1.

OS PROBLEMAS DA SOCIEDADE ATUAL Os últimos anos têm indicado uma profunda desigualdade na distribuição de riquezas, que se agravam com advento das tecnologias avançadas, marginalizando as economias emergentes. O fraco desempenho econômico dos países em desenvolvimento pode ser atribuído, em parte, ao r pido crescimento da população, não acompanhado de um adequado crescimento da renda. ! sociedade, na atualidade, " e#tremamente organizada e competitiva, e funciona como determinante de comportamentos, impossibilitando o indivíduo social de alterar, sozinho, processos $ e#istentes, o que gera tens%es emocionais e conflitos. &sto tem resultado na fragmentação de id"ias e conceitos no mundo atual. O ressurgimento de 'dios ideol'gicos, segregação de migrantes e imigrantes, a separação física e política de uma mesma sociedade, o isolamento desses mesmos indivíduos nas megal'poles, somam(se ) impossibilidade do cidadão em atender as suas necessidades b sicas, em virtude da comple#idade social. *sta situação de desequilíbrio acentua a crise das relaç%es interpessoais e faz e#plodir, de todas as formas, o individualismo desesperado que, em suma, contribui para o aumento da violência. +or outro lado, as elites políticas, que deveriam ser o segmento respons vel do encaminhamento das soluç%es dos problemas sociais, alienam(se cada vez mais das relaç%es humanas de modernidade e princípios democr ticos, e tendem a transformar, como um $ogo virtual, as necessidades sociais em

,interesses nacionais-, provocando o ,cansaço democr tico-, que leva ) desesperança, ao desencanto e ) descrença no poder público como um todo. !ssim, a impermeabilidade do *stado atual não oferece condiç%es de se antepor aos interesses individuais de alguns privilegiados. ! ditadura do poder econômico e a ausência de decis%es concretas e visíveis transformam o cotidiano em algo sombrio e inseguro, totalmente propenso a aç%es violentas de indivíduos ou grupos sociais que dese$am romper os valores estabelecidos por uma sociedade formalmente estabelecida para crescer e desenvolver. *stes problemas provocam conflitos, tens%es, disputas e desvios sociais que acarretam desníveis consider veis nas diversas camadas sociais .pobreza, m distribuição da renda, desestruturação familiar, etc./. 0atores que desagregam pessoas1 aumentam dist2ncias1 destroem a sociedade. O nível de desigualdade social " enorme. 3egundo pesquisas da 4niversidade de 3ão +aulo .43+/, para cada cinco cidadãos paulistanos e#iste um favelado. !lguns países que possuem estatísticas sobre homicídios, indicam que quanto maior a desigualdade social, maior a violência. &sto resulta na fragmentação de costumes e valores1 ressurgimento de 'dios ideol'gicos1 segregação física e moral de migrantes ou pessoas pobres, causando o isolamento desses mesmos indivíduos nos centros urbanos, somados ) impossibilidade do cidadão atender as suas necessidades b sicas, em virtude da comple#idade da cidade grande. ! pobreza por si s' não gera violência1 mas a desigualdade social, associada aos valores apresentados e ) in$ustiça social, sim. Onde h riqueza e opulência convivendo com a mis"ria, aumenta o sentimento de privação do indivíduo, levando(o a violência. 5essa forma, acentuam(se as diferenças sociais e familiares, pre$udicando todas as estruturas sociais que contribuem para o estabelecimento da sociedade como um todo, dando a sensação que o caos est muito pr'#imo. 5aí surge o fenômeno da anomia social, no conte#to brasileiro, que pode ser entendido não apenas como a ausência de processos normativos, mas tamb"m

na descrença daquilo que regulamenta a vida em comum dos seres sociais. 6om isso, torna(se claro ao indivíduo que o que ," certo- passa a ser ,questionado ou duvidoso-1 e o que era ,incorreto-, pode ser considerado ,vanta$oso e seguro-. !5O78O9 .9::;, p.9</ considera que= A anomia é uma condição social em que as normas reguladoras do comportamento das pessoas perdem a validade. Onde prevalece a impunidade, a eficácia das normas está em perigo. As normas parecem não mais existir ou, quando invocadas, resultam sem efeito. Tal processo aponta no sentido da transformação da autoridade legítima (o stado! em poder ar"itrário e cruel. +ara 5!>7*85O70 apud !5O78O .9::;/= #as sociedades contempor$neas assiste%se ao declínio das sanç&es. A impunidade torna%se cotidiana. sse processo é particularmente visível em algumas áreas da exist'ncia social. Trata%se de áreas onde é mais provável ocorrer a isenção de penalidade por crimes cometidos. (ão c)amados de *áreas de exclusão+, a sa"er, a! nas mais diferentes sociedades, uma enorme quantidade de furtos não é sequer registrada. -uando registrada, é "aixa a pro"a"ilidade de que o caso ven)a a ser investigado. O mesmo é válido para os casos de evasão fiscal, crime que parece ter instituído uma verdadeira economia paralela e para o qual )á sinais indicativos de desist'ncia sistemática de punição. A conseq.'ncia desse processo é que as pessoas aca"am tomando as leis em suas pr/prias mãos0 "! uma segunda área afeta a 1uventude. 2onstata%se que em todas as cidades modernas os 1ovens são responsáveis pela grande maioria dos crimes, inclusive os crimes mais violentos. #o entanto, o que se o"serva é a tend'ncia geral para o enfraquecimento, redução ou isenção de sanç&es aplicáveis aos 1ovens. (uspeita%se que essa tend'ncia se1a em grande parte responsável pela delinq.'ncia 1uvenil0

% 5erda da noção de tempo % ou se1a. examiná%la ao longo dos tempos. no 9rasil e em outros países. procurando defender%se com os recursos que possui ou que adquire de qualquer maneira. piquetes agressivos de greve e outras formas de dist7r"ios civis desafiam o processo de imposição de sanç&es.A9/ escreveu que= . quando a extensão das violaç&es 4s normas se tornarem "astante vastas. (e levado ao extremo esse processo condu3 necessariamente 4 anomia parcial0 d! uma -uarta área de exclusão di3 respeito 4 pr/pria falta de direção ou orientação das sanç&es. #esse aspecto. O que parece estar faltando para aqueles que analisam a viol'ncia de forma sensacionalista. é situá%la numa perspectiva glo"al. sua conseq. tumultos. ou em agir tardiamente. o recon)ecimento de áreas que se tornaram isentas do processo normal de manutenção da lei e da ordem. o que se tradu3 na que"ra do monop/lio da viol'ncia em mãos dos /rgãos e indivíduos autori3ados. A contrapartida desse fato tem resultado no rápido desenvolvimento de sistemas privados de segurança.'ncias imediatas em relação ao indivíduo.ente aplicação se torna difícil. de espaços na cidade que devem ser deli"eradamente evitados. #ão )á como distinguir atos individuais de processo maciço de aut'nticas revoluç&es. isto é. a qualquer preço. fa3endo%se comparaç&es do cotidiano com os prim/rdios das civili3aç&es. 6otins de ruas. invas&es de edifícios. por parte do cidadão comum. insurreiç&es. manifestaç&es coletivas de uma exig'ncia de mudança. revoltas. Alguns estudos valiosos da viol'ncia ur"ana. 5ara o soci/logo alemão. ?68*&@ . ocorrem duas conseq.c! uma terceira é o recon)ecimento. vive%se s/ o presente e não se pro1eta para o futuro0 % 8esconfiança generali3ada % não acredita nas instituiç&es. re"eli&es. demonstram que )á uma dimensão )ist/rica. por ve3es impossível. p. devido 4 incompet'ncia (ou aus'ncia! das instituiç&es p7"licas em não sa"er agir. demonstraç&es violentas.9::<.

