CURSO DE MATEMÁTICA

DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
Pirassununga, 22 de November de 2011
DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I

Relatório parcial apresentado ao Curso de
Licenciatura em Matemática da FATECE,
Faculdade de Tecnologia, Ciências e Educação
de Pirassununga, São Paulo, para a disciplina
Estágio Supervisionado I.
Data: 22 de November de 2011
_____________________________________
Supervisor de Estágio
Profº Ms. Lucas F. R. dos Santos Garcia
_____________________________________
Coordenadora de Estágio Supervisionado
Profª Dra. Maísa Maganha Tuckmantel

Pirassununga, 22 de November de 2011
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DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho a meus amigos e familiares, especialmente minha mãe e minha
esposa que sempre me apoiaram, estiveram presentes em toda minha caminhada acadêmica e
sempre acreditaram em meu potencial, incentivando- me na busca de novas realizações.
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AGRADECIMENTOS
Agradeço a Deus por me dar o dom da vida, força interior e a coragem para concluir
este trabalho, e principalmente a perseverança de não desistir nunca.
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SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO.................................................................................06
IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR...................................................................07
FUNCIONAMENTO DA ESCOLA......................................................................................07
APRESENTAÇÃO DA ESCOLA.........................................................................................07
Caracterização do ambiente escolar....................................................................07
História...................................................................................................................09
CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA............12
Equipe de Gestão...................................................................................................12
Corpo docente........................................................................................................13
Associação de Pais e Mestres................................................................................13
Grêmio Estudantil.................................................................................................13
Conselho de Escola................................................................................................14
Conselho de Classe e série – Ciclos......................................................................14
A PROPOSTA PEDAGÓGICA............................................................................................14
Avaliação da Proposta..........................................................................................20
PROJETOS..............................................................................................................................21
PLANO DE ENSINO..............................................................................................................22
Da avaliação do ensino e da aprendizagem........................................................22
Processo de avaliação............................................................................................23
Da avaliação do rendimento escolar....................................................................24
Da elaboração, correção e critérios de avaliação...............................................26
Processo de recuperação.......................................................................................26
CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO......................................................................28
Progressão Parcial.................................................................................................28
Retenção Parcial....................................................................................................28
Frequência e Compensação de Ausências...........................................................28
PLANOS DE CURSOS...........................................................................................................29
Ensino Fundamental.............................................................................................28
Ensino Médio.........................................................................................................31
A MATEMÁTICA..................................................................................................................31
Objetivos Gerais da Disciplina.............................................................................31
PLANO DE ENSINO..............................................................................................................33
Do Ensino Fundamental.......................................................................................33
Do Ensino Médio...................................................................................................34
HTPC – Horas de trabalho pedagógico coletivo..................................................................36
Reunião de Pais.......................................................................................................................38
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FATECE - PIRASSUNUNGA
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE MATEMÁTICA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
PROFESSORES: Lucas F. R. dos Santos Garcia
Maísa Maganha Tuckmantel
Pirassununga, 22 de Novembro de 2011.
DE DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
À Coordenação do Estágio Supervisionado
Assunto: Apresentação de Relatório
Em atendimento às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à
apreciação de V. Sª. o relatório das atividades observadas e desenvolvidas no período de
Estágio de Matemática compreendido entre fevereiro a junho do corrente ano na Escola
Estadual “Pirassununga” na cidade de Pirassununga, Estado de São Paulo.
Atenciosamente,
Estagiário
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IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR
Escola Estadual Pirassununga
Rua José Bonifácio, nº 325 – Centro
13630-010 – Pirassununga-SP
Telefones: (19) 3561-9148, 3561-3681, 3561-3823 / Fax: 3561-8917
Email: e021441a@see.sp.gov.br
Código CIE: 021.441
Código FDE / do prédio: 05.46.101 / do convênio: 727
FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
Ensino Fundamental / Escola de Tempo integral (de 5ª a 8ª séries)
Organização: Anual
Período Integral: 9 horas
Duração: 4 anos
Período de Funcionamento: Integral (9 horas), das 7 às 16 horas.
Regime: Progressão Continuada
Ensino Médio
Organização: Anual
Duração: 3 anos
Período de Funcionamento: Manhã das 7 às 12h20min; Tarde das 12h40min às 18 horas;
Noite das 19 às 23 horas.
Regime: Progressão Parcial
No período noturno, o atendimento é para educandos de 1ª a 3ª séries do ensino
médio, dando-se preferência ao educando trabalhador.
APRESENTAÇÃO DA ESCOLA
Caracterização do ambiente escolar
A Escola Estadual “Pirassununga” está instalada no atual edifício desde no ano de
1918. O prédio é de estrutura antiga, porém de uma belíssima arquitetura, dividido em três
pavimentos com salas de aula bem amplas, arejadas, com barrados, florões e ornamentos,
ventiladores e grandes janelas, o que proporciona condições muito favoráveis ao educando no
processo ensino-aprendizagem.
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Localiza-se com frente para a Rua José Bonifácio, entre as Ruas Siqueira Campos
e Prudente de Moraes, portanto, de fácil localização e acesso, em área predominantemente
comercial, com poucas casas de morada.
O andar térreo abriga a secretaria escolar, sete salas de aula, três almoxarifados,
uma sala de informática com móveis apropriados, 15 microcomputadores e 1 scaner de mesa,
uma sala de artes, cozinha e refeitório.
O 1º pavimento abriga sete salas de aula, a portaria da escola, a sala dos
professores, a sala da coordenadora pedagógica, a sala da direção escolar, a sala de suporte
técnico, a biblioteca com vasto acervo literário, o belíssimo salão nobre e os sanitários
masculino e feminino.
O 2º pavimento abriga dez salas de aula, três salas com armários para os
professores sala com recursos audiovisual, sanitários masculinos e femininos. O prédio ainda
conta com um Anexo, composto do laboratório de química, laboratório de física, duas salas de
Educação Física, duas salas de aula, seis sanitários, um galpão coberto. Atualmente encontra-
se em processo de construção a quadra poliesportiva, com cobertura para maior conforto dos
praticantes de modalidades esportivas.
Há ainda, os seguintes recursos/materiais pedagógicos à disposição para serem
utilizados pelos docentes nas aulas:
• 3 televisões, sendo uma de 20’’ e duas de 29’’;
• 3 aparelhos de Dvd;
• 4 Retroprojetores;
• 5 rádios com CD Player;
• 2 máquinas de xérox;
• recursos específicos para cada área do conhecimento (mapas, globos,
laboratórios etc.);
• área de educação física equipada com materiais esportivos.
A Escola tem uma clientela muito diversificada. Devido à sua localização central,
abarca todos os setores da cidade, com isso há todo tipo de classe social. Então, é importante
que a escola assuma a valorização da bagagem social que os educandos trazem e os ajude a
superar as dificuldades individuais que são trazidas por cada um e propicie a esses jovens de
diferentes grupos sociais o acesso ao saber.
Atualmente estão matriculados aproximadamente 144 educandos no Ensino
Fundamental e outros 590 no Ensino Médio.
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A função da escola é de proporcionar todo um conjunto de práticas pré-
estabelecidas com o propósito de formar cidadãos conscientes.
Próxima à Escola está instalada a Câmara Municipal de Pirassununga, a
Biblioteca Municipal “Chico Mestre”, o Paço da Prefeitura Municipal de Pirassununga, o 13º
Regimento de Carros de Combate e a Santa Casa de Misericórdia.
História
Ao conhecer a História da E.E. Pirassununga compreendemos um pouco da
trajetória do ensino brasileiro a partir da década de 1910, os acontecimentos, as realizações
em quase um século de existência da instituição, têm uma ligação direta com as lutas de
poder, as leis, a participação do Estado na Educação e a valorização profissional do
magistério. Em 30 de dezembro de 1910, 0 Estado criou uma nova Escola Complementar em
Pirassununga, que foi a seguir, transformada em Escola Primaria e finalmente em Escola
Normal, oficialmente inaugurada no dia 11 de junho de 1911, em pomposas solenidades por
toda a cidade. O Ensino Normal foi urna concretização das reivindicações da comunidade,
tratava-se de um curso de três anos, de nível secundário.
As notícias dos jornais da época relatam os primeiros passos da instalação da
escola, os esforços do Coronel Manuel Franco da Silveira, então prefeito municipal, para a
conquista da Escola Normal para a cidade, o coronel faleceu em 1912 sem poder ver a sua
construção. Relatam, ainda, as manobras da política estadual no sentido de paralisar as obras
de construção, o Dr. Fernando Costa sucessor do Coronel Franco na Prefeitura tudo fez para
que a Escola Normal continuasse em Pirassununga. Em 1914 a escola continua funcionando
no prédio provisório e acontece a 1ª formatura de professores com 35 formandos. Educandos
de todas as cidades e vilarejos vizinhos utilizam o trem da Companhia Paulista de Estrada de
Ferro para atingir a cidade.
Em 1937, 0 início da ditadura de Getúlio Vargas, há a reorganização do curso
secundário que passa a ser constituído do ginásio, de quatro anos, e do colegial, de três,
dividido em curso clássico e científico. A educação neste período era centrada na disciplina,
nos exames, nas provas, nas sabatinas, nas correções e ditados. Era uma escola elitista e
excludente.
Após a queda de Vargas em 1945, há a expansão do sistema escolar para o
atendimento a um número cada vez maior de educandos e, o aumento de instituições de
Ensino Médio, responsáveis pela formação do professor primário. A organização da Escola
Normal foi oficializada pelo Decreta-Lei nº 8.530, de 2 de janeiro de 1946, que estabelecia as
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finalidades do ensino normal: prover a formação do pessoal docente necessário às escolas
primarias e habilitar administradores escolares.
Em 1953 a escola e transformada em Instituto de Educação Pirassununga,
passando a ministrar Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização em Educação Pré-Primária.
Por ocasião do Jubileu de Ouro, em 1961, uma comissão de professores e ex-
educandos organizou e publicou em parceria com empresários locais um álbum com 120
páginas que preservaram através de fontes iconográficas e textuais os 50 anos de história da
unidade. Aconteceu também uma semana de festejos, entre as inúmeras solenidades
destacaram-se: as apresentações do orfeão do Instituto; os campeonatos esportivos; o Baile
comemorativo; as inaugurações dos Museus de Sociologia e do Museu Histórico e
Pedagógico Dr. Fernando Costa (foi criado em 1958 pelo decreto nº 33.980) e principalmente
o desfile “Marche aux Flambeau”, do qual participou toda a comunidade, as luzes da cidade
foram apagadas e todos empunhavam tochas chinesas, com a participação de mais de 2000
educandos.
Em 1962, e inaugurado o Anexo, um prédio de três pavimentos com 18 salas de
aula, um salão-auditório, com capacidade para 1200 pessoas, diversas salas de administração,
galpão e sanitários, que foi construído nos fundos da escola para ampliação de suas
instalações. Em 1964, o Brasil enfrentava o inicio da ditadura militar, que duraria ate 1985.
Nesse período deu-se a grande expansão na demanda escolar, impulsionada pela larga
migração da zona rural e nossa unidade atende mais de 3.000 educandos de ensino primário,
ginasial, colegial e normal. Em 1968, o Decreto-Lei 477 cala os estudantes e a União
Nacional dos Estudantes (UNE) é proibida de funcionar. As atividades do Grêmio da escola
(Grêmio VI de Agosto) são interrompidas.
A nova Constituição de 1967 estabelece a obrigatoriedade do ensino ate os 14
anos. Em 1969 são instituídas as disciplinas de Educação Moral e Cívica no primário,
Organização Social Política Brasileira (OSPB) no Ensino Médio e Estudos de Problemas
Brasileiros (EPB) no Superior. O regime militar impõe o civismo na educação, é época de
grandes solenidades com apresentações de ginástica e desfiles cívicos. E no período mais
cruel da ditadura militar que e instituída a Lei 4.024, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, em 1971, que ampliou a obrigatoriedade do ensino de quatro para oito anos e
acabou com as escolas normais, o curso científico e clássico e é criado o colegial e as
habilitações profissionais. Foi criada, então na escola a Habilitação em Magistério.
Em decorrência da Resolução SE nº 23 de 28 de julho de 1976, que padronizou a
denominação dos Estabelecimentos Escolares de Estado, passou a ser denominada Escola
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Estadual de Primeiro e Segundo Graus Pirassununga. Em 1978 foi autorizado o
funcionamento da Habilitação Profissional de Técnico em Enfermagem e em consonância a
nova legislação (LDB - 9394/96) em 2001 ele passa a ser Curso Técnico em Enfermagem -
em Ensino Pós Médio que foi extinto em 2004. Em 1981 a Profa. Maria Lucia Rodrigues, a
diretora na ocasião, oficializa a autoridades estaduais e municipais relatando sobre a
necessidade urgente de reformas devido a precariedade das instalações elétricas do prédio
escolar. A imprensa local da ampla divulgação sobre os riscos de um incêndio. No feriado de
21 de abril de 1981 aconteceu o que estava previsto - o trágico incêndio que destruiu
parcialmente o prédio.
Logo após o incêndio inicia-se uma grande campanha organizada pela sociedade
pirassununguense pautada sobre o assunto: “Restauração não apenas Reconstrução”.
Paralelamente aos trabalhos de restauração do prédio, processa-se também um trabalho no
sentido de que a Escola seja tombada e em 1982, o Conselho de Defesa do Patrimônio
Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (CONDEPHAAT) foi autorizado
pelo Secretário de Estado da Cultura a tombar o edifício como Monumento Histórico de
Interesse Cultural. Em 11 de junho de 1983 e reinaugurado o prédio, todo restaurado como
quando sua construção.
Em 1984 após grande polêmica divulgada pela imprensa local a Delegacia de
Ensino de passa a ser sediada no prédio anexo, após cessão de uso pelo Conselho de Escola.
Em 1988, e implantado o Centro Especifico de Formação e Aperfeiçoamento do
Magistério (CEFAM). Em 1994, os educandos do CEFAM foram abrigados em prédio
próprio localizado a 2 km de distância, porém a administração continua vinculada a direção da
escola. É um período de muito trabalho para o gestor, são duas unidades distintas para gerir.
Em 1999 a vinculadora passa a ser a E.E. Dr. Manoel J. Vieira de Moraes.
Em 1991 o então Governador Luis Antonio Fleury Filho institui pelo Decreto nº
34.035 o Projeto Educacional “Escola Padrão” com uma estrutura funcional diferenciada, com
caixa de custeio para financiar projetos, com coordenadores de curso e de área, com carga
horária docente composta de 26 horas aulas e 14 horas atividades. A escola passa fazer parte
do projeto de Escola Padrão, em 1993, o que muito contribuiu para que se recuperasse o
padrão de qualidade de ensino.
O Projeto de Escola-Padrão enfrentou resistências dentro da própria rede estadual
porque criou entre os professores e demais funcionários uma casta de “privilegiados”. Em
1995 com a posse do Governador Mario Covas o Projeto foi abandonado. Ha a reorganização
da rede física e a escola passa a ser denominada Escola Estadual Pirassununga, atendendo
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apenas educandos do ensino médio que chegam para concluir a Educação Básica advindos de
várias escolas de Ensino Fundamental-Cicio II e de diferentes bairros do município,
constatamos que este fato favoreceu o sentimento de não pertencimento à escola,
principalmente entre os ingressantes não se percebe um vínculo afetivo e nem uma postura de
conservação e valorização do ambiente escolar.
A partir de 2004 a escola passa a atender novamente, no período diurno,
educandos do Ensino Fundamental. É implantada, em 2006, a Escola de Tempo Integral
(E.T.I.), oferecendo maior tempo de permanência aos educandos (9 horas), mantendo o
desenvolvimento do currículo básico, enriquecendo-o com o desenvolvimento de oficinas
para abordar temas abrangentes e atuais. Os educandos do Ensino Fundamental passaram a
almoçar e receber dois lanches diários na escola. A demanda diminuiu bastante nos últimos
dez anos devido à reorganização da rede física estadual.
CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA
Equipe de Gestão
A Equipe de Gestão Escolar é assim constituída:
Diretora: Professora Marisa Ruth Cassiano, no cargo desde 13 de dezembro de
2004;
Vice Diretora: Professora Maria Teresa Mendes Zema, no cargo desde 24 de
junho de 2004;
Coordenadora Pedagógica: Professora Irene Aparecida Camarci de Godoy, no
cargo desde 8 de fevereiro de 2005;
Coordenadora ETI: Professora Denise Cristina Lamas, no cargo desde 2 de maio
de 2007.
Secretária de Escola: Maria Teresinha Guesso de Almeida;
Agente de Organização Escolar: Margarete Aparecida Grigoletti;
Agentes de Serviços Escolares: Geraldo Michilim
Maria Lúcia Leme de Oliveira
Eloana Barbosa Coelho
Auxiliares de Serviços Gerais (convênio APM/FDE):
Janice Aparecida Mistieri Nunes
Laura Bueno Gonçalves Lima
Luzia Barbosa
Luzinete Menezes
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Sérgio Luiz Beserra.
Corpo docente
O corpo docente escolar está assim constituído:
Disciplina Titular do Cargo OFA *
Língua Portuguesa 05 04
Educação Artística 02 01
Educação Física 02 00
História 02 02
Geografia 03 00
Filosofia 00 03
Inglês 02 00
Matemática 05 03
Física 02 02
Química 02 00
Biologia 02 00
Ciências 00 01
Oficinas Curriculares 00 05
* Ocupação de Função Atividade
Associação de Pais e Mestres
A Associação de Pais e Mestres é uma entidade com personalidade jurídica, que
tem a finalidade de colaborar com a escola no aperfeiçoamento do processo ensino-
aprendizagem, na assistência escolar e na integração entre a escola e a comunidade. Atua em
conjunto com o Conselho de Escola, na gestão da unidade escolar, participando de decisões
tais como a organização e funcionamento escolar nos aspectos administrativos, pedagógicos e
financeiros.
Grêmio Estudantil
O Grêmio Estudantil, além de cumprir o Estatuto do Grêmio, respeitar as normas
regimentais estabelecidas pela escola, cumpre a legislação vigente sendo fiel ao espírito
gremista que é ser solidário à comunidade escolar, colabora de forma ativa com as atividades
escolares e extra-escolares, objetivando sempre o engrandecimento do Grêmio, da Escola e do
ensino.
Quanto mais entidades estiverem envolvidas na mesma causa, ou seja, o ensino,
melhor serão as condições para que o processo de aprendizagem atinja seus objetivos.
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Conselho de Escola
O Conselho da Escola é o órgão composto por membros da comunidade escolar
dentre eles: Diretora, Coordenadora Pedagógica, representantes dos Professores, Servidores
Administrativos, Pais e Educandos, onde se definem e deliberam sobre as diretrizes e
prioridades, acompanhando, fiscalizando, avaliando a execução do projeto pedagógico, as
alternativas de solução para os problemas administrativos e pedagógicos e as prioridades para
aplicação de recursos gerados pela escola. Reúne-se ordinariamente, no mínimo uma vez a
cada semestre e, extraordinariamente, quando convocado por seu presidente ou pela maioria
de seus membros.
Conselho de Classe e série – Ciclos
O Conselho de Classe é constituído pela coordenadora pedagógica e os
professores. Reúne-se periodicamente a fim de refletir e avaliar o desempenho de cada
educando, os problemas por eles encontrados no processo de ensino, apontando soluções para
esses problemas, tais como: qual metodologia se aplica a cada situação, critérios para seleção
dos conteúdos curriculares, as formas de avaliação do desempenho individual dos educandos
ao final de cada ciclo concluído, as maneiras de promover a integração com a família etc.
A PROPOSTA PEDAGÓGICA
Para a elaboração da proposta pedagógica, foi feito um debate junto à comunidade
escolar, em busca de diretrizes que respondessem a questões tais como: Que escola somos?
Qual dimensão da identidade da escola? Aonde queremos chegar com nossos educandos? A
dimensão da utopia da ação pedagógica – como fazer? A dimensão da prática pedagógica
entre inúmeras outras questões, em um trabalho coletivo entre direção, coordenação e
docentes da escola.
Como ponto de partida, foram suscitados os princípios éticos da autonomia, da
responsabilidade, da solidariedade e do respeito ser humano, seus direitos e deveres de
cidadão comum, do exercício da crítica construtiva e do respeito à ordem democrática.
O Diretor da Escola é o articulador das ações que fortaleçam a conquista da
autonomia da escola mantendo um bom clima de comunicação, delegando tarefas,
descentralizando poderes, assim como distribuir e organizar serviços que favoreçam o
coletivo escolar. Portanto, a Escola Cidadã é Comunitária quanto à gestão, todos envolvidos
participam do Conselho da Escola onde definem e deliberam de forma socializada sobre as
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diretrizes e prioridades, acompanhando, fiscalizando, avaliando a execução do projeto
pedagógico.
A escola conta com uma Coordenadora Pedagógica que é o elo de ligação entre os
educandos, direção, coordenação e os pais. Auxilia na elaboração de projetos e viabiliza sua
execução dando suporte aos professores. Viabiliza e controla a execução da proposta
pedagógica, levantando dados quanto ao que deve ser mudado e o que deve permanecer na
proposta, entre outras atividades que desenvolve no dia-a-dia da escola.
O desenvolvimento no dia-a-dia da Proposta Pedagógica, está centrado nos
objetivos propostos, em todos os projetos que na prática não mostraram ser eficientes que
foram diagnosticados durante as reuniões de avaliação e serão modificados/eliminados no
decorrer do ano letivo em curso.
A busca:
• do trabalho coletivo;
• de uma unidade teórico-metodológica-prática;
• o subsídio do corpo docente/administrativo;
• a premissa que a atividade escolar centra-se na direção da atividade cognoscitiva
do educando;
• das condições para o professor possuir os meios de promover a organização do
trabalho escolar através da seleção de conteúdos/métodos tendo como referencial o educando,
enquanto sujeito ativo do processo de aquisição de conhecimentos e habilidades básicas para a
compreensão da relação entre a ciência e o processo produtivo de tal forma que assegure um
patamar mais elevado de conhecimentos, como condição para o exercício da cidadania, será
uma constante.
Como ponto de partida, foram suscitados os princípios éticos da autonomia, da
responsabilidade, da solidariedade e do respeito ser humano, seus direitos e deveres de
cidadão comum, do exercício da crítica construtiva e do respeito à ordem democrática.
Nessa medida, a escola possibilitará a compreensão de que e possível contribuir
para a superação das desigualdades explicitando a correspondência entre saber e poder.
Portanto, a escola que queremos procurara garantir:
• uma escola mais democrática, organizada de forma a ser acessível a todos;
• que todos se apossem dos conhecimentos científicos, sociais, naturais e estéticos
que foram e estão sendo construídos pelos seres humanos ao tango da história;
• a revisão de currículo;
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• a modificação das práticas metodológicas e de avaliação, classificação e
reclassificação;
• a seleção de conteúdos efetivamente adequados a aquisição dos conhecimentos;
• outras opções, na busca dos objetivos propostos e que serão constantemente
avaliados através de um trabalho sistemático no dia-a-dia da Escola.
O projeto coletivo de terá como ponto de partida o conhecimento que os
educandos já possuem, quando ingressam na escola, que utilizara de métodos que
desenvolvam as habilidades de pensar e de sentir, em relação permanente com o fazer. Em
resumo, procurará promover o desenvolvimento integrado e integrativo do cidadão, seja em
relação a si mesmo, seja em relação à comunidade próxima e a sociedade em geral.
A escola, como projeto coletivo, constituirá equipes de trabalho nas quais
professores, diretores, funcionários, educandos e em especial os pais deverão estabelecer
relações de trabalho; de forma coordenada, competente e participativa de todos que nela
estejam envolvidos, na busca da melhoria da qualidade de ensino que certamente possibilitará
a superação da enorme distância que se verifica entre os resultados das aprendizagens que
ocorrem na escola e as necessidades de aprendizagens que a vida moderna exige de cada
cidadão.
No debate realizado para elaboração da proposta, foram tomados todos os
cuidados necessários a fim de que ao final de cada ano letivo, sejam alcançados os melhores
resultados do processo ensino-aprendizagem. Cada dificuldade encontrada ao longo do ano,
foi discutida entre professores, coordenadora pedagógica e até mesmo a direção da escola,
sempre na busca pela melhor forma de se atingir os objetivos traçados na proposta
pedagógica.
Todos os projetos e ações terão como finalidade os objetivos propostos e que,
obrigatoriamente, dependerão da participação ativa e efetiva do Conselho de Escola e da
Associação de Pais e Mestres, tanto no acompanhamento pedagógico, como no financeiro.
A participação ativa do Conselho de Escola e a A.P.M. colocarão a disposição da
ação educativa, de acordo com seus recursos, os meios modernos e atualizados de
aprendizagem, de forma de permitir efetivamente a inserção da Escola na sociedade que a
cerca.
A Escola procurara garantir aos seus educandos uma sólida formação cultural-
geral, vinculada ao contexto social.
A preocupação dos professores, será com a revisão dos métodos de ensino e de
avaliação de aprendizagem, podendo através da seleção de conteúdos fazer uma ligação entre
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o saber e a prática. A partir do que já é conhecido, em função de experiências de vida e de
escolaridade anterior, o educando será estimulado a analisar detalhadamente o objeto de
aprendizagem, direcionando-se para uma compreensão mais ampla e cientifica do objeto das
relações a ele inerentes. A análise deverá possibilitar a formulação de uma síntese que se
constituirá em um novo conhecimento, o qual, por sua vez, permitirá novas análises do
mesmo objeto e outros. E, sucessivamente, a construção do conhecimento implicará um
movimento contínuo de síncrese/análises/sínteses. Este movimento que vai da síncrese (visão
caótica do todo) à síntese (uma rica totalidade de determinações e de relações numerosas) pela
mediação da análise (as abstrações e determinações mais simples) constitui uma orientação
segura tanto para o processo de descoberta de novos conhecimentos (o método científico)
como para o processo de transmissão-assimilação de conhecimentos (o método de ensino).
As componentes curriculares passam a ser um sistema aberto de conhecimentos
que se interpenetram, não perdem a sua identidade própria, porem não se fecham em si
mesmas, passam a formar interseções dinâmicas e dinamizadoras.
A escolha dos conteúdos será feita pela equipe de professores envolvidos no
trabalho coletivo, após o conhecimento dos seus educandos, que será definido com uma
pesquisa detalhada dos conceitos apropriados para a aprendizagem do processo de construção
e produção do saber, devidamente articulado com o processo produtivo que ocorre
efetivamente na sociedade.
O que se procura e a formação de um cidadão que associe a competência
científico-técnica à competência política, em consequência, seja capaz de compreender os
processos produtivos a ponto de capacitar-se para dirigi-los e não apenas executá-los.
Dessa maneira a Escola rejeitara a reprodução do saber como finalidade em si,
pretensamente neutra, buscando ao contrário, suas determinações e consequências sociais e
políticas.
A Escola deixa de ser uma simples agencia de atividades, mas o local onde idéias
e valores de cultura são sistematizados e transmitidos.
Os educandos deverão estar cientes dos objetivos a serem atingidos e o critério
que o professor adotou para a correção das avaliações. Os critérios de avaliação devem
permitir concretizações diversas por meio de diferentes indicadores nas produções a serem
avaliadas, facilitando a interpretação e a flexibilização desses critérios, em função das
características do educando e dos objetivos e conteúdos definidos:
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a) Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do educando, com
prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do
período sobre os de eventuais períodos de avaliação intensiva;
b) Possibilidade de aceleração de estudos para educandos com atraso escolar;
c) Possibilidade de avanço nos cursos e nas séries, mediante verificação do
aprendizado;
d) Aproveitamento de estudos concluídos com êxito;
e) Estudos de recuperação.
Baseado em minhas observações, a escola proporciona uma gama bem vasta de
materiais didáticos bem como bons professores, alguns com mais tempo de carreira, outros
com menor tempo de magistério e alguns em início de carreira, mas todos com muita vontade
de passar seus conhecimentos aos educandos. O problema que pude observar é a questão da
disciplina. Educandos que vêm para escola somente por vir. Nada dispostos a aprender.
Felizmente ainda são em minoria.
Na sua maioria, as aulas são expositivas, portanto é muito difícil de prender a
atenção dos educandos durante toda aula. As aulas realizadas em laboratório, feitas na prática,
quando o educando pode perceber por si só, não apenas “por teoria”, o conteúdo que está
sendo transmitido, tem alcançado resultados bastantes satisfatórios.
A Direção da Escola, juntamente com os Professores Coordenadores, acompanha,
controla e avalia o trabalho dos docentes através dos seguintes critérios:
• acompanhamento das aulas através de visitas periódicas as classes;
• verificação dos Diários de Classe e dos Panos de Ensino;
• avaliação do desenvolvimento das atividades pedagógicas, semanalmente, por
ocasião das reuniões de HTPC;
• acompanhamento e analise dos resultados bimestrais do desempenho dos
educandos, por componente curricular, durante os Conselhos de Classe;
• garantindo a articulação em termos de integração de conteúdos e a efetivação do
processo interdisciplinar;·
• reuniões periódicas realizadas com a secretária, agentes de organização escolar e
de serviços gerais, e o zelador, orientando-os sobre a melhor maneira de bem executar seus
serviços e cumprir suas funções.
O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem, interna, será realizada de
forma contínua, cumulativa e sistemática, tendo como objetivos:
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a) o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada educando, (dificuldades e
progresso) em relação a programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa
da escolaridade.
b) possibilitar que os educandos auto-avaliem sua aprendizagem. Quanto mais os
educandos tiverem clareza dos conteúdos de aprendizagem que se espera, mais terão
condições de desenvolver, com ajuda do professor, estratégias pessoais e recursos para vencer
dificuldades. A avaliação apesar de ser responsabilidade do professor, não deve ser
considerada função exclusiva dele. Delegá-la ao educando, em determinados momentos, é
uma condição didática necessária para que construam instrumentos de auto regulação para as
diferentes aprendizagens.
c) orientar o educando quanta aos esforços necessários para superar as
dificuldades;
d) fundamentar as decisões do conselho de classe quanto à necessidade de
procedimentos paralelos ou intensivos de reforço e recuperação de aprendizagem, de
classificação e reclassificação de educandos;
e) orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos
curriculares.
O principal objetivo da proposta pedagógica é planejar de forma coletiva a
competência esperada do educador e de seu desempenho no âmbito escolar. A proposta
pedagógica consolida também a escola como um lugar centralizador da educação numa visão
descentralizada do sistema. Como sua discussão e elaboração foi coletiva, oferece garantia
visível e constantemente aperfeiçoável da qualidade esperada no processo ensino-
aprendizagem, e ainda, indica e reforça a função principal da direção e da equipe de gestão
escolar que é cuidar da política educativa, do alcance do processo educativo na escola,
administrando a consecução dos objetivos propostos.
A qualidade de ensino, nos moldes atuais, é regular. A sociedade exige muito e
em contrapartida as escolas ensinam pouco, sendo que têm totais condições de ensinar muito
mais. Falta ainda assimilação por parte dos educandos dos objetivos propostos pela escola,
seus direitos e, principalmente, seus deveres nesse processo. Desta forma, os educandos não
se sentem preparados a enfrentarem o mercado de trabalho, tampouco um vestibular ou
concurso público, devido à grande diferença entre o exigido em tais processos e o que está se
ensinando nas escolas.
A proposta pedagógica é um instrumento necessário, que tem que existir e deve
ser utilizada pelos profissionais da área da educação. A questão é que, não se pode ficar
19
totalmente presos a ela e deixar de utilizar a espontaneidade e a criatividade quando
necessário e agir somente de forma presa à proposta. Muitos profissionais se acomodam, uns
por não tentarem executar o que é proposto, outros porque não conseguem atingir um ou outro
objetivo e desanimam sem avaliar o que não deu certo ou de que forma daria.
O que se pode perceber é que as três fases da proposta pedagógica são igualmente
importantes. Há necessidade do trabalho em conjunto com direção, coordenação e docentes
para a elaboração, empenho e boa vontade para o bom desenvolvimento e seriedade e
comprometimento dos professores na hora da avaliação, para descobrirem o que não deu certo
e porquê e proporem soluções para que esta seja desenvolvida de uma melhor forma a partir
do diagnóstico dos erros.
Os pontos significativos são os voltados para a preocupação com a aprendizagem
efetiva do educando, o que toda a entidade de ensino possui. No entanto, na prática sabemos
que não é bem assim que funciona. No papel e em planejamentos é possível colocar tudo
aquilo que aspiramos concretizar, só que no caso específico da escola, é um trabalho
completamente voltado para seres humanos e desenvolvidos por eles e por isso, ocorre falhas
e desvios de planos constantes, motivo este que a proposta pedagógica deve a todo momento
