Libras Ipemig
Libras Ipemig
DE SINAIS
BELO HORIZONTE - MG
1
Sumário
1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................................................... 3
2 LÍNGUA DE SINAIS .................................................................................................................................. 4
3 SURDEZ .................................................................................................................................................... 4
3.1 Caracterizando a surdez ....................................................................................................................... 4
3.2 Quem são os SURDOS? ......................................................................................................................... 5
3.4 Desmistificando os estereótipos .......................................................................................................... 6
4 BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO DOS SURDOS ..................................................................................... 6
Idade contemporânea até os nossos dias .................................................................................................. 8
5 ELEMENTOS QUE FAZEM PARTE DA CULTURA SURDA. ......................................................................... 10
6 FILOSOFIAS EDUCACIONAIS PARA SURDO E LEGISLAÇÃO. .................................................................... 11
6.1 Oralismo ............................................................................................................................................. 11
6.2 Comunicação total ............................................................................................................................. 11
6.3 Bilinguismo ......................................................................................................................................... 12
7 O TRADUTOR/INTERPRETE DE LIBRAS EDUCACIONAL ........................................................................... 13
8 LEGISLAÇÃO........................................................................................................................................... 14
9 ASPECTOS LINGUÍSTICOS E GRAMATICAIS ............................................................................................ 18
9.1 Linguagem ....................................................................................................................................... 19
9.2 Língua............................................................................................................................................... 19
10 PARÂMETROS FONOLÓGICOS ............................................................................................................. 19
10.1 Configuração de mãos: ..................................................................................................................... 20
10.2 Ponto de articulação: ....................................................................................................................... 21
10.3 Movimento ....................................................................................................................................... 22
10.4 Orientação/direcionalidade: ............................................................................................................ 22
11 Fonologia das línguas de sinais............................................................................................................ 23
13 VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS ................................................................................................................... 24
13.1 Mudanças históricas: ....................................................................................................................... 25
14 ICONICIDADE E ARBITRARIEDADE ...................................................................................................... 26
14.1 Sinais Icônicos .................................................................................................................................. 26
14.2 Sinais Arbitrários .............................................................................................................................. 27
15 DATILOLOGIA É O ALFABETO MANUAL ............................................................................................... 27
16 NUMERAIS ........................................................................................................................................... 29
17 SINAIS E PRÁTICA DE CONVERSAÇÃO BÁSICA EM LIBRAS. .................................................................. 31
2
1 INTRODUÇÃO
A LIBRAS se destaca por ser uma língua de modalidade visual espacial, foi
desenvolvida pelas comunidades surdas do Brasil, por meio de aspectos culturais e
indenitários. Como toda língua, a LIBRAS é dinâmica e está sempre em processo de
desenvolvimento e ampliação. É reconhecida na legislação brasileira como língua
oficial da comunidade surda, assim como a Língua Portuguesa é para os ouvintes.
3
O longo intervalo deve-se a uma decisão tomada no Congresso Mundial de
Surdos, na cidade italiana de Milão em 1880. No evento, ficou decidido que a língua
de sinais deveria ser abolida, ação que o Brasil implementou em 1881.
2 LÍNGUA DE SINAIS
A Língua de sinal assim como a Língua oral não são universais, cada país fala
a sua língua de sinal de acordo com suas origens culturais, os surdos do Brasil
falam LIBRAS, na França LSF, nos Estados Unidos ASL e assim por diante, além do
regionalismo, assim como as línguas orais sofrem influencias linguísticas as línguas
de sinais também. Portanto a sigla LIBRAS significa – Língua de sinais brasileira.
3 SURDEZ
Leve: as pessoas podem não se dar conta que ouvem menos: somente
um teste de audição (audiometria) vai revelar a deficiência. E a perda acima de 25 a
40 decibéis (D.B.);
4
Moderada: É a perda de 41 a 55 (D.B.). Os sons podem ficar
distorcidos e na conversação as palavras se tornam abafadas e mais difíceis para
entender, particularmente quando têm várias pessoas conversando em locais com
ruído ambiental ou salas onde existe eco. A pessoa só consegue escutar os sons
muito altos como o som ambiente de urna sala de trabalho e tem dificuldade para
falar ao telefone.