agressividade nas ruas e rapidez no atendimento de chamadas do 9:A se revelam limitadas na inibição do crime. nas conseqBências. !s crescentes crises sociais urbanas e rurais demonstram em que patamar as coisas se encontram1 tenta(se responsabilizar as instituiç%es que têm por obrigação a manutenção da ordem pública e não aquelas que têm por dever de ofício agir na solução dos problemas estruturais do país. poder fazer frente aos aspectos que são os causadores da violência e.*a viol'ncia sempre foi uma parte importante da vida )umana. +odese entender que os fatores que geram a violência social estão diretamente relacionados ao ambiente cotidiano e surgem sempre. quando não contribuíram para acirrar os níveis de tensão e descrença entre policiais e cidadãos. assim. ?ais al"m. que assume formas diferentes em períodos diferentes. A EMERGÊNCIA DE NOVOS MODELOS !s atuais reformas na rea policial estão fundadas na premissa de que a efic cia de uma política de prevenção do crime e produção de segurança est relacionada ) e#istência de uma relação s'lida e positiva entre a polícia e a sociedade. ! violência social não " novidade. 0'rmulas tradicionais como sofisticação tecnol'gica. tanto quanto tem uma geografia e uma sociologia. agir preventivamente. 2. ou se$a. &sto significa o reconhecimento de . nem mesmo nas grandes cidades. forçou a polícia a buscar f'rmulas alternativas capazes de ma#imizar o seu potencial de intervenção. 3omente o *stado perfeitamente constituído e organizado. peculiar a uma época ou a um determinado povo. em maior ou menor grau. e não ap's os fatos consumados. a enorme desproporção entre os recursos humanos e materiais disponíveis e o volume de problemas. quando as diferenças sociais se acentuam ou amenizam.+ le esta"elece a idéia de que a viol'ncia tem uma )ist/ria.

Crabalha( se ho$e no sentido de se identificar ) natureza dessas tarefas e de se realizar as mudanças operacionais e organizacionais para que a polícia as desempenhe de maneira eficaz. mas da sociedade como um todo. atrav"s do reconhecimento da discricionariedade e das dimens%es não(criminais do trabalho policial. .+oliciamento 6omunit rio. 6onstata(se a necessidade de uma compreensão mais abrangente e realista da função da polícia. O +oliciamento 6omunit rio.relaç%es públicas.que a gestão da segurança não " responsabilidade e#clusiva da polícia. e#pressa uma filosofia operacional orientada ) divisão de responsabilidades entre a polícia e cidadãos no plane$amento e na implementação das políticas públicas de segurança. O conceito revela a consciência de que a construção de uma relação s'lida e construtiva com a sociedade pressup%e um empenho da polícia em adequar as suas estrat"gias e prioridades )s e#pectativas e necessidades locais.e . o +oliciamento 6omunit rio ser percebido como . principal abordagem neste documento. 3e não houver uma disposição da polícia de pelo menos tolerar a influência do público sobre suas operaç%es. Os debates recentes envolvendo novos modelos policiais referem(se e#atamente )s formas de viabilização da parceria polícia e sociedade.policiamento orientado ao problema-. Cheodomiro 5ias 8eto 5o @ivro +oliciamento 6omunit rio e o 6ontrole 3obre a +olícia. *#perimentos frustrados demonstraram a insuficiência de iniciativas cosm"ticas de relaç%es públicas ou de reformas na estrutura administrativa policial.e a dist2ncia entre a polícia e o público ser cada vez maior. *ssas id"ias se inserem nos conceitos de .

descreve= . A polícia é um meio de conservação para a sociedade. p. não h sociedade nem *stado dissociados de polícia./ < . 8a verdade. garantindo assim a ordem p7"lica. para promover o bem(estar e a segurança dos grupos sociais.9::H.+ !firma ser a +olícia a manifestação mais perfeita do poder público inerente ao *stado. ou de um poder que suplantasse o dos indivíduos. cu$o fim " assegurar a pr'pria estabilidade e proteger a ordem social. ao analisar o gênese do poder e do dever de polícia. ela emana da organização social. 5esde que o homem concebeu a id"ia de Governo. sendo essencial ) sua manutenção. pelas suas pr'prias origens. em essência e por e#tensão. a li"erdade e a segurança individual. ! pr tica policial " tão velha como a pr tica da $ustiça1 pois. IH/ entende que= *A 5olícia pode ser definida como a organi3ação destinada a prevenir e reprimir delitos. $ustiça.L/. @*!@ .O professor ?acarel apud ?O7!*3 .3. p. polícia ".que a necessidade de regular a coe#istência dos homens na sociedade deu origem ao poder de polícia.9::I.9::I. A IMPORTÂNCIA DA POLÍCIA ! import2ncia da polícia pode ser resumida na c"lebre afirmativa de >O8O7D 5* E!@F!6= . I</ define polícia= *como a prática de todos os meios de ordem de segurança e de tranq. as sociedades morrem. afirma . o 5esembargador do Cribunal de Justiça do *stado de 3ão +aulo. p. a atividade de polícia surgiu como decorrência natural. pois. p.+ O 5esembargador !ntonio de +aula apud ?O7!*3 . @ioK apud G!@@& .. 6om propriedade.ilidade p7"lica.os governos passam.9::9. a polícia " eterna-.

ilidade geral. bastante amplo e pr'#imo. $ que possui conhecimentos. comedida nas suas aç%es. para garantir a li"erdade dos cidadãos e não para cerceá%la. . pelo "em%estar do povo e pela tranq. ! +olícia não deve transpor os limites das convenç%es sociais. e assim ob$etivando garantir a liberdade dos cidadãos . atrav"s de um violento sistema de repressão ou arbitrariedade . sempre que necess rio. para salvaguardar a segurança dos )omens de "em. deve ser tranqBila na sua atuação. la foi. 4. não as infringindo. !ssim. presente em todo lugar e sempre protetora. velando pelo progresso da sociedade. &sso implica o dever de ação. #ão deve ela transpor os limites da exig'ncia da segurança p7"lica ou particular. embora a situação social aparente e#igir tal providência. instituída para assegurar a execução das leis. e não para envenenar a fonte do "em%estar social. salvaguardando a segurança dos homens de bem. sacrificando o livre e#ercício dos direitos civis.diferente de discricionariedade/. !s suas funç%es são de car ter permanente e obrigat'rio. com a :ustiça. quando em quase todas as profiss%es cessa(se a obrigatoriedade da função. da população. em seu ideal de bem servir. o serviço policial se constitui em uma profissão em que os deveres são maiores do que as regalias. por um violento sistema de precaução. ?esmo nas horas de folga.não os cerceando/. e não para as infringir. dos bons costumes. aptid%es e senso de equilíbrio necess rios e indispens veis para o seu campo de atuação. nem sacrificar o livre exercício das faculdades do )omem e dos direitos civis. *spera(se um grau de profissionalismo do policial acima da m"dia dos demais funcion rios do *stado. não e#iste esse interregno para o serviço policial. diuturnamente. do bem(estar do povo e pela tranqBilidade geral. O IDEAL DA INSTITUIÇÃO POLICIAL ! +olícia.A polícia não deve velar senão pelo progresso da sociedade e dos "ons costumes. *la foi instituída para assegurar a e#ecução das leis e das normas de conduta social.