ser revisada e ser flexível no momento de sua elaboração, deixando as arestas para serem
aparadas no momento da execução, conforme a necessidade de cada profissional docente e da,
necessidade e dificuldade dos educandos.
O mais importante do ensino da Matemática é a capacitação e o desenvolvimento
do pensamento matemático, empregado na resolução de problemas do dia-a-dia. Sua
percepção, compreensão e aplicação dos conhecimentos na resolução dos problemas de forma
rápida e eficaz.
Não se pode deixar de apontar que à medida que o educando desenvolve sua
capacidade de resolução de problemas crescem também sua autoconfiança e auto-estima.
Enfim, as habilidades de análise e crítica, enfatizadas no estudo de Matemática,
criam uma nova disposição para o estudo e uma melhor apreensão de conceitos de qualquer
natureza.
Avaliação da Proposta
A avaliação terá como objetivo ser o instrumento para reflexão e transformação da
prática escolar e terá como princípio o aprimoramento da qualidade do ensino.
a) Avaliação externa:
20
Será organizada pelos órgãos locais e centrais da administração, tendo como
objetivo a analise, orientação e correção, quando for o caso, dos procedimentos pedagógicos,
administrativos e financeiros da escola.
b) Avaliação interna:
Será subsidiada por procedimentos de observação e registro contínuos e terão por
objetivo permitir o acompanhamento:
I - sistemático e contínuo do processo de ensino e de aprendizagem, de acordo
com os objetivos e metas propostos;
II - do desempenho da direção, dos professores, dos educandos e dos demais
funcionários nos diferentes momentos do processo educacional;
III - da participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades
propostas pela escola.
IV - da execução do planejamento curricular.
PROJETOS
Dentre os projetos realizados, destaco:
PAD – Plano de Ação Docente, com o lema “Família de escola unidas por uma educação de
qualidade”.
Objetivos: priorizar a ética entre os colegas; desenvolver no educando, atitudes e
valores como responsabilidade, pontualidade, respeito, organização, disciplina, participação;
avaliar o educando de maneira global, considerando suas atitudes em todo o ambiente escolar.
Sarau Filosófico
Objetivos: proporcionar ao educando condições para que:
• adquiram interesse pelo indagar e refletir;
• desenvolvam hábito do diálogo;
• ampliem conhecimento inter-disciplinares e extra-disciplinares;
• conheçam novas técnicas de indagação e diálogo;
• percebam a diferença entre dialogar e o ato de falar.
Público alvo: educandos da escola e a sociedade em geral.
Projeto Integrado com parceria do Grupo NET – Escola de Informática
Objetivos: levar o adolescente a refletir de maneira mais profunda sobre si mesmo;
21
• conscientizá-los que seus desejos e fantasias influenciam as preferências
profissionais;
• identificar as influências do grupo social e os ideais e valores pessoais;
• conhecer as principais áreas de interesse e as relações dessas com as profissões;
• fazer o adolescente refletir sobre o mundo do trabalho e suas implicações sócio-
econômicas e culturais.
Projeto Feira de profissões
Objetivos: vivenciar o ambiente e o inter-relacionamento de uma universidade;
• despertar nos educandos o interesse por uma profissão;
• proporcionar aos educandos uma gama de possibilidades profissionais futuras;
• visitar as instalações de diversas faculdades e universidades, seus laboratórios de
ensino, de pesquisa e biblioteca.
Público alvo: 3
as
séries do Ensino Médio.
PLANO DE ENSINO
Da avaliação do ensino e da aprendizagem
O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem, interna, será realizada de
forma contínua, cumulativa e sistemática, tendo como objetivos:
a) o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada educando, (dificuldades e
progresso) em relação a programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa
da escolaridade.
b) possibilitar que os educandos auto-avaliem sua aprendizagem. Quanto mais os
educandos tiverem clareza dos conteúdos de aprendizagem que se espera, mais terão
condições de desenvolver, com ajuda do professor, estratégias pessoais e recursos para vencer
dificuldades. A avaliação apesar de ser responsabilidade do professor, não deve ser
considerada função exclusiva dele. Delegá-la ao educando, em determinados momentos, é
uma condição didática necessária para que construam instrumentos de auto regulação para as
diferentes aprendizagens.
c) orientar o educando quanta aos esforços necessários para superar as
dificuldades;
d) fundamentar as decisões do conselho de classe quanto à necessidade de
procedimentos paralelos ou intensivos de reforço e recuperação de aprendizagem, de
classificação e reclassificação de educandos;
22
e) orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos
curriculares.
Atualmente o Processo Ensino/Aprendizagem possui ferramentas que não
existiam algumas décadas atrás, só que alguns professores não fazem questão de aprimorar
suas técnicas de ensino ou de usar tais ferramentas, sentem-se desmotivados devido a vários
problemas enfrentados, mas principalmente ao fato de educandos demonstrarem total
desinteresse pelo conteúdo passado, no entanto, a condição para o trabalho na escola existe,
depende somente dos professores para fazer o bom uso dos recursos disponibilizados, tendo
em vista que a diretoria incentiva e apóia projetos pedagógicos.
Dentre as propostas em execução na escola, destacamos os passeios periódicos de
âmbito cultural, que vêm demonstrando bons resultados, favorecendo de forma muito positiva
o processo ensino-pedagógico, e as olimpíadas de Matemática, que estimulam os educandos a
aprimorarem o raciocínio lógico, tão essencial no desempenho em todas as áreas de
conhecimento e no exercício da cidadania.
Processo de avaliação
O educando será avaliado através, dos seguintes instrumentos de avaliação:
• Avaliações objetivas - perguntas e respostas, resolução de exercícios,
interpretação de textos;
• Pesquisa;
• Seminários;
• Ficha de acompanhamento individual - pela participação em classe, pela
pontualidade na entrega dos trabalhos, pela inter-relação com os colegas e professores, pela
criatividade, pela iniciativa (o professor devera prepará-la com a participação dos educandos);
• Auto avaliação - é uma situação de aprendizagem em que o educando
desenvolve estratégias de analise e interpretação de suas produções e dos diferentes
procedimentos para se avaliar e é o ponto central para a construção da autonomia do
educando;
As avaliações escritas serão estabelecidas em vários momentos.
O primeiro momento será a avaliação formativa. Esta avaliação será desenvolvida
da seguinte forma:
• o professor, após ministrar uma unidade do conteúdo programado, deverá
preparar uma avaliação vinculada a um dos objetivos essenciais;
23
• esta questão deverá ser preparada para que o educando resolva em
aproximadamente dez minutos;
• quando faltar dez minutos para o final da aula a avaliação devera ser aplicada;
• a avaliação devera ser repetida de acordo com o numero de unidades
desenvolvidas durante o bimestre. Portanto, o conceito final a ser atribuído será a
quantificação dos objetivos essenciais atingidos.
O segundo instrumento será a avaliação somativa. O professor, ao preparar esta
avaliação, deverá programá-la com os objetivos essenciais predominantes no bimestre e que
será pré-requisito para a continuidade das unidades do bimestre seguinte. Esta avaliação terá
sempre o caráter de abrangência devendo, portanto, ser preparada para ser desenvolvida em
uma ou mais aulas.
As avaliações deverão ser preparadas usando técnicas das avaliações operatórias.
Sempre, na elaboração dos instrumentos, deverá ser observado a norma da preponderância
dos aspectos qualitativos do aproveitamento sobre os quantitativos.
O educando devera sempre ter em cada avaliação um momento de análise do seu
desempenho e, nos objetivos propostos, o meio para desenvolver a sua própria técnica de
assimilar os conteúdos oferecidos.
Obs.: As avaliações deverão ser elaboradas pelo professor sob a supervisão do
Coordenador Pedagógico, e que ficarão arquivadas. Após a aplicação o resultado deverá ser
motivo de nova análise. As conclusões deverão ser anotadas e arquivadas para estudo, junto
ao modelo.
Da avaliação do rendimento escolar
O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem será realizado através de
procedimentos externos e internos. A avaliação externa do rendimento escolar, a ser
implementada pela Administração, tem por objetivo oferecer indicadores comparativos de
desempenho para a tomada de decisões no âmbito da própria escola e nas diferentes esferas do
sistema central e local.
A avaliação interna do processo de ensino aprendizagem, é responsabilidade da
escola e será realizada de forma continua, cumulativa e sistemática, tendo como um de seus
objetivos o diagnóstico da situação de aprendizagem dos educandos, em relação à
programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade.
A avaliação do processo ensino e aprendizagem envolve a análise do
conhecimento e das competências e habilidades adquiridas pelo educando e também os
24
aspectos formativos, através das observações de suas atividades referentes as aulas,
participação nas atividades pedagógicas e responsabilidade que assume o cumprimento de seu
papel.
A avaliação interna do processo de ensino aprendizagem tem por objetivos:
• diagnosticar e registrar os progressos do educando e suas dificuldades;
• possibilitar que os educandos auto-avaliem sua aprendizagem;
• orientar o educando quanto aos esforços necessários para superar as
dificuldades;
• fundamentar as decisões do conselho de classe quanto à necessidade de
procedimentos paralelos ou intensivos de reforço e recuperação da aprendizagem, da
classificação e reclassificação de educandos;
• orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos
curriculares.
Os educandos serão avaliados bimestralmente, através de provas escritas,
trabalhos, pesquisas, seminários, observação direta ou outros instrumentos previstos no plano
de ensino.
Para avaliar o desempenho do educando, durante os bimestres, devem ser
utilizados instrumentos de avaliação formulados pelo professor e supervisionado pelo
professor coordenador, dentre os seguintes: trabalhos individuais, em grupos ou coletivos,
pesquisas, argüições orais, relatórios, provas escritas, interesse e participação do educando
comprovado através dos cadernos e folhas de exercícios completos; observação contínua,
portfólios e outros instrumentos.
Na avaliação de desempenho do educando, os aspectos qualitativos prevalecerão
sobre os quantitativos. Os critérios de avaliação deverão estar fundamentados nos objetivos
específicos de cada componente curricular, de cada curso e nos objetivos gerais da proposta
pedagógica. Os registros serão realizados per meio de sínteses bimestrais e finais em cada
disciplina e deverão identificar os educandos com rendimento satisfatório ou insatisfatório,
através de notas, na seguinte conformidade:
10,0 a 5,0 – rendimento satisfatório
4,0 a 0,00 – rendimento insatisfatório
25
No calendário escolar deverão estar previstas reuniões bimestrais dos Conselhos
de Classe, dos professores, educandos e pais para conhecimento, analise e reflexão sobre os
procedimentos adotados e resultados de aprendizagem alcançada.
Os educandos com rendimento insatisfatório terão atendimento especial em sala
de aula durante todo o processo educacional, através da recuperação contínua buscando sanar
as dificuldades de aprendizagem diagnosticadas durante o processo.
Da elaboração, correção e critérios de avaliação
As avaliações deverão ser discutidas com o coordenador, com os demais
professores da disciplina e ter um modelo arquivado numa pasta própria na coordenação.
A correção deverá ser feita imediatamente, para que o professor tenha subsídios
do desenvolvimento do educando, da assimilação dos conteúdos e da necessidade do
educando passar por um processo de reforço/recuperação de aprendizagem, antes de iniciar
uma nova unidade (avaliação formativa).
Após a correção, a avaliação deverá ser discutida com os educandos, todas as
dúvidas sanadas, deverá ter o ciente do educando, data e depois arquivada. O arquivamento
ficará a cargo do professor conselheiro da classe.
A avaliação do educando é um instrumento para o professor analisar também o
seu trabalho.
As reuniões de HTPc deverão ter prioritariamente momentos dedicados às
análises dos resultados das avaliações, mormente aquelas disciplinas que apresentam
resultados diferenciados do grupo.
O professor poderá, de acordo com o conteúdo desenvolvido, avaliar o educando
através de trabalhos, como por exemplo, cadernos de Educação Artística, cadernos de
cartografia (mapas), etc. Porém, trabalhos extra-classe de pesquisa, deverão ser avaliados com
instrumentos específicos de avaliação para os conteúdos pesquisados. Todas as avaliações
realizadas devem ser consideradas. Não poderá ter avaliação substitutiva.
Processo de recuperação
O Conselho de Classe indicará os educandos que deverão participar dos projetos
especiais destinados a recuperação, aqueles que apresentarem Progressão Insuficiente.
A recuperação deve se entendida como uma das partes de todo processo de ensino
aprendizagem de uma escola que respeite a diversidade de características e de necessidades de
todos os educandos.
26
Os professores sabem, por sua prática pedagógica, que no cotidiano da sala de
aula, convivem pelo menos três tipos de educandos que têm aproveitamento insuficiente: os
imaturos, que precisam de mais tempo para aprender; os que têm dificuldade específica em
uma área de conhecimento; e os que, por razões diversas, não se aplicam, não estudam,
embora tenham condições.
No processo ensino aprendizagem, recuperar significa voltar, tentar de novo,
adquirir o que perdeu, e não pode ser entendido como um processo unilateral. Se o educando
não aprendeu, o ensino não produziu seus efeitos, não havendo aqui qualquer utilidade em
procurar os culpados. Portanto, é preciso sair à sua procura e o quanto antes melhor; inventar
novas estratégias de busca, refletir sobre as causas, sobre o momento ou circunstâncias em
que se deu a perda, pedir ajuda. Se a busca se restringir a dar voltas no mesmo lugar,
provavelmente não será bem sucedida. A recuperação para ser eficiente deve estar inserida no
trabalho pedagógico, realizado no dia-a-dia escolar. Deve fazer parte da sequência didática do
planejamento de todos os professores. O trabalho só termina quando todos aprendem.
As atividades de reforço e recuperação da aprendizagem deverão ocorrer:
• de forma contínua, ser imediata, assim que for constatada a perda, no
desenvolvimento das aulas regulares;
• de forma paralela, ao longo do ano letivo em horário diverso às aulas regulares,
sob forma de projetos, atendendo a legislação específica. A presença nas atividades de
recuperação também serão computadas como compensação de ausências, para o educando;
• de forma intensiva, nas férias escolares de janeiro;
• o processo deve ser dirigido às dificuldades específicas do educando; abranger
não só os conteúdos, mas também as habilidades, procedimentos e atitudes.
Para a recuperação paralela e intensiva, a relação dos educandos será definida pelo
Conselho de classe e série.
Encerrado o processo de avaliação e recuperação, o professor devera entregar na
secretaria uma tarjeta com os resultados, que será substitutiva das notas bimestrais do
educando.
Os resultados do processo de recuperação, deverão ser analisados pelos
professores e seu coordenador. Caso seja necessário, deverão ser propostos novas
metodologias e técnicas.
O Conselho de Classe do quarto bimestre classificará, por competência, os
educandos que irão participar da recuperação de férias, elencando os motivos e as
dificuldades apresentadas no processo ensino aprendizagem. A recuperação nas férias de
27
verão, será oferecida a todos os educandos, com frequência igual ou superior a 75%,
independente do número de componentes curriculares com desempenho insuficiente, e será
organizada de acordo com legislação especifica.
CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO
A escola adota no Cicio II do Ensino Fundamental o regime de progressão
continuada com a finalidade de garantir a todos o direito público subjetivo de acesso,
permanência e sucesso escolar, havendo retenções no interior do Ciclo somente aos
educandos que não atingirem a presença mínima exigida para a promoção. E adota o regime
de progressão e retenção parcial de estudos para educandos do Ensino Médio.
Progressão Parcial
O educando, com rendimento insatisfatório em até três disciplinas, será
classificado na série subsequente, progressão parcial, devendo cursar, concomitante ou não,
estas disciplinas. A escola não adota o regime de progressão parcial de estudos para os
educandos de 8ª series, Cicio II, Ensino Fundamental, por impossibilidade de oferecer a
modalidade em horário diverso.
O educando com rendimento insatisfatório em até três componentes curriculares,
poderá ser classificado na mesma série, ficando dispensado de cursar as disciplinas concluídas
com êxito no período letivo anterior.
Retenção Parcial
O educando, com rendimento insatisfatório em mais de três disciplinas, será
classificado na mesma serie, retenção parcial, ficando dispensado de cursar as disciplinas
concluídas com êxito no período letivo anterior.
Frequência e Compensação de Ausências
• o controle sistemático de frequência dos educandos será efetuado, através dos
Diários de Classe sobre o total de horas letivas, exigida a freqüência mínima de 75% para
promoção;
• poderá ser classificado por infrequencia, na mesma serie, o educando que, no
ano anterior, não atingiu a frequencia mínima;
28
• após decisão dos Conselhos de Classe, adotará as medidas necessárias para que
os educandos possam compensar as ausências que ultrapassarem 20% das aulas dadas
bimestralmente;
• as atividades de compensação de ausências serão programadas, orientadas e
registradas pelo professor da disciplina, com finalidade de sanar as dificuldades de
aprendizagem provocadas pela frequencia irregular as aulas;
• a compensação de ausências deverá ser requerida pelo pai ou responsável, ou
pelo próprio educando, quando maior de idade, como o previsto no Regimento Escolar;
• as atividades de pesquisa realizadas pelos educandos do Ensino Médio, em
período diverso, na escola, poderão ser consideradas como compensação de ausências;
• ao final do ano letivo, o controle de frequencia será efetuado sobre o total de
horas letivas, exigida 75% para promoção.
PLANOS DE CURSOS
Ensino Fundamental
O ensino fundamental tem por objetivo a formação básica do cidadão, mediante o
desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da
leitura, escrita e do cálculo; a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político,
da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; o desenvolvimento
da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e
a formação de atitudes e valores; e, o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de
solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
São objetivos do Ensino Fundamental:
• promover a permanência do educando na escola, assistindo-o integralmente em
suas necessidades básicas e educacionais, reforçando o aproveitamento escolar, a auto-estima
e o sentimento de pertencimento;
• intensificar as oportunidades de socialização na escola;
• incentivar a participação da comunidade por meio do engajamento no processo
educacional implementando a construção da cidadania;
• compreender a cidadania como participação social e política, assim como
exercício de direitos e deveres políticos, civil e social, adotando, no dia-a-dia, atitudes de
solidariedade, cooperação e repúdio as injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o
mesmo respeito;
29
• conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais, materiais
e culturais como meio para desenvolver o sentimento de pertinência ao país;
• conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro, bem
como aspectos socioculturais de outros povos e nações, posicionando-se contra qualquer
forma de discriminação;
• perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente,
identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo para melhoria do meio
ambiente;
• desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança
em suas capacidades afetiva, física, ética, estética, de inter-relação pessoal e de inserção
social, para buscar conhecimento e exercício da cidadania;
• conhecer seu corpo e cuidar dele, valorizando e adotando hábitos saudáveis para
a boa qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação a saúde individual e
coletiva;
• utilizar as diferentes linguagens - verbais, musical, matemática, gráfica, plástica
e corporal - como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias, entendendo as
diferentes situações de comunicação;
• saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para
adquirir e construir conhecimentos;
• questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los,
utilizando o pensamento lógico, criatividade, intuição, capacidade de analise crítica,
selecionando procedimentos e verificando sua adequação.
Espera-se que o educando ao longo do Ensino Fundamental ao se apropriar dos
conteúdos questionará a realidade do seu meio social com a realidade da sociedade global,
utilizando o pensamento lógico, a criatividade, a intuição e a capacidade de análise crítica.
Para isso a Unidade Escolar procurará ser uma escola libertadora e
transformadora, questionando o tipo de conhecimento, atitudes, habilidades e valores que se
quer formar na nova geração, os quais irão desenvolver plenamente suas possibilidades para
viver e trabalhar com dignidade, participando do desenvolvimento global, melhorando sua
qualidade de vida, tomando decisões fundamentais e continuando aprender pela vida afora.
Ensino Médio
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A preparação básica para o trabalho e o objetivo mais importante no Ensino
Médio, de acordo com as diretrizes traçadas pela LDB em seus artigos 35 e 36 e não está
vinculada a nenhum componente curricular em particular, mas integrada ao currículo como
um todo. A lei reconhece que, nas sociedades contemporâneas, todos devem ser educados na
perspectiva do trabalho, reitera a importância da formação geral, destaca a relação da teoria
com a prática e a compreensão dos processos produtivos em todos os conteúdos curriculares.
A contextualização é um recurso que a escola adota para retirar o educando da
condição de espectador passivo, pois o tratamento contextualizado do conhecimento não traz
apenas a vida cotidiana para a sala de aula, mas cria condições para que os educandos
experienciem os eventos da vida real a partir das múltiplas perspectivas.
O Ensino Médio, etapa final da educação básica com duração mínima de três
anos, tem como objetivos:
• a consolidação e a aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino
fundamental possibilitando o prosseguimento dos estudos;
• a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar
aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de
ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
• o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética
e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
• a compreensão dos fundamentos cientifico-tecnológicos dos processos
produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.
A MATEMÁTICA
Objetivos Gerais da Disciplina
As finalidades do ensino de Matemática como parte da vida das pessoas e
desenvolvidas para dar respostas às necessidades e preocupações de diferentes culturas e
visando a construção da cidadania, indicam como objetivos:
• identificar os conhecimentos matemáticos como meios para compreender e
transformar o mundo a sua volta e perceber o caráter de jogo intelectual, característico da
Matemática, como aspecto que estimula o interesse, a curiosidade, o espírito de investigação e
o desenvolvimento da capacidade para resolver problemas;
• fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos do ponto
de vista do conhecimento e estabelecer o maior numero possível de relações entre eles,
31
utilizando para isso o conhecimento matemático (aritmético, geométrico, métrico, algébrico,
estatístico, combinatório, probabilístico);
• selecionar, organizar e produzir informações relevantes, para interpretá-las e
avaliá-las criticamente;
• resolver situações-problema, sabendo validar estratégias e resultados,
desenvolvendo formas de raciocínio e processos, como intuição, indução, dedução, analogia,
estimativa, e utilizando conceitos e procedimentos matemáticos, bem como instrumentos
tecnológicos disponíveis;
• comunicar-se matematicamente, ou seja, descrever, representar e apresentar
resultados com precisão e argumentar sobre suas conjecturas, fazendo usa da linguagem oral e
estabelecendo relações entre ela e diferentes representações matemáticas;
• estabelecer conexões entre temas matemáticos de diferentes campos e entre
esses temas e conhecimentos de outras áreas curriculares;
• sentir-se seguro da própria capacidade de construir conhecimentos matemáticos,
desenvolvendo a auto-estima e a perseverança na busca de soluções;
• interagir com seus pares de forma cooperativa, trabalhando coletivamente na
busca de soluções para problemas propostos, identificando aspectos consensuais ou não na
discussão de um assunto, respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles;
A Matemática apresenta um valor formativo e instrumental. O formativo, ajuda a
estruturar o pensamento e o raciocínio dedutivo, levando o aluno a desenvolver sua
criatividade e capacidade para resolver problemas, criando o hábito da investigação e
confiança para enfrentar situações novas e formar uma visão ampla e científica da realidade.
Já no instrumental, ela é tida como um conjunto de ferramentas e estratégias para
serem aplicadas a outras áreas do conhecimento, assim como para a atividade profissional. É
preciso compreender a Matemática como um sistema de códigos e regras que a tornam uma
linguagem de comunicação de idéias, permitindo ao indivíduo modificar a realidade que o
cerca.
Além desses enfoques, a Matemática deve ser vista como ciência, com suas
características estruturais específicas. É fundamental que o aluno perceba que as
demonstrações, definições e encadeamentos conceituais e lógicos têm o objetivo de construir
novas estruturas e conceitos, além de validar intuições e dar sentido às técnicas aplicadas.
Para tanto, a escola deverá organizar um conjunto de atividades que,
progressivamente, possibilite ao educando desenvolver algumas habilidades/competências:
• ler e interpretar textos matemáticos, gráficos, tabelas, expressões etc.;
32
• utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho;
• identificar problemas e ser capaz de resolvê-lo;
• selecionar estratégias de resolução de problemas.
• formular hipóteses e prever resultados;
• discutir idéias e produzir argumentos convincentes;
• utilizar a matemática na interpretação e intervenção no real;
• aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais;
• utilizar adequadamente calculadoras e computador, reconhecendo suas
limitações e potencialidades.
PLANO DE ENSINO
Do Ensino Fundamental
5ª Série
Conjuntos e suas operações; Números naturais; Operações com números naturais; Expressões
numéricas; Critérios de divisibilidade; Múltiplos e divisores; Números primos e compostos;
Decomposição em fatores primos; MDC e MMC; Frações e suas operações; Expressões
numéricas com frações; Problemas; Números decimais e suas operações; Expressões com
números decimais; Conceitos geométricos primitivos; Ponto, reta, plano espaço; Subconjunto
de reta.
6ª Série
Conceituação e representação geométrica dos números; Módulo e oposto de um número
inteiro; Adição algébrica de números inteiros; Eliminação de parênteses; Operações com
números inteiros; Propriedades das operações com números inteiros; Representação
geométrica dos números racionais; Módulo e oposto de um número racional; Operações com
números racionais; Expressões numéricas com números racionais; raiz quadrada aproximada;
Extração da raiz quadrada; Introdução à álgebra; Expressões algébricas; Monômios;
Operações com monômios; Noções de polinômios; Operações com polinômios; Ângulos
formados por 2 paralelas e 1 transversal; Relação entre esses ângulos; Definição de ângulos;
Medidas de ângulos; Adição e subtração de ângulos.
7ª Série
33
Introdução à fatoração algébrica; Evidência do fator comum; Fatoração por agrupamento;
Fatoração da diferença de dois quadrados; fatoração do trinômio quadrado perfeito;
Inequações do 1º grau; Princípios de equivalência; Razões e proporções; Propriedades das
proporções; Números proporcionais; Regra de Três simples e compostas; Porcentagem; Juros
simples e compostos; Médias; Sentenças matemáticas; Noções sobre equações; Princípio de
equivalência; Resolução da equação de 1º grau; Resolução algébrica de problemas; Polígonos:
elementos e classificação; Cálculo do nº de diagonais; Soma dos ângulos de um polígono
convexo; Ângulos de um polígono regular; Triângulos; Quadriláteros; Circunferências e
círculos; Posições de retas relativas à circunferência; Ângulos na circunferência.
8ª Série
Fatoração de expressão algébrica; MMC de monômios e de polinômios; Frações algébricas;
Operações com frações algébricas; Raízes e radicais; Propriedades dos radicais; Operações
com radicais; Expoentes tradicionais; Equação de 2º grau; Resolução de equação de 2º grau;
Relações entre coeficientes e raízes das equações do 2º grau; Fatoração do trinômio do 2º
grau; Problemas do 2º grau; Resoluções de equações redutíveis à equações de 2º grau;
Resolução de equações biquadradas; Resolução de equações irracionais; Segmentos
proporcionais; Teorema de Tales; Semelhança entre triângulos; Relações métricas no
triângulo retângulo; Aplicações do Teorema de Pitágoras; Relações trigonométricas em um
triângulo qualquer; Relações métricas em uma circunferência; Polígonos regulares inscritos e
circunscritos à circunferência; Comprimento de circunferência; Áreas de figuras planas.
Do Ensino Médio
1ª Série
Operações com números inteiros e racionais; Álgebra (Equações do 1º e 2º graus); Conjuntos
numéricos; Intervalos; Estatística: descrição de dados e representação gráfica; Funções
definidas por fórmulas matemáticas; Domínio, Imagem e Contradomínio de uma função;
Estudo do domínio de uma função; Gráfico de uma função no plano cartesiano; Função par e
função ímpar; Função crescente e função decrescente; Função inversa; Função polinomial do
1º grau; Função polinomial do 2º grau; Função exponencial; Função logarítmica; Sequencias
numéricas; Progressões aritméticas; Progressões geométricas.
2ª Série
Sequências ou sucessão; Progressão aritmética; Progressão geométrica; Trigonometria no
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triângulo retângulo; Trigonometria no círculo; Funções e Relações Trigonométricas;
Fórmulas de adição, subtração e duplicação de arcos; Arcos – metade; Equações e Inequações
Trigonométricas; Funções circulares inversas; Tipos de matrizes; Matriz transposta;
Igualdade de matrizes; Operação com matrizes; Matriz inversa; Estudo dos determinantes;
Cofator de um elemento aij; Teorema de Laplace; Regra de Sarrus; Determinantes de uma
matriz quadrada de ordem n maior que 3; Propriedades do determinante; Sistemas lineares:
Equação linear; Sistema linear; Regra de Cramer; Classificação de um sistema linear;
Escalonamento de sistemas; Análise Combinatória: Fatorial; Permutação Simples; Arranjo
Simples; Fórmula do Arranjo Simples; Combinação simples.
3ª Série
Geometria Analítica - Pontos e Retas; Reta orientada no eixo; Sistema cartesiano ortogonal;
Estudo da reta; Cálculo da área de um triângulo; Trigonometria no triângulo retângulo;
Geometria Métrica Plana; Semelhança; Relações métricas no triângulo retângulo;
Circunferência; Áreas de figuras geométricas planas; Geometria Espacial; Poliedros; Prismas;
Pirâmides; Cilindros; Cones; Noções de números complexos; Forma algébrica; Potências da
unidade imaginária; Conjugado do número complexo; Operações com números complexos;
Representação geométrica de um número complexo; Polinômios; Identidade de polinômios;
Operações com polinômios; Equações algébricas; Noções de Matemática Financeira; Taxa de
porcentagem; Problemas com porcentagem; Lucro e prejuízo; Juros simples; Juro composto e
a fórmula do montante
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HTPC – Horas de trabalho pedagógico coletivo
No dia 9 de junho de 2009, das 17 às 18 horas aproximadamente, aconteceu na
sala da Coordenação Pedagógica da Escola, a reunião de HTPC, com a seguinte pauta:
• convite Projeto Guri: foi distribuído convite do Projeto Guri a todos os alunos da
escola, que foram dispensados das aulas a fim de poderem participar das atividades. Ficou
acordado que os professores e funcionários cumpririam horário normalmente.
• teatro das estrelas: projeto teatral que vêm nas escolas da rede de ensino, sobre o
tema astronomia. Foi esclarecido que se houver interesse, basta entrar em contato. Em
princípio, os professores acharam viável a vinda, portanto será consultada a possibilidade.
• campanha do agasalho: a escola participará da campanha do agasalho,
promovida pela Secretaria Municipal de Promoção Social. Cada professor conselheiro
intensificará a campanha nas salas. Foi proposta uma competição entre as salas para ver quem
arrecada mais, com pontuação por peça arrecadada. Ficou definida uma premiação para a sala
que mais arrecadar agasalhos.
• festival de criatividade: foi lançado o concurso “crie a mascote da campanha do
agasalho” e todos poderão se inscrever, com participação gratuita. O mascote terá que
obedecer aos critérios estabelecidos pela Secretaria Municipal de Promoção Social. Será
escolhido 1 desenho por escola, enviado à Diretoria de Ensino que escolherá a mascote
oficial.
• salão de áudio: foi pedido para que os professores tomassem mais cuidado ao
utilizar o salão, pois alunos estão depredando os materiais (pixando cadeiras usando corretivo
líquido). Foi comentado que um aluno foi identificado, seus pais foram avisados e o mesmo
foi obrigado a restaurar a cadeira por ele pixada.
• Del 11: foi cobrado dos professores o término da Deliberação 11 (alguns ainda
não entregaram a deliberação).
• livros recebidos: a escola recebeu 11 caixas de livros de ensino fundamental e
médio, para renovação da biblioteca. Foi pedido para que os professores incentivem mais os
alunos à utilização da biblioteca e a leitura.
• cadernos dos alunos: estão chegando e a bibliotecária está distribuindo aos
alunos.
• livros do apoio ao saber: a coordenadora pedagógica comunicou que a escola já
esta recebendo os livros.
• EJA: foi comunicada a mudança da resolução do EJA. Para ingresso no projeto,
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o aluno deverá ter 18 anos completos. No Ensino Fundamental, 16 anos completos. Para
receber o certificado do Ensino Médio, os alunos deverão cumprir a carga de 18 meses. Para
receber do Ensino Fundamental, carga horária de 24 meses.
• acessa escola: a escola terá uma sala de informática aberta à comunidade com
monitor.
• compromissos: a coordenadora cobrou empenho dos professores aos
compromissos firmados no começo do ano. Tem professor “pisando na bola”. Pediu também
colaboração de todos para vigiar os demais colegas quanto à arrumação da sala: ventiladores
ligados, janelas abertas, salas bagunçadas etc.
• chamadas: foi pedido maior rigor nas chamadas dos alunos. As inspetoras novas
estão verificando geral, para evitar transtornos. Se o aluno faltou na primeira aula, só entra na
segunda com autorização, tendo tolerância de 10 minutos. Foi atentado também para o limite
de faltas dos alunos.
37
Reunião de Pais
Acontecida no dia 20 de maio de 2009, cuja discussão principal foi que os pais
disseram que quando tem poucos alunos nas aulas, os que vêm, estão interessados em
aprender. Aproveitam para tirar dúvidas, para terem “aula particular”. Foi esclarecido aos pais
que mesmo para àqueles que vêm na escola, é dada matéria normal, com listas de exercícios,
etc.
Como sempre, houve pouca participação dos pais ou responsáveis, e
principalmente aqueles que deveriam comparecer não compareceram.
Foi abordado o tema da disciplina. Muita reclamação da bagunça dos alunos, falta
de interesse pela matéria, falta de respeito com o professor, celulares em sala de aula etc.
Mais uma vez foi comentada a importância do acompanhamento, pelos pais ou
responsáveis, do aluno na escola. Verificar a ordem dos materiais didáticos, principalmente
aqueles que a escola empresta, pois servirão para os alunos das outras séries, e a frequência
escolar. Foi citado um exemplo de um aluno que ao pedir para ir embora, a direção disse que
ligaria para os pais, o mesmo recuou dizendo “deixa quieto, vou voltar pra sala”.
38
CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
Pirassununga, 22 de November de 2011
39
DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II

