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GABARITO Caderno do Aluno Biologia – 1a série – Volume 4

SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 1

VULNERABILIDADE

Professor, foi adotado o termo “aparelho” para manter a nomenclatura usada pelo
programa DataSus, que é a fonte dos dados da tabela reproduzida no Caderno do Aluno.

Páginas 3 - 5
1. Sugestões: a terceira coluna, que tem o título “neoplasias”, poderia ser substituída por
“cânceres”. Outras possibilidades de substituições: “originadas no período perinatal”
por “próximas ao parto”; “do aparelho circulatório” por “de circulação”; “do
aparelho respiratório” por “de respiração”; “causas externas” por “acidentes e
assassinatos”.
2. Na faixa etária acima de 80 anos (184 563 mortes).
3. Doenças do aparelho circulatório (285 146) e outras causas (163 731). O aluno
também poderia se argumentar que a segunda maior causa conhecida de mortes
foram as neoplasias (140 730), já que não há informações precisas no item “outras
causas”.
4. Em 2004, morreram23 553 jovens.
5. Causas externas, com 16 382 mortes (acidentes, assassinatos, suicídios etc.).
Provavelmente, mortes com essas causas são comuns entre 10 e 19 anos porque os
jovens se deslocam para trabalhar e estudar (estando mais sujeitos a acidentes) e
tendem a se envolver em conflitos que resultam em morte.
6. Doenças do aparelho circulatório (20 664 mortes). Provavelmente pessoas acima de
40 anos estão mais sujeitas a esse tipo de morte porque há um desgaste do aparelho
circulatório com a idade (perda de elasticidade dos vasos sanguíneos, problemas no
coração etc.).
7. Doenças do aparelho circulatório, com 77 230 casos. Provavelmente, o desgaste do
aparelho circulatório se acentua com a idade.
8. Em 2004, morreram de “causas externas” 125 480 pessoas.

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Cálculo de porcentagem

Páginas 5 - 7

Tipos de doença
Doenças
Doenças Doenças do Doenças do originadas
infecciosas e aparelho aparelho no período Causas Outras
Idade parasitárias Neoplasias circulatório respiratório perinatal externas causas Total

Até 1 ano 100%


7,46 0,30 0,89 6,67 61,25 2,22 21,21
1 a 4 anos 100%
17,00 8,16 2,88 20,30 0,60 22,63 28,44
5 a 9 anos 100%
8,91 14,74 4,03 8,75 0,22 40,37 22,99
10 a 19 100%
anos
3,36 6,76 4,30 4,03 0,06 69,55 11,93
20 a 29 100%
anos
5,85 4,84 4,89 3,33 0,04 71,27 9,79
30 a 39 100%
anos
11,38 9,89 12,91 5,18 0,02 43,15 17,46
40 a 49 100%
anos
8,49 18,03 25,61 6,09 0,00 21,28 20,50
50 a 59 100%
anos
5,37 23,23 34,56 7,35 0,00 9,71 19,78
60 a 69 100%
anos
3,93 23,02 39,34 10,65 0,00 4,63 18,43
70 a 79 100%
anos
3,37 18,98 42,40 14,35 0,00 2,88 18,02
Mais de 80 100%
anos
3,18 11,85 43,86 19,76 0,00 2,61 18,76

1. A principal causa de morte para cada faixa etária está sublinhada na tabela acima.
2. Doenças do aparelho circulatório.

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3. Doenças originadas no período perinatal.


4. A faixa etárias que vai de50 a 59 anos.
5. A de 1 a 4 anos, em que a mortalidade provocada por doenças infecciosas é maior.
6. Resposta pessoal, mas que represente adequadamente os dados que a tabela informa.
O nome dado pelo Ministério da Saúde para essa tabela é “Mortalidade proporcional
por grupos de causas e faixa etária”.

Vulnerabilidade por faixa etária

Páginas 7 - 8
1. As doenças do aparelho circulatório são a maior causa de morte nessa idade.
Portanto, há grandes chances de que uma pessoa nessa idade tenha morte com essa
causa.
2. Sim, pois o número de mortes por essa causa após os 5 anos de idade é
proporcionalmente muito baixo.
3. Sim, pois é nessa faixa etária que as mortes por doenças infecciosas são mais
frequentes.
4. Não, pois existe um grande número de mortes nessa idade relacionado a problemas
respiratórios, como a gripe.

