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PARTE 01

Produzido em aço, onde a cabeça do bujão pode ser: Allen, Sextavada ou Tx em rosca BSP ou NPT que
geralmente vem acompanhado por arruela de vedação ou anel oring o bujão do cárter também conhecido
como parafuso de drenagem do óleo é um componente que se encontra no fundo do cárter do motor com a
função de vedação. Esse elemento roscado é usado para vedação onde se armazena o óleo do
motor/câmbio do veículo (cárter).
Hoje trazemos o bujão de cárter convencional de cabeça Allen rosca NPT que é aplicado com uma Arruela
de Alumínio para auxiliar na vedação. Esse bujão é aplicado em todos Motores Volkswagen AP (sigla para
alta performance, ou alta potência). O motor Volkswagen AP tem sua origem de um projeto militar da
Mercedes-Benz e é um motor de combustão interna de quatro cilindros em linha, refrigerado a água, com
bloco em ferro fundido.
O motor do Audi 80 foi exatamente o motor que deu origem ao nosso icônico motor Volkswagen AP de
primeira geração, lançado em 1973 na Europa. Exemplos de motores Volkswagen AP: Gol Bolinha (GIII),
Saveiro e Parati.

PARTE 02
Também trazemos o bujão magnético Bujão Allen magnético Carter M22 x 14 aplicado em motor de Fiat 147
o primeiro carro que deu início as atividades da Fiat no país em 1976. É claro que na época não existia ainda
o bujão magnético, mais o mercado já começou a oferecer a versão desses bujões com imãs magnéticos.

Ambos Bujões são enroscados no cárter do motor.

O cárter é onde se armazena o óleo do carro. Quando o carro é ligado esse óleo é enviado para outras
peças do carro, para que seja lubrificado. No entanto quando o carro é desligado o cárter recebe o óleo de
volta, para que seja guardado e resfriado.
Toda vez que você da partida no seu motor as peças moveis que ele possui entram em atrito produzindo
diversas partículas metálicas residuais. O óleo lubrificante é o responsável por lubrificar toda parte interna
do motor, mas também é o maior condutor dessas partículas.

PARTE 03
Bujão convencional x Bujão Magnético
Com o tempo observou se que o óleo retornava com particulados metálico suspenso no óleo de lubrificação
do motor permitindo que estes entrassem em contato com as partes móveis do mesmo causando desgaste
ou danificando as peças do sistema de propulsão.
Para resolver o problema foi criado o bujão magnético, um componente que além da função de vedação,
tivesse também a função de “descontaminar” o óleo lubrificante ali armazenado por meio da coleta do
particulado metálico que o filtro de óleo não é capaz de reter.
Diferente do bujão convencional que tem a função apenas de vedação, este componente conta com uma
imã capaz de atrair para ele todo o particulado metálico suspenso no óleo de lubrificação do motor .Quando
o motor é desligado as partículas decantam para o fundo do cárter, onde esta localizado o Filtro Magnético
que as retém para que não circulem no motor.
Dica: Para os modelos de bujões que não existe a versão margnético, tem o jeitinho brasileiro. Só comprar
um par de imãs de neodímio superforte e fixa-los no bujão de óleo do motor por fora ou uma adaptação de
imã por dentro inserido na ponta do bujão como estão vendo no modelo apresentado.

O bujão magnético pode custar até cinco vezes mais que o bujão convencional, porém é capaz de aumentar
a vida útil do motor em quase 60% segundo estudos realizados pela SAE (Society of Automotive Engineers –
Sociedade dos Engenheiros Automotivos, atualmente Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade).