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A disciplina que estuda o conjunto de valores morais das diversas profissões bem como, dos

operadores do direito é a deontologia, denominada pelo senso comum.


Deontologia é o conjunto de comportamentos e moral o qual nem sempre é codificado em
regulamentação jurídica e exigível aos profissionais. É uma ética profissional das obrigações
práticas, baseada na livre ação da pessoa e no seu caráter moral.
Visto que este conjunto determinará as regras para se exercer as mais diversas profissões,
fundamentando- se nos deveres, na ética moral e profissional, os operadores do direito e os
demais profissionais devem seguir esse preceito quando estiverem no exercício de suas
funções.
O propósito de estudo dessa disciplina é o conjunto de regras, deveres e moral que tem como
escopo regulamentar a função exercida pelos profissionais das mais diversas áreas. É
necessário que os estes profissionais desenvolvam suas funções com ética e com moral para
que possam estar em harmonia com a deontologia.
Agindo assim, os profissionais poderão exercer a profissão de forma humanizada, contribuindo
melhor para a sociedade como um todo. Os profissionais devem estar revestidos com os
princípios da deontologia bem como de ética e de moral para que possam agir de forma justa,
reta.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BIZATTO, José Ildefonso. Deontologia Jurídica e Ética Profissional. Leme: Editora de Direito,
2.ª ed., 2000.

BITTAR. Eduardo C. B.; Curso de Ética Jurídica - ética geral e profissional. 10 ed. Saraiva,
2010.

O termo Deontologia surge das palavras gregas “déon, déontos” que significa dever e “lógos” que se traduz por
discurso ou tratado. Sendo assim, a deontologia seria o tratado do dever ou o conjunto de deveres, princípios e
normas adoptadas por um determinado grupo profissional. A deontologia é uma disciplina da ética especial
adaptada ao exercício da uma profissão.

Existem inúmeros códigos de deontologia, sendo esta codificação da responsabilidade de associações ou


ordens profissionais. Regra geral, os códigos deontológicos têm por base as grandes declarações universais e
esforçam-se por traduzir o sentimento ético expresso nestas, adaptando-o, no entanto, às particularidades de
cada país e de cada grupo profissional. Para além disso, estes códigos propõem sanções, segundo princípios e
procedimentos explícitos, para os infractores do mesmo. Alguns códigos não apresentam funções normativas e
vinculativas, oferecendo apenas uma função reguladora. A declaração dos princípios éticos dos psicólogos da
Associação dos Psicólogos Portugueses, por exemplo, é exclusivamente um instrumento consultivo. Embora os
códigos pretendam oferecer uma reserva moral ou uma garantia de conformidade com os Direitos Humanos,
estes podem, por vezes, constituir um perigo de monopolização de uma determinada área ou grupo de questões,
relativas a toda a sociedade, por um conjunto de profissionais.

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