Relatório parcial apresentado ao Curso de
Licenciatura em Matemática da FATECE,
Faculdade de Tecnologia, Ciências e Educação
de Pirassununga, São Paulo, para a disciplina
Estágio Supervisionado II.
Data: 22 de November de 2011
_____________________________________
Supervisor de Estágio
Profª Ms. Lucas F. R. dos Santos Garcia
_____________________________________
Coordenadora de Estágio Supervisionado
Profª Dra. Maísa Maganha Tuckmantel

Pirassununga, 22 de November de 2011
40
DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho a meus amigos e familiares, especialmente minha mãe e minha
esposa que sempre me apoiaram, estiveram presentes em toda minha caminhada acadêmica e
sempre acreditaram em meu potencial, incentivando-me na busca de novas realizações.
41
AGRADECIMENTOS
Agradeço a Deus por me dar o dom da vida, força interior e a coragem para concluir
este trabalho, e principalmente a perseverança de não desistir nunca.
42
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO.................................................................................06
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL...............................07
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO MÉDIO................................................22
ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL.............................37
ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO...............................................38
PLANO DE AULA ENSINO FUNDAMENTAL.................................................................39
PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO..................................................................................41
CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................................45
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................................46
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FATECE - PIRASSUNUNGA
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE MATEMÁTICA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
PROFESSORES: Lucas F. R. dos Santos Garcia
Maísa Maganha Tuckmantel
Pirassununga, 22 de Novembro de 2011.
DE DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
À Coordenação do Estágio Supervisionado
Assunto: Apresentação de Relatório
Em atendimento às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à
apreciação de V. Sª. o relatório das atividades observadas e desenvolvidas no período de
Estágio de Matemática compreendido entre fevereiro a junho do corrente ano na Escola
Estadual “Pirassununga” na cidade de Pirassununga, Estado de São Paulo.
Atenciosamente,
Estagiário
44
RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL
Em 5 de novembro de 2009, das 12h30 às 13h20min., participei da
primeira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”. Uma sala ampla, com armário para
armazenamento de material didático, mas sem ventilador.
Nesta classe, nem todos os alunos trajava o uniforme da escola.
A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica,
logo que adentrou à sala. Havia 21 alunos presentes.
Feita a chamada, foi iniciado o tema “Equações Irracionais”.
A professora se apoiou em um livro didático, e transcreveu a matéria na
lousa. Aqui descrevo alguns tópicos:
Equação irracional é aquela que tem incógnita sob o radical.
Exemplos:
a) 7 · x
b) 4 1 · + x
c) 10 3 6 · + − x
d)
3 3
12 3 2 5 + · + x x
Com base nestes exemplos, a explicação da matéria foi feita usando giz
colorido para melhor entendimento dos alunos, sempre com boa entonação de voz,
demonstrando conhecimento sobre o tema.
Após a explicação, foi passado alguns exercícios de fixação, dos quais
transcrevo alguns:
a) 8 3 · + x
b) 7 5 · + x
c) 11 1 · − x
Foi passado na lousa também, algumas dicas de como resolver equações
irracionais no conjunto dos Números Reais:
1) Isolarmos um dos radicais em um dos membros da equação dada;
2) Elevamos os dois membros da equação a um expoente adequado;
3) Se ainda restar um ou mais radicais, repetimos as operações anteriores;
4) Resolvemos a equação obtida;
45
5) Verificamos as soluções encontradas.
Quase no final da aula, a professora fez uma interação com os alunos
num momento rápido e bem descontraído, para verificar se entenderam essa parte da matéria.
Essa atividade chamou de “Descubra o Segredo”. Que consistia em encontrar o valor de x. A
professora passava os exercícios na lousa e os alunos respondiam:
a) 36 , 6 · · x x
b) 81 , 9 · · x x
c) 100 , 10 · · x x
Antes de tocar o sinal, a professora pediu para que os alunos trouxessem
o Caderno do Aluno, para que pudessem resolver os exercícios nele contidos sobre Equação
Irracional.
46
Em 6 de novembro de 2009, das 12h30min. às 13h20min., participei da
primeira aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”. Uma sala ampla, com armário para
armazenamento de material didático, mas sem ventilador.
Nesta classe, a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola.
A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica,
logo que adentrou à sala. Havia 26 alunos presentes.
Feita a chamada, deu prosseguimento ao tema abordado na aula anterior,
iniciando com Mudanças de Unidade, cujo tema abordado era Medidas de Comprimento.
Foi pedido aos alunos que tomassem nota do que fora passado na lousa.
A seguir, transcrevo o que foi enunciado:
Cada unidade de comprimento é 10 vezes maior ou menor que a unidade
ao lado.
km hm dam m dm cm mm
Assim, a mudança de unidade se faz com deslocamento da vírgula à
direita ou à esquerda. Para maior visualização dos alunos, as palavras direita e esquerda foram
escritas com giz de outra cor.
Foram dados os seguintes exemplos aos alunos:
1) Transformar 9,574 km em metros:
km ⇒ hm ⇒ dam ⇒ m dm cm mm
9,574 km = 95,74 hm = 957,4 dam = 9.574 m
Na prática, deslocamos a vírgula três casas à direita.
Este exemplo foi explicado, mais de uma vez, pois alguns alunos
apresentaram dúvidas.
2) Transformar 40 cm em metros.
km hm dam m ⇐ dm ⇐ cm mm
40 cm = 4,0 dm = 0,40 m
Na prática, deslocamos a vírgula duas casas à esquerda.
Novamente foi explicado mais de uma vez, pois alguns alunos (menos
que da vez anterior) apresentaram dúvidas.
47
Ainda em 6 de novembro de 2009, das 14h10min. às 15h, e das
15h30min. às 16h10min., participei da terceira e quarta aulas na 8º série do Ensino
Fundamental “A”.
A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica,
logo que adentrou à sala. Neste dia havia 23 alunos presentes.
Após a chamada, a professora retomou o conceito de “Equações
Irracionais”, passando mais alguns exemplos na lousa, e perguntando se havia alguma dúvida
com relação ao tema. Ninguém se manifestou.
A professora pediu para que os alunos pegassem o Caderno do Aluno,
para resolução dos exercícios.
Durante a resolução, muitos alunos chamavam a professora ao mesmo
tempo, apresentando dúvidas, o que causava muito barulho na sala. Com calma e muita
paciência ela atendia um a um. Foi autorizado aos alunos que não trouxeram o caderno a
sentarem com o colega para realizarem a atividade.
48
Ainda em 6 de novembro de 2009, das 16h10 às 17h, participei da quinta
aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”.
Novamente foi procedida a chamada.
Retomado o tema da primeira aula, a professora passou um exercício na
lousa, desenhando uma régua na lousa e acima dela um prego, posicionado de 0 a 6,4 cm, e
descreveu:
A figura mostra uma régua graduada em centímetros e cada um desses
centímetros está dividido em 10 partes (milímetros).
A atividade consistia em os alunos responderem à algumas perguntas,
olhando a figura na lousa, dentre as quais destaco:
a) Qual é, em centímetros, a medida deste prego?
b) Qual é, e milímetros, a medida deste prego?
Percebendo que nem todos respondiam às perguntas, a professora
questionou a sala quanto a possíveis dúvidas. Um aluno pediu para que ela explicasse
novamente o exercício. Repetida a explicação, as mesmas perguntas foram feitas, e desta vez
mais alunos responderam.
Após essa explicação, a professora passou vários exercícios de fixação,
recomendando que os alunos resolvessem em casa, trazendo dúvidas na próxima aula. Avisou
também que todos os exercícios seriam corrigidos em sala.
Dentre esses exercícios destaco:
1) Copie e indique as representações corretas:
a) cinco metros
b) oito quilômetros
c) trezentos metros
d) quarenta centímetros
e) vinte e três milímetros
2) Indique em metros:
a) 5 metros e 38 centímetros
b) 12 metros e 70 centímetros
c) 29 metros e 6 centímetros
49
3) Escreva em centímetros
a) 7 m
b) 1,5 m
c) 0,42 m
d) 81,9 m
e) 63 mm
f) 2,8 mm
Enquanto a professora passava os exercícios na lousa, havia muito
barulho na sala. Os alunos se levantavam indo até as carteiras dos colegas, conversando alto.
A professora repreendia os alunos o que resolvia momentaneamente. Passado um tempo,
voltavam a fazer a mesma coisa.
4) Escreva em metros:
a) 65 cm
b) 138 cm
c) 3,4 cm
d) 9.857 cm
e) 5 cm
f) 0,9 cm
5) Escreva:
a) 4 km em metros
b) 0,5 km em metros
c) 4,96 km em metros
d) 0,07 km em metros
e) 370 m em quilômetros
f) 6.940 m em quilômetros
g) 473.473 m em quilômetros
h) 2.000.000 m em quilômetros
Foi desenhado um mapa com umas casinhas representando uma cidade
A, umas casinhas representando uma cidade E, e alguns pontos formando uma figura
geométrica simbolizando o trajeto entre as duas cidades e foram feitas as seguintes perguntas:
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a) Quantos quilômetros há entre a cidade A até a cidade E, passando pelo
ponto D?
b) Quantos quilômetros há entre a cidade A até a cidade E, passando
pelos pontos B e C?
c) Qual é o trajeto mais comprido? Quantos metros a mais que o outro ele
tem?
Novamente a professora mencionou que esses exercícios eram para ser
resolvidos em casa, trazendo dúvidas na próxima aula.
51
Em 9 de novembro de 2009, das 12h30min. às 13h20min., participei da
primeira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”.
A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica,
logo que adentrou à sala. Neste dia havia 19 alunos presentes.
Nesta aula foi abordado o tema “Problemas do 2º grau”. Novamente com
o apoio de um livro didático, a professora transcreveu o tema na lousa. Eis o que foi passado
aos alunos:
Dizemos que um problema é do 2º grau quando sua solução depende de
uma equação do 2º grau. Na resolução de um problema do 2º grau, você deve proceder do
seguinte modo:
1) Tradução das sentenças do problema para a linguagem simbólica;
2) Resolução da equação;
3) Interpretação das raízes obtidas.
Feitos alguns comentários sobre esses passos, foi apresentado um
problema aos alunos para percepção do que estava sendo passado:
O quadrado de um número diminuído de seu dobro é 15. Qual é esse
número?
Com giz em outra cor à do enunciado foi feita a resolução:
Seja x o número.
O quadrado de um número: x
2
Diminuído de seu dobro: x
2
- 2x
É igual a 15: x
2
- 2x=15
Resolvendo: x
2
- 2x-15=0, temos:
2
64 2
2
60 4 2
1 . 2
) 15 .( 1 . 4 ) 2 ( ) 2 (
2
t
·
+ t
·
− − − t − −
· x
,
temos 2 raízes:
5
2
10
2
8 2
1 · ·
+
· x
, e
3
2
6
2
8 2
2 − ·

·

· x
Portanto, o número é 5 ou -3.
52
Finalizada a explicação, a professora questionou a sala quanto à dúvidas.
Uma aluna solicitou que fosse repetida a explicação, o que foi atendida.
53
Ainda em 9 de novembro de 2009, das 16h10 às 17h50, participei das
duas últimas aulas na 5º série do Ensino Fundamental “A”.
Procedida a chamada em voz alta pela numeração contínua, como de
costume, a professora pediu para vistar os cadernos dos alunos que fizeram os exercícios
propostos na aula anterior, indo de carteira em carteira vistando cada caderno.
Enquanto passava vistando os cadernos, havia muito barulho na sala de
aula.
Após vistar todos os cadernos, a professora fez algumas anotações em
seu diário de classe e iniciou a correção dos exercícios propostos na aula anterior.
Corrigiu cada um, questionando quanto às dúvidas dos alunos. Muitos
alunos questionavam a professora de uma só vez. Demonstrando muita calma, a professora
pedia para que os alunos se pronunciassem um de cada vez, que ela iria responder a todas as
perguntas.
Como eram muitos exercícios, a correção tomou todo o tempo restante da
aula.
54
Em 10 de novembro de 2009, das 12h30min. às 13h20min., participei da
primeira aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”.
A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica,
logo que adentrou à sala. Havia 25 alunos presentes.
Neste dia, ainda dentro do tema Medidas de Comprimento, a professora
enunciou na lousa o conceito de polegada. Eis o que foi passado aos alunos:
Polegada – uma unidade inglesa de comprimento.
A polegada é muito usada em nosso país. É uma unidade de medida
inventada antes do sistema decimal. Uma polegada vale 2,54 cm.
Foram dados alguns exemplos, trazidos do dia-a-dia dos alunos. Foi
mencionada a televisão: de 14, 20, 29 polegadas. Para explicitar melhor, a professora fez
vários desenhos de televisões na lousa, destacando o tamanho de cada uma, anotando as
respectivas medidas, explicando que para essa medição, é necessário medir a diagonal da tela.
No desenho da televisão de 20 polegadas, ela fez o seguinte comentário:
20 polegadas significa que a medida da diagonal da tela equivale a 20 x 2,54 = 50,8 cm.
No momento que a professora disse que polegada é a medida da largura
de um polegar, os alunos se alvoroçaram querendo que fosse medido cada polegar. Eles
pediam que a professora pegasse uma fita métrica para medir os polegares. Foi um momento
muito hilário.
Foram propostos alguns exercícios complementares aos alunos. Foi
concedido um tempo para que esses exercícios fossem feitos, e a professora avisou que iria
corrigi-los na próxima aula.
1) Qual é a unidade de medida usada para demarcar as estradas de
rodagem?
2) Faça as seguintes conversões:
a) 1m em cm
b) 1 cm em m
c) 1 km em m
d) 1 m em mm
e) 1 mm em m
f) 1 cm em mm
3) Copie e complete:
a) Um homem de 175 centímetros mede ___ metros.
55
b) 500 centímetros de corda são ___ metros.
c) 900 milímetros de arame são ___ centímetros.
Ainda em 10 de novembro de 2009, das 14h10min. às 15h, participei da
terceira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”.
A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica,
logo que adentrou à sala. Neste dia havia 22 alunos presentes.
Após a chamada, foi retomado o tema abordado na aula anterior, com
mais um exemplo:
Perguntado sobre a idade de seu filho, um pai respondeu: “O quadrado da
idade menos o quádruplo dela é igual a 5 anos”. Qual a idade do filho?
Mais uma vez com giz em outra cor à do enunciado foi feita a resolução:
Seja x a idade.
O quadrado da idade: x
2
Menos o quádruplo dela: x
2
- 4x
É igual a 5 anos: x
2
- 4x = 5
Resolvendo: x
2
- 4x -5= 0, temos:
2
36 4
2
20 16 4
1 . 2
) 5 .( 1 . 4 ) 4 ( ) 4 (
2
t
·
+ t
·
− − − t − −
· x
,
temos 2 raízes:
5
2
10
2
6 4
1 · ·
+
· x
, e
1
2
2
2
6 4
2 − ·

·

· x
Como não convém considerar a raiz negativa, pois a idade não pode ser
negativa, a idade do filho é 5 anos.
Foram propostos alguns exercícios para serem feitos em casa, os quais
seriam corrigidos na próxima aula. Dentre eles, destaco:
1) A soma de um número com seu quadrado é 30. Calcule esse número.
2) O dobro do quadrado de um número é igual ao produto desse número
por 7, mais 15. Qual é esse número?
3) Perguntada sobre sua idade, Juliana respondeu: “O quadrado de minha
idade menos o quíntuplo dela é igual a 104”. Qual é a idade de Juliana?
4) O quadrado da idade de Renata menos o triplo dela é igual ao
quíntuplo de sua idade mais 33 anos. Qual a idade de Renata?
56
5) O quadrado da idade de Paula subtraído da metade de sua idade é igual
a 14 anos. Calcule a idade de Paula.
6) A soma dos quadrados de dois números consecutivos é 61. Calcular
esses números.
57
Em 12 de novembro de 2009, das 12h30min. às 13h20min., participei da
primeira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”.
A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica.
Neste dia havia 22 alunos presentes.
Após a chamada, a professora corrigiu cada exercício dado na aula
anterior, sempre questionando quanto à duvidas da sala, ao final de cada resolução.
Dos exercícios dados e corrigidos nesta aula, destaco o número 6 que
dizia:
A soma dos quadrados de dois números consecutivos é 61. Calcular esses
números.
Número: x
Número consecutivo: x + 1
Quadrado do número: x
2
Quadrado do seu consecutivo: (x + 1)
2
Resolvendo: x
2
+ (x + 1)
2
= 61, temos:
X
2
+ (x + 1)
2
= 61
X
2
+ x
2
+ 2x + 1 = 61
2x
2
+ 2x – 60 = 0
4
484 2
2 . 2
) 60 .( 2 . 4 ) 2 ( 2
2
t −
·
− − t −
· x
5
4
22 2
1 ·
+
· x
e
6
4
22 2
2 − ·
− −
· x
Então, para x = 5, temos x + 1 = 5 + 1 = 6. Números procurados: 5 e 6.
Para x = -6, temos x + 1 = -6 + 1 = -5. Números procurados: -6 e -5.
A resposta deste exercício é: 5 e 6 ou -6 e -5.
58
Em 13 de novembro de 2009, das 12h30min. às 13h20min., participei da
primeira aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”.
Como de costume, a professora procedeu a chamada em voz alta, pela
sequência numérica. Neste dia havia 24 alunos presentes.
Feita a chamada, a professora iniciou a correção dos exercícios propostos
na aula anterior:
1) Qual é a unidade de medida usada para demarcar as estradas de
rodagem?
A unidade de medida é o quilômetro.
2) Faça as seguintes conversões:
a) 1m em cm = 100 cm
b) 1 cm em m = 0,01 m
c) 1 km em m = 1.000 m
d) 1 m em mm = 1.000 mm
e) 1 mm em m = 0,001 m
f) 1 cm em mm = 10 mm
3) Copie e complete:
a) Um homem de 175 centímetros mede 1,75 metros.
b) 500 centímetros de corda são 5 metros.
c) 900 milímetros de arame são 90 centímetros.
Como curiosidade a professora perguntou aos meninos se algum
conhecia ferramentas, ou se na classe havia algum pai que era mecânico. Um aluno se
manifestou dizendo que conhecia ferramentas.
Então a professora perguntou se ele sabia o que significava o número nas
chaves de boca. Ele disse ser a medida da chave. Ela então disse estar correto. Mostrando o
livro, ela comentou que os números gravados nas chaves que os mecânicos usam, indicam a
abertura da boca da chave em milímetros.
Neste momento houve alvoroço na sala, pois todos os alunos queriam ver
o livro da professora.
Acalmados os ânimos, a professora mencionou que o próximo assunto a
ser abordado será o Perímetro de um polígono.
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RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO MÉDIO
Em 3 de novembro de 2009, das 7 às 7h50min., participei da primeira
aula no 3º ano do Ensino Médio “D”. Uma sala bem ampla, com ventilador e armário para
armazenamento de material didático.
Notei que a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola.
A professora procedeu a chamada, em silêncio, logo que adentrou à sala,
demonstrando que conhecia aluno por aluno daquela série. Havia 16 alunos presentes.
Feita a chamada, foi distribuída a folha de atividades a serem realizadas
pelos alunos, que estava em poder da professora. A atividade do dia a ser realizada em duplas,
consistia em duas questões envolvendo grandezas e medidas, cujo tema era Notação
Científica.
Durante a realização das atividades, a professora dava total assistência
aos alunos, sanando dúvidas de todos os que a procuravam.
À medida que os alunos acabavam as atividades, a professora já corrigia
e atribuía nota às mesmas. Pediu também para que os alunos mantivessem as perguntas em
seus respectivos cadernos para estudos futuros, visando a prova bimestral.
Após o tempo dado para realização da atividade, a professora procedeu a
correção total da atividade na lousa, explicando detalhadamente cada exercício, sanando ainda
algumas dúvidas que restavam. Enquanto passava as perguntas na lousa, havia conversa entre
os alunos; mas durante a explicação de cada exercício, conseguiu a atenção da grande maioria
dos alunos. Sempre têm aqueles que não se interessam pela matéria.
Durante todo o período das aulas, a professora falava com firmeza,
demonstrando profundo conhecimento da matéria. Demonstrava também respeito com os
alunos, e estes para com a professora.
Ressalto que só era permitida a saída da sala de aula apenas um aluno por
vez. Durante essas aulas, percebi que enquanto um aluno estava fora da sala, outro pediu
autorização para ir ao banheiro. A professora pediu que este último aguardasse o colega
retornar. Logo após o retorno do primeiro, a própria professora disse ao segundo aluno que
poderia se dirigir ao banheiro.
60
Em 4 de novembro de 2009, das 10h35min. às 12h15min., participei das
duas últimas aulas no 1º ano do Ensino Médio “B”. Uma sala bem ampla, com armário para
armazenamento de material didático, mas sem ventilador.
Como observado na outra turma, a maioria dos alunos trajava o uniforme
da escola.
O tema abordado foi “soma dos termos de uma progressão geométrica
infinita”.
A explicação sobre o tema foi feita passo a passo, usando giz colorido
para melhor entendimento dos alunos, sempre com boa entonação de voz, sendo dados vários
exemplos da matéria, demonstrando muito conhecimento sobre a mesma.
Após a explicação, foram dados alguns exercícios de fixação, dentre os
quais destaco:
a) (20, 15, 5 ...)
¹
¹
¹
'
¹
¹
¹
¹
'
¹
· · ·
·
4
3
20
15
1
2
20 1
a
a
q
a

80
4
1
20
4
3
1
20
1
1
· ·

·

·
q
a
S
b) (5, 1,
5
1
...)
¹
¹
¹
'
¹
¹
¹
¹
'
¹
· ·
·
5
1
1
2
5 1
a
a
q
a

4
25
5
4
5
5
1
1
5
1
1
· ·

·

·
q
a
S
c) (-30, -10, -
3
10
...)
¹
¹
¹
'
¹
¹
¹
¹
'
¹
·


· ·
− ·
3
1
30
10
1
2
30 1
a
a
q
a

45
3
2
30
3
1
1
30
1
1
− ·

·


·

·
q
a
S
Ao final da primeira aula procedeu a chamada, novamente em silêncio,
demonstrando que conhecia aluno por aluno daquela série. Havia 18 alunos presentes.
61
Percebi que durante a resolução dos exercícios, alguns alunos resolviam
individualmente, mas interagindo com outros, conferindo os resultados obtidos; outros se
agrupavam por conta própria para melhor desenvolvimento da atividade. Nem todos os alunos
tentavam desenvolver os exercícios, alguns conversavam, demonstrando desinteresse.
Como observado na outra turma, a professora dava total assistência aos
alunos, sanando dúvidas de todos os que a procuravam.
À medida que os alunos acabavam os exercícios, a professora vistava o
livro de exercícios de cada um, fazendo anotações em seu diário de classe.
Faltando poucos minutos para o término da aula, a professora precisou se
ausentar da sala, e os alunos mantiveram-se em silêncio, continuando a resolução dos
exercícios propostos.
62
Em 5 de novembro de 2009, das 7h50min., às 8h40min., participei de
uma aula no 1º ano do Ensino Médio “D”. Uma sala ampla, com armário para armazenamento
de material didático, mas sem ventilador.
Diferentemente das outras turmas observadas anteriormente, esta todos
os alunos trajavam o uniforme da escola.
Novamente a professora procedeu a chamada em silêncio. Esta sala é um
pouco mais alterada que as observadas anteriormente.
Em seguida, foram cobrados dos alunos os exercícios dados na aula
anterior. A professora chamou os alunos por fileira, vistando os cadernos e fazendo anotações
em seu diário de classe. Agiu com firmeza com um aluno que não havia feito os exercícios,
dizendo que não esperaria pela entrega dos exercícios dos mesmos, alertando sobre o tempo
para resolução dos mesmos.
Antes de começar a correção dos exercícios na lousa, pediu licença aos
alunos dizendo que até agora eles conversaram mas que naquele momento seria de prestar
atenção na correção. Conseguiu com que todos os alunos voltassem a atenção à correção.
Os exercícios eram sobre “soma dos termos de uma progressão
geométrica infinita”.
Dentre eles destaco:
a) (
...
18
1
,
6
1
,
2
1
)
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
· · · · ·
·
3
1
6
2
1
2
6
1
2
1
6
1
1
2
2
1
1
x
a
a
q
a

4
3
2
3
2
1
3
2
2
1
3
1
1
2
1
1
1
· · ·

·

· x
q
a
S
b) (3, 1,
3
1
...)
¹
¹
¹
'
¹
¹
¹
¹
'
¹
· ·
·
3
1
1
2
3 1
a
a
q
a

2
9
2
3
1
3
3
2
3
3
1
1
3
1
1
· · ·

·

· x
q
a
S
63
c) (1,
100
1
,
10
1
...)
¹
¹
¹
'
¹
¹
¹
¹
'
¹
· ·
·
10
1
1
2
1 1
a
a
q
a

9
10
9
10
1
1
10
9
1
10
1
1
1
1
1
· · ·

·

· x
q
a
S
Explicava cada exercício passo a passo, usando giz colorido para melhor
visualização e fácil entendimento dos alunos, da matéria dada; e também mais de uma
maneira de resolução, deixando a cargo de cada aluno optar pela forma que mais se
identificava.
Conforme transcorria a resolução, a professora interagia com a classe,
solicitando que dissessem o enunciado de cada um.
Ressalto que ao final de cada exercício, a professora questionava a classe
quanto a possíveis dúvidas.
Ao final da resolução, uma aluna questionou se deixando a resposta da
forma (
1
200
), estaria correta, sendo esclarecida pela professora que em uma eventual
avaliação dela, não consideraria errada, mas que em qualquer concurso público ou mesmo em
qualquer publicação, não seria encontrada a forma questionada. Mais uma vez a classe foi
inquirida quanto à possíveis dúvidas na resolução dos exercícios.
Faltando alguns minutos para seu término, a aula foi interrompida por um
representante, chamado Thiago, do projeto “Aluno Nota 10”, que fez uma explanação sobre o
tema aos alunos.
64
Em 6 de novembro de 2009, das 7h às 7h50min., participei da primeira
aula no 1º ano do Ensino Médio “C”. Uma sala bem ampla, com ventilador e armário para
armazenamento de material didático.
Como em outras turmas observadas, a maioria dos alunos trajava o
uniforme da escola.
A professora procedeu a chamada, em silêncio, logo que adentrou à sala.
Havia 22 alunos presentes.
Uma aluna justificou a falta da aula anterior apresentando atestado
médico.
Nesta turma, foi iniciado o tema “Fórmula da soma dos termos de uma
progressão geométrica infinita”. A professora pediu para que os alunos tomassem nota, pois o
assunto era novo, o que percebi que todos fizeram.
Segue o que a professora anotou na lousa:
“Consideremos a dízima periódica 0,444, cuja fração geratriz é igual a
9
4
, ou seja, 4 : 9 = 0,444... . Assim podemos escrever: 0,444... =
9
4
= 0,4 + 0,04 + 0,004
+ ...
Note que essa adição possui infinitas parcelas, que formam uma P.G.
infinita de razão q = 0,1 (-1 < q < 1).
Quando -1 < q < 1 e quando n tende a infinito (n -> ∞), a expressão q
n
tende a zero (q
n
-> 0).
Nessas condições, a fórmula Sn =
1
) 1 ( 1

− −
q
q a
n
fica S =
1
) 1 0 .( 1


q
a
=>
S =
) 1 .(
1
1



q
a
=> S =
q
a
− 1
1
, sendo -1 < q < 1.
Passada toda a parte inicial da matéria na lousa, a professora concedeu
um tempo para que os alunos tomassem nota em seus cadernos.
Ao começar a explicação, fez um paralelo com a matéria dada
anteriormente, como uma introdução, para que os alunos tivessem melhor visualização e
entendimento da matéria atual.
Cada passo do tema foi abordado passo a passo. Fez ainda um lembrete
de conceitos dados no começo do ano para melhor entendimento do que seja uma dízima
65
periódica e suas transformações, recordando que o algarismo repetido na dízima se transforma
em numerador e a quantidade de 9 no denominador depende do número de termos repetidos
na própria dízima.
Exemplificando:
0,444... ->
9
4
(4 no numerador e um 9 apenas por ser um algarismo só
repetido).
0,121212 ->
99
12
(12 no numerador e 99 por ser dois algarismos
repetidos).
Para fazer menção ao número de repetições após a vírgula, citou
calculadora e computador para que os alunos tivessem noção da quantidade de
armazenamento de dígitos após a vírgula na dízima.
Explicou ainda detalhadamente a dedução da fórmula da soma dos
termos de uma progressão geométrica infinita.
66
Ainda em 6 de novembro de 2009, das 11h25min., às 12h15min.,
participei da última aula no 1º ano do Ensino Médio “C”.
Novamente foi procedida a chamada.
A aula foi iniciada retomando o assunto da primeira aula do dia, com a
explicação da fórmula da soma dos termos de uma progressão geométrica infinita: S =
q
a
− 1
1
,
onde -1 < q < 1, novamente ressaltando a diferença entre a matéria anterior e a atual.
Foi passado aos alunos um exemplo para melhor assimilação da forma:
Calcular a soma dos termos da P.G. (
12
1
,
6
1
,
3
1
, ...).
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
¹
'
¹
· · · · ·
·
2
1
6
3
1
3
6
1
3
1
6
1
1
2
3
1
1
x
a
a
q
a

3
2
1
2
3
1
2
1
3
1
2
1
1
3
1
1
1
· · ·

·

· x
q
a
S
Este exemplo foi explicado detalhadamente. Ao término da explicação, a
professora perguntou à classe se havia alguma dúvida, mas ninguém se manifestou. A própria
professora fez o seguinte questionamento: “como o resultado é
3
2
se é uma P.G. infinita?”.
Em seguida foi explicado que o resultado tende a
3
2
, mas não é
3
2
.
Mais uma vez a classe foi questionada quanto a possíveis dúvidas.
Feita a explicação, foram passados os seguintes exercícios de
aprendizagem:
Determine a soma de cada P.G. infinita:
a) (
18
1
,
6
1
,
2
1
, ...)
b) (3, 1,
3
1
, ...)
c) (1,
100
1
,
10
1
, ...)
67
d) (100, 50, 25, ...)
e) (5, 1,
5
1
, ...)
f) (20, 10, 5, ...)
g) (-30, -10, -
3
10
, ...)
Foi concedido tempo para resolução dos exercícios, o que observei que
os que tentaram desenvolver, solicitaram ajuda da professora, sendo atendidos de imediato.
Faltando pouco tempo para o término da aula, a professora passou o cesto
de lixo em toda a sala, solicitando aos alunos que depositassem nele papel amassado, sobra de
apontador de lápis e afins.
68
Em 9 de novembro de 2009, das 7h às 8h40min., participei das duas
primeiras aulas no 1º ano do Ensino Médio “C”.
A professora procedeu a chamada, em silêncio, logo que adentrou à sala.
Havia 22 alunos presentes.
Foi solicitado aos alunos que levassem, organizados por fileiras, os
respectivos cadernos para visto, com os exercícios dados na aula anterior, devidamente
resolvidos. Pude perceber que uma minoria levou os cadernos, o que foi anotado no diário de
classe.
Após as vistas, procedeu a correção completa dos exercícios propostos,
cujo tema era “soma dos termos de uma P.G. infinita”.
Durante a resolução de cada exercício, a professora interagia com os
alunos solicitando que ditassem os enunciados dos mesmos; resolução essa feita passo a
passo, usando giz colorido para melhor entendimento dos alunos, sempre com boa entonação
de voz. Nessa etapa houve silêncio na sala e grande parte dos alunos prestou atenção na
resolução.
Um aluno comentou ser difícil o tema, ao que foi respondido pela
professora que não é difícil; assim como na matemática, como na vida, se virarmos as costas
para o que é difícil, não chegaremos a lugar algum.
Como é constante nas aulas dessa professora, a cada resolução
questionava a sala com relação à possíveis dúvidas.
Perguntou à classe quem estava errando algum passo da resolução dos
exercícios. Somente 2 alunos se manifestaram, os quais foram atendidos prontamente,
sanando suas dúvidas.
Aconselhou os alunos a tomarem nota de alguns detalhes sobre conceitos
passados anteriormente, necessários na resolução do tema atual, para estudos futuros.
Uma aluna ainda tinha dúvidas quanto à divisão envolvendo frações, no
tocante ao mínimo múltiplo comum. A professora explicou que essa etapa poderia ser
resolvida da maneira que a aluna achasse mais conveniente, da maneira que ela aprendeu.
Para essa explicação, a professora recorreu a todos os exercícios da lista, explicando passo a
passo cada um deles.
69
Ainda em 9 de novembro de 2009, das 8h40 às 9h30min., participei das
duas primeiras aulas no 1º ano do Ensino Médio “B”.
A chamada foi procedida, em silêncio, logo que a professora adentrou à
sala. Havia 25 alunos presentes.
A professora pediu para que um aluno que estava fora de seu lugar
respeitar o mapa de sala e voltar para seu lugar de origem.
Pediu silêncio à classe para fazer a correção da avaliação realizada
durante a aula anterior, cujo tema era soma dos termos de uma progressão geométrica infinita.
Questionou quais alunos haviam trazido o caderno nº 2.
Explicou para a classe sobre a mudança na ordem das matérias ocorrida
neste ano, sendo dada sequência antes de funções.
Explicou também como será a aplicação do provão do quarto bimestre,
dias 9, 10 e 11 de dezembro, sendo dia 9 de Línguas, 10 de Exatas e 11 de Humanas. Nos dias
14 e 15 de dezembro seria o Conselho de Classes e nos dias 16 e 17 de dezembro,
Recuperação. Nos dia 18 de dezembro será a formatura das oitavas séries e também dos
terceiros anos do ensino médio.
Foi apresentado aos alunos o significado da palavra Função:
dependência, exemplificando o uso da palavra no dia-a-dia dos alunos. Dentre os exemplos,
destaco:
- o uso da função em um posto de combustível, sendo que o preço a
pagar “depende” da quantidade de litros;
- em uma padaria, o valor a pagar “depende” da quantidade de pães
adquiridos.
Usou o conceito de Progressão Aritmética, aplicado em aulas anteriores
para explicar a dependência do termo AN em relação ao N da fórmula.
Para melhor entendimento dos alunos, escreveu um texto na lousa sobre a
idéia de função mostrando a dependência encontrada em vários lugares.
70
Em 10 de novembro de 2009, das 7 às 7h50min., participei da primeira
aula no 3º ano do Ensino Médio “D”.
A chamada foi procedida, em silêncio, logo que a professora adentrou à
sala. Havia 20 alunos presentes.
Foi comunicado aos alunos sobre o adiamento da prova do SARESP para
os dias 17, 18 e 19 de novembro de 2009.
Foi retomada a correção da atividade aplicada, para resolução em grupo,
no dia 28 de outubro de 2009, cujo tema era Notação Científica. Seguem:
1) Escrever em notação científica:
a) A capacidade de um grande computador para armazenar dados é de
500 bilhões de bytes.
500.000.000.000 = 5.10
11
b) O raio do átomo de oxigênio mede 66 bilionésimos de metro.
000 . 000 . 000 . 1
66
=
9
10
66
= 66.10
-9
= 6,6.10.10
-9
= 6,6.10
-8