A vulnerabilidade nos gráficos


Páginas 9 - 10

Professor, o termo vulnerabilidade, segundo Ayres et. al (2003), significa a chance


de exposição das pessoas ao adoecimento, que resulta de um conjunto de aspectos
referentes imediatamente ao indivíduo na sua relação com o coletivo e com o meio. Nas
palavras desse autor, a vulnerabilidade pode ser definida como: “[...] chances
probabilísticas de susceptibilidade, atribuíveis a um indivíduo qualquer de grupos
populacionais particularizados, delimitados em função da exposibilidade a agentes
(agressores ou protetores) de interesse técnico ou científico”. Nesse sentido, a
vulnerabilidade a eventos e comportamentos de risco consistem na oportunidade de
exposição de pessoas ao adoecimento, como resultante de um conjunto de aspectos, que
mesmo referindo imediatamente ao indivíduo, têm relação com o coletivo. Além disso,
a interpretação da vulnerabilidade deve incorporar, necessariamente, o contexto onde as
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pessoas vivem, o que pode acarretar maior susceptibilidade à infecção e ao adoecimento


e, de modo inseparável, à maior ou menor disponibilidade de recursos de todas as
ordens para a proteção das pessoas contra as enfermidades.

AYRES J.R.C.M. (2002). Sobre o risco: para compreender a epidemiologia. São Paulo: Hucitec.

Gráficos montados com base nos resultados da tabela de “Tipos de Doenças” . Fonte: Ministério da Saúde. Sistema de
Informações sobre Mortalidade (SIM). Quadro produzido a partir do programa do DataSus, disponível em:
<http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?idb2007/c04.def>. Acesso em: 30 jun. 2010.

1. Mais velhas, pois, conforme a idade aumenta, o aparelho circulatório fica mais
desgastado. Aparecem problemas nos vasos sanguíneos (entupimentos causados por

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gordura, perda de elasticidade), na pressão arterial (hipertensão) e na eficiência do


coração em bombear o sangue. (A segunda parte da questão ainda não foi trabalhada
com os alunos, é apenas uma provocação para que pensem no assunto.)
2. As mortes causadas por doenças adquiridas no período perinatal. Isso porque essas
doenças geralmente causam mortes em crianças muito novas, até 1 ano, e pessoas
que ultrapassam essa faixa etária morrem por outros motivos.
3. Jovens dessa idade costumam deslocar-se mais frequentemente, seja por trabalho ou
lazer, expondo-se a maiores riscos de acidentes de transporte. Além disso, pessoas
dessa idade expõem-se mais a situações de violência em que há risco de morte.
4. Pessoas com mais de 60 anos tendem a deslocar-se menos e a expor-se menos a
situações de violência. Além disso, muitas pessoas dessa idade já se aposentaram e
não correm riscos de acidentes no trabalho.
5. Essa é uma recomendação procedente, pois o número de pessoas que morrem devido
a problemas circulatórios aumenta progressivamente depois dos 40 anos.

Páginas 11 - 12
1.

Doenças
Doenças originadas
infecciosas Doenças do Doenças do no
e aparelho aparelho período Causas Outras
Sexo parasitárias Neoplasias circulatório respiratório perinatal externas causas
Masculino 2,60 5,16 3,07 3,02 0,06 78,64 7,45

Feminino 5,97 12,26 7,13 6,99 0,05 43,51 24,09

2. As mortes por causas externas.


3. As mortes por causas externas.

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4.

Gráfico construído com base nos resultados da tabela do exercício 1 da página 11.

5. Os homens dessa idade possivelmente deslocam-se por distâncias mais longas para
trabalhar, expondo-se a maior risco de acidentes de transporte. Provavelmente,
realizam trabalhos mais pesados, em que a possibilidade de acidentes é maior. Além
disso, envolvem-se mais frequentemente em brigas e situações violentas, em que há
risco de morte.
6. Espera-se que os alunos reescrevam a resposta enfatizando mais a questão dos
acidentes de transporte e o envolvimento em brigas com morte.
7. A afirmação feita por esse médico não é válida para a faixa etária de 10 a 19 anos.
Segundo a tabela, as mulheres dessa idade são proporcionalmente mais vulneráveis
(7,13%) que os homens (3,07%) a doenças ligadas ao aparelho circulatório.

