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Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Ponta Grossa-PR Métodos eletroanalíticos : fundamentos,

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Ponta Grossa-PR

Métodos eletroanalíticos : fundamentos, aplicações e instrumentação

Potenciometria

Prof. Eduardo S. Chaves

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1- Métodos de análise

1- Métodos de análise 2
1- Métodos de análise 2

Revisando

Células Eletroquímicas
Células Eletroquímicas

Galvânicas

-

Espontânea Produção de energia

Eletrolíticas

- Não espontânea Requer fonte de energia

Zn I ZnSO 4 (aZn 2+ x mol -1 ) IICuSO 4 (aCu 2+ x mol -1 ) I

Ânodo Oxidação

Cátodo Redução

Zn 0 ↔ Zn 2+ + 2e- Cu 2+ + 2e- ↔ Cu 0 3
Zn 0 ↔ Zn 2+
+ 2e-
Cu 2+
+ 2e- ↔ Cu 0
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Potencial das células eletroquímicas está relacionado a atividade dos reagentes e produtos da reação.

Assim

Atividade

a x = γ [x]

reação. Assim A t i v i d a d e a x = γ [x]
reação. Assim A t i v i d a d e a x = γ [x]
reação. Assim A t i v i d a d e a x = γ [x]

Coeficiente de atividade

Concentração

i d a d e a x = γ [x] Coeficiente de atividade Concentração Equação de
i d a d e a x = γ [x] Coeficiente de atividade Concentração Equação de

Equação de Nerst

Ecel = E cátodo – E ânodo

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i d a d e a x = γ [x] Coeficiente de atividade Concentração Equação de

Cálculo do potencial de meia célula a partir do E o

Vejamos o exemplos

a) Qual o potencial de meia célula que consiste de um eletrodo de Cd imerso

em uma solução de Cd 2+ 0,0150 mol/L?

Cd 2+

+ 2e- Cd 0 o E = - 0,403 V

b) Calcule o potencial de um eletrodo de Pt imerso em uma solução de KBr 0,0150 mol/L e 1,0 x10 -3 mol/L de Br 2 .

Br 2 (aq) + 2e- 2 Br - o E = 1,087 V

Atenção!

E cel = E ind E ref + E j

E ind atuando como cátodo

V Atenção! E cel = E ind – E ref + E j E ind atuando

Veja o exemplo no quadro

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V Atenção! E cel = E ind – E ref + E j E ind atuando
V Atenção! E cel = E ind – E ref + E j E ind atuando

1.1 Métodos eletroanalíticos

1.1 Métodos eletroanalíticos limites de detecção baixos; resposta dinâmica em largas faixa de concentração;

limites de detecção baixos; resposta dinâmica em largas faixa de concentração; determinação rápida; volumes de amostra reduzidos; econômicas.

dinâmica em largas faixa de concentração; determinação rápida; volumes de amostra reduzidos; econômicas. 3
1.1.1 Vantagens dos Métodos eletroanalíticos Skoog D. A., Princípios de análise instrumental 6 ed. 4

1.1.1 Vantagens dos Métodos eletroanalíticos

1.1.1 Vantagens dos Métodos eletroanalíticos Skoog D. A., Princípios de análise instrumental 6 ed. 4

Skoog D. A., Princípios de análise instrumental 6 ed.

2. Potenciometria

2. Potenciometria Métodos potenciométricos de análise baseiam-se na medida do potencial de uma célula eletroquímica,

Métodos potenciométricos de análise baseiam-se na medida do potencial de uma célula eletroquímica, através de 2 eletrodos.

Medida do potencial (atividade ou concentração do analito)

do potencial (atividade ou concentração do analito ) Lembrando!!! Atividade ≠ Concentração Halogenetos (Cl -

Lembrando!!!

