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Moisés nunca existiu

Moisés nunca existiu

Qualquer Faraó que ordenasse o


hediondo assassinato de milhares
de recém-nascidos hebreus, do
sexo masculino estaria abrindo
mão da “Vida eterna”, quando
depois de morto, o seu coração
fosse pesado no Tribunal de Osíris.

Moises é só um “Frankenstein” religioso onde escritores bíblicos como o Rei


Josias, Esdras, Neemias, e os escribas da tribo de Levi pegaram a vida de
indivíduos importantes como Zorobabel, e Sargão de Akkad, que foi colocado
numa cesta de vime, e deixado no Rio Nilo pela mãe...

E usaram a erupção do vulcão Santorini; bem como, os Mandamentos


existentes no Livro dos Mortos, para fabricar o Arquétipo religioso
denominado Moisés.

Como a Era Zodiacal do Touro passou para a Era do Carneiro; os hebreus


passaram se denominar “judeus”; deixaram de mentir que descenderiam das
12 tribos; o pacifico Deus “EL” foi substituído pelo sanguinário Deus Javé; e a
Expulsão dos Hicsos (realizada pelo Faraó Ahmose), foi transformada na
mitológica “Fuga do Egito”, comandada por Moisés, mas como tendo
acontecido na gloriosa época do magnífico Faraó Ramsés II...

Brasil 2013

Lisandro Hubris
Lisandro Hubris
Moisés nunca existiu

Sinopse

Antes da escrita, e por dezenas de séculos, as mitologias dos religiosos foram absolvidas,
unificadas, e contadas em volta da fogueira...
Mas mesmo cada geração contando os causos a seu modo, e contestando o que não
interessava, tanto para os judeus como para os cristãos, o "Telefone sem fio" dos
hebreus, ou seja, todos os 46 livros da atual Escritura Hebraica viraram relatos Sagrados.

Pois des da pré-história, a principal característica dos humanos foi contar as façanhas
dos que se destacaram, ou “explicar” os fenômenos da Natureza usando bravatas sobre
poderosos seres imaginários, que supostamente controlariam a vida e o Universo...

E isso fez surgir às crendices religiosas que se originaram da antiga Astrologia, e que
foram tentativas jurássicas de compreender o mundo sem a ajuda da ciência, sem
racionalizar, sem duvidar, e se agarrando na fantasia de que poderíamos “contar” com a
ajuda de algum amigo imaginário...

Pois todos os “Deuses” são apenas Arquétipos religiosos fabricados pelas mentalidades
supersticiosas, equivocadas, ou desinformadas.
Moisés nunca existiu

A ESCALADA DO MONTE IMPROVÁVEL

Além do Monte Everest ter


surgido durante o Mioceno
(período terciário), época que
durou de 65 a 54,8 milhões de
anos, e não há cerca de 6 mil
anos, na época do Dilúvio...

Além do Da Vinci não ter acreditado no DILUVIO, não ter acreditado que os fósseis de
moluscos encontrados no topo das montanhas fossem restos do Dilúvio bíblico.
E ter entendido que antes de se elevar, as montanhas foram parte do litoral marinho.
No Alcorão a Arca de Noé repousou sobre o “Monte Judi”, e não o MONTE ARARAT.

Apesar das “Escrituras Hebraicas” mencionarem o MONTE ARARAT, que tem 4.200
metros, e também é chamado Massis (que significa A Mãe do Mundo) como sendo o
Monte onde a “Arca de Noé” teria supostamente “repousado”...

O nome “Ararat” não se refere a alguma montanha especifica, mas sim, á uma vasta
região chamada “Armênia” que compreende o moderno Distrito turco de Bothan, no
qual está situado Jabal Judi (perto das fronteiras da moderna Turquia, do moderno
Iraque, da moderna Síria), e da Cidade de Jazirat Ibn Ômar (na presente fronteira turco-
síria), e que se estende do Iraque ao Irã.

O atual “Monte Ararat”, localizado no extremo nordeste da Turquia, a 16 km a Oeste do


Irã e a 32 km ao Sul da Armênia, não é uma montanha composta por depósitos
sedimentares, mas sim, um vulcão extinto.

O “Monte Ararat”, que na língua local significa "Área proibida", tem a forma de um
cone, é cheio de abismos, é formado pelo magma que aflorou a superfície.
E a neve do Monte Ararat pode chegar a ultrapassar 10 m de espessura.

À medida que se sobe, o frio e o “Vento Uivante” aumentam, porem a pressão e o


volume do oxigênio existente no ar vão diminuindo, o que pode provocar uma
hipotermia em quem tenta escalar essa montanha.

Caso Moisés tivesse existido ele próprio teria esculpido os 10 Mandamentos, pois tendo sido criado
pela filha do faraó, Moisés conheceria os “Dez mandamentos” da religião brâmane, e os 40 dias que ele
teria passado no Monte Sinai seriam suficientes para forjar a farsa do Decálogo.

As quase 10 mil páginas, dos 08 volumes da “História Geral da África”, editada em 1980, e que foi
Patrocinada pela UNESCO, onde cerca de 350 cientistas, depois de quase 30 anos, reconstruíram a
historiografia africana livre de estereótipos e do olhar estrangeiro, provaram que os antigos Egípcios,
assim como, os hebreus, eram negros.
E que as imagens dos mesmos foram adulteradas por europeus, para eliminar os traços africanos.
Moisés nunca existiu

O antigo Monte sagrado do Deus lunar “SIN” virou “Monte Horeb”

Os antigos acreditavam que as montanhas mais altas eram o caminho que os Deuses
usavam para descer do Céu...
O nome “SINAI” deriva do antiguíssimo Deus lunar “SIN”, que “fazia” os vegetais
crescerem.
Sendo que nos Mapas antigos, a “Montanha Sagrada” do Deus lunar “SIN” era
representada por um DRAGÃO...
Em línguas como a inglesa, a palavra 'SIN' significa PECADO!

No passado os “Ventos Uivantes”, a Encefalopatia hipóxica, que é a dificuldade que os


organismos têm para absorver oxigênio em altitudes elevadas, assim como, a dificuldade
de subir sem reserva de oxigênio numa montanha que tem 2288 metros de altura; cuja
temperatura no Inverno ultrapassa os 05 graus negativos, (mais a sensação térmica
provocada pelo frio e a ventania que fustigam este local inóspito dobrar, fazendo com
que as partes expostas congelem em poucos minutos)...
Eram interpretados como “Advertências Divinas” para NÃO subir a “Montanha proibida”
do Deus SIN.

O “Mal da altitude” se caracteriza pela dificuldade que se tem em respirar em locais


onde a pressão atmosférica é baixa, o oxigênio é pouco, o frio é intenso, se sente
cansaço, náuseas, tonteiras, o cérebro incha, surgem necroses provocadas pelo frio, e os
órgãos entram num processo de falência, que culmina com a morte do indivíduo exposto
ao “Mal agudo de montanha”.

Os danos seriam causados pelo frio intenso e pela pressão atmosférica ter diminuído,
pois à medida que a altitude aumenta, fica difícil retirar o oxigênio existente no ar, se fica
cansado, e se tem a impressão de que não é possível aspirar.

Embora a composição do ar continue a mesma, ou seja, 78,1% de Nitrogênio,


20,9% de Oxigênio e 1% de outros gases, em altitude elevadas a Pressão
Atmosférica é MENOR, e para absorver a mesma quantidade de oxigênio, de
quando se estava ao nível do mar se tem que respirar mais.
Moisés nunca existiu

O MONTE HOREB SE “MOVEU” DA ARÁBIA SAUDITA PARA O EGITO?

A foto em AZUL do tradicional Monte


Sinai, na península do Sinai, e a foto em
AMARELO na Arábia Saudita, mostra a
diferença geográfica entre os Montes.

Embora a única coisa que a fé dos religiosos consegue move sejam os neurônios dos
religiosos, e os dízimos; a Montanha onde se inventou que Moisés esteve pastoreando
quando vivia com o sogro, em Jetro; que em ÊXODO 3.12, se chama “MONTE HOREB”, e
que ficava em MIDIÃ, onde hoje é a atual ARÁBIA SAUDITA.

Foi transferido para o “MOSTEIRO DO SINAI”, que fica no EGITO, na PENÍNSULA DO


SINAI, a cerca de 250 Quilômetros de distância do antigo “MONTE HOREB”.

Já que por volta de 327, Helena de Bizâncio afirmou ter transformado os PREGOS da
crucificação de Jesus num ESTRIBO para o seu filho Constantino...
E construiu uma IGREJINHA na Península do Sinai...

E em 527, Justiniano edificou o MONASTÉRIO DE SANTA CATARINA.

Para facilitar o RENDOSO TURISMO RELIGIOSO, entre os séculos IV e VI d.C., os monges


bizantinos escolheram o Mosteiro de Santa Catarina para ser o novo lugar onde o Deus
YHWH teria falado com Moisés...

Bem como, se produziu uma mudança radical na representação artística de Cristo, ao se


inventar o “CRISTO PANTOCRATOR DO SINAI”; um ícone, onde Jesus é representado
como sendo: jovem, da raça branca, bonito, alto, louro, com olhos azuis, e de cabelos
longos, lisos e castanhos.

A realidade não confere com a versão bíblica de que o “Monte Sinai” seria a mais alta
montanha do Sinai.
Não confere com a versão de que o Monte Sinai estaria numa serra de granito vermelho,
localizada na parte meridional da Península do Sinai, próximo ao mar Vermelho.

E não confere com a versão de que o Monte Sinai seria uma montanha estéril e rochosa,
como se o solo fosse tão sagrado que nada pudesse crescer ali...

Já em outras versões o “Monte Horeb” seria um lugar de ótimo pasto...


Moisés nunca existiu

O GÊNESIS INCORPOROU TRECHOS DA MITOLOGIA EGÍPCIA

Embora o religioso aceite a AUTORIDADE como VERDADE, em vez da Verdade como


autoridade; é evidente que o Gênesis 1:1 a 2:4 foi escrito utilizando diversas mitologias,
inclusive as dos cananeus, dos sumérios, dos babilônicos e dos egípcios.
Segundo a mitologia egípcia, TEHOM seria um abismo primordial controlado pelo sopro
(espírito) de Deus, e “No INÍCIO” havia duas trevas:
A treva imóvel que envolveria a Terra, e a treva ondulante do Mar.

Para os egípcios o mundo teria sido criado pelo Deus Aton, que fez surgiu “Nun”, o
grande Oceano primitivo, que estaria relacionado com o sagrado Rio Nilo.

Já para os sumerianos, o Universo surgiu quando NAMMU, um abismo sem forma,


enrolou-se em si mesmo num ato de auto-procriação, gerou An, o Deus do Céu; e Ki, a
Deusa da Terra.

No interior da Pirâmide de Unas (V dinastia), podemos ler o texto relativo à criação do


mundo pelo Deus único Aton, o Deus solar da mitologia egípcia representado
como um disco que emitia raios que terminavam em mãos humanas.

O relato eloísta existente no Gênesis 1:2 foi escrito usando como referências antigas
mitologias, inclusive as mitologias egípcias, onde o mundo surgiu de “Nun”, o grande
Oceano das origens.

NUN é a divindade mais antiga do Panteão de Heliópolis, personificava o abismo líquido


num sono eterno, as águas primordiais, o Céu, e o Oceano das origens.

Quando NUN despertou do seu longo sono primordial tudo começou ser criado,
inclusive o Céu e os seres vivos.

NUN é a divindade egípcia mais velha, e mais sábia de todas, e era representado como um
homem barbado, com uma pena na cabeça e portando um cajado.
NUN é uma divindade bissexual que gerou ATUN (o sol).

Os camelos aparecem mais de 40 vezes no Antigo Testamento, no entanto os camelos só


foram introduzidos em Israel no ano 925 a.C, pois tanto os jumentos como as mulas não
conseguiam viajar de oásis para oásis.
Moisés nunca existiu

Em 400 anos, menos de 70 geraram mais de 30 milhões?

Embora a arqueologia tenha provado que o Egito já era habitado a mais de 200 mil anos;
os religiosos insistem que o Egito foi fundador por Misraim, neto de Noé (Gênesis 10:6),
que teria vivido por volta de 2370 a.C.

Continuam afirmando que apenas 367 anos após o Dilúvio, a vida já teria se refeito da
destruição, de tal forma, que já existiriam todas as diversas raças atuais de humanos;
bem como, existiam civilizações tão avançadas como a do Egito.

E afirmam que em 400 anos de relacionamentos os 70 do clã de Jacó (Yakov), que se


mudou para o Egito, não se MISTURARAM, e nem deixou de ser uma “RAÇA PURA”.

A “Progressão Aritmética” apresentada para justificar a quantidade de hebreus


existentes na época de Moisés é falsa; desconsidera que a “Média de vida” da população
pobre era de apenas 30 anos; despreza que na época, 40% dos filhos morriam antes dos
5 anos; e despreza que só 01 de cada 02 meninos chegavam a ser pai...

Como no Egito antigo havia mais de 300 mil egípcios, os hebreus não tinham como
produzir mais filhos do que os egípcios; até porque os antigos hebreus morriam por falta
de higiene, por desnutrição, por comida inadequada, pelo excesso de trabalho, devido a
Malária, a Varíola, a Sífilis, a Lepra, as brigas, os acidentes, a isolação, a hipertensão, a
depressão, a diabete, as doenças do coração, ou pelo fato de casar com indivíduos da
mesma tribo.

Mesmo o José (filho de Jacó), tendo estado como Governador do Norte do Egito, e tendo
casado com a Azenate, filha do sacerdote Potífera, os 70 indivíduos que acompanharam
Jacó não se transformariam em 700 mil hebreus armados.

Thomas Malthus provou que a EXPANSÃO populacional só é possível com o aumento da


COMIDA e da HIGIENE. E explicou que para que houvesse os 700 mil homens armados
relatados pela Bíblia, (sem contar com os que tinham menos de 20 anos, os que tinham
mais de 60 anos, as crianças, as mulheres e os que morreram ainda jovens); seria
necessário que em 400 anos, os 70 que acompanharam Jacó tivessem gerado mais de 30
milhões de descendentes!
Moisés nunca existiu

As “10 PRAGAS DO EGITO” foram DESASTRES NATURAIS

Como o cérebro humano é cheio de atalhos; os antigos inventaram que o Deus X controlava os
fenômenos climáticos; e afirmaram que as “PRAGAS DO EGITO” teriam sido “CASTIGOS DIVINOS”...
Porem tudo não passou de DESASTRES CLIMÁTICOS, e de acontecimentos desencadeados pelo vulcão
Santorini; sendo que os religiosos preferem acreditar nos 10 castigos de um Deus que teria feito várias
advertências.

Que cavalaria? Se em Êxodo 9:1 a 7; vemos Deus mandando uma praga que matou todos
os animais dos egípcios, inclusive os seus cavalos...

Se em torno de 1500 a.C., as PRAGAS do Egito tivessem acontecido em SÉRIE, e não ao


longo do tempo, não sobrariam ANIMAIS e alimentos para os fugitivos levar.
Se todos os animais tinham sido mortos pela praga; como alguns dias depois a cavalaria
egípcia é afogada no Mar Vermelho...
As “Pragas” foram causadas pela “Maré vermelha”; pela “Febre catarral maligna” (FCM);
pelo khamsin (vento seco do deserto); pela contaminação por fungos, etc.

Embora os atributos do “Decálogo” sejam universais e a base dos saudáveis


relacionamentos humanos, os “10 Mandamentos de Moisés” não é uma Lei ditada pelo
próprio Criador, mas um aprimoramento dos “Dez mandamentos” da religião brâmane,
que foram embelezados e aprimorados pelos escribas deuteronômios.
O Êxodo 6, 1, do “Livro dos Reis” é só um mito que não confere com a realidade, os
registros arqueológicos e os documentos existentes.

A arqueologia, a historiografia e os estudos científicos do passado mediante os vestígios


e testemunhos materiais que subsistem, prova que a lenda de Moisés, o Êxodo e os
lendários 400 anos de cativeiro, são versões onde o “faz-de-conta religioso” transformou
desastres naturais em algo que engrandecesse os supostos poderes do Deus YHWH.

A versão de que as pirâmides egípcias foram construídas com o trabalho de hebreus


escravos, é falsa, pois as pirâmides egípcias foram construídas por operários habilidosos,
bem alimentados e livres, que eram pagos com Vales.

Construir pirâmides era um trabalho religioso que garantiria a imortalidade do faraó, e


beneficiava a alma dos egípcios, e não alguma ABOMINAÇÃO, onde os operários
trabalhassem de má vontade e achando que estariam construindo algum monumento
dedicado aos cultos profanos.
Moisés nunca existiu

Os Profetas bíblicos foram esquizofrênicos, drogados ou Arquétipos


do inconsciente humano?

O uso de alucinógenos é tão antigo quanto à história humana, e no passado a Cannabis


era usada como alucinógeno, como Remédio, como Incenso, para fabricar tecidos, era
misturada na Cerveja, ou usada como alimento para o gado...

