Você está na página 1de 311

Razer’s

Ride
The Last Riders- Lv1
Jamie Begley
Disponibilizado: Juuh Alves

Tradução: Mari Souza

Revisão Inicial: Rosa B

Revisão Final: Erika P

Leitura Final e Formatação: Sonia


Sinopse

Beth Cornett é uma boa garota, e tenta ficar


fora do caminho dos perigosos membros do clube
de motoqueiros. Infelizmente, ela consegue
chamar a atenção de Razer, que tem toda a
intenção de tentá-la a ficar com ele apesar de suas
dúvidas. Quando seus piores medos são
concretizados, ela é deixada com o coração
partido, determinada a esquecer do seu passeio
para o lado selvagem.

Razer não ia mudar por qualquer mulher, nem


mesmo Beth. Seus estilos de vida eram muito
diferentes; Ele a traiu, ela correu e ele percebeu
seu erro tarde demais; Ela não estava disposta a
perdoar e esquecer. É preciso uma tentativa de
assassinato para trazê-la de volta para ele e Os
Last Riders seriam a sua proteção. Razer pode ter
aprendido sua lição, mas desta vez, enquanto ela
estiver no clube, ela tem que jogar pelas suas regras.
Capítulo 1
Beth parou o pequeno carro no espaço vago em frente
ao mercado Compre Barato.

Tirando a lista da bolsa de grandes dimensõ es, ela


olhou para o reló gio, calculando que tinha uma hora para
terminar a compra da Sra. Langley. A velha frá gil tinha
contratado Beth para as tarefas que ela nã o era capaz de
fazer sozinha já por muito tempo.

Ela era uma das muitas clientes que Beth tinha


acumulado ao longo dos ú ltimos cinco anos.

Ela tinha até contratado um estudante universitá rio em


tempo parcial para fazer as tarefas que ela nã o era
fisicamente capaz de fazer. Limpeza de garagens,
levantamento de peso, e trabalho no gramado que eram
serviços muito solicitados uma vez que ela era contratada.
Desde que ela foi capaz de contratar Blake, esses trabalhos
foram deixados para ele, entã o ela conseguiu fazer um
pequeno lucro para si mesma.

Nã o demorou muito para Beth completar a lista.


Franzindo a testa para a lista escassa de mantimentos, ela se
preocupou com a diminuiçã o do apetite da Sra. Langley; Ela
sabia que nã o eram as suas finanças as responsá veis pela
lista pequena. Beth cuidava da maior parte de suas finanças,
tinha se formado em contabilidade na faculdade; a tarefa
adicional controlando os talõ es de cheques da Sra. Langley
leva pouco de seu tempo. Isso realmente a fazia se sentir
melhor, usar as suas habilidades negligenciadas tendo que
fazer os pagamentos mensais do empré stimo estudantil,
lembrava-lhe que ela tinha trabalhado duro para conseguir.
Quando ela se formou, acabou tropeçando em seu negó cio,
literalmente, quando a vizinha adoeceu. Beth se ofereceu
para dar recados para ela até a sua recuperaçã o.

De lá para cá , com o boca a boca ela passou a ter uma


clientela e uma renda está vel, mas isso a deixou com pouco
tempo livre. Seus clientes tinham começaram a chamá -la e
fazer pedidos para pequenas tarefas que eles eram mais do
que capazes de realizar por si mesmos, muitas vezes a
chamavam para preencher a solidã o de suas vidas. Beth
pensou que era triste que eles a chamassem em vez de seus
filhos, que muitas vezes moravam perto, mas nã o estavam
dispostos a parar o que estavam fazendo para ver aos pais
que os sustentou. Enviar-lhes um cheque quando eram
solicitados, era tipo um bá lsamo para as suas consciê ncias.

Beth estava colocando os mantimentos no porta-malas


de seu carro quando o som alto de motores encheu o ar do
fim da tarde. Enrijecendo, ela olhou por cima do ombro e viu
o grande grupo de motoqueiros entrando no estacionamento.
Fechando o porta malas, Beth rapidamente abriu a porta do
carro e entrou, fechando e trancando a porta. Quando ela
colocou as chaves na igniçã o, Beth observou como os
motoqueiros estacionaram em grupo. A pequena cidade de
Treepoint tinha um moto clube que havia tomado à cidade
pacificamente, há trê s anos.

Os Last Riders/Os ú ltimos Cavaleiros sã o um moto


clube que tinham a sua localizaçã o real desconhecida para a
maioria das pessoas da cidade. Muitos acreditavam que eles
estavam situados nas montanhas na fronteira entre Kentucky
e Virginia.

Quando eles entram, problemas muitas vezes


acontecem e os departamentos de polícia que fazem parte da
fronteira, muitas vezes empurram os crimes uns para os
outros; Por conseguinte, nenhum dos crimes que se acredita
terem cometido sequer foram processados. Eles estã o
crescendo e ficando mais fortes, em ambas as comunidades
que fazem fronteira. Os moradores passaram a ter medo dos
estranhos intimidadores que vivem e jogam duro.

Felizmente, eles ficam na deles e os problemas que eles


criam ficam em seu pró prio grupo cheio de regras e os bares
azarados que eles escolhem para a noite. As consequê ncias
posteriores por muitas vezes, deixam o bar fechado por dias
para reparos.

Normalmente, um dos membros aparece no dia


seguinte com um maço de dinheiro para o proprietá rio, como
um plus extra para silenciá -los. Tornou-se uma fonte regular
de renda para os proprietá rios de pequenos comé rcios.

Beth olhou de seu carro enquanto o grande grupo


entrava na loja. Os homens estavam todos vestidos com jeans
e jaquetas de couro com seu emblema na parte traseira.
Todos no pequeno espaço lhes deram abertura para
passarem, tentando evitar problemas. Vá rias mulheres
estavam intercaladas entre os homens. Uma das jovens
mulheres riu, atraindo a atençã o de Beth. A neta da Sra.
Langley, Samantha, estava caminhando com a mã o no cinto
de um dos homens maiores. O braço dele estava casualmente
envolto em torno de seus ombros enquanto ele caminhava ao
lado dela e conversava com outro motociclista, ignorando
totalmente os clientes que se dispersavam. Vendo os outros
em pâ nico assim como ela tinha ficado a fez sentir culpa, eles
nã o tinham agido de forma diferente com qualquer outro
cliente que entrou na pequena loja. Sam estava vestida como
Beth nunca a tinha visto antes, e ela já havia desenvolvido
uma reputaçã o antes que os motociclistas fizessem a sua
presença conhecida na cidade. Jeans apertados que deixaram
seus quadris e barriga nua, com um piercing brilhando que
chamou a atençã o para o seu estô mago liso. O top super
pequeno deixou os globos de seus seios nus. Botas de
motociclista completava a aparê ncia de uma garota
motociclista que Beth tinha certeza que daria a sua avó
palpitaçõ es no coraçã o.

Sam era vá rios anos mais jovem do que ela e aos


dezenove anos; seu corpo era á gil e firme, ao contrá rio de sua
estrutura robusta e pequena. Beth nã o estava acima do peso,
mas por causa da sua pequena estatura de 1,52 o peso
parecia embalar qualquer coisa que ela comia.

Felizmente, seu trabalho e exercícios a impediram de


ser uma bagunça gordinha. Quando eles entraram na loja,
Beth saiu com cuidado. Preocupada com a jovem garota, mas
conhecendo bem a Sam, ela sabia que nã o gostaria de receber
qualquer preocupaçã o.

Beth sabia que a Sra. Langley estaria preocupada se


ela soubesse com quem a sua neta estava saindo, e o pai de
Sam ficaria furioso. Vincent Bedford era presidente do banco
local. Ele era arisco e arrogante, mantinha sua postura
encantadora de fachada para a classe alta da sociedade de
Treepoint.

Beth havia falado com ele quando a sua sogra a tinha


contratado. Surpreendentemente, a Sra. Langley tinha pedido
a Beth para acompanhar as finanças de seu genro e ele tinha
concordado. Ela tinha aprendido rá pido sobre ele quando
mergulhou nas contas. Vincent Bedford nã o estava
interessado no que a sua pequena sogra possuía e, sim em
beijar a bunda de todas as ricas viú vas de Treepoint. Beth
virou para a pequena rua que levava à casa da Sra. Langley
para deixar a pequena quantidade de mantimentos que tinha
pedido. Beth já estava planejando com antecedê ncia a sua
pró xima missã o que estava aguardando a sua atençã o;
Esperando fazer isso em casa antes de escurecer.

— Você viu isso? — Perguntou Razer à garota


pendurada a seu lado.
— Como eu poderia nã o ver? Ela praticamente pulou
em seu carro, ela estava tã o assustada. Eu aposto que ela
mijou nas calças. — Razer riu e os outros que estavam por
perto se juntaram a ele, depois de ter visto també m a
pequena loira deliciosa correndo para seu carro.

Dentro, eles se separaram, reunindo suprimentos para


a pró xima semana. Enormes quantidades de carne, batatas
fritas, cerveja; encheram trê s carrinhos de compras.

— Como é que vamos levar tudo isso para casa? —


Sam questionou quando Razer pegava a grande nota fiscal
com valor exorbitante da atendente do mercado.

— Talvez devê ssemos contratar a assustada ratinha de


sua avó para entregá -los. — Ele brincou.

— Nã o brinque. Aposto que ela correu direto à minha


avó para fofocar sobre mim. Cadela intrometida.

— Train passou por trá s dela puxando-a, passando a


mã o sobre sua bunda e levando-a para perto de sua virilha
saliente, ignorando os clientes afugentados e a atendente
desocupada com esse comportamento sexual em pú blico.

— O que ela vai dizer Sam? Que você está transando


com um de nó s? Que está preocupada com você , isso nã o é a
verdade? — Ele riu, puxando-a ainda mais perto.

— Nã o se preocupe Sam, a velha nem sonha que você


está transando com todos eles — Evie murmurou
sarcasticamente enquanto empurrava um dos carrinhos de
supermercado sobrecarregados em direçã o às portas de
correr. — Coloque os mantimentos no meu carro. — Ela
ordenou aos motoqueiros, ignorando o olhar furioso de
Samantha.

Sam ficou vermelha com o desrespeito da popular Evie.


Sentindo-se ofendida e de boca aberta, ela retrucou. — O que
você está olhando cadela?

— Que educaçã o Sam. — Train aliviou seu aperto antes


de deixar cair um beijo em sua boca, dando um show para as
pessoas atordoadas com o seu comportamento. Com raiva,
Sam se afastou, saindo para longe da plateia que se formou
na pequena loja.

Beth chegou à casa da Sra. Langley, fazendo


malabarismos com as compras de forma cuidadosa.

Calmamente, ela os colocou longe antes de ir à busca


da mulher mais velha. Ela a encontrou deitada em seu sofá ,
tirando uma soneca.

— Senhora Langley?— Beth estava prestes a virar as


costas e deixá -la cochilando, quando ouviu a resposta com
voz cansada.

— Beth?

— Sim, sou eu. — Beth entrou no quarto para que ela


pudesse ser vista sem fazer a mulher sair da sua posiçã o.

— Achei que você talvez pudesse saber sobre a


Samantha. Ela deveria ter me visitado esta semana. —
Tristeza brilhava em seus olhos azuis pá lidos. Beth sentiu
um nó na garganta.
Entã o, muitos de seus clientes sofriam de solidã o,
sentindo-se obrigada a se sentar por vá rios minutos, Beth
ouviu as vá rias lembranças de Samantha quando era uma
criança.

Desejando sacudir a garota em questã o por ignorar sua


avó , ela sabia que era inú til sentir raiva sobre algo que estava
alé m de seu controle. Ela estava apenas seguindo o exemplo
do pai; A mã e de Sam e filha da Sra. Langley tinham morrido
em um acidente de carro, quando Sam tinha quatorze anos.
Tentando evitar que a mulher ficasse triste, Beth interrompeu
a sua histó ria.

— Eu sinto muito e eu nã o tive a intençã o de perturbar


o seu cochilo. Eu só queria que você soubesse que trouxe os
mantimentos e os coloquei lá fora. Blake passará neste fim de
semana para limpar suas calhas e armazenar qualquer coisa
que você precisar.

— Obrigada. Eu nã o sei o que faria sem a sua ajuda.

— Estou certa de que sua família estaria mais do que


feliz em ajudar.

— Você acha?

— Eu sei disso, agora nã o cochile por muito tempo ou


você nã o será capaz de dormir esta noite. Eu irei te ver no
sá bado. Eu vou trancar a porta ao sair. — Beth a deixou
cochilando e estava trancando a porta pesada quando o som
alto de moto novamente chamou sua atençã o. Eles estavam
dirigindo devagar pela rua, passando em frente da casa que a
Beth estava saindo.
Samantha estava na garupa de uma grande moto
preta, segurando firmemente um motociclista diferente do
que aquele ela entrou na loja. Beth sentiu seus olhos nela
quando passou e acenou com a mã o em reconhecimento.
Samantha virou a cara para outra direçã o, descaradamente
ignorando a casual saudaçã o.

Beth deu de ombros, nã o ficando chateada com o


desprezo. Samantha nunca tinha sido amigá vel quando seus
caminhos haviam se cruzado, sendo muitas vezes
abertamente hostil. Ela tentou nã o deixar isso incomodá -la,
mas Beth nã o conseguia entender por que a menina nã o
gostava muito dela.

A caminhada até o carro parecia ter vá rios quilô metros,


em vez dos poucos centímetros que realmente tinha.
Enquanto caminhava para o carro dela, ela olhou para as
motos quando passavam. Se isso nã o fosse tã o ó bvio, Beth
teria voltado para a casa até que todos passassem, mas ela
nã o estava disposta a se fazer de idiota duas vezes no mesmo
dia. Ela soltou um suspiro aliviado quando o ú ltimo passou.
Era ele que tinha o braço em torno de Samantha na loja.

Ele olhou para ela enquanto ela caminhava em direçã o


a seu carro. A sua respiraçã o ficou presa na garganta devido
à beleza rú stica dele. Seu cabelo castanho escuro que
alcançava a gola de sua jaqueta de couro estava amarrado
para trá s em um capacete. Ó culos de sol escondeu a cor de
seus olhos, mas nã o diminuiu a força do seu olhar sobre ela.

Sentindo queimar quando seus olhos se encontraram


brevemente; Beth viu seus lá bios tremerem em um sorriso
mau como se soubesse os sentimentos invadindo seu corpo.
Beth correu para seu carro, tirando os olhos do motoqueiro
que passava. Ela nã o virou quando ouviu a aceleraçã o da
moto, como se estivesse rindo dela.

Os dedos de Beth tremiam enquanto ela colocava as


suas chaves na igniçã o. Ela nã o sabia por que os motoqueiros
a deixava tã o desconfortá vel. A ú nica conclusã o que chegou,
era que eles tinham incorporado todos os vícios que seu pai
havia a advertido. Os pais de Beth eram nascidos e criados
em Treepoint. Seu pai tinha sido o pregador batista local e
sua mã e dedicada ao seu trabalho. As expectativas deles
sobre ela tinham sido altas e a comunidade tinha mantido
seus olhos sobre ela, contando ao seu pai cada infraçã o que
achavam ser contra os ensinamentos. Ele tinha respondido
com horas de palestras e dias de olhares com censura,
fazendo com que Beth se sentisse muitas vezes inadequada e
má . Experiê ncias como as que meninas jovens apreciavam
frequentemente, como danças e namorados, tornaram-se
sentimentos associados com descontentamento para o seu
pai. Beth tinha duas escolhas, ser rebelde ou submeter-se à s
exigê ncias da posiçã o que o seu pai tinha na comunidade.

Ela nã o era uma lutadora, tinha cedido à s exigê ncias


de seus pais por causa de sua irmã . Para mostrar um
exemplo de caridade, seus pais haviam adotado uma menina,
Lily. Ela era tudo o que Beth nã o era, alta, magra, e radiante.
Bonita, por dentro e por fora. Quando você olhava, você nã o
podia tirar os olhos dela, e se fizesse, parecia que você perdia
algo de vital importâ ncia.

Olhando para os seus quase 19 anos de idade, você


nunca saberia o inferno que seus pais a tinham feito passar.
Lily tinha sido pequena para sua idade e sua mã e bioló gica
havia burlado a lei por nunca a ter colocado na escola.
Depois de adotá -la, os pais da Beth tinham dito a todos que
ela na verdade, era dois anos mais nova assim nã o estaria tã o
atrasada na escola. Beth amava sua irmã e, quando seus pais
haviam morrido durante uma missã o de caridade, Beth mudou-
se para casa para cuidar da irmã até que ela terminasse o
ensino mé dio. Lily era agora uma sê nior no ensino mé dio, com
a sua formatura marcada para dali a alguns meses. Ela tinha
se desenvolvido fisicamente, mas elas decidiram manter a
sua idade desconhecida. Tinha sido a decisã o de seu pai; A
escola sabia da sua verdadeira idade. Era a comunidade que
estava mantida no escuro acreditando que ela tinha apenas
dezessete anos. Nã o tinha sido difícil cuidar de Lily, enquanto
Beth se sentia sufocada pelas regras de sua mã e, Lily a tinha
abraçado. Para ela as regras tinham fornecido segurança e
estrutura para uma menina traumatizada. A mente de Beth se
afastava das memó rias de seu primeiro encontro com a menina
e era verdadeiramente agradecida a seus pais por ter resgatado
a sua irmã de coraçã o, e nã o de sangue.

Beth parou em sua garagem, vendo a luz na varanda.


Lily estava esperando ela chegar em casa do trabalho. O
cheiro de comida lhe atingiu quando entrou na casa
aconchegante.
— Oi mana, você está atrasada. — Lily a saldou e a
acusou ao mesmo tempo.

— Eu sei. Eu teria ligado, mas eu sei como você fica me


falando sobre usar o telefone enquanto dirijo. — Beth tirou os
sapatos e a faixa amarrada firmemente no cabelo. Beth
aliviou os temores de sua irmã , a compreensã o de como
traumatizante foi à morte inesperada de seus pais.

— Tudo bem. — Lily perdoou instantaneamente a irmã .


— Vamos comer, estou morrendo de fome.

Beth riu da figura magra de sua irmã . — Você sempre


está , eu nã o sei como você nã o ganha peso comendo da
maneira como você come. Devem ser bons genes. — No
mesmo instante, Beth lamentou suas palavras com a dor nos
olhos da irmã .

Pegando rapidamente pelo braço e levando Lily de volta


para a cozinha, ela mudou de assunto.

— O que há para o jantar? — Rindo, Lily respondeu


sua pergunta. — O seu favorito, espaguete. — As garotas
sentaram a mesa e em poucos minutos estavam saboreando
o jantar que Lily havia preparado.

— Entã o, o que você planejou para este fim de


semana?—

— Nada de mais. — Lily deu de ombros pegando uma


fatia de pã o de alho. — Estudar. — Beth franziu a testa com a
resposta curta.

— O baile nã o é daqui a algumas semanas?


— Sim. Mas eu nã o vou.

— Ora, o Charles nã o quer ir? — Beth tentou nã o


estremecer quando falou o seu nome. O menino era bom,
mas ele mostrava muitas das mesmas características de seu
pai. E para ser justa, muitas vezes ela havia ralado os nervos
de Beth.

— Nã o e nem eu. — Lily levantou a mã o quando Beth


iria protestar.

— Você nã o foi para o seu baile de formatura porque


papai nã o permitiu. E eu simplesmente nã o posso ir ao meu
quando sei que ele nã o iria aprovar e Charles concordou. —

Beth escolheu suas palavras com cuidado. — Lily, os


tempos mudaram. A igreja está muito mais branda do que
quando o pai era pastor. Eu nã o estou dizendo para sair e ser
selvagem, simplesmente saia e tenha um bom tempo. Existe
um meio termo.

Lily apenas balançou a cabeça. — Nã o, Beth, por favor,


eu nã o quero ir. — Beth começou a discutir com sua irmã , se
era o baile da formatura que ela nã o queria participar ou
seriam as festas que poderiam ficar um pouco selvagens. O
telefone interrompeu-a com a cançã o — no fogo.

Lily fez um olhar de censura pela mú sica, mas Beth


ignorou. Ela amava a mú sica que era contrá ria aos
ensinamentos de seu pai, que dizia que isso conduzia ao
pecado e a tentaçã o. Beth nã o estava disposta a deixar Lily
fazê -la se sentir culpada e mudar para o seu toque chato.

— Olá ?—
— Beth. Aqui é Loker James. Lamento incomodar a sua
noite, mas tenho uma situaçã o em minhas mã os eu estava
esperando que você pudesse me ajudar.

— Nã o tem problema, Sr. James, em que posso ajudá -


lo?

— Lily fez uma careta para ela enquanto se serviu de


outra porçã o de seu espaguete.

— Acabei de receber um telefonema de Mick no Rosie.


— O meu pai está lá bê bado e tentando entrar em brigas com
outros clientes. Eu estava esperando que você enviasse o
Blake até lá para levá -lo para casa para mim. Estou em
WashingTom, em uma reuniã o ou eu faria isso
pessoalmente.
— Eu nã o posso enviar o Blake, mas posso cuidar dele para
você . — O Sr. James pai, Tom, era um homem pequeno com
um grande nome e uma atitude a combinar. Ele era uma
pessoa doce quando só brio, mas quando estava bê bado, ele
conseguia convencer a si mesmo que era um durã o. Isso
muitas vezes o levava a lutas que ele perdia, e, por vezes,
terminava na sala de emergê ncia sendo remendado e
sofrendo as recriminaçõ es furiosas de seu filho.

Loker James tinha contratado Beth porque seu negó cio


o levava para fora da cidade com frequê ncia e ele queria
manter um olhar atento sobre o seu pai.

— Eu nã o sei se essa é a melhor opçã o. O meu pai pode


ser difícil de lidar quando está bê bado. — O agravamento em
seu tom claramente passou atravé s do telefone. Beth sorriu,
ela estava bem consciente de quã o irritadiço o homem
poderia ser, tendo o colocado na cama muitas vezes ao longo
dos ú ltimos meses desde que ela tinha sido contratada. Agora
isso, seria a primeira vez que ela teria que entrar no — Rosie
para recuperá -lo depois de uma briga.

— Eu posso lidar com Tom. Nã o se preocupe. Mick vai


me ajudar a levá -lo para o carro. — Ela era bem familiarizada
com Mick; O dono do bar havia frequentado a igreja de seu
pai e continuou mesmo quando o novo pastor assumiu no
momento da morte de seu pai.

Meu pai tinha perguntado frequentemente para a


minha mã e se era para se arrepender pelos pecados que ele
permitia serem cometidos naquele estabelecimento, ou por
aqueles que os tinham cometidos. Sempre que o assunto era
sobre Mick, ele apenas mudava de assunto do sermã o, seu
pai redirecionava a sua determinaçã o de salvar o homem
considerado como um dos maiores pecadores da
congregaçã o. Suas grandes doaçõ es logo pararam as
tentativas de salvar sua alma.

— Você tem certeza?— A dú vida agora estava atada em


sua voz antes de Beth ouvi-lo suspirar.

— Me ligue quando deixá -lo em casa. Se você tiver


qualquer dificuldade me deixe saber imediatamente.
Capítulo 2
Nã o demorou para Beth chegar ao bar, na periferia da
cidade apó s deixar Lily lavando os pratos e ela nã o se sentia
cheia de culpa por isso. Essa era uma tarefa que Beth
desprezava, pois havia passado a sua infâ ncia fazendo isso
apó s os muitos jantares que seus pais se sentiam obrigados a
dar para os membros da sua congregaçã o.

Beth engoliu em seco quando parou e viu o


estacionamento do Rosie lotado. Sexta-feira era uma noite
movimentada no bar; A maior parte do espaço estava
preenchido por motos. Um sentimento de vazio atingiu o seu
estô mago. Antes que pudesse mudar de ideia e ligar para
Loker James e lhe dizer que nã o podia ajudar o seu pai, Beth
caminhou rapidamente para a entrada. Ao se aproximar da
porta, um movimento no lado do estabelecimento atraiu a
atençã o.

Um homem estava encostado na lateral do pré dio, a


parede escurecida fornecia apoio e uma mulher com uma
saia preta com babados estava de joelhos diante dele. O pê nis
dele estava enterrado em sua boca; A cabeça balançando
mostrou exatamente que tipo de açã o sexual ela estava
fazendo no cara. Quando Beth foi capaz de levantar os olhos
chocados dos quadris empurrando o grande pau na boca da
mulher ansiosa, ela reconheceu o homem de hoje cedo que
tinha visto enquanto ela corria para seu carro. Mesmo agora,
Beth teve que se impedir de correr de volta para a segurança
do seu carro quando ele levantou o olhar e viu Beth olhando
para eles chocada.

Ele nã o diminuiu a velocidade, em vez disso colocou a


mã o no cabelo da mulher apertando puxando-a para mais
perto de seu pê nis. Ele quebrou momentaneamente o contato
visual com Beth para assistir seu pê nis desaparecer em sua
boca, obviamente experiente. O top preto da garota estava
baixo em torno de sua cintura e seus dedos estavam puxando
o peito da mulher com a mã o. Beth viu seus dedos torcerem-
lhe o mamilo e a mulher começou a se contorcer enquanto
sua cabeça balançava mais rá pido, até que Beth pode ouvir
os seus gemidos lascivos e os suspiros da mulher quando ele
começou a gozar em sua boca.

O barulho da porta fechando a puxou de volta à


realidade; Ela bruscamente andou para frente, praticamente
correndo para o bar. Beth se desprezava por ter observado o
casal, mas ela tinha ficado congelada no lugar, incapaz de
tirar os olhos deles. Demorou alguns segundos para os seus
olhos se ajustarem à penumbra do bar. Olhando ao redor, ela
viu Tom sentado no bar e parecia que ela tinha chegado na
hora certa. Ele estava sendo puxado pela garganta por outro
motoqueiro que ela tinha visto com Samantha mais cedo
naquele dia. Beth a viu sentada no colo de outro motoqueiro
tatuado. Suspeitava que fidelidade nã o existia entre o grupo;
Beth fez um sinal para o Mick que nã o tinha tirado os olhos
dela desde que havia entrado no bar. Andando com cuidado
por trá s de Tom, que nã o podia vê -la devido à abordagem do
motoqueiro que agora estava pendurando-o no ar, Beth
estendeu a mã o e puxou o braço determinado a estrangular
seu cliente.

