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CADERNO

DO
DENTISTA

JASIEL OLIVEIRA
3° Revisão
2018

jasiel.oliveira.7 jayoliveira80

COI – CLÍNICA INTEGRADA


Esta apostila surgiu a partir de meu caderno, com o objetivo EXCLUSIVO de uso pessoal. O conteúdo desse
trabalho é resultado de aprendizados e conteúdo de aula. O conteúdo não é próprio do autor. Não tem um
fim comercial. VENDA PROIBIDA.

Olá, vou me sentir prestigiado em saber que você


está usando esse material. Me segue nas redes
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JASIEL DE OLIVEIRA

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Venda proibida
TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA
Sedação consciente – BEZODIAZEPÍNICOS
Indicação: Precauções Posologia
Ansiedade aguda não controlada. Insuficiência respiratória, bronquite crônica Midazolam 15mg (7,5mg é mais seguro) – 30 min antes
Taquicardia Insuficiência hepática ou renal (efeito 1-3hs)
Intervenções invasivas Gravidez e lactação, mulher no período fértil (interaje c/contraceptivos) Alprazolam(Frontal) – 45-60 min antes
• Drenagem de abscesso Insuficiência cardíaca congestiva Diazepam 5-10mg (Valium) – 60 min antes (12-24hs de
• Exodontia complexas Pac que faz uso de fármacos que deprimem o SNC efeito)
• Cir. periradiculares • Anti histamínicos, Analgésicos de ação central, Lorazepam – 2 h antes (efeito 2-3hs)
• Cir. implantodônticas Antidepressivos, Barbitúricos (hipnóticos) Clonazapam (Rivrotril) – 1 hora antes

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Doenças cardiovascular Causa dependência Uso interno
Asma brônquica Não ingerir bebidas alcólicas; cuidado com a interação com antimicótico, MIDAZOLAM 7,5mg (DURMONID)______ 1 comprimido
Convulsões controladas e antibióticos macrolideos (claritromicina/eritromicina) Tomar por via oral 1 comprimido, em dose única, 30
Após trauma Contraindicação minutos antes do procedimento.
Hipertensos Gestantes 1º e 3º trimestre Obs.: PAC não pode dirigir, nem operar máquina e deve
Diabéticos Insuficiência respiratória grave vir acompanhado ao consultório.
Apneia do sono Efeito de curta duração, dá muito sono, hiponótico
Efeitos Dependentes de drogas do SNC (ex.: Etilistas) • Usar metade na dose inicial
Sonolência Portadores de glaucoma de ângulo estreito Prescrição
Depressão respiratória Portadores de miastenia grave Uso interno (Idosos)
• Usar metade na dose inicial Crianças com comprometimento físico ou mental severo LORAZEPAM 1mg (LORAX)__________ 1 comprimido
Amnésia retrograda História de hipersensibilidade aos benzodiazepínicos Tomar por via oral 1 comprimido, em dose única, 2 horas
Diminui o fluxo salivar Glaucoma ou miasatenia. antes do procedimento.
Relaxamento da musculatura Opção fitoterápica: Valeriana officinalis 50mg (200mg antes do atendim) Obs.: PAC não pode dirigir, nem operar máquina e deve
Efeitos paradoxais Recomendação: Oferecer o medidamento na clínica, para evitar que o vir acompanhado ao consultório
Receita azul controlada paciente se torne dependente. Não recomendado para criança.
Efeito de ação intermediária
TABELA DE ANESTÉSICOS
Dose
Anestésico Vasocontritor Conc Tempo Anestésico max.
Tempo de DMR
Infiltrativa Bloqueio Latência Mg Absoluto Risco Indicação
Mais apropriada para
gestantes. Adrenalina
1:100.000 até 2 tubetes. Ideal
Lidocaína Sem atender só no 2° trimestre
Sem Vaso 3% 5 - 10 min indicação 2 -3 min 4,4 300mg Melhor em crianças
Adrenalina 1:50.000 2% 40-60 min 120-150 min 2 -3 min 4,4 300mg
Adrenalina 1:100.000 2% 40-60 min 120-150 min 2 -3 min 4,4 300mg Risco B – Gestantes
Sem Vaso 3% 20 min 40 min 1,5 -2 min 4,4 300mg Melhor indicação para
cirurgias, tecidos
Adrenalina 1:50.000 2% 40-60 min 120-150 min 1,5 -2 min 4,4 300mg infeccionados. Sem vaso é a 2°
Mepivacaína
Adrenalina 1:100.000 2% 40-60 min 120-150 min 1,5 -2 min 4,4 300mg opção depois da lidocaína. Sem
RISCO C - Gestantes/Problemas vaso para anêmicos. Menos
Adrenalina 1:200.000 2% 40-60 min 120-150 min 1,5 -2 min 4,4 300mg Hepático no feto/ Etílicos vasodiladora.
Asmático / Usuários de drogas
Contrai útero (gestante)/ Aumenta ilícitas/ Pac não compensado /
Prilocaína
Feliprissina 0,03 Metehemoglobina/hipóxia/anêmicos. urgência na clinica / alérgicos a
UI/ml 3% >30min >60 min 2 - 4 min 6 mg 400mg Usuário paracetamol sulfito/Diabéticos
100-150 Pac. Alerg. Éteres, enxofre e aumenta
Adrenalina 1:100.000 4% min 5h - 6h 2 - 3 min 7 mg 500mg metahemoglobina. Não usar em
Articaína
100-150 grávidas. Parestesia. Crianças <4
Adrenalina 1:200.000 4% min 5h - 6h 2 - 3 min 7 mg 500mg anos. Adut/idoso/ Pac Disf. Hepática
Bupivacaína Adrenalina 1:200.000 0,5% 4h 12h 6 - 10 min 1,3 90mg Crianças, def. mental Cirur. Longa
Noradrenalina =
Adrenalina = Epinefrina 1:100.000 (padrão) Norapenifrina CÁLCULO DE TUBETES
Contra-indicações Contra-indicações DMR x peso : Concentração (%) x 10 = X tubetes
Aumenta o risco de necrose 1,8
1.Hipertensos Grau II em áreas pouco vasculariza-
2. Hist. Infar Agudo miocárdio das, exemplo no palato. DOSE MÁXIMA ABSOLUTA: 90mg
3. Período < 6 após AVE Fenilefrina PESO MÁXIMO 70kg
4. Cirur. Recente ponte Artéria Contra-indicações
Reduzir a dose: Paciente com insuficiência hepática, Hepatite A,B,C,D,E, Gestantes,
Coronária/Stents Muito concentrada
Insuficiência cardíaca-congestiva, doença cardíaca isquêmica, arritimias cardíacas.
5. Angina no peito instável Levonordefrina = corbadrina Grau 1: PA > 14/90 - Até 2 Tubetes de Adrenalina 1:100.000 ou 5 tubetes de Feliprissina. Ex.
6. Certos tipos de arritmias 2º Opção à adrenalina Pac Hipertenso, aplicou 2 desses, ainda não deu, pode usar felipresina (máximo 3 tubetes),
podendo misturar. Não tem? Usar Mepivacaína sem vaso. Sempre que for hipertenso, usar
7.Insuf. Cardíaca não tratada ou não controlada Feliprissina (ñ adrenérgico) 1:200.000 é melhor.
8. Hipertireodismo não controlado Contra-indicações Grau 2: PA>16:10 Não atender, encaminhar ao Médico.
9. História de alergia a sulfitos (asmáticos) Gestantes. Risco de contração Asmático: Não usar Adrenérgico por causa do Antioxidante Metabissufito
do útero, por causa do Sal Componentes do Tubete de anestésico
anestésico Sal Anestésico: Sempre vai ter
10. Usuários contínuos de anfetaminas Vasoconstritor: Usar sempre que possível, vantagens:
11. Feocromocitoma - Aumenta o tempo da anestesia
12. Usuários de drogas ilícitas + - Melhora a qualidade da anestesia
diabéticos+glaucoma - diminui o sangramento
- Deixa o anestésico cair aos poucos na corrente sanguínea, tornando menos agressivo para o
Sinais da Super dosagem de anestésico: - fígado, menor toxicidade.
Agitação (excitabilidade seguido de depressão do Antioxidante:
Antioxidante usado nos vasoconstritores Bissulfito de sódio : Auto índice de reação alérgicas,
SNC)
principalmente para asmáticos, pessoas que tem alergia a torta de maçã é por causa do bissulfito,
- Convulsão
usado para não escurecer as frutas.
- Parada respiratória
- Parada cardíaca

Jasiel Oliveira
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ANALGÉSICOS DE AÇÃO PERIFÉRICA
Indicações Uso interno Uso interno
Procedimentos pouco invasivos - Se houver dor DIPIRONA MONOIDRATADA 500mg ______________ PARACETAMOL 500mg (ou 750mg) ____ 12 comprimidos
• Pouco invasivo 12 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimido de 6 Tomar por via oral 1 comprimido de 6 em 6 horas,
• Exodontia simples em 6 horas (ou 4/4), durante 3 dias, se houver dor. durante 3 dias, se houver dor.
• Cirurgia tecido mole Atua em dor instalada.
• Sensibilidades Contra indicação: Contra indicação:
• Raspagem sub Pac. imuno deprimidos, Debilitados, Alérgicos a PAC com qualquer distúrbio hepático ; pode causar danos ao
Procedimento complexos – Tem dor deriva-dos da pirazolona e metabisufito de sódio fígado; Evitar Paracetamol + álcool, Pac que fazem uso da
• 3° molar (asmáticos). varfarina sódica.
• Cirurg. Periodontal Vantagens:
• Implantes Evitar em: Seguro em gestantes e lactantes, diabético. Usar em pac
Dose PREEMPTIVA, não interfere no EDEMA Pac fazendo quimioterapia, 3 meses iniciais da imunodeprimidos e anêmicos. Obs.: Não ultrapassar 4mg por
Pico de Dor – 6hs e término em 24hs gestação e nas últimas 6 semanas, História de anemia, dia.
Pico de Edema – 36hs e término em 48-72hs leucopenia, pacientes com condições circulatórias 1° opção para diabéticos (PARA PROVA)
instáveis
Jasiel Oliveira
Seguro: em diabéticos (2° opção)
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Exemplo de imuno deprimidos: HIV, Transplantados, https://www.instagram.com/jayoliveira80/
Lupus Eritematoso, pacientes que tomam corticoide
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ANTI-INFLAMATÓRIOS
AAS (Ácido acetilsalicílico - Aspirina) 40-100mg inibidor de agregação plaquetária. No uso de 500-650mg torna-se antitérmico e analgésico. 4-5g possui ação Anti-inflamatória.
DOSE PREVENTIVA – em procedimento moderados – severos; (ao final do procedimento). Controla dor instalada. Evitar em pac com problemas hepáticos e renais

Trauma leve: não tem necessidade de anti-inflamatório, inflamação é benéfica, só analgésico se houver dor
Trauma Moderado: Iniciar 40 min. antes do procedimento, analgésico antes e associado (ou corticoide 1 comprimido)
Trauma Intenso: Se usar Aines o paciente terá Edema, usar corticoide (2 comprimidos)
Trauma muito intenso: Se paciente continuar com dor, entrar com o corticoide 2 gramas a cada 8h.

AINEs age em dor instalada

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


AINEs – Não seletivo COX1/COX2 AINEs – parcialmente seletivo AINEs – Seletivo COX2 Corticoide
COX1/COX2
Uso interno Uso interno Uso interno Uso interno
DICLOFENACO SÓDICO 50mg ___ ( 9 ) NIMESULIDA 100mg _________ ( 6 ) CELECOXIBE 200mg __________ ( 3 ) DEXAMETAZONA 4mg __________ 2
comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 2
comprimido de 8 em 8 horas, durante 3 comprimido de 12 em 12 horas, durante comprimido de 24 em 24 horas, durante comprimidos 1 hora antes do proce-
dias, se houver dor. 3 dias. 3 dias. dimento em dose única.
Obs.: pode se estender por + 1 ou 2 dias
Uso interno Uso interno Uso interno (2mg de 8/8hs)
IBUPROFENO 600mg _________ ( 9 ) MELOXICAM 15mg _________ ( 3 ) ETORICOXIBE 60mg __________ ( 3 )
comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimidos. Tomar por via oral 1 Uso seguro em gestantes e lactantes,
comprimido de 8 em 8 horas, durante 3 comprimido de 24 em 24 horas, durante comprimido de 24 em 24 horas, durante hipertensos, diabéticos, nefropatas, com
dias. (ação mais analgésica que 3 dias. 3 dias. a doença controlada. Não interfere na
antiinflmatória. Risco para grávidas Medicamentos com receita de 2 vias hemostasia, sem efeitos adversos
Obs. 200mg é apenas analgésico. Contra indicação: Exclusivo para PAC com risco de sangra- significativos. Usar no período da manhã
Contra indicação: Úlcera gástrica ou intestinal, úlcera mento gastro-intestinal, mas sem risco em cirurgias em homens.
Úlcera gástrica ou intestinal, úlcera péptica, hipertensão arterial, doença simultâneo de doença cardiovascular.
péptica, hipertensão arterial, doença renal. Alérgicos a AINEs e AAS. Risco para grávidas. Contra indicações:
renal. Alérgicos a AINEs e AAS. Evitar: Contra indicada para PAC q faz uso Portadores de doenças fúngicas sistêmica,
Risco para grávidas História de infarto do miocárdio, angina contínuo de antiagregantes plaquetários, herpes simples ocular, doenças psicóticas,
Evitar: ou stents pelo risco aumentado de PAC com história ou risco de infarto tuberculose ativa, ou alergia aos fármacos
História de infarto do miocárdio, angina trombose, principalmente e idosos (AVE), trombose, em especial os idosos, desse grupo.
ou stents pelo risco aumentado de <18 anos O uso prolongado de corticoides causa
trombose, principalmente e idosos efeitos colaterais, como retenção de
líquido e baixa imunidade.
Outros: CETOPROFENO, CETOROLACO e
TENOXICAM
ANTISSÉPTICOS
Digluconato de Clorexidina (PERIOGARD) 0,12% - Uso diário 12/12h max 14dias 0,2% Pré-cirurgico Intra oral 2,0% perioral – Aquosa (não usar em boca)/degermante (mãos e braço)
Não usar junto com pasta de dentes, pois a Clorexidina inativa sua ação (intervalo min >30min - 2h é ideial) Iodopovidina 10%
ANTIBIÓTICO TERAPIA
1ª opção 2ª opção 3ª opção 4ª opção
Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias
AMOXICILINA 500mg ____ 21 Capsulas METRONIDAZOL 250mg ________ 21 AMOXICILINA 500mg + ÁCIDO CLINDAMICINA 300mg _________ 21
Tomar por via oral, 1 capsula de 8 em 8 Comprimidos. Tomar por via oral, 1 CLAVULÂNICO 125ml________ 21 Comprimidos. Tomar por via oral, 1
horas, durante 7 dias. comprimido de 8 em 8 horas, durante 7 Capsulas. Tomar por via oral, 1 capsula comprimido de 8 em 8 horas, durante 7
Obs.: dias. de 8 em 8 horas, durante 7 dias. dias.
1 Iniciar com dose de ataque (2cápsulas) Obs.: Obs.: Obs.:
2 Paciente deve retornar 24horas após o 1 Iniciar com dose de ataque (2 1 Iniciar com dose de ataque (2 1 Iniciar com dose de ataque (2 cápsulas)
atendimento cápsulas) cápsulas) 2 Paciente deve retornar 2 Paciente deve retornar 24horas após o
3 Interromper antibiótico terapia 2 Paciente deve retornar 24horas após o 24horas após o atendimento atendimento
48horas após cessado sinais e sintomas atendimento 3 Interromper antibiótico terapia 3 Interromper antibiótico terapia 48horas
Gram+ e Gam- 3 Interromper antibiótico terapia 48horas após cessado sinais e sintomas após cessado sinais e sintomas
Segura em grávidas 48horas após cessado sinais e sintomas Em caso de continuidade da piora. Gram+
Gram(-) não suceptívies à Amoxicilina Presença de bactérias produtoras de Atenção: Em casos graves usar direto esse
Aeróbias e anaeróbias betalactamase. medicamento.

INDICAÇÕES ANTIBIÓTICAS PROFILAXIA ANTIBIÓTICA


Infecções não bloqueadas naturalmente Indicações: Uso interno – 2 vias Uso interno – 2 vias
Abscesso dentoalveolar agudo Alta taxa de morbidade, valvulopatia AMOXICILINA 500mg ______ 4 CAPSULAS CLINDAMICINA 300mg _________ 2
Pericoronarites reumática, Procedimentos Cirúr. com Tomar por via oral, 4 capsulas 1hora capsulas. Tomar por via oral, 2 capsulas
Abscessos periapicais taxa infecção, Válvulas Cardíacas antes do procedimento. antes do procedimento.
Gengivite ulcerativa Necrosante protética, prolapso da válvula mitral, Para alérgicos à Amoxicilina (penicilina)
Infecções Periodontais Crônicas Endocardite infecciosa prévia
Diabéticos descompensados Portadores de próteses ortopédicas A profilaxia antibiótica é recomendada somente para procedimentos
Alveolites Pacientes renais transplantados odontológicos invasivos que envolvam a manipulação de tecido gengival ou
Enfisemas Diabéticos descompesandos região periapical ou ainda a perfuração da mucosa oral. OBS: Incluem-se
Comunicação buco-sinusal Imunocomprometidos remoção de sutura, e colocação de bandas ortodônticas.
Doença cardíaca congênita
ANALGÉSICO DE AÇÃO CENTRAL
Indicado quando o de ação periférica não funcionar. 1° Opção 2° Opção
EFEITOS COLATERAIS Uso interno Uso interno
Sedação (letargia, tontura) CLORIDRATO DE TRAMADOL 50 mg ____________ 12 CODEÍNA 30mg + PARACETAMOL 500mg
Depressão respiratória comprimidos. Tomar por via oral 1 comprimido de 6 em 6 _________ 12 comprimidos. Tomar por via oral 1
Constipação (endurecimento do bolo fecal - fecaloma) horas durante 3 dias. comprimido de 6 em 6 horas durante 3 dias.
Vômito Usar no máximo 400mg/dia Se não resolver pode dobrar a dose ou diminuir o
Anti tussígeno Pode dobrar dose ou diminuir o tempo. intervalo. Não dá para fazer as duas coisas por causa
Retenção urinária Evitar em grávidas do Paracetamol. Evitar em grávidas
Antimicótico – Antifúngico Antivirais Controle de dor Protetor Estomacal
Doença: Candidíase pseudomembranosa Doença: Herpes tipo I Doença: Pênfigo vulgar, Pênfigo benígno de Uso interno
Uso interno Uso externo mucosa, Liquen plano, Aftas maiores que 1,5cm Omeprazol 10mg ou
Cetoconazol..............200mg..........28comp Aciclovir creme ...........................1 bisnaga. Aplicar na CORTICOESTEÓIDES 20mg ............. 1cx
Tomar, por via oral, 1 comp. De 12/12h lesão 3 a 4 vezes ao dia até formar crosta. NÃO USAR EM CRIANÇAS Tomar 1 capsula 30
nas refeições por 4 semanas e retornar Uso externo adultos min. Antes do café da
para reavaliação. Doença: Herpes tipo I – recidiva Oncilon – A oral base (acetonido de triancinalon) manhã e outra antes
Uso externo (colutório) Gengivoestomatite herpática primária ............... 1 bisnaga de dormir.
Nistatina susp. Oral (micostatin........... 1 Não usar AINEs Aplicar 4 vezes ao dia na lesão.
frasco. Bochechar 4 vezes ao dia durante Uso sistêmico Uso externo adultos (colutório)
5 minutos e cuspir. Fazer o tratamento Aciclovir 400mg ..................15 comp. Celestone elixir ,5mg................. 1 frasco
por 15 dias e retornar para consulta. Tomar, via oral, um comprimidos de 8/8hs por 5 dias
Bochechar 1 colher de sopa divido em 1 colher
Candidíase eritematosa (atrófica crônica) de água, 4 vezes ao dia e cuspir.
Paracetamol (dor e febre), solução oral........ 1 frasco.
Uso externo Tomar via oral ______ gotas de 6/6hs por até 4 dias. Uso externo adultos
Daktarin gel (Miconazol) .....................1 1 gota por Kg até 30kg, ou seja, 30 gotas no máximo. Psorex (propionato de clobetasol) ........... 1
bisnaga. Aplicar na base da prótese 4x ao bisnaga. Aplicar 4 vezes ao dia nas lesões.
Droga Dose Tempo
dia durante 15 dias e retornar para nova AINEs Úlcera traumática - Mucosite
200mg 5x/dia
consulta. Uso externo
Aciclovir 400mg 3x/dia 5 dias
NÃO usar a PT por 15 dias à noite, AdMuc pomada .................... 1 bisnaga
deixando em água sanitária. (1 copo – 800mg 2x/dia
Aplicar sobre a lesão 4 a 5 vezes ao dia até a
hipocloridrico = 1 colher dissolvida) remissão da mesma.

Protocolos terapêuticos - ODONTOPEDIATRIA


RECEITUÁRIO 3 Pontos Fundamentais:
Ao _____________________ 1- Qual a dose terapêutica em crianças (mg/kg/dose);
Uso Interno 2- Qual a posologia e tempo de uso (via/frequência/ tempo);
Nome do medicamento 5mg/5ml-----------------------------1 frasco 3- Como é apresentado comercialmente (na farmácia) o medicamento,
Tomar por Via Oral 10 ml (x gotas) da suspensão a cada 5 horas durante 4 dias concentração do princípio ativo, forma farmacêutica
Assinatura
Analgésicos ANTINFLAMATÓRIO Controle da infecção
Prevenção e controle da dor de intensidade leve a Indicação: prevenção e controle da dor e edema de Alérgicos à penicilina: estearato de eritromicina nas
moderada decorrentes de intervenções menores. intensidade mais pronunciadas decorrentes de infecções iniciais, ou pela claritromicina ou azitromicina

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


exodontias intervenções de maior complexidade em infecções mais graves.
• gengivectomias - Uso restrito e raro
• ulotomia/ulectomia - Principais: Protocolo Farmacológico
• raspagem subgengival dexametasona ou betametasona e o ibuprofeno.
• dentística Penicilina V ou Ampicilina
• terapia pulpar Intervenções de maior complexidade odontológica Dose terapêutica em crianças = 15mg/kg/dose
1° Opção: corticosteroides betametasona ou Dose ataque =30mg/kg/dose única
Paracetamol – (De escolha) dexametasona, por via oral, em dose única pré Dose profilática = 250mg/1hora antes
operatória. Posologia = 1 dose a cada 6 horas durante 7 dias
• Efeito analgésico e antitérmico potente 2° Opção: Ibuprofeno - analgésico com potencial
• Efeito antinflamatório pouco potente antinflamatório Amoxicilina
• Dose terapêutica 10 a 15mg/kg/dose Posologia - dexametasona ou betametasona
Dose terapêutica em crianças = 20mg/kg/dose
Dose ataque =40mg/kg/dose única
• Administrado em intervalos de 6 horas entre 1gota/kg de peso da criança, em dose única no pré Dose profilática = 50mg/kg/1hora antes
cada dose. operatório pode ser prolongado por até 3 dias em doses Posologia = 1 dose a cada 8 horas durante 7 dias
Paracetamol “solução gotas” únicas diárias, administradas preferência pela manhã.
regra: 1gota/kg de peso, máximo de 35 gotas. Eritromicina
Restrita a uso em 24hs. Características do dexametasona e betametasona Dose terapêutica em crianças = 10mg/kg/dose
- Posologia = dose única no pré operatório Dose ataque =20mg/kg/dose única
Posologia = 1 dose a cada 6 horas por 24 horas Dose profilática = 30mg/kg/1hora antes
O medicamento nimesulida (antinflamatório) não deve Posologia = 1 dose a cada 6 horas durante 10 dias
Dipirona Sódica – (2° opção) ser prescrita para crianças menores que 12 anos de
idade, pois podem levar a alterações no desenvolvimento Claritromicina
• Em casos de dor já instaladas dos rins. Dose terapêutica em crianças = 7,5mg/kg/dose
Dose ataque =15mg/kg/dose única
• Casos de urgências Protocolo farmacológico – antinflamatório Dose profilática =20mg/kg/1hora antes
• Processos agudos Pré Operatório Posologia = 1 dose a cada 12 horas durante 5 dias
• Efeito analgésico e antitérmico potente
dexametasona ou betametasona solução “gotas” Azitromicina
• Anti-inflamatório pouco potente (0,5mg/ml) na dosagem de 1gt/kg de peso, em dose Dose terapêutica em crianças = 10mg/kg/dose
única, 45 minutos antes do procedimento; Dose ataque =20mg/kg/dose única
Dose terapêutica da dipirona sódica é de 10mg/kg/dose, Dose profilática =15mg/kg/1hora antes
Administrado em intervalos de 4horas entre cada dose, Pós Operatório (dependendo do trauma esperado) Posologia = 1 dose a cada 24 horas durante 3 dias
não excedendo 4 doses diárias. - administrar dexametasona ou betametasona solução
Geralmente utiliza-se a dipirona em solução oral de “gotas” (0,5mg/ml) na dosagem de 1gt/kg de peso, em METRONIDAZOL
500mg/ml "solução gotas". dose única diária pela manhã, não estendendo 3 dias de Benzoilmetronidazol
Regra: uso. Dose terapêutica em crianças = 7,5mg/kg/dose
½gota/kg de peso da criança, até a quantidade máxima - ibuprofeno (100mg/ml) na dosagem de 1gt/Kg de peso Dose ataque =15mg/kg/dose única
de 20 gotas (=500mg). Não se deve exceder as doses a cada 6 horas por 24 horas. Dose profilática =15mg/kg/1hora antes
prescritas restringindo o seu no máximo em 24hs. Posologia = 1 dose a cada 12 horas durante 5 dias

Anestesia Infiltrativa/bloqueio Anestesia tópica


1 tubete para cada 10Kg Indicações
Usar um 1tubete na infiltrativa (preferível) Moldagem, Exame radiográfico, Sempre antes de qualquer anestesia local,
Reduzir a dose habitual para 1/3 quando a criança estiver debilitada Remoção de dentes decíduos com raízes totalmente absorvidas, Dente com muita
Lidocaína é o anestésico de eleição mobilidade (somente o tópico).
Agulhas sempre curtas Contraindicação
• Úlceras traumáticas; Úlceras aftosas; Herpes simples.
Protocolos terapêuticos - CIRÚRGICOS
Cirurgias Complexas Alveolites SECA Pericoronarite
Expectativa do operador: dor moderada a Complicação pós exodontia. Desintegração do coágulo sanguíneo, que deixa o Processo inflamatório de caráter agudo ou
intensa, acompanhada de edema alvéolo dentário vazio. Dor intensa e pulsátil no local onde se deu a crônico, purulenta, que se desenvolve nos
inflamatório e limitação da função intervenção (os sintomas têm início 48h-72h dias após a exodontia). tecidos gengivais que recobrem as coroas
mastigatória. dentais. Comum em 3° molares. Complicações:
Sedação mínima Conduta: Trismo, dificuldade em engolir, celulite, febre,
Antissepssia intra e extra bucal Anestesia linfadenite e mal estar geral.
Anestesia local Tirar a sutura Clinicamente: dor constante aguda, difusa,
Analgesia perioperatória não curetar de jeito nenhuma irradiada para ouvido e garganta, doloroso à

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


• Prescrever 4mg de dexametasona a 1°Água oxigenada 10volumes (mandar cuspir) palpação, tecido edemacioado, eritematoso,
serem tomados 1 h antes da 2° Irrigação com soro fisiológico ulcerado, pode ter halitose.
intervenção. 3° Irrigação com água oxigenada 10vol. (cospe)
4° Clorexidina 0,2%. 1. Anestesia local (se necessário).
• Administrar 1 g (40 gotas) de dipirona Após essas irrigações com água oxigenada percebe-se que as bolhas feitas pela 2. Remover cálculos e placas + drenagem
imediatamente após o final do oxigenada começam a diminuir, indicando que ativou o sangramento. 3. Irrigar com solução fisiológica estéril e, em
procedimento. O alvéolo não vai encher completamente de sangue. seguida, com digluconato de clorexidina 0,12%.
• Prescrever Dipirona Monohidratada 500 Podemos até curetar as bordas do tecido mucoso para permitir um maior 4. desgaste oclusal do antagonista
mg (20 gotas) a cada 6 h, pelo período sangramento. 5. OHB
de 24 h. Caso a dor persista após esse Pacientes devem ser instruídos no cuidado
período, prescrever nimesulida 100 mg Sutura ou não (independe) e coloca protetor no alvéolo (alveolex, alvesan). O em casa:
por via oral pelo período máximo de protetor não pode ficar entuchado no alvéolo, deve servir apenas para proteger Digluconato de clorexidina 0,12% -------
48h. (um tampão). Antibióticoterapia. solução oral
Fazer bochechos de 1 minuto de duração com
Considerações adicionais
Orientar quanto aos cuidados pós-operatórios: 15 ml, por no mínimo 30 minutos após a
• Quando o tempo de duração da cirurgia • Higienizar com clorexidina 0,12% (sem bochechar) a cada 12 h, para evitar o higiene bucal, a cada 12 horas durante 3 dias.
for além do planejado 6. Para o alívio da dor: Dipirona 500 mg - 6/6 h,
acúmulo de placa dentária.
(consequentemente, com maior trauma 8. Prescrição de Analgésico potente pelo período de 24 h.
aos tecidos moles), pode-se prescrever 7. Anti-inflamatório
9. Reavaliação após 48 h, ou antes, em caso de dor.
uma dose adicional de 4 mg de 8. Reavaliação após um período de 24-48 h.
10. Acompanhar a evolução do quadro.
dexametasona na manhã seguinte ao 9. Acompanhar a evolução do quadro.
procedimento. Antibiótico SEMPRE: 10. Na persistência ou agravamento -
• Pacientes com dor pulsátil e persistente • Amoxicilina 500mg +Metronidazol 250mg 8/8h por 5-7 dias
antibióticos.
a partir de 48-72hs dia pós-cirúrgico 11. Exodontia ou ulectomia após a regressão do
podem estar desenvolvendo o quadro • Clindamicina 300mg 6/6h por 7 dias quadro.
de alveolite.
ALVEOLITE ÚMIDA OU DE CORPO ESTRANHO Regime preconizado para adultos
• As cirurgias de remoção de 3°M retidos Características clínicas/sintomas: Pac está bem no dia seguinte, 48hs depois Amoxicilina 500 mg a cada 8 h + Metronidazol
apresentam baixo risco de infecção pós- começa a sentir dor que irradia, que não passa com analgésico, ou passa e logo 250 mg a cada 8/8 h por 7 dias
operatória. Em pacientes que não
volta., febre, pus.
apresentam comprometimento do Alérgicos às penicilinas ou com intolerância ao
Sinais: vemos o alvéolo com alguma coisa lá dentro, um tecido de granulação,
sistema imune e não sejam suscetíveis a metronidazol
(parecendo um sagu) que pode ou não estar infectado com pus, drenagem.
infecções à distância, a profilaxia Conduta: anestesia, remove sutura, curetar, remove aquele tecido (não é Clindamicina 300 mg a cada 8/8 h por 7 dias
antibiótica não é necessária.
esfregar o alvéolo ou raspar o tecido – curetar é remover o que não deveria
estar ali), deixar formar coágulo, sutura e antibióticoterapia. Bochecho com
clorexidina.

Protocolos Terapêuticos em PERIODONTIA


Abscesso do periodontal/gengival GUN e PUN Periodontite Agressiva
Anamnese: dor ao morder, bolsa, • Analgesia: Dipirona sódica - GUN. Doença infecciosa aguda na gengiva, pois sua instalação é Os regimes mais
inchaço 500mg 6/6 horas enquanto houver repentina e apresenta curta duração, sendo caracterizada pela comumente utilizados
Exame físico: Edema localizado, dor por no máximo 3 dias. ulceração e necrose da margem gengival e pela destruição das associam a amoxicilina
difuso, avermelhado, edemaciado, Paracetamol - 500mg de 6/6h papilas interdentais. Acomete mais os adultos jovens. 500 mg com o
cianótico. horas enquanto houver dor por no metronidazol 250 mg, a
Rx: Sem alterações visíveis na máximo 3 dias. PUN. afeta ~ 2-6% dos pacientes HIV- positivos, sendo cada 8h, após
radiografia (pode ter espessamento caracterizada pela destruição rápida e generalizada do acompanhamento
do ligamento). Antibióticos: (SOMENTE se periodonto de inserção e do osso alveolar, às vezes expondo a
houver manifestação sistêmica ou crista alveolar ou o septo interdentário, com a formação de
Abscesso gengival – infecção local de disseminação do processo sequestros ósseos, inversão das papilas e crateras.
localizada purulenta, envolve gengiva infeccioso ou imunossupressão)
marginal ou papila interdental. 1. Anestesia local infiltrativa
Clinicamente: superfície lisa, -Primeira opção: Amoxicilina 2. Remoção de placas/instrumentação superficial
brilhante, vermelha, pode ser 500mg + metronidazol 250mg – 3. Irrigação com solução clorexidina 0,12%
8/8h por 5 a 7 dias
dolososa, pode ter exudato. Sem 4. Bochecho com clorexidina 0,12% (não diluída) 3x ao dia, 30
-Alérgicos a
alteração radiográfica. min após escovação por 5 dias.
penicilina: Clindamicina – 300mg-
1 cap. 8/8h por 5 a 7 dias 5. OHB
Abscesso periodontal – processo -OBS: Acompanhar a evolução da 6. Para alívio da dor, prescrever Dipirona 500 mg ou
inflamatório agudo do periodonto. infecção Paracetamol
Destrói ligamento e osso, tem coleção 7. Agendar consulta de retorno após 24 ou 48 h, para
purulenta, não comunica com a polpa. reavaliação do quadro.
Clinicamente: mesmo do gengival e 8. Após o alívio dos sintomas agudos, planejar o tratamento
ainda, presença de bolsa, sensível a • Outros cuidados pós-operatórios: definitivo, por meio da raspagem e alisamento radicular e do
percussão, pode ter mobilidade. OHB - escovação cuidadosa. Fazer controle rígido de placa dentária.
bochechar com 15 mL de clorexidina Melhora é percebida em 4 – 6 dias.
1ª Sessão 0,12%, pela manhã e à noite, até a
- anestesia regional cicatrização do corte (~ 5-7 dias). Jasiel Oliveira
- sondagem do sulco
- Remoção de copo estranho https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
- drenagem via incisão ou sulco https://www.instagram.com/jayoliveira80/
- irrigação com Clorexidina 0,12%
- ajuste oclusal localizado 11 9 7495-1083 whatsapp
- tratamento periodontal após fase
aguda
• Sedação mínima: Avaliar indicação.
Frequência Cardíaca (FC) Frequência Respiratória Pressão Arterial
Idade Bpm Idade FR/min Sistólica Diastólica
Bebê 100-170 Bebê 30-40 Hipotensão <90 <60
2-10 anos 70-120 1-2 anos 25-30 Normal >100 >60
>10 anos 60-90 2-8 anos 20-15 Pré- Hipertensão 120-139 80-89
8-12 anos 18-20 Hipertensão (Estágio 1) 140-159 90-99
> 14 anos 12-20 Hipertensão (Estágio 2) >160 >100
Protocolos Terapêuticos – PACIENTES ESPECIAIS
Gestantes e Lactantes Usuário crônico de antiagragante ou coagulante Diabéticos
Profilaxias e selamentos de cavidades, devem ser Antiagregantes O cirurgião-dentista nunca deve propor alterações na
realizados no pré-natal. • AAS dosagem dos hipoglicemiantes, em especial a insulina,
Melhor período de tratamento: 2° trimestre (4°,5°,6° mês) nem mesmo em situações de emergência, pelo risco de
Evitar posição supina nos últimos meses de gestação. • Dipirimadol induzir um quadro grave de hipoglicemia.
Radiografias - seguindo o protocolo. Evitar sempre que • Clopidogrel
possível. Pc diabéticos podem ter hipossalivação, infecções e
Sedação mínima - Risco para o feto no 1° e 2° trimestre.
• Ticlopidina
comprometimento periodontal e podem ter alteração
Quando a agregacao das plaquetas é inibida, o sangue

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Sem risco em odontologia durante a lactação. na cicatrização.
que escapa de um corte ou de uma ferida cirúrgica
Anestésico local – Usar no máximo 2 tubetes
demora mais tempo para ser contido;
Lidocaína 2% com epinefrina – indicada para Gestação Diabetes melito – Tipo 1 (10%) - deficiência total de
normal, grávidas com história de anemia, diabéticas ou insulina. Por esse motivo, os diabéticos do Tipo 1 são
com hipertensão arterial controlada. Seguir o protocolo:
Pac q fazem uso do antiagregantes AAS (aspirina) – chamados de insulinodependentes.
Grávidas com hipertensão não controlada e história de Diabetes melito – Tipo 2 - não insulinodependentes
suspender o uso 7 dias antes
anemia
Mepivacaína 3% sem vasoconstritor Pac q fazem uso de anticoagulantes – suspender 5 dias
antes. Critério Glicemia Glicemia
Analgésicos e Anti-inflamatórios
Solicitar INR. Se <3 não suspender. Se >3 Encaminhar diagnóstico em 2 h após Glicemia
Quando houver necessidade da prescrição de um
para o médico. jejum 75 g casual ou
analgésico, o paracetamol (risco B) é o fármaco de escolha
(mínimo de Aleatória
para qualquer período da gestação. As doses
Estudar cada medicação. Até que ponto pode interferir? de 8 h) glicose
recomendadas são de 500mg, a cada 6 h, respeitando o
Correr o risco da suspensão? Glicemia 70-99 < 140 < 200
limite máximo de três doses diárias, por tempo restrito.
normal
Anticoagulantes – pac portadores de próteses valvares, Intolerância 100-125 ≥ 140 e -
Opióides – Devem ser evitados
ou que tenham antecedente de trombose ou embolia. à glicose < 200
AINEs – Devem ser evitados
Conticoides – Não apresenta risco na dose recomendada • Heparina sódica e derivados Diabetes ≥ 126* ≥ 200 ≥ 200
melito (com
• Varfarina e femprocumona sintomas)
Antibióticos Medicamentos odontológicos que podem potencializar
Amoxicilina – Não apresenta risco a Varfarina
Eritromicina – Opção à alérgicas Sedação Mínima: Segura em diabéticos
ANALGÉSICOS – AAS, Paracetamol
ANTI-INFLAMATÓRIOS - Não esteroides (em geral), Anestésicos locais: Prilocaína com Feliprissina
Horário de atendimento: final da manhã Corticosteroides
(hiperemese=vômito excessivo) Analgésico: Paracetamol (1° opção).
ANTIBIÓTICOS AINEs: Somente após conversar com o médico
Cefalosporinas, Eritromicina, Azitromicina Corticoide: Dexametasona ou betametasona – Seguro
Portadores de doenças cardiovasculares Metronidazol, Tetraciclinas, Ciprofloxacina em pacientes controlados.
Estudos indicariam que não seria necessária a suspensão
Concentração e Qutd N° tubetes do uso (?)
epinefrina por tubete (mg) por sessão Antibiótico:
Compensado: tratar como paciente normal
1:50.000 (0,036 mg) 1
Descompensado: Antibótico terapia
1:100.000 (0,018 mg) 2 Disfunções da tireóide
1:200.000 (0,009 mg) 4 Hipertireoidísmo – contraindicado adrenérgico se não Para prova:
for controlado. Não usar fios de retração. “se colocarem que está compensado tratar normal, se
Os fios de retração gengival impregnados com epinefrina nada for relatado sempre considerar descompensado”
não devem ser empregados em pacientes com risco Hipotireoidísmo – (se controlada) procedimentos
cardiovascular. odontológicos sem restrição. Asma
Anestésico – Prilocaína com feliprissina, ou Anéstésico sem Alergicos a sulfito – conservante presente no tubete
vaso. Se usar adrenérgico, máximo 2 tubetes (tabela dos anestésicos com adrenalina. Usar prilocaína com
acima) Idosos feliprocina.
Grupo: Possui a metabolização mais lenta – recomendado Verificar se é alérgico ao látex, AAS, metilmetacrilato.
Doença cardíaca isquêmica utilizar a dose mínima necessária.
Insuficiência cardíaca congestiva Anêmicos
Arritmias cardíacas Pode ter problemas na cicatrização. Verificar a
Anormalidades das valvas cardíacas Doenças auto-imunes - Lupos eritematoso necessidade de alteração na medicação.
O atendimento odontológico desses pacientes deve
Risco de Endocardite infecciosa atentar para consequências da terapia
Após procedimento odontológico invasivo, se não imunossupressora, doença renal, aumento do risco
forem tomados so cuidados necessários, pode-se cardíaco, e das anormalidades hematológicas
suspeitar de endocardite infecciosa quando há febre mucocutâneas e mucoesqueléticas.
(>38º C) sem motivo aparente, fadiga e cansaço.
Encaminhados para o cardiologista. Se houver comprometimento renal, deve-se avaliar
a dosagem mínima necessária de qualquer
Profilaxia antibiótica: Antes de procedimentos medicamento, inclusive anestésicos locais.
invasivos que envolvam a manipulação de tecido
gengival, periapical ou perfuração da mucosa. Inclue Pacientes imuno suprimidos
remoção de sutura, bandas ortodônticas. Profilaxia antibiótica para os casos de
• 4g amoxicilina imunossupressão significativa.