em qualquer de seus ramos de atividade.9::M/ argumenta em virtude dos problemas sociais. deve estar acima dos demais servidores públicos. 8a preocupação com a defesa inventou(se as armas que são instrumentos agressivos de auto(segurança. +ara atuar corretamente. *spera(se. mas e#tremamente t"cnica e científica. erre menos. SEGURANÇA COMO NECESSIDADE BÁSICA 8a condição de necessidade b sica. *la " acionada para resolver tudo. diante do que a sociedade espera. com o ob$etivo de sempre buscar o bem social. 5. em razão das necessidades e choques sociais. portanto. individualmente ou coletivamente. de algum modo. O policial " o espelho da sociedade onde convive e trabalha. trabalhando mais. as muralhas da china ou os 6astelos ?edievais. de forma que. elevado. +ara isso. *ssa eficiência decorre e#atamente do grau de preparo do profissional. 5eve ser s'brio e compreensivo para os humildes e necessitados1 forte e infle#ível frente aos arrogantes e perversos para. o policial deve ser e estar preparado. O ato policial deve ser nobre. J vimos "pocas em que a autodefesa individual dependia do físico do homem na luta contra seus inimigos naturais. ! sua responsabilidade " grande. como alguns podem pensar. ! defesa coletiva. as guas. al"m do físico dependia tamb"m de barreiras naturais ou artificiais como as montanhas. a impulsão interna na pessoa para a conquista e manutenção da segurança torna( se muito forte. ter que assumir a posição de m"dico. porque não " uma atividade empírica ou amadora. algoz. 5eve conhecer bem o seu mister. a +olícia ganhou uma relev2ncia muito especial. ! autodefesa do indivíduo tem como conseqBência a preservação da vida e da esp"cie.5allari . ! ansiedade pela segurança poder . levando o homem e a civilização a caminhar na esteira da autodefesa. moral e revestido de indiscutível conteúdo "tico e moral. uma +olícia eficiente. confessor e amigo quando necess rio.

o outro somos todos n's.conduzir a destruição da humanidade. Jos" !ntonio de +aulo 3antos 8eto. conota a anulação. com base na lei e na $ustiça. o que nos d saudade das muralhas.biopsicossocial. na medida em que os países mais ricos concentram grandes recursos na elevação do seu potencial defensivo. colocar em risco todas as esp"cies fazendo com que o impulso pela auto(segurança se$a tão forte que est levando todos os homens. A POLÍCIA NA SATIS AÇÃO DAS NECESSIDADES DE SEGURANÇA ! segurança " uma necessidade fundamental do homem. em princípio na faculdade que tem o *stado de impedir ou restringir atividades que ameacem o interesse da 6O?48&5!5*1 ( ! +olícia de 3egurança tem suas atividades voltadas mais diretamente ao combate da criminalidade1 . a ruptura do equilíbrio do organismo ou da estabilidade social. causando não raro.de garantir segurança. a viverem pr'#imos a um precipício atômico. ou nos motiva a encontrar f'rmulas de viver em paz. tem como efeito perverso. nos dias atuais. ! valorização e o aperfeiçoamento da defesa. D obvio que a defesa nesta situação. 6onsciente dessa e#igência . 6. 8as liç%es do 5r. D tão fundamental que quando não satisfeita eleva a tensão individual e coletiva. Juiz de direito do *stado de 3ão +aulo. redução ou eliminação do outro. s' que na era nuclear. o *stado criou organismos e mecanismos destinados a inibir as pulh%es agressivas do homem a limites toler veis. encontramos os seguintes ensinamentos= ( O titular do +oder de +olícia " o *stado1 ( 6onsiste.

3' para se ter uma id"ia.ostensiva/ visando impedir a pr tica de delitos e a garantir a não alteração da ordem Jurídica1 ( !s funç%es de +olícia de 3egurança são em regra. num sentido de forte solidariedade. trabalhando com elevado espírito público e cultuando solidariedade em lugar da violência. ! presente situação bem como outros fatores ligados ao problema. em função dos valores. as viaturas da +O@O6&!. mas tamb"m a integração na comunidade prestando toda colaboração e au#ílio possível.aç%es de $ustiça e investigação/ cabe a apuração dos fatos delituosos e anti(sociais e são em regras e#ercidas pela +olícia 6ivil. geralmente. relacionamos não s' as atividades inerentes ) segurança.!ssistência +olicial-. deve ser percebida pela população como= ( 4ma &nstituição que est a seu lado preservando sua segurança1 ( 4ma organização presente na vida da comunidade.+O@O6&! faz tudo-. como característica do trabalho da +olícia. sendo :AP em assistência ) população e 9AP no atendimento de ocorrência criminal. ! ela cabe a preservação da Ordem +ública1 ( ! +olícia Judici ria . fato comprovado pelo emprego da quilometragem rodada pelas viaturas da +O@O6&!. N . indicam o caminho que muitos chamam de .!ssistência +olicial-. positivos pelos quais ela e#iste. estamos muito mais pr'#imo da . e#ercidas pela +olícia ?ilitar. !pesar dos diferentes posicionamentos pr ticos e te'ricos. D possível observar então. .( N +olícia de 3egurança cabe a adoção de medidas preventivas . que a +O@O6&!. tem rodado anualmente o equivalente a HA viagens de ida e volta ) lua. acreditamos que em nosso país.

privil"gio at" então das elites dominantes/. @ . A cidade é o lugar de sua )ist/ria. 8a !ntigBidade foram os centros de convergências das ciências. A. ! partir do s"culo Q&Q G&55*83 . que antecederam a polis e as cidades(estado. . escol)endo as cidades como os centros do planeta. cidades foram ligadas a outras cidades. Os e#emplos mais cl ssicos são os de 7oma e !tenas. todas as pessoas se dirigem para viver. sistema vi rio. são os centros de convergências de todos os anseios e dese$os sociais de uma sociedade estruturada. escolas públicas e at" policiamento ostensivo na rea urbana. ou se$a. com certeza.9::R.<(T=T > ( !s cidades.!. !s cidades antigas. 6om o surgimento das grandes civilizaç%es. que possuíam rede de esgotos. p. foram surgindo )s cidades com características cosmopolitas. sobreviver. surgindo as grandes cidades devido até o desenvolvimento industrial e cultural da sociedade mundial que passa a ser cosmopolita na ess'ncia. 6om o decorrer dos tempos. aquelas que se constituíam nos grandes centros políticos e comerciais. CIDADES COMO CENTROS CONVERGENTES DA VIDA COMUNITÁRIA O )omem é um animal político. atrav"s de estradas bem(estruturadas .SH/ dirigiu seu estudo para concluir que= *A população mundial aumentou maciçamente (e continua aumentando!. eram pequenas e mantinham tradiç%es do homem do campo. que e#igiam condiç%es mínimas de infra(estrutura e desenvolvimento urbano. artes e cultura das sociedades cosmopolitas que então se formavam .uma das boas heranças dei#adas por gregos e romanos/ e eram utilizadas habitualmente para atividades militares e comerciais. conviver.

. 8as cidades. Tais processos regem a distri"uição por 3onas de características D<88 #(.@AA cidades com mais de ?AA mil )a"itantes. A área central das cidades costuma apresentar uma forte concentração de neg/cios. p. que pretende identificar três características universais da vida nas cidades= tamanho. BCA cidades com mais de CAA mil )a"itantes e quase duas de3enas de cidades com mais de?A mil)&es de )a"itantes+.9::R. infalivelmente seleciona da população. A cidade assim é organi3ada em *áreas naturais+. existem atualmente no mundo ?.SH/ faz a discussão a respeito do urbanismo como meio de vida.Ant)onE. muitos contatos são transit'rios e fragment rios e são considerados pelas pessoas envolvidas como instrumental.9::R. p. 8as cidades. e não como relaç%es que valham por si mesmas. esta"elecimentos comerciais e diversão. diferentes das áreas vi3in)as. densidade e heterogeneidade da população. invasão e sucessão. U&7C> apud G&55*83 . 6ais distante. deverão existir áreas determinadas para a classe operária. áreas que apresentam grande n7mero de apartamentos ou casas de cLmodos a preços redu3idos. como um todo.S</. os indivíduos mais "em preparados para viverem em determinada região e em determinado meio.2omo afirma em seus estudos. HAIA. p. O indivíduo " despo$ado de sua capacidade de e#pressão espont2nea. são muitas as pessoas que vivem muito pr'#imas entre si mas. spal)ados em torno do *centro da cidade+ existem. +!7T apud G&55*83 . como um meio para se alcançar determinado fim. na maioria das vezes.. mediante processos de competição. comparável ao que ocorre na ecologia "iol/gica (como a vida das a"el)as!. (ociologia F Gma 9reve 5orém 2rítica. não se conhecem pessoalmente. da disposição espiritual e do sentido de participação origin rios da vida em uma sociedade integrada. descreveu que= *A cidade é uma grande máquina de filtragem e discriminação que. . com a classe média ocupando su"7r"ios em pontos marginais mais afastados+. provavelmente por decad'ncia.?JJ@. so" formas ainda não inteiramente compreendidas.io de :aneiro.KC.

