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Terapia familiar:

teoria e técnica através do


estudo de um caso

TEREZINHA H:RES CARNEIRO >!<

ANA MARIA FAUSTO SABA **

1. Introdução; 2. Família vista como


um sistema; 3. Enfoque terapêutico;
4. Atuação do terapeuta familiar; 5. Um
caso de terapia familiar; 6. Conclusão.

1. Introdução

Terapia familiar refere-se a um trabalho terapêutico cujo âmbito de intervenção


não é o paciente individual isolado, mas a família vista como um todo orgânico. O
processo terapêutico focaliza os efeitos interdependentes dos múltiplos distúrbios
dentro do grupo, e como a família facilita ou prejudica o crescimento individual e
vice-versa.
A terapia familiar pode ser o meio exclusivo de tratamento, ou pode ser
combinada com outros métodos de tratamento individual. Existe grande flexibili-
dade durante todo o processo, podendo a unidade familiar ser quebrada em certas
ocasiões, de acordo com a dinâmica do caso, atendendo-se a subgrupos da família
(apenas os ftlhos, apenas os homens, ou apenas as mulheres, etc).

* Psicóloga da Divisão de Psicologia Aplicada do Departamento de Psicologia da PUe/RJ.


** Estagiária da Divisão de Psicologia Aplicada do Departamento de Psicologia da PUe/RJ.

Arq. bras. Psic. apI., Rio de Janeiro, 27(4): 77-84, out./dez. 1975
Este tipo de terapia pode ser aplicado a uma grande variedade de casos,
sendo especialmente útil quando os conflitos interpessoais dificultam o manejo
dos conflitos intrapsíquicos. É de grande utilidade também no tratamento de
problemas conjugais e de distúrbios das relações entre os membros da família.

2. Família vista como um sistema

o modelo sistêmico de interação familiar foi proposto por Jackson (1) ao apre-
sentar o conceito de homeostase familiar, a partir de observações de família de
pacientes psiquiátricos, cujos membros demonstravam, quase sempre, grandes
mudanças de comportamento quando o paciente, em tratamento, obtinha melhora.
Constatava-se que mudanças no comportamento de um membro da família
provocavam mudanças nos demais, modificando também a interação entre eles.
Família passa a ser vista então como um sistema de interações e dependên-
cias, constantemente regulado na medida em que tende a preservar seus padrões
estabelecidos de interação. Esse equilíbrio é mantido pelas regras familiares.
Segundo Jackson e Riskin (2) as regras referem-se aos tipos de interação permi-
tidos entre os membros da família.
Toda família possui regras que regulam seu funcionamento. Essas regras
estendem-se num contínuo, desde aquelas que são claramente conscientes para os
membros da família até aquelas das quais esses não têm consciência.
Quando ocorrem irregularidades, isto é, quando as regras são desobedecidas,
a homeostase é quebrada, e a família dispõe então de metarregras, ou seja, modos
habituais de restaurar as condições condizentes com as regras.
Marido e mulher são, segundo Satir (3), os arquitetos da família. Sua relação
vai modelar as interações entre eles e os filhos e, até mesmo, as relações dos filhos
entre si. Através da observação e participação na relação conjugal, cada fIlho vai
derivar o conceito de "ser-em-relação-com-o-outro".
Os pais são como que a chave para o entendimento da família e sua auto-
estima vai determinar a possibilidade de desenvolvimento autônomo dos filhos.
Pais com baixa auto-estima e pouca confiança um no outro esperam que seus
fIlhos aumentem sua auto-estima, sendo uma extensão deles mesmos e realizan-
do desejos que eles não conseguiram realizar (4). Nesse contexto, as crianças são
levadas a desempenhar papéis que dizem respeito aos pais e não a elas, e essa
situação reforça sua baixa auto-estima.

3. Enfoque terapêutico

Antes de iniciada a terapia é preciso haver um esclarecimento das expectativas do


terapeuta e da família. O contrato terapêutico deve estabelecer uma atmosfera de
trabalho em que a família terá grande responsabilidade.

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o terapeuta tomará claro que encara os problemas ou sintomas de qualquer
membro da família como algo que envolve e diz respeito a toda a família, ten-
tando assim tirar o foco do paciente identificado (aquele que é traduzido pela
famI1ia como cliente).
O diagnóstico familiar é um diagnóstico interacional. O problema do indi-
víduo é visto como um sintoma da patologia da família. A preocupação básica é
com o funcionamento global da família, vista como um organismo.
Para que indivíduos e família funcionem livres de qualquer sintomatologia,
cada pessoa precisa sentir que está "crescendo" e produzindo de modo adequado à
sua personalidade. O sintoma é, portanto, uma indicação de que o crescimento dos
membros da família está sendo, de algum modo, impedido. Isso pode ser expli-
citado apenas pelo paciente identificado, mas existir, de forma latente, em todos
os outros membros.
No tratamento de família a ênfase é colocada nos padrões de interação
interpessoal, deduzidos da comunicação, o que é chamado de processo (5). O
terapeuta estará sempre atento ao modo como as mensagens são enviadas e rece-
bidas, assim como à sua direção, clareza e congruência. O importante é buscar
sempre o processo (o como), evitando ficar preso ao conteúdo (o quê). Em geral,
as famílias buscam terapia não por causa do processo, mas por causa de resultados
indesejáveis (problemas de comportamento do fIlho, dores de cabeça da mãe,
etc.).