O nome Canaã (que significava "Terra da felicidade”), mais que foi trocado para a “Terra
prometida” tem origem no nome Cannabis; pois no passado a maconha era uma “Planta
sagrada” por seus efeitos relaxantes, por ser capaz de fornecer um estado de paz
espiritual, e era usado para ajudar os religiosos “entrarem” em contato com o divino.

Benny Shanon, do Departamento de Psicologia Cognitiva da Universidade Hebraica de


Jerusalém afirmou que, O consumo de psicotrópicos era comum entre os hebreus...
E que os causos mencionados pela Bíblia são comparáveis com os produzidos pelas
bebidas fabricadas com a Ayahuasca...

Os “profetas” atingiriam o estado psicodélico por meio das locuções que emergem das
mentes afetadas por emoções fortes, pelo fanatismo, pelo jejum prolongado, pelas
Danças rituais, pelas lavagens cerebrais, pelo uso de bebidas enteógenas como a
“Amanita mus caria” ou por sonhos realistas vibrantes...

Enteógeno é o êxtase induzido pela ingestão de substâncias alteradoras da consciência,


onde o individuo sente alguma manifestação interior do divino, e se refere à comunhão
religiosa obtida sob o efeito de substâncias visionárias.

Algumas religiões usam jejuns prolongados, “passes”, incenso, danças, cantorias ou


alucinógenos, como forma de “entrar em contato” com os deuses, pois os sonhos
realistas e vibrantes, os alucinógenos e a esquizofrenia são o “motor” dos que têm
visões, epifanias ou estados alterados de consciência.

Caso Moisés tivesse existido ele próprio teria esculpido os 10 Mandamentos, pois tendo
sido criado pela filha do faraó, conheceria os “Dez mandamentos” da religião brâmane, e
os 40 dias que passou no Monte Sinai seriam suficientes para forjar a farsa do Decálogo.
Se o Deus dos hebreus saberia que o Moisés quebraria as “Tabuas Sagradas”,
(onisciência), por que em vez de YHWH dar ao Moisés 2 Tabuas frágeis, Ele não deu
Tábuas indestrutíveis ou com tecnologia posterior à época de Moisés?
Moisés nunca existiu

Já que ha cerca de 3750 anos atrás, na época atribuída as “Tábuas da Lei de Moisés” os
hebreus ainda não possuíam o seu próprio Alfabeto fonético; as informações circulavam
de forma verbal, ou usando os hieróglifos egípcios, e somente no ano 600 da era cristã os
judeus massoretas criaram as vogais; fica provado que o Decálogo, com cerca de 620
modernas letras hebraicas não passa de uma fraude.

De quem era a voz que Moisés “ouvia”, se em João Cap. V. Jesus Cristo falando a
respeito de Deus, mas estranhamente usando as palavras do João, afirmou que:
"Ninguém jamais VIU DEUS ou OUVIU a voz de Deus”.

O “Criador” dos Multiversos não vem conversar pessoalmente com simples iludidos, e
caso você “converse” com o seu Deus seria uma ORAÇÃO e um Monólogo vão; já se Deus
“dialogar” com alguém, se trataria de algum delírio ou alguma Esquizofrenia.
Se você tem certeza de que o Deus Supremo do Universo vem “conversar” pessoalmente
com você, da próxima vez, peça a Deus os números da Mega-Sena...

Embora quando o individuo mentalmente perturbado convencia muitos sobre a


veracidade de algo ele ainda fosse um lunático; aproveitando que os faraós tinham o
poder de vida e morte sobre os súditos, pois se tratava de uma “SOCIEDADE AO SERVIÇO
DO REI” e “ao SERVIÇO DE DEUS”, inventou-se que os hebreus foram escravizados por
400 anos, e que Moisés recebeu 02 “Tábuas Divinas” diretamente do Deus YHWH.

A palavra “Mitzrayim” (Egito em hebraico) significa “estreito”, pois o berço da civilização


que governou o mundo antigo foi uma região pequena.
O nome “Hebreu” é só um TÍTULO e não uma RAÇA; os hebreus que se mudaram para o
Egito ainda não seriam uma Nação, mas um simples Clã.

Quem fugiu do Egito foram os Hyksôs; como o geneticista Michael Hammer da


Universidade do Arizona mostrou que o DNA dos antigos Arameus tinha traços com os
palestinos, com os sírios ou com os libaneses; alguém estaria mentindo, mas o
mentiroso seria a Bíblia e não a História ou a Arqueologia.

Como o Êxodo 6:20 e 6:30, afirma que Anrão “fez” a sua tia Joquebede de mulher, e teve
com a mesma o filho Moisés; caso o gago, esquizofrênico, e incestuoso Moisés tivesse
existido, a explicação para os “diálogos” de Moisés com “O Criador” estaria numa
dissociação mental histérica, algum automatismo psicológico, alguma fraqueza psíquica, ou
nos Enteógenos (alucinógenos), e não nas mirabolantes mitologias religiosas.

Moisés é só uma lenda religiosa, e caso ele tivesse existido, quando Moisés desceu o
Monte Sinai e apresentou os “Dez Mandamentos” ao povo hebreu, ele poderia estar sob
o efeito de algum alucinógeno, de alguma locução interior que “falava” dentro da sua
consciência, ou a mente do sofrido Moisés estaria passando por algum distúrbio
provocado pelo frio, a altitude, o fanatismo, e o jejum prolongado.
Moisés nunca existiu

A “Gás Plant” inspirou a lenda da “Sarça Ardente”

Como a “Dictamnus albus” (da Família Ranunculace), é um arbusto de altura mediana,


coberto de minúsculas glândulas oleaginosas, que sobrevive em locais extremamente
secos; e o seu óleo é tão volátil que com o calor do Deserto ele se evapora
continuamente; e quando o calor é intenso, e o ar se encontra parado, o gás que
evapora da “Gás Plant” pode fazer com que aconteça alguma incineração espontânea e
súbita, onde a planta é envolta pelo fogo; porém sem ser consumida, já que se trata
apenas de um fogo superficial.

Embora Jesus tenha afirmado que “Ninguém jamais VIU Deus, ou OUVIU a voz de Deus”,
na sua “Mitomania” o Antigo Testamento mentiu que quando Moisés chegou ao
Monte Horeb o Deus YHWH apareceu como uma sarça que ardia, sem que fosse
consumida pelo fogo; e mentiu que YHVH dialogou com Moisés...

O naturalista alemão M. Schawabe comprovou a incineração espontânea da chamada


Gás Plant “Dictamnus albus”, mas apenas quando o sol estaria muito forte.

Já que a religião judia proibia fazer esculturas, pinturas, e produzir Arte que
envolvessem religião; os judeus desviaram a sua inspiração para a tarefa de embelezar
os fenômenos naturais; e foi assim que a “Gás Plant” serviu de inspiração para fabricar a
lenda onde Moisés dialogou com o Deus YHWH; que estaria na forma de uma “Sarça
Ardente”; que pegava fogo, mas sem ser consumida...

A Bíblia descreve o Maná como o alimento fornecido diariaremente por Deus, aos cerca de 02 milhões
de hebreu, durante os 40 anos do Êxodo...
Afirma que como o mána não era fornecido aos sábados; Deus enviava uma quantidade maior de mána
às sextas-feiras...
E alega que o “TERCEIRO CÉU”, que em hebraico Chama-se SHEHAQUIM, seria onde o maná
era fabricado para os piedosos no porvir...

Mas a versão bíblica de que “No deserto os retirantes se alimentavam do MANÁ”, que
seria o famoso “Pão do céu” bíblico... Não passa de fraude.

Pois a lenda do maná foi fabricada usando o fato de que a planta Tamargueira ao ser
picada pelo inseto cochonilha (característico do Sinai), segrega uma resina branca com
sabor de mel; sendo que as minúsculas gotas que se formam nos ramos das
Tamargueiras, seriam insuficientes para alimentar milhares de hebreus.
Moisés nunca existiu

A Arca da Aliança seria uma fraude?

Além de ser estranho que mesmo sendo um Shekinah (a habitação do próprio Deus), no
passado, e durante muitos anos, a “Arca da Aliança” tenha sido guardada em uma
Tenda, e não guardada no Palácio Real...

Até porque, a “Arca da Aliança” dos judeus se parece muito com a arca egípcia onde
Anúbis era o guardião que tomava conta das vísceras de Osíris...
Sendo que na Arca dos hebreus a figura de um chacal foi substituída por 2 querubins.

Caso algum Deus, em vez de fazer surgir uma linda arca tivesse apenas ordenado que os
hebreus construísse a “Arca da Aliança”...
Especificado com detalhes como a “Arca Sagrada” teria de ser construída...
Ordenado que na arca fosse colocado os 10 Mandamentos de Moisés, a Vara de Aarão, e
um Vaso com o Maná...
E depois que a arca ficou pronta só os sacerdotes levitas pudessem tocar na arca
construída por Moisés...
Que seria o símbolo da aliança de Deus com o povo judeu, e um veículo de comunicação
entre Deus e o seu povo escolhido...

O tal Deus, que mitologicamente teria mandado construir a Arca da Aliança teria sido o
antigo Deus Eli, e não o “moderno” Deus Javé, que só passou ser cultuado quando os
hebreus viraram judeus...

No passado os hebreus guardavam os objetos que para eles eram valiosos (azeite,
sementes, pergaminhos, etc.), em jarras feitas de argila...

Porem como pouco antes das Bibliotecas serem construídas, os agora já judeus
passaram a guardar os seus pergaminhos mais preciosos em arcas feitas de madeiras...

Embora tanto os livros, como as “relíquias”, os objetos, os ícones, e os causos


considerados “sagrados” sejam apenas substitutos da incapacidade que o religioso tem
de provar a existência de algum suposto Deus, que não podemos ver, tocar, ou provar de
forma racional; para unir o povo, e para facilitar que as Leis fossem obedecidas, com o
passar do tempo os lideres judeus terminaram investindo na versão religiosa da suposta
Arca Sagrada da Aliança com Deus, e o seu “povo escolhido”...
Moisés nunca existiu

Cadê os pedaços das “Tábuas Sagradas” escritas por YHWH?

Embora as mais de 700 mil palavras da Bíblia não coubessem em algum rolo feito com
pele de cabra; por milhares de anos se afirmou que Deus entregou os 10 Mandamentos
a Moisés, no alto da montanha, pois assim se ficaria mais perto do céu...

Para desmascarar a farsa das “Tábuas Sagradas” basta observar que, sendo necessárias
cerca de 620 letras hebraicas para escrever o Decálogo, as “tábuas de pedra” teriam de
ser tão grandes e pesadas que Moisés não conseguiria carregá-las da forma mostrada
pela Bíblia.

Se fosse verdade que a caminho da “Terra Prometida” Moisés recebeu as Tábuas dos
Dez Mandamentos, diretamente do Deus de Abraão, as “Tábuas Sagradas” escritas pelos
Dedos do próprio YHWH seriam uma relíquia, e o único objeto que os humanos teriam
recebido diretamente do Criador...
Os pedaços das “Tábuas Sagradas” feitas pelo Deus YHWH, não teriam sido deixados
para traz, como se elas fossem alguma coisa DESCARTÁVEL.

Por que só se valorizaria as Tábuas feitas pelo mortal Moisés, e mão os pedaços das
“Tábuas Sagradas” que teriam sido “escritas” pelo próprio Deus de Abraão?

É ilógico que uma civilização ao serviço do Deus YHWH valorizasse mais as Tábuas feitas
por um mortal, do que as “Tábuas Sagradas” onde o Deus YHWH teria escrito com as
suas próprias mãos.

E a desculpa de que Moisés quebrou o Decálogo e fez outro, é um ardil, onde se tenta
justificar que nenhum dos 2.000.000 de devotos do Deus de Abraão, teriam tido a estima
de guardar algum fragmento do único objeto que YHWH teria “entregado” pessoalmente
aos humanos.

Se era para construir uma “Arca Sagrada” e nela guardar o Pentateuco, por que não se
guardou os pedaços das Tábuas feitas pelo próprio Deus YHWH?
Por que não se tentou colar os pedaços das “Tabuas Sagradas” feitas pelo próprio
Criador?
E por que YHWH teria escrito os “Dez Mandamentos” em duas Tabuas frágeis?
YHWH desconheceria a tecnologia dos papiros, dos pergaminhos e dos livros?
Moisés nunca existiu

Os “10 Mandamentos de Moisés” são plágios

Antes dos “10 Mandamentos de Moisés” já existiam, o “Código de Urukagina”; o “Código de


Hamurabi”; as 42 Leis de Maat; o “Papiro Nu” dos egípcios; o Feitiço 125 do “Livro dos Mortos”; as
Mitzvot Positivas e Negativas; e os “Dez mandamentos” da religião brâmane.

Sendo que os Pecados do Corpo eram:


I – Bater. A Igreja Católica aboliu tanto o 20 Mandamento de
II – Matar. Moisés “Não farás para ti imagens de escultura”, como o
III – Roubar. 40 Mandamento, “Lembra-te do dia de sábado, para
IV – Violar mulheres. santificá-lo”.
E dividiu o 90 Mandamento em dois.

Os Pecados da Palavra eram:

V - Ser falso ou dissimulado.


VI – Mentir.
VII – Injuriar.

E os Pecados da Vontade eram:

VIII – Desejar o mal.


IX – Cobiçar o bem alheio.
X – Não ter dó dos outros.

BATER virou, “HONRARÁS PAI E MÃE”!


NÃO MATAR seu semelhante, virou, “NÃO MATARÁS”!
NÃO ROUBAR, virou, “NÃO FURTARÁS”!
NÃO VIOLAR MULHERES, virou, “NÃO ADULTERARÁS”!
NÃO SER FALSO, virou, “NÃO DARÁS FALSO TESTEMUNHO”!
NÃO MENTIR, virou, “NÃO MENTIRÁS”!
NÃO INJURIAR, virou, “ADORARÁS UM SÓ DEUS”!
NÃO DESEJAR O MAL, virou, “NÃO DESEJARAS O MAL A OUTREM”!
NÃO COBIÇAR O BEM ALHEIO, virou, “NÃO COBIÇARÁS A MULHER DO PRÓXIMO”!
E TER DÓ DOS OUTROS, virou, “AMARÁS AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO”!
Moisés nunca existiu

Embora tanto os Pastores como os profetas sejam indivíduos perturbados; alguma


Estirpe que desenvolveu estratégias no sentido de controlar a mente dos religiosos; os
10 Mandamentos de Moisés tenham sidos copiados dos Mandamentos Sumérios; e
Moisés seja só um mito.

A Bíblia continua insistindo na bazofia de que Moisés teria dialogado diversas vezes
com Deus, e recebido os 10 Mandamentos diretamente de Deus...

As "Instruções de Shuruppak" contém as Leis, as instruções, as regras e os preceitos


básicos que posteriormente foram convertidos nos “10 Mandamentos de Moisés”, e que
estão presentes no livro bíblico 'Provérbios'.

O estilo não deixa dúvidas, e seguramente as "Instruções de Shuruppak" influenciou a


escrita da bíblia judaica.

A prova está nas "Leis de Shuruppak” de 3.000 anos a.C. do Rei Sumério, filho de Ubara-
Tutu, serem mais antigas literaturas do mundo.

E o seu conteúdo ser similar aos 10 Mandamentos da Bíblia, porém foi escrito muito
ANTES do mitológico Êxodo bíblico.

Nas "Instruções de Shuruppak" de 3.000 anos a.C. está escrito:

3° mandamento - Não amaldiçoarás de maneira veemente


6° mandamento - Não matarás
7° mandamento - Não se sente em quarto com uma mulher casada
8° mandamento - Não roube nem assalte
9° mandamento - Não cuspa mentiras
Moisés nunca existiu

Quando passamos a viver em sociedade surgiram as Leis reguladoras

O Código Legal mais antigo de que se tem notícia é o Código de Urukagina de 4.350 anos
atrás, “entregue” pelo Deus Ningirsu ao Rei Urukagina de Lagash (atual Tell al-Hiba,
Iraque), e que limitava os poderes dos Sacerdotes, estabelecia mecanismos de Justiça
Social e punia a monogamia feminina com a Pena de morte...

Há 3700 anos, na Cidade de Ur, Shamash


Sh ou Chamach, que era o Deus acádico do Sol,
entregou o “Código de Hamurabi” a "Nemo o legislador" (1728- (1728 1686 a.C), mais
conhecido como Hamurabi?
O Código de Hamurabi tinha 282 artigos e 3.600 linhas de texto;
texto; dividia a sociedade em:
homens livres, subalternos e escravos. Legislava sobre assuntos como: Religião,
comércio, escravidão, crimes e até empréstimos a juros...
O Código de Hamurabi foi uma das primeiras obras jurídicas da humanidade, e uma das
primeiras
iras “Constituições” adotadas pelos povos antigos.
Os “Dez Mandamentos de Deus” já existiam na religião brâmane e se dividiam em três
espécies: Pecado do Corpo, Pecado da Palavra e Pecado da Vontade
Os principais CÓDIGOS da ANTIGUIDADE usados para manipular
manipular o povo foram:

Em 2.350 a.C., o Código de URUKAGINA de LAGAS


Em 2.050 a.C., o CÓDIGO de UR-NAMMU
UR
Em 1700 a.C., o CÓDIGO de HAMURABI
Em 1.300 a.C., a LEI MOSAICA
Em 621 a.C, a LEI de DRACON
Em 550 a.C., a LEIS de SOLON
Em 539 a.C., o CILINDRO de CIRO
Em 450 a.C., a LEI das XII TÁBUAS ROMANAS
Em 200 a.C., o Código de MANÚ

Embora os religiosos não meçam esforços no sentido de fingir que a Bíblia seria a base das Leis usadas
nas Cortes jurídicas do Ocidente; desde 450 a.C., as Leis que determinam o destino da humanidade se
baseiam nas Leis das 12 TÁBUAS ROMANAS...