Havia muita conversa enquanto a professora escrevia os enunciados dos
exercícios na lousa.
c) A superfície da Terra é de aproximadamente 510 milhões de km
2
.
5,1.10
8
2) Sabe-se que 1 metro equivale a 1 bilhão de nanômetros. Considerando
o diâmetro da Terra em 13.000 km, pergunta-se: quanto essa medida equivale em
nanômetros?
1km = 1000m
13000 = X
X= 13000.10
3
X= 13. 10
3
. 10
3
X= 13.10
6
= 1,3.10
7
m
71
1m = 1 bilhão de nanômetros
1m = 10
9
nanômetros
(1 bilhão = 10
9
)
1,3.10
7
m = 1,3.10
7
.10
9
= 1,3.10
16
nanômetros
Durante a explicação de cada exercício, havia silêncio entre os alunos. A
professora corrigiu a postura de um aluno em sua carteira. Foi explicada ainda, rapidamente, a
teoria de Notação Científica, mostrando o uso em cada exercício proposto. Foi usada nessa
etapa, teoria de potência de 10 e regra de três simples.
Baseada nas correções da folha de atividades apresentada pelos alunos,
comentou que percebeu ser as maiores dificuldades dos alunos era com relação à divisão
envolvendo números muito grandes e também em trabalhar com potência negativa.
Questionou a classe quanto a possíveis dúvidas durante a resolução dos
exercícios.
Na resolução da letra “b” do primeiro exercício, uma aluna apresentou
uma dúvida, que foi imediatamente sanada pela professora.
Avisou a classe que no dia seguinte seria aplicado trabalho sobre o
mesmo tema a ser feito individualmente.
72
Em 10 de novembro de 2009, das 11h25min às 12h15min., participei da
última aula no 1º ano do Ensino Médio “A”. Uma sala bem ampla, com ventilador e armário
para armazenamento de material didático.
Notei que a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola.
A professora procedeu a chamada, em silêncio, logo que adentrou à sala,
demonstrando que conhecia aluno por aluno daquela série. Havia 31 alunos presentes.
Por ser a mais numerosa das salas observadas, notei também ser a mais
barulhenta.
Foi cobrado dos alunos os exercícios propostos na aula anterior,
solicitando que a entrega fosse organizada por fileira. A cada aluno que entregava a atividade,
era procedida anotação no diário de classe. A maioria dos alunos entregou os exercícios
resolvidos.
Durante esse tempo, uma aluna passou o cesto de lixo na sala para
recolhimento dos restos de papeis e sobras de apontador de lápis.
A professora repreendeu a sala alertando sobre os alunos que copiaram os
exercícios de quem havia feito, só para ganhar um ponto. Isso foi percebido devido ao mesmo
erro ocorrer em vários cadernos. Silêncio total nesse momento. Foi advertido também que
fazer os exercícios em grupo é uma coisa, outra coisa é copiar de quem fez. Alertou também
sobre o fato dos alunos pensarem estar enganando a professora, o que estão enganados,
enganando a si próprios.
Avisou em alto e bom tom que durante a correção dos exercícios, se
houver conversa, retiraria o ponto dado.
Durante a resolução, interagia com a sala solicitando que enunciassem os
exercícios, cujo tema era “soma dos termos de uma progressão geométrica infinita”, os
mesmos aplicados aos alunos do 1º ano do Ensino Médio “D”, observados em 5 de novembro
de 2009.
Como de costume, a cada exercício corrigido, questionava a classe
quanto a possíveis dúvidas. E ao final da correção, mais uma vez questionou, mas ninguém se
manifestou.
Durante a explicação, a inspetora de alunos solicitou autorização para
que uma aluna a acompanhasse, o que foi permitido pela professora. A aluna retornou à sala
poucos instantes após sua saída.
Foi avisado aos alunos que na aula seguinte seria aplicada avaliação
formativa e que se alguém faltasse à aula, teria que apresentar atestado médico.
73
Em 11 de novembro de 2009, das 7 às 7h50min., participei da primeira
aula no 3º ano do Ensino Médio “D”.
A professora procedeu a chamada, em silêncio, logo que adentrou à sala.
Havia 22 alunos presentes.
Nesta aula foi aplicada atividade de caráter avaliatório cujo conteúdo
apresento:
1) Escreva em notação científica:
a) O vírus de uma gripe: 0,0000000022 m
b) Raio do próton: 0,00000000005 m
c) Massa de um estafilococo: 0,0000000001 g
2) Quantos prótons medem aproximadamente o mesmo que o vírus de
uma gripe?
Obs.: Lembre-se que o raio é a metade do diâmetro.
Esta atividade avaliatória deveria ser resolvida em sala e
individualmente, podendo ser consultado apenas o caderno.
Durante a aplicação da atividade a professora estava atenta à qualquer
tentativa de “cola” por parte dos alunos.
À medida que os alunos acabavam a atividade, entregavam as avaliações
que eram guardadas no diário de classe.
Acabada a aula, a professora recolheu as avaliações dos alunos mesmo
daqueles que não as terminaram.
74
ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL
Qual sua formação?
Resp.: Habilitação plena em Matemática. Habilitação em pedagogia com Administração.
Possui espacialização?
Resp.: Não possuo especialização.
Possui Pós graduação?
Resp.: Não possuo pós graduação.
Possui outros cursos de formação?
Resp.: Só os propostos pelo Governo do Estado.
Destaque os pontos fortes e fracos de sua formação.
Resp.: O ponto forte foi o aprendizado em Probabilidade e o ponto fraco, foi o aprendizado de
Geometria.
Quantos anos atua no Magistério? Atua ou atuou na Rede Pública? Quanto tempo? Atua ou
atuou na Rede Particular? Quanto tempo?
Resp.: Tempo de Magistério: 21 anos, sendo 5 na rede particular e 16 na rede pública.
Qual sua participação na Gestão escolar? Participou da elaboração da proposta pedagógica; na
escolha dos materiais didáticos?
Resp.: Somente participei da escolha do material didático.
Como elabora suas aulas?
Resp.: De acordo com as necessidades dos alunos e procurando respeitar os limites de cada
um.
Quais critérios usa para selecionar os conteúdos matemáticos?
Resp.: De acordo com o perfil de cada sala.
Sugestão para um futuro professor de Matemática.
Resp.: Aprender a trabalhar com atividades contextualizadas e de acordo com o cotidiano do
aluno.
75
ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO
Qual sua formação?
Resp.: Superior completo. Ciências com habilitação plena em Matemática (Ciências Ensino
Fundamental e Matemática Ensino Fundamental e Médio)
Possui espacialização?
Resp.: Não possuo especialização.
Possui Pós graduação?
Resp.: Não possuo pós graduação.
Possui outros cursos de formação?
Resp.: Relativos à área de Matemática somente alguns propostos pelo próprio Governo do
Estado. Não relacionados à área de Matemática, possuo curso de Inglês Básico (Wizard)
Destaque os pontos fortes e fracos de sua formação.
Resp.: Isso foi há muito tempo. Faltava-me maturidade, mas resolvi abraçar e o fiz com muito
zelo. Cursei em Fundação de Ensino Particular e existem estigmas com relação às
particulares.
Quantos anos atua no Magistério? Atua ou atuou na Rede Pública? Quanto tempo? Atua ou
atuou na Rede Particular? Quanto tempo?
Resp.: Tempo de Magistério – 20 anos. Mesmo tempo atuando na Rede Pública. Nunca atuei
na rede particular.
Qual sua participação na Gestão escolar? Participou da elaboração da proposta pedagógica; na
escolha dos materiais didáticos?
Resp.: A gestão escolar tem sido democratizada há alguns anos e isso contribui para uma
atuação mais significante do professor no que diz respeito a proposta pedagógica, bem como
na escolha de materiais didáticos entre outras ações. A participação se dá em equipe, quando
necessária, debatendo gestão versus professor e em alguns momentos gestão versus professor
versus aluno versus comunidade.
Como elabora suas aulas?
Resp.: As aulas são elaboradas de acordo com a matriz curricular proposta pelo governo do
Estado.
Quais critérios usa para selecionar os conteúdos matemáticos?
Resp.: Os conteúdos são selecionados pelo Governo do Estado (cadernos distribuídos aos
professores e alunos) que deverão compor a matriz curricular no próximo ano.
Sugestão para um futuro professor de Matemática.
Resp.: Para um futuro professor de Matemática e não só de Matemática. Se quiser ganhar
dinheiro, pense bem! Dê continuidade aos estudos para aulas em universidades, pois escolas
públicas e particulares têm salários pouco atraentes. O professor chega a lecionar em três
escolas, muitas vezes, para compensar financeiramente e acaba comprometendo a própria
qualidade do seu trabalho, pois conta com um nível de stress exagerado (locomoção, horários,
reuniões, aulas para preparar, provas para corrigir, etc). Se tiver ideal e gostar da arte de
ensinar: Ame seu trabalho e faça com o maior comprometimento possível. Sua recompensa
não deverá ser financeira, mas pessoal.
76
PLANO DE AULA ENSINO FUNDAMENTAL
Nome da Escola: Escola Estadual Pirassununga
Série: 8ª série do Ensino Fundamental
Turno: Vespertino
Número de Alunos: 25
Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Professor responsável pela sala de aula: Neca
Estagiário: Daverson
CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA
CONTEÚDO: Espaço e Forma
OBJETIVOS: Reconhecer, formular e interpretar características de figuras geométricas para
comunicar suas posições em uma construção.
ANOS: 4º e 5º
TEMPO ESTIMADO: Seis aulas
MATERIAL NECESSÁRIO: Seis coleções idênticas de figuras geométricas
tridimensionais, feitas de papel-cartão, com vários cubos e tipos de prismas e pirâmides, e seis
folhas de papel ofício branco.
DESENVOLVIMENTO:
1ª ETAPA Divida a classe em seis grupos, sendo três denominados A e os outros, B. Cada
grupo A fica associado a um B. Todas as equipes recebem uma coleção de dez sólidos. O time
A cria com eles uma construção sobre a folha branca sem que o B veja. Depois os alunos
elaboram uma mensagem para que os oponentes realizem uma construção idêntica. Mas nela
não pode haver desenhos. O grupo B tenta executar a tarefa sem fazer perguntas. Na primeira
rodada, espera-se que os esquemas não coincidam. Essa dificuldade inicial dará a deixa para
77
você organizar uma discussão sobre os equívocos das mensagens. Que figuras poderiam ter
sido escolhidas para não haver confusão? Que termos explicariam melhor a parte em que uma
está encostada na outra? Aproveite para recordar e estimular o uso dos nomes corretos e de
termos como arestas, vértices e faces. Promova uma síntese e anote em um cartaz alguns
combinados:
Dizer o nome da forma geométrica.
Descrever as características dos lados.
Indicar as faces das figuras que se tocam na construção.
Se a figura tiver pontas, deixar claro o lado para o qual ela aponta.
2ª ETAPA Repita o jogo em várias aulas, alternando as equipes que constroem e as que
fazem a montagem com base nas indicações. Antes de cada rodada, leia os combinados
anteriores.
AVALIAÇÃO
Faça uma construção com o material geométrico e peça que os alunos elaborem a mensagem
com as instruções necessárias para montá-la, verificando o uso dos termos ensinados. Solicite
também que eles comparem textos e elaborem algumas construções coletivas a partir delas.
78
PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO
Nome da Escola: Escola Estadual Pirassununga
Série: 3ª série do Ensino Médio
Turno: Matutino
Número de Alunos: 30
Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Professor responsável pela sala de aula: Ana Lúcia
Estagiário: Daverson
MODELAGEM TRIDIMENSIONAL
OBJETIVOS: Analisar os fundamentos geométricos envolvidos na impressão em 3D
INTRODUÇÃO: A impressora doméstica tridimensional tem tudo para se tornar o sonho de
consumo dos adolescentes. Mesmo que ainda esteja longe do almejado teletransportador do
seriado Jornada nas Estrelas, a engenhosa copiadora pode ser útil em diversas aplicações. A
novidade anunciada por VEJA encadeia-se naturalmente com parte da matemática utilizada
pelos programas de computador geradores de dados para impressão em 3D. O tema é
oportuno para a turma adquirir - ou rever - noções de modelamento matemático, geometria
plana e espacial, gráficos e geometria analítica.
ATIVIDADES
1ª aula: Após a leitura da reportagem com os alunos, verifique se o processo de produção de
cópias de objetos sólidos volumétricos foi compreendido e, se necessário, explique-o
novamente. Deixe claro que, com esse processo, obtém-se apenas um modelo do objeto,
produzido por seu fatiamento em camadas bem finas. Essas, impressas por deposição, fusão e
compressão de material plástico, ao serem sobrepostas, geram um objeto com volume. Quanto
maior o número de camadas, mais fiel será a reprodução.
Agora promova o levantamento das aplicações da nova impressora, seja em casa - para
reproduzir uma peça quebrada - ou em atividades profissionais diversas - como a modelagem
de próteses dentárias, a produção de modelos de estruturas moleculares etc.
79
2ª e 3ª aulas: Aborde a questão de como deve funcionar um programa capaz de fatiar um
objeto em camadas para serem enviadas uma a uma para a chamada impressora 3D. Discuta
com a classe a necessidade de conhecimentos básicos e avançados de geometria para criar os
modelos dos objetos na memória do computador. Distribua cópias do quadro abaixo para os
estudantes, organizados em grupos, e oriente a leitura das seqüências. Depois, vá explicando
tudo passo a passo. Relembre que uma das formas de representação de dados se faz pelo
armazenamento de elementos discretos do objeto a ser modelado. Outra opção é armazenar
regras relacionando as partes do objeto entre si.
Na primeira maneira, o objeto a ser representado é dividido em pedacinhos iguais. A
fidelidade da representação, nesse caso, é proporcional à quantidade de pedacinhos e
inversamente proporcional ao tamanho deles. Se, no lugar de um objeto volumétrico,
pensarmos numa figura plana, esse tipo de representação corresponderia a uma imagem do
tipo bitmap.
No segundo modo, as regras entre as partes não são nada além de equações (ou inequações)
que permitem construir o objeto. A fidelidade depende do ajuste das equações ao objeto
representado. Numa figura plana, esse tipo de representação corresponderia a um gráfico
vetorial. Compare os dois processos para diferentes objetos. Se, por exemplo, a imagem for
apenas uma circunferência, a representação vetorial será mais eficaz. Para construí-la, basta
definir e armazenar no computador o raio da circunferência (r) e a informação de sua equação:
r2 = x2 + y2, em que x e y são as coordenadas de seus pontos. Com esses dados, o
computador será capaz de reproduzir, sempre que solicitado, uma imagem bitmap da
circunferência.
Em vez das tais regras, é possível fazer uso de um scanner - ou digitalizador de imagens.
Nele, cada parte da circunferência é armazenada diretamente numa imagem bitmap. Em
figuras mais complicadas, como a face da Mona Lisa, de Da Vinci, o uso de equações é bem
mais complicado que a digitalização pura e simples. O mesmo critério vale para figuras
espaciais. Objetos tridimensionais ou volumétricos simples, como uma esfera, um cilindro ou
uma engrenagem, são bem representados por equações ou inequações, por meio de um
programa CAD (sigla de Computer Aid Design, ou projeto auxiliado por computador). Para
os mais complexos, como uma pétala de rosa, um sapo ou uma face humana, é melhor usar
um scanner 3D (volumétrico), como esses que são empregados para gerar efeitos especiais em
alguns filmes.
80
Saliente que, após ter um modelo do objeto na memória, seja representado por elementos
discretos ou por equações, é necessário fatiar essa representação e enviar cada fatia,
seqüencialmente, para a impressora 3D.
Observe que, no caso de uma representação por equações - como a da bola de boliche do
quadro abaixo -, o fatiamento corresponde a sucessivos cortes da bola de boliche por planos
paralelos, em cotas (alturas) diferentes. Com exceção dos furos de pegada para os dedos, a
forma ideal dessa bola é a esfera. A inequação x2 + y2 + z2 % r2 e o valor de r são suficientes
para definir a bola para o computador.
Uma revisão geral de conceitos envolvendo sistemas de coordenadas, geometria plana e
espacial, gráficos e geometria analítica pode ser iniciada com esta aula. Ressalte que a
Matemática é, fundamentalmente, uma linguagem sintética, poderosa e inequívoca que
permite expressar conceitos (substantivos) e relações entre eles (predicados). Assim, a
equação de uma esfera, uma circunferência, um plano ou uma reta é também um modelo de
entidades abstratas relacionadas ou não a entidades físicas.
É importante levar os jovens a compreender que uma bola de boliche não é exatamente uma
esfera. Se observarmos sua superfície com um microscópio poderoso, poderemos notar
rugosidades com saliências e reentrâncias, semelhantes às que apresentam os modelos gerados
pelas impressoras 3D. A resolução (ou definição) da bola de boliche original é dada pela
81
estrutura atômica microscópica do material de que ela é feita. Já na cópia tridimensional,
essas qualidades são ditadas pela granulosidade do plástico em pó e pela temperatura - entre
outros fatores. Reciprocamente, uma esfera é apenas uma representação aproximada e abstrata
de uma bola de boliche de verdade.
82
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao iniciar os trabalhos de observação, frequentando a sala dos
professores, local por mim enquanto aluno tido como a “Sala da Justiça” (fazendo um
comparativo com o desenho animado Super Amigos), pude perceber alguns gestos e atitudes,
por parte de uma minoria, não tão condizentes com a nobre função de educador.
Mas, graças a Deus, ao entrar em sala, tendo a sorte de estagiar com uma
professora que fora minha professora nos tempos de colegial. Vendo o carinho e respeito com
os quais ela trata cada aluno; vendo o profundo conhecimento detido por ela em torno da
matéria, me fez voltar ao passado, me sentindo um deles. Tudo exatamente como era na época
em que lá estudei.
No trabalho ora apresentado, cada faze de observação teve suas
particularidades. Como se pode perceber nos relatos, cada um deles envolveram várias
circunstâncias. Foram encontradas várias realidades, muita pluralidade, todas em torno de um
objetivo que é o APRENDER!
Uma particularidade com relação à 5ª série, observada por mim e depois
confirmada em conversa informal com a professora regente, é que os trazem consigo muito
ainda do primário. Tumultuam na hora de externar suas dúvidas, pedem pra ir ao banheiro
toda hora, o mesmo para beber água, etc. Já os alunos de 8ª série, pensam que já são adultos.
Se comportam como se já fossem veteranos do ensino médio. Uns chamam atenção dos
outros dizendo “isso é coisa de primário”. Mal sabem que estão pulando uma etapa muito boa
da vida...
Claro que nem todos estão imbuídos pelo mesmo ideal. É preciso separar
o joio do trigo. Mas, enquanto existir um aluno com dúvida, lá estará um professor!
É nesse caminho que pretendo trilhar meus passos. Que Deus me ajude e
meus amigos e familiares também!
83
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
http://revistaescola.abril.com.br/matematica/pratica-pedagogica/construcao-geometrica-
429059.shtml - acessado em 15 de novembro de 2009;
http://revistaescola.abril.com.br/ensino-medio/modelagem-tridimensional-427745.shtml -
acessado em 15 de novembro de 2009;
Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1966, que estabelece as Diretrizes e Bases da
Educação nacional;
Lei Federal nº 6.494, de 7 de dezembro de 1977, que dispõe sobre os estágios de estudantes;
Decreto Federal nº 87.497, de 18 de agosto de 1992, que regulamenta a Lei Federal nº 6.494,
de 7 de dezembro de 1977;
NAME, Miguel Asis – Tempo de Matemática – 5ª Série. Editora do Brasil S/A;
NAME, Miguel Asis – Tempo de Matemática – 8ª Série. Editora do Brasil S/A;
SILVA, Claudio Xavier; e, Filho, Benigno Barreto – Matemática Aula por Aula Volume
Único – Ensino Médio. Editora FTD.
84
CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA
DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
Pirassununga, 22 de November de 2011
85
DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III

Relatório parcial apresentado ao Curso de
Licenciatura em Matemática da FATECE,
Faculdade de Tecnologia, Ciências e Educação
de Pirassununga, São Paulo, para a disciplina
Estágio Supervisionado III.
Data: 22 de November de 2011
_____________________________________
Supervisor de Estágio
Profª Ms. Lucas F. R. dos Santos Garcia

Pirassununga, 22 de November de 2011
86
DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho a meus amigos e familiares, especialmente minha mãe e minha
esposa que sempre me apoiaram, estiveram presentes em toda minha caminhada acadêmica e
sempre acreditaram em meu potencial, incentivando-me na busca de novas realizações.
87
AGRADECIMENTOS
Agradeço a Deus por me dar o dom da vida, força interior e a coragem para concluir
este trabalho, e principalmente a perseverança de não desistir nunca.
88
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO.................................................................................06
RELATÓRIO DE REGÊNCIA NA FACULDADE............................................................07
RELATÓRIO DE REGÊNCIA NO ENSINO MÉDIO.......................................................14
AVALIAÇÃO DA REGENTE SOBRE A AULA APLICADA..........................................21
CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................................................22
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..................................................................................24
89
FATECE - PIRASSUNUNGA
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE MATEMÁTICA
ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
PROFESSORES: Lucas F. R. dos Santos Garcia
Maísa Maganha Tuckmantel
Pirassununga, 22 de Novembro de 2011.
DE DAVERSON ANTONIO GONÇALVES
À Coordenação do Estágio Supervisionado
Assunto: Apresentação de Relatório
Em atendimento às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado, submeto à
apreciação de V. Sª. o relatório das atividades observadas e desenvolvidas no período de
Estágio de Matemática compreendido entre fevereiro a junho do corrente ano na Escola
Estadual “Pirassununga” na cidade de Pirassununga, Estado de São Paulo.
Atenciosamente,
Estagiário
90
RELATÓRIO DE REGÊNCIA NA FACULDADE
No dia 6 de março de 2010, como parte da terceira fase do estágio
supervisionado, foi ministrada por este estagiário uma aula sobre Fatorial, Números
Binomiais e Binômio de Newton, na Faculdade de Tecnologia, Ciência e Educação, conforme
plano de aula, o qual transcrevo abaixo:
PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO
Data: 6 de março de 2010
Disciplina: Matemática
Estagiário: Daverson
CONTEÚDO: Fatorial, Números Binomiais e Binômio de Newton.
OBJETIVOS: Desenvolver nos alunos um grau satisfatório de maturidade matemática;
Desenvolver conhecimento dos coeficientes binomiais e suas propriedades, importantes para o
desenvolvimento de técnicas de contagem.
TEMPO ESTIMADO: 50 minutos.
MATERIAL NECESSÁRIO: Livro didático como material de apoio.
METODOLOGIA:
• A fim de observar o conhecimento de cada aluno em relação à matéria, começar a aula
expositiva relembrando fatoração;
• Apresentar algumas aplicações sobre Fatorial;
• Definir o conceito de Fatorial;
• Aplicar alguns exemplos sobre Fatorial para melhor absorção da matéria pelos alunos;
• Aplicar mais alguns exemplos sobre Fatorial conclamando os alunos a resolvê-los na
lousa, com o intuito de desinibi-los, auxiliando no que for necessário;
• Aplicar exercício sobre Fatorial motivando algum aluno a ir resolvê-lo na lousa;
91
• Definir o conceito de Propriedade Fundamental de Fatorial;
• Aplicar alguns exemplos sobre Propriedade Fundamental de Fatorial para melhor
absorção da matéria pelos alunos;
• Aplicar mais alguns exemplos sobre Propriedade Fundamental de Fatorial
conclamando os alunos a resolvê-los na lousa, auxiliando no que for necessário;
• Aplicar exercício sobre Propriedade Fundamental de Fatorial motivando algum aluno
a ir resolvê-lo na lousa;
• Definir o conceito de Números Binomiais;
• Aplicar alguns exemplos sobre Números Binomiais para melhor absorção da matéria
pelos alunos;
• Aplicar mais alguns exemplos sobre Números Binomiais conclamando os alunos a
resolvê-los na lousa, auxiliando no que for necessário;
• Aplicar exercício sobre Números Binomiais motivando algum aluno a ir resolvê-lo na
lousa;
• Definir o conceito de Binômio de Newton;
• Aplicar alguns exemplos sobre Binômio de Newton para melhor absorção da matéria
pelos alunos;
• Aplicar mais alguns exemplos sobre Binômio de Newton conclamando os alunos a
resolvê-los na lousa, auxiliando no que for necessário;
• Aplicar exercício sobre Binômio de Newton motivando algum aluno a ir resolvê-lo na
lousa.
Utilizar as cores de giz disponíveis durante as explicações para melhor visualização do
conteúdo por parte dos alunos.
AVALIAÇÃO: A avaliação será feita no transcorrer de toda a aula, levando em conta a
participação dos alunos na exemplificação do conteúdo, bem como na resolução dos
exercícios propostos; Atentar para as conversas paralelas durante a aula.
92
FATORIAL
Fatoração: decomposição de um número em vários fatores.
30
∣15
∣5
∣1
¿
}

¿
∣2
∣3
∣5
∣2x3x5
PARA QUE SERVE? ONDE APLICAR?
É uma ferramenta muito útil em estudos de probabilidades e análise
combinatória.
Definição: Para n Ν ∈ , define-se n! (lê-se: “ n fatorial ou fatorial de n”)
como sendo:
n! = n x (n-1) x (n-2) x ... 1, se n ≥ 2
Exemplos:
a) 6! = 6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 720
b) 7! = 7 x 6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 5.040
c) 2! = 2 x 1 = 2
d) 0! = 1
e) 1! = 1
PROPRIEDADE FUNDAMENTAL
Definição: n! = n x (n-1)! ∀n ∈ Ν
*
93
EXEMPLOS
a) 5! = 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 120
b) 4! = 4 x 3 x 2 x 1 = 24
c) 3! = 3 x 2 x 1 = 6
Os exemplos acima, pela propriedade fundamental, podem ser escritos da
seguinte forma:
a) 5! = 5 x 4!
b) 4! = 4 x 3!
c) 3! = 3 x 2!
EXERCÍCIOS
a)
! 6
! 8
b)
! 5 ! 6
! 8
+
c)
! 5 ! 6
! 6 ! 8
+

NÚMEROS BINOMIAIS
Considere 2 números naturais n e p, de modo que p ≤ n. Assim, por
definição temos:

,
`

.
|
p
n
=
)! ( !
!
p n p
n

94
Onde:
n = numerador
p = denominador ou classe do número binomial

,
`

.
|
p
n
= “número binomial de classe p do número n” ou “ número binomial n sobre p”
EXEMPLOS
a)

,
`

.
|
3
8
b)

,
`

.
|
6
6
95
c)

,
`

.
|
2
6
PROPRIEDADES DOS NÚMEROS BINOMIAIS
1) BINOMIAIS COMPLEMENTARES
Os números binomiais

,
`

.
|
p
n
e

,
`

.
|
q
n
de mesmo numerador são
complementares quando p + q = n.
Exemplos:
a)

,
`

.
|
3
5

,
`

.
|
2
5
96
b)

,
`

.
|
4
7

,
`

.
|
2
7
2) Os números binomiais

,
`

.
|
p
n
e

,
`

.
|
q
n
são iguais se, e somente se, os denominadores forem
iguais ou forem complementares:

,
`

.
|
p
n
=

,
`

.
|
q
n

¹
¹
¹
'
¹
· +
·
n q p
o u
p p
EXEMPLOS
97
a)

,
`

.
|
7
1 2
=

,
`

.
|
7
1 2
⇒ p = q
b)

,
`

.
|
5
1 2
=

,
`

.
|
7
1 2
⇒ p + q = n
3) RELAÇÃO DE STIFEL
A soma de dois números binomiais de mesmo numerador e
denominadores consecutivos é um número binomial cujo numerador possui uma unidade a
mais que os numeradores das parcelas e o denominador é o maior dos denominadores das
parcelas.

,
`

.
|
p
n
+

,
`

.
|
+ 1 p
n
=

,
`

.
|
+
+
1
1
p
n
EXEMLOS
98
a)

,
`

.
|
5
9
+

,
`

.
|
6
9
b)

,
`

.
|
6
8
+

,
`

.
|
7
8
TRIÂNGULO DE PASCAL
A determinação de números binomiais pode ser obtida por meio de um
dispositivo prático chamado triângulo de Pascal, que é construído com base na teoria e
propriedade dos números binomiais.
Podem-se verificar no triângulo de Pascal as seguintes propriedades:
1ª) Um cateto e a hipotenusa do triângulo de Pascal são formados por 1.
2ª) Em cada linha os termos equidistantes dos extremos são iguais.
99
3ª) A soma de dois elementos consecutivos de uma linha é igual ao elemento da linha
seguinte, imediatamente abaixo da segunda parcela da soma.
4ª) A soma dos elementos de cada linha do triângulo é uma potência de 1, cujo expoente é o
número da linha.
BINÔMIO DE NEWTON
Supondo um número natural n, podemos considerar a seguinte
expressão:
100
RELATÓRIO DE REGÊNCIA NO ENSINO MÉDIO
No dia 25 de maio de 2010, como parte da terceira fase do estágio
supervisionado, foi ministrada por este estagiário uma aula sobre Fatorial e Números
Binomiais, na terceira série do Ensino Médio da Escola Estadual Pirassununga, conforme
plano de aula, o qual transcrevo abaixo:
PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO
Data: 25 de maio de 2010
Disciplina: Matemática
Estagiário: Daverson
CONTEÚDO: Fatorial e Números Binomiais
OBJETIVOS: Desenvolver nos alunos um grau satisfatório de maturidade matemática;
Desenvolver conhecimento dos coeficientes binomiais e suas propriedades, importantes para o
desenvolvimento de técnicas de contagem.
TEMPO ESTIMADO: 50 minutos.
MATERIAL NECESSÁRIO: Livro didático como material de apoio.
METODOLOGIA:
• Definir o conceito de Fatorial;
• Aplicar alguns exemplos sobre Fatorial para melhor absorção da matéria pelos alunos;
• Aplicar mais alguns exemplos sobre Fatorial, resolvendo-os na lousa, solicitando
ajuda dos alunos;
• Apresentar algumas aplicações sobre Fatorial;
• Definir o conceito de Números Binomiais;
• Aplicar alguns exemplos sobre Números Binomiais para melhor absorção da matéria
pelos alunos;
• Aplicar mais alguns exemplos sobre Números Binomiais, resolvendo-os na lousa,
solicitando ajuda dos alunos;
101
Utilizar as cores de giz disponíveis durante as explicações para melhor visualização do
conteúdo por parte dos alunos.
AVALIAÇÃO: Fornecer lista de exercícios relacionados ao tema, concedendo tempo para
resolução dos mesmos, auxiliando os alunos, caso necessário for. Após, corrigindo-os na
lousa.
O tempo estimado da aula, 50 minutos, foi suficiente para realização total
do plano de aula, definindo o conceito de Fatorial e de Número Binomial, explicando cada
situação na lousa, conclamando os alunos a participarem da aula, interagindo durante a
explicação.
A aula foi iniciada com a introdução do conceito de Fatorial, cujo
conteúdo segue abaixo:
Seja n um número qualquer Ν ∈ e n ≥ 2, temos:
n! = n x (n-1) x (n-2) x ... 1, onde
- a leitura do símbolo n! é “n fatorial”;
- n! é o produto de todos os números naturais de 1 até n;
- estendendo a definição: 0! = 1 e 1! = 1
EXEMPLOS:
a) 2! = 2 x 1 = 2
b) 3! = 3 x 2 x 1 = 6
c) 4! = 4 x 3 x 2 x 1 = 24
d) 5! = 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 120
EXERCÍCIOS
a) 6! = 6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 720
b) 2! + 3! = 2 x 1 + 3 x 2 x 1 = 2 + 6 = 8
c) 0! x 5! = 1 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 120
102
d)
! 2
! 3
=
3
1 2
1 2 3
·
x
x x
e) 3! – 2! = 3 x 2 x 1 - 2 x 1 = 6 – 2 = 4
f)
! 3
! 3
=
1
1 2 3
1 2 3
·
x x
x x
A explicação se deu aplicando os exemplos acima descritos,
conclamando os alunos a participarem da resolução, fato este que de uma maneira natural e
interativa, prendeu a atenção dos alunos.
Da mesma maneira, os exercícios propostos foram resolvidos na lousa,
com a participação dos alunos.
Após a explicação do conceito, exemplificação e aplicação de alguns
exercícios, sanando possíveis dúvidas, foram concedidos aos alunos alguns minutos para a
resolução de exercícios propostos, como forma de avaliação, a título de “exercícios
complementares”, os quais transcrevo:
1) EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES:
a) 0!
b) 1!
c) 7!
d) 1! + 4!
e) 4! – 2!
f) 2! x 3!
g)
! 6
! 8
Os mesmos procedimentos foram usados na abordagem sobre Número
Binomial, cujo conteúdo segue:
103
Se n e p são dois números naturais, com n ≥ p, chama-se número
binomial de classe p ao número

,
`

.
|
p
n
dado por:

,
`

.
|
p
n
=
)! ( !
!
p n p
n

EXEMPLOS
a)
15
2
30
2
5 6
! 4 2
! 4 5 6
! 4 ! 2
! 6
)! 2 6 ( ! 2
! 6
2
6
· · · · ·

·

,
`

.
| x
x
x x
x
b)
4
! 1 ! 3
! 3 4
! 1 ! 3
! 4
)! 3 4 ( ! 3
! 4
3
4
· · ·

·

,
`

.
|
x
x
x
EXERCÍCIOS
a)
6
2
12
! 2 2
! 2 3 4
! 2 ! 2
! 4
)! 2 4 ( ! 2
! 4
2
4
· · · ·

·

,
`

.
|
x
x x
x
b)
10
2
20
! 2 ! 3
! 3 4 5
! 2 ! 3
! 5
)! 3 5 ( ! 3
! 5
3
5
· · · ·

·

,
`

.
|
x
x x
x
EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES:
a)

,
`

.
|
4
5
104
b)

,
`

.
|
6
7
c)

,
`

.
|
8
10
Dos exercícios complementares aplicados aos alunos, seguem alguns
digitalizados:
105
106
107
108
AVALIAÇÃO DA REGENTE SOBRE A AULA APLICADA
Durante o transcorrer da aula, foi solicitado à professora titular da sala
que fizesse uma avaliação sobre os aspectos positivos e negativos da mesma. Eis suas
palavras:
Aspectos positivos: “prendeu atenção da sala, tem didática e é
carismático. Andou na sala de aula, muito bom!”.
Aspectos negativos: “ficar de costas para os alunos enquanto escreve
na lousa”.
Quando da entrega da referida avaliação, de uma forma bem tranqüila e
aconselhadora, a professora disse que somente com a continuidade das aulas, ou seja, a
docência em si, é que se pode aprender na prática o que é ser professor.
109
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A aula aplicada na faculdade serviu como experiência, porém, foi
aplicada dentro de uma realidade diferente da encontrada no Estado, bem como em escolas
particulares.
Todos os exemplos sobre os assuntos abordados foram aplicados na
lousa, conclamando os alunos a ajudar na resolução, tornando a aula dinâmica e participativa.
O tempo de duração da aula não foi suficiente para aplicação de todo o
conteúdo preparado, dada a complexidade de alguns tópicos. Não foi possível aprofundar
sobre o tema Binômio de Newton, sendo apenas explanando o conceito.
Em relação à regência em sala de Ensino Médio, ao solicitar autorização
à professora titular da sala, bateu certa insegurança e medo. Porém, tudo passou ao entrar na
sala de aula e ser tão bem acolhido pela regente e pelos alunos.
Os momentos vividos durante esse primeiro contato com os futuros
“companheiros de trabalho” serviram para se ter uma primeira impressão do que o futuro
reserva.
Da maneira com que a aula foi conduzida, muito mais uma troca de
experiência do que um ensino propriamente dito fez com que tudo se transcorresse
naturalmente e de forma bem interativa.
Um fato marcante desta experiência foi no momento de vistar os
cadernos dos alunos, uma exigência escolar de agora, ao agradecer a colaboração dos
mesmos, alguns agradeceram a aula dada e outros ainda arriscaram: volte sempre professor!
A preocupação com a preparação da aula a ser ministrada na faculdade
foi maior do que a aula no ensino médio. Apesar de os assuntos serem complexos, não
apresentaram maiores dificuldades na elaboração da aula, pois foram consultadas várias
bibliografias e coletados materiais de vários autores, o que facilitou os trabalhos. A
preocupação se deu, pois o tema seria aplicado aos pares, ou seja, alunos do mesmo nível de
aprendizado ou superior até.
Para aplicar a aula no ensino médio, houve necessidade de reduzir o
plano de aula à realidade dos alunos, pois alguns assuntos abordados foram de nível superior,
portanto, impróprios para a ocasião.
Quanto ao aspecto didático não foram encontradas maiores dificuldades,
devido à experiência vivida na faculdade, visto que ao final da aula dada o professor
coordenador do estágio teceu comentários sobre seus aspectos positivos e negativos, dando
110
dicas e sugestões de como proceder perante os alunos do ensino médio, que foram de muita
valia para que se conseguisse o resultado desejado.
A experiência vivida e adquirida durante todo o desenvolvimento dessa
fase do estágio supervisionado foi tão significativa, ao ponto de servir como motivo de
afirmação para a carreira escolhida.
111
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
IEZZI, Gelson; Dolce, Osvaldo; Teixeira, José Carlos; Machado, Nilson José; Goulart,
Márcio Cintra; Castro, Luiz Roberto da Silveira; e, Machado, Antonio dos Santos –
Matemática 1 – 2º Grau – 2ª Série. Atual Editora Ltda.;
LEMOS, Aluisio Andrade; Higuchi, Fiderico; Fridman, Salomão – Matemática – Série
Sinopse – Editora Moderna;
SILVA, Claudio Xavier; e, Filho, Benigno Barreto – Matemática Aula por Aula Volume
Único – Ensino Médio. Editora FTD.
112

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Pirassununga, 22 de November de 2011 DAVERSON ANTONIO GONÇALVES

ESTÁGIO SUPERVISIONADO I

Relatório parcial apresentado ao Curso de Licenciatura em Matemática da FATECE, Faculdade de Tecnologia, Ciências e Educação de Pirassununga, São Paulo, para a disciplina Estágio Supervisionado I. Data: 22 de November de 2011 _____________________________________ Supervisor de Estágio Profº Ms. Lucas F. R. dos Santos Garcia _____________________________________ Coordenadora de Estágio Supervisionado Profª Dra. Maísa Maganha Tuckmantel

Pirassununga, 22 de November de 2011

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DEDICATÓRIA
Dedico este trabalho a meus amigos e familiares, especialmente minha mãe e minha esposa que sempre me apoiaram, estiveram presentes em toda minha caminhada acadêmica e sempre acreditaram em meu potencial, incentivando- me na busca de novas realizações.

