensino da língua merece um a reorientação. os quais se acomodam e encaram a avaliação como mais uma atividade a cumprir dentre as atividades pedagógicas. seja o que for . conforme a citação acima concerne à avaliação na disciplina um leque de dificuldades e complexidade. p 2. logo. A natureza transdisciplinar das aquisições que nela têm lugar. normalmente com honrosas exceções. as dificuldades se dão hipoteticamente. Assim. a própria representação social da disciplina como lugar de aquisição de determinadas destrezas literárias contribuem para acentuar a complexidade e especificidade da avaliação nesta disciplina. no final do ciclo etc. tem que começar pela revisão de nossos fundamentos conceituais. pois. uma vez que se trabalha com habilidades que requer do aluno e do professor um relacionamento mútuo. 56). porque mudar.para… "uma prestação de contas". anual. Sim. O redimensionamento avaliativo depende verdadeiramente do empenho do professor e da sua grande responsabilidade em enxergar a avaliação como um a ferramenta fundamental para o desenvolvimento educativo e intelectual do estudante. . ato de avaliar aquisições e progressos apresenta maiores dificuldades devido às particularidades do objeto de trabalho que se assume. a multiplicidade de objetivos e objetos. capaz de se atingir um resultado avaliativo positivo. o processo de avaliação escolar converteu-se num instrumento de seleção de alunos apenas. devido às particularidades do objeto de trabalho da disciplina. 2005. não é diferente quando se trata da avaliação dos resultados desse mesmo ensino. p. É mais do que oportuno. perguntar-se sobre os descaminhos da avaliação e decidir por uma mudança de rumo. Por diversas razões.

a avaliação atual das produções dos alunos não tem se afastado muito das práticas tradicionais de destacar os erros cometidos. Que concepções de avaliação estão aí implicadas nesse pingue-pongue de perguntas e respostas? Onde é que está o professor que faz pensar. recebe passivamente esta interferência do professor e parte para a próxima experiência . Atualmente ainda é observável que a avaliação caminha para o tradicionalismo. Restringindo-se às atividades de produção de textos. sem ter ampliado sua própria capacidade de avaliar o que lê. portanto. uma avaliação a serviço da regulação das aprendizagens. sem que os resultados alcançados servissem de algum suporte para futuras decisões. p. pois. a contestar. para coisas que ele ainda precisa trazer para sala de aula como matéria de análise. falam da nossa visão distorcida do que seja ensinar e do que seja verificar ou avaliar se o aluno assimilar o que propomos. isto é. a relacionar. o que diz ou o que escreve. avaliar é muito mais do que atribuir uma simples nota . precisamos rever os conceitos de avaliação.Que concepções de escola. avaliar o seu trabalho e projetar os jeitos de continuar. as reais e as fictícias. Claramente. pois. ao nosso redor temos métodos construtivistas. que leva o aluno a perguntar. que incansavelmente é posta em prática e aos poucos está entrando no campo educacional. a comentar. da intervenção do professor passam pelas peças desse jogo. digna e justa. previsto no calendário escolar. O professor avalia o aluno para também de certa forma. a levantar hipóteses. uma vez que desconstruir o tradicional no setor educativo ainda é uma luta. a fim de rompermos com a finalidade puramente seletiva que existe e que presenciamos na comunidade escolar atual. Daí que avaliação não é apenas um evento isolado. que de inocente não tem nada. essas encenações. como propõe Perrenoud (1999) e a "tortura" dos dias de prova tem dado lugar a muitas oportunidades para que o aluno se observe e reveja o que pode alcançar em seu desenvolvimento e o que o impediu de fazê-lo com maios sucesso. a avaliação é uma temática que requer muito esforço e muita responsabilidade do professor. cidadã.65). Assim afirma Irandé Antunes (2003. para que isso acorra é necessário um a grande parceria entre equipe pedagógica e corpo docente. sem ser levado a pensar a inadequação de sua escolha ou o porquê da substituição apontada . com acréscimos da alternativa correta do lado. que beneficamente trariam bons resultados para o desenvolvimento intelectual e particularmente para uma formação ética. a acrescentar? Que tipo de cidadãos estamos querendo formar com esse procedimento de simplista de aceitação pacífica e mnemônica que a autoridade nos diz? Mesmo que digamos o contrário. Logo. com tanta repercussão da temática avaliação. reflexão e estudo. de aprendizagem. O aluno. Verdadeiramente a avaliação deveria ficar evidente para o professor. depois do qual tudo é tal como estava pensando. Desta forma. algumas escolas já têm adotado novos rumos avaliativos.