Páginas 12 - 13

O texto produzido pelo alunos deverá ser avaliado quanto à forma (ortografia,
concordância, coerência), mas também em relação às informações corretas sobre a
vulnerabilidade do destinatário da carta, que varia conforme a faixa etária da pessoa
escolhida.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 2

MENINA - MÃE E MENINO - PAI

O despertar para um sonho

Páginas 14 - 15

Uma parte substancial desta Situação de Aprendizagem utiliza o Projeto Vale


Sonhar, um kit educacional distribuído nas escolas de Ensino Médio da Secretaria da
Educação do Estado de São Paulo. Composto de três oficinas e elaborado pelo Instituto
Kaplan, este kit já vem sendo usado com sucesso por várias escolas. Recomenda-se a
consulta ao Livro do Professor, que acompanha o kit e traz uma discussão aprofundada
sobre o assunto. Em caso de dúvidas, consulte o Professor Coordenador da Oficina
Pedagógica (PCOP) responsável pela área de CNT, disciplina de Biologia na sua
Diretoria de Ensino ou o site do Projeto Vale Sonhar. Disponível em:
<http://www.kaplan.org.br/valesonhar.asp>.

1. Resposta pessoal.
2. Resposta dependerá do sorteio.
3, 4 e 5. Respostas pessoais, mas espera-se que o aluno reflita sobre as consequências de
uma gravidez na adolescência.
6. A resposta dependerá das discussões e da experiência pessoal de cada aluno. Seria
interessante que pelo menos alguns dos itens a seguir fossem mencionados: os riscos
de complicações na gravidez são maiores na adolescência; ser pai ou mãe
precocemente pode atrapalhar o desenvolvimento psicológico dos adolescentes; a
possibilidade de abandonar os estudos por conta do bebê; o abandono dos estudos
pode levar a um emprego pior no futuro; maiores dificuldades para criar um filho.
É possível que haja casos de jovens pais na sala. Em vez de encará-la como uma
situação constrangedora, explore-a como uma boa oportunidade para
esclarecimentos, para trocas de experiências e compreensão. Antes de tratar do
assunto, converse com os jovens pais avisando-os do tema das aulas e perguntando
se ficariam à vontade para contar sua experiência. Se sim, explore essa grande
oportunidade para esclarecimentos, para a quebra de preconceitos, para trocas de
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experiências e compreensão. A gravidez na adolescência é um assunto polêmico,


recheado de preconceitos e de ideias equivocadas (como atribuir toda a culpa à
mulher e toda a virilidade ao homem), e essas ideias devem ser questionadas. É
importante que todos se manifestem e sejam ouvidos respeitosamente; diálogo é a
palavra-chave para este trabalho. Acima de tudo, essa proposta busca tornar a escola
um espaço onde os adolescentes possam encontrar informações confiáveis e expor
suas ideias, seus medos e incertezas típicas da idade.
7. Resposta pessoal, mas espera-se que os argumentos enumerados na resposta anterior
sejam incorporados nessa mensagem.

Jogo: nem toda relação sexual engravida


Páginas 15 - 16

Esta etapa da Situação de Aprendizagem utiliza a segunda oficina do Projeto Vale


Sonhar, um jogo de perguntas e respostas. É fundamental que o professor se prepare
para a atividade informando-se sobre as respostas das questões que aparecerão durante o
jogo. Essa atividade busca esclarecer questões sobre os jogos sexuais e sobre os tipos de
práticas sexuais que podem causar gravidez – assuntos em que, em geral, imperam a
desinformação e os equívocos dos alunos. Perguntas como: “relação sexual durante a
menstruação engravida?” deverão ser devidamente respondidas nesta etapa, que
propicia também aos alunos a oportunidade de apresentar suas próprias dúvidas.
Instruções detalhadas encontram-se no Livro do Professor do kit.

Cabe a você, professor, dar atenção especial ao tópico de avaliação, no fim da


oficina, por ser esse o momento em que as discussões serão organizadas e as dúvidas
esclarecidas. É importante que os alunos percebam que essa não é apenas uma atividade
de diversão, mas que se trata de um jogo em que informações importantes serão
transmitidas.