Atividade

Concentração

Halogenetos (Cl - , Br - , I - ); Ânions moleculares (NO 3 -
Halogenetos (Cl - , Br - , I - );
Ânions moleculares (NO 3 - , ClO 3 - );
Cátions - monovalentes (H + , Na + , Li + , K + )
- divalentes (Ca 2+ , Mg 2+ , Cu 2+ , Pb 2+ )

2.1 Instrumentação

2.1 Instrumentação simples e de baixo custo Eletrodo de referência Eletrodo indicador Potenciômetro E cel =
simples e de baixo custo
simples e de baixo custo

Eletrodo de referência Eletrodo indicador Potenciômetro

E cel = E ind – E ref + E j
E cel = E ind – E ref + E j

E ind atuando como cátodo

Potenciômetro E cel = E ind – E ref + E j E i n d

Célula típica para potenciometria

Potenciômetro E cel = E ind – E ref + E j E i n d
6
6

2.2 Potencial de junção líquida

2.2 Potencial de junção líquida Potencial que se desenvolve concentrações diferentes na interface entre soluções de

Potencial que se desenvolve concentrações diferentes

na interface entre soluções de eletrólitos com

diferentes na interface entre soluções de eletrólitos com Causado por uma distribuição desigual de cátions e

Causado por uma distribuição desigual de cátions e ânions ao longo de limites de contato devido a diferença nas velocidades de difusão das espécies

2.3 Eletrodos

2.3 Eletrodos Membrana Calomelano Metálicos Ag/AgCl Primeiro tipo; Segundo tipo; Terceiro tipo; Eletrodos redox Não
2.3 Eletrodos Membrana Calomelano Metálicos Ag/AgCl Primeiro tipo; Segundo tipo; Terceiro tipo; Eletrodos redox Não
Membrana
Membrana
Calomelano
Calomelano

Metálicos

Ag/AgCl
Ag/AgCl

Primeiro tipo; Segundo tipo; Terceiro tipo; Eletrodos redox

Não cristalina (Eletrodo de vidro) Cristalina (Fluoreto) Líquida (ionóforos) Espécies moleculares (Gás e biossensores)

(Eletrodo de vidro) Cristalina (Fluoreto) Líquida (ionóforos) Espécies moleculares (Gás e biossensores) 8

2.2.1 Eletrodos de referência

2.2.1 Eletrodos de referência Potencial conhecido, constante e não ser sensível a concentração do analito; Robustos

Potencial conhecido, constante e não ser sensível a concentração do analito;

Robustos e de fácil construção;

do analito; Robustos e de fácil construção; Um eletrodo de referência ideal deve apresentar as

Um eletrodo de referência ideal deve apresentar as seguintes características:

Reversível e obedecer a equação de NERST;

Manter o potencial constante com o tempo;

Retornar ao seu potencial após ter sido submetido a pequenas correntes;

Exibir baixa histerese sob ciclos de temperatura;

correntes; Exibir baixa histerese sob ciclos de temperatura; Alguns estão bem próximos tal como o Calomelano
correntes; Exibir baixa histerese sob ciclos de temperatura; Alguns estão bem próximos tal como o Calomelano

Alguns estão bem próximos tal como o Calomelano e Ag/AgCl

EPH?

Eletrodo de calomelano

Eletrodo de calomelano A estrutura do cristal de calomelano, Hg 2 Cl 2 , que tem
Eletrodo de calomelano A estrutura do cristal de calomelano, Hg 2 Cl 2 , que tem
Eletrodo de calomelano A estrutura do cristal de calomelano, Hg 2 Cl 2 , que tem

A estrutura do cristal de calomelano, Hg 2 Cl 2 , que tem solubilidade limitada em água (Kps 1,8 x 10 -18 a 25 °C).

* Termo saturado é em relação a concentração de KCl 11

* Termo saturado é em relação a concentração de KCl

Eletrodo de Ag/AgCl

Eletrodo de Ag/AgCl Ag Cl - 12
Ag Cl -
Ag
Cl -
Ag/AgCl podem ser usados a temperaturas mais altas do que 60 o C o ESC
Ag/AgCl podem ser usados a temperaturas mais altas do que 60 o C o ESC
Ag/AgCl podem ser usados a temperaturas mais altas do que 60 o C o ESC