— Desculpe-me, você pode deixá -lo ir. — O rosto


incrivelmente assustador se virou para ela e um rugido nã o
intencional saiu de seus lá bios trê mulos. Beth era uma
covarde confessa e sabiamente nunca em um milhã o de anos
teria enfrentado o enorme cara que estava de frente para ela,
a nã o ser quando fosse forçada a fazê -lo para o bem estar e,
claro, a enorme quantia de dinheiro que ela estava pensando
em cobrar de Loker James.

Engolindo um caroço enorme de medo alojado em sua


garganta, ela levantou a mã o e puxou a mã o do cara para
longe de um Tom que estava roxo. Tom agarrou-se a uma
mesa enquanto puxava oxigê nio para os seus pulmõ es. Seus
suspiros por ar chamaram a atençã o de todos enquanto
esperavam para ver se o velho teria um ataque cardíaco ou se
recuperaria.

— Que porra é essa? — O enorme motoqueiro avançou


para pegar Tom novamente, Beth andou e se colocou na
frente dele, bloqueando o acesso à Tom.

— Peço desculpas por qualquer coisa que ele disse.


Estou aqui para buscá -lo. Se você me der um minuto, vou tirá -
lo do seu cabelo. — Tardiamente, Beth notou que o cara
assustador nã o tinha cabelo. — Quero dizer, — à s pressas
Beth falou novamente. — Eu sei que ele pode ser um pouco
irritante quando bebe e eu nã o vou deixá -lo incomodar ainda
mais.

O silê ncio no bar permitiu a Beth ouvir seu coraçã o


trovejando. — Ele me chamou de boceta. Estou batendo a
merda fora dele, entã o você poderá levá -lo para onde diabos
você quiser. — Mais uma vez ele estendeu a mã o para pegar
Tom, empurrando-a para fora do seu caminho. Quando Beth
segurou um banquinho para recuperar o equilíbrio, ela ouviu
uma dura voz ordenar ao cabeça de bagre.

— Se afaste Knox’s, deixe-o ir. Você pode acertar as


contas depois. — Beth se virou para ver o homem que estava
do lado de fora empurrando para trá s o grande homem. A
mulher que tinha lhe dado um boquete, estava mansamente
atrá s dele, deu a Beth uma piscadela, foi para trá s do bar e
começou a encher o copo com cerveja.

Beth sentiu-se ruborizar, incapaz de encontrar seus


olhos. Ainda com raiva que ela estava determinada a fazer
papel de idiota na frente deste motoqueiro em particular.

O homem chamado Knox’s olhou como se ele fosse


discutir antes de sorrir para ela, erguendo a voz para que Tom
pudesse ouvi-lo.

— Considere-se sortudo velho que esta noite essa


cadela de aparê ncia doce apareceu. Mas eu vou lidar com
você mais tarde. Estou cansado de sua boca e você está velho
demais para voltar atrá s.

Tom com seu oxigê nio restaurado, e nã o a sua


sanidade, respondeu imprudentemente. — Entende o que
quero dizer Beth, ele é uma boceta.

Beth gritou enquanto Knox’s se lançou para um Tom


nã o arrependido, empurrando Beth para o lado quando os
motoqueiros viraram para segurar Knox’s. Beth se viu
agarrada e segura até que foi capaz de recuperar o equilíbrio.
Olhando para cima, ela se afastou do corpo duro que a ajudou,
seus olhos encarando um corpo que havia sido reprimido
durante anos. Desconfortá vel com a lembrança do encontro
sexual com a garçonete há apenas alguns minutos atrá s, Beth
se virou para ver o motoqueiro tatuado segurando um Tom
lutando e outras quatro pessoas segurando um Knox’s
furioso.

— Este é o meu bar e eu nã o me importo muito com o


que acontece aqui, desde que o seu dinheiro seja verde.

— Mick gritou chamando a atençã o de todos. — Mas eu


tenho que dizer-lhe para deixar Tom sozinho. Eu sou amigo
de Loker e eu estou dizendo a você que ele vai fazer a
reparaçã o por seu pai.

Beth ficou surpresa com a reaçã o dos motoqueiros.


Mesmo o furioso Knox’s hesitou. Aproveitando, Beth virou
para pegar o braço de Tom determinada a sair do bar,
enquanto Mick segurava a atençã o. Mas Tom nã o queria isso.
O homem detestá vel se empurrou para longe do seu toque. —
Eu nã o vou a lugar nenhum até que eu tenha outra bebida.

— Por favor, Tom vamos apenas sair. Sr. James quer


que eu te leve para casa, ele está esperando por minha
ligaçã o.
— Entã o ele pode esperar mais dez minutos, porque
estou tomando a minha bebida. — O beligerante homem foi
até uma mesa pró xima, que estava vazia e gritou com Mick.

— Eu vou querer outro uísque.

Mick só olhava para ele antes de virar para a mulher


atrá s do bar. — Jenna, lhe pegue um uísque. — Olhando
para os motoqueiros em aviso, ele voltou para o bar e
começou a servir bebidas. — Essa rodada de cervejas é por
conta da casa. — Mick tinha os motoqueiros movendo-se
para o bar.

Beth nã o perdeu o brilho ameaçador que Knox’s jogou


para Tom antes de pegar a sua cerveja e encostar-se no bar,
nã o tirando os olhos de Tom.

Beth nã o sabendo exatamente o que fazer com essa


situaçã o ridícula, pegou uma cadeira na mesa ao lado de Tom.
Quando a garçonete colocou o uísque na frente dele, ela nã o
levantou os olhos. Ela já tinha visto muito da mulher.

— Quer que eu traga alguma coisa?

— Nã o, obrigada.

— Faça como quiser. — Beth levantou os olhos para


ver a diversã o na expressã o de Jenna. Beth percebeu que, a
mulher sabia que ela a tinha visto no ato sexual e nã o
poderia se importar menos. Beth viu quando ela serviu
bebidas para os homens no bar, flertando com vá rios dos
motoqueiros. Beth disfarçadamente olhou para o motoqueiro
que Jenna tinha dado o boquete e nã o viu nenhum ciú me. Ao
invé s disso, ele estava olhando para ela. Seu rosto ficou
vermelho de vergonha quando ele pegou um assento na
pequena mesa ao lado dela. Sua coxa encostou-se na dela
antes de Beth apressadamente se afastar.

— Você sabe que colocou o Loker em uma posiçã o ruim


Tom.

— Nã o vai ser a primeira vez e definitivamente nã o será


a ú ltima Razer. — Tom levantou o copo despreocupado. —
Alé m do mais Loker pode cuidar de si mesmo.

Razer levou a cerveja aos lá bios. Beth nã o poderia


deixar de notar como sensual parecia ele tomando uma
bebida. Ele era um homem de boa aparê ncia e atitude, ele
estava bem consciente da atraçã o que exercia sobre o sexo
oposto. Nã o ficou surpreso ao encontrar Beth olhando para
ele. — Depois que ele terminar sua bebida, você precisa tirá -
lo daqui. Se ele jogar merdas para Knox’s novamente,
ningué m vai pará -lo.

— Ele lançou um olhar de advertê ncia à Tom enquanto


conversava com Beth.

— Eu vou. — Tom se levantou trê mulo da mesa, — Nã o


porque eu tenho medo disso.

— Tom nã o. — Beth pediu. Nã o conseguindo pará -lo

— Mas eu tenho que levar Beth para a casa. Ela nã o


pertence a esta lixeira.

Beth queria gritar com o homem por insultar o negó cio


de Mick. Ele tinha salvado a bunda ingrata do homem
intratá vel. Vendo Mick endurecer atrá s do bar, Beth sabia
que Locker estaria fazendo as pazes, nã o só com os
motoqueiros. Beth se levantou da mesa e se virou para seguir
Tom em direçã o à porta. Pegando-lhe a mã o, Razer falou com
ela pela primeira vez. — Por que você nã o deixa Tom ir, e
tome uma bebida comigo.

A boca de Beth abriu com a arrogâ ncia do homem. Ele


acreditava definitivamente que as mulheres estavam
disponíveis para ele.

— Eu nã o penso assim. Obrigada de qualquer forma. —


A menina cristã educada dentro dela se recusou, enquanto a
mulher selvagem que ela costumava sonhar em se tornar
implorou para ser solta.

Tirando a mã o da dele, ela rapidamente seguiu Tom


saindo com o riso de Razer seguindo-a. Ele tinha visto sua
indecisã o.

— O que diabos foi isso? — Disse Samantha


caminhando até a mesa.

Razer sabia que ela tinha escutado. — Nã o é da sua


conta. Dando-lhe um olhar duro deixou-a saber, que ele nã o
iria levar merda.

— Vamos Razer. Eu estou com tesã o, vamos voltar para


casa. —

— Qual é o problema, Sade nã o está com humor?

— Você sabe que eu posso lidar com você s dois.

— Inclinando-se contra suas costas, esfregou os peitos


contra ele. Ela arrastou a mã o de seu peito até que cobriu a
virilha. Apertando atravé s do jeans, seu pê nis endureceu
contra os dedos experientes dela.

Puxando-a para o lado, ele deu-lhe um beijo á spero. —


Chame Sade e me encontre do lado de fora. Eu vou pagar a
conta e estarei lá em um minuto.

— Por que pagar, Mick disse que é por conta da casa?


Se você quer explodir o seu dinheiro, dá isso para mim.

Razer congelou. — Nó s sempre pagamos o nosso


caminho. Mick nã o é responsá vel por Tom. Deixe de ser uma
cadela gananciosa e vá lá fora e espere ou eu vou perguntar a
Jenna se ela quer jogar. Nã o faz diferença para mim. — Ele
ordenou. Sam conteve a forte vontade de responder, mas
sabia que deixaria Razer zangado e ela o queria demais para
deixar isso acontecer. Ela tinha visto o interesse em seus
olhos quando ele se sentou ao lado da beata. Ela sabia que
Razer nã o tinha a menor chance no inferno em entrar
naquela calcinha, mas Sam tinha visto a ligeira hesitaçã o em
Beth quando ele lhe pediu para tomar uma bebida.
Determinada a lhe dar uma noite em que ele nunca fosse
esquecer, ela foi para perto de Sade esperando do lado de
fora.

— Levante-se dorminhoca. — Beth se enterrou ainda


mais sob os travesseiros. — Vá embora. — Ela sentia como se
tivesse acabado de fechar os olhos. Levou mais de uma hora
para deixar Tom cuidado, e entã o ela teve que telefonar para
explicar tudo para Loker James que tinha sido surpreendente
calmo enquanto ela dava a descriçã o dos acontecimentos.
Loker sempre foi um misté rio para ela. No final de seus trinta
anos, ele nã o era um homem bonito. Era conhecido por ser
duro e hostil em torno da cidade, mas isso nã o importava,
porque ele era um homem de negó cios bem conhecido que
tinha feito de Treepoint sua casa depois que seu pai se
aposentou do Exé rcito. Ele havia contratado Beth quando
suas viagens de negó cios passaram a ser mais longas.
Tom era um agitador rebelde conhecido na cidade quando
ficava bê bado, mas ele també m tinha vá rias condiçõ es
mé dicas que necessitavam de cuidado e monitoraçã o.

Beth ficou espantada que ele tivesse conseguido fazer


uma carreira fora do exé rcito com o seu comportamento. Lily
pulou para cima e para baixo em sua cama, puxando-a para
longe de seus pensamentos.

— Vamos nadar.

Normalmente, seus dias na semana estavam cheios,


mas Beth manteve os fins de semana livres para gastar com
Lily. Sua saída em dois meses para a faculdade era iminente,
Beth queria passar o má ximo de tempo com ela antes dela ir.
Tristeza a agarrou quando pensou que as coisas estavam
prestes a mudar. Elas tinham um relacionamento muito
pró ximo e Beth nã o queria que elas ficassem separadas.

— Ok. — Rindo, elas correram para se arrumar, se


cobrindo com shorts e camiseta. Beth usava suas roupas
descontraídas. Normalmente, ela se vestia profissionalmente
quando andava pela cidade lidando com seus clientes.

Depois de comer seu café da manhã rá pido e embalar


um almoço leve, elas foram até o carro de Beth e se dirigiram
ao pequeno lago situado nas montanhas. Normalmente, nesta
é poca do ano nã o era frequentado, mas Beth e Lily tinha
descoberto um pequeno recanto com uma pequena praia que
ningué m nunca frequentava.

Elas brincaram e jogaram por mais de uma hora antes


de sair e comer preguiçosamente seu almoço.

— Pronta para voltar para á gua? — Perguntou Lily.

— Você deveria esperar vinte minutos ou você terá


cã ibras. — Beth respondeu esticando e relaxando no cobertor
macio que elas mantinham no carro para estas ocasiõ es. As
irmã s eram á vidas nadadoras e a á gua fria nunca foi um
impedimento.

— Isso é o conto da carochinha.

— Eu nã o penso assim, soa verdadeiro para mim.

— Bunda preguiçosa, você simplesmente nã o quer se


levantar.

— Eu nã o tenho dezessete com energia ilimitada. Eu


estou velha.

— Você tem vinte e quatro. Isso nã o é velha, alé m


disso, eu tenho dezenove lembra?

— Idade é a forma como a gente age e você age como se


tivesse dezessete anos.

— Você está apenas cansada porque você chegou em


casa tã o tarde na noite passada.

— Como você sabe a hora que eu cheguei? Sua luz


estava apagada quando cheguei em casa.

— Eu nã o estava dormindo. Eu nã o consigo dormir até


que eu saiba que você esta em casa. — Lily confessou.

— Isso nã o vai acontecer novamente. Desculpe.

Lily deu de ombros. — Nã o foi sua culpa. Eu preciso


me acostumar a me virar sozinha. Eu poderia ir para a
faculdade da comunidade no ouTomo, seria mais perto. — Lily
observou a reaçã o de sua irmã . Beth balançou negativamente
a cabeça. — Eu lhe disse que seria bom para você ir para
uma faculdade mais longe de casa. Existe um mundo inteiro
lá fora para você descobrir. Dê -lhe alguns semestres e se você
ficar verdadeiramente infeliz, você pode voltar para casa. Você
sabe que se quiser ser uma assistente social vai precisar da
vantagem de ter uma ampla experiê ncia.

— Mas...

— Apenas tente. — Beth sorriu.

— Tudo bem, mas se eu estiver infeliz, eu estou


voltando para casa.

Rindo, Beth pulou e agarrou a mã o dela — Vamos


nadar.

— O que aconteceu sobre esperar?

— Vamos viver perigosamente. — Elas riram enquanto


corriam para á gua fria, se revezando entre um mergulho e
outro, apenas passando o tempo juntas. Finalmente
frustrada por nã o conseguir pegar a escorregadia irmã , Beth
voltou para o seu cobertor.
— Eu vou arrumar se você quiser nadar um pouco
mais. — Ela disse por cima do ombro.

— Legal. — Lily continuou preguiçosamente flutuando


e acenando para sua irmã a distâ ncia. Sorrindo, Beth estava
ajoelhada no cobertor guardando os restos de seu almoço
quando ela ouviu os motores barulhentos que estavam a
caminho. Ela começou a orar para eles passarem direto.

Suas oraçõ es ficaram sem resposta quando o grande


grupo de motoqueiros entrou no pequeno recanto.

Beth permaneceu congelada enquanto os assistia sair


de suas motos, puxando cervejas e toalhas das bolsas laterais
ligadas à s motos. Beth reconheceu Razer, Knox’s e Samantha,
mas nã o estava familiarizada com o resto do grupo de doze.

Sam e cinco outras mulheres estavam montadas nas


garupas das motos.

Beth reconheceu o motoqueiro que ela tinha visto atrá s


do bar na noite passada, o corpo tatuado fez dele impossível
de esquecer. Ele tinha cabelo escuro como Razer, só que mais
curto, ele era també m mais magro com um ar de ameaça que
se agarrava a ele como uma luva. Seus olhos estavam
cobertos com ó culos de sol, mas Beth podia sentir o seu olhar
na direçã o de ambas, Beth e Lily.

Seus olhos voltaram para Lily, que estava nadando de


volta para a margem quando as motos entraram em seu local
isolado. Ela, assim como sua irmã , tinha congelado no lugar,
o belo rosto de Lily mostrando o terror.

Com os olhos sobre sua irmã , Beth sentiu algué m se


aproximar enquanto estava sentada congelada sobre
o cobertor.

— Se importa se nos juntarmos a você s?

— Nem um pouco, mas como você pode ver estamos


prestes a sair. — Beth manteve a voz calma para nã o
assustar a irmã . Ela estava apavorada o suficiente. Beth nã o
pensou que o grupo fosse abordá -las; conversas teriam
chegado ao redor da cidade se tivessem uma reputaçã o de
incomodar mulheres. Na verdade, era exatamente o oposto.
Escassez de machos disponíveis na comunidade forneceu-
lhes muitas mulheres para escolher. Olhar direto de Razer a
prendeu no local.

— Nó s nã o podemos tentá -la a ficar?

— Nã o. Estamos aqui por algum tempo e o sol está


começando a incomodar. — Razer estudou a mulher sentada
no cobertor. Seu cabelo louro-claro estava começando a
secar; partido ao meio emoldurando o rosto. A massa espessa
era longa e sedosa. Sua pele pá lida estava numa Tomalidade
de vermelho fraco mostrando que o sol estava começando a
cobrar seu preço. As curvas de seus seios cheios mal se
escondiam no maiô azul pá lido que usava.

— Aposto que isso nã o é tudo o que está te


incomodando. — Sam disse maliciosamente, se esfregando ao
lado de Razer, seu olhar duro encarando incisivamente para o
top do maiô de Beth.

Beth corou ciente que a menina viu seus mamilos


pontiagudos atravé s de sua roupa ainda ú mida.
— Ignore. Ela é uma cadela, mas eu tenho certeza que
você sabe disso desde que você viveu pró ximo a ela mais
tempo do que eu. Oi, eu sou Evie.

— Oi. — Beth reconheceu a morena bonita, novamente


nã o tirando os olhos de Lily. Beth continuou puxando seus
shorts, ela estava prestes a pegar sua camiseta, mas Razer
abaixou-se para pegá -la. Segurando-a na mã o, ela chegou
para pegá -la, mas ele nã o iria deixá -la ir sem um puxã o.

— Tudo bem? — Ele estava olhando para uma Lily


ainda congelada.

— Sim, está tudo bem. — Apressadamente puxando a


camisa de suas mã os, ela a colocou inclinando-se para pegar
o cobertor.

— Ela está bem? — Evie olhou com preocupaçã o para a


sua irmã , que estava começando a tremer. Pela primeira vez,
Beth tirou os olhos da irmã e olhou para os homens. Suas
expressõ es eram difíceis de esconder. Nã o era o que Beth
pensou que iria encontrar. Eles pareciam todos interessados.
A preocupaçã o de Beth sobre sua aparê ncia desapareceu. Lily
vestia um minú sculo biquíni rosa que mostrava a maturidade
de sua figura, mas eles viam o medo que ela estava exibindo e
nã o estavam salivando sobre o corpo dela e isso lhe deu paz
de espírito por causa das suas intençõ es.

— Ei, podemos sair. — Razer ofereceu.

— Nã o... Nã o, está tudo bem. — Com o cobertor em


suas mã os, Beth caminhou lentamente na direçã o da irmã .

— Lily, eu terminei de arrumar tudo. Você está pronta


para ir?

Lily se afastou dela, voltando para á gua. As mã os


cruzadas para cobrir os seios, que só empurrou a carne firme
para cima. Beth parou. Isso aconteceu uma vez antes,
quando um paroquiano embriagado tinha aparecido na casa
dos pais delas carregando uma garrafa de licor. Beth tinha
levado vá rias horas para tirar Lily de seu torpor. Beth nã o
teve que adivinhar os pesadelos que ela estava revivendo.

Ela sabia por que Lily estava determinada a ser uma


assistente social; A dedicaçã o era a ú nica coisa que poderia
atraí-la para longe da segurança que tinha encontrado nas
montanhas.

— Lily, por favor, eles nã o vã o te machucar. Eles ainda


nem começaram a beber.

Beth esperava que fosse verdade. — Você nã o precisa


temê -los. Eu nunca deixaria nada acontecer a você !

Um pequeno gemido passou nos lá bios trê mulos de


Lily, dando um passo hesitante em direçã o a Beth. — É isso
querida. — Beth elogiou.

— Pelo amor de Deus, deixe de ser cadela. Ningué m


quer você aqui de qualquer maneira.

Com o canto do olho, Beth percebeu Razer fazer um


movimento para Evie manter Sam quieta.

— Por que eu tenho que calar a boca; Se a vagabunda


magra acha que ela é melhor do que nó s… — Beth ouviu um
grito agudo quando Evie deu um tapa na boca de Sam.
— Eu lhe disse para calar a boca. — Encontrando-se
rodeada pelas outras mulheres, Sam calou a boca.

— Beth... — A voz de Lily quebrada cortou o coraçã o de


Beth.

— Vamos querida, mais alguns passos. — Beth esperou


pacientemente na beirada, consciente que os motoqueiros
permaneciam imó veis. Finalmente, ela caminhou até Beth;
Beth envolveu o cobertor em torno de seu corpo tremendo.
Para tirá -la da á gua foi necessá rio cada força que possuía. Ao
se aproximarem, os homens no grupo deram passagem,
dando a Lily o espaço que precisava. Finalmente, Beth foi
capaz de entrar no carro. Apressadamente ela se moveu em
direçã o à porta do condutor, Razer parou para entregar-lhe a
toalha e a cesta que havia deixado para trá s.

— Obrigada. — Disse ela.

— Ela vai ficar bem?

— Sim, ela vai ficar bem quando levá -la para casa. —
Beth tentou explicar. — Nã o é por causa de você s, é a bebida.

Razer sorriu, mostrando que ele sabia que ela estava


mentindo. — Eu acho que, provavelmente uma gangue de
motoqueiros desordeiros nã o ajuda na situaçã o. — Quando
Beth foi para negar, ele antecipou. — Está tudo bem. Nã o
estou ofendido, nó s assustamos a todos nesta pequena
cidade. Duas mulheres sozinhas num local isolado; Seria
uma loucura nã o se preocupar quando invadem o seu
espaço.

Beth sorriu para ele, naturalmente, pela primeira vez,


corando quando ele sorriu de volta. Nã o querendo manter
Lily esperando por mais tempo, Beth entrou no carro dando a
sua irmã um olhar preocupado, entã o foram para casa.
Quando elas chegaram, fez um banho quente para Lily e
um jantar com salada de frango. Elas sentaram
silenciosamente e comeram sem falar.

Beth a deixou com seus pensamentos; Lily tinha


demô nios em seu passado que alguns eventos os acionavam.
Beth tinha aprendido há muito tempo que era melhor deixar
Lily travar a sua batalha normalmente sozinha, sem ajuda
dela, percebeu que era uma reaçã o e esforçou-se mais duro
para controlar melhor seus medos.

E foi mais tarde naquela noite, que os gritos a


acordaram. Correu para o quarto de Lily, para encontra-la
enrolada numa bola no canto da cama. Beth se sentou ao
lado da menina chorando, puxando-a para seus braços e
oferecendo o conforto que podia, alisando seus cabelos
escuros. Beth embalou sua irmã até que ela adormeceu.
Gentilmente saiu da cama, retirando o edredom e
travesseiros. Colocando o edredom no chã o, ela manobrou
sua irmã dormindo.

Beth se colocou ao lado dela, levantando a cabeça para


deixar um travesseiro debaixo da cabeça. Elas dormiram
enroladas juntas como tinham feito muitas noites quando
eram crianças. Beth sentiu as lá grimas deslizarem de seus
olhos com a dor que Lily tinha sofrido quando era uma
criança, apenas para sobreviver com as memó rias brutais à
espera de uma oportunidade para atacar.
Beth sussurrou para o quarto escurecido a mesma
oraçã o que fazia todas as noites depois que Lily havia se
tornado sua irmã . Que ela encontrasse paz em seu pesadelo e
algué m forte o suficiente para dar a isso a ela.
Capítulo 3
A manhã de domingo nasceu bonita; Beth acordou
uma Lily grogue para se arrumar para que pudessem ir à
igreja. Elas nunca tinham perdido o sermã o da manhã ,
mesmo apó s a sua noite difícil nã o pensaram em faltar.

A palestra foi positiva e deixou as garotas em um clima


mais leve, ao contrá rio da forma como o seu pai costumava
fazer. Apó s a palestra, elas caminharam para o restaurante
local, que ficava do outro lado da rua. As amigas de Lily se
juntaram a elas e acabaram em uma grande mesa. Suas
amigas eram turbulentas como crianças de sua idade
normalmente eram; Mas Lily nã o participou com seu pró prio
senso de humor perverso. Beth se sentou na extremidade da
mesa, contente tomando o seu café e observando as sombras
nos olhos dela desaparecerem em suas profundezas violetas
encantadoras. O restaurante estava cheio de pessoas à
espera por uma mesa.

— Pastor Dean! — Lily acenou para o seu Pastor,


quando ele entrou no restaurante.

O pastor era bom de olhar e recebia muitos convites


para o almoço apó s a palestra, mas sempre recusava.
Elegível, jovem e extremamente bonito, com cabelo cor de
mogno, as mulheres na igreja estavam competindo por sua
atençã o. Ele pediu licença do paroquiano com quem estava
conversando, fazendo seu caminho para sua mesa. Beth viu
quando ele cumprimentou Lily e suas amigas, o respeito que
elas tinham pelo pastor era ó bvio. Ele era um bom pastor
para seus paroquianos; Incluindo os mais jovens, que ele
começou ganhando confiança. Ele havia assumido o lugar do
seu pai há dois anos e no primeiro dia encontrou resistê ncia
dentro da igreja. Ele era mais brando do que o seu pai tinha
sido. Beth nã o se ressentiu pela mudança; Na verdade, ela
estava feliz que o pú blico mais jovem nã o seria ensinado em
uma atmosfera sufocante.