• 600mg Clindamicina
Pacientes de alto risto à endocardite: Insuficiencia renal crônica
Pac com válvula cardíaca protética Solicitar contagem de plaquetas (em função da perda das
Endocardite infecciosa prévia plaquetas na hemodiálise)
Doença Cardíaca congestiva (DCC) Considerar o uso de antibióticos.
DCC cianótico congênito Monitorar a PA e não aferir no braço em que há fístula
Transplantados cardíacos com valvulopatia arteriovenosa.

Recomendar atenção no cuidado com a saúde bucal. Hepatite


Minimizar o uso de medicamentos metabolizados
Bronquite crônicas pelo fígado e se houver dúvidas quanto a possível
Evitar o uso de medicamento que deprimem a função hemorragia, verificar exames relativos ao tempo de
respiratória ou que resseque as vias aéreas. protrombina e tempo de sangramento no pré-
Evitar posição supina. operatório desses pacientes.
O uso de dique de borracha por se tornar um
incômodo ao paciente.
Jasiel Oliveira
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Técnicas Anestésicas
Injeção Supraperiosteal Bloq. Nervo Alveolar Sup Post Bloqueio do Nervo Alv Sup Médio Bloqueio do Nervo Infraorbitário

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Tec. Pra cima, pra dentro, pra trás, por Depositar metade à 1/3 do tubete.
16mm na região de 2ºMolar Sup
1/3 do tubete
Bloquei N. Palatino maior Bloqueio N. Nasopalatino Bloqueio N. Alveolar Inferior Bloqueio N. bucal

Bloqueio N. Mentual Informaçãos necessárias para todas


técnicas anestésicas
1. Onde a agulha entra
2. Inclinação da carpule
3. Profundidade de introdução
da agulha
4. Volume anestésico

Técnica Intraligamentar – suplementar; Tec Vazirani-Akinosi é usada para anestesia mandibular com a boca fechada.

Bibliografia
Terapêutica medicamentosa em odontologia [recurso eletrônico] / Organizador, Eduardo Dias de Andrade. –
Dados eletrônicos. – 3. ed. – São Paulo : Artes Médicas,
2014.

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PERIODONTIA
Diagnóstico: Identificar uma doença EXAME PSR – REGISTRO PERIODONTAL SONDAGEM
• Principal exame é a sondagem Este exame apenas avalia a necessidade de tratamento periodontal.
• Índice de biofilme de até 20% é 1º Medida – JEC/JAC MG
aceitável Da JEC à MG
ETIOLOGIA DA DOENÇA PERIODONTAL Pode ocorrer:
FATOR DETERMINANTE a) Hiperplasia gengival, quando a
Biolfilme e cálculo. margem gengival está coronária à
O cálculo por ser: Supragengival ou JAC. Colocar sinal de (-) na frente
subgengival. b) JAC coincide com a MG = distancia

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


FATORES PRÉ-DISPONENTES (0) ideal
Locais: c) Retração gengival . Medida da MG
1. Má-posição dos dentes no arco p/ JAC ------- sinal de (+).
o Giroversão CÓDIGO 0 2º Medida – PCS
o Apinhamento • Faixa de 3,5mm totalmente visível (Profundidade Clínica de Sondagem)
o Diastemas • Não sangra
o Lingualização • Tecido saudável Medida da MG até o fundo da bolsa.
o Vestibularização • Ausência de cálculo ou margens inadequadas • = ou menor que 3,0mm Sulco
o Mesialização • Não existe cárie gengival
Que fazer? Profilaxia; Orientação em saúde bucal • Maior que 3,0mm = bolsa
2. Anatomia e forma do dente CÓDIGO 1 periodontal
o Pérolas e projeções de esmalte
• Faixa de 3,5mm totalmente visível
o Concavidades radiculares Medida correspondente à penetração da
o Fenda palatina (nos dentes centrais) • Ausência de cálculo ou margem de restaurações inadequadas
• SANGRAMENTO à sondagem sonda na bolsa. Distância da MG ao
o Dilaceração radicular fundo da bolsa periodontal.
Sinal de doença. Que fazer? Profilaxia; Remoção do biofilme supra e subgengival; OHB
3. Fatores Iatrogênicos (erros do CÓDIGO 2
Observações:
profissional) • Faixa de 3,5mm totalmente visível • Tamanho e forma da sonda
o Sobre extensão nas margens • Pode ocorrer ou não sangramento à sondagem • Força de 0,75N (próprio peso da sonda)
o Margens cervicais subgengivais • Presença de Cálculo ou margem de restaurações inadequadas. • Penetrar paralela ao longo eixo do
o Restaurações impróprias na anatomia • Pode ter cárie. dente
O que fazer? Profilaxia, OHB; Remoção do Biofilme e Calculo supra e sub gengival. • Se o tecido estiver inflamado estará
4. Lesões de cárie CÓDIGO 3 (2 códigos – enviar para Pério) mais frágil
o Próximo a margem gengival
• Faixa colorida PARCIALMENTE visível (arredondamento para cima) • Depende da convexidade das coroas
5. Aparelhos ortodônticos • Apresenta bolsa
O que fazer? 3º Medida – NCI
o Fazer Exame periodontal detalhado do sextante; Exame radiográfico do sextante (Nível Clínico de inserção)
6. Problemas muco-gengivais
o Inserção de freios e bridas (prox. a o Se 2 ou + registrarem código 3, deve se realizar um exame periodontal detalhado de Que é a distância da JEC até o fundo da
toda boca. bolsa (Epitélio juncional).
margem gengival)
o Pouca quantidade de gengiva inserida. CÓDIGO 4 (1 código – enviar para Pério) Somar JEC + PCS = NCI
• Faixa colorida não visível Importante: Descontar 3mm desse
SISTÊMICO • Bolsas maiores que 5mm resultado (se tiver perda de inserção),
1. Hereditariedade O que fazer? referente o sulco gengival que sendo
o Condição genética o Se for em 1 sextante, fazer exame periodontal detalhado de toda boca. entre 0 e 3 está saudável.
o Deficiência no sistema imunológico o Radiografia de toda boca
CÓDIGO (*) ASTERÍSCO Se o NCI der 3 – não tem perda de
FATORES MODIFICADORES inserção
• Sempre acompanhado de um número, quando: Se o NCI der 7 – (7-3=4) tem perda de
SISTEMICOS o Problemas mucogengivais
1. Diabetes inserção de 4mm
o Mobilidade dental
2. Tabagismo ▪ Grau I – ligeiramente maior que o normal
LOCAIS ▪ Grau II – Moderadamente maior que a normal
1. Traumatizantes - Forças oclusais ▪ Grau III - Mobilidade V/L ou M/D combinada com Vertical.
excessivas. o Retração gengival maior que 3,5mm
o Lesão de furca -
o Lesão purulenta
INSTRUMENTAIS
Parâmetros de sucesso: Aumento de coroa clinica Sonda WHO – Para realizar PSR
• Ausência de sinais clínicos de inflamação Gengivectomia Sonda Carolina do Norte Milimetrada - Para
• Controle de biofilme compatível com saúde • Indicação: realização de Periograma
• Estabilidade dos NCIs - Eliminação de bolsas Sonda de Nabers - Para verificar lesão de furca
- Eliminar hiperplasia gengival
Doenças que apresentam relação com a Periodontia - Eliminar hipertrofias gengivais CURETAS DE GRACEY – Supra e Sub
Endocardite infecciosa - Eliminação de abscesso periodontais supra ósseo CURETA GRACEY 3–4
Diabete melitus - Grande quantidade de gengiva inserida - Todas as faces
Doenças cardiovasculares • Contra indicação - Dentes ANTERIORES
Doença renal crônica - Necessidade de cirurgia óssea CURETA GRACEY 9 – 10
Pneumonia respiratória - Situações nas quais a base da bolsa esteja apicalmente - Face V e P/L
a junção mucogengival - Dentes POSTERIORES
Fundamentos - Considerações estéticas, principalmente maxila anterior CURETA GRACEY 11 – 12
Periodonto de proteção: Gengiva marginal - Pouca quantidade de gengiva inserida - Mesial
(acomoda o sulco gengival), Inserida e Interdental - Retalhos posicionados apicalmente com excisão de - Dentes POSTERIORES
Tec Epitelial: Epitélio oral (externo – camadas: basal, margem com ou sem osteologia CURETA GRACEY 13 – 14
espinhosa, granulosa, córnea), sucular (semi- - Retalho posicionado apicalmente sem excisão de - Distal
permeável) e juncional margem com ou sem osteotomia - Dentes POSTERIORES
Células na região: queratinócito (queratina), Retalho com oesteotomia CURETA DE MACCALL 17-18 - Supra
langehans (defesa), Merkel (mecanoreceptoras) e Manter o espaço biológico 3mm - Raspador Universal
melanócitos (melanina) Deve ter >2mm entre dentes para manter a papila Interproximais
Fibras gengivais: Gengivodental (do cemento para - Exposição óssea após o deslocamento do retalho Dentes Posteriores
gengiva); Dentoperiostais (cemento para gengiva - Posicionamento do retalho após a cirurgia
inserida); Circulares (ao redor do dente); Tranceptais - Manuseio da papila Cureta Goldman Fox n°1 - Supra
(do cemento de um dente ao outro) Os retalhos podem ser feitos com direção horizontal e ou vertical, - Interproximal
Fibras do ligamento: Crista Alveolar (Limita a saída podendo ser ainda retalhos parciais ou retalhos totais, sendo esse - dentes anteriores
do dente do alveolo. Articulação gonfose). Horizontal ultimo, uma manobra que facilitaria o acesso a intervenção no tecido
(Movimento de lateralidade). Obliquo (inclinadas. ósseo. As manobras cirúrgicas no tecido ósseo, podem ser classificadas Reavaliação:
Sofre pressão mastigatória). Inter-radicular (Nas como: 30 a 45 dias após tratamento inicial
áreas de fuca) Apical (encontradas no ápice). - Osteotomia – quando se faz a excisão de uma porção do osso, para
se conseguir um aumento de coroa clinica por exemplo.
- Osteoplastia – e quando se faz uma plastia, um recontorno no tecido
Jasiel Oliveira
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ósseo.
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DOENÇAS GENGIVAIS PERIDONTITE CRÔNICA PERIODONTITE AGRESSIVA
Induzidas por biofilme – GENGIVITE Características principais: Principais características:
1. O biofilme dental é o agente etiológico determinante da 1. Pacientes com idade não tão avançadas (<
Características Clínicas doença periodontal 35anos)
• Sangramento à sondagem 2. Doença infecciosa que resulta em inflamação de tecidos 2. Pacientes sistemicamente saudáveis
• Sinais e sintomas restritos à gengiva de suporte, perda de inserção e perda óssea. 3. Perda de inserção rápida e severa
• Não tem perda de inserção 3. Doenças periodontais são capazes de produzir bolsas e/ou 4. Padrão familiar (histórico) – comuns na localizada
• Biofilme inicial e/ou exacerba a lesão retrações gengivais e generalizada
• Vermelhão e edema 4. Lesões irreversíveis 5. Quantidade de biofilme é incompatível com a
• Alteração do contorno 5. Mais comum em adultos a severidade aumenta com a severidade óssea. Pouco filme com muita
• idade (um fator crônico, mas não exclusivo) destruição. Os microrganismos associados são AA

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Alteração da consistência
• Danos reversíveis 6. Microbiota variável e PG
Fatores sistêmicos que podem alterar a gengivite: 7. Evolui de forma lenta 6. Alteração na função fagocitária (neutrófilos)
• Fatores hormonais (ciclo menstrual, 8. Destruição é proporcional à quantidade de biofilme (razão níveis altos de PG E2, IL-1B
gravidez) Ex.: Gengivite modificada pela de ser crônica) • Antibioticoterapia é um recurso importante no
gravidez pode ocorrer em 30-73% dos casos. 9. Pode ser: tratamento, na fase de reavaliação.
a. Localizada: Menos de 30% dos sítios com perda Localizada:
• Leucemia (em condições aguda)
• Má nutrição
de inserção. • Início próximo à puberdade
• Uso de medicamentos (Ex.: Hiperplasia
b. Generalizada: Mais de 30% dos sítios com perda • Perda de inserção óssea em:
de inserção. ➢ Incisivos e
gengival medicamentosa)
Nº de Sítios ----------------------------------100% ➢ 1º Molar e no Max outros 2 dentes
• Diabetes
Qnt. Sítios com perda ----------------------X permanentes diferentes de INC e
Doenças gengivais não induzidas por biofilme
X=100 x Qnt. Sítios c/ perda MOL.
1. Vírus (herpesvírus)
Nº de sítios Generalizada:
2. Fungos (candidíase)
3. Origem genética (Fibromatose gengival
Severidade: • Usualmente em torno dos 30 anos
• LEVE: Perda de inserção de 1-2mm • Perda de inserção óssea em
hereditária)
• MODERADA: Perda de 3-4mm ➢ Incisivos e
• SEVERA: Perda = ou > que 5mm ➢ 1º molares e em pelo menos + 3
Obs.: Registrar com base na maior perda, ainda que em um dentes permanentes diferentes de INC
único dente. e MOL
ABSCESSO PERIODONTAL ABSCESSO GENGIVAL GENGIVITE ULCERATIVA NECROSANTE
• Tem as mesmas características do Abscesso gengival Ocorre na margem gengival. Lembrar Uma agudização do processo crônico
• Gengiva com vermelhidão e edema que os abscessos possuem a mesma Doença rara no dia-dia (tem nos povos
• Rápida destruição das estruturas de suporte (diferente do abscesso gengival) característica: ribeirinhos) Inferior principalmente por
• Elevação do dente, elevação ovóide da gengiva ao longo da superfície radicular • Edema: margem gengival e papila vestibular. Uma cratera interna
• Está no terço médio interdental (pode ser um pac interdental. Processo doloroso, pode
• Lesão está flácida, e com dor saudável) expor o osso. Pode não ter bolsa. Faixa
• O dente pode estar ou não com mobilidade • Rubor: coloração avermelhada e etária: adultos jovens (15-30 anos)
• Halitose consistência flácida e superfície
• Supuração espontânea brilhante e dolorosa. Características clínicas
• Pode ser localizada ou generalizada • Secreção purulenta Início: vem de alguma gengivite crônica,
• Fazer teste de vitalidade pulpar +, usar gelo ou endoAce, o pac vai sentir. Se não, • Ausência de perda de inserção pré-existe
• Exemplo casca de pipoca, ponta do • Necrose e ulceração das papilas
está necrosada. Pode se fazer o teste também com a sonda carolina do norte
palito de dente, pedaço de unha, ou (inversão papilar)
• Anamnese com o histórico de doença periodontal
seja, tudo que ficar retido • Crateras interproximais: necrose
• Exacerbação de lesão crônica
• Pós-raspagem – resíduos dentro da bolsa • Corpos estranhos interior da papilar
gengiva: resposta inflamatória • Margem gengival vermelho brilhante
• Pós antibiótico
• Impacção de corpo estranho: fio dental • Se passar a sonda é possível e irregular
remover • Pseudomembrana branco-
• Alterações morfológicas
O que causa? • Relacionado à margem gengival acinzentada
Diagnóstico • Sangramento espontâneo
Fechamento marginal da bolsa periodontal, Acúmulo local de neutrófilos, Colapso
Tratamento (Ver terapêutica em • Dor e odor fétido
(destruição) tecidual, Formação de secreção purulenta.
periodontia) • Envolvimento sistêmico eventual
Diagnóstico
ABSCESSO CORONÁRIO - • Sequestro ósseo (exposição do osso)
• Anamnese (dor constante ao morder ou mastigar)
PERICORONARITE
• Sinais clínicos (presença de bolsa, supuração)
Inflamação gengival relacionada a Fatores de risco para essa doença
• Sinais radiográficos (perda óssea, cáries, fraturas)
coroa de um dente com erupção • Debilidade do sistema imune
Se não tiver bolsa, não é um abscesso periodontal.
incompleta. o Higiene oral deficiente
Diagnóstico diferencial
Pode regredir, mas ter recidivas. o Estresse
• Abscesso endodôntico – observar se tem cárie e vitalidade
Comum em região de 3Mol. o Fumo e abuso de álcool
• Abscesso Endoperiodontal Tem as mesmas características o Nutrição deficiente
• Cisto Periapical inflamatórias das anteriores.
• Fratura radicular Características clinicas Classificação
Como fechar o diagnóstico • Maior frequência em 3Mol A diferença entre a GUN x PUN é a
1. Tem carie profunda? Pode ser um problema endodôntico • Supuração, vermelhidão e edema perda ou não do ligamento
2. Radiografia. Tem perda óssea?
• Dor irradiada: ouvido, garganta, NÃO FAZER PSR
3. Teste de vitalidade. Sentiu? Tratamento (Ver terapêutica em
soalho da boca
4. Tem bolsa?
• Gosto desagradável periodontia)
5. Fazer sondagem
• Dificuldade para fechar a boca
Tratamento (Ver terapêutica em periodontia)
• Trismo (contração dos músculos
LESÕES ENDO-PÉRIO
masseter que dificulta em abrir a
• Lesão endodôntica primária – processo de destruição tecidual procede da região apical
boca)
em direção a margem gengival
• Pode ser agravado pelo trauma de
• Lesão endodôntica primária com envolvimento periodontal secundária – a lesão aguda
oclusão
periapical se torna crônica e drena através do sulco marginal, resultando em uma bolsa
• Pode apresentar envolvimento
periodontal com formação de biofilme.
sistêmico
• Lesão periodontal primária – progressão da doença envolvendo o ápice do dente, a polpa
Tratamento (Ver terapêutica em
apresenta vitalidade.
periodontia)
• Lesão periodontal primária com envolvimento endodôntico secundário – evolução da
doença periodontal causa necrose pulpar a medida que avança apicalmente.
• Lesão combinada verdadeira – lesão periapical se comunicando com lesão endodôntica
Diagnóstico
• Teste de vitalidade, Palpação, Percussão, Rastreamento da fístula, Presença ou Jasiel Oliveira
não de cárie https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
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Tratamento das lesões primárias: 11 9 7495-1083 whatsapp
• Endodôntica primária – Fazer Endo
• Periodontal primária – Fazer Perio
Tratamento de lesões combinadas
1° Drenagem do edema
2° Penetração desinfetante
3° Raspagem da Bolsa
ENDODONTIA
1 Diagnóstico 2 Radiografia inicial 3 Anestesiar 4 Isolamento relativo e absoluto
tec. paralelismo Embrocamento
5. CIRURGIA DE ACESSO
Dente Qnt. Caract. Anatômica Ponto de eleição Forma de contorno Direção de trepanação
Raízes
11/12/21/22 1 Canal único Cíngulo Triangulo c/ base para incisal 45°
13/23 1 Canal único Cíngulo Losango, chama de vela 45°
31/41/32/42 1 1 ou 2 canais Cíngulo Triangulo c/ base para incisal 45°
33/43 1 Canal único Cíngulo Losango, chama de vela 45°

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


14/24 2 2 canais Centro do Sulco Eliptica Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
15/25 1 1 ou 2 canais Centro do Sulco Eliptica Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
34/44 1 1 ou 2 canais Sulco mesial Circular/oval Paralela ao longo eixo. Leve inclinação centro
35/45 1 1 a 3 canais Centro do sulco Circular/oval Longo eixo do dente
16/26 3 Média 4 canais Fosseta mesial Triangulo base para vest Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
17/27 3 (pode 3 ou 4 canais Centro do sulco Triangulo base para vest Paralela ao longo eixo. Leve inclinação Palatina
fusionar)
36/46 2 3 ou 4 canais Centro do Sulco Trapézio, com base mesial Paralela ao longo eixo. Leve inclinação distal
37/47 2 3 ou 4 canais Centro do Sulco Trapézio, com base mesial Paralela ao longo eixo. Leve inclinação distal
6. Exploração do canal 7. Preparo cervical
(Explorador reto ou lima K#15 de 21mm) (brocas de Largo e Gates)
8. Odontometria/Esvaziamento 9. Esvaziamento Polpa viva (PULPECTOMIA) 10. Esvaziamento Polpa Morta (PENETRAÇÃO
Mínimo #15. Se tiver delta, não ultrapassar DESINFECTANTE)
1.1. Medir o RX inicial – CAD • Usar hipoclorito para irrigação e aspiração Mínimo #15, De tiver delta, não ultrapassar
1.2. Subtrair 5mm para chegar ao CI • Amputar a polpa com a cureta de pescoço longo de • Usar hipoclorito 1% para irrigação e aspiração de
1.3. Fazer a lima chegar em CI (CAD -5mm) dentina 2mm-2mm
1.4. Radiografia com lima no CI (Tec. Bissetriz excêntrica) • Manter um pouco de hipoclorito 1% para controlar • Esvaziar a polpa com a cureta de pescoço longo de
1.5. Calcular o X (da ponta do instrumento ao vértice sangramento dentina
radiográfico) • Fazer esvaziamento com lima >#15 • Fazer esvaziamento com lima >#15 de 2mm-2mm
1.6. Se polpa viva, subtrair (-2mm) • Chegar PRIMEIRO NO CT com a lima K15 e DEPOIS (somente lima de pequeno calibre)
1.7. Se polpa morta, subtrair (-1mm) cortar • Irrigar, aspirar
1.8. Chega-se ao comprimento de trabalho CT • Em canais curvos/atresiados/achatados – usar lima K • Colocar NaOCI 1% (hipoclorito de sódio) como MIC 7
1.9. Radiografar quando chegar no CT e KF – Tec. Remoção por fragmentação. a 10 dias, ou
• Irrigar, aspirar Hidroxido de cálcio (Ultracal) até 30 dias. Se Paciente
Dicas: • Colocar Ostoporin como MIC não retornar no período, refazer PQC.
Tec de Clark mesializada (Só em endo). Em 1° Molar sup • Algodão • Algodão
para distal na presença do 4° canal. • Cimento temporário/provisório
• Cimento temporário
Dentes multi-radiculares, usar limas com calibres • CIV
• CIV
diferentes para ajudar a visualizar • Conferir oclusão
• Conferir oclusão
11. Cinemática da instrumentação – canais retos 12. Cinemática da instrumentação – canais curvos (KF)
(TEC SERIADA) (TEC ESCALONADA PROGRAMADA)
1. Penetração Não se faz PA
¼ de volta para direita e ¼ à esquerda com leve pressão apical até o CT Limagem anticurva
2. Ação propriamente dita – limagem em viés
- Penetração passiva até o CT #15KF até o CT
- Pressionar a lima contra uma parede e tracionar no sentido #20KF até o CT
obliquo/diagonal para a outra parede com máxima extensão de 3mm #25KF até o CT – LIMA MEMÓRIA
(nunca retirar do canal e nunca entrar girando) #30KF CT (-1mm)
3. Retirada ou tração #25KF até o CT – LIMA MEMÓRIA
- Tracionar ao longo do eixo do dente para oclusal / incisal sem exercer #35KF CT (-2mm)
pressão nas paredes do canal. #25KF até o CT – LIMA MEMÓRIA
4. Preparo apical – Exclusivo de canal reto #40KF CT (-3mm)
- forma o batente apical Polpa Viva Polpa Morta
- Lima de calibre superior à ultima do PQC
1º + 3 = 4 lima 1º + 4 = 5 limas
- ¼ de volta à direita com leve pressão apical e tração
1º = Lima que chegou no CT
- ¼ de volta à esquerda com leve pressão apical e tração
- repetir por duas vezes
O calibre será trocado quando a lima se encontrar solta no canal. Cinemática da instrumentação – canais curvos (TEC ESCALONADA ANATÔMICA)
Todas as limas devem chegar no CT Recuo da lima respeita a forma anatômica do canal
Instrumentação Não há programação do recuo das limas
Polpa Viva Polpa Morta Limagem anticurva
1º + 3 + PA = 5 limas 1º + 4 + PA = 6 limas O número de instrumentos utilizados vai depender do grau de curvatura
1º = Lima que chegou no CT
13. Protocolo de irrigação/secagem 14. Medicação Intracanal

Após o PQC e antes da Obturação Polpa Viva: Polpa morta:


• 5ml de Hipoclorito 1% 1. Otosporin. 1. Hipoclorito 1% (Solução de Newton) ou
• 5ml de EDTA, agitar com instrumento de calibre - Agitar a suspensão antes do uso 2. Hidroxido de cálcio PA + Veículo aquoso
intermediário, em seguida - gotejar 2 a 3 gotas na seringa - remover o excesso da câmara
• 5ml de Hipoclorito 1% - calibrar a cânula 2-3mm aquém do CT 3. Paramonoclorofenol
• Secar com cone de papel no comprimento do CT e - preencher o canal até fluir na câmara - apenas um “cheiro” do material com
#da última lima - remover o excesso da câmara bolinha de algodão seca (estéril)
2. Paramonoclorofenol
Aspiração – ponta verde e ponta azul de 2 a 3 mm - apenas um “cheiro” do material com
distante do CT (final) bolinha de algodão seca (estéril)
15. URGENCIA POLPA VIVA 16. URGENCIA POLPA MORTA
(tempo insuficiente) (tempo insuficiente)
• Pulpotomia CI • Pulpectomia CT • Penetração desinfectante – CT
- remover a polpa - Remover a polpa radicular - Hipoclorito 1% (solução de Newton)-(depois do PQC)
- camada fina de Otosporin - Otosporin - Algodão
- Algodão - Algodão - Cimento temporário
- Cimento temporário - Cimento temporário - CIV
- CIV - CIV - Ajuste oclusal
- Ajuste oclusal - Ajuste oclusal
Jasiel Oliveira
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17. OBTURAÇÃO
• Iniciar a obturação: Retratamento do canal
• Colocar cimento de Grossman pó/liquido sobre a
placa de vidro (sem proporção determinada) • Cirurgia de acesso
Limites • Espatula 24 flexivel para manipular até ficar • PQC
1mm PM homogênea (20min de trabalho) • MIC
2mm PV • Consistência de Ponto de Fio • OBT
Período para execução • Utilizar o cone calibrado para pincelar as paredes do Canais com obturação compacta
• 48 – 72hs após o PQC canal com o cimento • Usar solvente
• Ausência de: dor, mobilidade, adema e exudato • Colocar o cone principal com cimento em - óleo de casca de laranja
quantidade adequada (não encher). - Evitar uso nos 3mm finais
Tecnica de obturação • Os cones secundários entram nos espaços.
• Anestesia • Os espaçados compactam o cone com 3mm a Generalidades da disciplina
• Isolamento absoluto menos que o CT pra fazer a condensação lateral. Funções da polpa: indução, formação, nutrição, defesa,
• Embrocamento (clorexidina - sempre) • Apoiar os mais calobrosos em uma parede e descer sensibilidade.
• Remoção do selamento provisório com broca apenas de um lado. Origem da dor
• Novo embrocamento • Deixar lá. Fibras Dental A e B - mielinicas
• Remoção da medicação - Irrigação com hipoclorito • Pegar um cone acessório mais comprido e fino para Fibras C - amielinicas
• Usar lima intermediária ocupar o espaço pincelado com cimento. Vias de contaminação
• Protocolo de irrigação • Se ainda tem espaço, usar um espaçador menor e Túbulos dentinários
• Provar os cones novamente entrar e criar novos espaço. Anacorese hematogênica
- 1º cone igual o da última lima do PA • Pegar outro cone, passar no cimento e incluir no Exposição pulpar
- Testes: espaço do condensador. Periodonto
1. Visual • Criar o penacho e fazer a Contiguidade
- Calibrar Cone no CT ( Não usar Stop). Com pinça Perry • 5º radiografia
- Provar no canal chegando no CT. Exames
• Para verificar se os espaços foram preenchidos
2. Táctil Exame extra-oral: Assimetria, Palpação, Edema,
• Cortar o penacho com calcador
- O cone deve estar justo, apoiado no batente apical. Localizado ou Difuso, Firme ou flutuante
• Aquecer o calcador mais calibroso
- Deve oferecer resistência na retirada Exame intraoral: Avaliação da condição do tecido mole,
• Área de corte em Anteriores: 2mm abaixo da JAC. rastreamento da fístula, Palpação, Percussão – indica a
E se atingir o CT e não travar? • Área de corte em Posteriores: Altura do assoalho
• Testar outros cones do mesmo calibre inflamação do ligamento (vertical e horizontal)
• A medida que for entrando, usar os calcadores Dentes: alterações visíveis
• Testar um cone de calibre maior menores e fazer a condesanção vertical feita com o
• Cortar a ponta do cone (1mm) Percussão e palpação: Avalia condição do ligamento
calcador de Paiva Agora com um calcador frio. Mobilidade: estado do ligamento (grau 1,2,3)
• Retificar o PA (voltar para lima) • Estando na altura, limpar superfície com algodão e Radiografia: cáries, restaurações, lesões, qualidade da
álcool endo
3. Radiográfico • Selamento temporário (sem algodão) Vitalidade pulpar:
1º inicial • CIV Frio (Primeiro no dente vizinho, Contar 1-10 segundos)
2° X
• Conferir oclusão calor, anestésico (na distal do dente mais distal)
3° CT
• e cavitário.
4ª obrigatória
Radiografias durante a obturação Dor reflexa – Doi em um lugar mas sente em outro
• Secar o canal
1 – Inicial do paralelismo
• Colocar Hipoclorito em um Dappen e deixar de 1- 2 – bissetriz excêntrica (X) SQA
1,5min e tirar os excessos. 3 – confirmar o CT Hipoclorito 1% - antimicrobiano, solvente orgânico,
4 – prova do Cone (teste radiográfico) clareador, lubrificante
5 – Penacho EDTA 17% - Solvente inorgânico, quelante
6 – final paralelismo Otosporim – corticoide / antimicrobiano
Rx Ortoradial (paralelizadores) Ultracal
Técnica de Clark (Normal – Mesio excentrica) Paramono
Tec de Clark modificada na suspeita do 4° Canal em Guttapercha
1°Msup (Disto excentrica) Cimento de Grossman
Técnica da bissetriz excêntrica
Tratamento Endodontico em Dentes com Rizogenese incompleta
APICIGÊNESE/APICOGÊNESE – Polpa Viva
Capeamento pulpar indireto Capeamento pulpar direto Curetagem Pulpotomia
Conservador. Indicação: Indicação: Indicação:
• Exposição traumática ou • Polpa estiver saudável • Polpa estiver saudável
acidental (cárie)
• Pequena de até 1,0mm • Exposição pulpar pequena • Exposição pulpar acidental (cárie) for grande
• Recente máx. 24 hs • Exposição pulpar traumática • Exposição pulpar for traumática alcançando toda a
Sequencia clínica:
• Exposição de até 1 semana coroa
• Anestesia / isolamento Sequencia clínica: • Grande destruição coronária ou
• antissepsia do campo
• lavagem com soro fisiológico • Anestesia / isolamento • > 1 semana
• remoção do tecido cariado • Antissepsia campo Sequência clínica:
• hemostasia- (algodão estéril)
• Lavagem soro fisiológico • bochecho com antisséptico
• proteção pulpar com Ca(OH)2 • anestesia (evitar intrapulpar)
– Pó + pasta/pasta • Remoção do tecido cariado
• restauração CIV e resina • Ampliar a cavidade utilizando broca • isolamento relativo e absoluto
composta esférica carbide pequena no • antissepsia do campo
• alívio articular
• acompanhamento clínico e
alta rotação • remoção do tecido cariado
radiográfico
• Curetar 2 mm abaixo sítio • acesso câmara pulpar
• Lavar com soro fisiológico • exposição pulpar
• Hemostasia-(algodão estéril) • pulpotomia - curetagem da polpa coronária
• Proteção pulpar Ca(OH)2 PA • irrigar com soro fisiológico
• Cimento temporário (opcional) • hemostasia-(algodão estéril)
• Restauração com CIV e resina • 2 gotas antinflamatório-antibiótico (Otosporin) por
• Alívio articular 10minutos
• Acompanhamento clínico e • proteção pulpar com Ca(OH)2 PA
radiográfico (6-8 semanas, 6 • restauração com CIV e resina
meses e 1 ano)
• alívio articular
• acompanhamento clínico e radiográfico ( 7 dias e a
cada 90 dias por 2 anos) - Analgésico de escolha
Jasiel Oliveira
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APICIFICAÇÃO – POLPA MORTA
Apicificação com trocas de Ca(OH)2 Barreira artificial ou tampão apical de MTA
Indicação: Indicação:
• Polpa necrótica • Há espessura média das paredes dentinária
• Exposição pulpar invadindo o terço cervical radicular • Comprimento coroa-raiz é proporcional
• Grande destruição coronária por cárie e polpa não viável • Há necessidade de fechamento apical imediato (estética envolvida)

Sequência clínica: Sequência clínica:


• bochecho antisséptico, anestesia • bochecho antisséptico, anestesia
• Isolamento / antissepsia do campo • Isolamento / antissepsia do campo
• remoção do tecido cariado/cirurgia de acesso da câmara pulpar • remoção do tecido cariado/cirurgia de acesso da câmara pulpar
• irrigação farta com Hipoclorito de Sódio 1% • irrigação farta com Hipoclorito de Sódio 1%
• odontometria e esvaziamento da polpa morta 1mm aquém do CT • odontometria e esvaziamento da polpa morta 1mm aquém do CT
• uso de limas tipo K somente para limpeza das paredes do canal sem • uso de limas tipo K somente para limpeza das paredes do canal sem
instrumentação instrumentação
• aspiração com cânulas e cones de papel • aspiração com cânulas e cones de papel
• MIC com Hidróxido de Cálcio pa +água destilada ou Ultracal (Dentsply) • MIC com Hidróxido de Cálcio pa +água destilada ou Ultracal (Dentsply) por uma
• radiografia de controle do preenchimento com Ca(OH) 2 semana, caso haja exudato

• selamento coronário com cimento ionômero de vidro+ resina composta • radiografia de controle do preenchimento com Ca(OH) 2

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


• após 15 dias, troca da MIC com Ca(OH)2 + veículo viscoso e trocas em 30, 60 e selamento coronário provisório com CIV+ resina composta
90 dias com exame clínico e radiográfico • após uma semana - remoção da medicação
• observação da formação da barreira entre 6 a 18 meses, ou mais • aplicar pasta de MTA + soro fisiológico, no terço apical de aproximadamente 3
• obturação endodôntica com selamento apical (cone invertido/ cones rolados) a 4 mm de espessura (calcadores e cone de papel umidecido)

• manter sempre em controle clínico e radiográfico • aguardar 5 minutos (presa do MTA)


• obturação endodôntica
• selamento coronário com CIV +resina e/ou prótese coronária
• manter sempre em controle clínico e radiográfico
Caracteristica anatômica dos dentes Vértice radiográfico Instrumental
Câmara pulpar Canal Principal Broca esférica, Endo Z, Gates – preparo
Canal Radicular Canal colateral cervical, Largo - preparo cervical, Limas –
Junção CDC – cemento dentina canal Interconduto series e cores, Lima K – formato quadra-
Divertículo Delta Apical do, Lima KF – flexível (triangular), Lima
Assoalho Canal Cavo Hedstroen – para pulpectomia e remoção
Teto Canal recorrente de cone de guta-percha.
Paredes Canal secundário Conicidade D0 – D16 – 2-2mm
Cotovelo/Concrescencia Canal Acessório Espaçadores digitais
Em ICsup e Csup ocorrem em palatina. Canal lateral Reciproc
Em Msup em Vest. E Mesial Canal colateral ou adverticio Vermelha 0,25 com tapper de 02
Paraapical – não coincide com o vértice Ístimo Preta 0,40 com tapper de 08
Vértice radicular 1° Molar sup pode ter raiz MV achatada Amarela 0,50 com tapper de 0,5
PATOLOGIAS PULPARES – POLPA VIVA NORMAL
resposta positiva aos testes térmicos
Doenças Pulpares (POLPA VIVA)
PULPITE REVERSÍVEL (alteração Dor provocada por frio, substâncias ácidas, açucaradas, localizada e de curta duração (<30s). Intensidade:
AGUDAS inflamatória) leve/moderada.
Diagnóstico diferencial: sensibilidade dentinária
Tratamento: conservador (proteção dentino-pulpar);
1. anestesia local
2. remoção do agente irritante (cárie)
3. Se houver exposição, capeamento direto com Ca(OH)2 PA (se <1mm). Se >1mm Pulpecotmia. Obs.: Se o
ápce está formado é grande a chance de INSUCESSO (tendo que fazer o canal em 3-5 anos)
4. restauração provisória (CIV). Se profunda, forrar com Ca(OH)2 pasta/pasta
5. ajuste oclusal
Analgésicos: não é necessário.
PULPITE IRREVERSÍVEL SINTOMÁTICA Dor espontânea, intensa, contínua, mal combatida com analgésicos. Pode doer com frio no início ou exarcebar
com o calor e aliviar com o frio nos estágios finais. Clinicamente: cárie profunda, fraturas. Rx: Pode apresentar
pequeno expessamento no ligamento. Teste: Positivo (declínio lento >30s), sensibilidade ao teste vertical,
durante o teste pac sente alívio.
Tratamento: Pulpectomia
1. Anestesia
2. Isolamento absoluto
3. Remoção da cárie
4. Acesso endodôntico
5. Odontometria/esvaziamento com irrigação farta (Solução de Milton 1%)
6. Medicação intracanal: Otosporin
7. Restauração provisória
8. Ajuste oclusal
Analgésico: não é necessário.
CRÔNICAS PULPITE IRREVERSÍVEL ASSINTOMÁTICA Não tem dor e a resposta aos estímulos térmicos pode ser normal. Cárie profunda ou trauma podem expor a
polpa. Dor pulsátil ao deitar.
Tratamento: Pulpectomia
HIPERPLASIA PULPAR (Pólipo Pulpar) Inflamação crônica hiperplásica, câmara pulpar exposta ao meio bucal (polpa viva), normalmente associada
com ápices incompletos.
Tratamento: Acipigênese
NÓDULO PULPAR Calcificação pulpar na câmara pulpar, detectável radiograficamente.
CALCIFICAÇÃO DIFUSA Calcificação parcial ou total da câmara pulpar e/ou canal radicular, detectável radiograficamente.
REABSORÇÃO INTERNA Reabsorção das paredes do interior do canal, detectável radiograficamente. Na câmara pulpar pode causar
alteração de cor (mancha rósea)
Tratamento: Pulpectomia
REABSORÇÃO EXTERNA Reabsorção da parede externa radicular, detectável radiograficamente. Pode ser inflamatória ou substitutiva,
polpa viva ou morta.
Tratamento: Pulpectomia (PV) ou Penetração desinfetante (PM)
PATOLOGIAS PERIAPICAIS – POLPA MORTA
Sem sintomas e resposta negativa aos testes térmicos
Doenças periapicais (polpa morta)
AGUDAS PERIODONTITE APICAL AGUDA Dor moderada a intensa, provocada(traumática) ou contínua (microbiana), localizada, pode ter a sensação de dente
MICROBIANA OU extruído, mobilidade, mais sensível à percussão vertical,dor à palpação periapical, sem edema.
SINTOMÁTICA(traumática) Causas: sobreintrumentação, agentes químicos, contato prematuro, bruximo ou microbiana.
Radiograficamente: pode ter aumento do espaço perirradicular, ou estar normal, discreta rarefação óssea apical
difusa/circunscrita. Sem rompimento da lâmina dura.