4 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus por me dar o dom da vida. força interior e a coragem para concluir este trabalho. e principalmente a perseverança de não desistir nunca. .

..............................................................................07 Caracterização do ambiente escolar.....................................................................................................................................13 Associação de Pais e Mestres.............................................................................................................................................................23 Da avaliação do rendimento escolar........................................20 PROJETOS........................................................................28 Frequência e Compensação de Ausências.....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................14 Avaliação da Proposta..07 FUNCIONAMENTO DA ESCOLA.......................................................................................12 Equipe de Gestão...........09 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA......28 PLANOS DE CURSOS...............................................................28 Progressão Parcial....................31 A MATEMÁTICA...........38 ....................................................................................................................................................07 APRESENTAÇÃO DA ESCOLA...........................................................................................................................5 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO................................................................................22 Da avaliação do ensino e da aprendizagem...12 Corpo docente......................................................................................................................................................................................................................28 Retenção Parcial.......................... correção e critérios de avaliação.........34 HTPC – Horas de trabalho pedagógico coletivo...............................33 Do Ensino Médio.........................................................................22 Processo de avaliação.......................................13 Conselho de Escola.....................................................14 Conselho de Classe e série – Ciclos...................................................................................................................................................31 Objetivos Gerais da Disciplina.......................................................................................................................14 A PROPOSTA PEDAGÓGICA..........................................................33 Do Ensino Fundamental......................................................................................26 CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO............................................................................................................................................06 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR.......................................................07 História...................................................................24 Da elaboração........................................21 PLANO DE ENSINO................29 Ensino Fundamental............................................................................................13 Grêmio Estudantil.....36 Reunião de Pais................................................................................31 PLANO DE ENSINO..........................................................................26 Processo de recuperação......................................................................................................................................28 Ensino Médio............................................................................................................................................

Estagiário .6 FATECE . Atenciosamente.PIRASSUNUNGA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE MATEMÁTICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO I PROFESSORES: Lucas F. Sª. submeto à apreciação de V. dos Santos Garcia Maísa Maganha Tuckmantel Pirassununga. Estado de São Paulo. R. o relatório das atividades observadas e desenvolvidas no período de Estágio de Matemática compreendido entre fevereiro a junho do corrente ano na Escola Estadual “Pirassununga” na cidade de Pirassununga. 22 de Novembro de 2011. DE DAVERSON ANTONIO GONÇALVES À Coordenação do Estágio Supervisionado Assunto: Apresentação de Relatório Em atendimento às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado.

Regime: Progressão Continuada Ensino Médio Organização: Anual Duração: 3 anos Período de Funcionamento: Manhã das 7 às 12h20min. Regime: Progressão Parcial No período noturno. Noite das 19 às 23 horas. nº 325 – Centro 13630-010 – Pirassununga-SP Telefones: (19) 3561-9148. com barrados. O prédio é de estrutura antiga. florões e ornamentos. 3561-3681.7 IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR Escola Estadual Pirassununga Rua José Bonifácio. dividido em três pavimentos com salas de aula bem amplas. Tarde das 12h40min às 18 horas. o que proporciona condições muito favoráveis ao educando no processo ensino-aprendizagem.441 Código FDE / do prédio: 05. ventiladores e grandes janelas. APRESENTAÇÃO DA ESCOLA Caracterização do ambiente escolar A Escola Estadual “Pirassununga” está instalada no atual edifício desde no ano de 1918. dando-se preferência ao educando trabalhador.46. arejadas.br Código CIE: 021.sp. 3561-3823 / Fax: 3561-8917 Email: e021441a@see. das 7 às 16 horas. porém de uma belíssima arquitetura. .gov.101 / do convênio: 727 FUNCIONAMENTO DA ESCOLA Ensino Fundamental / Escola de Tempo integral (de 5ª a 8ª séries) Organização: Anual Período Integral: 9 horas Duração: 4 anos Período de Funcionamento: Integral (9 horas). o atendimento é para educandos de 1ª a 3ª séries do ensino médio.

• 3 aparelhos de Dvd. O prédio ainda conta com um Anexo. O andar térreo abriga a secretaria escolar. O 1º pavimento abriga sete salas de aula. sanitários masculinos e femininos. uma sala de informática com móveis apropriados. Então. O 2º pavimento abriga dez salas de aula. com isso há todo tipo de classe social. com cobertura para maior conforto dos praticantes de modalidades esportivas. sete salas de aula. abarca todos os setores da cidade. . • 4 Retroprojetores. Atualmente encontrase em processo de construção a quadra poliesportiva. composto do laboratório de química. os seguintes recursos/materiais pedagógicos à disposição para serem utilizados pelos docentes nas aulas: • 3 televisões. um galpão coberto. três salas com armários para os professores sala com recursos audiovisual. portanto. • recursos específicos para cada área do conhecimento (mapas. globos. laboratórios etc. laboratório de física. é importante que a escola assuma a valorização da bagagem social que os educandos trazem e os ajude a superar as dificuldades individuais que são trazidas por cada um e propicie a esses jovens de diferentes grupos sociais o acesso ao saber. • 5 rádios com CD Player. a sala da coordenadora pedagógica. Há ainda. uma sala de artes. de fácil localização e acesso. • área de educação física equipada com materiais esportivos. em área predominantemente comercial. a sala dos professores. 15 microcomputadores e 1 scaner de mesa. entre as Ruas Siqueira Campos e Prudente de Moraes. Devido à sua localização central.). a portaria da escola. sendo uma de 20’’ e duas de 29’’. o belíssimo salão nobre e os sanitários masculino e feminino. três almoxarifados. a sala da direção escolar. duas salas de aula. A Escola tem uma clientela muito diversificada. com poucas casas de morada. a biblioteca com vasto acervo literário. a sala de suporte técnico. seis sanitários. Atualmente estão matriculados aproximadamente 144 educandos no Ensino Fundamental e outros 590 no Ensino Médio. • 2 máquinas de xérox. duas salas de Educação Física. cozinha e refeitório.8 Localiza-se com frente para a Rua José Bonifácio.

Relatam. As notícias dos jornais da época relatam os primeiros passos da instalação da escola. Próxima à Escola está instalada a Câmara Municipal de Pirassununga.E. A educação neste período era centrada na disciplina. Em 1937.530. nas sabatinas. Pirassununga compreendemos um pouco da trajetória do ensino brasileiro a partir da década de 1910. de três. os acontecimentos. Era uma escola elitista e excludente. oficialmente inaugurada no dia 11 de junho de 1911. em pomposas solenidades por toda a cidade. 0 Estado criou uma nova Escola Complementar em Pirassununga. ainda. Após a queda de Vargas em 1945. o coronel faleceu em 1912 sem poder ver a sua construção. nas correções e ditados. A organização da Escola Normal foi oficializada pelo Decreta-Lei nº 8. então prefeito municipal. de quatro anos. que foi a seguir. O Ensino Normal foi urna concretização das reivindicações da comunidade. as leis. há a reorganização do curso secundário que passa a ser constituído do ginásio. Fernando Costa sucessor do Coronel Franco na Prefeitura tudo fez para que a Escola Normal continuasse em Pirassununga.9 A função da escola é de proporcionar todo um conjunto de práticas préestabelecidas com o propósito de formar cidadãos conscientes. nas provas. História Ao conhecer a História da E. têm uma ligação direta com as lutas de poder. para a conquista da Escola Normal para a cidade. a Biblioteca Municipal “Chico Mestre”. os esforços do Coronel Manuel Franco da Silveira. o Dr. de nível secundário. as manobras da política estadual no sentido de paralisar as obras de construção. tratava-se de um curso de três anos. Em 30 de dezembro de 1910. a participação do Estado na Educação e a valorização profissional do magistério. que estabelecia as . transformada em Escola Primaria e finalmente em Escola Normal. nos exames. o aumento de instituições de Ensino Médio. há a expansão do sistema escolar para o atendimento a um número cada vez maior de educandos e. o Paço da Prefeitura Municipal de Pirassununga. e do colegial. Educandos de todas as cidades e vilarejos vizinhos utilizam o trem da Companhia Paulista de Estrada de Ferro para atingir a cidade. responsáveis pela formação do professor primário. o 13º Regimento de Carros de Combate e a Santa Casa de Misericórdia. 0 início da ditadura de Getúlio Vargas. de 2 de janeiro de 1946. dividido em curso clássico e científico. as realizações em quase um século de existência da instituição. Em 1914 a escola continua funcionando no prédio provisório e acontece a 1ª formatura de professores com 35 formandos.

os campeonatos esportivos. que ampliou a obrigatoriedade do ensino de quatro para oito anos e acabou com as escolas normais. Organização Social Política Brasileira (OSPB) no Ensino Médio e Estudos de Problemas Brasileiros (EPB) no Superior. Em 1968. Nesse período deu-se a grande expansão na demanda escolar. E no período mais cruel da ditadura militar que e instituída a Lei 4. A nova Constituição de 1967 estabelece a obrigatoriedade do ensino ate os 14 anos. e inaugurado o Anexo. é época de grandes solenidades com apresentações de ginástica e desfiles cívicos. um prédio de três pavimentos com 18 salas de aula. impulsionada pela larga migração da zona rural e nossa unidade atende mais de 3. do qual participou toda a comunidade. em 1961. que padronizou a denominação dos Estabelecimentos Escolares de Estado. o curso científico e clássico e é criado o colegial e as habilitações profissionais. o Baile comemorativo. Em 1953 a escola e transformada em Instituto de Educação Pirassununga. que foi construído nos fundos da escola para ampliação de suas instalações.980) e principalmente o desfile “Marche aux Flambeau”. Em 1962. colegial e normal. Em 1964.10 finalidades do ensino normal: prover a formação do pessoal docente necessário às escolas primarias e habilitar administradores escolares. passando a ministrar Cursos de Aperfeiçoamento e Especialização em Educação Pré-Primária. Em decorrência da Resolução SE nº 23 de 28 de julho de 1976. as luzes da cidade foram apagadas e todos empunhavam tochas chinesas. o Brasil enfrentava o inicio da ditadura militar. As atividades do Grêmio da escola (Grêmio VI de Agosto) são interrompidas. uma comissão de professores e exeducandos organizou e publicou em parceria com empresários locais um álbum com 120 páginas que preservaram através de fontes iconográficas e textuais os 50 anos de história da unidade. as inaugurações dos Museus de Sociologia e do Museu Histórico e Pedagógico Dr. O regime militar impõe o civismo na educação. passou a ser denominada Escola . diversas salas de administração. Aconteceu também uma semana de festejos. a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. o Decreto-Lei 477 cala os estudantes e a União Nacional dos Estudantes (UNE) é proibida de funcionar. Foi criada. com capacidade para 1200 pessoas. Fernando Costa (foi criado em 1958 pelo decreto nº 33. em 1971. um salão-auditório. Em 1969 são instituídas as disciplinas de Educação Moral e Cívica no primário. galpão e sanitários. que duraria ate 1985. ginasial.000 educandos de ensino primário.024. com a participação de mais de 2000 educandos. entre as inúmeras solenidades destacaram-se: as apresentações do orfeão do Instituto. Por ocasião do Jubileu de Ouro. então na escola a Habilitação em Magistério.

No feriado de 21 de abril de 1981 aconteceu o que estava previsto . É um período de muito trabalho para o gestor. Em 1999 a vinculadora passa a ser a E.o trágico incêndio que destruiu parcialmente o prédio.9394/96) em 2001 ele passa a ser Curso Técnico em Enfermagem em Ensino Pós Médio que foi extinto em 2004. Em 1981 a Profa. Manoel J. Maria Lucia Rodrigues. Em 1988. o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico. Em 1991 o então Governador Luis Antonio Fleury Filho institui pelo Decreto nº 34. Em 1978 foi autorizado o funcionamento da Habilitação Profissional de Técnico em Enfermagem e em consonância a nova legislação (LDB . com carga horária docente composta de 26 horas aulas e 14 horas atividades. em 1993. Dr. Arqueológico.E. o que muito contribuiu para que se recuperasse o padrão de qualidade de ensino. Vieira de Moraes. Ha a reorganização da rede física e a escola passa a ser denominada Escola Estadual Pirassununga. com caixa de custeio para financiar projetos. Paralelamente aos trabalhos de restauração do prédio. A escola passa fazer parte do projeto de Escola Padrão. Em 11 de junho de 1983 e reinaugurado o prédio. Artístico e Turístico do Estado (CONDEPHAAT) foi autorizado pelo Secretário de Estado da Cultura a tombar o edifício como Monumento Histórico de Interesse Cultural. porém a administração continua vinculada a direção da escola.11 Estadual de Primeiro e Segundo Graus Pirassununga. são duas unidades distintas para gerir. após cessão de uso pelo Conselho de Escola. os educandos do CEFAM foram abrigados em prédio próprio localizado a 2 km de distância. todo restaurado como quando sua construção. com coordenadores de curso e de área. Em 1984 após grande polêmica divulgada pela imprensa local a Delegacia de Ensino de passa a ser sediada no prédio anexo.035 o Projeto Educacional “Escola Padrão” com uma estrutura funcional diferenciada. Em 1994. A imprensa local da ampla divulgação sobre os riscos de um incêndio. O Projeto de Escola-Padrão enfrentou resistências dentro da própria rede estadual porque criou entre os professores e demais funcionários uma casta de “privilegiados”. Em 1995 com a posse do Governador Mario Covas o Projeto foi abandonado. e implantado o Centro Especifico de Formação e Aperfeiçoamento do Magistério (CEFAM). oficializa a autoridades estaduais e municipais relatando sobre a necessidade urgente de reformas devido a precariedade das instalações elétricas do prédio escolar. processa-se também um trabalho no sentido de que a Escola seja tombada e em 1982. a diretora na ocasião. atendendo . Logo após o incêndio inicia-se uma grande campanha organizada pela sociedade pirassununguense pautada sobre o assunto: “Restauração não apenas Reconstrução”.

Os educandos do Ensino Fundamental passaram a almoçar e receber dois lanches diários na escola. Coordenadora ETI: Professora Denise Cristina Lamas. a Escola de Tempo Integral (E. Coordenadora Pedagógica: Professora Irene Aparecida Camarci de Godoy.12 apenas educandos do ensino médio que chegam para concluir a Educação Básica advindos de várias escolas de Ensino Fundamental-Cicio II e de diferentes bairros do município. mantendo o desenvolvimento do currículo básico. no período diurno. A demanda diminuiu bastante nos últimos dez anos devido à reorganização da rede física estadual. principalmente entre os ingressantes não se percebe um vínculo afetivo e nem uma postura de conservação e valorização do ambiente escolar. no cargo desde 13 de dezembro de 2004. educandos do Ensino Fundamental. Secretária de Escola: Maria Teresinha Guesso de Almeida.). constatamos que este fato favoreceu o sentimento de não pertencimento à escola.T. CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVA Equipe de Gestão A Equipe de Gestão Escolar é assim constituída: Diretora: Professora Marisa Ruth Cassiano.I. no cargo desde 2 de maio de 2007. em 2006. Vice Diretora: Professora Maria Teresa Mendes Zema. Agente de Organização Escolar: Margarete Aparecida Grigoletti. no cargo desde 8 de fevereiro de 2005. oferecendo maior tempo de permanência aos educandos (9 horas). enriquecendo-o com o desenvolvimento de oficinas para abordar temas abrangentes e atuais. A partir de 2004 a escola passa a atender novamente. É implantada. Agentes de Serviços Escolares: Geraldo Michilim Maria Lúcia Leme de Oliveira Eloana Barbosa Coelho Auxiliares de Serviços Gerais (convênio APM/FDE): Janice Aparecida Mistieri Nunes Laura Bueno Gonçalves Lima Luzia Barbosa Luzinete Menezes . no cargo desde 24 de junho de 2004.

cumpre a legislação vigente sendo fiel ao espírito gremista que é ser solidário à comunidade escolar.13 Sérgio Luiz Beserra. melhor serão as condições para que o processo de aprendizagem atinja seus objetivos. Grêmio Estudantil O Grêmio Estudantil. que tem a finalidade de colaborar com a escola no aperfeiçoamento do processo ensinoaprendizagem. na gestão da unidade escolar. da Escola e do ensino. respeitar as normas regimentais estabelecidas pela escola. objetivando sempre o engrandecimento do Grêmio. Corpo docente O corpo docente escolar está assim constituído: Disciplina Titular do Cargo Língua Portuguesa 05 Educação Artística 02 Educação Física 02 História 02 Geografia 03 Filosofia 00 Inglês 02 Matemática 05 Física 02 Química 02 Biologia 02 Ciências 00 Oficinas Curriculares 00 * Ocupação de Função Atividade Associação de Pais e Mestres A Associação de Pais e Mestres é uma entidade com personalidade jurídica. pedagógicos e financeiros. na assistência escolar e na integração entre a escola e a comunidade. ou seja. Atua em conjunto com o Conselho de Escola. além de cumprir o Estatuto do Grêmio. participando de decisões tais como a organização e funcionamento escolar nos aspectos administrativos. colabora de forma ativa com as atividades escolares e extra-escolares. Quanto mais entidades estiverem envolvidas na mesma causa. o ensino. OFA * 04 01 00 02 00 03 00 03 02 00 00 01 05 .

em busca de diretrizes que respondessem a questões tais como: Que escola somos? Qual dimensão da identidade da escola? Aonde queremos chegar com nossos educandos? A dimensão da utopia da ação pedagógica – como fazer? A dimensão da prática pedagógica entre inúmeras outras questões. avaliando a execução do projeto pedagógico. Portanto. critérios para seleção dos conteúdos curriculares. as alternativas de solução para os problemas administrativos e pedagógicos e as prioridades para aplicação de recursos gerados pela escola. da responsabilidade. fiscalizando. tais como: qual metodologia se aplica a cada situação. do exercício da crítica construtiva e do respeito à ordem democrática. delegando tarefas.14 Conselho de Escola O Conselho da Escola é o órgão composto por membros da comunidade escolar dentre eles: Diretora. a Escola Cidadã é Comunitária quanto à gestão. onde se definem e deliberam sobre as diretrizes e prioridades. as formas de avaliação do desempenho individual dos educandos ao final de cada ciclo concluído. representantes dos Professores. Como ponto de partida. foi feito um debate junto à comunidade escolar. descentralizando poderes. Conselho de Classe e série – Ciclos O Conselho de Classe é constituído pela coordenadora pedagógica e os professores. foram suscitados os princípios éticos da autonomia. Pais e Educandos. apontando soluções para esses problemas. Coordenadora Pedagógica. quando convocado por seu presidente ou pela maioria de seus membros. acompanhando. O Diretor da Escola é o articulador das ações que fortaleçam a conquista da autonomia da escola mantendo um bom clima de comunicação. os problemas por eles encontrados no processo de ensino. A PROPOSTA PEDAGÓGICA Para a elaboração da proposta pedagógica. da solidariedade e do respeito ser humano. seus direitos e deveres de cidadão comum. no mínimo uma vez a cada semestre e. Reúne-se periodicamente a fim de refletir e avaliar o desempenho de cada educando. coordenação e docentes da escola. Servidores Administrativos. extraordinariamente. em um trabalho coletivo entre direção. as maneiras de promover a integração com a família etc. assim como distribuir e organizar serviços que favoreçam o coletivo escolar. Reúne-se ordinariamente. todos envolvidos participam do Conselho da Escola onde definem e deliberam de forma socializada sobre as .

a escola que queremos procurara garantir: • uma escola mais democrática. • a revisão de currículo. será uma constante. Portanto. • o subsídio do corpo docente/administrativo. da solidariedade e do respeito ser humano. enquanto sujeito ativo do processo de aquisição de conhecimentos e habilidades básicas para a compreensão da relação entre a ciência e o processo produtivo de tal forma que assegure um patamar mais elevado de conhecimentos. A busca: • do trabalho coletivo. O desenvolvimento no dia-a-dia da Proposta Pedagógica. da responsabilidade.15 diretrizes e prioridades. Viabiliza e controla a execução da proposta pedagógica. foram suscitados os princípios éticos da autonomia. • a premissa que a atividade escolar centra-se na direção da atividade cognoscitiva do educando. a escola possibilitará a compreensão de que e possível contribuir para a superação das desigualdades explicitando a correspondência entre saber e poder. Como ponto de partida. • das condições para o professor possuir os meios de promover a organização do trabalho escolar através da seleção de conteúdos/métodos tendo como referencial o educando. organizada de forma a ser acessível a todos. A escola conta com uma Coordenadora Pedagógica que é o elo de ligação entre os educandos. seus direitos e deveres de cidadão comum. coordenação e os pais. em todos os projetos que na prática não mostraram ser eficientes que foram diagnosticados durante as reuniões de avaliação e serão modificados/eliminados no decorrer do ano letivo em curso. sociais. . Auxilia na elaboração de projetos e viabiliza sua execução dando suporte aos professores. avaliando a execução do projeto pedagógico. levantando dados quanto ao que deve ser mudado e o que deve permanecer na proposta. direção. Nessa medida. • de uma unidade teórico-metodológica-prática. do exercício da crítica construtiva e do respeito à ordem democrática. acompanhando. naturais e estéticos que foram e estão sendo construídos pelos seres humanos ao tango da história. entre outras atividades que desenvolve no dia-a-dia da escola. fiscalizando. • que todos se apossem dos conhecimentos científicos. como condição para o exercício da cidadania. está centrado nos objetivos propostos.

tanto no acompanhamento pedagógico. de forma coordenada. coordenadora pedagógica e até mesmo a direção da escola. Em resumo. seja em relação à comunidade próxima e a sociedade em geral.16 • a modificação das práticas metodológicas e de avaliação. em relação permanente com o fazer. na busca da melhoria da qualidade de ensino que certamente possibilitará a superação da enorme distância que se verifica entre os resultados das aprendizagens que ocorrem na escola e as necessidades de aprendizagens que a vida moderna exige de cada cidadão. constituirá equipes de trabalho nas quais professores. na busca dos objetivos propostos e que serão constantemente avaliados através de um trabalho sistemático no dia-a-dia da Escola.M. os meios modernos e atualizados de aprendizagem. classificação e reclassificação. • outras opções. educandos e em especial os pais deverão estabelecer relações de trabalho. como no financeiro. A escola. competente e participativa de todos que nela estejam envolvidos. A preocupação dos professores. de acordo com seus recursos. de forma de permitir efetivamente a inserção da Escola na sociedade que a cerca. funcionários. colocarão a disposição da ação educativa. sempre na busca pela melhor forma de se atingir os objetivos traçados na proposta pedagógica. No debate realizado para elaboração da proposta.P. A participação ativa do Conselho de Escola e a A. O projeto coletivo de terá como ponto de partida o conhecimento que os educandos já possuem. obrigatoriamente. Todos os projetos e ações terão como finalidade os objetivos propostos e que. seja em relação a si mesmo. • a seleção de conteúdos efetivamente adequados a aquisição dos conhecimentos. sejam alcançados os melhores resultados do processo ensino-aprendizagem. como projeto coletivo. dependerão da participação ativa e efetiva do Conselho de Escola e da Associação de Pais e Mestres. diretores. vinculada ao contexto social. A Escola procurara garantir aos seus educandos uma sólida formação culturalgeral. quando ingressam na escola. que utilizara de métodos que desenvolvam as habilidades de pensar e de sentir. procurará promover o desenvolvimento integrado e integrativo do cidadão. podendo através da seleção de conteúdos fazer uma ligação entre . será com a revisão dos métodos de ensino e de avaliação de aprendizagem. Cada dificuldade encontrada ao longo do ano. foi discutida entre professores. foram tomados todos os cuidados necessários a fim de que ao final de cada ano letivo.

por sua vez. devidamente articulado com o processo produtivo que ocorre efetivamente na sociedade. após o conhecimento dos seus educandos. Os educandos deverão estar cientes dos objetivos a serem atingidos e o critério que o professor adotou para a correção das avaliações. As componentes curriculares passam a ser um sistema aberto de conhecimentos que se interpenetram. sucessivamente. o educando será estimulado a analisar detalhadamente o objeto de aprendizagem. facilitando a interpretação e a flexibilização desses critérios. Este movimento que vai da síncrese (visão caótica do todo) à síntese (uma rica totalidade de determinações e de relações numerosas) pela mediação da análise (as abstrações e determinações mais simples) constitui uma orientação segura tanto para o processo de descoberta de novos conhecimentos (o método científico) como para o processo de transmissão-assimilação de conhecimentos (o método de ensino). A partir do que já é conhecido. porem não se fecham em si mesmas. o qual. Os critérios de avaliação devem permitir concretizações diversas por meio de diferentes indicadores nas produções a serem avaliadas. em função de experiências de vida e de escolaridade anterior. pretensamente neutra. suas determinações e consequências sociais e políticas. passam a formar interseções dinâmicas e dinamizadoras. A Escola deixa de ser uma simples agencia de atividades. A análise deverá possibilitar a formulação de uma síntese que se constituirá em um novo conhecimento. buscando ao contrário. a construção do conhecimento implicará um movimento contínuo de síncrese/análises/sínteses. E. em consequência. O que se procura e a formação de um cidadão que associe a competência científico-técnica à competência política. mas o local onde idéias e valores de cultura são sistematizados e transmitidos. em função das características do educando e dos objetivos e conteúdos definidos: . permitirá novas análises do mesmo objeto e outros. não perdem a sua identidade própria. A escolha dos conteúdos será feita pela equipe de professores envolvidos no trabalho coletivo.17 o saber e a prática. que será definido com uma pesquisa detalhada dos conceitos apropriados para a aprendizagem do processo de construção e produção do saber. Dessa maneira a Escola rejeitara a reprodução do saber como finalidade em si. direcionando-se para uma compreensão mais ampla e cientifica do objeto das relações a ele inerentes. seja capaz de compreender os processos produtivos a ponto de capacitar-se para dirigi-los e não apenas executá-los.

e) Estudos de recuperação. orientando-os sobre a melhor maneira de bem executar seus serviços e cumprir suas funções. Educandos que vêm para escola somente por vir. feitas na prática. não apenas “por teoria”. por componente curricular. o conteúdo que está sendo transmitido. tem alcançado resultados bastantes satisfatórios. com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais períodos de avaliação intensiva. interna. a escola proporciona uma gama bem vasta de materiais didáticos bem como bons professores. quando o educando pode perceber por si só. O problema que pude observar é a questão da disciplina. juntamente com os Professores Coordenadores. controla e avalia o trabalho dos docentes através dos seguintes critérios: • acompanhamento das aulas através de visitas periódicas as classes. portanto é muito difícil de prender a atenção dos educandos durante toda aula. por ocasião das reuniões de HTPC. Baseado em minhas observações. • garantindo a articulação em termos de integração de conteúdos e a efetivação do processo interdisciplinar.· • reuniões periódicas realizadas com a secretária. As aulas realizadas em laboratório.18 a) Avaliação contínua e cumulativa do desempenho do educando. c) Possibilidade de avanço nos cursos e nas séries. Na sua maioria. d) Aproveitamento de estudos concluídos com êxito. acompanha. Nada dispostos a aprender. agentes de organização escolar e de serviços gerais. durante os Conselhos de Classe. tendo como objetivos: . • acompanhamento e analise dos resultados bimestrais do desempenho dos educandos. O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem. mediante verificação do aprendizado. Felizmente ainda são em minoria. b) Possibilidade de aceleração de estudos para educandos com atraso escolar. • verificação dos Diários de Classe e dos Panos de Ensino. A Direção da Escola. • avaliação do desenvolvimento das atividades pedagógicas. cumulativa e sistemática. será realizada de forma contínua. mas todos com muita vontade de passar seus conhecimentos aos educandos. alguns com mais tempo de carreira. as aulas são expositivas. semanalmente. outros com menor tempo de magistério e alguns em início de carreira. e o zelador.

b) possibilitar que os educandos auto-avaliem sua aprendizagem. é regular. com ajuda do professor. é uma condição didática necessária para que construam instrumentos de auto regulação para as diferentes aprendizagens. mais terão condições de desenvolver. sendo que têm totais condições de ensinar muito mais. A qualidade de ensino. A avaliação apesar de ser responsabilidade do professor. principalmente. estratégias pessoais e recursos para vencer dificuldades. seus deveres nesse processo. Delegá-la ao educando. não se pode ficar . e) orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares. indica e reforça a função principal da direção e da equipe de gestão escolar que é cuidar da política educativa. Desta forma. nos moldes atuais. em determinados momentos. tampouco um vestibular ou concurso público. O principal objetivo da proposta pedagógica é planejar de forma coletiva a competência esperada do educador e de seu desempenho no âmbito escolar. Como sua discussão e elaboração foi coletiva. Falta ainda assimilação por parte dos educandos dos objetivos propostos pela escola. seus direitos e. A questão é que. A proposta pedagógica é um instrumento necessário. os educandos não se sentem preparados a enfrentarem o mercado de trabalho. de classificação e reclassificação de educandos. que tem que existir e deve ser utilizada pelos profissionais da área da educação. c) orientar o educando quanta aos esforços necessários para superar as dificuldades. devido à grande diferença entre o exigido em tais processos e o que está se ensinando nas escolas. não deve ser considerada função exclusiva dele. administrando a consecução dos objetivos propostos. e ainda.19 a) o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada educando. Quanto mais os educandos tiverem clareza dos conteúdos de aprendizagem que se espera. oferece garantia visível e constantemente aperfeiçoável da qualidade esperada no processo ensinoaprendizagem. A proposta pedagógica consolida também a escola como um lugar centralizador da educação numa visão descentralizada do sistema. A sociedade exige muito e em contrapartida as escolas ensinam pouco. d) fundamentar as decisões do conselho de classe quanto à necessidade de procedimentos paralelos ou intensivos de reforço e recuperação de aprendizagem. (dificuldades e progresso) em relação a programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade. do alcance do processo educativo na escola.

as habilidades de análise e crítica. O que se pode perceber é que as três fases da proposta pedagógica são igualmente importantes. deixando as arestas para serem aparadas no momento da execução. é um trabalho completamente voltado para seres humanos e desenvolvidos por eles e por isso. criam uma nova disposição para o estudo e uma melhor apreensão de conceitos de qualquer natureza. na prática sabemos que não é bem assim que funciona. compreensão e aplicação dos conhecimentos na resolução dos problemas de forma rápida e eficaz. Sua percepção. Enfim. Os pontos significativos são os voltados para a preocupação com a aprendizagem efetiva do educando. Há necessidade do trabalho em conjunto com direção. empenho e boa vontade para o bom desenvolvimento e seriedade e comprometimento dos professores na hora da avaliação. o que toda a entidade de ensino possui. Não se pode deixar de apontar que à medida que o educando desenvolve sua capacidade de resolução de problemas crescem também sua autoconfiança e auto-estima. conforme a necessidade de cada profissional docente e da. Avaliação da Proposta A avaliação terá como objetivo ser o instrumento para reflexão e transformação da prática escolar e terá como princípio o aprimoramento da qualidade do ensino. coordenação e docentes para a elaboração. ocorre falhas e desvios de planos constantes. só que no caso específico da escola. No entanto. motivo este que a proposta pedagógica deve a todo momento ser revisada e ser flexível no momento de sua elaboração. a) Avaliação externa: . No papel e em planejamentos é possível colocar tudo aquilo que aspiramos concretizar. necessidade e dificuldade dos educandos. Muitos profissionais se acomodam. uns por não tentarem executar o que é proposto.20 totalmente presos a ela e deixar de utilizar a espontaneidade e a criatividade quando necessário e agir somente de forma presa à proposta. para descobrirem o que não deu certo e porquê e proporem soluções para que esta seja desenvolvida de uma melhor forma a partir do diagnóstico dos erros. O mais importante do ensino da Matemática é a capacitação e o desenvolvimento do pensamento matemático. outros porque não conseguem atingir um ou outro objetivo e desanimam sem avaliar o que não deu certo ou de que forma daria. empregado na resolução de problemas do dia-a-dia. enfatizadas no estudo de Matemática.

pontualidade. Público alvo: educandos da escola e a sociedade em geral.sistemático e contínuo do processo de ensino e de aprendizagem. PROJETOS Dentre os projetos realizados. desenvolver no educando. participação.do desempenho da direção. com o lema “Família de escola unidas por uma educação de qualidade”.21 Será organizada pelos órgãos locais e centrais da administração. II . atitudes e valores como responsabilidade. . • percebam a diferença entre dialogar e o ato de falar. Projeto Integrado com parceria do Grupo NET – Escola de Informática Objetivos: levar o adolescente a refletir de maneira mais profunda sobre si mesmo. • ampliem conhecimento inter-disciplinares e extra-disciplinares. • conheçam novas técnicas de indagação e diálogo. orientação e correção. respeito. avaliar o educando de maneira global. dos professores. administrativos e financeiros da escola. dos procedimentos pedagógicos.da participação efetiva da comunidade escolar nas mais diversas atividades propostas pela escola. IV . • desenvolvam hábito do diálogo. organização. disciplina. b) Avaliação interna: Será subsidiada por procedimentos de observação e registro contínuos e terão por objetivo permitir o acompanhamento: I . tendo como objetivo a analise. Sarau Filosófico Objetivos: proporcionar ao educando condições para que: • adquiram interesse pelo indagar e refletir.da execução do planejamento curricular. considerando suas atitudes em todo o ambiente escolar. quando for o caso. Objetivos: priorizar a ética entre os colegas. III . de acordo com os objetivos e metas propostos. dos educandos e dos demais funcionários nos diferentes momentos do processo educacional. destaco: PAD – Plano de Ação Docente.