deixando de lado as idéias que relevantemente refletem a criticidade e o olhar do estudante para o mundo no qual vive. nenhum aluno tem dúvida quanto o gênero gramatical de lápis. (Antunes. uma vez que trabalhar com a avaliação continuada é muito mais trabalhoso e complicado para o professor. a avaliação não se resume somente a uma prova escrita. 2003. a fim de detectar suas dificuldades e aplicar atividades individuais e coletivos capazes de despertar a criticidade e a auto-suficiência dos estudantes. defendendo uma avaliação continua e eficaz a um bom desenvolvimento da aprendizagem e aquisição do conhecimento ainda é encarado com rejeição e aversão por muitos professores. seja uma escrita. de reorientação do saber anteriormente adquirido. seja uma leitura.68): "A avaliação. Desta forma. aplicada mensal ou bimestralmente.p. pois a aprendizagem.por uma prova medíocre. p. livro. em função mesmo de sua finalidade. isto é. ou seja. Sem o ranço das atitudes puramente corretivas. pode-se citar o que ocorre nas correções dos textos. também. de apontamentos de erros. casa etc. caneta. Nessa perspectiva. como se o professor só tivesse olhos para enxergar o que não está correto. do gênero gramatical de palavras como estas. Tendo como exemplo. para que não fique ensinando aquilo que os alunos já sabem ou deixe de ensinar aquilo que eles precisam saber. requer do mesmo muita dedicação e empenho para diagnosticare acompanhar cada aluno . de pesquisa. é bom lembrar que o professor se apóie nos resultados apresentados pelos alunos.159) Ainda é relevante que o professor converta cada momento da avaliação num tempo de reflexão." . que não mede capacidade e não avalia corretamente o estudante. sendo assim carregada de um tradicionalismo que intoleravelmente ainda vigora no sistema educacional moderno. O TEMPO PARA A AVALIAÇÃO Evidentemente. Por exemplo. Daí o motivo por que parece perda de tempo estar exercitado os alunos no simples reconhecimento. para decidir o que vai selecionar como objeto de estudo. pois. fica difícil avaliar um estudante e verificar as suas habilidades. deve acontecer em cada dia do período letivo. de ensino e aprendizagem. Conforme Irandé Antunes (2003. pois. os professores de Língua Portuguesa na maioria das vezes corrigem um texto analisando somente os aspectos gramaticais. só se enxerga a torturante gramática que conseqüentemente ainda é a grande manipuladora do ensino do Português. As organizações educacionais por mais que aprovem e invistam no ideal construtivista. pela anteposição do artigo. está acontecendo todo dia.