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Teste térmico:
• Ausencia de sensibilidade – considerar polpa necrótica
• Sensibilidade prolongada – considerar pulpite irreversível
• Sensibilidade não prolongada – considerar pulpite reversível

Tratamento: Penetração desinfetante ou ajuste oclusal/alivio + Antiinflamatório


ABSCESSO APICAL AGUDO Dor intensa, espontânea, pulsátil, difusa, com edema, mais sensível à percussão horizontal (mobilidade), exudato.
ABSCESSO FENIX Radiograficamente: pode apresentar aumento do espaço perirradicular, “esfumaçamento” apical. Nem sempre evidencia
reabsorção óssea visível. (Se for Fenix pode ter imagem radiolucida circunscrita).
Tratamento:
1. Remoção da causa
2. Drenagem
3. Antibióticoterapia
4. Tratamento de suporte
Sequencia – em fase inicial: Penetração desinfetante (RX – aumento do espaço periodontal ou nenhuma alteração)
1. Anestesia
2. Isolamento
3. Acesso e penetração desinfetante
4. Odontometria
5. Ultrapassar a entrada do canal em 2-3mm com lima K #25
6. Irrigação
7. Mic
8. Selamento provisório
9. Alívio oclusal
10. Terapêutica: Analgésio e Antiinflamatório

Sequencia – em fase de evolução (a coleção purulenta já atravessou a lamina dura e invadiu os espaços medulares –
trabéculas ósseas – alcançando a região de sub-periósteo): Penetração desinfetante (RX – aumento do espaço periodontal
ou nenhuma alteração). Normalmente há disseminação local e sistêmica.
• Exame: sem ponto de flutuação, não involuiu previamente com antibiótico, trismo, e ainda febre, mal estar e
cefaleia (fase mais crítica do abscesso)
• Mesma sequencia da fase incial. (obs.: nem sempre ocorre a drenagem via canal)
• Analagésico periféricos:
Dipirona sódica (500 mg) – 6 em 6 hs
Paracetamol (500 mg) - 6 em 6 hs
Lisador (dipirona sódica, cloridrato de prometazina e adifenina) – 4 em 4 hs
• Analgésicos de ação central
Codeína (30 mg) + Paracetamol (500mg) - (Tylex®) 4 em 4 hs
Cloridrato de tramadol (37,5 mg) + Paracetamol (325 mg) – (Ultracet®) 4 em 4h
Cloridrato de tramadol (50 mg) – (Tramal®) - 4 em 4 hs
• Antibióticos
Amoxicilina (Amoxil ®)-500mg-1 caps 8/8 hs
• Infecções severas:
Amoxicilina-500mg +metronidazol-250 mg (Amoxil®+Flagyl®) 1 caps + 1 comp 8/8 hs *(não ingerir
álcool durante a terapêutica)
Amoxicilina-500mg + Ácido clavulânico-125mg (Clavulin®) 1 comp 8/8 hs
Pacientes com histórico de alergia às penicilinas: Clindamicina (Dalacin® C)- 300mg-1 caps 6/6 hs
Sequência – em fase evoluída (Coleção purulenta instalada na submucosa): Penetração desinfetante
• Exame: Ponto de flutuação e aumento volumétrico na área agredida.
• Sequência dos passos da fase de evolução. (drenagem)

CRÔNICAS PERIODONTITE APICAL Assintomática. As vezes pode doer ao mastigar alimentos mais sólidos.
CRÔNICA ASSINTOMÁTCA Radiograficamente: apresenta rarefação óssea periapical difusa ou circunscrita, espaço periodontal aumentado.
Tratamento: Penetração desinfetante
ABSCESSO APICAL CRÔNICO Assintomático ou com ligeiro desconforto à percussão. Presença de Fístula.
Radiograficamente: Pode apresentar rarefação óssea periapical difusa ou circunscrita.
Tratamento: Penetração desinfetante.
OSTEÍTE CONDENSANTE Hipergênese óssea de causa desconhecida, que produz espessamento do osso.
Radiograficamente: Apresenta densa imagem radiopaca em geral localizada na região apical
GRANULOMA Tecido conjuntivo neoformado com inflamação crônica.
Radiograficamente: Apresenta pequena rarefação óssea periapical circunscrita, associada ao ápice de um dente <5mm.
CISTO Proliferação tecidual de um granuloma prévio. Clinicamente apresenta abaulamento da cortical óssea.
Radiograficamente apresenta extensa rarefação óssea periapical circunscrita, associada ao ápice de um dente em geral
com deslocamento dos dentes vizinhos. >5mm.
Tratamento: Penetração desinfetante e complementação cirúrgica (cirurgia paraendodôtica)

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Jasiel Oliveira
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PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
Indicação para: Classificação de Kennedy/Applegate Reciprocidade Planejamento Classe III de Kennedy
• Extremidades uni ou bi-lateral Classe I – Desdentado posterior Anula a força de sentido oposto. Não possui eixo real de rotação
• espaços múltiplos bilateral – pior prognóstico Retentores diretos
• áreas de grande reabsorção Classe II – Desdentado posterior Apoios • Vizinhos ao espaço protético
• orientar em reabilitações unilateral • Trasmite a força no longo eixo do dente
• conter dentes com mobilidades Classe III - Desdentado posterior • Impede a PPR descer além do preparo • Ação de ponta em I, T ou 7
• auxiliar na contenção de fraturas intercalado – bom prognóstico • Mantém o terminal retentivo (braço de • Circunferencial: Ackers

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


• reabilitar pacientes com fissura palatina Classe IV – Desdentado anterior retenção) e o braço de oposição Localização dos apoios
• pacientes com adequada higienização cruzando a linha média – bom prog. planejadas. Em dentes posteriores devem ficar
• Protetor de implantes Regras de Applegate para a • Mantém as relações oclusais vizinho ao espaço protético, na
classificação de Kennedy • Previne a impactação de alimentos ocluso proximal.
• Mantenedor de espaço
a. Só se classifica depois do preparo entre o dente natural e o adjacente Em dentes anteriores devem ficar
• Fator econômico
de boca I • Fornece retenção indireta nos casos de em cíngulo.
Contra indicada:
b. Não repor 3º molar (não levar em extremidade livre. Plano guia: Em dentes anteriores
a. Baixa resistência à carie e doença periodontal
consideração – avaliar antagonista) • Prevenir a extrusão de dentes suportes. devem ser realizados preparos de
b. xerostomia
c. Se tiver 3º molar, podem ser usados planos de guia, nas faces
c. problemas de coordenação motora.
como suporte Tipos de retenção proximais vizinhos ao espaço
Avaliação do rebordo
d. Regra válida para os 2ºMolares a. Fisiológica (saliva com coesão e adesão) protético. Em dentes posteriores
Rebordos de Elbrech:
e. Área desdentada posterior b. Física – evitando o giro devem ser realizados nas faces
a. Horizontal – É o melhor
determina a modificação c. Mecânica – pelo embricamento proximais vizinhos aos espaços
b. Descendente Distal – Rui, pois promove
f. A extensão da modificação não é mecânico protéticos e nas faces palatinas ou
força de alavanca
considerada, mas apenas o numero linguais.
c. Ascendente Distal - Não é tão ruim. Força é
de áreas desdentadas. Planejamento Classe I de Kennedy
apoiada nos remanescentes
g. Classe IV não apresenta modificação Eixo de rotação/fulcro: O eixo real de SELEÇÃO DO CONECTOR MAIOR
Formas de rebordo:
Retenção rotação passará, por uma linha que •
a. Triangular – lâmina de faca, machuca Maxila: Barra palatina, dupla barra,
É a capacidade da protese em resistir parte dos apoios mais distais de cada
b. Estrangulado – intermediário recobrimento parcial médio
às forças de deslocamento paralelas lado da arcada. Pode ter rotação distal
c. Plano – Ideal. Cristas planas, vertentes A escolha de um conector maior
ao seu eixo. Ocluso-cervical e cérvico- ou rotação mesial. Classe I e II exige
amplas, cobertura de tec conjuntivo denso, vai depender da extensão da área
oclusal. retendor indireto.
firme e fibroso. desdentada
Exames complementares
RX panorâmica e periapicais dos suportes
Obtenção do modelo de estudo Retentores diretos mais utilizados: • Mandíbula: barra lingual
Moldeira Vernes – se classe III com Ação de ponta T ou 7. Vizinhos ao
Avaliação dos pilares
poucos espaços Alginato – moldagem espaço protético. Planejamento Classe IV de Kennedy
a. Grau 3: latero-lateral e vertical – Ruim não
única. Se a área anterior for pequena, até
suporta a carga
Reduzir a rotação distal: diminuindo a a extensão dos 4 dentes incisivos,
b. Grau 2: latero-lateral – manter o dente.
Rebordo amplo–dupla-moldagem quantidade de dentes da prótese. não haverá eixo real de rotação. Se
Evitar usar como suporte. Tratar perio antes.
(silicone + Alginado) ou Cera + alginato mais dentes ausentes, haverá eixo
c. Grau 1: Mobilidade só dentro do alvéolo –
Reduzir a rotação mesial: retentores real de rotação. Que passará pelos
Suporta PPR Posicionar modelo no Delineador
indiretos. apoios mais anteriores.
Avaliar os dentes suporte: a. Determina o eixo de inserção
a. Integridade da coroa, Forma e tamanho b. Análise de áreas retentivas
Retentor indireto: perpendicular e anterior Retentores diretos
b. Número de forma e raízes (não se aplica lei c. Traça as linhas equatoriais
ao eixo real de rotação. Podendo ser Vizinho ao espaço protético: apoio em
de ante) d. Preparo diagnóstico
distalizado por estética e conforto. cíngulo e placa proximal
c. Como está a implantação alveolar e. Auxilia nos casquetes de Opositor: grampo gêmeos
d. Qual a mobilidade transferencia
e. Avaliar a curva de spee Localização dos apoios: Se posteriores, na
f. Contrução de encaixes Retentor indireto
f. Se está em extrusão mesial, distante do espaço protético, se em
g. Fresagem em peças protéticas Se a prótese não possuir eixo real
g. Avaliar o plano oclusal anteriores em cíngulo
Pontas e funções de rotação não haverá
Avaliação pelo número de dentes a. Analisadora – Verificação dos 3
Conector maior necessidade de planejar retentor
a. Puntiforme – apenas 1 dente pontos (téc seletiva Applegate)
Maxila: dupla barra palatina, indireto. Caso a prótese tenha
b. Linear – 3,4,5 dentes seguidos b. Grafite – determina o equador
recobrimento parcial médio, eixo de rotação os retentores
c. Superfície – Distribuição equilibrada protético
recobrimento parcial posterior ou indiretos serão posicionados nos
Pilares c. Pontas calibradora – 0,25 para CoCr,
recobrimento parcial médio posterior dentes posteriores.
1. Pilar/retentor direto – é o dente que está 0,75 para fio de orto e 0,50 ouro
próximo ao espaço protético. Evita o Mandíbula: barralingual, splint lingual,
d. Facas e cinzéis – Auxiliam no Apoios:
deslocamento da prótese no sentido cervico chapeado lingual ou contínuo de
preparo diagnóstico no modelo de Vizinhos ao espaço protético em
oclusal. Onde o grampo está fixado. estudo Kennedy . cíngulo. Planejar retentores em
2. Pilar/retentor indireto – é o dente que está Determinar o eixo de inserção dentes posteriores para a
distante do espaço protético. Atua reduzindo (Roach 3 pontos) Planejamento padrão para Classe II de estabilização da prótese.
a movimentação (giro da prótese) no lado
Kennedy
oposto do eixo de rotação. 90° do eixo de Funções do Plano Guia EIXO DE ROTAÇÃO Conector maior
rotação. 1. Determina uma única insersão e A PPR classe II de Kennedy possui eixo• Maxila: Barra palatina simples, dupla
Elementos constituintes da PPR remoção da PPR. real de rotação. Esse eixo real de barra, recobrimento parcial anterior.
a. Grampos/retentores – braço de retenção, 2. Reciprocidade rotação passa do dente vizinho ao A escolha de um conector maior vai
oposição, apoio oclusal, corpo do grampo, 3. Estabilidade do dente pilar
espaço protético de extremidade livre depender da extensão da área
conector menor 4. Proteção da papila interdental
ao último dente suporte da arcada do
• Direto - Na mesial do dente vizinho ao 5. Retenção secundária da prótese desdentada.
lado oposto.
espaço protético. Em anteriores na região 6. Diminue o espaço entre a PPR – dente
• Mandíbula: barra lingual
de cíngulo. Função de retenção e suporte.
Confecção de plano guia Retentores diretos: Ação de ponta T ou 7,
• Indireto – Distante do espaço protético.
a. Por lingual, palatina e/ou proximal localizado na mesial do dente próximo ao
Função de estabilização.
Podem ser intracoronários (attachmants) b. Realizamos o preparo no modelo espaço protético. Jasiel Oliveira
e extracoronários antes de transferir para a boca https://www.facebook.com/jasie
c. Casquete de 3-5mm (altura) Indiretos: grampos gêmeros
b. Conectores maiores ou barras de união l.oliveira.7
método de Magalhães Eixo de rotação:
c. Selas https://www.instagram.com/jay
d. Dentes artificiais d. Cimentar com cimento provisório
e. Em boca deve ser feito antes dos Retentor indireto oliveira80/
Extremo livre
apoios oclusais Perpendicular e anterior ao eixo de 11 9 7495-1083 whatsapp
espaço onde a prótese está ocupando
f. Ponta diamantada cilindrica longa rotação
Classificação das PPRs
Pelas vias de transmissão de força g. Executar somente na camada de
esmalte Conector maior
a. Dento suportadas
h. Terminação do desgaste não deve Maxila: dupla barra, recobrimento
b. Dento-mucosa suportada
gerar degrau médio ou recobrimento parcial médio
c. Mucosa-dento suportada
i. Acabamento, polimento e posterior
d. 50% - 50% chamamos de Mucosa Dento
aplicação de fluor Mandíbula: barra lingual
suportada
Apoios PPR - Preparo, nichos e apoios
Moldagem Funcional Simples ou Ackers / Acker invertido Grampo em Anzol ou Gillet Barra Chapeado lingual
Superior – individualizar a moldeira em
acrílico sobre o modelo de estudo,
compreendendo toda a área basal. Com essa
base, levar em boca com OZE, esperar a
presa do material. Voltar em seguida com
alginato e reembasar removendo todo o
conjunto. Modelo será usado para produção
Dentes com posição normal
da estrutura de metal.
Quando a área de retenção estiver a distância
do espaço edentulo O Chapeado Lingual está
Inferior – individualizar com silicone as
Limitação: Dentes inclinados para o lado Pré-molares e Molares sup./inf. indicado para todos os casos

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


áreas desdentadas e reembasar com
protético. Vizinho ao espaço intercalado, quando a em que não existe espaço
alginato. Modelo será utilizado para a
área retentiva também se localiza adjacente suficiente para a colocação de
produção da estrutura de metal.
Circunferencial reverso ao espaço protético. uma barra lingual clássica, nas
Dentes com coroa clínica alta. Indicação situações em que os tecidos do
Moldagem funcional de boca fechada para
assoalho bucal apresentam
modelo inferior – após a prova dos dentes,
Limitação: Estética, Dente inserções muito altas ou com
será realizado o reembasamento da peça
periodontalmente com-prometido; Coroa rebordos remanescentes com
com pasta lizanda (OZE)
clínica curta alturas reduzidas provenientes
de doenças periodontais
Grampo Contínuo de Kennedy avançadas.
Montagem em articulador
Em PPR o paciente pode ou não possuir DVO. Indicado para molares e prés, quando
Tendo, pode ou não estar adequada. inclinado para a mesial, áreas de retenção
A tomada da DVO – Tec de Little modificada por próxima ao espaço edentulo
Tamaki. Limitação: coroas muito baixas e espaço para
DVR-EFL= DVO o conector
Somente inferiores
RC=Relação Cêntrica – Equilibrio muscular Circunferencial em anel (1 apoio) / Martinet e Barra de retenção Indireta
OC=Oclusão central–Máx. intercuspidação Nally, ou grampo circular Extremidade livre muito grande
RC = OC – manter essa relação Estabilização periodontal Indicação – ajuda
RC ≠ OC – Sem sintomatologia, OC estável, DVO a dar estabilidade em dentes anteriores
satisfatória, manter a relação. Se tiver (classe I e II extensa)
sintomatologia, reabilitar em RC. Se Faz parte do grampo e dos conectores
sintomatologia for grave, tratar primeiro maiores.
sintomas. Limitação: Altura clínica da coroa
Indicado para Pres e Molares
Se não possui contatos, reabilitar em RC.
Classe I e II de Kennedy, quando contra-
Conectores maiores
indicado grampo a barra
Chegar em posição RC pela técnica de House Áreas de recobrimento:
Área de retenção na M-V
(3mm de abertura – cansaço muscular) a. Médio
Equador protético alto na distal – a linha do
equador deve estar próximo à oclusal distal. b. Recobrimento parcial anterior
Oclusão c. Posterior
Não precisa fazer um plano Guia até a
PT+PPR = Oclusão bilateral balanceada Barra dupla palatina – é muito utilizada em
cervical.
PPR+Dentes/fixa = se tem guia canina, manter, perdas intercaladas
Limitação: Pouca flexibilidade
se não, fazer desoclusão em grupo
PPR+PPR = a mesma da anterior. Em mandíbula:
CIRCUNFERENCIAL EM ANEL (2APOIOS)
Se for PPR extensa envolvendo canino, a. Universal é a barra lingual, 3-4mm
antagonista dentado, realizar desoclusão em da gengiva marginal livre de espaço,
grupo. Tem alivio na barra

GRAMPO T
Classe I e II de Kennedy, caninos e Pms e
incisivos
Segmento dento-suportado (dente no meio de Limitação: Condição periodontal
um espaço) (retração), interferência na mucosa (freios
Em dentes no meio de dois espaços protéticos. e bridas)
Molares e Pres inclinados com retenção na
Jasiel Oliveira região M-L ou M-V (classe III) GRAMPO 7
https://www.facebook.com/jasiel.oliveira Isolados, entre dois espaços protéticos Classe I e II de Kennedy, caninos e Pms e
.7 Retenção vizinha ao E.P incisivos, quando a bossa impede o uso do
https://www.instagram.com/jayoliveira80 T.
/ Pouca limitação: Extremidade livre Limitação: Condição periodontal
11 9 7495-1083 whatsapp (retração), interferência na mucosa (freios
GRAMPO GÊMEO OU DUPLO OU GRAMPO e bridas)
CIRCUNFERENCIAL DUPLO
GRAMPO i
Espaço intercalado
D-V de caninos, PMS, mais estético dos
grampos, pouco flexível, geralmente em
canino, não usar em extremidade livre
Limitação: Extremidade livre.
Prés e molares Classe II e Classe IV de Kennedy
Retenção indireta Barra Splint Lingual
Limitação: Desgaste da passagem dos braços

Suas indicações são as mesmas para os


casos de Chapeado Lingual, principalmente
nas situações em que haja a expectativa de
grande movimentação da prótese, nos
casos de extremidade livre e se deseja
retenção indireta adicional.
TRAUMATISMO – ODONTOPEDIATRIA e ADULTOS
Trinca de esmalte Fratura de esmalte Fratura envolvendo esmalte e dentina Fratura de esmalte e dentina (com
sem exposição pulpar. envolvimento pulpar)

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Antisepticos, anestesia, limpar com soro.
Restauração definitiva, CIV ou colagem do < 24hs – Ca(OH) pó + CIV ou definitivo
Regularizar bordas cortantes fragmento ( se fragmento, deixar 10-15min < 1 semana – pulpotomia parcial
Fluorterapia em soro) Devolver estética > Semana – pulpotomia total (Endo)
Fluor terapia Restaurar com resina composta
Necrose – Penetração desinfetante
Fratura de esmalte e dentina sem Fratura corono-radicular SEM Fratura corono-radicular COM Fratura coronoradicular complicada
exposição pulpar (permanente jovem) envolvimento pulpar envolvimento pulpar
Fratura envolvendo esmalte e dentina e
cemento, podendo ou não ter exposição pulpar,
com impossibilidade de selamento/restauração.
Em adultos:
Remover o fragmento, limpar e colar com
sistema adesivo. OHB com clorexidina 0,12%
por 2 semanas. Avaliar vitalidade e iniciar
endodontia. Evitar exo em dentes
permanentes.
Proteger a polpa e restauração ou Proteção dentina-pulpar + restauração Tratamento endodôntico/ restauração
colagem do fragmento; /colagem do fragmento (até 2mm além do (matrizes plásticas) / colagem do Exodontia e reabilitação protética em crianças.
Acompanhamento e se necessário limite gengival). Aumento de coroa clínica fragmento (até 2mm além do limite OBS.: Após Exo, avaliação Clinica após 1 - 2
realização do tratamento endodôntico. gengival). Aumento de coroa clínica semanas + 1 mês e Rx Semestralmente até o
irrompimento do permanente
Fratura radicular: 1/3 cervical Fratura radicular: 1/3 médio ou apical Fratura radicular: 1/3 médio ou apical Fratura radicular: 1/3 médio ou apical (COM
(SEM MOBILIDADE e SEM Descolocamento (COM MOBILIDADE e COM MOBILIDADE e Impossibilidade de fazer
da porção coronária) Descolocamento da porção coronária) contenção, ou fratura óssea)

Em adulto: Reposicionar a coroa e fazer Em adulto: se possível, reposicionar e fazer Reposicionar, Contenção semi-rígida por EXODONTIA (pediatria)
RX. Estabilizar a contenção flexível por contenção por 1mes. Acompanhamento, 21-30dias, Repouso da área, se há Em adulto: avaliar possibilidade de plastia
4 meses. Fazer alivio oclusal OHB, Repouso da área, se há necessidade necessidade de Endo. Clorexidina 0,12% gengival. Clorexidina 0,12% por 15 dias.
de Endo. Clorexidina 0,12% por 15 dias. por 15 dias.
Se Dente for mantido, seguir protocolo padrão. Se Exodontia + reabilitação Protetica ou gengivectomia, pulpectomia e reabilitação. OBS.: Após Exo, Clinico 1 semana a 2 semana + 1
mês e Rx Semestralmente até o irrompimento do permanente
Fratura radicular
Transversal / Horizontal Longitudinal / vertical Obliqua
Terço apical é possível manter (não tratar canal). Não Extração (pediatria) Manter
sendo, tem que extrair. (pediatria)
ACOMPANHAMENTO PADRÃO: Clínico: 1 a 2 semanas após o trauma | Radiográfico 1 mês, 3 meses, 3 meses, semest. até irrompimento do permanente
• Fratura Alveolar Quadro clínico: fratura envolvendo o osso alveolar com ou sem deslocamento. Pode haver alteração no padrão oclusal, como também mobilidade de todo o segmento.
• Procedimentos: Reposicionar o seguimento ósseo o mais rápido possível (redução da fratura), confirmar no RX, Contenção flexível por 4 semanas, OHB, Clorexidina 0,12% 15 dias
LESÕES EM TECIDOS MOLES: Laceração – Suturar e medicar AINEs e Antibiótico (avaliar); Contusão (Hematoma) – usar gelo; Abrasão “Esfolado, casquinha” –
hidratar; Limpar área com soro/clorexidina
FRATURAS FACIAIS
Protocolo de atendimento FRATURA EM MANDÍBULA Sintomas de dor em fratura de mandíbula Fratura favorável
A Controle das vias aéreas Zonas de resistência: Dor; Amasesia: dificuldade de mastigação; Dispnéia:
B Respiração e Ventilação  Trajetória mentual / sínfise dificuldade de respirar; Défcit neurossensorial: nervos
C Controle da hemorragia  Trajetória basilar / marginal alveolar inferior/mentual; Desoclusão; Sialorréia: saída
D Avaliação neurológica  Trajetória alveolar / dentária execessida de saliva
Sinais clássicos de qualquer  Trajetória temporal Incapacidade de movimentos mandibulares
fratura: Zonas de fragilidade Sinais clássicos
1. mobilidade  Processo condilar; Coronóide; Edema: acúmulo de líquido nos tecidos moles;
2. crepitação Ângulo; Corpo; Forame mentual; Hematoma: coleção de sangue na superfície da pele;
3. degrau ósseo Sínfise; Processo alveolar Equimose: mancha que penetra nos tecidos após
Na anamnese – sempre de cima Como reconhecer uma fratura: sangramento; Desoclusão; Avulsão dentária; Mobilidade Fratura desfavorável
para baixo. • Mordida aberta óssea/dentária; Crepitação óssea; Degrau ósseo; Contato
RX (+ importantes) • Desvio na abertura de boca prematuro na oclusão; Limitação dos movimentos
PA de mandibula = Posterio • Palpação – bi-digital mandibulares; Desvio da linha pedia na oclusão e na
anterior (corpo e ângulo) Tipo de fratura abertura bucal.
Towne – para fratura de condilo Simples – único traço DICA CLÍNICA: Mandíbula sempre desvia para o lado
– exlusiva Exposta – tecido ósseo e mole fraturado
Lateral oblica – indica para Comidutiva – vários fragmentos REDUÇÃO + CONTENÇÃO / IMOBILIZAÇÃO
ângulo Completa – quando tem a separação • Barra de Erich / aparelho ortodôntico / parafuso de
Hirtez – Anterior parasinfese e completa do osso bloqueio (IMF)
FRATURA DO PROCESSO ALVEOLAR
sinfese Incompleta – Fratura galho verde. • Bloqueio Maxilo-Mandibular (BMM) rígido / semi- Redução, checar oclusão, teste de
Mecanismo do trauma rígido: 04 / 06 semana vitalidade posterior. Contenção
Direto: no local do trauma • Placas e parafusos com amarrias, barra de Eich (Se
Indireto: distante do local do trauma Incruenta/fechada: sem incisão cirúrgica usar barra de Erich – fixar 2 dentes
Cruenta/aberta: com incisão cirúrgica posteriores à fratura de cada lado),
Fraturas subcondilares, nem sempre precisam de resina composta e fios de orto.
intervenção
Traumas na região de sínfese, geralmente fratura o
condilo
FRATURAS NASAIS FRATURAS DO ZIGOMÁTICO FRATURAS LE FORT
Tratar nas primeiras 3hs (ideal). Vias de acesso: infra-orbital; supraciliar Le fort I – Horizontal (Assoalho nasal, seios, proc. Pterig.)
3-7 dias (suficiente) – máximo lateral; acesso de Keen (acessa o pilar e Le fort II – Piramidal (base do nariz, osso lacrimal, parede
em 15 dias. Redução fechada – arco); acesso de Gillies (acesso pelo medial da orbita até o processo esfenoide)
Asch (septo) e Walsham temporal) e percutânea (gancho de Le fort III – Disjunção crânio facal (sutura fronto zigoma-
(pirâmide). ginestet) maxilar, parede lateral da órbita inferior, osso lacrimal,
Tamponamento anterior e sutura fronto-maxilar, sutura fronto nasal, proc pterig
posterior. esfenoide)
Fratura em livro aberto –
afundamento do naris
Concussão Sub-luxação Intrusão (luxação intrusiva) Luxação Extrusiva
Pequeno trauma nas estruturas Lesão às estruturas de suporte. Ruptura Deslocamento do dente para o interior do alvéolo Deslocamento do dente no sentido
de suporte de algumas fibras do ligamento Ausência ou diminuição do ligamento periodontal axial, com saída parcial do alvéolo,
Ausência de mobilidade, periodontal. Mobilidade sem Compressão ou fratura do processo alveolar mobilidade, Espaço aumentado do
sangramento e deslocamento deslocamento; Ligeiro sangramento no ligamento periodontal
Resposta à percussão vertical e sulco gengival
palpação apical Conduta 1-2semanas: Conduta 1-2semanas: (mesma da Sub-luxação) + Palpar
Conduta 1-2semanas: Não há necessidade de tratamento fundo de sulco (fratura de tábua óssea vestibular) Conduta 1-2semanas: (mesma da
Não há necessidade de OHB No longo eixo do dente e por Vest SEM fratura da tabua Sub-luxação) + repôsição digital e
tratamento Cuidados com o tipo de alimentação (7 óssea: Aguardar a inicio da reerupção espontânea (15 a 30 contenção ou Exodontia (crianças),
Alívio articular dias) dias). Reerupção total de 3 a 6 meses ajuste oclusal. Em caso de fratura
Antiinflamatório – avaliar Remoção de hábitos de sucção Por palatina: Normalmente afeta o permanente – alveolar; exodontia.
OHB (crianças) EXODONTIA (crianças) Atendimento imediato:
Cuidados dom o tipo de Alívio oclusal Por vest com fratura da tabua óssea – EXODONTIA -No Redução da luxação reposicionando
alimentação (7 dias) exame de palpação, ao fazer pressão apical, a incisal do o dente e contenção flexível ou
Remoção de hábitos de sucção Em adultos: clorexidina 0,12% por 2 dente se move semi-rígida por 14-21 dias.

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


(crianças) semanas Atedimento mediado: Não
Alívio oclusal Obs.: Risogênese completa, fazer reposição ortodôntica reposicionar
Em adultos: clorexidina 0,12% Obs.: Em caso de mobilidade exagerada, (<5mm) ou cirúrgica (>5mm)
por 2 semanas contenção flexível por 15 dias.
Controle
Futuras alterações: Futuras alterações: Futuras alterações:
Calcificação pulpar Necrose pulpar Necrose pulpar
Alteração de coloração (hemorragia. Necrose? Nem sempre), pode ser Reabsorções Reabsorções
transitória, ou mesmo que fique pode não representar uma necrose. Lesão ao germe permanente
Pequenas reabsorções
POLPA
Hiperemia pulpar Necrose pulpar Hemorragia pulpar Calcificação pulpar
Normalmente é transitório, mas pode pode vir acompanhada de lesão apical, fístula ou abscesso resulta da alteração de cor que Degeneração cálcica progressiva
evoluir para necrose pulpar com o tempo pode regredir da polpa. Não interfere na
reabsroção do dente decíduo
PERIODONTO
ANQUILOSE RETENÇÃO PROLONGADA ALVEÓLISE
Reabsorção por substituição A raiz do dente decíduo não sofre o processo fisiológico de Infecção no alvéolo dentário
reabsorção
REPERCUSAÕES NOS DENTES PERMANENTES
Hipoplasia de esmalte Alterações radiculares

TECNICAS RADIOGRÁFICAS DE TRAUMA EM ODONTOPEDIATRIA


Radiografia periapical modificada Técnica radiográfica lateral de Fazzi:
Visualiza dente afetado, proximais e germes. Extra-oral: Com filme periapical adulto, ou filme oclusal
FILME ADULTO – POSIÇÃO OCLUSAL – HORIZONTAL (Deitado) Indicado: Nos casos de luxação intrusiva
Incidência do RX: 35° - 45° na ponta do nariz Auxilia visualização Vest/Palt para observar a relação do dente
intruído com a tábua óssea vestibular e o germe do permanente.
Como: Filme mantido em posição pelo responsável na altura da
comissura labial, de maneira que a face sensível do filme deve ficar
voltada para a face

AVULSÃO
RISOGÊNESE INCOMPLETA RISOGÊNESE COMPLETA
Paciente chega com o 1. Limpar local com soro ou clorexidina 1. Limpar local com soro ou clorexidina
dente reimplantado 2. NÃO extrair o dente, suturar as lacerações existentes 2. NÃO extrair o dente, suturar as lacerações existentes
3. Verificar posição radiograficamente 3. Verificar posição radiograficamente
4. Fazer contenção com fio flexível por 15 dias 4. Fazer contenção com fio flexível por 15 dias
5. Prescrever antibiótico e vacina anti-tetânica 5. Prescrever antibiótico e vacina anti-tetânica
6. OHB – escova macia 6. OHB – escova macia
7. Alimentação liquida e pastosa por 7 dias 7. Alimentação liquida e pastosa por 7 dias
8. Clorexidina 0,12% por 15 dias 8. Clorexidina 0,12% por 15 dias
9. Iniciar tratamento endodontico 7-10 dias após reimplante, antes
da remoção da contenção. Usar Hidróxido de Cálcio como MIC.
Paciente armazena em leite 10. Limpar superfície e forame com soro Mesmo procedimento (ao lado) acrescido de:
(ideial), saliva ou soro em 11. Remover coágulo do alvéolo com irrigação
período <60min 12. Cobrir superfície radicular com microesferas de hidrocloreto de Iniciar tratamento endodontico 7-10 dias após reimplante, antes da
minociclina ou solução de doxiclina por 5 min remoção da contenção. Usar Hidróxido de Cálcio como MIC.
13. Reimplantar o dente com pequena pressão digital
14. Vefiricar as pareder do alvéolo
15. Fazer contenção com fio e manter por 15 dias
16. Antiinflamatório, antibiótico e vacina antitetânica
9. OHB – escova macia
10. Alimentação liquida e pastosa por 7 dias
Clorexidina 0,12% por 15 dias e acompanhar
Dente não armazenado 1. Remover restos necróticos da raíz Reimplante desfavorável. Será procedido como no caso da Risogenese
corretamente, seco em 2. Realizar endodontia antes de reimplantar ou no máximo após 10 incompleta, com o objetivo de promover o crescimento do osso
período >60min dias alveolar para encapsular o dente reimplantado.
3. Curetar alvéolo Fazer contenção por 4 semanas
4. Tratar o dentes em fluoreto de sódio a 2% por 20min
5. Reimplantar com pequena pressão digital, suturar laceraões
6. Seguir passos no procedimento acima
PSICOLOGIA APLICADA A ODONTOPEDIATRIA
FASES DO DESENVOLVIMENTO MEDO OBJETIVO SUBJETIVO
DIRETO INDIRETO
1. Fase oral 0 - 18 meses Experiência desagradável no Experiência em ambientes Medo assimilado de outro;
2. Fase anal (bebê 18 meses – 3 anos) - FALAR – MOSTRAR – FAZER dentista semelhantes ao consultório (ex. Ocorre por sugestão.
capaz de ficar sentada 10-20 min hospital, farmácia)
3. Fase fálica (de 3 – 5 anos)
Concentrada até 30 min Sucção
4. Fase latência (de 5 a 12 anos) Fisiológica: 9 – 12 meses
6 – 7 anos de idade Psicológica: +- 3 anos
7 – 12 anos de idade Patológica: >3 anos

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


5. Fase genital (de 13 – 19 anos)
EDUCAÇÃO
IDADE DENTIFRÍCIO – 3x/dia NÃO IRROMPIDOS JANELA DE INFECTIVIDADE TIPO DE ESCOVA TÉCNICA
Bebês (até 2 anos) Metade de 1 grão de arroz cru Amamentado NÃO se 1 dente inc inferior Cabeça pequena Fones
(0,05g) higieniza com gaze ou outros 1 molar Macia 15x
meios Cabo grosso
Que não sabem cuspir (2 -4 1 grão de arroz cru (0,1g) Se for um preparo especial, Fones (Starkey)
anos) fazer a higieni-zação com bolinha/trem – 15x
Ingere 60% do dentifrício gaze/dedeira de silicone. <6 anos – sem
coordenação motora
Que sabem cuspir 1 grão de ervilha (0,3g) Fluor: mínimo 1000 – 1500 ppm 15x
(> 4 anos) ingere 25%
Cima de 6 anos Bass Modificada
IHO – S (ÍNDICE DE HIGIENE ORAL SIMPLIFICADO) Odontogênese 5 Funções da polpa: Estágio de Nolla
(VEST) – 1º molar sup direito e esquerdo.  Fase de botão 1 Indutora 0 – ausência de cripta 7 – 1/3 raiz completa
(LING) - 1º Mol inf direito e esquerdo  Fase de capuz 2 Formadora 1 – presença de cripta
(VEST) – 51 e 81  Fase de campânula 3 Nutritiva
 Fase de aposição 4 Protetora
 Fase de coroa 5 Reparadora
2 – calcificação da coroa
8 – 2/3 raiz completa

ARCO DE BAUME – Exclusivo decídua


TIPO I – diastema nos anteriores – Ideal (SUP e INF)
3 – 1/3 coroa completa

Somatória dos valores 9 – raiz compl. Ápice


Numero de dentes corados aberto
4 – 2/3 coroa completa
0 - 1 = está bom | 1 - 2 = regular | 2 - 3 = péssimo
Somente dentição decídua TIPO II – SEM diastema anterior - desfavorável (apenas
IHOS – 0 (zero) não aplicar flúor 1 diastema é patológico)
Relação terminal
TIPO MISTO – Somente em um dos arcos 5 – coroa quase compl.
Referencia 2°Mol Inf Decíduo 10 – ápice fechado
A) PLANO – Ideal ESPAÇO PRIMATA Maxila – Entre IL e C
B) DEGRAU MESIAL – Classe III Angle (Para frente)
C) DEGRAU DISTAL – Classe II Angle (Para trás) Mandíb – Entre C e 1°M
x 6 – coroa completa
Uni ou bi lateral
7-10 pós eruptiva
0-6 Intra-osseo Mov. O/V/L/M/D e Horiz
Mov. Corpo (O/V) Mov. Intra/Extra ósseo
Mov excêntrico (3D)

8 a 11 meses 12 a 16 meses 16 a 20 meses 2os Molares Decíduos


5 a 7 meses
Incisivos Laterais Decíduos 1os Molares Decíduos Caninos Decíduos 19 a 24 meses
Incisivos Centrais Decíduos

6 anos 6 anos 6 anos


1os Molares Permanentes Incisivos Centrais Inf. Incisivos Laterais Inf

8 anos 10 anos 11 anos 12 anos


7 anos
Incisivos Laterais Superiores Caninos Inferiores E PM inf. Caninos Superiores 2os Molares
Incisivos Centrais Superiores
2os Pré-Molares
Rizólise

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


3-4 anos todos os decíduos estão com as raízes completas

OVERBITE / OVERJET

2,5mm medida padrão ideal


RADIOGRAFIA EM ODONTOPEDIATRIA
Tec. Periapical >5anos Método da bissetriz Tec de Clark Tec. Muller-Winter
(certeza de cárie/lesão) Pré escolar > 6 anos Pesquisar em Vest e Palat Localização em Mandíbula
Tec. Do Paralelismo Desvio para direta ou esquerda Pac segura o filme
Dentição Decídua 6 RX Posicionadores infantis Tempo: Dobro da periapical
4 na região posterior periapical Tec. Interproximal
2 na região anterior periapical (dúvida de cárie/lesão)
Dentição mista 10 RX Tec. Periapical modificada
3 na região antero superior <5 anos
3 na região antero inferior Tec. Panorâmica
4 na região posterior
Plano de tratamento
Fase preventiva: Fase preparatória – Isolamento relativo Fase reabilitadora:
1. IHOs – OHB 1. Procedimentos que interrompam a doença Ex:
2. Profilaxia profissional 2. Adequação do meio bucal • Restauração (dentistica)
3. Aplicação tópica de flúor: IHOs >1 e dentes em 3. Remoção parcial das lesões de cárie e vedamento com • Terapia pulpar
irrompimento cimento provisório (CIV), aplicar Selante superficial – Sem • Exodontia
4. Selante anestesia (Usar Papacárie) • Prótese
5. Protocolo de verniz 4. Remoção cirúrgica de focos de infecção • Orto
6. OHA – Orientação hab. aliment. 5. Remover smier lear líquido do ionômero e lavar • Frenectomia
• Terapia pulpar (provisória) • Gengivectomia
• Exodontia
• Raspagem
URGENCIA NÃO ENTRA NO PLANO, VEM EM PRIMEIRO LUGAR.
Medidas preventivas em odontopediatria
PROTOCOLO DE VERNIZ – F e Chz (clorexidina) Aplicação tópica de Fluor (FFA) ou neutro Bochechos
Até 6 meses de irrompimento Superfície limpa | Dentes hígidos ou NÃO (cariado) 1. Uso diário = NaF 0,05% - 225 ppmF (é o mais utilizado)
Duração: 6 meses Uso profissional – gel e mousse baixa concentração
o Semanal (intercalando) durante um mês Géis 9000 a 12.300 e os vernizes 22.600ppmF 2. Uso semanal = NaF 0,2% - 900 ppmF
o Mensal (intercalando) Técnica de aplicação
1. Profilaxia Perda prematura do dente
Isolamento relativo 2. Secar os dentes Mantenedor de espaço se o sucessor permanente estiver
Aplicando com microbrush, nos sulcos. 3. Aplicar em período inferior a 6 meses da erupção.
4. Deixar de 1-4 min
Função do flúor – ajuda na mineralização 5. Aspirar com alta potência o tempo todo
Função da clorexidina – anti microbiano 6. Paciente sentado
7. Evitar que o paciente engula
8. Remover a moldeira
9. Cuspir excesso
10. Avisar que gosto é azedo
11. Fazer um arco por vez
12. Evitar a ingestão de alimentos <30 min

Jasiel Oliveira
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Terapia pulpar em dentes decíduos

Diagnóstico Capeamento pulpar indireto POLPOTOMIA/PULPOTOMIA


1. RX – folículo pode confundir com lesão 1. Remover dentina infectada Amputação cirúrgica da polpa coronária, seguida do uso
2. Ciclo biológico do dente decíduo 2. Manutenção da dentina afetada de fármacos
3. Determinar o grau de saúde da polpa (estágio de inflamação 3. Hidrox Calcio pasta/pasta - Medicamento aplicado após a contenção da hemorragia
ou necrose) pulpar
4. Não fazer teste de vitalidade/percussão Indicação:
5. Teste pela anamnese/ relatos. - Dentes com grande lesão de cárie Indicação:
- Não pode ter dor espontânea - Dente com vitalidade pulpar;
- Sem mobilidade - Ciclo biológico compatível;

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


- Ciclo biológico compatível - Dente que deve permanecer no arco por + 1 ano
- Ausência de alterações na imagem radiográfica - Cárie profunda com risco de exposição pulpar
- Ausência de lesão na furca ou no ápice radicular
Técnica: - Pulpite em fase inicial (sangramento);
- Anestesia (se houver risco de exposição pulpar)
- Isolamento absoluto (se risco de exposição) Técnica:
- Remoção da cárie através de curetas - Anestesia
- Curativo sobre a dentina com Hidro C - Isolamento absoluto
-Selamento da cavidade com CIV ou resina - Remoção do tec cariado
- Proservação - Remoção do teto da câmara e exposição
- Sessão única, com controle trimestral - Polpotomia com curetas afiadas
- Hemostasia com algodão estéril, sob pressão
Inflamação irreversível – Dor espontânea, prolongada após os
CAPEAMENTO PULPAR DIRETO (pouco indicado) - Medicamento: Pasta Guedes, HidroC, formocresol,
testes, sangramento muito intenso ou ausente, cor alterada,
- Medicação direta sobre a exposição pulpar sulfato férrico ou MTA
sem resistência ao corte. - Avaliação criteriosa para se indicar
PULPECTOMIA/PENETRAÇÃO DESINFECTANTE
Polpa sem vitalidade – Abscesso agudo: imagem discreta.
Indicação: NECROPULPECTOMIA
Abscesso crônico – imagem bem definida
- Bom estado de saúde geral - Estágios inflamatórios irreversíveis
- Ciclo biológico compatível - Necrose pulpar por lesão de cárie
Dores espontâneas no período da noite indica dano pulpar
- Diagnóstico preciso - Terapia pulpar
avançado (irreversível)
- Microexposição pulpar de origem mecânica
- Sem contaminação (saliva- microrganismos) INDICAÇÕES:
Dores por estímulos (provocada), indica resposta pulpar,
• Lesão de cárie com envolvimento pulpar
reação pulpar (reversível)
Materiais de eleição: • Fístula ou abscesso;
- Hidróxido de Cálcio • Reabilitação pino/coroa;
Dor gelado – polpa inflamada, se dor de curta duração a polpa - MTA • Reabsorção < 1/3 do comprimento da raiz.
tem capacidade de resposta
- Pasta Guedes-Pinto
Técnica:
Dor quentes e prolongados: polpa em processo de Técnica: - Radiografia de diagnóstico
degereração - Anestesia - Odontometria
- Isolamento absoluto - Anestesia
Generalidades
- Irrigar a ferida com soro fisiológico - Isolamento absoluto
Não usamos Cone de GuttaPercha - Secar com penso de algodão estéril - Esvaziamento da câmara com cureta e irrigação com
NUNCA MATERIAL PERMANENTE.
- Colocar o agente capeador líquido Dakin
- Selamento cavitário (lâmina de guta-percha + CIV) - Localizar canais radiculares
Diferenças anatômicas: molares decíduos apresentam canais
- Proservação - Preencher a câmara com Endo-PTC e gotejar líquido
atrésicos (usar no máximo 3 limas #15, #20, #25), raízes curtas, Dakin sobre ele
curvatura acentuada, etc. Em dentes anteriores (#60)
- Instrumentação com lima Kerr (1+2) de diam
proporcional
Materiais de eleição: - Irrigação com Hipoclorito 1% e aspiração concomitante
- Pasta Guedes-Pinto - Secagem por sucção
MODO DE APLICAÇÃO: mistura-se 1 medida de - Secagem com cones de papel
iodofórmio, 2 gotas de PMCC e 1cm de rifocort. - Colocação do material obturador (1°Lima anti-horário)
Aplica-se sobre o tecido pulpar remanescente - Obturação dos canais com material reabsorvível como a
- MTA Pasta Guedes Pinto, HidroC e OZE.
selador endodôntico - Base de Guta-percha (fina camada)
Melhor formação de dentina tubular do que o - Selamento
hidróxido de cálcio - Restauração com material que proteja de micro
- Formocresol infiltrações
Aplicado sobre o remanescente pulpar com
bolina de algodão e pinça clínica, durante 5 PULPITE IRREVERSÍVEL
minutos ASPECTO PULPAR
- Hidróxido de Cálcio • com estrutura (corpo)
- Sulfato Férrico • Consistente
Indicado para tratamento de dentes que • Resistente ao corte
deverão permanecer na cavidade bucal por mais • Hemorragia suave
de 36 meses • Sangue com coloração vermelho brilhante
- Glutaraldeído
Modo de aplicação: utilizar bolinha de algodão NECROSE PULPAR
estéril e pinça clínica, aplicar o material por um ASPECTO PULPAR
período de 5 minutos. • sem estrutura
- Laser • Consistência pastosa/liquefeita
• Desintegração durante a remoção
• Ausência de hemorragia
• Sangramento, se houver, com coloração escura

Jasiel Oliveira
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CIRURGIA - PEDIATRIA
INDICAÇÃO DE EXODONTIA Dificuldades em cirurgia Uso de fórceps – anteriores e posteriores
• -Grande comprometimento do dente Risólise assimétrica • Evitar a intrusão
Raízes de molares com estreita relação com a coroa do
• -Dentes com rarefação óssea (periapical ou interradicular dente permanente • Cuidados com o movimento de rotação e
persistente) Dentes anquilosados avulsão (Não fazer movimento de vestibular
• -Rompimento da cripta óssea do germe do sucessor permanente. Perda de espaço e paliativa) para não tocar o sucessor

• -Contraindicação da endo é indicação da cirurgia. • Em posteriores apreensão na área cervical.