Jogo: engravidar é uma escolha

Páginas 16 - 18
1. São métodos para evitar a gravidez.
2. Resposta pessoal.

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3. Resposta pessoal. As dúvidas específicas sobre cada método deverão ser explicadas
durante o jogo. Espera-se que o que foi aprendido durante o jogo cause mudanças nas
notas atribuídas a cada método contraceptivo. Espera-se, também, que os alunos
justifiquem adequadamente as mudanças que fizerem.

Páginas 18 - 19
1. Resposta pessoal, que será confrontada mais tarde com os textos.

Páginas 19 - 23
2. Não. O texto 2 não foi assinado, sendo, portanto menos confiável que o primeiro, que
é uma entrevista com um especialista reconhecido no assunto.
A explicação dada por cada aluno na questão 1 será ou não descartada dependendo
do seu conteúdo.
3. Os adolescentes não sabem como se prevenir (falta de informação) – descartada pelo
texto 1.
O custo de se prevenir é muito alto – descartada pelo texto 3.
4. Um exemplo:
• O custo de se prevenir é muito alto – descartada pelo texto 3. Camisinhas são
distribuídas gratuitamente por postos de saúde e por hospitais. O preço médio de uma
camisinha em São Paulo, em farmácias, é cerca de R$ 1,00.

Página 24

O texto produzido pelos alunos pode ser avaliado com os mesmos critérios que
nortearam a escrita (página 24 do Caderno do Aluno ). Isto é: o conteúdo dos parágrafos
obedece às instruções dadas? Os aspectos formais (ortografia, sintaxe etc.) estão
adequados?

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 3

A AIDS TAMBÉM É PROBLEMA SEU

Páginas 25 - 26
1. Ela teve problemas no estômago e, ao consultar um médico, descobriu que tinha
contraído Aids.
2. Primeiro, sentiu-se traída pelo médico que fez um exame sem seu consentimento.
Depois, sentiu-se muito culpada por ter feito sexo, como se fosse um crime.
3. Porque a Aids é uma doença que pode ser contraída em uma relação sexual sem
proteção ou por meio de seringas contaminadas.
4. Resposta pessoal.

Página 27
• Vírus: microrganismos menores que células, capazes de infectar e de se reproduzir
dentro de células de outros seres. Alguns deles causam doenças, como o sarampo, a
herpes, a dengue e a Aids.
• HIV: nome do vírus causador da Aids. A sigla significa vírus da imunodeficiência
humana, em inglês.
• Aids: sigla em inglês que significa síndrome da imunodeficiência adquirida. Trata-se
de uma doença transmitida por um vírus que invade certas células do sistema de
defesa do corpo (linfócitos), matando-as. O vírus é transmitido por contato com o
sangue ou secreções genitais de pessoas infectadas.
• Sistema imunitário (ou imunológico): sistema de defesa do corpo humano,
composto principalmente de várias células brancas do sangue (leucócitos).
• Candidíase: infecção causada por um fungo (Candida albicans), que causa feridas
brancas, geralmente na boca ou em outras mucosas (ânus, genitais). Ataca

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GABARITO Caderno do Aluno Biologia – 1a série – Volume 4

principalmente crianças e pessoas debilitadas, sendo conhecida popularmente como


“sapinho”.

Página 28
1. Aids.
2. As células responsáveis pela defesa do organismo, ou seja, os leucócitos ou, mais
especificamente, os linfócitos T CD4.
3. O exame de sangue apenas detectaria a baixa quantidade de leucócitos, que pode ter
varias causas além da Aids. O sapinho aparece em vários doentes, mas não em todos;
na realidade, a candidíase é uma doença frequente em pessoas que estão com o
sistema imunitário deprimido, não apenas em doentes com Aids. Portanto, o exame
da presença do HIV é o decisivo para verificar se a pessoa está com Aids.
4. As defesas do nosso corpo normalmente eliminariam a candidíase, mas a Aids
destrói as células responsáveis por essa defesa. Assim, a doença acaba penetrando no
corpo e tendo uma gravidade maior.
5. Porque o vírus HIV mata as células responsáveis pela defesa do corpo.
6. Porque a Aids pode ser transmitida pelo sangue de uma pessoa com o HIV. Como
muitas drogas são injetáveis e seu uso depende do contato com o sangue, usar drogas
pode facilitar a infecção por HIV.