mesmo aquelas vi3in)as de parede0 % cria um estilo de vida peculiar e particular dos moradores da cidade caracteri3ado por contatos fragmentários e transit/rios. cria rotinas ordenadas. G4@@O9I . não criando laços perenes como em comunidades menores0 % cria relaç&es frágeis. de expressão espont$nea e de disposição espiritual0 % populaç&es grandes e densas geram diversificação e especiali3ação de área.Geram(se aí os conflitos e a competitividade e#trema como resultados dessas discrep2ncias. !s metr'poles dos países em desenvolvimento são respons veis pela geração de . controladas por regras de comportamentos impessoais e definidos claramente. )eterogeneidade e densidade da população afasta as pessoas. devido ao taman)o. e0 % diferenciação de funç&es causadas pela dissolução de uma *sociedade integrada+. tamb"m são centros de cultura e artes . 6omo centros de riqueza.p. ora por estar e#cluído dela por diversos fatores. ora por necessidade de se integrar ) sociedade. considerando os seguintes aspectos= *% a filtragem e discriminação que seleciona da população os indivíduos mais preparados gera expectativas e revoltas0 % a proximidade sem relacionamento e con)ecimento.HP de toda a riqueza nacional. ao analisar G&55*83. despo1adas do sentido de participação.+ *stes aspectos comprovam que as grandes cidades geram anonimato e falta de identificação com os fatores sociais tão comuns na vida em sociedade.indispens veis ao avanço da .9::<. ?as como ressalta +*7@?!89S . aborda o urbanismo das cidades como modo de vida. transformando as metr'poles em ambientes fascinantes. ! perda desta identidade social " e#tremamente perniciosa e causa pre$uízos sociais diversos.</= as grandes cidades na modernidade desempenham um papel fundamental no avanço da civilização porque reúnem as pessoas mais criativas e brilhantes de todos os setores.

*#plicam(se assim. +ara os pobres. 9::<. p. 8os países em desenvolvimento a mudança " mais r pida= h meio s"culo RAP da população brasileira vivia na rea rural1 ho$e " ao contr rio. dentro de outros fatores urbanistas . tendo por ob$etivo maior interesses comuns em uma determinada rea. J!6OE3 9< .+*7@?!8. fica claro o seguinte= ( !s causas dos fatores que provocam a pobreza. ) distribuição de renda e a carência de investimentos econômicos em políticas públicas. ) violência e ) pobreza da população de periferia. citado por J!6OE3 . principalmente nos países em desenvolvimento. as iniciativas de algumas comunidades criarem centros comunit rios de convivência. !firma= .9::</ aponta aspectos positivos quanto )s metr'poles no que tange ) sociabilização e ao desenvolvimento com base na cultura e nas artes. estão relacionadas ) falta de plane$amento urbano. s' SP da população mundial vivia em reas urbanas.a polarização entre ricos e pobres " radical/. serão em torno de HAP. 8as afirmaç%es de +*7@?!8.toda cidade rica tem uma pobre em seu interior.RA</ considera= . 3e por um lado +*7@?!8 . a distribuição de renda. 8o ano de 9. !s pessoas vão morar nas cidades porque acreditam que nelas terão uma vida melhor. devido a sua ampla oportunidade-. " a violência urbana que est relacionada aos valores econômicos. 4m ponto abordado " a apro#imação urbana e o relacionamento comunit rio interpessoal empobrecido. um centro urbano representa uma oferta melhor que o campo.AA. ! e#plosão de cortiços e favelas " duas vezes mais que o crescimento plane$ado de bairros organizados..+. os negativos são relacionados ) alta criminalidade.9::</ e J!6OE3. a criminalidade e o bai#o desenvolvimento social nas grandes cidades. 6orroborando com estas refle#%es. ou se$a. Outro fator tamb"m consider vel.9::H/.9::H. 8o ano IAAA.civilização/.as raz%es e motivaç%es para viver nas grandes cidades ao final do s"culo são econômicas.9::H/.</. visando ) melhoria da qualidade de vida1 . embora as pessoas este$am pr'#imas uma das outras.

que tem mentalidade predat/ria e desordenada. os administradores públicos devem ter esta visão para que ha$a um desenvolvimento social possível e adequado ) realidade nacional. ! cidade " opção preferencial da humanidade.. 8iferentemente do 9rasil. *m territ'rio maior. existe um plane1amento de mel)oramento contínuo das cidades. *sta . social e cultural das grandes cidades. p.. transporte e mais lazer. como afirma *@40 9H . 6esmo circundados por mil)&es de )a"itantes é possível ter uma vida decente nas cidades "rasileiras.I/= m países desenvolvidos. D na escala do bairro que se luta por obras civis. por escolas e centros de saúde. causando pre1uí3os incalculáveis nas grandes cidades. em uma cidade. tranq.. as reivindicaç%es esgotam(se rapidamente .ilidade p7"lica. !ssim.9::R. <sso vale para governantes e para a população em geral./.. se1am de ordem econLmica. #este ponto. além de causar pre1uí3os individuais 4s pessoas.( D ineg vel a import2ncia econômica. ". 6orresponde ) dimensão de territ'rio ideal para a reivindicação coletiva. 9asta evoluir da consci'ncia individual para a consci'ncia cosmopolita. universal e entender que a cidade inteira é nossa casa e com mesmo 3elo deve ser cuidada. mas de forma equilibrada. na rua domiciliar. o bairro talvez se$a o grande centro de confluência dos interesses comuns da comunidade. o respeito e o interesse individual e coletivo para o "em%estar. segurança p7"lica e salu"ridade p7"lica (conte7dos da ordem p7"lica! devem ser m7tuos./.. na região administrativa. social ou física. por segurança. O BAIRRO # UNIDADE URBANA 6omo principal núcleo urbano.. o bairro constitui ho$e a unidade urbana mais legítima da espacialidade de sua população . surgem conflitos de prioridade entre um bairro e outro1 em escala menor. grupal.

U&@>*&? ../ que tenha clareza sobre os valores morais que lhe possibilitem distinguir o bem do mal1 .especificidade do bairro torna(o uma unidade politicamente importante . " particularizada...... $. V. com o ceticismo intelectual e.W O indivíduo sente(se seguro na medida em que lhe se$a reconhecido seu papel na sociedade e possa contar com o reconhecimento do grupo em que vive. por si s'./. *m lugar do aumento de esperança. com suas ruas levando naturalmente a um p'lo centralizador.5o ponto de vista físico. pertinente a uma ou outra organização policial que a adota. POLÍCIA COMUNITÁRIA E POLICIAMENTO COMUNITÁRIO% CONCEITOS E INTERPRETAÇ&ES BÁSICAS ! primeira id"ia que se tem a respeito do tema +olícia 6omunit ria " que ela.. etc. defrontamo(nos../ na medida em que se$a ob$eto de afeto.. .I. dentro de crit"rios peculiares de mera apro#imação com a sociedade sem. ou se$a. estuda e trabalha1 . por um lado. " no bairro que o indivíduo adquire identidade de valores coletivos e de cidadania.. social. sendo que o ritmo da urbanização acarretada pela migração determinou uma concorrência mais aguerrida e implac vel.. em "poca de escassez de empregos. 5aí a import2ncia em se entender que o bairro " o local físico onde o cidadão mora e se identifica com sua coletividade se$a ela de neg'cios. pois vivemos um período hist'rico caracterizado pela transição de valores. numa cidade de grande mobilidade física.MS/.. por outro lado../.. tenha auto(estima e que possa auto(sustentar(se em nível superior ) mera subsistência org2nica1 . com uma desalentadora ausência de espírito público1 e em lugar de solidariedade deparamo(nos com a violência e o aumento da criminalidade. p.. catalisando as atividades comerciais e atraindo os pontos de embarque1 freqBentemente a igre$a do bairro e sua praça constituem pontos de encontro preservados com o passar do tempo. os cen rios dos bairros variam= os mais antigos possuem estruturas de pequenas cidades. +ercebe(se quão difícil " sentir(se seguro ho$e em 3ão +aulo.9:.