4. Atuação do terapeuta familiar

O terapeuta deve entrar na família como participante ativo e um catalisador.


Tentará observar qual é o processo da família, como seus membros lidam com
crescimento e que tipo de modificação é desejável na dinâmica familiar.
O terapeuta familiar precisa estar consciente de como se sente a respeito de
suas intervenções e de como essas intervenções se encaixam no objetivo de mu-
dança da família. Ele precisa estar consciente sobretudo de sua própria história
familiar e de sua interação conjugal.
A ação terapêutica far-se-á no sentido de alcançar um ou uma combi-
nação dos seguintes objetivos: quebrar os estereótipos; incluir cada membro na
famI1ia; clarificar significados; reforçar o ego dos membros individuais; enfatizar.
o valor da individualidade; tomar o implícito explícito; combater a atribuição
de culpa etc.
No tratamento familiar é muito comum o trabalho em co-terapia. Isso
acontece principalmente por causa do número, às vezes elevado, de pessoas
atendidas simultaneamente e pela possibilidade de divisão de papéis, dando
maior liberdade aos terapeutas. A dupla terapêutica composta por um homem e
uma mulher é especialmente útil, na medida em que possibilita identificações e
valorizações sexuais.

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5. Um caso de terapia familiar 1

A família F, de nível sócioeconômico superior, é composta de cinco membros:


pai P (38 anos); mãe M (38 anos); A, fIlho (12 anos); B, fIlha (10 anos); C, ftlha (9
anos - paciente identificada).
A senhora M procurou a Divisão de Psicologia Aplicada do Departamento de
Psicologia da PUCjRJ, em busca de terapia para C, cujas queixas eram as cons-
tantes brigas com B, em conseqüência de grande rivalidade, e o fato de C ainda
chupar dedo aos nove anos.
Foi solicitada uma entrevista com o casal onde evidenciou-se que o pro-
blema não estava centrado apenas em C, na medida em que os pais mostraram
preocupação com os três ftlhos, sobretudo com a busca de uma forma adequada
de educá-los, já que, apesar de terem sempre tentado fazer o melhor, sentiam-se
mal sucedidos, não entendendo o comportamento competitivo de C e B. Tendo
em vista o que foi trazido na entrevista com o casal, achamos adequado ver a
família toda num arte-diagnóstico familiar.2
A análise do material dessa sessão levou-nos a várias conclusões:
a) família com grande dificuldade de se comunicar e interagir (impossibilidade
dos membros de executarem uma tarefa conjunta e de dialogarem sobre o que
estavam fazendo);
b) pais muito permissivos e com dificuldades de impor limites aos fIlhos (C e B
desligaram-se completamente do grupo familiar e, muitas vezes, perturbaram o
andamento do trabalho, impedindo que o mesmo fosse executado; diante disso os
pais não tiveram nenhuma reação);
c) C e B com comportamentos exibicionistas;
d) pai omisso, ansioso e visto por todos os membros da família como desvalori-
zado (representado, no "desenho abstrato" da família, por M como um "coração
bolha", por B como uma "piada", e por C como "um cocô");
e) mãe mais atuante, controladora, elemento em torno do qual a família
consegue um mínimo de integração;
f) A passivo, inibido, não conseguindo, em nenhum momento, colocar-se para
o grupo.
Foi estabelecido então um contrato terapêutico de uma sessão semanal,
durante quatro semanas, com toda a família, na qual tentaríamos delimitar e
explicitar um campo de atuação da terapia familiar, tendo em vista as queixas e
objetivos da família.

