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A simulação de atendimento clínico no processo de supervisão enquanto
metodologia de ensino-aprendizagem na formação do terapeuta-estagiário*

Jaqueline da Cruz Rossi**

1. Introdução
As diversas transformações que aconteceram no mercado profissional e nas
universidades aumentaram consideravelmente o grau de exigência no processo de
formação do psicólogo. O que é defendido atualmente para o ensino em psicologia é de
que ele deve ser baseado em evidências científicas que promovam a interação entre teoria
e prática, levando em consideração a realidade social (BELAR; COLLINS;
LEFFINGWELL; BELAR,; 2007). A formação profissional consiste em dispor
contingências que facilitem a instalação de um controle preciso dos estímulos presentes
na situação profissional sobre as respostas do formando, maximizando a probabilidade de
sua ação ser positivamente consequenciada (STARLING; 2002).

Skinner, na década de 80, já defendia que "A tarefa da educação é desenvolver um


repertório de comportamentos que sejam eventualmente reforçados na vida diária e
profissional do graduado". Nesse sentido, a busca por processos, métodos e ferramentas
que possam proporcionar o desenvolvimento do repertório necessário para a atuação no
contexto clínico exige atenção especial por parte dos formadores. O processo de
supervisão em psicologia, que surgiu por volta da década de 20 (BERNARD, 2005), por
exemplo, é um processo de ensino-aprendizagem extremamente importante visto que
busca promover a aprendizagem do supervisionando a partir da modelagem e do
reforçamento diferencial dos comportamentos adequados do aprendiz (BARLETTA;
DELABRIDA; FONSECA,; 2012).

A supervisão é um processo relacional, contratual e colaborativo entre formador


e formando com o objetivo de desenvolvimento, ensino e aprendizagem da prática clínica
e que influencia diretamente no sucesso ou fracasso do aprendizado das habilidades
específicas a esse contexto. O estágio refere-se ao campo prático da formação
profissional, e desse modo deveriam ser planejados para garantir o mínimo de experiência
e competência para a prática profissional. A supervisão de estágio para além do

* Ensaio teórico apresentado como parte do Estágio supervisionado I em Clínica Analítico-


Comportamental, sob supervisão da Profa. Dra. Nazaré Costa.
**Acadêmica do 10 período em Psicologia, da Universidade Federal do Maranhão e Terapeuta-estagiária
em Clínica Analítico-Comportamental na mesma.
desenvolvimento das habilidades profissionais, tem também, um sentido avaliativo do
desempenho do supervisionado (IRENO; MEYER, 2009).

Algumas estratégias de supervisão que têm sido comumente adotadas por


supervisores das abordagens comportamentais são: gravações de sessões de atendimento
por vídeo ou áudio, observação pelo espelho unilateral, registros do próprio terapeuta
como transcrições, anotações do supervisor do comportamento do aluno em supervisão
(BECKERT; 2002; BARLETTA; DELABRIDA; FONSECA, 2011). Além dessas, uma
outra estratégia que pode auxiliar no desenvolvimento das habilidades do terapeuta é a
simulação, entendida como "situação ou lugar criado para permitir que um grupo de
pessoas experimente a representação de um acontecimento real com o propósito de
praticar, aprender, avaliar ou entender sistemas ou ações humanas” (GOMÉZ, 2008ano,
p.612).

O contexto de treino propiciado pela simulação é fundamental para os iniciantes,


pois permite ao supervisor avaliar e investigar o repertório do supervisando, auxiliando
no direcionamento do processo de supervisão bem como, permite a autoavaliação do
próprio supervisando, promovendo também o autoconhecimento, sendo estes, aspectos
relevantes para uma atuação profissional mais adequada. (IRENO; MEYER, 2009; Commented [N1]: Referência(s)

OLIVEIRA, 2014).

Portanto, o objetivo desse ensaio teórico é discorrer acerca do processo de


supervisão de estágio em psicologia clínica, ressaltando a simulação enquanto uma
metodologia de ensino-aprendizagem que contribui imensamente na formação do
terapeuta-estagiário.

