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Semanário Regional de Informação Director: João Campos www.jornalnordeste.

com
n.º 730. 3 de Novembro de 2010. 0,75 euros

RURAL

Estado quer
livrar-se
Intermediários do Centro Hípico
baixam preço
da castanha
BRAGANÇA

Catálogo de
Adriano Moreira
custou 50.000 €

BRAGANÇA Bragança M. Cavaleiros

Comerciantes Instituto da Conservação da Natureza


ignoram cam- e Biodiversidade vai entregar gestão
panha de Natal
Devido ao feriado
à Junta de Freguesia de França (Bragança)
do pró­ximo dia 1 de
Novembro, o Jornal
Nordeste só vai pa­ra
as bancas a 3 de No­
entrevista

“Sempre em festa!”
tocar.

8 @ Há quantos anos e como


surgiram os Galandum?
as tradições espanholas. Estamos na R: O projecto surgiu em 1996
FACTOS raia e a cultura não tem fronteiras. com a intenção clara de preservar
Nesse aspecto, nós temos feito um a cultura tradicional das terras de
Nomeado: trabalho bastante reconhecido pela Miranda. Recolher, investigar, re­
Galandum Galundaina crítica. produzir e divulgar a cultura musical
Músicos: Alexandre, Manuel e de Miranda e Trás-os-Montes em ge­
Paulo Meirinhos (três irmãos) e 3 @ Mas tinham a percepção ral. O Nordeste Transmontano, no
Paulo Preto de que poderiam ganhar? processo de globalização mundial,
R: O facto de estarmos ali e termos é um pontinho de uma colher de
Vencedores do 1º Prémio Megafo­
sido eleitos para a Gala Final dos três farinha, por isso, estarmos a res­
ne – João Aguarela, Música para
melhores, entre 29 grupos, já é uma trin­gir-nos ao planalto mirandês é
uma nova tradição
vitória. Agora, o primeiro prémio já demasiado. O Galandum é um pro­
Entrevista a: Paulo Preto sabemos que depende de quem está jecto que já se pode rever no Nordeste
Idade: 45 anos a votar. Eu não estava a pensar que Transmontano. Apesar do mirandês
Origem: Sendim, Miranda do ganhássemos porque somos um grupo ter ficado ali encravado em Miranda,
Douro completamente independente, nós nos velhos tempos do Reino de Leão,
não estamos em Lisboa, sei também era uma língua que se falava em todo
que nós não temos ninguém que nos z Paulo Preto é um dos rostos do grupo o Nordeste Transmontano.
BRUNO MATEUS FILENA dê uma mãozinha e estamos cá em
cima. Por isso, o nosso grupo não mas eu penso que este disco chegará 9 @ Prestes a fazerem 15
1 @ O Galandum Galundaina es­ta­va minimamente preocupado se facilmente a Disco de Ouro. Que são anos, pretendem comemorar
conquistou, recentemente, o iria ou não ganhar o prémio. Agora, as 10 mil cópias. essa efeméride de alguma forma
1º Prémio Megafone no Centro foi bom! Nós, também, sabemos especial?
Cultural de Belém. Qual foi o aquilo que valemos e, se calhar, já 6 @ Não está muito preocu­ R: Penso que não! Festejámos os
sentimento predominante no estávamos à espera de, pelo menos, pado? 10 anos com a gravação de um DVD no
grupo? sermos nomeados para a Gala dos R: Não! Nós queremos fazer as Teatro Municipal de Bragança. Nos 15
R: Nós temos consciência do tra­ três finalistas. Claro, até a feijões coisas com muita calma e elas hão-de anos, havemos de fazer alguma coisa,
balho que temos vindo a de­sen­volver, não gostamos de perder. Mas não aparecer. Quando a qualidade é boa, obviamente. Mas nós, todos os anos,
em termos de dinâmica, de discos e estávamos obcecados pela ideia... aparecem. Agora, preocupa-me mais fazemos imensas coisas. Nós estamos
de espectáculos, ao longo de todo é manter este nível. sempre em festas! É uma coisa boa
este tempo. Mais, este último disco é 4 @ Mas concorda que o que o projecto tem. Sempre que va­
muito bom, foi muito bem produzido, prémio foi o reconhecimento mos a um sítio fazer uma demons­
está muito bem feito e, depois, traz nacional do trabalho que tração estamos sempre em festa.
uma sonoridade à música portugue­ tem sido desenvolvido pelo
Sucesso e reconhecimento
sa diferente daquela a que estamos Galandum Galundaina? Depois que advêm do rigor, 10 @ Têm actuado, de resto,
habi­tuados a ouvir noutros grupos de alcançado o respeito e o do empenho e do talento um pouco por todo o mundo?
de mú­sica tradicional. Nós levamos reconhecimento do Nordeste R: Sim! Mas, por exemplo,
algo mais, algo que nos distingue e, Transmontano e mesmo, até, quando vamos a Espanha, nem conto
de certa forma, revoluciona a sonori­ internacional. 7 @ Tem alguma preferência isso como ir ao estrangeiro porque faz
dade em termos de grupo na música, R: Faço minhas as suas palavras. por algum instrumento em parte da Península Ibérica. No ano
atrever-me-ia a dizer, folk ibérica. particular? passado, estivemos em Cabo Verde,
5 @ O terceiro e último ál­ R: Não tenho instrumentos na Malásia e em França, em festivais
2 @ Então, vai mais para bum, “Senhor Galandum”, preferidos. Além do projecto, toco internacionais. Mas já estivemos nos
além da tradição mirandesa? É não contando com o DVD, saiu muitos outros. Galandum Galundaina, cinco continentes
um extravasar de culturas em em Dezembro de 2009. Ainda em termos gerais, não é feito por
sonoridades distintas? fresco, está no mercado há músicos que tocam determinados 11 @ De todos os países
R: As tradições são mirandesas. menos de um ano. Como é que instrumentos para fazer parte de onde tocaram, qual foi aquele
A música é recolhida em Miranda. está a correr em termos de uma banda. Pelo contrário, trata-se que mais lhe marcou mais afin­
Mas, a nível melódico, rítmico, vendas? de tocar determinados instrumentos cadamente a memória pelos
tímbrico, nós estamos a fazer uma R: Começou a ser divulgado em escolhidos pelo projecto. Nem que seus aspectos positivos?
pequena revolução que é reconhecida Janeiro, mas eu penso que andará para isso, um dos elementos tenha R: O que me marcou mais? Foi
quase por toda a gente que nos ouve. perto das 10 mil vendas porque de o aprender e estudar. Isto é muito Cuba. Pelos mais diversos factores...
Além da música ser portuguesa, é muitos são vendidos nos concertos, importante! Quando se decide que Agradaram-me as pessoas, a sua
diferente. Mesmo em termos ibéricos, outros nas FNAC. Por isso, não um instrumento tem de fazer parte amabilidade, aquela gente tão boa
porque nós temos muito a ver com estarão muito bem contabilizadas, do Galandum, o músico tem que o que nada tem e é tão feliz, tão culta.

Quer mudar de vida? Procura emprego? Crie o seu próprio negócio! A EDP e a Glocal e a sua Câmara podem ajudá-lo.
O “Prémio EDP Empreendedor Sustentável Sabor 2010” dá-lhe apoio técnico para lançar a sua empresa.
Os melhores projectos terão ainda direito a um prémio monetário.
Apresente as suas ideias em Macedo de Cavaleiros: 2 e 3 de Novembro;
Mogadouro: 9 e 10 de Novembro; Torre de Moncorvo: 16 e 17 de Novembro.
Mais informações pelo telefone707 30 62 94
Candidaturas terminam a 10 de Novembro
e nas câmaras de Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros,
Increva-se já.
Miranda do Douro, Mogadouro e Torre de Moncorvo.

 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


Empresa “limpa” salários
BRUNO MATEUS FILENA ge Nunes.
Ao que foi possível
apurar, a empresa que
Empresa de limpeza está a substituir a Nu­
contratada pela Câmara trilaxia é a Brilimpa,
com sede em Bragança,
de Bragança falha que perdeu o concurso
nos salários desde Março para a empresa lisboe­
ta, mas sempre honrou
A empresa contratada pela Câ­ os compromissos com
mara Municipal de Bragança (CMB) os trabalhadores.
para assegurar a limpeza dos espaços Quanto aos atra­
municipais não paga aos funcioná­ sos, cabe à Autorida­
rios desde Março passado. A situação de para as Condições
está a afectar 33 trabalhadores, que de Trabalho resolver
na passada quinta-feira reuniram esta situação delicada.
com o presidente da CMB para ten­ “A Inspecção-Geral de
tar arranjar uma solução para o pro­ Trabalho já lá foi, diz
blema. que está à espera que
Apesar de estarem na Câmara a empresa envie os pa­
mais de dez funcionários, apenas dois péis, mas lá de baixo
quiseram falar. só há uma senhora que
“Nós estamos sem receber desde nos atende o telefone e
Março. A Câmara diz que cumpriu, z Autarquia já rescindiu o contrato com a Nutrilaxia que nos diz que nos te­
mas a Nutrilaxia [assim se chama a mos de nos mexer para
empresa contratada] dizia que era a balhadora há 7 anos nas Piscinas de Outubro, altura em que a autar­ outro lado que não vamos receber da
Câmara que não pagava. Ultimamen­ Municipais, assume publicamente o quia suspendeu o contrato com a Nu­ empresa. Foi o que nos foi dito. Nin­
te, já afirmavam que eram as trans­ seu drama e a sua revolta. “As outras trilaxia, que vigoraria até Fevereiro, guém dá respostas concretas”, disse
ferências que eram mal feitas, mas o empresas sempre pagaram a tempo se tudo corresse dentro da normali­ Silvina.
certo é que não pagavam nada con­ e horas. Com esta, houve problemas dade. O Jornal NORDESTE contactou
creto a ninguém”, denuncia Silvina desde o início para recebermos. Uma “Já tomámos a decisão de resci­ telefonicamente a empresa e confir­
Figueiredo, a trabalhar com mais três pessoa chega ao fim do mês, não tem são de contrato, notificámos a em­ mou a versão da funcionária, pois
colegas na limpeza do Centro Cultu­ salário, faz o quê?”, argumenta. presa por incumprimento contratual na sede da Nutrilaxia, em Lisboa, a
ral e da Biblioteca Municipal. e, no dia 1 de Novembro, entrará uma secretária afirmou que o administra­
A situação é aflitiva. “Já cheguei a nova empresa que executará os servi­ dor não passa na empresa “há muito
ter 3 e 4 meses em atraso. Agora, te­ Administrador da Nutrilaxia, ços complementares ao contrato nos tempo”.
nho 2 meses de salário, mas subsídio em Lisboa, não passa três meses que faltam. Entretanto, “Todas se queixam, todas se quei­
de férias e vem aí o subsídio de Natal. na empresa “há muito tempo”, decorrerá, de imediato, um concurso xam, mas ninguém tem coragem de
O senhor presidente da Câmara diz público para o efeito”, assegurou Jor­ dar a cara”, afirma Silvina.
que não assume a situação, porque a
revela secretária
Câmara cumpriu, diz, mas a empresa
que nos contratou é que não cumpriu Apesar da falta de pagamento de
connosco”, acrescenta a trabalhado­ dois meses e subsídio de férias, Mar­
ra. garida continua a trabalhar, mesmo
Também Margarida Ataíde, tra­ sem receber, e assim foi até ao final

Electroencefalogramas - EEG
Neurologia | Psicologia Clínica e Educacional
Medicina Geral | Ginecologia e Obstetrícia
(ecografia, biópsias, papanicolau) | Dermatologia
Ortopedia | Nutrição e Terapia da Fala T2 CAMPELO T3 BAIRRO SANTIAGO T3 BRAGUINHA
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BRAGANÇA

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Estado abandona Centro Hípico de França numa visita a Bragança, assumiu


que o futuro do Centro Hípico de
França poderia passar pela transfe­
rência da sua gestão para privados.
TERESA BATISTA
Além disso, o equipamento “não
reúne as condições necessárias para
Instalações e cavalos o seu registo na Federação Equestre
Portuguesa, condição indispensá­
vão passar para a Junta vel ao seu funcionamento público”,
de Freguesia, que se informa o PNM num ofício afixado
prepara para entregar numa das portas da cavalariça.

a gestão a privados Quatro cavalos e quatro


O Instituto de Conservação da éguas alojados poderão ser
Natureza e Biodiversidade (ICNB) vai vendidos por 1500 euros
entregar o Centro Hípico de França,
integrado no Parque Natural de Mon­ Ao que foi possível apurar, em
tesinho (PNM), à Junta de Freguesia. cima da mesa está também a ques­
Apesar do protocolo que vai forma­ tão da venda dos cavalos, dado que a
lizar a cedência do espaço ainda não autarquia não tem capacidade finan­
estar assinado, o ICNB avança que há ceira para suportar os encargos com
um bom entendimento entre as par­ z Manutenção do Centro Hípico custa 30 mil euros por ano o tratamento. Por isso, os animais
tes, o que significa que será a autarquia deverão ser vendidos ao operador
a decidir o futuro do Centro Hípico. tro Hípico para a Junta de Freguesia é o Jornal NORDESTE sabe que o Es­ turístico que vier a explorar o Centro
Recorde-se que esta infra-estru­ o primeiro passo para entregar a ges­ tado tem as contas em atraso e que as Hípico. Apesar do valor da venda ain­
tura, que já foi um pólo de atracção tão a um operador privado, com negó­ rendas não são pagas há vários meses. da não estar fechado, o Jornal NOR­
do PNM, está fechada ao público cios na área do turismo de natureza. Os custos associados ao equi­ DESTE sabe que os oito animais já
desde 15 de Setembro de 2008, mas Actualmente, a cavalariças aco­ pamento, que não recebe visitantes foram avaliados em 1.500 euros.
o ICNB mantém ao serviço os dois lhem quatro machos e quatro éguas, nem gera receitas, estarão na ori­ Apesar dos esforços e dos insis­
tratadores que cuidam dos cavalos e que custam ao ICNB 30 mil euros por gem da mudança de gestão. Aliás, tentes telefonemas, não foi possível
zelam pelas instalações. ano, mais uma renda à Junta de França já em Maio do ano passado, o di­ auscultar o presidente da Junta de
Ao que o Jornal NORDESTE con­ pela cedência dos terrenos onde fun­ rector-adjunto das Áreas Classifi­ Freguesia de França, Amândio Costa,
seguiu apurar, a transferência do Cen­ cionava o Centro Hípico. No entanto, cadas do Norte, Duarte Figueiredo, sobre o futuro do Centro Hípico.

Bragança M. Cavaleiros

 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Bragança solidária
“É uma instituição que merece
muito carinho, pela qual tenho mui­ CASOS DE POLÍCIA
to ternura e sobre a qual eu acho que
todos nós temos que ser solidários e, Planalto Mirandês
BRUNO MATEUS FILENA lhares de euros.
Nesta confraternização por uma
de alguma forma, responsabilizar­
mo-nos pelos seus destinos. Estamos
Cannabis
Comunidade mostra
boa causa, para além da música, hou­
ve teatro interpretado por utentes e
a falar de pessoas diferentes, de pes­
soas que precisam de ser acarinha­
apreendida
o seu apoio à diferença, cantou-se o hino da instituição cujo das e apoiadas na sua inclusão, na
título proclama “És necessário”. sua integração social e no combate à
comparecendo massiva-
descriminação”,
mente no almoço da APADI defendeu Jorge
Novo, eleito pre­
Mais de 300 pessoas deram o seu sidente da APA­
contributo no Almoço Anual da As­ DI em Janeiro
sociação de Pais e Amigos do Dimi­ último.
nuído Intelectual (APADI), que teve Para o res­
lugar logo após a exposição de traba­ ponsável, a ins­
lhos feitos pelos utentes da institui­ tituição “sempre
ção. Entre eles, podiam-se encontrar foi um sonho,
motivos de decoração, brindes, lem­ uma causa e uma
branças, velas, pinturas, puffs, almo­ razão de felicida­
fadas, bonecos, entre muitos outros de. Se nós puder­
produtos. Todos concebidos no Cen­ mos fazer estas
tro de Actividades Ocupacionais da pessoas felizes,
APADI e cujo dinheiro das respecti­ também nós nos
vas vendas reverte a favor da pessoa sentiremos feli­
com deficiência autora do trabalho. zes”, exprimiu. z Cannabis era cultivada em casa
De sublinhar o facto da artista Actualmente,
transmontana, Graça Morais, ter doa­ a APADI conta A GNR apreendeu diversas
do à instituição uma pintura e duas com 77 utentes e plantas de Cannabis Sativa nos
serigrafias, avaliadas em alguns mi­ z Jorge Novo junto ao quadro doado por Graça Morais 50 funcionários. concelhos de Miranda do Douro
e Mogadouro, na sequência de
investigações e em cumprimen­
to de dois mandatos de buscas e

…Em flagrante
apreensão.
Na passada quarta-feira, as
autoridades apreenderam 137
gramas de cannabis em fase de
Quando menos se secagem, das quais 9,1 gramas es­
tavam prontas para consumo. O
espera, a “ratoeira” suspeito, um homem de 35 anos,
residente em Miranda do Douro,
aparece na estrada foi constituído arguido. A can­
nabis encontrada pela GNR terá
de acesso às Pisci- sido cultivada na sua residência.
nas Municipais de No dia seguinte, as autorida­
des apreenderam vários pés de
Vimioso. O desnível cannabis, que totalizavam cerca
de um quilo, em fase de secagem e
é de tal ordem, que cerca de 8,6 gramas prontas para
vale a pena deixar consumo. O indivíduo suspeito
tem 40 anos, reside em Bempos­
aqui este aviso… ta, no concelho de Mogadouro,
e já é referenciado por situações
idênticas em anos anteriores.
Recorde-se que só este ano o
comando territorial de Bragança
já apreendeu mais de 34 quilos de
Envie-nos as suas sugestões para geral@jornalnordeste.com cannabis.

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3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

breves Centro Hospitalar em tribunal


Macedo de Cavaleiros BRUNO MATEUS FILENA de acordo e tinha que haver uma mente para nos dizer realmente
Escola promove espírito proposta por parte da administra­ se a tomada de decisão do CHNE
ção hospitalar. Não houve! Ago­ teve fundamentação legal ou não.
empreendedor Enfermeiros avançam ra, vamos aguardar serenamente Nós acreditamos que tenha sido
Este ano, a Escola Iniciativa-2010 /2011 com processo no Tribu- por uma decisão do juiz”, decla­ ilegal”, concluiu.
rou a representante dos autores Sem qualquer acordo, o caso
vai funcionar em Macedo de Cavaleiros, com nal de Trabalho devido da petição, que pediu anonimato ficará agora entregue ao Tribunal
o objectivo de fomentar o espírito empreen­
dedor entre os alunos do ensino básico do ao corte de 75 por cento com receio de represálias. de Trabalho de Bragança. O julga­
“De um valor hora de, aproxi­ mento terá início a 14 de Feverei­
Agrupamento de Escolas do concelho. nos suplementos madamente, seis euros, nas horas ro e só nessa altura o anonimato
O período de inscrições termina no final
mais bem pagas, passámos para cairá por terra. Até lá, ninguém
desta semana. As equipas poderão se consti­
Um grupo de profissionais de 1.55 euros, independentemente quer dar a cara. É que quando o
tuídas por toda a turma, com um número mí­
saúde da Unidade de Bragança do dia, seja ele feriado ou não. As Jornal Nordeste noticiou a greve
nimo de seis alunos, mas poderão surgir mais
moveu uma acção no Tribunal de tardes deixaram de ser pagas e dos enfermeiros, a 25 de Feverei­
do que uma equipa por turma.
Trabalho contra o Centro Hospi­ pagam-nos as noites de segunda ro, os profissionais que se mani­
Ao longo de todo o concurso, as equipas
festaram
terão que ultrapassar os desafios propostos
na nossa
pela organização. Os resultados finais serão
edição de
publicados em Fevereiro de 2011. Os prémios
2 de Mar­
serão entregues no dia 2 de Março. As equipas
ço, foram
do 1º e 2º ciclos têm direito a um prémio de
alvo de
mil euros, para utilizarem numa visita à Ki­
diversas
dzania e à Fundação Batalha de Aljubarrota.
p re s s õ e s
Os estudantes do 3º ciclo podem ganhar até
internas,
2500 euros, que servirá para custear uma via­
assegurou
gem a Madrid.
a mesma
A Escola Iniciativa resulta de uma parce­
fonte.
ria entre a Câmara, a Santa Casa da Miseri­
Cita­
córdia, o Agrupamento de Escolas e a ENDU-
do pela
Projecto EmpreEndu.
R á d i o
Brigantia,
Vinhais o direc­
tor dos
Subida na ocupação hoteleira recursos
humanos
A taxa de ocupação das residenciais, hos­ do CHNE
pedarias, casas de turismo rural e parque de mantém
campismo rural (bungalows), no concelho de aquilo
Vinhais, tem oscilado entre os 70 os 100 por que dis­
cento nos dois últimos fins-de-semana z Protestos continuam, mas, agora, o pessoal do CHNE tem medo de represálias sera em
Para o presidente da Câmara de Vinhais M a r ç o
Américo Pereira “o turismo no concelho está talar do Nordeste (CHNE). a domingo com o mesmo valor deste ano, quando a polémica à
a viver um bom momento”. “As receitas estão Em causa está a diminuição de 1.55 euros, para além do nosso volta dos suplementos foi torna­
a aumentar, existe capacidade instalada de em 75 por cento do valor das ho­ salário base”, afirmou a mesma da pública.
boa qualidade em termos de infra-estruturas ras de qualidade/suplementos fonte, após a derradeira reunião Sem gravar declarações, José
e de recursos humanos, o que demonstra que pagas nos turnos da tarde, noite, com o advogado do CHNE. Teixeira reafirmou que, até ao
estamos no caminho certo”, salienta Américo fim-de-semana e feriados, medi­ início do ano, estes trabalhadores
Pereira. da tomada pela administração do
O julgamento, que terá início recebiam de forma indevida, tal
CHNE no início de Janeiro. como os da Função Pública. Por
No grupo contam-se 21 enfer­ a 14 de Fevereiro, envolve
Bragança meiros, dois técnicos de Raio X e 24 profissionais de saúde. isso, desde Janeiro que passaram
a receber “de acordo com o regi­
Sobrinho reeleito um técnico de laboratório. Antes
“Nós fizemos uma média da­ me que se lhes aplica”, ou seja, o
de partirem para uma acção no
tribunal, os profissionais ainda quilo que estamos a perder por Código do Trabalho, porque são
O presidente do Instituto Politécnico de trabalhadores com contrato indi­
tentaram chegar a um “acordo mês e os valores variavam entre
Bragança, Sobrinho Teixeira, foi reeleito, por vidual de trabalho.
amigável”, mas a administração os 160 euros a 250 euros men­
unanimidade, presidente do Conselho Coor­
não apresentou qualquer pro­ sais”, continuou a representante Ao todo, esta medida abran­
denador dos Institutos Superiores Politécni­
posta. do grupo de queixosos. geu cerca de 40 trabalhadores,
cos, em eleições realizadas na passada quin­
“As reivindicações já esta­ “Queremos que esta situação mas apenas 24 avançaram para o
ta-feira.
vam na mesa, era uma tentativa seja avaliada e analisada judicial­ Tribunal de Trabalho.

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 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Livro de Adriano Moreira custou 55 mil euros


T.B. o Jornal NORDESTE está em condi­ A par do livro dedicado a Adriano
ções de avançar os números. Para a Moreira, a autarquia também adjudi­
concepção dos conteúdos, o muni­ cou a distribuição de 300 exemplares
Só para colocar 500 cípio investiu 26.400 euros, mais da obra “Bragança Marca a História
exemplares no mercado 19.250,90 para a execução gráfica de - A História Marca Bragança” às edi­
mil exemplares, aos quais acrescem ções Almedina, que vão cobrar 4.500
livreiro, a autarquia gastou 8.750 euros para a distribuição no euros por este serviço. Contas feitas,
cerca de 9 mil euros mercado livreiro de 500 volumes. a CMB vai desembolsar 13.250 euros
Ao todo, a autarquia gastou perto só para colocar estas duas obras no
A Câmara Municipal de Bragança de 55 mil euros para lançar esta pu­ mercado livreiro.
(CMB) gastou 54.404,90 euros para blicação, que considera “de interesse Recorde-se que o livro sobre a
publicar o livro “Adriano Moreira – para a História do Município”. Para vida e obra de Adriano Moreira é
Biblioteca em Bragança”, apresenta­ a CMB, trata-se de uma “referência composto por 612 páginas, que com­
do no âmbito das comemorações do municipal, com uma concepção de pilam a biografia, as obras e os textos
5 de Outubro. conteúdos e execução gráfica de ele­ publicados, as condecorações, a do­
Na altura, o presidente da CMB, vada qualidade”, cujo preço de venda cumentação fotográfica e o catálogo
Jorge Nunes, não quis revelar os valo­ ao público será de aproximadamente dos livros que fazem parte do acervo
res envolvidos na edição da obra, mas 35 euros. doado pelo professor a Bragança.

Trinta anos a escrever a história da família


Glória Lopes cumentos era verdade”, acrescentou.
Foi nessa altura que nasceu a curiosi­
dade para traçar a árvore genealógica
Professora levou três da família. “Parece que nasce uma es­
décadas para descortinar pécie de bichinho dentro de nós, co­
mecei a pesquisar, a aprender, a ir à
as origens da família Leitão chancelaria, aos livros notariais, aos
Bandeira registos paroquiais. Nunca mais pa­
rei”, adiantou. Porém, traçar o passa­
Maria de Lurdes Leitão Bandeira do da família é um trabalho que nun­
Pires, uma professora de Geografia, ca está completo, mesmo agora que
natural de Bragança, demorou cer­ as investigações foram vertidas em li­
ca de 30 anos a escrever a história vro. “Qualquer trabalho em genealo­
da sua família. Estas décadas foram gia é sempre incompleto porque esta
passadas a fazer uma investigação segue uma progressão geométrica”,
aturada, que passou pela recolha dos justificou a autora.
elementos e das fontes para traçar a
árvore genealógica da linhagem fa­
miliar Leitão Bandeira, uma das mais Autarquia suportou o custo
ilustres do concelho de Bragança, z Livro sobre família Leitão Bandeira contribuiu para fazer a história da cidade da edição de 500 exemplares
possuindo mesmo cartas de armas.
Trata-se do livro “A Família Lei­ arquivo eu não encontrava o mate­ “Desde miúda sempre ouvi dizer à O presidente da Câmara de Bra­
tão Bandeira de Bragança”, que tem rial. Numa situação, após três anos minha mãe que a família Leitão Ban­ gança, Jorge Nunes, referiu que a
origem nos Bragançãos, de Castro a investigar um documento, que não deira tinha sido uma família fidalga, autarquia suportou o custo da edição
de Avelãs, fundadores da cidade de conseguia encontrar e me diziam que mas eu não ligava nada a isso. Foi de 500 exemplares por se tratar de
Bragança, sendo que o antepassado não existia, acabei por encontrá-lo. numa visita de estudo nas Ruínas do “informação relevante para investi­
que deu origem à família Bandeira Encontrei livros fora do sítio”, expli­ Carmo, em Lisboa, que fui abordada gações futuras”. A história da cidade
participou na Batalha do Toro, que cou a autora, que foi persistente na por um indivíduo que me fez saber faz-se com a história das famílias”,
ocorreu no século XV e opôs o Rei D. sua empreitada. que era meu familiar e me falou na sublinhou.
Afonso V aos castelhanos, onde lhe A publicação do livro foi apoiada linhagem da família Bandeira e que O município já publicou mais de
amputaram as mãos quando se re­ pela Câmara de Bragança e apresen­ me enviou uns documentos”, referiu. 30 livros em edição própria. “São
cusou a largar a bandeira das tropas tado publicamente na passada quin­ Mais tarde, Maria de Lurdes Ban­ indispensáveis, porque sem que o
portuguesas. “Demorou a descobrir ta-feira, no Auditório do Conserva­ deira Pires dedicou-se a fazer inves­ conhecimento seja sistematizado e
onde estava o ramo A ou B, chegou tório de Música, que se encheu de tigações na Torre do Tombo. “Ali escrito, não se pode transmitir”, ex­
a haver alturas em que no mesmo amigos e familiares. confirmei que o que estava nos do­ plicou o autarca.

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3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Formação para dinamizar VOZES


Rosário Bragada
o mundo empresarial Organização de eventos
“Inicialmente fizemos
o diagnóstico da em­
Glória Lopes presa, depois de diag­
nosticadas as falhas,
fez-se formação pro­
ACISB lançar Programa fissional, e por último
DINAMIZAR para melhorar passamos para a intervenção prá­
tica. No meu caso construímos um
a competitividade website, foi grátis, e é muito útil
das empresas para divulgar a empresa”.