e da natureza de seu trabalho. dever e#ercer função did tico(pedag'gica. erroneamente transmitida na educação e )s vezes na mídia. diz que a segurança pública " direito e responsabilidade de todos. O espírito de +olícia 6omunit ria que apregoamos se e#pressa de acordo com as seguintes id"ias= ( ! primeira imagem da +O@O6&! " formada na família1 ( ! +O@O6&! protetora e amiga transmitir na família. bem como. o que nos leva a inferir que al"m dos policiais. Xualidade de vida da população em um país de comple#as carências e um tema bastante difícil de ser abordado. define as H .cinco/ +olícias que tem e#istência legal.não tem o sentido de condição entendemos. mas possível de ser discutido quando a polícia busca assumir o papel de interlocutor dos anseios sociais. O cidadão na medida de sua capacidade. competência. na segurança e no bem estar coletivo. no que puder. visando a orientar na educação e no sentido da solidariedade social1 . ! noção de medo da polícia. al"m de garantir segurança. ! nossa pretensão " procurar congregar todos os cidadãos da comunidade atrav"s do trabalho da +olícia.contudo. em função das solicitaç%es da pr'pria comunidade. 9<<. deve colaborar. o policial se faça perceber por sua ação protetora e amiga. no esforço da segurança. O policial " uma referência muito cedo internalizada entre os componentes da comunidade.+olícia 6omunit ria. cabe a qualquer cidadão uma parcela de responsabilidade pela segurança. D preciso dei#ar claro que . !creditamos ser necess ria esta ressalva. que todas as forças vivas da comunidade devem assumir um papel relevante na sua pr'pria segurança e nos serviços ligados ao bem comum. obedecer a crit"rios t"cnicos e científicos que ob$etivem a melhoria da qualidade de vida da população. não dei#ando qualquer dúvida a respeito. ! 6onstituição 0ederal no seu !rt. imagem favor vel que ser transferida )s crianças desenvolvendo(se um traço na cultura da comunidade que apro#imar as pessoas da organização policial1 ( O +O@&6&!@. $unto ) comunidade. 9<<. ser revertida desde que. O mesmo !rt. para evitar a interpretação de que este$amos pretendendo criar uma nova polícia ou de que pretendamos credenciar pessoas e#tras aos quadros da polícia como policiais comunit rios.

de ser apresentada definiç%es de +olícia 6omunit ria e +oliciamento 6omunit rio vale a pena verificar os aspectos que au#iliam caracterizar comunidade e segurança. preferimos apresentar alguns traços que caracterizam uma comunidade= ( 0orte solidariedade social1 ( !pro#imação dos homens e mulheres em freqBentes relacionamentos interpessoais1 ( 5iscussão e soluç%es de problemas comuns1 ( 3entido de organização possibilitando uma vida social dur vel. moral ou de seu patrimônio1 . !ntes por"m. homem interessado na preservação do ambiente. no socorro em calamidades públicas. diz que a segurança do indivíduo envolve= ( 7econhecimento do seu papel na sociedade1 ( ! auto(estima e a auto(sustentação1 ( ! clareza dos valores morais que lhe permitam distinguir o bem do mal1 ( O sentimento de que não ser perseguido por preconceito racial. religioso ou de outra natureza1 ( ! e#pectativa de que não ser vítima de agressão física. na proteção e orientação do tr2nsito. no transporte de feridos em acidentes ou vítimas de delitos.( ! orientação educacional do policial dever ob$etivar o respeito ) . 5urYheim observa que a solidariedade forte apro#ima os homens. nas aç%es de defesa civil.e aos direitos fundamentais estabelecidos na 6onstituição 0ederal1 ( ! e#pectativa da comunidade de ter no policial o cidadão íntegro. constante e motivadora. nos salvamentos e combates a incêndios1 ( ! participação do cidadão se d de forma permanente. buscando melhorar a qualidade de vida. 3egurança Jorge Uilheim. 6omunidade +ara não correr o risco de definiç%es ou conceitos unilaterais.Ordem Jurídica.

desordens físicas e morais. priorizar e resolver problemas contempor2neos tais como crime. e em geral a decadência do bairro. 0erreira . antes de ser uma força pública.ação de policiar $unto a comunidade/.9::</. +ara isto realiza um amplo trabalho sistem tico. com nome e cara bem definidos. mas não "/. o +oliciamento 6omunit rio. faça dela uma presença tamb"m comum. pode parecer um ovo de 6olombo . como cidadão. portanto. com um comportamento regulado pela freqBência pública cotidiana1 submetido.9::</ = um serviço policial que se apro#ime das pessoas.9::H/ apresenta outras definiç%es bastante esclarecedoras que corroboram com C7OJ!8OU&6F= .( ! possibilidade de viver num clima de solidariedade e de esperança.como filosofia de trabalho/ difere do +oliciamento 6omunit rio . e não apenas um número de telefone ou uma instalação física referencial. ! id"ia central da +olícia 6omunit ria reside na possibilidade de propiciar uma apro#imação dos profissionais de segurança $unto ) comunidade onde atua. 6omo afirma 0ernandes . Easeia(se na premissa de que tanto a polícia quanto a comunidade devem trabalhar $untas para identificar. !quela deve ser interpretada como filosofia organizacional indistinta a todos os 'rgãos de +olicia. segundo Uadman . com o ob$etivo de melhorar a qualidade geral da vida na rea. na qual o policial.algo difícil. aparece a serviço da comunidade e não como uma força. dar característica humana ao profissional de polícia. como um m"dico.9::</ faz uma definição clara do que " +olícia 6omunit ria= D uma filosofia e estrat"gia organizacional que proporciona uma nova parceria entre a população e a polícia. um advogado local1 ou um comerciante da esquina1 enfim. J .+olícia 6omunit ria " uma atitude. ! proposta de +olícia 6omunit ria oferece uma resposta tão simples que parece irreal= personalize a polícia. esta pertinente )s aç%es efetivas com a comunidade. D um serviço público. plane$ado e detalhado. )s regras de convivência cidadã. " uma maneira inovadora e mais poderosa de concentrar as energias e os talentos do departamento policial na direção das condiç%es que freqBentemente dão origem ao crime e a repetidas chamadas por au#ílio local. 8a pr tica +olícia 6omunit ria . Cro$anoZicz . medo do crime.- . drogas.