onde o grupo discute o que poderia ser alterado em função dos objetivos e dos leitores pretendidos para aquele ato específico de comunicação. diante dos trabalhos dos alunos ter apenas que procurar os erros setornou uma coisa tão natural que o termo consagrado para essa leitura do professor é corrigir. Claramente. deixar os alunos com uma vontade grande de aprender. inclusive. a avaliação deve realizar-se como exercício de aprendizagem. ao lado do tempo se especializasse apenas em procurar o "errado" e sem muita reflexão . inibe a expressão do aluno e condiciona de certa forma o bloqueio com que. repito. o da pontuação. Neste sentido. Dai a conveniência de o professor pensar. não avalia o que os alunos escrevem: o professor corrige. Tal prática tem. porque. discernir sobre os erros. O OBJETO DA AVALIAÇÃO A avaliação é antes de tudo uma questão de concepção e não uma questão técnica.Logo. de. o ortográfico. sentindo-se capacitado e por isso. como forma avaliativa a revisão do texto realizada coletivamente. o semântico. E vai vivendo a experiência de percebe a imensa versatilidade da língua. Levando a temática para o caminho positivo insiste-se em dizer que a avaliação centrada na caça aos erros. a vantagem de iniciar o aluno na tarefa de ser ele mesmo o primeiro revisor de seu texto. sobretudo estimular encorajar. descobrir em cada momento. A decorrência desta realidade é presente devido ao comodismo e a hegemonia da avaliação tradicionalista no sistema educacional. o procedimento básico deve ser discutir com o aluno em que e por que seu texto na está adequado e. só tem olhos para os erros. observar. mais tarde. o da paragrafação. a forma mais viável de contribuir para que o aluno se desenvolta na aquisição de sua competência comunicativa. Esta prática da caça dos erros . O fato de o professor. ele vai aprendendo a refazer sua primeira redação até chegar àquela definitiva que chegará às mãos do leitor. o pragmático. na mesma dimensão descobrir com eles as alternativas de reconstrução de seu dizer. como adverte Millôr Fernandes. Nem vê as coisas interessantes que os alunos escreveram ou os progressos que revelaram alcançar. Parece que ele não é capaz de perceber outra coisa e de fato acaba não sendo. fez com que o professor de Português. "tudo é erro na vida do revisor" (p. . Dessa forma. observa-se a importância da avaliação para a disciplina de Língua Portuguesa.165). o lexical. as pessoas encaram a prática social na escrita. inteiramente gratificado. o da apresentação formal do texto. tendo em conta os aspectos da situação em que o texto vai circular. pois. Assim. como revisor. sempre é claro. como prova o que não se conseguiu fazer. Na verdade o professor não lê. As discussões e os acertos seriam valiosos para percorrem os vários estratos lingüísticos: o sintático.

É crucial que se apele pela metodologia avaliativa voltada para o construtivismo. o objeto da avaliação em Língua Portuguesa está inserido em um leque de diversificado de opções. na qual o professor é o orientador da aprendizagem do aluno. que indiscutivelmente abrange professor neste processo que necessita ser reconhecido é debatido pelo núcleo pedagógico mutuamente com o corpo docente. faz-se diagnóstico. acredita-se na capacidade de aprendizagem do aluno e o próprio professor se auto-avalia. é problematizar o mundo em que vivemos para superar as contradições comprometendo-se com esse mundo para recriá-lo constantemente". não só a avaliação. Conforme Gadotti(1984) "a avaliação é inerente e imprescindível . de avaliação das coisas que os alunos falam e escrevem. sobretudo. porém qualquer transição no sistema educacional depende deles. isto é. Em suma. É de grande relevância que o professor de Português reafirme a consciência de que o perfil ideal para cada etapa. escritas e gramaticais dos estudantes. na medida das aptidões e limitações dos alunos em cada período da escolaridade. Conforme Rubem Fonseca saber e sabor têm o mesmo troco etimológico e o mesmo núcleo semântico.reflexão-ação porque " educar é fazer ato de sujeito . Na avaliação construtivista. onde o professor juntamente com a equipe pedagógica são responsáveis e os principais atores no campo educativo. Será que há um melhor caminho para fazer com que o estudante cresça intelectualmente e principalmente familiarize-se com o mundo da pesquisa e da responsabilidade? Assim. tendo como particularidade o corpo docente de Língua Portuguesa. uma vez que abrange uma avaliação continuada e aberta para valorizar e dinamizar as habilidades orais. é necessário que o educador conheça a fundamental importância da avaliação. da fala. Desta forma. como uma prática penosa. trabalhar com o método avaliativo progressista ou construtivista em Língua Portuguesa possibilita claramente uma maneira mais eficaz e justa de avaliar a . 6-CONSIDERAÇÕES FINAIS Fica evidente que a avaliação é uma ferramenta marcante na esfera escolar. o fundamental é que o professor garanta ao estudante enfrentar o desafio da leitura.A aprendizagem não pode interessar a alguém se é vista como castigo. Aprender tem que ser uma coisa de bom gosto. da qual se deseja o mais cedo e rápido possível. durante todo o processo educativo que se realize em um constantetrabalho de ação.série é parcial. Neste sentido é que se poderia se enquadrar qualquer atividade de ensino e. pois. Portanto. da escrita. com todos os gostos e riscos que isso pode trazer.