Sequência
• -Dentes com alveólise Pré-anestesia (tópico sempre) 3 minutos
• Contraindicado quando não houver porção
coronária suficiente.
• -Dentes com cáries que já atingiram a bifucarção Luxação (não fazermos intrusão)

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Hemostasia (não fazemos manobras de Chaumpret) Elevadores
• -Dentes com raízes fraturadas Cirurgia de tecido mole • Quando não tem coroa clinica
• -Dentes anquilosados e submersos (abaixo da oclusão dos dentes Frenectomia labial e lingual • Luxação de dentes para posterior usando o
proximais) Plástica e correção gengival fórceps
ACIDENTES COMUNS Ulectomia
• Expansão do osso alveolar facilitando a
• -Fraturas coronárias
Papilomatoses
Mucocele exodontia
• -Fraturas radiculares – comum em risólise incompleta Cirurgias complexas • Remoção de raízes fraturadas ou seccionadas
• -Sangramento abundante – quando não fez correta anamnese. Inclusos como: dentes dilacerados, odontomas cirurgicamente
complexos compostos, supranumerários
• -Traumatismo e/ou avulsão do germe permanente. Nesses casos, Cistos dentígeros
• Dentes anteriores com reabsorção radicular
reimplantar, suturar e entrar com medicação para evitar extensa
Tracionamento dentário
contaminação. Transplante de 3º em 1º
Cárie
DENTINA INFECTADA MANCHA BRANCA ATIVA LESÃO DE CÁRIE ATIVA EM DENTINA CÁRIE PRECOCE DA INFÂNCIA
Consistência amolecida Características Clínicas: 1.Características Clínicas: Coloração esbranquiçada ou
Aspecto umedecido 1. Opaca 2.Presença de cavidade amarelada, com aspecto
Alta concentração de bactérias 2. Rugosas 3.Localizada em dentina amolecido (cárie aguda e
Não remineraliza 3. Sem brilho 4.Aspecto umedecido rampante).
4. Localizada em esmalte 5.Brilhante Principal fator desencadeante:
DENTINA AFETADA 5. Próxima da margem gengival 6.Consistência amolecida mamadeira noturna (com ou sem
Semelhante a dentina sadia (não 6. Gengiva com características de inflamação 7.Coloração predominante amarelo-acastanhada açúcar) e ausência de
remover) 7. Acúmulo de biofilme higienização.
CONDUTA CLÍNICA: Evolução aguda;
DIAGNÓSTICO DAS LESÕES DE CONDUTA CLÍNICA 1.Remoção parcial do tecido cariado;
CÁRIE Lesões de cárie restritas ao esmalte podem, 2.Terapia pulpar quando necessário; CONDUTA CLÍNICA
1. Localização da lesão usualmente, serem controladas por meio do 3.Restauração ou Reabilitação; Remoção parcial ou total do
2. Atividade da doença controle do biofilme, alterações na dieta, 4.Orientação de práticas alimentares e hábitos de tecido cariado;
(ativa/inativa); utilização de agentes quimioterá- higiene. Terapia pulpar quando
3. Tipo de tecido envolvido picos (vernizes de flúor e clorexidina) e CIV. necessário;
4. Biofilme LESÃO DE CÁRIE INATIVA Restauração ou Reabilitação;
MANCHA BRANCA INATIVA 1.Característica clínicas: Orientação de práticas
INSPEÇÃO VISUAL Características Clínicas: 2.Brilhante alimentares e hábitos de higiene
SONDAGEM 1. Lisa 3.Dura
EXAME RADIOGRÁFICO 2. Brilhante 4.Coloração predominantemente enegrecida, Diagnóstico Diferencial
3. Localizada em esmalte superfície lisa não-retentiva MANCHAS BRANCAS
4. Afastada da margem gengival • CÁRIE INCIPIENTE
5. Gengiva com características de saúde CONDUTA CLÍNICA:
6. Sem presença de biofilme 1.Acompanhamento clínico/ radiográfico; • HIPOPLASIA
2.Restauração ou Reabilitação; • FLUOROSE
CONDUTA CLÍNICA: Acompanhamento 3.Procedimentos preventivos;
4.Orientação de práticas alimentares e hábitos de
higiene.
TÉCNICAS ANESTÉSICAS
1 tubete para cada 10Kg Pterigomandibular Cuidados especiais
Usar um 1tubete na infiltrativa Indicações: É sistematicamente contraindicado o uso de
Reduzir a dose habitual para 1/3 quando a criança estiver Molares inf. decíduos e permanentes anestésico local SEM VASOCONTRITOR em
debilitada Anestesia de pre molares inferiores crianças
Lidocaína é o anestésico de eleição Diferenças anatômicas: Quando necessário optar por: Mepvacaína 3% ou
Agulhas sempre curtas Ramo mais curto e menor Prilocaína 3%.
Anestesia tópica Ângulo goniaco mais aberto
Indicações A língula da mandíbula pode estar situada abaixo do plano oclusal O uso da Bupvacaína está contraindicado em
Moldagem Se criança já tem dentes permanentes, usar pterigo normal. crianças, devido sua longa duração (6-7 horas)
Exame radiográfico Variação técnica • Pacientes anêmicos
Sempre antes de qualquer anestesia local A posição deve estar ligeiramente mais baixa e mais posterior do Contraindicado o uso de prilocaína – risco de
Remoção de dentes decíduos com raízes totalmente que no adulto. metahemoglobinemia
absorvidas Começa angulado, introduzindo entre canino e molar decíduo.
Dente com muita mobilidade (somente o tópico) Técnica • Diabetes
Vasoconstritor adrenérgico estimulam
Técnica: • Antissepsia da região de puntura. glicogênese hepática (hiperglicemiante)
• 3 min. com algodão
• Meio seco • Secagem da mucosa. (Usar NÃO ADRENÉRGICO – FELIPRESSINA –
Contraindicação • Aplicação do anestésico tópico. PRILOCAÍNA)
• Úlceras traumáticas;
• Localização do ponto de punção (superfície oclusal dos • ASMÁTICO – usar Prilocaína com felipressina
• Úlceras aftosas; Orientem alérgica – sensível ao sulfito
molares decíduos).
• Herpes simples.
Anestesia infiltrativa • Apalpar com o dedo indicador a linha oblíqua externa para
Indicações: localizar a fossa retromolar (metade da altura da unha).
Maxila e Mandíbula • Colocar a seringa na altura de canino e primeiro molar
< 5 ou 6 anos SEM 1ºM decíduo do lado oposto, ligeiramente inclinada para baixo
Anestesia interseptal/interpapilar (TÉCNICA DIRETA).
Colocar dique de borracha
Atuar no palato/lingual • Introduzir cerca de um centímetro e depositamos 1/3 do
Terapia pulpar anestésico, anestesiando assim o nervo lingual. Depois
Anestesia palatal ou lingual introduzimos a agulha mais um centímetro (2 no total) e Jasiel Oliveira
Colocar grampo para isolar depositamos o restante do anestésico, anestesiando assim o https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
Exodontia nervo dentário inferior. https://www.instagram.com/jayoliveira80/
Tratamento pulpar 11 9 7495-1083 whatsapp
PROTESE EM ODONTOPEDIATRIA
Coroas de aço COROAS DE ACETATO PROTESE REMOVÍVEL
• Indicada para grandes destruições coronárias em INDICAÇÕES: • Recuperar o espaço
molares decíduos e o remanescente não tem • Extensas lesões de cárie (não retem material • Manter o espaço para a erupção do dente
condições de suportar esforços mastigatórios. restaurador)
• Não deve interferir no processo de
• Extensas lesões de cárie (não retem o material • Hipoplasias (o amalgama não é indicado) desenvolvimento de dentes e arcos dentários
restaurador) • Anomalias hereditárias • Impedir a extrusão do antagonista
• Hipoplasias • Após terapia pulpar de dentes muito comprometidos • Proporcionar boa mastigação e fonação
• Anomalias hereditárias (amelogenese e dentinogenese (risco de fraturas de esmalte)
• Restaurar os contornos faciais normais

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


imperfitas) • Cárie de acometimento precoce (rampante)
• Após terapia pulpar em dentes muito comprometidos • Permitir fácil higienização
• Dentes com alterações de cor
(risco de fratura) • Evita comprometimento mastigatório,
• Cárie precoce da infância PREPARO DO DENTE estético e fonético
• Perda da dimensão vertical por bruxismo SELEÇÃO DA COROA • Previne hábitos deletérios
Resina flow
• Dentes anquilosado (infraoclusão) Colocar na forma
• Auxilia na devolução da estética
• Não devem ser utilizadas em dentes permanentes Polimerizar • Evita extrusões, perda de dimensão vertical
(pobre ajuste gengival e oclusal) Remover o molde de acetato
Técnica AJUSTE OCLUSAL Numa PPR o grampo sempre fica de mesial para distal
1. Seleção da coroa Cimentação Grandes perdas podem ser indicação de PT
2. Preparo do dente (mesmo da fixa)
3. Ajuste da coroa Outras opções protéticas
4. Isolamento relativo Pino e coroa • Prótese adesiva (tira cerâmica trançada) para
5. Limpeza (desengordurar a coroa - clorexidina) O pino intraradicular deve ocupar apenas 1/3 da raiz para um elemento.
6. Cimentação (CIV ou fosfato de zinco) não interferir na reabsorção.
7. Remoção dos excessos gengivais
• Coroas cimentadas – confeccionada em
Contraindicação laboratório.
Lembrar: a reabilitação protética só deve ser iniciada após
INCRUSTRAÇÕES • Bruxismo o controle da doença cárie. (reestabelecimento do
Indicações:
• Mordida profunda equilíbrio do meio bucal, higiene bucal e controle da dieta)
• Dentes muito destruídos, onde não é possível a
realização de restaurações • Força oclusal acentuada sobre os dentes anteriores

• Adaptação cervical – lesões ao periodonto • Mordida em topo

• Adaptação • Falta de espaço protético


Contraindicada
Realização
• Crianças com alto risco de cárie 1. Pulpectomia
• Higiene deficiente 2. Preencher com pasta Guedes
3. Isolamento absoluto
• Dieta inadequada 4. Desobturar o 1° 1/3 cervical do canal radicular com
• Cárie de acometimento precoce curetas de dentina (medir com sonda periodontal)
5. Vedamento do canal com Guta-percha
Tecnica de confecção
1. Preparo do dente Pino de fibra de vidro 1/3 do canal
2. Moldagem
3. Obtenção de modelos Seleção do pino com o tamanho compatível com a luz do
4. Fase laboratorial canal
5. Pode-se realizar provas em duralay ou em cera Determinação do comprimento do pino, marcar com lápis
6. Prova da incrustração até ½ da futura coroa.
7. Observar oclusão estática e em movimento Recorte do pino (alta rotação)
8. Observar adaptação dente-protese
9. Cimentação Técnica
10. Isolamento relativo a. Limpeza dos pinos com álcool 70%
11. Cimentos ionoméricos b. Silanização dos pinos por 1 min e secagem
Desvantagens c. Aplicação de adesivo nos pinos e fotopolimerizar
• Custo elevado d. Condicionar o remanescente com ácido forfórico do
remanescente dentário e parte intraradicular.
• Realizado em 2 etapas e. Lavagem e secagem
(DICA MOLDAGEM – Moldar primeiro o inferior, pois dá f. Aplicação de sistema adesivo intracanal e foto
menos ânsia) g. Cimentação do pino com cimento dual
INLAY/ONLAY (indireta) h. Espalhar o cimento por todas as paredes, molhar o
Indicações pino no cimento e posicionar para fotopolimerizar
• Dentes com defeitos estruturais i. Confecção do munhão de resina composta opaca,
• Dentes com pequena dimensão gengivo-oclusal da
com formato expulsivo de cervical para incisal
Medição da coroa com compasso de ponta seca
coroa clinica
• Anquilose (dente que não erupcionou corretamente) é
preciso colocar ele em oclusao até o momento
oportuno da exodontia.
• Dentes que precisam de extensas restaurações diretas
(longo período)
Contraindicações Jasiel Oliveira
• Pacientes com alto índice de cárie https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
• Bruxismo https://www.instagram.com/jayoliveira80/
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• Cavidade sem esmalte cervical
• Cavidades subgengivais
Cimentar com cimento resinoso ou flow. Tem que ter
condicionamento dos tec no modelo do sistema
adesivo.
MATERIAIS DENTÁRIOS
Amálgama Hidróxido de Cálcio FOSFATO DE ZINCO Silicone
Reação entre a liga Ag e Sn e mercúrio 1. Porções iguais de pasta (Base / Indicação: incrustrações, núcleos, coroas condesação
1. Inicia-se a trituração atingindo catalizador) e pontes Metálicas. Restauração Forma subprodutos: água ou etanol.
dureza parcial em 20 min. 2. Usar espátula 50 até cor homogênea e provisória de curta duração. Vazar rápido.
2. Termina a cristalização final em brilhante 1. Dispensar primeira gota de liquido Adição
48Hs depois 3. Não aplicar camada espessa com 2. Colocar ___ gotas na placa de vidro Não forma subprodutos. Pode aguardar 7
Polimento e acabamento 48Hs após. aplicador de hidróxido de cálcio, na região grossa dias sem vazar. Não usar com luva de
Presa do amálgama = Cristalização profunda 3. Usar a placa no canto da mesa látex por causa do enxofre (retarda a
Elementos químicos: Prata, estanho, 4. Evitar tocar nas paredes 4. Preparar cronômetro reação da presa). Vazar somente após 1h.
cobre e zinco. 5. Tempo total de trabalho 30 seg. 5. Iniciar a mistura pela menor

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Teor de cobre: Alto teor de prata e baixo 6. Bom isolante térmico proporção. Classificação
teor de cobre, tem valamento marginal e Indicação Usar em dentes desvitalizados Anaelásticos: Godiva (termoplástico) e
corrosão. 1. Reduz a atividade antibacteriana Temperatura ideal de 24° pasta OZE (lyzanda)
Se tem alto teor de cobre – excelente 2. Forma uma base Espalhar na proporção correta Elásticos: Hidrocolóides reversíveis,
desempenho clinico, não forma gama2 e 3. Fecha a câmara pulpar Finalizar a mistura em 1,5-2min irreversíveis (Alginato) e Elastomeros:
tem baixa resistência à corrosão e não 4. Impede a ação de agentes agressores Consistência – ponto de fio Mercaptanas, Silicones e poliéters
sofre valamento, são melhores. Gama2 5. Forrador e capeamento pulpar Limpar o dente com hipoclorito 0,5-1%
não é bom – promove corrosão. 6. Usado em restauração próximo a Presa inicial em 7min
CREEP – só quando tem gama2, tendo cavidade pulpar Presa Final em 48hs
expansão do material e valamento, gap, 7. Base/cimentação para rest. provis. ou
marginal. definitiva
Manipulação do material Capeamento indireto: Poupa ainda
1) Trituração - Amalgamador por 8s protegida – não exposta
2) Condensar Capeamento direto: Pequena exposição
o Adaptação do amalgama – por tração da câmara pulpar Verniz cavitário convencional
o Eliminação de porosidade Forramento – casos não tão profundos. 1. Pincel microbrush
o Redução do conteúdo de mercúrio Pacientes jovens 2. Passar 2 camandas
o Usar condensadores menores e depois Ausência de saliva 3. Passar jato de ar
os maiores Induz à formação de dentina Indicação
o Adaptar nos ângulos diedros Oxido de Zinco e Eugenol (OZE) 1. Base de restauração definitiva de
o Deixar excesso para esculpir Misturar em placa de vidro fina (resfriada amalgama;
3) Brunidura – pré escultura – retada polimerização) e espátula rígida 2. Proteção do ionômero de vidro,
4) Escultura nº 36, sem proporção pó/liquido definida. 3. Proteção dentina/polpa;
5) Brunidura pós-escultura Movimentos vigorosos. Tem ação 4. Diminuição da sensibilidade;
6) Ajuste oclusal – Não usar broca sedativa (importante se tem dor). Não 5. Utilizado em superfícies rasas
usar com resina, eugenol causa irritação. 6. Reduz a irritação pulpar
7) Acabamento e polimento – 48hs depois
Cavidades rasas. Se for profunda, fazer *Contra indicado para rest. em resina
forramento.
Fases da resina acrílica Não usa se houver exposição. Presa inicia Cimentos provisórios
em contato com a água. Possui efeito Provy (sem eugenol)
Resina acrílica – 5 fases: anódino. Hydro C (hidróxido de cálcio)
Líquida, Arenosa, Pegajosa, Plástica, OZE Tipo 1 Temp Bond (com eugenol)
Borrachóide Confecção de restaurações provisórias de Temp Bond NE (sem eugenol)
curta duração ou para cimentação Pasta de óxido de zinco e eugenol
Ativador da RAAQ: amina terciária provisória. Possui baixa resistência
Iniciador: peróxido de benzoila mecânica Obs: Em casos de próteses "Metal
Estágios da polimerização: Indução, OZE Tipo 2 free" devemos utilizar cimentos sem
propagação, terminação. Confecção de bases cavitárias, eugenol, já que o eugenol interfere na
restaurações provisórias de longa duração cimentação final quando esta é feita
VAZAR GESSO e cimentação permanente. por meio de cimentos resinosos.
Ionômero de Vidro (CIV)
TIPO II - Separar volume de água Usar espátula plástica, movimento Propriedades mecânicas
leve por 60 seg. Carga/força – ocorre na mastigação
correspondente 50%
Adequação do meio bucal Deformação plástica – retorna após a
TIPO III - Separar volume de água
correspondente 30% Proteger com verniz força ser removida
TIPO IV e V - Separar volume de água “Fio que não quebra” Deformação permanente – não retorna
Uso em crianças e adultos às dimensões originais
correspondente 20%
Não recomendado para região Tensão – reação do objeto à força
anterior Tensão de tração – o sentido das tensões
Resina composta – sistema adesivo Grande vantagem: adesividade ao afastam os átomos.
dente, libera flúor. Tensão de compressão – força tende a
Condicionante ácido – 3 passos CIV-R (restaurador) – Provisório de aproximar os átomos
(Acido fosf+primer+bond) longa duração, ou definitivo. Tensão de cisalhamento – tensão tende a
1. Cond. Ácido – 30s / 15s (esmalte e CIV-F (forrador) – Bases cavitárias fazer com que os átomos escorreguem
dentin) profundas ou bastante profundas entre os planos
2. Lavar em abundancia (mesmo CIV-C (cimentante) – Agente cimentante Tensões complexas – Ocorrem o tempo
tempo) de próteses metálicas ou metalocerâmica, todo.
3. Secar com papel filtro – manter bandas ortodônticas. Resiliência – capacidade de suportar a
úmido CIMENTO RESINOSO DUAL força sem sofrer deformação. Jasiel Oliveira
4. Primer – 30 s sob agitação Indicação: Coroas e pontes de porcelana Tenacidade – energia necessária pra https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
puras ou fundidas a partes de metais https://www.instagram.com/jayoliveira80/
5. Jato de ar fraturar o material.
11 9 7495-1083 whatsapp
6. Aplicar bond preciosos, semi-preciosos ou não CELT – coeficiente de expansão térmico
7. Formar camada híbrida preciosos (metalo-cerâmicas). Inlays, linear – o quanto o material se contrái ou
Condicionante ácido – 2 passos onlays, overlays em porcelana ou resina dilata ao variar a temperatura. Quanto
(Acido fosf + primer/bond) composta. Pinos radiculares de fibra de mais parecido com o dente, melhor.
Resina vidro, cerâmicos ou metálicos. Módulo de elasticidade – o quanto o
1. Técnica incremental obliqua Passos: material resiste à deformação.
2. Colocar pequenas partes e 1. Isolamento do dente Sinérise – Perda de fluído para o
fotopolimerizar 2. Condicionar o dente com Ácido 37% ambiente – contração
3. 15s cada jato de luz 3. Aplicar Primer+bonde Embebição – absorção de água
4. Peça deve estar com jateamento de
Ativador: luz óxido de alumínio
Iniciador: Canforoquinona 5. Aplicar ácido fluorídrico na peça e
Silano enxaguar
Agente de união – entre a matriz e as 6. Aplicar silano na peça. Aguardar 1min.
partículas de carga Secar com ar.
7. Aplicar o cimento no interior da peça
Alginato 8. Instalar a peça
Proporção pó e liquido igual 1:1 9. Remover os excessos
Vazar o mais rápido possível <30min 10. Manter em posição 3-5min
11. Fotopolimerizar 40 seg. cada superfície
12. Acabamento e polimento
PRÓTESE TOTAL
Exame clínico Teste de retenção Plano de orientação inferior Acrilização e ajustes
Topografia do rebordo, relação espacial Vertical – puxando para baixo • Apoio da cabeça – occiptal Verificar retenção, polimento e
vertical e horizontal. A retenção está Horizontal – empurrando pelo cabo • Plano de camper paralelo ao solo acabamento da prótese
ligada com a altura do rebordo e Anterior – de dentro para fora • Relaxamento: respiração lenta e Fazer mínimo desgaste possível
consistência da fibromucosa. Mucosa profunda Se doer muito, pedir para tirar (um dia
flácida compromente a estabilidade. Desinfetar o molde • Medir a DVR com compasso de Willis antes para que possamos verificar onde
Necessidade preparo de boca I no Borifando hipoclorito e limpar com água • Subtrai-se 3mm da DVR para desgastar.)

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


antagonista? gessada determinar a DVO Considerações sobre Próteses Totais
Pacientes prognatas e retrognatas é mais • Após a Confecção dos planos de Unimaxilares
complicado para harmonizar. Modelo funcional/trabalho orientação reavalia-se a DVO pela Conceito de moldagem, base de prova e
Grandes discrepâncias podem prejudicar a Registra a borda da prótese formação de espaço de 3mm (EFP) na tomada de DVO igual a bimaxilar.
oclusão. pronuncia de fonemas silibantes. Teste Se antagonista for PPR, fazer junto
Vazar o modelo com dique de cera de Silverman. PT+PPR.
Exames complementares Usando Gesso Especial Diferença:
RX Panorâmica é o mais importante para Articulador Plano de cera superior com todas as
pesquisar dentes inclusos, cistos, posição Base de prova + plano de orientação ARCON – as esferas que simulam os referencias e com 1mm a mais do
do vervo alveolar. Objetivos: Guiar o posicionamento dos côndilos são colocadas no ramo inferior do valor obtido para DVO.
Modelo Anatômico – planejamento pré- dentes artificais. Usar cera 7 aparelho, ou seja, imitam as relações Teste fonético pra confirmar medida.
protéticos, delimitações e prognósticos. Avaliar as referências em boca anatômicas humanas. Tomada da PO: técnica de house,
Compleição facial – Suporte do lábio NÃO-ARCON – os elementos referentes plastificar o rolete e pedir para o
A prótese total Tipos de lábios – caídos (não mostra aos côndilos são colocados na parte paciente ocluir pressionando o rolete
Mucossuportada, a transmissão das forças dente) superior do instrumento, logo, não se 1mm de profundidade sobre os
ao osso é feita através da muscosa. A Normais (0,5-1,0mm aparente e relacionam com a anatomia humana. dentes antagonistas.
eficiência da mastigação está relacionada arqueados (>2,0mm em repouso) Registar linhas
a estabilidade e retenção. Harmonia facial – altura do plano de Transferir modelo superior para o Montagem em articulador
Rebordos altos = + Retentenção. orientação tubérculo do lábio. Em articulador com a ajuda do arco facial. Registro oclusal com pasta OZE
pacientes jovens 1mm aparente, idosos Montagem dos dentes: Bilateral
Moldagem anatômica geralmente não aparece em repouso. Benett (0°)– trajetória sagital, lateral, incisal balanceada ou o mais próximo dela
Material: Retirar em altura anterior. Condilar (30°) – parede superior possível sempre ocluindo com o
Anaelático – regiões expulsivas e planas Corredor bucal – espaço entre os dentes e Distância intercondilar – P,M,G antagonista.
(avaliar mucosa) - Godiva a mucosa. Tem que haver. Coisas importantes
Elásticos – expulsivas e retentivas - Plano oclusal (látero-lateral) – paralelo a Relações horizontais – fixação do inferior Câmara de vácuo – Não se usa mais na
Silicone Pesado de adição/condensação, linha bipupilar. Usar a régua de FOX. Ainda Técnica de House – cansaço muscular PT. Se tem hiperplasia ou tórus, fazer
Cera + Alginato. com a Fox verificar o plano de camper (pequenas aberturas de 3mm) cirurgia ou reembasar gradativamente
Objetivo: Copiar toda área do rebordo (tragus-asa do nariz) a inclinação antero- Acrescentar cera no superior e pedir para o com resina.
ósseo e das estruturas anexas (fundo de posterior deve estar paralela ao plano de paciente fazer os movimentos de Tipos de rebordos – triangular, quadrado
sulco freios e inserções musculares). Camper. lateralidade – usar a técnica do desgaste de e oval.
Ténica no Superior - Tracionar os tecidos Sorriso – o rolete tem que tocar o lábio Paterson, em cera. Cansaço muscular – tende a levar os
• Moldar de posterior para anterior (ideal) local dos futuros dentes. músculos depressores da mandíbula a
• Plano oclusal paralelo ao solo Curva de Spee – Antero posterior Só então fixamos Sup/Inf uma posição de equilíbrio.
• Na altura do cotovelo do operador Curva de Monson – Latero-lateral DVR Ideal: ATM em posição de saúde,
Técnica no Inferior – Não tracionar tecidos Curva de compensação – todos os dentes Depois que registramos o superior em Tônus em equilíbrio, Dentes em MIC
• Moldar de anterior para posterior devem ocluir nos movimentos excursivos. articulador com o arco facial podemos já (este último é o objetivo final, visto que o
• Língua relaxada sobre a moldeira A curva compensa a inclinação do teto da dispensar o uso pois o inferior vai ficar pac não tem dentes).
• Na altura do cotovelo do operador cavidade articular. registrado com as mesmas referências do Posição de oclusão: Posição habitual da
Remover com golpe único superior. mandíbula, tomada após desprogra-
Vazar o modelo Determinar a DVR/EFP/EFP/DVO mação muscular que será a futura MIC.
Modelo Anatômico Técnica para obtenção da DVO em Posicionar o sup e inferior com grampo em Função do arco facial: determina a
Delimitar área basal pacientes desdentados – técnica de Lyttle boca. distancia intercondilar, relação da maxila
Local de vedamento/selamento modificada por Tamaki com a base do crânio e os eixos de
Zonas de pendlenton Marcar a linha alta do sorriso rotação da mandíbula.
Suporte Principal, Suporte secundário 1. Após confecção do plano sup, medir Consertos
(Vertentes do rebordo), Selado periférico, com compasso de Willis, distância – base De frente marcar a linha média (pode usar o 1. Colar as partes fraturadas
Alívio, Zona de selado posterior do nariz ao mento em repouso (DVR). fio dental como referencia). 2. Verter gesso comum na área chapeável
Delimitação inferior - alivio de freios, 2. Pac. sentado, ereto, confortável, da prótese
bridas e inserções musculares, delimitar a respiração leve, lábios levemente Linha de canino (marcar com boca fechada 3. Realiza-se canaletas perpendiculares
papila piriforme e separar em 3 partes separados. na comissura labial) pegaremos a distal do (fio ortodôntico 0,7mm)
iguais (as 2 partes anteriores farão parte 3. Medir DVR-3mm=DVO canino. Não precisar marcar linha de sorriso 4. Preenche-se com resina
da área basal), linha oblíqua da do inferior. 5. Solta-se a base de gesso da prótese
mandíbula como referencia para a Avaliar necessidade de levantamento da 6. Polimento da parte externa,
delimitação por vestibular, linha milo- DVO. Reter modelo inferior no articulador, com 7. Reembasamento da prótese total mal
hióidea como referencia para a pino Guia em zero. adaptada.
delimitação por lingual Obtenção da DVO – Direta Doenças relacionadas
Delimitação superior - alivio de freios, 1. Boss – potencia da musculatura Selecionar cor (com o apoio do paciente) Candidíase Eritematosa/atrófica crônica
bridas e inserções musculares, contorno 2. Deglutição ou Monson - – infecção fúngica (cândida albicans).
envolvendo até o fundo de sulco do deglutição Montagem de dentes Mancha avermelhada e queimação.
túber, linha reta ligando túber a túber, 3. Máscara Facial – pacientes com Montagem em oclusão bilateral balanceada Geralmente usuário de PT direto.
região mediana do processo zigomático dentes – durante os movimentos excursivos todos Ver receita de DAKTARIN gel
da maxila, localizar limite mucosa móvel e os dentes se tocam. Prótese total Provisória - imediata
mucosa inserida e delimitar de 3 a 4 mm a Obtenção DVO – Indireta Procurar montar sobre a crista do rebordo. Moldagem dos remanescentes (técnica
partir desse limite em direção ao fundo 1. Sears - rebordos Usar carta-molde usada em PPR), moldeira Vernes, vazar
de sulco. 2. Wright – fotográfico modelo anatômico com gesso Pedra.
3. Tuner e Fox – reconstituição facial Prova dos dentes Procecer como se estivesse fazendo uma
Confecção de moldeira individual 4. Willis – Proporções faciais Devemos verificar: PT definitiva. Delimitar área basal para
Superior – cabo com 30°-45° de inclinação 5. Gerson Martins – repouso - DVO confecção de moldeira individual.
Inferior – cabo reto 90° muscular - Linha média, caninos e alta do sorriso Moldar com pasta OZE na área onde não
6. Brodie e Thompson – - Suporte labial tem dente, ajustar e a 2° moldagem
Moldagem funcional imutabilidade da DVR - Corredor Bucal deve ser alginato mais fluído (moldeira
Objetivo: desenhar a borda da prótese, 7. Silverman – EFP / Fonético - Curvas de compensação precisa estar perfurada para extravasar.
avaliar áreas de compressão e alívio, cópia - Posição de oclusão Fazer postDamen (vazar gesso especial)
fiel da área basal. - Forma dos dentes No plano de cera. Tomada de DVO igual
Dupla moldagem com Lysanda (OZE) - Tamanho dos dentes da PT, montar o plano de cera no garfo,
• Tracionar sup e inf - Cor dos dentes mas pode ter situações em que não
• Movimentos com a língua - Posição e alinhamento dos dentes precise. Montar e acrilizar. No dia da
Post-damming – no selado posterior. exodontia, se faz a instalação e se
necessário reembasar com material
acrílico.
PRÓTESE FIXA
COMPONENTES DA PROTESE FIXA Localização da margem: Conceitos Cimentos provisórios
Pilar: É o dente que serve de suporte a Gengival Retenção – resiste as forças de Provy (sem eugenol)
uma PPF. Retém a prótese (ancoragem). Supra sucular remoção da restauração no eixo Hydro C (hidróxido de cálcio)
Recebem carga ou pressão. Dente que Intra sucular de inserção. Temp Bond (com eugenol)
recebe o preparo. Sub sucular – indesejável para Estabilidade – evita o Temp Bond NE (sem eugenol)
prótese. deslocamento promovido pelas Pasta de óxido de zinco e eugenol