Ag/AgCl podem ser usados a temperaturas mais altas do que 60 o C o ESC não!! Ag/AgCl reagem com um número maior de componentes da amostra Ex. proteinas, que podem causar entupimento da junção entre eletrodo e solução

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13

2.2.2 Eletrodos Indicadores

2.2.2 Eletrodos Indicadores Interagem com a espécie de interesse e o seu potencial reflete a atividade

Interagem com a espécie de interesse e o seu potencial reflete a atividade (ou a concentração) da espécie. É importante que o eletrodo responda de maneira rápida, seletiva e reprodutível

Eletrodos metálicos do primeiro tipo

e reprodutível • Eletrodos metálicos do primeiro tipo É o eletrodo de um metal puro que

É o eletrodo de um metal puro que está em equilíbrio direto com seu cátion em solução.

está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não
está em equilíbrio direto com seu cátion em solução. Se aplica para os metais??? todos Não

Se aplica para os metais???

todos

Não pode ser usado na presença de Ag (I), que tbm é reduzida na superfície do cobre.

Eletrodos do primeiro tipo normalmente utilizados: Ag/Ag + e Hg/Hg 2 2+ em soluções neutras

Eletrodos do primeiro tipo normalmente utilizados:

Ag/Ag + e Hg/Hg 2 2+ em soluções neutras Cu/Cu 2+ , Zn/Zn 2+ ,
Ag/Ag + e Hg/Hg 2 2+ em soluções neutras
Cu/Cu 2+ , Zn/Zn 2+ , Cd/Cd 2+ , Bi/Bi 3+ , Tl/Tl + , e Pb/Pb 2+ em soluções desaeradas
2 2+ em soluções neutras Cu/Cu 2+ , Zn/Zn 2+ , Cd/Cd 2+ , Bi/Bi 3+
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15

Eletrodos metálicos do segundo tipo

• Eletrodos metálicos do segundo tipo Eletrodo que responde à atividade de um ânion com o
• Eletrodos metálicos do segundo tipo Eletrodo que responde à atividade de um ânion com o

Eletrodo que responde à atividade de um ânion com o qual seu íon forme um precipitado ou um complexo estável.

tipo Eletrodo que responde à atividade de um ânion com o qual seu íon forme um
Eletrodo de segundo tipo para medida da atividade do ânion de EDTA (Y 4 -

Eletrodo de segundo tipo para medida da atividade do ânion de EDTA (Y 4- )

HgY 2- + 2e - Hg (l) + Y 4-

E o =0,21 V

E ind = 0,21 – 0,0592/2 log a Y 4- /aHgY 2-

Constante de formação estável HgY 2-

K= 0,21 – 0,0592/2 log 1/aHgY 2-

E ind = K 0,0592/2 log a Y 4-

E ind = K + 0,0592/2 pY

Utilizado para localizar o ponto final de titulações envolvendo EDTA

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12

17

Eletrodos metálicos do terceiro tipo

• Eletrodos metálicos do terceiro tipo Eletrodo metálico que responde à concentração de um cátion distinto

Eletrodo metálico que responde à concentração de um cátion distinto da sua composição

à concentração de um cátion distinto da sua composição Exemplo: eletrodo de Hg para determinação do

Exemplo: eletrodo de Hg para determinação do pCa – Adiciona-se EDTA à amostra.

distinto da sua composição Exemplo: eletrodo de Hg para determinação do pCa – Adiciona-se EDTA à
distinto da sua composição Exemplo: eletrodo de Hg para determinação do pCa – Adiciona-se EDTA à

Eletrodos redox

• Eletrodos redox Eletrodos de metais inertes, tais como Pt, Au ou Pd que atuam como
• Eletrodos redox Eletrodos de metais inertes, tais como Pt, Au ou Pd que atuam como

Eletrodos de metais inertes, tais como Pt, Au ou Pd que atuam como indicadores de processos redox entre duas espécies solúveis.