Mais de duas dezenas de empre­


sários participaram no Programa DI­ Alexandre Cruz
NAMIZAR lançado pela Associação Nordinfor
Comercial, Industrial e de Serviços
de Bragança (ACISB) em colaboração “Gostei de participar
com a Confederação do Comércio e na formação, foi mui­
Serviços de Portugal. O projecto de­ to útil, para lidar com
correu em duas fases, com a participa­ o cliente e sobretudo
ção de 25 empresas, totalmente gra­ para projectar a ima­
tuito, com o objectivo de elevar a sua gem da empresa para
capacidade competitiva, mediante um z Campanha de Natal sem adesão dos comerciantes o exterior, havia algumas dificul­
conjunto integrado de acções de for­ dades. Melhorei a nossa página na
mação e consultoria que visam, a cur­ destina-se a elevar a capacidade com­ rantes e organizacionais da empresa, internet e os logótipos”.
to, médio e longo prazo, proporcionar petitiva das micro e PME do comér­ quer as necessidades em termos de
um melhor desempenho das mesmas. cio e serviços, mediante um conjunto recursos humanos.
integrado de acções de formação e A segunda fase designada por fase Luís Morais
Formação e acção para
consultoria que visam, a curto, médio de execução do Plano de Acção envol­ Papelaria Cultura/Popular
e longo prazo, proporcionar um me­ veu dois tipos de intervenção: a con­
melhorar competitividade “Fazer em formação é
lhor desempenho das mesmas. Foi sultoria, que inclui toda a coordena­
sempre importante, é
desenrolado em três fases. ção e acompanhamento da execução
uma forma de nos re­
O Programa DINAMIZAR carac­ A primeira contou com a inter­ do Plano de Acção e que está direc­
ciclamos e de apren­
teriza-se por ser constituído por for­ venção do consultor responsável pela cionado para as mudanças organiza­
der coisas novas. Às
mação-acção, composta por acções de empresa, de onde resultou a elabo­ tivas e de gestão, mas também para as
vezes pensamos que
consultoria e por acções de formação. ração de um diagnóstico, de acordo alterações que possam vir a ter lugar
já sabemos tudo e não é assim, por
O conjunto destas acções visa dotar com uma metodologia pré-definida ao nível do posicionamento face ao
vezes pensamos que estamos. Va­
os empresários das ferramentas e a nível do projecto, a que se seguiu mercado ou dos conceitos utilizados.
mos rectificar as falhas, a formação
conhecimentos necessários à moder­ a preparação de um Plano de Acção, E a formação que se destina aos em­
ajudou a ter novas perspectivas”.
nização do seu negócio. O projecto envolvendo quer os aspectos estrutu­ presários e aos seus trabalhadores.

Campanha de Natal não motiva comerciantes


Glória Lopes A associação propôs às lojas do associação dar essas ideias. Às vezes jecto da associação comercial que
centro histórico a adesão à campa­ consegue-se fazer muito com pouco não está a ter o sucesso esperado.
nha da quadra natalícia através da dinheiro”, adiantou o presidente da A acção consiste na emissão de
Comércio tradicional de decoração ou da colocação de uma ACISB. um cartão para o cliente que pode
Bragança não respondeu ao passadeira vermelha à entrada dos Segundo o dirigente sãos empre­ ser utilizado nas lojas que aderirem
estabelecimentos, mas poucos pare­ sários que têm de ser os primeiros a e assim obter descontos em compras.
repto de adesão à campa- cem interessados em participar. agir “ou pelo menos que venham a Prevendo-se a criação de um cartão
nha de Natal da ACISB A falta de adesão dos empresários reboque do que lhes dizemos, é com para turistas e outro para os próprios
gera uma posição de fragilidade da muita tristeza que assisto a isto”, adi­ comerciantes, a construção de uma
A campanha de Natal no comér­ ACISB perante a autarquia, quando tou. plataforma electrónica de compras, e
cio tradicional pode ser mais pobre vai pedir colaboração para a anima­ A ACISB conseguiu a aprovação o conceito de centro comercial a céu
este ano, porque os comerciantes não ção, nomeadamente a instalação de de uma candidatura ao MODCOM aberto no centro histórico. “O repto
responderam à proposta de adesão iluminação no centro histórico e o seu para fazer a animação de Natal. A to­ foi lançado, temos 40 aderentes, ape­
da Associação Comercial, Industrial alargamento à zona de Vale d’Álvaro e talidade do investimento não é a fun­ sar de ser gratuito. Precisamos de ter
e de Serviços de Bragança (ACISB). Braguinha. “A Câmara pergunta qual do perdido, pelo que a ACISB neces­ um número mínimo para ser rentá­
Dos 300 ofícios entregues aos é o papel dos comerciantes, qual é a sita de ideias que não exijam grandes vel”, queixou-se António Carvalho.
comerciantes do centro, apenas res­ contribuição deles? Estamos a che­ gastos. “Temos algum dinheiro, mas A candidatura foi aprovada em
ponderam 28. Destes, 11 disponibi­ gar ao nosso limite, assim não vale a não pudemos fazer tudo, os benefi­ dois meses, mas o mundo empresa­
lizaram-se a comparecer na reunião pena!”, referiu António Carvalho. ciários directos são os comerciantes, rial não se tem mostrado interessado.
e a conversar, ao passo que os res­ A tensão é latente. “Não posso não estamos a pedir esforço financei­ “Os lojistas queixam-se de que não
tantes mostraram-se indisponíveis. admitir que isto suceda, não estamos ro, embora eu ache que o devem dar, vendem, nem têm clientes, podiam
“Perante este cenário como é que a a pedir dinheiro, mas a pedir ideias. pelo menos o possível, só pedimos aproveitar para se esclarecer sobre
direcção se pode posicionar junto da Estamos a solicitar que os comer­ motivação do comércio”, declarou. estes assuntos. Damos formação gra­
Câmara?”, pergunta o presidente da ciantes disponham de dois minutos A rede Gestus, lançada em Bra­ tuitamente, mas motivam os seus ac­
ACISB, António Carvalho. ou meia-hora do seu tempo para vir à gança, Chaves e Viseu, é outro pro­ tivos”, afirmou António Carvalho.

 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Uma vida dedicada ao sacerdócio


Glória Lopes sageiro de Bragança, cargo para que
foi nomeado a 16 de Agosto, pelo bis­
po da diocese de Bragança-Miranda,
Padre Sobrinho D.António Montes Moreira. O padre
homenageado pelo Rotary Sobrinho não encara esta tarefa como
um desafio, mas como uma incum­
Clube de Bragança bência: “foi-me solicitado que assu­
misse o cargo neste momento mais
O padre Octávio Sobrinho Alves difícil e eu assim fiz. Estou a cumprir
foi a personalidade escolhida pelo o meu dever”, explicou.
Rotary Clube de Bragança para a ho­
menagem deste ano.
“É sempre bom quando
A cerimónia decorreu na passa­
da terça-feira, num restaurante de nos mostram a amizade”
Bragança, que se encheu de amigos
e admiradores do trabalho do padre Sobre a homenagem do Rotary
Octávio Sobrinho. confessou que “não estava nada à
O presidente da Câmara de Bra­ espera”, mas agradece-a. “É sempre
gança, os presidentes de Junta da Sé, FOTO ACADÉMICO
bom quando nos mostram a amizade,
Santa Maria e Gimonde, bem como z Padre Sobrinho homenageado pelo Rotary Club de Bragança foi isso que aconteceu e só me resta
o presidente do Lions Clube de Bra­ agradecer toda a amizade que me de­
gança também se associaram à ho­ Rotary Clube de Bragança homena­ sempre exerceu em Bragança e, ac­ monstraram. Isso sim é um motivo
menagem. geia uma figura da região que se tenha tualmente é pároco em Gimonde, Sé de satisfação. A amizade não se pode
“Foi uma escolha votada por una­ vindo a destacar pelo seu percurso e Santa Maria. “Só sai para estudar, recusar”, contou.
nimidade, porque o senhor padre pessoal e profissional. “O nosso lema depois regressei e estive sempre por Sobre as mudanças no sacerdó­
Sobrinho é merecedor desta home­ é Dar de Si Antes de Receber e acha­ cá”, contou o homenageado ao Jornal cio, o padre Octávio Sobrinho admite
nagem, sobretudo em 2010 que fez mos que o senhor padre Sobrinho se Nordeste. que nos últimos anos há uma maior
50 anos como sacerdote. É um desta­ enquadra neste lema de vida, por todo Foi caloiro do Seminário de Vi­ crise de vocações do que no passado.
que mais que merecido pelo percurso o contributo que tem dado à Igre­ nhais em 1048/49 e desde então tem “Há menos padres, mas os que há vão
pessoal e profissional”, explicou Ma­ ja”, frisou a responsável do Rotary. uma longa jornada em paróquias do dando para suprir as necessidades.
riema Gonçalves, do Rotary Clube de Octávio Sobrinho celebrou os 50 concelho de Bragança. Nos últimos Todavia, é fundamental que os leigos
Bragança. anos de sacerdócio no passado dia meses foi-lhe incumbida uma nova assumam o seu papel na igreja e tra­
Recorde-se que, todos os anos, o 27 de Julho. Desde que foi ordenado função, a de director do jornal Men­ balhem um pouco mais”, defende.

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3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 


NORDESTE REGIONAL

Baixo Sabor exige fundo financeiro


Glória Lopes

Entrega da gestão do fundo


financeiro da ao ICBN não
agrada aos autarcas
Os autarcas que fazem parte da
Associação de Municípios do Douro
Superior contestam a entrega da ges­
tão do fundo financeiro da Barragem
do Baixo Sabor ao Instituto da Con­
servação da Natureza e da Biodiver­
sidade (ICNB).
A decisão foi tomada pela minis­
tra do Ambiente, Dulce Pássaro, num
despacho que delega naquele organis­
mo a administração do referido fun­
do, criado como forma de compensar
os impactes do empreendimento hi­
droeléctrico. As contrapartidas fi­
nanceiras ascendem a 750 mil euros
anuais, o equivalente a 3 por cento da
facturação líquida anual de energia
produzida na futura barragem.
O autarca de Torre de Moncorvo
e presidente da AMBS, Aires Ferrei­
ra, considera a decisão uma “ironia”,
uma vez que “o presidente do ICNB z Autarcas não querem ICNB a gerir fundo de compensação pela construção da barragem
sempre esteve contra a construção da
barragem, e agora vai gerir o dinhei­ ra lamenta esta situação e mostra-se bor, cuja decisão de construção é an­ outros empreendimentos da EDP”,
ro atribuído pela construção do em­ desapontado, tal como os restantes terior e não tem nada a ver com este acrescentou. Aliás, a empresa já dis­
preendimento”. autarcas dos concelhos afectados. fundo”, frisou. ponibilizou cerca de 500 mil euros
De acordo com o despacho mi­ “O FCNB foi criado aquando do O edil recorda que o fundo fi­ desde que a construção da barragem
nisterial, a gestão do dinheiro será lançamento do Plano Nacional de nanceiro para o Baixo Sabor foi uma arrancou, que só serão entregues
coordenada pelo Fundo para a Con­ Barragens, que prevê a construção de “medida inédita” no país, criado para quando for clarificada a questão da
servação da Natureza e da Biodiver­ 10 empreendimentos, mas estão a es­ compensar os impactes ambientais entidade que vai gerir as verbas
sidade (FCNB), da responsabilidade quecer-se que esse fundo foi criado já que advém da construção da barra­
do presidente do ICNB. Aires Ferrei­ depois do da barragem do Baixo Sa­ gem. “Nunca tal havia sucedido com Autarcas consideram que
a gestão do fundo vai sair
do distrito de Bragança
Polémica pode chegar à Comissão Europeia para ser feita em Lisboa

O despacho do Ministério do Am­


Os presidentes das Câmaras dos concelhos abrangi­ Aires Ferreira garantiu ao Jornal Nordeste que estão biente integra os fundos destinados
dos pela barragem, nomeadamente Moncorvo, Moga­ dispostos a levar o caso até às últimas consequências. “Se ao Baixo Sabor no Fundo para a Bio­
douro, Alfândega da Fé e Macedo de Cavaleiros, sentem- o assunto não for resolvido nas diligências em marcha, diversidade. Os autarcas consideram
se defraudados, pois estavam a contar que o dinheiro estamos dispostos a seguir pela via judicial e, se for pre­ que, desta forma, a gestão vai sair do
fosse usado para alavancar projectos na área do Baixo ciso, chegar até à Comunidade Europeia, que arquivou distrito de Bragança para ser feita em
Sabor. Um desses projectos seria a criação de um centro uma queixa contra a construção da barragem, tendo em Lisboa. “É a região que perde. Em
de interpretação ambiental na freguesia de Felgar e a mira esse mesmo fundo de compensação”, adiantou. causa está mais de um milhão de eu­
criação de uma área protegida no Sabor. A autarca de Alfândega da Fé, Berta Nunes, também ros que passará a ser gerido por uma
A Associação de Municípios do Baixo Sabor já solici­ admite a sua desilusão perante a decisão da ministra do única pessoa, o presidente do ICNB.
tou uma audiência ao primeiro-ministro, José Sócrates, Ambiente. “O dinheiro deixa de ser gerido na região, Além disso o despacho prevê que o
e à ministra do Ambiente, Dulce Pássaro, no sentido de para passar a sê-lo em Lisboa. É a região que perde”, dinheiro possa ser aplicado em áreas
“inverter a decisão”. afirmou. protegidas limítrofes”, afirmou Aires
Ferreira.

10 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE REGIONAL

Castanha maior e mais brilhante


é em Carrazedo
GLÓRIA LOPES dos os expositores, que este ano se­
rão 50. “Isto revela bem o dinamismo
comercial, é um sinal de vitalidade. A
Castemonte vai oferecer um feira é uma mais valia económica que
bolo de castanha gigante, tem levado o nome do concelho ao
resto do país”, acrescentou o autarca.
com mais de 600 quilos Os dois pavilhões foram cons­
truídos com o objectivo de receber
A vila de Carrazedo de Montene­
certame, que inicialmente realizava-
gro, no concelho de Valpaços, vai ser
se na Escola EB 2,3 de Carrazedo de
palco da 14ª edição da Castemonte -
Montenegro. O espaço envolvente,
F eira da Castanha, marcada para os
cerca de quatro hectares, vai ser alvo
dias 5, 6 e 7 de Novembro.
de uma requalificação no valor de 1,5
Este ano, a organização quer ofe­
milhões de euros. O projecto já tem
recer aos visitantes um bolo de cas­
financiamento e o concurso deverá
tanha ainda maior e melhor do que é
ser lançado no próximo ano.
habitual. O objectivo é ultrapassar os
600 quilos do ano passado, para que
possa ser degustado pelos milhares Volume de negócios
de visitantes que vão ao certame, que z Castemonte prepara o maior bolo de castanha de sempre para oferecer aos visitantes da castanha equivale
em 2009 foram perto de 20 mil. O
maior bolo de castanha do mundo vai ser um evento que “traz visitantes e como bem empregues para promover
a metade da produção
ser confeccionado pela primeira vez dá visibilidade a Carrazedo e ao con­ a cultura e a região. agrícola do concelho
em Carrazedo de Montenegro, com a celho”, referiu Francisco Tavares, O certame tem crescido em todas
participação de várias pastelarias. presidente da Câmara de Valpaços. O as edições, pelo que os pavilhões já Francisco Tavares considera a
A feira é muito acarinhada, por investimento é de 25 mil euros, dados não têm capacidade para receber to­ castanha “a riqueza do concelho”,
que representa um volume de negó­
cios anual a rondar os 20 milhões de
euros, o equivalente a 50 por cento

Uma parceria com sucesso da produção agrícola, deixando para


trás culturas como a amêndoa e o
vinho, que representam negócios de
O presidente da Junta de Freguesia de Carrazedo de sitores de vinhos do concelho, gastronomia, doçaria e 10 milhões de euros. “É uma riqueza
Montenegro, Alípio Barreira, entidade que organiza a animação de dia e de noite. que temos sabido valorizar e que os
feira em colaboração com a Câmara, realçou que o cer­ Flávio Sousa, da ARATM, garante que não há casta­ agricultores sabem tratar. Apesar das
tame resulta de uma parceria “com sucesso” que agrega, nha melhor no país e no mundo do que a de Carrazedo. doenças que têm dinamizado muitos
ainda, a Associação Regional de Agricultura das Terras “Não precisa de muita publicidade. O nosso produto é soutos, têm sido plantados outros”,
de Montenegro (ARATM). do melhor que há no mercado, pelo brilho e pelo tama­ sublinhou o edil.
Alípio Barreira explicou que gostava de dar melho­ nho. 32 castanhas fazem um quilo. O mercado valoriza Estima-se que só nos três dias do
res condições aos expositores e aos visitantes, mas os a nossa castanha, porque as das outras regiões não se certame alguns armazenistas façam
tempos de crise não permitiram um investimento supe­ conservam como a nossa”, frisou. negócios na ordem dos 500 mil eu­
rior ao ano passado. “Julgamos que vamos ter o mesmo Durante a feira, que contará com a presença de uma ros, mas o valor real do que se apura
sucesso da edição 2009. comitiva francesa de Beynat, decorre a Semana Gastro­ no certame “é difícil de calcular”, as­
Foi o ano em que tivemos mais visitantes e mostra­ nómica da Castanha, magustos com provas de vinhos e segurou Francisco Tavares.
mos um espaço mais agradável, mas não temos fundos o concurso da castanha, destinado aos produtores. O en­ Este ano as previsões indicam
para mais”, referiu o autarca. cerramento da 14ª edição da Castemonte será feita com que haverá menos quantidade de
Além da castanha, a Castemonte vai receber expo­ a abertura do bolo de castanha gigante. castanha, embora a qualidade seja
muito boa.

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 11


Informação comercial

12 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE RURAL

Idosos na mira dos burlões VOZES


Isabel Flores
TERESA BATISTA 78 anos
“Uma vez veio cá um
GNR organiza acções tendeiro que atirava a
roupa para o chão para
de sensibilização para as pessoas apanha­
evitar situações de conto rem. Entretanto disse
do vigário que queria 50 euros
(10 contos, na altura) para nos dar
A aldeia de Babe acolheu mais uma prenda. Algumas pessoas já
uma acção de alerta para situações de iam buscar o dinheiro, mas eu sa­
burla, levada a cabo pelo comando da bia de uma história semelhante em
GNR de Bragança. Durante a iniciati­ Palácios e avisei-as”.
va, os agentes deram conselhos para
as pessoas se protegerem de pessoas Cremilde Trino
mal intencionadas. 60 anos
“O objectivo é que as pessoas se
possam defender por elas próprias, “Foi a primeira vez que
porque as autoridades não podem es­ assisti a uma sessão da
tar ao pé de cada um”, salienta José GNR para alertar as
Rodrigues, do comando da GNR de z Aldeia de Babe foi o local escolhido para uma das acções da GNR pessoas sobre roubos
Bragança. e burlas. Nunca fui ví­
Segundo o agente, no distrito de ções, não há testemunhas, as pessoas las autoridades. tima de roubos. Tam­
Bragança há registo de muitas situa­ não conseguem identificar os burlões José Rodrigues avisou os idosos bém tenho algum cuidado, mas a
ções de burla, com maior incidência e as notas são todas iguais”, realça o que os vigaristas são bons comuni­ chave fica muitas vezes na porta.
no concelho de Macedo de Cavalei­ agente da GNR. cadores e fazem-se passar por cobra­ A partir de agora não a vou deixar
ros. No entanto, a maioria dos ido­ dores da água ou da luz, amigos da mais”.
sos enganados não apresenta queixa família ou membros de uma congre­
Histórias de burlas repetem-se
na GNR, ou por vergonha ou porque
um pouco por todas as aldeias
gação religiosa. Anilde Alexandre
acham que não vão conseguir reaver Os idosos são um alvo fácil, por­ 73 anos
o dinheiro ou os bens. “Na maioria do Nordeste Transmontano que são frágeis, têm um pé-de-meia,
dos casos não conseguem identificar que na maior parte dos casos guar­ “Costumo ter muito
o burlão”, acrescenta José Rodri­ Durante a acção foram transmiti­ dam em casa. cuidado, porque vivo
gues. dos alguns conselhos chave à popu­ No entanto, a GNR também rela­ sozinha. Tenho sem­
Por isso, é no decorrer das acções lação de Babe, na sua maioria idosa. ta histórias de pessoas que se deslo­ pre a porta fechada e
de alerta que a GNR tem conhecimen­ Não deixar a chave na porta, não caram de Vinhais a Bragança, na via­ a chave anda comigo.
to da maioria das burlas, visto que abrir a porta a estranhos, não falarem tura dos burlões, para levantar uma Se for lá alguém à noi­
os idosos se sentem mais à vontade da sua vida nem da vida dos vizinhos elevada quantia de dinheiro numa te bater à porta não abro se não
para desabafar com as autoridades. com desconhecidos e protegerem as instituição bancária, que acabaram disserem quem é. Acho bem que a
“É muito difícil reaverem o dinheiro carteiras quando andam na rua fo­ por entregar aos autores do conto do GNR nos alerte para não cairmos
ou bens porque, na maioria das situa­ ram alguns dos alertas deixados pe­ vigário. no conto do vigário”.

Macedo distingue cogumelos Esta iniciativa, organizada pela


Associação Micológica Terras de Ro­
quelho, apoiada pela Câmara Mu­
Durante dois dias, o concelho de Conservação de Cogumelos, que se tóxicos. nicipal de Bragança e pela Junta de
Macedo de Cavaleiros foi palco de ac­ realizou nos dias 23 e 24 de Outubro, Além disso, os formandos tam­ Freguesia de Podence, contou, ainda,
ções de formação dedicadas à obser­ foi marcado por saídas de campo, que bém ficaram a conhecer as técnicas com almoços e jantares convívio en­
vação e identificação de espécies de permitiram aos participantes entrar de conservação e de confecção dos tre todos os participantes, que tive­
cogumelos silvestres. em contacto com os fungos e distin­ fungos comestíveis, que são uma ram oportunidade de degustar pratos
O IV Curso de Identificação e guir aqueles que são comestíveis dos iguaria muito apreciada na região. típicos da região.

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 13


NORDESTE RURAL

Vila Flor
Adega
fechou as portas
A Adega Cooperativa de Vila Flor
decretou falência, após um processo
de insolvência que se arrasta desde
2007, e que resultou numa divida
acumulada de cerca de 2,5 milhões
de euros. A direcção demissionária
não conseguiu arranjar crédito nos
últimos três anos para resolver os
problemas com os credores. Apesar
dos múltiplos esforços em agências
bancária da região e de fora, as dili­
gências foram infrutíferas. A decla­
ração de insolvência e a demissão da
direcção teve lugar há duas semanas
numa reunião de sócios, onde foi de­
cidido criar uma comissão de acom­
TERESA BATISTA
panhamento.
O presidente demissionário, A4 rde
Casimiro Fraga, referiu ao Jornal
Nordeste que se trata de uma morte A auto-estrada Quintanilha- Za­
anunciada, uma vez que a situação mora, uês.
se arrastava desde 2007. “Quando
assumi a direcção pela terceira vez,
em Agosto de 2007, já herdei os pro­
blemas. Havia processos em tribu­
nal de bancos e credores, bem como
processos de penhora e pedidos de
levantamento de produtos penhora­
dos”, explicou o responsável. Nessa
fase já havia dois anos de atraso em
pagamentos às Finanças, Seguran­
ça Social e aos bancos. Além disso, a
adega consta da lista negra do Banco
de Portugal.
Perante o cenário de catástrofe
eminente, Casimiro Fraga buscou
apoio junto da Câmara de Vila Flor,
que inicialmente se mostrou disponí­
vel. “Eu depositava muita esperança
na ajuda do senhor presidente, par­
ticipei em várias reuniões, foram-me
feitas promessas”, lamenta, embora
reconheça que as autarquias não têm
meios legais para actuar nestes casos.
O presidente demissionário
adiantou que procurou “incansavel­
mente” obter um empréstimo bancá­
rio, em 2009, mas não conseguiu, por
não ter uma entidade fiadora. “Não
conseguimos um cêntimo. Nada.
Ninguém nos adiantou o dinheiro
para saldar as dívidas, nem nos aju­
dou”, esclareceu.
A situação agravou-se de dia para
dia. Em Julho deste ano chegou à
ruptura quando a Alfândega Adua­
neira, serviços de Bragança e Braga,
lhe cancelou a licença de trabalho, ça e da Direcção Regional de Agricul­ dava para pagar à Segurança Social, de qualidade. É um crime deixar esta
motivada pelo incumprimento com tura do Norte. Ninguém se dispôs a às Finanças e para liquidar uma parte adega cair e morrer”, frisou.
as Finanças e a Segurança Social. ajudar. Casimiro Fraga sabe que a das dívidas a fornecedores e negociar Nos últimos anos a Adega Coope­
viabilização da adega depende tam­ o pagamento do restante a longo pra­ rativa de Vila Flor funcionava graças
bém depende da vontade e empenho zo”, enumerou. a um empresário de São João da Pes­
Adega bateu a várias portas, dos mais de mil sócios que ali entre­ Casimiro Fraga defende que a queira, que arrendou as instalações e
mas ninguém se dispôs a ajudar gam as suas produções de vinho. Adega Cooperativa de Vila Flor teria que recebia as uvas dos agricultores
O dirigente está convicto de que todas as condições para prosseguir, de Vila Flor e Carrazeda de Ansiães.
A direcção demissionária procu­ se tivesse conseguido, pelo menos, porque tem muitos sócios com vinho Este ano a situação não se manteve e
rou soluções e bateu a várias portas um empréstimo no valor de um mi­ de qualidade da região demarcada do a queda da adega acelerou.
para além da autarquia, nomeada­ lhão de euros, a adega poderia pros­ Douro, e está muito bem equipada.
mente à do Governo Civil de Bragan­ seguir trabalhando. “Esse dinheiro já “Temos bom material, maquinaria Glória Lopes

14 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE RURAL

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 15


NORDESTE RURAL

Azeite adulterado no mercado Santulhão


Sabor quer
FRANCISCO PINTO engarrafamento
A maioria do azeite à venda A Associação NO Sabor, com sede
em Santulhão, quer passar engarra­
em hipermercados far o azeite produzido naquela zona
contém óleos refinados, do concelho de Vimioso.
Nos últimos anos, esta estrutura
alerta ­presidente da Asso- tem conseguido escoar a totalida­
ciação de Olivicultores de da produção, que vende a granel,
mas o objectivo é criar uma linha de
O presidente da Associação de engarrafamento para valorizar o pro­
Olivicultores de Trás-os-Montes e duto local.
Alto Douro (AOTAD), António Bran­ No ano passado, o lagar da NO
co, aconselha os consumidores para Sabor laborou 400 toneladas de azei­
terem “atenção” quando compram tona, mas ainda há agricultores que
azeite, visto que muitos dos produtos entregam a colheita noutros lagares.
à venda contém, apenas, 20 por cen­
“A maior dificuldade dos olivicul­
to de azeitona. z Azeite verdadeiro só pode ser obtido por processo mecânicos
tores locais é conseguirem escoar o
O responsável deixou o alerta du­
produto, nós temos conseguido. Os
rante o semanário subordinado ao “Às vezes, o consumidor pensa técnica da fileira do azeite é uma pro­
agricultores entregam o azeite no
tema “Novos Caminhos para o Olival que está a comprar azeite virgem e, posta da AOTAD candidatada a fun­
nosso lagar e nós depois tratamos de
e Azeite”, que decorreu, no passado no fundo, está é a adquirir um produ­ dos europeus. A proposta visa juntar
domingo, em Santulhão, no concelho to de qualidade muito inferior”, aler­ investigadores da AOTAD, Universi­ o vender”, explicou Emílio Martins,
de Vimioso. “Em Portugal a palavra ta António Branco. dade de Trás-os-Montes e Alto Dou­ presidente da associação.
azeite está conotada com toda a fileira O investigador lembra que o azei­ ro, Instituto Politécnico de Bragança Uma fatia considerável da produ­
de produção. Quando se vê no rótulo te virgem “ é o sumo da azeitona” e Instituto Jean Piaget. ção do lagar é destinada à comercia­
a palavra azeite, estamos a adquirir extraído por métodos mecânicos, en­ lização para embaladores, que pos­
um produto de baixa qualidade, cuja quanto o óleo resulta “ do aproveita­ teriormente vendem com rotulagem
AOTAD aposta nas novas própria.
composição é de 80 por cento de óleo mento do bagaço da azeitona”.
vegetais e apenas 20 por cento de A solução para este problema tecnologias para o estudo A associação NO Sabor tem sócios
azeite virgem”, adiantou o responsá­ passa pelo incremento de legislação, da fileira do azeite de Santulhão e de aldeias vizinhas,
vel da AOTAD. à semelhança do que já acontece em nomeadamente Avinhó, Matela, Car­
António Branco explica que, nes­ outros países do mediterrâneo. O projecto ronda 1,3 milhões de ção e Junqueira.
te caso, a grande fatia da composição Actualmente, o preço do azeite euros sendo designado por OlivaT­ A olivicultura é um sector mui­
do azeite é obtida por método quími­ vendido a granel varia entre os 2 e os MAD e foi já candidatado uma ini­ to importante para esta zona, onde
cos e, apenas, uma pequena percen­ 3,5 euros. ciativa do PRODER, designada por muitos agricultores tiram grande
tagem por métodos tradicionais ou Na região de influência da AO­ “redes temáticas” destinada a vários rendimento do azeite. Só em Santu­
mecânicos. TAD, que engloba concelhos trasmon­ sectores agrícolas. lhão existem 170 hectares de olival,
O dirigente associativo deu o tanos e durienses, num ano regular António Branco afirma que uma da variedade ‘santulhana’.
exemplo da vizinha Espanha, onde a são produzidos cerca 90 milhões de das “vantagens” da iniciativa é saber Emílio Martins admite que os lu­
designação do produto “não é azeite, quilos de azeitona, sendo que 60 por a quantidade e qualidade azeite pro­ cros podiam ser maiores se o preço
mas sim óleo de azeitona”. cento da produção de azeite virgem é duzido na região, “o que para já não do azeite aumentasse. “Há mais de
Esta informação “enganosa” es­­tá de qualidade superior. é possível”, porque “nem sempre os 20 anos que se mantém.
a prejudicar o consumidor “ que aca­ Criar uma espécie de rede social dados apresentados pelos diversos G.L.
ba por com­­prar gato por lebre. para depositar toda a informação organismos são convergentes”.