Outro “Documento” antigo sobre os Direitos Humanos, é o Cilindro do Rei persa Ciro II,
de 539 a.C., feito de argila, que registra um Decreto do famoso Rei persa, e que se
encontra exposto no Museu Britânico, em Londres...
Moisés nunca existiu

Moisés e o bezerro de ouro são uma prosopopéia da literatura


fantástica

Tanto Moisés destruindo o “Bezerro de ouro”, como os “Cornos”, a “Páscoa judaica”,


assim como Hercules, Teseu, Mitra ou Xangô matando algum touro...

São personificações da “NOVA ERA” astrológica onde se passou da Era de Touro para
a Era do Carneiro. Em 2000 a.C., quando a ERA astrológica de TOURO mudou
para a ERA de CARNEIRO, o Deus “EL” virou “JAVÉ”.

Nos textos encontrados na “Pirâmide de Memphis”, do Antigo Egito, da Era de TOURO, o


Deus “BOI ÁPIS” era mencionado como sendo a Alma viva do Deus PTAH da Ciência e da
Arte, sendo que ÁPIS tinha um “Disco solar” entre os chifres.

Além dos fósseis e estudos provarem que os humanos antigos ficavam decrépitos aos
cerca de 50 anos, devido ao excesso de carga a que eram submetidos desde a infância; o
caminhar excessivo, a energia gasta com trabalhos braçais, a pouca variedade dos
alimentos, os desgastes causados no Quadril e nas Vértebras, a Osteoporose, as doenças
congênitas, os casamentos consangüíneos, etc.

E ser uma mitologia a versão de que Moisés tenha iniciado o Êxodo com 80 anos, e
perambulado pelo deserto até os 120 anos; outros absurdos sobre Moisés e o “bezerro
de ouro”, são o fato de que:

a/ O ouro não vira pó quando “queimado”, e o “pó de ouro queimado” não flutua
na água do Rio.
b/Escravos não teriam Ouro suficiente pra construir um “Bezerro de Ouro”, e
diversos ornamentos.
c/ Por que Aarão não foi castigado? Se Aarão, que foi o primeiro Sacerdote da Aliança
com Deus, não tivesse construído o “Bezerro de ouro”, não haveria adoração, e Moisés
não teria mandado assassinar milhares de hebreus que cometeram o “crime” de adorar
um bezerro de ouro.

Moisés não ter castigado o seu irmão Aarão, apesar de Aarão ter sido o mentor e o
construtor do “Bezerro de ouro” (Ex.32:28 e 35), seria um nepotismo.
Moisés nunca existiu

Moisés teria sido o mais conhecido nepotismo bíblico, pois Moisés não mandou matar o
seu irmão Arão, mesmo tendo sido o Arão quem construiu o bezerro de ouro para ser
adorado. Ex.32:28 e 35.

Se Aarão não tivesse feito o bezerro de ouro não haveria adoração, e não havendo
adoração Moisés não teria mandado assassinar milhares de hebreus que cometeram o
“crime” de apenas adorar um bezerro de ouro.

Como as versões religiosas são tentativas de superar dificuldades, de manter tradições,


de manter o povo unido, e de conseguir passar as tradições adiante.

Ao comando de Moisés os homens retiraram o bezerro do altar e o destruíram a golpes


de marretadas; depois, o bezerro de ouro é queimado até virar pó, e lançado na água de
um ribeirão que descia do “Monte Sinai”.
E numa demonstração de puro sadismo, o Profeta, Líder, Policial e Juiz Moisés fez com
que os israelitas bebessem daquela água suja.

Não satisfeito, Moisés vai até a entrada do acampamento e grita:


“Quem está ao lado do Senhor, junte-se a mim!”.
As pessoas, assustadas, então acatam o pedido de seu líder, juntando-se a ele todos os
filhos de Levi, empunhando espadas, conforme autorização de Javé, e apesar de terem
recebido o Mandamento de “NÃO MATARAS” diretamente do próprio YHWH, os
comandados por Moisés aniquilam cerca de três mil homens (Êxodo 32,28), não
poupando irmão, amigo ou vizinho, exceto o irmão de Moisés Aarão.

Em Números 31:17, após ensinar que “NÃO MATARÁS”, Moisés oferece as meninas
midianitas, ainda virgens para os hebreus; e manda matar todos os homens, e
meninos; assim como, matar toda mulher que deitou-se com algum homem.

A lenda de Moisés é semelhante ao que aconteceu com Sinouhé “O Egípcio”; tem relatos
idênticos a lenda de Hórus; lembra a lenda onde o avô Acrísio colocou Dânae com o bebê
Perseu num barco e os deixou no mar; e é uma replica da lenda de Krishna...

Depois que “o bezerro de ouro foi queimado até virar pó, e lançado na água de um
Ribeirão”, os escravos “conseguiram fazer”:

A “Arca da aliança”, 02 Querubins de ouro, 01 Propiciatório de ouro puro, 04 Argolas de


ouro, alguns Pratos e Colheres de ouro, os Cântaros de ouro, as Tigelas de ouro, 01
Candelabro de ouro com o seu pedestal, os Copos e os Cálices de ouro, os Cinzeiros de
ouro, 50 Colchetes de ouro, 01 Moldura de ouro para a Mesa e 02 Molduras de ouro
para a Arca.
Moisés nunca existiu

Na mitologia do Êxodo 02 milhões de hebreus fugiram do Egito para morrer no Deserto;


pois a caminho de Canaã DEUS se irou contra o povo e deixou todos os que iniciaram a
jornada morressem no deserto; (exceto apenas Josué e Calebe), e só entraram na Terra
prometida os da nova geração.
O Shemot ou Êxodo, afirma que durante os anos de
peregrinação no Deserto, os israelitas teriam sido salvos de
uma invasão mortal de cobras venenosas, por meio da
visão de uma serpente feita de bronze (Números 21,7-9), e
que quando Moisés orou e exibiu a serpente de bronze, os
que obedeceram a Moisés se salvaram.

Como as substâncias químicas letais que


circulavam no organismo dos que foram picados
pelas cobras, teriam sido alteradas por alguma
simples informação visual?

Então partiram do Monte Hor, pelo caminho que vai ao


Mar Vermelho, para rodearem a terra de Edom; e a
Alma do povo impacientou-se por causa do caminho.
Números E o povo falou contra Deus e contra Moisés:
21:5 Por que nos fizestes subir do Egito, para morrermos no
deserto? Pois aqui não há pão e não há água: e a nossa
Alma tem fastio deste miserável pão.

Números Então o senhor mandou entre o povo serpentes


21:6 abrasadoras, que o mordiam; e morreu muita gente em
Israel.
Números Pelo que o povo veio a Moisés, e disse:
21:7 Pecamos, porquanto temos falado contra o senhor e
contra ti; ora ao senhor para que tire de nós estas
serpentes. Moisés, pois, orou pelo povo.

Números Então disse o senhor a Moisés: Fazei uma serpente de


21:8 bronze, e põe-na sobre uma haste; e será que todo
mordido que olhar para ela viverá.
Números Fez, pois, Moisés uma serpente de bronze, e pô-la sobre
21:9 uma haste; e sucedia que, tendo uma serpente mordido
a alguém, quando esse olhava para a serpente de
bronze, vivia.

Os católicos omitem que em 2 Rs 18:4 Deus arrancou os olhos da serpente de metal


que Moisés fizera, e quebrou a estátua em pedaço; porquanto que até àquele dia os
filhos de Israel lhe queimavam incenso, e a chamaram de “Neustã”.
Moisés nunca existiu

Só 700 anos DEPOIS as Leis de Moisés foram “encontradas”?

Por que os 19 livros mais importantes do judaísmo (Rute, Samuel, Jonas, Jô, Provérbios,
Eclesiastes, Cânticos de Salomão, Lamentações, Ezequiel, Oséias, Joel, Amós, Obadias,
Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Ester) não mencionam Moisés?

Os “10 Mandamentos” de Moisés foram inspirados nas “Tábuas do Destino” existentes


no “Templo da Deusa Lua” de Ácade, a primeira Cidade babilônica, fundada em torno de
2475 a.C. por Sargão; no painel existente no Templo de Hathor; no "Tribunal de Osíris";
no Encantamento nº 125, do “Livro dos mortos", na parte recitada pelo Espírito do
morto, que foi escrito 1000 anos antes de Moisés, etc.

Para acabar com a idolatria, durante o reinado do Rei Josias (640 a 609 a.C.) se deixou de
festejar a “Árvore da Vida”, a Deusa da colheita, o “Dia das Primícias dos Frutos”, ou
“Festa da Colheita” do mês de Sivan, e se passou comemorar a Pessach (Páscoa
hebraica), no dia 14 do mês de nisã; se fingiu ter achado os “10 Mandamentos da Lei de
Deus”; e se mentiu que os Mandamentos estavam perdidos por mais de 700 anos.

Caso os hebreus tivessem sido libertados do cativeiro egípcio haveriam provas desse
acontecimento, e as crenças egípcias seriam abaladas de tal forma que parte dos
egípcios teria se tornado cristão.

Como o Egito continuou cultuando o politeísmo; e hoje 90% dos egípcios professam o
Islamismo; sendo que aproximadamente 79% é islã sunita, e 9% coptas, podemos
concluir que o Êxodo é só uma estratégia no sentido de remodelar a Escravidão
babilônica de 598 a.C, de transformar a fuga dos hiksos em uma lenda mais palatável; e
de ajudar de forma grandiosa manter unido e altivo um povo que foi escravizado pelos
seus vizinhos.

Em 722 a.C., os assírios invadiram Israel e levaram os prisioneiros do reino do Norte para
a Assíria; mas Judá ao Sul continuou independente por mais de 120 anos, pois pagava
Tributos ao império assírio.
Em 598 a.C., o “Rei dos Reis” Nabucodonosor II invadiu o Sul, massacrou os hebreus de
Jerusalém, e levou para a Babilônia os que se encontravam sob a “proteção” do Deus
Javé, para serem escravos dos babilônicos por cerca de 40 anos.

Em Neemias 9:19-21, é dito que, durante os 40 anos no Deserto nada faltou aos hebreus;
será que as roupas e os calçados não envelheceram, ou cresceram junto com as crianças?
Moisés nunca existiu

Como acreditar que (por cerca de 40 anos), enquanto Moisés teve força para viajar, “um
poço de água teria seguido Moisés e sua trupe pelo deserto”?
Por que a permanência de mais de dois milhões de humanos e muitos animais
domésticos, por 40 ANOS, num minúsculo trajeto, não deixou “Vestígios Arqueológico”?

Para mostrar que invocar as supostas tradições da mitologia Bíblia oral no sentido de
justificar as versões atuais não passa de uma MANIPULAÇÃO, lembramos que:
Os hebreus só começaram fabricar a Bíblia escrita depois de 537 a.C. (por ordem de
Esdras), e mesmo assim, só depois que os hebreus foram libertados dos 50 anos de
cativeiro babilônico impostos por Nabucodonosor II, que tinha o título de "Reis dos
Reis"; só depois que hebreus passaram se autodenominar “judeus”; só depois que os
judeus modificaram as suas antigas crenças, e absolveram as lendas egípcias e
babilônicas...
Como os hebreus eram um punhado de sobreviventes nômades retornando do cativeiro
babilônico, estavam cercados pelas maiores civilizações da sua época, e precisavam se
afirmar num território circunscrito, e semidesértico.

A solução foi fingir se “comunicar” com os deuses, fingir interpretar a vontade divina,
fingir “intermediar” uma relação com as Entidades, e normalizar os rituais; bem como
criaram os “símbolos sagrados”, o Templo, as vestes litúrgicas, as orações, os cantos, os
hinos de louvor, as aclamações, as oferendas, as diversas leis, os dogmas, e as formas de
influenciar os iludidos.

Já que para compreender a Natureza primeiro é preciso se desapegar das ilusões


religiosas, lembramos que as “Tábuas do Destino” existentes no “Templo da Deusa Lua”
de Ácade, o painel existente no Templo de Hathor no "Tribunal de Osíris", o
Encantamento nº 125, parte recitada pelo Espírito do morto, os Dez Mandamentos da
religião brâmane e o “Livro dos Mortos" são mais de mil anos anteriores ao Decálogo de
Moisés, e durante o reinado do Rei Josias, de 640 a 609 a.C. a fim de fingir que o Deus
YHWH teria escolhido Moisés para livrar o povo hebreu do “Cativeiro egípcio”, se mentiu
que as Tábuas da “Lei de Moisés” foram “encontradas”; sendo que Judá, Dan, e metade
da tribo de Benjamin fundaram o reino de Judá e viraram judeus.

Tanto a cronologia comparativa, como a arqueologia, mostram falhas nos relatos sobre
Moisés, e deixa claro que a lenda de Moisés é cópia de antigas versões orais, onde se
acrescentou tudo o que convinha ao clero.

Há milhares de anos, o clima seco ao diminuiu a distancia do Mar Vermelho de 30 para


apenas 11 Kilometros, de solos encharcados, já havia permitido que se atravessasse o
Mar Vermelho andando.

O Gênesis e o Pentateuco NÃO foram escritos por Moisés


Moisés nunca existiu

Se Moisés é o autor do Deuteronômio, como o


próprio Moisés poderia ter narrado a sua morte?
E como Moisés poderia ter narrado o auto-elogio
de que “E NUNCA MAIS SE LEVANTOU PROFETA EM
ISRAEL COMO MOISÉS” (vs. 10).
Em 537 a.C. para inventar os Mandamentos de Moisés, Esdras juntou a antiga versão da
“PORTA DA TRAVESSIA”, com a lenda de SARGÃO, com a EXPULSÃO DOS HIKSOS, que
aconteceu em torno de 1570 a.C. quando Ahmosis I derrotou os hiksos; e com alguns
Mandamentos que eram parte do LIVRO DOS MORTOS...
Depois que o Rei Ciro II, mais conhecido como “Ciro O Grande”, que foi rei da Pérsia
entre 559 e 530, permitiu que os hebreus retornassem a Judéia liderados por Sasabassar;
que foi o chefe das caravanas de exilados, os hebreus passaram se chamar Judeus;
reconstruíram o Templo de Jerusalém, e trocaram os Deuses El e Baal pelo Deus Javé...

Para justificar os hebreus terem sidos escravizados por Nabucodonosor, Esdras (do
hebraico Ezra, abreviação de Auxiliador, ou "Aquele que ajuda”); começou escrever o
"Livro da Lei", transformou os 40 anos do cativeiro babilônico no mitológico 400 anos
do cativeiro egípcio, e transformou a história do Sargão de Akkad na lenda de Moisés.

Foram necessários centenas de anos para que os pergaminhos e os rolos com as Leis e as
recomendações fossem fabricados, fossem aperfeiçoados; e o Pentateuco oral fosse
substituído pelo Pentateuco escrito.

No século XVIII Spinoza e Hobbes mostraram que o Pentateuco não foi escrito por
Moises. Os antigos não dispunham de uma escrita aprimorada, e em 2011 um software
de inteligência artificial desenvolvido pela Universidade de Bar Ilan, analisando o
estilo e a escolha das palavras usadas, provou que livros como o Gênesis e o Pentateuco
foram escritos por múltiplos autores, de diferentes épocas.

Mesmo o Gênesis e o Pentateuco tendo sido escrito séculos depois da data atribuída a
Moisés, a Bíblia tem o despudor de atribuir a autoria do Gênesis e do Pentateuco a
Moisés, e afirma que o poderoso Deus dos hebreus gastou 40 dias e 40 noites só para
escrever os 10 Mandamentos.

No Prólogo do livro, “A Bíblia Escavada”, Fin-kelstein afirma que o mundo no qual a


Bíblia foi criada não era um reino de grandes Cidades e heróis santificados, mas um
insignificante reino, onde as pessoas tinham que lutar por seu futuro, contra o medo,
contra a pobreza, contra as injustiças, contra as doenças, contra a fome e contra o clima.
E explica que NÃO ACONTECEU o encontro do Deus Javé com Abraão, que em árabe
seria Ibrahim, ou seja, um "hanif" (um homem sincero e avesso a todos os credos falsos).
Moisés nunca existiu

O Pentateuco foi forjado por Esdras

Durante os 40 anos do cativeiro babilônico os hebreus absolveram as lendas


orais da cultura babilônica, e depois fabricaram o Antigo Testamento.