cursando o 3° período.samuel20@hotmail.com.webartigos. Contato: elisandrasantanalima@gmail. É necessário estacionar a idéia de pagar a um aluno pelas suas tarefas de aprendizagem. SOBRE OS AUTORES Darcy Leite de Almeida é graduanda em Letras-Português na Universidade Tiradentes. é preciso compreender que avaliar é muito mais do que aplicar um teste. mantenha os links e faça referência ao autor: QUAL A MELHOR METODOLOGIA AVALIATIVA EM LÍNGUA PORTUGUESA: AVALIAÇÃO TRADICIONAL OU AVALIAÇÃO CONSTRUTIVISTA? publicado 21/03/2010 por Maria José de Azevedo Araujo em http://www. A presente investigação é resultado de prática investigativa. Samuel Santos é graduando em Letras Português na Universidade Tiradentes Aracaju/ SE. Irande. Menga e Mediana Zélia. Este artigo foi produzido sob orientação da mestre Maria José de Azevedo Araujo.Http hal.handle. novas praticas. CARDOSO. Aracaju/ SE. Praticas de avaliação em Língua Portuguesa: representações da disciplina em testes escritos.br.desenvoltura. no primeiro semestre do ano de 2010. Portanto. 1992. fazer uma observação.net/ 1822/ 3263. 1998. uma prova. Edmar Henrique. no segundo semestre do ano de 2010. LUDKE.com . este ou aquele conceito. SP Papirus. na forma de pesquisa qualitativa. Petrópolis. do tipo bibliográfica.com. Contato: Darcy_almeida18@hotmail. cursando o 3° período. Elisandra Santana Lima é graduanda em Letras-Português na Universidade Tiradentes Aracaju/ SE. Avaliação na escola de 1° grau: uma analise sociológica. habilidades orais e escritas e principalmente o domínio da lingual em sua variedade estilística.com. Contato: samuca. Ao usar este artigo. no primeiro semestre do ano de 2010. Campinas. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO ANTUNES. RABELO. 2003. RJ Vozes. mas fazer da avaliação um instrumento auxiliar de um processo de conquista do conhecimento. Maria Helena Gonçalves. O essencial não é mais saber se um aluno merece está ou aquela nota. SP Parábola. Avaliação: novos tempos. Aula de Português: encontro e interação. 2005. cursando o 3° período.

Quer publicar um artigo? Clique aqui e crie já o seu perfil! MARIA JOSÉ DE AZEVEDO ARAUJO Especialista e Mestre em Educação. Alfabetização e Letramento. Organização do Trabalho Pedagógico. Professora universitária de cursos de graduação e de pósgraduação. Quem Tem Medo do TCC? Psicologia da Educação. Também publica artigos e textos poéticos. Possui sete livros publicados: Estágio Supervisionado III. Líder do grupo de estudos GEPISTAE/UNIT. Escrita.com/articles/34739/1/QUAL-A-MELHOR-METODOLOGIA-AVALIATIVA-EMLINGUA-PORTUGUESA-AVALIACAO-TRADICIONAL-OU-AVALIACAOCONSTRUTIVISTA/pagina1. Estágio Supervisionado IV.html#ixzz1CAYLwiFS . História Social da Criança e do Adolescente. Ler outros artigos de Maria José de Azevedo Araujo Fonte: http://www.webartigos.

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