Público alvo: 3as séries do Ensino Médio. tendo como objetivos: a) o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada educando. • conhecer as principais áreas de interesse e as relações dessas com as profissões. seus laboratórios de ensino. Quanto mais os educandos tiverem clareza dos conteúdos de aprendizagem que se espera. interna. • despertar nos educandos o interesse por uma profissão. com ajuda do professor. .22 • conscientizá-los que seus desejos e fantasias influenciam as preferências profissionais. Projeto Feira de profissões Objetivos: vivenciar o ambiente e o inter-relacionamento de uma universidade. é uma condição didática necessária para que construam instrumentos de auto regulação para as diferentes aprendizagens. mais terão condições de desenvolver. cumulativa e sistemática. • proporcionar aos educandos uma gama de possibilidades profissionais futuras. em determinados momentos. de pesquisa e biblioteca. b) possibilitar que os educandos auto-avaliem sua aprendizagem. • identificar as influências do grupo social e os ideais e valores pessoais. de classificação e reclassificação de educandos. PLANO DE ENSINO Da avaliação do ensino e da aprendizagem O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem. (dificuldades e progresso) em relação a programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade. será realizada de forma contínua. d) fundamentar as decisões do conselho de classe quanto à necessidade de procedimentos paralelos ou intensivos de reforço e recuperação de aprendizagem. c) orientar o educando quanta aos esforços necessários para superar as dificuldades. estratégias pessoais e recursos para vencer dificuldades. Delegá-la ao educando. • visitar as instalações de diversas faculdades e universidades. não deve ser considerada função exclusiva dele. • fazer o adolescente refletir sobre o mundo do trabalho e suas implicações sócioeconômicas e culturais. A avaliação apesar de ser responsabilidade do professor.

• Ficha de acompanhamento individual . que estimulam os educandos a aprimorarem o raciocínio lógico. As avaliações escritas serão estabelecidas em vários momentos. destacamos os passeios periódicos de âmbito cultural. Atualmente o Processo Ensino/Aprendizagem possui ferramentas que não existiam algumas décadas atrás. • Seminários. tendo em vista que a diretoria incentiva e apóia projetos pedagógicos.23 e) orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares. dos seguintes instrumentos de avaliação: • Avaliações objetivas . pela inter-relação com os colegas e professores. tão essencial no desempenho em todas as áreas de conhecimento e no exercício da cidadania. • Pesquisa. . resolução de exercícios. Processo de avaliação O educando será avaliado através.pela participação em classe. deverá preparar uma avaliação vinculada a um dos objetivos essenciais.é uma situação de aprendizagem em que o educando desenvolve estratégias de analise e interpretação de suas produções e dos diferentes procedimentos para se avaliar e é o ponto central para a construção da autonomia do educando. pela criatividade.perguntas e respostas. Esta avaliação será desenvolvida da seguinte forma: • o professor. só que alguns professores não fazem questão de aprimorar suas técnicas de ensino ou de usar tais ferramentas. O primeiro momento será a avaliação formativa. sentem-se desmotivados devido a vários problemas enfrentados. pela iniciativa (o professor devera prepará-la com a participação dos educandos). • Auto avaliação . a condição para o trabalho na escola existe. no entanto. mas principalmente ao fato de educandos demonstrarem total desinteresse pelo conteúdo passado. e as olimpíadas de Matemática. após ministrar uma unidade do conteúdo programado. Dentre as propostas em execução na escola. que vêm demonstrando bons resultados. favorecendo de forma muito positiva o processo ensino-pedagógico. interpretação de textos. pela pontualidade na entrega dos trabalhos. depende somente dos professores para fazer o bom uso dos recursos disponibilizados.

o conceito final a ser atribuído será a quantificação dos objetivos essenciais atingidos. tem por objetivo oferecer indicadores comparativos de desempenho para a tomada de decisões no âmbito da própria escola e nas diferentes esferas do sistema central e local.24 • esta questão deverá ser preparada para que o educando resolva em aproximadamente dez minutos. Após a aplicação o resultado deverá ser motivo de nova análise. Esta avaliação terá sempre o caráter de abrangência devendo.: As avaliações deverão ser elaboradas pelo professor sob a supervisão do Coordenador Pedagógico. junto ao modelo. A avaliação externa do rendimento escolar. Da avaliação do rendimento escolar O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem será realizado através de procedimentos externos e internos. A avaliação interna do processo de ensino aprendizagem. portanto. nos objetivos propostos. cumulativa e sistemática. Portanto. A avaliação do processo ensino e aprendizagem envolve a análise do conhecimento e das competências e habilidades adquiridas pelo educando e também os . As avaliações deverão ser preparadas usando técnicas das avaliações operatórias. em relação à programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa da escolaridade. tendo como um de seus objetivos o diagnóstico da situação de aprendizagem dos educandos. na elaboração dos instrumentos. deverá ser observado a norma da preponderância dos aspectos qualitativos do aproveitamento sobre os quantitativos. Sempre. • quando faltar dez minutos para o final da aula a avaliação devera ser aplicada. a ser implementada pela Administração. e que ficarão arquivadas. é responsabilidade da escola e será realizada de forma continua. O professor. As conclusões deverão ser anotadas e arquivadas para estudo. deverá programá-la com os objetivos essenciais predominantes no bimestre e que será pré-requisito para a continuidade das unidades do bimestre seguinte. Obs. O segundo instrumento será a avaliação somativa. O educando devera sempre ter em cada avaliação um momento de análise do seu desempenho e. o meio para desenvolver a sua própria técnica de assimilar os conteúdos oferecidos. ao preparar esta avaliação. ser preparada para ser desenvolvida em uma ou mais aulas. • a avaliação devera ser repetida de acordo com o numero de unidades desenvolvidas durante o bimestre.

• fundamentar as decisões do conselho de classe quanto à necessidade de procedimentos paralelos ou intensivos de reforço e recuperação da aprendizagem. da classificação e reclassificação de educandos. pesquisas. • orientar o educando quanto aos esforços necessários para superar as dificuldades.0 a 0. dentre os seguintes: trabalhos individuais. portfólios e outros instrumentos. Os educandos serão avaliados bimestralmente. na seguinte conformidade: 10.0 a 5. observação contínua. Os registros serão realizados per meio de sínteses bimestrais e finais em cada disciplina e deverão identificar os educandos com rendimento satisfatório ou insatisfatório. • orientar as atividades de planejamento e replanejamento dos conteúdos curriculares. Na avaliação de desempenho do educando. os aspectos qualitativos prevalecerão sobre os quantitativos. através de notas.25 aspectos formativos. de cada curso e nos objetivos gerais da proposta pedagógica.0 – rendimento satisfatório 4. participação nas atividades pedagógicas e responsabilidade que assume o cumprimento de seu papel. relatórios. durante os bimestres. trabalhos. interesse e participação do educando comprovado através dos cadernos e folhas de exercícios completos.00 – rendimento insatisfatório . observação direta ou outros instrumentos previstos no plano de ensino. seminários. provas escritas. Os critérios de avaliação deverão estar fundamentados nos objetivos específicos de cada componente curricular. Para avaliar o desempenho do educando. devem ser utilizados instrumentos de avaliação formulados pelo professor e supervisionado pelo professor coordenador. • possibilitar que os educandos auto-avaliem sua aprendizagem. através das observações de suas atividades referentes as aulas. pesquisas. argüições orais. em grupos ou coletivos. A avaliação interna do processo de ensino aprendizagem tem por objetivos: • diagnosticar e registrar os progressos do educando e suas dificuldades. através de provas escritas.

de acordo com o conteúdo desenvolvido. analise e reflexão sobre os procedimentos adotados e resultados de aprendizagem alcançada. todas as dúvidas sanadas. mormente aquelas disciplinas que apresentam resultados diferenciados do grupo. O arquivamento ficará a cargo do professor conselheiro da classe. a avaliação deverá ser discutida com os educandos. Os educandos com rendimento insatisfatório terão atendimento especial em sala de aula durante todo o processo educacional. para que o professor tenha subsídios do desenvolvimento do educando. avaliar o educando através de trabalhos. Todas as avaliações realizadas devem ser consideradas. As reuniões de HTPc deverão ter prioritariamente momentos dedicados às análises dos resultados das avaliações. A avaliação do educando é um instrumento para o professor analisar também o seu trabalho. O professor poderá. Após a correção. Da elaboração. deverão ser avaliados com instrumentos específicos de avaliação para os conteúdos pesquisados. antes de iniciar uma nova unidade (avaliação formativa). cadernos de Educação Artística. deverá ter o ciente do educando. etc. Processo de recuperação O Conselho de Classe indicará os educandos que deverão participar dos projetos especiais destinados a recuperação. Porém. cadernos de cartografia (mapas). dos professores. data e depois arquivada. com os demais professores da disciplina e ter um modelo arquivado numa pasta própria na coordenação. . A recuperação deve se entendida como uma das partes de todo processo de ensino aprendizagem de uma escola que respeite a diversidade de características e de necessidades de todos os educandos. Não poderá ter avaliação substitutiva. da assimilação dos conteúdos e da necessidade do educando passar por um processo de reforço/recuperação de aprendizagem. A correção deverá ser feita imediatamente.26 No calendário escolar deverão estar previstas reuniões bimestrais dos Conselhos de Classe. correção e critérios de avaliação As avaliações deverão ser discutidas com o coordenador. como por exemplo. educandos e pais para conhecimento. através da recuperação contínua buscando sanar as dificuldades de aprendizagem diagnosticadas durante o processo. aqueles que apresentarem Progressão Insuficiente. trabalhos extra-classe de pesquisa.

procedimentos e atitudes. tentar de novo. A recuperação para ser eficiente deve estar inserida no trabalho pedagógico. e os que. no desenvolvimento das aulas regulares. mas também as habilidades. Para a recuperação paralela e intensiva. • o processo deve ser dirigido às dificuldades específicas do educando. Se a busca se restringir a dar voltas no mesmo lugar. No processo ensino aprendizagem. provavelmente não será bem sucedida. não se aplicam. que será substitutiva das notas bimestrais do educando. não havendo aqui qualquer utilidade em procurar os culpados. o professor devera entregar na secretaria uma tarjeta com os resultados. elencando os motivos e as dificuldades apresentadas no processo ensino aprendizagem. e não pode ser entendido como um processo unilateral. A presença nas atividades de recuperação também serão computadas como compensação de ausências. para o educando. Encerrado o processo de avaliação e recuperação. • de forma intensiva. atendendo a legislação específica. os que têm dificuldade específica em uma área de conhecimento. Os resultados do processo de recuperação. abranger não só os conteúdos. • de forma paralela. ser imediata. deverão ser analisados pelos professores e seu coordenador. As atividades de reforço e recuperação da aprendizagem deverão ocorrer: • de forma contínua. adquirir o que perdeu. recuperar significa voltar. por sua prática pedagógica. convivem pelo menos três tipos de educandos que têm aproveitamento insuficiente: os imaturos. não estudam. por competência. A recuperação nas férias de . nas férias escolares de janeiro. ao longo do ano letivo em horário diverso às aulas regulares. refletir sobre as causas. sob forma de projetos. Deve fazer parte da sequência didática do planejamento de todos os professores. que no cotidiano da sala de aula. embora tenham condições. deverão ser propostos novas metodologias e técnicas. a relação dos educandos será definida pelo Conselho de classe e série. inventar novas estratégias de busca. é preciso sair à sua procura e o quanto antes melhor. Caso seja necessário. O trabalho só termina quando todos aprendem. assim que for constatada a perda. sobre o momento ou circunstâncias em que se deu a perda. O Conselho de Classe do quarto bimestre classificará. por razões diversas. realizado no dia-a-dia escolar.27 Os professores sabem. pedir ajuda. Portanto. que precisam de mais tempo para aprender. os educandos que irão participar da recuperação de férias. o ensino não produziu seus efeitos. Se o educando não aprendeu.

Retenção Parcial O educando. poderá ser classificado na mesma série. será oferecida a todos os educandos. ficando dispensado de cursar as disciplinas concluídas com êxito no período letivo anterior. por impossibilidade de oferecer a modalidade em horário diverso. através dos Diários de Classe sobre o total de horas letivas. estas disciplinas. com frequência igual ou superior a 75%. com rendimento insatisfatório em mais de três disciplinas. não atingiu a frequencia mínima. retenção parcial. Frequência e Compensação de Ausências • o controle sistemático de frequência dos educandos será efetuado. independente do número de componentes curriculares com desempenho insuficiente. O educando com rendimento insatisfatório em até três componentes curriculares. devendo cursar. E adota o regime de progressão e retenção parcial de estudos para educandos do Ensino Médio. havendo retenções no interior do Ciclo somente aos educandos que não atingirem a presença mínima exigida para a promoção. A escola não adota o regime de progressão parcial de estudos para os educandos de 8ª series. na mesma serie. Cicio II. progressão parcial. concomitante ou não. CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO A escola adota no Cicio II do Ensino Fundamental o regime de progressão continuada com a finalidade de garantir a todos o direito público subjetivo de acesso. será classificado na série subsequente. e será organizada de acordo com legislação especifica. Progressão Parcial O educando. ficando dispensado de cursar as disciplinas concluídas com êxito no período letivo anterior. . com rendimento insatisfatório em até três disciplinas. será classificado na mesma serie. • poderá ser classificado por infrequencia. o educando que.28 verão. Ensino Fundamental. permanência e sucesso escolar. exigida a freqüência mínima de 75% para promoção. no ano anterior.

poderão ser consideradas como compensação de ausências. na escola. tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores. • compreender a cidadania como participação social e política. a compreensão do ambiente natural e social. PLANOS DE CURSOS Ensino Fundamental O ensino fundamental tem por objetivo a formação básica do cidadão. ou pelo próprio educando. dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. • as atividades de compensação de ausências serão programadas. escrita e do cálculo. • as atividades de pesquisa realizadas pelos educandos do Ensino Médio. orientadas e registradas pelo professor da disciplina. o controle de frequencia será efetuado sobre o total de horas letivas. das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade. reforçando o aproveitamento escolar. mediante o desenvolvimento da capacidade de aprender. cooperação e repúdio as injustiças. • intensificar as oportunidades de socialização na escola. • a compensação de ausências deverá ser requerida pelo pai ou responsável. civil e social. tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura. e. adotando. atitudes de solidariedade. no dia-a-dia.29 • após decisão dos Conselhos de Classe. • ao final do ano letivo. quando maior de idade. São objetivos do Ensino Fundamental: • promover a permanência do educando na escola. a auto-estima e o sentimento de pertencimento. o fortalecimento dos vínculos de família. • incentivar a participação da comunidade por meio do engajamento no processo educacional implementando a construção da cidadania. da tecnologia. em período diverso. . exigida 75% para promoção. adotará as medidas necessárias para que os educandos possam compensar as ausências que ultrapassarem 20% das aulas dadas bimestralmente. o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem. com finalidade de sanar as dificuldades de aprendizagem provocadas pela frequencia irregular as aulas. respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito. como o previsto no Regimento Escolar. assim como exercício de direitos e deveres políticos. do sistema político. assistindo-o integralmente em suas necessidades básicas e educacionais.

intuição.verbais. estética. materiais e culturais como meio para desenvolver o sentimento de pertinência ao país. física. para buscar conhecimento e exercício da cidadania. valorizando e adotando hábitos saudáveis para a boa qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação a saúde individual e coletiva. • conhecer seu corpo e cuidar dele. os quais irão desenvolver plenamente suas possibilidades para viver e trabalhar com dignidade. utilizando o pensamento lógico. musical. • saber utilizar diferentes fontes de informação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos. capacidade de analise crítica. • perceber-se integrante. plástica e corporal . melhorando sua qualidade de vida. matemática. selecionando procedimentos e verificando sua adequação. dependente e agente transformador do ambiente. de inter-relação pessoal e de inserção social. • questionar a realidade formulando-se problemas e tratando de resolvê-los. atitudes. • desenvolver o conhecimento ajustado de si mesmo e o sentimento de confiança em suas capacidades afetiva. • conhecer e valorizar a pluralidade do patrimônio sociocultural brasileiro. a intuição e a capacidade de análise crítica. Ensino Médio . questionando o tipo de conhecimento. a criatividade. gráfica. bem como aspectos socioculturais de outros povos e nações. Para isso a Unidade Escolar procurará ser uma escola libertadora e transformadora. expressar e comunicar suas idéias. utilizando o pensamento lógico. posicionando-se contra qualquer forma de discriminação. criatividade.30 • conhecer características fundamentais do Brasil nas dimensões sociais. ética. habilidades e valores que se quer formar na nova geração. tomando decisões fundamentais e continuando aprender pela vida afora. • utilizar as diferentes linguagens . entendendo as diferentes situações de comunicação. contribuindo para melhoria do meio ambiente. Espera-se que o educando ao longo do Ensino Fundamental ao se apropriar dos conteúdos questionará a realidade do seu meio social com a realidade da sociedade global. identificando seus elementos e as interações entre eles. participando do desenvolvimento global.como meio para produzir.

no ensino de cada disciplina.31 A preparação básica para o trabalho e o objetivo mais importante no Ensino Médio. incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico. • o aprimoramento do educando como pessoa humana. relacionando a teoria com a prática. • fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos do ponto de vista do conhecimento e estabelecer o maior numero possível de relações entre eles. todos devem ser educados na perspectiva do trabalho. reitera a importância da formação geral. . • a compreensão dos fundamentos cientifico-tecnológicos dos processos produtivos. tem como objetivos: • a consolidação e a aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental possibilitando o prosseguimento dos estudos. como aspecto que estimula o interesse. característico da Matemática. de acordo com as diretrizes traçadas pela LDB em seus artigos 35 e 36 e não está vinculada a nenhum componente curricular em particular. • a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando. A lei reconhece que. mas integrada ao currículo como um todo. A contextualização é um recurso que a escola adota para retirar o educando da condição de espectador passivo. destaca a relação da teoria com a prática e a compreensão dos processos produtivos em todos os conteúdos curriculares. O Ensino Médio. etapa final da educação básica com duração mínima de três anos. mas cria condições para que os educandos experienciem os eventos da vida real a partir das múltiplas perspectivas. o espírito de investigação e o desenvolvimento da capacidade para resolver problemas. a curiosidade. A MATEMÁTICA Objetivos Gerais da Disciplina As finalidades do ensino de Matemática como parte da vida das pessoas e desenvolvidas para dar respostas às necessidades e preocupações de diferentes culturas e visando a construção da cidadania. de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores. indicam como objetivos: • identificar os conhecimentos matemáticos como meios para compreender e transformar o mundo a sua volta e perceber o caráter de jogo intelectual. nas sociedades contemporâneas. pois o tratamento contextualizado do conhecimento não traz apenas a vida cotidiana para a sala de aula. para continuar aprendendo.

para interpretá-las e avaliá-las criticamente. tabelas. probabilístico). combinatório. geométrico. ela é tida como um conjunto de ferramentas e estratégias para serem aplicadas a outras áreas do conhecimento. estatístico. analogia. ajuda a estruturar o pensamento e o raciocínio dedutivo. e utilizando conceitos e procedimentos matemáticos. como intuição. permitindo ao indivíduo modificar a realidade que o cerca. • selecionar. possibilite ao educando desenvolver algumas habilidades/competências: • ler e interpretar textos matemáticos. algébrico.32 utilizando para isso o conhecimento matemático (aritmético. progressivamente. estimativa. expressões etc. Já no instrumental. a Matemática deve ser vista como ciência. organizar e produzir informações relevantes. identificando aspectos consensuais ou não na discussão de um assunto. dedução. É preciso compreender a Matemática como um sistema de códigos e regras que a tornam uma linguagem de comunicação de idéias. A Matemática apresenta um valor formativo e instrumental. • interagir com seus pares de forma cooperativa. O formativo. criando o hábito da investigação e confiança para enfrentar situações novas e formar uma visão ampla e científica da realidade. levando o aluno a desenvolver sua criatividade e capacidade para resolver problemas.. . definições e encadeamentos conceituais e lógicos têm o objetivo de construir novas estruturas e conceitos. respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles. fazendo usa da linguagem oral e estabelecendo relações entre ela e diferentes representações matemáticas. • sentir-se seguro da própria capacidade de construir conhecimentos matemáticos. ou seja. desenvolvendo formas de raciocínio e processos. Para tanto. bem como instrumentos tecnológicos disponíveis. • estabelecer conexões entre temas matemáticos de diferentes campos e entre esses temas e conhecimentos de outras áreas curriculares. Além desses enfoques. com suas características estruturais específicas. assim como para a atividade profissional. descrever. gráficos. sabendo validar estratégias e resultados. desenvolvendo a auto-estima e a perseverança na busca de soluções. trabalhando coletivamente na busca de soluções para problemas propostos. a escola deverá organizar um conjunto de atividades que. indução. • comunicar-se matematicamente. • resolver situações-problema. representar e apresentar resultados com precisão e argumentar sobre suas conjecturas. métrico. É fundamental que o aluno perceba que as demonstrações. além de validar intuições e dar sentido às técnicas aplicadas.

Ponto.33 • utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho. 6ª Série Conceituação e representação geométrica dos números. Relação entre esses ângulos. Introdução à álgebra. Extração da raiz quadrada. Eliminação de parênteses. Critérios de divisibilidade. Expressões numéricas com números racionais. • identificar problemas e ser capaz de resolvê-lo. • aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais. Decomposição em fatores primos. • selecionar estratégias de resolução de problemas. reconhecendo suas limitações e potencialidades. Expressões com números decimais. Números primos e compostos. Adição algébrica de números inteiros. Operações com monômios. Módulo e oposto de um número inteiro. Operações com polinômios. Ângulos formados por 2 paralelas e 1 transversal. reta. Múltiplos e divisores. Operações com números naturais. 7ª Série . raiz quadrada aproximada. Operações com números racionais. Expressões numéricas com frações. Conceitos geométricos primitivos. • utilizar a matemática na interpretação e intervenção no real. • discutir idéias e produzir argumentos convincentes. Operações com números inteiros. Problemas. Expressões numéricas. PLANO DE ENSINO Do Ensino Fundamental 5ª Série Conjuntos e suas operações. plano espaço. MDC e MMC. Expressões algébricas. Frações e suas operações. Propriedades das operações com números inteiros. Medidas de ângulos. Números decimais e suas operações. • formular hipóteses e prever resultados. Subconjunto de reta. Representação geométrica dos números racionais. Adição e subtração de ângulos. • utilizar adequadamente calculadoras e computador. Monômios. Números naturais. Noções de polinômios. Definição de ângulos. Módulo e oposto de um número racional.

Álgebra (Equações do 1º e 2º graus). Soma dos ângulos de um polígono convexo. Triângulos. Conjuntos numéricos. Quadriláteros. fatoração do trinômio quadrado perfeito. Intervalos. Trigonometria no . Problemas do 2º grau. Segmentos proporcionais. 2ª Série Sequências ou sucessão. Equação de 2º grau. Áreas de figuras planas. Expoentes tradicionais.34 Introdução à fatoração algébrica. Resolução algébrica de problemas. Progressão aritmética. Propriedades dos radicais. Relações métricas em uma circunferência. Sentenças matemáticas. Regra de Três simples e compostas. Fatoração por agrupamento. Frações algébricas. Domínio. Porcentagem. Operações com frações algébricas. Ângulos na circunferência. Princípios de equivalência. Polígonos: elementos e classificação. Do Ensino Médio 1ª Série Operações com números inteiros e racionais. Resoluções de equações redutíveis à equações de 2º grau. Resolução da equação de 1º grau. Ângulos de um polígono regular. Noções sobre equações. Relações entre coeficientes e raízes das equações do 2º grau. Fatoração da diferença de dois quadrados. Polígonos regulares inscritos e circunscritos à circunferência. Função exponencial. Relações métricas no triângulo retângulo. Evidência do fator comum. Princípio de equivalência. Sequencias numéricas. Função inversa. Estatística: descrição de dados e representação gráfica. Relações trigonométricas em um triângulo qualquer. Propriedades das proporções. Função logarítmica. Operações com radicais. 8ª Série Fatoração de expressão algébrica. Resolução de equações biquadradas. Função polinomial do 1º grau. Posições de retas relativas à circunferência. MMC de monômios e de polinômios. Gráfico de uma função no plano cartesiano. Progressões geométricas. Função crescente e função decrescente. Juros simples e compostos. Circunferências e círculos. Médias. Raízes e radicais. Comprimento de circunferência. Teorema de Tales. Fatoração do trinômio do 2º grau. Imagem e Contradomínio de uma função. Aplicações do Teorema de Pitágoras. Razões e proporções. Estudo do domínio de uma função. Cálculo do nº de diagonais. Números proporcionais. Progressão geométrica. Semelhança entre triângulos. Função polinomial do 2º grau. Resolução de equações irracionais. Resolução de equação de 2º grau. Função par e função ímpar. Funções definidas por fórmulas matemáticas. Inequações do 1º grau. Progressões aritméticas.

Representação geométrica de um número complexo. Estudo da reta. Juros simples. Semelhança. Poliedros. Operações com números complexos. Circunferência. Sistema linear. Áreas de figuras geométricas planas. Funções circulares inversas. Reta orientada no eixo.35 triângulo retângulo. Matriz transposta. Estudo dos determinantes. Teorema de Laplace. Prismas. Permutação Simples. Operação com matrizes. Juro composto e a fórmula do montante . Equações e Inequações Trigonométricas. Igualdade de matrizes. Taxa de porcentagem. Arcos – metade. Determinantes de uma matriz quadrada de ordem n maior que 3. Classificação de um sistema linear. Combinação simples. Pirâmides. Cálculo da área de um triângulo. Regra de Sarrus. Trigonometria no triângulo retângulo. Trigonometria no círculo. Geometria Métrica Plana. Noções de números complexos. Geometria Espacial. Relações métricas no triângulo retângulo. subtração e duplicação de arcos. Conjugado do número complexo. Funções e Relações Trigonométricas. Regra de Cramer. Escalonamento de sistemas. Fórmulas de adição. Sistemas lineares: Equação linear. Operações com polinômios. Arranjo Simples. Matriz inversa. Cones. Problemas com porcentagem. Tipos de matrizes. Polinômios. Cilindros. Análise Combinatória: Fatorial. Sistema cartesiano ortogonal. Propriedades do determinante.Pontos e Retas. Lucro e prejuízo. Cofator de um elemento aij. Potências da unidade imaginária. Noções de Matemática Financeira. 3ª Série Geometria Analítica . Equações algébricas. Fórmula do Arranjo Simples. Forma algébrica. Identidade de polinômios.

Cada professor conselheiro intensificará a campanha nas salas. • livros recebidos: a escola recebeu 11 caixas de livros de ensino fundamental e médio. • Del 11: foi cobrado dos professores o término da Deliberação 11 (alguns ainda não entregaram a deliberação). Será escolhido 1 desenho por escola. com a seguinte pauta: • convite Projeto Guri: foi distribuído convite do Projeto Guri a todos os alunos da escola. com participação gratuita. aconteceu na sala da Coordenação Pedagógica da Escola. pois alunos estão depredando os materiais (pixando cadeiras usando corretivo líquido). • campanha do agasalho: a escola participará da campanha do agasalho. sobre o tema astronomia. que foram dispensados das aulas a fim de poderem participar das atividades. das 17 às 18 horas aproximadamente. seus pais foram avisados e o mesmo foi obrigado a restaurar a cadeira por ele pixada. a reunião de HTPC. Foi esclarecido que se houver interesse. enviado à Diretoria de Ensino que escolherá a mascote oficial. . • festival de criatividade: foi lançado o concurso “crie a mascote da campanha do agasalho” e todos poderão se inscrever. basta entrar em contato. portanto será consultada a possibilidade. • EJA: foi comunicada a mudança da resolução do EJA. • livros do apoio ao saber: a coordenadora pedagógica comunicou que a escola já esta recebendo os livros. Foi pedido para que os professores incentivem mais os alunos à utilização da biblioteca e a leitura. para renovação da biblioteca. Foi proposta uma competição entre as salas para ver quem arrecada mais. promovida pela Secretaria Municipal de Promoção Social. • teatro das estrelas: projeto teatral que vêm nas escolas da rede de ensino. • cadernos dos alunos: estão chegando e a bibliotecária está distribuindo aos alunos. Foi comentado que um aluno foi identificado. Ficou definida uma premiação para a sala que mais arrecadar agasalhos. O mascote terá que obedecer aos critérios estabelecidos pela Secretaria Municipal de Promoção Social. Em princípio. • salão de áudio: foi pedido para que os professores tomassem mais cuidado ao utilizar o salão. com pontuação por peça arrecadada. Para ingresso no projeto.36 HTPC – Horas de trabalho pedagógico coletivo No dia 9 de junho de 2009. os professores acharam viável a vinda. Ficou acordado que os professores e funcionários cumpririam horário normalmente.

Foi atentado também para o limite de faltas dos alunos. Para receber o certificado do Ensino Médio. 16 anos completos. salas bagunçadas etc. • acessa escola: a escola terá uma sala de informática aberta à comunidade com monitor. só entra na segunda com autorização. • chamadas: foi pedido maior rigor nas chamadas dos alunos. Para receber do Ensino Fundamental.37 o aluno deverá ter 18 anos completos. Se o aluno faltou na primeira aula. Pediu também colaboração de todos para vigiar os demais colegas quanto à arrumação da sala: ventiladores ligados. Tem professor “pisando na bola”. • compromissos: a coordenadora cobrou empenho dos professores aos compromissos firmados no começo do ano. carga horária de 24 meses. tendo tolerância de 10 minutos. . No Ensino Fundamental. os alunos deverão cumprir a carga de 18 meses. As inspetoras novas estão verificando geral. janelas abertas. para evitar transtornos.

pois servirão para os alunos das outras séries. com listas de exercícios. é dada matéria normal. Como sempre. Mais uma vez foi comentada a importância do acompanhamento. a direção disse que ligaria para os pais. falta de interesse pela matéria. principalmente aqueles que a escola empresta. Foi esclarecido aos pais que mesmo para àqueles que vêm na escola. celulares em sala de aula etc. Aproveitam para tirar dúvidas. Foi abordado o tema da disciplina. Foi citado um exemplo de um aluno que ao pedir para ir embora. falta de respeito com o professor. os que vêm. houve pouca participação dos pais ou responsáveis. pelos pais ou responsáveis. estão interessados em aprender. para terem “aula particular”. do aluno na escola.38 Reunião de Pais Acontecida no dia 20 de maio de 2009. etc. e a frequência escolar. e principalmente aqueles que deveriam comparecer não compareceram. Muita reclamação da bagunça dos alunos. Verificar a ordem dos materiais didáticos. . vou voltar pra sala”. o mesmo recuou dizendo “deixa quieto. cuja discussão principal foi que os pais disseram que quando tem poucos alunos nas aulas.

22 de November de 2011 .39 CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DAVERSON ANTONIO GONÇALVES ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Pirassununga.

Ciências e Educação de Pirassununga. São Paulo. Lucas F.40 DAVERSON ANTONIO GONÇALVES ESTÁGIO SUPERVISIONADO II Relatório parcial apresentado ao Curso de Licenciatura em Matemática da FATECE. para a disciplina Estágio Supervisionado II. Maísa Maganha Tuckmantel Pirassununga. R. dos Santos Garcia _____________________________________ Coordenadora de Estágio Supervisionado Profª Dra. Faculdade de Tecnologia. 22 de November de 2011 . Data: 22 de November de 2011 _____________________________________ Supervisor de Estágio Profª Ms.

. estiveram presentes em toda minha caminhada acadêmica e sempre acreditaram em meu potencial. incentivando-me na busca de novas realizações.41 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a meus amigos e familiares. especialmente minha mãe e minha esposa que sempre me apoiaram.

força interior e a coragem para concluir este trabalho.42 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus por me dar o dom da vida. . e principalmente a perseverança de não desistir nunca.

................................43 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO.............................................07 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO MÉDIO......................................................................................................38 PLANO DE AULA ENSINO FUNDAMENTAL......................................22 ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL............................................................................................37 ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO..............................................................39 PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO...............................46 ................45 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.............06 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL...................................................................................................41 CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................

o relatório das atividades observadas e desenvolvidas no período de Estágio de Matemática compreendido entre fevereiro a junho do corrente ano na Escola Estadual “Pirassununga” na cidade de Pirassununga. DE DAVERSON ANTONIO GONÇALVES À Coordenação do Estágio Supervisionado Assunto: Apresentação de Relatório Em atendimento às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado. 22 de Novembro de 2011. submeto à apreciação de V. Estagiário .PIRASSUNUNGA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE MATEMÁTICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO II PROFESSORES: Lucas F.44 FATECE . Estado de São Paulo. R. Sª. Atenciosamente. dos Santos Garcia Maísa Maganha Tuckmantel Pirassununga.