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Pôntico: dente artificial suspenso entre forças oclusais obliquas. Atenção: Em caso de prótese metal free, não usar
os dentes de suporte, substitui um Tipos de linha de teminações Altura e diâmetro do preparo – EUGENOL, pois interfere na cimentação final com
dente natural ausente. Devolve a função Indicação por tipos de preparos diretamente proporcional à cimento resinoso.
e estética, preenche o espaço ocupado Metal retenção. >altura e diâmetro = + Durante a cimentação, não cimentar o algodão junto,
pela coroa. Chanfro simples retenção. A altura aumenta a remover cimento do sulco, passar fio dental.
Lamina de faca estabilidade aumenta, ou seja, Limpeza do preparo
Retentores: são as restaurações que Cerâmica pura diretamente proporcional. Se Após o término do preparo há a formação de um magma
serão cimentadas aos pilares 90° diminui o diâmetro aumenta a com
corretamente preparados. É diferente Chanfro largo estabilidade, ou seja, 4 a 5 micrometro (restos de dentina, óleo, sangue,
do retentor radicular (núcleo). Qualquer Ombro cerâmico inversamente proporcional. bactérias, etc)
dispositivo usado para estabilização e Estabilidade – será maior Devemos promover uma adequada limpeza do preparo
retenção das próteses. Peças protéticas Coroa metalocerâmica quando a altura for maior que o • Limpeza com detergentes aniônicos
que irão ser adaptadas sobre os dentes Degrau biselado diâmetro do preparo. • Lavagem com água
pilares preparados. Parte da prótese fixa Chanfro Simples Conicidade – 3° na parede = 6° • Não usar substancias ácidas
que será cimentada (copping) Chanfro largo no total. Se > expulsividade, pior • Evitar o ressecamento da dentina
Chanfro largo biselado a retenção. Desgastes no plano oclusal
Conectores: unem os ponticos aos Termino em 135° Retenção x estabilidade – Metalo- Total Porcelana
retentores. Podem ser rígidos ou não Lâmina de faca inversamente proporcional. > ceramica metálica Pura
rígidos. expulsividade < retenção e Mm mm Mm
estabilidade. VIPS 2,0 – 2,5 1,5 2,0-2,5
Retenção auxiliar – aumento do LIVS 1,5 - 2,0 1,0 2,0-2,5
contato, cria paredes contra o Axial 0,5-0,7 0,5-1,5
movimento de rotação.
Anteriores 1,3V/P 0,7 V/L 2,0
Plano de inserção – nas
2,0 I
proximais e ao longo eixo do
Degrau em 90° 0,6 L/C
dente.
Biomecânica
A musculatura.
1. Raiz clínica é a raiz inserida
Pilares principais – os das extremidades Masseter – faz fechamento. Origem: Feixe superficial:
em osso.
da prótese Margem inferior do corpo e 2/3 anteriores do arco
2. Proporção coroa-raiz deve
Pilar secundário – está no meio de uma zigomático. Feixe profundo: 1/3 anterior do arco
representar 1:1
prótese fixa, estão intercalados entre os zigomático. Término: Feixe superficial: face lateral do
3. A medida ideal é 2:3 (2 partes
espaços protéticos. Degrau com biselado ou chanfro ramo da mandíbula. Tuberosidade massetérica. Feixe
da coroa para 3 de raiz)
profundo: Ramo da mandíbula
4. Raizes com largura V/L maior
Espaço protético: área sem o dente • Temporal – faz fechamento. Origem: linha temporal
que M/D com raiz divergente
inferior; lâmina profunda da facia temporal. Término:
será um pilar melhor
CLASSIFICAÇÃO DO PÔNTICO Ápice e face medial do processo coronoide da mandíbula.
5. Lei de ante: A área da raiz dos
Forma de bala Crista temporal.
pilares deve ser igual ou
superior à dos dentes que •
Cônico e arredondado. Pterigoideo medial – fechamento. Origem: Fossa
Adequado para rebordo inferior pterigoidea. Término: Tuberosidade pterigoidea da
serão substituídos.
pequeno. Contra-indicado para rebordo mandíbula
Chanfro simples 6. Pode-se se colocar os 4
plano. É fácil de limpar, mas a Pterigoideo lateral – protrusão. Origem: Feixe inf.: face
incisivos com os caninos como
extremidade é pequena em relação ao lat. da lamina do processo pterigoideo. Feixe sup.: infra-
pilares (exceção)
seu tamanho geral. temporal da asa maior do esfenoide Término: Feixe inf.:
7. Viga = cantilever: no mímino 2
dentes para segurar 1 Fóvea pterigoidea Feixe sup.: Cápsula articular e disco da
Plano inclinado ATM.
8. Pôntico em posição cantilever
Face lingual inclinada, convexa, Facilita a Abaixadores
– de preferencia na mesial
higienização. Indicado para Dentes
Músculos Suprahioideos: Digástrico, Estilohioideo,
anteriores e posteriores.
Provisórios Milohioideo, Geniohioideo
Chanfro acentuado (largo) 1. Um provisório deve proteger Músculos Infrahioideos: Esternohioideo,
Higiênico
os tecidos e conferir estética Omohioideo, Esternotireoideo, Tíreohioideo
Esculpe-se somente a porção oclusal
durante as sessões.
Ausência de necessidade estética
2. Com o provisório temos uma
Espaço protético pequeno inferior e PRINCÍPIOS DE OCLUSÃO ÓTIMA OU IDEAL
prévia do trabalho final
posterior. Fica suspenso. ATM em relação normal
3. Deve ter boa adaptação
1 – Contatos bilaterais e simultâneos em RC e MIC
marginal, retenção,
Sela RC = MIC em repouso, tem contato de todos os dentes.
estabilidade, não irritante, não
Abraça o rebordo na face Vestibular e RC ≠ MIC é a situação mais comum
muito fino, não pressionar a
lingual. Contra indicado em qualquer Centrica longa ocorre o movimento da mandíbula como um
papila
situação. Impossibilita a higienização todo, quando ocorre o movimento da RC para MIC. Cêntrica
4. Pode ser feito direto no
Chanfro Acentuado (largo) com bisel larga ocorre o contato de apenas um ponto de contato.
consultório ou indiretamente
Preparos em Metalocerâmica Para ocorrer a MIC tem que ocorrer o movimento.
no laboratório.
Dentes anteriores 2 – Carga axial - Paralelas ao longo eixo do dente
5. Usar cimento temporário.
Chanfro simples (proximal e Lingual) (fisiológica)
Chanfro largo biselado (vestibular) 3 – Ausência de interferencias
Classificação
1. Desgaste ocusal/incisal Lado de trabalho – sem interferência
Pré-fabricados
2. Desgaste axial – Vestib/Palatina Lado de balanceio – sem interferência
Dentes de estoque
3. Desgaste Proximal 4 – Padrões mastigatórios
Formas anatômicas
4. Desgaste Palatina Função de grupo: total.
Artesanais
5. Biselamento vestibular Termino em 135° Quando todos os dentes ajudam no movimento de
6. Acabamento lateralidade. O canino sempre tem que tocar. Se isso não
Técnica de confecção
Dentes posteriores acontecer, é provável que tenha interferência. O contato
Direta: técnica da máscara e
Desgaste cúspide funcional – 2,0mm deve ser de anterior para posterior gradativamente.
técnica da bolinha
Desgaste cúspide suporte – 1,5mm Função de grupo: parcial
Indireta: prensada/laboratório
(na mesma sequência dos anteriores) Canino está tocando mas não são todos os dentes que
tocam. Canino e mais 1 ou 2 pres
Se tocar: canino e molar é interferencia
Pre, e lateral: interfencia
5 – Protrusão com desoclusão posterior
Em protrusiva os posteriores desocluem 1,1mm
Fenomeno de Christensen
Guia anterior
6 - Princípio da proteção mútua
Os dentes posteriores protegem os anteriores e os
anteriores protegem os posteriores.
PRÓTESE FIXA
Partes de um Pinos intra radicular Protocolo de atendimento de PPF Moldagem 5. Dimensões do cor:
a. Pino Materiais consistência elástica quando a. Matiz: É o Nome da Cor: ex verde, azul,
b. Espelho – no mínimo 1mm Para calcular o tamanho da coroa retirados da boca. amarelo...é a QUALIDADE que distingue
c. Núcleo clinica é importante pensar no Requisitos do molde uma cor da outra.
Confecção do Pino intraradicular seguinte: 2 parte de coroa clinica para a. Réplica exata do dente b. Croma: É a INTENSIDADE OU SATURAÇÃO
d. Coroa clínica – da crista alveolar à 3 partes de raiz b. Dentes proximais e antagonista do matiz.
incisal Sequência clínica: c. Isenção de bolhas c. Valor: QUANTIDADE ADICIONAL DE

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


e. Raiz clínica é a parte inserida em • Anmnese + Exame clínico + 2. Moldagem com Alginato parcial PRETO OU BRANCO que se coloca nesta
osso moldagem + exame clínico para troquelização e total cor, logo, refere-se também à sensação de
f. Coroa anatômica – da JAC ao ápice • Modelos de estudos antagonista. claro/escuro.
g. Raiz anatômica – da JAC ao ápice • Diagnóstico 3. O termino cervical deve ser liso, 6. Mensurar a cor:
Fazer a desobstrução com broca de Largo • Plano de tratamento polido e bem definidos a. Avaliar com a escala de cor
n°1 • Relação maxilo mandibular e 4. Método de afastamento gengival b. Equipamento que faça a
• A Largura do pino deve ter 1/3 do montagem em ASA Casquete, fio, Retrator, com vaso espectrofotometria, colorimetria
diâmetro do remanescente radicular, • Registro interoclusal em MIC e em Constritor. Inserir o fio pela c. Uso de fotografias digitais
com formato levemente elíptico e não alguns casos em RC, é necessário proximal 7. Sequencia para seleção de cores
cilíndrico. avaliar o paciente. Técnicas a. Retirar do paciente objetos que chamem
• Os pinos podem ser simples, bi ou tri • Arco facial – distancia intercondilar - reembasamento: 1° pesado + 2°leve a atenção
partidos, ou estojado (esse em desuso) – P/M/G Remover o fio retrator antes da 2° b. Profilaxia
• Na técnica de direta a gente usa resina • Guias condilares – 30° - Técnica de dupla mista: pesado e leve c. Posição favorável
acrílica modelando pra fundição. • Guias laterais (Angulos de Bennett) Remover o fio retrator pouco antes d. Selecionar a cor - Utilizar a área do dente
Indicada para elementos unitários – 15° (lado de balanceio) - Técnica do casquete com maior croma para a escolha da cor
• Modelar com a tec de Nealon • Pino Guia Incisal
e. Selecionar o croma
Na técnica indireta – é quando usamos a Prova do pino e copping f. Selecionar o valor
• Avaliar a curva de Spee
moldagem 1. Durante a prova devemos observar g. Realizar a checagem final e
• Altura ocluso gengival do dente
Deve ter 4mm de material obturador a adaptação marginal, que é o Revisão.
pilar. A altura curta pode
remanescente + 1mm ou 2mm = 5mm mesmo que ajuste ou selamento Prova da cerâmica
comprometer a retenção
cervical – não pode estar 1. Remover a restauração provisória e limpar o
• Inclinação dos dentes pilares, pois
Para usar Pinos de fibra de vidro é preciso desadaptada. preparo.
tendem a migrar.
mínimo de 2mm de remanescente para 2. Podemos verificar a adaptação 2. Confirmar se as cores estão corretas
• Avaliação da migração dos dentes interna usando evidenciadores, 3. Avaliar contatos proximais com fio dental e
permitir a reconstrução.
pilares moldando com silicone ou carbono
3 medidas de para definir o pino
• Analisar a oclusão (face de radiografias. Nesses casos observar 4. Na área do pôntico, devemos colocar silicona
Máximo = remanescente dentário –
desgaste – abrasão patológico, em que onde estiver “pegando” fluida na área interna pra verificar se há
(menos) 5mm.
áreas funcionais – contatos precisa ser desgastada para não compressão do rebordo que possa estar
Remanescente dentário é a raiz clinica +
prematuros em MIC ou impedir o assentamento da peça. impedido a adaptação.
coroa clínica ou remanescente coronário
interferências nos deslocamentos 3. Tipos de desajustes que podem 5. Fazer os ajustes oclusais
caso esteja destruída – somente o que
laterais) ocorrer: 6. Enviar para o laboratório concluir com o glase
sobrou. Medir a radiografia. O Pino vai ser
• Discrepâncias no plano oclusal a. Degrau negativo
o tamanho total menos 5mm.
(cursas de Spee e Wilson e b. Degrau positivo Cimentação Metalocerâmica
Ideal = 2/3 do remanescente dentário
extrusões dentárias) 4. Uma vez que a peça tenha sido Provisória – por cerca de 15 dias para avaliar o
Mínimo = Metade da raiz clínica + o
Plano de tratamento provada e esteja correta, é preciso desempenho da peça.
remanescente coronário
a. Avaliação dos dentes suporte fazer a transferência para a Definitiva – Cimento de fosfato de zinco,
Ex 17mm de raiz clinica
b. Proporção coroa/raiz soldagem (brasagem). Seguindo a posicionar, pedir para o paciente morder sobre
Metade = 8,5mm de raiz clinica + o
c. Configuração da raiz – melhor em sequencia: um rolete de algodão., limpar o excesso.
remanescente coronário (ex3mm). Soma
raiz divergente. Configurações c. Unir com duralay
8,5+3 = 11,5 que será o tamanho mínimo.
ovaladas são melhores. (múltiplas) Fosfato de zinco
d. Área da superfície da raiz d. Enviar para processo Indicações:
Cimentar com fosfato de zinco ou cimento
e. Avaliar lei de ante laboratorial Usar em dentes desvitalizados (por ser mto
resinoso. Se tiver pouca parede usar
Montagem no articulador 5. O objetivo de fazer a união com ácido)
retentor fundido. Se tiver muita parede,
1. Moldar com alginato para estudo duralay para a solda é que Incrustrações, coroas e pontes
usar fibra de vidro. Devemos usar o canal
2. Vazar com Gesso especial durante a fundição pode ocorrer
mais volumoso – de preferência o palatino
3. Fazer retenção contração do material. O ponto Cimento Resinoso – DUAL
Se precisar de mais retenção, preparar
4. Usar plano de Frankfurt (tragos – de solda reduz essa possibilidade Indicações:
dois canais, se houver.
infra orbital.) garantindo mais estabilidade. Dentes vitalizados/desvitalizados
Fatores que dão retenção ao pino
5. Hidratar o modelo 6. Molda-se fazendo a transferência Coroas e pontes de porcelana puras ou
h. Comprimento
6. Aquecer godiva, colocar 3 pontos dos coppings com alginato fundidas a partes de metais preciosos,
i. Cimentação – fosfato de zinco é o ideal
na forquilha. 7. Registro oclusal com Duralay semi-preciosos ou não preciosos (metalo-
j. Inclinação das paredes – 6°
7. Não precisa ser na boca pode ser 8. A solda estará localizada na área cerâmicas). Inlays, onlays, overlays em
k. Conicidade
no modelo dos conectores proximais porcelana ou resina composta. Pinos
l. Diâmetro – deve ter 1,5mm de dentina
8. Levar a forquilha no plano sagital 9. Depois de soldada a peça é radiculares de fibra de vidro, cerâmicos ou
lateralmente ao pino
mediano (centralizar antes no novamente provada. metálicos.
m. Recomendado é que o pino tenha
modelo)
diâmetro max correspondente a um
9. Posicionar atrás do paciente Seleção de cor Controle da oclusão
terço do diam radicular
10. O modelo deve estar estável na 1. A seleção de cor depende da • Analisar em cada consulta
n. Inicialmente remover o material
forquilha avaliação e interpretação • Verificar mobilidade
obturador e avaliar seu diâmetro
11. Pac fica segurando a foquilha em
o. Proporções de 1/3 das paredes individual • Fraturas
posição
Etapas de confecção 2. COR - É um fenômeno luminoso • Retrações
12. Inserir o arco facial encaixando que nos permite diferenciar os
a. Avaliar o remanescente dentário
primeiro na haste da foquilha objetos.
(clinico e radiográfico)
13. Encaixar as ogivas 3. Depende de três fatores
b. Remoção dos tec cariados e material
restaurador
14. Apertar os parafusos e saberemos principais: o observador, o objeto Jasiel Oliveira
qual a distância intercondilar e a fonte luminosa. https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
c. Preparo do conduto – ovalada ou
15. O nasio apertado oferece 4. Metamerismo - A depender da
triangular https://www.instagram.com/jayoliveira80/
estabilidade fonte de luz que ilumina
d. Moldagem/modelagem 11 9 7495-1083 whatsapp
Sintomático – algum problema determinado objeto, este pode
Montagem do inferior em MIC, com aparentar ter cores diferentes
objetivo de fazer uma placa de Podem ser:
mordida. a. naturais
Avaliar a remissão dos sintomas (ruídos b. incandescentes
e dor – ATM), abertura, amplitude, c. fluorescentes
lateralidade.
Assintomático
Montar em RC usando um JIG paralelo
ao plano oclusal (1mm) por 1h. Placa de
mordida
DENTÍSTICA
CLASSIFICAÇÃO DAS CAVIDADES – Black PARTES CONSTITUINTES DAS CAVIDADES Diagnóstico Estratégias de tratamento
CIRCUNDANTES Selante/proservar 1. Diagnóstico da condição
Classe I – Má coalescência do esmalte São as paredes laterais da cavidade Fluorterapia pulpar
(oclusal, cíngulos, 2/3 oclusal dos Duvidoso? Não-invasivo 2. Procedimento operatório de
posteriores – V dos inf e P dos sup.) Lesão incipiente Selante invasivo ou remoção do agente agressor,
Classe II – PROX dos Post (M/D) (esmalte) restauração de controle de infecção e das
Classe III – PROX de Ant (1/3 cerv e méd.) conservadora (mínima injurias adicionais
Classe IV – Ângulo dos INC dos Ant PAREDE DE FUNDO PULPAR - Parede intervenção) 3. Modalidade de tratamento e
Classe V – 1/3 Cervical (V/L) de todos os paralela à face oclusal. Lesão crônica forma de aplicação do
dentes cavitada Aguda Restauração biomanterial de forramento.

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Classe VI – ponta de cúspide e incisal Lesão crônica Restauração 4. Restauração da cavidade
cavitada
PRINCÍPIOS GERAIS DO PREPARO Lesão radicular Controle de placas – Aspectos a serem considerados
CAVITÁRIO ativa proservar/restaurar 1. Idade do dente
PAREDEDO DE FUNDO AXIAL -Parede
Finalidade: forma, função e estética 2. Grau de mineralização da
paralela ao longo eixo do dente.
Regras: Lesão radicular Proservar/restaurar dentina
1. Remover totalmente o tec. Infectado Inativa 3. Modificação tecidual da
2. Deixar as paredes da cavidade com dentina
suporte de dentina sadia ou por Fatores que orientam as estratégias de proteção 4. Localização da dentina
material de igual função. 5. Relações tubo
do complexo dentino-pulpar
3. Conservar maior quantidade de tec dentário/dentina
Ângulos Diedros • Profundidade cavitária
dental sadio intertubular
União de duas paredes de uma cavidade. • Idade do paciente
4. Preservar a vitalidade pulpar 6. Presença de qualquer
1ºGRUPO - Duas paredes circundantes. • Qualidade e tipo de dentina remanescente
5. Preparo cavitário limpo e seco substância capaz de alterar
2º GRUPO - Parede circundante com uma • Limpeza cavitária
a condutividade de fluídos
parede de fundo.
TEMPOS OPERATÓRIOS: através dos túbulos (ex.
3º GRUPO - União das paredes de fundo da Materiais indicados
1. Remoção da dentina cariada (baixa Amálgama)
cavidade. Profundida Proteção p/
rotação com refrigeração)
Ângulos Triedros - São ângulos formados de restauração adesiva
Dentina–Carbide – baixa com refrigeração Sucesso na terapia pulpar
pelo encontro de três paredes Rasa Sistema adesivo –
Esmalte – Ponta diamantada Correto diagnóstico da
Cavo – Superficial - É o ângulo de 45° oferece proteção.
Broca compatível com o tamanho da lesão. condição pulpar
formado pela junção das paredes da Em amalgama pode
Pode-se usar ainda: Escavadores, Abrasão Procedimentos operatórios de:
cavidade com a superfície externa do ser com verniz ou
a Ar e Laser a) Remoção do agente
dente. adesivo.
2. Forma de contorno agressor
Remoção do tecido cariado, áreas Média Sistema Adesivo b) Controle de infecção
Tipos de cavidades: Profunda CIV+ Sist Adesivo
suscetíveis à cárie, esmalte sem suporte, c) Isolamento do complexo
Simples, composta, complexa Muito Cim. De Ca (OH)2 +
acabamento das margens, preservação das dentino-pulpar de injurias
estruturas de reforço, cristas e pontes de Profunda CIV + Sist. Adesivo adicionais.
Diagnóstico de Cárie Exposição HidroC PA + Cim. De
esmalte, ângulos bem definidos. d) Forma de aplicação do
Cárie = MICRORGANISMO + HOSP + DIETA
3. Forma de resistência Ca (OH)2 + CIV + Sist. biomaterial de
+ TEMPO – doença infectocontagiosa,
Dar forma para resistir, esforços Adesivo capeamento para
multifatorial, destrói tecidos mineraliza-
mastigatórios, variação volumétrica dos estimular processos
dos, progressão lenta. Causada por ácidos
materiais restauradores. Proteção pulpar direta biológicos que levem a
de microrganismos (streptococosmutans).
Obs.: Todo esmalte deve ser suportado por • Capeamento pulpar direto respostas dentinogênicas
Inicia com mancha branca
DENTINA. • Curetagem específicas.
(desmineralização).
Amálgama: preparos de ângulos diedros Fatores a serem observados: e) Restauração da cavidade
Cárie proximal: Cárie oclusal: 
arredondados e uma amplitude de ¼ de • Grau de comprometimento pulpar para proteger a área
distância intercúspidica. Parede gengival
Identificação de cárie: • Extensão da lesão tratada da infecção
plana paralela à parede pulpar e ambas • Tempo de exposição bacteriana.
Não usar a sonda (?), nas proximais usar
perpendicular ao longo eixo do dente. < 1mm não remover cornos – apenas capeamento
separação mecânica (mediata borrachas 3
2,0mm (mínimo) > 1mm houve contaminação da polpa – com ponta Principais causas de injúrias
a 7 dias ou imediata). Em dentina, verificar
Resina: Profundidade não é significativa. diamantada de alta rotação para limpar. Observar pulpares
coloração e consistência.
4. Forma de retenção grau de comprometimento pulpar, tempo de • Lesões cariosas
Lesão ativa: amarelo-claro/castanho e
Amálgama: Largura maior que a exposição (tratar canal) Paciente jovem 21 anos. • Preparo cavitário
aspecto úmido.
profundidade não é retentiva. Largura
Lesão inativa: escura/preta e firme à Se não sangrar a polpa necrosou. • Trauma oclusal
menor ou igual a profundidade é retentiva.
palpação direta. Se sangrar, usar água com cal. 20g de Hidro C Pa e • Trauma externo
Paredes paralelas ou levemente 100ml soro para fazer restauração definitiva. Soro • Procedimento restaurador
Exame complementar radiográfico:
convergente para a oclusal. fisiológico estéril.
imprescindível para identificação em
Resina: Não precisa de uma forma Capeamento direto
Dentina (localização e extensão)
específica. Usa como retenção o sistema Tempo de tratamento: 45 à 120 dias • Dente jovem
adesivo de condicionamento total (Ácido Fazer teste de sensibilidade. Retirar prov. fazer • Exposição acidental
Inspeção visual:
fosfórico 35-37% + adesivo) novo tratamento. • Exposição de pequena
• Boa iluminação
5. Forma de conveniência Isolamento ABSOLUTO dimensão
Proporciona um acesso adequado à • Secagem prolongada
• Precisão melhor que exame tátil
Furo 1 – Inc. Inf. • Uso de isolamento absoluto
cavidade, possibilitando uma boa Furo 2 – Inc. Sup.
• Maior especificidade • Diagnóstico do estado pulpar
instrumentação e inserção do material Furo 3 – Can. / Pre – Sup e Inf
restaurador. (isolamento e porta matriz) • Avaliação da atividade da lesão
Furo 4 – Mol Sup/Inf Tratamento expectante
6. Acabamento das paredes Furo 5 – técnica de ingra (grampo +lençol)
Se tiver no esmalte, trabalhar na • Estimular a formação de
Alisar as irregularidades das paredes do Grampos
remineralização dentina terciária (reacional /
esmalte e de ângulo cavo-superficial do 200 – 205 – para molares
Mancha branca pode ou não ser lesão de reparadora)
preparo cavitário 206 – 209 – para pré-molares
cárie. • O tratamento restaurador
Melhor opção: Usar instrumentos manuais 210 a 211 - para dentes anteriores
Cárie ativa – opaca, rugosa, sem brilho definitivo deverá ser
(enxadas). W8A e 14A – Molares parcialmente erupc.
Cárie inativa – brilhosa, lisa realizado entre 45 e 120 dias
7. Limpeza da cavidade 26 e 28 – Mol. c/ pouca retenção
Cárie no esmalte – somente flúor após o tratamento
Deve ser feita antes da inserção do 212 – Retração geng. E Cavidade Classe V.
(fluorterapia – proservação) expectante
material restaurador.
Zona S SUPERFICIAL • Remover o cimento
Agentes a base de hidróxido de cálcio Quais dentes fixar o grampo:
Zona C CORPO DA LESÃO temporário e a dentina que
Clorexidina 0,12%– descontaminante Em dentes anteriores, isolar de Pré-Pré e o
Zona E ESCURA (PIGMENTAÇÃO) não foi mineralizada.
Flúor fosfato acidolado grampo deve ser colocado no dente distal, com
Ácido fosfórico 37% Zona T TRANSLÚCIDA • Teste térmico e radiografia
argola para a distal do dente a restaurar. Classe II em resina – sem
Nos posteriores isolar 1 dente distal e 2 mesial ao suporte de esmalte na parede
Cárie na dentina – restauração dente que será preparado. Grampo no dente gengival é contraindicada.
Zona D DESORGANIZADA (papa) distal. Se for Classe I, colocar grampo no próprio
Zona I INFECTADA (borrachoide) dente.
Zona A AFETADA (Desmineralizada)
Zona E ESCLEROSADA (sadia)
DENTÍSTICA
Isolamento RELATIVO de campo MEIOS DE ACESSO A LESÃO CARIOSA Lesões cervicais Não cariosas Urgência em dentística
operatório a. Preparo convencional SENSIBILIDADE DENTINÁRIA • Pulpagias:
Indicações: b. Slot Vertical – Acesso oclusal (alterações inflamatórias reversíveis) o Lesões cariosas
1. Intervenções de curta duração (ex. c. Slot Horizontal – Acesso direto • Abrasão: são decorrentes da fricção de o Sensibilidade dentinária
Exame clínico) d. Tipo túnel – Manutenção das cristas materiais exógenos sobre a superfície dos • Fraturas
2. Aplicação tópica de flúor e selante dentes. Ocorre nas superfícies LVP. o Dentes anteriores
3. Alguns tipos de moldagens CURVA REVERSA – amalgama Segurar pregos, grampos com os dentes. o Dentes posteriores –
4. Restaurações provisórias O esmalte é radiado.
• Formação de um ângulo de 90° nas margens • Atrição: desgaste do contato dente-dente proteger dentina exposta

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


5. Colagem de braquetes ortodônticos
6. Cimentação de prótese fixa gengivais através de movimentos parafuncionais.
Restaurações indiretas
7. Erupção parcial de dentes (coroa • Aumento da quantidade de materiais em (ex.: bruxismo)
- cavidades amplas
curta e expulsiva) áreas críticas de esforço nas oclusais • Erosão: perda de substância dentária - dentes com tratamento
8. Mal posicionamento dental • Vestibular de molares inferiores devido a um processo químico não endodônticos
9. Pacientes alérgicos a borracha e • Palatina envolvendo bactérias. Forma de pires sem - áreas de grandes esforços
derivados • Crista marginal término nítido (intrínseca - acides) ou mastigatórios
10. Pacientes com dificuldades extrínseca (ácido da dieta, - incrustrações antagônicas
respiratórias Polimento - Amálgama medicamentos). - Apoio de prótese removível
Isolamento relativo no arco superior
Dentes posteriores – Colocar rolos de
marrom; verde; azul • Abfração: perda em forma de cunha mais
comum em superfícies cervicais CLASSIFICAÇÃO DO SISTEMA
algodão na saída do ducto da glândula SISTEMA DE MATRIZES ADESIVO
parótida, entre o 1º e 2º molar. Rolos de vestibulares podendo ocorrer em
“Dispositivos metálicos que substituem 1 ou + proximais, linguais, em dentes com bom Condicione e lave
algodão pré-fabricados. Mantidos sob paredes ausentes em uma cavidade, • 3 passos:
suporte periodontal. Podem afetar dentes
pressão da musculatura. Coloca-se possibilitando a reconstrução correta do contorno 1° Ácido fostórico – 30 seg.
realizando uma torção no sentido da adjacentes ou somente um elemento
através de uma restauração”. dental. (problemas oclusais) Bruxismo, esmalte
mucosa jugal e para cima. Ácido fosfórico – 15 seg.
interferência oclusal, apertamento,
Sugador encurvado e adequadamente • Margem oclusal ultrapassando 1,0mm da dentina
esforço mastigatório. Toque prematuro
mantido no assoalho da boca ou região crista marginal do dente vizinho lavar 30seg mantendo
retromolar. pode levar à retração em dente isolado.
• Largura de 5 – 7mm dentina úmida
• Espessura de 0,03 a 0,05mm Tratamento para a sensibilidade dentinária: 2° primer – esfregar, secar por
Dentes anteriores – Usar rolo de • Diversos tipos: boomerang/planas 10seg]
- aplicação de verniz de fluoreto de sódio 5%
algodão, fazendo um corte em V para 3° bond – secar por 10seg
acomodar o freio labial. (1h sem ingestão alimentar)
PORTA MATRIZ DE TOFFLEMIRE - restaurar com CIV (casos severos) Fotopolimerizar – 10-20seg
• Empregado por Vestibular - desgaste do contato prematuro
Isolamento relativo no arco Inferior •
• O “U” sempre para cervical - proservação 2 passos:
Dentes posteriores – colocar os rolos de 1° Ácido fosfórico (igual ao de 3
Não necessita de terapêutica
algodão no sulco vestibular inferior e na passos)
MATRIZ INDIVIDUAL medicamentosa
região sublingual. Para colocação no 2° Primer + Bond – aplicar 2
• Preparada para casos individuais
assoalho, paciente deve levantar a língua camadas e
• Grampo posicionado no dente a ser Radiografias
e retornar após a colocação do algodão. Secar gentilmente e
restaurado 4 radiografias interproximais, 2 de cada lado
Sugador no assoalho ou retromolar fotopolimerizar
– Pré/Molares (esq. e dir.)
CUNHAS Usar a radiografia periapical, somente em
Anteriores – Algodão no assoalho, por • Autocondicionante
vestibular e lingual. Usar recorte em V • Estabilização da matriz ao dente dentes com tratamento de canal, extensas
• Melhor adaptação marginal da restauração restaurações e extensas lesões de cárie. 2 passos
para os freios. 1° primer ácido – esfregar em
• Evitam excessos na porção cervical
• Diminuem a secreção do sulco gengival RAZÕES PARA SUBSTITUIÇÃO DE toda superfície por 20 seg e
Controle de umidade do sulco gengival secar gentilmente por 10 seg.
• Separação do dente RESTAURAÇÕES
A) Lesão adjacente à restauração – Lesão 2° bond – aplicar, secar
Fios retratores: Presença de umidade • Fáceis de recortar
de cárie secundária gentilmente 5-10seg e
pode advir do sulco gengival. Essa • Adaptam-se bem à superfície do dente
B) Por cárie primária fotopolimerizar por 10-20seg.
umidade compromete muitas vezes a • Triangulo com base apical à parede gengival
• Posicionamento de L e P para V C) Fratura da restauração
qualidade da restauração. Contribui para 1 passo
D) Fratura de dente
melhor visualização do campo. Colocar • Maior volume nas áreas linguais/palatinas Primer ácido mais bond juntos.
E) Selamento marginal - Infiltração na
de modo cuidadoso para não provocar • Via de regra: região de maior ameia Manter a dentina ligeiramente
sangramento. margem. Não dá pra substituir, é
preciso refazer. úmida
Resinas bloqueadoras – TopDan Escolha da cor Clareamento
F) Cáries que vão levar a problemas
Drogas anti-sialagogas - Usado de modo • Sem o isolamento absoluto Mecanismo de ação:
pulpares
restrito em dentística. Usado em casos • Escala vita Peróxido de hidrogênio 30-37%
G) Por estética
severos de salivação intensa. Contra • Sob luz natural H) Iatrogenias – atua na dentina provocando a
indicada em pacientes portadores de • Dentes e escala úmidos oxidação, quebrando longas
glaucoma. • Polimerizar pequena porção de RC cadeias orgânicas e permitindo
Fator C (contração de polimerização PINOS ESTÉTICOS COM PREVISIBILIDADE
Remover 2/3 da endo maior passagem da luz. Age
FATOR DE CONFIGURAÇÃO DA Acabamento RESINA rápido.
Usamos pinos de fibra de vidro – com dupla
CAVIDADE. Imediatamente após a restauração Peróxido de carbamida 10-16%-
conicidade.
Remoção dos excessos mais grosseiros possui uma reação mais lenta.
FATOR C = Nº de superfícies aderidas Remover interferências oclusais Peróximo se transforma em
Requisitos do pino
Nº de superfície lisas Pontas diamantadas de granulação fina e hidrogênio.
1,5mm de dentina ao redor do dente
extra-fina 4mm de material obturador Perobato de sódio – usado para
“Quanto menor o fator C, menores são Brocas multilaminadas dentes com tratamento
2mm mínimo de remanescente coronário na
os efeitos da tensão de contração de Discos de lixa flexíveis endodôntico (onde peróxido de
boca
polimerização da resina nas paredes do Pontas siliconizadas hidrogênio é o agente ativo em
preparo.” toda as reações)
Passos
Técnica do carimbo. Sistema auto condicionante Micro-abrasão: pastas abrasivas
Quando se usa a técnica incremental É possível usar a técnica de carimbo, com a resina com pontas de silicone em baixa
Polimerização
diminui a possibilidade de contração na última camada. rotação – para remoção de
excessiva que formaria as microfendas, Usar isolante
Tratar o pino: manchas superficiais.
além de ter um relaxamento de Anatomia dentária Lavar com álcool (60 seg) ou
contração de polimerização equilibrada, Esmalte – formado por ameloblastos, 96% mineral Causas de enfraquecimento da
Gel ácido fostórico 37% por 6s
ou seja, não vai ter stress. Dentina – primária, secundária, reparadora estrutura dentária
SEPARAÇÃO DOS DENTES Silando
Quanto mais perto da polpa, menor a quantidade Aplicar adesivo - tratamento endodôntico
Além das radiografias, outra técnica para de túbulos dentinários, o que é ruim pra o sistema - destruição do tecido dental
Remover o excesso e polimerizar
verificação é a técnica MEDIATA com adesivo. - ressecamento dentinário
borracha em uma separação lenta. Segurar com a pinça Muller.
Lama dentinária – precisa ser removida. Envolver com resina e colocar no canal - iatrogenia na abertura do canal
Tempo médio de 3 dias.
A separação IMEDIATA, obtida em Jasiel Oliveira Fotopolimerizar
Terminar de fotopolimerizar fora da boca
poucos minutos pode ser feita com https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
afastador imediato (sem anestesia). Lavar tudo e
https://www.instagram.com/jayoliveira80/ Cimentar
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CIRURGIA – Exodontia Simples
1- DIÉRESE 4-SINTESE Contra-indicações locais em exodontias Indicações para exodontias Simples com
Manobras que visam acesso ao objetivo Manobras que reposicionam os tecidos e • Pacientes que realizaram radioterapia elevadores
cirúrgico. os mantém estabilizados. em região de cabeça e pescoço • Avulsão de raízes fraturadas
A) Incisão: Manobra para romper a Suturas: reposicionamento e estabilização • dentes envolvidos em tumores • Raízes cariadas
integridade tecidual. dos bordos da ferida. odontogênicos • Raízes residuais
• pacientes com processos infecciosos • Dentes apinhados
agudos tais como pericoronarites e • Dentes não inclusos
abscessos dento alveolares. • Dentes Impactados e
Indicações para as exodontias simples ectópicos.
• Dentes com coroas que suportem a
Neumann ação do fórceps MOVIMENTOS DOS ELEVADORES

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


• coroas pouco cariadas ou restauradas • Cunha inserindo ele paralelo
Ponto Simples • dentes com raiz (es) curta (s) e cônica (s) ao longo eixo do dente entre
• dentes com raízes sem dilaceração ou este e o osso alveolar
hipercementose • Roda ou sarrilho onde
Neümann modificada ou Peter Novak
• dentes sem inserção óssea e como giramos o elevador em seu
auxiliar de outras técnicas que longo eixo usando como
utilizem elevadores ou osteotomia. apoio o osso alveolar e
• Alavanca
Envelope- incisão sulcular – interpapilar As etapas cirúrgicas
1) Pré-operatório: O local de utilização do elevador é no
Ponto em X A) Mediato – Anamnese, exames e espaço do ligamento periodontal, não
orientações ao paciente devendo nunca apoiar no dente adjacente,
B) Imediato – Preparo local utilizando a cortical vestibular ou lingual a
Wassmund Preparo Local nível de margem gengival como ponto de
Anti-sepsia iniciando com a intra-oral a apoio. Devemos colocar o dedo da outra
base de clorexidina 0,2% por 60 segundos mão protegendo o paciente no caso do
e após, a Anti-sepsia extra-oral com PVP-I elevador escapar e nunca usar o
ou clorexidina a 2%. Em seguinda é feita a movimento de cunha em molares
colocação dos campos estéreis superiores.
Ochsenbein (fenestrado, refletor, odontoprotetores).
Sutura contínua Técnica cirúrgica – Exodontia simples MANOBRAS PÓS EXODONTIA
SINDESMOTOMIA
Desinserção das fibras gengivais que LIMAGEM - em casos de espículas ósseas,
circundam o dente, evitando dilacerar apenas na cortical óssea vestibular, com
Winter tecido gengival e facilitar a adaptação dos movimentos de dentro do alvéolo para
mordentes do fórceps no colo cirúrgico. fora ou após alveoloplastias.
PREENSÃO CURETAGEM: somente em casos de
Nesta etapa o mordente do fórceps deve processos infecciosos periapicais e
estar paralelo ao longo eixo do dente. periodontais, após exodontias de dentes
Sutura contínua festonada
INTRUSÃO tratados endodonticamente, para
Com o objetivo de romper as fibras apicais remoção de capuz pericoronários de
Partsch ou semi lunar Exodontia Simples
do ligamento periodontal, deslocar o dentes inclusos e remoção de fragmentos
Exodontia é denominada de simples
centro de rotação para apical, melhorando ósseos como septos inter-radiculares e
B) Divulsão quando utilizamos instrumental, como
a transmissão das forças e adaptação do espículas ósseas.
manobra que visa interromper a fórceps e elevadores para remoção do
forceps e diminuindo a chance de fratura IRRIGAÇÃO: A irrigação é feita com soro
integridade dos tecidos. dente por via alveolar sem a necessidade
do ápice radicular sendo também o início fisiológico ou água destilada.
Sindesmotomias: Romper os ligamentos de retalhos mucoperiostais, desgastes
da dilatação óssea. MANOBRA DE CHOMPRET - pressão
dento-gengivais, com o objetivo de expor ósseos (osteotomia) e dentários
LATERALIDADE bidigital nas tábuas ósseas vestibular e
o colo cirúrgico do elemento dentário a ser (odontosecção).
Movimento pendular ou de lingual.
extraído, para a adaptação e aplicação de LATERALIDADE sempre com maior
Podem ser: SUTURA – Após a sutura é colocada uma
força através de fórceps. amplitude para a tabua óssea mais fina ou
a) Exodontia Unitária gaze na área e solicitado para o paciente
2-EXÉRESE delgada, devendo sempre respeitar a
b)Exodontia Seriada ou múltiplas realizar uma compressão de 5 a 10
Manobras de remoção de tecido, lesão, anatomia radicular e a espessura óssea, minutos.
retirada de um órgão ou de parte dele. realizando movimentos cíclicos, graduais e
Ostectomia: Remoção de tecido ósseo- Indicações gerais das exodontias
com crescente amplitude para a dilatação RECOMENDAÇÕES PÓS OPERATÓRIAS
exérese. • Pacientes com cáries graves
(expansão) das tábuas ósseas alveolares. A) Repouso: o maior tempo possível, nos
Osteotomia: corte do osso • pacientes com necrose pulpar
ROTAÇÃO primeiros 3 dias; ao deitar, manter a
Avulsão - Retirada total ou parcial de um • com doença periodontal grave
Indicada em dentes uniradiculares e com cabeça elevada; evitar atividades físicas e
órgão. • por razões ortodônticas raíz cônica e sem dilacerações apicais exposição ao sol por 5 dias e evitar falar
Curetagem • dentes mal posicionados geralmente utilizamos em Incisivos muito.
3-HEMOSTASIA • pacientes com dentes fraturados centrais superiores, Caninos superiores e
Tamponamento: Realizado com gaze. • dentes impactados Pré-molares inferiores. Este movimento B) Higiene bucal: escovar o dorso da
Eletrogoagulação: Utiliza-se de bisturi • presença de supranumerários também promoverá uma dilatação óssea e lingual; escovar os dentes normalmente,
eletrônico. • dentes associados a lesões o rompimento de fibras do ligamento tomando cuidado com a área operada e
Pinçamento: Deve-se aguardar de 8 a 10 • com finalidades pré-protéticas periodontal. empregar a solução anti-séptica de acordo
minutos para a formação do trombo • como terapia pré radioterapia em TRAÇÃO com a prescrição da receita.
plaquetário na luz do vaso rompido. pacientes oncológicos Retirada do dente de seu alvéolo neste
Ligadura: O vaso é pinçado com duas • dentes envolvidos em traços de fratura momento realizamos a manobra cirúrgica C) Outros cuidados como se o paciente for
pinças kellys. nos maxilares fundamental da Exérese ou Avulsão. fumante, evitar fumar neste período; não
Fibrina: é um dos fatores da coagulação e • por finalidade estética e Devemos sempre tracionar a favor da tomar bebidas alcoólicas de nenhuma
aceleram a formação de um coágulo na
• por motivos sócio econômicos. anatomia radicular, protegendo o dente espécie; seguir corretamente a prescrição
área afetada. antagonista com a outra mão evitando da medicação; não tomar nenhum
Esponjas: expande em contato com traumatismos desnecessários.
Contra-indicações sistêmicas em medicamento por conta própria; No caso
fluidos INSTRUMENTAL
exodontias de dor, edema ou sangramento excessivo,
Cera: Tem como função tamponar a área
• Diabetes não controlada 18L – MOLAR SUP ESQUERDO comunicar-se com o cirurgião e
hemorrágica.
• leucemia e linfoma não controlados 18R – MOLARES SUP DIREITO comparecer ao retorno para a remoção
Hemostáticos de ação central: Estrógenos
• angina instável 150 – INCISIVOS, CANINOS E PRÉs SUP. dos pontos.
- Premarin ®, Styptanon® 151- INCISIVOS, CANINOS E PRÉs INF.
• infarto recente
• hipertensão grave não controlada 17 – MOLARES INFERIORES REMOÇÃO DOS PONTOS
• coagulopatia severa A remoção dos pontos pode ser feita de 5
Jasiel Oliveira • uso de anticoagulantes e a 15 dias, sendo o mais comum em 7 dias.
https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7 • uso de bifosfonatos Para a remoção é feito primeiramente a
https://www.instagram.com/jayoliveira80/ anti-sepsia seguido do tracionamento do
11 9 7495-1083 whatsapp fio e o corte junto ao nó para sua remoção.
CIRURGIA – Exodontia Complicada e Seriada
Indicação: Odontossecção Exodontias Multiplas
• Remoção de dentes próximos a Definição: É a separação da porção coronária ou a. Mínimo de ostectomia possível
acidentes anatômicos radicular dos dentes b. Há a necessidade de regularização óssea
• Dentes com problemas de 1. eliminar impedimento mecânico (resistência) do c. Para uma melhor cicatrização e reabilitação protética
anomalia de posição osso d. Realiza-se sutura contínua simples ou festonada
• Coroas destruídas 2. evitar fratura das cristas e raízes
• Hipercementose 3. simplificar a extração pela individualização das Septos baixos, com base larga e arredondados, não necessitam remoção.
• Dilaceração raízes
• Raízes longas 4. eliminar impacção de dentes retidos

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


• Raízes divergentes 5. não lesar dentes vizinhos
• Anquilose ou
• Qualquer outra possibilidade em Indicações clínicas
que não há indicação para uma 1. Dentes multirradiculares com coroas destruídas
Existe necessidade de remoção dos septos interalveolares nos casos de:
exodontia simples. 2. Dentes multirradiculares com restaurações
a. Base estreita e volumosa
extensas
b. Base estreita e septo fino
Passos para as técnicas cirúrgicas c. Septo alto sobressaindo o alvéolo
Tanto para uni ou multi radiculares Indicações radiográficas
d. Septo fraturado durante a exodontia
temos as seguintes etapas: • dentes decíduos com o germe permanente alojado
O instrumental de escolha para esta regularização é o osteótomo ou
a. Incisão entre as raízes
alveolótomo ou Pinça Goiva.
b. Descolamento mucoperiostal e • raízes divergentes
obtenção de um retalho • raízes dilaceradas e com hipercementoses
c. Ostectomia (Apical ou Cervical ) • dentes retidos
d. Odontosecção
e. Luxação com elevadores (cunha, Remoção de pequenos fragmentos de raiz dos ápices
roda, alavanca) radiculares
f. Avulsão
g. Limagem Nos casos de fratura do terço apical, durante uma
h. Curetagem exodontia simples, por exemplo, pela não observância
de alteração anatômica do septo interalveolar, podemos Instruções (orientações) pós operatórias:
i. Manobra de Chompret
proceder a eliminação deste septo (ostectomia) para, na Com linguagem clara e simples, devemos orientar o paciente no sentido de
j. Irrigação e sutura
sequencia pela aplicação de um elevador removermos o manutenção da hemostasia pedindo para que haja nas próximas 48 horas,
ápice ou através do uso de limas endodônticas aplicadas alimentação fria e pastosa, para que não realize bochechos, evite fumar e
na luz do canal do ápice fraturado. aplique uma compressa externa com gelo, sobre o lado operado, por 10 min,
com intervalo de 20min, repetindo-se o processo nas próximas 3 horas.