Exemplo: sistema Ce(III)/Ce(IV):

duas espécies solúveis. Exemplo: sistema Ce(III)/Ce(IV): O processo de transferência de elétrons em um eletrodo

O processo de transferência de elétrons em um eletrodo inerte nem sempre é reversível podem não responder de forma esperada para muitas semi-reações

Eletrodos de membrana

• Eletrodos de membrana Também chamados de eletrodos íon-seletivos em função da alta seletividade para alguns

Também chamados de eletrodos íon-seletivos em função da alta seletividade para alguns íons.

em função da alta seletividade para alguns íons. Eletrodos de membrana São eletrodos que entram em

Eletrodos de membrana São eletrodos que entram em contato com a solução de amostra por meio de uma membrana, que permite a rápida e seletiva determinação de cátions e ânions através de medidas potenciométricas diretas.

Propriedades das membranas

Mínima solubilidade Condutividade elétrica Seletivas

Classificacão das membranas

Cristalinas : Mono, policristalinas ou de cristais mistos.

Não critalinas: Vidro, líquidas e líquidas imobilizadas em materiais poliméricos.

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20

2.4 Eletrodo de Vidro para a Medida de pH

2.4 Eletrodo de Vidro para a Medida de pH 21
2.4 Eletrodo de Vidro para a Medida de pH 21

2.4.1 Potencial do eletrodo de vidro

2.4.1 Potencial do eletrodo de vidro 22
2.4.1 Potencial do eletrodo de vidro 22

2.4.2 Membrana de vidro

2.4.2 Membrana de vidro Higroscópicas são sensíveis ao pH! Reação de hidratação 23
2.4.2 Membrana de vidro Higroscópicas são sensíveis ao pH! Reação de hidratação 23

Higroscópicas são sensíveis ao pH!

Reação de hidratação

2.4.2 Membrana de vidro Higroscópicas são sensíveis ao pH! Reação de hidratação 23

Esqueci o eletrodo fora da solução

de repouso e ele secou

e agora?

o eletrodo fora da solução de repouso e ele secou e agora? 2.4.3 Condução de elétrica
o eletrodo fora da solução de repouso e ele secou e agora? 2.4.3 Condução de elétrica

2.4.3 Condução de elétrica através da membrana

Para atuar como indicador de cátion (H + )

Membrana deve conduzir eletricidade

) M e m b r a n a d e v e conduzir eletricidade Potencial
) M e m b r a n a d e v e conduzir eletricidade Potencial

Potencial de interface, E int ou E i

Potencial de interface

Potencial de interface Sol. Externa Sol. Interna 25
Potencial de interface Sol. Externa Sol. Interna 25

Sol. Externa Sol. Interna

Potencial de interface Sol. Externa Sol. Interna 25
Em principio Soluções de idênticas E int = zero E ind ≠ 0, E assimetria
Em principio
Soluções de idênticas E int = zero
E ind ≠ 0, E assimetria

Figura 23.6 Perfil do potencial, através de uma membrana de vidro, a partir de uma solução externa até a solução de referência interna. Os potenciais do eletrodo de referência não são mostrados.

Potencial de assimetria, E ass

Potencial de assimetria, E a s s Fontes não muito bem definidas, porém incluem fatores como:

Fontes não muito bem definidas, porém incluem fatores como:

Diferenças no preparo das membranas; Abrasão mecânica e a lixiviação da superfície externa da membrana;

O Potencial do Eletrodo de Vidro

O potencial de um eletrodo indicador de vidro, E ind , tem três componentes:

(1) o potencial de interface, (2) o potencial do eletrodo de referência interna (Ag/AgCl); (3) um pequeno potencial de assimetria, E ass , que varia lentamente com o tempo.

interna (Ag/AgCl); (3) um pequeno potencial de assimetria, E a s s , que varia lentamente
E i n d = L + 0,0592 log a 1 = L – 0,0592

E ind = L + 0,0592 log a 1 = L – 0,0592 pH

E i n d = L + 0,0592 log a 1 = L – 0,0592 pH

Onde:

L = L’ + E ref + E ass

Erro alcalino

pH Onde: L = L’ + E r e f + E a s s Erro

Leituras < que o pH esperado

Erro ácido

Fontes ainda não conhecidas Efeito da saturação da membrana por H +

Leituras > que o pH esperado

Erro ácido Fontes ainda não conhecidas Efeito da saturação da membrana por H + Leituras >
Eletrodo de vidro desenvolvimento de eletrodos para outros cátions Eletrodos de vidro para Na +