Surdo - Pessoas que não escutam ou que possuem perda auditiva e utilizam
a língua visual-espacial como principal meio de comunicação. Os surdos que
frequentam a escola ou tem contato com outros surdos desenvolvem a língua de
sinais. Mas existem alguns surdos que vivem isolados ou em locais onde não exista
uma comunidade surda, se comunicam por gestos conhecidos também como sinais
caseiros. Existem também os surdos oralizados, que por decisão da família, após
muito treino, preferem usar a língua oral.
5
3.4 Desmistificando os estereótipos
Na Idade Antiga
Aristóteles (384 -322 a.c) acreditava que se os surdos não falavam era porque
não possuíam linguagem e nem pensamentos, portanto achava impossível educá-
los.
Na Idade Média
Eram proibidos de casarem entre si, não recebiam herança, eram privados de
todos os direitos de cidadãos. Nessa mesma época os monges beneditinos vaziam
votos de silêncio e desenvolveram uma linguagem de sinais para comunicar entre si
sem quebrar o voto do silêncio e aproveitaram para alfabetizar alguns surdos de
família nobre nascidos nos castelos visto que os nobres não queriam dividir a
herança com outras famílias casando-se entre primos, sobrinhas, tios entre outros,
6
porem seus filhos nasciam surdos e para receberem a herança precisam falar e
dessa forma passaram a serem educados.
Quanto ao método utilizado na época não temos registros, mas sabe-se que
alguns acreditavam que deveriam priorizar a língua falada, outros, a língua de sinais
e outros, ainda, o método combinado.
Na Idade Moderna
A primeira escola para surdo estabeleceu na Espanha foi criado pelo monge
beneditino Pedro Ponce de Leon (1510-1584). Poncio de Leon usava a datilologia, a
escrita e a oralização, mais tarde ele criou a escola para professores surdos, mas
seus métodos não perpetuaram após sua morte, na época usava-se guardar
segredo sobre a educação de surdos.
O primeiro livro publicado sobre a educação de surdos foi no 1620 por Juan
Pablo Bonet, seus métodos consistia em treinamento da fala o uso do alfabeto(
datilologia).
Samuel Heinicke (1729-1790) usava o oralismo puro, onde o grande valor era
a fala, foi conhecido como “O Pai do método Alemão”. Em 1778 fundou a primeira
escola de surdos na Alemanha na qual seus alunos eram ensinados através do
oralismo puro.
8
Fonte disponível em: [Link]
escola-de-surdos-no-brasil-1857/
O ano de 1880 foi uma data marcante para a comunidade surda, pois foi
realizado o congresso de Milão – Itália, onde o método oral foi votado como o
método mais adequado para a educação de surdos e a língua de sinais foi proibida
oficialmente sobre a alegando que a mesma destruía a capacidade de fala dos
surdos, sobre a alegação que os surdos eram preguiçosos e preferiam comunicar
em língua de sinais. Graham Bell teve uma grande participação no congresso junto
com mais 164 ouvintes que votaram a favor do oralismo contra 5 surdos americanos
que foram contra o oralismo. Tal opressão perdurou por mais de um século,
trazendo uma série de consequências sociais e educacionais negativas.
9
Em 1960 linguista Willian StoKoe o livro “Language Structure: an Outline of
the Visual Communication System of the American Deaf”, afirmando que ASL (
língua de sinais americana) é uma língua com todas as características da língua
oral. A partir dessa publicação surgiram várias pesquisas a respeito da língua de
sinais nos Estados Unidos e na Europa.
Willian Stokoe
6.1 Oralismo
Nos anos 60, o linguista americano William Stokoe reconheceu que a LS tinha
gramática própria. Atualmente, vários linguistas pesquisam sobre a LS em diferentes
países. Antes de Stokoe, a LS era vista como pobre, apenas um apoio de
comunicação; havia o pensamento de que esta servia para comunicação de
macacos. Nessa época, predominava o oralismo, discriminando-se a LS.