1 Caso atendido na Divisão de Psicologia Aplicada do Departamento de Psicologia da


PUC/RJ, pelas co-autoras deste artigo, de maio/74 ajaneiro/75.
2 Técnica de autoria da Dr.a Hanna Y. Kwiatkowska, visando à avaliação diagnóstica da
família, através de seis desenhos feitos por seus membros_

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Nesta fase foram confirmadas as hipóteses levantadas após o arte-diagnóstico
familiar, e constatadas, ainda, outras áreas de conflito, como a dificuldade de
verbalização dos problemas conjugais; a discordância dos pais quanto aos métodos
de educação dos filhos (P desqualificava, diante das crianças, os métodos usados
por M, por exemplo os gritos e tapas dados por ela); a dificuldade do casal em
conversar sobre ressentimentos antigos não explicitados; a autodesvalorização de
M (necessidade constante de agradar os outros, para quem estava sempre fazendo
alguma coisa, sem todavia permitir que fizessem nada por ela; impossibilidade de
adquirir coisas para si, achando sempre que havia algo mais importante do que
ela); o fato de B também chupar dedo e de ter comportamentos exibicionistas
assim como C.
Na quarta sessão fez-se uma síntese da evolução do caso até então e reno-
vou-se o -eontrato, de uma sessão semanal, de Ih e 30m, com a família toda, por
um tempo não limitado.
Foram realizadas mais 20 sessões onde evidenciamos o seguinte movimento
no processo terapêutico: nas primeiras sessões o material, que era muito rico, foi
trazido quase que em forma de relato (por exemplo, mãe e filhos reclamavam dos
comportamentos de fuga, de não-envolvimento e de soluções apIacativas de P em
quase todas as situações conflitantes da vida familiar); aos poucos, os membros da
famI1ia passaram a vivenciar seus conflitos dentro das situações de terapia (numa
situação conflitante, vivenciada intensamente por B e C, durante uma sessão, as
duas competiam e reivindicavam direitos concedidos por uma regra estabelecida
por P. A regra consistia em premiar aquela que fosse molestada pela outra com
Cr$ 5,00. Diante do inconformismo da "perdedora" (B) e do "escândalo" que
esta formou, P, para aplacar esses comportamentos, não fez cumprir sua regra, e
depois de ter dado os Cr$ 5,00 para a "vencedora" (C) exigiu que ela os dividisse
com B. Os dois comportamentos aplacativos de P - o estabelecimento da regra e o
não cumprimento da mesma - só serviram para tornar a situação mais crítica);
num terceiro movimento, houve uma queda na quantidade de material trazido,
que deu lugar a uma elaboração dos conflitos já mencionados (a dificuldade de P
colocar regras familiares coerentes e exigir o cumprimento das mesmas foi substi-
tuída, no fmal do tratamento, pela explicitação clara de regras familiares consis-
tentes, como por exemplo no caso do estabelecimento do horário para a chegada
das crianças a casa,. à noite. O horário que era anteriormente de 22h, pas-
sou a ser de 2Ih e 30m. Diante do inconformismo e do "escândalo"
formado por B e C, o pai manteve a regra e disse que se a mSlS-
tência persistisse, o horário poderia ser até antecipado. Como P conseguiu
explicar o motivo da mudança da regra e ser coerente o tempo todo, B
e C acabaram entendendo sua colocação, aceitando a nova regra). Nesta
fase a faml1ia já não estava mais tão presa ao. conteúdo de seus con-
flitos, mas buscava formas mais adequadas e efetivas de como compreendê-los
e resolvê-los.

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Os pais, que tinham tanta dificuldade de impor limites aos fIlhos, nas
últimas sessões conseguem fazê-lo de forma tão coerente e adequada que parece
ter ficado fácil para os fIlhos compreenderem e aceitarem os limites impostos.
A senhora M, que no início mostrou uma auto-estima muito baixa, consegue
aos poucos reivindicar direitos para si mesma Gá no fmal do processo terapêutico,
M, diante da possibilidade de viajar para o exterior com P, optou pela utilização
deste dinheiro numa cirurgia estética para si mesma); dizer não ao marido e aos
fIlhos sem se sentir culpada; explicitar suas queixas; enfim, valorizar-se como
pessoa e como mulher.
O senhor P, no início tão passivo e omisso, fugindo de situações conflitantes
e buscando soluções aplacativas, consegue, aos poucos, participar das tarefas fami-
liares, dividindo com M atribuições que eram exclusivamente deixadas a ela (por
exemplo, a explicação e correção dos deveres escolares das crianças). Em relação à
educação dos fIlhos, os pais conseguem uma linha mais coerente de atuação,
passando a mandar mensagens mais consistentes para eles, que se sentem assim
mais seguros e apoiados.
A rivalidade entre C e B, trazida como queixa principal, foi notada intensa-
mente ao longo do tratamento (havia uma preocupação constante, em cada uma,
em obter melhores notas escolares do que a outra; em "tomar" as amigas da outra;
em dançar balé melhor que a outra; etc.).
C, que era tida por todos os membros da família como líder, dá esse lugar,
por algum tempo, a B e passa a ter um comportamento mais submisso, sem
conseguir revidar as provocações de B.
No fmal do tratamento C e B conseguem se aceitar como personalidades
diferentes e se sentem satisfeitas com os êxitos de cada uma, sem a necessidade de
comparações ou exigências de igualdade (B ganha um prêmio de pintura na escola
e C consegue participar da alegria geral da família diante do êxito da irmã. Por
outro lado, ,c é convidada para dançar balé no Teatro Municipal como
"primeira bailarina" e B vai assistir ao espetáculo e "vibra" com a exibição da
irmã).
Foram verificadas mudanças também no que diz respeito ao comportamento
exibicionista de ambas, à sua impossibilidade de dialogar e à tendência de se
desligarem do grupo familiar, o que passou a não mais ocorrer.
A, no início muito omisso e "desligado" (não dá sua opinião nas decisões
familiares e, quando solicitado diretamente, quase sempre concorda com a
maioria), consegue, aos poucos, participar mais (por exemplo, no estabelecimento
do horário de chegada a casa, ele consegue não só dar sua opinião, como também
fornecer subsídios adequados para tornar o argumento dos pais mais coerentes),
todavia não consegue participar tanto quanto C e B, dando-nos a impressão de que
será sempre mais passivo do que elas.