4) Resolvemos a equação obtida. 3) Se ainda restar um ou mais radicais. demonstrando conhecimento sobre o tema. Feita a chamada. nem todos os alunos trajava o uniforme da escola. logo que adentrou à sala. A professora procedeu a chamada em voz alta. repetimos as operações anteriores. Nesta classe. Aqui descrevo alguns tópicos: Equação irracional é aquela que tem incógnita sob o radical. algumas dicas de como resolver equações irracionais no conjunto dos Números Reais: 1) Isolarmos um dos radicais em um dos membros da equação dada.. e transcreveu a matéria na lousa. participei da primeira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”. foi passado alguns exercícios de fixação. dos quais transcrevo alguns: a) b) c) x +3 = 8 x + 5 =7 x −1 =11 Foi passado na lousa também. Uma sala ampla. das 12h30 às 13h20min. Após a explicação. A professora se apoiou em um livro didático. 2) Elevamos os dois membros da equação a um expoente adequado. Exemplos: a) b) c) d) 3 x =7 x +1 = 4 x −6 +3 =10 5 x + 2 = 3 3 x +12 Com base nestes exemplos.45 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL Em 5 de novembro de 2009. a explicação da matéria foi feita usando giz colorido para melhor entendimento dos alunos. Havia 21 alunos presentes. com armário para armazenamento de material didático. sempre com boa entonação de voz. pela sequência numérica. foi iniciado o tema “Equações Irracionais”. mas sem ventilador. .

a professora pediu para que os alunos trouxessem o Caderno do Aluno. x =81 x =10 . a professora fez uma interação com os alunos num momento rápido e bem descontraído. x =1 0 0 Antes de tocar o sinal. Essa atividade chamou de “Descubra o Segredo”. x = 36 x =9. A professora passava os exercícios na lousa e os alunos respondiam: a) b) c) x = 6. Quase no final da aula. para verificar se entenderam essa parte da matéria. para que pudessem resolver os exercícios nele contidos sobre Equação Irracional.46 5) Verificamos as soluções encontradas. Que consistia em encontrar o valor de x. .

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Em 6 de novembro de 2009, das 12h30min. às 13h20min., participei da primeira aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”. Uma sala ampla, com armário para armazenamento de material didático, mas sem ventilador. Nesta classe, a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola. A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica, logo que adentrou à sala. Havia 26 alunos presentes. Feita a chamada, deu prosseguimento ao tema abordado na aula anterior, iniciando com Mudanças de Unidade, cujo tema abordado era Medidas de Comprimento. Foi pedido aos alunos que tomassem nota do que fora passado na lousa. A seguir, transcrevo o que foi enunciado: Cada unidade de comprimento é 10 vezes maior ou menor que a unidade ao lado. km hm dam m dm cm mm

Assim, a mudança de unidade se faz com deslocamento da vírgula à direita ou à esquerda. Para maior visualização dos alunos, as palavras direita e esquerda foram escritas com giz de outra cor. Foram dados os seguintes exemplos aos alunos: 1) Transformar 9,574 km em metros: km ⇒ hm ⇒ dam ⇒ m dm cm mm 9,574 km = 95,74 hm = 957,4 dam = 9.574 m Na prática, deslocamos a vírgula três casas à direita. Este exemplo foi explicado, mais de uma vez, pois alguns alunos apresentaram dúvidas. 2) Transformar 40 cm em metros. km hm dam m ⇐ dm ⇐ cm mm 40 cm = 4,0 dm = 0,40 m Na prática, deslocamos a vírgula duas casas à esquerda. Novamente foi explicado mais de uma vez, pois alguns alunos (menos que da vez anterior) apresentaram dúvidas.

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Ainda em 6 de novembro de 2009, das 14h10min. às 15h, e das 15h30min. às 16h10min., participei da terceira e quarta aulas na 8º série do Ensino Fundamental “A”. A professora procedeu a chamada em voz alta, pela sequência numérica, logo que adentrou à sala. Neste dia havia 23 alunos presentes. Após a chamada, a professora retomou o conceito de “Equações Irracionais”, passando mais alguns exemplos na lousa, e perguntando se havia alguma dúvida com relação ao tema. Ninguém se manifestou. A professora pediu para que os alunos pegassem o Caderno do Aluno, para resolução dos exercícios. Durante a resolução, muitos alunos chamavam a professora ao mesmo tempo, apresentando dúvidas, o que causava muito barulho na sala. Com calma e muita paciência ela atendia um a um. Foi autorizado aos alunos que não trouxeram o caderno a sentarem com o colega para realizarem a atividade.

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Ainda em 6 de novembro de 2009, das 16h10 às 17h, participei da quinta aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”. Novamente foi procedida a chamada. Retomado o tema da primeira aula, a professora passou um exercício na lousa, desenhando uma régua na lousa e acima dela um prego, posicionado de 0 a 6,4 cm, e descreveu: A figura mostra uma régua graduada em centímetros e cada um desses centímetros está dividido em 10 partes (milímetros). A atividade consistia em os alunos responderem à algumas perguntas, olhando a figura na lousa, dentre as quais destaco: a) Qual é, em centímetros, a medida deste prego? b) Qual é, e milímetros, a medida deste prego? Percebendo que nem todos respondiam às perguntas, a professora questionou a sala quanto a possíveis dúvidas. Um aluno pediu para que ela explicasse novamente o exercício. Repetida a explicação, as mesmas perguntas foram feitas, e desta vez mais alunos responderam. Após essa explicação, a professora passou vários exercícios de fixação, recomendando que os alunos resolvessem em casa, trazendo dúvidas na próxima aula. Avisou também que todos os exercícios seriam corrigidos em sala. Dentre esses exercícios destaco: 1) Copie e indique as representações corretas: a) cinco metros b) oito quilômetros c) trezentos metros d) quarenta centímetros e) vinte e três milímetros 2) Indique em metros: a) 5 metros e 38 centímetros b) 12 metros e 70 centímetros c) 29 metros e 6 centímetros

50 3) Escreva em centímetros a) 7 m b) 1.000 m em quilômetros Foi desenhado um mapa com umas casinhas representando uma cidade A.857 cm e) 5 cm f) 0.8 mm Enquanto a professora passava os exercícios na lousa. havia muito barulho na sala.07 km em metros e) 370 m em quilômetros f) 6.000. umas casinhas representando uma cidade E.9 cm 5) Escreva: a) 4 km em metros b) 0.473 m em quilômetros h) 2. voltavam a fazer a mesma coisa.5 m c) 0. 4) Escreva em metros: a) 65 cm b) 138 cm c) 3. Passado um tempo.5 km em metros c) 4.42 m d) 81.9 m e) 63 mm f) 2.96 km em metros d) 0.4 cm d) 9. A professora repreendia os alunos o que resolvia momentaneamente. Os alunos se levantavam indo até as carteiras dos colegas.940 m em quilômetros g) 473. e alguns pontos formando uma figura geométrica simbolizando o trajeto entre as duas cidades e foram feitas as seguintes perguntas: . conversando alto.

. passando pelo ponto D? b) Quantos quilômetros há entre a cidade A até a cidade E. trazendo dúvidas na próxima aula. passando pelos pontos B e C? c) Qual é o trajeto mais comprido? Quantos metros a mais que o outro ele tem? Novamente a professora mencionou que esses exercícios eram para ser resolvidos em casa.51 a) Quantos quilômetros há entre a cidade A até a cidade E.

= = 2. Nesta aula foi abordado o tema “Problemas do 2º grau”. temos: x= − ( −2) ± ( −2) 2 − 4. você deve proceder do seguinte modo: 1) Tradução das sentenças do problema para a linguagem simbólica. e x2 = = = −3 2 2 2 2 Portanto.2x É igual a 15: x2 . Feitos alguns comentários sobre esses passos.1. A professora procedeu a chamada em voz alta. Neste dia havia 19 alunos presentes. pela sequência numérica. das 12h30min. O quadrado de um número: x2 Diminuído de seu dobro: x2 . logo que adentrou à sala.( −15 ) 2 ± 4 + 60 2 ± 64 . o número é 5 ou -3. Eis o que foi passado aos alunos: Dizemos que um problema é do 2º grau quando sua solução depende de uma equação do 2º grau.2x-15=0. a professora transcreveu o tema na lousa. foi apresentado um problema aos alunos para percepção do que estava sendo passado: O quadrado de um número diminuído de seu dobro é 15. 2) Resolução da equação. participei da primeira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”. Qual é esse número? Com giz em outra cor à do enunciado foi feita a resolução: Seja x o número.1 2 2 temos 2 raízes: x1 = 2 + 8 10 2 −8 − 6 = = 5 . Novamente com o apoio de um livro didático. 3) Interpretação das raízes obtidas.. Na resolução de um problema do 2º grau. .52 Em 9 de novembro de 2009. às 13h20min.2x=15 Resolvendo: x2 .

. Uma aluna solicitou que fosse repetida a explicação.53 Finalizada a explicação. o que foi atendida. a professora questionou a sala quanto à dúvidas.

54 Ainda em 9 de novembro de 2009. participei das duas últimas aulas na 5º série do Ensino Fundamental “A”. que ela iria responder a todas as perguntas. havia muito barulho na sala de aula. Muitos alunos questionavam a professora de uma só vez. indo de carteira em carteira vistando cada caderno. . a professora pedia para que os alunos se pronunciassem um de cada vez. Após vistar todos os cadernos. questionando quanto às dúvidas dos alunos. Enquanto passava vistando os cadernos. a professora pediu para vistar os cadernos dos alunos que fizeram os exercícios propostos na aula anterior. como de costume. a professora fez algumas anotações em seu diário de classe e iniciou a correção dos exercícios propostos na aula anterior. Procedida a chamada em voz alta pela numeração contínua. Como eram muitos exercícios. Demonstrando muita calma. das 16h10 às 17h50. a correção tomou todo o tempo restante da aula. Corrigiu cada um.

Eis o que foi passado aos alunos: Polegada – uma unidade inglesa de comprimento. ainda dentro do tema Medidas de Comprimento. logo que adentrou à sala. 29 polegadas. trazidos do dia-a-dia dos alunos. explicando que para essa medição. pela sequência numérica. anotando as respectivas medidas. a professora fez vários desenhos de televisões na lousa. A professora procedeu a chamada em voz alta. é necessário medir a diagonal da tela. Uma polegada vale 2. 20. . Foram dados alguns exemplos. das 12h30min. É uma unidade de medida inventada antes do sistema decimal.. os alunos se alvoroçaram querendo que fosse medido cada polegar. Para explicitar melhor. Havia 25 alunos presentes. ela fez o seguinte comentário: 20 polegadas significa que a medida da diagonal da tela equivale a 20 x 2.55 Em 10 de novembro de 2009. No desenho da televisão de 20 polegadas. Foram propostos alguns exercícios complementares aos alunos. às 13h20min. No momento que a professora disse que polegada é a medida da largura de um polegar. Eles pediam que a professora pegasse uma fita métrica para medir os polegares.8 cm. 1) Qual é a unidade de medida usada para demarcar as estradas de rodagem? 2) Faça as seguintes conversões: a) 1m em cm b) 1 cm em m c) 1 km em m d) 1 m em mm e) 1 mm em m f) 1 cm em mm 3) Copie e complete: a) Um homem de 175 centímetros mede ___ metros. destacando o tamanho de cada uma. participei da primeira aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”. Foi mencionada a televisão: de 14. Foi concedido um tempo para que esses exercícios fossem feitos.54 = 50. A polegada é muito usada em nosso país. Foi um momento muito hilário. a professora enunciou na lousa o conceito de polegada. Neste dia.54 cm. e a professora avisou que iria corrigi-los na próxima aula.

1. Dentre eles. Após a chamada. 2) O dobro do quadrado de um número é igual ao produto desse número por 7. um pai respondeu: “O quadrado da idade menos o quádruplo dela é igual a 5 anos”. c) 900 milímetros de arame são ___ centímetros. participei da terceira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”. os quais seriam corrigidos na próxima aula. mais 15. às 15h. com mais um exemplo: Perguntado sobre a idade de seu filho. Qual a idade de Renata? . das 14h10min. pois a idade não pode ser negativa. Calcule esse número. = = 2. Neste dia havia 22 alunos presentes. Juliana respondeu: “O quadrado de minha idade menos o quíntuplo dela é igual a 104”. A professora procedeu a chamada em voz alta.( −5) 4 ± 16 + 20 4 ± 36 . O quadrado da idade: x2 Menos o quádruplo dela: x2 . temos: x= − ( −4) ± ( −4) 2 − 4. Qual é a idade de Juliana? 4) O quadrado da idade de Renata menos o triplo dela é igual ao quíntuplo de sua idade mais 33 anos.4x É igual a 5 anos: x2 . Qual a idade do filho? Mais uma vez com giz em outra cor à do enunciado foi feita a resolução: Seja x a idade. e x2 = = = −1 2 2 2 2 Como não convém considerar a raiz negativa. Ainda em 10 de novembro de 2009. a idade do filho é 5 anos. foi retomado o tema abordado na aula anterior. Qual é esse número? 3) Perguntada sobre sua idade.1 2 2 temos 2 raízes: x1 = 4 + 6 10 4 −6 −2 = = 5 .4x = 5 Resolvendo: x2 . Foram propostos alguns exercícios para serem feitos em casa. pela sequência numérica.56 b) 500 centímetros de corda são ___ metros. logo que adentrou à sala.4x -5= 0. destaco: 1) A soma de um número com seu quadrado é 30.

Calcule a idade de Paula. .57 5) O quadrado da idade de Paula subtraído da metade de sua idade é igual a 14 anos. 6) A soma dos quadrados de dois números consecutivos é 61. Calcular esses números.

Após a chamada.. . Para x = -6. Neste dia havia 22 alunos presentes.( −60 ) − 2 ± 484 = 2. para x = 5. temos: X2 + (x + 1)2 = 61 X2 + x2 + 2x + 1 = 61 2x2 + 2x – 60 = 0 x= − 2 ± ( 2) 2 − 4. temos x + 1 = 5 + 1 = 6. Números procurados: -6 e -5. temos x + 1 = -6 + 1 = -5. Número: x Número consecutivo: x + 1 Quadrado do número: x2 Quadrado do seu consecutivo: (x + 1)2 Resolvendo: x2 + (x + 1)2 = 61. A professora procedeu a chamada em voz alta. A resposta deste exercício é: 5 e 6 ou -6 e -5. das 12h30min. Números procurados: 5 e 6. às 13h20min. Dos exercícios dados e corrigidos nesta aula.2. ao final de cada resolução. participei da primeira aula na 8º série do Ensino Fundamental “A”. a professora corrigiu cada exercício dado na aula anterior. sempre questionando quanto à duvidas da sala.2 4 x1 = 2 + 22 − 2 − 22 = 5 e x2 = = −6 4 4 Então.58 Em 12 de novembro de 2009. pela sequência numérica. destaco o número 6 que dizia: A soma dos quadrados de dois números consecutivos é 61. Calcular esses números.

participei da primeira aula na 5º série do Ensino Fundamental “A”. das 12h30min. pela sequência numérica.000 m d) 1 m em mm = 1.001 m f) 1 cm em mm = 10 mm 3) Copie e complete: a) Um homem de 175 centímetros mede 1. ou se na classe havia algum pai que era mecânico. Então a professora perguntou se ele sabia o que significava o número nas chaves de boca.. Como de costume. indicam a abertura da boca da chave em milímetros.59 Em 13 de novembro de 2009. ela comentou que os números gravados nas chaves que os mecânicos usam. 2) Faça as seguintes conversões: a) 1m em cm = 100 cm b) 1 cm em m = 0. Neste momento houve alvoroço na sala.75 metros. Mostrando o livro. Ele disse ser a medida da chave. a professora iniciou a correção dos exercícios propostos na aula anterior: 1) Qual é a unidade de medida usada para demarcar as estradas de rodagem? A unidade de medida é o quilômetro. c) 900 milímetros de arame são 90 centímetros.000 mm e) 1 mm em m = 0. pois todos os alunos queriam ver o livro da professora. Como curiosidade a professora perguntou aos meninos se algum conhecia ferramentas. às 13h20min. Ela então disse estar correto. Acalmados os ânimos.01 m c) 1 km em m = 1. Neste dia havia 24 alunos presentes. a professora mencionou que o próximo assunto a ser abordado será o Perímetro de um polígono. b) 500 centímetros de corda são 5 metros. Um aluno se manifestou dizendo que conhecia ferramentas. Feita a chamada. . a professora procedeu a chamada em voz alta.

Feita a chamada. sanando ainda algumas dúvidas que restavam.. Durante todo o período das aulas. a professora procedeu a correção total da atividade na lousa. Havia 16 alunos presentes. Notei que a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola. outro pediu autorização para ir ao banheiro. Após o tempo dado para realização da atividade. percebi que enquanto um aluno estava fora da sala. Enquanto passava as perguntas na lousa. a professora falava com firmeza. cujo tema era Notação Científica. Logo após o retorno do primeiro. logo que adentrou à sala. a própria professora disse ao segundo aluno que poderia se dirigir ao banheiro. A professora pediu que este último aguardasse o colega retornar. A professora procedeu a chamada. demonstrando profundo conhecimento da matéria. com ventilador e armário para armazenamento de material didático. Durante essas aulas. a professora já corrigia e atribuía nota às mesmas.60 RELATÓRIO DE OBSERVAÇÃO DO ENSINO MÉDIO Em 3 de novembro de 2009. Uma sala bem ampla. consistia em duas questões envolvendo grandezas e medidas. que estava em poder da professora. participei da primeira aula no 3º ano do Ensino Médio “D”. conseguiu a atenção da grande maioria dos alunos. mas durante a explicação de cada exercício. Durante a realização das atividades. das 7 às 7h50min. foi distribuída a folha de atividades a serem realizadas pelos alunos. havia conversa entre os alunos. sanando dúvidas de todos os que a procuravam. Pediu também para que os alunos mantivessem as perguntas em seus respectivos cadernos para estudos futuros. e estes para com a professora. Sempre têm aqueles que não se interessam pela matéria. Demonstrava também respeito com os alunos. visando a prova bimestral. A atividade do dia a ser realizada em duplas. demonstrando que conhecia aluno por aluno daquela série. em silêncio. explicando detalhadamente cada exercício. Ressalto que só era permitida a saída da sala de aula apenas um aluno por vez. À medida que os alunos acabavam as atividades. a professora dava total assistência aos alunos. .

) 5 b) (5. das 10h35min. usando giz colorido para melhor entendimento dos alunos. mas sem ventilador. com armário para armazenamento de material didático. Uma sala bem ampla. participei das duas últimas aulas no 1º ano do Ensino Médio “B”. às 12h15min. O tema abordado foi “soma dos termos de uma progressão geométrica infinita”. Após a explicação.  a1 = 5   a2  q = a1 =    S = a1 = 5 = 5 = 25 1 4 1− q 1− 1 4 5 5  5 1 0 .. demonstrando muito conhecimento sobre a mesma.)  a1 = 2 0    S = a1 = 20 = 20 = 80  a2 1 5 3  1 1− q 1− 3 4  q = a1 = 2 0 = 4  4   1 . sempre com boa entonação de voz. .61 Em 4 de novembro de 2009. demonstrando que conhecia aluno por aluno daquela série.. Havia 18 alunos presentes. novamente em silêncio. 15.) 3 c) (-30. sendo dados vários exemplos da matéria. Como observado na outra turma. foram dados alguns exercícios de fixação.... A explicação sobre o tema foi feita passo a passo.. a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola. 1. 5 . -  a1 = − 3 0   a 2 − 10  q = a1 = − 30 =   a1 − 30 − 30  1  S = 1 − q = 1 − 1 = 2 = −45 3 3 3  Ao final da primeira aula procedeu a chamada. dentre os quais destaco: a) (20. -10..

e os alunos mantiveram-se em silêncio. demonstrando desinteresse.62 Percebi que durante a resolução dos exercícios. fazendo anotações em seu diário de classe. alguns alunos resolviam individualmente. continuando a resolução dos exercícios propostos. Como observado na outra turma. Nem todos os alunos tentavam desenvolver os exercícios. outros se agrupavam por conta própria para melhor desenvolvimento da atividade. Faltando poucos minutos para o término da aula. mas interagindo com outros. . a professora precisou se ausentar da sala. sanando dúvidas de todos os que a procuravam. alguns conversavam. conferindo os resultados obtidos. a professora dava total assistência aos alunos. a professora vistava o livro de exercícios de cada um. À medida que os alunos acabavam os exercícios.

. Em seguida. Antes de começar a correção dos exercícios na lousa.. participei de uma aula no 1º ano do Ensino Médio “D”.. Esta sala é um pouco mais alterada que as observadas anteriormente. das 7h50min. ) 2 6 18 1  a1 =  2     q = a2 =  a1     1 1   1 a1 1 3 3  S= = 2 = 2 = x = 6 = 1 x 2 = 2 = 1 2 1− q 1− 1 2 2 4 3 3 1 6 1 6 3  2  b) (3.. Dentre eles destaco: a) ( 1 1 1 . Conseguiu com que todos os alunos voltassem a atenção à correção. 1 .. esta todos os alunos trajavam o uniforme da escola. às 8h40min. pediu licença aos alunos dizendo que até agora eles conversaram mas que naquele momento seria de prestar atenção na correção.) 3  a1 = 3    S = a1 = 3 = 3 = 3 x 3 = 9  a2 1  2 1− q 1− 1 1 2 2 3 3  q = a1 = 3    . Novamente a professora procedeu a chamada em silêncio.63 Em 5 de novembro de 2009. A professora chamou os alunos por fileira. com armário para armazenamento de material didático. Diferentemente das outras turmas observadas anteriormente. Os exercícios eram sobre “soma dos termos de uma progressão geométrica infinita”. alertando sobre o tempo para resolução dos mesmos. Uma sala ampla. dizendo que não esperaria pela entrega dos exercícios dos mesmos. foram cobrados dos alunos os exercícios dados na aula anterior. mas sem ventilador. 1. Agiu com firmeza com um aluno que não havia feito os exercícios. . vistando os cadernos e fazendo anotações em seu diário de classe...

. usando giz colorido para melhor visualização e fácil entendimento dos alunos. uma aluna questionou se deixando a resposta da forma ( 200 ).. da matéria dada. . Conforme transcorria a resolução. deixando a cargo de cada aluno optar pela forma que mais se identificava. Ressalto que ao final de cada exercício. não seria encontrada a forma questionada. que fez uma explanação sobre o tema aos alunos.. não consideraria errada. a professora interagia com a classe. e também mais de uma maneira de resolução.) 10 100  a1 = 1  a1 1 1 1 10 10    a2 1  S = 1 − q = 1 − 1 = 9 = 1 x 9 = 9 10  q = a1 = 1 0 10   Explicava cada exercício passo a passo. mas que em qualquer concurso público ou mesmo em qualquer publicação. a aula foi interrompida por um representante. sendo esclarecida pela professora que em uma eventual 1 avaliação dela. do projeto “Aluno Nota 10”.64 c) (1. a professora questionava a classe quanto a possíveis dúvidas. Faltando alguns minutos para seu término. chamado Thiago. Ao final da resolução. solicitando que dissessem o enunciado de cada um. Mais uma vez a classe foi inquirida quanto à possíveis dúvidas na resolução dos exercícios. 1 1 . estaria correta.

Uma sala bem ampla..444.444.. o que percebi que todos fizeram. a professora concedeu um tempo para que os alunos tomassem nota em seus cadernos. para que os alunos tivessem melhor visualização e entendimento da matéria atual. Assim podemos escrever: 0.04 + 0. . como uma introdução..1 (-1 < q < 1). Uma aluna justificou a falta da aula anterior apresentando atestado médico. a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola. sendo -1 < q < 1.65 Em 6 de novembro de 2009. a expressão qn tende a zero (qn -> 0). com ventilador e armário para armazenamento de material didático.004 9 9 + .( 0 − ) 1 a1 −( q n −1) fica S = => q− 1 q −1 S = 1 −q . Segue o que a professora anotou na lousa: “Consideremos a dízima periódica 0. participei da primeira aula no 1º ano do Ensino Médio “C”. Como em outras turmas observadas... foi iniciado o tema “Fórmula da soma dos termos de uma progressão geométrica infinita”. cuja fração geratriz é igual a 4 4 . Fez ainda um lembrete de conceitos dados no começo do ano para melhor entendimento do que seja uma dízima . A professora procedeu a chamada. em silêncio. fez um paralelo com a matéria dada anteriormente. Ao começar a explicação. ou seja. Note que essa adição possui infinitas parcelas. logo que adentrou à sala. Quando -1 < q < 1 e quando n tende a infinito (n -> ∞). infinita de razão q = 0. = = 0. Nesta turma.444.G. Havia 22 alunos presentes.4 + 0. A professora pediu para que os alunos tomassem nota..( − ) => −a1 a1 a1. que formam uma P. das 7h às 7h50min. a fórmula Sn = 1 S = q −1 . pois o assunto era novo. 4 : 9 = 0. Nessas condições.. Passada toda a parte inicial da matéria na lousa. Cada passo do tema foi abordado passo a passo.

0. citou calculadora e computador para que os alunos tivessem noção da quantidade de armazenamento de dígitos após a vírgula na dízima. Exemplificando: 0. recordando que o algarismo repetido na dízima se transforma em numerador e a quantidade de 9 no denominador depende do número de termos repetidos na própria dízima. 12 99 4 (4 no numerador e um 9 apenas por ser um algarismo só 9 (12 no numerador e 99 por ser dois algarismos .121212 -> repetidos).66 periódica e suas transformações... -> repetido). Para fazer menção ao número de repetições após a vírgula.444. Explicou ainda detalhadamente a dedução da fórmula da soma dos termos de uma progressão geométrica infinita.

67 Ainda em 6 de novembro de 2009. .. . . 1. Novamente foi procedida a chamada.) 3 c) (1. . infinita?”.) 2 6 18 b) (3. das 11h25min. mas não é . onde -1 < q < 1. 1 ..) 10 100 . Feita a explicação..G.. infinita: a) ( 1 1 1 . participei da última aula no 1º ano do Ensino Médio “C”. a professora perguntou à classe se havia alguma dúvida..). 3 Em seguida foi explicado que o resultado tende a 2 2 . .. A aula foi iniciada retomando o assunto da primeira aula do dia.G. 1 1 . foram passados os seguintes exercícios de aprendizagem: Determine a soma de cada P. 3 3 Mais uma vez a classe foi questionada quanto a possíveis dúvidas. mas ninguém se manifestou. ( 1 1 1 .G. às 12h15min.. . com a explicação da fórmula da soma dos termos de uma progressão geométrica infinita: S = 1 −q ... .. . novamente ressaltando a diferença entre a matéria anterior e a atual. Ao término da explicação. Foi passado aos alunos um exemplo para melhor assimilação da forma: Calcular a soma dos termos da P. . 3 6 12 a1 1   a1 = 3     q = a2 =  a1     1 1   1 a1 3 3 1 2 2  1 3 3 1  S = 1− q = 1− 1 = 1 = 3 x 1 = 3 6= x = = 2 2 1 6 1 6 2  3  Este exemplo foi explicado detalhadamente. A própria professora fez o seguinte questionamento: “como o resultado é 2 se é uma P.

) 1 0 .68 d) (100. o que observei que os que tentaram desenvolver.. solicitaram ajuda da professora.) 5 e) (5.) 1 . solicitando aos alunos que depositassem nele papel amassado.. .. -10. - Foi concedido tempo para resolução dos exercícios... 1. a professora passou o cesto de lixo em toda a sala. 10.. . . ... sobra de apontador de lápis e afins. 50. . 5.) 3 g) (-30. sendo atendidos de imediato. 25. Faltando pouco tempo para o término da aula. f) (20.

para estudos futuros. sanando suas dúvidas. os respectivos cadernos para visto. Perguntou à classe quem estava errando algum passo da resolução dos exercícios. logo que adentrou à sala. A professora explicou que essa etapa poderia ser resolvida da maneira que a aluna achasse mais conveniente. usando giz colorido para melhor entendimento dos alunos. devidamente resolvidos. Para essa explicação. em silêncio. Nessa etapa houve silêncio na sala e grande parte dos alunos prestou atenção na resolução. não chegaremos a lugar algum.. a professora recorreu a todos os exercícios da lista. os quais foram atendidos prontamente. organizados por fileiras. procedeu a correção completa dos exercícios propostos. Foi solicitado aos alunos que levassem. com os exercícios dados na aula anterior. explicando passo a passo cada um deles. infinita”. A professora procedeu a chamada. se virarmos as costas para o que é difícil. no tocante ao mínimo múltiplo comum. como na vida. ao que foi respondido pela professora que não é difícil. resolução essa feita passo a passo. das 7h às 8h40min. Somente 2 alunos se manifestaram. participei das duas primeiras aulas no 1º ano do Ensino Médio “C”. da maneira que ela aprendeu. assim como na matemática. Um aluno comentou ser difícil o tema. o que foi anotado no diário de classe. Havia 22 alunos presentes. Após as vistas. sempre com boa entonação de voz. . a professora interagia com os alunos solicitando que ditassem os enunciados dos mesmos. Como é constante nas aulas dessa professora. Durante a resolução de cada exercício. cujo tema era “soma dos termos de uma P.69 Em 9 de novembro de 2009. Pude perceber que uma minoria levou os cadernos.G. Uma aluna ainda tinha dúvidas quanto à divisão envolvendo frações. Aconselhou os alunos a tomarem nota de alguns detalhes sobre conceitos passados anteriormente. a cada resolução questionava a sala com relação à possíveis dúvidas. necessários na resolução do tema atual.

Foi apresentado aos alunos o significado da palavra Função: dependência. Explicou também como será a aplicação do provão do quarto bimestre. Nos dia 18 de dezembro será a formatura das oitavas séries e também dos terceiros anos do ensino médio. participei das duas primeiras aulas no 1º ano do Ensino Médio “B”. destaco: . exemplificando o uso da palavra no dia-a-dia dos alunos. 10 de Exatas e 11 de Humanas. Pediu silêncio à classe para fazer a correção da avaliação realizada durante a aula anterior. A professora pediu para que um aluno que estava fora de seu lugar respeitar o mapa de sala e voltar para seu lugar de origem.70 Ainda em 9 de novembro de 2009. . Para melhor entendimento dos alunos. aplicado em aulas anteriores para explicar a dependência do termo AN em relação ao N da fórmula.o uso da função em um posto de combustível. Nos dias 14 e 15 de dezembro seria o Conselho de Classes e nos dias 16 e 17 de dezembro. 10 e 11 de dezembro. em silêncio. Dentre os exemplos. logo que a professora adentrou à sala. A chamada foi procedida. dias 9. o valor a pagar “depende” da quantidade de pães adquiridos. escreveu um texto na lousa sobre a idéia de função mostrando a dependência encontrada em vários lugares. cujo tema era soma dos termos de uma progressão geométrica infinita. sendo dia 9 de Línguas.. . Usou o conceito de Progressão Aritmética. Explicou para a classe sobre a mudança na ordem das matérias ocorrida neste ano. Havia 25 alunos presentes. sendo que o preço a pagar “depende” da quantidade de litros. Recuperação. sendo dada sequência antes de funções. das 8h40 às 9h30min.em uma padaria. Questionou quais alunos haviam trazido o caderno nº 2.

c) A superfície da Terra é de aproximadamente 510 milhões de km2. 103.103 X= 13.10-9 = 6.106 = 1.3. cujo tema era Notação Científica..108 2) Sabe-se que 1 metro equivale a 1 bilhão de nanômetros.10-8 1.107 m . A chamada foi procedida. logo que a professora adentrou à sala. 103 X= 13. pergunta-se: quanto essa medida equivale em nanômetros? 1km = 1000m 13000 = X X= 13000.10.000.1011 b) O raio do átomo de oxigênio mede 66 bilionésimos de metro. Foi retomada a correção da atividade aplicada. Foi comunicado aos alunos sobre o adiamento da prova do SARESP para os dias 17. das 7 às 7h50min. em silêncio. 500.10-9 = 6. Considerando o diâmetro da Terra em 13. 66 66 = = 66.000 .000 km.1. 5. no dia 28 de outubro de 2009. Havia 20 alunos presentes.71 Em 10 de novembro de 2009. para resolução em grupo.6. 18 e 19 de novembro de 2009.000 = 5.6. Seguem: 1) Escrever em notação científica: a) A capacidade de um grande computador para armazenar dados é de 500 bilhões de bytes.000 .000.000 10 9 Havia muita conversa enquanto a professora escrevia os enunciados dos exercícios na lousa. participei da primeira aula no 3º ano do Ensino Médio “D”.

havia silêncio entre os alunos. que foi imediatamente sanada pela professora.109 = 1.107 m = 1.1016 nanômetros Durante a explicação de cada exercício. Avisou a classe que no dia seguinte seria aplicado trabalho sobre o mesmo tema a ser feito individualmente.3. . Foi usada nessa etapa. A professora corrigiu a postura de um aluno em sua carteira. Na resolução da letra “b” do primeiro exercício. Foi explicada ainda.72 1m = 1 bilhão de nanômetros 1m = 109 nanômetros (1 bilhão = 109) 1. teoria de potência de 10 e regra de três simples.3. comentou que percebeu ser as maiores dificuldades dos alunos era com relação à divisão envolvendo números muito grandes e também em trabalhar com potência negativa. Questionou a classe quanto a possíveis dúvidas durante a resolução dos exercícios. uma aluna apresentou uma dúvida. Baseada nas correções da folha de atividades apresentada pelos alunos. a teoria de Notação Científica. rapidamente.3.107. mostrando o uso em cada exercício proposto.