CIRURGIA – Acidentes e complicações nas Exodontias


COMPLICAÇÕES - Ocorre no período pós-operatório Hemorragia ALVEOLITE
• prevenção: cuidadosa avaliação Perturbação no reparo alveolar, pela degradação do coágulo
Dor do paciente, precedente de • causas: suprimento sangüíneo insuficiente do alvéolo, infecção prévia,
• variada resposta inflamatória de cada intervenção hemorragia prolongada ou traumatismo ao osso, excesso de vasoconstritor, contraceptivos, tabagismo,
• depende do porte cirúrgico persistente, sangramento familiar, doenças sistêmicas, comprometimento imunológico.
• idéias pré-concebidas da dor que cada um espera coagulopatias, drogas • prevenção: anti-sepsia (intra e extra), correta técnica e orientações pós
sentir anticoagulantes, quimioterapia e operatórias
• pico da dor pós-operatória: 12 horas alcoolismo Condutas
• trauma cirúrgico menor: medicação analgésica de • prevenção local: técnica cirúrgica • alveolite seca: anestesia , remoção da sutura, água oxigenada
ação periférica atraumática, sutura adequada e 10vol., soro fisiológico, água oxigenada 10vol. e clorexidina 0,2%. aplicação de
• média à longa duração: drogas analgésicas e AINES orientações pós-cirúrgicas medicação intra-alveolar (ALVEOSAN ®, ALVEOGYL ®, ALVEOLEX ®), sutura ou não,
• medida preventiva: AIES em dose única ou antibiótico terapia.
associado com inibidores seletivos da COX-2, cerca • posicionar o paciente na cadeira, • alveolite úmida: anestesia, remoção da sutura, curetagem, formar coágulo,
de 60 minutos no pré-operatório e com boa iluminação, visualiza-se sutura, terapêutica medicamentosa: analgésicos e antibióticos
• adequada orientação dos cuidados pós-operatórios e se determina a fonte do
sangramento PARESTESIA -NEUROPRAXIA
Edema • aspiração cuidadosa e remoção Distúrbio neurosensorial com diminuição de sensibilidade de uma determinada
• aumento do líquido nos espaços teciduais das placas e pedaços de sangue região
intersticiais, em resposta à agressão sofrida numa coagulados • causas: proximidade de nervos nas exodontias e traumatismos provocados pelas
certa região • gaze dobrada é pressionada agulhas nas técnicas anestésicas
• pico: 24 a 48 horas firmemente pela mão do cirurgião • clinicamente: anestesia prolongada da língua, lábio pelo período entre 3 a 12
• edema progressivo: infecção pelo tempo de 5 minutos meses
•prevenção: cirurgias atraumáticas e medicação • suturas mais suficientes e efetivas • prevenção: utilizar de forma controlada as soluções nas anestesias, cuidado na
sistêmica pré-operatória • esponjas coagulantes de fibrina, incisão e divulsão do retalho lingual
gelatina, celulose oxidadas ou cera • condutas: prescrição empírica de ação antineurítica (Citoneurin) associada a
Condutas: para osso suplemento vitamínico (B), com ou sem associação de AIES, fisioterapia, infra-
Gelo extra-oral pelo período de 24 horas, repouso • serviço hospitalar na persistência vermelho, TENS ,laser, fonoaudiologia e acupuntura
pós-cirúrgico, compressas úmidas mornas após 24 do quadro hemorrágico
horas FÍSTULA BUCO-SINUSAL OU BUCO-NASAL - Comunicação
HEMATOMA E EQUIMOSE • fístula buco-sinusal: permanência de uma comunicação da cavidade bucal com o
Trismo • hematoma: acúmulo de sangue seio maxilar, devido a destruição do soalho e membrana durante exodontias.
limitação na abertura bucal nos tecidos com aumento de • fístula buco-nasal: exodontias onde os ápices estão em íntima relação com a
• causas: exodontia dos terceiros molares inferiores, volume cavidade nasal
biselamento da agulha anestésica com infiltração • equimose: acúmulo de sangue • clinicamente: falta de continuidade da mucosa, presença de um tecido
inadequada, múltiplas injeções na musculatura nos tecidos sem aumento de epitelizado da cavidade sinusal ou nasal com a boca, escape de ar, saída de líquidos
mastigatória, retalhos mucoperiosteais extensos, volume ingeridos pelo nariz, congestão nasal e rinorréia mucopurulenta
lacerações durante a divulsão, grandes ostectomias • ocorrência: 24 e 48 horas após a
entre outros cirurgia Se tem duvida, fazer manobra de Vasalva
•prevenção: abordagem cirúrgica criteriosa, • prevenção: hemostasia trans- Certeza? Sutura oclusiva, antibiótico, cicatrizar, acompanhar e no segundo
terapêutica medicamentosa pré-operatória e cirúrgica e frio por 24H. momento cirurgia para remoção por exemplo de uma raiz.
cuidados locais pós-operatórios • condutas: compressas mornas, Se a sutura não resolveu, pedir a panorâmica para analisar a comunicação.
Medicação miorrelaxante pomadas anticoagulantes Se você fizer o acesso, lavar o seio, junto com o antibiótico terapia.
• aplicação de calor úmido (Hirudoid) Para fechar comunicação buco-sinusal: Excisão da fistula: Incisão de Newmam
• bochechos • hematomas extensos: modificada – escarificação do periósteo – rotação do retalho mais o corpo adiposo
•terapia miofuncional oral: fonoaudiólogo antibioticoterapia profilática da bochecha sobre o alvéolo e sutura
• infecção associada: antibioticoterapia e se
necessário drenagem • tratamento diretamente relacionado com o tempo e tamanho
• antibioticoterapia, descongestionantes e retalhos rotacionados

• Antibioticoterapia por 10 dias (anaeróbios beta-lactamase – Clavulin BD®)


• Uso de 2 a 4 gotas, 3x/dia de Fluimucil® solução nasal
• Inalação de Fluimucil® antes de deitar
CIRURGIA – Acidentes e complicações nas Exodontias e frenectomia
ACIDENTES - Durante o trans-operatório FRATURAS : Osso Mandibular Aspiração Frenecromia labial/língua/brida
As causas principais: • causas: aplicação de força exagerada Dente ou instrumento é deslocado para a Indicações:
• Pré operatório inadequado dos elevadores, ou movimentos orofaringe (faringe, traquéia ou no - interfere na instrabilidade da
• Diagnostico incorreto intempestivos durante as exodontias dos parênquima pulmonar) prótese
• Falta de planejamento 3º Molares • causas: após a remoção do dente do - responsável por diastemas
• Indicação incorreta • prevenção: adequada osteotomia e alvéolo, enquanto este permanece na boca - interfere na fonação e
• Mau uso de instrumentos Odontossecção • prevenção: atenção e vigilância deglutição
• Aplicação de força excessiva • condutas : comunicar o paciente, sutura constante, evitar posição supina. - finalidade ortodontica
• Falta de visualização do campo operatório - imobilização imediata - bandagem de Técnica de Archer labial:

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


• Despreparo do profissional Barton e encaminhamento ao Condutas - duplo pinçamento
• Radiografias insuficientes ou distorcidas bucomaxilo para tratamento hospitalar • inspeção para localização e retirada - incisão: primeiro junto a pinça
manual ou com pinças que está no rebordo e a outra na
• Seleção da técnica cirúrgica
• Planejamento pouco abrangente Enfisema • Estimular a tosse e realizar a manobra mucosa labial. Em forma de
Introdução de ar no interior dos tecidos, de Heimlich cunha
• Anatomia regional
atingindo os espaços fasciais • manobras não efetivas: conduzir para o - divulsão dos tecidos
• Habilidade psicomotora
• clinicamente: aumento de volume, pronto-socorro - sutura: Não suturar em gengiva
• Uso inadequado de instrumental cirúrgico inserida
crepitação ( bolhas de ar no interior dos A manobra de Heimlich consiste em
• Uso do instrumental cirúrgico inadequado Técnica de Mead labial:
tecidos) colocar-se atrás do paciente que fez a
ESCORIAÇÕES E ABRASÕES - incisão na base do freio
• causas: saída do excesso de ar na alta aspiração, com os braços envolvendo o
Atrito ou raspagem constante contra a - divulsão
rotação abdomem , Colocar a mão fechada, abaixo
superfície da pele ou mucosa - sutura – iniciar no ponto mais
• prevenção: manutenção da integridade do esterno e ligeiramente acima do
• causas: trauma dos instrumentos cirúrgicos alto da incisão.
do periósteo, posicionamento dos tecidos umbigo, com o polegar para dentro, contra
(afastadores ou brocas)
moles sobre a cabeça da alta rotação ou o abdómen do paciente; Agarrar
• prevenção: lubrificantes ou pomadas na Lingual: elevar a lingual em
substituir por motores elétricos e cinzéis firmemente o punho com a outra
comissura labial direção ao palato, tensionando, e
• condutas: antibioticoterapia, mão; Efetuar 5 compressões abdominais,
• condutas: prevenção a infecção, anti-séptico e incisionar. Cuidados na sutura
antiinflamatórios e analgésicos, para dentro e para cima, de modo a
pomadas com corticosteróides associadas a para não provocar rânulas.
acompanhamento aumentar a pressão torácica, que irá
antibióticos
expulsar o objeto em questão.
LACERAÇÕES
Comunicação Buco-sinusal ou buco nasal
Solução de continuidade dos tecidos superficiais
• causas: exodontia dos molares Notar que cada compressão deve ser
e profundos - rasgamento
superiores, caninos retidos, falta de osso suficientemente forte para deslocar a
• causas: técnica cirúrgica inadequada; seleção
entre as raízes e o seio maxilar e raízes obstrução, mas não agressiva de forma a
inapropriada de instrumentos; falta de
divergentes causar uma fratura por exemplo; Reavaliar
habilidade cirúrgica
• diagnóstico imediato: passagem de ar verificando se normalizou a respiração e
• prevenção: retalhos adequados; evitar MONTAGEM DA BANCADA
pelo alvéolo, alvéolo irá borbulhar ou o verificando se o corpo estranho saiu pela
movimentos intempestivos, apoio digital na
coágulo irá se movimentar – Manobra de boca;
região palatina ou lingual e cuidado no
Valsalva Pode-se repetir a operação algumas vezes
afastamento tecidual
• seqüelas: sinusite e fístula buco-sinusal até conseguir a normalização das funções.
• condutas: tecidos dilacerados devem ser
• prevenção: avaliação imaginológica e
reposicionados e suturados.
planejamento nas técnicas cirúrgicas Fratura de instrumentos
Lesões de Tecidos Duros
Conduta Estabilizar o coágulo, Sutura Os seguintes instrumentais podem estar
FRATURA DO DENTE A SER EXTRAÍDO
oclusiva Cuidados P.O- evitar assoar o envolvidos nas principais ocorrências em
• causas: restaurações e cáries extensas;
nariz, espirrar de boca aberta, não fumar, relação as fraturas dos
dilacerações; anquilose ; hipercementose;
não utilizar canudos na alimentação, dieta mesmos: elevadores, fórceps, pinças,
osteotomia e odontossecção insuficiente e
líquida/pastosa, morna/fria brocas, agulhas entre outros
utilização inadequada de instrumentos
• terapêutica- Antibiótico - evitar sinusite • causas: movimentos bruscos durante as
• prevenção: planejamento adequado ; Avaliar
Deslocamento de dentes ou instrumentos manobras cirúrgicas
a permanência do remanescente (1/3 apical)-
para as regiões circunvizinhas • prevenção: conhecimento teórico e
acompanhamento imaginológico
Dentes inferiores: espaços sublingual e habilidade e vivencia cirúrgica
• condutas: retalho, osteotomia e
submandibular Condutas
odontosecção
Dentes superiores: espaços infratemporal e • comunicar o paciente
LESÃO A DENTES ADJACENTES
cavidade sinusal • remoção imediata
LUXAÇÃO AVULSÃO / FRATURA CORONÁRIA e
de RESTAURAÇÕES
• causas: falta do planejamento cirúrgico e • remoção mediata: formação de uma Desgastes na estrutura radicular
imaginológico cápsula fibrosa
• causas: aplicação inadequada do apoio dos de dentes vizinhos:
• prevenção: retalho adequado e evitar o
instrumentos , movimento intempestivo na acompanhamento e indicação de
movimento de cunha com elevadores Luxação da Articulação Temporo
avulsão dental, excesso proximal de endo.
Condutas Mandibular (ATM)
restaurações Pre-molar inferir é um dente de
• sutura do alvéolo Deslocamento bilateral do côndilo da
• prevenção: controle da força de tração difícil remoção. A melhor broca
• comunicar o paciente eminência articular do temporal, em para evitar esse risco é a Zecria
durante os movimentos de exodontia com
• exames imaginológicos: adequada decorrência da ação muscular, sem o seu de cabo longo. 701, 702 podem
fórceps ,apoio do elevador em tecido ósseo
localização e planejamento cirúrgico - TC retorno espontâneo para a sua posição
• Condutas ser utilizadas em áreas maiores.
3D original
luxação: pericementite , controlada por
• seio maxilar: acesso de Caldwell-Luc • clinicamente: permanece com a boca
medicação e Rx de controle.
• espaço submandibular: acesso extra- aberta, aliada á dificuldade de conter a
avulsão: reposicionamento imediato e
bucal – Risdon saliva e para falar, gerando um quadro de
contenção com fios de aço e resina verificando
Remoção em 2° tempo cirúrgico ansiedade e dor local
a oclusão e constante avaliação endodôntica
Caldwell-Luc: Manobra de acesso ao • causas: durante as manobras
restauração - inspecionar restos da restauração
seiomaxilar. Consiste em uma incisão linear empregadas nas exodontias quando ao
no alvéolo
na mucosa vestibular, de canino a primeiro forçar a abertura bucal
FRATURAS : Osso Maxilar
molar. • prevenção: apoio na mandíbula com uma
• causas: força excessiva nas exodontias de
Pre operatório: Antibiotico terapia por 10 das mãos pelo assistente, evitando uma
dentes posteriores, na área da tuberosidade e
dias (Clavulin); 2 a 4 gotas 3x ao dia de abertura excessiva
assoalho da cavidade sinusal
Flumucil (solução nasal); Inalacao de Condutas:
• prevenção: exame clínico e radiográfico,
Flumucil antes de deitar • redução manual imediata
avaliar raíz, espessura óssea e proximidade com
Pos operatório: Retorno em 5 dias; • paciente sentado, apoiando a cabeça
o seio maxilar, odontosecção
Remocao da sutura em 10 a 25 contra a parede, e posicionando-se os
• condutas: finaliza-se a exodontia, manobra de
dias. Acompanhamento 3 meses dedos polegares sobre a superfície
Vassalva e estabilização do túber com sutura
Deglutição oclusal dos molares bilateralmente, e
oclusiva. Se tiver comunicação, fazer um
O dente é deslocado para as vias aéreas, com os dedos anulares e médios
protetor com resina soft sobre a sutura.
passando pelo esôfago englobando a região basal da mandíbula,
Túber separado do tecido mole não se recoloca.
• Paciente mostra-se ansioso, realiza-se um movimento para baixo e
Regularização óssea e sutura. Se ficar parte
com náuseas, vômitos, ardor na faringe, guiando-o no sentido mais posterior
aderida ao periósteo, regularizar osso e manter.
tosse e dor abdominal. • bandagem facial e prescrição de
Pode ser feita a tentativa de remoção analgésicos e antiinflamatórios não
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CIRURGIA – Exodontia dos dentes retidos
ORDEM DE FREQÜÊNCIA DOS DENTES INCLUSOS: Classe III: Não há espaço entre a distal do segundo molar Critérios do Exame clínico
• 3° molar inferior e 3º molar superior e o ramo mandibular, ou seja o dente está totalmente Entre os critérios de avaliação para o planejamento
• canino superior e pré-molares inferiores incluso no ramo mandibular. cirúrgico dos terceiros estão a inspeção do tecido que
• canino inferior e pré-molares superiores recobre o dente, presença de infecção (exsudato, cálculos),
• incisivos e laterais superiores posição do dente, abertura bucal, padrão facial, presença
• 2º molares inferiores de hábitos deletérios, espessura do masseter, proximidade
TIPOS DE INCLUSÕES com dentes vizinhos e se na palpação, apresenta
A) Submucosa sensibilidade local ao toque.
B) Intraósseo
C) Semi-incluso Técnica cirúrgica – Tipos de Incisões

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


INDICAÇÕES PARA AVULSÃO DOS DENTES INCLUSOS • INCISÃO de WINTER - uma incisão de alívio na distal do
• Auxiliar no tratamento periodontal dos dentes segundo molar levando a grande chance de deiscência
adjacentes da sutura com uma invaginação do retalho para o
• Prevenção da cárie dentária interior do defeito ósseo.
• Posições ectópicas • INCISÃO de WINTER AMPLIADA – esta incisão propicia
• Facilitar a reabilitação protética menos risco de uma deiscência da sutura pela confecção
• Facilitar a movimentação ortodôntica da incisão de alívio ou relaxante em região mesial do
• Na linha de fraturas mandibulares 2) Quanto ao plano oclusal. segundo molar com garantia de apoio ósseo da sutura
por não realizarmos uma osteotomia nesta área.
• Envolvidos em ressecção de tumores
POSIÇÃO “A” : Face oclusal do terceiro molar no mesmo • INCISÃO em ENVELOPE – se trata de uma incisão sem
• Interferindo em osteotomias para cirurgia ortognática
nível ou acima do plano oclusal. alivio ou relaxante, sendo indicada em inclusões
do tipo Le Fort I na maxila e sagital na mandíbula
dentárias mais superficiais, sendo feito apenas o
• Profilática para pacientes com problemas médicos
contorno intra-sulcular nas papilas dos dentes
• História prévia de pericoronarite
adjacentes.
• Prevenção da Reabsorção Radicular
• Descolamento muco periostal – deslocando a mucosa e
CONTRA-INDICAÇÕES PARA AVULSÃO
periósteo do tecido ósseo subjacente.
• Grandes extremos de idade
• Osteotomia – o desgaste ósseo é feito de forma
• Pacientes com condições médicas comprometidas
pendular em região mesial, vestibular e distal liberando
• Casos de riscos às estruturas nobres adjacentes como o maior diâmetro do dente e criando um espaço vazio
proximidade com o nervo alveolar inferior e entre o dente e o tecido ósseo permitindo a mobilização
• Casos de infecções agudas pelo risco de disseminação do e luxação do dente.
processo séptico. POSIÇÃO “B” : Face oclusal do terceiro molar entre o • ODONTOSECÇÃO: esta manobra é reservada para
CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS DOS DENTES INCLUSOS plano oclusal e a cervical do segundo molar alterações do longo eixo do dente (inclusões do tipo
1) PERICORONARITE mesioangulado, horizontal, distoangulado) ou em
2) Cárie Dental alterações morfológicas radiculares (dilacerações,
3) DOENÇA PERIODONTAL divergências acentuadas, hipercementoses). É realizada
4) Interferência no irrompimento de dentes adjacentes até dois terços no sentido vestíbulo-lingual com motor e
5) INFECÇÃO broca e terminada de maneira manual com uma torção
6) Reabsorção radicular do 2 molar no espaço criado com a aplicação do elevador clivando
7) Cistos o restante.
8) Tumores o Odontosecção Coronária mesial é feita em
Recursos de Imagens casos de dentes mesioangulados impactados
• RX Periapicais na região mesial.
• Panorâmica POSIÇÃO “C” : Face oclusal do terceiro molar abaixo da o Odontosecção Coronária total em casos de
• Tomografia (padrão ouro) cervical do segundo molar. dentes horizontais.
• Técnica Clark o Odontosecção Coronária distal nos dentes
• Tec. Miller-Winter inclusos e distoangulados.
• Tec. De Donavan o Odontosecção radicular é feita nos casos de
Classificação dos terceiros molares retidos raízes divergentes e dilaceradas.
Classificação de Pell e Gregory: • LUXAÇÃO - com elevadores através dos movimentos de
1) Quanto a sua inclusão no ramo mandibular. É aplicada cunha, roda e alavanca.
somente nos terceiros molares inferiores. • AVULSÃO – exérese do dente ou sua retirada de seu
alvéolo.
Classe I: Diâmetro mesio-distal do terceiro molar é menor • Remoção do folículo pericoronário com cureta de Lucas.
que a distância entre o bordo anterior do ramo mandibular • LIMAGEM – removendo irregularidades ósseas e
e a face distal do segundo molar, ou seja ele está fora do eventuais espículas.
ramo mandibular. • SUTURA – iniciando nos ângulos no início da incisão de
Classificação de Winter alívio.
Leva em consideração a inclinação do longo eixo do
terceiro molar. Podem ser: Técnica cirúrgica para remoção do 3 Molar superior
• Incisões de Winter com alívio na mesial de segundo
• Vertical: quando seu longo eixo for paralelo aos molar e a incisão envelope sem a necessidade de alívio
demais dentes sendo esta indicada em inclusões mais superificiais.
• Mesioangulado: quando seu longo eixo for • Após a incisão procede-se o descolamento muco
convergente em relação aos demais dentes. periostal com descoladores de Freer e Molt.
• Distoangulado: quando seu longo eixo for divergente • A Osteotomia na maxila na maioria dos casos pode ser
em relação aos demais dentes. realizada com cinzéis manualmente pelo osso mais fino
• Horizontal: o longo eixo do terceiro molar é e papiráceo desta região. O uso de brocas são
Classe II: Diâmetro mesio-distal do terceiro molar é maior perpendicular em relação aos demais dentes. reservadas para grandes inclusões com um maior risco
que a distância entre o bordo anterior do ramo mandibular • Linguo-angulado: Quando a coroa do terceiro molar de enfisema.
e a face distal do segundo molar, ou seja o dente incluso está voltada para a lingual. • A necessidade de uma odontossecção é rara mas pode
está parcialmente incluso no ramo mandibular. • Buco-angulado: Quando a coroa do terceiro molar ser necessária em grandes divergências radiculares ou
está voltada para o vestíbulo bucal. grandes impactações contra os segundos molares.
• Invertido quando a coroa do terceiro está invertida. • Segue-se com a luxação e avulsão do dente com o uso
dos elevadores e remoção do folículo pericoronário que
pode ficar aderido na distal do segundo molar.
• Em seguida realiza-se a limagem de irregularidades
Jasiel Oliveira ósseas e a sutura.
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CIRURGIA – Paraendodôntica, Processos Sépticos e Cistos
Cirurgia paraendodôntica Espaço sublingual: É delimitado CISTOS ODONTOGENICO Curetagem – a capsula não sai por inteiro,
Objetivo: tratar lesões que se localizam lateralmente pelo corpo da mandíbula DIAGNÓSTICO: “toda imagem removendo-se os fragmentos. Não deixar
no ápice radicular. (fóvea sublingual), superiormente pela radiolucida, requer uma punção restos do epitélio. Nos dois casos
Quando: Lesões apicais refratárias ao mucosa do soalho da boca e aspirativa para remover material de (enucleação e curetagem) é obrigatório o
retratamento endodôntico; inferiormente pelo músculo milo-hióide. É dentro do local”. Se cisto intraósseo, tratamento endodôntico prévio
Impossibilidade de tratamento comum que a infecção atravesse o plano geralmente – assintomático. Com o (profilaticamente) no dente em questão e
endodôntico no delta apical ou mediano, tornando-se bilateral, o que tempo, surge fistula, dor, aumento de nos dentes proximais, profilaticamente.
dilaceração; Confecção de degrau durante causa uma elevação de língua. volume, parestesia, mobilidade dental, Pois vai romper as fibras, vasos e nervos
o PQC; Um pino intraradicular muito Espaço submandibular: Quando os agenesia por impedir a formação, rompe apicais. Quando parar de sangrar é
calibroso; Sobre-obturação no conduto; espaços submandibular, sublingual e a cortical. porque não tem mais nada.
Fragmento de instrumentos no terço submentoniano são envolvidos Biopsia Marsupialização = descompressão +
apical; Perfurações apicais bilateralmente por uma infecção, ocorre • Se vem cor vermelho (10ml) colocar na enucleação - Consiste em estabelecer
Tipos de cirurgias o que denominamos Angina de Ludwig gaze. Se coagula, lesão vascular cirurgicamente uma comunicação entre a
1. Curetagem apical com alisamento da (encaminhar) cavidade patológica e o meio bucal,
raiz – para dentes com tratamento ideal e • Se tem liquido: amarelo, sangue – eliminando a pressão hidrostática no
lesões persistentes Espaços faciais secundários: Incisional/excisional interior do cisto, o que invariavelmente
2. Apicectomia - Obrigatoriamente As infecções são de difícil tratamento, se • Sempre enviar para análise leva à redução progressiva da lesão e
amputação do ápice radicular em 90°, de não houver a intervenção cirúrgica para Conceito formação óssea. Dependendo do
modo que se tenha um remanescente de drenar o exsudato purulento. Cisto é uma Cavidade patológica (bolha) tamanho da comunicação estabelecida
raiz de no mínimo 2/3. Espaço massetérico: é envolvido pela que tem liquido, acima do liquido o pela cirurgia e da sua localização, poderá
3. Apicectomia com obturação retrógrada disseminação da infecção a partir do epitélio pavimentoso extratificado, ser necessária a confecção de um
Tipos de lesões: espaço bucal. O paciente terá como geralmente com uma capsula de tec obturador para manutenção da abertura
Alta – está no ápice para cima de uma resultado, um trismo de moderado a conjuntivo com fibroblastos e vasos que cirúrgica. Em alguns casos a
lesão. grave, provocado pela inflamação desse vai expandindo pela pressão (do centro – marsupialização leva a remissão completa
Baixa – envolve o dente músculo. Lumem – para periferia), causando uma da lesão, enquanto que em outros, apesar
Tipos de acessos: Espaço pterigomandibular: O paciente cavitação e cujo interior vem o liquido da diminuição da lesão, há a necessidade
Neumann modificada, Wassmund. pode apresentar trismo sem aumento de quando se faz a punção. Liquido amarelo de um segundo procedimento para a
Partsch – limita a visão do campo volume, sendo este de grande citrino. enucleação do remanescente cístico.
importância no diagnóstico da infecção Etiopatogenia 1.1 Comunicação da cavidade de forma
Processos Sépticos - controle e deste espaço. Este espaço também pode Cistos são derivados de 3 fases: Botão, elíptica
tratamento, vias de disseminação. ser infectado por agulhas anestésicas capuz, campânula 1.2 Remover parte da membrana cística
Abscesso, Celulite, Empiema e contaminadas. São derivados de remanescentes de (tampa)
Angina Espaço temporal: Os espaços processos embrionários como: Restos 1.3 Indicado para lesões extensas em
Celulite: Infecção grave, necrosa o tecido massetérico, pterigomandibular e epiteliais de Malasses; Bainha de jovens
e causa lesão regional, aguda, rápida temporal são conhecidos como espaço Hertwing; Epitélio reduzido do esmalte; 1.4 Após remoção, começa nascer osso
progressão, difusa, sem pus em alguns mastigador, porque são limitados pelos Lamina dentária (Restos de serres). novamente
casos, dura. Drenar + antibióticoterapia. músculos e fáscia da mastigação; esses Ocorre um estímulo (Conhecido ou não), 1.5 Descompressão com dreno (adultos)
Septicemia: Infecção generalizada, risco espaços comunicam-se livremente entre proliferação (criam ilhas no ápice da 1.6 Não se faz endo essa etapa de
de vida ao paciente. Consequência de si, de modo que, quando um é envolvido, porção celular), avascular, degeneração e marsupialização, somente quando
uma infecção primária normalmente os outros também podem estar necrose central do tecido conjuntivo que for enuclear.
localizada nos pulmões, trato urinário, favorece a degeneração das células
abdômen e cavidade oral, que consegue Tratamento: (liquefaz), ocorre a cavitação, expansão
se espalhar para o sangue. Incisão no maior ponto de flutuação do cisto, aumento do gradiente osmótico Cistos odontogenicos
Bacteremia:. Bactéria no sangue, Drenagem. e ingresso do líquido com alta Cisto radicular - Geralmente tem dor
geralmente após procedimento cirúrgico. Não suturar completamente e manter concentração de proteínas/cristais de aguda e regressão posterior, está no
Evolução das infecções: dreno. colesterol. ápice de um dente desvitalizado. 1º
Pode iniciar por via hematogênica Realizar endodontia no dente causal e
(anacorese) ou linfática Doenças odontogenicas do seio maxilar Aspectos clínicos De qualquer cisto: adjacentes (se necessário).
Abscessos dento-alveolares geralmente Seio maxilar: Cavidade anatômica Assintomático, Localização intra óssea, Tratamento: Incisão de Neuman ampla e
são pequenas coleções purulentas, preenchida por ar, que ajuda a diminuir o Crescimento lento, Aumento de volume, aberta (divulsão, osteomia ate cair no
circunscritas, de baixa gravidade, com peso do crânio, na ressonância vocal, Assimetria facial, Pode ter formação de vazio da loja). Com pinça Allis e cureta de
progressão lenta e causados por bactérias diminui o peso da musculatura do fistula, bem delgada (fina), Pode se lucas, encostar nas paredes para fazer a
anaeróbicas. Tratar por endo, raspagem pescoço, umidifica o ar. Possui uma expandir intra ósseo e atingir planos enucleação (sair inteiro) se sair
ou exo. membrana Pseudo extratificada cilíndrica musculares, Expansão da cortical, Em fragmentado é curetagem. Dependendo
Progressão das infecções ciliada de 0,3-0,8mm, que expele o muco crianças pode descolar os dentes, Nos do tamanho que ficar, fazemos enxerto. =
A antibióticoterapia apenas evitará a através do óstio. O óstio é uma cavidade infectados paciente relata dor, Cor ou > que 5mm é cisto. Se tiver fistula já e
progressão da lesão, se a causa não for presente no seio que o liga ao meato amarelado em cistos não manipulados. CISTO. Obrigatório a cirurgia (Geralmente
removida ocorrer a recidiva da infecção. médio da cavidade nasal. Em função da Aspectos imaginologicos: Pode ter varias Endo não resolve). Fazer controle
O principal tratamento é a remoção da perda dental e a pressão interna do seio lojas (preocupantes), Imagem hipodensa radiográfico do cisto. Enviar material para
causa (exodontia ou a endodontia). reduz a espessura óssea. – tomografia é o mesmo que radiolucido biópsia
Espaços faciais primários: em radiografia. Forma circular ou oval,
Um dente com ápice acima da inserção Avaliação do Seio maxilar: Velamento uni ou multiloculares, contorno regular, Cisto Residual: Permanece no local do
deste músculo causa acumulação do pus pode ser pus (sinusite aguda), sangue definido e geralmente bem corticalizado, dente extraído, Geralmente um achado
no espaço bucal. Um dente com o ápice (hemosinos) densidade radiolúcida / hipodensa, imaginologico, Tratamento é o mesmo do
dentário abaixo da inserção do músculo Imagens: Periapical (limitada); Walterson tamanhos e formatos variados, radicular, Observar dentes adjacente para
bucinador causa uma acumulação de pus (incidência por trás da cabeça); reabsorção radicular, deslocamento de ver se tem necessidade de endo.
no espaço vestibular isso na maxila, na Panorâmica; Tomografia dentes ou raízes, rompimento de corticais
mandíbula esta relação é contrária. Sinusite: Agressão ao ósteo. Entope, e incidências adequadas. Só o Rx não é Cisto paradental: Dente com
Espaço canino - localizado entre os prolifera anaeróbias, inflama não tem pra sufuciente – pedir tomografia. pericoronarite deve ser extraído, Imagem
músculos elevador do músculo da boca e onde sair, pode levar ao empiema. Pode Histopatológico: epitélio de revestimento semi lunar, Casos de cistos tbem deve ser
elevador do lábio superior. Quando esse ter origem odontogenica: Infecção do tipo pavimentoso estratificado, parede extraídos, Indicado para 3 mola inferiores
espaço é infectado, há um aumento de periapical aguda; doença periodontal constituída por uma cápsula de tecido (principalmente Mesio angular)
volume na região anterior da face que aguda; Exodontia, Maior % de anaeróbias conjuntivo denso. Cistos infectados: Tratamento: Exodontia; Enucleação /
oblitera o sulco naso-labial. e não odontogenicas (alergias, irritação revestimento epitelial com áreas de curetagem
Espaço bucal - É limitado pela pele da química, trauma, maior% de aeróbias) ulcerações, na cápsula, quantidade de
face no seu aspecto lateral e pelo Corpo estranho: Iatrogenias / acidentes tecido de granulação e células Cistos de desenvolvimento
músculo bucinador no seu aspecto - Se dente cair no seio, fazer a sutura inflamatórias
medial. Resulta no aumento de volume oclusiva e remover em 2º tempo. Cisto Dentígero - Exclusivo de dentes
Modalidade do tratamento
inclusos, originado da degeneração no
abaixo do arco zigomático e acima do Antibiótico 7 – 10 dias. Após 3 semanas • Enucleação, curetagem + enxerto
bordo inferior da mandíbula. nova cirurgia para remoção. reticulo estrelado do órgão do esmalte,
• ENUCLEAÇÃO / CURETAGEM +
Espaço infra-temporal: Localiza-se Cisto de retenção mucoso: Formado pelo Comum em 3° molares (inferiores) por ser
APICECTOMIA / RETROBTURAÇÃO +
posteriormente a maxila, sendo esta seu epitélio respiratório, coleção de muco no o último a se formar, caninos, 3º mol
ENXERTO
limite anterior, superiormente é limitada interior da membrana (sup), envolvimento da coroa de um
• MARSUPIALIZAÇÃO =
pela base do crânio e superfície Comunicação e fistula: Descrito em dente não erupcionado, afeta adultos
DESCOMPRESSÃO + ENUCLEAÇÃO +
infratemporal da asa maior do esfenoide. acidentes e complicações jovens – 2ª e 3ª década de vida.
ENXERTO
Espaço submentoniano: Apesar de ser Tipos de enxertos Geralmente é assintomático,
um espaço pouco atingido, as infecções Autogeno = do paciente (mento, ramo, apresentando grandes dimensões,
Enucleação – é quando por meio de
originadas de incisivos e caninos hiliaco) parte do osso gerando deformidade na assimetria facial
cureta de Lucas 85/86 conseguimos
inferiores com raízes longas podem Endógeno = material do paciente mas não e deslocando o dente. Tratamento:
remover o cisto por inteiro com capsula e
alcançá-lo, sobretudo, quando seus ápices é o mesmo material ou tecido. Enucleação/curetagem,
tudo.
se localizam abaixo do músculo mentual. Exenogênico = material externo – fora do Marsupialização/descompressão +
organismo enucleação.
CIRURGIA
TUMORES ODONTOGÊNICOS RESSECÇÕES – para tumores extensos DICIONÁRIO DE TERMOS
CONCEITO 1. RESSECÇÃO MARGINAL / SEGMENTAR: sem perda da
Lesões derivadas da proliferação de remanescentes continuidade óssea Amaurose – perda da visão
embrionários da odontogênese de origem epitelial 2. RESSECÇÃO PARCIAL: remoção de uma porção de Anosmínia – perda ofaltiva
(esmalte), mesenquimal (cemento, ligamento espessura total do osso envolvido= perda da Apoptose: morte celular programada (programa de
periodontal e osso alveolar) ou ectomesenquimático continuidade óssea: hemimaxilectomia / suicídio geneticamente estabelecido)
(polpa e dentina) que ainda são, ou tenham sido, parte hemimandilectomia (desarticula) blow-out ou em explosão para fora do blobo ocular
do aparelho formador dos dentes. Mesmo princípio dos 3. RESSECÇÃO TOTAL: remoção de todo osso envolvido: blow-in ou em explosão para dentro do blobo ocular
cistos, mas nos tumores tem uma questão genética maxilectomia / mandibulectomia Clivagem – separação das raízes
envolvida. Fazer biópsia para diferenciar cisto de 4. RESSECÇÃO COMPOSTA: tumor com osso, tecidos Debridamento – exérese do tecido necrótico
tumores. moles adjacentes e cadeias de linfonodos. Deiscência – abertura da sutura
Dispinéia - obstrução das vias aéras
Os tumores quando faz a punção, como ele tem Tumores Distopia – desnível ocular
proliferação celular que apresenta alteração genética, na 1) Odontoma - células epiteliais e mesenquimais Diplopia – visão dupla
punção aspirativa, vai sair ar ou gás. (esmalte, dentina, cemento e polpa). Lesões comuns; Efisema – ar nos tecidos
Malformações de tecidos dentários estão Empiema – pus no seio maxilar
Cistos com comportamento tumoral: respresentados; Jovens entre a 1ª e 2ª décadas de vida: Epifora – obstrução do sistema lacrimal
1) Queratocisto – crescimento lento e invasivo, achado radiográfico; Todo odontoma tem imagem Epistaxe – sangramento nasal
adentrando a medular óssea com certa facilidade e o radiopaca; Assintomáticos: maxila / mandíbula; Falta de Enoftalmo – intrusão do globo ocular
grande problema é a recidiva. erupção / desvio da posição normal de um dente; Exoftalmopenia – projeção ocular para fora
2) Ameloblastoma - tbem é um cisto de comportamento Compostos: odontomas denticulados; Complexos: Hipoftalmo – causa distopia/diploxia
tumoral. tecidos dentários que se compõem em massas que não Hipóxia: falta de oxigenação. Morte celular.
Na punção: pode vir ar+liquido lembram a morfologia dentária Tratamento: enucleação Homeostasia – Constância do meio interno. É o nível
/ curetagem normal.
CLASSIFICAÇÃO OMS 2005 (é preciso decorar) Neurotimese – paralisia do nervo
1.1 Tumores de epitélio odontogênico sem 2) Queratocisto - Derivado dos restos epiteliais da lâmina Siniquéia – aderência de tecido
ectomesênquima odontogênico dentária; Afeta adultos jovens – 2ª e 3ª década de vida; Oftalmoplegia – paralisia ocular
(ameloblastoma, tumor odontogênico epithelial Área de molares inferiores e ramo; Comportamento Propriocepção – é o reflexo controlado pelo aparelho
calcificante, escamoso, adenomatóide, queratocístico) agressivo: grandes proporções; Imagens: uni / locomotor – aferente.
multilocular margens definidas de perfil regular; Proptose – projeção ocular para fora
1.2 Tumores de epitélio odontogênico com Múltiplos queratocisitos: Síndrome Basonévica / Quemose – edema da conjuntiva dos olhos
ectomesênquima odontogênico, com ou sem formação Síndrome de Gorlin-Goltz; Associação á dentes não Rinolocorréia – rompimento da duramater
de tecido dentário duro erupcionados. SINAPSE é a comunicação entre 2 neurônios
(Fibroma, odontoma, odontoameloblastoma, tumor Tratamento: marsupialização / descompressão – Telecanto traumático – distanciamento ocular
cístico calcificante, dentinogênico de células fantasmas) enucleação – curetagem – osteotomia perifiérica – Via aferente – Via de chegada - estímulos sensitivos
crioterapia – solução de Carnoy – ressecção + enxerto Via eferente – via de saída – estímulos motores
1.3 Tumores de mesênquima/ectomesênquima com ou - Elevado potencial de recorrências: cistos satélites (que
sem epitélio odontogênico ocorrem a distancia)
(mixoma, fibroma, cementoblastoma) - Seguimento periódico e prolongado pelo profissional /
paciente
Principais modalidades de tratamentos Foi classificado como tumor pelo alto numero de
Tumor odontogenico queratocisitco ou ameloblastoma recidivas
queratocistico
MARSUPIALIZAÇÃO / DESCOMPRESSÃO + ENUCLEAÇÃO
Procedimento é muito mais favorável em pac jovens que
em pac mais adultos.