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Na última sessão, foi feito um segundo arte-diagnóstico familiar, que levou
às seguintes conclusões:
a) farnllia integrada, não se notando formação de clicks, nem a presença de
"estrelas" (B e C não se comportaram mais de forma exibicionista, mas interagi-
ram com todos os outros membros da famI1ia);
b) tentativa de organização nas tarefas coletivas, onde se observou cada mem-
bro buscando e ouvindo a opinião dos demais;
c) clima de aceitação mútua, de possibilidade de censura, críticas e objeções
de lado a lado (as discordâncias foram ouvidas por todos, discutidas e resolvidas de
forma adequada);
d) pais com bastante liberdade de expressão, assim como os fIlhos, conseguindo
colocar limites, quando necessário, e buscando uma coesão do grupo, o que foi
conseguido;
e) liderança exercida pela mãe, não de forma rígida e imposta, mas alternada
com outros membros da farnllia;
f) comunicação clara, direta e explicitada, por parte de todos os membros da
família.

6. Conclusão

A escolha do caso apresentado está ligada não apenas ao fato de ter sido um caso
bem sucedido, mas sobretudo ao fato de que o mesmo ilustra pontos-chave da
teoria de família, na qual se apóia a técnica da terapia familiar.
Vimos a família funcionando como um sistema equilibrado e, na medida em
que ocorriam modifIcações, por exemplo, no comportamento de C (paciente
identifIcada) que funcionava como depositária dos conflitos da família, e da qual
foi retirado o foco do tratamento, outros sintomas começaram a aparecer em
outros membros da família, por exemplo em B (sintomas, inclusive, semelhantes
aos de C).
Quando uma regra familiar foi desobedecida, por exemplo, quando a senho-
ra M tendo aumentado sua auto-estima, deixou de fazer tudo pelos fIlhos (buscar e
levar a todos os locais; ajudar em todos os deveres; fIcar esperando durante
Ih e 30m, dentro do carro, enquanto ele tinha aulas particulares etc.) o equilíbrio
do sistema foi rompido, e a família lançou mão de metarregras (reclamações de A,
gritos de C, choros de B etc.) para restabelecer as condições condizentes com a
regra de que a mãe devia fazer todas as coisas por eles; até que no fmal do
tratamento, com o crescimento de todos os membros da famI1ia, essa regra foi
modifIcada.
A ênfase do trabalho terapêutico foi colocada nos padrões de interação dos
membros da famI1ia, buscando uma comunicação mais clara e congruente entre

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eles, enfatizando o valor da individualidade e, sobretudo, explicitando seus con-
flitos, desejos e sentimentos. Por motivos de sigilo profissional, não citamos aqui
exemplos mais vivos da evolução da intervenção terapêutica.
Este foi o processo que tentamos modificar, embora a senhora M tenha nos
procurado em busca de terapia para C, que chupava dedo e competia a todo
momento com B. Como vimos, na medida em que o processo familiar foi modifi-
cado esses e outros sintomas indesejáveis deixaram de ocorrer.

Referências bibliográficas

I. Jackson, Don D. The question of family homeostasis. Psychiatric Quaterly Supple·


ment, v. 31, 1957.
2. & Riskin, J. Methodology for analyzing family interaction, Progress Report,
1963.

3. 'latir, V. Conjoint family therapy. Science and Behavior Books, California, 1967.
4. . Peoplemaking. Science and Behavior Books, California, 1972.
5. Sorrells, J. & Ford, F. Toward and integrated theory of families and family therapy.
Psychotherapy, Theory, Research and Practice, v. 6, n. 3, 1969.
6. Watzlawick, P.; Beavin, 1. H. & Jackson, Don D. Pragmática da comunicação humana.
Editora Cultrix, São Paulo, 1973.

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