2. Fundamentação Teórica
2.1 A supervisão de estágio em psicologia clínica
O estágio supervisionado representa o momento de transição entre os ambientes
acadêmico e de trabalho, de articulação e integração da teoria com a prática. Em
psicologia, esse processo passou a acontecer com maior frequência a partir de 1920, por
influência dos institutos e sociedades de psicanálise, que passaram a exigir, para a
formação profissional, o tripé psicanalítico defendido por Freud: estudos teóricos,
supervisão e tratamento pessoal (OLIVEIRA-MONTEIRO; NUNES; 2008). Commented [N2]: Não tinha conhecimento disso

Considerando que durante o desenvolvimento da Psicologia como ciência e


profissão, uma das grandes dificuldades encontradas tem sido a de garantir a competência
da formação de seus membros (CAMPOS, 1998), o processo de supervisão passa a ser
indispensável. No contexto da formação do psicólogo, a supervisão ocorre em caráter
obrigatório nas clínicas-escola ou em serviços de psicologia integrados a cursos de
graduação, tendo em vista a Lei 4.119, artigo 16 (27/08/1962) (Brasil, 1962) que dispõe
sobre os cursos de formação em psicologia e regulamenta a profissão do psicólogo.

Enquanto um processo de ensino-aprendizagem, o objetivo é produzir mudanças


no comportamento do supervisando. Segundo Starling, 2002:

"Uma interpretação comportamental de um processo de formação profissional


poderia ser a de que formar um profissional é dispor contingências
especificamente definidas, facilitando, assim, a instalação de um controle
preciso dos estímulos presentes na situação profissional sobre as respostas do
formando e maximizando a probabilidade de que a sua ação profissional, a sua
resposta, seja positivamente consequenciada." (p.1).
Dessa forma, o estágio supervisionado deve ser pensado como meio de
modelagem e instalação de um repertório específico, buscando garantir o mínimo de
experiência e competência para a prática profissional. Para além disso, Bitondi e Setem,
(2007), citam quatro objetivos principais desse processo no contexto clínico: 1) fortalecer
os conhecimentos teóricos do aluno; 2) ensinar uma conduta ética; 3) garantir a
capacitação para atendimento clínico; e 4) garantir que o cliente tenha um atendimento
adequado.

A supervisão é um processo relacional, contratual e colaborativo entre formador


e formando com o objetivo de desenvolvimento, ensino e aprendizagem da prática clínica
e que influencia diretamente no sucesso ou fracasso do aprendizado das habilidades
específicas a esse contexto. Um aspecto relevante desse processo é que a pluralidade
teórica da psicologia se aplica também à prática. À vista disso, a supervisão pode variar
entre as abordagens teóricas, além disso, outras variáveis também podem vir a afetar,
como por exemplo, a formação e experiência pessoal do supervisor, a demanda com que
o supervisionado está lidando e até mesmo se a supervisão se dá em grupo ou não. Nesse
sentido, não há uma uniformização dos métodos e ferramentas que serão utilizados no
processo, sendo importante levar sempre em consideração a relevância de cada método e
ferramenta na formação do supervisionado. (BARRETO; BARLETTA, 2010).

Historicamente a metodologia mais empregada no processo de supervisão em


psicologia clínica (comportamental) é uma modelagem a partir do relato verbal do
supervisando que está realizando atendimento clínico. Comumente, o supervisor utiliza-
se do fornecimento de regras para a atuação do supervisando, o que facilita o contato com
contingências relevantes e, posteriormente vem a ser modelado quando o mesmo relata o
atendimento. Entretanto, esse método sofre críticas quantdo a sua fidedignidade, visto
que as contingências que controlam o comportamento do supervisando dentro e fora da
sessão são diferentes e o mesmo pode n]ãao conseguir discriminá-las. (STARLING,;
2002).

Para De Rose (1997), para que essa metodologia seja mais eficaz, seria necessário
desenvolver a auto-observação do supervisando, para que ele pudesse identificar as
variáveis controladoras do seu comportamento. Moreira (2003) sugere algumas
estratégias para lidar com esta dificuldade: observação entre a correspondência verbal e
não verbal do aluno, uso de correlatos públicos (registro audiovisuais, somente auditivos,
ou observação pelo espelho unidirecional), registro do próprio terapeuta ou de um outro
observador, e o atendimento em dupla, para que um terapeuta observe o comportamento
do outro.

Algumas outras estratégias de supervisão que têm sido comumente adotadas por
supervisores das abordagens comportamentais são: role-playing, modelação ao vivo,
elaborar fazer análise funcional do comportamento do aluno em supervisão e na sessão,
dar feedback e reforçar diferencialmente comportamentos que se aproximem da aquisição
das habilidades desejadas. (BITONDI; SETEM,; 2007). A maioria dessas estratégias são
aplicadas no momento em que o atendimento psicoterápico já está sendo realizado por
parte do supervisando.