— Você gostaria de se juntar a nó s? — Beth perguntou


quando teve a oportunidade.

Dean riu. — Eu quero. — Puxando uma cadeira ao lado


de Beth, ele se sentou. — Dê - me uma pausa dos
paroquianos mais indigestos.

— Agora pastor, nó s nã o queremos privar o seu


rebanho de sua companhia. — Beth riu.

— Por favor, me prive a distâ ncia. — Dean pediu o seu


café da manhã a uma garçonete que passava.

— A menos que você precise do meu conselho sobre a


sua alma eterna.

Beth estremeceu. — Nã o, eu estou bem.

Dean riu de novo, rapidamente arrastado para uma


conversa com os outros na mesa. O grupo de jovens estava
planejando uma viagem no fim de semana para doar seus
serviços na reconstruçã o de uma igreja que havia sido
destruída por um tornado. Foi um agradá vel almoço com
assuntos sé rios, à s vezes; A multidã o no restaurante para o
almoço começou a diminuir. Foi entã o que Beth percebeu a
mesa no canto contra a parede traseira.

Razer e dois de seus amigos estavam olhando a mesa


deles.

— Beth!

Lily chamou sua atençã o. — Estamos indo ao cinema


em seguida, vou para o Charles jantar. Precisamos terminar
um ponto de energia para a aula de amanhã .

— Ok, pegue o carro. — Beth enfiou a mã o na bolsa e


tirou suas chaves.

— Nó s vamos deixá -la em casa primeiro. — Lily


protestou. Beth olhou para o reló gio. — Nã o, moramos do
outro lado, você vai perder o início do filme. Eu posso andar,
nã o é muito longe. — De fato, quando seus pais estavam
vivos elas costumavam caminhar, todos os domingos, se o
tempo permitisse.

— Gostaria de lhe oferecer uma carona, mas a minha


esta na loja. — Disse Dean se levantando. — Senhoras,
obrigado por me permitir acompanhá -las, Beth vou esperar
um dia para pegar as caixas para a caridade. Ligue e deixe-
me saber quando é conveniente. — Quando ele pegou a conta
da mesa, Beth protestou.

— Permita-me. — Com uma piscadela ele a ignorou e


se despediu. O tempo todo, Beth estava consciente do olhar
fixo de Razer sobre ela.
— É melhor irem. — Lily e seus amigos se levantaram,
mas Lily caminhou para sua irmã dando-lhe um abraço.

— Estarei em casa à s dez.

— Termine o seu projeto. Nã o se preocupe com o


tempo, mas lembre-se que você tem aula pela manhã . — Beth
sorriu maliciosamente olhando para Charles.

— Eu vou. — Lily apenas olhou para ela. Ela estava


usando um vestido lilá s pá lido com laço na cintura. Era
suave e fluía até os joelhos. Ela parecia uma modelo. Beth
sentiu um nó na garganta, estendendo a mã o para dar-lhe
um aperto de mã o rá pido. Beth muitas vezes a tocava,
notando que outras pessoas pró ximas a ela inventavam
desculpas para fazer isso. Beth nã o se ofendia sabendo que
elas faziam isso pela mesma razã o que ela; para se
tranquilizarem e saber que ainda estavam ao alcance. As
mulheres que tiveram menos beleza que Lily fizeram fortunas
com as suas aparê ncias que nã o poderia se comparar com a
de Lily. Nã o era apenas sua beleza física que atraía todos os
olhos da sala, mas o espírito manso que brilhava em seu
rosto. Charles se aproximou tomando a mã o de Lily levando-a
para a porta.

Beth os assistiu ir. Lily e Charles haviam crescido


juntos. Na verdade, ele vivia apenas a algumas casas abaixo
da delas. Ele era tã o protetor com Lily quanto ela, se nã o
mais. Ele amou Lily desde a primeira vez que a viu no dia que
ela foi introduzida na igreja de seu pai. Beth o viu colocar um
braço em volta dos ombros enquanto saíam pela porta; Lily
casualmente se afastou. Ela nã o retornava seus sentimentos,
ela nunca faria.

Beth deixou o restaurante sentindo os motoqueiros


olhando suas costas. A caminhada para casa ajudaria como
exercício para eliminar as calorias adquiridas pelo chili de
queijo e batata frita que tinha comido. Ela nã o tinha ido
muito longe quando um caminhã o monstruoso preto
brilhante parou pró ximo a ela.

— Quer uma carona para casa?— Perguntou Razer. O


olhar em seu rosto dizendo claramente que ele esperava que
ela fosse recusar.

— Sim. — A voz em sua cabeça perguntando o que


diabos ela estava fazendo foi esmagada firmemente. Ela tinha
ficado com medo deles. Poré m ontem, o seu comportamento
tinha sido gentil e Beth nã o ia recompensá -lo com esnobismo.
Beth mudou-se para o outro lado do veículo; O homem com
as tatuagens e ó culos escuros foi inexpressivo quando saltou
para fora; ajudando-a no banco da frente esperando até que
ela estivesse no meio do assento para entrar ao seu lado,
firmemente fechando a porta. Razer esperou ela colocar o
cinto de segurança antes de virar para o semá foro.

Beth conscientemente puxou para baixo a saia creme


do seu vestido leve em suas coxas que ficaram expostas
quando ela deslizou para o caminhã o.

— Eu vivo em Pine. É apenas…

— Eu sei onde

fica. Beth

assentiu.
— Sã o Sade e Train na parte de trá s.

— Olá . — Ela se virou para olhar para trá s, para cada


homem que ele apresentou, recebendo um aceno de cabeça
de cada um. Beth adivinhou que quem usava ó culos de sol
era Sade, toda vez que ela o tinha visto estava usando na ú nica
parte de seu corpo que ela estava começando a pensar que
nã o era tatuado. Beth perguntou nervosamente por que decidiu
por esse apelido.

— O que é tã o engraçado? — Perguntou Razer, vendo-a


sorrir. Decidindo ser honesta, Beth confessou.

— Eu só estava me perguntando como você decidiu por


seu apelido, se foi você que escolheu ou alguma outra pessoa.

— Depende. — Respondeu Razer.

— De que?

Razer deu de ombros. — Um monte de coisas,


geralmente porque nó s somos bons em alguma coisa.

— Entã o por que Sade usa ó culos de sol, foi dado esse
nome a ele.

— Você acha que eu sou chamado de Sade porque uso


ó culos de sol. — Beth sentiu seu corpo balançar com o riso ao
lado dela. Beth estava confusa com suas risadas.

— Entã o por que você acha que eles me chamam


Razer?

— Porque você gosta de fazer a barba? — Respondeu


Beth, percebendo seu rosto barbeado, ao contrá rio de seus
amigos que pareciam gostar de usar um rosto sombreado.
Desta vez, altos risos podiam ser ouvidos do banco traseiro.

Beth podia ver Razer lutando contra seu pró prio riso.
— Sim, é isso.

Antes que Beth pudesse descobrir o motivo de suas


risadas, o caminhã o parou em sua garagem.

Sade ficou sentado desta vez e Razer saltou para fora.

— Eu vou ajudá -la a descer. — Ele pacientemente


estendeu a mã o. Desafivelando o cinto de segurança,
sentindo-se tola tentando evitar que a saia voasse e
segurando sua bolsa com a outra mã o, ela deslizou em
direçã o a porta e abriu. Razer segurou a mã o dela até que
recuperou o equilíbrio, fechando a porta do caminhã o. —
Obrigada pelo passeio.

— Você é bem-vinda. — Razer a seguiu enquanto ela


caminhava até porta. Destrancando, ela se virou para dizer
adeus, mas antes que pudesse, ele a deteve com uma mã o em
seu braço. — Eu estou indo para um passeio com a minha
moto por uma ou duas horas, você gostaria de ir?

Beth olhou na direçã o do caminhã o com os homens


dentro.

— Só nó s, eu vou pegar a minha moto e você pode


colocar uma calça jeans.

— Eu nã o posso...

— Sim você pode. Sua irmã vai ficar fora o dia todo. —
Apesar do olhar surpreso, Razer pareceu sem remorso em
sua espionagem ó bvia no restaurante. — Eu aposto que você
nã o tem nada importante para fazer hoje. Venha para um
passeio comigo nas montanhas.

— Tudo bem. — Beth se viu influenciada por seu


sorriso. Ela era tã o fraca quanto à s outras mulheres.

— Bom. Eu estarei de volta em uma hora. Esteja


pronta. — Ele ordenou.

Beth apenas sorriu e entrou em casa. Uma vez que a


porta estava fechada, seu exterior calmo desapareceu e as
recriminaçõ es começaram a sé rio. Com tempo ela vestiu
roupas mais confortá veis, estava determinada a dizer a ele
que nã o poderia ir quando ele voltasse. Enquanto ela
colocava seu tê nis, e em seguida, prendia o cabelo em um
rabo de cavalo apertado, ela ainda acreditava que estaria
dizendo isso.

Quando bateram na porta em menos de uma hora que


ele havia dito, Beth ficou surpresa que ele estava de volta tã o
cedo.

— Isso nã o foi uma hora. — Beth o acusou enquanto


abria a porta.

— Eu estava com medo que você mudasse de ideia.

— De fato...

— Oh nã o, você nã o. Eu nã o arrebentei as minhas


bolas dirigindo de volta até aqui quebrando os limites de
velocidade para você me mandar embora. Onde estã o suas
chaves?

— Espera só um minuto. Eu…


— Nã o. — Vendo as chaves sobre a mesa pequena
perto da porta, Razer as agarrou e deslizou-as no bolso da
calça. Beth engoliu apreensivamente quando seus olhos
foram atraídos para ele em sua açã o.

— Vamos. — Pegando a mã o dela, ele a puxou para


fora e trancou a porta. Resignada, isso foi de fato o que
aconteceu; Beth seguiu docilmente o seu motoqueiro.

— Eu nunca montei antes. — Ela disse nervosamente


quando ele lhe entregou um capacete antes de colocar um em
si mesmo.

— Nã o é difícil, vamos lá . — Beth montou


desajeitadamente a enorme moto, segurando forte o assento.
— Se agarre na minha cintura.

Beth assentiu com a compreensã o antes de estender a


mã o, agarrando-o ao redor de sua cintura.

— Nã o Beth, assim. — Pegando as mã os dela, ele a


puxou para frente, levando todo o seu corpo até que estava
colada ao dele; Os braços dela estendidos firmemente à
cintura dele.

Sem outra palavra, ele ligou o motor.

Seu primeiro passeio de moto foi uma experiê ncia que


jamais esqueceria. A beleza das montanhas estava em toda a
sua gló ria, a moto a fez sentir como se ela pudesse realmente
apreciar a beleza natural da natureza. Ela entendeu
finalmente, a liberdade que algué m podia sentir; E
compreendia as mulheres que eram atraídas pela habilidade
e força de quem manobrava essas bestas de uma má quina
em torno das curvas e de outros carros na estrada.

Rodaram por mais de uma hora antes deles dirigirem


de volta para a casa de Beth. Em sua porta, ele tirou as
chaves, destrancou a porta antes de abri-la.

— Você gostaria de entrar para comer algo antes de ir


para casa?

— Isso é uma das coisas que eu nunca iria recusar.

— Oh, o que mais está na sua lista? — Beth brincou,


caminhando para sua cozinha. Razer encolheu os ombros.

— Nã o muito, mas comida caseira está definitivamente


no topo.

— Bem, vamos ver o que posso fazer. — Beth abriu a


geladeira, pegando alguns Stromboli que ela tinha feito na
semana anterior, e em seguida, congelou para que Lily
pudesse aquecê -los quando chegasse em casa da escola. O
congelador de Beth estava cheio de refeiçõ es pré -prontas que
Lily poderia esquentar para si mesma, se um de seus clientes
a fizesse se atrasar. Os horá rios eram importantes para Lily e
era normal para ela ter comida caseira no forno.

O Stromboli definitivamente estava enchendo a casa


agora com o seu delicioso aroma enquanto ela fazia uma
salada e enchia os copos com chá gelado. Sentando à mesa,
ela fez sinal para Razer se sentar. — Me desculpe nã o tenho
nenhuma cerveja.

— Eu nã o esperava que você tivesse apó s a reaçã o de


sua irmã ontem. Tendo o cuidado de se explicar. Por que ela
se apavorou tanto?

Beth hesitou. A cidade inteira estava ciente que Lily era


adotada; Seu pai tinha feito disso uma grande produçã o, mas
ele nunca disse onde ele havia encontrado a Lily.

Beth nã o sabia o quã o atualizado Razer estava com as


fofocas da cidade.

Beth respondeu hesitante, querendo respeitar a


privacidade de sua irmã . — Lily tem levado uma vida muito
protegida.

Abrindo o forno, ela retirou o Stromboli, servindo um


para Razer, entã o um para ela. — Você nã o?— Ele esperou
até que ela se sentasse antes de continuar a questã o.

— Eu fui para a faculdade, passei quatro anos em


LexingTom. Eu passei as fases das festas. Lily ainda nã o. Ela
vai para a faculdade no ouTomo.

— Você vai sentir falta dela. — Nã o era uma pergunta.

— Sim, somos muito pró ximas. Eu voltava para casa


nos fins de semana apenas porque eu sentia muito a falta
dela. Mas a faculdade que ela vai é apenas algumas horas de
distâ ncia. Eu pretendo ir até lá duas vezes por mê s. Eu nã o a
quero dirigindo para casa; Ela nã o é a melhor dos pilotos.
Treepoint é pequeno e as estradas nã o sã o tã o cheias, as
estradas mais movimentadas lhe dã o problemas.

— Talvez você devesse levá -la para dirigir nas estradas


mais movimentadas para ela ter experiê ncia, em vez de tentar
impedi-la de dirigir.
— Tentei isso, tirou dez anos da minha expectativa de
vida. — Beth estremeceu agora só com a lembrança.

— Tã o mal assim?

— Pior.

Razer riu de sua expressã o. — Ela nã o pode ser tã o


ruim assim.

— Ah sim, ela pode, ela acelerou em direçã o a um


caminhã o. Foi um milagre ele ser capaz de desviar e nos
perder. Se outro carro tivesse vindo, eu nã o estaria sentada
aqui agora.

A risada de Razer morreu imediatamente. Eles


continuaram a comer em silê ncio. Quando eles terminaram,
colocaram os seus pratos na pia. Enquanto Beth lavava os
pratos, ela ouviu o Razer ligar a televisã o, enquanto ela
trabalhava. Ela nã o queria que Lily visse os pratos quando
chegasse em casa. Quando terminou, ela foi para sala para
ver Razer deitado no sofá dela. Beth começou a se sentir
nervosa por estar a só s com ele.

— Você gostaria de um pouco mais de chá ?

— Nã o, obrigado. Venha assistir este filme comigo. A


minha casa é geralmente tã o barulhenta eu nã o consigo
assistir televisã o lá .

Beth virou para se sentar na extremidade oposta do


sofá ; Mas Razer estendeu a mã o e a puxou para o lado dele.

— Muitas pessoas vivem com você ? — Beth


perguntava. Ela estava curiosa; nã o sabia nada sobre sua
vida pessoal. Ela nem sabia onde ele morava.

— Varia muito, à s vezes doze, à s vezes trinta. Nosso


clube é muito grande e nossa sede está em Ohio. Membros de
lá vem e vã o a todo o momento.

— Deve ser uma casa muito grande. — Beth tentou


lembrar-se das casas na regiã o que fossem grandes o
suficiente e nã o conseguiu pensar em nenhuma.

— É , e sempre encontramos espaço suficiente para


todos dormirem, mesmo se tivermos que dividir o quarto ou
dormir no sofá .

— Imagino que isso torne difícil ver televisã o.

— Sim, e nó s nunca concordamos sobre as mesmas


coisas.

Eles ficaram em silê ncio e assistiram ao filme. Beth se


levantou uma vez para ir ao banheiro e para se servir outro
chá gelado. Ela se sentou nervosa do outro lado de Razer
para colocar sua bebida sobre a mesa lateral. Razer assistiu
suas açõ es. Quando se sentou ao lado dele, Beth tinha feito
isso sem ele perceber, mas as açõ es pareciam duras e tensas
para uma mulher de sua idade.

— O quê ? — Beth viu seu cenho franzido.

— Minha avó nã o age tã o tensa como você quando todo


o clube aparece em sua porta. Você nã o é um pouco jovem
para estar amarrada tã o apertado?

— Eu nã o queria ser. — Beth respondeu


defensivamente.
— Solte-se um pouco. Você age como uma velha para a
sua idade; provavelmente trabalhando para todos aqueles
idosos tomando conta deles nã o ajuda.

— Você está me insultando ou ao meu trabalho?

— Ambos. Estou apenas dizendo para você agir de


acordo com a sua idade.

— Oh, como nã o estou agindo com a minha idade?

— Bom nã o iria me levar um dia inteiro para conseguir


beijar algué m se ela nã o fosse tã o tensa.

— Eu nã o estou tensa.

— Você está .

— Nã o estou.

— Prove.

— Como?

— Como isso. — Antes de Beth prever as suas


intençõ es, ele a puxou para ele e beijou-a. Sua boca a
envolveu, e a seduziu com um ú nico golpe de língua
separando seus lá bios. Ele vasculhou a boca com a língua.
Beth tinha gosto de chá gelado que tinha bebido no jantar.
Havia um calor que Beth nunca tinha encontrado num beijo
antes. Ele era experiente, tentando seus lá bios para abrir
mais para ele, dando todo acesso que ele queria, sem
hesitaçã o.

Os braços de Beth circularam seus ombros, a mã o dele


se afundou em seu longo cabelo. Os fios pareciam irresistíveis
nas pontas dos dedos. Com a sua mã o enterrada em seu
cabelo inclinou a cabeça para trá s; Liberando os lá bios dela
para explorar a sua garganta sensível. Pegando um pedaço de
pele em sua boca, ele chupou produzindo um gemido de
excitaçã o que o despertou. Ouvindo isso, a mã o de Razer
deslizou por seu estô mago deslizando para baixo de sua
camiseta fina passando sobre seu sutiã de renda antes de
deslizar para baixo encontrando o seu mamilo pontudo.
Outro gemido escapou e o fogo começou a queimar fora de
controle em seu corpo. Beth tentou recuperar o controle; Ela
nunca tinha tido dificuldade em mantê -lo antes, mas o
perdeu com a mesma rapidez quando ele levantou a sua
camiseta empurrando seu sutiã fora do caminho. Baixando
os lá bios, ele habilmente começou a chupar o mamilo que ele
tinha exposto, enquanto a outra mã o começou abrir os seus
jeans. Beth levantou as mã os para parar ele, mas ele já tinha
parado para tirar a camisa. Beth observou, ficando excitada
com a visã o de seu peito musculoso; Ele nã o parou por aí,
desabotoou a sua calça jeans puxando e o seu pê nis pulou
para fora. Descaradamente, ele pegou uma de suas mã os
colocando-a em seu comprimento quente antes de deslizar o
jeans dela para baixo com os dedos sob a virilha da calcinha
esfregando a carne rosada por baixo.

— É isso bebê ; Boa e molhada para mim. —

Beth se sentou atordoada. Nunca tinha estado com um


homem que a levou tã o rá pido atravé s dos passos da
intimidade. Os homens anteriores que ela tinha namorado
tinha ido lentamente, deixando-a definir o ritmo. O ú nico
ritmo que Razer definiu foi quantas leis de trâ nsito ele burlou
antes de correr para casa dela. Encontrando seu clitó ris
escondido, ele começou a acariciá -lo até que estivesse
latejando. Pequenos gemidos escaparam de seus lá bios
trê mulos e lentamente Beth levou as mã os em seu pê nis,
querendo que ele sentisse o mesmo nível de paixã o que ele
estava despertando dentro de seu corpo. Ela começou a
acariciar seu pê nis mais rá pido, insegura de si mesma em
como ele queria ser tocado.

— Assim. — Ele pegou sua mã o fazendo-a apertar


contra seu comprimento duro. Bombeando sua mã o de cima
para baixo em um ritmo que ele estabeleceu para ela. — Eu
gosto quando é duro e á spero. — Ele forçou seus dedos a
apertar o pê nis dele. Quando ela assumiu, sua mã o voltou
para sua boceta, deslizando a calcinha tirando do caminho e
seu longo dedo deslizou dentro dela.

Seus dentes morderam o mamilo. O corpo de Beth


empurrou quando ele acrescentou um dedo, deslizando mais
profundo dentro dela. — Você é tã o apertada. Eu amo bocetas
apertadas.

Beth quase foi tirada de sua né voa sexual quando ele


disse essas palavras, mas seu dedo estava deslizando atravé s
de sua umidade antes de adicionar outro dedo em sua boceta
já apertada.

Mordendo o mamilo mais duro, ela começou a


empurrar seus quadris contra suas mã os. — Venha aqui
baby — Se sentando, ele terminou de puxar a calça jeans
levando a calcinha com eles.
— Espere. — A excitaçã o ardente que ele tinha
acendido estava desesperadamente tentando ser nublada por
sua consciê ncia gritando para ela parar antes que fosse tarde
demais. Beth estava tentando controlar a sua fú ria de
hormô nios, mas encontrou-se sendo manobrada até que
estava deitada em seu colo com a perna estendidas sobre o
encosto do sofá .

— Seria bom, mas nã o temos que foder ainda. Apenas


deixe-me jogar por algum tempo. — Sua mã o enterrada em
seu cabelo, ele a puxou para seu pê nis. Beth abriu a boca e o
tomou chupando duro, enquanto lambia a parte inferior. Seu
gemido era forte inflamando Beth; Ela levou mais uma vez a
mã o para segurar seu pê nis apertando-o. Alternando entre o
sugar e acariciá -lo, ela poderia provar o vazamento pré -
semê m em sua língua. Razer agora tinha trê s dedos
enterrados profundamente dentro dela enquanto seu polegar
dançava em seu clitó ris. Desta vez os gemidos que enchiam o
ar vinham dele quando construía seu clímax explosivo. Beth
tentou sair de seu pê nis, mas a mã o enterrada em seu cabelo
forçou-a de volta para baixo com o seu pê nis agora jorrando.

— Engula tudo. — Ele manteve a mã o em seu cabelo


até que pararam os espasmos do seu pê nis, esfregando seu
clitó ris, dando-lhe o pleno efeito do seu clímax.

Beth se levantou quando ele finalmente largou o seu


cabelo. Ela nã o olhou para ele quando puxou as roupas de
volta para o seu lugar.

— Beth? — Razer sentou-se com seu jeans aberto, seu


pê nis semi duro pendurado para fora.

— É melhor você se vestir, Lily poderia estar de volta a


qualquer momento. — Razer deu-lhe um forte olhar, mas
imediatamente colocou seu pê nis de volta em seus jeans.

— Qual é o problema? — Ele a puxou para baixo em


seu colo depois que ela estava vestida.

Beth sacudiu a cabeça corando, sentindo a mã o dele


alisar seu cabelo.

— Eu posso ver que algo está errado. Você está


lamentando o que nó s fizemos?

— Sim. — Beth foi honesta o suficiente para admitir


para si mesma que ela tinha gostado, mas nã o poderia deixar
de estar enojada consigo mesma por ceder tã o facilmente o
seu corpo. — É só que eu nã o te conheço muito bem.

— Eu acho que você me conheceu muito bem. — Razer


riu. — Nã o se preocupe sobre a outra merda. Nã o importa.
Eu sou muito fá cil de conhecer, você já descobriu como me
fazer feliz.

Beth descontente disse: — Eu acho que é bastante


ó bvio o que te faz feliz. — A imagem dele com seu pê nis
enterrado na garganta da garçonete surgiu em sua mente.
Razer sorriu, ele conhecia as mulheres e era ó bvio para onde
sua mente foi.

— Deixe-me lhe contar um segredo. Fez-me mais


quente do que o inferno você nos observando. Eu estava
imaginando que era sua boca me chupando. Hoje à noite você
nã o me decepcionou, eu quero a sua boca de novo, mas eu
quero que na pró xima vez seja a sua boceta apertada. Se você
quiser me conhecer melhor, eu posso lidar com isso. Eu gosto
da sua companhia. Agora isso soa bem para você ?

— Ok. — Disse Beth, determinada a nã o estremecer


com a sua conversa franca. Ambos eram adultos, ela teria de
superar sua maneira puritana se ela quisesse estar com
Razer.

— Bom, agora eu tenho que ir ou sua irmã vai me


encontrar aqui e eu nã o acho que você queira isto?

— Nã o. — Beth se desculpou com seu tom de voz.

— Esta bem — Ele a levantou de seu colo, pegando-lhe


a mã o e caminhando até a porta.

— Sexta-feira, nó s daremos uma festa na minha casa.


Quer vir?

— Gostaria. Lily está saindo da cidade com seu grupo


de jovens.

— Eu venho buscá -la à s oito. Parece bom?

— Sim. — Com um leve beijo em seus lá bios, ele se foi.


Beth ficou incerta olhando para a porta fechada. Obrigando-
se a se mover, ela subiu as escadas para o quarto dela. A
rá pida chuveirada aliviou a tensã o, mas nã o o desejo que
ainda afetava o seu corpo. Beth pensou em Razer quando se
sentou em sua cama pintando as unhas dos pé s. Ela gostava
de sua natureza fá cil e senso de humor. Ela nunca tinha
estado perto de algué m como ele antes; Ele aliviou esse
sentimento de ser sufocada que ela sempre teve, mas nã o
conseguia descobrir uma forma de resolver. Ele a fez se sentir
livre, como se ela fosse capaz de ser como as outras mulheres
de sua idade que nã o tê m que se preocupar sobre como
manter tantas pessoas felizes. A abertura e fechamento da
porta alertou a Beth do retorno de Lily em casa. Lily deu uma
batida calma na porta antes de enfiar a cabeça para dentro.