Amêndoa partida à moda antiga


de tão habituada que está à ‘escacha’.
O director do Museu do Ferro, Nel­
son Rebanda, referiu que o principal
objectivo da Partidela da Amêndoa
GLÓRIA LOPES solarengas do concelho. é a promoção do convívio entre as
A direcção do espa­ pessoas que faziam desta actividade
ço museológico entende agrícola o seu sustento, mas também
Museu do Ferro e da Região que, sendo a amêndoa uma forma de mostrar como se fazia
de Moncorvo recriou a par- um produto caracterís­ antigamente.
tico de Moncorvo e uma O evento é, também, uma forma
tidela manual de amêndoa actividade que sempre de valorizar os produtos da região.
foi importante para a O autarca de Torre de Moncorvo,
Antes de se chegar à famosa economia local, deve Aires Ferreira, destacou o peso eco­
amêndoa coberta ou aos afamados recriar-se o momento nómico que a amêndoa teve e têm no
bolinhos de Torre de Moncorvo, há em que as famílias, ami­ concelho, por ser uma das principais
um longo percurso. A partidela ma­ gos e vizinhos se reu­ culturas agrícolas a par da vinha e
nual é uma das fases, mas está a per­ z Convívio marca sempre a partidela niam com a finalidade da oliveira. Ou não fossem as amên­
der terreno face à mecanização. Ain­ de partir o fruto seco. doas cobertas o produto mais típico
da assim, na vila não se quer deixar corre risco de desaparecer. Alda Paiva foi uma das partideiras e o verdadeiro ex-líbris de Torre de
morrer a tradição e, no passado dia Foi no Museu do Ferro e da Região que participou na recriação. Há 60 Moncorvo, únicas no país, pois ain­
23 de Outubro, voltou-se ao passado de Moncorvo que, pelo sétimo ano, an­ anos que, com uma pancada certei­ da são produzidas artesanalmente
por uma tarde, para recriar a parti­ tigas partideiras mostraram como an­ ra, parte a amêndoa em duas partes, em grandes caldeiras de cobre, sobre
dela tradicional da amêndoa, uma tigamente passavam as tardes e serões para retirar o grão. Conhece bem as uma chama lenta. Tal como a partide­
actividade que ainda se pratica em al­ de Outono, partindo a amêndoa apa­ manhas da casca e da pequena barra la, a confecção da amêndoa coberta é
gumas aldeias do concelho, mas que nhada no final de verão nas encostas de ferro (o partidor ou escachador), uma actividade feita pelas mulheres.

16 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE RURAL

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3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 17


NORDESTE RURAL

Freixo recupera receitas tradicionais Planalto Mirandês


Magusto musical
FRANCISCO PINTO silvestres, e
as tradicio­ De 12 a 14 de Novembro, a
nais “ber­ Associação para o Estudo e Pro­
Sopas e Merendas podem ças”, um tecção do Gado Asinino (AEPGA)
atrair turistas de toda a prato à base organiza o Magusto musical “L
de couves e
região Norte a Freixo para produtos de
BRANO DE SAN MARTINO”,
nas aldeias de São Joanico (Vi­
degustarem o melhor da fumeiro. mioso) e de Paradela (Miranda
gastronomia transmontana “ E m do Douro).
épocas de Porque é tempo de festejar a
A Festa das Sopas e Merendas, que grandes época das colheitas, a associação
se realizou, no passado fim–de-sema­ trabalhos convida a colher castanhas por
na, em Freixo de Espada à Cinta, po­ agrícolas, as entre castanheiros centenários
derá vir a ser um cartaz gastronómico sopas eram na companhia de um burrico e a
de “excelência” no contexto da ofer­ um alimen­ participar no magusto e arraial
ta turística na região Norte do País. z Sabores e saberes de Freixo servidos à mesa do festival to ideal para tradicional. O Outono é a estação
A observação foi feita pelo vice- enfrentar um dia das frutas, do vinho novo, das
presidente do Turismo do Porto e queijos, sopas diversas, bolas, doça­ de trabalho árduo, já que são ricas do hortaliças, do tempo fresco e das
Norte de Portugal, Júlio Meirinhos, no ria conventual e tradicional. ponto calórico. As merendas serviam primeiras chuvas. É tempo de sa­
decurso da terceira edição do certame. Ano após ano, a iniciativa vai ga­ para repor a energia perdida duran­ bores e aromas variados, de pala­
O responsável demonstrou dis­ nhando adeptos, mesmo em contexto te a jornada, ementas compostas à dares mais intensos, de comidas
ponibilidade para “ajudar” na pro­ de “crise” e, para contornar a situa­ base de produtos da terra”, explicou mais fortes. No Outono é tam­
moção nacional e internacional de ção, a organização preparou ementas o grão-mestre da Confraria dos Enó­ bém tempo de cogumelos, muito
uma iniciativa que “gera riqueza e para todos os gostos, tornando o cer­ filos e Gastrónomos de Trás-os-mon­ populares em Trás-os-Montes.
potencial turismo”, numa região com tame mais “atractivo”. tes e Alto Douro, António Monteiro. Com as primeiras chuvas, a partir
características “únicas” para a degus­ “Perderam-se as práticas de uma O especialista em gastronomia de Outubro, é vê-los a despontar
tação das variadas ementas tradicio­ alimentação saudável e variada” regional é da opinião que, “com a em pinhais, carvalhais, estevais,
nais que são preparadas nesta região Segundo o vice-presidente da Câ­ vida agitada da sociedade moderna, terrenos arenosos, junto de so­
do Douro. mara de Freixo de Espada à Cinta, Pe­ perderam-se as práticas de uma ali­ breiros, azinheiras e nos lamei­
Durante o evento, o visitante teve dro Mora, a iniciativa pretende recu­ mentação saudável e variada”, pelo ros. É também no Outono, que
à disposição uma variedade de “man­ perar receitas antigas, como as sopas que através deste tipo de certames aparece o fruto mais popular da
jares” com produtos de fumeiro, ca­ de alho, de tomate, de batata, da se­ “poderão ser adoptados novos hábi­ época, a castanha.
brito assado, peixes do rio, tortas, gada, à base de feijão verde, espargos tos alimentares”.

18 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


lugares

“Quem ganha são os intermediários” VOZES


TERESA BATISTA Manuel Afonso
80 anos
Agricultores de Terroso “Os outros produtos
da lavoura deixaram
defendem a criação de uma de dar e a gente apos­
cooperativa, em Bragança, tou tudo na castanha,
que é o que ainda vai
para regular os preços dando algum dinheiro.
da castanha Antes produzia-se muito cereal,
agora plantámos os terrenos com
A campanha da apanha da casta­ castanheiros. A produção depende
nha arrancou na última semana de dos anos. Este ano, não é um gran­
Outubro e prolonga-se até ao final de de ano de produção de castanha,
Novembro. Na aldeia de Terroso, na porque não choveu”.
freguesia de Espinhosela, a azáfama
é grande nos soutos que ladeiam a lo­
calidade. Os agricultores palmilham Julieta Gomes
os hectares de terra para apanhar o
z Apanha da castanha prolonga-se até final do mês
80 anos
fruto dos castanheiros, que é consi­
“Desde criança que
derado o “petróleo” da região.
cura de castanha. “Nunca fiquei com meu filho apanhámos 36 sacas de 50 ando na apanha da
A rentabilidade deste produto é
nenhuma em casa”, garante o agri­ quilos num dia”, enaltece Adérito Go­ castanha, porque os
confirmada pelos próprios agricul­
cultor. mes. meus pais sempre ti­
tores, que garantem que a castanha
No entanto, Adérito Gomes de­ Quer chova ou faça sol, os agricul­ veram soutos. Devia
ainda é o que vai dando dinheiro. Por
fende a criação de uma cooperativa tores vão diariamente para os soutos. haver uma cooperati­
isso, a maioria das pessoas de Terro­
em Bragança para regular o preço da “Quando chove andamos com umas va para a castanha em Bragança,
so reconverteu em soutos os terrenos
castanha e beneficiar os agricultores. botas e umas capas. Não se pára”, fri­ porque nós trabalhamos com os
onde, antigamente, produziam gran­
“Quem ganha a maior fatia são os in­ sa Manuel Afonso. intermediários e muitas vezes per­
des quantidades de cereal. “O cereal
termediários”, acrescenta. As doenças que afectam os sou­ demos dinheiro. Por ano, produzi­
deixou de dar dinheiro. Por isso, plan­
A castanha na zona de Terroso tos, nomeadamente o cancro e a tin­ mos cerca de 5 mil quilos.
támos soutos novos”, garante Julieta
Gomes, enquanto faz uma pausa na tem sido vendida a 1 euro por quilo, ta, são, igualmente, uma preocupa­
jornada da apanha da castanha.
Esta habitante de Terroso afirma
um preço que os agricultores consi­
deram baixo, pelo que há muitos que
ção para os produtores de castanha.
No entanto, Adérito Gomes garante Adérito Gomes
que as pessoas da aldeia se ocupam optaram por guardar o produto em que com tratamentos é possível curar 56 anos
com a castanha, porque os restantes casa e esperar que passe algum in­ o cancro do castanheiro, que é a prin­ “A produção de cas­
produtos agrícolas não têm saída no termediário a oferecer um valor mais cipal causa de morte das árvores. tanha já é uma acti­
mercado. “Não compensa produzir alto. “Tinha um souto que estava pratica­ vidade que tem pas­
mais nada para vender, só semeamos A mão-de-obra é um problema mente morto e, neste momento, está sado de geração em
umas batatas para comer”, acrescen­ para os produtores de castanha, que praticamente recuperado”, garante o geração. Eu gosto de
ta Julieta Gomes. têm dificuldade em contratar pesso­ agricultor. tratar dos soutos. No
Já a produção de castanha tem al à jeira para a campanha. “É difícil Para promover o produto, Adé­ entanto, acho que o Ministério da
comercialização garantida. Manuel arranjar quem queira trabalhar”, la­ rito Gomes defende, ainda, a reali­ Agricultura devida dar mais apoio
Afonso, de 80 anos, afirma que há menta Manuel Afonso. zação de uma feira da castanha nas aos agricultores ao nível do trata­
sempre pessoas pelas aldeias à pro­ aldeias do concelho onde se produz mento das doenças que afectam os
mais castanha, tal como já aconteceu castanheiros”.
O preço da castanha ronda em Terroso.
1 euro por quilo, valor que os No entanto, o presidente da Jun­
agricultores consideram baixo ta de Freguesia de Espinhosela, Tel­ César Vaz
mo Afonso, afirma que a feira nos 62 anos
Para ultrapassar esta situação, moldes em que decorria antigamente
“Este ano parece-me
há quem aposte na mecanização da não trazia mais valias para os agricul­
que há menos casta­
apanha da castanha. Adérito Gomes tores, porque não havia comercializa­
nha do que no ano
investiu cerca de 2500 euros na com­ ção de castanha.
passado. Mantenho os
pra de uma máquina de apanha, um O autarca garante que a Junta está
soutos que tenho, por­
soprador e um crivo mecânico. Com empenhada em realizar um certame
que a castanha ainda é
estes instrumentos, este produtor ligado à castanha na freguesia, mas
o que vai dando dinheiro. Este ano
não necessita de recrutar mão-de- afirma que este ano não foi possível
ainda não vendi nenhuma, mas no
obra para apanhar os cerca de 6 mil devido à falta de apoios, uma vez que
ano passado vendi toda a produção
quilos de castanha que produz anu­ a Junta não tem verbas suficientes
a cerca de 1 euro”.
z Terroso é terra de castanheiros almente. “ No ano passado, eu e o para suportar todas as despesas.

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 19


NORDESTE RURAL

Organização mais apurada


BRUNO MATEUS FILENA Pintura, o 1º Prémio foi para
o quadro “Peito de Faisão ao
natural”, de Lidador. No Con­
Apesar da menor afluência curso das Quadras Populares,
de pessoas, os expositores o 1º Prémio foi entregue ao 1º
Ciclo com o “Trabalho colec­
realçaram as melhorias tivo do 3º ano do 1º Ciclo da
na organização da 9ª Feira Escola Augusto Moreno”.
Internacional do Norte
Certame reuniu três sec-
Realizou-se mais uma edição da
tores indissociáveis da
Norcaça, Norpesca & Norcastanha,
de 29 de Outubro a 1 de Novembro. economia transmontana
Nas palavras de alguns expositores, o
certame, um dos mais importantes a No Convívio Pesca de
nível nacional para o sector da caça Margem ao Lúcio, o 1º lugar
e pesca, contou com uma diminuição foi conquistado por Manuel
no número de vendas e de visitas. Na Martins. No entanto, o maior
9ª Feira Internacional do Norte, cujo exemplar foi pescado por
orçamento não ultrapassou os 100 Fernando Sequeira. No Con­
mil euros, marcaram presença 150 curso de Pesca Embarcada ao
expositores e desenvolveram-se 14 Achigã, na 1ª posição ficou a
actividades em paralelo como a lar­ z Menos negócio, mas melhor organização, referiram os expositores dupla Nuno Ezequiel e Marco
gada de perdizes, o percurso TT e a Almeida. Sendo que, o maior
montaria ao javali, entre outras. caça, a pesca e a castanha. dente da Câmara Municipal de Bra­ exemplar foi apanhado pelo primei­
Nesta edição, e pela primeira vez, “Penso que a junção das feiras é gança, Rui Caseiro, o principal rosto ro. Por fim, no Concurso da Castanha
os responsáveis decidiram agregar uma aposta ganha. Acho que acres­ da organização. da Terra Fria, na Variedade Longal,
à Feira um dos produtos com maior centa à Feira, quer a uma, quer a ou­ A gastronomia foi outro dos te­ o 1º Classificado foi Manuel Fortes.
relevância no concelho, a Castanha, tra. Ou seja, em separado, elas per­ mas centrais. Mas houve várias ini­ Enquanto que, na Variedade Judia, a
tornando-a mais forte e poupando dem, em junção ganham. O número ciativas de destaque a valorizarem o primeira posição foi ganha por João
recursos financeiros, já que reúne de visitantes, apesar das condições património cinegético, piscícola, na­ Alberto Martins. Quanto à Prova de
três sectores indissociáveis da econo­ climatéricas adversas, também, foi tural, cultural, gastronómico e turís­ S. Huberto, não foi possível obter os
mia transmontana num só evento: a muito positivo”, referiu o vice-presi­ tico da região. Assim, no Concurso de resultados até ao fecho da edição .

VOZES
Martinho Simão Isabel Martins Eladio Gomes Luís Barros
Arte Caça – Leiria Bionordeste – Macedo Cuchilleria Albacete Espingardaria – Bragança
“Já participo neste “Está um bocadinho “Em relação aos anos “As vendas têm vindo
certame há 5 anos e fraco porque tem havi­ anteriores, não sei se a baixar desde há 3 ou
este tem sido o mais do pouca gente. Esta é será pelo tempo, mas 4 anos, porque houve
fraco em termos de a minha quarta partici­ as vendas baixaram aqui feiras em que se
afluência de pessoas. pação e, talvez, devido muitíssimo, mais de fizeram grandes ne­
Não veio quem nos interessa a nós, à crise, tenho vendido 50 por cento... Em Espanha a coisa gócios. A caça está às
que são os caçadores. O tempo não muito menos do que no ano pas­ também está mal! Mas talvez seja portas da morte! Mais ano, menos
ajudou, nem o feriado de Todos os sado. O primeiro ano foi o melhor, o ano em que a feira está mais bem ano, a caça vai deixar de existir na
Santos. Em Portugal, também não mas depois foi sempre descendo”. montada. Em termos de organi­ nossa zona. E a lei das armas está
está fácil e tudo ajuda para que as­ zação, vejo isto muito melhor que péssima! Nota-se no número de
sim seja”. nos outros anos”. casas que estão a fechar”.

20 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE RURAL

Bragança
Inovação na con-
serva de castanha
A Escola Superior Agrária de Bra­
gança (ESA) vai pôr em marcha um
projecto para reduzir as pragas que
tornam a castanha mais perecível,
como a bicheza e o gorgulho, proble­
mas que causam enormes prejuízos,
não só aos produtores, mas também
aos distribuidores. Actualmente, a
percentagem de castanha afectada
varia entre os 10 e os 60% das colhei­
tas.
A novidade foi avançada pelo pre­
sidente da ESA, Albino Bento, à mar­
gem do III Fórum dos Produtores de
Castanha, que decorreu na passada
sexta-feira, em Bragança, integrado
no programa da Norcaça, Norpesca &
Norcastanha. A instituição de ensino
realizou uma amostragem numa vas­
ta extensão de soutos, desde a zona
do Penedono (Viseu) até à Terra Fria
Transmontana, com vários postos
de amostragem distribuídos por 20
plantações.
O projecto relacionado com a
conservação da castanha, nomeada­
mente da esterilização, já tem uma
candidatura aprovada pela Agência
Portuguesa de Inovação, no valor
de 420 mil euros financiados pelo
QREN, e envolve mais duas entida­
des: a Universidade do Minho e a
empresa AgroAguiar, de Vila Pouca
de Aguiar. Cada uma comparticipa
25% do investimento.
A esterilização é fundamental
para a castanha exportada em fresco,
principalmente para países distan­
tes como o Brasil, Canadá e Estados
Unidos da América. “Por barco de­
mora quinze dias ou mais e chega lá
apodrecida se não for devidamente
tratada e esterilizada”, referiu Albino
Bento. Agora, a ESA quer apostar em
novos métodos de tratamento, que
passam pela esterilização, matando
os fungos nocivos, o bichado e o gor­
gulho, mas sem alterar as caracterís­
ticas do fruto seco.
O projecto foi apresentado recen­
temente num congresso realizado na
China e, se vier a resultar em termos
científicos, será preciso montar uma
unidade industrial para passar à prá­
tica.
G.L.

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 21


CORREIO DO LEITOR

Relativamente à notícia publicada no Jornal do Nordeste do dia 28 de


Setembro, com o título “Reclamos vão pagar imposto”, envio em anexo o es-
clarecimento da Estradas de Portugal.
Congratulações
Sensibilizado e grato, li com Letra Maiúscula, de seu nome com­
agrado e saudoso a “Voz do Nor­ pleto Adriano José Alves Moreira,
Esclarecimento deste”, que julguei perdida mas que
voltou, tal como o filho pródigo ao
natural de Grijó, concelho de Ma­
cedo de Cavaleiros, distrito de Bra­
A publicidade marginal às estradas é um assunto de maior relevância para lar paterno, embora com novo esti­ gança, é sempre pouco.
a EP- Estradas de Portugal, S.A. (EP), uma vez que ela é um elemento distrac­ lo, e na Companhia do Jornal Nor­
tor que merece, por isso, um ordenamento eficaz e o estabelecimento de regras deste. Ao homenageado, que muito ad­
claras e assumidas por todos os intervenientes já que disto resultará o reforço miro e estimo, o meu agreste e rude
da segurança rodoviária que deve ser um bem estimável por todos. Obrigado Ilustre Directora Te­ canto, mas ardente, neste poema de
A EP cobra uma taxa pela emissão de um parecer/autorização referente à resa Batista que teve a ousadia e a catorze versos:
instalação de publicidade visível das estradas da rede nacional e fundamental audácia de quão valiosa acção me­
que estão sob sua jurisdição. ritória, devolvendo aos seus leitores
Sem este parecer, a publicidade visível das estradas, ainda que já licenciada A Voz ao Nordeste, o corpo e o espí­ Só vós sois grande e sábio no
pelos respectivos municípios, não se encontra legal, uma vez que as autarquias rito, que há-de permanecer para lá pensar!
devem previamente solicitar um licenciamento à EP sempre que esteja em cau­ dos tempos. Dos homens o tamanho está na
sa a afixação de publicidade em locais sob sua jurisdição.
mente
Esta taxa a aplicar é por regra anual, uma vez que está sempre dependente Do Nordeste assinalei, com in­ E na grandeza de alma
do licenciamento camarário que tem igualmente essa durabilidade. teresse, os comentários, os prós e
Caso os comerciantes entendam não querer continuar a ter afixadas a res­ tão-somente,
os contras, concernente ao insig­ Que à criação das obras dá lugar.
pectiva publicidade devem proceder à sua remoção, ainda que essa acção não
ne conterrâneo, Senhor Professor
os ilibe de pagar a taxa correspondente ao ano que a publicidade se manteve
Doutor Adriano Moreira. Verifiquei
afixada. Ó fonte inesgotável, se calhar
Pedro Ramos
que apenas está contra, como sem­
Sois de essência divina,
Direcção de Relações Institucionais pre acontece, a mediocridade. Esta,
transcendente,
Assessoria Mediática quando abre a boca ou é para falar
bem de si própria ou mal dos ou­ Emanação do bem, cuja semente
tros. Ousara em Trás-os-Montes
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão DESCRIÇÃO: Veículo ligeiro de Mercadorias, com a matrícula 90-32- germinar.
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010
‑ER, marca Peugeot, modelo 306 (7SD9B2), cilindrada 1905, a gasóleo, de
cor encarnada e do ano de 1995. Bem-haja Senhor Presidente da
PENHORADOS EM : 06.02.2007
CPN 4009
INTERVENIENTE ASSOCIADO AO BEM: Edilidade bragançana, Eng.º Antó­ Eu vos venero e canto. Só é pena
Alexandra Gomes EXECUTADO: Transportes Padrão, Lda., com sede na Rua S. Roque,
Solicitadora de Execução 86, Parada 5300-721 Bragança, NIPC 500526052. nio Jorge Nunes e quantos contri­ Usufruir de rude e “agreste avena”
MODALIDADE DA VENDA: Venda mediante propostas em carta fe-
chada, a serem entregues na Secretaria do supra mencionado Tribunal, pe-
buíram para a merecida distinção E de musas de humilde inspiração.
ANÚNCIO DE VENDA (2.ª e Última Publicação)
los interessados na compra, ficando como data para abertura das propostas o ao ínclito trasmontano que, pela
Processo 723/06.0TBBGC    Execução Ref. Interna: dia 18 de Novembro de 2010, pelas 14:30 Horas.
Bragança – Tribunal Judicial    Comum PE-127/2006 VALOR BASE DA VENDA: 400,00 € sua maneira de ser, de pensar e de Canto-vos como sei, do que
Será aceite a proposta de melhor preço, acima do valor de 280,00 €, cor-
2.º Juízo Data: 22-10-2010
respondente a 70% do valor base. agir e pelas obras e feitos valorosos disponho,
Exequente: Pavimir – Belmiro & Barreira, Lda.
Executados: Transportes Padrão, Lda.
Nos termos do n.º 1 do art.º 897.º C. P. Civil “os proponentes devem jun-
tar à sua proposta, como caução, um cheque visado, à ordem do Agente de
alcançados a bem da Humanidade Que a fantasia homérica do sonho
Agente de Execução, Alexandra Gomes CP 4009, com endereço pro-
Execução ou, na sua falta, da secretaria, no montante correspondente a 20% se tornara universal. É quanto vai, Senhor, da minha
do valor base do bem, ou garantia bancária no mesmo valor”.
fissional em Av. João da Cruz, n.º 70, Edifício S. José – 2.º Esq. Frente,
5300-178 Bragança. A sentença que se executa está pendente de recurso ordinário Não mão.
Nos termos do disposto no artigo 890º do Código de Processo Civil, Está pendente oposição à execução Não Tudo quanto se possa fazer e di­
anuncia-se a venda do bem adiante designado: Está pendente oposição à penhora Não
BEM EM VENDA A Agente de Execução,
zer em louvor deste Homem, com Cláudio Carneiro
TIPO DE BEM: Bem Móvel sujeito a registo Alexandra Gomes