11
Nos anos 80, iniciaram os estudos e a aplicação da Comunicação Total por
professores de surdos. Conforme explica Dorziat (2005, p. 3):
6.3 Bilinguismo
12
harmonia ainda melhor entre professor e aluno. Assim o aluno encontra na figura do
professor um modelo de adulto surdo e o professor surdo representa uma
perspectiva para o próprio futuro desse aluno. Mas essa situação é rara em nosso
país, ainda temos poucas escolas bilíngues, não temos professores surdos em salas
de aula regente e sim nas salas de recursos onde o professor surdo faz o
atendimento ao aluno no contra turno, nas escolas ou centros especializados para
surdos, também encontramos profissionais surdos lecionando para esses alunos.
[Link]
EXRvT2GxvnXV4jU2VKVoWU8aw OWRY-yARPDX6oHBC
13
Atualmente há leis em vigor que regulamentam a profissão e determinam a
formação desse profissional. Uma dessas leis é a LEI Nº 12.319 DE 01.09.2010 que
regulamenta a profissão de Tradutor e Interprete de Língua Brasileira de Sinais –
LIBRAS.
8 LEGISLAÇÃO
LEI DE LIBRAS
14
Art. 1 - É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a LÍNGUA
BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS e outros recursos de expressão a ela
associados.
Art. 2 - Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas
concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e
difusão da LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS como meio de comunicação
objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil.
INTÉRPRETES
ACESSIBILIDADE
MERCADO DE TRABALHO
16
IV – de 1.001 em diante 5% 1º A dispensa de trabalhador reabilitado ou de defi
ciente habilitado ao fi nal de contrato por prazo determinado de mais de 90 (noventa)
dias, e a imotivada, no contrato por prazo indeterminado, só poderá ocorrer após a
contratação de substituto de condição semelhante. 2º O Ministério do Trabalho e da
Previdência Social deverá gerar estatísticas sobre o total de empregados e as vagas
preenchidas por reabilitados e defi cientes habilitados fornecendo-as quando
solicitadas, aos sindicatos ou entidades representativas dos empregados. Lei nº
8.666, de 21 de junho de 1993.
TRANSPORTE
SURDEZ
TELEFONIA
LEGENDA
17
Acesso em: 13 dez. 2015.
Estas Leis foram conquistadas pela comunidade surda, após muitas lutas e pressões
dos movimentos sociais, iniciativas individuais e coletivas, órgãos e entidades
diversas foram aprovadas pelo legislativo, que por sua vez se sensibiliza juntamente
com toda a sociedade em prol da visibilidade dos surdos e pela luta dos seus
direitos.
18
que emergem da interação do dia a dia e dos outros tipos de uso da língua. Veremos
a seguir cada um desses conceitos da definição discutidos e ilustrados por
estruturas da LIBRAS.
9.1 Linguagem
Linguagem é tudo que envolve significação, que pode ser humano (pintura,
música, cinema), animal (abelhas, golfinhos, baleias) ou artificial (linguagem de
computador, código Morse, código internacional de bandeiras). Ou seja, “sistema de
comunicação natural ou artificial, humana ou não” (Fernandes, 2002:16).
9.2 Língua
10 PARÂMETROS FONOLÓGICOS
19
Configuração de Mãos (CM)
Localização ou Ponto de
Articulação (PA)
Movimento (M)
Orientação e direcionalidade (Or).
Expressões Não – Manuais
(ENM).
10.1 Configuração de mãos: são formas das mãos, que podem ser da
datilologia (alfabeto manual) ou outras formas feitas pela mão predominante (mão
direita para os destros) ou pelas duas mãos do emissor ou pelo sinalizador. Os
sinais APRENDER, LARANJA, OUVIR E AMOR têm a mesma configuração de
mãos que são realizadas na testa, na boca, na orelha e no lado esquerdo do peito
respectivamente;
20
10.2 Ponto de articulação: é o lugar onde incide a mão predominante
configurada, podendo esta tocar alguma parte do corpo ou estar em um espaço
neutro vertical (do meio do corpo até a cabeça) e horizontal (à frente do emissor).
Os sinais TRABALHAR, BRINCAR, BESTEIRA, CONSERTAR são feitos no espaço
neutro e os sinais ESQUECER, MENTE, APRENDER E PENSAR são realizados na
testa;
21
10.3 Movimento: os sinais podem ter movimento ou não. Os sinais citados
acima têm movimento, com exceção de PENSAR que, como os sinais AJOELHAR E
EM-PÉ m não têm movimento;
10.5 Expressão facial e / ou corporal: muitos sinais, além dos quatro parâmetros
mencionados acima, em sua configuração têm como traço diferenciador também a
expressão facial e/ou corporal, como os sinais ALEGRE e TRISTE. Há sinais feitos
somente com a bochecha como LADRÃO, ATO-SEXUAL; sinais feitos com a mão e
expressão facial, como o sinal BALA, e há ainda sinais em sons e expressões faciais
complementam os traços manuais, como os sinais HELICOPTERO e MOTOR.