Eletrodo de vidro desenvolvimento de eletrodos para outros cátions

vidro desenvolvimento de eletrodos para outros cátions Eletrodos de vidro para Na + , Li +

Eletrodos de vidro para Na + , Li + , NH 4 + etc

2.5 Eletrodo de membrana cristalina

Preparadas a partir de compostos iônicos cortada de um monocristal ou obtida por prensagem 1 -2 mm de espessura

Contudo Muitos cristais iônicos são isolantes! Apenas alguns possuem pequena carga unitária que tem mobilidade
Contudo
Muitos cristais iônicos são isolantes!
Apenas alguns possuem pequena carga unitária que tem mobilidade na fase sólida
Íons F- em compostos de terra raras, sulfetos de Cu e Ag
Íons F- em compostos de terra raras, sulfetos de Cu e Ag

Eletrodo de Fluoreto

Eletrodo de Fluoreto E i n d = L - 0,0592 log a F - =

E ind = L - 0,0592 log a F- = L + 0,0592 pF

Eletrodo de Fluoreto E i n d = L - 0,0592 log a F - =
Eletrodo de Fluoreto E i n d = L - 0,0592 log a F - =

2.5 Eletrodo de membrana líquida

2.5 Eletrodo de membrana líquida Membranas líquidas líquidos imiscíveis que se ligam de forma seletiva a

Membranas líquidas

2.5 Eletrodo de membrana líquida Membranas líquidas líquidos imiscíveis que se ligam de forma seletiva a

líquidos imiscíveis que se ligam de forma seletiva a certos íons

N = constante
N = constante
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31

Comparação de um eletrodo de membrana líquida seletiva a íons cálcio com um eletrodo de vidro para pH.

Comparação de um eletrodo de membrana líquida seletiva a íons cálcio com um eletrodo de vidro
Comparação de um eletrodo de membrana líquida seletiva a íons cálcio com um eletrodo de vidro
Comparação de um eletrodo de membrana líquida seletiva a íons cálcio com um eletrodo de vidro

2.5.1 Eletrodo íons seletivos – baseados em ionóforos

2.5.1 Eletrodo íons seletivos – baseados em ionóforos Ionóforos Compostos neutros lipofílicos que formam

Ionóforos Compostos neutros lipofílicos que formam complexos com íons

Apresentam alta seletividade; Valinomicina ionóforo mais utilizado para determinação de K; Muito utilizados em
Apresentam alta seletividade;
Valinomicina ionóforo mais utilizado para
determinação de K;
Muito utilizados em análise clinicas.
Valinomicina

Eletrodo íons seletivos – baseados em ionóforos

Eletrodo íons seletivos – baseados em ionóforos 34
Eletrodo íons seletivos – baseados em ionóforos 34

2.5.2 Sistemas de eletrodo seletivos a espécies moleculares

2.5.2 Sistemas de eletrodo seletivos a espécies moleculares Sistemas desenvolvidos para responder a forma seletiva a

Sistemas desenvolvidos para responder a forma seletiva a algumas moléculas;

para responder a forma seletiva a algumas moléculas; Sondas Mecanismo de reposta Diagrama de uma sonda

Sondas

Mecanismo de reposta

a forma seletiva a algumas moléculas; Sondas Mecanismo de reposta Diagrama de uma sonda sensível a
a forma seletiva a algumas moléculas; Sondas Mecanismo de reposta Diagrama de uma sonda sensível a

Diagrama de uma sonda sensível a gás

a forma seletiva a algumas moléculas; Sondas Mecanismo de reposta Diagrama de uma sonda sensível a
a forma seletiva a algumas moléculas; Sondas Mecanismo de reposta Diagrama de uma sonda sensível a

Onde:

2.5.1 Eletrodo de membranas catalíticas

2.5.1 Eletrodo de membranas catalíticas 36
2.5.1 Eletrodo de membranas catalíticas 36
2.5.1 Eletrodo de membranas catalíticas 36