2.2 A simulação como metodologia de ensino-aprendizagem na formação do


terapeuta-estagiário
O atendimento clínico exige do terapeuta-estagiário um repertório complexo que,
geralmente, ainda não está desenvolvido no momento em que o mesmo inicia o processo
terapêutico e, que vem a ser modelado, principalmente, através da supervisão do caso.
Para os supervisando, esse é um contexto onde a ansiedade comumente se manifesta.

Geralmente, o primeiro atendimento desperta sentimentos diversos nos


terapeutas iniciantes, sendo a ansiedade um sentimento preponderante e muito
relatado no início dos atendimentos na clínica psicológica. Banaco (1993)
aponta que atender é uma classe de respostas que ainda não faz parte do
repertório comportamental do terapeuta iniciante. (SARTORI, 2014, p. 98X).
Entretanto, uma outra estratégia que poderia contribuir, ainda no momento pré-
atendimento clínico, na instalação desse repertório e na diminuição da apresentação de
respondentes é a simulação. Nesse contexto ela é definida como:
[...] um processo dinâmico que envolve a criação de uma oportunidade
hipotética que incorpora uma representação autêntica da realidade, facilitando
a participação ativa do aluno e integrando as complexidades do aprendizado
prático e teórico com oportunidades para a repetição, feedback, avaliação e
reflexão (BLAND; TOPPING; WOOD, 2011, apud OLIVEIRA, 2014, p. X).
Conforme Gómez, (2008), a simulação é uma “situação ou lugar criado para
permitir que um grupo de pessoas experimente a representação de um acontecimento real
com o propósito de praticar, aprender, avaliar ou entender sistemas ou ações humanas”
(p.612). Essa representação pode acontecer de algumas formas diferentes e alguns
aspectos estão envolvidos na variação do formato de uma simulação. Quanto aos
participantes, ela pode ser entre supervisandos, entre supervisando e supervisor, entre
supervisando e terceiros. Quanto ao conteúdo, pode ser com um caso fictício ou com
demandas pessoais. Quanto àa natureza, pode ser filmada ou ao vivo. Independente do
formato que seja escolhido, é importante ressaltar que os aspectos éticos profissionais se
aplicam e devem ser mantidos. (BARRETO; BARLETTA, 2010; IRENO; MEYER,2009; Commented [N3]: Referências

MOREIRA,2003; OLIVEIRA, 2014)

Esse contexto de treino é fundamental para os iniciantes. Ireno e Meyer, (2009),


defendem que o treino através do desempenho de um papel contribui na aprendizagem
profissional. Contudo, conforme já citado anteriormente, para além da prática, a
simulação permite avaliação e feedback imediatos por parte do supervisor, assim como
acontece na supervisão de caso. Nesse momento, postura, linguagem, habilidades de
perguntar, operacionalizações e intervenções já podem ser investigadas e avaliadas pelo
supervisor, orientando em que sentido o processo de desenvolvimento e aprendizagem do
supervisando deve seguir.

Além disso, permite ao supervisando, uma autoavaliação e autoconhecimento no


sentido de: discriminação dos próprios comportamentos e de eventos antecedentes e
consequentes que exercem maior controle, aspectos pessoais que possam
aparecer/interferir no processo e, aspectos corporais e verbais (como por exemplo, vícios
de linguagem) e até mesmo, do conhecimento teórico e as relações com a prática que
consegue estabelecer. Sendo assim, um método mais fidedigno do que o relato verbal do
supervisando.

E, como defende Skinner (1974, p. 31), "O auto-conhecimento tem um valor


especial para o próprio indivíduo. Uma pessoa que se ‘tornou consciente de si mesma’
[...] está em melhor posição de prever e controlar seu próprio comportamento." Esse é um
aspecto extremamente importante para o terapeuta-estagiário, visto que essa
discriminação pode possibilitar uma atuação profissional mais adequada.