22
Na combinação destes cinco parâmetros, tem-se o sinal. Falar com as mãos
é, portanto, combinar estes elementos para formarem as palavras e estas formarem
as frases em um contexto.
Fonologia abrange o estudo das unidades menores que irão fazer diferença
na formação de uma palavra. No português, os sons de /m/ e de /p/ são distintivos
porque formam um par mínimo /mata/ e /pata/. O par mínimo indica que ao mudar
apenas uma unidade mínima, ou seja, /m/ e /p/, em uma determinada combinação
determinará mudança de significado. Isso também acontece com os pares mínimos
língua de sinais brasileira. Os pares mínimos da língua de sinais estão relacionados
ás configurações de mão, a locação/ponto de articulação ou movimento uma
pequena mudanças desses elementos determinará a mudança do significado da
palavra. Observando o exemplo abaixo percebemos que a configuração de mão e o
movimento é o mesmo, mudou-se apenas a localização, ou seja, o local onde foi
executado o movimento e através disso mudou o significado do sinal.
23
12 O LÉXICO OU VOCABULÁRIO DA LIBRAS
O léxico pode ser definido como um conjunto de palavras de uma língua. No caso
da LIBRAS, as palavras ou itens lexicais são os sinais. Por falta de conhecimento
pensa-se que as palavras ou sinais da língua de sinais é constituída a partir do
alfabelto manual como por exemplo:
13 VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS
24
Além disso, dentro de um mesmo país há as variações regionais. A LIBRAS
apresenta dialetos regionais, salientando assim, uma vez mais, o seu caráter de
língua natural.
25
14 ICONICIDADE E ARBITRARIEDADE
Isso não significa que os sinais icônicos são iguais em todas as línguas. Cada
sociedade apreende aspectos diferentes do mesmo referente, concebidos através de
seus próprios sinais, convencionalmente, (FERREIRA BRITO, 1993) conforme os
exemplos abaixo:
26
LIBRAS - representa o tronco usando o antebraço e a mão aberta, as folhas
em movimento. LSC (Língua de Sinais Chinesa) - representa apenas o tronco da
árvore com as duas mãos (os dedos indicador e polegar ficam abertos e curvos).
Árvore
São aqueles que não mantêm nenhuma semelhança com o dado da realidade
que representam. Uma das propriedades básicas de uma língua é a arbitrariedade
existente entre significante e referente. Durante muito tempo afirmou-se que as
línguas de sinais não eram línguas por serem icônicas, não representando, portanto,
conceitos abstratos. Isto não é verdade, pois em língua de sinais tais conceitos
também podem ser representados, em toda sua complexidade. Ex:
27
outras palavras que não possuem um sinal específico. Às vezes, uma palavra da
língua portuguesa que por empréstimo passou a pertencer a LIBRAS, por ser
expressa pelo alfabeto manual com uma incorporação de movimento próprio desta
língua, será apresentada pela soletração ou parte da soletração como as palavras
“reais” e “nunca”, por exemplo.
Uma pessoa que não é surda pode usar a datilologia quando ela não sabe o
sinal correspondente do que quer falar com um surdo... Então para o surdo entender
do que se trata devemos soletrar, usando o alfabeto manual...
Entretanto nem todo surdo é “sinalizado”, muitos são “oralizados” e outros não
conhecem LIBRAS, infelizmente...
Neste caso, a mão, quase sempre, estará com a palma virada para quem
está
lendo:
Agora, no caso de formar números, a mão, quase sempre, ficará com o dorso
DIREITA
28
15.1 ALFABETO MANUAL
16 NUMERAIS
29
NÚMEROS CARDINAIS: telefone, calça, tenis, ônibus, casa, anel, sapato, pneus,
celular e carro placa etc..