Além do Pentateuco ter demorado centenas de anos para ficar pronto.


Em certas partes do texto Deus ser chamado por diferentes nomes.
E os 5 livros do Pentateuco possuir diferenças lexicais e narrativas Autodiegéticas,
onde o próprio narrador participa como personagem principal.
A existência de Moisés é uma ficção onde diversos eventos importantes foram reunidos
e juntados, para fabricar um patriarca que supostamente dialogava com Deus.

O Pentateuco jamais teria sido obra de um único homem.


A morte de Moisés, o seu enterro, o que aconteceu com o corpo de Moisés, a tristeza do
seu povo; e várias coisas que “aconteceram” após a morte de Moisés nunca poderiam
ter sido escrita pelo próprio Moisés.

Julius Wellhausen, um estudioso bíblico luterano mostrou que além das revisões que
foram acrescentadas durante o cativeiro babilônico, durante a diáspora, e ao longo do
tempo; foram usadas 4 fontes diferentes para fabricar o Pentateuco:

A tradição Javista, que usa o nome Javé, e data dos séculos X a. C. e IX a. C.


A tradição ou fonte Eloísta, que usa o nome Elohim, e data do século VIII C.
A tradição ou fonte Deuteronômica, por volta do século VII C.
A tradição ou fonte Sacerdotal, entre as idades VI a. C. e V a. C.

Outro problema referente ao atual Cânon Hebraico ser escrito por Moisés, foi ele ter sido perdido, ter
sido reescrito varias vezes, e o seu teor original de Inspiração Divina ter se perdido...
Foi por estes motivos que Euzébio precisou usar as obras do Irineu para afirmar que o Cânon
Alexandrino foi Inspirado por Deus, e que permaneceu em sua forma original.

No Século VI a.C., após o retorno do cativeiro Babilônico, durante a reforma religio$a


hebraica, e a fim de suprir uma necessidade da sociedade, Esdras e Neemias fabricaram
o primeiro Pentateuco escrito em Hebraico, e que conteria apenas alguns causos.
A versão de que em torno de 620 a.C. durante o reinado do Rei Josias, os “10
Mandamentos dos hebreus” foram encontrados, não passa de fraude.
Pois os 10 Mandamentos de Moisés foram fabricados usando os 10 Mandamentos da
religião brâmane, que era uma religião da Índia.
No ano 200 a.C., após conquistar a Terra de Israel, Antíoco Epifânio queimou o
Pentateuco escrito por Esdras.
Mas em 393 d.C., durante o Cânon Alexandrino, o Pentateuco teria sido reescrito
As descobertas do Mar Morto e Massada provam que o Pentateuco atual só ficou pronto
depois do século I.
No Talmud e alguns manuscritos hebraicos, o livro de Neemias e o de Esdras aparecem
juntos com sendo um só livro.
Moisés nunca existiu

Como o “Povo de Deus” mesmo rogando a ajuda divina com fé e persistência, foi escravo
dos babilônicos por 50 anos, até que Ciro II, o Grande (fundador do Império Persa),
subjugou a Babilônia e permitiu o retorno dos judeus a Palestina; em torno de 458 a.C.,
Esdras remodelou a lenda de Sargão de Akkad e a transformou no Êxodo bíblico.

Como a lenda de Moisés se passa em torno do ano 1300 a.C., quando os hebreus ainda
eram nômades, e só escreviam em barro ou em pedra...
Ainda que Moisés tivesse existido ele não poderia ter escrito o Pentateuco, que são os 5
primeiros livros da Bíblia: Genesis, Êxodo, Levi tico, Números e Deuteronômio...

O Pentateuco atual é só uma Wikipédia que com o passar do tempo foi sendo cada vez
mais aprimorada. Em 2011 um software de inteligência artificial desenvolvido pela
Universidade de Bar Ilan analisando o estilo, a caligrafia, e a escolha das palavras
usadas, provou que livros como o Gênesis e o Pentateuco foram escritos por múltiplos
autores, de diferentes épocas.

As principais fontes do Pentateuco são as antiguíssimas lendas orais JAVISTAS, que


eram contadas de pai para filho no Sul do reino de Judá, onde se adorava o tetragrama
YHVW, que depois virou o Deus Javé.
As lendas orais ELOÍSTA, que circulavam no Norte de Israel, onde se adoravam os Deuses
Elohins; e as lendas que foram absolvidas durante o cativeiro babilônico.

Seria impossível que as lendárias “Tábuas da Lei”, escritas e entregues pelo próprio Deus
YHWH, mesmo sendo a maior e a mais bem guardada relíquia da humanidade, ficasse
perdida por cerca de 700 anos.

Após 537 a.C., ou seja, após o cativeiro na Babilônia, Esdras auxiliado pelos Cohanim
(sacerdotes judeus), reescreveu as tradições orais dos hebreus, bem como, fabricou a
lenda de Moisés, aprimorando e transformando o relato onde o recém-nascido Sargão
de Akkad ou Charruquénu, 2334 a.C. a 2279 a.C., foi colocado num cesto de vime, pela
sua mãe (que era uma Sacerdotisa), e enviado Rio abaixo,

Em torno de 285 a. C., o Rei egípcio Ptolomeu II, determinou que a Torah fosse traduzida
do hebraico para o grego.

Depois de ser remodelado, o Êxodo foi traduzido para outros idiomas, gastou cerca de
2500 anos para ser escrito no antigo português arcaico, e levou mais 4 séculos para virar
a moderna Bíblia atual.

Os cinco livros do Pentateuco sequer têm o mesmo autor, estão infestados de textos
sumérios eu babilônios, e os exegetas da bíblia já reconheceram que o Gênesis têm dois
autores chamados de Javista e Eloista.

Em torno de 537 a.C., os Sábios hebreus temendo que a Torá Oral fosse esquecida,
decidiram escrever o que era estudado, e as diferentes opiniões de cada Beit Midrash, e
Moisés nunca existiu

foi assim que cerca de 1500 anos após a suposta outorgada da Torá no Monte Sinai, a
Mishná foi criada. Esdras reescreveu as tradições populares, bem como, aprimorou e deu
um caráter de acontecimento histórico ao conteúdo da Bíblia falada.

Esdras (foi um “Sofer”, um "Educador", um Escriba e um líder religioso), transformou a


escravidão babilônica na “escravidão egípcia”, e fez crescer a identidade racial e religiosa
do povo de Judá. Esdras modificou os caracteres do Hebraico antigo ou Ivrí, de origem
canaanita, que era falado desde a época dos patriarcas, para os caracteres chamados
Shurita, que foram trazidos da Assíria.

Sendo que os caracteres novos em nada substituíram a fonética da escrita original.


Esdras reescreveu o “Livro das Revelações” ou “Livro da Lei”, pois a “Casa de Deus” havia
sido queimada a fogo, com todos os seus utensílios, Crônicas 36:19.

O Talmud Sanhedrin 21b e 22a informam que os caracteres antigos foram modificados
por Esdras em torno do quinto século antes da Era Comum, e adotado pelos lideres
religiosos judaico.
As mudanças feitas por Esdras foi uma estratégia no sentido de manter viva a Torá, e
justificar os que se encontravam sob a “proteção de Javé”, em 598 a.C, terem sidos
escravizados por Nabucodonosor II, que destruiu o “Templo Sagrado”.

Sargão virou a personagem Moisés, filho de Amram (Am-Rama), com a Lo-Ka-Bed,


(Jocabed). Os 50 anos de cativeiro babilônico foram transformados nos 400 anos de
cativeiro egípcio.
O macabro Nabucodonosor II virou o impressionante Faraó Ramsés II, que ao ser
coroado, adotou o nome de Useermaatre Setepenre, (que significa “Rê o moldou,
Amado de Amón”).

E tudo foi feito para que a lenda de Moisés viesse a ser uma das fontes primárias dos
princípios éticos que sustentaram as civilizações Ocidentais.

A “Arca de Moisés”, também chamada de “Aliança”, entre YHWH e o povo de Israel,


seria uma cópia portátil do “Tabernáculo de Tebas”, que floresceu no “Alto Egito”, há
cerca de 6.000 anos.
Ou seja, uma vasilha onde os hebreus guardavam as suas sementes...

O Deus Jeová que se agradava com o sacrifício de animais, e o cheiro de carne queimada,
seria só uma adaptação dos antigos DEUSES PAGÃOS...

A maioria viver com apenas um Salário Mínimo, e sem nunca conseguir adquirir
nada, seria o mesmo que passar a vida amassando barro para o Faraó...
Moisés nunca existiu

A expulsão dos Hiksos foi transformada no Êxodo bíblico

Além do “Antigo Testamento” não especificar uma data certa para o “Êxodo”, e não
esclarecer o nome do Faraó que supostamente reinaria na época do Êxodo...
A expulsão dos "Hicsos" é o que mais se aproxima da realidade; pois através de
abstrações e revisões a história dos Hiksos foi transformada no “Êxodo” bíblico.

A ESTELA de Ahmose, descoberta em 1947, pelo arqueólogo Henri Chevrier, prova que os
acidentes climáticos e a expulsão dos Hiksos; (que teria acontecido durante a juventude
de Amósis I), foram usados para forjar o Êxodo bíblico, e para justificar os 50 anos do
cativeiro babilônico.
Sendo que após 539 a.C. Esdras deu inicio a versão que terminou transformando a
expulsão dos Hicsos na “gloriosa” FUGA do Egito.

Quem usou a Estela de Ahmose para fabricar o Êxodo, desprezou que os egípcios não
adoravam um único Deus, mas sim, diversas divindades.

De 1670 a 1570 a.C. o Egito foi palco de um duplo Governo, pois ao Sul era governado
pelos egípcios, e ao Norte quem mandava eram os hiksos.

Os Hiksos foram um povo semita que vieram do Sul de Canaã, e que se tornou cada vez
mais influente, ao ponto de reinar a partir da capital Avaris, que ficava no Delta Leste do
Nilo, e as ricas terras em questão permitiam aos hiksos manter o controle sobre as zonas
média e alta do antigo Egito.

Como os Hiksos eram estrangeiros, tinham mais filhos, suas crianças morriam menos, os
egípcios receavam que no caso de guerra os Hiksos viessem a pelejar contra o Egito...

Os egípcios que desejavam saquear o que os hiksos haviam construído; liderados por
Amósis reunificou o Egito, e expulsou os Hiksos da parte nobre e mais desenvolvida do
Egito na direção do Mar Vermelho.

Em 1532 a.C. o Militar Amósis assumiu o comando das tropas egípcias, e comandou a
guerra de expulsão dos Hicsos, que já durava 10 anos, tendo conseguido expulsar os
Hicsos até a região de Canaã.
Moisés nunca existiu

Onde se arrumou água, alimentos, vestuários, utensílios, remédios e


artigos de higiene para 2.000.000 de retirantes?

Se o monoteísta Deus dos hebreus proibiu que fosse confeccionado qualquer tipo de
ídolo, imagem ou escultura; por que foram reproduzidos alguns Querubins nos Tapetes
do Tabernáculo. Salomão mandou colocar Querubins no Templo de Jerusalém.
E por que não foi uma contradição Moisés ter mandado colocar dois Querubins de ouro
na Arca da aliança.

25:10 Também farão uma arca de madeira, de acácia; o seu comprimento será de
dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado
e meio a sua altura. E cobri-la-ás de ouro puro, por dentro e por fora a
cobrirás; e farás sobre ela uma moldura de ouro ao redor;
Êxodo 25:13 E fundirás para ela quatro argolas de ouro, que porás nos quatro cantos
dela; duas argolas de um lado e duas do outro.
Êxodo 25:17 Também farás varais de madeira de acácia, que cobrirás de ouro.
Êxodo 25:18 Igualmente farás um propiciatório, de ouro puro; o seu comprimento será
de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio.
Êxodo 25:19 Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas
extremidades do propiciatório.
Êxodo 25:23 Farás um querubim numa extremidade e o outro querubim na outra
extremidade; de uma só peça com o propiciatório fareis os querubins nas
duas extremidades dele.
Êxodo 25:24 Também farás uma mesa de madeira de acácia; o seu comprimento será de
dois côvados, a sua largura de um côvado e a sua altura de um côvado e
meio;
Êxodo 25:25 Cobri-la-ás de ouro puro, e lhe farás uma moldura de ouro ao redor.
Êxodo 25:26 Também lhe farás ao redor uma guarnição de quatro dedos de largura, e ao
redor na guarnição farás uma moldura de ouro.
Êxodo 25:31 Também lhe farás quatro argolas de ouro, e porás as argolas nos quatro
cantos, que estarão sobre os quatro pés.
Êxodo 25:38 Também farás um candelabro de ouro puro; de ouro batido se fará o
candelabro, tanto o seu pedestal como a sua haste; os seus copos, os seus
cálices e as suas corolas formarão com ele uma só peça.
Êxodo 25:39 Os seus espevitadores e os seus cinzeiros serão de ouro puro.
De um talento de ouro puro se fará o candelabro, com todos estes
utensílios.
Atenta, pois, que os faças conforme o modelo, que te foi mostrado no
monte.
Moisés nunca existiu

A história do Êxodo é um conluio


Ao Norte das terras egípcias governadas pelos hicsos, o
Mar Vermelho perdia a sua qualidade de Mar e não
passava de um alagado, pois quando a maré estava baixa
era possível andar a pé pelo fundo arenoso do Mar
Vermelho.
Um dos caminhos mais fáceis seria atravessar a Praia de
Nuweiba, no Golfo de Áqaba, a única próxima ao Mar
Vermelho, e suficientemente grande para comportar os
cerca de 02 milhões de hebreus do Êxodo.

Por que foram gastos 40 ANOS para atravessar só uma PARTE do Deserto do Sinai, se do
Egito a Canaã existiam diversos caminhos, e os comerciantes faziam o trajeto em
POUCOS dias?

Para ir do Egito à Península do Sinai, Moisés não precisava ter atravessado o Mar
Vermelho, bastava rodear ou atravessar o Lam Suf “Mar dos Juncos” (atual Lagos
Amargos). Ele poderia seguir através de Etan, onde hoje é o Canal de Suez, ir pela “Terra
dos Filisteus” (a chamada estrada da Rota Palestina), que é a Rota usual para o Egito, ao
longo da costa do Mediterrâneo, etc.

Mesmo na hipótese absurda de que cada hebreu liderado por Moisés só se alimentasse
com 200 gramas diárias de comida, os 02 milhões de “fugitivos” precisariam de 10.000
Quilogramas de alimentos por dia, e ainda teriam que alimentar os seus animais.

a/ O “Êxodo”, com os hebreus fugindo do Egito num sábado, liderados por Moisés, não
passa de mitologia. O mais próximo dessa ficção foi à fuga dos hiksos que foram
expulsos para a Palestina e a Grécia.

Esdras fabricou a Bíblia escrita, e transformou a vida heróica do jovem líder israelita Zorobabel, que em
torno de 537 a.C. liderou a fuga do cativeiro babilônico, no idoso, e místico personagem Moisés, que
dos 80 aos 120 anos de idade teria liderado a “Fuga do Egito“, e escrito o Pentateuco...

b/ A lenda onde um recém-nascido hebreu foi “retirado do Rio” e adotado pela filha do
faraó, é uma fraude. E há cerca de um século, Gerald Massey denunciou que a lenda de
Moisés não é um evento histórico, mas sim, uma ficção religio$a, onde diversas lendas
foram reunidas em uma só.

c/ Canaã dependia da chuva para suas plantações, e para os Cananeus a chuva era o
sêmen de Baal caindo sobre a terra, tornando-a fértil.
Mesmo após a suposta época em que fugiram do Egito, os hebreus cultuaram o Deus
Baal da chuva e da agricultura, do povo amorreu.

Os Cananeus seriam os habitantes do reino antigo de Canaã, situado no Oriente Médio,


correspondendo aproximadamente ao território de Israel.
A Bíblia desmascarada Volume IV 27

Os hebreus NÃO foram escravos do Egito por 400 anos


Além da reengenharia bíblica não informar os nomes dos
faraós que reinaram durante os supostos 400 anos da
escravidão egípcia; e em 400 anos ser possível construir
dezenas de Pirâmides; pois a maior Pirâmide egípcia gastou
menos de 30 anos para ser construída; já que os homens não
resistem aos atrativos das mulheres bonitas; em 400 anos o
DNA dos hebreus teria se misturado com o dos egípcios.

Embora tanto a Arqueologia, como os Hieróglifos, e os Documentos egípcios desmintam a


lenda do Êxodo bíblico, e neguem que os hebreus tenham sidos escravos do Egito por cerca
de 400 anos. Os hebreus se impregnaram de religião de tal forma que transformaram o
Cativeiro babilônico na lenda onde o Arquétipo Moisés é reverenciado como sendo um
suposto intermediário entre o Deus YHWH e os humanos.

Como os hebreus escravizados pelos BABILÔNICOS foram expostos ao monoteísmo, e se


precisava coibir as ações que a sociedade julgava inadequadas, a saída foi inventar mitos que
gerassem um grande efeito moral sobre o povo e facilitasse manter a ordem social.