2.6 Medidas potenciométricas diretas

2.6 Medidas potenciométricas diretas Rápida e simples Comparação do potencial desenvolvido pelo eletrodo indicador na

Rápida e simples

2.6 Medidas potenciométricas diretas Rápida e simples Comparação do potencial desenvolvido pelo eletrodo indicador na
Comparação do potencial desenvolvido pelo eletrodo indicador na solução da amostra como o potencial em
Comparação do potencial desenvolvido pelo eletrodo
indicador na solução da amostra como o potencial em
soluções padrão

Potenciometria direta

E cel = E ind E ref + E j

Sendo um cátion X +

soluções padrão Potenciometria direta E cel = E ind – E ref + E j Sendo
Para um ânion A - Cátion Ânion K= Várias constantes, incluindo E j que deve
Para um ânion A - Cátion Ânion K= Várias constantes, incluindo E j que deve
Para um ânion A - Cátion Ânion K= Várias constantes, incluindo E j que deve

Para um ânion A -

Para um ânion A - Cátion Ânion K= Várias constantes, incluindo E j que deve ser
Cátion Ânion
Cátion
Ânion

K= Várias constantes, incluindo E j que deve ser obtida experimentalmente.

Calibração

Atividade versus Concentração

Atividade versus Concentração 39
Atividade versus Concentração 39

2.6.1 Medidas Potenciométricas do pH com o Eletrodo de Vidro

Erros que Afetam as Medidas de pH

O erro alcalino;

O erro ácido;

Desidratação;

Erros em soluções com baixa força iônica;

Variações no potencial de junção;

Erro no pH da solução padrão do tampão.

soluções com baixa força iônica; Variações no potencial de junção; Erro no pH da solução padrão
40

40

2.6.2 Definição Operacional do pH

2.6.2 Definição Operacional do pH A definição operacional do pH, endossada pelo Instituto Nacional de Padrões

A definição operacional do pH, endossada pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia norte-americano (NIST), organizações similares em outros países e pela IUPAC

Baseia-se na calibração direta do medidor com soluções padrão cuidadosamente prescritas, seguida pela determinação potenciométrica do pH de soluções desconhecidas.

padrão cuidadosamente prescritas, seguida pela determinação potenciométrica do pH de soluções desconhecidas. 41

5.7 Titulação potenciométrica

5.7 Titulação potenciométrica Utilização da medida do potencial de um eletrodo indicador para determinar-se o ponto

Utilização da medida do potencial de um eletrodo indicador para determinar-se o ponto de equivalência de uma titulação

ESPÉCIES INORGÂNICAS (H + , Cu 2+ , Fe 2+ etc.)

SUSBTÂNCIAS ORGÂNICAS (vitamina C)

, Fe 2 + etc.) SUSBTÂNCIAS ORGÂNICAS (vitamina C) INDIRETAMENTE Método muito mais exato e preciso

INDIRETAMENTE

Método muito mais exato e preciso que a utilização de indicadores visuais

ORGÂNICAS (vitamina C) INDIRETAMENTE Método muito mais exato e preciso que a utilização de indicadores visuais
43
43
Detecção do ponto final 44

Detecção do ponto final

Detecção do ponto final 44
44
44

Ácidos polipróticos

H 3 PO 4

Ácidos polipróticos H 3 PO 4 45
Ácidos polipróticos H 3 PO 4 45
45
45

3. Referências

3. Referências 1. SKOOG, D.A.; CROUCH, S.R; HOLLER, F.J; Fundamentos de Química Analítica. São Paulo: Artmed,

1. SKOOG, D.A.; CROUCH, S.R; HOLLER, F.J; Fundamentos de

Química Analítica. São Paulo: Artmed, 8ª. ed., 2005.

2. SKOOG, D.A.; CROUCH, S.R; HOLLER, F.J; Princípios de Análise

Instrumental. São Paulo: Artmed, 5ª. ed., 2002.

3. HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. Rio de Janeiro:

LTC, 7ª. ed, 2008.

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