30
17 SINAIS E PRÁTICA DE CONVERSAÇÃO BÁSICA EM LIBRAS.
EU
PRONOMES
PESSOAIS
NÓS 2 NÓS 3
31
VOCÊ VOCÊS 2
VOCÊS 3 VOCÊS 4
32
PORQUÊ?
PRONOMES
INTERROGATIVOS
O QUE? COMO?
ONDE? QUANDO?
QUEM? QUAL?
PRONOMES DEMONSTRATIVOS
33
ESSE / AÍ AQUI / ESTE
AQUELE (A) / LÁ
Nota
Exemplos: AMIG@ = amiga (s) ou amigo (s), ME@ = meu (s) ou minha (s),
EL@= ele (S) ou ela (S).
Pronomes Pessoais
34
EU
VOCÊ
35
VOCÊS-2 VOCÊS-3 VOCÊS-4
VOCÊS-GRUPO VOCÊ/VOCÊS-TOD@S
EL@
36
EL@S-GRUPO EL@S/EL@S-TOD@S
ENTENDER
VERBOS BÁSICOS
REPETIR COMUNICAR
FALAR ACABAR
37
ACEITAR NÃO ACEITAR
DANÇAR ANDAR
AVISAR BRINCAR
APRENDER COMPRAR
CONSEGUIR CONVERSAR
38
GANHAR CONHECER
CUIDAR CONVIDAR
ESTUDAR EXPLICAR
FAZER GOSTAR
39
NÃO PODER PENSAR
LER PREPARAR
TRABALHAR PROCURAR
IR
SALÁRIO
VERBOS RELACIONADOS
A MEIOS DE
COMUNICAÇÃO E
TRABALHO
40
ESTÁGIO AVISAR
INFORMAR RECEBER
APOSENTAR ESPERAR
ACABAR SAIR
41
PEDIR COMEÇAR
CANCELAR
ADVÉRBIOS DE TEMPO
ADVÉRBIOS DE
TEMPO E
SAUDAÇÕES
AMANHÃ ANTEONTEM
42
BOM FERIADO BOAS FÉRIAS
FUTURO HOJE
OU
MADRUGADA ONTEM
PASSADO PRESENTE
43
BOM DIA BOA TARDE
AMANHÃ TARDE
NOITE OI
44
TUDO BEM SEMPRE
SAUDAÇÕES: FORMAL/INFORMAL
ANO
CALENDÁRIO
HORÁRIO E TEMPO
45
ANO-PASSADO ANO NO FUTURO
ONTEM ANTEONTEM
AMANHÃ HORÁRIO
MEIO-DIA/MEIA-NOITE DIA
MÊS MINUTO
46
SEMANA (QUEIXO) TODO-DIA
SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA SÁBADO
DOMINGO JANEIRO
47
FEVEREIRO MARÇO
ABRIL MAIO
JUNHO JULHO
AGOSTO SETEMBRO
OUTUBRO NOVEMBRO
48
DEZEMBRO MESES
ANTES SEMPRE
BOM
ADJETIVOS
MAL LONGE
49
FÁCIL DIFICIL
CORES AZUL
VERMELHO AMARELO
VERDE LARANJA
MARROM PRETO
50
BRANCO BEGE
VINHO COR-DA-ROSA
CINZA ROXO
OURO PRATA
CLARO ESCURO
51
PERFEITO CERTO
FAMOSO CURIOSO
INTERESSADO IMPORTANTE
ESPERTO GORDO
MAGRO GRANDE
52
POUCO USADO
VELHO(A) NOVO(A)
ALTO(A) BAIXO(A)
FEIO(A) BONITO(A)
GROSSO(A) FINO(A)
53
ORGULHO
Diálogo
a- TUDO BO@!
b- TUDO BO@!
a- VOCÊ VAI FESTA AMANHA?
b- SIM, EU VOU!
a- VOCÊ TER ROUPAS EMPRESTAR?
b- TER, VOCÊ QUERER VER?
a- EU PRECISAR BLUSA ROSA, CALÇA BRANCA, SANDÁLIA PRETA.
b- EU TER CALÇA BRANCA,TER-NÃO BLUSA ROSA, SÓ AMARELA,
SANDÁLIA MARRON.
a- OBRIGAD@, PROBLEMA TER-NÃO EU PEDIR OUTR@ AMIG@!
b- OK! TCHAU!