Alguns, a quem a posteridade conferiu o título de “Profetas”, numa sutil montagem com o
objetivo de embelezar a realidade, começaram divulgar ficções envolvendo personagens
como Abraão, Isaac, Jacó, Davi, Salomão, Moisés, etc.

As narrativas de feitos heróicos realizadas por judeus serviam para unir e elevar o moral do
povo, combater a Idolatria, combater o Politeísmo e o Culto de imagens que cresciam entre
os iludidos, minimizar que em 721 a.C, Israel foi devastado pelos assírios, justificar o
“Templo Sagrado” ter sido arrasado, reforçar os supostos poderes do Deus hebraico, e
transformar os sofridos anos de escravidão babilônica em algo que conferisse sentido as
sofrimentos pelos quais passou o povo, que fizera um pacto com Deus, onde obedecer seria
prosperar.

O nome Moshe “MOISÉS”, é de origem HICSO, e não hebraica; e significava “FILHO DE”; e
não “SALVO DAS ÁGUAS”, pois o elemento teofórico “MÉS”, ou na sua forma mais divulgada,
“MÓSIS”, deriva da raiz substantiva MS (criança ou filho)...

E na forma verbal “MSY” significa "gerar", pois na antiga língua do Egito, a escrita renunciava
ao uso das vogais, e “MÉS” significaria "gerado", "nascido", ou "filho".

Além da palavra “FILHO” em hebraico ser "BEN"; tanto a EGIPTOLOGIA, como a EXEGESE (a
Interpretação profunda de um texto), e a “Alta crítica” (os estudos críticos da Bíblia), provam
que a partir da 18ª dinastia surgiram diversos faraós com o título de MOSHE, como: Ka-
MOSHE (Filho de Ra), Ach-MOSHE (Filho da Lua), e Ra MSÉS (filho de Rá).
A Bíblia desmascarada Volume IV 28

Moisés é uma reengenharia onde várias lendas foram reunidas

É estranho que “Termutis”, a “Deusa cobra” que zelava pela amamentação das
crianças egípcias, tenha o mesmo nome da jovem que supostamente teria
retirado Moisés do Rio Nilo.

Pelos costumes da época era impossível que uma princesa egípcia virgem, jovem e solteira
como HATSHEPSUt, que foi a filha do faraó Tutmés I, desobedecesse às supostas ordens, no
sentido de que os meninos hebreus fossem mortos; para que os hebreus não se tornassem
mais numerosos do que os egípcios...
Ou que obtivesse permissão para criar como sendo seu próprio filho, uma criança
desconhecida do sexo masculino; e sem que ninguém lhe pergunta-se, “Quem seriam os pais
biológicos da criança”?

O Mahabharata, que é milhares de anos mais antigos do que a Bíblia, corporifica a essência
cultural da Índia, e em Sânscrito significa, “A grande história”, conta que:

A bela Kunti foi engravidada pelo Deus-Sol Surya e pariu um menino louro; mas receosa da
cólera dos seus pais colocou o filho recém-nascido numa cesta de vime, e com lágrimas nos
olhos, o abandonou no Rio. A cesta seguiu o curso do Ganges e aportou na Cidade de
Champa, no território de Suta, onde Radha, que por ali passava, vendo a cesta, a recolheu,
tirando dela um lindo menino, que foi chamado de KARNA; foi criado como filho, e veio a se
tornar um poderoso líder indiano.

SARGÃO DE AKKAD também foi colocado numa cesta de vime e enviado Rio abaixo, mas
“Aqqi aguadeiro”, a filha do Faraó Kish, o encontrou, o adotou e o tratou com filho.
SINUHÉ, que foi irmão de Amenófis IV, quando bebê foi colocado numa cesta e deixado no
Rio pela mãe.
O bebê PERSEU, foi colocado com a mãe Dânae num barco, pelo avô Acrísio, que os deixou
no mar.

Krishna e Hórus são outros cuja lenda é semelhante ao que “aconteceu” com Moisés, pois a
lenda de Moisés é só uma reengenharia onde a história de Sargão de Akkad, de Zorobabel, e
diversas mitologias foram usadas para criar um Arquétipo.
Sendo que os “Dez mandamentos” da religião brâmane viraram os 10 Mandamentos de
Moisés, e o cativeiro babilônico virou a escravidão egípcia.
A Bíblia desmascarada Volume IV 29

Como o nome Israel teria sido fabricado?

Embora ajam registros históricos de aproximadamente 3.200 anos atrás,


referente à palavra "ISRAEL"; como por exemplo, a Estela egípcia que relata o
Poema dedicado ao Faraó Merneptah...
E o nome “Israel” se refira tanto ao reino de Judá; como a um Povo; a um País;
a uma Comunidade religiosa; seja o nome do Estado fundado em 1948, etc.
Pois a palavra “ISRAEL” é um nome pagão e político que tem origem em
línguas extintas como o ugarítico e o hebraico antigo; sendo que antigamente
ISRAEL se chamava, ISSAR-EL, ERETZ ISRAEL, SIÃO ou JUDÉIA...

Aproveitando que o nome “Israel” é mencionado cerca de 2500 vezes na Bíblia, a comunidade religiosa
insiste que a palavra “ISRAEL” tem origem na luta sobrenatural de um idoso humano com o “Anjo” do Deus
Javé; e que o nome “Israel” significaria “Aquele que luta com Deus”, ou “O Perseverador”.
Bem como, que o nome hebraico ISRAEL YAOSHORUL também seria o segundo nome do patriarca Jacó
(YAOHUcáf = palma da mão de Yaohuh).

No livro "The Christ Conspiracy, The greatest story ever sold", uma crítica histórica às origens do
cristianismo, o escritor Acharya S (que é o pseudônimo de D.M. Murdoch), mostra que a palavra “ISRAEL” é
um ACRÓSTICO, (acrósticos são palavras formadas pela união das primeiras letras de nomes), pois o nome
ISRAEL foi criado reunindo as letras iniciais das antigas divindades solares:
ISIS, a mãe-Deusa da Terra; RA, o Sol Deus egípcio; e EL, o Deus semítico Saturno.

I- Isis é uma homenagem a Deusa mãe suprema.


S- Saturno é o Deus da agricultura, e em hebraico era chamado de Shabbathai.
Ra- É o Deus Sol.
El- Se refere ao Deus El, um Deus sábio, idoso, guerreiro e o patriarca dos deuses.
Outra versão para o nome “ISRAEL” seria o acróstico onde a primeira letra do nome dos 5 patriarcas judeus:
I=ISAAC, S= SARA, R= RAQUEL, A= ABRAÃO, e L= LEVI foram juntados, e se formou o nome “ISRAEL”.

Como na época a ciência era como um bebezinho, e ainda não haviam inventado a TV, para desmentir os
milagres, YHWH chegou a mandar e desmandar nos habitantes da Palestina...
Se bem que o velho Deus YHWH só reinou na Palestina, pois nas outras localidades cada Deus (como Tupã,
Mitra, Krishna, Olorum, Brama e tantos outros), teria criado as coisas de um modo bem diferente...

Se Jesus é Deus, ele não teria medo, e antes de ser crucificado não teria afirmado que não
veio fazer a minha vontade, mas sim, a vontade daquele que o enviou...
E seria um absurdo que o Deus Jesus tivesse clamado “Eli, Eli, lama sabachthani”.
Que quer dizer; “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste”...
El= Deus, I= Meu, Eli= DEUS MEU

Até porque a versão de que Jesus clamou “DEUS MEU, POR QUE ME DESAMPARASTE”, não passa de mais
outro “CAUSO” plagiado; que foi fabricado após o ano de 1002, e onde os fundamentalistas tentam fazer
crer que a personagem Jesus teria existido; pois cerca de 1000 anos antes do Arquétipo Jesus ser fabricado;
no Salmo 22 o Rei Davi já havia dito as mesmas palavras.

Se o “molde” do homem é DEUS, que teria criado o homem à sua imagem, e semelhança;
como os religiosos explicam os antigos humanos terem a aparência do macaco, e possuírem
um cérebro de apenas 350 C.C. em vez do cérebro atual de 1200 mililitros?
A Bíblia desmascarada Volume IV 30

Cilindro de Ciro

Depois de ser remodelado, o Êxodo foi traduzido


para outros idiomas, gastou cerca de 2500 anos
para ser escrito no português arcaico, e levou
mais 4 séculos para virar a moderna Bíblia atual.

Se Moisés morreu com 120 anos, e gastou 40 anos para atravessar o desertor, então
Moisés teria começado o Êxodo já com 80 anos de idade...

Além do “Mar Vermelho” ter mais de 100 metros de profundidade, como a MENOR
distancia marítima da costa egípcia para a Arábia Saudita é superior a 1 Km.
Para os 3 milhões de hebreus atravessarem a pé “o Mar que se abriu”, mencionado pela
fábula do Êxodo, seria necessário cerca de 1 hora...

O Exército persa, (que na época dominava o Egito, jamais deixaria fugir tantos escravos,
que eram necessários e valiosos.

Tirando as narrativas Bíblicas nunca se mencionou que os egípcios mantinham alguma


raça de escravos.

A fuga de milhões de escravos destruiria a economia egípcia, que por sinal prosperou
durante todo o tempo atribuído ao mitológico êxodo bíblico.

As narrativas da Torá e da Arqueologia batem com a fuga dos Hiksos; e o Midrash explica
que na “fuga” do Egito haviam outros povos misturados com os Hebreus.

Os hebreus que continuaram no Egito não mencionam o Êxodo; a arqueologia não


encontrou vestígios de que o Êxodo tenha acontecido; e os registros existentes nos
Templos, relatam os fracassos egípcios, mas não mencionam o Êxodo.

Se a “TERRA PROMETIDA” era um presente de Deus para os israelitas, que


descendem dos patriarcas hebraicos, por que os hebreus precisaram exterminar os
antigos moradores?
E por que os judeus estão em guerra com os seus vizinhos desde os primórdios?

“Naquele mesmo dia, fez o SENHOR aliança com Abraão, dizendo:


À tua descendência dei esta terra, desde o Rio do Egito até ao grande Rio Eufrates”. Gênesis 15.18
A Bíblia desmascarada Volume IV 31

Moisés é uma reciclagem da lenda de Sargão, o ACÁDIO


Para superar Maomé, que era analfabeto
(como a maioria dos muçulmanos), e
que recebeu as suas revelações de um
anjo...
A Bíblia afirma que Moisés recebeu a Lei
diretamente de Deus, e que Moisés
sendo criado como filho do faraó ele foi
instruído em toda a ciência dos
egípcios...

Pentateuco teria sido inspirado nos textos hititas do século 14 e 13 a.C.

No passado a lenda da personagem Moisés foi muito útil; mas hoje, para uma sociedade
evoluída em intelecto e moral, as bazófias religiosas em tela são absurdas.
O Faraó que ordenasse o hediondo assassinato de todos os recém-nascidos hebreus do
sexo masculino estaria abrindo mão da “Vida eterna”, quando o seu coração fosse
pesado no Tribunal de Osíris.

O episódio onde o recém-nascido Moisés foi colocado num cesto e lançado às águas do
Rio Nilo, é uma reciclagem da biografia do Rei Sargão de Akkad ou Charruquénu, 2334
a.C. a 2279 a.C., que foi o primeiro monarca de origem semita a unir a parte Sul da
Suméria com a região central da Mesopotâmia, formando a Babilônia, que hoje é o atual
Iraque.

Quando o Sargão nasceu, a sua mãe (que era uma Sacerdotisa), o colocou numa cesta de
vime e o enviou Rio abaixo; e “Aqqi aguadeiro”, a filha do Faraó Kish, o encontrou, o
adotado e o tratou como um filho querido...
O belo, inteligentíssimo e esforçado Sargão se tornou uma celebridade, um alto oficial
da corte de Kish, vindo a criar a Babilônia e a se tornar o primeiro a comandar o Império
Acadiano.
http://www.angelfire.com/me/babiloniabrasil/sargaoacadio.html

Eu sou Charruquénu, Rei forte, Rei de Acad; minha mãe era Sacerdotisa, meu pai não
conheço; minha Cidade é Azupiranu, às margens do Eufrates. Minha mãe me concebeu e
me gerou em segredo. Depois me colocando numa cesta de juncos, vedou-a com betume
e me colocou no Rio, que não me engoliu.
A correnteza me levou a Aqqi, “O irrigador”, que me adotou como filho e fez de mim um
jardineiro. Como um jardineiro Ishtar me amou; por 55 anos como Rei eu governei.

O nome “Moisés” ou Moshê significa “Filho” e não “Salvo das águas”; a partir da 18ª
Dinastia, o sufixo “Moshê” foi incorporado aos nomes de vários Faraós, como Ka-mose
(filho de Rá), Ach-mose (filho da lua), Tut-mose (filho de Tot).
“A Bíblia NÃO tem razão”

Seduzidos pela promessa de que depois


da morte seriam recompensados pela
construção da Pirâmide do Faraó...
Os operários deixaram tudo de lado, e
vieram de todas as partes do Egito...

Em 2000 as escavações feitas na região de Judá revelaram restos de fogueiras, pontas de


lança, cacos de vasilhas e ossos humanos cerca de 200 mil anos anteriores aos relatos
sobre Moisés.
E como os hebreus foram apenas um dos muitos povos que habitaram ao redor do vilarejo
de Jerusalém.
Ficou comprovado que o Êxodo bíblico é só uma mitologia religiosa...

No livro The Bible Unearthed (A BÍBLIA ESCAVADA), escrito em parceria com o arqueólogo
norte-americano NEIL SILBERMAN, que no Brasil, recebeu o título de “A BÍBLIA NÃO TINHA
RAZÃO”.
O israelense Israel Fin-kelstein, (um dos mais cultos e polêmicos cientistas
contemporâneos), defende que a conquista de Canaã por Josué é uma fraude; e alega que
a Bíblia foi reprovada no teste da arqueologia.
Não houve o Êxodo onde Moisés e cerca de 2.000.000 de hebreus teriam fugido do Egito e
vagado cerca de 40 anos pelo Deserto do Sinai, e sim, a expulsão dos Hicsos, efetuada pelo
faraó Ahmose.

Tirando os livros mitológicos, até hoje nenhum vestígio, Documento ou artefato, provou
que a lendária “Terra Prometida” teria sido conquistada da forma que o livro de Josué
descreve. Tanto os arqueólogos como os historiadores consideram o Gênesis como sendo
uma coletânea de relatos fantasiosos.

3000 anos antes de Cristo, e seguindo a onda migratória dos povos asiáticos que foram
invadidos pelos impérios da Mesopotâmia, os hebreus (que na época eram hiksos),
chegaram ao Egito num momento em que o Egito era governado por um faraó que
acreditava na convivência com outras etnias, e se instalaram no Delta do Nilo.

Mais cerca de 100 anos depois, quando os dois Egito entraram em guerra, os hiksos foram
expulsos, fugindo pelos mangues que existiam entre o extremo Norte do Golfo de Suez e o
Lagos Amargos; e aproveitando que a maré estava baixa, os hiksos atravessaram o Mangue
vermelho, depois atravessaram o Deserto do Sinai, e se estabeleceram na Palestina, pois
eles não podiam voltar a Mesopotâmia e nem retornar ao Egito.
A Bíblia desmascarada Volume IV 33

A circuncisão judaica foi copiada de culturas mais antigas, e transformada na mitológica Aliança
Sagrada selada entre D’us e Abrão, pois Pinturas de 4.300 anos atrás retratam cirurgiões
egípcios praticando a circuncisão em homens.

Embora os atributos do “Decálogo” sejam universais e a base dos saudáveis


relacionamentos humanos, os “10 Mandamentos de Moisés” não seria alguma Lei ditada
pelo próprio Criador dos hebreus, mas sim, um aprimoramento dos “Dez mandamentos”
da religião brâmane, que foram embelezados e aprimorados pelos escribas
deuteronômios.

A Bíblia foi reprovada no teste da Arqueologia, e o Êxodo existente em 6, 1, do “Livro dos


Reis” seria um mito que não confere com a realidade, não confere com os registros
arqueológicos e não confere com os documentos existentes.

A arqueologia, a historiografia e todo o estudo científico do passado mediante os vestígios


e testemunhos materiais que subsistem, prova que a fábula de Moisés, o Êxodo e os
lendários 400 anos de cativeiro, são versões onde o “faz-de-conta religioso” tenta
transformar acontecimentos desastrosos em algo que engrandeça os supostos poderes do
Deus Jeová.

Embora o que caracterizava a escravidão antiga fosse o Direito de propriedade que se


tinha sobre os indivíduos, e não o fato de alguém ser ou deixar de ser remunerado, a lenda
de que as pirâmides egípcias foram construídas com o trabalho de hebreus escravos, seria
inverídica, fantasiosa, falsa e irreal.

Aproveitando que, os faraós tinham o poder de vida e morte sobre os súditos, pois a
cultura antiga era uma “Sociedade ao serviço do Rei” e “Ao serviço de Deus”, a Bíblia
inventou que, os hebreus foram escravizados por cerca de 400 anos, e tenta nós convencer
de que Moisés recebeu 02 “Tábuas Divinas” diretamente de Jeová.
A Bíblia desmascarada Volume IV 34

Quem escreveu o Pentateuco?