J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão com João Manuel Vaz, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 6688, com o
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 valor patrimonial tributável de €2,14 e o atribuído de dez euros;
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão da freguesia de São Martinho de Angueira, por contrato de compra e ven-
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 da meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessária escri- NOTÁRIO número oito: prédio rústico, composto de pastagem, sito em “Cebola”,
NOTÁRIO tura pública. MANUEL JOÃO com a área de catorze mil oitocentos e sessenta metros quadrados, a con-
MANUEL JOÃO Que, assim, não é detentor de qualquer título formal que legitime o domí- SIMÃO BRAZ frontar de norte com Adriano Augusto Costa, sul com Claudino de Jesus
nio do mencionado prédio. Barrigão, nascente com caminho e poente com Luís António Afonso, inscri-
SIMÃO BRAZ EX T R AC TO to na respectiva matriz sob o artigo 6757, com o valor patrimonial tributável
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e
EXTRACTO oitenta e nove, passou a usufruir o referido terreno, gozando de todas as uti- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de de €5,66 e o atribuído de dez euros;
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de lidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, cul- hoje, exarada de folhas cinquenta a cinquenta e duas do respectivo livro nú- número nove: prédio rústico, composto de terra de pastagem sito em
hoje, exarada de folhas quarenta a quarenta e um do respectivo livro número tivando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas benfei- mero cento e dois, JOSÉ MARIA CATÓLICO MIMOSO, NIF 167 428 381, “Fontainhas”, com a área de dois mil e cem metros quadrados, a confrontar
cento e oitenta e dois, HENRIQUE MANUEL FIDALGO DA FONSECA, torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim, e mulher MARIA DE JESUS FERNANDES VAZ, NIF 167 242 210, casa- de norte com caminho, sul com Amador Nascimento Morais, nascente com
NIF 182 061 469, viúvo, natural da freguesia de Vilar Seco, concelho de Vi- sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal pré- dos sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Adriano Augusto Costa e poente com Luís António Afonso, inscrito na res-
mioso, residente na Rua de São Lourenço, n.º 17, Lugar de Especiosa, fre- dio lhe pertencer e de ser o seu verdadeiro dono, como tal sendo reconheci- Linhares, onde residem, concelho de Celorico da Beira, ela da freguesia e pectiva matriz sob o artigo 6811, com o valor patrimonial tributável de €1,13
guesia de Genísio, concelho de Miranda do Douro, declarou: do por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direito alheio, pa- concelho de Cascais, declararam: e o atribuído de dez euros; e
Que, com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor do prédio rús- cificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o Que, com exclusão de outrem, os seus representados são donos e legíti- número dez: prédio rústico, composto de vinha, sito em “Chaeira”, com
tico, composto de terra de cultura de centeio e lameiro, com área de sete mil conhecimento de todos e sem oposição de ninguém. mos possuidores dos bens a seguir identificados, todos localizados na fre- a área de mil e quatrocentos metros quadrados, a confrontar de norte com
seiscentos e cinquenta e quatro metros quadrados, sito em “Lagonica”, fre- Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi- guesia de Milhão, concelho de Bragança: Avelino Santos Barrigão, sul com Adriano Santos Fernandes, nascente com
guesia de S. Martinho de Angueira, concelho de Miranda do Douro, a con- cada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o domínio do dito pré- número um: prédio urbano, composto de edifício de dois pisos, sito no João Manuel Pires e poente com António José Fernandes, inscrito na respec-
frontar de norte com Alfredo Martins, sul com Aldino Fernandes, nascen- dio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser “Bairro de Baixo”, com a superfície coberta de quarenta e oito vírgula ses- tiva matriz sob o artigo 7607, com o valor patrimonial tributável de €9,93 e
te e poente com caminho, não descrito na Conservatória do Registo Predial comprovado por meios normais. senta metros quadrados, a confrontar de norte com caminho, sul e poente o atribuído de dez euros;
deste concelho, conforme certidão que da mesma apresenta, mas inscrito na Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins com Mário dos Santos Vaz e caminho e nascente com Adriano Costa, inscri- não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, confor-
respectiva matriz sob o artigo 7344, com o valor patrimonial tributário de de primeira inscrição no registo predial. to na respectiva matriz sob o artigo 386, com o valor patrimonial tributário me certidão que da mesma apresenta.
€52,90 e o atribuído de sessenta euros. Está conforme. de €2850,00 e idêntico atribuído; Que os identificados prédios foram-lhes doados no ano de mil novecen-
Que o identificado prédio foi-lhe vendido no ano de mil novecentos e Bragança, 29 de Outubro de 2010. número dois: prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Fon- tos e oitenta e seis, já no estado de casados, por Mário dos Santos Vaz, pai
oitenta e nove, já no estado de viúvo, por António Joaquim e mulher Car- A Colaboradora Autorizada, te do Cano”, com a área de duzentos e oitenta metros quadrados, a confron- da justificante mulher, residente na aludida freguesia de Milhão, por contra-
minda Áurea Ferreira, ambos já falecidos, residentes que foram na aludi- Elisabete Maria C. Melgo tar de norte e nascente com ribeiro, sul com João Manuel Vaz e poente com to de doação meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessá-
caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 6599, com o valor patri- ria escritura pública.
monial tributável de €3,40 e o atribuído de dez euros; Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
número três: prédio rústico, composto de terra de cultura com uma cere- domínio dos mencionados prédios.
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão a confrontar do norte com Manuel António Aragão, do nascente com Alcina jeira, sito em “Fonte do Cano”, com a área de seiscentos e trinta metros qua- Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 Gomes, do sul com José Joaquim Afonso e do poente com Casimiro Cepe- drados, a confrontar de norte, nascente e poente com João Manuel Vaz e sul oitenta e seis, os seus representados, passaram a usufruir os referidos terre-
Com o arquivo do antigo da, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas ins- com caminho, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 6601, com o valor nos, gozando de todas as utilidades por eles proporcionadas, começando por
CARTÓRIO NOTARIAL crito na matriz respectiva, sob o artigo 299, sendo de 6,66 euros o seu valor patrimonial tributável de €8,17 e o atribuído de dez euros; ocupá-los, limpando-os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e produtos, e
DE BRAGANÇA patrimonial, a que atribui o valor de vinte euros. número quatro: prédio rústico, composto de lameiro com freixos, sito em efectuando diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento das suas
Que entraram na posse do referido prédio, em mil novecentos e oitenta, “Fonte do Cano”, com a área de dois mil cento e vinte metros quadrados, a vedações, bem como a utilizar o referido edifício, gozando de todas as su-
EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO por compra verbal que dele fizeram a Manuel António Lopes, residente que confrontar de norte com Cândido do Nascimento Morais, sul e poente com as utilidades, guardando nele seus haveres, efectuando regularmente obras
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- foi na referida freguesia de Salsas, sem que no entanto ficassem a dispor de João Manuel Vaz e nascente com Claudino de Jesus Barrigão, inscrito na de conservação e reparação, como substituição de elementos danificados e
vrada no dia vinte e nove de Outubro de dois mil e dez no Cartório Nota- título formal que lhes permita, o respectivo registo na Conservatória do Re- respectiva matriz sob o artigo 6603, com o valor patrimonial tributável de de benfeitorização, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce direi-
rial a cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Ave- gisto Predial; mas, desde logo, entraram na posse e fruição do identificado €33,81 e o atribuído de quarenta euros; to próprio, na convicção de tais prédios lhes pertencerem e de serem os seus
nida Dr. Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de cento e três a prédio, em nome próprio, que posse assim detêm há muito mais de vinte número cinco: prédio rústico, composto de lameiro com freixos, sito em verdadeiros donos, como tal sendo reconhecidos por toda a gente, fazendo-
folhas cento e quatro verso do livro de notas para escrituras diversas núme- anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja. “Fonte do Cano”, com a área de quatro mil e trezentos metros quadrados, a o de boa fé por ignorarem lesar direito alheio, pacificamente, porque sem
ro “QUINZE-G” HORÁCIO HENRIQUE GOMES e mulher EDITE DA Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição, os- confrontar de norte com ribeiro, sul e nascente com Anacleto Batista e poente violência, contínua e publicamente, à vista e com o conhecimento de todos
CONCEIÇÃO DIAS, casados sob o regime de comunhão geral de bens, am- tensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome próprio e com com Mário dos Santos Vaz, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 6604, com e sem oposição de ninguém.
bos naturais da freguesia Salsas, concelho de Bragança, onde residem, NIFS aproveitamento de todas as utilidades do prédio, nomeadamente, amanhan- o valor patrimonial tributável de €119,04 e o atribuído de cento e vinte euros; Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi-
144 591 316 e 196 180 341, fizeram, as declarações constantes desta certi- do-o, adubando-o, cultivando-o e colhendo os seus frutos, agindo sempre número seis: prédio rústico, composto de terra de pastagem, sito em “Ter- cada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio dos men-
dão, que com esta se compõe de duas laudas e vai conforme o original. por forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, quer usu- ra do Gato”, com a área de mil novecentos e oitenta metros quadrados, a cionados prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é sus-
Bragança, Cartório Notarial, vinte e nove de Outubro de dois mil e dez. fruindo como tal o imóvel, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer su- confrontar de norte e nascente com Adriano Augusto da Costa, sul com ca- ceptível de ser comprovado por meios normais.
A Colaboradora, portando os respectivos encargos, quer ainda pagando as respectivas contri- minho e poente com Cândido do Nascimento Morais, inscrito na respecti- Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins
Bernardete Isabel C. Simões Afonso buições e impostos, mantendo-o sempre na sua inteira disponibilidade. va matriz sob o artigo 6627, com o valor patrimonial tributável de €0,76 e de primeira inscrição no registo predial.
Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, conduziu o atribuído de dez euros; Está conforme.
Que são donos e legítimo possuidores, com exclusão de outrem do pré- à aquisição do imóvel, por usucapião, que invocam, justificando o seu direi- número sete: prédio rústico, composto de terra de cultura e pastagem, sito Bragança, 29 de Outubro de 2010.
dio rústico, sito na Devesinha, freguesia de Salsas, concelho de Bragança, to de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta forma de aquisição em “Costa”, com a área de mil e quinhentos metros quadrados, a confrontar A Colaboradora Autorizada,
composto por cultura, com a área de sete mil e duzentos metros quadrados, não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial. de norte Amador Nascimento Morais, sul com caminho, nascente e poente Elisabete Maria C. Melgo

22 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


cultura

Bienal de Gravura do Douro é estratégica


Glória Lopes cipais espa­ Santiago, Daniel Hompesch e Silves­
ços culturais. tre Pestana são alguns dos nomes em
Cumprido o objectivo O Porto (Grá­ destaque.
fica Urbana), Depois do tributo a Paula Rego
de expandir a bienal Vila Real (Te­ na Bienal de 2007, a 5ª edição do
por toda a região duriense atro Munici­ certame homenageou Antoni Tàpies,
pal), Régua artista catalão considerado pela críti­
Mais uma vez a Bienal Interna­ (Museu do ca como um dos maiores nomes das
cional de Gravura do Douro realizou- Douro), Foz- artes plásticas do séc. XX, ao nível de
se sob o signo do sucesso. A iniciativa Côa (Centro Picasso, Marcel Duchamp ou Pollock.
terminou no passado dia 31 de Outu­ Cultural e O Museu do Douro, na
bro e, desde 10 de Agosto, promoveu Museu do Régua, acolheu esta exposição,
a realização de 16 exposições, com Côa), Favaios com cerca de 25 peças, deste mestre
um total de 750 obras da autoria de (Programa da arte contemporânea mundial.
360 artistas oriundos de 75 países. de Animação Nuno Canelas, director e cura­
A 5ª edição do evento prometia das Aldeias dor da Bienal de Gravura, referiu
z Bienal do Douro é já uma das maiores expressões artísticas da região
“algo inédito no Douro e em todo o Vinhateiras) que esta edição teve “continuidades
país”, promessa considerada cumpri­ grande reconhecimento, não só a ní­ e, obviamente, Alijó (Pavilhão Gim­ e inovações”. Entre as novidades des­
da perante a diversidade de formas vel nacional como internacional. nodesportivo, Biblioteca, Auditório tacou-se um programa mais forte, o
artísticas lá representadas. A acção que terminou na semana Municipal e Piscinas Municipais) alargamento a outros municípios do
“A crescer e a acrescentar valor passada destacou-se ainda pela con­ acolhem obras, não só de grandes no­ país e a presença desta iniciativa no
de edição para edição”, este evento cretização de um objectivo antigo: mes já consagrados, como de jovens espaço virtual, nomeadamente no
tem vindo a afirmar-se no panora­ expandir a bienal por toda a região artistas em ascensão e formação. An­ Second Life, onde a Bienal do Douro
ma cultural mundial, tendo já obtido duriense e levar a arte aos seus prin­ toni Tápies, Rafael Trelles, Fernando está representada.

Utentes do CEE mostram talentos manuais


G.L. ria, cerâmica, pintura, missangas, gurança Social.
entre muitos outros materiais, que A mostra dos trabalhos dos uten­
Bragança Shopping permitiram criar um vasto leque de tes do CEE aconteceu pela primeira
objectos como a bijuteria artesanal, vez no Bragança Shopping, foi fruto
acolheu exposição caixinhas, pequenas estatuetas deco­ de uma parceria, e serviu para divul­
de trabalhos manuais com rativas, naperons, loiça decorativa e gar e mostrar à população o que se
várias técnicas e materiais muito mais. faz naquela instituição.
Os trabalhos são realizados nos Actualmente, o Centro de Educa­
Várias dezenas de trabalhos ma­ zMostra divulga trabalho da instituição ateliers que funcionam na instituição, ção Especial tem 68 institucionaliza­
nuais elaborados pelos utentes do nomeadamente de tapeçaria, pintu­ dos, portadores de várias patologias
Centro de Educação Especial de Bra­ Os utentes recorreram a várias ra ou jardinagem que funcionam na clínicas. Os trabalhos manuais fazem
gança (CCE) estiveram expostos no técnicas de confecção, como pon­ instituição, onde os utentes ocupam parte da terapia ocupacional promo­
Bragança Shopping. tos de bordado diferentes, tapeça­ o tempo, adiantou uma fonte da Se­ vida pelos técnicos.

Os primeiros sete leitores a apresentar o jornal


NORDESTE na loja book.it de Bragança,
recebem este livro de oferta.

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 23


CULTURA

O lugar do sentidos
GLÓRIA LOPES cado pela “Pé de Página’), os outros
foram edição de autor, que no país é
difícil os poetas imporem a sua escri­
Virgínia do Carmo lançou ta. Começou cedo nas lides das pala­
novos poemas em vras, aos 18 anos, com uma edição de
autor.
“Sou, e Sinto”
Já esta nas bancas o novo livro “Mesmo quando escrevo
de Virgínia do Carmo, que desta feita
prosa tenho sempre em mente
lançou ‘Sou, e Sinto”, sob a chancela
da editora Temas Originais. a poesia”
Trata-se de um trabalho que a
própria poetisa define como intimis­ Virgínia do Carmo, natural de
ta, “muito baseado nos afectos e sen­ Macedo de Cavaleiros, é jornalista e
timentos”, contou ao Jornal Nordes­ actualmente co-proprietária de uma
te, revelando toda uma sensibilidade empresa de comunicação. Depois de
à flor da pele, como de resto é marca uma passagem por vários jornais,
da autora, como está bem patente no está agora mais dedicada à crónica,
seu blogue ‘O Lugar dos Sentidos’, mas a escrita é o seu lugar. “Mesmo
criado há um ano e meio e que esteve quando escrevo prosa tenho sempre
na origem do lançamento da publica­ em mente a poesia, escrevo prosa po­
ção. z Virgínia do Carmo lançou uma obra literária baseada em afectos e sentimentos ética”, referiu.
Virgínia do Carmo, poeta de sen­ A poetisa também se dedica à
sibilidade e afectividades raras nestes “ainda é vista como um bicho-papão, reveêm no que escrevo, gostava de os prosa, e não desdenha a hipótese de
tempos em que a ética é um lugar es­ muitas vezes as pessoas têm uma tocar de alguma forma”, acrescentou. avançar para um livro de contos ou
tranho, revela na sua escrita a huma­ ideia errada sobre o que é a poesia, Despertar iniciados nestas lides seria até quem sabe um romance. “São
nidade e sentimento, provavelmente principalmente a que se faz actual­ também ouro sobre azul para a poe­ géneros que exigem mais, implicam
temas a que muitos querem fugir, mente”, explicou. Daí que Virgínia tisa, “porque é um imenso campo a maior disponibilidade e continuida­
muito provavelmente, para evitar o do Carmo não tenha como objectivo descobrir e a desvendar”. de, embora eu nunca publique um
confronto com o que sentem no seu principal chegar à multidão, porque Este é o quarto livro da autora, e poema tal como ele sai, gosto de re­
âmago mais profundo. A autora sabe o mais importante “é ser lida pelos o segundo editado por uma editora (o ver e de trabalhar a escrita, releio e
que a poesia não é escrita de massas que a querem entender e pelos que se outro foi ‘Tempos Cruzados’ publi­ revejo várias vezes”, explicou.

— e s p e c i a l i d a d e s —
Cardiologia obstetrícia
CIRURGIA GERAL ginecologia
CIRURGIA vascular ortopedia
clínica geral otorrinolaringologia
Dermatologia pediatria/alergologia
endocrinologia pneumologia DIRECÇÃO TÉCNICA: Dr.ª Graça Pombo
(Médica Especialista em Patologia Clínica)
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24 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


CULTURA

Tierra, Giente i Lhéngua

Als cachicos, hai que ir criando


un efeito paixarina quando se scribe, porque screbir ye
falar an siléncio!

Bás a cuntinar a screbir i,


Para que la lhéngua mirandesa L’eideia fui anriquecer l mirandés. se possible, a publicar nuobos
cuntine a ir palantre, diç-mos an Quanta mais literatura houbir, mais lhibros?
anterbista Maria da Conceição cementada la léngua quedará. Si, claro que bou a cuntinuar
Gonçalves Lopes, que acaba de screbindo. L mirandés faç parte de
publicar l sou purmeiro lhibro, de Puodes caratelizar l tou lhibro mi, de la mie eisséncia.
bersos,TIEMPO DE LAS CEREIJAS, para que las pessonas sáben i l
cul nome de SãoSendin i pula eiditora conhéçan? Cumo abaluas la situacion atual
Zéfiro, de que se fizo l salimiento Ye un librico eissencialmente de la lhéngua mirandesa i l que
an Sendin ne l atrasado die 30 de de sentires, de mirares, anfin de achas que debe de ser feito? cun ganas de daprender l mirandés na
Outubre. Este poemairo saliu a la par eimoçones screbidas na léngua que Antes de mais debemos de tener scuola i cun proua de ser mirandeses!
de outros quatro, todos de mulhieres siempre le oubi a mius pais falar i que bun senso cun sensibilidade, claro Esto ye un bun sinal, la mentalidade
mirandesas, assi einougurando faç parte de la mie eidentidade, de la i cumo oubi Amadeu Ferreira dezir stá a demudar. Lembra-se-me de que
ua lhiteratura mirandesa ne l mie stória. De la léngua mirandesa ne l atrasado die 17 de setembre, die quando tenie ls mius 15 ou16 anhos
femenino, de que eiqui yá falemos puodo dezir que ye “ua catiba que an que la aprobaçon de la léngua muita giente de la mie giraçon tenie
na atrasada Fuolha Mirandesa. me ten catiba”. mirandesa fizo doze anhos, “L bergonha de l mirandés, era “parolo”
Maria da Conceição Gonçalves MIRANDÉS BIBIRÁ ANQUANTO falar-se assi!
Lopes naciu an Auch, ua cidade de Que amportança cuidas que NÓS QUEJIRMOS!” i you cuncor­ Ye amportante que se cuntine a
l sudoeste de França, l 23 de De­ ten la lhiteratura mirandesa pa la do anteiramente. Fazendo ua retros­ publicar an mirandés, ye amportante
zembre de 1968. Ende bibiu até nuossa lhéngua? petiba, muita cousa se fizo nestes que se faga dibulgaçon, ye amportante
1978, altura an que ben de beç pa la Ye dua amportança basilar. Anque doze anhos que anriqueciu l mirandés. que se crie la fundaçon de la léngua
tierra de ourige de sous pais, i tierra l mirandés oural tenga muitos anhos, Nesta altura l mirandés stá bibo, i cultura mirandesas, ye amportante
de l sou coraçon, Sendin. Dende l l mirandés cumo léngua screbida seia pula música, pula gastronomie, que debagar, debagarico, cada ua i
sou pseudónimo cumpuosto de l sou ye mui nobico, i la literatura ye pula literatura i até, aporbeitando las cada un de nós baia falando nien que
nome (São) i de Sendin, screbido nas fundamental para que la léngua crie nuobas tecnologies, fúrun criadas seia als cachicos i cun esto criar l
dues lhénguas de l’outora, l pertués raízes antemporales i assi haberá un ferramientas na anter­nete cumo l “eifeito paixarina”!
i l mirandés, na sue bariadade sendi­ legado para las giraçones feturas.Ua Tra­dutor i la Biquipédia. Quedo mui
nesa an que l lhibro stá screbido i por léngua bibe quando se fala i tamien cuntenta quando beio ls mais nobicos Anterbista de Amadeu Ferreira
essa rezon nun ten –lh- an ampeço
de palabra (tal i qual cumo las sues
repuostas a la anterbista a seguir).
An Sendin studa até al nono anho,
acabando l ansino secundairo an Mi­
randa de l Douro. An Bila Rial, na
Ounibersidade de Trás ls Montes i
Alto Douro (UTAD), forma-se an
me­decina beternária, nessa cidade se
mantenendo a trabalhar ne l sou oufício.
Para melhor coincermos las ei­
deias de Conceição Lopes i l sou
lhi­bro, i tamien l que pensa subre l
mirandés, fumus a falar cun eilha. A
seguir quédan las repuostas que le
dou a la Fuolha Mirandesa.

Hai quanto tiempo scribes an


mirandés?
Nun sei bien hai quanto tiempo,
mas yá hai algun tiempo. Siempre
que puodo, scribo an mirandés, sendo
ua forma de ir daprendendo. Fago-lo
muita beç quando mando eimails als
amigos, an sms, an blogues.

Qual fui la tue eideia al screbires


este lhibro?

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 25


LA FUOLHA MIRANDESA

Salimiento an Sendin, na casa de l Pouliteiro


Antonh Ourganizado pula Jun­ que animórun la
ta de Freguesie i la outora, dou-se l fiesta i la Feira de
salimiento de Tiempo de las Cereijas ls Burros, que la
l die 30 de Outubre a las 17,:30 horas, muita auga i l muito
na casa de l Pouliteiro an Sendin. friu nun deixórun
Houbo casa chena para apoiar que fura ua grande
la salida de l lhibro, que fui aper­ feira cumo outros
sentado por Amadeu Ferreira i tubo anhos.
la Perséncia de l Persidente de la Ye buona seinha
Junta i de l Bereador de la Cámara que cada beç mais
de Miranda de l Douro, Ilídio Ro­dri­ bamos assistindoa
gues. salimientos de lhi­
Na fin de todo la outora assinou bros pulas nuossas
lhibros para toda la giente alhá stubo, tierras.
apuis de tamien eilha haber falado de Neste causo un
cumo naciu l lhibro i de agradecer a la lhibro de poemas,
família i amigos. Antes de todo fúrun a lhembrar, cumo alhá fui dezido na poetas ye seinha de que nien todo stá
ls Dançadores de Miranda de l Douro apersentaçon, que anquanto houbir mal ne l mundo.

Cousas que nun se m’anténden


Antonho Mendonça ganha la nun puode trabalhar. La redadeira a ser, CUMPLIQUEX, de maneira
bida ancalcando alcatron por essa beç que percisou de la renobar, fui-se que l nuosso Antonho tubo que perder
Ouropa fuora. Esta ye ua maneira a Miranda al spital an die treminado, meio die que l patron nun le pagou,
de dezir que Antonho ye xofer l Delgado de Salude fizo-le uas para ir a Bumioso, que an Miranda
porfissional de caminhones, passa preguntas, se bie i oubie bien, se nun se fáien uns eisames de treta que
muitos dies fuora de casa i semanas nun mancaba, mandou-le dezir uas le cháman psicotécnicos i sperar
anteiras sin se deitar al lhado de la lhetras mais grandes i outras mais ua semana ou mais anté que benga l
sue tie. Ten dous filhos a studiar na pequerricas, outras cousas assi, i alhá resultado. De seguida bai-se al Centro
ounibersidade que le gástan l que le passou l tal papel cun que se fui de Salude de Miranda a requerir un
ganha i l que nun ten, por isso percisa als serbícios de l IMTT an Bregáncia atestado médico que solo lo pássan
de aporbeitar mui bien todo l tiempo i le renobórun la tal ferramienta, inda an Bregáncia i para tal ten que perder
i forrar que nin alfaiate, porque, que para poder rodar ne l strangeiro, mais meio die de trabalho que l
cumo se aquestuma dezir, l tiempo (you anté pensaba que l’Ouropa patron nun le paga, mais uns ouros
ye denheiro. Mas hai quien nun quemenitária era um solo paíç, gastos por bias de l CUMPLIQUEX, ridades, que son quien ten boç subre
pense assi ou seia ansansible a estes mirai la mie eignoráncia), tubo que anquanto ls filhos an Lisboua: estas i outras matérias, nun se le
pormenores, talbeç por bias de nun deixar mais uns ouros no ACP, que — Pai carrega-me la cuonta! oubiu inda un pio sobre estes casos?
passar por estes apuros ou porque la ye l ourganismo outerizado a passar — Si , mas cun quei se l COM­ Apuis dízen que la zarteficaçon
oupenion nun l deixa. uns certeficados anternacionales que PLIQUEX nun me lo deixa ganhar? medra ne l anterior, puis grande
Ora todo este paleio para quei? sustitúen las cartas anquanto estas I inda por riba me lo saca! ad­miraçon! Quien çfende la manu­
pregunta quien stá a ler estas lhetras. stan a renobar, cousas que tamien Pregunto you outra beç: anton tençon de ls serbícios primairos ne
Todo isto ten um sentido. Antonho nun se me anténden, i toca a ancalcar an Mogadouro inda hai Delgado de ls cunceilhos mais çfaborecidos? Stá
Mendonça, que ten este nome mas alcatron. Salude i an Miranda ou Bumioso claro que cun la salida destes bienes
nun ye l Menistro de ls Streportes Mas desta beç nó. Las cousas nun lo hai porquei? Será porque l tamien se bai la giente i outra nun
inda que streporte mais que l agora modórun, para pior claro, ah! Persidente de la Cámarade Mogadouro ben.
menistro, tubo que renobar la carta quando se me lhembra que oubie ye médico? Haba un médico que se … i you que nun studiei!!!
de guiar mais ua beç, puis esta ye la eiqui atrás ls gobernantes a falar en candidate que botaremos nel.
sue ferramienta de trabalho i sin eilha SIMPLEX nunca eimaginei que iba Porque rezon a las nuossas oute­ Félix Fernandes

26 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Campeonato Nacional da II Divisão


1 MACEDO
Caniçal 0
Jogo no Estádio Municipal de Macedo

Muita sorte e sofrimento


Árbitro: Albano Correia (A. F. Braga)
E Q U I PA S
Tiago Conrado
Adriano Prioste
Corunha Varandas
O Macedo de Cavaleiros Na 2ª parte tudo mudou. Gancho Da Silva
e os madeirenses de Caniçal O treinador visitante colo­ Luís Carlos Nuno Oliveira
jogaram com muitas pers­ cou toda a carne no assador, João Mendes Thierry
pectivas e o que se passou no mudou o sistema e acabou Toninho Ludgero
campo comprovou este senti­ por dominar na etapa com­ (Luciano, 30´ e (Duarte Nuno, 81´)
mento. Os jogadores da casa plementar. O Macedo so­ Didácio, 85´) Marcelo
Nuno Meia Wandersson
entraram bem e marcaram o freu, porque só dava Caniçal
Rambé Jony
golo, aos 21”, por Nuno Meia. e só não aconteceu o golo Ricardo (Claúdio, 66´) Carlos Manuel
Andaram quase sempre no por pura sorte dos continen­ Wivisson (Valter, 67´)
meio campo da turma visi­ tais. Na verdade, esta vitória TREINADORES
tante, pelo que a vantagem transmontana teve o condão
Rui Vilarinho Luís Teixeira
na altura era mais que justifi­ do sofrimento, porque foi ar­
cada. Havia boas razões para rasador o jogo da turma de Golo: Nuno Meia (21´).

pedir novo golo para os ma­ Luís Teixeira. Disciplina: Varandas 9” Nuno Meia (43´),
Carlos Manuel (65´), Gancho (69´), Luciano
cedenses, mas ao intervalo a O juiz cumpriu a sua mis­
(72´), Corunha 78”.
margem era mínima. z Derrota viajou para o Funchal são.

Campeonato Nacional da II Divisão


1 TIRSENSE
BRAGANÇA 0
Jogo no Estádio Abel Alves Figueiredo

Exibição não chega


Árbitro: Jorge Faustino (A. F. Lisboa)
do adversário.
E Q U I PA S
Falharam golos e isso con­
ta, mas a tristeza deve passar Albergaria Ximena
Queirós Vilaça
já no domingo, porque a exi­
Ribeiro Daniel
No próximo domingo, em Depois, o guarda-re­ bição fica e o resultado conta. Sampaio Rui Gil
casa, o público terá que rece­ des da casa tornou-se no Carlitos terá pensado se Vilaça Carlitos
ber esta equipa canarinha de herói da tarde. O ex-in­ estes jogadores fossem ca­ P Ricardo (Mesquita 90”)
pé e com aplausos, na disputa ternacional Pedro Alber­ çadores e tivessem pontaria Rui (Pinto 72”) Marco Móbil
com o Merelinense. garia foi um autêntico afinada, que tal seria a caçada Pedras Bacari
Na contenda com o Tir­ sacrificado para evitar o (goleada). Nuno Silva Tiago André
(Fontes 83”) Valadares (Toni 86”)
sense, o GDB perdeu, é certo, golo visitante, que tanto Brilhante esteve também
Silvério Pedrinha
mas fez a melhor exibição des­ mereceu, O jovem, que o senhor do apito que veio de (Barroso 90+3) Pinhal
de que Carlitos é treinador. passou e cresceu no Bo­ Lisboa. Roberto (Badará 66”)
A equipa da casa não sabia avista, foi o senhor dos 3 Pior foi o que aconteceu TREINADORES
onde se meter e foi preciso a pontos conquistados ou ao médio Carlitos, de 33 anos,
A. Rocha Carlitos
fertilidade do futebol cobrar- caídos do céu. que não está a ter sorte nas
se pela injustiça. Os erros são Brilhante posse de últimas épocas no GD Bra­ Golo: Nuno Silva 58”.
o pão nosso de cada dia na bola da turma de Carli­ gança. Depois de um aciden­ Disciplina: Roberto 29”, Marco Móbil 32”,
bola e foi aí que os transmon­ tos, que torneou o jogo te de trabalho, que forçou a Vilaça 35”( Tirsense).

tanos perderam o jogo. É isto à sua maneira, como se sua paragem durante mais
que torna aliciante o mundo fosse ele o treinador do de 3 meses, o atleta fractu­ intervenção correu bem, mas
da bola, onde nunca se sabe o Tirsense, tal era o co­ rou o perónio no jogo com o a paragem deve rondar os
que acontece. z GDB merecia empate nhecimento que tinha Tirsense e já foi operado. A dos 3-4 meses.

16 20 22 32 42 8 9

5 11 21 24 27 49 4

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 27


NORDESTE DESPORTIVO

CLASSIFICAÇÕES

Campeonato Nacional da III Divisão 1 FÃO
MIRANDELA 3
Liga Zon Sagres A. Futebol Bragança Jogo no Complexo Desportivo de Fão

Liderança conquis-
Árbitro: Cláudio Silva (A. F. Bragança)
Classificação Classificação
E Q U I PA S
9.ª JORNADA Pontos Jogos 4.ª JORNADA Pontos Jogos
João Ferreira Armando

tada à chuva
FC Porto 25 9 Morais FC 12 4
Benfica 18 9 Torre Moncorvo 12 4 Rui Moreira Jonas
V. Guimarães 15 9 Mirandês 8 4
Sporting 15 9 Rebordelo 7 4 Rudy Nana K
Académica 14 9 FC Vinhais 7 4
Sp. Braga 14 9 Alfandeguense 6 4
Quim (Filipe int) Rui Borges
Olhanense 13 9 Argozelo 4 4 Sobrinho Vaz Tê
Nacional 13 9 Sendim 4 4
V. Setúbal 12 9 Águia Vimioso 3 4 Luís (Vicente 59’)
P. Ferreira 11 9 CCR Lamas 2 4 Abílio Renato
Beira-Mar 11 9 Carção 1 4
U. Leiria 11 9 Talhas 1 4 Hélder Silva (Rui Lopes 70’)
Marítimo 7 9 Tó Coentrão Paulo Roberto
Portimonense 7 9
Rio Ave 6 9 Resultados (Ruca 77’) Rondinele
Naval 4 9 FC Vinhais 3-1 CCR Lamas Zé Luís Dally
Talhas 2-2 Mirandês
Resultados Alfandeguense 2-1 Águia Vimioso (Kevin 69’) Nelo
Argozelo 1-3 Torre Moncorvo
Rio Ave 2-0 Sp. Braga Carção 0-4 Morais FC
Luís Andrade Kuca (Maktar 88’)
Nacional 1-0 V. Setúbal Sendim 1-3 Rebordelo
V. Guimarães 2-0 Portimonense TREINADORES
U. Leiria 1-2 Sporting
Académica 0-1 FC Porto Próxima Jornada João Marafona Luís Guerreiro
Beira-Mar 3-1 Naval
FC Vinhais 14/11 Talhas
Olhanense 1-1 Marítimo
Mirandês 14/11 Alfandeguense
Golos: 0-1 Rondinelle 7’, 1-2 Kuca 18’,
Benfica 2-0 P. Ferreira
Águia Vimioso 14/11 Argozelo 0-3 Rui Borges 20’, 1-3 Tó Coentrão 37’.
Torre Moncorvo 14/11 Carção
Próxima Jornada Morais FC 14/11 Sendim Disciplina: Sobrinho 22´, Vaz Tê 34’, Re-
V. Setúbal 05/11 Rio Ave CCR Lamas 14/11 Rebordelo
nato 37’, Zé Luís 44’, Nana K 74’, Filipe 73’,
Marítimo 07/11 U. Leiria
Sp. Braga 07/11 Beira-Mar Ruca 77’, Paulo Roberto 83’, Hélder Silva
P. Ferreira 06/11 Nacional
Naval 07/11 Olhanense z Mirandela fez a festa em Fão 90’+3’.
FC Porto 07/11 Benfica
Portimonense 06/11 Académica
Sporting 08/11 V. Guimarães
Foi um jogo digno de qual­ agem muito bem os anfitriões tos e pelas condicionantes do
Futsal – I Divisão quer primeira liga em organi­ e logram reduzir para 1-3, dei­ terreno, que João Ferreira e
Classificação zação defensiva, luta do meio xando excelentes respectivas Armando não deixaram que
II Divisão – Z. Norte 6.ª JORNADA Pontos Jogos
campo e exploração do ataque. para a etapa complementar. inflacionassem o resultado.
Classificação Belenenses 16 6
E se a isto tudo somarmos Nos últimos 45’ + 5’ de Vencedor justo, num jogo
6.ª JORNADA Pontos Jogos
Benfica
AD Fundão
16
12
6
5
o temporal que se abateu so­ compensação as expectativas que foi uma lição a todos os
Tirsense 16 6 Inst. D. João V 11 6 bre Fão, não podemos deixar não foram goradas. Emo­ níveis daquilo que deve ser
Sporting 10 4
Fafe
U. Madeira
13
13
6
6 Freixieiro 9 5 de o considerar um espec­ ção em velocidade e o golo a o futebol, de que nos permi­
Boticas 8 6
Chaves
Marítimo B
10
9
6
6 Vit.Olivais 7 6 táculo de qualidade imen­ ameaçar em cada lance foi timos destacar o fair play e a
Vizela 9 6 Modicus
FJ Antunes
7
7
6
6
sa, que se assumiu como um a palavra de ordem. Os mi­ atitude, com um sublinhado
Ribeirão 8 6
CF Andorinha 8 6 AMSAC
Rio Ave
4
4
6
6
cartão de visita e um hino ao nhotos assumem a iniciativa, espectacular na cultura tácti­
Merelinense 8 6
Camacha 8 6 Alpendorada 3 6 futebol espectáculo altamente organizando-se muito bem ca e saber estar na alta com­
Mogadouro 0 6
Bragança
Macedo de Cavaleiros
7
7
6
6
competitivo. os transmontanos, em rigor petição dos dois técnicos, co-
AD Oliveirense 7 6 Resultados Com uma entrada muito e na transição em velocidade responsabilizando-se na festa
Caniçal 4 6
Benfica 6-1 Freixieiro
AD Lousada 3 6
Boticas 13-4 Alpendorada forte e a saber explorar mui­ colaborando tacticamente na do futebol.
Pontassolense 1 6
AMSAC
Inst. D. João V
3-9
2-2
Belenenses
FJ Antunes
to bem as diagonais rasgadas cedência do meio campo, pro­ Quanto aos árbitros, um
Resultados Mogadouro 3-4 Vit.Olivais para as costas da defensiva ad­ porcionando um espectácu­ trabalho de qualidade mui­
AD Oliveirense 4-0 CF Andorinha Sporting 5-1 Modicus
Tirsense 1-0 Bragança AD Fundão 7-2 Rio Ave versária, os forasteiros exibi­ lo de rara beleza e qualidade to alta, principalmente pelas
Merelinense 1-1 Ribeirão ram-se de forma deslumbran­ muito alta. dificuldades impostas pelo
Fafe 2-0 Pontassolense Próxima Jornada
U. Madeira 1-0 Chaves
Benfica 06/11 Boticas te na qualidade, velocidade e Houve muitas situações terreno a propiciar o choque,
Camacha 3-2 AD Lousada
Marítimo 0-0 Vizela Alpendorada
Belenenses
06/11
06/11
AMSAC
Inst. D. João V
eficácia na eficiência. Constru­ de golo, quatro delas de rup­ mas que os atletas facilitaram
Macedo de Cavaleiros 1-0 Caniçal
FJ Antunes 06/11 Mogadouro íram um resultado tranquilo, tura perpetradas pelos foras­ com o seu carácter e cultura
Próxima Jornada Vit.Olivais
Modicus
06/11
06/11
Sporting
AD Fundão assente em 3 golos muito bem teiros, proporcionadas pela competitiva.
Freixieiro 06/11 Rio Ave
AD Oliveirense
Bragança
07/11
07/11
Tirsense
Merelinense
montados e finalizados com intensidade imposta pelos
Ribeirão
Pontassolense
07/11
07/11
Fafe
U. Madeira
frieza e qualidade técnica. Re­ atletas de ambos os conjun­ Fernando Cordeiro
Chaves 07/11 Camacha
AD Lousada 07/11 Marítimo B
Vizela 07/11 Macedo de Cavaleiros
CF Andorinha 07/11 Caniçal

Futsal – III Divisão Futsal


Classificação
III Divisão – Série A 3.ª JORNADA Pontos Jogos Nacional Juniores B Nacional Juniores C Regresso
Classificação Classificação Classificação
à Escolinha
Desp. Aves 9 3
Macedense 9 3
6.ª JORNADA Pontos Jogos Contacto 7 3 11.ª JORNADA Pontos Jogos 9.ª JORNADA Pontos Jogos
Fundação MC 7 3
Mirandela 14 6 Sp. Braga 28 11 Sp. Braga 30 10
C. Ansiães 6 3
Fão
Vianense
13
10
6
6
Valpaços Futsal 6 3
V. Guimarães
Varzim
24
22
11
11
Varzim
V. Guimarães
27
22
10
10
A Escolinha de Futsal
Piratas de Creixomil 6 3
Limianos 10 6 Ambos os Rios 3 3
Vizela 21 11 Gil Vicente 18 10 Arnaldo Pereira prepara o
Vieira 8 6 Penafiel 20 11 AD Barroselas 16 10
Caç. Taipas 8 6
CCDAT EPB
Mondim de Basto
3
3
3
3
Gil Vicente 17 11 Merelinense 16 10 regresso aos treinos. Avizi­
Melgacense 8 6 Freamunde 16 11 Vizela 12 10
Santa Maria FC 8 6
Paredes
Gualtar
2
0
3
3
Rio Ave 13 11 Mirandela 9 10 nha-se uma época de novos
Chaves 9 11 Famalicão 9 10
Esposende
Maria da Fonte
7
5
6
6
Amigos De Cerva 0 3
Bragança 9 11 Marinhas 8 10 desafios e o reencontro de
CF Nogueirense 0 3
Amares
Valenciano
4
1
6
6
Diogo Cão
Vitorino de Piães
5
3
11
11
Limianos
Bragança
4
3
10
10
amigos no retomar de um
Resultados caminho de aprendizagem.
Resultados Mondim de Basto 7-2 CF Nogueirense Resultados Resultados Desde Setembro de 2008 que
Contacto 2-2 Paredes
Amares 0-2 Maria da Fonte
Vieira 1-1 Vianense
Fundação MC
Piratas de Creixomil
4-3
3-1
CCDAT EPB
Gualtar
Vizela
Penafiel
4-2
3-1
Freamunde
Gil Vicente
Gil Vicente
Marinhas
2-0
0-1
Limianos
Merelinense
a Escola faz com regularidade
Valenciano
Melgacense
0-5
2-2
Santa Maria FC
Caç. Taipas
Macedense
Valpaços Futsal
6-1
2-6
Amigos De Cerva
Desp. Aves
Diogo Cão
Sp. Braga
2-3
2-0
Rio Ave
Varzim
V. Guimarães
AD Barroselas
1-2
2-0
Sp. Braga
Vizela
a formação/competição de jo­
Fão
Limianos
1-3
3-0
Mirandela
Esposende
Ambos os Rios 2-4 C. Ansiães V. Guimarães 5-0 Vitorino de Piães Famalicão 1-2 Mirandela vens e atletas em Futsal.
Chaves 3-1 Bragança Bragança 0-5 Varzim
Próxima Jornada “Por mais difíceis que se­
Próxima Jornada CF Nogueirense 06/11 Ambos os Rios
Próxima Jornada Próxima Jornada jam os nossos dias, com rigor,
Amares
Vianense
07/11
07/11
Vieira
Valenciano
Paredes
CCDAT EPB
06/11
06/11
Mondim de Basto
Contacto
V. Guimarães
Sp. Braga
14/11
14/11
Chaves
Vitorino de Piães
Limianos
Merelinense
07/11
07/11
Marinhas
V. Guimarães
determinação e empenho,
Santa Maria FC
Caç. Taipas
07/11
07/11
Melgacense
Fão
Gualtar
Amigos De Cerva
06/11
06/11
Fundação MC
Piratas de Creixomil
Diogo Cão
Penafiel
14/11
14/11
Varzim
Rio Ave
Sp. Braga
Vizela
07/11
07/11
AD Barroselas
Famalicão
conseguem-se sempre en­
Mirandela 07/11 Limianos Desp. Aves 06/11 Macedense Vizela 14/11 Gil Vicente Mirandela 07/11 Bragança contrar soluções”, refere uma
Maria da Fonte 07/11 Esposende C. Ansiães 06/11 Valpaços Futsal Freamunde 14/11 Bragança Varzim 07/11 Gil Vicente
nota da direcção.

28 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Campeonato da Associação de Futebol de Bragança / I Divisão


1 ARGOZELO
MONCORVO 3
Jogo no Campo do Argozelo

Grande jogo, vencedor certo


Árbitro: Rui Dias (A. F. Bragança)
E Q U I PA S
Pedro Vila Carlitos
Zamalek Cardeal
Vidinha Zé Borges
Num jogo nem sempre baixado Joel Jarrete Pedro Borges
bem disputado, o Moncor­ os braços Samuel Flávio
vo alcançou em Argozelo um durante Kita Paulo Dores
triunfo importante, que per­ o jogo, só Zézé André Pinto
mite à turma do sul do distri­ que a ex­ Filipe Luís Alves
Luís Pires Carlos
to manter a liderança, a par periência
Coelho Alex
com o Morais. Na primeira e o prag­ Palhau Branquinho
parte o jogo foi de domínio matismo - -
repartido, com o Moncorvo da equipa Serginho Tagoy
a criar as melhores situações do Mon­ Rato Tiago Pinto
de golo, mas foram os da casa corvo va­ TREINADORES
que inauguraram o marcador leu três A. Forneiro Sílvio Carvalho
através de uma grande pena­ pontos.
Golos: Samuel (gp) 30”, Branquinho 43””,
lidade. Kita foge para a área É de Flávio 56”, Carlos 84”.
e foi tocado por Cardeal, se­ ter em
guido de amarelo e penalti conta que
superiormente marcado por o cam­ categoria. Deixou jogar ao
Samuel. peão ven­ máximo e fez uma arbitra­
Ao golo do Argozelo, res­ deu cara gem de qualidade superior.
pondeu o Moncorvo, com a derro­ No penalti está muito perto
Branquinho a aproveitar uma z Futebol espectáculo no Campo das Minas ta num e possivelmente outro sobre
desatenção dos defesas da grande Palhau, mas aí sem possibi­
casa e sem oposição a resta­ No segundo tempo, os O Argozelo ia levando perigo jogo, pela agressividade po­ lidades para ver. Na verdade,
belecer a igualdade. Foi uma pupilos orientados por Sílvio à baliza de Carlitos através de sitiva e entrega de todos. O este Moncorvo sobreviveu a
boa primeira parte com mais Carvalho estiveram melhor, algumas jogadas de contra – resultado não pode sofrer todo e é mesmo uma equipa
possibilidades de golo para as tiveram algumas situações ataque, mas que não tiveram contestação, mas 0 3-2 ficaria de ferro, porque fisicamente
duas equipas, mas nas balizas de golo e conseguiram mes­ efeitos práticos. A vitória do melhor no placar. são soberbos.
estiveram dois bons guarda- mo dar a volta ao marcador, Moncorvo foi justa, embora Rui Dias mostrou que não
redes e o empate era justo. com golos de Flávio e Carlos. a equipa da casa nunca tenha é por acaso que passou na 1ª Vitor Aleixo

I D R O
D E V
D A S
A R A N
V

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 29


NORDESTE DESPORTIVO

ficuldades em reverter a situação, não


Campeonato da Associação de Futebol de Bragança / I Divisão: Sendim, 1 – Rebordelo, 3 conseguindo opor-se a um Rebordelo
bem organizado e compacto, que con­
Rebordelo acordou tinuava a carregar e a criar oportuni­
dades. Adivinhava-se o segundo golo,
que acabaria por surgir por João I,
Foi um jogo entretido, com golos, num tiro do meio da rua com as me­
empenho e momentos de bom fute­ didas certas. Estava feito o 0-2 e o in­
bol de ambos os conjuntos. Começou tervalo à porta.
mais pressionante a equipa da casa, No segundo tempo esperava-se a
a tentar colocar problemas à defesa resposta do Sendim e mais contenção
contrária, com lançamentos longos do Rebordelo, o que acabou por acon­
bem medidos para o seu avançado. tecer. O Sendim quis tomar conta do
O campo não permitia grandes velei­ jogo e o Rebordelo consentiu, tentan­
dades com a bola no solo, devido às do manter a toada para no erro do
poças de água, mas aos poucos o jogo adversário atacar rápido. O Sendim
foi assentando. E assim fez o próprio lançou-se no ataque, criando dificul­
Rebordelo, que começou a ganhar dades para os visitantes, até que num
as segundas bolas e a lançar ataques bom lance conduzido pela direita, o
rápidos venenosos. Foi rápido que o extremo sendinês cruza tenso ao se­
jogo tomou outro rumo e os golos co­ gundo poste e surge o 1-2.
meçaram a surgir. O primeiro aconte­ A partir daí o jogo arrefeceu, mui­
ceu a meio do primeiro tempo, numa to por culpa do Rebordelo,m que co­
assistência de Nuno II e golo de Pe­ meçou a circular mais a bola e a ter
seta, que com calma para no peito e mais tempo de posse. O jogo voltou
bate o guardião da casa. a equilibrar, e num canto aos 80min
O Sendim estava a ter enormes di­ z Sendim não conseguiu travar ataque do Rebordelo surge o 1-3 final por Bruno.

A. F. B. / I Divisão: Alfandeguense, 2 – Vimioso, 1


Campeonato da A. F. Bragança / I Divisão 0 CARÇÃO
MORAIS 4
Jogo no Campo do Carção
Alfândega dá cartas
Marcar e gerir
Árbitro: Pedro Lopes (A. F. Bragança)
E Q U I PA S
Fevereiro Louçano Mais um bom
David Adolfo jogo de futebol no
directo de
Neca Michel
Jorginho, Distrital de Bra­
Marin Fernando Silva
Karate fez Vitinho Karate gança, com o re­
o 4-0 já Pimparel Eduardo sultado a ser a pro­
num perío­ Victor Luizinho va inequívoca de
do de total Huguinho Luís Paulo maior equilí­brio
descon­ Gil Azevedo Simanka entre as equipas.
Jean Michel Frutuoso
tracção. O Vimioso pe­
Tapona Ousaman
Não foi gou no jogo, mar­
Evanilton Jorginho
um jogo Ricardinho cou por Rogério z ARA desequilibrou jogo
muito di­ TREINADORES
com um cruzamen­
fícil para o to ainda a tocar em dois jo­ Pedrinha foi o jogador mais
z Carção sem argumentos para o Morais L. F. Santos Marcelo e Genésio
Morais, que gadores do Alfandeguense. A influente na equipa visitante.
depressa se Golos: Michel 23”, Eduardo 35”, Jorginho resposta não demorou com o Já na equipa da casa, Joa­
76”, Karaté 87”.
Três golos de bola parada colocou em vantagem, para golo de Tó Mané de grande quim Barros jogou do banco
foram suficientes para o Mo­ não sofrer qualquer dissabor. penalidade, já depois de Jai­ para a vitória com a entrada
rais descansar com o Carção O campo não ajuda à práti­ não pode fazer tudo. Os téc­ me ter visto o segundo amare­ de JP. Nos visitantes até pode
num péssimo pelado. Boa en­ ca de um bom futebol, mas nicos de Morais aproveitaram lo. Jogo muito repartido, com ficar uma questão: não seriam
trega dos jogadores e boa ar­ na verdade, esse não foi um para gerir o grupo de traba­ a equipa da casa a aproveitar candidatos se marcassem as
bitragem de Pedro Lopes. grande problema.~ lho, ficando de fora o guar­ um lance de JP e a marcar o oportunidades de golo que
Após os primeiros dois O Carção teve alguns pe­ dião, Armando, entre outros 2-1, que se aceita. criam? E o ARA não seria pela
golos de cabeça, na sequência ríodos de bom jogo, mas Jean jogadores, como Bernardino O Vimioso esteve 65” com capacidade de formação e das
de dois cantos, e o 3.º livre Michel não é Deus e sozinho e Jorginho. 10 jogadores e lutou até ao fim. suas belíssimas instalações?

Outono

30 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Campeonato Nacional de Juniores B


3 chaves
bragança 1
Jogo no Estádio do Chaves

Jogar num lameiro


Árbitro: Jorge Fernandes (A. F. Braga)
E Q U I PA S
Rato André
Vasco Ivo
Cristiano Esteves
Num campo que mais pa­ Chaves em sentido, Dani Parreiras
recia um “lameiro”, entrou tendo o Bragança a Arnaldo Ricardo
melhor no jogo o GD Chaves, sua melhor oportuni­ Pedro Trigo
que nos primeiros minutos dade de golo na mar­ Francisco Cedas
teve duas oportunidades de cação de um pontapé Canelo Praça
Miccoli Rui
inaugurar o marcador, não de canto, por Trigo,
Diogo Albuquerque
fossem as superiores defesas que só a boa defe­ Moutinho Zé Portugal
do guarda-redes André. sa de Rato impediu. Hélder Zé Pedro
Com o passar dos minu­ No reinício da segun­ Ricardo Gonçalo
tos, o terreno tornou-se ain­ da parte, logo aos 3 Álvaro Luís Pires
da mais difícil. Numa jogada minutos, Zé Pedro TREINADORES
de contra ataque, o Chaves reduz para o Bragan­ Silvino Alves
chegou ao 1-0, por Moutinho, ça, demonstrando o
Golos: Samuel (gp) 30”, Branquinho 43””,
tendo o  Bragança acusado seu sentido de opor­
Flávio 56”, Carlos 84”.
em demasia o golo. Passa­ tunidade e classe ao
dos 5 minutos, Francisco fazer  a bola passar
marcou o 2.º golo, de livre z GDB pôs Chaves em sentido na segunda parte por cima de Rato tomado conta do jogo.
directo sobre a linha de área. com um pequeno to­ A incerteza no resultado
De seguida o técnico do Bra­ toda a defesa do GD Chaves, colaboração do mau estado que. manteve-se até 5 minutos do
gança fez entrar Zé Pedro, que só não deu golo pela atra­ do terreno. O Chaves acusou muito fim, com o golo de Canedo
que fez um passe a rasgar palhação de Rui Alves, com a Este lance colocou o GD este golo, tendo o Bragança para o Chaves.

Juvenis: Alfandeguense, 3 – Montes de Vinhais, 3


Campeonato Nacional de Iniciados 0 bragança
varzim 5
Jogo no Campo do Centro Educ. Especial
Golos e emoção
Um mar de futebol
Árbitro: Fernando Lhano (A. F. Bragança)
E Q U I PA S
André David O ARA abriu
triunfar no fute­ Rui Paulo Diogo o marcador numa
Jorge Victor
bol. Dribla, finta, situação de bola
Esteves João
faz desmarca­ Vinhas Gonçalo
parada, num lance
ções, respira for­ João Henrique Joaquim em que a equipa vi­
ça física e dema­ Sérgio Rodrigues sitante defendeu de
siada velocidade Nuno Tiago Novais forma passiva e ine­
para um jovem Hugo Lopes Rafael ficaz para travar os
da sua idade. Madureira Gambôa adversários. Pouco
Miguel Brás Manuel
A sua gran­ depois o Montes de z Montes de Vinhais pressionou até ao fim
Kika Edú
z Varzim arrasador de exibição foi Fábio Eduardo Vinhais chegou ao
coroada com 3 TREINADORES
empate, por Ricardo, opor­ parecia perdido para os Mon­
O encontro foi muito di­ golos e muitos outros tiveram tuno na recarga a um penalti tes de Vinhais, até à mexida
Betinho Antas F. Tobias
fícil para o GD Bragança, que o poder do guardião da casa bem defendido pelo guarda- do treinador, que foi audaz
sofreu com o temporal e não para evitar. Golos: Manuel 30”, Rafael 35”, 53”, 60”, redes da alfandeguense. O ao alterar o sistema táctico
conseguiu segurar o jogo, mas Bom ambiente no CEE. Joaquim 43”.
jogo arrefeceu, os ataques dos de 4-3-3 para 3-5-2, apostou
andou lá perto. Só aos 30” o Apesar do temporal, dezenas Disciplina: Vermelho directo para Vinhas visitantes era parados por su­ nas alas e em mais um joga­
aos 90+2’.
Varzim marcou o primeiro de espectadores não se deram cessivos foras de jogo, falta de dor para incomodar a defesa
golo, sem grandes possibili­ por vencidos e apoiaram in­ concentração dos avançados e contrária. As mexidas fizeram
dades para o guarda-redes da condicionalmente a equipa. para Vinhas, que agrediu um muita coordenação dos defe­ mossa na equipa do ARA, que
casa, que acabou por ser o me­ Numa oportunidade de varzinista sem bola. sas locais. A acabar a primeira foi encolhendo, e os Montes
lhor em campo na sua equipa. golo para o Bragança, Nuno, Este bem o juiz F Lhano, parte, os locais chegam à van­ de Vinhais tomaram conta do
Nos poveiros as palavras isolado na pequena área, fa­ que deixou jogar à bola e aca­ tagem por 2-1, noutro lance jogo, até que nos últimos 10
vão todas para Rafael, um lhou escandalosamente e, bou por fazer muito bem o seu de bola parada. minutos surgiram dois golos
ponta de lança com tudo para mais tarde, veio um vermelho trabalho. No segundo tempo, o jogo de rajada.

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3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 31


NORDESTE DESPORTIVO

Futsal: Taça da A.F.B.


Futsal: Campeonato Distrital 5 poiares
pioneiros
2
Não será melhor Jogo no Pavilhão de Freixo

ir à bruxa? Experiência Árbitros: Frederico Pires e


Susana Rodrigues (A. F. Bragança)

E Q U I PA S
O Mogadouro ficou pelo caminho
e logo frente a uma equipa que este
faz resultado Paulo Ferreira
Diogo Silva
Serginho
Checo
ano nada tem feito para marcar golos. A turma dos Pioneiros/Habinordeste per­
C pires Tiago Estrelante
Exemplos: só do Belenenses o Alpen­ Carrasco Rafael
deu um jogo em que poderia ter pontuado. A Hugo Bruno Silva
durada “levou” 17-4. Tem sofrido go­ grande diferença foi a experiência desta equi­ Rui Portela Ruben
leadas infernais, mas em Mogadouro pa de Freixo, com jogadores com mais de 10 e Hugo Pires Weldon
a sorte virou-se do avesso e a equipa 15 anos de modalidade, alguns deles na casa Nascimento Cruz
da casa deixou a Taça. dos 40, com muito tecnicismo e, acima, de Bata
Futebol Foi uma injustiça, mas a bola é as­ tudo saber esperar pelo erro do adversário. TREINADORES
sim. Artur Pereira não consegue mos­ Apesar dos Pioneiros/Habinordeste abri­
De Bragança trar a qualidade do futsal com golos e
o treinador começa mesmo a pensar
rem o marcador cedo, não conseguiram matar
Carlos Madureira Parentovic

Golos: Rafael 5”, Carrasco 14”,25”,34”


o jogo nos momentos chave e perderam com
para o Benfica se não será melhor ir à bruxa! justiça, apesar do resultado ser muito dilatado.
Cruz 25”,Diogo Silva 29”,Rui Portela 37”.

z Pedro José assinou por duas épocas

Pedro José tem 10 anos, joga a


médio e assinou contrato pelo Benfi­
ca por duas épocas. No entanto, o GD
Bragança vai contar com o jovem mé­
dio em mais uma época, que por mo­
tivos escolares alinhará no Distrital
de Benjamins.
Tem boa visão de jogo e há muito
que andava a ser seguido por observa­
dores de várias equipas, mas escolheu
o Benfica, por ser o seu clube.
Apesar da tenra idade, tem uma
boa visão de jogo e a técnica faz dele
um artista. z Equipa de Artur Pereira abandona Taça z Na época 2010-2011, os violetas passam a designar-se Pioneiros/Habinordeste

aboratório de Análises Clínicas


do Tâmega, Lda.