1- QUE HORA?
AULA COMEÇAR QUE-HORA AQUI?
VOCÊ TRABALHO COMEÇAR QUE-HORA?
AULA TERMINAR QUE-HORA?
54
VOCÊ ACORDAR QUE-HORA?
VOCÊ DORMIR QUE-HORA?
HORA / QUE-HORA
2- QUANTAS-HORAS?
VIAJAR SÃO PAULO QUANTAS-HORAS?
TRABALHAR ESCOLA QUANTAS-HORAS?
HORA/ QUANTAS-HORAS
6H 30 MANHÃ
HORAS
55
15 MINUTOS 25 MINUTOS
30 MINUTOS 30 MINUTOS
56
DUAS HORAS TRÊS HORAS
7H MANHÃ
57
58
EXEMPLOS:
1- QUE-HORA?
Interrogativa
2- QUANTAS-HORAS?
a- TUDO BEM?
b- TUDO BEM O QUE DESEJAR?
a- EU QUERER INSCRIÇÃO ESTRAR ESCOLA..
b- HORÁRIO? SÉRIE?
a- EU TERCEIR@ SÉRIE SEGUNDO G-R-A-U. QUERER NOITE.
b- PARECER TER NÃO V-A-G-A. MELHOR EU TELEFONAR VOCÊ TER TELEFONE CELULAR?
a- EU TER NÚMERO SE@?
b- TELEFONE ME@ 8115-2584 ME@ NOME........................... SE@ NOME?
58
59
ANO
CALENDÁRIO HORÁRIO E
TEMPO
ONTEM ANTEONTEM
AMANHÃ HORÁRIO
MEIO-DIA/MEIA-NOITE DIA
59
60
MÊS MINUTO
SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA
QUARTA-FEIRA QUINTA-FEIRA
SEXTA-FEIRA SÁBADO
60
61
DOMINGO JANEIRO
FEVEREIRO MARÇO
ABRIL MAIO
JUNHO JULHO
AGOSTO SETEMBRO
61
62
OUTUBRO NOVEMBRO
DEZEMBRO MESES
ANTES SEMPRE
62
63
INDENIZAÇÃO INSCRIÇÃO
JUROS LIQUIDAÇÃO
OU
63
64
PRESTAÇÃO POUPANÇA
RECEBER SALÁRIO RG
RG NASCIMENTO RG
64
65
SALÁRIO SEGURO
OU
SÓCIO SPC
EMPRESTAR FIADO
TITULO ELEITORAL
66
67
ALIMENTOS DIVERSOS
ALIMENTOS
DIVERSOS
ARROZ BIFE
67
68
CARNE CHURRASCO
FARINHA FEIJÃO
FIGADO FRANGO
LASANHA LINGUIÇA
MACARRÃO MANTEIGA
68
69
MORTADELA NUGETS
PÃO PASTEL
PEIXE PIZZA
69
70
PRESUNTO QUEIJO
SALSICHA SANDUÍCHE
SOPA
70
71
FRUTAS DIVERSAS
FRUTAS DIVERSAS
ABACATE ABACAXI
AMEIXA BANANA
CAJU CAQUI
71
72
CEREJA COCO
FIGO GOIABA
JABUTICABA KIWI
LARANJA LIMÃO
72
73
MAÇÃ MAMÃO
MANGA MARACUJÁ
MELANCIA MELÃO
MORANGO PÊRA
73
74
UVA
BEBIDAS DIVERSAS
BEBIDAS DIVERSAS
74
75
BEBIDA CAFÉ
CERVEJA CHÁ
CHAMPANHE CHOPP
LEITE REFRIGERANTE
75
76
SUCO VINHO
VERDURAS E LEGUMES
DIVERSOS
VERDURAS E
LEGUMES
ABÓBORA AGRIÃO
ALFACE ALHO
AZEITONA BATATA
76
77
BETERRABA CANA-DE-AÇÚCAR
CEBOLA CENOURA
CHUCHU COUVE-FLOR
MANDIOCA MILHO
OU
77
78
PALMITO PEPINO
PIMENTÃO REPOLHO
SALADA TOMATE
DOCES
DOCES
78
79
AÇÚCAR AMENDOIM
BOLO BOMBOM
79
80
CHICLETE CHOCOLATE
GELATINA IOGURTE
MEL PICOLÉ
PUDIM SORVETE
80
81
DIÁLOGO 1
a- OI TUDO BEM?