Enucelação – peça toda. Além da lesão, remover 1,5 a


3cm de osso sadio, que chamamos de Osteotomia
periférica. Removemos a massa tumoral e ampliamos.

TERAPIAS COMPLEMENTARES / ADJUVANTES


Efetividade como auxiliar na redução das taxas de
recidivas
- CRIOTERAPIA: é uma modalidade terapêutica ou
técnica cirúrgica que consiste na aplicação de substâncias
criogênicas em temperaturas extremamente baixas com
a finalidade de se conseguir a destruição tecidual.
Fixador físico: nitrogênio líquido “gelo” por volta de
1min. se tiver epitélio o osso muda de cor, aí é preciso
expandir. 3 ciclos 3minutos cada
- SOLUÇÃO DE CARNOY: fixador químico, coloca na loja
com um gaze, protegendo as áreas do tec mole, por
1min. se houver alteração de cor do osso, ainda tem
epitélio. Não pode ser a crioterapia e carnoy em uma
única sessão. 3 ciclos 1 minuto cada
Jasiel Oliveira
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OHB
Técnica de Bass Escova Elétrica Controle Químico
45° da escova em relação a superfície dental Indicada para estimular a criança, pacientes com Complementar a higiene oral e não substituir.
A escova é deslocada no sentido antero-posterior dificuldade motora, falta de motivação, pac ortodônticos,
Remoção de biofilme subgengival hospitalizados. Não precisa de uma técnica de escovação 1. Clorexidina. (PERIOGARD)
Recomendada para qualquer tipo de paciente. A diferença de um colutório a base de clorexida e em óleos
Tec. Bass Modificada Escova unitufo – a diferença é a substantividade.
Semelhante a de Bass Áreas de furca – a melhor indicação dessa escova. Indicação:
Gira-se a cabeça da escova Apinhamentos o Complemento da HO
Tec Stilmam Modificada Recessões gengivais o Enxague pré-operatório
Movimentos vibratórios curtos Ortodontia o Após Cirurgia oral

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Indicada para áreas com recessão gengival para prevenir Ao redor de próteses fíxas o Pac Clinicamente comprometidos predisposto à
a destruição tecidual abrasiva. Distal de molares posteriores infecções orais.
Tec. Oclusal
Trenzinho Fio e Fita – não existe trabalho que mostre a diferença Efeitos colaterais – uso prolongado
Se fizer na gengiva cria um desgaste e retração da entre as duas opões. o Manchas acastanhadas nos dentes e dorso da língua
gengiva. o Alteração do paladar
Tec. De Fones Passa fio o Erosão da mucosa
Mov circulares amplos o Reações alérgicas
Escova de cabeça pequena Escova interdental – usada para área de furca.
Indicado para crianças Walterpik Posologia
Tecnica sugerida pela professor: Limpeza de língua – o dorso da língua abriga um grande Colutório - 1x ao dia
Bass, stilmam modificado, horizontal numero de microrganismos, que pode servir como fonte Dentifrício – Maxi control
TEc. Horizontal – pouco utilizada de disseminação bacteriana para ouras partes da cavidade
oral. 2. Fenóis – Triclosan
o Gantrez (plax) – aumenta a substantividade
o Colgate 12
3. Cloreto de Cetilpiridínio
Cepacol
- baixa substantividade (3 – 5 horas)

4. Óleos Essenciais
Reduz a carga bacteriana
Atividade anti-inflamatória
Baixa substantividade

jasiel.oliveira.7 jayoliveira80

Jasiel Oliveira
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FISIOLOIGA, FISIOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO
FISIOLOGIA Processos gerais – carcinogênese Diagnóstico
ADAPTAÇÃO CELULAR: ao sofrer a ação de agentes NEOPLASIA = crescimento novo. Uma massa anormal de Alteração de Cor (mancha ou mácula)
agressores fisiológicos, que oscilam o tempo todo tecido cujo crescimento é excessivo e desordenado em Área focal de alteração de cor, sem elevação ou depressão.
para regular os níveis hormonais ou por agentes relação do tec normal, e que persiste com a remoção do Origem: Endógena
patológicos externos quando a célula muda estímulo que o causou. • Eritema – mancha avermelhada pele ou corpo todo (1
morfologicamente para se adaptar. O TUMOR = aumento de volume, é usado como sinônimo, mancha)
Tipos de adaptação: o que foi originalmente usado para os aumentos de • Exantema – Várias manchas avermelhadas
1) Diferenciação celular (especialização) - as células volume causados pela inflamação. • Enantema – 1 lesão na cavidade oral
se diferenciam-se para se adaptar a agressão. Pode ser: BENÍGNO ou MALÍGNO • Rubor (calor local)
2) Proliferação celular - Está relacionada à divisão • Cianose – Falta de oxigenação
mitótica (meiose) células se dividem DIFERENÇAS ENTRE NEOPLASIAS BENÍGNAS E MALIGNAS. • Varicosidade – veias
multiplicando-se. Velocidade de crescimento • Púrpuras (extravasamento sanguíneo)
3) Quantidade de constituintes citoplasmático - BENÍGNA MALÍGNA - peléquias – até 1cm
Quantidade das organelas. Crescimento lento, que Crescimento rápido e - equimoses – maior que 1cm
4) Atrofia – falta de uso. Diminui de tamanho, permite o organismo infiltrativo, tec não tem • Pigmentação melânica: devido a acúmulo de melanina.
volume, constituintes até levar a morte celular. encapsular tempo para crescer. • Manchas Hipocrônica: Associada à vaso-constrição
5) Hipertrofia – Alteração morfológica, onde ocorre Diferenciação celular - É a extensão com que as células capilar ou perda de pigmentação melânica.
o aumento. neoplásicas lembram as células normais, tanto • Vásculo-sanguínea: são manchas apresentadas pela
6) Hiperplasia - Divisão celular onde ocorre o morfologicamente quanto funcionalmente. Pode lividez (palidez) causadas pela isquemia por
aumento da quantidade no número de células. apresentar Anaplasia, que é a ausência de diferenciação vasocontrição (localizada ou generalizada)
7) Regeneração – reposição das perdas teciduais. ou Atipia, que deixa todo o tecido indiferenciado. • Pigmentação melânica: devido a perda de pigmentação.
8) Metaplasia – É a transformação de um tecido BENÍGNA MALÍGNA São representadas por vitiligo.
completamente adulto e diferenciado para outro Bem diferenciada, ou Pode variar desde • Exógena: Causada por pigmentos metálicos. (tatuagem
tecido também adulto e diferenciado. seja, sabe-se seu tec de diferenciados à de amálgama, língua pilosa)
DEGENERAÇÃO: Em função da agressão celular. origem. O tecido indiferenciados.
• Hipóxia (diminuição de Oxigênio, gerando neoplásico imita o tec de Lesões sólidas :
isquemia, baixo fluxo sanguíneo) origem • Pápula: elevação circunscrita, consistência fibrosa de
• Agentes físicos (traumas, queimaduras, facadas) Padrão de invasão menos de 5mm, de origem epitelial, conjuntiva, mista,
• Agentes químicos (drogas, cigarros, veneno) BENÍGNA MALÍGNA podendo ser séssil, ou pediculada.
• Agentes biológicos (bactérias, fungos, vírus) Não tem metástase/ Infiltrativa em tec • Placa: elevação de consistência fibrosa, bem circunscrita,
• Distúrbios nutricionais (anorexia, obsidade) infiltração e não alcança adjacente destruindo que pode se estender por vários centímetros. Pode ser
• Doenças congênitas (má formação) tec adjacente. Crescem esses tecidos, é mal um aglomerado de pápulas.
• Reações imunológicas com massa expansiva delimitada, formam • Nódulo: elevação de consistência fibrosada ou sólida,
bem delimitada. metástase, ou seja, superficial ou profunda com até 3cm, de origem epitelial,
MORTE CELULAR: Perda irreparável das atividades deslocam-se dos tec e conjuntiva e mista.
integradas da célula com consequente incapacidade caem na corrente • Tumor (nodosidade): idêntico no nódulo, mas quando
de manutenção do seu metabolismo de sanguínea. ultrapassa 3cm.
homeostasia. Ponto de não retorno. Recidiva
Cicatrização BENÍGNA MALÍGNA Coleções líquidas
1. Por 1º intenção – bordas aproximadas, perda Raramente ocorre Recidiva frequente no • Vesícula : lesão elevada, circunscrita, conteúdo líquido
mínima de tecido e ausência de infecção. recidiva mesmo local da lesão no interior do epitélio ou imediatamente abaixo, não
2. Por 2º intenção – perda excessiva de tecido e primária. ultrapassando 3mm.
presença de infecção. Mesmo que seja capaz de se
• Bolha: idêntica à vesícula, mas quando superior a 3mm.
regenerar, deixa cicatriz por conta do depósito de Metástase – clones celulares distintos dentro da massa Dependendo do conteúdo pode ser serosa,
tec. conj. fibroso. tumoral possuem diferentes potenciais para gerar sanguinolenta, postulosa, melicérica, viscosa, límpida.
3. Por 3º intenção – suturas. Intervenção cirúrgica. metástase. Levar em conta período.
Diapedese – Os neutrófilos atravessam o BENÍGNA MALÍGNA • Hematoma: extravasamento de sangue no tecido
endotélio e escapam para o interstício. Depende de alterações conjuntivo, de cor azulada, após traumatismo agudo,
Quimiotaxia – Os neutrófilos migram através genéticas que favoreçam pode ocorrer após a remoção de 3º molares inf, inclusos.
do interstício dirigindo-se até o foco da lesão e mobilidade, evasão do Toma cor amarelada no decorrer dos dias até que haja
fagocitam o agente agressor. sistema imune e reabsorção total.
FISIOPATOLOGIA adaptação ao novo • Abscesso: coleção de pus dentro de uma cavidade
Alterações no epitélio de revestimento ambiente. tecidual acompanhada do quadro de Celcius (rubor,
HIPERORTOCERATOSE – é um espessamento da calor, dor e tumor) com perda de função local. Empiema,
camada de queratina em superfície na qual NOMENCLATURA quando pus está no interior da cavidade natural.
normalmente está presente. Ocorre o aumento da Benígnas = “OMA” • Flegmão: inflamação do tecido conjuntivo que acarreta a
queratina, camada córnea, sem núcleo. Malígnas =”SARCOMA” Origem no Tec conjuntivo formação de abcesso ou ulceração.
HIPERPARAQUERATOSE – Espessamento da camada Origem Benigno Maligno
de paraqueratina ou seu aparecimento em superfície Fibroblastos Fibroma Fibrosarcoma Perdas teciduais
nas quais normalmente está ausente. Essa superfície Adpócitos Lipoma Lipossarcoma • Erosão: perda tecidual do epitélio sem atingir tec conj
apresenta núcleo. Osteócitos Osteoma Osteosarcoma adjacente.
ACANTOSE – Espessamento da camada espinhosa Musculo liso Leiomioma Leiomiomasarcoma • Úlcera ou ulceração: perda de substancia do epitélio com
(hiperplasia) Aumenta o número de células. Ept. Revest Papiloma Carcinoma consequente exposição do conjuntivo subjacente.
ESPONGIOSE – Edema (inchaço) intercelular da Ept gland. Adenoma Adenocarcinoma Crônico = úlcera e Agudo = ulceração.
camada espinhosa (água entre as camadas) • Exulceração: ulceração superficial com aspecto de
DEGENERAÇÃO HIDRÓPICA – Acúmulo de fluídos no CITOLOGIA pontilhado hemorrágico, ligeiramente elevada.
interior das células. Sinomímia: degeneração vacular Escala papanicolau • Atrofia: Diminuição da espessura da mucosa pela
e edema intercelular. CLASSE 0 – Material Insuficiente redução dos seus constituintes teciduais. Linear é
ATROFIA – Diminuição do número e tamanho das CLASSE I – Células normais denominada de fissura. Perifericamente, rágade.
células e consequentemente da espessura do CLASSE II – Células atípicas sem evidências de malignidade
epitélio visivelmente da camada espinhosa. (inflamatória) Hemograma
ACANTÓLISE – Perda do contato entre as células CLASSE III – Células sugestivas de malignidade SÉRIE SÉRIA BRANCA SÉRIE
epiteliais devida à degeneração das pontes CLASSE IV – Células fortemente sugestiva de malignidade VERMELHA PLAQUETADAS
intercelulares ou da substância cementante. Em CLASSE V – Células Malignas ERITROGRAMA LEUCOGRAMA PLAQUETOGRAMA
consequência há formação de vesículas, bolhas ou CONTAGEM DAS HEMACIAS/ERITRÓCITOS
lacunas no interior do epitélio. AUMENTO NORMALIDADE DIMINUIÇÃO
BIÓPSIA
EXOCITOSE – Presença de células inflamatórias entre POLICITEMIA NORMAL OLIGOCITEMIA
Indicação: Qualquer lesão persistente por mais de 2
as células do tec. Epitelial (Macrófagos, neutrófilos,
semana com etiologia desconhecida; Lesões inflamatórias
tec.) Células inflamatórias saindo dos vasos no
que não regridem até 2 semanas após a remoção do Leucograma:
conjuntivo que migram para o epitélio.
agente irritante. Ulcerações que não regridem até 20 dias. TODA VEZ QUE HOUVER LEUCOCITOSE HÁ:
QUERATINIZAÇÃO INTRA-EPITELIAL –
Citologia esfoliativa Graus III, IV e V 1º OPÇÃO: Acontece por aumento de células maduras
Queratinização de células no interior do tec epitelial,
(DESVIO PARA A DIREITA)
em localização distinta da camada córnea.
Tipos: 2º OPÇÃO: Aumento de células de linhagem imatura.
HIPERPLASIA PSEUDO-EPITELIOMATOSA – Projeções
1. Biópsia incisional (DESVIO À ESQUERDA)
epiteliais marcantes, profundas, irregulares e
anastomasadas na lâmina própria subjacente. 2. Biópsia excisional
ATIPIA – Nome genérico utilizado para indicar 3. Biópsia por aspiração (BAAF)
presença de alterações celulares relacionadas ou não 4. Punção aspirativa (PAAF)
a condições neoplásica.
FISIOLOIGA, FISIOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO
Candidíase pseudomembranosa Leucoplasia → sem causa? → biopsia → Leucoplasia pilosa PAPILOMA ESCAMOSO
“Sapinho”. Cede à raspagem. sem conhecimento, ou → resultado → • Pode ser por HIV • Proliferação epitelial induzida pelo
Fator etiológico é o fungo cândida sem displasia? Ok. → com displasia • Vírus: Epstein-barr papiloma vírus humano (tipo 6 e 11)
albicans, sendo a infecção fúngica mais media/moderada → tratamento. • Placa bem definida (placa plana, • Lesão comum, com proliferação por
comum em humanos. Pode ser papilar, corrugada) palato mole, língua, e lábios
evidenciada pelo estado imunológico do Leucoplasia → fatores irritativos 2-4 • Bilateral na língua • Apresenta-se como nódulo exofítico,
hospedeiro, o ambiente da mucosa oral, e semanas → bom resultado → • Rara em outras regiões indolor, de até 1 cm, esbranquiçado e
a cepa da C. Albicans. As placas são acompanhar → não regrediu? → Biópsia • Sem tratamento específico pediculado.
removidas à raspagem, por possuir uma • 50% dos PAC com HIV tem essa • Tem aspecto de couve-flor
descamação epitelial. Sempre que possível, realizar biópsia doença
Pode estar associada ao Liquen plano, excisional como primeira opção. Se tiver QUEILITE ACTÍLICA
que é uma doença auto-imune. mais que 1 cm, incisional. LINFANGIOMA Lesão causada pela exposição ao sol. O
Ver terapêutica medicamentosa • Harmatoma de vaso linfáticos lábio perde sua elasticidade, fica
FIBROMA • Classificação: edemacioado, endurecido. Linha
Candidíase eritematosa Hiperplasia fibrosa focal Capilar mucocutânea tem o apagamento
Associada a próteses totais. Tumor mais comum da boca Cavernoso (vermelhão do lábio), lábio ressecado.
Ver em prótese total. Não representa neoplasia Fibroma cístico (?)
Tratamento: Eliminação do fator • Comum na infância com predileção Chamada também de lábio de fazendeiro,
Carcinoma Basocelular traumático e exérese (remoção cirúrgica). ou de marinheiro
pela cabeça e pescoço
Neoplasia maligna oriunda da camada O fibroma vem da submucosa. LIPOMA
basal do epitélio Potencialmente maligna
• Vem do tec adiposo
Principal fator etiológico: radiação HEMANGIOMA Ocorre no vermelhão do lábio
• Neoplasia benigna de adipócitos
ultravioleta • Tumor natal ou neonatal (harmartomas) • Mas frequente em adultos Resulta da exposição crônica à luz solar
Prevalencia em adultos brancos, entre 40- • Classificação: capilar ou cavernoso Acomete mais o lábio inferior
70 anos. Não cresce tao rápido, pouca • Na boca, afeta mucosa jugal, língua,
• Tumores mais comuns na infância, com soalho da boca e lábios. Pode ocorrer
> número em pessoas brancas
metástase. Geralmente pac ao óbito por predileção feminina
infiltração de outros órgãos. na parótida
• Na face, acomete pele, lábios e língua. NEURILEMOMA
OSTEOSSARCOMA
Raramente produz metástase. Tratamento: São tumores ósseos maligno,
• Origem do nervo
• Esclerotemia (medicamento que • Schwannoma
caracterizado pela produção de osso ou
Carcinoma espinocelular fibriona o tecido) – oleato de osteóide pelas células neoplásicas. Tem
Outros nomes: Carcinoma epidermoide ou • Neoplasia benigna das células de
etanolamina – um crescimento rápido, destruição de tec
carcinoma de células escamosa Schuwann
• Laser terapia ou cirurgia com embulição adjacente e os osteoblastos proliferam
Principais fatores etiológicos: tabagismo e • Frequente em jovens muito.
previa (24-48hs)
etilismo. Neoplasia maligna mais • Prevalente na língua
Herpes
frequente da boca em 90%. • Pode ser intraósseo LINFOMA
Coceira = prurido é um sintoma e não
Inicia-se como placa branca (que não cede sinal. Neoplasia maligna originadas das células
à raspagem. Importante áreas de risco (no Faz parte do quadro prodrômico que
NEUROFIBROMA do tec linfoide.
lábio inferior, na borda lateral da língua e
antecede o sinal clínico da doença. • Neoplasias benignas mista dos
no soalho da boca) nervos periféricos originária de MELANOMA
Fases da herpes – 7 dias em média células de Schwann e fibroblastos 3º CÂNCER de pele mais comum. É o que
ERITROPLASIA mais mata.
1. Fase prodrômica (início ideal • Mais frequente em adultos jovens
da aplicação)
Vitropressão: Negativa (não há • Prevalente em pele. Pode afetar a
2. Vesícula
alteração/isquemia), descarta lesões 3. Ulceração
mucosa jugal e complexo
vasculares. maxilomandibular (intraósseo)
4. Crosta
Ver receita em Terapêutica
Placa/mancha avermelhada de origem LEUCOPLASIA
desconhecida Placa branca que não cede à raspagem.
Causa desconhecida
Se parece com muitas outras lesões.
Potencial de malignização muito maior O tipo de biópsia depende do caso.
Propedêutica:
Queilite angular
• Cede a raspagem?
Acontece em comissura labial, pois a área
fica com saliva + umidade, gerando fungo.
Tem regressão? Queratose irritativa
Também pode ser por perda da DVO,
Não regrediu? Leucoplasia
aparelhos, etc. É um tipo de candidíase,
Critérios para biopsia incisional
que necessita de tratamento tópico +
• Região vermelha
orientação.
• Área ulcerada
Ver receita em terapêutica
• Evitar áreas necrosadas
Diagnóstico
1) Raspável ou não?
Sim? Pseudomembrana, candidíase,
recidivas
2) Trauma crônico ou uso de tabaco
Remover a causa e aguardar 2-4 semanas
Ceratose friccional, trauma ou leucoplasia
associada ao tabaco.
3) Verificar o local
Se ocorrer na língua, se chama>
Leucoplasia pilosa.

Jasiel Oliveira
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FISIOLOIGA, FISIOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO
Hiperplasia fibrosa inflamatória Estomatite Nicotínica Cisto de erupção – geralmente
Semelhante a um tumor, que se • Irritação recorrente da fumaça do em crianças
desenvolve em associação com as tabaco (cachimbo ou charuto) É o análogo, nos tecidos moles, do
bordas de uma prótese total ou parcial • Calor faz lesão no palato cisto dentígero. Surge com o
mal adaptada. • Inflama os ductos salivares do aumento de volume de
palato
Hiperplasia papilar inflamatória consistência mole,
• Cinza / branco
Para muitas lesões precoces de • Difusa, opaco frequentemente translúcido na
hiperplasia papilar inflamatória, mucosa gengival que recobre a
• Lisa, rugosa, fissurada
a remoção da dentadura pode permitir coroa de um dente decíduo ou
• Entremeado com manchas
a remissão do eritema e do edema, e permanente em erupção. A
eritematosas – ductos
os tecidos podem retornar à sua
• Placa branca no pálato maioria dos exemplos é
aparência próxima ao normal. A
condição também pode mostrar observada em crianças menores
Língua Pilosa de 10 anos de idade.
melhora após o uso de terapia
antifúngica tópica ou sistêmica.
• Alojamento difuso das papilas
filiformes do dorso da língua
ANOMALIAS DENTÁRIAS
Granuloma piogênico Microdontia – dente pequeno
• Geralmente associada a cândida
O granuloma piogênico é um Macrodontia – dente grande
crescimento semelhante a tumor da • Fumo, antibioticoterapia
prolongada, radioterapia Fusão – união de 2 dentes pelo
cavidade oral. Não é um granuloma
verdadeiro. O granuloma piogênico é • Coloração secundária: café, chás e esmalte
um aumento de volume com superfície confeitos Geminação – 1 raiz para 2 coroas
lisa ou lobulada, que usualmente é • Recobrimento piloso, simétrico Concrescência – 2 dentes unidos
pedunculada, embora algumas lesões • Branco-acinzentado ao negro pelo cemento
sejam sésseis. A superfície é • Mais espessa na linha média
Dens in dente – invaginação
caracteristicamente ulcerada e varia do • Raspagem – remoção
dental
rosa ao vermelho ao roxo, dependendo
Nevo branco Esponjoso Dilaceração – curva exagerada
da idade da lesão. Granulomas
piogênicos jovens têm aparência • Condição genética que produz Pérola de esmalte – má formação
altamente vascular, enquanto lesões espessamento epitelial Taurodontismo – câmara
mais antigas tendem a se tornar mais • Branco rugoso alongada. “dente de touro”
colagenizadas e apresentar coloração • Simétrico – mucosa jugal bilateral Hipoplasia de esmalte – Dente de
rosa. • Assintomática tuner – causada pelo decíduo
• Não se destacam Dentinogênese imperfeita
Lesão (Granuloma) periférica de • Não evoluem
Displasia dentária
células gigantes • Familiar – início no nascimento,
Lesão reacional exclusiva da gengiva Anodontia - = agenesia
infância, adolescência
ou rebordo alveolar • Placas brancas, difusas, corrugadas Supra numerários
• Simétricas e espessas Mesiodens – um supra numerário
Fibroma ossificante periférico • Mucosa jugal bilateral, lábio, ventre na linha média.
Lesão reacional exclusiva da gengiva da língua Raiz supra numerária
ou rebordo alveolar Cuspide supra numerária
O produto mineralizado Carcinoma Epidermoide Dentes neonatal
provavelmente se origina de células do
periósteo ou do ligamento periodontal. Ectópicos – fora do local normal
Maligno 95 % das lesões
Heterotópico – em qualquer área
Agressivo
Placa branca inicial evoluída para Migração
ulceração. Sangramento. Giroversão
Transposição
Granuloma periapical
é uma massa de granulação no
ápice de um dente desvitalizado

Jasiel Oliveira
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ODONTOLOGIA LEGAL
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Direitos fundamentais
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• Diagnosticar, planejar e executar tratamentos 11 9 7495-1083 whatsapp
A Identidade é o conjunto de
• Guarda sigilo caracteres físicos, funcionais e
• Contratar outros profissionais psíquicos, natos ou adquiridos,
• Recusar atender em locais com condições porém, permanentes, que torna
indignas uma pessoa diferente das demais.
• Renunciar (por escrito) um tratamento
quando esse prejudicar o bom Identificação É a determinação da
relacionamento. identidade. É o processo que
• Recusar executar atividades que não sejam compara alguns caracteres,
de sua competência procurando as coincidências entre
• TSB pode executar atividades de sua os dados previamente registrados e
competência, sob supervisão os oferecidos para exame.
Deveres fundamentais
• Regular e atualizado com o CRO Reconhecimento Pode ser
• Ter ética na profissão entendido como uma identificação
• Manter atualizado os prontuários empírica, subjetiva sem o rigor
• Ser responsável por seus atos ainda que científico.
consentido pelo paciente
• Comunicar irregularidade ao CRO 5 requisitos técnicos para a
Auditorias e perícias identificação
• Atuar com absoluta isenção
• Receber benefícios vinculados aos resultados a. Unicidade ou
Relacionamento com o paciente
Individualidade
• Nunca discriminar
b. Imutabilidade
• Não obter vantagens física, emocional ou
financeira c. Perenidade
• Exagerar no diagnóstico d. Praticabilidade
• Ser claro quanto a todas a informações e. Classificabilidade
• Não abandonar o paciente
• Não usar técnicas que não tenham
comprovação
• Delegar suas atividades ao ASB/TSB
Relacionamento com a equipe de saúde
• É infração desviar pacientes
• Não praticar concorrência desleal
• Não ser conivente com erros
• Não negar colaboração técnica
• Criticar erro técnico científico
Sigilo Profissional
• Revelar fato sem justa causa
• Fazer referência a casos clínicos
identificáveis, exibir paciente, sua imagem ou
qualquer outro elemento que o identifique,
em qualquer meio de comunicação ou sob
qualquer pretexto, salvo se o cirurgião-
dentista estiver no exercício da docência ou
em publicações científicas, nos quais, a
autorização do paciente ou seu responsável
legal, lhe permite a exibição da imagem ou
prontuários com finalidade didático-
acadêmicas.
Dos documentos
• Guarda ad eterna
• O prontuário é do paciente
• Não comercializar atestados
Honorários
• Não pode oferecer serviço gratuito a quem
pode pagar
• Não oferecer seus serviços profissionais como
prêmio em concurso de qualquer natureza;
• Não receber ou dar gratificação por
encaminhamento de paciente;
Divulgar ou oferecer consultas e diagnósticos
gratuitos ou sem compromisso Especialidades
• Vedado intitular-se especialista sem inscrição
da especialidade no Conselho Regional.
Propagandas
• Na comunicação e divulgação é obrigatório
constar o nome e o número de inscrição da
pessoa física ou jurídica, bem como o nome
representativo da profissão de cirurgião-
dentista e também das demais profissões
auxiliares regulamentadas. No caso de
pessoas jurídicas, também o nome e o
número de inscrição do responsável técnico.
• Não exibir antes e depois
• É vetado realizar palestras em escolas,
empresas ou quaisquer entidades que
tenham como objetivo a divulgação de
serviços profissionais e interesses
particulares, diversos da orientação e
educação social quanto aos assuntos
odontológicos;
MORFOLOGIA
Embriologia Ossos do Neurocrânio M. Levantador do ângulo da boca –
Ectoderma - originará o tecido nervoso e Frontal (forame supra orbital, arco levanta o ângulo da boca
parte do tecido epitelial (epiderme) superciliar, margem supra orbital, díploe, M. Abaixador do ângulo da boca –
Mesoderma - originará os tecidos de seio frontal, sulco do seio sagintal) abaixa o ângulo da boca
sustentação e preenchimento (tecido Parietal (linha temporal superior e inferior) M. Abaixador do lábio inferior –
conjuntivo propriamente dito e especializado Occipital (Protuberância occiptal interna, abaixa o lábio inferior
– osso, cartilagem, gordura, sangue, além do forame magno, sulco do seio transverso, M. Mentual – enruga a pele do mento,
tecido muscular) sulco do seio sigmoide, condilo occiptais, everte o lábio inferior
Endoderma - originará o tecido epitelial que canal do nervo hipoglosso, protuberância M. Plastima – enruga a pele do
compõe os órgãos das cavidades torácica e occiptal externa) pescoço
abdominal. Esfenoide (Seio esfeinoidal, sela turca, asa
menor, asa maior, canal optico, fissura Músculos infra-hiódeos
Tipos de densidades ósseas: orbital superior, fossa pterigoidea, hámulo Esterno-hióideo
D1: muito osso compacto e mínimo pterigpodeo, lâmina média, lâmina lateral, Omo-hiódeo
esponjoso espinha esfeoidal, forame redondo, forame Esternotireóideo
D2: muito osso compacto e médio esponjoso oval, forame espinhoso) Tireo-hióideo
D3: pouco osso compacto e muito esponjoso Osso temporal (fossa mandibular, incisura
(trabeculado denso) mastoidea, processo mastoideo, processo Músculos supra-hiódeos
D4: pouco osso compacto e muito esponjoso estiloide, poro acústico externo, Sulco da Digástrico
(trabeculado pouco denso) artéria occiptal, canal carótico, impressaço Estilo-hiódeo
trigeminal, forame estilomastóideo, sulco Milo-hiódeo
do seio sigmóde, poro acústico interno, Gênio-hiódeo
Áreas de resistência fossa mandibular, tubérculo articular,
Pilar canino, Zigomático e processo zigomático do temporal, Componentes da ATM
Pterigóideo direitos e esquerdo. Os pilares Osso etmoide (linha perpendicular, lâmina Superfícies articulares
caninos são ligados entre si pelos arcos supra cribriforme, crista etimoidal, seio etmoidal) Disco articular
e infra-nasal, os pilares caninos são ligados Cápsula articular
aos zigomáticos pelos arcos supra e infra- Ossos do viscerocrânio Cavidade articular
orbital direitos e esquerdos. Nasal (concha nasal inferior) Membrana sinovial
Osso Lacrimal Liquido sinovial
Papilas Vômer Ligamentos
Circunvaladas - são as maiores, e ficam Osso Palatino (lâmina horizontal, forame
enfileiradas logo à frente do sulco terminal, palatino menor, espinha nasal posterior) ATM
paralelas a ele e possuem botões gustatórios. Maxila (espinha nasal anterior, sulco infra Dinâmica da ATM – Em Rotação,
Fungiformes - Possuem botões gustatórios, orbital, canal infraorbital, margem côdilo roda em torno do próprio eixo,
têm o formato de cogumelos e distribuem-se infraorbital, fossa canina, processo sem se deslocar. Em translação,
de maneira bem espaçada pela região do alveolar, corpo da maxila, seio maxilar, côndilo desliza para anterior.
ápice e das margens. tuber da maxila, crista zigomático alveolar, Na abertura ocorre pequena rotação
Filiformes - encontram-se distribuídas por eminencias alveolares, forame incisivo, com a participação do: gênio-hiódeo,
todo o dorso da língua, sendo longas e processo palatino, septo inter-radicular) milo e ventre anterior do digástrico.
estreitas. Não possuem botões gustativos, e Osso Zigomático (corpo do zigomático, Na abertura maior, ocorre a translação
possuem corpúsculos do tato. arco do zigomático, processo temporal do envolvendo o pteriodeo lateral. Em
Folhadas - encontram-se distribuídas na zigomático) protrusão – envolvimento dos M.
porção posterior da margem da língua e Mandíbula (processo coronóide, incisura Elevadores e M. Pterigoideo lateral.
possuem botões gustatórios. da mandíbula, ramo da mandíbula, linha Em retrusão, M.digastrico, milo, gênio-
obliqua, corpo, tuberosidade massetérica, hiódeo e temporal.
Glândulas salivares ângulo da mandíbula, canal mandibular,
forame mentual, tubérculo mentual, Lateralidade centrífuga – excursão da
As glândulas salivares maiores são: parótida,
protuberância mentual, fóvea pterigoidea, mandíbula para todos os lados
submandibular e sublingual; e as glândulas trigono retromolar, septo intraradicular, Lateralidade centrípeta – retorno à
processo alveolar, linha obliqua, crista posição original
salivares menores são: palatinas, labiais, alveolar, cabeça da mandíbula, colo,
processo condilar, fóvea submandibular, INERVAÇÃO
bucais e linguais. fóvea sublingual, espinhas genianas, fossa N. Facial – (motor e sensitivo) –
digástrica, linha milo-hióide, tuberosidade sensibiliza a mucosa nasal, estimula as
Drenagem linfárica pterigoidea, forame da mandíbula, sulco gl.lacrimais e palatinas. Alcança a gl.
é um sistema auxiliar de drenagem, milo hióideo) Parótida. Seus ramos terminais
composto por capilares linfáticos, vasos Músculos da mímica destinam-se aos músculos da mímica
linfáticos, ducto torácico ou ducto linfático M. Occiptofrontal – levanta o supercílio e N. Glossofaríngeo – termina na raiz da
direito, linfa e linfonodos. enruga a pela da fronte língua. Inerva a parótida, sensibilidade
M. Auriculares – movimenta o pavilhão da geral e gustatória do 1/3 posterior da
orelha externa língua.
Planos M, Orbicular do olho – fecha as pálpebras N. Hipoglosso – inerva a musculatura
e comprime contra o olho da língua
M. Corrugador do supercílio – puxa o
supercílio medialmente
M. Procero – puxa a pele da glabela para
baixo
M. Nasal – parte alar: dilata a narina
M. Obicular da boca – faz o biquinho
M. Bucinador – expulsa o ar da boca,
sucção, traciona lateralmente o ângulo da
boca
M. Risório – traciona lateralmente o
ângulo da boca
M. Levantador do lábio superior – levanta
o lábio superior
M. Levantador do lábio superior e da asa
do nariz – levanta o lábio superior e dilata
a narina
M. Zigomatico menor – levanta o lábio
superior
M. Zigomatico maior – traciona o ângulo
da boca
Jasiel Oliveira
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MICROBIOLOGIA e BIOSEGURANÇA
Desinfecção – É a primeira etapa do processo. Dominui a
Postulado de Koch carga bacteriana, sendo indispensável antes da
• O agente causador deve estar presente em todos os desinfecção ou esterilização.
casos de doenças e não deve estar presente em animais
saudáveis. Assepssia - é o conjunto de medidas adotadas para
• O patógeno deve ser isolado do animal hospedeiro impedir a introdução de agentes patogênicos no
doente e deve crescer em cultura pura. organismo.
• A mesma doença deve ser produzida quando os
micróbios da cultura pura são inoculados em animais Antissepssia - consiste na utilização de produtos
sadiossuscetíveis. (microbicidas ou microbiostáticos) sobre a pele ou
• O mesmo patógeno deve ser recuperado outra vez do mucosa com o objetivo de reduzir os micro-organismos
hospedeiro animal artificialmente infectado e ser capaz em sua superfície. Ex.: Clorexidina – degermante, álcool,
de crescer novamente em cultura pura. iodofórmio
O álcool a 70% faz a desinfecção de superfície
Bactérias aeróbias contaminada, dependendo de seu uso após limpeza e
• Aeróbias estritas – exigem O2 fricção por 3 vezes consecutivas.
• Microaerófilas – baixos teores de O2
• Aeróbias facultativas – utilizam ou não O2 Degermação: é a remoção de sujidades, detritos,
• Aerotolerantes – suportam a presença do O2, impurezas e microbiota transitória da pele através do uso
mas não utilizam de sabão e detergentes sintéticos.
Bactérias anaeróbias
• Anaeróbias estritas – não toleram a presença do Esterilização – mata todos os microorganismos
O2
Luvas – reduzem em até 50% a chance de penetração de
Temperatura ótima para o crescimento bacteriano sangue no tecido do profissional após perfuração.
• Psicrófilas – 12 – 17°C
Hepatite – Tipos B,C e D são os mais propensos a serem
• Mesófilas – 28 – 37°C
transmitidos de maneira cruzada no consultório. O Tipo B
• Termófilas – 57 – 87°C
tem a capacidade de permanecer viável por mais tempo
Fase do crescimento bacteriano
fora da boca. Transmitido por meio de secreções e
• Fase LAG – adaptação. Crescem em tamanho
aerossóis.
• Fase LOG – crescimento exponencial em
velocidade. Aumenta o numero de células
• Fase estacionária – Divisão decrescente de
produção
• Fase de declínio – morte celular

Replicação viral
• Ancoragem ou adsorção
• Penetração
• Decapsidação
• Biossíntese
• Maturação

Microbiota oral
Aquisição – irrompimento dental e novos nichos
Sucessão microbiana – troca de uma comunidade para
outra
Sucessão alogênica - troca de uma comunidade para
outra, devido a alterações no habitat por fatores não
microbianos
Sucessão autogênica – Ocorre quando a comunidade
residente altera o meio de tal forma que é substituída
por outras espécies mais adaptadas ao habitat.
Microbiota residente – estão sempre presentes e em
grande numero.
Microbiota suplementar – Estão sempre presentes,
porém, em numero reduzido.
Microbiota transitória – geralmente não estão
presentes, mas apareceram lá.

Virus tuberculosis – Sobrevive em ambiente seco a 25°C


por semanas.