32 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


NORDESTE DESPORTIVO

Futsal: Campeonato Distrital


1 CARVIÇAIS
MIRANDELA 4 Veteranos:
GDB, 2 – Aves, 7
Jogo no Jogo no pavilhão de Carviçais
Árbitro: Sérgio Lameiras (A. F. Bragança)

Competição espectáculo E Q U I PA S
Pedro
Bruno (cap)
Joca
Pedro (cap)
Xano PiKa
tras de ter
Jardel Zézé,
grande am­ Bozingua De Sá
bição para
esta época e
Jesualdo
Manga
Cunha
Lopes Aves
vai ser uma
equipa a im­
Gomes
Feijó
François
Edgar de rapina
por-se, está Diogo Veiga
Hugo
muito arru­ O tempo não era agradá­
David
madinha, vel, mas houve, sobretudo na
TREINADORES
apresenta primeira parte, uma boa en­
excelentes Chico Brás Miguel Ângelo trega dos visitantes que não
níveis físi­ Golos: 0-1 Hugo 13’, 1-1 David 18’, 1-2 e
perderam tempo e ganharam
cos, con­ 1-2 De Sá 19’ e 39’, 1-2 Hugo 37’. espaço no marcador.
fiança, or­ Disciplina: Jardel 5’, Bozingua 8’, François
Na 2ª parte, conversa de
ganização e 33’, Xano 34’, Pika 37’. Luís Parente com os jogado­
atrevimento res da casa e o parcial foi de
ofensivo, a 2-1. Apesar do mau tempo,
que terá fal­ mas exibindo aquela particu­ os visitantes mostraram uma
tado a sorte laridade que lhe vinha faltan­ alegria e uma capacidade de
no sorteio do nos últimos campeonatos, boa disposição, sã e forte.
z Futsal Mirandela exibiu um plantel mais coeso
dos jogos e que Joca e Pika sublinham Do lado do Bragança poucos
Com o equilíbrio a impor- Na etapa complementar defrontando logo de inicio em segurança e intensidade. jogadores e alguma pressão
se no jogo, as excelentes jo­ o filme não mudou, enrique­ uma equipa como o Mirande­ Resultado e vencedor jus­ pela goleada em especial nos
gadas construídas no ataque cendo o jogo espectacular, la. Que com um plantel mais tos, num jogo que deixou ex­ primeiros 45”. Assis volta a
às balizas, morriam no con­ tendo como único senão a homogéneo, conseguindo a celentes indicações das duas mostrar a sua categoria fora e
tra golpe ou com os keeper’s falta de público perante ní­ simbiose perfeita em expe­ equipas para um campeonato dentro do campo.
a brilhar, daí os golos terem veis tão elevados do futsal riencia e juventude, se exibe com ambições muito gran­ De notar que, quando cho­
aparecido depois dos 10’ e em praticado. com a qualidade de sempre des. ve, o campo do CEE deixa de
pequena quantidade. O Carviçais deu mos­ sendo uma candidata natural, Fernando Cordeiro ser sintético para ser piscina…

Futsal: Campeonato Distrital 2 VIMIOSO


torre d. chama
1
Jogo no Pavilhão de Vimioso

Boa estreia Árbitros: Frederico Pires e


Susana Rodrigues (A. F. Bragança)

E Q U I PA S
O treinador da mento ganhou na es­
Luís Bolha
equipa da casa, com treia e o pavilhão de
Matos Paulinho
33 anos, conta no Vimioso acabou por Beto Pires
seu currículo um tí­ ter muita gente mo­ Hugo Filipe
tulo de campeão dis­ vida pela curiosida­ Cavaleiro Luís
trital pela Habinor­ de. Os golos saíram Paulo João I
deste, há 5 épocas de três boas jogadas Tiago João II
atrás. Depois desa­ e os postes tremeram Fábio Hugo
Hugo II Rui
pareceu da modali­ por 4 vezes, duas
dade e está de volta para cada lado. TREINADORES
para tomar conta do A arbitragem bri­ M. Nascimento Nelson Carvalho
Vimioso. lhou, porque não se
Golos: Matos 16”, Paulo 26”, João 32”.
– Champinhões c/ Bacon
Manuel do Nasci­ deu por ela.
– Portobello Recheados
  c/ Alheira
– Portobello Guisado
– Repolgas Guisadas

Rua 15 de Outubro
Tel. 279 342 134
M O GAD O U R O

z Torre D. Chama aposta no futsal

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 33


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J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão cultura e pastagem, sito em “Carva”, com a área três mil e quarenta metros mento Morais e poente com Mário dos Santos Vaz, inscrito na respectiva ma- tificante mulher, residente na aludida freguesia de Milhão, por contrato de
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 quadrados, a confrontar de norte e nascente com Manuel do Nascimento Mi- triz sob o artigo 6622, com o valor patrimonial tributável de €4,65 e o atri- doação meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessária es-
NOTÁRIO randa, sul com caminho e poente com Luís António Afonso, inscrito na res- buído de dez euros; critura pública.
MANUEL JOÃO pectiva matriz sob o artigo 6437, com o correspondente valor patrimonial tri- número sete – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Fonte Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o do-
SIMÃO BRAZ butável de €4,15 e o atribuído de dez euros, sendo compossuidores da restante do Cano”, com a área de trezentos e sessenta metros quadrados, a confrontar mínio dos mencionados bens.
parte indivisa Maria José Fernandes e marido Bernardo preto, residentes em de norte com ribeiro, sul e nascente com caminho e poente com Luís António Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e
EXTRACTO Vila Nova de Gaia, em morada que não podem precisar, pessoas com quem Afonso, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 6623, com o valor patrimo- oitenta e seis, passaram a usufruir os referidos terrenos, um deles em situação
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritu- têm vindo a exercer a composse sobre o referido prédio; nial tributável de €4,40 e o atribuído de dez euros; de composse, gozando de todas as utilidades por eles proporcionadas, come-
ra de hoje, exarada de folhas quarenta e seis a quarenta e nove do res- número três – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Fon- número oito – prédio rústico, composto de terra de pastagem com uma oli- çando por ocupá-los, limpando-os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e
pectivo livro número cento e oitenta e dois, LUÍSA DA CONCEIÇÃO te do Cano”, com a área de trezentos e oitenta metros quadrados, a confron- veira, sito em “Fontainhas”, com a área de três mil e cem metros quadrados, a produtos, e efectuando diversas benfeitorias, designadamente o melhoramen-
FERNANDES VAZ, NIF 178 424 048, casada com Fernando Gonçalves tar de norte com Anacleto Batista, sul com caminho, nascente com Mário dos confrontar de norte, sul e nascente com caminho e poente com Cândido Nas- to das suas vedações, bem como a utilizar o referido edifício, gozando de to-
de Oliveira sob o regime da comunhão de adquiridos, natural da fregue- Santos Vaz e poente com António dos Santos Costa, inscrito na respectiva ma- cimento Morais, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 6809, com o valor das as suas utilidades, guardando nele seus haveres, efectuando regularmen-
sia de Milhão, concelho de Bragança, residente na Rua Antero de Quen- triz sob o artigo 6608, com o valor patrimonial tributável de €2,02 e o atri- patrimonial tributável de €2,77 e o atribuído de dez euros; te obras de conservação e reparação, como substituição de elementos danifi-
tal, n.º 895, habitação 4, freguesia de Paranhos, concelho do Porto, titu- buído de dez euros; número nove – prédio rústico, composto de terra de pastagem, sito em cados e de benfeitorização, agindo assim, sempre com ânimo de quem exerce
lar do bilhete de identidade número 7139567, emitido em 10.4.2003 pelos número quatro – prédio rústico, composto de terra de pastagem, sito em “Costa da Ponte”, com a área de catorze mil seiscentos e vinte metros quadra- direito próprio, na convicção de tais prédios lhes pertencerem e de serem os
S.I.C. do Porto, que outorga por si e na qualidade de procuradora de seu “Fonte do Cano”, com a área de cento e sessenta metros quadrados, a con- dos, a confrontar de norte e nascente com Junta de Freguesia, sul com Comis- seus verdadeiros donos, como tal sendo reconhecidos por toda a gente, fazen-
referido marido FERNANDO GONÇALVES DE OLIVEIRA, NIF 144 frontar de norte com Anacleto Batista, sul com caminho, nascente com Alber- são Fabriqueira de Vilar – Milhão e poente com António José Fernandes, ins- do-o de boa fé por ignorarem lesar direito alheio, pacificamente, porque sem
869 454, natural da freguesia de Massarelos, concelho do Porto e consi- tina de Jesus Costa e poente com Mário dos Santos Vaz, inscrito na respecti- crito na respectiva matriz sob o artigo 7135, com o valor patrimonial tributá- violência, contínua e publicamente, à vista e com o conhecimento de todos e
go residente, declarou: va matriz sob o artigo 6611, com o valor patrimonial tributável de €0,13 e o vel de €1,89 e o atribuído de vinte euros; e sem oposição de ninguém.
Que, com exclusão de outrem, ela e o seu representado são donos e legí- atribuído de dez euros; número dez – prédio rústico, composto de terra de cultura e pastagem com Que dadas as enunciadas características de tal posse e composse que, da
timos possuidores e compossuidores dos bens a seguir identificados, todos número cinco – prédio rústico, composto de terra de cultura e pastagem, si- oliveiras, sito em “Moreiras”, com a área de cinco mil novecentos e vinte me- forma indicada vêm exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio
localizados na freguesia de Milhão, concelho de Bragança: to em “Fonte do Cano”, com a área de mil novecentos e quarenta metros qua- tros quadrados, a confrontar de norte com caminho, sul com Piedade dos Pra- dos mencionados prédios por usucapião, título esse que, por sua natureza, não
número um – prédio urbano, composto de edifício de dois pisos, sito no drados, a confrontar de norte e poente com Anacleto Batista, sul com cami- zeres Fernandes, nascente com António José Fernandes e poente com Anacle- é susceptível de ser comprovado por meios normais.
“Bairro de Baixo”, com a superfície coberta de trinta vírgula cinquenta e nho e nascente com Adriano Augusto da Costa, inscrito na respectiva ma- to Nascimento Baptista, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 7503, com o Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins de
cinco metros quadrados, a confrontar de norte e nascente com Mário dos triz sob o artigo 6612, com o valor patrimonial tributável de €8,30 e o atri- valor patrimonial tributável de € 6,91 e o atribuído de dez euros; primeira inscrição no registo predial.
Santos Vaz, sul com caminho e poente com Maria Clara Grande, inscrito buído de dez euros; não descritos na Conservatória do Registo Predial deste concelho, confor- Está conforme.
na respectiva matriz sob o artigo 384, com o valor patrimonial tributável de número seis – prédio rústico, composto de terra de cultura, sito em “Fon- me duas certidões que da mesma apresentam. Bragança, 29 de Outubro de 2010
€1740,00 e idêntico atribuído; te do Cano”, com a área de trezentos e oitenta metros quadrados, a confron- Que os identificados bens foram-lhes doados no ano de mil novecentos e A Colaboradora Autorizada,
número dois – metade indivisa do prédio rústico, composto de terra de tar de norte com ribeiro, sul com caminho, nascente com Claudino do Nasci- oitenta e seis, já no estado de casados, por Mário dos Santos Vaz, pai da jus- Elisabete Maria C. Melgo

J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão com o valor patrimonial e atribuído de cinco mil setecentos e setenta euros e J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l de I n f o r m aç ão n .º 730 de 3 de N ov e m b ro de 2010
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 cinquenta e oito cêntimos.
Cartório Notarial Que adquiriram o mencionado prédio, por volta do ano de mil novecentos
e oitenta e nove, em dia e mês que não podem precisar, por doação verbal
MUNICÍPIO DE ALFÂNDEGA DA FÉ
Helena de Barros Guerra (Notária)
EXTRACTO
de seus pais, Aníbal Augusto Palhau e mulher Beatriz dos Anjos Lopes ca-
sados que foram segundo o regime da comunhão geral de bens e residentes
C Â M A R A   M U N I C I PA L
Certifico para efeitos de publicação que por escritura lavrada em vinte e na Rua da República, n.º 24, Mogadouro, inexistindo, contudo, título formal DIVISÃO DE URBANISMO (DU)
nove de Outubro de dois mil e dez, exarada a folhas cento e quatro, do livro de que comprove esta transmissão.
notas cento e sessenta, deste Cartório, foi feita uma justificação, na qual, Ma- Que desconhecem quem foram os ante-possuidores de seus pais, desco-
ria de Lurdes Lopes Palhau Madeira, contribuinte fiscal número 145 540 120, nhecendo mesmo como tal prédio veio à posse dos mesmos. AVISO
portadora do B.I. n.º 3590825, emitido em 07.06.2004, pelos S.I.C do Porto, Que em consequência da doação assim efectuada, elas justificantes, sem-
natural da freguesia e concelho de Mogadouro, casada com Júlio César Pires pre estiveram e se têm mantido na posse e fruição do indicado prédio há
Nos termos do n.º 2 do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, torna-se
Madeira (NIF 116 766 883), sob o regime da comunhão de adquiridos, residente mais de vinte anos, usufruindo por isso de todas as utilidades por ele propor- público, que a Câmara Municipal de Alfândega da Fé, emitiu em 15 de Outubro, o ADITA-
na Rua Oliveira Monteiro, n.º 255, 2.º andar, Porto; e Maria Isabel Lopes Palhau cionadas, pagando os respectivos impostos, vedando-o, e administrando-o
Mora, viúva, contribuinte fiscal número 108 182 690, portadora do B.l. n.º com ânimo de quem exercita direito próprio, pacificamente porque sem vio- MENTO ao Alvará de Licenciamento de Loteamento Urbano sem Obras de Urbanização n.º
1923893, emitido em 25.01.2007, pelos S.I.C do Porto, natural da freguesia e lência, pública e continuamente, com conhecimento de toda a gente e sem 1/2010, que assino e faço autenticar, a MANUEL ANTÓNIO CIPRIANO, residente em Lisboa,
concelho de Mogadouro, residente no Largo das Tílias, n.º 207, 4900-012Afife, qualquer interrupção ou oposição de quem quer que seja.
Viana do Castelo, declararam que, com exclusão de outrem, são as únicas do- Que dadas as enumeradas características de tal posse adquiriram o menciona- portador do Bilhete de Identidade N.º 3144600 e NIF – 121920275, relativo ao reparcelamen-
nas e legítimas possuidoras de um prédio urbano, composto de palheiro com do prédio por usucapião, que invocam, justificando o seu direito de proprieda- to urbano, para constituição de um lote, de 2 (dois) prédios sitos em “Rua do Cruzeiro”, na
logradouro, sito na Rua do Cachão, freguesia e concelho do Mogadouro, não de, para efeitos de primeira inscrição no Registo Predial, dado que esta forma de
descrito na Conservatória do Registo Predial do Mogadouro, com a área coberta aquisição não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial. freguesia de Eucísia, concelho de Alfândega da Fé, descritos na Conservatória do Registo
de vinte e cinco metros quadrados e descoberta de quatrocentos e oitenta Está conforme o original. Predial de Alfândega da Fé sob os n.os 699 e 700 / 20070124, a que correspondem os artigos
metros quadrados, a confrontar de Norte com Carlos Alberto Silva, de Sul com Cartório Notarial de Helena de Barros Guerra, aos vinte e nove de Ou-
Rua do Cachão, de Nascente com Manuel Luís Varandas e Abel Neves e de tubro de dois mil e dez. urbanos n.os 231 e 16, respectivamente, que consiste no seguinte:
Poente com Maria Isabel Lopes Palhau Mora e Maria de Lurdes Lopes Palhau A Notária, Área total a reparcelar = 177,40 m2; Constituição de 1 lote para edificação urbana (1 fogo:
Madeira» inscrito na matriz rústica em nome das justificantes sob o artigo 3129, Helena de Barros Guerra
edificação principal); Área total do lote = 177,40 m2; Área total de implantação máxima (polígo-
no de base) = 106,44 m2 (índice = 0,60); Área total de construção = 212,88 m2 (índice = 1,20)
e com a Área descoberta (logradouro) de 70,96 m2.
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão atriz da Veiga, já falecida, residente que foi na aludida freguesia de Coelho-
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 so, por contrato de doação meramente verbal, nunca tendo chegado a reali- De acordo com o Plano Director Municipal de Alfândega da Fé, o local pretendido para a
NOTÁRIO zar a necessária escritura pública. Operação de Loteamento está classificado como Espaço Urbano, sendo cumpridas as dispo-
MANUEL JOÃO Que, assim não é detentor de qualquer título formal que legitime o domí-
nio do mencionado prédio. sições aplicáveis a este tipo de espaços (artigos 33.º a 38.º), assim como os demais parâme-
SIMÃO BRAZ
Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e tros aplicáveis às operações de loteamento a realizar nas aldeias (artigo 87.º – n.º 1), nomea-
EXTRACTO oitenta e nove, passou a utilizar a referida casa, gozando de todas as utilida-
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura des por ela proporcionadas, guardando nela seus haveres, efectuando regu- damente: o número de pisos propostos para a edificação (2 pisos); a percentagem da área de
de hoje, exarada de folhas cento e dezasseis a cento e dezassete do res- larmente obras de conservação e reparação, como substituição de elementos implantação no lote (60,0% — a percentagem de implantação respeita a área de implantação
pectivo livro número cento e oitenta e dois, VÍTOR MANUEL RODRI- danificados e de benfeitorização, agindo assim, sempre com ânimo de quem
GUES MOREIRA, NIF 207 984 549, divorciado, natural de França, resi- exerce direito próprio, na convicção de tal prédio lhe pertencer e de ser o das construções pré-existentes que se pretendem demolir) e o alinhamento dominante das fa-
dente na freguesia de Coelhoso, à Rua do Cousso, n.º 15, concelho de Bra- seu verdadeiro dono, como tal sendo reconhecido por toda a gente, fazendo-
gança, declararam: o de boa fé por ignorar lesar direito alheio, pacificamente, porque sem vio-
chadas (de acordo com a malha urbana consolidada); a tipologia da edificação (“Habitação”).
Que, com exclusão de outrem, é dono e legítimo possuidor do prédio ur- lência, contínua e publicamente, à vista e com o conhecimento de todos e O licenciamento da operação de loteamento foi concedido por deliberações da Câmara
bano, composto de edifício de dois pisos, com a superfície coberta de qua- sem oposição de ninguém.
renta e sete vírgula cinquenta metros quadrados, sito na Rua do Cousso, fre- Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi- Municipal proferidas em 28/04/2010 e 26/07/2010, e respeita os pareceres favoráveis emitidos
guesia de Coelhoso, concelho de Bragança, a confrontar de norte e sul com cada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o domínio do dito pré- pela Divisão de Urbanismo da Câmara Municipal, em 22/04/2010 e 20/07/2010, respectiva-
herdeiros de Clara Anunciação Aleixo, nascente e poente com rua públi- dio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser
ca, não descrito na Conservatória do Registo Predial deste concelho, con- comprovado por meios normais. mente.
forme certidão que da mesma apresenta, mas inscrito na respectiva matriz Que para suprir tal título fazem esta declaração de justificação para fins A realização do loteamento fica sujeita às seguintes prescrições:
sob o artigo 455, com o valor patrimonial tributário de €2040,00 e idênti- de primeira inscrição no registo predial.
co atribuído. Está conforme. É autorizada a constituição de 1 lote de terreno para construção urbana, denominado
Que o identificado prédio foi-lhe doado no ano de mil novecentos e nove, Bragança, 26 de Outubro de 2010. “LOTE 1” e identificado através das áreas e confrontações seguintes:
ainda no estado de solteiro, tendo posteriormente casado com Sandra Sá sob A Colaboradora Autorizada,
o regime de comunhão de adquiridos, actualmente dela divorciado, por Be- Elisabete Maria C. Melgo LOTE 1 – Com a área de 177,40 m2, destinado à construção de uma habitação unifami-
liar; com a área máxima de implantação de 106,44 m2; com a área máxima de construção de
212,88 m2 — habitação composta por 2 pisos — e com a área descoberta (logradouro) de
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l de I n f o r m aç ão n .º 730 de 3 de N ov e m b ro de 2010 70,96 m2, a confrontar de Norte com Américo Vieira, Sul com Maria Cândida Gama, Nascente
com o próprio e Poente com Angélica Martins.
O B R A S O C I A L PA D R E M I G U E L Paços do Município e Divisão de Urbanismo, 22 de Outubro de 2010.
Instituição Particular de Solidariedade Social
O Vereador do Urbanismo,

Pessoa Colectiva N.º 503 376 710 Eduardo Manuel Dobrões Tavares

CONVOCATÓRIA
Francisco José Terroso Cepeda, Presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Obra Social Pa- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão ano de mil novecentos e nove, metade indivisa por José Manuel Rodrigues,
dre Miguel, nos termos estatutários, convoca todos os associados desta IPSS, para estarem pre- n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 já falecido, residente que foi na aludida freguesia de Pinela, e a restante me-
sentes na reunião ordinária da Assembleia-Geral, que terá lugar no Centro Social Padre Miguel, NOTÁRIO tade indivisa por Francisco Pereira, casado, residente na dita freguesia de Pi-
MANUEL JOÃO nela, por contratos de compra e venda meramente verbais, nunca tendo che-
na Estrada de S. Lázaro, Quinta dos Coelhos, 5300 – Bragança, no dia 15 de Novembro de 2010, gado a realizar as necessárias escrituras públicas.
SIMÃO BRAZ
pelas vinte horas e trinta minutos, com a seguinte Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
EX T R AC TO domínio do mencionado prédio.
ORDEM DE TRABALHOS Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e
1 – Apreciação e votação do Plano de Actividades e da Conta de Exploração Previsional e de hoje, exarada de folhas noventa e quatro a noventa e cinco do respecti- oitenta e nove passaram a usufruir o referido terreno na aludida situação de
vo livro número cento e cinquenta e três, A) JOSÉ CARLOS RODRIGUES, composse, gozando de todas as utilidades por ele proporcionadas, começan-
Orçamento de Investimentos e Desinvestimentos para o ano económico de 2011; NIF 222 363 517, solteiro, maior, natural da referida freguesia de Pinela, on- do por ocupá-lo, limpando-o, cultivando-o, colhendo os seus frutos e pro-
2 – Outros assuntos de interesse para a Instituição. de reside quando em Portugal, residente habitualmente em 23, Allée Louis dutos, e efectuando diversas benfeitorias, designadamente o melhoramento
Janny, 93390 Clichy-Sous-Bois, França; e das suas vedações, agindo assim, sempre na aludida proporção com ânimo
Se à hora marcada não houver quorum, a Assembleia-Geral funcionará passados 30 minutos, B) VÍTOR MANUEL DOS SANTOS RODRIGUES, NIF 191 305 251, de quem exerce direito próprio, na convicção de tal prédio lhes pertencer e
com qualquer número de sócios presentes. solteiro, maior, natural da citada freguesia de Pinela, onde também reside de serem seus verdadeiros donos, como tal sendo reconhecidos por toda a
quando em Portugal, residente habitualmente em 124 Boulevard Diderot, gente, fazendo-o de boa fé por ignorarem lesar direito alheio, pacificamen-
Bragança, 20 de Outubro de 2010 O Presidente da Mesa da Assembleia-Geral, 75012 Paris, França, declararam: te, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o conheci-
Prof. Dr. Francisco José Terroso Cepeda Que, com exclusão de outrem, os seus representados são donos e legí- mento de todos e sem oposição de ninguém.
timos compossuidores, na proporção de metade indivisa para cada um, do Que dadas as enunciadas características de tal composse que, da forma
prédio rústico, composto de terra de cultura, com área de sete mil metros indicada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio do di-
quadrados, sito em “Vale”, freguesia de Pinela, concelho de Bragança, a to prédio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível
confrontar de norte e nascente com Estrada Municipal, sul com Viriato do de ser comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta
Nascimento Rodrigues e poente com caminho, não descrito na Conserva- declaração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial.
tória do Registo Predial deste concelho, conforme certidão que da mesma Está conforme.
ANUNCIAR NUNCA FOI TÃO FÁCIL: apresenta, mas inscrito na respectiva matriz sob o artigo 434, com o valor Bragança, 26 de Outubro de 2010.
patrimonial tributário de €10,81 e o atribuído de vinte euros. A Colaboradora Autorizada,
Tel. 273 329 600 • Fax: 273 329 601 • geral@jornalnordeste.com Que o identificado prédio foi-lhes vendido, em comum e partes iguais, no Elisabete Maria C. Melgo

34 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


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J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão valor patrimonial tributável de 45,63 €, a que atribuem igual valor.


n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 OITO – Prédio rústico de horta, amendoeiras e pomar de amendoeiras, com
Notário a área de três mil e noventa e três metros quadrados, sito no lugar de Nogue-
do, a confrontar do Norte com António Joaquim Lopes, do Sul com herdei-
Rodrigo António Prieto da Rocha Peixoto ros de Manuel Narciso Pires, do Nascente com António Maria Pires e do po-
JUSTIFICAÇÃO ente com Eurico Abílio Cordeiro, inscrito na matriz sob o artigo 528, secção
Certifico, para efeitos de publicação, que por escritura outorgada hoje, la- D, com o valor patrimonial tributável de 39,47 €, a que atribuem igual valor.
vrada a folhas 143 e seguintes, do livro 155-E, deste Cartório, a cargo do NOVE – Prédio urbano, composto por palheiro, com a área coberta de
Notário Lic. Rodrigo António Prieto da Rocha Peixoto, DELMINA CÂNDI- quinze metros quadrados, sito no lugar de Santo André, a confrontar do Nor-
DA ANDRÉ, NIF 115 676 961, e marido, HUMBERTO DOS ANJOS LA- te com caminho público, do Nascente com os proprietários, do Sul com ei-
PO, NIF 115 631 224, casados em comunhão geral de bens, naturais, da fre- ras, e do Poente com Casimiro Machado, inscrito na matriz sob o artigo 233,
guesia de Valverde, concelho de Mogadouro, residentes na Rua Dr. Manuel com o valor patrimonial tributável de 45,83 €, a que atribuem igual valor.
Monteiro, n.º 63, 2.º, em Braga; VIRGÍNIA DOS ANJOS ANDRÉ, NIF DEZ – Prédio urbano composto por casa de habitação de dois andares,
139 793 550 e marido, BELMIRO AUGUSTO CANCELA, NIF 139 793 com a área coberta de trinta metros quadrados, sito no lugar de Santo André,
542, casados em comunhão geral de bens, naturais daquela freguesia de Val- a confrontar do Poente com caminho público e dos restantes lados com Lu-
verde, onde residem, na Rua Guerra Junqueiro, n.º 39., DECLARARAM: ís Maria Castro, inscrito na matriz sob o artigo 239, com o valor patrimonial
Que são actualmente, com exclusão de outrem, donos e legítimos possui- tributável de 123,77 €, a que atribuem igual valor.
dores, em comum e partes iguais, dos seguintes imóveis, sitos na freguesia ONZE – Prédio urbano composto por casa de habitação de dois anda-
de Valverde, do concelho de Mogadouro: res, com a área coberta de vinte e quatro metros quadrados, sito no lugar de
UM – Prédio rústico denominado “Quintal”, com a área de cento e vinte Santo André, a confrontar do Norte e Sul com caminho público, do Nascen-
e cinco metros quadrados, sito no lugar de Quinta de Baixo, a confrontar do te com Luís Morgado e do Poente com Luís Maria Castro, inscrito na ma-
Norte com Casimiro César André, do Sul com António Luís de Freitas, do triz sob o artigo 240, com o valor patrimonial tributável de 123,77 €, a que
Nascente com Francisco Pires e do Poente com o caminho, inscrito na ma- atribuem igual valor.
triz sob o artigo 312, secção A, sem valor patrimonial tributável actual, a que DOZE – Prédio urbano composto por casa de habitação de dois andares,
atribuem o valor de um euro. com a área coberta de trinta e seis metros quadrados, sito no lugar de San-
DOIS – Prédio rústico de oliveiras, amendoeiras e árvores dispersas, com to André, a confrontar do Norte com caminho público, do Sul com Olival
a área de dez mil oitocentos e doze metros quadrados, sito no lugar de Ca- das Chãs, do Nascente com Luís Cancela e do Poente com Eduardo Veiga,
nal, a confrontar do Norte com António Joaquim Lopes, do Sul com Carlos inscrito na matriz sob o artigo 213, com o valor patrimonial tributável de
Alberto Morais Machado, do Nascente com José Fernandes Pires e do Poen- 166,29 €, a que atribuem igual valor.
te com o rio, inscrito na matriz sob o artigo 365, secção A, com o valor patri- O imóvel identificado sob o número QUATRO está descrito na Conserva-
monial tributável de 99,56 €, a que atribuem igual valor. tória sob o número setecentos e trinta e nove/Valverde, incidindo sobre ele
TRÊS – Prédio rústico de amendoal, pomar de amendoeiras, com a área um direito de superfície, abrangendo uma oliveira, registado a favor de Ma-
de quatro mil cento e vinte e cinco metros quadrados, sito no lugar de Cos- ria Albertina de Sá Morais Machado Ribeiro, casada no regime da comu-
ta, a confrontar do Norte e Poente com Casimiro Henrique Morais Macha- nhão geral de bens com Mário César de Miranda Ribeiro, residentes na Pra-
do, do Nascente com Júlio Santos, e do Sul com Antero Luís Freitas, inscri- ça da República, n.º 166, no Porto, pela inscrição AP um, de vinte e três de J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão dade horizontal sito em Vinha da Regada, Lote 6, 4.º E, na freguesia de Ma-
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010
to na matriz sob o artigo 34, secção A, com o valor patrimonial tributável de Agosto de mil novecentos e sessenta e oito. teus, concelho de Vila Real, descrito na Conservatória do Registo Predial de
29,41 €, a que atribuem igual valor. Todos os restantes imóveis estão omissos na Conservatória do Registo Vila Real sob o n.º 1000.
QUATRO – Prédio rústico de cultura arvense de oliveiras e amendoeiras, Predial de Mogadouro. CPN 4009 PENHORADO EM: 27.11.2009.
com a área de seiscentos e oitenta e sete metros quadrados, sito no lugar de Eles justificantes, adquiriram os prédios por doação que deles lhes fize- INTERVENIENTES ASSOCIADOS AO BEM:
Olmos Brancos, a confrontar do Norte com Francisco Amaro Pina, do Sul ram os pais delas, Casimiro César André e mulher, Carmelina Augusta An- Alexandra Gomes EXECUTADOS: Sérgio Augusto Barros Sol, Nif: 189094524, B.I. n.º
com Dulce Assunção Morais Machado, do Nascente com o caminho e do dré, há já mais de vinte e cinco anos, sem que tal doação tivesse sido redu- Solicitadora de Execução 8248001, divorciado, natural de Moçambique, residente no Bairro Joaquim
Poente com António Geraldes, inscrito na matriz sob o artigo 254, secção A, zida a escritura pública. Ferreira Torres, n.º 70, Murça.
com o valor patrimonial tributável de 6,41 €, a que atribuem igual valor. No entanto desde essa data, portanto há mais de vinte anos que eles, jus- ANÚNCIO DE VENDA (1.ª Publicação) Pedro Manuel da Lage Vilela, Nif: 155907700, B.I. n.º 3693577, natural
CINCO – Prédio rústico de cultura arvense e oliveiras, com a área de qua- tificantes, estão na detenção e fruição dos prédios. da freguesia e concelho de Murça e mulher Ana Deolinda Sol Vilela, Nif:
trocentos e seis metros quadrados, sito no lugar de Barreiro, a confrontar do Essa detenção e fruição foram adquiridas e mantidas sem violência, e Processo 1143/09.0TBVRL    Execução Ref. Interna: 155534270, B.I. n.º 8248009, natural de Moçambique, casados no regime
Norte com Aníbal Elísio Lopes, do Sul com Casimiro Henrique Morais Ma- exercidas sem oposição ou ocultação de quem quer que fosse, e sempre de Tribunal Judicial de Vila Real    Comum PE-136/2009 da comunhão de adquiridos, residentes na Rua Dr. Manuel Morais da Fon-
chado, do Nascente com António Luís Freitas e do Poente com Francisco forma ininterrupta. 1.º Juízo Data: 29-10-2010 seca, n.º 89, Murça.
Maria Pires, inscrito na matriz sob o artigo 265, secção A, com o valor pa- Essa posse traduziu-se nos factos reveladores de uma normal utilização MODALIDADE DA VENDA: Venda mediante proposta em carta fecha-
Exequente: Caixa de Crédito Agrícola Mútuo da Região de da, a serem entregues na Secretaria do supra mencionado Tribunal, pelos in-
trimonial tributável de 4,03 €, a que atribuem igual valor. deles, cultivando-os, semeando-os e colhendo os frutos dos rústicos, utili-
Bra­gança e Alto Douro, C.R.L. teressados na compra, ficando como data para abertura das propostas o dia
SEIS – Prédio rústico de horta, com a área de cento e vinte metros quadra- zando os urbanos na habitação, guarda de animais e de utensílios e produtos
Executado(s): Sérgio Augusto Barros Sol e outro(s). 17 de Dezembro de 2010, pelas 10:00 Horas.
dos, sito no lugar de Quinta de Baixo, a confrontar do Norte com Maria An- agrícolas, e pagando em relação a todos eles os inerentes impostos.
tónia Geraldes, do Sul e Nascente com Casimiro Henrique Morais Macha- É assim tal posse pacífica, pública e contínua, tendo durado mais de vinte VALOR BASE DA VENDA: 135.000,00 €
do, e do Poente com caminho, inscrito na matriz sob o artigo 311, secção A, anos, pelo que lhes permite a aquisição dos prédios por usucapião. Agente de Execução, Solicitadora de Execução, Alexandra Gomes, CP Será aceite a proposta de melhor preço, acima do valor de 94.500,00 €,
com o valor patrimonial tributável de 4,90 €, a que atribuem igual valor. Não tendo outra possibilidade de levar o seu direito sobre eles ao registo, N.º 4009, com endereço profissional em Av. João da Cruz, n.º 70, Edifício correspondente a 70% do valor base.
SETE – Prédio rústico de oliveiras, amendoeiras e pomar de amendoei- vêm proceder à sua justificação para primeira inscrição, invocando a usucapião. S. José, 2.º Esq. Frente, 5300-178 Bragança. Nos termos do n.º 1 do art.º 897.º C.P.Civil “os proponentes devem juntar
ras, com a área de quatro mil oitocentos e doze metros quadrados, sito no lu- ESTÁ CONFORME O ORIGINAL NA PARTE TRANSCRITA. Nos termos do disposto no artigo 890.º do Código de Processo Civil, à sua proposta, como caução, um cheque visado, à ordem do Agente de Exe-
gar de Arneiro, a confrontar do Norte com António Maria Cordeiro, do Sul Braga, 26 de Outubro de 2010 anuncia-se a venda dos bens adiante designados: cução ou, na sua falta, da secretaria, no montante correspondente a 5% do
com Manuel Joaquim Ferreira, do Nascente com Susana do Céu Lopes e do O Notário, BENS EM VENDA valor base do bem, ou garantia bancária no mesmo valor”.
Poente com caminho, inscrito na matriz sob o artigo 307, secção D, com o Rodrigo António Prieto da Rocha Peixoto TIPO DE BEM: Imóvel A sentença que se executa está pendente de recurso ordinário Não
ARTIGO MATRICIAL: art.º 1742 Urbano – Finanças de Vila Real. Está pendente oposição à execução Não
DESCRIÇÃO: Art.º matricial 1742 Urbano, Fracção Autónoma desig-
nada pela letra “U”, correspondente a uma habitação no Quarto andar es- Está pendente oposição à penhora Não
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão arvense e oliveiras, com área de três mil duzentos e cinquenta metros qua- querdo – T-2, Lugar de garagem na 1.ª cave, designado pelo n.º 10 – arru- A Solicitadora de Execução,
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 drados, a confrontar de norte com Constantino da Gama Fernandes, de sul mos no sótão designado pelo n.º 9, do prédio urbano em regime de proprie- Alexandra Gomes
CARTÓRIO NOTARIAL e poente com Altino Manuel Rodrigues, e de nascente com António Maria
DE MOGADOURO Vilares, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 206 da secção G, com
valor patrimonial de 4,03 €, e o atribuído de quatrocentos euros.
NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES
Que nenhum dos identificados prédios se encontra descrito na Conser-
EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO

AGRADECIMENTO
vatória do Registo Predial de Mogadouro, a cuja área pertencem, somam o
Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e sete de Outubro valor patrimonial global de 76,45 € e o atribuído de três mil euros.
de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito no Palácio da Que todos os referidos bens imóveis vieram à posse dos justificantes, já
Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de fls. 5 a fls. 7, verso, do no estado de casados, do modo seguinte:
livro de notas para escrituras diversas número Setenta e seis, foi lavrada Os identificados nas verbas números um e dois, foram adquiridos por
uma escritura de justificação, na qual compareceram como outorgantes,
MARIA OLEMA MARQUES, NIF 139 829 822, e marido DIAMANTINO
DO NASCIMENTO CORDEIRO, NIF 139 829 814, casados sob o regime
partilha meramente verbal a que com os demais interessados procederam
por volta do ano de mil novecentos e oitenta por morte do pai do justifi-
cante marido, Aníbal Francisco Cordeiro, viúvo e residente que foi na dita
Fernando
da comunhão geral de bens, ambos naturais da freguesia de Meirinhos, con-
celho de Mogadouro, onde residem, os quais declararam:
Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos
seguintes bens imóveis, todos sitos na Freguesia de MEIRINHOS, concelho
freguesia de Meirinhos; os prédios identificados nas verbas números três
e quatro, vieram a sua posse por volta do ano de mil novecentos e oiten-
ta e três por partilha meramente verbal a que com os demais interessados
procederam por morte da mãe da justificante mulher, Adelaide dos Santos
Gonçalves da Silva
de Mogadouro: Bastiana, viúva de Luís Maria Marques, residentes que foram ambos na   A família, na impossibilidade de
Um – A terça parte indivisa do prédio rústico, sito em Ribeiro de Ferreiro, referida freguesia de Meirinhos; e por fim o prédio identificado em último
composto de cultura arvense, amendoal e horta, com área de treze mil du- foi por eles verbalmente comprado por volta do ano de mil novecentos e o fazer pessoal e individualmente,
zentos e quarenta e nove metros quadrados, a confrontar de norte com José setenta e oito a Lia dos Anjos Pereira, viúva, e residente que foi na men-
Maria Pinto, de sul e poente com Manuel Josino de Campos, e de nascente cionada freguesia de Meirinhos, actualmente também falecida, não tendo como era seu desejo, vem por este meio agradecer
com Francisco António Rato, e inscrito na respectiva matriz sob o artigo 51 nunca porém sido celebradas as competentes escrituras de partilha e compra
da secção F, com o valor patrimonial correspondente à fracção de 11,57 €, e e venda, respectivamente. reconhecidamente a todas as pessoas que, directa
o atribuído de trezentos euros;
Que a restante parte deste prédio pertence a Maria Alice Cordeiro e a
Que assim, os justificantes possuem os ditos bens imóveis há mais de
vinte anos em nome próprio, na convicção de serem os únicos donos e ou indirectamente, lhes manifestaram o seu pesar
Justina Cordeiro, ambas casadas e residentes na dita freguesia de Meirinhos,
pessoas com quem têm vindo a exercer a posse sobre o mencionado prédio.
plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer direitos de outrem,
à vista de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que fos-
e a acompanharam na sua dor e saudade.
Dois – Prédio rústico, sito em Vale David, composto de amendoeiras, se desde o início dessa composse e posse, a qual sempre exerceram sem
cultura arvense e oliveiras, com área de trinta mil setecentos e cinquenta interrupção, gozando todas as utilidades por eles proporcionadas, com o   Missa de 7.º dia: Quarta-feira, dia 3/11 às 18 h. na Igreja S. Tiago.
metros quadrados, a confrontar de norte e nascente com Martinho Firmino ânimo de quem exerce direito próprio, nomeadamente limpando-os, neles
Alves, de sul com Tobias dos Santos Almeida, e de poente com Constantino lavrando, semeando, plantando, tratando e colhendo os respectivos frutos,
da Gama Fernandes, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 163 da secção como amêndoa, azeitona, lenha, e outros produtos agrícolas, cortando mato
A, com valor patrimonial de 53,93 €, e o atribuído de dois mil euros; e silvas e procedendo a diversos actos de limpeza, e/ou mandando-o fazer
Três – Prédio rústico, sito em Mangueiras, composto de cultura arvense, em seu nome e por sua conta, praticando assim os demais actos de uso,

AGRADECIMENTO
com área de três mil cento e oitenta e oito metros quadrados, a confrontar de fruição e defesa dos mesmos, à vista de toda a gente e portanto de eventuais
norte com Alfredo José Janeiro, de sul com Maria Hortense Marcos Ama- interessados, tudo como fazem os verdadeiros donos, sendo por isso uma
do, de nascente com António Manuel Pinheiro, e de poente com António posse de boa fé, pacífica, contínua e pública, pelo que, dadas as enumeradas
Augusto Ferreira, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 79 da secção G, características de tal posse, adquiriram por usucapião os identificados bens
com valor patrimonial de 1,39 €, e o atribuído de cem euros; imóveis, figura jurídica que invocam, por não poderem fazer prova do seu
Quatro – Prédio rústico, sito em Pedra D’Asma, composto de cultura ar-
vense, com área de quinze mil cento e vinte metros quadrados, a confrontar
de norte e poente com Soporce! S.A., e de sul e nascente com Beatriz Assun-
direito de propriedade pelos meios extrajudiciais normais, dado o referido
modo de aquisição.
Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico.
António Alberto
ção Ribeiro, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 65 da secção L, com
valor patrimonial de 5,53 €, e o atribuído de duzentos euros; e
Cinco – Prédio rústico, sito em Vinhas, composto de amendoeiras, cultura
Mogadouro e Cartório Notarial, em 27 de Outubro de 2010.
A Notária,
Fátima Mendes
Pereira
* 10/05/1945   † 23/10/2010
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão corrido que seja o dos éditos, pagar ou deduzir oposição à execução supra re-
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010
ferenciada, nos termos dos art.os 812.º n.º 6 e 813.º n.º 1, ambos do C.P.C., sob   A família, vem agradecer todo o
pena de, não o fazendo, seguirem-se os termos do art.º 832 do C.P.C., sendo pro-
TRIBUNAL JUDICIAL
DE BRAGANÇA movida a penhora dos bens necessários para garantir a quantia exequenda no apoio e carinho manifestado pelos amigos, bem
2.º Juízo
montante de 33.326,88 € (trinta e três mil, trezentos e vinte e seis euros e oiten-
ta e oito cêntimos), acrescida de 10%, nos termos do disposto no n.º 3 do artigo como às seguintes instituições:
CITAÇÃO DE AUSENTE EM PARTE INCERTA
(ARTIGOS 248.º e 249.º do C.P.C.)
821.º do C.P.C., honorários do Agente de Execução, que nesta data ascendem a
878,91 € (oitocentos e setenta e oito euros e noventa e um cêntimos), sendo ainda
Cuidados Continuados de Miranda do Douro,
(Segunda e Última Publicação) responsável por todas as despesas indispensáveis, inerentes à presente execução.
Nos termos do disposto no artigo 60.º do C.P.C. é obrigatória a constitui-
Bombeiros Voluntários Miranda do Douro,
Processo: 707/08.4TBBGC
Exequente: BES – Banco Espírito Santo, S.A.
ção de Advogado quando o valor da execução seja superior à alçada do tri-
bunal de primeira instância.
Hospital Distrital Bragança, Centro Saúde Mrª. Douro. A todos o nosso
Executados: Beatriz Valerie Alves dos Santos
Nos autos acima identificados, correm éditos de 30 (trinta) dias, contados da
Os duplicados do requerimento executivo e cópia dos documentos encon-
tram-se à disposição do citando na secretaria do tribunal supra identificado.
muito obrigado. Pai, és o nosso Herói e nós te amamos muito…
data da segunda e última publicação do anúncio, citando o ausente Bea­triz Va- A Solicitadora de Execução,
lerie Alves dos Santos, com última residência conhecida em Av. Abade de Cristina Moreiras Carlos Pereira e Paulo Pereira
Baçal, Lote 4, r/c, 5300-068 Bragança, para no prazo de VINTE DIAS, de- Cédula Profissional: 3550

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 35


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n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010
matriz sob o artigo 5957, com o valor patrimonial tributário de €5,93 e para to Gonçalves Braga, n.º 19 R/C 5300-084 Bragança para no prazo de vinte
DE MIRANDA DO DOURO
efeitos de IMT de €4,41. Que os identificados prédios estão omissos na Con- dias, decorridos que sejam o dos éditos, pagar ou deduzir oposição à execu-
Certifico narrativamente, para efeitos de publicação, que no dia de hoje, servatória do Registo Predial de Miranda do Douro e inscritos na respectiva CPN 4009 ção/penhora acima identificada nos termos do artigo 813.º n.º 1 e 2 do CPC.
neste Cartório Notarial, foi lavrada uma escritura de Justificação, exarada de matriz em nome do justificante marido. Que os mencionados prédios foram Nos termos do n.º 1 do artigo 818.º do CPC, o recebimento da oposição
folhas 9 a 11 do respectivo livro n.º 105-C, em que foram justificantes: Abílio por eles adquiridos, já no estado de casados, em data que não sabem preci- Alexandra Gomes só suspende o processo de execução quando o oponente preste caução ou
Augusto Guedes, N.I.F. 141 930 071 c mulher Delfina Rosa Marcos, N.I.F. sar do ano de mil novecentos e setenta e oito, por doação verbal de sua sogra Solicitadora de Execução quando, tendo o oponente impugnado a assinatura do documento particular
141 930 080, casados sob o regime da comunhão geral, os dois naturais da e mãe, Amélia Rosa Marcos, viúva, já falecida e ao tempo residente na men- e apresentado documento que constitua princípio de prova, o juiz, ouvido o
freguesia de Vila Chã de Braciosa, concelho de Miranda do Douro, residen- cionada freguesia de Vila Chã de Braciosa, mas não dispõem de qualquer tí- ANÚNCIO – CITAÇÃO DE AUSENTE EM PARTE exequente, entenda que se justifica a suspensão.
tes na Rua dos Bicheiros, n.º 412, Valadares, Vila Nova de Gaia e disseram: tulo formal para os registar na conservatória. Que, no entanto, entraram des- O duplicado do requerimento executivo e a cópia dos documentos e auto
INCERTA (artigos 244.º, 248.º do C. P. Civil) de penhora encontram-se à disposição do citando na secretaria do Tribunal
Que são donos o legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos se- de essa altura na posse c fruição dos identificados prédios, nomeadamente,
guintes bens imóveis, todos da freguesia de Vila Chã de Braciosa, do conce- limpando-os, desbastando-os, cultivando-os, colhendo os seus frutos e pa- (1.ª Publicação) ou escritório do agente de execução.
lho de Miranda do Douro: Verba um: prédio rústico, sito em Rodelão de Bai- gando os respectivos impostos, com ânimo de quem exercita direito próprio, MEIOS DE OPOSIÇÃO
xo, composto de terra de centeio, com a área de três mil oitocentos e quaren- de boa fé, por ignorar lesar direito alheio. Que, esta posse tem sido exerci- N.º Processo 675/09.5TBBGC    Execução Ref. Interna: Nos termos do disposto no artigo 60º do C.P.C. e tendo em consideração
ta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel Luís Antão, do sul da sem interrupção, de forma ostensiva, com a convicção de serem os úni- Tribunal Judicial de    Comum PE/101/2009 o valor do processo, para se opor a execução (que terá de ser apresentada no
Bragança – 1.º Juízo    (Sol. Execução) Tribunal supra identificado), é obrigatória a constituição de advogado quan-
com Adérito dos Santos Martins, do nascente com Joaquim Maria Domin- cos donos, à vista de toda a gente e sem violência ou oposição de quem quer
gues Morais c do poente com estrada, inscrito na respectiva matriz sob o ar- que seja, de forma correspondente ao exercício do direito de propriedade. Exequente: Banco Comercial Português, S.A. do o valor da execução é superior à alçada do tribunal de primeira instância
tigo 5419, com o valor patrimonial tributário de €9,38 e para efeitos de IMT Que, assim, a posse pública, pacífica, contínua e em nome próprio dos cita- Executado(s): Álvaro Arnaldo Teixeira Afonso e outro(s). (5.000,00 euros). A apresentação de oposição implica o pagamento de taxa
de €25,58; Verba dois: prédio rústico, sito em Monte de Cima, composto de dos imóveis desde o ano de mil novecentos e setenta e oito, conduziu à aqui- de justiça auto liquidada.
terra de centeio, com a área de duzentos e setenta e seis metros quadrados, a sição dos mencionados prédios por usucapião, que expressamente invocam Agente de Execução, Solicitadora de Execução Alexandra Gomes, CP COMINAÇÃO EM CASO DE REVELIA
confrontar do norte com caminho, do sul com Francisco Joaquim Alves, do para justificar o seu direito de propriedade para fins de registo. N.º 4009, com endereço profissional em Av. João da Cruz, n.º 70, Edifício Caso não se oponha à execução no prazo supra indicado e não pague ou
nascente com Daniel de Jesus Alves c do poente com Armando Fernandes Está conforme o original o que certifico, S. José, 2.º Esq. Frente, 5300-178 Bragança. caucione a quantia exequenda, segue-se a PENHORA dos bens necessários
Falcão, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 5947, com o valor patrimo- Miranda do Douro, 27 de Outubro de 2010. A CITAR: Álvaro Arnaldo Teixeira Afonso, com o número fiscal para garantir o pagamento da quantia exequenda, juros e acréscimo das des-
nial tributário de €1,62 e para efeitos de IMT de €16,17; e. Verba três: prédio A Segunda Ajudante, 162054858, com o número de identificação civil 3993165. pesas previsíveis a que se refere o n.º 3 do art. 821.º do CPC.
rústico, sito em Monte de Cima, composto de horta e terra de trigo, com a Maria Adelaide Gomes Parreira ANÚNCIO DO PAGAMENTO, E DAS DESPESAS E HONORÁRIOS DO AGEN-
Caro(a) Senhor(a): TE DE EXECUÇÃO
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cução num tribunal judicial que pode ter como resultado a penhora dos seus acordo com as instruções constantes da primeira página. Os honorários e
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão do, já no estado de casados, em data que não sabem precisar mas do ano de despesas do agente de execução nesta data estimam-se em 2.254,59 Euros
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 mil novecentos c oitenta e nove, por compra verbal feita a Agripino Augus- rendimentos ou a venda dos seus bens.
A partir da data de afixação deste edital tem pelo menos 50 dias para: sem prejuízo de posterior revisão de acordo com o n.º 2 do artigo12 º da Por-
CARTÓRIO NOTARIAL to Martins e mulher, Sebastiana Esteves, residentes na referida freguesia de taria n.º 331-B/2009, de 30/03.
Paradela, mas não dispõem de qualquer título formal para o registar na Con- 1. Pagar a dívida ao (s) Exequente (s) do processo, supra-identificado.
DE MIRANDA DO DOURO A quantia em dívida (que engloba já os custos com a execução) é de INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES
servatória. Que, no entanto, entraram desde essa altura na posse e fruição Sendo requerido benefício de apoio judiciário na modalidade de nome-
Certifico narrativameníe, para efeitos de publicação, que no dia de ho- do mencionado prédio, nomeadamente, habitando-o, nele guardando seus 13.527,50 Euros, podendo ser acrescida de despesas e honorários devidos
após a afixação deste edital. ação de patrono, deverá o citando juntar aos presentes autos, no prazo da
je, neste Cartório Notarial, foi lavrada uma escritura de Justificação, exara- haveres, efectuando regularmente obras de conservação e reparação, reali- contestação, documento comprovativo da apresentação do referido reque-
da de folhas 7 a 8 v.º do respectivo livro n.º 105-C, em que foram justifican- zando benfeitorias e pagando os respectivos impostos, com ânimo de quem Pode efectuar o pagamento via multibanco/home banking como indica-
do a baixo ou contactando por telefone, fax, e-mail ou carta o escritório do rimento, para que o prazo em curso se interrompa até notificação do apoio
tes: Fonte de Aldeia e Evaristo Augusto Gomes, N.I.F 181 441 489, e mu- exercita direito próprio, de boa fé, por ignorar lesar direito alheio. Que, esta judiciário.
lher Isabel Maria Gonçalves Sebastião, N.I.F. 195 509 960, casados sob o posse tem sido exercida sem interrupção, de forma ostensiva, à vista de toda Agente de Execução ou dirigindo-se ao seu escritório (p.f. consulte as indi-
cações no rodapé do documento). Artigo 143. do C.P.C. - 1 Sem prejuízo dos actos realizados de forma au-
regime da comunhão de adquiridos, os dois naturais da freguesia de Parade- a gente e sem violência ou oposição de quem quer que seja, de forma cor- tomática, não se praticam actos processuais: a) Nos dias em que os tribunais
la, concelho de Miranda do Douro, onde residem na Rua dos Casalões, n.º respondente ao exercício do direito de propriedade. Que, assim, a posse pú- 2. Dirigir-se ao Tribunal de Bragança – Tribunal Judicial 1.º Juízo no
sentido de se defender, opondo-se a esta execução. Neste caso, pode ser estiverem encerrados; b) Durante o período de férias judiciais; c) Durante
3, e disseram: Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de ou- blica, pacífica, contínua e em nome próprio do citado imóvel desde o ano de o período compreendido entre 15 e 31 de Julho. *Artigo 144. do C.P.C. - 1
trem, do prédio urbano, sito na Rua da Malhada, freguesia de Paradela, con- mil novecentos c oitenta c nove, conduziu à aquisição do mencionado pré- obrigatório que se faça representar por advogado (p.f. consulte a fundamen-
tação legal na página seguinte). O prazo processual, estabelecido por lei ou fixado por despacho do juiz, é
celho de Miranda do Douro, composto de edifício destinado a habitação de dio por usucapião, que expressamente invocam para justificar o seu direito contínuo, suspendendo-se, no entanto, durante os períodos previstos nas alí-
rés-do-chão e primeiro andar, com a superfície coberta de cento e quarenta c de propriedade para fins de registo. 3. No prazo máximo de cinco dias úteis a contar da data de afixação do
presente edital será efectuada publicação de anúncio electrónico, no ende- neas b) e c) do n.º 1 do artigo anterior. 2 Quando o prazo para a prática do
quatro metros quadrados, a confrontar do norte com Estrada Municipal, do Está conforme o original o que certifico. acto processual terminar em dia em que os tribunais estiverem encerrados,
sul e do nascente com rua pública c cio poente com Silvestre Romeiro, ins- Miranda do Douro, 27 de Outubro de 2010. reço electrónico http://www.tribunaisnet.mj.pt.
transfere-se o seu termo para o primeiro dia útil seguinte. 3 Para efeitos do
crito na respectiva matriz sob o artigo 246, com o valor patrimonial tributá- A Segunda Ajudante, disposto no número anterior, consideram-se encerrados os tribunais quando
rio e atribuído €31.560,75. Que o mencionado prédio foi por eles adquiri- Maria Adelaide Gomes Parreira IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO
for concedida tolerância de ponto. **Artigo 12. da Lei n.º 52/2008, de 28 de
Alínea g) do artigo 28.º da Portaria n.º 331-B/2009 de 30 de Março Agosto - As férias judiciais decorrem de 22 de Dezembro a 3 de Janeiro, do
Nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 248.º do Código Pro- domingo de Ramos à segunda-feira de Páscoa e de 1 a 31 de Agosto
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão ído €763,45. Que o mencionado prédio foi por eles adquirido, em data que cesso Civil (CPC), correm éditos de 30 (trinta) dias, contados a partir da da- A Solicitadora de Execução,
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 não sabem precisar, mas do ano de mil novecentos e setenta, por doação me- ta de publicação do presente anúncio, citando o(a) ausente Álvaro Arnaldo Alexandra Gomes
CARTÓRIO NOTARIAL ramente verbal, feita pelos pais do justificante marido, José Francisco Mar-
DE MIRANDA DO DOURO tins e mulher Aurora de Jesus Martins, já falecidos e ao tempo residentes
na indicada freguesia de Duas igrejas, Vale de Mira, mas não dispõem de
Certifico narrativamente, para efeitos de publicação, que no dia de ho- qualquer título formal para o registar na conservatória. Que, desde essa da- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão Frio, concelho de Bragança, composto por casa de habitação de rés do chão
je, neste Cartório Notarial, foi lavrada uma escritura de Justificação, exara- n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 e primeiro andar, com a área de cento e trinta vírgula trinta e oito metros
ta, sempre têm usado e fruído, o referido prédio, nomeadamente, habitando-
da de folhas 99 a 100 do respectivo livro n.º 104-C, em que foram justifican- o, nele guardando seus haveres, efectuando regularmente obras de conser- Com o arquivo do antigo quadrados e logradouro com a área de setenta e um vírgula zero quatro me-
tes: Alberto Augusto Martins, N.I.F. 153 552 760 e mulher, Florentina Ro- vação e reparação, realizando benfeitorias, pagando os respectivos impos- CARTÓRIO NOTARIAL tros quadrados, a confrontar do norte, do sul e do poente com caminho pú-
sa Fernandes, N.I.F, 153 552 778, casados sob o regime da comunhão ge- tos, com ânimo de quem exercita direito próprio, de boa fé, por ignorar le- DE BRAGANÇA blico, do nascente com Maria de Jesus Gonçalves, não descrito na Conser-
ral, ela natural da freguesia de Palaçoulo, ele da freguesia de Duas Igrejas, sar direito alheio. Que, esta posse tem sido exercida sem interrupção, de for- vatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva,
onde residem na Rua Principal, n.º 61, Vale de Mira, ambas do concelho de ma ostensiva, à vista de toda a gente c sem violência ou oposição de quem EXTRACTO / JUSTIFICAÇÃO sob o artigo 496, sendo de 16.290,00 euros o seu valor patrimonial, a que
Miranda do Douro e disseram; Que, são donos e legítimos possuidores, com quer que seja, de forma correspondente ao exercício do direito de proprieda- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura la- atribuem igual valor.
exclusão de outrem, do prédio urbano, sito na Rua Vale de Cima, Vale de de. Que, assim, a posse pública, pacífica, contínua e em nome próprio do ci- vrada no dia vinte e oito de Outubro de dois mil e dez no Cartório Notarial a 4) Prédio urbano, sito na Rua do Santo António, freguesia de Rio Frio,
Mira, freguesia de Duas Igrejas, concelho de Miranda do Douro, compos- tado imóvel desde o ano de mil novecentos e setenta, conduziu à aquisição cargo do notário Lic. João Américo Gonçalves Andrade, sito na Avenida Dr. concelho de Bragança, composto por casa de habitação de rés do chão e pri-
to do edifício destinado a habitação de rés-do-chão e primeiro andar, com do mencionado prédio por usucapião, que expressamente invocam para jus- Francisco Sá Carneiro, 16 em Bragança, exarada de sessenta e nove a folhas meiro andar, com a área de setenta e cinco metros quadrados, a confrontar
logradouro, com a superfície coberta de cento e trinta vírgula oitenta e um tificar o seu direito de propriedade para fins de registo. setenta e um verso do livro de notas para escrituras diversas número “QUIN- do norte com Agostinho do Nascimento Lopes, do sul com Rua Pública, do
metros quadrados c a superfície descoberta de quarenta e seis vírgula seten- Está conforme o original o que certifico. ZE-G” AVELINO DOS SANTOS MARTINS e mulher BENEDITA SOFIA nascente com Rua Pública e Agostinho do Nascimento Lopes, do poente com
ta e três metros quadrados, não descrito na Conservatória do Registo Pre- Miranda do Douro, 12 de Outubro de 2010. MIRANDA MARTINS, casados sob o regime de comunhão adquiridos, ele Herdeiros de Dr. Menezes Cordeiro, não descrito na Conservatória do Regis-
dial de Miranda do Douro e inscrito na respectiva matriz em nome do justi- A Segunda Ajudante, natural da freguesia de Bobadela, concelho de Boticas, ela natural da fregue- to Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respectiva, sob o artigo 506,
ficante marido sob o artigo 740, com o valor patrimonial tributário e atribu- Maria Adelaide Gomes Parreira sia de Rio Frio, concelho de Bragança, onde residem, NIFS 137 057 261 e sendo de 7330,00 euros o seu valor patrimonial, a que atribuem igual valor.
137 057 270, fizeram, as declarações constantes desta certidão, que com es- Que entraram na posse dos referidos prédios, em mil novecentos e oitenta
ta se compõe de três laudas e vai conforme o original. e três, o primeiro por compra verbal que dele fizeram a Hirundino do Nasci-
Bragança, Cartório Notarial, vinte e oito de Outubro de dois mil e dez. mento Miranda, o segundo e quarto por doação verbal que dele lhes fez, Ana
J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão ente com Abílio Moreiras, omisso na Conservatória do Registo Predial de A Colaboradora, dos Santos Gonçalves e o terceiro por compra verbal que dele fizeram a Ma-
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 Torre de Mogadouro. Bernardete Isabel C. Simões Afonso ria dos Santos Pires, sem que no entanto ficassem a dispor de título formal
CARTÓRIO NOTARIAL O referido prédio veio à posse e domínio dos justificantes já no estado de que lhes permita, o respectivo registo na Conservatória do Registo Predial;
Alameda N.ª Sr.ª de Fátima, N.º 8 em Macedo de Cavaleiros casados, por doação verbal dos pais Manuel dos Santos Lima e Lucrécia Pe- Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem dos se- mas, desde logo, mas desde logo entraram na posse e fruição dos identifica-
res já falecidos, que foram residentes em Vale de Porco aquisição esta que guintes bens: dos prédios, em nome próprio, posse que assim detêm há muito mais de vin-
Notária Lic. Ana Maria Gomes dos Santos Reis ocorreu por volta do ano de mil novecentos e oitenta e seis, não tendo sido 1) Prédio rústico, sito em Penha de Rei, freguesia de Rio Frio, concelho te anos, sem interrupção ou ocultação de quem quer que seja.
Certifico para efeitos de publicação que por escritura lavrada neste Car- formalizada por documento autêntico a referida aquisição. de Bragança, composto por cultura com três negrilhos, com a área de tre- Que essa posse foi adquirida e mantida sem violência e sem oposição, os-
tório Notarial no dia vinte e seis de Outubro de dois mil e dez, no livro de Que deste modo, desde essa data, os justificantes passaram a possuir o ci- zentos e setenta metros quadrados, a confrontar do norte com Manuel José tensivamente, com o conhecimento de toda a gente em nome próprio e com
notas cento e oitenta e oito traço A com início a folhas trinta e três, ISOLI- tado prédio no gozo pleno das utilidades por ele proporcionadas, fazendo Ruano, do nascente com Isaías Nascimento Miranda, do sul com Habitação aproveitamento de todas as utilidades dos prédios, nomeadamente, fazen-
NA DA ASSUNÇÃO LIMA MENDES (N.I.F. 176 646 094) e marido JO- obras de manutenção, com o ânimo de quem exerce direito próprio, sendo do próprio e do poente com Adrião do Nascimento Lopes e Outros, não des- do obras de melhoramento, habitando e guardando os seus haveres e diver-
AQUIM MARIA ANTUNES MENDES (N.I.F. 175 847 096) casados sob reconhecidos como seus donos por toda a gente, fazendo-o de boa-fé, por crito na Conservatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na ma- sos bens móveis nos urbanos, amanhando, adubando, cultivando e colhen-
o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela, da freguesia de Vale de ignorarem lesar direito alheio, pacificamente porque sem violência, contí- triz respectiva, sob o artigo 1200, sendo de 2,14 euros o seu valor patrimo- do os frutos dos rústicos, em todos agindo sempre por forma corresponden-
Porco, do concelho de Mogadouro, ele, da freguesia de Sobreposta, do con- nua e publicamente, à vista e com o conhecimento de toda a gente e sem nial, a que atribuem o valor de cinco euros. te ao exercício do direito de propriedade, quer usufruindo como tal os imó-
celho de Braga, residentes na Rua Augusto Veloso, n.º 295, São Lazaro, oposição de ninguém. 2) Prédio rústico, sito em Carvalhos, freguesia de Rio Frio, concelho de veis, quer beneficiando dos seus rendimentos, quer suportando os respecti-
Braga, declaram que com exclusão de outrem são donos e legítimos pos- Que dadas as características de tal posse, os justificante adquiriram o pré- Bragança, composto por vinha, com a área de mil cento e sessenta metros vos encargos e as referidas obras de melhoramento e conservação, quer ain-
suidores do seguinte: dio referido por usucapião, título esse que pela sua natureza, não é susceptí- quadrados, a confrontar do norte e do nascente com António Augusto Fer- da pagando as respectivas contribuições e impostos, mantendo-os sempre na
Prédio urbano composto de casa de habitação, sita na Rua do Cabeço na vel de ser comprovado pelos meios extrajudiciais normais. reira, do sul e do poente com João Manuel Rodrigues, não descrito na Con- sua inteira disponibilidade.
aldeia e freguesia de Vale do Porco, concelho de Mogadouro, inscrito na Está conforme o original. Macedo de Cavaleiros, vinte e seis de Outu- servatória do Registo Predial de Bragança, mas inscrito na matriz respecti- Que esta posse em nome próprio, pacífica, contínua e pública, conduziu à
matriz sob o artigo 43, com o valor patrimonial de 85,03 €, com a área co- bro de dois mil e dez. va, sob o artigo 1833, sendo de 16,84 euros o seu valor patrimonial, a que aquisição dos imóveis, por usucapião, que invocam, justificando o seu direi-
berta de vinte metros quadrados, a confrontar de norte com a Rua Pública, A Notária, atribuem o valor de vinte euros. to de propriedade, para o efeito de registo, dado que esta forma de aquisição
do sul com António Braz, do nascente com Francisco Salgueiro, e do po- Fátima Mendes 3) Prédio urbano, sito na Rua do Santo António, n.º 10, freguesia de Rio não pode ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial.