Verdades e mentiras

Página 29
• Respostas pessoais.

Páginas 29 - 30
1 e 2. Respostas pessoais. Espera-se que os estudantes sugiram a busca de informações
em fontes confiáveis, como livros didáticos, livros da biblioteca, ou perguntem a
pessoas mais velhas, ou a médicos, em postos de saúde, revistas, internet etc. O
importante, neste momento, é que os alunos reflitam sobre a confiabilidade das
fontes de informação.

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GABARITO Caderno do Aluno Biologia – 1a série – Volume 4

Páginas 30 - 32
1. Respostas dependerão das tarefas de cada aluno e do resultado de cada pesquisa.
2. Respostas dependerão das tarefas de cada aluno e do resultado de cada pesquisa, mas
todos deverão copiar algumas dúvidas e conselhos em seus cadernos.
Professor, em caso de dúvidas sobre os conselhos ou dúvidas dos alunos, esclareça-
as no site: <www.aids.gov.br>, do Programa Nacional de Combate à Aids.

Páginas 32 - 34
1. Preconceito. Não há formas de contrair o vírus da Aids por meio de contato no
vestiário. A única exceção é se houver acidentes com sangue.

2. Prevenção. O contato sexual pode transmitir Aids.


3. Prevenção. O contato com sangue contaminado pelo HIV pode transmitir Aids.
4. Preconceito. Não se pode pegar Aids por meio de uma convivência normal em uma
escola. A única exceção é se houver acidentes com sangue.
5. Preconceito. Não se pode pegar Aids por meio de uma convivência normal em um
escritório. Uma pessoa portadora do HIV pode levar uma vida saudável se for
corretamente medicada. A única exceção é se houver acidentes com sangue.
6. Prevenção. O contato com sangue contaminado pelo HIV pode transmitir Aids.
7. Preconceito. Não se pode pegar Aids por sentar no mesmo banco que uma pessoa
portadora do HIV sentou. A única exceção é se houver acidentes com sangue.

Páginas 34 - 35

Nesta pesquisa espera-se que os alunos possam levantar informações a sobre a


implantação do programa, as disputas comerciais com os laboratórios, o custo
operacional do programa e o montante de recursos necessários à sua manutenção; as
principais drogas incluídas no programa e como elas atuam, e também, como o vírus
HIV reconhece suas células-alvo e as parasita. A principal fonte de pesquisa é o próprio
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GABARITO Caderno do Aluno Biologia – 1a série – Volume 4

site do Programa disponível em: <www.aids.gov.br>. Professor: estimule os alunos a


verificarem se esse programa tem repercussões na comunidade em que eles vivem; por
exemplo, se há pessoas atendidas.

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SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM 4

CAMISINHA É PREVENÇÃO

Páginas 35 - 38
1. É possível que haja algumas palavras de difícil compreensão ou que não sejam
compreendidas por alguns alunos da classe. Tais palavras deverão ser apontadas
pelos alunos. A consulta ao dicionário pode ser útil nesse momento.
2. Espera-se que algumas das instruções não estejam completas e que os alunos
consigam detectar esse problema.
3. É possível que haja frases que permitam dupla interpretação. Exemplo: “na parte de
cima da camisinha”, como saber qual é a parte de cima? Os alunos deverão propor
outras frases, mais diretas e menos ambíguas, para substituí-las.
4. Espera-se que os alunos opinem sobre a qualidade da instrução feita pelo colega,
justificando e mantendo a coerência com as respostas anteriores.

Páginas 38 - 39

No texto dos alunos, deverá estar claro que eles compreendem quais são as
consequências de uma gravidez na adolescência, tanto no plano pessoal dos jovens pais
como no plano social (aumento no número de filhos indesejados, piora na média da
escolaridade da população, piora na qualidade de mão de obra, diminuição dos salários).
O texto deverá ter a estrutura de uma carta, com data, saudações e despedida. Além
disso, deverá também estar correto do ponto de vista formal (ortografia, sintaxe,
concordância etc).

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