— Eu apenas estou indo para a cama. Precisa de


alguma coisa?

— Nã o, obrigada. Boa noite Lily.

— Boa noite durma bem.

— Você també m, Lily.


Capítulo 4
As segundas-feiras sempre foram agitadas para Beth.
Sua primeira parada foi na Sra. Langley, ela estava
esperando ser levada para fazer o seu cabelo. Beth ouviu no
caminho para o salã o de beleza, enquanto a Sra. Langley
dava uma lista de mantimentos para Beth pegar, que Vincent
Bedford e Samantha viriam para jantar naquela noite, entã o
ela estaria preparando uma refeiçã o. Beth encaixou as
compras de supermercado em sua agenda apertada,
esperando que desta vez pai e filha fossem realmente
aparecer. Da ú ltima vez nã o apareceram e nem sequer deram
um telefonema de cortesia para cancelar.

Nã o demorou muito para ela deixar a Sra. Langley e


sair do salã o de beleza; Sua pró xima parada era a casa de
Tom. Ele morava na periferia da cidade, uns dois quilô metros
até a montanha de Pine. Beth sempre apreciou o passeio e Sr.
James sempre lhe deu o combustível da quilometragem. A
cabana de madeira, que era a casa de Tom, lhe convinha. Ela
era rú stica e antiga, com piso de madeira; Construída para
capturar a beleza das montanhas atravé s das janelas na
parte da frente da casa.

Tom respondeu na primeira batida, entã o ele deve ter


ouvido a sua chegada. Seu sorriso era envergonhado. Beth
nã o o tinha visto desde a sua fú ria bê bada no Rosie. Ele nã o
prolonga. — Eu sinto muito Beth. Meu comportamento foi
indesculpá vel. — Ele lhe serviu uma xícara de café preto
forte.

— Sente-se. — Beth se sentou, pegando o café e fez


uma careta ao sentir o gosto. Tom empurrou o açú car em sua
direçã o. Beth tinha que adicionar vá rias colheradas de açú car
para torná -lo bebível.

— Eu tenho as suas compras no carro.

— Eu nã o sei por que James nã o me deixa fazer as


minhas pró prias compras. A loja nã o é longe da cidade.

— Provavelmente porque você é cego de um olho. —


Beth lembrou-lhe suavemente.

— Sim, eu lembro bem onde está tudo. Eu ainda vejo


perfeitamente bem.

Beth estremeceu de horror em sua resposta. — Nã o


importa, de qualquer maneira, James pegou as minhas
chaves e depois do Rosie, ele até ameaçou a empresa de tá xi
se vir aqui para me pegar.

— Sinto muito. — Disse ela baixinho.

— Nã o sinta. Acho que eu trouxe isso para mim


mesmo. Eu só saio para algumas bebidas, e antes que eu
perceba, eu estou bebendo mais pesado. Acho que eu nã o me
ajustei a ser velho sem nada para fazer. — Ele passou a mã o
enrugada atravé s de seu longo cabelo grisalho.

— Você precisa de um hobby. — Beth sugeriu.


— Isso eu tenho, beber, e nã o está funcionando muito
bem. — Beth riu. Ela achou difícil acreditar que o homem
desbocado que ela tinha visto na quinta-feira era o mesmo
em pé diante dela agora.

— Bem, é melhor eu desembalar as compras antes de


você ir. Eu sei que você tem outros clientes para ver.

— Eu tenho, mas tenho algumas coisas que eu queria


fazer aqui em primeiro lugar, se você nã o se importar. Eu
programei algumas horas e eu nã o quero perder o dinheiro.

— Você tem certeza que nã o vai ficar só porque você e


aquele meu filho acham que eu nã o posso tomar conta de
mim mesmo?

— Nem um pouco, eu preciso de todas as horas que eu


conseguir, eu tenho uma irmã para manter na faculdade. E
isso pode ser muito caro. — Tom a encarou, mas Beth
manteve-se firme. Vinte e sete anos nas forças armadas e ele
cedeu a uma loira de olhos azuis. Tom percebeu que poderia
haver coisas piores do que olhar para Beth limpar sua casa
por duas horas.

— Bem, eu nã o quero privar ningué m de sua educaçã o.

— Nó s duas apreciamos isso.

— Ok, entã o, o que você tem em mente?

— Um pouco disto e um pouco daquilo; Pegue os


pacotes com os mantimentos enquanto eu começo com a
lavanderia.

No momento em que Beth terminou as suas trê s horas,


ela deixou para trá s um Tom impressionado de pé em sua
sala de estar limpa e cheirando a doce aroma de lavanda. Ela
completamente limpou toda a sua casa, incluindo lençó is e
cobertores de sua cama. Seu cabelo ainda molhado e lavado
nã o tinha sido poupado; Ela firmemente sentou-se à mesa,
pegando a tesoura e um pente, ele até pareceu melhor do que
tinha estado em vá rias semanas. Beth voltou para a cidade
para pegar mantimentos para outros dois clientes, mais os
adicionais que a Sra. Langley tinha pedido antes de correr
para encontrá -la no restaurante ao lado do salã o de beleza
onde ela estava tendo um almoço com um amigo até a volta
de Beth.

Beth tinha mais trê s clientes para ver antes de


terminar o dia. Cada cliente tinha seu pró prio conjunto de
tarefas que precisavam ser concluídas, alé m de vá rios
pedidos de momento. Ela sempre tentou fazer os pedidos
adicionais sempre que possível, nã o envolvendo seu dia até
tarde. Quando ela finalmente chegou em casa, encontrou Lily
fazendo liçã o de casa. Comeram um jantar rá pido e ela foi
para a cama, já temendo o trabalho que estaria enfrentando
durante a semana.

No momento que sexta-feira chegou, Beth estava


exausta depois de colocar Lily no ô nibus da igreja falando
para ela ser cuidadosa. Dando um abraço choroso, ela
assistiu o ô nibus partir antes de ir casa para tirar um
cochilo. Ela acordou duas horas antes que Razer havia dito
que iria buscá -la. Beth tomou um longo banho, secou os
cabelos colocou maquiagem, vestindo jeans e um top
vermelho bonito que suavemente agarrou seus peitos cheios.
Desta vez, Beth estava pronta quando Razer bateu na porta.

— Você parece ó tima. Pronta?

— Sim. — Beth pegou um casaco do armá rio.

A moto de Razer estava estacionada do lado de fora;


Desta vez Beth se sentiu mais confortá vel ao senta-se e
deslizar os seus braços firmemente em torno dele. Beth
estava animada para ver onde Razer morava, mas nervosa
sobre o encontro com seus amigos. Ela nunca tinha estado
nesta posiçã o. Mesmo na faculdade, participou de poucas
festas e tinha feito poucas amigas que nã o importava de
manter um laço. Só uma vez, Beth queria ser imprudente.
Viver como as outras mulheres viviam e nã o ouvir os sermõ es
de seu pai em sua mente para o que os outros consideravam
coisas normais. Como ela poderia ensinar liberdade a Lily se
ela nã o estava disposta a encontrá -la para si mesma?

Beth ficou chocada com a casa do Razer. Quando ela


parou no estacionamento. Ela saiu olhando as motos —
Você s estã o ficando na fá brica Stolmes? — A fá brica tinha
sido construída há quatro anos, em uma á rea
economicamente pequena. Os empresá rios tinha tentado
desesperadamente encontrar um trabalho para o povo em
Treepoint.

Um homem de negó cios, Gavin Stolmes, tinha chegado


à cidade, e comprado uma enorme quantidade de
propriedade que todos consideravam inú til. Isto tinha sido
uma floresta, íngreme e rochosa. Nã o era particularmente
um pedaço de
terra bonita. A graça salvadora sobre a propriedade era a
grande á rea cultivada, o que foi o ponto de venda para
Stolmes. Ele e seus investidores privados tinham colocado o
dinheiro na construçã o da fá brica em tempo recorde. Vá rios
empresá rios locais també m tinham investido o seu dinheiro.
Depois da fá brica pronta, má quinas tinham sido solicitadas,
mas nunca chegaram. Atordoados, os investidores
descobriram que Stolmes havia deixado a cidade sem uma
palavra com os dois milhõ es necessá rios para comprar as
má quinas e equipamentos para começar os trabalhos. Havia
até uma cama e um pequeno almoço feito para abrigar os
compradores quando eles faziam as visitas. E isso conseguiu
abrigar um grupo do tamanho do Razer.

— Sim.

A casa estava iluminada por dentro e a mú sica podia


ser ouvida. Grupos de pessoas estavam em torno de vá rios
tipos de bebidas alcoó licas.

— Vamos. — Tomando-lhe a mã o, ele a levou até a


varanda da frente, abarrotada com mais pessoas do que Beth
tinha imaginado.

— Você nã o me disse que haveria tantas pessoas aqui.

— Esta agitado este fim de semana. Os caras sã o de


Ohio, todos nó s estamos voltando na pró xima semana. A
disputa foi quebrada; Viper quer enviar uma mensagem.

— Que mensagem?

— A mensagem seria nã o foda comigo.


— Oh.

Ele abriu a porta e a levou para dentro da casa e para


outro mundo. Beth pensou que estaria em torno de pessoas
que estavam bebendo, conversando e dançando. Uma festa
normal, mas havia nada de normal sobre essa festa. Eles
estavam fazendo muito mais do que ela nunca tinha
imaginado. As mulheres estavam em todos os lugares e em
diferentes tipos de vestimentas. Algumas dançando, algumas
sentadas, todas em vá rias etapas de atos sexuais. Beth fez
uma parada dura. — Uau! Eu acho que eu nã o entendi que
tipo de festa era esta, e eu nã o posso ficar aqui.

Razer agarrou-a pela cintura, impedindo a sua fuga em


pâ nico. — Acalme-se, nada vai acontecer se você nã o estiver
pronta ou nã o quiser.

— Você disse que era uma festa, nã o uma orgia e eu


posso te dizer agora eu nã o estou pronta para este tipo de
festa. — Beth tentou abaixar a voz escandalizada; Ciente dos
olhos curiosos olhando-a com diversã o. — Beth, você disse
que festejava na faculdade? — Razer questionou.

— Sim, as festas normais da fraternidade. Isto é como


uma festa de fraternidade em esteroides.

— Vamos. Nã o é tã o ruim.

— É ruim, muito ruim. — Beth disse em voz baixa,


enquanto observava uma loira bonita se contorcendo de
desejo no colo de Knox’s enquanto ele chupava seu seio à
mostra.

— Beth, somos um pouco mais velhos do que as


crianças da faculdade. Eu assumi quando você disse que
tinha festejado que isso se estendia alé m da faixa etá ria
universitá ria. Dê -lhe uma chance.

Vendo para onde os olhos de Beth estavam colados ele


disse. — Ignore isso. Vamos pegar uma bebida.

Beth sentiu vontade de vomitar, ela estava tã o nervosa.


Ela já nã o ouvia palavras de seu pai em sua mente; Elas
estavam gritando terríveis advertê ncias sobre inferno e
enxofre.

Razer agarrou duas cervejas, entregando-lhe uma


antes de puxá -la para o seu colo em uma cadeira de couro
estofada. Train estava sentado no sofá ao lado com uma
mulher em cada lado dele.

Uma parecia está lambendo sua orelha, enquanto outra


estava subindo e descendo em seu pê nis.

Neste ponto, Beth sabia que ela estava bem fora de sua
zona de conforto. Na verdade, ela estava tentando elaborar
uma maneira de dizer ao Razer para conseguir o inferno fora
de lá quando Evie apareceu.

— Oi Beth.

— Olá Evie. — Beth olhou para ela, nã o querendo


encarar quando ouviu seus gemidos de estase. Beth olhou
para a roupa que Evie estava usando, tentando nã o parecer
perturbada com o short apertado que mal cobria a curva de
sua bunda e um top que estava desabotoado mostrando os
seios firmes.
Beth se sentiu muito vestida e nã o estava disposta a
mudar essa situaçã o. Ela tomou um gole de cerveja, tentando
se acalmar. A mã o de Razer começou a esfregar as suas
costas, aliviando o medo que a ameaçava fazê -la correr para
fora da sala.

— Eu posso ver no seu rosto que Razer nã o avisou que


as festas podem ficar um pouco selvagens.

— Nã o, ele nã o avisou.

Evie riu e se sentou no braço da cadeira que estava


diante. — Eu estive festejando desde que eu tinha quinze
anos; Eu tinha vinte e um na primeira vez que vim a uma de
suas festas. Elas ainda me chocam.

Razer e Train começaram a conversar, ambos


ignorando as mulheres ao seu lado. — Você vai se acostumar
com isso. A pró xima vez que você vir nã o vai ser uma
surpresa. — Evie simpatizava com os recé m-chegados e
obviamente sobrecarregados.

— Eu duvido disso. — Beth sinceramente pensava que


uma vez que ela saísse daqui ela nunca iria voltar.

Evie riu como se estivesse lendo sua mente. Tentando


aliviar sua mente, ela mudou de assunto. — Eu gosto de seu
top. Todos os meus bonitos desapareceram. Estas cadelas
pegam emprestado sem pedir por eles, nó s lavamos as roupas
juntas e quando precisam pegam algo limpo que esta mais
fá cil. Os shorts sã o diferentes, muitas nã o tem bundas
gordas.

— Aposto que nã o.
— Nem todo mundo gosta de pele e osso. — Disse
Razer, esfregando o traseiro de Beth. — Acontece que gosto
das minhas com um pouco de gingado.

— Nunca notei se queixando quando você transa com


isso. — Brincou Evie. Ela pegou o olhar chocado no rosto de
Beth e imediatamente lamentou sua piada mal concebida. —
Merda garota. Eu nã o quis dizer nada. — Beth lhe deu um
sorriso falso pelo seu pedido de desculpas.

— Nas duas vezes que eu vi Razer, ele tinha uma


mulher diferente pendurada nele. Eu nã o sabia que você s
dois tinham uma histó ria.

— Nenhuma histó ria. — Disse Evie.

— Que tal mudar de assunto. Razer estava me dizendo


o que você faz, e eu aposto que isso é interessante.

Beth olhou em seus olhos e viu um desejo sincero de


ser amiga. Ela gostava da garota e como todos os amigos que
fizera já tinham se casado ou deixaram a pequena cidade
para pastos mais verdes, ela queria fazer amigos també m.

— O que você faz?

— Eu era uma enfermeira em Ohio, me candidatei aqui


para alguma vaga nos hospitais locais e dois consultó rios
mé dicos, mas eles nã o me chamaram.

— Você é enfermeira? — Evie endureceu com o tom


surpreso de Beth.

— Você nã o acha que eu pareço uma enfermeira?

Beth deu uma gargalhada, parando ao ver o olhar


magoado que Evie tentou esconder.

O braço de Razer apertou a sua cintura, deixando-a


saber, que ele estava infeliz. Até Train estava atirando-lhe um
olhar sujo.

— Bem, para ser honesta, uma enfermeira nã o seria a


minha primeira pista sobre a sua profissã o. — Beth acenou
com a mã o para a blusa aberta da Evie. — Mas você me
entendeu mal; Se algum dos meus clientes masculinos a
visse, eles teriam uma parada cardíaca.

Neste momento, todo mundo começou a rir. — Sé rio,


eu tenho um grau de enfermagem també m, trabalhei e fiz
mestrado em negó cios com especializaçã o em contabilidade.
Antes que todos pensem que estou exibindo meus graus,
estou apenas dizendo isso porque estou um pouco
sobrecarregada com todo o trabalho que fui contratada. Eu
estava pensando em contratar algué m em meio período, se
você tiver interessada?

— Deus sim, eu estava cansando a minha mente presa


aqui o dia todo com as outras garotas. — Apressadamente
adicionando antes que Beth pudesse responder. — Eu nã o
quero tempo integral, quaisquer horas que você puder me dar
seria ó timo.

Beth franziu a testa. —Talvez eu devesse ter


mencionado que você precisa de um carro. Você tem um?

— Sim e está funcionando bem.

— Você tem o seu telefone à mã o?


Evie tirou um pequeno telefone celular do bolso de trá s.
Beth o pegou e colocou o seu nú mero no aparelho.

— Me ligue na segunda-feira; Vou pensar em algo neste


fim de semana e ver quais horas posso te oferecer.

Uma voz alta gritou o nome de Evie do andar de cima.


— Tenho que ir antes que o Knox’s venha me procurar. —
Beth se virou para ver Knox’s e a loira esperando Evie no topo
da escada. Quando Evie chegou até eles, Knox’s colocou um
braço ao redor de seus ombros antes de sair das vistas de
Beth.

— Isso foi uma coisa boa da sua parte.

— Eu tive uma semana difícil. Eu preciso de ajuda; Eu


deveria ter feito isso há um mê s. Isso vai me dar mais tempo
para passar com Lily antes dela ir para a faculdade e algué m
para cobrir para mim em situaçõ es de emergê ncia ou quando
eu for visitá -la.

— O trabalho será agradá vel para ambas.

Beth simplesmente acenou com a cabeça, porque


enquanto eles estavam falando ele a tinha virado de lado no
colo dele, de costas para Train. Sua mã o estava correndo de
cima para baixo em sua coxa, seu polegar casualmente
passando seu monte coberto antes de escorregar para o lado.
Provocando a querer ficar mais tempo. Uma mã o se enterrou
em seu cabelo longo, inclinando para trá s, beijando-a antes
que ela pudesse protestar. Quando seus lá bios tocaram os
dela, todos os pensamentos de protesto desapareceram.
Havia algo tã o impertinente sobre estar sentada em seu colo e
deixá -lo acariciá -la.
Razer sugou a língua em sua boca, querendo ver se ela
seria capaz de responder a ele na sala fortemente lotada.
Beth arrastou as unhas sobre a sua camisa, que cobria o seu
peito. Ela estava esquecendo onde estava e Razer rompeu o
beijo.

— Vamos. — Razer tirou os lá bios.

— Para onde?

— Meu quarto. Eu nã o acho que você esteja pronta


para transar em pú blico e se continuar me arranhando
assim, vou acabar tirando o seu jeans. — Subindo ele puxou-
a em seus pé s. Razer empurrou-a atravé s da multidã o até a
longa escadaria.

— Razer...

Ele abriu a segunda porta no topo. Levando-a para


dentro, seus lá bios encontraram os dela antes que ela
pudesse dizer qualquer coisa, fechando a porta atrá s deles.
Beth ainda estava tentando decidir se isso era realmente o
que ela queria.

— Querida, você é tã o quente.

A frase banal que era algo que ele provavelmente tinha


dito a vá rias mulheres desde que atingiu a puberdade trouxe
Beth a seus sentidos.

— Razer desacelere. — Ela o empurrou e levantou as


mã os para afastar a dele. — Podemos desacelerar um
minuto?

Razer franziu a testa. — Você acha que eu estou


pressionando você ?

— Nã o! Eu nã o acho. Eu só quero respirar por um


minuto.

— Eu posso fazer isso. — Ele sorriu e estendeu a mã o


para ela novamente, puxando-a para o seu corpo, esfregando
suas costas.

— Olha, se isso nã o estiver funcionando para você ,


posso te levar para casa. Eu posso ver como isso pode ser um
pouco demais, estou acostumado a este modo de vida, mas
eu també m posso ver como ele pode ser para outra pessoa.

— Você entende? — Beth lhe deu um sorriso doce. —


Eu me sinto um pouco sobrecarregada.

— Ok, sem problemas. Podemos tentar outra noite.


Talvez possamos assistir a um filme quando eu voltar de
Ohio.

— Eu realmente gostaria disso.

— Bom, agora vamos sair daqui antes que as minhas


boas intençõ es saiam pela janela.

A viagem para descer as escadas foi muito mais lenta.


Razer estava sendo tã o bom, que Beth nã o podia acreditar
que ele nem tentou mudar sua mente. Ele a fez sentir como
se quisesse conhecê -la melhor, talvez ele espere começar um
relacionamento com ela no futuro. A volta foi sombria; toda a
emoçã o da noite tinha desaparecido. Beth consolou-se que
pelo menos ela tinha tentado.

Em sua porta, ele a beijou de novo e ela respondeu


arduamente nã o podendo se controlar.

— Você gostaria de entrar?

Os lá bios de Razer deslizaram relutantemente para


longe de seu pescoço. — Acho melhor nã o, sairemos cedo, e
se eu sair agora posso ter algumas horas de sono. Eu te ligo
quando voltar.

— Tudo bem, tenha uma viagem segura. — Beth o


observou de sua porta quando saiu.

Contrariamente desejando que ela tivesse permanecido


em sua casa. Seu medo venceu a batalha e ela correu como
um rato assustado. Mais uma vez. Ela estava em sua cama
ao longo da noite, doente do estô mago por ele ter retornado a
uma casa com mulheres seminuas. Razer nã o estava
preocupado em se levantar no início da manhã antes que ela
se acovardasse.

Quanto mais pensava sobre isso, mais doente se


sentia. Ela nã o queria que ele corresse para outra mulher
porque ela tinha sido muito medrosa para dormir com ele.

Saltando da cama, Beth apressadamente vestiu-se em


um par de jeans e uma camiseta. Antes que ela pudesse
mudar de ideia pegou as chaves do carro. Discutindo com ela
mesma durante todo caminho de volta para a casa do Razer,
ela ficou sentada em seu carro por vá rios minutos quando
chegou antes de reunir coragem suficiente para sair do carro.
Com sorte, ele nã o estaria dormindo e se estivesse, ela iria
acordá -lo de uma forma que ele nunca esqueceria. A festa
tinha se tornado ainda mais alta, se isso fosse possível. Eles
estavam fazendo sexo no sofá com os outros gritando em
encorajamento. Beth pensou que nunca iria se acostumar
com as coisas que viu naquela noite. Beth olhou ao redor da
sala, aliviada que Razer nã o estava trancado em um abraço
com uma das mulheres. Com a sua confiança em alta
imaginando que ele tinha voltado para casa, e ido para cama,
como tinha dito que faria. Beth subiu as escadas para o
quarto. Ergueu a mã o para bater, ela nã o queria entrar sem
aviso pré vio. A confiança diminuiu e a fez pensar se ele ficaria
feliz em vê -la em sua porta tã o tarde.

— Bem, bem, se nã o é a pequena senhorita


professorinha de sapatos engraçados. — A voz baixa de Sam
a fez tirar a mã o da porta. Ela estava coberta apenas com
uma camisola azul que Beth podia imaginar ser vendida
apenas em sex shop.

— Você nã o tem que bater entre e participe da festa.


Eu apenas fui buscar o lubrificante. — Erguendo a mã o com
um tubo de pomada na mã o, ela descaradamente mexeu o
tubo na cara chocada de Beth. — Quanto mais melhor, é o
que Razer sempre diz. — Sam deu um sorriso malicioso. —
Estou surpresa que você voltou, Razer pode ser um pouco
difícil de satisfazer, mas tenho certeza que você sabe desde
que você nã o conseguiu. Quer dizer toda vez que você s
saíram ele voltava fervendo. Levei-o por você na semana
passada; Me fodeu toda a noite depois que te deixou. Eu mal
conseguia andar no dia seguinte. — Sam estava dizendo a
verdade, Beth podia ver pelo seu sorriso maroto. Razer
obviamente tinha discutido o que eles tinham feito na casa de
Beth com a Samantha.

— Nã o foi possível fazê -lo esta noite menina, eu tive


que pedir ajuda.

Antes que a mente atordoada de Beth pudesse


funcionar, Sam abriu a porta do quarto.

O olhar de Beth estava transtornado cruelmente como


a mulher havia pretendido. Razer estava na cama de costas,
com Evie deitada em cima, o seu grande pau enterrado em
sua vagina. Train estava com o seu pau na bunda de Evie. Os
dois homens a tinham presa entre eles empurrando os seus
corpos. Mesmo Knox’s estava sentado na cadeira de
balanço seu punho bombeando o seu pê nis.

— Bem vamos lá . Estou de volta garotos e eu trouxe


companhia.

Beth se virou e correu, quase caindo, mal conseguindo


pegar o corrimã o a tempo. Ela continuou, mesmo quando
Razer gritou o nome dela.

Beth sabia que foram apenas seus anos na estrada que


lhe permitiram correr para o carro dela.

Ela nã o sabia por que tinha que correr. Ela já tinha


feito papel de idiota e nã o era como se ele tivesse em posiçã o
de correr atrá s dela. Lá grimas caíram de seu rosto, Beth nã o
podia acreditar o quã o ingê nua tinha sido. Mesmo na ultima
semana, depois que ele a tinha deixado com o gosto dele, ele
tinha voltado aqui para foder Sam. Ela queria a liberdade das
regras estritas que seu pai tinha entranhado em sua pele
desde a infâ ncia, querendo testar a si mesma; Mas o que ela
tinha feito era se jogar no olho do furacã o pensando que seria
capaz de se esquivar, mas em vez disso foi dilacerada no
caminho. Razer estava longe da sua liga, ela sabia disso o
tempo todo; Ele era muito sexual, vivendo em um ambiente
do clube que proporcionava acesso fá cil as mulheres sem as
complicaçõ es habituais. Lidar com uma mulher que colocou
limitaçõ es sexuais nem sequer lhe ocorria.

Beth nem se incomodou em ligar as luzes quando


entrou em sua casa, encontrando seu caminho no escuro
para a cozinha. Agarrando uma garrafa de á gua, ela se se
sentou à mesa da cozinha, enterrando a cabeça entre as
mã os. Seu celular tocou, a tela mostrava o nome de Evie
chamando. Beth sabia que nã o era a Evie, era Razer.

Seus lá bios se torceram em um sorriso de escá rnio


auto depreciativo, ele nunca se preocupou em perguntar o
seu nú mero de telefone.

Limpando as lá grimas, Beth reuniu cada pequena


grama de orgulho que os seus pais tinham colocado dentro
dela e pegou o telefone.

— Olá ?

— Beth, eu nunca quis que você fizesse algo como


aquilo. Eu sabia que você nã o estava pronta para...

— Eu nunca estarei pronta para algo como isso Razer,


e nem quero.