Dessa forma, a simulação se sustenta enquanto uma rica metodologia de ensino-


aprendizagem no contexto da supervisão clínica. Catania, (1999), defende três
importantes processos na aquisição de habilidades, sendo eles a modelagem pelas
contingências, o controle do comportamento por regras e a modelação, estando os três
presentes nesse método. A simulação é um contexto que fornece pistas singulares e
próprias do atendimento clínico, possibilitando assim um contato do supervisando com
contingências mais naturais, responsáveis pela modelagem do comportamento do mesmo.
Além disso, ao avaliar e dar feedback, o supervisor pode ditar regras ou modelos para
trabalhar o repertório do supervisando.

“A aprendizagem experiencial mediada pela simulação promove uma


aprendizagem significativa [...]. Ao propor um contexto autêntico, a simulação
rompe com a educação fragmentada em que os conhecimentos separados em
disciplinas perdem o sentido não instigando no aluno o desejo pelo aprender.
” (OLIVEIRA, 2014, p. 130X).
No estágio realizado em Clínica Analítico-Comportamental no Núcleo de Formatted: Font:

Psicologia Aplicada da Universidade Federal do Maranhão tem-se feito uso dessa Formatted: Indent: Left: 0", First line: 0.49", Line
spacing: 1.5 lines
ferramenta de ensino-aprendizagem. No período de 2017.1, por exemplo, o formato
utilizado foi a simulação entre as próprias supervisandas e também, das supervisandas e
terceiros, envolvendo conteúdos fictícios ou demandas pessoais.

De início, as simulações aconteceram em vídeo. Nesse primeiro momento, foi


possível avaliar a postura, contato visual, comportamento verbal, dentre outros. Durante
a supervisão da simulação, a supervisora avaliava o registro da sessão simulada e dava
feedbacks sobre o processo, bem como fornecia regras que possibilitavam as mudanças
que avaliava necessárias. E, ainda, o assistir ao vídeo, propiciava a supervisanda uma
autoavaliação e autoconhecimento da forma como se comportava enquanto terapeuta-
estagiária.

Posteriormente, as simulações aconteceram ao vivo. Esse ambiente, propiciou


maior modelagem do comportamento, visto que nesse momento, a supervisora
acompanhava o atendimento com acesso ao comportamento verbal e não-verbal das
supervisandas. Na supervisão da sessão, a supervisora fornecia modelos, regras, que
auxiliavam nesse processo, além da própria modelagem que acontecia durante a interação
da terapeuta-estagiária com a pessoa que ocupava o papel de cliente.
Esse processo foi considerado fundamental na formação inicial da supervisanda.
O repertório de habilidades terapêuticas foi ampliado, o que dá mais segurança para os
primeiros atendimentos que virá a realizar. Além disso, permitiu avaliar e trabalhar vícios
de linguagem, clareza das perguntas e domínio da teoria analítico-comportamental,
pontos fundamentais para a prática em clínica. Formatted: Font: 12 pt

3. Considerações Finais

Ainda que vista como indispensável, a temática da supervisão ainda é pouco


discutida e explorada. A maior parte dos estudos estão voltados para o aspecto teórico da
supervisão, com poucas publicações empíricas a respeito. (ALBUQUERQUElbuquerque,
1995; BERTIerti, 2002). Quanto àas metodologias e ferramentas utilizadas nesse
processo, elas têm menor número de estudos, sendo muito pouco investigado a
efetividade das mesmasdelas na formação profissional.

A simulação é uma metodologia muito empregada pelas ciências médicas, onde


concentram-se a maior parte das pesquisas. Nesse contexto clínico, se utiliza de diferentes
técnicas, processos e ferramentas. Sendo mais comum o uso de simulador de paciente
(manequim), de pacientes simulados (role-play) e simuladores virtuais. No contexto
clínico psicológico, tem-se a simulação a partir do desempenho do papel de terapeuta em
situação de atendimento. E, para este, há uma escassez de estudos teóricos e práticos,
ainda que existam indicações positivas a respeito da sua efetividade.

Independente da área de abrangência, a simulação desperta para uma nova


possibilidade de ensino-aprendizagem, centrada na experiência do supervisando e na
disposição de um contexto que, ainda que seja controlado, é mais natural. Isso, para
aqueles que irão iniciar o processo terapêutico, proporciona maior segurança e amplia a
capacidade crítica e reflexiva, aspectos tão importantes para o desempenho do papel de
terapeuta.

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Jaqueline,

Seu texto está muito bem escrito e aborda a temática proposta. Considerando que
a ideia do ensaio é articular teoria e prática, senti falta de você incluir a sua prática com
as simulações durante o estágio.

Nazaré, 20/07/17
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