Como a realidade não necessita de advogados, se considerarmos que o idoso, sofrido,


iludido ou sinestésico Moisés, CASO TIVE EXISTIDO, se encontraria sob o efeito de um
jejum prolongado, numa Montanha onde o ar é rarefeito, estaria sob o efeito de uma
locução interior que falava dentro da sua consciência; recitava preces intermitentes, ou
teria ingerido alucinógenos...

Fica fácil entender que as alucinações do mesmo são o resultado de um cérebro cansado,
místico, ou que perdeu a capacidade de raciocinar por lógica e se voltou para a mitologia.

As narrativas do Pentateuco vão muito além da duração da vida de Moisés.


Nos livros que formam o Pentateuco, a narração NÂO se encontra na 1ª pessoa.
Seria impossível que o próprio Moisés tenha descrito a sua morte, e tenha escrito o
obituário elogiando que “E nunca mais houve em Israel profeta como Moisés”.

O Deuteronômio 34:5-7 afirma que Moisés morreu com a idade de 125 anos, e que o
Senhor o sepultou num vale, na terra de Moabe, defronte a Bete-Peor, mas até hoje
ninguém sabe onde ficaria a sua sepultura.

Embora na época, a maioria fosse analfabeto, e Ler ou Escrever fosse algo misterioso,
distante e um privilégio de minorias; após retornar da Babilônia em 537 a.C., o judeu
Esdras, “Aquele que ajuda”, liderou os israelitas, os sumo-sacerdote, e os copistas da
suposta lei de Moisés, para que o Pentateuco fosse escrito, mas sempre afirmando que o
mesmo teria sido escrito por Moisés...

A lenda de Moisés é só uma mitologia, e alguns locais citados na “jornada” de Moisés só


começaram “existir” no Século XIII, no período dos escribas deuteronômio.

O “Monte Sinai” é só uma montanha que foi escolhida entre os Séculos IV e VI d.C., pelos
monges bizantinos, para ser o local onde o Deus YHWH teria falado com Moisés.

Tanto a jornada para Canaã, como a lendária libertação dos filhos de Israel por Moisés, não
foram acontecimentos reais, mas sim, um produto do imaginário judaico, onde
acontecimentos desfavoráveis aos judeus foram maquiados em fatos miraculosos.
A Bíblia desmascarada Volume IV 35

Os hebreus sendo nômade, por onde passaram, salvo as exceções, conviveram com a parte
inculta, humilde e supersticiosa das outras culturas; e terminaram assimilando as
mitologias religiosas de tal forma, que algumas lendas (depois de remodeladas), se
tornaram parte da cultura judaica...

A “Análise filológica dos textos” e a “Ideologia deuteronômica" mostram que a lenda de


Moisés foi uma estratégia no sentido de sustentar o judaísmo, o Rei e a Religião; se opor
ao politeísmo, combater o culto às imagens pagãs, e ajudar passar da Era astrológica do
Touro para a Era do Carneiro.

Os hebreus inventaram que durante a reforma do Templo “O livro da Lei de Moisés” foi
encontrado, e que os Sacerdotes se deram conta de que há cerca de 700 anos, não
estavam cumprindo a Páscoa de acordo com o que estava escrito no “Livro do Concerto”,
(ou da aliança entre Deus e os homens); o Rei Josias deu ordens para que a “Páscoa do Senhor”
fosse celebrada como deveria ser...

A “Morte dos Primogênitos”, executada à noite pelo “Anjo exterminador” (Êxodo 12,13),
onde Moisés ordenou que cada família hebréia tomasse um cordeiro e o sacrificasse no dia
14 do mês de Nissan, e que o sangue do cordeiro fosse passado nos batentes das portas
das casas dos hebreus e que depois, até que amanhecesse ninguém saísse de casa...
É uma remodelagem da época onde se realizava oferendas pela prosperidade, e para
afastar os maus espíritos os pastores praticavam o ritual de sacrificar um tenro cordeiro
e derramar o sangue da vítima nas traves da tenda.

Após 538 a.C. a vida do Sargão de Akkad foi transformada na lenda de Moisés, por Esdras,
Neemias, os escribas e os rabinos; os 50 anos do cativeiro babilônico viraram os 400 anos
do cativeiro egípcio; a expulsão dos hiksos virou a “Fuga do Egito”; se fez parecer que
Moisés seguia as instruções fornecidas pessoalmente pelo próprio Deus YHWH; a Páscoa
Judaica foi institucionalizada; e a Sêder de Pessach (o jantar cerimonial onde os judeus
comemoram a libertação do cativeiro egípcio), virou a festa mais importante da grande
Nação Judaica.

Embora Adão e Eva tenham sidos criados no sexto dia, do mês de Nissan (que seria o 1º mês do ano), pois
teria sido a partir do mês de Nisã, que o ciclo anual do mundo se iniciou...
Para enfatizar a importância histórica da mitológica libertação do Egito, que teria “acontecido” no décimo
quinto dia do mês de Tishrei; (que atualmente é o 7º mês do ano judaico), e que assinalou o nascimento da
Nação hebraica.
A Rosh Hashaná, ou primeiro dia do Ano, do calendário judaico religioso (é celebrado no primeiro dia do
mês de Tishrei. Sendo que Tishrei é o primeiro mês do atual calendário civil judaico, e a Rosh Hashaná
concentra 4 grandes temas que se interligam, e que são:

• O “Ano Novo judaico”;


• O “Dia do Julgamento”, quando D'us determina o destino de cada um para o ano que se inicia.
• E o Dia de tocar o Shofar
A Bíblia desmascarada Volume IV 36

Como a “Páscoa” cristã foi fabricada

Milhares de anos antes de Jesus os Vedás registraram


que na sua “Ultima Ceia”, Mitra, o Deus védico da
Índia, teria dito que:
“Quem não comer do meu corpo e não beber do meu
sangue, e se tornar um só comigo, não será salvo.”

O “Dia de descanso” hebreu é no sábado, mas apesar de não existir na Bíblia nenhuma
linha que autorize a santificação do Domingo, e as Escrituras ordenarem a observância
religiosa do Sábado, em 07 de março de 321 d.C. Constantino determinou que o primeiro
dia da semana (Primeira feira), mudasse para Dominica (Dia do Sol), que virou "Domingo",
o Dia do Descanso católico.

Já que o inglês é uma língua que evoluiu menos que as outras, e se mantém fiel ao som
original, até hoje Sunday, (Domingo), quer dizer “Dia do Sol”.

Embora desda antiguíssima Festa da Colheita a Páscoa judaica ocorra no mês de abril, 163
dias antes do início do ano judaico...
Em 325 d.C., com o objetivo de fabricar a Páscoa cristã, que acontece entre os dias 21 de
março e 25 de abril, no primeiro domingo depois da LUA CHEIA, do Equinócio da Primavera
boreal.
E se comemorar tanto a “Última Ceia” de Jesus, como a sua “RESSURREIÇÃO”; por ordem
do Papa São Silvestre, do Concílio de Nicéia, e da Assembléia dos prelados; o sábado
(Saturno), “Dia do Senhor”, dia para oração, e o dia de apaziguar os Deuses...
Foi mudado para domingo (Dia do Sol), “Dia Prima Feria”, que passou a se chamar “Dies
Domenica”, e posteriormente Domingo; e se determinou que os católicos em vez de se
comer a carne do cordeiro com ervas amargas e o pão ázimo (matsá), para festejar a
“fuga” do Egito; deveriam comer Peixe, e festejar apenas o que aconteceu com Jesus.
Foram precisos 300 anos e um Concílio, para decidir quais eram os “livros Sagrados” do
cristianismo, e INSTITUIR que Jesus foi o único filho de Deus.

Mas o que há de legítimo ou “sagrado” na decisão HUMANA em tela?


E por que os iludidos aceitam esse absurdo?

Outra coisa, como Jesus seria o único filho de Deus, se os Anjos também foram creados por
Deus?

Os “Pastores cristãos” são “mercadores de ilusões”, que para vender o seu “produto”
usam a PNL de falar alto, chamar a atenção, gesticular, repetir, prometer, esbravejar e
colocar entusiasmo no que afirmam, pois a PNL, Programação Neuro lingüística dos
pastores, ajuda controlar os fanáticos emocionais ou iludidos.
A Bíblia desmascarada Volume IV 37

As 03 “Páscoas” atuais são recauchutagens de outras lendas

Milhares de anos antes de Jesus os Vedás registraram que na sua “Ultima ceia”, Mitra o
Deus védico da Índia disse: “Quem não comer do meu corpo e não beber do meu sangue, e
se tornar um só comigo, não será salvo.”

Atualmente existem 03 tipos de “Páscoas” bíblicas:

A PÁSCOA DOS JUDEUS que desde o Rei Josias ocorre aos 14 dias do mês de nisã quando se
pode ver pela primeira vez a lua nova mais próxima do equinócio da primavera.

A PÁSCOA ORTODOXA que ainda segue o Calendário Juliano de 43 a.C.

E a PÁSCOA CATÓLICA, que desde 1582, para engrandecer Jesus misturou símbolos de
fertilidade com a versão da ressurreição de Cristo; segue o Calendário gregoriano, apesar
do memorial da Santa Ceia ser baseado nos cálculos de um Calendário que no tempo de
Jesus não existia. Sendo que no novo sistema existe a anomalia da Páscoa cristã poder
acontecer antes da Páscoa judia.

Embora só os Arquétipos revivam numa data que todo ano precisa ser calculada...
Para descobrir o dia da Páscoa cristã primeiro é preciso descobrir quando ocorre a “LUA NOVA” mais
próxima do Equinócio da Primavera, depois Calcular a data da Páscoa recorrendo a uma tabela, e usar o
domingo mais próximo como sendo um “Domingo de Páscoa...

1. Divida o ano de interesse por 19


2. Multiplique a parte inteira do resultado por 19
3. Subtraia o resultado obtido, do ano que você deseja conhecer a data da Páscoa.
4. Some 1 ao resultado dessa subtração

Ao número final chamaremos de "X".


Esse número é o "NÚMERO DOURADO" que corresponde a uma data específica na tabela abaixo.
Sendo que a Páscoa será no domingo seguinte à data encontrada na tabela; por exemplo:

Ano 2020/19 = 106,31


106 X 19 = 2014
Ano 2020 - 2014 = 6
6+1 = 7 (Número dourado)
Consultando na tabela, chega-se a 8 de abril ou o domingo seguinte.
A páscoa em 2020 será dia 12 de abril, já que dia 08 é quarta-feira.
A Bíblia desmascarada Volume IV 38

A Páscoa era a “Lux Gloriam” que chegava para acabar com as trevas do Inverno.

Milênios antes da Páscoa cristã ser festejada, alguns como os babilônios já celebravam o
retorno da “Deusa da Primavera” segurando um Ovo em sua mão enquanto ela observava
um coelho (o símbolo da fertilidade), pulando alegremente em redor de seus pés.

O Ovo que a Deusa OSTERA carrega, assim como a Páscoa, são antigos símbolos anímicos
da chegada da Primavera boreal, que a milhares de anos atrás, no hemisfério Norte
começava no Dia 21 de março, e que traria a esperança de uma futura boa safra.

Uma antiga lenda babilônia conta que um grande ovo caiu do céu no Rio
Eufrates, e que dele saiu à deusa Ishtar, também conhecida como Easter.

Embora os OVOS e as SEMENTES sejam “zigotos” que só se formam após a FERTILIZAÇÃO;


uma unidade de matéria viva que existe de maneira independente; e não a origem da vida;
e muito menos a origem do Universo; até porque, para gerar o ser para o qual está
programado, tanto o Ovo como o Óvulo primeiro precisaram serem FECUNDADOS.

Como os ovos fertilizados contêm um embrião com a fascinante capacidade de vir a se


torna um novo ser, os celtas, os gregos, os egípcios, os fenícios, os chineses e vários povos
antigos achavam que os Ovos e as Sementes eram os criadores da Vida, e que o mundo
teria nascido de algum suposto “Ovo milagroso”.

Em diversas lendas antigas, depois de algum Caos o "Ovo cósmico" teria aparecido.

Na Índia, uma gansa de nome Hamsa (um espírito considerado o "sopro divino") teria
posto e chocado o “Ovo cósmico” na superfície de águas primordiais, e ao se dividir em
duas partes, o “Ovo cósmico” deu origem ao Céu e a Terra, pois simbolicamente o Céu
seria a parte leve do ovo (a clara), e a Terra seria a parte mais densa (a gema).

Muitos ainda acreditam na fantasia de que comer ovos no Domingo de Páscoa traria boa
sorte pelo resto do ano.

Os Ovos de Páscoa (um dos mais antigos símbolos da fertilidade), que eram oferecidos à
Deusa dos Pagãos, assim como as lebres, seriam antigos símbolos sagrados de várias
culturas orientais ou mesmo ocidentais, incluindo as que cultuavam a Deusa Ostara.

Sendo que com o tempo a Páscoa ajudou gerar arquétipos como o Deus MITRA, Moisés, o
cordeiro, a Saturnália, J Esus, os ovos de chocolates, etc.
A Bíblia desmascarada Volume IV 39

Em 525, o Papa João I, decretou que:

A PÁSCOA cristã seria celebrada 46 dias depois da “Quarta-feira de cinzas”.


Ou seja, entre 22 de março e 25 de abril.
Sempre no domingo seguinte ao Plenilúnio (primeira Lua cheia da Primavera); e após o
Equinócio da primavera.
No PRIMEIRO domingo após a primeira LUA CHEIA que segue o EQUINÓCIO DA
PRIMAVERA.
Que a Páscoa Cristã não pode ocorrer antes de 22 de Março, e nem depois de 25 de Abril.
E que se o cálculo ultrapassar este limite, a Páscoa passa para o domingo anterior...

Equinócio é o instante em que o Sol cruza a linha do equador terrestre.


Simplificando, seria quando o DIA e a NOITE tem igualmente 12 horas de duração.

Devido à órbita da Terra ser um eclipse, e não um círculo a data em que ocorre o equinócio
não divide o ano em um número igual de dias.
Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio), ela viaja mais
velozmente do que quanto está mais longe (afélio).

Embora a Páscoa cristã seja mais outra fraude religiosa, e sequer tenha uma data definida,
a mitologia da Páscoa ajuda movimentar o comércio, e preenche a angustia do ser humano
não conseguir dominar a Mãe Natureza.

Caso Moisés tivesse existido, é obvio que ele seria um individuo NEGRO, e não o BRANCO
mostrado pela mídia, que adulterou os traços africanos, e “embranqueceu” as
características raciais dos antigos egípcios, e hebreus.

Na suposta época de Moisés os hebreus ainda não possuíam uma linguagem escrita,
algumas Cidades ainda não existiam, e o dinheiro que é mencionado só foi cunhado
séculos após a data atribuída à existência de Moisés.

A humanidade sempre esteve em movimento, e os estudos das seqüências de DNA da


população judaica provaram que, ao longo do tempo os hebreus realizaram incontáveis
“migrações”.
A Bíblia desmascarada Volume IV 40

O Anjo exterminador dos primogênitos é só uma recauchutagem de rituais pagãos


Quando os antigos faziam sacrifícios
humanos para acalmar os deuses com
alguém da sua própria tribo, o Escolhido
era sempre alguém jovem, virgem,
saudável e bonito.

O Escolhido não era obrigado se deixar


sacrificar, mas para ele isso era uma
honra, pois O escolhido não era uma
vítima, e sim, um herói que quando
chegava a Lua cheia se sacrificava de
livre e espontânea vontade pelo seu povo,
vestindo as suas melhores roupas.

Já que para apaziguar os deuses; para que houvesse prosperidade; e para que os Espíritos
bons trouxessem fecundidade; na noite da ultima lua cheia, que PASSA do inverno para a
primavera, era costume se imolar prisioneiros; se sacrificar alguma virgem, ou se
oferecer algum “cordeiro” como oferenda; e depois o sangue consagrado da vitima ser
passado nas traves das tendas, para afastar os maus Espíritos...

Em Êxodo 12,13, a Bíblia transformou a tradição pagã de se sacrificar um “cordeiro” na


PASSAGEM do inverno para a primavera, na mitologia onde a personagem Moisés teria
ordenado que na noite do dia 14 do mês de Nissan, cada família hebréia tomasse um
cordeiro, o sacrificasse, passasse o sangue do cordeiro nos batentes das portas das suas
casas, para espantar o “Anjo exterminador”; e depois, ninguém saísse de casa até que o
Sol nascesse...

Após 537 a.C. a vida do Sargão de Akkad foi transformada na lenda de Moisés, por Esdras,
Neemias, os escribas e os rabinos.
Os 50 anos do cativeiro babilônico viraram os 400 anos do cativeiro egípcio; a expulsão dos
hiksos virou a “Fuga do Egito”; se fez parecer que Moisés seguia as instruções fornecidas
pessoalmente pelo próprio Deus YHWH; a Páscoa Judaica foi institucionalizada; e a Sêder
de Pessach (o jantar cerimonial onde os judeus comemoram a libertação do cativeiro
egípcio), virou a festa mais importante da grande Nação Judaica.