Beth podia ouvir seu suspiro frustrado no telefone. —


Olha, eu posso estar aí em vinte minutos, nó s podemos
conversar...
Ela cortou. — Nã o se preocupe. Sam deixou
perfeitamente claro para mim. Mas eu tenho uma pergunta
rá pida antes de desligar. Será que você tinha qualquer
intençã o de me ligar quando estivesse de volta na cidade?

O silê ncio lhe deu o entendimento e desfiou a sua


ú ltima gota do auto respeito.

— Ouça Beth, eu acho que estamos em diferentes


situaçõ es. Sam me disse que você esteve com vá rios caras da
cidade. Você mesmo me disse que festejava na faculdade. Eu
pensei que você sabia o placar. Eu estava disposto a jogar o
seu jogo, mas mulher, você é apenas muito trabalho por uma
boceta.

Cada palavra esfolava a sua alma. Ela tinha pensado


que eles tinham um relacionamento, aquele que podia até
nã o ter durado, mas ele nã o queria isso, era apenas uma foda
como se ela fosse um brinquedo. Ela voltou a ouvi-lo
novamente quando terminava a sua frase.

— Lamento que você tenha entrado nisso. Eu queria


que acabasse sem ressentimentos.

Beth já estava feita e terminou a ligaçã o. Sam tinha


mentido, disse à Razer que ela era experiente, levando Beth
para o fracasso. Ela tinha que admitir para si mesma que
també m falhou. A atraçã o que sentia por Razer a tinha
empurrado a fazer coisas que seu bom senso lhe havia dito
que era muito cedo. Se ela quisesse um relacionamento
româ ntico, um motoqueiro sexy nã o era onde deveria ter
olhado.
Felizmente, Beth conhecia algué m que nã o se
importaria com a sua inexperiê ncia; Ele queria o mesmo tipo
de relacionamento que ela precisava em sua vida.
Capítulo 5
Beth se manteve ocupada pelo resto do fim de semana.
No domingo, ela deixou o café da manhã pronto quando Lily
entrou pela porta. Lily riu do apertado abraço que Beth lhe
deu.

— Eu só sai por duas noites.

Vendo o rosto pá lido de Beth, o sorriso de Lily


desapareceu. — Você esteve doente?

— Nã o, eu estou bem. Eu só exagerei na cozinha. Eu


estava em um dos meus humores para cozinhar. A boa
notícia é que temos jantar congelado suficiente para os
pró ximos dois meses. — Lily riu aliviada, e em seguida,
contou a ela sobre a sua viagem enquanto se preparavam
para ir à igreja.

Durante o sermã o, Beth deu atençã o especial ao


pastor. Ela já tinha notado que ele era um homem bonito. Ele
era alto e bem construído; Que era um tanto surpreendente
para um homem de sua profissã o. Beth se lembrou de que ele
tinha estado no exé rcito como um; Na verdade, ele tinha
servido duas vezes ministrando para aos soldados no
exterior.

Quando ele chegou pela primeira vez em Treepoint, ele


tinha feito uma insinuaçã o amigá vel. Beth tinha
educadamente recusado. Ela nã o tinha intençã o de estar na
mesma posiçã o que a sua mã e; Mas cada vez que Beth
escutava o seu sermã o, mais ela apreciava a forma como ele
estava ensinando a palavra de Deus com roupagem mais
moderna. Apó s a palestra, Beth, esperou pacientemente a
sua irmã terminar de conversar com seus amigos.
Percebendo que o pastor tinha finalmente terminado de dizer
adeus aos paroquianos e recolhia os papé is que tinham
deixado para trá s nos bancos, Beth deu um passo adiante
quando o pastor Dean passou para o banco onde ela estava
sentada.

— Como você está , neste domingo, Beth?

— Muito bem, Pastor Dean. Espero que sua viagem


tenha sido bem sucedida?

— Sim, nó s fomos capazes de estabelecer uma boa


base para reconstruir a estrutura. A congregaçã o deve
precisar terminar apenas alguns reparos.

— Estou feliz em ouvir isso. — Mais uma vez ele


começou a caminhar em direçã o a porta de saída. — Pastor
Dean, Lily e eu gostaríamos que você viesse para o jantar na
sexta à noite, se você nã o estiver ocupado.

O pastor deu uma parada sú bita; O olhar em seus


olhos era especulativo. — Gostaria de aproveitar esse convite.
As seis estaria bem?

Beth sorriu aliviada com a sua resposta interessada. —


Isso soa perfeito.
Segunda de manhã foi apressada tanto para Beth
quanto para Lily que tinham dormido demais.

Ela estava prestes a ir para o trabalho depois que Lily


já tinha ido para a escola com Charles, que a pegava todas as
manhã s desde que tirou a sua habilitaçã o, quando a
campainha tocou. Correndo Beth abriu a porta com um olhar
severo, surpresa ao ver Evie de pé nervosamente em sua
porta. Ela estava usando um conjunto azul bonito.

— Eu sei que você provavelmente nã o vai me contratar


agora, mas eu realmente preciso do emprego.

Ela disse com um sorriso hesitante.

Beth deu um passo atrá s, abrindo mais a porta para


ela entrar. Ela sabia que nunca iria apagar a imagem dela
imprensada entre Razer e Train de sua mente, mas isso era
problema dela, nã o de Evie.

— Eu ainda preciso de ajuda; Sua vida particular é da


sua conta e nã o da minha. — Beth respondeu calmamente.

— Razer e eu somos só ... — Beth cortou a resposta


curta.

— Mais uma vez, isso nã o é da minha conta. Eu só


tenho um pedido; Se você vai trabalhar para mim, nã o o
mencione na minha frente. Você pode fazer isso?

— Sim, mas... — Mais uma vez, Beth a interrompeu.

— Bem. Agora parece que você quer começar hoje e


isso funciona para mim. Segunda-feira sã o assassinas.
Espero que você possa me fornecer duas referê ncias para que
eu possa checá -las.

— Sem problema.

— Bom, vamos lá . Hoje você pode dirigir comigo até


que aprenda onde cada cliente vive.

— Tudo o que disser chefe. — Disse Evie com um


sorriso.

*** Nove meses depois ***

Blake estava descendo a escada da Sra. Langley


quando ela terminou a limpeza da sala de estar. Olhando por
cima do ombro, ela o viu equilibrar duas caixas grandes.

— Precisa de ajuda?

— Nã o, obrigado, eu posso lidar com isso. — Ele


colocou as caixas pesadas no andar de baixo. — Estou
embalando todas as decoraçõ es de Natal, limpei o só tã o e
joguei fora tudo o que a senhora Langley me pediu. Estes dois
nã o foram marcados. Ela disse para você passar por eles e
organizar o que for importante.

— Eu nã o tenho tempo agora, tenho um encontro com


Dean esta noite. Você pode colocá -los no porta-malas do meu
carro assim que sair?

— Sem problema. Precisa de outra coisa antes de eu ir?


— Nã o, isso é tudo por hoje. Até a pró xima semana.

Beth foi à cozinha para fazer uma pequena refeiçã o


para a Sra. Langley antes de terminar o dia. Colocou o prato
de sopa quente, um copo de leite frio, e vá rios biscoitos
caseiros em uma bandeja pequena. Beth tinha feito os
biscoitos na ú ltima noite antes de ir para a cama. Levou tudo
cuidadosamente para o andar de cima para o quarto da Sra.
Langley, que estava deitada na cama assistindo o seu
programa favorito. Beth ajudou-a a se sentar antes de colocar
a bandeja sobre seu colo.

— Obrigada. Sã o aqueles biscoitos com pedaço de


chocolate?

— Sim. Eu deixei um recipiente com eles no balcã o da


cozinha para mais tarde.

— Eles sã o o meu favorito. — Ela disse pegando um e


mordendo.

— Vou ter que me lembrar disso. — Beth sorriu e


conversou com ela sobre o programa mé dico que ela estava
assistindo enquanto limpava o quarto.

— Você viu Samantha ultimamente? — Sra. Langley


perguntou quando Beth levava embora a bandeja vazia.

— Nã o, eu nã o tenho. — Beth mentiu sem remorsos.


De jeito nenhum ela iria ter uma conversa sobre a sua neta.
Samantha era vista constantemente pela cidade com os
membros dos Last Riders.
Beth a tinha visto vá rias vezes, uma vez meses depois
daquela noite. Duas vezes na garupa da moto de Razer, cada
vez que Sam a via jogava um olhar triunfante, se nã o lhe
dava o dedo.

— Ela nã o veio para o Natal. Vincent explicou que ela


estava ocupada trabalhando e iria me visitar quando tivesse
tempo. Talvez se acontecer de vê -la você possa mencionar
que a sua avó iria desfrutar de uma visita.

Beth forçou um sorriso. — Se eu a ver, eu ficarei feliz


em passar a sua mensagem.

— Bom. Agora é melhor você ir, você nã o quer se


atrasar para o seu encontro.

— Eu nã o vou. Eu vou passar por aqui amanhã para


lhe contar tudo sobre ele. — Beth sorriu quando ouviu o
aumento do volume da televisã o quando deixava o quarto.

Beth lavou os pratos sujos antes de sair. Ela tinha sido


paga para trabalhar só dois dias por semana, mas uma vez
que Beth tinha notado que a Sra. Langley perdia peso, ela fez
questã o de parar diariamente para lhe fazer uma refeiçã o
nutritiva. Esperava que Samantha tivesse piedade de sua avó
e fizesse uma visita em breve. Se nã o, Beth iria manter a
palavra e abordar o assunto na pró xima vez que a garota
egoísta estivesse pró xima.

— Beth, Pastor Dean está aqui! — Beth fez uma careta


para os modos de Lily. Ela estava em casa para o feriado de
Natal e estaria voltando para a faculdade em duas semanas.
Pegando o sué ter dela, ela desceu as escadas para encontrar
o pastor.

— Uau, você está ó tima. — Evie exclamou quando a


olhou por cima dos mantimentos que estava organizando em
caixas para serem entregues no dia seguinte. O carro dela
tinha enguiçado em frente à casa de Beth quando ela estava
deixando os mantimentos. Um dos membros do clube estava
a caminho para buscá -la.

— Obrigada. — Beth estava usando uma nova saia


justa azul royal que ficava acima dos joelhos; O sué ter
apertado com o mesmo tom de azul e listras pretas enfatizava
seus seios e a cintura fina.

Toda vez que se movia, a parte nua de seu estô mago


aparecia.

Com saltos pretos altíssimos, se sentiu sexy e


provocante. Nenhuma das melhores combinaçõ es quando
estava saindo para um encontro com o pastor local. Beth viu
Dean parado na porta.

— Oi. — Lhe deu um sorriso de boas-vindas e


atravessou a sala para cumprimentá -lo. Os braços de Beth
deslizaram sensualmente ao redor de seus ombros para
colocar sua boca na dele. Os lá bios de Dean retornaram a
leve pressã o; Os braços dele vieram sobre ela puxando-a para
mais perto do seu corpo.

— Eu terminei com as compras, por isso estou indo


desde que a minha carona já está aqui. — Disse Evie
fechando a ú ltima caixa.
Beth se virou nos braços de Dean para ver Razer
sentado na cadeira. Cuidadosamente escondendo a sua
reaçã o, ela o cumprimentou antes de voltar para Evie. Essa
nã o era a primeira vez que ela o via desde aquela noite
constrangedora; Ela tinha se adaptado em lidar com essas
ocasiõ es. Felizmente, ele estava fora da cidade com
frequê ncia e Evie tinha mantido a sua palavra de nunca
mencioná -lo.

— Obrigada, Evie deixe-me saber se você nã o conseguir


consertar o seu carro amanhã eu posso remarcar seus
clientes.

— Nã o deve ser um problema, Razer é um gê nio com


má quinas. — Evie disse.

— Entã o eu vou vê -la amanhã . Lily, eu estarei de volta


em algumas horas.

Lily acenou mergulhada num livro que estava na mesa.


Dean e Beth saíram com Razer e Evie logo atrá s.

Dean segurou a porta do carro enquanto ela entrava no


carro modesto.

— Isso está funcionando bem, ela trabalhando para


você ? — Ele perguntou quando se sentava ao volante.

Dean tirou a sua atençã o longe de Razer levantando o


capô de carro Evie.

— Sim. Nã o poderia ter uma funcioná ria melhor. —


Beth respondeu honestamente.
— Nã o te incomoda que ela viva com um grande grupo
de homens em um clube de motoqueiros. Alguns de seus
clientes nã o pensariam muito bem.

— Eu confio em Evie e eu penso nela como uma boa


amiga, e só porque eles sã o um clube de motoqueiros nã o
significa automaticamente que eles sã o criminosos.

Beth defendeu acaloradamente Evie, inclusive


inconscientemente os Last Riders.

— Eu nã o estava criticando, eu gosto dela també m.


Dean levantou a mã o em sinal de rendiçã o.

— Você gosta?

— Sim.

— Bom, agora onde vamos comer? Estou morrendo


fome.

Dean olhou por cima de seu sermã o praticamente


concluído quando Razer caminhou em sua porta do escritó rio
aberta.

— Eu acho que milagres acontecem. — Disse Dean,


inclinando-se na cadeira.

Razer colocou as mã os nos bolsos e foi para a janela ao


lado de sua mesa para olhar para o lado de fora.
— Como você vai? — Perguntou Razer sem responder
ao seu comentá rio.

— Muito bem; Tenho uma boa igreja, boa mulher, e


bons amigos. O que mais um homem pode pedir?

Dean percebeu corpo de Razer enrijecer.

— Já faz um bom tempo Razer, e agora que você


aparece. Existe uma razã o?

— Pensei em parar para uma conversa.

Dean suspirou e trouxe à Toma o assunto que


estava fazendo Razer vir até ele.

— Eu vi você s dois juntos. Eu estava com um


paroquiano no bairro e a vi em sua moto. Esse foi o mesmo
fim de semana que ela me pediu para sair. — Dean olhou
para baixo para ver as mã os de Razer fechada em punhos.

— Eu tinha feito um movimento nela quando cheguei à


cidade; Ela me dispensou. Depois daquela noite com você ela
correu direto para os meus braços. Você deve ter assustado o
inferno fora dela.

— Ela sabia o que eu queria, e queria que eu


trabalhasse por isso. Nã o valia a pena o esforço.

Dean se levantou e caminhou em torno da mesa,


casualmente encostando-se a ela.

— Oh, ela vale o esforço, é por isso que você está aqui,
para me perguntar? No natal eu darei a Beth uma viagem de
fim de semana para Vegas; Ela nunca esteve fora de
Kentucky em toda a sua vida. Eu vou pedi-la em casamento
neste fim de semana.

— Todo mundo no clube vai estar feliz por você . Acho


que isso responde a minha pergunta sobre como a vida tem
te tratado. Deixe-me saber quando marcar a data mandarei
um presente. Vejo você por aí. — Razer estava caminhando
para a porta.

Dean quase o deixou ir, mas devia a sua vida ao


homem e era hora de pagá -lo de volta. — Evie começou a vir
à igreja aos domingos, ela te disse? — Antes que ele pudesse
responder, Dean continuou.

— Ela me contou o que aconteceu naquela noite. E se


sente muito mal com isso, ela gosta de Beth. Ela també m me
disse sobre a besteira que a Sam tinha falado sobre Beth. Eu
pensei que você fosse mais esperto do que ouvir uma puta
ciumenta. Ao contrá rio de você , eu me importaria o suficiente
para saber sobre Beth. Eu conversaria com pessoas que se
importassem com ela, pessoas que sentam ao lado dela a
cada domingo. Você sabe que ela nunca perdeu um culto de
domingo, mesmo apó s a morte de seu pai que era o pastor
anterior?

Razer voltou sem dizer nada, apenas ouvindo. — A


congregaçã o a ama, quando descobriram que eu a estava
namorando, eles nã o paravam de me dizer sobre suas
virtudes rá pido o suficiente. Se você nã o tivesse sido um
idiota para ela naquela noite, ela nunca estaria me
namorado. Seu pai era um bastardo miserá vel que controlava
todos os aspectos da vida de Beth; Ela nunca tinha sido
permitida brincar e socializar como outras crianças de sua
idade. Elas nunca sequer tiveram uma televisã o; Ele
considerava uma das formas do Diabo. Eles liam as
escrituras todas as noites; Todo o seu mundo era a igreja. Eu
assisti a um vídeo dele dando um sermã o; Ele até me
assustou. Nã o há nenhuma maneira que ela iria se colocar
em tal ambiente sufocante, se você nã o a tivesse assustado
tanto.

— Sam me disse que ela tinha saído com vá rios garotos


na escola. Beth me disse que ela tinha festejado na
faculdade. — Razer se defendeu.

— Beth nã o estava autorizada a ter encontros na


escola, ela nunca frequentou atividades curriculares
adicionais, e ela nunca assistiu dança ou foi para o baile de
formatura. Ela nem dança comigo; Ela está muito
envergonhada de admitir que ela nã o sabe. Sua congregaçã o
dizia cada passo em falso que ela fazia. Se ela falasse com um
rapaz tinha que contar ao pai. Imagino que ela tenha
participado de uma festa da cerveja na faculdade a qual para
Beth, era uma festa, provavelmente estava muito
envergonhada em admitir a você quã o pouco ela tinha sido
exposta, mesmo se você lhe desse a oportunidade de falar. —
Disse Dean intuitivamente. — Desde que ela se formou na
faculdade tornou-se a guardiã de Lily, você foi o primeiro a se
aproximar dela. Ela trabalha longas horas para pagar por
todas as despesas de Lily e conseguiu pagar quase todas as
dívidas de seus pais; Ela nã o queria que Lily perdesse a sua
casa.

— Eu deveria ter notado que ela era inexperiente. —


Disse Razer se auto recriminando. Dean assentiu. — Eu só
posso imaginar que ela estava atraída por você e estava
disposta a ter uma chance, apesar de todas as merdas que o
pai dela entranhou em sua mente desde o nascimento.

— Naquela noite, ela deve ter pensado que tinha


entrado em Sodoma e Gomorra.

— Beth e Evie se tornaram melhores amigas. Ela nem


sequer guardou rancor contra Samantha. Estou disposto a
apostar que ela iria perdoá -lo se você tentasse.

Razer balançou a cabeça. — Eu nã o me encaixo em sua


vida, e ela com maldita certeza nã o se encaixa na minha.

— Evie me disse que você esta ficando com cada


mulher que aparece em seu caminho nesses ú ltimos nove
meses. No entanto, você nã o tocou Evie ou Sam desde aquela
noite. Você pode beber toda a cerveja que você quiser, mas é
á gua que você deseja e nada vai saciar a sua sede.

— Nã o pregue para mim.

— Eu terminei. — Disse Dean, alisando a mesa. —


Estou pagando a minha dívida com você . Eu estou te dando
até este fim de semana para que você de mais um tiro em
uma mulher que eu passei a me preocupar. Beth vai ser uma
esposa perfeita para mim, só que eu acho que ela se
apaixonou por você . O homem com quem eu servi junto, que
salvou minha vida, e era como um irmã o para mim seria
inteligente o suficiente para descobrir uma maneira de obter
o melhor dos dois mundos.
Capítulo 6
Razer colocou a sua garrafa de cerveja vazia no balcã o.

— Quer outro? — Perguntou Mick.

— Nã o, indo para casa.

— Desde quando você bebe uma cerveja e sai?

A porta batendo teve os olhos de todos se voltando


para ela. Loker James veio caminhando com raiva pelo bar.

— Mick, você já viu o Tom? Acabei de voltar para a


cidade esta manhã e quando fui para casa, tanto ele quanto o
caminhã o sumiram.

— Eu nã o o vi hoje.

— Filho da puta, vou estrangulá -lo com minhas


pró prias mã os quando encontrá -lo. — O toque de seu telefone
celular cortou as suas ameaças de violê ncia.

O olhar em seu rosto deixou todos que estavam


escutando sem vergonha. O rosto de Loker ficou branco e
suas mã os estavam tremendo quando ele terminou a
conversa.

— Eu encontrei Tom.

Razer e Mick trocaram olhares. Eles sabiam que a


notícia era ruim.

— Ele teve um acidente. Eles bateram no carro de Beth


Cornett em Ivy Hill. Ambos foram levados para a emergê ncia.
A mã o de Razer agarrou a mesa do bar; Seus joelhos
tremendo mal o mantinham de pé .

— Quã o ruim ela está machucada? — Dois pares de


olhos se voltaram para ele com surpresa por sua reaçã o.

— Nã o sei. Essa foi à ú nica informaçã o que me deram.


O xerife disse-lhes para entrar em contato comigo e encontrá -
lo no hospital.

Loker deixou o local sem outra palavra e foi para o


carro. Ele estava colocando seu carro em movimento quando
a porta do lado do passageiro foi aberta e Razer entrou.

— Que porra você está fazendo?

— Indo com você .

— Por quê ?

— Beth. — Sem mais perguntas, Loker pisou fundo no


acelerador.

No momento em que Loker chegou ao hospital, havia


seis motoqueiros que estavam no bar que tinham visto
quando Razer correu. Curiosidade os tinha feito montarem as
suas motos e os seguir.

Loker foi diretamente para o pronto-socorro; Quando


ele entrou pelas portas de correr, ele podia ouvir a comoçã o
que Tom estava causando em um dos quartos nas
proximidades. Aliviado que seu pai estava em condiçã o boa o
suficiente para estar enfurecido com a enfermeira, ele podia
ouvir Tom discutindo e o nó em seu intestino afrouxou.

— Deixe-me ir mulher, eu tenho que verificar a menina.


— Senhor, eu lhe disse que o xerife a está verificando.
Quando ele voltar em alguns instantes, irá retransmitir as
informaçõ es. — Tom estava tentando saltar da cadeira de
rodas, enquanto a enfermeira de meia-idade sem sucesso
estava tentando mantê -lo sentado. — Eu preciso verificar
seus ferimentos.

— Estou bem. Eles me avaliaram na ambulâ ncia. É


aquela pobre garota que precisa de ajuda.

— Pai. — Loker falou tentando chamar a atençã o de


Tom.

Tom enfrentou seu filho com lá grimas escorrendo de


seus olhos. — Eu sei o que você vai dizer. Mas eu nã o estou
bê bado; Nã o tive uma bebida durante o dia todo. Eu só fui
até a loja para comprar um maço de cigarros. Um pacote de
cigarros que provavelmente custou a sua vida. Havia sangue
por toda parte.

Tom ergueu as mã os trê mulas para cobrir seu rosto. —


Eu a vi, ela vinha em minha direçã o.

— Tom, — Loker tentou acalmar seu pai,


preocupado que ele fosse se incriminar.

— Nã o. Eu machuquei aquela garota. Eu quero que


você atire em mim.

Razer só conseguia se inclinar contra a parede amarelo


pá lido.

— Como ela está ? — Sade, Knox’s e Rider estavam ao


lado dele enquanto esperavam uma resposta.
— Eles nã o vã o me dizer. — Tom redobrou seus
esforços para sair da cadeira de rodas.

— Tom, pare. — A voz suave vinda da porta o fez girar;


Razer pensou que estava imaginando sua voz. Beth ficou lá
com os olhos inchados de lá grimas, com lá bios trê mulos,
segurando sua bolsa com medo.

— Eu sinto muito Beth. Eu pensei que... — Tom parou


imediatamente de lutar.

Eles esperaram por Beth partir para cima de Tom. Lily


era a ú nica família de Beth e todos na cidade sabiam como
Beth protegia e adorava a sua irmã zinha.

Beth avançou para enfrentar um Tom chorando.


Ningué m se moveu para detê -la. Ela levantou a mã o e em vez
do tapa que todos estavam esperando; ela cavou sua
bochecha com a barba á spera, limpando delicadamente as
lá grimas.

— Você tem que se acalmar. Lembre-se de sua pressã o


arterial. Você nã o quer eu fique preocupada com você
també m, nã o é ?

— Nã o. — Tom tentou ganhar o controle sob o olhar


fixo de Beth.

— Será que ele foi checado? — Beth perguntou à


enfermeira.

— Ainda nã o. Ele nã o me deixou.

— Vá com ela Tom, assim que eu descobrir sua


condiçã o, eu vou te encontrar.
Tom assentiu, apertando sua mã o. A porta no final do
corredor abriu e todo mundo congelou com expectativa
quando o xerife apareceu.

Ele olhou para a plateia que estava à espera de


notícias. Beth virou instantaneamente para o lado dele. —
Como ela está ?

— Bem, ela teve uma concussã o, um tornozelo torcido,


e ela vai ficar dolorida pra caramba por uns dias. Acho que
toda a pesquisa que você fez na compra de um carro seguro
valeu a pena.

O xerife frequentava a igreja; Ela o tinha interrogado


implacavelmente sobre a melhor escolha de carro para
comprar quando Lily tinha ganhado a sua habilitaçã o. Entã o,
ela havia vendido o carro de modelo mais antigo, Beth nã o ia
correr nenhum risco com a segurança de Lily. Beth tinha
comprado um carro de modelo mais novo e uma classificaçã o
de segurança de cinco estrelas.

— Graças a Deus. — Beth sussurrou, tentando


desesperadamente agarrar o controle na frente do grupo de
homens.

O xerife assentiu. — Algué m estava definitivamente


olhando por ela.

Loker perguntou. — Foi culpa de Tom?

— Nã o e nem dela. Lily disse que seus freios falharam,


foi por isso que ela nã o conseguiu parar. Ela se jogou na
frente de Tom. Beth, eu vou ter que rebocar o carro para a
estaçã o e ter o nosso mecâ nico dando uma olhada nos freios.
— Eu tinha feito um serviço no carro no mê s passado.

— Eu vou deixar você saber o mais cedo possível.

— Obrigada Xerife. Posso ver a Lily?

— O mé dico está esperando para falar com você , entã o


ele irá mostrar o quarto da Lily.

Beth estava indo em direçã o à porta, mas hesitou e


voltou para Loker. — Eu quero ver Lily, mas eu nã o quero
Tom chateado. Você poderia achá -lo e deixá -lo saber que ele
nã o foi o responsá vel, e que Lily vai ficar bem?