esperar do +oder +úblico todas as providências para obtê(la " atitude que s' tem contribuído para agravar o problema.. 9::H. Cudo o que se possa afetar as pessoas passa pelo e#ame da +olícia. 8o caso da segurança pública. não " somente da +olícia. !rgumenta ?urphK . não de substituí( los. 8ão " um programa e muito menos 7elaç%es +úblicas-.HR/ Coronto ?etropolitan +olice !inda.0ederal.9::S/ numa sociedade democr tica. 3ilva . p.+olícia 6omunit ria " o policiamento mais sensível aos problemas de sua rea.+olícia 6omunit ria " uma filosofia organizacional assentada na id"ia de uma +olícia prestadora de serviços.apud 0erreira .apud 0erreira . identificando todos os problemas da comunidade. agindo para o bem comum para. da difamação e da delação.O 6hief T*77 . bem essencial a todos os cidadãos. mas.. acolhendo e#pectativas de uma sociedade democr tica e pluralista./ 6ompete ao +oder +úblico . 5e acordo com . agindo autonomamente essas comunidades poderão sucumbir ) tentação de querer substituir o *stado no uso da força. pois " preciso situar os limites da atuação governamental. D uma grande parceria entre a +olícia e a 6omunidade. que não precisam ser s' os da criminalidade.9::H/ a +olícia 6omunit ria resgata a essência da arte de polícia. acarretando o surgimento de grupos de $ustiçamentos clandestinos e a proliferação de calúnia. criarem uma sociedade pacífica e ordeira.9::A/ considera que= a cultura brasileira ressente do espírito comunit rio. 3omos individualistas e paternalistas.. .HM/ Ealtimore 6ountK +olice 5epartment .6hief &nspector ?!C>*U EOGGOC ?etropolitan @ondon +olice 5epartment . . O 6hief E*>!8 . a responsabilidade pela manutenção da paz e a observ2ncia da lei e da comunidade. onde as responsabilidades pela mais estreita observ2ncia das leis e da manutenção da paz não incumbem apenas ) polícia. o que dificulta qualquer esforço de participação da comunidade na solução de problemas. posto que./ 3e admitirmos como verdadeira a premissa de que a participação do cidadão na sua pr'pria segurança aumenta a segurança do mesmo e contribui para diminuir o medo do crime. p. 9::H. segundo 0erreira . mas o seu papel " o de complementar e a$udar os esforços da comunidade. pois ap'ia e " apoiada por toda a comunidade. *stadual e ?unicipal/ incentivar e promover os modos de esta articulação de fazer(se de forma produtiva. tamb"m a todos os cidadãos. $unto da comunidade. D necess ria uma polícia bem treinada.

visando a resolução de problemas antes de que eles ocorram ou se tornem graves. Xuando não se conhece ou não se pr tica +olícia 6omunit ria " comum se afirmar que esta nova forma ou filosofia de atuação " de uma . negociantes. residentes e todos quanto puderem participar da segurança local. +oliciamento 6omunit rio não " uma t tica. com o ob$etivo de e#plorar novas iniciativas preventivas. nem um programa e nem uma t"cnica [ não " um esforço limitado para ser tentado e depois abandonado. 7obert Cro$anoZicz no livro .ou mesmo uma . portanto.6arvalho .polícia light-. para identificar e resolver problemas. ?as no nosso caso e#iste ainda muita confusão. congregando lideres locais. imediata e efetiva aos crimes individuais e as emergências./ ao tentar implantar este modelo. e sim um novo modo de oferecer o serviço policial ) comunidade1 .procura mostrar as interpretaç%es errôneas sobre o que não " +oliciamento 6omunit rio= a. agindo numa parceria preventiva com os cidadãos.9::</ . O +oliciamento 6omunit rio. ) medida que se abrem para a sociedade. onde o mesmo policial trabalha na mesma rea. a polícia dei#a de ser uma instituição fechada e que.+oliciamento 6omunit rio= 6omo 6omeçar. *m relação ao +oliciamento 6omunit rio " possível dizer que conforme Cro$anoZicz . isto ".polícia que não pode mais agir-. " uma filosofia de patrulhamento personalizado de serviço completo.polícia frou#a.9::. ou uma . qualidade no serviço e o adequado preparo são e#igidos em qualquer profissão. estando aberta )s sugest%es. o +oliciamento 6omunit rio e#ige um comprometimento de cada um dos policiais e funcion rios civis do departamento policial com sua filosofia. governo e líderes da sociedade acreditaram que esta poderia ser uma forma de democratizar as instituiç%es respons veis pela segurança pública. *le tamb"m desafia todo o pessoal a encontrar meios de e#pressar esta nova filosofia nos seus trabalhos. permite que a pr'pria comunidade faça parte de suas deliberaç%es. compensando assim a necessidade de manter uma resposta r pida. 8a verdade +olícia 6omunit ria " uma forma t"cnica e profissional de atuação perante a sociedade numa "poca em que a tecnologia.

mas inúmeros policiais $ vem adotando o comportamento preventivo com resultados e#cepcionais. &sto com certeza favorece o reconhecimento da comunidade local1 d. o policial comunit rio tamb"m " uma fonte de informaç%es para a polícia de investigação . *le deve ser humilde e sincero nos seus prop'sitos. pois apenas o .inclusive não letal/ e coletes protetores fazem parte da relação de equipamentos disponíveis e utiliz veis pelo policial comunit rio.+olícia 6ivil/ e para as forças t ticas. +arece ut'pico. pois at" no Japão e 6anad os policiais andam armados com equipamentos de ponta.9A. 6omputadores. t"cnica e profissionalismo. ser honesto. os $ovens e buscam estabelecer aç%es preventivas que busquem melhorar a qualidade de vida no local onde trabalham. +oliciamento 6omunit rio não " condescendente com o 6rime [ os policiais comunit rios respondem )s chamadas e fazem pris%es como quaisquer outros policiais= são en"rgicos e agem dentro da lei com os marginais e os agressores da sociedade. portanto. veículos com computadores. trabalhos muito mais com criatividade do que com tecnologia.não " suficiente para demonstrar a comunidade seriedade. +oliciamento 6omunit rio não " espalhafatoso e nem camisa .desarmado" pura mentira. 6ontudo atuam pr'#imos a sociedade orientando o cidadão de bem.são desmascarados e passam a ser criticados fortemente pela sociedade. Outro ponto importante " que como est pr'#imo da comunidade. quando forem necess rias aç%es repressivas ou de estabelecimento da ordem pública1 e. 8o caso brasileiro a nossa tecnologia muitas vezes " adaptada. ou se$a. +oliciamento 6omunit rio não " apenas relaç%es públicas [ melhoria das relaç%es com a comunidade " necess ria por"m não " o ob$etivo principal. 8ada pode ser feito . al"m de armamento moderno . sistemas de monitoramento. +oliciamento 6omunit rio não " anti(tecnologia [ o +oliciamento 6omunit rio pode se beneficiar de novas tecnologias que podem au#iliar a melhora do serviço e a segurança dos policiais. 6om o tempo os interesseiros ou os .X3! H.[ as aç%es dram ticas narradas na mídia não podem fazer parte do dia a dia do policial comunit rio.b. D preciso.X3!. !quela id"ia do policial comunit rio . celulares. transparente e sincero nos seus atos1 c.

al"m de melhorar a imagem da polícia. ele deve contribuir com o trabalho de seus companheiros. civil. !o contr rio. ningu"m gosta de ser tratado por um m"dico desconhecido. sendo uma importante referência para todas as aç%es desenvolvidas pela +olícia ?ilitar. +oliciamento 6omunit rio não " uma +erfumaria [ o policial comunit rio lida com os principais problemas locais= drogas. orientar e participar das decis%es comunit rias. etc/1 . 8as situaç%es impr'prias dever estar sempre ao lado da $ustiça. hor rio de saída de estudantes diferenciado. inclusive participando do encaminhamento de problemas que podem interferir diretamente na melhoria do serviço policial . bombeiro. se$a ele do motorizado. polícia ou comunidade. 5eve sempre priorizar o coletivo em detrimento dos interesses pessoais de alguns membros da comunidade local1 g. etc. +oliciamento 6omunit rio não " paternalista [ não privilegia os mais ricos ou os . a p". +ortanto seu principal papel. !final.para aparecer ou se sobressair sobre seus colegas de profissão. 3ão parte sim de uma grande estrat"gia organizacional. da lei e dos interesses da comunidade. O perfil desse profissional " tamb"m o de apro#imação e paciência. mas integrados e participantes de todos os processos desenvolvidos na unidade. O +oliciamento 6omunit rio deve ser uma referência a todos.mais amigos da polícia-. tr2nsito. com capacidade de ouvir. mas procura dar um senso de $ustiça e transparência ) ação policial.uma rua mal iluminada. ou levar seu carro em um mec2nico estranho1 f. " o de ser um interlocutor da solução de problemas. sem perder a qualidade de policial militar for$ado para servir e proteger a sociedade1 h. roubos e crimes graves que afetam diretamente a sensação de segurança. +oliciamento 6omunit rio não " uma modalidade ou uma ação especializada isolada dentro da &nstituição [ os policiais comunit rios não devem ser e#ceção dentro da organização policial.