Os hebreus sendo nômade, por onde passaram conviveram com a parte supersticiosa das
outras culturas; e terminaram assimilando as mitologias religiosas de tal forma, que
algumas lendas (depois de remodeladas), se tornaram parte da cultura judaica...

A “Análise filológica dos textos” e a “Ideologia deuteronômica" mostram que a lenda de


Moisés foi uma estratégia no sentido de sustentar o judaísmo, o Rei e a Religião; se opor
ao politeísmo, combater o culto às imagens pagãs, e ajudar passar da Era astrológica do
Touro para a Era do Carneiro.
A Bíblia desmascarada Volume IV 41

JOSIAS REFORMOU O DEUTERONÔMIO

Em 622 a.C. durante a reforma do Templo de Jerusalém o Rei Josias de Judá fingiu ter
encontrado “O livro da Lei de Moisés”; alegou que há cerca de 700 anos, não se estava
cumprindo o escrito no “Livro do Concerto”; e deu ordens para que a “Páscoa do Senhor”
fosse celebrada como “deveria” ser...

Tanto a “Análise filológica dos textos” como a “Ideologia deuteronômica" mostram que a
lenda de Moisés é apenas uma estratégia no sentido de reforçar as fontes religiosas que
sustenam o judaísmo, o Rei e a Religião...
Uma forma de se opor ao politeísmo; de combater o culto às imagens pagãs; e onde uma
lenda ajudou passar da Era astrológica do Touro para a Era do Carneiro.

Como em 609 a.C. durante a Batalha de Megido o Rei Josias de Judá foi morto pelo Faraó
Neco II, filho de Psamtek; após 537 a.C., Esdras, Neemias, os escribas e os rabinos,
transformaram a lenda do Sargão de Akkad em Moisés...
Os 70 anos de cativeiro babilônico foram transformados nos 400 anos do cativeiro egípcio.
A expulsão dos hiksos virou a “Fuga do Egito”, a Páscoa Judaica foi institucionalizada.
Se fez parecer que Moisés seguia as instruções detalhadas que lhe eram fornecidas
pessoalmente pelo próprio Deus Jeová; e a “Cerimônia do Sêder”, “Pessach”, que
simboliza o episódio do Êxodo, virou a festa mais importante da grande Nação Judaica.

Se fingiu que durante a reforma do Templo de Jerusalém, “O livro da Lei de Deus” foi
“encontrado”, e que os Sacerdotes se deram conta de que há cerca de 700 anos, não
estavam cumprindo a Páscoa de acordo com o que estava escrito no “Livro do Concerto”

O Rei Josias deu ordens para que a “Páscoa do Senhor” fosse celebrada como deveria ser.
E se inventou a “Morte dos Primogênitos”, executada à noite pelo “Anjo exterminador”
(Êxodo 12,13), onde Moisés ordenou que cada família hebréia tomasse um cordeiro e o
sacrificasse no dia 14 do mês de Nissan, e que o sangue do cordeiro fosse passado nos
batentes das portas das casas dos hebreus e que depois, até que amanhecesse ninguém
saísse de casa...
O SOL NÃO GIRA EM TORNO DA TERRA

Tudo o que existe no nosso universo se movimenta; inclusive


inclusive a própria Via-
Via Láctea e todas
as outras galáxias, sendo que o nosso Sol se movimenta pela galáxia a 83,7 km/h; e não ao
redor do planeta Terra.

A absurda mitologia sobre o fanfarrão Josué ter parado o Sol;


Sol foi detonada pela ciência,
pois Não é o gigantesco Sol que gira em torno da Terra, mas sim, o planeta Terra que
órbita ao redor do Sol, viajando na velocidade de 107.244 km/h ou 29,79 km/s.

E realizando uma transladação, onde gasta em torno de 365 dias, 05 horas, 48 minutos, 45
segundos e 97 centésimos para
ara transladar ao torno do Sol.

Mas apesar do SOL ter um volume 1.300.000 vezes maior do que a Terra; e pelas leis
cosmológicas ser SEMPRE O CORPO DE MENOR MASSA QUE ORBITA EM VOLTA DO CORPO
DE MAIOR MASSA; até hoje a Bíblia ainda insiste na bazófia de que
q Josué (Yehoshua)
parou tanto o Sol,, como parou a Lua...
Lua

Como as religiões não seguem a realidade, e sim, o que as suas jurássicas


mitologias relatam, até o século XIII, e por influencia de homens como São
Tomás de Aquino, quem ousasse duvidar que a Terra
Terra fosse PLANA era tachado
de herege, de servo do Diabo, etc.

Apesar de Aristarco da Ilha de Samos ter formulado que “o Sol é o centro do nosso Sistema
solar”; e no Século 05 a.C. Filolau de Crotona já tivesse proposto o “SISTEMA
HELIOCÊNTRICO, a Bíblia achava que as Estrelas eram tão pequenas que poderiam
despencar e cair na Terra...
Os religiosos não
ão sabia que o sol tem um milhão e trezentos mil volumes da Terra...
Desconheciam que existem estrelas milhares de vez maior do que o nosso Sol...
E não sabiam que é mais fácil a Terra ser engolida pelo nosso Sol, do que o nosso
Sol “despencar” e cair na Terra...

As viagens de Colombo, Vasco da gama e Bartolomeu Dias, ajudaram destruiu a mitologia


onde até o Século XIV, a Bíblia afirmava que a Terra é PLANA e com bordas onde se
poderia cair no espaço...
A Bíblia desmascarada Volume IV 43

PROVAS DE QUE JOSUÉ NÃO DETEVE O SOL E A LUA.

Em 10:13, o “Livro do Reto” ou “LIVRO de JASHER”, narra que Josué ou Yehoshua, que foi o
filho de Num, da Tribo de Efraim, PAROU o Sol para que o seu exército tivesse tempo de
derrotar os amorreus...

A bravata sobre o Sol ter se mantido imóvel por várias horas, foi plagiada da ”BATALHA DE
KADESH”; e não tem qualquer fundamento cientifico ou cosmológico.

Josué não parou o Sol, e sim, atacou os amorreus de costa para o sol, e tendo o cuidado de
aproveitar a claridade do sol baixo no horizonte (que dificultava a visão dos amorreus).

Como os antigos achavam que o Sol giraria ao redor da Terra, e para fazer parecer que
Deus estaria do lado dos sanguinários israelitas, alguém que conhecia a BATALHA DE
KADESH, colocou na Bíblia a bazófia de que durante uma batalha especialmente dura
contra os amorreus, e que não chegaria ao fim antes do anoitecer, Josué ORDENOU ao Sol
que se detivesse em Gideon, e que a Lua se detivesse no vale de Aijalon, e que os dois
astros se mantiveram imóveis prolongando o Dia, e dando tempo para que os amorreus
fossem derrotados...

Para sepultar a mitologia de uma época supersticiosa onde se tentou engrandecer os


supostos poderes do Deus YHWH, usando versões remodeladas de lendas anteriores.

Lembramos que é sempre o Astro MENOR QUE SE MOVE EM TORNO DO ASTRO MAIOR.
Lembramos que a voz humana não se propaga no vácuo do espaço.
E lembramos que seria preciso mais de 2.000 anos, só para que algo com a velocidade da
voz humana percorressem os 149 milhões de quilômetros que separam a Terra do Sol.

Além dos eventos HORÁRIOS e CLIMÁTICOS serem estudados pela agência NOAA, e não
pela NASA, Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço.

A ridícula versão onde os religiosos incapazes de conviver com a realidade


inventaram que “Os computadores da NASA provaram que estaria faltando
um dia na contagem do tempo”, foi desmentido pelo astrônomo Carl Sagan.
A Bíblia desmascarada Volume IV 44

A BATALHA DE KADESH E O SOLSTÍCIO DE VERÃO VIROU A BAZÓFIA ONDE JOSUÉ PAROU O SOL

Como no século 13 a.C, os hititas conquistaram importantes rotas comerciais, e o Faraó


Ramsés II usou cerca de 20 mil soldados para tomá-las de volta...
Mas nenhum dos 2 lados ganhou a chamada “Batalha de Kadesh”, e eles assinaram o mais
antigo Tratado de Paz e de Extradição conhecido.
Uma cópia do Tratado está em exibição na Organização das Nações Unidas.

Sendo que durante a “BATALHA DE KADESH” o Faraó Ramsés II (que havia caído numa
emboscada armada pelos hititas escondidos nas margens do Rio Orontes), conseguiu fugir.
E depois inventou que para ajudá-lo vencer os hititas o Deus Amón parou o Sol...

Mas na verdade Ramsés II fugiu das tropas de Mutawali “Ajudado” pelo fato de ser o Dia
MAIS LONGO do ano, ou seja, um “Solstício de Verão”, quando a claridade do dia se
prolonga por 16 horas de luz e 8 horas de escuridão.

Já que antigamente os acontecimentos incomuns eram repassados ao povo em forma de


milagres divinos; após a volta dos 40 anos do cativeiro babilônico de 539 a.C.
Para engrandecer os supostos “poderes” do Deus Javé; que agora substituía o Deus EL.
Como os antigos não sabiam que o Sol tem 99% de toda massa do Sistema Solar.
Se achava que o Sol giraria ao redor da Terra...
E para pegar carona na fama de Ramsés II, que foi o maior Faraó de todos os tempos.

Alguém que conhecia a BATALHA DE KADESH colocou no “Livro do Reto” ou “LIVRO de


JASHER”, a bazófia de que o sanguinário Josué ou Yehoshua, que foi o filho de Num, da
Tribo de Efraim; durante a batalha contra os amorreus, e que não chegaria ao fim antes do
anoitecer; ORDENOU ao Sol que se detivesse em Gideon, e que a Lua se detivesse no vale
de Aijalon, e que os dois astros se mantiveram imóveis por quase um dia...
Sendo que na verdade o Josué apenas atacou os amorreus de costa para o sol, e
aproveitando a claridade do sol baixo no horizonte (que dificultava a visão dos amorreus).

A título de curiosidade lembramos que os hebreus se identificavam com o Calendário lunar


babilônico e não com o Calendário solar dos egípcios; que o Calendário babilônico era
relativamente preciso, tinha 12 meses lunares, de 29 ou 30 dias cada um, e os antigos
acreditavam que no solstício de Verão a Deusa da Lua fazia com que o dia ficasse mais
LONGO do que a noite, para ajudar amadurecer as frutas e os legumes...
A Bíblia desmascarada Volume IV 45

Como o Dizimo surgiu?


Até 598 a.C. os hebreus se dividiam em tribos, mas só os da tribo de Levi podiam cuidar
das “coisas de Deus”; e para compensar o tempo gasto com as “coisas de Deus”, uma
vez por ano as outras tribos doavam MANTIMENTOS, VESTUÁRIOS e UTENSÍLIOS aos
levitas; sendo que a ajuda ANUAL fornecida aos Levis se chamava “DIZIMO”.
Em Levítico 19:9-10 Deus diz “Quando fizeres a colheita da tua terra, não segarás
totalmente os cantos do teu campo, nem colherás as espigas caídas da tua sega.
Semelhantemente não rabiscarás a tua vinha, nem colherás os bagos caídos da tua
vinha; deixá-los-ás para o pobre e para o estrangeiro.

Após a volta do Cativeiro babilônico, e a Construção do Templo, o DIZIMO FOI ABOLIDO; se


deixou de mentir que os hebreus se dividiriam em 12 tribos; e as praticas sacerdotais
passaram ser permitidas a todos que tenham vocação para ser Rabino; desde que o
pretendente seja um cidadão íntegro, e realize um período de estudos das Leis judaicas.

Todavia, mesmo Jesus pregando o DESAPEGO MATERIAL, e afirmado que É MAIS FÁCIL UM
CAMELO PASSAR PELO FURO DA AGULHA DO QUE UM RICO SE SALVAR.
Tendo ensinado que a riqueza é o caminho do Inferno, pois não se pode servir ao mesmo
tempo a Deus e a “Mammon" (o Deus da riqueza e da avareza).
Ao expulsar os vendilhões do Templo Jesus tenha ensinado que o objetivo da vida não é o
de ser rico, mas sim, o de ganhar a “Vida eterna”.
Jesus tenha atravessado o Mar da Galiléia utilizando um barco emprestado.
Jesus tenha entrado em Jerusalém num jumento emprestado.
Jesus tenha sido enterrado num sepulcro emprestado.
Jesus jamais tenha compactuado com a roubalheira de se tirar do pouco que o pobre tem
para enriquecer os gananciosos pastores...
Tendo sido por causa do vil metal que o filho de Deus foi traído...

Mesmo o Dizimo do Velho Testamento NÃO sendo mensal, e nem em DINHEIRO, em 585
d.C. o Concílio de Macon estabeleceu que 10% das posses dos fiéis seriam “doados”
mensalmente a Igreja; sobre pena dos não pagantes serem Excomungados, e perseguidos.

A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE substituiu o “NO INÍCIO ERA O VERBO”, pelo o mais


importante é a VERBA, que os camelôs da fé recebem dos dizimistas; pois as Igrejas
protestantes viraram um “Cassino”, onde se procura algum enriquecimento fácil.

Pois quando algum EVANGÉLICO vai até o Altar dar o teu soberbo testemunho de
PROSPERIDADE FINANCEIRA, ele não estaria sendo de fato um cristão verdadeiro, mas sim, uma
“Pedra de Tropeço”, que pratica a luxuria de OSTENTAR as suas riquezas materiais.

Quando as Igrejas tiverem que pagar Impostos; e forem proibidas de extorquir os fiéis
(como aconteceu quando o Kaiser da Áustria Ferdinand II proibiu que a Inquisição ficasse
com os bens dos acusados), 99% das Igrejas perderão a vontade de espalhar o Evangelho...
A Bíblia desmascarada Volume IV 46

DE COLETOR NÔMADE PARA AGRICULTOR SEDENTÁRIO

A “Arca da Aliança” não passaria


de uma mitologia onde após 540
a.C. (ou seja, a volta do cativeiro
babilônico), a Arca usada para
armazenar sementes, e que
simbolizava o início da agricultura,
foi transformada pelos judeus num
objeto sagrado, e numa poderosa
arma sobrenatural?

Embora registros de bebidas alcoólicas com mais de 10 mil anos prove que a partir de
cereais fermentados, os antigos habitantes do “Crescente fértil” já alegravam a vida com
Cervejas e Vinhos, pois parte da essência humana e direcionada para a busca do prazer
associada com determinadas drogas, ou com vícios onde o cérebro “trai” o corpo,
produzindo sensações de prazer em atividades que não são saudáveis, mas que induz
prazer, e atua como uma recompensa para o cérebro.
Foi nos antigos Mosteiros, para ajudar o religioso ficar em jejum durante a Quaresma, que
os Monges aperfeiçoaram a cerveja e adicionaram o lúpulo na formula da Cerveja,

Para cuidar das plantações, alimentar a família de forma segura, e poder se embebedar, os
antigos delinearam os seus territórios, se fixaram e defenderam as colheitas dos que
poderiam roubá-los.

A busca por alimentos e prazer, foram uma das atividades mais importantes dos povos
antigos, e teve um profundo impacto na vida da comunidade.

Até porque, no início, a agricultora era fraca, e ainda não se dominava as técnicas de
cultivo em solos pouco agricultáveis.

Não se cultivava diversos alimentos como o milho, que tem um rendimento superior ao
trigo; não se conhecia a batata, a soja, a cana, o tomate, a aveia, a banana, etc.

Era inviável trazer alimento das localidades longínquas, e se dependia das condições
meteorológicas.

A protocultura agrícola (primeiras roças domésticas), não utilizava diversos alimentos


que têm um rendimento superior ao trigo, como é o caso da batata, da soja, da cana, do
tomate e da aveia.
A Bíblia desmascarada Volume IV 47

E a busca por comida tinha um impacto tão profundo na vida da comunidade, que uma
colheita ruim poderia ser uma “Sentença de morte” para os mais vulneráveis.

Como o Inverno oriental é rigoroso, e uma “colheita ruim” poderia ser uma “Sentença de
morte” para as comunidades numerosas, pois a Estação de caça já havia terminado,
quase não se armazenava comida, não havia Comércio, e não existiam excedentes que
depois de acumulados servissem para suprir as necessidades, fabricar coisas ou ser
usado no escambo.

Os humanos fizeram com que o TEOSINTE (que na pré-história era uma erva daninha
com apenas três ou quatro centímetros), se tornasse o enorme, macio, saboroso, e o
produtivo MILHO transgênico de hoje.

Que é o alimento mais cultivado no mundo moderno, e uma das principais fontes de
matéria-prima para a fabricação de inúmeros produtos como óleos, cremes vegetais,
bebidas, combustíveis, etc.

Como os agricultores em vez de comer tudo guardavam as melhores sementes, ficavam


mais tempo no mesmo lugar, eram unidos, eram organizados, tinham o beneficio da
vantagem numérica, adoravam a deusa da agricultura, e precisaram expandir e proteger
as plantações; eles terminaram matando os caçadores (que adoravam os deuses da
caça), e se apoderando das terras dos caçadores.