36 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


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J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010

CARTÓRIO NOTARIAL
DE MOGADOURO
NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES
EXTRACTO PARA PUBLICAÇÃO
Certifico, para efeitos de publicação, que no dia vinte e oito de Outubro
de dois mil e dez, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito no Palácio
da Justiça, na freguesia e concelho de Mogadouro, de fls. 8 a fls. 10, do
livro de notas para escrituras diversas número Setenta e seis, foi lavrada
uma escritura de justificação, na qual compareceram como outorgantes,
FRANCISCO GOMES, NIF 168 692 201, e mulher TERESA DE JESUS
NETO, NIF 120 578 255, casados sob o regime da comunhão geral de
bens, naturais, ele do Brasil e ela da freguesia de Remondes, concelho de
Mogadouro, residentes na Rua Guerra Junqueiro, número 37, nesta vila
de Mogadouro, os quais declararam:
Quesãodonoselegítimospossuidores,comexclusãodeoutrem,dosse­guintes
prédios, ambos sitos na freguesia de Remondes, concelho de Mo­gadouro:
Um – Prédio rústico, sito em Relva, composto de árvores dispersas,
cultura arvense e sobreiros, com área de quatro mil novecentos e trinta e
sete metros quadrados, a confrontar de norte com Adriano Acácio G.B.
Cordeiro, de sul com Belmiro dos Anjos Pereira, de nascente com Fran-
cisco José Moreiras, e de poente com Francisco Manuel Pinto, inscrito na
respectiva matriz sob o artigo 262 da secção E, com o valor patrimonial
de 9,18 €, e atribuído de trezentos euros; e
Dois – Prédio rústico, sito em Pala, composto de árvores dispersas,
cultura arvense e sobreiros, com área de três mil trezentos e setenta e
cinco metros quadrados, a confrontar de norte com Rio Sabor, de sul com
João Batista Cordeiro, de nascente com Adriano Acácio G.B. Cordeiro,
e de poente com José Joaquim Mendes, inscrito na respectiva matriz sob
o artigo 168 da secção E, com o valor patrimonial de 4,15 €, e atribuído
de duzentos euros;
Que nenhum dos identificados prédios se mostra registado na Conser-
vatória do Registo Predial de Mogadouro, a cuja área pertencem, somam
os mesmos o valor patrimonial global de 13,33 € e o total atribuído de
quinhentos euros.
Que os referidos bens imóveis vieram à posse deles justificantes, por
volta do ano de mil novecentos e setenta, já no estado de casados, por par-
tilha meramente verbal a que com os demais interessados procederam por
óbito da mãe da justificante mulher, Justina da Cruz Familiar, casada que
foi com Alfredo dos Santos Neto, residentes na freguesia de Brunhoso,
concelho de Mogadouro, ambos actualmente falecidos, não tendo nunca
porém sido porém celebrada a respectiva escritura de partilha.
Que assim, os justificantes possuem os ditos bens imóveis há mais de
vinte anos, em nome próprio, na convicção de serem os únicos donos e
plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer direitos de ou-
trem, à vista de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que
fosse desde o início dessa posse, a qual sempre exerceram sem interrup-
ção, gozando todas as utilidades por eles proporcionadas, com o ânimo
de quem exerce direito próprio, nomeadamente neles lavrando, tratando
e colhendo os frutos deles provenientes, como cortiça e lenha, cortando
silvas e mato e procedendo a diversos actos de limpeza, e/ou mandando-
o fazer em seu nome e por sua conta, usufruindo de resto de todos os
proventos e utilidades proporcionados pelos referidos prédios, praticando
assim os mais diversos actos de uso, fruição e defesa dos mesmos, à vista
de toda a gente e portanto de eventuais interessados, tudo como fazem os
verdadeiros donos, sendo por isso uma posse de boa fé, pacífica, contí-
nua e pública, pelo que, dadas as enumeradas características de tal posse,
adquiriram por usucapião os identificados bens imóveis, figura jurídica
que invocam, por não terem documentos que lhes permitam fazer prova
do seu direito de propriedade, pelos meios extrajudiciais normais, dado o
seu referido modo de aquisição.
Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico.
Mogadouro e Cartório Notarial, em 28 de Outubro de 2010.
A Notária,
Fátima Mendes

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J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão to de doação meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a necessá- J o r na l N o r d e s t e – S e m a ná r i o R e g i o na l d e I n f o r m aç ão dente que foi no aludido Lugar de Fontes, freguesia de Parâmio, por contra-
n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 ria escritura pública. n .º 730 d e 3 d e N ov e m b ro d e 2010 to de compra e venda meramente verbal, nunca tendo chegado a realizar a
NOTÁRIO Que, assim, não é detentora de qualquer título formal que legitime o do- NOTÁRIO necessária escritura pública.
MANUEL JOÃO mínio do mencionado prédio. MANUEL JOÃO Que, assim, não são detentores de qualquer título formal que legitime o
SIMÃO BRAZ Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecentos e SIMÃO BRAZ domínio do mencionado prédio.
oitenta e oito, passou a usufruir o referido terreno, gozando de todas as uti- Que, não obstante isso, logo desde meados desse ano de mil novecen-
EXTRACTO lidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o, cul- EX T R AC TO tos e oitenta e seis, passaram a usufruir o referido terreno, gozando de todas
Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de tivando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas benfei- Certifico, narrativamente, para efeitos de publicação, que por escritura de as utilidades por ele proporcionadas, começando por ocupá-lo, limpando-o,
hoje, exarada de folhas sete a nove do respectivo livro número cento e oiten- torias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim, hoje, exarada de folhas trinta e seis a trinta e sete do respectivo livro número cultivando-o, colhendo os seus frutos e produtos, e efectuando diversas ben-
ta e dois, MARIA ODETE DE CASTRO TAVARES GOMES, NIF 115 472 sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal pré- cento e oitenta e dois, MARIANA DO ROSÁRIO VAZ FERNANDES, NIF feitorias, designadamente o melhoramento das suas vedações, agindo assim,
908, viúva, natural de Moçambique, residente no Bairro da Estação, n.º 2, dio lhe pertencer e de ser a sua verdadeira dona, como tal sendo reconheci- 102 775 583, e marido MARINO AUGUSTO FERNANDES, NIF 193 260 sempre com ânimo de quem exerce direito próprio, na convicção de tal pré-
1.º D.to, em Bragança, declarou: da por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direito alheio, pa- 680, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ela da fre- dio lhes pertencer e de serem os seus verdadeiros donos, como tal sendo re-
Que, com exclusão de outrem, é dona e legítima possuidora do prédio cificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vista e com o guesia do Parâmio, onde residem no Lugar de Fontes do Parâmio, concelho conhecidos por toda a gente, fazendo-o de boa fé por ignorar lesar direito
rústico, composto de terra para batata, com a área de dois mil e duzentos conhecimento de todos e sem oposição de ninguém. de Bragança, ele da freguesia de Paçó, concelho de Vinhais, declararam: alheio, pacificamente, porque sem violência, contínua e publicamente, à vis-
metros quadrados, sito em “Eirinhas”, freguesia de Lagoaça, concelho de Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indi- Que, com exclusão de outrem, são donos e legítimos do prédio rústico, ta e com o conhecimento de todos e sem oposição de ninguém.
Freixo de Espada à Cinta, a confrontar de norte com caminho e proprietá- cada vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriu o domínio do dito pré- composto de terra de pastagem e uma nogueira, com área de noventa metros Que dadas as enunciadas características de tal posse que, da forma indica-
rio, sul com António Valente, nascente com proprietário e poente com Ma- dio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser quadrados, sito em “Veiga das Fontes”, freguesia de Parâmio, concelho de da vem exercendo há mais de vinte anos, adquiriram o domínio do dito pré-
nuel Pinto, não descrito na Conservatória do Registo Predial de Freixo de comprovado por meios normais. Bragança, a confrontar de norte e poente com caminho, sul com Delfina Ro- dio por usucapião, título esse que, por sua natureza, não é susceptível de ser
Espada à Cinta, conforme certidão que apresenta, mas inscrito na respecti- Que para suprir tal título faz esta declaração de justificação para fins de sa Pires e nascente com Carlos Madureira, não descrito na Conservatória do comprovado por meios normais. Que para suprir tal título fazem esta decla-
va matriz sob o artigo 4571, com o valor patrimonial tributável de €1098,20 primeira inscrição no registo predial. Registo Predial deste concelho, conforme certidão que da mesma apresen- ração de justificação para fins de primeira inscrição no registo predial.
e idêntico atribuído. Está conforme. tam, mas inscrito na respectiva matriz sob o artigo 6932, com o valor patri- Está conforme.
Que o identificado prédio foi-lhe doado no ano de mil novecentos e oi- Bragança, 27 de Outubro de 2010. monial tributário de €5,79 e o atribuído de dez euros. Bragança, 28 de Outubro de 2010.
tenta e oito, já no estado de viúva, por seu pai, Aurélio Augusto Tavares, A Colaboradora Autorizada, Que o identificado prédio foi-lhes vendido no ano de mil novecentos e oi- A Colaboradora Autorizada,
já falecido, residente que foi na aludida freguesia de Lagoaça, por contra- Elisabete Maria C. Melgo tenta e seis, já no estado de casados, por Carolina Cigana, já falecida, resi- Elisabete Maria C. Melgo

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 37


OPINIÃO

As teias da política
tugal está hipotecado e não tem como Alemanha astuta e ansiosa por se boa e rasgar o país dando-lhe uma
sair desta situação nos próximos dez reinventar após os anos de pesadelo maior facilidade de transporte inter­
anos. Ainda não estamos a sentir os de Hitler. A França tem a agricultura no, fomentar a construção de parques
Luís Ferreira efeitos deste orçamento, já que ele só e a Alemanha ficou com os mercados industriais no litoral, atraindo assim
começa a produzir efeitos a partir de para a sua indústria. E Portugal? Nós a população deste interior profundo
Janeiro, mas já paira no ar o fantas­ ficamos sem nada. Olhemos para os que a pouco e pouco se foi deserti­
ma do desassossego e o medo do final automóveis que conduzem os moto­ ficando e que agora clama impiedo­
Todos temos seguido com interes­ do mês. ristas dos nossos ministros e asses­ samente por ajudas que nunca vão
se e muita preocupação, esta novela De quem é a culpa de todo este sores e vejam de que países vêm ou chegar, porque aqui já não há votos
do orçamento do Estado para 2011. E descalabro económico? Será que a qual é a sua marca. Não são Citroën, suficientes para pagar o investimen­
temo-lo feito porque estamos todos culpa é só dos nossos governantes? Peugeot ou Renault. São Mercedes e to, fosse ele qual fosse.
preocupados, embora soubéssemos, Que culpas terá a União Europeia em BMW. Claro! A política de betão foi, talvez,
com alguma certeza, que o desfecho todo este sistema económico super Os sucessivos governos formados bem sucedida, mas mal planeada,
seria sempre o entendimento entre controlado? É claro que os nossos go­ pelos maiores partidos portugueses, vergada, como habitualmente, a inte­
os dois partidos. Embora nenhum vernantes tiveram a maior quota de têm jogado sistematicamente os inte­ resses investidos que sugam o país e
queira admitir nem seja capaz de o culpas no desenrolar desta conjun­ resses portugueses pelo esgoto abai­ o povo. Visto assim, poderíamos di­
fazer, o certo é que esta situação caó­ tura e não foram capazes de arranjar xo, destruindo a nossa agricultura, a zer mesmo que ele foi o pai do défice
tica em que estamos metidos tem o soluções para a inevitabilidade óbvia indústria e a pesca. Os nossos agricul­ em que nos encontramos. Agora que
rosto dos dois, porque foram eles que deles conhecida, baixando as ore­ tores são pagos para não produzir, a quer novamente representar o povo
nos governaram nos últimos anos. A lhas a Bruxelas, como sempre fazem. indústria desapareceu com centenas português no mundo inteiro como
desculpa esfarrapada de que a crise é Sempre a EU! Claro! Nós pertence­ de fábricas a fechar lançando para o seu presidente, dever explicar bem
mundial e que os outros países da UE mos por direito próprio a essa união, desemprego milhares de trabalhado­ aos portugueses o que pretende fazer
atravessam também situações simi­ mas dela retiraremos somente o que res e a pesca está na mão dos espa­ neste futuro mandato, se para tanto
lares, não colhe muitos frutos e não ela nos quiser dar e quando quiser. nhóis que já navegam em águas lusas o povo português lhe der o voto ne­
nos serve de desculpa, porque eles Somos demasiado pequenos para re­ sem sabermos a troco de quê. cessário.
têm outros recursos que nós não te­ filar! Seremos? Assistimos à preocupação, na­ As teias enredosas desta política
mos e estão a desenvencilhar-se com Sejamos honestos. A União Eu­ tural, do Presidente da República de interesses só nos têm levado a si­
alguma facilidade dessa situação. Nós ropeia é o resultado de um pacto for­ quanto à necessidade de aprovar o tuações desastrosas em que os acto­
estamos muito mal e prova disso fo­ jado por uma França medrosa e apa­ orçamento, mas não nos podemos res principais que as tecem, se salvam
ram as afirmações de Catroga depois vorada com a Alemanha depois das esquecer que de 1985 a 1995, ele foi sempre airosamente enquanto nós os
do acordo sobre o orçamento, entre suas tropas invadirem o seu territó­ Primeiro-ministro e a EU despejou pequenos espectadores continuamos
as duas delegações. Embora nos cus­ rio três vezes em setenta anos, assis­ cá para dentro biliões dos fundos es­ a pagar o bilhete para assistir a essa
te a verdade é que ao fim de cinco ou tindo à tomada de Paris com alguma truturais de desenvolvimento que só peça teatral que não pedimos nem
seis anos de governação ruinosa, Por­ facilidade, por duas vezes, e por uma serviram para dar visibilidade a Lis­ queremos continuar a ver.
 

HORÓSCOPO de 3 a 9 de N ov e mbro Por Maysa

CARNEIRO GÉMEOS LEÃO BALANÇA SAGITÁRIO AQUÁRIO


Papa Pendurado T e mp e r a n ç a I mp e r a t r i z J u s ti ç a P a pi s a

AMOR – “Não vivemos como AMOR – “Nada é tão bom como o AMOR – “O amor é uma maravilho- AMOR – “O amor é a única flor que AMOR – “Exige muito de ti, e espera AMOR – “O amor não vê com os
queremos mas como sabemos”. amor, nem tão verdadeiro como o so- sa oportunidade de outro nos amar, brota e cresce, sem ajuda das estações”. pouco dos outros. Assim evitarás mui- olhos, vê com a mente; por isso é
Embora chore a sua solidão, este frimento”. quando já não nos podemos amar a A criança que há em si é a essência da tos aborrecimentos”. alado, é cego e tão potente”.
talvez seja o momento para ter cons- Quando algo dentro de nós é repudiado, nós próprios”. sua verdadeira alma. Permita que o seu Sábio é aquele que percebe que nun- Não obstante não saber bem como
ciência que algo o feriu, mas é pos- cria sofrimento, limitação e espalha de- Talvez já tenha percebido que nin- sentido de alegria e de diversão entrem ca conseguirá estar sempre no “auge”. há-de agir, nem se estará a proceder
sível sarar essa mesma ferida. Nada vastação. Tudo o que aconteceu apenas guém, seja o seu actual companheiro na sua vida. Não tenha medo de voltar Que isso é impossível, nunca aconte- da melhor forma, de uma coisa tem
é por acaso e a vida só lhe está a pe- fortifica o seu carácter. Lembre-se de ou alguém com quem você sonha, tem amar. Não existe nada de errado nos ceu nem acontecerá. Desfrute o pico a certeza é que não querer repetir
dir que não se preocupe, se tropeçar que “sofrer”, em seu significado origi- obrigação de lhe trazer a felicidade sentimentos, quaisquer que eles sejam. enquanto ele durar, e depois desfrute o atitudes do passado. Por isso para si
e cair: levante-se, sacuda a poeira, nal quer dizer meramente “ suportar”. nu­ma bandeja, nem poderia ainda que Evitá-los sim, é que provoca sofrimen- vale, quando ele vier. Não existe nada a vida neste momento é um oceano
dê uma gargalhada, e vá em frente. Procure tentar controlar a sua raiva, quisesse. O amor verdadeiro não advém to. Liberte-se, observe os ritmos da vida de errado com o vale ele é necessário é no qual você se pode divertir. Este-
Procure viver o momento presente, seus impulsos e tenha fé, que em breve de tentativas de satisfazer nossas neces- de forma serena e clara, permitindo que um relaxamento. O mesmo sucede com ja disponível para o que vier ao seu
pois essa é a única direcção certa. encontrará alguém que o fará esquecer sidades na dependência do outro, mas estes lhe mostrem que tudo acontece de o pico ninguém consegue viver todo o encontro, da forma, como vier.
as amarguras, do passado. sim no desenvolvimento da nossa rique- forma perfeita. tempo em estado de excitação, por isso
Plano Material e LABORal Plano Material e LABORal za interior e do nosso amadurecimento. Plano Material e LABORal equilibrio é a palavra chave. Plano Material e LABORal
Novas oportunidades poderão sur- Aceite e lide com a realidade da sua Plano Material e LABORal No seu local de trabalho, saiba aprovei- Plano Material e LABORal Mudanças imprevistas, podem con-
gir esteja atento as oportunidades. presente situação laboral, tornar-se-á No seu local de trabalho, actue de forma tar as oportunidades que surgem a um Se economizar foi algo que sempre re- tribuir para uma melhoria na sua
mais poderoso para o futuro. realista, e conte sobretudo consigo. bom ritmo. jeitou, comece devagar mas comece já. situação financeira.
SAÚDE – Combata posturas indo- SAÚDE – Não se isole, é importante o SAÚDE – Com as diferenças de tem- SAÚDE – Procure tomar vitamina B SAÚDE – Senão exceder os limites,
lentes. contacto com a natureza. peratura. para ajudar o seu sistema nervoso. nada de grave acontecerá á sua saúde. SAÚDE – Faça refeições leves.

TOURO CARANGUEJO VIRGEM ESCORPIÃO CAPRICÓRNIO PEIXES


Força Mago Louco Diabo Lua E r mit a

AMOR – “O segredo da felicidade AMOR – “Não chores porque aca- AMOR – “Se não te lembrares das AMOR – “O ódio é a vingança do co- AMOR – “Toda a atracção é recípro- AMOR – “O pior das prisões é um
não é fazermos aquilo que sempre bou, sorri porque aconteceu”. melhores tolices que o amor te levou a barde”. ca”. coração fechado”.
queremos, mas querer sempre o Passado, presente e futuro, são concei- fazer, é porque jamais amaste”. Embora sinta uma enorme vontade de Neste momento deverá ficar particu- Em­bo­ra não seja o momento ade-
que se faz”. tos da mente. O passado já não existe. Quando algo é perfeito na nossa vida virar tudo do avesso, é bom que pense larmente atento ao seu relacionamen- quado para tomar decisões, mas é
Sempre levou a sua vida numa luta, Futuro é algo que não sabe se aconte- significa que nada melhor pode existir, um pouco antes de agir. Não faça dos to, haverá maiores probabilidades de com certeza o momento ideal para
sem ter de avaliar ou compreender, cerá. E por fim o presente que é aquilo mas o problema surge quando pensamos outros os causadores das suas desgra- rompimento do que de reconciliação. pensar o que foi a sua vida nestes
mas dando sempre o melhor de si. que se encontra á sua frente, mas que poder transferir esse conceito de exacti- ças, pelo contrário olhe para dentro e, Procure não reagir precipitadamente últimos tempos, revendo alegrias,
No entanto tudo isso já passou e não quer ver. O que passou, passou, não dão para as nossas vidas, e para a dos em silêncio, procure o inimigo do seu pois poderá prejudicar por completo o tristezas, vitórias e tudo o que lhe
este é o momento de limpeza: para crie apego, que este só lhe trará infelici- outros também. A vida é uma questão progresso. Se estiver atento poderá ve- que pretende. Será uma realidade difi- foi necessário, para poder examinar
reavaliar, reorganizar, realinhar, a dade. Você merece e tem na sua frente de equilíbrio, e não somos es­tatística rificar que não existem inimigos exter- cil de entender mas na verdade, o Uni- com clareza aquilo que terá que
sua vida afectiva, de modo a poder uma vida lindíssima que deve saber nem geometria. Aceite que, embora o nos, eles apenas são o reflexo do que até verso realiza os nossos sonhos quando ser feito antes de ser empreendida
ser você mesmo, sem apegos, e aproveitar. seu relacionamento não tenha sido per- agora você não pôde ou não quis identi- não temos dúvidas, e opera mudanças qualquer acção. O importante é que
sem ficar á mercê dos afectos ex- feito, foi pelo menos uma boa experiên- ficar como vindo do interior. quando estas são necessárias ao nosso não fique parado.
teriores. Plano Material e LABORal cia, que deve guardar em seu coração. Plano Material e LABORal crescimento. Plano Material e LABORal
Plano Material e LABORal Aumente a sua auto estima é a chave Plano Material e LABORal Tente não deixar que emoções ou fac- Plano Material e LABORal Embora não se sinta muito motiva-
Mantenha-se activo e permaneça para o seu sucesso laboral. É essencial aprender a gerir bem o seu tores subjectivos o levem a rupturas Talvez seja um momento pouco opor- do, deve fazer um esforço para sair
confiante. dinheiro. profissionais. tuno para gastos impulsivos. da rotina.
SAÚDE – As emoções andam um SAÚDE – Dedique mais tempo ao la- SAÚDE – Tenha alguma prudência no SAÚDE – Actividades recreativas e SAÚDE – Poderá estar mais susceptí- SAÚDE – As suas energias andam
pouco descontroladas. zer. que respeita a problemas circulatórios. desportivas acabam com o seu stress. vel a sentimentos de frustração. um pouco desequilibradas.

38 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE


inzonices

I NCLI NÓM ETRO


POSIT
IVO
Pelourinho
Balde de água fria – “Água fria da ribeira, água fria que o sol aqueceu”.
ATIVO
Eis o refrão da canção que está no top nos balneários das Piscinas Municipais
NEG de Bragança! Ao menos que venha o sol para ver se água aquece...

Via Verde – Ao contrário do verme­


lhão da maioria das ecopistas do País, o
piso da ciclovia de Bragança é verde. Sa­
bendo-se que o nosso Presidente de Câ­
mara é sportinguista assumido, é caso
Galandum Galundaina para dizer: ah leão!
ICNB
Além de levarem longe a Bitolas diferentes – A Linha de
O Centro Hípico de Fran­ língua e cultura mirandesa, Leixões, entre Leça do Balio e Ermesinde
ça era um dos ex-libris do Par­ foram distinguidos, recen­ só transporta 150 passageiros por dia, o
que Natural de Montesinho e temente, com o prémio Me­ que dá 3 utentes por viagem, noticia o JN
um pólo de atracção turística. gafone 2010. Parafraseando de ontem. Oh Senhor Ministro das Obras
Era… porque o ICNB está de João Lisboa, no Expresso Públicas e Comunicações, então porque
saída, incapaz de rentabilizar de 2 de Abril de 2010, os não promete um automóvel a cada passa­
um equipamento que custa Galandum são “uma mag­ geiro, como fez na Linha do Tua?!
30 mil euros/ano. nífica tradução moderna da
música raiana”.
Tu que dizes,
compadre? Quando
saires boto-me à
Para o ano Câmara?
vamos lançar a Norcaça,
Norpesca, Norcastanha
e Norcantarinhas!

foto
Novela
Esta pinga
até faz cair
as
um javali!... Em 500 trut
ri a qu e não
mal se
ás se ne nh uma
pesc

3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE 39


Última Hora
Trás-os-Montes
Orçamento
contestado
A Comunidade Intermunici­
pal de Trás-os-Montes (CITM)
considera negativas as medidas
propostas pelo Governo no Orça­
mento de Estado (OE) para 2011,
alegando que “afectam grave­
mente os municípios do interior e
de pequena dimensão”, divulgou
o conselho executivo, na sequên­
cia de uma reunião realizada em
Chaves, no dia 27 de Outubro.
No encontro, onde estiveram
presentes representantes dos 15
municípios da CITM, foi tomada
uma posição por unanimidade, em
que as câmaras se manifestam con­
tra as propostas do OE, por “con­
tinuarem a retirar cada vez mais
receitas dos municípios, estrangu­
lando-os financeiramente e crian­
do grandes dificuldades no seu
normal funcionamento, no inves­
timento e na execução do QREN”.
As acções que retiram ver­
bas do FEF (Fundo Económico
e Financeiro), que este ano sofre
cortes de 10%, e no ano passado
já tinha reduzido 5%, é outra das
críticas dos autarcas, sobretudo
porque os cortes afectam todos
as Câmaras por igual, em especial
as mais pequenas e localizadas
no interior, que dependem en­
tre 70 a 80% do FEF, enquanto
os municípios maiores apenas
dependem 20 a 30%. “Esta situ­
ação tem como consequência um
maior impacto nos municípios
mais pequenos, que dependem
quase exclusivamente do FEF e
têm poucas receitas próprias”,
anunciou o conselho executivo.
Os responsáveis pelas autar­
quias transmontanas querem que
o Governo proceda a alterações ao
Programa de Orçamento de Esta­
do para 2011, e propõem que se
faça a distribuição do impacto dos
cortes no FEF por todos os muni­
cípios do país, “mas de uma for­
ma inversamente proporcional à
respectiva dependência do FEF”.
A tomada de posição e as pro­
postas que saíram da reunião de
Chaves vão ser dadas a conhecer
MONCORVAUTO – Soc. Comercial de Automóveis, Lda. ao primeiro-ministro, ao ministro
das Finança, ao Parlamento e à As­
Tel. 273 312 403 • Fax: 273 312 891 • Av. das Cantarias, s/n • Zona Industrial • 5300-107 – BRAGANÇA sociação Nacional de Municípios.

40 3 de Novembro de 2010 JORNAL NORDESTE