— Eu vou lidar com isso.

— Tragam-no para ver Lily. Ele nã o vai descansar até


vê -la.

— Beth nã o vai interferir. — Loker protestou.

— Traga-o aqui ou eu irei buscá -lo. — Beth ameaçou.

Loker sorriu, finalmente concordando. Ele pegou-a pelo


braço, impedindo-a antes que ela pudesse sair.

— Beth a sua primeira preocupaçã o deveria ter sido


Lily, em vez disso você tomou o tempo para confortar um
homem que poderia ter sido o responsá vel por sua morte. Eu
nunca faço um favor, eu pago as minhas dívidas, mas você
tem o meu. E se você precisar de alguma coisa, me avise.

Beth apenas balançou a cabeça para ele e foi encontrar


o mé dico de Lily. Ela nã o estava ciente da incredulidade nos
rostos dos homens ao seu redor.
Ela foi a primeira pessoa, homem ou mulher, a receber
do chefe de Last Riders um favor.
Capítulo 7
Beth assinou o ú ltimo documento para alta da sua
irmã . — Você está pronta? — Lily assentiu, depois
estremeceu com a açã o. Vendo a expressã o preocupada de
Beth, falou: — Estou bem. Eu só tenho que me lembrar de
nã o mover a minha cabeça.

Beth tocou o rosto pá lido de Lily. — Vamos para casa.


Evie deve estar nos esperando há uns vinte minutos.

O enfermeiro empurrou Lily em uma cadeira de rodas


até a entrada do hospital, Beth seguiu atrá s carregando a
bolsa de Lily. Uma vez do lado de fora, Beth procurou no
estacionamento o carro de Evie, mas nã o o viu. Ela estava
prestes a pegar o seu celular da bolsa quando um carro azul
escuro parou em frente a elas.

Razer e Sade saíram do carro. Beth só conseguia olhar


atordoada e surpresa. Razer abriu a porta traseira com um
sorriso pelo olhar abertamente surpreendido das mulheres.

— Sua carruagem as aguarda senhoras. — Razer disse


com um sorriso casual.

— Mas Evie vai nos pegar. — Beth protestou. Ela nã o


queria estar dentro de um ambiente estreito como um carro
com Razer e Lily estava parecendo infeliz com a ideia.
— Evie vinha, mas Loker ligou, ele alugou esse carro
até o seu ser reparado. Ele nos pediu para deixá -lo com você .

— Ele nã o deveria ter feito isso, Tom nã o foi responsá vel


pelo acidente.

— Você pode falar isso com ele; Loker nã o queria


deixar Tom sozinho entã o ele me perguntou. Eu nã o estava
ocupado por isso estou aqui. Agora as senhoras estã o prontas
para entrar?

Beth impotente revirou os olhos para Lily, dando um


passo para trá s quando Razer manobrou a cadeira de rodas a
distâ ncia ordenada. Habilmente, ele guiou a cadeira de rodas
para o carro e esperou.

Sade abriu a porta do carro quando Razer empurrou a


cadeira de rodas o mais pró ximo possível. Ele se virou para
Beth.

— Entre pelo outro lado e ajude-a a subir. — Beth


hesitou, mas sabia que ela nã o tinha muita escolha.

Indo para o outro lado do carro, ela abriu a porta. Uma


vez dentro, ela ajudou Lily a entrar no carro, ajustando
cuidadosamente o tornozelo torcido.

Olhos assustados de Lily encontraram os dela; Beth


deu-lhe um sorriso tranquilizador.

— Você está bem? — Sade se abaixou ao lado de Lily


perguntando.

— Sim. — A resposta dela era trê mula. Lily levantou a


mã o para ajustar o vestido que tinha subido até as coxas
finas. Os olhos de Sade seguiram o movimento, foi quando
Beth percebeu que ele nã o estava usando os seus ó culos de
sol. Seus olhos cor azul bebê , sem os ó culos de sol os
escondendo, deveriam ser ilegais. Beth pensou que qualquer
jovem confrontada com um espé cime como Sade usaria a
oportunidade para flertar escandalosamente, no entanto, Lily
se inclinou para se afastar e evitar o rosto dele.

Beth nã o sabia se deveria estar preocupada ou


agradecida. Quando Razer fechou a porta de Beth antes de
entrar no banco da frente; Sade fechou a porta de Lily,
també m ficando na frente. A viagem foi tranquila por alguns
minutos antes de Razer encher o silê ncio tenso com
comentá rios inofensivos sobre o carro alugado. A conversa
relaxou as meninas, e seus corpos rígidos gradualmente
foram afundando nos assentos luxuosos. A conversa
gradualmente mudou para como a Lily estava gostando da
faculdade. Suas respostas foram inicialmente empoladas,
mas quando ela falou sobre suas aulas, tornou-se mais
animada, até que pararam em frente à casa da Beth.

Razer foi para o porta malas para pegar a bolsa e as


muletas de Lily, depois ele abriu a porta de Beth. Sade estava
esperando ao lado com uma porta aberta por Lily, que se
deslocou quando Beth pegou as muletas de Razer. Ela ajudou
Lily a sair do carro e o trio assistiu como a garota colocava as
muletas sob seus braços, mas fazendo uma careta quando
levantava os braços. Lily tentou fazer graça. — Eu acho que
ainda estou um pouco dura.
Com as muletas sob seus braços, ela deu um passo
para frente lentamente, um pequeno gemido escapou, mas
ela nã o parou de tentar outro passo. Sua dor era tã o ó bvia
para os espectadores; Todos eles poderiam ver que ela estava
extremamente dolorida.

— Pelo amor de Deus. — Sade finalmente explodiu. Ele


carregou uma Lily assustada em seus braços sem aviso. As
muletas caíram no chã o; O corpo de Lily arqueou, tentando
sair de seus braços.

Beth começou a ir para ela, mas Razer pegou-a pelo


braço, levando-a para casa.

— Espere, eu posso andar com as muletas. — Lily


tentou desesperadamente, sair de seus braços. Sade lhe deu
um pequeno arremesso e automaticamente os braços de Lily
rodearam o seu pescoço, segurando-o. Seus seios
pressionando em seu peito.

— Tenha cuidado você nã o vai querer deixá -los pular.


— Sade riu, caminhando para a porta da casa.

Lily soltou os ombros de Sade para que ela pudesse se


inclinar para trá s sem estar pressionada tã o perto em seu
peito, e no lugar colocou as mã os para dar-lhe mais espaço
para respirar.

Beth e Razer estavam esperando dentro. — Onde você a


quer?

Beth fez sinal para o sofá , que já estava arrumado


como uma cama, pronta para seu uso.
Beth nã o queria limitar a mobilidade de Lily. Os pais
delas tinham comprado o sofá -cama para membros que
visitavam a igreja.

Sade colocou suavemente Lily na cama, certificando- se


que ela estava confortá vel antes de sair sem uma palavra.

Sem entender, Beth ficou olhando para a porta


fechada. — Sim... Bem... Obrigada por nos pegar — Beth se
virou quando a porta abriu novamente, Sade estava
carregando as muletas. Ele as colocou contra o sofá , perto de
Lily. E mais uma vez, saiu sem dizer uma palavra. Razer
lutou com a sua diversã o. — Sade nã o é muito de conversa.
— Ele tentou se desculpar por seu amigo; As mulheres só
olhavam para ele.

— Será que ele vai voltar? — Perguntou Beth, olhando


para a porta.

— Nã o, eu acho que dessa vez foi embora de verdade.


Existe algo que eu possa fazer por você antes de sair? —
Ambas as mulheres balançaram a cabeça.

— Tudo bem entã o, te vejo mais tarde. — Razer foi até


Lily e tocou a cabeça dela. — Fique segura.

— Obrigada. — Lily timidamente sorriu para Razer.


Nã o deixando Sade superá -lo, saiu sem outra palavra.

Assim que a porta se fechou com um estalo, as irmã s


encararam uma a outra se perguntando por que os homens
tinham sido tã o atenciosos e prestativos, tã o em contradiçã o
com a imagem de motoqueiros á speros que eles projetavam.
Capítulo 8
Dean ligou para Beth vá rias vezes ao longo da semana
para saber sobre Lily, mas quando a conversa se tornava
pessoal, ele mudava de assunto. Beth desligou da sua mais
recente conversa confusa e seu comportamento estranho. Ele
tinha se tornado mais amoroso com ela depois de meses de
namoro; Mas definitivamente a tinha levado a acreditar que
era onde eles estavam chegando. Beth tinha pensado que a
viagem a Las Vegas iria trazer um novo nível de intimidade ao
seu relacionamento. Agora Dean estava agindo de novo como
seu Pastor; Beth nã o sabia o que fazer. Lily estava voltando
para a faculdade amanhã e Beth iria levá -la. Ela pensou que
ele iria se oferecer para lhe fazer companhia; Ele mencionou
que tinha uma reuniã o agendada com um paroquiano.

Cedo no dia seguinte, as irmã s deixaram Treepoint


enquanto ainda estava escuro; Essa foi uma viagem de trê s
horas, entã o elas decidiram parar e almoçar antes de irem
para o dormitó rio de Lily. A faculdade estava movimentada
com os alunos fora do grande dormitó rio. Beth caminhou ao
lado de Lily quando passaram pela sala comum para alcançar
os elevadores; Ela notou que nenhum dos os outros alunos
disse oi ou mesmo reconheceu Lily.
— Você já fez muitos amigos Lily?

Lily fez uma pausa ao abrir a porta antes de responder


com sinceridade entrando em seu quarto.

— Na verdade nã o, eu pensei que porque estudavam


numa faculdade cristã , os outros estudantes seriam sé rios
sobre seus cursos. E como nã o vou para as suas
confraternizaçõ es eles pensam que eu nã o quero fazer
amizades.

Beth abraçou a irmã . Lembrando o quã o desconfortá vel


se sentiu no seu primeiro ano.

— Vai ficar mais fá cil. Você vai encontrar alunos que


terã o mais em comum com você , nã o desanime.

— Eu nã o vou. Isso nã o me incomoda, eu preciso mais


de estudos do que de amigos para me distrair.

— Estou certa que seus estudos nã o vã o sofrer se você


levar algum tempo saindo para um almoço ou jantar. Nã o se
feche para novas amizades ou experiê ncias.

Lilly sorriu, — Eu nã o vou.

Beth deixou sua irmã sentada à sua pequena mesa


tirando os livros de sua mochila, preocupada sobre como ela
parecia isolada. Era tarde, quando ela retornou para
Treepoint. Beth parou dentro do escritó rio do xerife. Ele tinha
ligado ontem pedindo para ela passar em seu escritó rio. Ela
lhe disse que passaria lá quando voltasse da faculdade de
Lily.
A recepcionista mostrou o seu escritó rio
imediatamente. Will Hunter tinha sido o xerife durante os
ú ltimos quatorze anos e ele havia frequentado a igreja do seu
pai. Nã o havia muito que ele nã o soubesse sobre a pequena
comunidade e o que ele nã o sabia, ele fazia sua missã o em
saber se isso afetasse a cidade que ele protegia; Todas as
medidas eram aceitas para ter as pessoas da cidade
permanentemente seguras. Dentro e fora dos limites da lei;
Cada recurso à sua disposiçã o era usado com respeito
implacá vel. Seu pai e Will tiveram um relacionamento
tumultuado. Beth tinha pensado muitas vezes que ele só ia
assistir o sermã o do pai dela para manter um olhar cauteloso
sobre o líder influente da igreja.

— Olá Beth, sente-se. — Ele se levantou quando ela


entrou na sala, e, em seguida, se sentou novamente quando
ela tomou a cadeira em frente a sua mesa.

— Lily está bem? — O xerife pegou uma caneta que


estava em sua mesa. A caneta deslizou para frente e para trá s
entre os dedos.

— Sim, ainda um pouco dolorida, mas ela está muito


melhor. Obrigada por perguntar. Você disse que tinha uma
notícia sobre o meu carro? — A caneta foi colocada de volta
na mesa quando ele apertou as mã os inclinando-se para
Beth.

— Sim, eu tenho medo que você nã o vá gostar do que o


relató rio afirmou. O mecâ nico descobriu que os freios foram
adulterados. Algué m definitivamente queria te machucar, se
nã o matá -la. Todos na cidade sabem seu constante vai e vem
pelas estradas da montanha. Elas sã o traiçoeiras em um dia
bom com um carro em bom estado de funcionamento, mortal
com um carro sem freios.

Preocupada, Beth se sentou em frente na sua cadeira.


— Você tem certeza que Lily nã o era à vítima?

O xerife recostou-se na cadeira balançando a cabeça.


— Nã o, Lily pega o carro muito raramente, quando algué m
quer o outro morto eles buscarã o um plano que dê a maior
chance de sucesso na primeira tentativa. Você tem alguma
ideia sobre quem gostaria de te prejudicar? Algué m que você
irritou ultimamente? Antigos namorados?

Beth só podia balançar a cabeça negativamente a cada


pergunta.

— Tudo bem, pense sobre isso e deixe-me saber. Tenha


cuidado, Beth vou ter meus homens mantendo um olho em
sua casa. Mas você precisa ser extremamente cautelosa.

— Eu vou xerife, e se eu pensar em algué m vou chamá -


lo imediatamente.

— Nã o hesite em me chamar de dia ou de noite.

— Quando eu posso pegar meu carro de volta?

— Assim que você conseguir algué m para vir buscá -lo


no estacionamento. O seguro deve dar perda total. Eu sugiro
que você procure um carro novo.

Beth saiu do escritó rio do xerife preocupada e mais do


que um pouco de medo. Ela nã o tinha sido capaz de pensar
em uma ú nica pessoa que pudesse ter uma razã o para
prejudicá -la. Olhando para o reló gio, Beth atravessou a rua
para ir a um encontro com o Dean. Eles se encontravam
todas as noites de quinta-feira no restaurante para o jantar
desde que tinham começado a namorar. Encontrar uma mesa
vazia foi fá cil, foi por isso que eles haviam escolhido o
restaurante, e també m porque a igreja estava ao lado, e o
escritó rio do xerife estava apenas do outro lado da rua. Fez-se
conveniente quando ele trabalhava até tarde. O restaurante
nunca ficava agitado durante a noite de semana e eles
poderiam desfrutar de uma tranquila conversa depois do
trabalho. Beth tinha pedido uma bebida e foi olhar as suas
mensagens em seu celular que havia recebido quando ela
estava no escritó rio do xerife; Olhou para cima quando Razer
deslizou para o banco em frente a ela.

— O que você está fazendo? Estou esperando por


algué m. — Disse Beth.

— Pastor Dean, eu sei. Quando você nã o respondeu à


sua mensagem, ele nã o queria deixar você esperando por ele.
— Olhando para o celular, Beth tinha acabado de ler a
mensagem de Dean quando Razer sentou em sua mesa.

— Desde quando o Dean usa você para mandar as suas


mensagens?

— Eu acho que tive sorte. Eu estava no lugar certo na


hora certa. Eu me ofereci para transmitir a sua mensagem e
ele aceitou. Agora, o que iremos pedir?
— Nada. Eu estou indo para casa. — Beth fez um gesto
para a garçonete. Razer a deteve.

— Vamos Beth. Nã o me faça comer sozinho. Nada pode


acontecer aqui. Sente-se e jante comigo. — Razer a
chantageou. Incerta, Beth pegou o copo de á gua e tomou um
gole.

A garçonete se aproximou, levando o pedido. Beth


levantou a sobrancelha pela quantidade de alimentos
exorbitante. — O que posso dizer, eu sou um menino em fase
de crescimento. — Ele fez o seu pedido e a garçonete se
afastou.

Estava mais para manter a sua energia para realizar


todas as orgias que ele participava todas as noites, Beth
pensou maldosamente.

— Agora, agora, eu posso ler esse olhar em seu rosto, e


nã o sã o pensamentos agradá veis que você está tendo.
Importa-se de compartilhar?

— Eu nã o sei o que você quer dizer. — Disse Beth com


arrogâ ncia.

— Vamos lá , eu vou pagar o seu jantar se você me falar


o que você estava pensando.

— Eu posso pagar o meu pró prio jantar.

— Medrosa.

Irritada, ela respondeu. — Eu aposto que esse monte


de comida é para fornecê -lo energia suficiente para manter
todos felizes.
Com um brilho perverso em seus olhos. — O que você
está querendo dizer com isso?

— Bem, você está entregando carros para Loker James,


mensagem para Pastor Dean.

— Oh, eu pensei que você quisesse dizer manter as


garotas felizes. — Ele sussurrou sedutoramente. — Baby, eu
dou conta de tudo.

— Eu sei que você pode, eu mesma vi. — Beth se


cansou. E quando ela começou a levantar novamente a
garçonete colocou a comida na mesa em frente a eles e ele
antecipou seu movimento.

— Coma Beth, eu vou me comportar. Por favor, foi uma


tentativa idiota trazer uma situaçã o embaraçosa que eu acho
que seria bom para nó s esclarecê -la.

Beth pegou o garfo. — Eu nã o acho que nó s precisamos


falar sobre isso.

Razer seguiu a sua sugestã o e começou a comer. Beth


tinha perdido o seu apetite, querendo desesperadamente
terminar a refeiçã o. Incapaz de comer mais do que algumas
garfadas da comida, Beth sentou e observou como ele
demoliu sua pró pria comida, entã o mexendo em seu prato
ainda cheio.

— Quer alguma sobremesa? — Razer perguntou


quando ele terminou.

— Nã o, obrigada. — Beth abriu a bolsa determinada a


pagar a sua parte e bater em retirada.
Razer ao ver a intençã o antecipou-se à tentativa. —
Beth eu gostaria de me desculpar pela forma como as coisas
acabaram entre nó s. Eu posso imaginar que foi uma situaçã o
extremamente embaraçosa que você enfrentou naquela noite.

Beth olhou pela janela, incapaz de encontrar seus


olhos.

— Eu gostaria de começar de novo e conhecê -la; Eu


lidei com a minha atraçã o por você de forma errada. Se você
me der uma chance eu posso prometer que esta atraçã o que
sentimos um pelo outro vai valer a pena o esforço.

Ela imediatamente sacudiu a cabeça. — Eu nã o estou


atraída por você .

— Você estava. Beth naquela noite no seu sofá você me


queria, mas porque você nã o estava confortá vel comigo, seus
valores te impediram de me foder; Mas eles nã o pararam você
de gozar na minha mã o. E na minha casa você estava
sobrecarregada com coisas se movendo tã o rá pido e
enlouqueceu. — Quando Beth iria interrompê -lo, ele a
ignorou. — Ainda assim você me convidou naquela noite e eu
estupidamente disse nã o. Mais tarde você veio para mim e
você sabe que queria transar comigo e entrou em uma
situaçã o que chocou você .

Beth olhou para ele, suas palavras trouxeram de volta


aquela noite humilhante.

— Razer, por favor, eu nã o quero reviver isso. Você


quer as coisas limpas. Está limpo. Você quer ser amigo,
seremos amigos. Mas nó s nã o seremos agora ou no futuro
camaradas de foda, que eu acho que é o que você quer de
mim. Você tem escolha em seu clube. Você nã o precisa de
mim para isso. Você me mostrou naquela noite que você nã o
tem respeito pelas mulheres.

Irritado agora, Razer cortou. — Como é que eu nã o a


respeito Beth? Será que eu a pressionei para fazer algo que
você nã o queria? Será que eu te estuprei? O minuto que eu vi
que você nã o estava na mesma pá gina que eu no meu quarto,
eu a deixei ir. Será que eu te chamei de quaisquer nomes ou
tentei mudar sua mente?

— Nã o. — Beth admitiu.

— Nenhum dos homens no clube desrespeita as


mulheres lá . Sim nó s partilhamos uma relaçã o altamente
sexual, eu admito. Nó s desfrutamos um do outro nã o apenas
como companheiros sexuais, mas compartilhamos amizades.
Nenhum de nó s quer um relacionamento típico. Nó s nã o
temos vergonha do nosso estilo de vida e nã o sentimos a
necessidade de explicar isso a estranhos. Para entrar em
nosso clube é uma escolha de ambos e os homens e as
mulheres fazem isso livremente.

Especialmente, as mulheres nã o sã o recrutadas. Todas


as mulheres entram por conta pró pria. Nenhuma delas é
obrigada a estar lá ; Na verdade, muitas das mulheres sã o
membros do clube há anos e executam trabalhos que
beneficiam o clube.

Antes que Beth pudesse saltar e dizer — boquetes. —


Razer balançou a cabeça como se estivesse lendo sua mente.
— Nã o, transmitindo, fornecendo, levando mensagens,
acordos, e sim, proporcionando sexo. Se elas nã o quiserem
ficar, elas podem sair, mas temos regras para se tornar um
membro para que nos certifiquemos se é o tipo de vida que
elas querem e ningué m é coagida a qualquer coisa que elas
nã o se sintam confortá veis em fazer.

— Eu nã o posso lidar com um homem que vai de


mulher para mulher. — Afirmou Beth. — Sexo tem que
significar algo para mim. — Confessou Beth. — Eu sei que é
antiquado.

— Nã o é antiquado, doce. Mas Beth, eu tenho que ser


honesto, meu pau nã o tem o nome de mulher nenhuma nele
e nunca vai ter. Eu gosto de sexo e desfruto de uma
variedade de parceiras. Eu pratico sexo seguro e os outros na
casa també m fazem, é uma regra rígida. Qualquer um pego
nã o fazendo isso deixa o clube. Por outro lado, eu posso
entender e respeitar o seu ponto de vista sobre o sexo. Você
nã o pode fazer o mesmo? Eu nã o estou pedindo para você ter
sexo hoje à noite ou apresentá -la para um mé nage à trois. —
Brincou ele vendo a sua expressã o chocada.

— Mas nó s poderíamos ver aonde esta atraçã o vai dar,


talvez a gente se aproxime e tenha um pouco de diversã o ai
seremos capazes de seguir em frente tirando-o de nossos
sistemas.

Ele tomou sua mã o sobre a mesa e deu-lhe um aperto.

— Eu tenho saído com o Pastor Dean.


— Eu sei e eu falei com ele. Ele estava indo para falar
com você hoje à noite, mas eu decidi fazer isso por ele.

— Você nã o queria que eu falasse sobre isso, mas você


livremente admitiu ter sexo ilimitado. Você é inacreditá vel.

— Nó s nã o compartilhamos fora do clube. É uma regra.


— Ele explicou pacientemente.

— As regras do seu clube nã o importam para mim.

— Espero que um dia elas venham a importar. — Razer


antecipou sua resposta afiada. — Isso é um argumento para
outro dia, que com toda a probabilidade nunca virá . Agora,
hoje à noite eu só quero que você concorde em me dar outra
chance.

Beth ficou lá doente do estô mago na tentaçã o na frente


dela. Ela nunca seria capaz de lidar com o seu estilo de vida.
O pensamento dele com outras mulheres a fez doente. Ao
contrá rio da ú ltima vez, Beth foi inteligente o suficiente para
perceber que ele estaria transando com outras mulheres,
estando com ela ou nã o. Mesmo eles nã o estando juntos nã o
faria doer menos. Nos ú ltimos nove meses, todas as noites,
enquanto ela estava deitada na cama o seu corpo incendiava
por ele deixando-a louca, ela sabia que ele estava transando
com inú meras mulheres sem um pensamento nela em sua
mente. O ú nico consolo que ela tinha era que Razer nã o tinha
sido capaz de esquecê -la ou ele nã o estaria aqui agora.

Beth sabia que seria errado ir para um homem como


Dean com seu corpo queimando por outro. Ela tomou a
decisã o que ela sabia no fundo de seu coraçã o, que iria se
arrepender, mas nã o iria agir como uma covarde. Ela ia
deixar Razer em sua vida. E que Deus a ajudasse.
Capítulo 9
Beth entregou a Evie seu salá rio.

— Eu posso dar-lhe mais horas na pró xima semana se


você precisar delas, mas isso seria temporá rio. A Sra. Rogers
caiu e quebrou o quadril. Ela nos contratou por duas
semanas até que sua filha deixe o seu emprego e se mude
permanentemente.

— Isso seria legal. Os caras vã o estar fora da cidade por


algumas semanas. Ficar sentada em casa me deixaria
entediada.

Beth começou a limpar a papelada esparramada em


sua mesa. Ela e Evie tinham passando por cima dos arquivos
dos clientes. Beth nã o respondeu. Ela nã o tinha mencionado
Razer e nem o seu inesperado jantar na ú ltima noite. Beth
lhe dissera que pensaria sobre a conversa e, em seguida,
decidiria o que era melhor para ambos. Ele nã o tinha
pressionado por uma resposta firme, pelo menos, Beth
considerou vê -lo novamente.

— Você tem planos neste fim de semana? — Evie


perguntou, puxando a sua mente de volta para a conversa.

— Nã o, só papelada que continua se acumulando. —

— As meninas e eu estamos indo em uma festa no


Rosie. Eu realmente gostaria que você se juntasse a nó s. —
Ela se aventurou hesitante.

— Eu realmente preciso organizar a papelada.

— Os caras nã o vã o estar lá , eles estã o saindo esta


noite. Sam nã o irá sem os caras, ela nã o está interessada. É
meu aniversá rio e eu realmente gostaria que você fosse.

— Evie pediu.

Beth sabia que nã o podia recusar o pedido sincero de


Evie. Elas se tornaram amigas ao longo dos ú ltimos meses e
nã o queria parecer rude, recusando-se.

— Ok, eu estarei lá . Que horas?

— Eu posso buscá -la.

— Eu tenho que ajudar a Sra. Rogers a se instalar em


casa, ela será liberada pela tarde. Mas um vizinho vai
passar a noite. Vou levar minhas roupas e me trocar lá ,
entã o vou direto para o bar. Evie estendeu a mã o e deu a
Beth um abraço entusiasmado.

— Nó s vamos nos divertir muito. Você vai ver.

— Eu sei que vou. — Rindo de uma Evie obviamente


animada, Beth foi para armá rio e tirou um pacote da
prateleira antes de fechar a porta, entregando a uma
obviamente surpresa Evie.