b- TUDO BEM. VAMOS ALMOÇAR MINHA CASA?
a- SIM VAMOS!
b- EU FAZER ALMOÇO. VOCÊ GOSTA COMER O QUÊ?
a- GOSTAR ARROZ, FEIJÃO, OVOS, PEIXE!
b- VOCÊ O QUE?
a- GOSTAR MAIS CARNE, ALFACE, TOMATE,CEBOLA, MACARRÃO!
b- BOM!
a- VAMOS ALMOÇAR?
DIÁLOGO 2
a- OI TUDO BEM?
b- TUDO BEM.
a- VOCÊ SABER FESTA MINHA CASA?
b- SABER NÃO.
a- VOCÊ QUERER IR?
b- EU QUERER.
a- TER BEBIDAS QUAL?
b- TER REFRIGERANTE COCA, GUARANÁ, TER UISQUE, VINHO E
CERVEJA.
a- MUITO BO@!
b- EU CHEGAR LÁ 08:15! OK?
a- OK, TCHAU!
FAMÍLIA
FAMILIARES
ADULTO AMANTE
81
82
CASAMENTO CRIANÇA
82
83
CASAMENTO CRIANÇA
83
84
HOMEM IRMÃ
JOVEM MADRASTA
OU
84
85
MADRINHA MÃE
MARIDO MEIO-IRMÃO
PADRINHO PAI
OU
85
86
VOVÔ (A)
86
87
MÉDICO
PROFISSÕES
ENFERMEIRA ADVOGADO(A)
GERENTE POLÍCIA
ADMINISTRADOR(A) ATOR(A)
BOMBEIRO CHEFE
87
88
COZINHEIRO(A) DESENHISTA
DIGITADOR(A) DIRETOR(A)
ESCRITOR(A) ESTAGIÁRIO(A)
FOTOGRÁFO FUNCIONÁRIO(A)
INSTRUTOR(A) JUIZ
88
89
INTÉRPRETE REPÓRTER
JORNALISTA PINTOR(A)
PSICÓLOGO(A) SECRETÁRIO(A)
VIGILANTE PROFESSOR(A)
89
90
MEIOS DE TRANSPORTES
90
91
ANIMAIS
91
92
92
93
DISCIPLINAS
93
94
MATERIAL ESCOLAR
94
95
DIÁLOGO 1 – NA ESCOLA
a- OI TUDO BEM?
b- OI TUDO BEM, VOCÊ TER AULA AGORA?
a- SIM TER AULA DE LIBRAS
b- PROFESSOR@ QUEM?
a- (nome e sinal do professor)
b- CONHECER NÃO! SALA NÚMERO QUAL?
a- DESCULPAR, EU ATRASAD@ AULA, SALA J-204, TCHAU!
b- TCHAU!
DIÁLOGO 2 – NO HOTEL
a- VOCÊ SURD@?
b- OI! (expressão facial “surpreso”) SIM EU SURD@
a- VOCÊ LEMBRAR NÃO EU? EU AMIG@ TAMBÉM PROFESSOR LIBRAS.
b- DESCULPAR, EU CONHECER NÃO, LEMBRAR NÃO.
a- (explica as caracteristícas do professor: alto, magro de óculos)
b- (expressão facial lembrar) CONHECER SIM!
a- EU AMIG@
b- BOM CONHECER
a- DESCULPAR (olhando para o relógio) EU ATRASAD@. TCHAU!
95
96
b- TCHAU!
DIÁLOGO 3 – NA RECEPÇÃO
DIÁLOGO 4 – NA EMPRESA
a- BOM DIA!
b- BOM DIA ! POSSO TE AJUDAR?
a- TER VAGA AQUI CAS?
b- DESCULPAR NÃO TER VAGA.
b-VOCÊ PREENCHER FICHA, DEPOIS ESPERAR.
a- VOCÊ TER TELEFONE CELULAR
Referências Bibliográficas
BRITO, Lucinda Ferreira. Por uma Gramática de Línguas de Sinais. Rio de
Janeiro: Tempo Brasileiro: UFRJ, Departamento de Lingüística e Filologia,
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