A título de curiosidade lembramos que, mesmo nos dias de hoje, em que a nossa comida
pode ser adquirida com o “Cartão de Crédito”; em que forçamos as plantas retirar o
nitrogênio diretamente da atmosfera, sem necessidade de fertilizantes; e que usamos
milhares de plantas com propósitos medicinais, industriais e ornamentais; cerca de 80%
das calorias vegetais que ingerimos, ainda são retiradas de poucos vegetais, tais como, o
arroz, o trigo, o milho, a soja, o feijão, a batata, a cana, o sorgo, a banana e a mandioca.

Além da Palestina ser um local seco, onde chove pouco, e onde as camadas superficiais dos
terrenos não drenam o excesso de água; os antigos devastaram a floresta que existia para
retirar lenha, cultivar, criar animais, guerrear, e fazer fogueiras.

O uso errado de um solo que não drena o excesso de água, fez com que a água encalhada
na superfície se misturasse com os sais existentes na terra, e a mistura resultante ao
evaporar, destruíssem a fertilidade do frágil solo palestinense.

Até porque, diferente dos outros ruminantes como o cavalo e o boi, que comem
superficialmente e apenas alguns tipos de vegetais, as cabras e ovelhas comem de tudo, e
arranca as mudas com a raiz, o que dificulta o reflorestamento.
A Bíblia desmascarada Volume IV 48

TERRA DEVASTADA OU QUE “JORRA LEITE E MEL”?


Geograficamente falando, Israel é um ponto
estratégico que liga por terra a África e a Ásia, e
quem dominar essa região determinará os
ditames econômicos do Oriente!

Embora o Gênesis 17,8 afirme que “Toda a terra de Canaã será para sempre dos seus
descendentes”; o brinde das religiões sempre foi feito com lágrimas e com Sangue.
Pois desde os tempos imemoriais os israelitas foram humilhados, foram massacrados, ou
foram obrigados a viver em permanente “Estado de alerta”...

Durante a era religiosa a Palestina foi a PÁTRIA ESPIRITUAL, mas não a “Terra prometida
que jorra leite e mel”, a terra da fraternidade, ou um local de Paz...
Mas sim, um eterno campo de batalha, adubado com o suor, as lágrimas e o
sangue dos que foram massacrados por conquistadores, se agarram as
mitologias religiosas, ou foram embromados por “profecias”.

E onde o simples retornar para casa ileso já seria um “milagre”.

No mundo tem mais de 250 países, e os judeus são menos de 0,1% da atual raça humana.
Na verdade, nem se deveria ouvir falar a acerca dos judeus.
No entanto Israel esteve e está no palco das atenções do mundo...

O povo judeu tem tanto destaque no planeta quanto qualquer outro povo, e a sua
importância é exageradamente desproporcional à pequenez de seu tamanho, pois as
contribuições dos judeus para a literatura, para a ciência, para a arte, para a música, nas
finanças, na medicina, e na erudição são desproporcionais ao seu número reduzido...

Os egípcios, os babilônios e os persas surgiram, encheram o planeta de barulho e


esplendor, e então murcharam e desapareceram.
Os gregos e os romanos vieram logo após, provocaram um alarido imenso, e se foram...
Já os judeus presenciaram a passagem de cada um desses povos, sobreviveram a todos
eles, inclusive ao Hitler, e hoje é uma das Nações mais desenvolvidas...

Em toda história mundial jamais houve algum povo que após ter sido exilado da sua terra,
e ter perdido o seu idioma, retornou à sua pátria original, e revivificou a sua antiga língua
(já considerada como extinta no planeta).

Nenhuma Nação, exceto Israel conseguiu tal façanha, até porque, os judeus são mais
inteligentes do que os amarelos, e olha que os amarelos são intelectualmente mais
inteligentes do que os brancos...
A Bíblia desmascarada Volume IV 49

A “QUEDA” DAS MURALHAS DE JERICÓ É UM EMBUSTE

É difícil justificar Josué 06,19, onde Toda á


vida existente na Cidade de Jericó foi
assassinada, e o ouro de Jericó passou a
fazer parte dos “TESOUROS DE DEUS”...

A prostituta Raabe (que morava nas LARGAS Muralhas de Jericó), ajudou os soldados de
Josué subissem até os seus aposentos, e os soldados ao escutarem as trombetas abriram
as portas das muralhas de Jericó...

A lenda narrada pelo livro de Josué, (o sexto das Escrituras Hebraicas), e que descreve a
queda das Muralhas de Jericó, realizada ao toque das trombetas de chifre de carneiros,
onde se fez desabar as poderosas Muralhas de Jericó; é só mais um embuste religioso.

Pois as Muralhas de Jericó não desabaram com o som produzido por 07 insignificantes
trombetas, feitas com chifre de carneiros; mas sim, foram derrubadas por TERREMOTOS.

Além da arqueologia nos oferecer uma “janela” com vista para o passado, para detonar a
mitologia religiosa sobre a queda das Muralhas de Jericó, basta lembrar que:

As Muralhas de Jericó eram largas e DUPLAS.


Os 02 muros ficavam separados um do outro por cerca de 5 metros.
A Muralha externa tinha cerca de 2 metros de ESPESSURA, e a muralha interna tinha cerca
de 4 metros de ESPESSURA...

Como a Mesopotâmia tinha poucos penhascos, poucas montanhas, e poucos obstáculos


naturais, os antigos viviam brigando com os vizinhos, e ergueram diversas muralhas...

Para conseguir que os hebreus deixaram de ser um povo errante, sem Leis e que fazia dos
desconhecidos um inimigo, a Bíblia inventou que YHWH mandou que, 07 sacerdotes,
durante 07 dias e 07 noites, tocando 07 shofarins (plural de shofar, uma corneta feita com
chifre de carneiro), junto com 7 soldados e carregando a Arca da Aliança, rodeassem a
Cidade de Jericó...

E até hoje a Bíblia afirma que no sétimo dia, depois da sétima volta, as Muralhas de Jericó
desabaram...

Outra alegação difícil de ser moralmente justificada é o relato existente em Josué 06,19,
onde Toda á vida existente na Cidade de Jericó foi assassinada, Jericó foi queimado, e toda
a prata, ouro e objetos de bronze existentes na Cidade de Jericó foram consagrados ao
Senhor, passando a fazer parte dos “TESOUROS DE DEUS”...
A Bíblia desmascarada Volume IV 50

Os seguidores de YHWH (um Deus cujo nome era pronunciado apenas pelo Sumo-
Sacerdote, uma vez por ano (no dia de Yom Kippur), e os seguidores de Alá (um Deus que
não deve ser representado), são primos.
Descende do mesmo Pai, no caso Abraão; vivem no mesmo território, que deveria ser um
local de Paz, de Esperança e de Fraternidade, e, no entanto a irracionalidade os separa.

Tanto a “Tomada de Jerico”, Cidade da Cisjordânia, perto de Jerusalém, na borda


setentrional do mar Morto, como a “Queda das Muralhas de Jericó”, realizada ao toque
das trombetas de chifre de carneiros, onde se fez desabar as poderosas; são apenas mais
outra fraude bíblica.

Após os 40 anos do cativeiro babilônico os israelitas modificaram as suas antigas crenças,


deixaram de afirmar que descenderiam de 12 tribos, absolveram as lendas egípcias e
babilônicas; e invocaram as tradições da suposta Bíblia oral para justificar as versões
atuais, porem tudo não passaria de MANIPULAÇÃO.

A Bíblia conta que os israelitas escaparam do Egito, e com a ajuda de Yahweh teriam
conquistado Canaã...
Mas a arqueologia provou que há cerca de 100 mil anos, o planalto de Canaã, já era
habitado pelos povos que deram origem aos israelitas.

Além da arqueologia desmentir as narrativas bíblicas, e nos oferecer uma “janela” com
vista para o passado, os relatos bíblicos sobre a triunfal chegada dos hebreus aos vales
férteis de Canaã, e a conquista de Jericó, não passam de “Contos da Carochinha”, com a
missão de engrandecer os supostos poderes do Deus YHWH; pois Jerico, atual Cisjordânia,
é uma das Cidades mais antigas, com cerca de 11.500 anos.

Embora a Biblia em Génesis 10:8, e o 1 Crónicas em 1:10 afirmem que o primeiro poderoso
na terra foi Nimrod, que era bisneto de Noé; a história registrou que o primeiro que
utilizou o título de "Rei dos Reis" foi o Rei acadiano Ninurta, que viveu a cerca de 3330
anos atrás.

No livro “Contato” Carl Sagan explica porque as EXPERIÊNCIAS PESSOAIS não


têm relevância como “prova” da existência de algum suposto Deus...
Não serve como “prova” da mitológica existência do Céu...
E não “prova” a suposta existência da “Vida depois da morte”...
As lendárias “12 tribos” de Israel nunca existiram

Representação da batalha onde o Faraó Amósis I expulsou os Hicsos do Egito

Para provar que não passa de uma fraude as lendárias 12 tribos de hebreu, que teriam o
nome dos 10 filhos de Jacó, mais os nomes dos 02 filhos de Yosef; e que seria as tribos de
Rubens, Simeão, Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Nafatali, Benjamim, Manasses, e
Efraim; lembramos que tanto o “Crescente fértil” como a Pérsia, eram habitadas des da
pré-história...

Pois no passado tanto a Cabala como os antigos usavam o número 12 para determinar os
MESES do ano, para contar as HORAS do Dia solar, contar usando a base 12 (uma Dúzia),
determinar quais seriam os PECADOS IMPERDOÁVEIS, produzir as LEIS que serviram de
base para a humanidade, indicar a IDADE em que a maturidade começaria, determinar o
número de Anjos, e para embelezar as narrativas religiosas.

Basta lembrar que por volta de 1800 A.C. quando o José do Egito (filho de Jacó e Raquel)
abriu as portas do Egito para os flagelados pela seca que devastou o Oriente; além da
família de Jacó, também outros hebreus foram morar no Egito...

Em torno de 1520 a.C. quando os Hicsos se tornaram números, e o Faraó Amósis I expulsou
os Hicsos do Egito; as 12 tribos hebraicas não existiam...

Em 1010 a.C quando Saul se tornou o primeiro Rei dos hebreus, as 12 tribos não existiam...

E após a morte de Salomão em 926 a.C. os hebreus se dividiram em apenas 02 tribos que
foram à tribo do Norte liderado por Jerobaão, e a do Sul, ou Judá, liderada pelo filho de
Salomão, Reoboão.

Após 539 a.C. e o retorno do cativeiro babilônico os hebreus voltaram a ser uma única
tribo, voltaram a ter um único Rei, e voltaram a cultuar um único Deus.
Mais após a construção do Segundo Templo os judeus se dividiram em 03 grupos:
Os Saduceus, os Fariseus, e os Essênios.
A farsa dos patriarcas terem vivido muito

Em 1654, o Bispo Anglicano James Usher, “estudando” as Cronologias bíblicas concluiu que
Deus criou o mundo em 4004 a.C.

Todavia como as 42 gerações de Adão até Jesus é pouco para preencheu o


gigantesco espaço de tempo existente entre as lendas do Adão e Jesus...
A Bíblia desprezou que em poucos anos as ninfetas já estão aptas para terem
filhos. Ignorou que até o século XVI, a “Expectativa de vida humana” era de
apenas 35 anos. E inventou que personagens como:
Matusalém (969 anos), Noé (950 anos), Adão (930 anos), Sete (912 anos), e
Lameque (777 anos), teriam vivido muito...

Tanto a Geriatria, como a “Síndrome da Fragilidade”, o Índice de Desenvolvimento


Humano (IDH), e os fosseis; como o fóssil do ancião H. heidelbergensis, provam
que quando os humanos antigos conseguiam chegar aos 50 anos de idade, eles já
estavam com o corpo rateando, devido ao excesso de carga a que eram submetidos
desde a infância, o caminhar excessivo, a enorme energia gasta com trabalhos
braçais, os desgastes causados no quadril e nas vértebras, a osteoporose, a falta de
higiene, o estresse, as doenças provocadas pelos casamentos com parceiros da
mesma raça, aldeia ou família; e a alimentação humana ser pouco variada, pobre
em hidratos de carbono, e à base de gordura animal.

Sendo que antigamente a vida dos humanos era difícil, sofrida, sem confortos,
sem higiene, sem anestesia, sem riquezas, e muitos não passavam de
“escravos” econômicos ou fanáticos dispostos a morrer por absurdos.

Só quando foi possível pesquisar as causas da morte, sem que o estudo da


Anatomia dos cadáveres fosse castigado, foi que se entendeu que as doenças
não são “castigos divinos”, a expectativa de vida humana aumentou; se chegou
aos 77 anos atuais; houve uma melhoria na qualidade de vida dos cidadãos,
surgiram os fármacos, se descobriu a anestesia, os antibióticos, a assepsia
cirúrgica, e hoje se pode até usar “células-tronco”.
Sodoma foi destruída há mais de 5000 anos, na época do Deus Enki, e não Javé

Como Moisés poderia ter escrito “O Livro de


Jó”, se o “Livro de Ióv” (Jó), seria 1200 anos
POSTERIOR a Moisés, teria sido escrito em
500 a.C. quando se passou da Versão
Jeovística para a versão Sacerdotal...

Embora as 02 mulheres que transaram com os homens de Sodoma, e com o próprio pai,
fossem mais degeneradas do que as milhares de inocentes crianças, e os bebezinhos que
teriam morrido queimados na destruição das supostas Cidades do pecado...

A Bíblia usa um DESASTRE NATURAL para amedrontar os religiosos; até porque, a versão de que Sodoma
não seria destruiria se houvesse pelo menos 10 "justos", não tem sustentação; já que a maior parte da
população de Sodoma era de PIMPOLHOS; na sua onisciência, o Deus “EA” saberia tanto que as 2 filhas
do Ló embriagariam o pai e copulariam incestuosamente com Ló; e saberia que logo a humanidade
voltaria cometer os mesmos pecados de antes.

Como a filha mais velha de Ló teve “Moabe”, um filho incestuoso que significa "De meu
pai"; e a filha mais jovem deu à luz a “Ben-Ami”, que significa "Filho de minha raça",
a família do Ló não seria o “melhor” que Sodoma e Gomorra tinham para oferecer em
termos de princípios morais, mais sim, uma família de depravados.

Já que simples humanos não estupram Anjos com o poder de destruir Cidades...
A versão bíblica de que o “Justo Ló” ofereceu suas duas filhas “virgens” aos homens de
Sodoma, para que eles não abusassem dos Anjos que Ló acolhera à sombra do seu teto,
Gênesis 19:8... É tanto absurda como risível...

A grande erupção do “Vulcão Thera” (no Mar Egeu), que ocorreu há mais de 5 mil anos, e cujas ondas
monstruosas devastaram o Leste do Mediterrâneo, inspirou os escritores bíblicos, que para doutrinar os
devotos fabricaram a lenda do suposto “Castigo divino”.

A Península de Lisan repousa sobre parte da Falha do Mar Morto que une a placa geológica da Arábia com
a placa Africana, e os geólogos canadenses Grahan Harris e Anthony Berardow, descobriram que há cerca
de 5.000 anos, essa região foi o epicentro de um terremoto que destruiu Admá, Zeboim e Bela.
Após terremotos ou vulcões entrarem em erupção, é comum que os que não fugiram serem mortos pela
intoxicação provocada pelos gases que são liberados.

No passado as catástrofes naturais eram imputados aos Deuses, e a versão da destruição de Sodoma e
Gomorra como sendo um “castigo divino”, não passa de mais um “Conto fantástico”, onde as Leis que
comandam a realidade foram substituídas por uma fantasiosa versão religiosa.
No século 19, Henry Layard encontrou inscrições cuneiformes num bloco de argila chamado “PLANISFÉRIO
SUMERIANO", sobre um Asteróide NEO (Near Farth Objet), que foi visto em 3123 a.C, na Era astrológica
de Gêmeos, quando o Deus cultuado ainda era Enki (EA), “O Senhor das tempestades”, e não na Era de
Carneiro, do Deus Javé.
OUTROS PDFS DO LISANDRO HUBRIS

Provas de que o “Santo Sudário” é uma fraude

A imagem que aparece no sudário é de um IDOSO, e para que a “mortalha da vez” fosse verdadeira, a imagem de Jesus Cristo
deveria apresentar o biótipo de um Judeu jovem e não mostrar um idoso de olhos azuis, pele clara, cabelos lisos e longos.

DESMASCARANDO A BÍBLIA VOLUME I

Já que “Só 144 mil serão escolhidos”, o “Sacrifício” de Jesus NÃO PRESTOU, e a maioria irá para o Inferno;
principalmente os pecadores anteriores que não foram atingidos pela salvação da crucificação.

http://pt.calameo.com/read/00034268051d0e4d0af03

MOISÉS NUNCA EXISTIU

Lisandro Hubris
Editora t.calameo.com/upload 2010 Brasil

JÁ SE NASCE HOMOSSEXUAL?