A cada aluno que entregava a atividade. cujo tema era “soma dos termos de uma progressão geométrica infinita”. A maioria dos alunos entregou os exercícios resolvidos. solicitando que a entrega fosse organizada por fileira. Durante esse tempo. A professora repreendeu a sala alertando sobre os alunos que copiaram os exercícios de quem havia feito. Silêncio total nesse momento. Foi cobrado dos alunos os exercícios propostos na aula anterior. os mesmos aplicados aos alunos do 1º ano do Ensino Médio “D”. em silêncio. Avisou em alto e bom tom que durante a correção dos exercícios. uma aluna passou o cesto de lixo na sala para recolhimento dos restos de papeis e sobras de apontador de lápis. outra coisa é copiar de quem fez. observados em 5 de novembro de 2009. a inspetora de alunos solicitou autorização para que uma aluna a acompanhasse. o que estão enganados. com ventilador e armário para armazenamento de material didático. Por ser a mais numerosa das salas observadas. enganando a si próprios. o que foi permitido pela professora. Como de costume. teria que apresentar atestado médico. A professora procedeu a chamada. A aluna retornou à sala poucos instantes após sua saída. interagia com a sala solicitando que enunciassem os exercícios.. logo que adentrou à sala. Foi avisado aos alunos que na aula seguinte seria aplicada avaliação formativa e que se alguém faltasse à aula. Durante a explicação.73 Em 10 de novembro de 2009. notei também ser a mais barulhenta. só para ganhar um ponto. Havia 31 alunos presentes. retiraria o ponto dado. das 11h25min às 12h15min. se houver conversa. Durante a resolução. Alertou também sobre o fato dos alunos pensarem estar enganando a professora. Notei que a maioria dos alunos trajava o uniforme da escola. mais uma vez questionou. Isso foi percebido devido ao mesmo erro ocorrer em vários cadernos. . Uma sala bem ampla. questionava a classe quanto a possíveis dúvidas. Foi advertido também que fazer os exercícios em grupo é uma coisa. a cada exercício corrigido. mas ninguém se manifestou. participei da última aula no 1º ano do Ensino Médio “A”. demonstrando que conhecia aluno por aluno daquela série. era procedida anotação no diário de classe. E ao final da correção.

participei da primeira aula no 3º ano do Ensino Médio “D”.74 Em 11 de novembro de 2009. entregavam as avaliações que eram guardadas no diário de classe. . a professora recolheu as avaliações dos alunos mesmo daqueles que não as terminaram. Acabada a aula. das 7 às 7h50min.0000000001 g 2) Quantos prótons medem aproximadamente o mesmo que o vírus de uma gripe? Obs. Nesta aula foi aplicada atividade de caráter avaliatório cujo conteúdo apresento: 1) Escreva em notação científica: a) O vírus de uma gripe: 0. À medida que os alunos acabavam a atividade. em silêncio.0000000022 m b) Raio do próton: 0. logo que adentrou à sala. Durante a aplicação da atividade a professora estava atenta à qualquer tentativa de “cola” por parte dos alunos.. A professora procedeu a chamada. Esta atividade avaliatória deveria ser resolvida em sala e individualmente. podendo ser consultado apenas o caderno.00000000005 m c) Massa de um estafilococo: 0. Havia 22 alunos presentes.: Lembre-se que o raio é a metade do diâmetro.

Qual sua participação na Gestão escolar? Participou da elaboração da proposta pedagógica.: Não possuo pós graduação. Resp.: Só os propostos pelo Governo do Estado. .75 ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL Qual sua formação? Resp. sendo 5 na rede particular e 16 na rede pública. Possui Pós graduação? Resp.: Não possuo especialização. Resp.: Habilitação plena em Matemática. Como elabora suas aulas? Resp.: De acordo com o perfil de cada sala. Destaque os pontos fortes e fracos de sua formação.: Aprender a trabalhar com atividades contextualizadas e de acordo com o cotidiano do aluno. Quais critérios usa para selecionar os conteúdos matemáticos? Resp. Possui outros cursos de formação? Resp. Possui espacialização? Resp. foi o aprendizado de Geometria. Quantos anos atua no Magistério? Atua ou atuou na Rede Pública? Quanto tempo? Atua ou atuou na Rede Particular? Quanto tempo? Resp. Sugestão para um futuro professor de Matemática.: Tempo de Magistério: 21 anos.: Somente participei da escolha do material didático.: O ponto forte foi o aprendizado em Probabilidade e o ponto fraco.: De acordo com as necessidades dos alunos e procurando respeitar os limites de cada um. na escolha dos materiais didáticos? Resp. Habilitação em pedagogia com Administração.

: Tempo de Magistério – 20 anos. bem como na escolha de materiais didáticos entre outras ações. Não relacionados à área de Matemática. mas pessoal. pois escolas públicas e particulares têm salários pouco atraentes. horários. Possui Pós graduação? Resp. etc). na escolha dos materiais didáticos? Resp. muitas vezes. Quais critérios usa para selecionar os conteúdos matemáticos? Resp.: Superior completo. Sugestão para um futuro professor de Matemática.: Isso foi há muito tempo. Mesmo tempo atuando na Rede Pública.: Para um futuro professor de Matemática e não só de Matemática. Qual sua participação na Gestão escolar? Participou da elaboração da proposta pedagógica. O professor chega a lecionar em três escolas. Se quiser ganhar dinheiro.: Não possuo especialização. aulas para preparar. Nunca atuei na rede particular.: As aulas são elaboradas de acordo com a matriz curricular proposta pelo governo do Estado.: A gestão escolar tem sido democratizada há alguns anos e isso contribui para uma atuação mais significante do professor no que diz respeito a proposta pedagógica. reuniões. Quantos anos atua no Magistério? Atua ou atuou na Rede Pública? Quanto tempo? Atua ou atuou na Rede Particular? Quanto tempo? Resp. pois conta com um nível de stress exagerado (locomoção. A participação se dá em equipe. Faltava-me maturidade.76 ENTREVISTA COM PROFESSOR DE ENSINO MÉDIO Qual sua formação? Resp. possuo curso de Inglês Básico (Wizard) Destaque os pontos fortes e fracos de sua formação. para compensar financeiramente e acaba comprometendo a própria qualidade do seu trabalho. provas para corrigir. Resp.: Os conteúdos são selecionados pelo Governo do Estado (cadernos distribuídos aos professores e alunos) que deverão compor a matriz curricular no próximo ano. Cursei em Fundação de Ensino Particular e existem estigmas com relação às particulares. quando necessária. . Como elabora suas aulas? Resp.: Não possuo pós graduação. Resp. debatendo gestão versus professor e em alguns momentos gestão versus professor versus aluno versus comunidade. Sua recompensa não deverá ser financeira. Se tiver ideal e gostar da arte de ensinar: Ame seu trabalho e faça com o maior comprometimento possível. Possui outros cursos de formação? Resp. pense bem! Dê continuidade aos estudos para aulas em universidades.: Relativos à área de Matemática somente alguns propostos pelo próprio Governo do Estado. mas resolvi abraçar e o fiz com muito zelo. Ciências com habilitação plena em Matemática (Ciências Ensino Fundamental e Matemática Ensino Fundamental e Médio) Possui espacialização? Resp.

Todas as equipes recebem uma coleção de dez sólidos. Essa dificuldade inicial dará a deixa para . sendo três denominados A e os outros. com vários cubos e tipos de prismas e pirâmides. espera-se que os esquemas não coincidam. Mas nela não pode haver desenhos. feitas de papel-cartão. Cada grupo A fica associado a um B. Na primeira rodada. B.77 PLANO DE AULA ENSINO FUNDAMENTAL Nome da Escola: Escola Estadual Pirassununga Série: 8ª série do Ensino Fundamental Turno: Vespertino Número de Alunos: 25 Ano: 2009 Disciplina: Matemática Professor responsável pela sala de aula: Neca Estagiário: Daverson CONSTRUÇÃO GEOMÉTRICA CONTEÚDO: Espaço e Forma OBJETIVOS: Reconhecer. O time A cria com eles uma construção sobre a folha branca sem que o B veja. DESENVOLVIMENTO: 1ª ETAPA Divida a classe em seis grupos. ANOS: 4º e 5º TEMPO ESTIMADO: Seis aulas MATERIAL NECESSÁRIO: Seis coleções idênticas de figuras geométricas tridimensionais. e seis folhas de papel ofício branco. formular e interpretar características de figuras geométricas para comunicar suas posições em uma construção. Depois os alunos elaboram uma mensagem para que os oponentes realizem uma construção idêntica. O grupo B tenta executar a tarefa sem fazer perguntas.

Promova uma síntese e anote em um cartaz alguns combinados: Dizer o nome da forma geométrica. Solicite também que eles comparem textos e elaborem algumas construções coletivas a partir delas. alternando as equipes que constroem e as que fazem a montagem com base nas indicações. Indicar as faces das figuras que se tocam na construção. Se a figura tiver pontas. . vértices e faces. AVALIAÇÃO Faça uma construção com o material geométrico e peça que os alunos elaborem a mensagem com as instruções necessárias para montá-la. deixar claro o lado para o qual ela aponta. leia os combinados anteriores. Que figuras poderiam ter sido escolhidas para não haver confusão? Que termos explicariam melhor a parte em que uma está encostada na outra? Aproveite para recordar e estimular o uso dos nomes corretos e de termos como arestas. Antes de cada rodada. verificando o uso dos termos ensinados. 2ª ETAPA Repita o jogo em várias aulas.78 você organizar uma discussão sobre os equívocos das mensagens. Descrever as características dos lados.

mais fiel será a reprodução. . O tema é oportuno para a turma adquirir . geram um objeto com volume.como a modelagem de próteses dentárias.ou em atividades profissionais diversas .79 PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO Nome da Escola: Escola Estadual Pirassununga Série: 3ª série do Ensino Médio Turno: Matutino Número de Alunos: 30 Ano: 2009 Disciplina: Matemática Professor responsável pela sala de aula: Ana Lúcia Estagiário: Daverson MODELAGEM TRIDIMENSIONAL OBJETIVOS: Analisar os fundamentos geométricos envolvidos na impressão em 3D INTRODUÇÃO: A impressora doméstica tridimensional tem tudo para se tornar o sonho de consumo dos adolescentes. obtém-se apenas um modelo do objeto. seja em casa . Agora promova o levantamento das aplicações da nova impressora. A novidade anunciada por VEJA encadeia-se naturalmente com parte da matemática utilizada pelos programas de computador geradores de dados para impressão em 3D. produzido por seu fatiamento em camadas bem finas. Quanto maior o número de camadas. ao serem sobrepostas.noções de modelamento matemático.ou rever .para reproduzir uma peça quebrada . geometria plana e espacial. com esse processo. ATIVIDADES 1ª aula: Após a leitura da reportagem com os alunos. a engenhosa copiadora pode ser útil em diversas aplicações. Mesmo que ainda esteja longe do almejado teletransportador do seriado Jornada nas Estrelas. explique-o novamente. fusão e compressão de material plástico. gráficos e geometria analítica. impressas por deposição. Essas. se necessário. verifique se o processo de produção de cópias de objetos sólidos volumétricos foi compreendido e. Deixe claro que. a produção de modelos de estruturas moleculares etc.

Relembre que uma das formas de representação de dados se faz pelo armazenamento de elementos discretos do objeto a ser modelado. é possível fazer uso de um scanner . como uma esfera. uma imagem bitmap da circunferência. a representação vetorial será mais eficaz. nesse caso. Se. a imagem for apenas uma circunferência. O mesmo critério vale para figuras espaciais. esse tipo de representação corresponderia a uma imagem do tipo bitmap. Em vez das tais regras. de Da Vinci. Compare os dois processos para diferentes objetos. como esses que são empregados para gerar efeitos especiais em alguns filmes. por meio de um programa CAD (sigla de Computer Aid Design. o computador será capaz de reproduzir. como uma pétala de rosa. Discuta com a classe a necessidade de conhecimentos básicos e avançados de geometria para criar os modelos dos objetos na memória do computador. A fidelidade da representação. um sapo ou uma face humana. Para os mais complexos. por exemplo. basta definir e armazenar no computador o raio da circunferência (r) e a informação de sua equação: r2 = x2 + y2. o objeto a ser representado é dividido em pedacinhos iguais. o uso de equações é bem mais complicado que a digitalização pura e simples. . Distribua cópias do quadro abaixo para os estudantes. Depois. organizados em grupos. vá explicando tudo passo a passo.ou digitalizador de imagens. cada parte da circunferência é armazenada diretamente numa imagem bitmap. é melhor usar um scanner 3D (volumétrico). A fidelidade depende do ajuste das equações ao objeto representado. esse tipo de representação corresponderia a um gráfico vetorial.80 2ª e 3ª aulas: Aborde a questão de como deve funcionar um programa capaz de fatiar um objeto em camadas para serem enviadas uma a uma para a chamada impressora 3D. é proporcional à quantidade de pedacinhos e inversamente proporcional ao tamanho deles. sempre que solicitado. Objetos tridimensionais ou volumétricos simples. Para construí-la. Outra opção é armazenar regras relacionando as partes do objeto entre si. Numa figura plana. Nele. Se. as regras entre as partes não são nada além de equações (ou inequações) que permitem construir o objeto. Com esses dados. como a face da Mona Lisa. Na primeira maneira. ou projeto auxiliado por computador). em que x e y são as coordenadas de seus pontos. e oriente a leitura das seqüências. no lugar de um objeto volumétrico. No segundo modo. são bem representados por equações ou inequações. pensarmos numa figura plana. Em figuras mais complicadas. um cilindro ou uma engrenagem.

Ressalte que a Matemática é. após ter um modelo do objeto na memória. geometria plana e espacial. gráficos e geometria analítica pode ser iniciada com esta aula. semelhantes às que apresentam os modelos gerados pelas impressoras 3D.81 Saliente que.como a da bola de boliche do quadro abaixo -. em cotas (alturas) diferentes. um plano ou uma reta é também um modelo de entidades abstratas relacionadas ou não a entidades físicas. Uma revisão geral de conceitos envolvendo sistemas de coordenadas. é necessário fatiar essa representação e enviar cada fatia. uma circunferência. uma linguagem sintética. Assim. a equação de uma esfera. É importante levar os jovens a compreender que uma bola de boliche não é exatamente uma esfera. A resolução (ou definição) da bola de boliche original é dada pela . o fatiamento corresponde a sucessivos cortes da bola de boliche por planos paralelos. seqüencialmente. a forma ideal dessa bola é a esfera. no caso de uma representação por equações . para a impressora 3D. Se observarmos sua superfície com um microscópio poderoso. fundamentalmente. Com exceção dos furos de pegada para os dedos. A inequação x2 + y2 + z2 % r2 e o valor de r são suficientes para definir a bola para o computador. seja representado por elementos discretos ou por equações. poderosa e inequívoca que permite expressar conceitos (substantivos) e relações entre eles (predicados). Observe que. poderemos notar rugosidades com saliências e reentrâncias.

entre outros fatores. essas qualidades são ditadas pela granulosidade do plástico em pó e pela temperatura . . uma esfera é apenas uma representação aproximada e abstrata de uma bola de boliche de verdade. Reciprocamente. Já na cópia tridimensional.82 estrutura atômica microscópica do material de que ela é feita.

Claro que nem todos estão imbuídos pelo mesmo ideal. cada um deles envolveram várias circunstâncias. todas em torno de um objetivo que é o APRENDER! Uma particularidade com relação à 5ª série. me fez voltar ao passado. pensam que já são adultos. Uns chamam atenção dos outros dizendo “isso é coisa de primário”. Tudo exatamente como era na época em que lá estudei. É preciso separar o joio do trigo. observada por mim e depois confirmada em conversa informal com a professora regente. Se comportam como se já fossem veteranos do ensino médio. pedem pra ir ao banheiro toda hora. Que Deus me ajude e meus amigos e familiares também! . o mesmo para beber água. pude perceber alguns gestos e atitudes. cada faze de observação teve suas particularidades.. graças a Deus. não tão condizentes com a nobre função de educador. Tumultuam na hora de externar suas dúvidas. ao entrar em sala. lá estará um professor! É nesse caminho que pretendo trilhar meus passos. Mas.83 CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao iniciar os trabalhos de observação. Já os alunos de 8ª série. por parte de uma minoria.. me sentindo um deles. Vendo o carinho e respeito com os quais ela trata cada aluno. frequentando a sala dos professores. Mal sabem que estão pulando uma etapa muito boa da vida. Mas. vendo o profundo conhecimento detido por ela em torno da matéria. enquanto existir um aluno com dúvida. muita pluralidade. é que os trazem consigo muito ainda do primário. Como se pode perceber nos relatos. tendo a sorte de estagiar com uma professora que fora minha professora nos tempos de colegial. local por mim enquanto aluno tido como a “Sala da Justiça” (fazendo um comparativo com o desenho animado Super Amigos). Foram encontradas várias realidades. etc. No trabalho ora apresentado.

abril. Editora do Brasil S/A.br/matematica/pratica-pedagogica/construcao-geometrica429059. Editora FTD.494.497. Miguel Asis – Tempo de Matemática – 8ª Série. que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação nacional. de 20 de dezembro de 1966. Lei Federal nº 9. que dispõe sobre os estágios de estudantes. Editora do Brasil S/A.shtml .br/ensino-medio/modelagem-tridimensional-427745. NAME. Filho. Decreto Federal nº 87.com.494. SILVA. de 7 de dezembro de 1977. . NAME.84 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS http://revistaescola. que regulamenta a Lei Federal nº 6. Benigno Barreto – Matemática Aula por Aula Volume Único – Ensino Médio.shtml acessado em 15 de novembro de 2009.394. de 18 de agosto de 1992. de 7 de dezembro de 1977.abril. e.acessado em 15 de novembro de 2009.com. Claudio Xavier. http://revistaescola. Miguel Asis – Tempo de Matemática – 5ª Série. Lei Federal nº 6.

22 de November de 2011 .85 CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA DAVERSON ANTONIO GONÇALVES ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Pirassununga.

Faculdade de Tecnologia. dos Santos Garcia Pirassununga. Data: 22 de November de 2011 _____________________________________ Supervisor de Estágio Profª Ms. São Paulo. R. para a disciplina Estágio Supervisionado III. Ciências e Educação de Pirassununga.86 DAVERSON ANTONIO GONÇALVES ESTÁGIO SUPERVISIONADO III Relatório parcial apresentado ao Curso de Licenciatura em Matemática da FATECE. 22 de November de 2011 . Lucas F.

especialmente minha mãe e minha esposa que sempre me apoiaram. estiveram presentes em toda minha caminhada acadêmica e sempre acreditaram em meu potencial. .87 DEDICATÓRIA Dedico este trabalho a meus amigos e familiares. incentivando-me na busca de novas realizações.

e principalmente a perseverança de não desistir nunca. .88 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus por me dar o dom da vida. força interior e a coragem para concluir este trabalho.

.....................................................................................................21 CONSIDERAÇÕES FINAIS.........24 .........................................................................................07 RELATÓRIO DE REGÊNCIA NO ENSINO MÉDIO......14 AVALIAÇÃO DA REGENTE SOBRE A AULA APLICADA...........................................................................................................................................89 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO DO RELATÓRIO..........................................................06 RELATÓRIO DE REGÊNCIA NA FACULDADE........22 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........

Sª. dos Santos Garcia Maísa Maganha Tuckmantel Pirassununga. 22 de Novembro de 2011. submeto à apreciação de V. Estagiário . Estado de São Paulo. R. Atenciosamente.90 FATECE .PIRASSUNUNGA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DE MATEMÁTICA ESTÁGIO SUPERVISIONADO III PROFESSORES: Lucas F. o relatório das atividades observadas e desenvolvidas no período de Estágio de Matemática compreendido entre fevereiro a junho do corrente ano na Escola Estadual “Pirassununga” na cidade de Pirassununga. DE DAVERSON ANTONIO GONÇALVES À Coordenação do Estágio Supervisionado Assunto: Apresentação de Relatório Em atendimento às determinações constantes do Plano de Estágio Supervisionado.

Números Binomiais e Binômio de Newton. Aplicar alguns exemplos sobre Fatorial para melhor absorção da matéria pelos alunos. o qual transcrevo abaixo: PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO Data: 6 de março de 2010 Disciplina: Matemática Estagiário: Daverson CONTEÚDO: Fatorial. conforme plano de aula. TEMPO ESTIMADO: 50 minutos. . OBJETIVOS: Desenvolver nos alunos um grau satisfatório de maturidade matemática. Apresentar algumas aplicações sobre Fatorial. foi ministrada por este estagiário uma aula sobre Fatorial. MATERIAL NECESSÁRIO: Livro didático como material de apoio. na Faculdade de Tecnologia. Ciência e Educação. como parte da terceira fase do estágio supervisionado. importantes para o desenvolvimento de técnicas de contagem. começar a aula expositiva relembrando fatoração. Aplicar exercício sobre Fatorial motivando algum aluno a ir resolvê-lo na lousa. Desenvolver conhecimento dos coeficientes binomiais e suas propriedades. auxiliando no que for necessário. METODOLOGIA: • • • • • • A fim de observar o conhecimento de cada aluno em relação à matéria. Números Binomiais e Binômio de Newton. Aplicar mais alguns exemplos sobre Fatorial conclamando os alunos a resolvê-los na lousa. com o intuito de desinibi-los.91 RELATÓRIO DE REGÊNCIA NA FACULDADE No dia 6 de março de 2010. Definir o conceito de Fatorial.

Aplicar mais alguns exemplos sobre Binômio de Newton conclamando os alunos a resolvê-los na lousa. Definir o conceito de Números Binomiais. auxiliando no que for necessário. Aplicar alguns exemplos sobre Propriedade Fundamental de Fatorial para melhor absorção da matéria pelos alunos. Aplicar exercício sobre Números Binomiais motivando algum aluno a ir resolvê-lo na lousa. Aplicar mais alguns exemplos sobre Números Binomiais conclamando os alunos a resolvê-los na lousa. auxiliando no que for necessário. AVALIAÇÃO: A avaliação será feita no transcorrer de toda a aula. levando em conta a participação dos alunos na exemplificação do conteúdo. bem como na resolução dos exercícios propostos. Utilizar as cores de giz disponíveis durante as explicações para melhor visualização do conteúdo por parte dos alunos. Definir o conceito de Binômio de Newton. . Aplicar alguns exemplos sobre Números Binomiais para melhor absorção da matéria pelos alunos. Aplicar mais alguns exemplos sobre Propriedade Fundamental de Fatorial conclamando os alunos a resolvê-los na lousa. Aplicar alguns exemplos sobre Binômio de Newton para melhor absorção da matéria pelos alunos. Aplicar exercício sobre Propriedade Fundamental de Fatorial motivando algum aluno a ir resolvê-lo na lousa. Atentar para as conversas paralelas durante a aula. auxiliando no que for necessário. Aplicar exercício sobre Binômio de Newton motivando algum aluno a ir resolvê-lo na lousa.92 • • • • • • • • • • • • Definir o conceito de Propriedade Fundamental de Fatorial.

.93 FATORIAL Fatoração: decomposição de um número em vários fatores. 30 ∣15 ∣5 ∣1  ¿ } ∣2 ¿∣3  ∣5 ∣2x3x5 PARA QUE SERVE? ONDE APLICAR? É uma ferramenta muito útil em estudos de probabilidades e análise combinatória. se n ≥ 2 Exemplos: a) 6! = 6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 720 b) 7! = 7 x 6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 5. define-se n! (lê-se: “ n fatorial ou fatorial de n”) como sendo: n! = n x (n-1) x (n-2) x . 1. Definição: Para n ∈ Ν ..040 c) 2! = 2 x 1 = 2 d) 0! = 1 e) 1! = 1 PROPRIEDADE FUNDAMENTAL Definição: n! = n x (n-1)! ∀n ∈ Ν* .

pela propriedade fundamental.94 EXEMPLOS a) 5! = 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 120 b) 4! = 4 x 3 x 2 x 1 = 24 c) 3! = 3 x 2 x 1 = 6 Os exemplos acima. podem ser escritos da seguinte forma: a) 5! = 5 x 4! b) 4! = 4 x 3! c) 3! = 3 x 2! EXERCÍCIOS 8! 6! a) b) 8! 6!+ ! 5 8!− ! 6 6!+ ! 5 c) NÚMEROS BINOMIAIS Considere 2 números naturais n e p. de modo que p ≤ n. por definição temos:  n    p = p!( n − p )! n! . Assim.

95 Onde: n = numerador p = denominador ou classe do número binomial  n    p = “número binomial de classe p do número n” ou “ número binomial n sobre p” EXEMPLOS a)  8    3  6    6 b) .

96 c)  6    2  n    p  n    q PROPRIEDADES DOS NÚMEROS BINOMIAIS 1) BINOMIAIS COMPLEMENTARES Os números binomiais e de mesmo numerador são complementares quando p + q = n. Exemplos: a)  5  5       3  2 .

e somente se. os denominadores forem iguais ou forem complementares:  n    p EXEMPLOS  n    q ⇔ p= p  o u  p+ q= n  .97 b)  7  7      4  2  n    p e 2) Os números binomiais  n    q = são iguais se.

98 a)  1  2 1  2     7 7 = = ⇒ p=q b) 1  2 1  2     5  7  ⇒ p+q=n 3) RELAÇÃO DE STIFEL A soma de dois números binomiais de mesmo numerador e denominadores consecutivos é um número binomial cujo numerador possui uma unidade a mais que os numeradores das parcelas e o denominador é o maior dos denominadores das parcelas.  n    p EXEMLOS + n     p + 1 =  n + 1    p + 1 .

que é construído com base na teoria e propriedade dos números binomiais. Podem-se verificar no triângulo de Pascal as seguintes propriedades: 1ª) Um cateto e a hipotenusa do triângulo de Pascal são formados por 1. . 2ª) Em cada linha os termos equidistantes dos extremos são iguais.99 a)  9    5  8    6 +  9    6  8    7 A determinação de números binomiais pode ser obtida por meio de um b) + TRIÂNGULO DE PASCAL dispositivo prático chamado triângulo de Pascal.

BINÔMIO DE NEWTON Supondo um número natural n. 4ª) A soma dos elementos de cada linha do triângulo é uma potência de 1. imediatamente abaixo da segunda parcela da soma. podemos considerar a seguinte expressão: .100 3ª) A soma de dois elementos consecutivos de uma linha é igual ao elemento da linha seguinte. cujo expoente é o número da linha.

Desenvolver conhecimento dos coeficientes binomiais e suas propriedades. solicitando ajuda dos alunos. Aplicar alguns exemplos sobre Números Binomiais para melhor absorção da matéria pelos alunos. o qual transcrevo abaixo: PLANO DE AULA ENSINO MÉDIO Data: 25 de maio de 2010 Disciplina: Matemática Estagiário: Daverson CONTEÚDO: Fatorial e Números Binomiais OBJETIVOS: Desenvolver nos alunos um grau satisfatório de maturidade matemática. na terceira série do Ensino Médio da Escola Estadual Pirassununga. MATERIAL NECESSÁRIO: Livro didático como material de apoio. Aplicar alguns exemplos sobre Fatorial para melhor absorção da matéria pelos alunos. Apresentar algumas aplicações sobre Fatorial. como parte da terceira fase do estágio supervisionado.101 RELATÓRIO DE REGÊNCIA NO ENSINO MÉDIO No dia 25 de maio de 2010. METODOLOGIA: • • • • • • • Definir o conceito de Fatorial. foi ministrada por este estagiário uma aula sobre Fatorial e Números Binomiais. resolvendo-os na lousa. Definir o conceito de Números Binomiais. resolvendo-os na lousa. TEMPO ESTIMADO: 50 minutos. conforme plano de aula. Aplicar mais alguns exemplos sobre Números Binomiais. solicitando ajuda dos alunos. . Aplicar mais alguns exemplos sobre Fatorial. importantes para o desenvolvimento de técnicas de contagem.

O tempo estimado da aula. concedendo tempo para resolução dos mesmos. A aula foi iniciada com a introdução do conceito de Fatorial. AVALIAÇÃO: Fornecer lista de exercícios relacionados ao tema. 50 minutos. onde . interagindo durante a explicação. 1. conclamando os alunos a participarem da aula. explicando cada situação na lousa. . foi suficiente para realização total do plano de aula. Após. temos: n! = n x (n-1) x (n-2) x . definindo o conceito de Fatorial e de Número Binomial. . caso necessário for..a leitura do símbolo n! é “n fatorial”.. corrigindo-os na lousa.102 Utilizar as cores de giz disponíveis durante as explicações para melhor visualização do conteúdo por parte dos alunos. auxiliando os alunos.estendendo a definição: 0! = 1 e 1! = 1 EXEMPLOS: a) 2! = 2 x 1 = 2 b) 3! = 3 x 2 x 1 = 6 c) 4! = 4 x 3 x 2 x 1 = 24 d) 5! = 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 120 EXERCÍCIOS a) 6! = 6 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 720 b) 2! + 3! = 2 x 1 + 3 x 2 x 1 = 2 + 6 = 8 c) 0! x 5! = 1 x 5 x 4 x 3 x 2 x 1 = 120 . cujo conteúdo segue abaixo: Seja n um número qualquer ∈ Ν e n ≥ 2.n! é o produto de todos os números naturais de 1 até n.

os exercícios propostos foram resolvidos na lousa. com a participação dos alunos. a título de “exercícios complementares”. cujo conteúdo segue: . fato este que de uma maneira natural e interativa. sanando possíveis dúvidas. conclamando os alunos a participarem da resolução.103 d) 3! 3 x 2 x1 =3 = 2! 2 x1 e) 3! – 2! = 3 x 2 x 1 . exemplificação e aplicação de alguns exercícios.2 x 1 = 6 – 2 = 4 f) 3! 3 x 2 x1 =1 = 3! 3 x 2 x1 A explicação se deu aplicando os exemplos acima descritos. como forma de avaliação. os quais transcrevo: 1) EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES: a) 0! b) 1! c) 7! d) 1! + 4! e) 4! – 2! f) 2! x 3! g) 8! 6! Os mesmos procedimentos foram usados na abordagem sobre Número Binomial. Após a explicação do conceito. Da mesma maneira. foram concedidos aos alunos alguns minutos para a resolução de exercícios propostos. prendeu a atenção dos alunos.

104

Se n e p são dois números naturais, com n ≥ p, chama-se número

binomial de classe p ao número

 n    p

dado por:

 n    p
EXEMPLOS
6  6! 6! 6 x5 x 4! 4  4! 4! 4 x3!

= p!( n − p )!

n!

a)   =  2  2!(6 − 2)! = 2! x 4! = 2 x 4! = 2 = 2 =15   b)   = 3  3!( 4 −3)! = 3! x1 = 3! x1 = 4 ! !  

6 x5

30

EXERCÍCIOS a)   =  2  2!(4 − 2)! = 2! x 2! = 2 x 2! = 2 = 6   b)   = 3  3!(5 −3)! = 3! x 2! = 3! x 2! = 2 =10  
5  5! 5! 5 x 4 x3! 20 4  4! 4! 4 x3 x 2! 12

EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES: a)   4 
  5 

105

b)   6 
 

7 

c)  

10    8 

Dos exercícios complementares aplicados aos alunos, seguem alguns digitalizados:

106

107 .

108 .

foi solicitado à professora titular da sala que fizesse uma avaliação sobre os aspectos positivos e negativos da mesma. muito bom!”. tem didática e é carismático. Eis suas palavras: Aspectos positivos: “prendeu atenção da sala. Andou na sala de aula. a professora disse que somente com a continuidade das aulas. de uma forma bem tranqüila e aconselhadora. Aspectos negativos: “ficar de costas para os alunos enquanto escreve na lousa”. a docência em si. Quando da entrega da referida avaliação. .109 AVALIAÇÃO DA REGENTE SOBRE A AULA APLICADA Durante o transcorrer da aula. ou seja. é que se pode aprender na prática o que é ser professor.

Um fato marcante desta experiência foi no momento de vistar os cadernos dos alunos. Porém. Da maneira com que a aula foi conduzida. muito mais uma troca de experiência do que um ensino propriamente dito fez com que tudo se transcorresse naturalmente e de forma bem interativa. bem como em escolas particulares. Não foi possível aprofundar sobre o tema Binômio de Newton. não apresentaram maiores dificuldades na elaboração da aula. devido à experiência vivida na faculdade. pois foram consultadas várias bibliografias e coletados materiais de vários autores. Em relação à regência em sala de Ensino Médio.110 CONSIDERAÇÕES FINAIS A aula aplicada na faculdade serviu como experiência. Os momentos vividos durante esse primeiro contato com os futuros “companheiros de trabalho” serviram para se ter uma primeira impressão do que o futuro reserva. Apesar de os assuntos serem complexos. tudo passou ao entrar na sala de aula e ser tão bem acolhido pela regente e pelos alunos. o que facilitou os trabalhos. impróprios para a ocasião. tornando a aula dinâmica e participativa. A preocupação se deu. conclamando os alunos a ajudar na resolução. O tempo de duração da aula não foi suficiente para aplicação de todo o conteúdo preparado. ou seja. sendo apenas explanando o conceito. pois alguns assuntos abordados foram de nível superior. foi aplicada dentro de uma realidade diferente da encontrada no Estado. alunos do mesmo nível de aprendizado ou superior até. Para aplicar a aula no ensino médio. ao solicitar autorização à professora titular da sala. visto que ao final da aula dada o professor coordenador do estágio teceu comentários sobre seus aspectos positivos e negativos. portanto. alguns agradeceram a aula dada e outros ainda arriscaram: volte sempre professor! A preocupação com a preparação da aula a ser ministrada na faculdade foi maior do que a aula no ensino médio. Quanto ao aspecto didático não foram encontradas maiores dificuldades. ao agradecer a colaboração dos mesmos. uma exigência escolar de agora. porém. bateu certa insegurança e medo. dada a complexidade de alguns tópicos. dando . pois o tema seria aplicado aos pares. Todos os exemplos sobre os assuntos abordados foram aplicados na lousa. houve necessidade de reduzir o plano de aula à realidade dos alunos.

111 dicas e sugestões de como proceder perante os alunos do ensino médio. ao ponto de servir como motivo de afirmação para a carreira escolhida. . que foram de muita valia para que se conseguisse o resultado desejado. A experiência vivida e adquirida durante todo o desenvolvimento dessa fase do estágio supervisionado foi tão significativa.

112 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS IEZZI. Machado. Fridman. Higuchi. Castro. Goulart. Gelson. José Carlos. Nilson José. . Antonio dos Santos – Matemática 1 – 2º Grau – 2ª Série. Osvaldo. Benigno Barreto – Matemática Aula por Aula Volume Único – Ensino Médio. Atual Editora Ltda. Filho. Editora FTD. Dolce. Aluisio Andrade. e. Machado.. Claudio Xavier. e. SILVA. Salomão – Matemática – Série Sinopse – Editora Moderna. Márcio Cintra. Fiderico. LEMOS. Teixeira. Luiz Roberto da Silveira.

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