+oliciamento 6omunit rio não " uma f'rmula m gica ou panac"ia [ o +oliciamento 6omunit rio não pode ser visto como a solução para os problemas de insegurança pública. pois depende da reeducação da polícia e dos pr'prios cidadãos que devem ver a polícia como uma instituição que participa do dia a dia coletivo e não simples guardas patrimoniais ou . os mais humildes. 6ontudo o policial comunit rio tamb"m adquire mais responsabilidade $ que seus atos serão prestigiados ou cobrados pela comunidade e seus superiores1 $. Calvez isto se$a pr'prio de organizaç%es não tradicionais ou tempor rias. 6om certeza os mais ricos e poderosos tem mais facilidade em ter segurança particular1 l. mas uma forma de facilitar a apro#imação da comunidade favorecendo a participação e demonstrando a sociedade que grande parte da solução dos problemas de insegurança dependem da pr'pria sociedade. pois no seu ambiente de trabalho ele deve ser respeitado pela sua competência e conhecimento. O +oliciamento 6omunit rio não deve favorecer ricos e poderosos [ a participação social da polícia deve ser em qualquer nível social= os mais carentes. +oliciamento 6omunit rio não pode ser um enfoque de cima para bai#o [ as iniciativas do +oliciamento 6omunit rio começam com o policial de serviço. ! +olícia 6omunit ria al"m de filosofia " tamb"m um tipo de .i. pois vem outro governante e cria outra coisa. !ssim admite(se compartilhar poder e autoridade com o subordinado.acabou a moda-. 3abemos que a filosofia de +olícia 6omunit ria não pode ser imediatista. ! +olícia 6omunit ria depende diretamente do profissional que acredita e pratica esta filosofia muitas vezes com recursos mínimos e em comunidades carentes1 m. Calvez nestas localidades " que est o grande desafio da +olícia 6omunit ria. +oliciamento 6omunit rio não pode ser interpretado como um instrumento político(partid rio mas uma estrat"gia da 6orporação ( muitos acham que acabou o Governo . +oliciamento 6omunit rio não " uma simples edificação [ construir ou reformar pr"dios da +olícia não significa implantação de +olícia 6omunit ria.cães de guarda-1 Y. que residem em periferia ou em reas menos nobres.

7esolução +reventiva de +roblemas a curto e a longo prazo ( ! id"ia " que o policial não se$a acionado pelo r dio. 8ascida ao início do s"culo IA com o ob$etivo de proteger o cidadão de bem dos malfeitores. praticando(os permanentemente e com total honestidade de prop'sitos. os anseios e as preocupaç%es das mesmas. +ara direcionar seus esforços. inclusive em países pobres com características semelhantes )s do Erasil. dos direitos e das responsabilidades envolvidas na identificação. $unto )s comunidades. conhecido pela mesma e conhecedor de suas realidades1 <. talvez se$a uma roupagem para pr ticas positivas antigas. +oliciamento 5escentralizado e +ersonalizado ( D necess rio um policial plenamente envolvido com a comunidade. +ortanto.ideologia policial aplicada em todo o mundo. 3ão eles= 9. anos depois. deve buscar. priorização e solução dos problemas1 S. !final. se busca este retorno as origens. os cidadão devem participar. ao inv"s de buscar id"ias pr"(concebidas. 0ilosofia e *strat"gia Organizacional ( ! base desta filosofia " a comunidade. o que foi que esquecemosL n. a +olícia. a fim de traduzi(los em procedimentos de segurança1 I. OS DE( PRINCÍPIOS DA POLÍCIA COMUNITÁRIA +ara uma implantação do sistema de +oliciamento 6omunit rio " necess rio que todos na instituição conheçam os seus princípios. mas que se antecipe ) ocorrência. ! natureza do policial sempre foi comunit ria. 6omprometimento da Organização com a concessão de poder ) 6omunidade ( 5entro da comunidade. 1'. o número de chamadas do 6O+O? deve diminuir1 . 6om isso. como plenos parceiros da polícia. ao final deste mesmo s"culo.

pobres. com autonomia e liberdade para tomar iniciativa. 0aça(o\ R. Dtica. " perguntar(se= ( &sto est correto para a comunidadeL ( &sto est correto para a segurança da minha regiãoL ( &sto " "tico e legalL ( &sto " algo que estou disposto a me responsabilizarL ( &sto " condizente com os valores da 6orporaçãoL 3e a resposta for 3im a todas essas perguntas. da legalidade dos procedimentos. sem teto. da responsabilidade e da confiança mútua que devem e#istir1 M. 7esponsabilidade e 6onfiança [ O +oliciamento 6omunit rio pressup%e um novo contrato entre a polícia e os cidadãos aos quais ela atende. idosos. etc.H. e#periência e sobretudo na formação que recebeu. com base no rigor do respeito ) "tica policial. @egalidade. !$uda )s pessoas com 8ecessidades *specíficas ( ]alorizar as vidas de pessoas mais vulner veis= $ovens. *#tensão do ?andato +olicial ( 6ada policial passa a atuar como um chefe de polícia local. sabedoria. minorias. dentro de par2metros rígidos de responsabilidade. não peça permissão. confiar no seu discernimento. &sso propiciar abordagens mais criativas para os problemas contempor2neos da comunidade1 . &sso deve ser um compromisso inalien vel do +olicial 6omunit rio1 . deficientes. O prop'sito. 6riatividade e apoio b sico ( Cer confiança nas pessoas que estão na linha de frente da atuação policial. para que o +olicial 6omunit rio possua o poder..

meu . Jardim Guanabara. Jardim +aulista. +etr'polis. 6alif'rnia. envolvendo toda a organização. priorizem e busquem a solução para os problemas relacionados a 3egurança +ública. Eandeirantes. 6osta do 3ol. D uma mudança que se pro$eta para 9A ou 9H anos1 9A. 6onstrução do 0uturo ( 5eve(se oferecer ) comunidade um serviço policial descentralizado e personalizado. mas as pessoas devem ser encora$adas a pensar na polícia como um recurso a ser utilizado para a$ud (las a resolver problemas atuais de sua comunidade. 11. N)CLEO DE VIGILANCIA COMUNITÁRIA O 9^ Eatalhão de +olicia ?ilitar do *stado de ?ato Grosso . Jardim das !m"ricas. Jardim Cropical. Jardim TennedK. 3hangri(la. buscando a redução dos índices da criminalidade nos Eairros pertencentes a sua circunscrição se$am= Eairro Eoa *sperança. ?udança interna ( O +oliciamento 6omunit rio e#ige uma abordagem plenamente integrada. +raeiro. atuando no foco da criminalidade atrav"s de desenvolvimento de pro$etos sociais para a prevenção. +oção. ! ordem não deve ser imposta de fora para dentro. proporcionando melhoria na qualidade de vida da comunidade. +ortanto apresentamos este pro$eto denominado de 8úcleo de ]igil2ncia= 6eu vi3in)o. +ico do !mor e 6ampo ]elho. !reão. Jardim *uropa.9^ E+?/ cada vez mais necessita fortalecer a integração com a 6omunidade para que $untos identifiquem. com endereço certo. 8esse 6onte#to busca(se trabalhar con$untamente os integrantes da +olicia ?ilitar e toda a comunidade de forma a transformar a realidade local atrav"s do enga$amento e do estimulo ao espírito comunit rio levando em consideração procedimentos e aç%es pr'(ativas que venham contribuir com a preservação da ordem pública. Eaú. D fundamental a reciclagem de seus cursos e respectivos currículos. bem como de todos os seus quadros de pessoal.:.