— Você sabia que o meu aniversá rio seria amanhã ?

— Claro você me deu suas informaçõ es pessoais


quando te contratei. Eu me lembrei da data. — Beth encolheu
os ombros como se fosse uma tarefa simples lembrar o
aniversá rio de Evie.
— Estive com Knox’s por trê s anos embora ele negue, e
ele nunca se lembrou do meu aniversá rio. Ningué m se
lembrou do meu aniversá rio desde que eu era uma criança.

— Evie, eu nã o tive a intençã o de te deixar triste. Eu


queria te fazer feliz. Abra o teu presente. — Beth incentivou,
aquecida pela reaçã o de Evie pelo presente.

Evie abriu ansiosamente o presente como se


saboreando o momento. Quando ela levantou a tampa, seus
olhos foram para Beth antes de colocar a caixa em cima da
mesa, puxando um top cor de jade de seda cintilante.
Descobriu que na caixa també m continha um par de
pulseiras de ô nix e brincos combinando.

— Eu nã o sei o que dizer. — Disse Evie, emocionada.

— Entã o nã o diga nada. Aproveite.

Evie pegou o top de seda com medo que fosse amassá -


lo. Lá grimas se reuniam em seus olhos, mas a mulher que se
considerava a cadela mais dura entre as outras mulheres,
colocou o top de volta na caixa, cuidadosamente e recolheu
suas coisas, dizendo um adeus apressado. Quando Evie
fechou a porta do carro, se assegurou que nã o havia olhares
indiscretos, ela bateu no volante com os punhos fechados,
tentando restaurar suas emoçõ es.

— Ela é inacreditá vel. — Evie murmurou para si


mesma. — Ela se lembrou de uma porra de um elogio que lhe
dei há nove meses e ela me compra um ainda mais bonito.
Que mulher faz isso? Somos cadelas ciumentas. Quem
compra um maldito top lindo para a mulher que flagrou
fodendo com o cara que ela estava saindo?

Evie e Razer nã o tinham se tocado desde aquela noite.


Antes disso, eles tinham relaçõ es sexuais regularmente. Evie
tinha passado muitas noites dormindo em sua cama, muito
cansada depois do treino que ele tinha dado a ela para se
levantar e Razer nã o se importava. Mas as coisas tinham
mudado depois; O olhar de má goa no rosto de Beth naquela
noite ainda torcia o intestino de Evie. Beth nã o guardou nada
contra ela, ela tinha dado um trabalho com as horas que ela
pediu, fez com que ela ficasse segura, e até lhe pagou mais do
que uma profissional com as suas qualificaçõ es receberia. Ela
teve com Evie o mesmo cuidado, amor e o respeito que ela
mostrava a sua irmã Lily. Olhando para a caixa no assento ao
lado dela, Evie colocou o carro em movimento, determinada a
reparar o papel que involuntariamente tinha rasgado o vé u da
inocê ncia de Beth nem que fosse a ú ltima coisa que fizesse.

Havia maneiras mais fá ceis de aprender com um cara


puta. Beth tinha levado um tapa na cara com o
conhecimento. As piadinhas no clube eram que Razer era o
prego disponível ao vento. Ele gostava de sexo e era bom
nisso. Ele iria brincar com uma mulher ou mulheres por
horas, e ainda fazê -las gozar e preguiçosamente acariciar os
seios enquanto outro membro iria fodê -la. Nã o houve um
aspecto no sexo que Razer nã o tivesse tentado e se tivesse ele
conseguiria inventar alguns.

Evie sorriu maliciosamente enquanto ia para casa. Se


ela fosse qualquer juiz de cará ter, Beth seria o Armageddon
de Razer. E ele estava prestes a tornar-se, com a ajuda dela (é
claro) um mulherengo reformado, dentro da razã o (é claro),
Evie nã o queria negar a Beth toda à diversã o.

Beth terminou de colocar a roupa suja da Sra. Rogers


na má quina de lavar.

Ao ouvir os roncos suaves de sua paciente medicada


pesadamente, ela deu a Sra. Rogers um aceno quando entrou
no quarto de hó spedes. Ela tinha pedido permissã o para
tomar banho e vestir-se lá antes de sair. Beth se arrumava
lentamente, nã o desesperada para se juntar a Evie e suas
amigas no bar. Pensando nas desculpas que daria depois de
algumas bebidas, Beth estava nervosa por passar tempo com
elas. Ela nã o tinha qualquer experiê ncia em festa com um
grupo de mulheres e sabia que ela iria colocar um
amortecedor sobre o seu bom momento ou a sua presença
iria fornecer a elas diversã o.

Verificando a Sra. Rogers uma ú ltima vez, ela saiu


depois de corar com os elogios da mulher sobre o seu jeans e
blusa de corte baixo que era azul bebê e agarrou-se à s curvas
de seus seios, parecendo muito sexy. Uma jaqueta de couro
rosa escondia as costas nuas. Seu jeans se agarrava ao seu
quadril magro mal cobrindo sua bunda. Um pequeno
diamante piscando brilhava no umbigo quando pego pela luz.
Ela nunca teria tido a confiança de se vestir tã o
sedutoramente se Evie nã o tivesse dito que os homens
estavam fora da cidade.

Beth dirigiu-se ao bar desejando ter trazido uma muda


de roupa. Ela queria se sentir tã o bonita quanto as outras,
cientes que, mesmo sem os homens ao redor, estariam
vestidas de forma sexy. Beth nã o queria parece deslocada
entre elas. Ela nã o estava errada. Beth ainda estava vestida
de forma conservadora. A maioria delas estava em saias
curtas que deixavam pouco à imaginaçã o e mal vestiam um
top. Saltos altos, que Beth nunca tinha estado em um, e foi
comprado na loja de sexo em LexingTom.

A bebida já estava fluindo; E quando Evie viu Beth


gritou com prazer.

— Eu estava começando a pensar que nã o iria


aparecer.

— Eu disse que estaria aqui. Eu nã o perderia sua festa


de aniversá rio. — Disse Beth

— Nó s está vamos indo bater na sua bunda se você


decepcionasse a nossa menina. — Uma ruiva que Beth nã o
tinha sido apresentada ameaçou.

— Sente-se Beth. — Evie puxou uma cadeira ao lado


dela. — Estive guardando isso para você por um tempo. —
Ela repreendeu.

— Desculpa.

Evie acenou com a cabeça, já perdoando sua chefe e


amiga. — Mick, traga a Beth uma bebida.

— Deixe-me apresentar a todas. — Evie fez um sinal


para as mulheres lindas sentadas a mesa. — Essa é Jewell,
Ember, Stori, Ivy, Tricks, e Dawn, elas sã o todas membros do
clube. Bliss e Natasha sã o novatas. — Ela apontou para as
mulheres que se aproximaram da mesa carregando bandejas
de bebidas. As ú ltimas duas meninas deram seus sorrisos
ansiosos. As mulheres estavam definitivamente sexy, vestindo
roupas que gritava sexo. Beth invejava a sua confiança
sexual.

Beth deu a cada mulher um sorriso. Sorrindo, Bliss


colocou uma bebida irreconhecível na frente dela.

— O que é isso? — Beth perguntou a ela.

— É um Martini bolo de aniversá rio.

— Bem, isso explica os chuviscos.

— Estamos comemorando o aniversá rio de Evie, —


Bliss riu em resposta.

— Eu costumo fazê -lo com um bolo. — Disse Beth,


tomando um gole.

— Vamos Beth, se divirta hoje à noite. Mick está dando


a todos um passeio esta noite com os homens fora.

— Nã o me lembre. — Jewell gemeu. — Eu odeio


quando eles saem da cidade.

— Será que eles nã o deixam você s irem com eles?

— Nã o, quando vã o para fora da cidade é geralmente a


negó cios ou resolver um problema. Nã o nos querem
envolvidas nessa merda, entã o eles nos deixam em casa,
sentadas em nossas bundas — Jewell respondeu. — Nã o
significa que ficamos sem fazer enquanto eles somem. Só nã o
é muito divertido com as bolas. — Beth corou e levou a
bebida forte para os lá bios.

— Ignore-as. — Evie riu.

Beth terminou a bebida devagar, olhando ao redor do


bar. Estava vazio, exceto pelas mulheres na mesa.

— Está muito vazio para um sá bado à noite, nã o é ? —


Beth questionou.

As mulheres caíram na gargalhada. Beth nã o


conseguia entender o que era tã o engraçado.

Jewell e Ivy levantaram-se indo para a pequena pista


de dança e começaram a dançar entre si. Mais duas outras
levantaram-se para se juntar a elas. Evie ficou conversando
com Bliss e Natasha sobre o tamanho de Treepoint.

Beth percebeu dois homens entrarem no bar e pedir


drinques. Um deles era bonito e o outro nã o era tã o mau.
Beth percebeu que ela estava se soltando. Eles nã o ficaram
por muito tempo apó s sua bebida, deixando olhares
lamentá veis na mesa barulhenta cheia de mulheres
seminuas.

Bliss chamou a atençã o de Beth; Ela era a mais quieta


na mesa. Loira com cabelo espetado curto com um corpo
bronzeado e á gil; Bliss era a mulher que tinha visto com
Knox’s na casa. Natasha parecia ter feito amizade com as
outras meninas mais rá pido. Natasha tinha cabelos castanhos
encaracolados e longos e era cheia de curvas em todas as
á reas que os homens achariam difícil resistir.
— Há quanto tempo você está em Treepoint? — Beth
perguntou a Natasha quando ela a pegou olhando. — Um
ano.

— Como você acabou em Treepoint?

— Meu primo é um membro da sede em Ohio. Eu o


visitava nas fé rias, conheci Train e Rider, entã o decidi segui-
los até aqui. Eu nã o sei se vou ficar aqui uma vez que me
torne um membro, sem ofensa, mas é uma cidade pequena.

— Nã o me ofendi; É por isso que a maioria da


populaçã o mais jovem está saindo. Nã o há shoppings e muito
menos cinema, nã o há muito para mantê -la ocupada.

As mulheres caem na gargalhada. — Nó s ficamos muito


ocupados.

— Cale a boca. — Disse Evie. — Beth vai pensar que


tudo o que fazemos é festa o dia todo. E nã o é sempre assim.

— Nã o, porque temos que recuperar o sono que nã o


tivemos na noite anterior. — As meninas riram ainda mais
duro.

Evie jogou as mulheres olhares desagradá veis. — Eu


concordo que algumas de você s estejam se esquivando de
seus deveres, mas quando Viper chegar aqui, essa merda vai
mudar. — O riso imediatamente parou e algumas meninas
desviaram os olhos de Evie.

— Quem é Viper?

— Ele é o líder. Ouvimos uma conversa em torno do


clube que ele finalmente vai fazer a sua presença conhecida.
Merda está prestes a ir para baixo!

— É melhor ficar quieta Natasha. Você ainda nã o faz


parte do clube. Se eles descobrirem que você está espalhando
informaçõ es fora do clube, você nã o terá votos suficientes
para se tornar um membro.

Natasha deu de ombros: — Só preciso de mais dois.

— Quantos votos é preciso para se tornar um membro?

— Seis. Tive os dois primeiros na minha primeira


semana, o pró ximo nos ú ltimos seis meses. Eles se certificam
de espalhar os votos para confirmar que você merece ter a
sua confiança e você está na vida do clube.

— Foi bom que os dois primeiros gostaram de você o


suficiente para lhe dar o seu voto tã o rá pido.

Beth disse inocentemente.

— Sim, Knox’s e Rider sempre gostam de foder as novas


garotas primeiro. Eles sabem que se as garotas podem lidar
com eles, elas tomam qualquer coisa. — Disse Evie sem
expressã o.

Beth olhou para Evie, perguntando como ela lidava


com Knox’s transando com as mulheres na mesa, e até mesmo
conseguindo se tornar amigas, como ela nã o se ressentia das
novas mulheres que eram trazidas para o clube? Beth nã o
queria saber quantos votos Bliss tinha adquirido até agora.

— Entã o, para se tornar um membro você tem que ter


relaçõ es sexuais com seis dos membros?

Natasha balançou a cabeça. — Nã o é qualquer um. Se


esse fosse o caso, eu teria me tornado um membro meses
atrá s. Você tem que foder com os seis específicos. Sã o oito
membros, os homens originais que começaram o clube, você
precisa ter seis dos oito, ou você nã o pode ser um membro.
Você pode passear e fazer sexo tanto quanto você quiser, mas
você nã o pode saber nada sobre o clube. Depois que eu
conseguir o meu ú ltimo voto, eu posso começar a minha
tatuagem. — Ela fala como se fosse um trofé u.

— Tatuagem?

— Sim. — Natasha apontou para tatuagens das outras


mulheres. Cada uma, apó s Beth tinha o emblema do clube
com uma data. Cada data era diferente, colocadas em vá rias
partes do corpo, mas o lugar mais notado era sobre as curvas
dos seios.

— É a data em que recebemos o nosso ú ltimo voto.

Beth, literalmente, ficou doente. Como é que estas


mulheres eram tã o receptivas sobre algo que lhe parecia tã o
sexista?

Evie olhou diretamente nos olhos de Beth. — Nã o me


entenda mal Beth. Ningué m aqui ou as outras mulheres na
casa, sã o obrigadas a fazer qualquer coisa que elas nã o
queiram.

— Claro que nã o! — A outra que entrou conversa


concordou.

— Os homens nã o vã o à procura de mulheres para


trazê -las para o clube. Todas elas entram por conta pró pria,
quer a partir de um conhecido no clube, ou sendo convidada
por um membro. Todas querem a liberdade e a emoçã o de
pertencer no clube. Eles nã o aceitam jovens. Olhe ao redor da
mesa, todas temos mais que vinte e um anos de idade,
sabemos o que queremos sexualmente, e o temos tanto
quanto desejamos. Se nã o o fizermos, eles nos deixam em
paz. Mas o sexo com os chefes do clube é sobre a confiança.
Confiança de que o novo membro que está sendo trazido é
leal ao clube, todo o clube. Você aprende muito sobre uma
pessoa tendo relaçõ es sexuais com ela.

— Sim, é també m difícil trair uma pessoa cujo pê nis é


seu melhor amigo. — Jewell riu.

— Quem sã o os membros originais? — Beth sabia que


ela nã o queria saber a resposta, mas queria confirmar o seu
pior medo.

— Eu nã o deveria dizer isso, nã o é o seu problema e eu


espero que você nã o vá repeti-lo com ningué m. Knox’s e
Rider, como já foi dito. Viper como o líder, e você irá
descobrir, mas vou dizer-lhe, o Razer é um. — Disse Evie
infelizmente, ciente que o conhecimento a feria. — Para evitar
que você fique se perguntando, nem Bliss nem Natasha tem
voto do Razer. Ainda.

Beth se obrigou a permanecer inexpressiva. Razer tinha


fodido à maioria das mulheres na mesa; Na verdade, apenas
duas que nã o, Natasha e Bliss.

Beth olhou para Bliss, nã o sendo capaz de segurar a


pergunta de quantos votos ela tinha adquirido. Como se
estivesse lendo a sua mente, Bliss disse. — Eu só tive dois
votos. Eu nã o estou por aqui há muito tempo. — Isso
significava que ela estava ansiosa pelos votos adicionais, um
dos quais seria de Razer.

— Bem boa sorte. — Beth nã o sabia mais o que dizer,


voltando-se para Natasha, repetiu as suas palavras.

— Obrigada. Eu estou esperando que eles nã o me


façam esperar muito tempo. Eu tenho estado em torno do
clube por dois anos por causa do meu primo. Eles
respeitaram o meu primo que queria esperar até que eu fosse
mais velha. Quando eu completei vinte e um, ele deu sinal
verde. — Natasha respondeu.

Confusa, Beth perguntou: — Sam nã o tem vinte e um.

— Nã o, ela nã o tem, ela tem vinte. Mas ela nã o faz


questã o em ser um membro, ela apenas quer os pê nis. Os
homens nã o quiseram nada com ela por um longo tempo.
Sam fez amizade com Ivy quando fomos à cidade e Ivy
convidou-a para uma das nossas festas. Abandonou-a
quando colocou seu pé na porta. — Evie respondeu sua
pergunta. Beth poderia dizer a partir das impressõ es que as
garotas estavam passando que elas nã o gostavam da Sam.

Ivy sentou-se calmamente olhando para sua bebida. —


Nã o é falando mal de outra mulher, mas ela estava toda em
cima dos caras. Credo, ela nã o pode tirar suas mã os das
calças deles.

Beth sabia que ela estava dizendo a verdade. Sam já


tinha dado uma amostra com os homens da cidade antes dos
motoqueiros aparecerem em Treepoint.
— Vamos parar de falar sobre essa cadela e dançar. Ela
estraga o meu humor. — Evie agarrou a mã o de Beth. —
Dance Comigo.

Beth se viu arrastada pelas mulheres.

Ningué m alé m delas estava no bar. Mick nã o estava


nem prestando atençã o a elas, ele estava assistindo a um
jogo na televisã o enquanto a garçonete foi estocar o bar. As
meninas se viraram e giraram com a mú sica. Beth apenas se
sentia ridícula de pé no chã o iluminado, indo e voltando em
seus pé s. Ela nunca aprendeu a dançar. Beth estava prestes
a encontrar uma desculpa para voltar para a mesa quando a
porta se abriu e ela congelou no lugar.

Os homens do clube entraram no bar com as suas


vozes turbulentas. As mulheres gritaram de alegria. Vá rias
das meninas deixaram a pista para se agarrar a um membro.
Só Evie ficou dançando com a Beth como se nada tivesse
acontecido.

— Eu pensei que você disse nada de homens.

— Nã o soube até esta tarde. Eu sabia que se você


soubesse nã o viria. Eu queria que você viesse. Nã o fique
chateada.

— Eu vou demiti-la.

— Nã o, você nã o vai, porque entã o você iria cometer


um erro. Você odeia cometer um erro, eu sei. Somos uma
equipe agora.

A mulher sorrateira estava certa, mas Beth nã o ia


deixar isso tã o fá cil. Quando ela estava indo para lhe dar o
inferno, uma mã o deslizou pelo seu estô mago, puxando-a
para trá s contra um corpo balançando a impedindo.

— Posso interromper?

— Por favor, antes que ela arrebente a minha bunda. —


Com uma onda de seus dedos, ela voltou para a mesa, agora
com vá rios homens mantendo-as quentes.

— Sentiu a minha falta?

— Nã o.

— Eu senti a sua. — Razer enterrou o rosto em seu


pescoço, puxando-a mais perto de seu quadril.

Beth podia sentir o pau espesso em suas calças


pressionado contra sua bunda.

— Eu quero voltar para a mesa.

— Mais tarde.

— Mas...

— Eu quero dançar com você por um tempo. Entã o eu


vou pegar duas bebidas. — Razer era sedutor, movendo seu
corpo contra o dela. Guiando-a sinuosamente contra o seu
quando os outros dançavam em torno deles. Sua coxa
deslizou entre as dela, indo e voltando contra a virilha de sua
calça jeans. Beth queria se empurrar para longe dele, mas
nã o conseguia encontrar força de vontade. Um pequeno
gemido escapou de seus lá bios quando ele começou a
esfregar mais rá pido quando a mú sica mudou para um ritmo
mais rá pido. A mã o em seu estô mago foi subindo, chegando a
parar debaixo de seu peito. Seu polegar estendeu para
acariciar a curva de seu seio. A Sanidade voltou com pressa.
A lembrança da sua posiçã o dentro do clube; O envolvimento
sexual dele com as mulheres repeliu Beth. Sua participaçã o
como um membro original nã o poderia ser esquecida e ela
sentiu nojo de si mesma porque ainda estava atraída por ele.

Empurrando seu toque para longe, Beth estava


determinada a voltar para a mesa, pegar as chaves e sair.

— Vamos pegar essa bebida. — Razer nã o a deixaria


correr. Pegando o seu braço, ele a puxou para o balcã o do
bar, sentando em um dos bancos altos, ele manobrou para
Beth ficar entre as pernas dele. Ele rodou o banco para Beth
ficar efetivamente presa entre ele e o balcã o. Beth tentou
lutar para se afastar.

— Nã o esta noite Beth. Você sabe de tudo agora. Eu


nã o estou escondendo nada de você . Seja corajosa e fique por
um tempo. Sei que isso confronta com o seu pequeno mundo
protegido em pedacinhos e as posiçõ es sexuais que você
provavelmente tentou é missioná rio. — Razer riu da cara dela
com raiva. — Beth, há um mundo inteiro lá fora para você
experimentar.

— Nã o ria de mim. — Furiosa com sua diversã o à custa


dela, ela empurrou a coxa dura que estava bloqueando a sua
fuga. — Você é um homem puta.

Razer jogou a cabeça para trá s rindo. — Você acha que


você está me insultando? — Ele deu de ombros. — Eu gosto
de sexo, na verdade, eu adoro sexo. — Ele se inclinou em
direçã o a Beth, os lá bios encontraram seu magro pescoço
enquanto suas mã os agarraram seu corpo, facilmente
levantando-a até que seus seios roçaram seu peito. — Nem
todo mundo acredita que o sexo tem de ser levado tã o a sé rio;
Isso pode ser divertido, sexy, sujo, desafiador e, oh, tã o
delicioso. — Sua língua lambeu lentamente até a sua orelha,
dando uma mordida no ló bulo da orelha.

— Razer. — Ele já nã o abrandava a sua sexualidade


com ela. Ele era uma arma em punho tentando seduzi-la. Ele
sabia que Evie e as outras mulheres teriam enchido ela sobre
todos os aspectos do clube. Ele já tinha dito que nã o seria fiel
a ela enquanto eles se vissem entã o agora a sua consciê ncia
estava limpa enquanto estava tentando levá -la para cama.

— Você acha que isso faz você ser desejá vel para mim?

— Nã o. — De repente sé rio, ele se inclinou para trá s. —


Apenas certo tipo de mulher é atraída para os tipos de
homens no clube. Você definitivamente nã o é uma delas.
Pensei no início que você estava atraída por mim e queria que
eu trabalhasse por sua boceta, assim você fingia ser arisca.

Pegando sua bebida, ele engoliu em um só gole.


Machucada, Beth baixou os olhos para que ele nã o pudesse
ver a sua expressã o de dor. Beth queria sair do bar, com o
seu orgulho intacto. Ele irritou e frustrou-a com sua atitude
em relaçã o a tudo. Ele era seu oposto direto. De repente, ela
finalmente entendeu sua atraçã o por ela. Os opostos se
atraem era um velho ditado, mas no caso deles, era verdade.
Eles eram opostos completos. Ela era tensa e moralmente
reprimida, Razer era alegre e experiente. O pai dela tinha
sufocado até que todas as suas convicçõ es e regras tornaram-
se normais. A sexualidade tornou-se tã o abafada que iria
tentar fugir, que foi o que aconteceu na tentativa de ter um
caso com Razer, mas quando ele se tornou demais para a
sexualidade incipiente, ela cortou e correu. Beth tinha que
tomar uma decisã o, e ela sabia que nunca poderia, nem
sequer desenvolver uma atitude de deixe acontecer em
relaçã o ao sexo, mas ela poderia se divertir talvez ela se
permitisse experimentar um orgasmo alucinante com Razer.
Ela só tinha que ser inteligente e levar um cartã o das outras
mulheres e nã o deixar seu coraçã o se apegar. Determinada,
Beth alcançou e colocou as suas mã os nas coxas do Razer.

— Quero uma bebida.

Razer por pouco conseguiu evitar cuspir a bebida,


chocado com o tom em sua voz.

— Mick, dê uma bebida a Beth. — Beth ouviu Mick


colocar a garrafa sobre o balcã o atrá s dela, mas tinha
vergonha de encará -lo. Ela havia deixado seu peso relaxar
contra Razer, seu monte agora descansou contra seu pê nis
coberto. As mã os dele foram para as suas costas, deslizando
até a bunda dela, puxando-a ainda mais perto. Razer nã o se
importava do por que ela tinha cedido. Esta era a sua
fantasia, ela relaxou contra ele, suave e o querendo. O desejo
entre eles estava cozinhando enquanto conversavam em voz
baixa, ocasionalmente, outros membros, tanto homens como
mulheres se juntavam a conversa quando eles pediam
drinques no bar.
Beth os conhecia pessoalmente, enquanto ouvia-os
falar uma variedade de assuntos. Quando uma multidã o
começou a se formar, Razer ficou de pé , indo para uma mesa
na parte de trá s do bar, puxando-a para seu colo. Beth nã o
protestou, quando ele voltou a ser um ponto focal, Knox’s e
Evie pegaram as cadeiras da mesa e enfrentaram Beth e
Razer. Rider pegou a cadeira ao lado de Razer. Evie e Beth
falavam casualmente sobre irem a LexingTom no fim de
semana para fazer compras no shopping, també m ir a
farmá cia pegar alguns itens para tornar a vida de seus
clientes mais fá cil.

Knox’s, que estava sentado ao lado de Evie, deslizou a


mã o entre suas coxas. — Você me deixa duro quando fala
como uma enfermeira.

Evie tentou puxar a mã o, olhando para reaçã o


envergonhada de Beth.

— Ela é minha chefe, seu idiota.

— Nã o aqui, nã o esta noite. Quando você estiver no


trabalho ela pode te julgar. Agora eu quero ver você gozar. Eu
acho que ela pode lidar com isso. O que você acha Razer?

Razer riu. — Acho que sim; Vou ver o que posso fazer
para distraí-la.