Jasiel Oliveira
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COI
Urgência Dor – Trauma – Infecções – Estética – desconforto funcional
Periodontia: Abscesso gengival/periodontal agudo, pericoronarite,
GUN/PUN.
Endodontia – Ateração inflamatória reversível, alterações
inflamatórias irreversíveis, Periodontite apical aguda microbiana,
abscesso periradicular agudo, Abcesso fenix
Trauma – Fraturas coronárias com ou sem exposição pulpar,
radiculares, alveolar, lesões aos tecidos alveolares e periodontais
Cirurgia – Alveolites, hemorragias, trauma

Jasiel Oliveira – Uninove 2017


Dentística – Estética, sensibilidade, abrasão, abfração, erosão, atrição
Ortodontia – trauma causado pelo fio, quebra de braquete
Implante – periimplantite
Protese – consertos de próteses
Diagnóstico Anmnese
Exame clínico
• Extra oral
• Intra Oral da Mucosa
• Exame do periodonto (PSR)
• Exame dos dentes
Exames complementares
• Modelos de estudos
• Radiografias
• Teste de vitalidade pulpar (inspeção, palpação, percussão
Fase I vertical, percussão horizontal, Rx, exame térmico, teste de
anestesia, teste de cavidade)
• Anátomo-patológico
• Citológico
• Laboratoriais
Hipótese Diagnóstica
Planejamento individual para cada patologia
• Qual melhor tratamento
• Hipótese de tratamento
• Sequência de tratamento
• Integração do tratamento
Adequação do • OHB
Meio/Preparo • Controle de Placas
incial • Escarificação e Selamento de cavidades abertas (sem Jasiel Oliveira
comprometimento pulpar) https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
• Raspagem supra (procedimentos básicos) https://www.instagram.com/jayoliveira80/
• Controle da dieta 11 9 7495-1083 whatsapp
• Exodontia de raízes flutuantes
• Raspagem e alisamento Corono Radicular
Avaliação • Avaliar o nive de saúde obtivo
Planejamento • Retirar interferências oclusais
Oclusal
(avaliação)
Periodontia • Tratamento Periodontal Sub e Supra
Cirurgia • Raíz residual
• Cirurgias eletivas
• Exo simples ou múltiplas
• Dentes inclusos ou impactados
• Cirurgias pré-protéticas
• Frenectomia
Periodontia • Cirurgias Periodontais
Cirúrgica
Planejamento • Polpa Viva
Endodontico • Polpa Morta
• Apicificação
• Apicigênese
• Clareamento Interno
• Cirurgias Paraendodônticas
Avaliação • Avaliar o nive de saúde obtivo
Oclusal • Reestabelecer as relações Intermaxilares
• Retirar interferências
• Confecção de prótese provisórias
Dentística • Restaurar dentes previamente tratados
Fase 2 • Preparos para a fase protética
• Clareamento dental externo
Ortodontia • Pequenos movimentos ortodônticos
Implantodontia • Cirurgia implantodôntica
Prótese • Fixa
• PPR
• PT
Avaliação • No final do tratamento
Manutenção • Consultas periódicas
• Exames clínicos e complementares
Fase 3 • Controle de Higiene
• Profilaxia
• Avaliação de Controle de Tratamento realizado
CAB
Índice de Higiene Oral Simplificada – IHOS CÁRIE (ÍNDICE CPOD/ceod) PIP - ÍNDICE DE PERDA DE INSERÇÃO PERIODONTAL
1. Soma dos valores corados dividido pelas Avalia a experiência de cárie. Códigos alfabéticos para 0 – Perda de inserção entre 0 e 3mm; JCE não visível e
superfícies avaliadas dentes decíduos e numéricos para dentes permanentes. CPI entre 0 e 3
2. Superfícies: 1 – Perda de inserção entre 4 e 5mm; JCE visível na área
a. V16 0(A) – Coroa Hígida. Não há evidência de cárie. Estágios preta da sonda CPI
b. V11 iniciais da doença não são levados em consideração 2 - Perda de inserção entre 6 e 8mm; JCE visível entre
c. V26 (manchas esbranquiçadas; descolorações ou manchas limite superior da área preta da sonda CPI e a marca de
d. L36 rugosas; áreas escuras, brilhantes, duras e fissuradas do 8,5mm
e. V31 esmalte, fluorose moderada ou severa) Nota: Todas as 3 - Perda de inserção entre 9 e 11mm; JCE visível entre as
f. L46 lesões questionáveis devem ser codificadas como dente marcas de 8,5 – 11,5mm
3. Cod. 0 – Sem evidenciação de placa hígido 4 – Perda de inserção de 12mm ou mais
4. Cod. 1 – Até 25% da superfície corada X – Sextante excluído, menos de 2 dentes presentes
5. Cod. 2 – Até 50% da superfície corada 1(B) - Coroa Cariada: cavidade evidente ou há uma
6. Cod. 3 – Até 100% da superfície corada restauração temporária. Na dúvida, considerar como FLUOROSE DENTÁRIA (Índice de DEAN)
dente hígido; 1. Neste índice todos os dentes são examinados, mas a
avaliação da condição individual é feita levando-se em
2(C) -Coroa restaurada mas com cárie: Há uma ou mais conta apenas dois dentes mais afetados (se esses dois
restaurações e ao mesmo tempo uma ou mais áreas dentes mais afetados não estiverem comprometidos de
7. Resultados do IHOS: cariadas. Não há distinção entre cáries primárias e modo semelhante, o valor do menos afetado entre os
a. 0-1 Ótima secundárias, ou seja, se as lesões estão ou não em dois será registrado).
b. 1,1-2 Regular associação física com a(s) restauração(ões); 2. Os pré-molares e segundos molares são os dentes mais
c. 2,1-3 Péssima frequentemente comprometidos, seguindo-se os
3(D) – Coroa restaurada e sem cárie: Há uma ou mais incisivos superiores.
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE CÁRIE DENTÁRIA restaurações definitivas e inexiste cárie primária ou 3. Incisivos inferiores são menos afetados.
Cód. A - Ausência de lesão de cárie, ausência de dente recorrente. Um dente com coroa colocada devido à cárie 4. Códigos e Critérios:
restaurado, ausência de perda dentária e ausência de inclui-se nesta categoria. Se a coroa resulta de outras 0-Normal. O esmalte apresenta translucidez usual com
grande quantidade de biofilme. causas, como suporte de prótese, é codificada como estrutura semivitriforme. A superfície é lisa, polida, cor
7(G); creme clara;
Cod. B - Ausência da doença cárie em atividade, 1-Questionável. O esmalte revela pequena diferença em
presença de dente restaurado, ausência de perda 4(E) – Dente Perdido Devido à cárie: Um dente relaçõa a translucidez normal, com ocasionais manchas
dentária e ausência de grande quantidade de biofilme. permanente ou decíduo foi extraído por causa da cárie e esbranquiçadas. Usar este código quando a classificação
por outras razões. Dentes decíduos: aplicar apenas “normal” não se justifica;
Cod. C - Ausência da doença cárie em atividade, quando o indivíduo está numa faixa etária na qual a 2-Muito Leve. Áreas esbranquiçadas, opacas, pequenas
presença de lesão de cárie crônica, presença de material esfoliação normal não constitui justificativa suficiente manchas espalhadas irregularmente pelo dente, mas
restaurador provisório (IRM, OZE ou ionômero em dente para a ausência; envolvendo não mais que 25% da superfície. Inclui
permanente), presença de perda dentária e ausência de opacidades claras com 1 a 2 mm na ponta das cúspides
grande quantidade de biofilme. 5(-) - Dente Permanente Perdido por Outra Razão. de molares;
Ausência se deve a razões ortodônticas, periodontais, 3-Leve. A opacidade é mais extensa mas não envolve
Cod. D - Presença de lesão inicial de cárie sem cavitação traumáticas ou congênitas; mais de 50% da superfície;
(mancha branca ativa) e presença de grande quantidade 4-Moderada. Todo o esmalte dentário está afetado e as
de biofilme. 6(F) – Selante: Há um selante de fissura ou a fissura superfícies sujeitas à atrição mostram-se desgastadas. Há
oclusal foi alargada para receber um compósito. Se o manchas castanhas ou amareladas frequentemente
Cod. E - Presença de uma ou mais cavidades de cárie dente possui selante e está cariado, prevalece o código 1 desfigurantes;
dentária. ou B (cárie); 5-Severa. A hiploplasia está generalizada e a própria
forma do dente pode ser afetada. O sinal evidente é a
Cod. F - Presença de dor, abscesso, fístula, 7(G) – Apoio de Ponte ou Coroa: Indica um dente que é presença de depressões no esmalte, que parece
comprometimento pulpar visível e restos radiculares. parte de uma prótese fixa. Este código é também corroído. Há manchas castanhas generalizadas;
CPI - ÍNDICE PERIODONTAL COMUNITÁRIO utilizado para coroas instaladas por outras razões que 8-Excluído. Quando, por alguma razão (bandas
1. Dentes sondados: 16/17/11/26/27/37/36/31/46/47 não a cárie ou para dentes com facetas estéticas. Dentes ortodônticas, próteses, p ex.) O indivíduo não pode ser
a. Sangramento Gengival extraídos e substituídos por um elemento de ponte fixa avaliado quanto a fluorose dentária;
0 – Periodonto hígido são codificados como 4 ou 5; 9-Sem informação.
1 - Periodonto com sangramento - observado Implante: Registrar este código (7)
diretamente ou com espelho, após sondagem
X – Sextante excluído, menos de 2 dentes presentes 8 (-) – Coroa Não Erupcionada. EROSÃO /DESGASTE DENTÁRIA
Erosão é o resultado da perda de tecido do elemento
b. Cálculo Dentário 9 (-) – Dente excluído: Aplicado a qualquer dente dental causada por processos químicos, agravados por
0 – Periodonto hígido permanente que não possa ser examinado (bandas processos mecânicos, sem associação de ação
2 – Cálculo - qualquer quantidade mas com toda a área ortodônticas, hiploplasias severas, etc.); bacteriana. A gravidade da erosão é marcada de acordo
preta da sonda visível com a condição erosiva encontrada na cavidade bucal,
X – Sextante excluído, menos de 2 dentes presentes T (t) – Trauma (fratura) além disso, o número de dentes envolvidos também é
c. Bolsa Periodontal Nota: Conforme a recomendação da FSP-USP, quando há marcado.
0 – Periodonto hígido 5 ou mais dentes com bandas, o portador será excluído
3 – Bolsa de 4-5mm e margem gengival na área preta da da amostra. Braquetes, em qualquer número, não 0 – Nenhum sinal de erosão
sonda inviabilizam os exames e, assim, não constituem 1 - Lesão erosiva comprometendo esmalte
4 – Bolsa de 6mm ou mais e área preta da sonda não está obstáculo. 2 - Lesão erosiva comprometendo dentina
visível 3 - Lesão erosiva com comprometimento pulpar
X – Sextante excluído, menos de 2 dentes presentes Resultados do CPOD/cedo
ceod (decíduos) - (B+C)=c (E)=e (D)=o (A)=h
Traumatismo Dentário
ceo = Somatória dos códigos B+C+E+D
Neste índice serão examinados apenas os incisivos
superiores e inferiores permanentes. Dentes afetados
CPOD (permanente) – (1+2)=C (4)=P (3)=O (0)=H
com trauma são marcados de acordo com a condição
CPOD = Somatória dos códigos 1+2+4+3
encontrada, além disso, o número de dentes envolvido
também é marcado.
0 - Nenhum traumatismo
1 - Fratura de esmalte
2 - Fratura de esmalte e dentina
3 - Fratura de esmalte e dentina com
exposição pulpar
4 - Ausência do dente devido a traumatismo
9 - Sextante Não Examinado, devido a uso de
aparelho ortodôntico ou outro motivo
LESÃO DE MUCOSA/LÍNGUA HISTÓRIA DA SAÚDE PUBLICA 1945-1964 – A luta pela democratização
Neste item preencher com um “x” sim ou não. Caso e. Pressionada pela sociedade, a previdência
A política pública de saúde no Brasil tem relação com a
preencha com sim, fazer um breve relato da localização e assumiu a prestação da assistência
construção do estado nacional e exerce a função de
aspecto da lesão ao lado. Neste caso o paciente deverá médico-hospitalar dos trabalhadores
Proteção, recuperação e promoção.
ser encaminhado imediatamente para diagnóstico f. Construção de redes privadas de
diferenciado. atendimento médico hospitalar
1500-1808 – Brasil Colônia – poucos médicos aceitavam
1952 - Odontologia incremental – Realizado nas escolas,
vir ao Brasil pois os ganhos eram poucos e o risco alto.
priorizando as crianças. Era limitado e curativista.
Nessa época o povo procurava remédios com
USO DE PRÓTESE DENTÁRIA 1953 – Criação do ministério da saúde
curandeiros, negros e indígenas. Com a vinda da corte
0 - Não usa prótese dental 1956 – Criação do departamento de endemias rurais
Real algumas coisas mudam na saúde. Nesse período
1 - Usa uma ponte fixa Década de 60-70 modelo biomédico passa a ser
surgem as primeiras faculdades de medicina do Brasil. A
2 - Usa mais do que uma ponte fixa questionado, como inadequado, má distribuição de
vida rural era deixada em segundo plano, lembrando-se
3 - Usa prótese parcial removível recursos, inacessibilidade, desigualdade na oferta do
apenas quando os problemas sanitários intervinham na
4 - Usa uma ou mais pontes fixas e uma ou serviço. Individualização da saúde, controle das endemias
produção.
mais próteses parciais removíveis deixa de ser prioridade. Surge a medicina em grupo.
5 - Usa prótese dental total 1960 – lei orgânica da Previdência Social – objetivo de
1521 – os primeiros mestres de ofício chegavam de
9 - Sem informação aperfeiçoar o sistema de saúde. Retorno à racionalização.
Portugal
1964-1985 Período da Ditadura Militar
NECESSIDADE DE PRÓTESE DENTÁRIA 1. Controle das Endemias não é mais uma
1808-1889 – O império enfermo
0 - Não necessita de prótese dental prioridade
1811 – Com a chegada da família real, foi expedida a
1 - Necessita uma prótese, fixa ou removível, 2. 1964 – CFO – regulamenta o exercício da
primeira “carta de dentista” a um brasileiro
para substituição de um elemento dental. odontologia no Brasil
1884 – dia 25 de outubro, os primeiros cursos de
2 - Necessita uma prótese, fixa ou removível, 3. 1966 – Criação do INPS – Instituto da
odontologia foram implantados
para substituição de mais de um elemento dental. previdência social, com a unificação dos órgãos
A Assistência odontológica se limitava às entidades
3 - Necessita uma combinação de próteses, previdenciários e extinção dos IAPs
religiosas (filantropia)
fixa e/ou removível, para substituição de um e/ou mais 4. Década de 70 – Pratica de uma odontologia
As santas Casas de Misericórdia respondiam pela maioria
de um elemento dental. mutiladora centrada em urgências e extrações
dos atendimentos da população
4 - Necessita prótese dental total 5. 1971 – FUNRURAL – Programa de assistência ao
Um período que se encerra sem uma política de saúde
9 - Sem informação trabalhador rural
definida
6. 1974 – fluoretação das águas obrigatória em
Gerenciamento de resíduos todo país. Lei federal 6050
1889-1930 – República Velha
1. 7. 1974 – Criação do MPAS (Ministério da
Proclamação da República
2. O controle do saneamento de uma cidade não depende Previdência e Assistência Social)
Início da modernização do Brasil
somente do pessoal ligado à limpeza pública, mas 8. 1975 – Epidemia de meningite e censura sobre
Surgem novas epidemias: Varíola, Febre Amarela, Peste
também da consciência da população em geral. a proliferação das doenças
Bubônica
3. 9. 1978 – Declaração de Alma Ata Reafirma: saúde
1904 – Campanha de vacinação obrigatória é colocada
4. Documentação para consultório: é direto fundamental, participação popular,
em prática por Oswaldo Cruz. Em alguns casos os
a. Plano de gerenciamento de resíduos de serviços de atenção básica, ação multisetorial, por meio de
sanitaristas invadiam casas e vacinavam as pessoas à
saúde. Esse documento precisa ser preenchio (PGRSS) educação, nutrição apropriada, saneamento,
força, o que gerou revolta. O centro do Rio de Janeiro se
todo local de atendimento a saúde é obrigatório. Ne fornecimento de medicamentos essenciais.
transformou num campo de batalha. A rejeição da
evidenciamos a forma correta de nosso material de 10. 1979 – I° Simpósio nacional de políticas de
população em ser vacinada contra a varíola ficou
resíduo. Por exemplo: A sobra do almagama, sutura, saúde. Apresenta proposta de reforma baseada
conhecida como a revolta da vacina.
gaze, luvas, agulhas, revelador, fixador, etc. Tudo é em: Universalização, Racionalização,
1910 – Instalação pelo poder público de consultórios
preciso evidenciar o que está sendo realizado. A Integralidade das ações, controle social
odontológicos em escolas públicas do RJ, SP, MG e BA.
esterilização é testada pelo teste químico e biológico 11. Terceirização dos serviços públicos
1923 – Começam a serem instaladas as primeiras
(ampola e nos pacotes tem um integrado químico). 12. Crise na previdência social
industrias no Brasil e surge a classe trabalhadora. As
5. 13. Implantação e expansão da medicina de grupo
epidemias e as greves eram uma ameaça. Em 1917 os
6. Resíduos de serviço de saúde O conhecimento dos 70/80 década – Odontologia simplificada
trabalhadores derrubaram o governo da Rússia. No Brasil
mecanismos de eliminação de resíduos, alternativas de 1. PISE – Programa Integrado de Saúde Escolar
os líderes começaram a ficar com medo, de perderem
manejo. 2. PREVSAÚDE – Propôs a efetivação da saúde
poder para os trabalhadores, por isso tentam acalmar os
1. Coordenação: ANVISA – CONAMA RDR 358 bucal
ânimos. Por isso através da Lei Eloy Chaves em 1923
2. Classificação do CONAMA 3. PAIS - Programa de Ações integradas de Saúde
surge a CAPs como suporte de assistência médica para os
a. A – Resíduos Biológicos – promoveu a incorporação de recursos para
trabalhadores urbanos, motivada pelo medo de ações
b. B – Resíduos Químicos aquisição de equipamentos odontológicos na
por parte de trabalhadores organizados. Essas CAPs eram
c. C – Resíduos Radioativos saúde e subsidiu o salário dos profissionais.
organizadas pelas empresas.
d. D – Resíduos Comuns 4. CONASP – Conselho Consultivo da
i. Natureza civil
e. E – Resíduos pérfuro-cortantes Administração de Saúde Previdenciária,
ii. Implantadas por empresas
f. apresentou ações integradas
iii. Facultativas
SUS 5. PRAOD (1982) - Programa de Reorientação
iv. Contribuição do empregado e do
1. Sistema de Saúde do Brasil está dividido entre os da Assistência Odontológica – deu origem
empregador
subsistemas que são: privado, misto e público. a inúmeros outros projetos
v. Reconhecida a assistência médica
2. Princípios Doutrinários: 6. (1985-1987) Sistema Único e
como direito dos beneficiários
a. Universalidade – acesso universal; Descentralizado de Saúde (SUDS) -
vi. Restrita às empresas mais fortes
b. Equidade – princípio da justiça social; complementação da proposta estabelecida
vii. Pouco impacto no conjunto da
c. Integralidade – ações integradas. pelas AIS (Ações Integradas de Saúde) e a
sociedade
Princípios organizativos: universalização do acesso aos serviços de
viii. Não tinha nenhum investimento do
d. Regionalização - articulação entre os serviços saúde por intermédio do fortalecimento do
governo
(população determinada/adiscrita); setor público.
1930–1945 – A nova República
e. Hierarquização - níveis crescentes de complexidade 1986 – 8° Conferencia Nacional de Saúde – Discutiu os
Era Vargas – a institucionalização da saúde
tecnológica. Forma de tratar em função do tamanho ideais do Movimento Sanitário. Serviu como base para a
1930 – Vargas chega ao poder, cria as CLTs com direitos
do problema restruturação do sistema de saúde brasileiro, aprovado
aos trabalhadores
f. Descentralização e Comando Único - redistribuição na constituição de 1988. Nesse ano de 1986 o CPOD era
Período que marca a institucionalização da saúde
de poder e responsabilidades; de 6,7 e em 2004 passou para 2,7. Em razão da
IAPs – Institutos de Aposentadorias e pensões,
g. Participação Popular – democratização. fluoretação das águas de abastecimento publico e dos
gradativamente substituem as CAPs
h. Atenção Primária à Saúde – representada pelas dentifrícios. Ano do primeiro levantamento de cárie,
I. Contribuição obrigatória por parte das
UBS/USF/UBSF e ainda pelos NASFs doença periodontal e necessidade de próteses. Ainda,
empresas e empregados, de acordo com o
i. UBS é porta de entrada para o Sistema - Atendem a Carta de Otawa onde se Consolida-se o conceito:
ramo de atividade, sob o controle do
maioria dos problemas(>80%) da comunidade promoção de saúde, incluindo “uma maior participação
governo significando que tornou-se uma
ii. Em área delimitada (adstrita) = regionalização no controle desse processo”. Fala-se em: paz, abrigo,
poupança do governo
iii. Os procedimentos realizados devem ser informados instrução, segurança social, alimento, renda, direito das
II. Formados por categoria profissional
no SIAB (Sist. Inf. Atenc. Básica) e o SAI-SUS (Sist. mulheres, justiça social, equidade, direitos humanos.
III. Mecanismo de poupança interna
Inf, Ambulat. Do SUS) – importantes para o repasse
IV. Participação direta do Estado
financeiro 1987 SUDS - Significou a intenção do governo
V. Serviços exclusivos para trabalhadores
i. Atenção de Média complexidade (Secundária) – federal em dar início à implantação do SUS.
urbanos
representada pelos AME (Ambul. Méd. Espec.), Estadualizou as suas ações por meio da fusão das
VI. Prestação de serviços centrados no hospital
AMA (Assist. Méd. Ambulatorial) e os CEOs (Centro secretarias estaduais de saúde com as diretorias
VII. Modelo privatizante
Esp. Odont) regionais do INAMPS. Porém, na área da saúde
VIII. Excludente
j. Atenção de Alta complexidade – Representada por bucal não significou um grande avanço, reforçando
IX. Instrumento de sustentação política
Hospitais e algumas AMA/AME a estratégia do INAMPS de manutenção do Sistema
i. Procedimentos de alto custo Incremental para os escolares do 1º grau.
ii. Alta tecnologia
iii. Serviço qualificado
1988 – Constituição Federal/Criação do SUS 2001 – NOAS – Norma Operacional de Assistência à Lei 8142/90
1. Acesso à saúde oferecida pelas 3 entes federativos: Saúde, dentro da ESF, tratando de:
União, Estados, DF e Municípios a. Ações de saúde da criança 1. 28 de dezembro de 1990, relata como deverá ser a
2. O SUS é uma política pública que nasceu da b. Ações de saúde da mulher participação da comunidade na gestão do SUS e
necessidade de mudanças na forma de “se fazer c. Controle de hipertensão descreve também como deverá acontecer a
saúde” no Brasil. Estes movimentos de d. Controle de diabetes Melitus transferência dos recursos financeiros entre as três
mudanças, denominado como “Reforma e. Controle de tuberculose esferas na área da saúde.
Sanitária”, foram baseados essencialmente na f. Eliminação da Hnaseníase 2. Duas formas de participação:
universalização e descentralização da saúde, e, g. Ações de Saúde Bucal a. Participação cotidiana (Conselhos de saúde) que são
com forte ênfase na municipalização das ações 2002 - MS, através da portaria 2048, propõe a colegiados eleitos para exercer o papel de controle social
de saúde. implantação nas unidades de atendimento de nas Secret da saúde dos municípios. Presente nos
3. Políticas de Saúde são incluídas na Constituição urgências o acolhimento e a triagem. O objetivo estados municípios
Federal, dizendo: “A saúde é um direito de todos e dessa triagem é avaliar o grau de urgência das b. Conferencias de saúde – Essa é mais periódicas e são
dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais queixas dos pacientes, colocando-os em ordem de eventos grandes, com muitas pessoas.
e econômicas que visem à reprodução do risco de prioridade para o atendimento. Parte do programa a. Conselho de Saúde.
doenças e de outros agravos e ao acesso universal e HumanizaSUS i. Composto por representantes do governo,
igualitário às ações e serviços para a promoção, 2003 – Criação do HumanizaSUS – com o objetivo prestadores de serviço, profissionais da saúde
proteção e recuperação”. de fazer valer os princípios do SUS e usuários
4. Ainda no mesmo ano ocorre o Programa de 2004 - PNSB ii. Atua na formulação de estratégias e no
heterocontrole para monitorar a qualidade de 2005 - Agenda de Compromissos pela saúde controle da execução da política de saúde na
fluoretação. b. Pacto em defesa do SUS instância correspondente
5. No mesmo ano tem a conferência de Adelaide c. Pacto pela vida iii. Tem representação nas 3 esferas de governo.
Prioriza: apoio a saúde da mulher, nutrição, combate d. Pacto pela gestão 1. Federal: Conselho Nacional de Saúde
ao tabaco/álcool e preocupa-se com ambientes 2006 - Pacto pela Saúde foi instituído, com a Conferência a cada 4 anos
saudáveis. intenção de ajudar no fortalecimento dos princípios 2. Estadual: Conselho Estadual de Saúde
1989 – Normatização da produção do creme dental, que do SUS, introduzindo mudanças nas relações entre Conferência a cada 2 anos
passou a conter flúor em 95% dos dentifrícios as três esferas do governo: Federal, Estadual e 3. Municipal: Conselho Municipal de Saúde
comercializados. Municipal. O pacto trouxe mudanças também nos Conferência a cada 2 anos
1. O impacto que teve na saúde da população: mecanismos de financiamento, significando, Paridade – é a quantidade de representante dentro
redução no índice de carie. portanto, um esforço de atualização e dos conselhos
2. Desenvolver ações intersetoriais para fluoretação aprimoramento do SUS. 50% usuários do SUS
é uma prioridade 2008 – NASF (Núcleos de Apoio à Estratégia Saúde da 25% trabalhadores de saúde
1990 – Leis organicas Família), criado com o objetivo de aumentar a 25% gestores e prestadores de serviços
1. Lei 8080/90 – Condições para a promoção, resolutividade e capacidade de resposta das ESF aos
proteçao e recuperação da saúde, regula as problemas da população. FINANCIAMENTO EM SAÚDE PÚBLICA
ações , organização e o funcionamento dos 2011 - Programa Academia da Saúde no âmbito do O SUS é financiado pelas receitas e contribuições
serviçs de saúde de todo país. Sistema Único de Saúde. Com a portaria n 719 de 07 sociais das esferas Federal, Estadual e Municipal.
2. Lei 8142/90 – Sobre a participação da de abril de 2011. O objetivo deste programa foi
comunidade na gestão e transferencia de contribuir para a promoção da saúde da população a A União deve aplicar anualmente em ações e
recursos partir da implantação de polos com infraestrutura, serviços públicos o montante correspondente ao
3. Até esse periodo só existiam os postinhos de equipamentos e quadro de pessoal qualificado para valor empenhado no ano anterior, acrescido do
atendimento a orientação de práticas corporais e atividade física percentual da variação nominal do Produto Interno
PIA – Programa de invasão da Atenção – buscou se e de lazer e modos de vida saudáveis. Bruto (PIB) do país.
adaptar ao SUS mas não envolvia a participação da 2011 – CNS – Conselho Nacional de Saúde – Acesso e
comunidade. Muda do modelo curativista para o de acolhimento com qualidade, um desafio para o SUS> Programa Agente Comunitário de Saúde
controle. Uma abordagem sobre a equidade. Criado em junho de 1991, com a intenção de
1991 - Programa de Agentes Comunitários de Saúde 2012 – Consultório de Rua, o sistema de saúde contribuir para a reorganização dos serviços
(PACS) público procurou ampliar o acesso da população de municipais de saúde, auxiliando na integração das
1991 – Declaração de Sundval: Criação de a mbientes rua e ofertar atenção integral à saúde, por meio das ações entre os diversos profissionais, assim como
favoráveis são inseparáveis à saúde. equipes e serviços da atenção básica. para a ligação efetiva entre a comunidade e as
1992 – Carta de Bogotá - promoção de saúde na America 2012 - Portaria 3012 26/12/12 – alteração nas unidades de saúde.
latina – transformação das relações de crenças, culturas modalidades: O Agente Comunitário de Saúde (ACS):
e valores em bem estar para todos. • ESB Modalidade I: um cirurgião-dentista (CD) e É responsável por, no máximo, 750 pessoas (200
1993 – 2° Conferência Nacional de Saúde Bucal e Carta um auxiliar de saúde bucal (ASB) OU um técnico de família)
do Caribe – Melhor controle para o bem estar físico, saúde bucal (TSB).
mental, social e espiritual. • ESB Modalidade II: um cirurgião-dentista (CD), um Estratégia Saúde da Família (PSF/ESF)
1994 – ESF Estratégia da saúde da família – amplia a técnico de saúde bucal (TSB) e Um auxiliar de saúde Máximo de 4.000 pessoas
ação comunitária. Um modelo de atenção básica. bucal (ASB) OU OUTRO técnico de saúde bucal (TSB)
Iniciou com o nome de PSF (Programa Saúde da Modalidade Equipe – Saúde Bucal
Família). ACS incorpora a ESF. HUMANIZASUS Modalidade I – CD + ASB ou TSB
1997 – Declaração de Jacarta – Afirma: Saúde é um 1. Política Nacional de Humanização (PNH) Modalidade II – CD + TSB + ASB ou TSB
direito a. Acolhimento e classificação de Risco nas portas de
2000 – Inserido a odontologia na PSF/ESF. Portarias entrada de urgência e emergência; NASF
de n.º 1.444/GM, de 2000, que estabeleceu 2. Demanda Espontânea – Qualquer atendimento não Criado em 2008 com o objetivo de aumentar a
“incentivos financeiros para a reorganização da programado. Representa uma necessidade resolutividade e capacidade de resposta das equipes
atenção à saúde bucal prestada nos municípios por momentânea do usuário como uma informação, um de saúde da família aos problemas da população.
meio do Programa de Saúde da Família” agendamento de consulta, uma urgência ou uma
1. O acesso da odontologia na ESF teve sua inserção emergência. Pacto pela Saúde
em 2000 (uma revolução na saúde bucal coletiva)3. Demanda Reprimida – refere-se a um determinado Pacto pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão
2. O Brasil Sorridente buscou oferecer atendimento número de pacientes de uma população adstrita,
em todos os níveis de complexidade como na ESF.
2001 – Portaria n.º 267/GM, de 2001 criou 2 tipos 4. Caso agudo – refere-se ao paciente que procura o
de equipes serviço de saúde com fins de restabelecimento de
• ESB Modalidade I: composta por cirurgião- sua saúde por algum tipo de sofrimento de início
dentista (CD) e auxiliar de saúde bucal (ASB). recente. DOR.
• ESB Modalidade II: composta por cirurgião- 5. Deve ter pelo menos 1 profissional de nível superior
dentista (CD) e auxiliar de saúde bucal (ASB) e o para a tomada de decisão.
técnico em saúde Bucal - TSB. 6. Ambiência – é a sala de espera. Um momento
potencial para práticas coletivas de humanização.
Lei 8080/90 Triagem e Classificação de risco
19 de setembro de 1990, discorre sobre as condições
1. Deve ser realizado pelo profissional da saúde, de
para a promoção, proteção e recuperação da saúde. nível superior, treinamento específico e utilização
Conhecida como Lei Orgânica da Saúde de protocolos pré-estabelecidos. Jasiel Oliveira
Define o SUS como um conjunto de ações e serviços2. Triagem não é um instrumento de diagnóstico de https://www.facebook.com/jasiel.oliveira.7
de saúde prestados por órgãos e instituições doença, apenas hierarquiza a gravidade e https://www.instagram.com/jayoliveira80/
públicas federais, estaduais e municipais de determina prioridades no atendimento. Não
administração direta e indireta e das fundações 11 9 7495-1083 whatsapp
pressupõe exclusão e sim estratificação.
mantidas pelo poder público. a. Classificação de risco: é um instrumento utilizado
para reorganizar os processos de trabalho na
tentativa de melhorar e consolidar o Sistema Único
de Saúde (SUS).
b.
Ortodontia
Ortodontia Preventiva: Dentições decídua e mista. CHAVE III – Inclinação da coroa – Ponto B(B)
Ortodontia Corretiva: Dentição permanente. 1 - Os incisivos superiores tem inclinação vestibular, os – Infrandental(Id)
A erupção dos 2°Mol permanentes é uma referência incisivos inferiores tem inclinação lingual. As coroas dos – Pogônio(P ou Pg)
divisória entre a dentição mista e início da permanente. incisivos superiores são inclinadas vestibularmente, em – Ponto D(D)
relação a uma linha de 90º ao plano oclusal, enquanto – Mentoniano(M ou Me)
4 Eventos da Dentiçao Mista que os incisivos inferiores, são lingualmente inclinados – Gônio(Go)
1° - Erupção dos 1°Ms Permantentes (início da dentição em relação a mesma linha. – Gnátio(Gn)
mista) 2 – As inclinações das coroas dos incisivos superiores são – Eminência(E)
2° - Erupção dos INC SUP/INF. Se não houve espaço, vestibulares, os centrais mais vestibularizados que os – Pogônio mole(Pg’)
expandir os arcos dentários no sentido transversal laterais. Caninos e pré-molares tem inclinação palatina. – Lábio Superior(LS)
(expansores removíveis ou fixos). As inclinações dos 1º e 2º molares superiores são PLANOS E LINHAS CEFALOMÉTRICAS:
3° - Erupção dos CAN./PM. Se houver falta de espaço, é similares e palatinas, porém levemente mais palatinas do PLANO – Determinado pela união de 3 pontos
possível ganhar, no sentido ântero-posterior, que aquelas dos caninos e pré-molares. LINHA – Determinada pela união de 2 pontos
vestibularizando-se os dentes anteriores ou distalizando- 3 – As inclinações das coroas inferiores são
se os 1ºPMs Permanentes progressivamente linguais desde os incisivos até os 2º PLANOS:
4° - Erupção dos 2° Ms Permanentes (término da molares. Plano de Frankfurt
dentição mista). CHAVE IV – Rotações Plano Oclusal
Devemos ter ausência de rotação no longo eixo. Plano Mandibular
Espaço livre de Nance/Leeway Space CHAVE V – Contatos justos LINHAS:
Trata-se da diferença que existe entre a somatória das Pontos de contatos entre dentes adjacentes. -SN; ENA-ENP; NA; NB; ND; NP; SGn; AP; Longo eixo do
distâncias mésio-distais da distal do canino, à distal do 1 CHAVE VI – Curva de Spee incisivo superior; Longo eixo do incisivo inferior; Linha
e 2 molares decíduos com a somatória das distâncias A profundidade da curva de Spee varia de um plano até H(Holdaway)
mésio-distais do canino, 1 e 2 premolares permanentes. uma superfície levemente côncava. INTERPRETAÇÃO CEFALOMÉTRICA:
A média de profundidade varia de 0 a 2,5 mm. Nos modelos fazemos os cálculos pra saber se há
Tendências de crescimento facial (Tweed): espaços. Quanto tem de arco e rebordo. Medir osso e
1-Tipo A: MX e MD crescem em harmonia para baixo e Fatores Etiológicos das más oclusões dentes. Medição chamada espaço presente.
para frente com mesma velocidade de crescimento I- Fatores Hereditários Espaço requerido é o espaço que precisamos.
2-Tipo B: A velocidade de crescimento da MX é maior II- Fatores Pré-Natais Medindo as distancias de segundo pré a 2°pre.
que a da MD (crescimento vertical) II- Fatores Pós- Natais: A) Intrínsecos
3-Tipo C: A velocidade de crescimento da MD é maior B) Extrínsecos Discrepância de modelos = Espaço presente – Espaço
que a da MX (crescimento horizontal) requerido – pode ser + ou – ainda (0). Se (-) falta espaço.
Perfis Faciais ANÁLISE DE TWEED:
CLASSIFICAÇÃO DE ANGLE: Mesofacial – 90°: Crescimento equilibrado para baixo e à Frankfurt-Mandibular plane Angle (FMA) - formado pelo
Classe I ou Neutroclusão: frente. Plano de Frankfurt e o Plano Mandibular, evidencia a
Em chave de oclusão. A cúspide M/V do 1º Molar Sup Braquifacial - 105°: Crescimento e desenvolvimento da direção do crescimento facial do paciente e indica
oclui no sulco M/V do 1º Molar Inf. face mais no sentido anterior que inferior, caracterizando claramente o prognóstico do caso:
Problemas oclusais ocorre devidos à falta de espaço, uma predominância de crescimento horizontal. Uma FMA entre 16º e 28º - Prognóstico excelente
levando a apinhamento ou excessos de espaço determinante possível para este vetor pode ser ditada FMA entre 28º e 32º - Prognóstico bom
(diastemas), más posições dentais individuais, mordida pelo redirecionamento do seu padrão muscular que se FMA entre 32º e 35º - Prognóstico regular
aberta, mordida profunda ou sobremordida, cruzamento apresenta com uma musculatura forte contendo o vetor FMA acima de 35º - Prognóstico desfavorável
de mordida ou até mesmo protrusão dental simultânea vertical.
dos dentes superiores e inferiores (biprotrusão). Dolicofacial – 120°: Há uma predominância dos vetores Angulo FMIA (“Frankfurt Mandibular Incisor Angle”).
Overjet: 2,5mm de crescimento e desenvolvimento da face, mais no Os três ângulos, FMA, FMIA e o IMPA formam o Triângulo
Overbite: 2,5mm sentido inferior que anterior, caracterizando uma de Tweed.
predominância de crescimento vertical. A pouca VALORES NORMAIS
Classe II ou distoclusão: Retrognata resistência no sentido vertical, promovida pela FMA – 25° FMIA 68° IMPA 87°
O sulco M/V do 1º molar inferior encontra-se distalizado musculatura, proporciona condições favoráveis à
em relação à cúspide M/V do 1º molar superior. vetorização nesse sentido. FMA = 25º± 4º--------------------FMIA = 68º
Divisão 1: Classe II e na região anterior temos a FMA ≥ 30º-------------------------FMIA = 65º
inclinação vestibular dos incisivos superiores. Sempre um Cefalometria FMA ≤ 20º-------------------------IMPA = 92º
Overjet aumentado e pode ou não ter um Overbite Cefalometria é a análise do esqueleto craniofacial dentro
acentuado (sobremordida profunda). Um perfil convexo. de um esquema geométrico utilizado para descrever a META CEFALOMÉTRICA: É o exato ponto onde o incisivo
Divisão 2: Classe II e na região anterior não tem o Overjet estrutura em crescimento, avaliar resultados, planejar inferior deve situar-se quando avaliado em um
aumentado, os incisivos superiores estão lingualizados tratamento e principalmente diagnosticar anomalias. cefalograma lateral.
ou verticalizados. Normalmente encontramos uma DISCREPÂNCIA CEFALOMÉTRICA (DC): É a diferença
mordida profunda anterior. INDICAÇÕES: entre a posição ideal do incisivo inferior e aquela
Classe II pode ocorrer apenas em um dos lados. Nestes Avalia o crescimento e desenvolvimento dos ossos apresentada pelo paciente e pode ser:
casos dizemos que estamos diante de uma Classe II maxilares e faciais; diagnostica as anomalias e alterações -NULA = posição real do I.I. coincidir com a ideal
divisão 1 ou 2, subdivisão direita ou esquerda nas várias regiões do crânio e da face e a avaliação da -POSITIVA = I.I. está lingualizado em relação a posição
dependendo de qual lado está a relação de Classe II. progressão do tratamento. ideal
-NEGATIVA = I.I. está vestibularizado em relação a
Classe III ou mesioclusão: prognata CEFALOMETRIA: É um método para obter-se um posição ideal
Más oclusões onde o sulco M/V do 1º molar inferior oclui cefalograma composto do desenho anatômico, onde são
mesialmente em relação à cúspide M/V do 1º molar decalcadas as principais estruturas anatômicas do crânio A DT orienta o planejamento ortodôntico:
superior. Os cruzamentos de mordida anterior ou e da face, onde são demarcados pontos, linhas e planos, -DT positiva - há espaço na arcada para posicionar o
posterior são frequentes. além de medidas lineares e angulares, propiciando Incisivo Inferior.
Podemos, também ter casos onde a Classe III está importantes informações para a elaboração das análises -DT nula - correção ortodôntica é suficiente para
localizada em apenas um dos lados. Nestes casos cefalométricas (método de interpretação dos valores posicionar o Incisivo.Inferior.
chamaremos de Classe III subdivisão direita ou esquerda, obtidos nos cefalogramas). -DT negativa – falta de espaço na arcada para posicionar
dependendo do lado onde a Classe III está localizada. o Incisivo Inferior.
ESTRUTURAS ANATÔMICAS UTILIZADAS: DT NEGATIVA de pequena magnitude
6 CHAVES PARA UMA OCLUSÃO ÓTIMA - Sela túrcica ou turca - Desgaste interproximal
CHAVE I – Relações interarcos (7 pontos) - Meato acústico externo - Distalização
1- A cúspide M/V do 1º molar superior permanente oclui - Ossos frontal e nasais - Expansão
no sulco M/V do 1 º molar inferior permanente (Angle) - Órbitas DT NEGATIVA de grande magnitude
2 – A crista marginal distal do 1º molar superior oclui na - Maxila - Extração dentárias
crista marginal mesial do 2º Molar inferior. - Mandíbula - DT =- 10 mm
3 – A cúspide mesio palatina do 1º molar superior oclui - Dentes A opção pela extração ou não de pré-molares se dará em
na fossa central do 1º molar inferior. - Perfil facial tegumentar função de vários fatores:
4 – as cúspides V dos pré-molares Sup tem relação de - Padrão Facial
cúspide-ameia com os pré-molares inferiores. PONTOS CEFALOMÉTRICOS: - Tipo e quantidade de crescimento residual
5 – As cúspides palatinas dos pré-molares superiores tem – Sela Túrcica (S) - Condição oclusal
uma relação cúspide fossa com os Pré-molares inferiores. – Násio (N) - Perfil mole
6 – O canino superior tem uma relação cúspide-ameia – Condílio ou Condilar(Co) ESPAÇO FINAL
com o canino e 1º pré-molar inferior. – Pório(Po) Quando das exodontias, somaremos as distâncias mesio
7 – Os incisivos superiores sobrepõem-se aos incisivos – Orbital ou Orbitário(Or) distais dos dentes a serem extraídos, ao valor negativo
inferiores, e as linhas medianas são coincidentes. – Básio(Ba) da discrepância total. EF = DT + EXO
CHAVE II – Angulação da coroa – Pterigomaxilar(PTM)
As coroas dos dentes superiores e inferiores tem – Espinha Nasal Anterior(ENA)
angulações positivas. – Espinha Nasal Posterior(ENP)
– Próstio(Pr)
– Ponto A(A)
Jasiel Oliveira
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REVISÃO

PATRICIA RAMALHO

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