e o roubo. em estabelecimento comercial. que certamente trar mudanças no ritmo social. da vida noturno. a veículo. 12. etc. ( !lto índice de crimes contra o patrimônio. sendo de forma simples. ou mesmo pela descrença de que aç%es comunit rias ocorram desvinculadas aos interesses políticos e_ou particulares. ambas nas mais diversas modalidades . PRINCIPAIS DEMANDAS *UE +USTI ICAM A IMPLANTAÇÃO DO N)CLEO ( Grande desestimulo ao enga$amento social das comunidades em geral. ob$etiva e voltada ) resultados. talvez pela transformação as relaç%es sociais. nos bairros pertencentes circunscrição do 9^ E+?. ( Grande aglomerado que une reas residências e comerciais de grande flu#o gerando tr2nsito flutuante de pessoas e veículos muito intenso em toda a região facilitando a conduta criminosa que muitas vezes passam desapercebidas. . em veiculo.amigoM o qual traz uma surpreendente forma de abordagem aos problemas locais e pr tica eficaz da conduta comunit ria. ( +reocupação com as transformaç%es dos espaços urbanos com o advento das obras para a 6opa em IA9<. em especial os bairros com população eminentemente de alta renda e que $ por longo período registram índices preocupantes.a pessoa. em residência. ( 6ircunscrição da rea pertencente ao 9^ E+? permeada por vias de grande flu#o e que unem a grandes regi%es do comple#o metropolitano 6uiab (] rzea ( Grande./. do com"rcio e da verticalização residencial. primeiramente. principalmente em residências. com o incremento do transito. em especial o furto.

por tratar(se de uma população eminentemente de alta renda conforme dados do &EG*. resultantes em multiplicadores em cada localidade designada para instalação do núcleo1 ( 6apacitar os então denominados líderes 6eu vi3in)o. líderes comunit rios e volunt rios para serem capacitados atrav"s de uma cadeia produtiva.GIAS A SEREM DESENVOLVIDAS ( &dentificar os +oliciais ?ilitares residentes na região. 13. 6eu vi3in)o. bem como de reuni%es peri'dicas a fim de incrementar atividades identificadas como necess rias1 . meu amigo\ com conhecimentos capazes de melhorar a segurança de sua micro ( comunidade. meu amigoM e aplicação do curso de capacitação de líderes1 ( !p's a implantação dos núcleos de vigil2ncia comunit ria. ESTRAT. ser realizado o monitoramentos das atividades dos núcleos atrav"s de entrevistas e acompanhamento estatístico. sendo o furto e_ roubo em suas diversas modalidades1 ( !tuar nas estrat"gicas de policia comunit ria proporcionando uma real integração entre a +olicia e a 6omunidade em busca da melhoria da qualidade de vida1 ( +ontuados os locais de maior preocupação em segurança pública. far(se( a cooptação dos volunt rios para a formação dos núcleos de ]igil2ncia 6omunit ria. tornando atividades com este foco pouco atraentes ) população mais abastado.( +ouco resultado de pro$etos voltados a $ovens e adolescentes em situação de risco. se$a atrav"s da vigil2ncia comunit ria ou atrav"s da participação em pro$etos sociais com o foco aos problemas locais1 ( 7eduzir os índices de criminalidade principalmente no que diz respeito aos crimes praticados contra o patrimônio.

MEU AMIGO/ 6ada 8úcleo " formado por residências vizinhas e disposta de forma que tenha ao centro o morador volunt rio e cooptado para realizar o enga$amento dos outros vizinhos.O. serão marcadas visitas peri'dicas ao núcleo a serem realizadas pelo gestor do pro$eto a fim de esclarecer dúvidas e avaliar o nível de enga$amento dos envolvidos cerca da mobilização comunit ria desenvolvida. !p's a formação do núcleo.( 0ormação de novos líderes 6eu vi3in)o. sendo ainda respons vel pela ampliação de outros núcleos circunvizinhos atrav"s da apresentação destes novos volunt rios ao gestor a fim de que possa ser instruído para tal. bem como introduzir os seguintes assuntos= ( +olicia 6omunit ria e resolução de problemas1 ( ?ediação de conflitos1 ( *laboração de pro$etos1 . MONTAGEM DO N)CLEO DE VIGILÂNCIA COMUNITÁRIA.MEU VI(IN. meu amigo\ cooptados pelos primeiros lideres formados1 ( ?onitoramentos das atividades dos núcleos atrav"s de entrevistas e acompanhamento estatístico a fim de incrementar atividades identificadas como necess rias1 14.

.01234 '1= ?odelo de um núcleo montado.

.01234 '2= ?odelo de núcleos em e#pansão.

assovio. bem como os telefones da Ease 6omunit ria. pedindo informaç%es. cães soltos ou presos. ?antenha(se em sua residência at" que a viatura policial se faça presente. PRATICAS PARA VIGILÂNCIA COMUNITÁRIA 6ada membro do 8úcleo dever = ( 6onhecer a rotina di ria dos demais de forma a reconhecer qualquer circunst2ncia diferente do normal1 ( Cer sempre o contato telefônico dos membros para qualquer confirmação em caso de dúvidas. *#. caso a guarnição +olicial constatar que não h nada de errado ou se tratar de pessoa meramente transitando. portas abertas ou fechadas. somente o faça em circunstancias em que pessoas alheias não consigam identificar de onde veio o alerta. etc/1 ( +adronizar sinais sonoros quando da suspeita de algo ou algu"m estranho a vizinhança. 6aso não tenha condiç%es de realizar tal ligação. 8ão dei#e de ligar para a +olícia ?ilitar quando ouvir o alerta. andarilhos ou at" mesmo prestadores de serviço oferecendo serviços não contratados.= . &sso alertar os demais membros. o mesmo ser tratado com toda educação. sirenes. *m caso de dúvidas ligue para a Ease 6omunit ria e peça orientaç%es ou ronda.9:A/ e do disY denúncia .= . mas cautela.apitos. somente o faça quando tiver certeza. bem como a guarnição poder at" mesmo au#ili (lo caso necessite1 ( *vite abrir port%es ou portas a fim atender pessoas estranhas. do 6&O3+ . . *#. achando que outro $ o fez. @igue imediatamente na Ease 6omunit ria a que pertence o 8úcleo. repassando endereço e referencia para facilitar a localização.AA(MH(S:S:/1 ( *stabelecer rotinas de verificação da rotina e da tranqBilidade a fim de que todos os membros o possam identificar somente pela visualização da residência do vizinho se e#iste algu"m na residência ou não. cortinas abertas ou fechadas.15. contatar imediatamente o 9:A e identifique(se como membro do 8úcleo de ]igil2ncia 6omunit ria.luz e#terna acessa ou apagada (. ou procurando endereços. Cenha iniciativa. etc/.A. veículos na garagem ou estacionados na rua.

ser checado $unto ao banco de dados criminais. ( ?antenha um calend rio de reuni%es com os membros e sempre que possível solicite a presença do gestor do pro$eto a fim de possam trocar e#periências. ( .busque informaç%es pessoais consistentes antes de contratar tal serviço.( 0ique atento quando circunstancias da natureza acima citada estiverem ocorrendo no seu vizinho. bem como formalizar reclamaç%es sobre o atendimento +olicial quando de solicitaç%es. 3olicite que o mesmo se diri$a at" a Ease 6omunit ria a fim de ser cadastrado. ( 7espeite a privacidade dos vizinhos. mantendo uma relação cordial visando o incremento das relaç%es de vizinhança e de proteção local. *m caso de dúvidas mantenha contato telefônico com seu vizinho a fim de constatar a tranqBilidade ou ligue para a Ease 6omunit ria e solicite uma ronda.guarda de rua. bem como possa ser orientado sobre como melhor contribuir com a vigil2ncia local. ( 6onvença a todos os moradores de sua residência a terem uma postura proativa a fim de efetivamente realizar a ]igil2ncia 6omunit ria incrementando a rede de proteção local criada pela presença do 8úcleo1 ( 6aso queira contratar vigil2ncia .

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