— Eu aprecio isso. — A voz de Knox’s era grossa. Ele


acariciou o top de Evie tirando seus seios sem sutiã ,
apertando o mamilo na boca. Beth observou incapaz de parar
quando Evie foi puxada para o colo de Knox’s. A atençã o de
Beth foi redirecionada quando a mã o de Razer, casualmente
estava descansando em suas coxas, deslizou até sua vagina
acariciando-a atravé s de seu jeans. Quando ela estava
prestes a saltar do seu colo, Razer aproveitou a oportunidade
que as coxas se abriram para dar uma pegada mais firme.
Sua outra mã o agarrou o peito dela e segurou-a no lugar em
seu colo. Seus dedos procuraram e encontraram o mamilo
escondido atrá s do sutiã fino, brincando com ele
impiedosamente. A boceta de Beth instantaneamente
contraiu quando ela começou a se molhar. Ele levou a boca
para seu pescoço, pegando uma pequena quantidade de
carne sugando suavemente sobre a á rea altamente sensível.
Beth se sentia inundada com desejo, ela queria detê -lo; Mas
os sentimentos que ele estava tirando dela era como uma dor
requintada, que clamava por alívio. Beth só podia olhar
impotente para o outro lado da mesa quando Knox’s
desabotoou o top de Evie, expondo seus seios antes de
colocar a boca sobre a outra mama. Razer abriu seu jeans,
sua mã o deslizando dentro de sua calcinha.

— Espere. — Beth puxou furiosamente seu pulso.

— Shhh... Eles nã o podem ver nada, você ainda está


coberta. Knox’s está bloqueando a visã o do resto do bar. A
ú nica coisa que eles. — Ele acena para Knox’s e Evie. —
Podem ver, é a minha mã o em você e a reaçã o em seu rosto,
mostrando que você está amando o que eu estou fazendo
para a sua boceta molhada.

Um dedo entrou em sua boceta apertada enquanto a


palma da mã o trabalhava em seu clitó ris. Evie e Beth se
encararam quando os homens as atormentavam. Knox’s
deixou
o peito de Evie levando os lá bios em sua orelha, ele
sussurrou algo que Beth nã o podia ouvir.

— O que Knox’s falou Evie? — Knox’s sorriu para Razer


antes de sugar novamente o seio de Evie com a sua boca
voraz.

— Ele disse... — Ela gaguejou quando a mã o de


Knox’s, obviamente, começou a esfregar mais rá pido.

— Diga a ele. — Knox’s ordenou.

— Ele disse que quando você fizer Beth gozar... Ele vai
assistir e depois... Vai me levar para o fundo do bar e me
foder.

— E como vou te foder? — Questionou Knox’s.

— Você vai me foder duro.

Beth assistia sua amiga se aproximar de um orgasmo


na frente dela e incapaz de combater a excitaçã o que ardia
em suas pró prias coxas. Rider sentou ao lado de Razer e
Beth; Com senso comum começou a afirmar-se, olhou ao
redor para ver se algué m estava prestando atençã o em sua
mesa no escurecido canto. Rider vendo que ela estava
consciente das outras pessoas na sala virou a cadeira até que
as suas costas bloqueavam a visã o da sala. Com o bloqueio
de Knox’s e a parede à sua esquerda e atrá s, eles se fecharam
em seu pró prio mundo privado. Razer deslizou um dedo
dentro dela; Beth mordeu o lá bio para nã o gritar e chamar a
atençã o para a mesa. A mã o de Razer foi para o botã o atrá s
do pescoço de Beth liberando o material. A parte superior
deslizou para frente, ela estendeu a mã o para pegar o
material, mas sua mã o foi pega e colocada no pê nis coberto
do jeans do Rider. Ele apertou os dedos firmemente contra
ele.

— Eu posso entender porque Razer quer tanto você .


Estou prestes a gozar em minha calça jeans observando-o te
foder com nada mais do que os dedos.

Beth ficou ainda mais molhada enquanto se contorcia


no colo de Razer, tentando encontrar a sua liberaçã o.

Curiosamente, seus dedos traçaram o pê nis de Rider


atravé s da calça jeans, vendo quando ele desabotoou a calça
jeans. O grande pê nis de Rider saltou em sua mã o. Rider
guiava a mã o dela sobre seu pê nis, mostrando-lhe como ele
gostava.

Assistindo Evie sendo trabalhada por Knox’s e Razer


brincando com a sua pró pria boceta, as inibiçõ es de Beth
foram reduzidas até que a coisa mais importante para ela no
momento era encontrar a liberaçã o da paixã o crescente. Ela
moveu a mã o sobre Rider, nã o sabendo por que, ela só queria
vê -lo gozar. Ele começou a empurrar os quadris para cima;
Instintivamente, ela sabia que ele estava vindo. Quando os
gemidos de Evie tiraram a sua atençã o de Rider; Knox’s
segurou-a firmemente em seus braços enquanto ela descia do
seu orgasmo, o gozo de Rider encheu a mã o dela, e isso jogou
Beth em seu pró prio clímax. Knox’s esperou até que Rider e
Beth estavam cobertos para empurrar uma Evie satisfeita
para fora da cadeira apressando-a para levá -la para trá s do
bar.
— Quer outro drinque? — Perguntou Razer.

— Eu acho que eu tive o suficiente.

— Você só teve dois. E você só tomou apenas alguns


goles do segundo.

Lá se foi culpar o á lcool por seu comportamento. Rider


e Razer retomaram a conversa como se nada tivesse
acontecido, mas Beth foi incapaz de encontrar os seus olhos.

Mais tarde, Knox’s e Evie retornaram; Beth teve


vergonha de encontrar seus olhos també m. Razer vendo o
que estava acontecendo, franziu a testa.

— Você está fazendo Evie se sentir mal. Pare.

Fiel à sua palavra, Beth viu que Evie estava ficando


chateada e nã o estava tentando esconder isto. Beth se
levantou e abraçou a amiga. — Desculpe. Eu nã o tive a
intençã o de fazê -la se sentir desconfortá vel. Eu só estava
envergonhada com a minha parte nisso. Eu nunca fiz nada
parecido com isso em minha vida. — Beth estava consciente
que os outros na mesa escutavam, mas queria tranquilizar a
amiga.

— Realmente, Beth, isso é manso considerando


algumas coisas que fazemos.

— Eu posso apenas imaginar. — disse Beth


ironicamente. A conversa continuou normalmente.

À s doze horas Beth se levantou, se desculpando com


todos na mesa. — Eu preciso chegar em casa. Eu tenho que
aliviar o vizinho da Sra. Roger pela manhã .
Razer acenou com a cabeça, entregando a Beth sua
bolsa e casaco cor de rosa. Dizendo boa noite, Beth saiu com
Razer a seguindo. O ar fresco no rosto a fez se sentir bem,
enquanto caminhavam para o seu carro. Razer estendeu a
mã o, puxando-a para o seu lado e passando um braço ao
redor de seus ombros. Quando chegaram ao carro dela, Beth
se inclinou ligeiramente para colocar a chave na fechadura.
Ouvindo um ruído forte, a pró xima coisa que ela percebeu foi
Razer empurrando-a para dentro do carro.

— Fique aí. — Gritou Razer antes de bater a porta


rapidamente, pegando o telefone do bolso do seu jeans.
Algué m dentro do bar deve ter ouvido o tiro, pois os
membros do clube saíram para ver o que estava acontecendo.
Razer sinalizou para que ficassem em silê ncio, decolando em
direçã o ao local de onde o tiro tinha vindo com Rider ao seu
lado e Knox’s seguindo. Sade veio por trá s do bar,
posicionando-se ao lado da porta do carro de Beth.

Beth tentou levantar-se para ver o que estava


acontecendo lá fora.

— Fique abaixada! — A voz aguda de Sade a fez


instantaneamente se abaixar. Vá rios minutos mais tarde,
Razer e Knox’s retornaram. — Você encontrou alguma
coisa?
— Sade perguntou quando se aproximaram.

— Nã o. Rider ainda está procurando.

— Quem diabos seria corajoso o suficiente para mijar


no Viper e lançar um golpe em você ?

— Nã o sei.
— Policia chegando. — Eles observaram quando o
carro da polícia entrou no estacionamento com suas luzes
piscando. Razer abriu a porta do carro, Beth deu um passo
hesitante voltando para o estacionamento.

— Quem chamou a polícia? — Perguntou Beth trê mula.

— Eu chamei. — Respondeu Razer. — Nã o os quero


pensando que fomos nó s com uma arma.

— Beth, Razer. — Balançando a cabeça para os outros


homens. — O que aconteceu? — O xerife nã o fez rodeios.

— Beth e eu está vamos indo para o seu carro quando


algué m disparou um tiro contra mim. — Razer explicou.

— Nã o acho que eles estavam atirando em você . —


Disse o xerife o corrigindo.

— O que você quer dizer?—

— Pensei que havia lhe dito para ter cuidado? — Ele


virou-se para Beth.

— Eu tive. Eu nã o achei que algué m iria atirar em mim


em frente a testemunhas.

— Algué m está tentando matar Beth? Por quê ? —


Perguntou Razer, claramente confuso.

— Eu ainda estou investigando.

— Você está investigando? Desde quando?

— Desde que descobri que os freios de seu carro


tinham sido adulterados. Eu nã o fui capaz de encontrar
quaisquer impressõ es ou testemunhas da adulteraçã o. Eu
tenho os meus homens mantendo um olho sobre ela. Ela
deveria estar em casa, ela geralmente está quando nã o está
trabalhando. Provavelmente algué m deve ter seguido ela até
aqui ou sabia que ela estaria aqui. Você notou algué m te
seguindo?

— Nã o. Mas eu nã o estava prestando atençã o.

— Mostre-me de onde o tiro veio Razer. Beth volte para


o carro. — Beth seguiu a ordem do xerife e voltou para seu
carro. Mais uma vez, Sade esperou até que ambos os homens
voltassem. Beth se sentou dentro do carro observando os
homens falarem. Finalmente, com um aceno, o xerife caminhou
de volta para seu carro. A porta do carro de Beth abriu. —
Sente mais para lá .

— Por quê ?

— Eu estou dirigindo.

Beth sentou em outro banco quando Razer tomou seu


lugar atrá s do volante. — Eu posso me levar para casa.

— Você nã o está indo para casa. — Razer foi para a


estrada. Beth tinha um terrível pressentimento para onde ele
estava levando.

— Eu nã o estou indo para sua casa.

— Sim você vai. Treepoint é muito pequena, algué m


está tentando machucar você e está ciente de cada
movimento que você faz. O ú nico lugar seguro para você é o
meu lugar.

— Eu posso ficar com a Sra. Rogers, ningué m saberia


que eu estaria lá .

— E se você estiver errada, você quer dar uma chance


para algué m machucá -la?

— Nã o.

— Entã o você concorda.


Capítulo 10
A enorme casa parecia à mesma desde a ú ltima vez que
ela esteve lá .

— Eu nã o acho que posso fazer isso. — Beth tentou


puxar a mã o de Razer quando eles subiam os degraus até a
porta da frente aberta.

— Beth, eu acho que você nã o entendeu. Eu nã o estou


lhe dando uma escolha. — Razer falou severamente quando
ela entrou. Evie e o resto dos membros do clube estavam
esperando por eles, o grupo deixou o bar enquanto o xerife e
Razer estavam conversando. O grande grupo estava sentado
na sala de estar.

— Você está bem? — Perguntou uma Evie preocupada


assim que viu o rosto branco de Beth.

— Sim, apenas surpresa que algué m me queira morta.


Nã o é como se eu fosse um membro de um moto clube ou
algo assim. — Razer riu, aliviando o clima da sala.

— Quando nó s está vamos levando o tiro, eu assumi


que o tiro tinha sido destinado a mim. — Razer gostava que
ela tivesse um senso de humor quando a maioria das
mulheres teria ficado assustada com a situaçã o que Beth se
encontrava.

Todos no grupo riram, mas Evie nã o gostou. — Nã o


façam piada, isso nã o é motivo de riso.

— Nã o, nã o é — disse Razer de acordo. — Mas é bom


que Beth possa lidar com isso e manteve a calma.

— Eu simplesmente nã o consigo entender o porquê que


algué m iria tentar me matar?

— Seja qual for à razã o, eles quase atingiram o seu


objetivo. Se você nã o tivesse abaixado na hora eles teriam
acertado um tiro na cabeça. Evie, Beth tem que estar na Sra.
Rogers amanha pela manhã , você pode cobrir ela?

— Claro.

— Isso nã o é necessá rio. — Beth protestou.

— Sim é . Você nã o pode ir à igreja amanhã també m.


Sua programaçã o tem de ser completamente aleató ria. Cada
dia diferente; Trabalhando em horá rios aleató rios.

— Nã o se preocupe, eu posso lidar com o trabalho.


Lembre-se o que eu te disse antes, eu queria horas extras.

— Mas isso foi quando você pensou que os caras


estavam saindo da cidade.

— Nã o importa; Quando isso acabar, me dê alguns dias


de folga.

Beth bocejou.

— Vamos para a cama. — Razer e Beth levantaram e os


outros també m começaram a ir para a cama.

A festa de aniversá rio de Evie tinha terminado pelo


misterioso atirador. Beth cansada subiu as escadas,
sonolenta perguntando qual quarto emprestado ela ficaria
essa noite. Quando Razer abriu a porta de seu quarto, ela
ficou surpresa que o quarto estava arrumado, com a cama
bem arrumada.

— Eu aprecio por você desistir de seu quarto essa noite


— Beth começou só para ver Razer tirar a camisa e jogá -la na
cadeira ao lado da cama.

— O que você está fazendo?

— Me preparando para dormir; o banheiro é por aquela


porta. — Ele abriu uma gaveta enorme contra a parede,
puxando uma camiseta branca e entregando a ela. — Eu nã o
estou dormindo na sua cama com você . — Escandalizada,
Beth estava saindo do quarto.

— Você é real? — Razer estalou.

— Nã o seja um idiota. Eu nã o estou dormindo com


você .

— Sim você está . Ningué m dá o seu quarto aqui. Todos


os quartos estã o ocupados, o sofá está cheio restando dois
quartos nos fundos. Mas, mesmo eles estando disponíveis
você nã o dormiria sozinha. Um dos homens estaria em você
em um segundo.

— Eles iriam me estuprar?

— Nã o, mas você nã o iria dormir sozinha. Vamos Beth,


eu nã o vou incomodá -la esta noite. Vamos dormir um pouco,
estou cansado també m. — Ele parecia cansado e Beth sabia
que ela estava agindo de forma ridícula.
— Tudo bem. — Beth cedeu, cansada demais para
discutir.

Beth pegou a camiseta e foi até o banheiro para se


limpar, se preparando para dormir. Depois de lavar a
maquiagem do seu rosto, ela relutantemente voltou para o
quarto. Razer já estava na cama; Seus olhos seguiram-na por
todo o quarto. Apressadamente, ela deslizou sobre o colchã o
puxando as cobertas até o peito.

— Precisa de alguma coisa? Á gua?

— Nã o, obrigada. — A luz se apagou e Beth deitou


rigidamente, com raiva de si mesma por quã o tola ela estava
agindo. Razer apenas a deixava tã o nervosa que nã o sabia
como agir. O corpo dela o queria, mas sua mente a parava.
Os ensinamentos do seu pai se tornaram tã o arraigados em
sua mente que ela automaticamente lutava para rejeitar os
desejos que queimavam em seu corpo. No entanto, o lado
intelectual dela sabia que nã o havia nada de errado em
expressar sua sexualidade em um relacionamento com
confiança. A verdadeira hesitaçã o de Beth era por que ela
sabia que Razer nã o queria um compromisso. Ele queria um
relacionamento puramente sexual, um que deixasse seu
coraçã o e emoçõ es livres para ir e vir entre outras mulheres,
e Beth nã o poderia lidar com isso. Ele iria destruí-la e Beth
nã o poderia se deixar ser tã o vulnerá vel.

Ela se virou para o lado, fechando os olhos. Um braço


duro deslizou ao redor de sua cintura, arrastando-a para seu
corpo quente. Beth nã o protestou. Se sentindo forte e segura
e mesmo que ela odiasse admitir, ela estava com medo. O
pensamento que algué m, de verdade tivesse sentido maldade
o suficiente para causar danos físicos a ela, fazia seus nervos
gritarem de terror. Beth nã o se sentia bem com confrontos.
Ela sempre apoiou a paz.

Mesmo na escola, ela nunca entrou em uma discussã o.


Ela era uma covarde e livremente admitia isso, mas ela era
boa em esconder suas emoçõ es. Ningué m tinha descoberto
que ela estava apavorada, nem mesmo Razer.

Razer puxou-a mais apertado contra ele e o terror


aliviou enquanto seu corpo derreteu contra ele, pelo menos
esta noite ele era dela.

Razer a sentiu adormecer quando finalmente soltou


seu aperto no braço ao redor da cintura dela. Ele nã o sabia o
que a assustava mais, a pessoa tentando matá -la ou
compartilhar a cama com ele. Ele havia mentido quando
disse que os homens nã o iriam deixá -la dormir sozinha,
facilmente a manobrou para estar exatamente com ele. Eles
nã o teriam chegado perto dela a nã o ser que ela pedisse ou
desse um convite. Mas Razer nã o tinha a intençã o de contar
ao gatinho tímido essa pequena informaçã o. Esta noite, ela
estava na sua cama bem onde ele queria.
Capítulo 11
Beth acordou com um desejo urgente de usar o
banheiro. Olhando para fora, a ú nica janela do quarto, ela viu
que era de manhã cedo. Razer estava deitado de barriga para
baixo com a sua bunda em exibiçã o. Como ela nã o tinha
percebido que ele estava nu debaixo das cobertas?
Estupidamente, incapaz de reunir seus pensamentos para a
sua gló ria nua, ela saiu da cama para esvaziar a bexiga cheia.

Quando ela terminou e lavou as mã os voltou para a


cama. Beth era uma madrugadora, mas nã o sabia o que fazer
com ela mesma e voltou para cama. Seus olhos nã o podiam
ficar longe de Razer e seus dedos coçavam para alcançar e
tocar. Frustrada com ela mesma, ela bateu em seu
travesseiro, deitando-se. Quando ela fez, Razer a puxou para
debaixo dele.

— Nã o consegue dormir?

— Esta é a hora que eu costumo levantar.

— Esta é a hora que eu geralmente vou para a cama. —


Ele zombou dela.

— Sim, mas eu trabalho. — Beth lamentou suas


palavras que causou um olhar zangado.

— Eu trabalho. — Ele retrucou.


— Você trabalha? Nunca vejo você na cidade.

— Isso é porque eu nã o trabalho na cidade, nã o que


haja muitos empregos disponíveis.

— Entã o o que você faz? Você trabalha on-line?

Razer saiu da cama e foi até o guarda roupa, tirando


roupas frescas.

— Eu vou te mostrar. Se vista enquanto tomo um


banho. Evie disse que iria colocar algumas roupas para você
na porta antes de ir trabalhar.

Beth pegou as roupas que estavam ordenadamente fora


da porta. Evie tinha escolhido uma camiseta creme pá lido e
calças de moletom. A camisa estava apertada, mas a calça
ficou perfeita. Ela estava penteando o cabelo com a escova
pequena em sua bolsa quando Razer voltou com uma toalha
em torno de seus quadris. Beth colocou a escova para baixo
puxando seu cabelo em um rabo de cavalo apertado, incapaz
de impedir os olhos de assistir Razer quando a toalha caiu e
ele se vestiu com jeans e uma camisa preta. Jogando um
olhar complacente, ele se sentou ao seu lado na cama
colocando as suas botas.

— Pronta?

— Sim.

Beth estava curiosa sobre o que ele iria mostrar.


Seguindo-o eles desceram as escadas e saíram pela porta da
frente. Esperando que ele fosse até a moto, Beth ficou
surpresa quando a levou para a fá brica que nunca foi aberta.
Ele tirou uma chave do bolso e abriu a porta. Luzes se
acenderam, inundando a á rea enorme. Ela nã o tinha certeza
do que iria encontrar, mas pilhas de caixas e mercadoria nã o
era o que imaginava.

— Nó s realmente trabalhamos no armazé m. Cada um


de nó s trabalha em vá rios turnos. Pela manhã ou pela tarde,
quatro dias por semana. Nó s fechamos de sexta a domingo.

— O que você faz?— Beth ficou impressionada.

— Vá rias coisas. — Ele andou até uma mesa com


muitas caixas embaladas à espera de serem enviadas. Ele
pegou uma delas, entregando a ela. Era um kit de
sobrevivê ncia. — Eu sou um engenheiro químico. Meu
trabalho é encontrar maneiras para conservar alimentos, e
tornar os alimentos que antes eram incapazes de serem
preservados, preservando-os. — Andando para outra mesa
pegou outro pacote e dentro tinha uma vara marrom lisa que
dizia que a caixa era capaz de extrair energia do ambiente.

— Sade é um engenheiro mecâ nico; Evie decide o que


vai para os kits mé dicos; Knox’s é o nosso engenheiro de
computaçã o e desenvolve os nossos programas para que os
nossos clientes possam encomendar online. Nome dele é
famoso entre as pessoas e experientes nesse campo.

— Você s fornecem para o fim do mundo.

Razer riu. — Sim, mas nã o só para isso. Os países que


tê m uma alta probabilidade para as catá strofes naturais
pedem para manter suas famílias seguras. Temos uma vasta
gama de clientes.
— Você s sã o uma corporaçã o?

— Sim, todos os membros plenos que vivem na casa


sã o acionistas, alguns com pedaço maior do que os outros.
Exceto por Natasha e Bliss, quando elas se tornarem
membros pleno serã o dada açõ es.

— Eu nã o posso acreditar nisso. Eu nã o fazia ideia.


Ningué m na cidade faz, eles acreditam e pensam que você s
sã o uma gangue de motoqueiros que roubam e vendem
drogas.

— Você nã o pode dizer a ningué m Beth. Vai contra as


regras eu mostrar isso para você .

— Entã o por que mostrou isso para mim?

— Porque eu nã o queria você pensando que eu era


preguiçoso para trabalhar para viver. Eu també m nã o queria
que você pensasse que o clube fosse culpado por atividades
ilegais. Se você pensava isso, por que saiu comigo?

— Eu disse que as pessoas da cidade pensam assim,


nã o eu. Eu nunca acreditei em fofoca. — Ela caminhou ao
redor da fá brica e fez perguntas quando via um produto que
nunca tinha visto antes ou tinha usado de uma forma
diferente do que o seu uso pretendido. Ele lhe mostrou uma
pequena pá leve que tinha dez usos diferentes, e uma forma
mortal que servia como uma arma. Ela estaria
encomendando uma para si mesma.

— Eu queria que você s tivessem envolvido mais a


comunidade, os empregos sã o desesperadamente
necessá rios.
— Esse era o nosso plano no início até que o nosso
dinheiro foi roubado.

Ela finalmente percebeu. — Sua corporaçã o colocou o


dinheiro original para a planta. Você s possuem a fá brica,
planta, e terra por aqui.

— Seis de nó s do conselho estavam juntos no exé rcito


quando essa ideia surgiu. Nó s reunimos cada centavo que
tínhamos e que conseguimos pedir emprestado das nossas
famílias. Tudo estava no caminho certo para abrir quando as
má quinas foram encomendadas e o dinheiro para pagar por
elas nã o estava.

Beth assentiu. — Gavin Stolms pegou e desapareceu.

— Nã o, Gavin é o irmã o mais velho do líder do clube.


Viper mandou-o para Treepont para lidar com tudo aqui
enquanto trabalhá vamos em Ohio. Nó s trabalhamos duro e
colocamos todo o nosso dinheiro para abrir esta fá brica. Ele
nã o roubou o dinheiro de seu pró prio irmã o e do clube. Ele
foi assassinado. Nó s nã o podemos provar isso, seu corpo
nunca foi recuperado, mas sabemos que foi isso que
aconteceu.

— Até descobrirmos quem matou Gavin, nã o iremos


abrir a fá brica.

Beth assentiu com compreensã o. — Eu acho que você s


nunca vã o descobrir quem o assassinou. Quem fez isso
obviamente cobriu bem suas trilhas. O povo aqui ama a
fofoca sobre todos os segredinhos sujos, mas algo criminoso
que pode potencialmente prejudicar suas famílias, você
encontrará suas bocas seladas.

— Isso é o que descobrimos. É por isso que deixamos a


Sam entrar, tentando descobrir o que podia sobre os
moradores.

— Eu nã o acho que é a ú nica razã o que Sam entrou.


Será que ela sabe sobre isso?

— Nã o, nó s a mantemos longe. Ela nã o é permitida na


propriedade de segunda a Quinta-feira.

— Talvez eu possa perguntar ao redor e ver o que eu


posso descobrir.

— Nem sequer pense sobre isso. Você já tem um alvo


grande o suficiente em suas costas.

O som de um carro parando os fez olhar para a janela


com vista para o estacionamento. Evie estava estacionando
seu carro. Beth franziu a testa, ela nã o deveria ter voltado tã o
cedo. Olhando para o reló gio, ela descobriu que tinha se
passado vá rias horas, e já era quase hora do almoço.

— Vamos voltar para casa. Você tem que estar com


fome eu estou morrendo de fome.

Na casa, vozes vinham da cozinha. Beth entrou no


grande espaço para encontrar a maioria dos membros
lotando a cozinha e sala de jantar. Comida foi colocada em
torno da mesa, bem como uma variedade de bebidas.

Razer entregou-lhe um prato, que ela encheu com ovos,


bacon, e torradas. — Nó s fazemos o café no domingo,
normalmente isso seria o almoço. — Explicou Razer. Ele
encontrou dois lugares na mesa em frente à Jewell e Evie.
Todos comeram e nã o foi até que eles se sentaram para beber
café que Beth perguntou sobre a Sra Roger. — Ela estava
bem quando eu saí. Seu filho apareceu com seus netos e
ficaram até que o vizinho apareceu.

— Estou feliz. Eu me senti culpada por você trabalhar o


meu turno para mim.

— Nã o fique. Eu vou encontrar uma maneira para que


você possa igualar o placar. — Evie brincou.

— Qualquer coisa.

— Cuidado, Beth. Dever a Evie um favor pode ser uma


verdadeira dor na bunda. — Razer advertiu.

— Cale-se. — Evie riu. A atmosfera na sala mudou


quando Sam entrou na sala carregando uma xícara de café .

Ela sentou-se ao lado de Knox’s, que estava sentado do


outro lado de Razer. Ao contrá rio das outras mulheres, ela
usava shorts curto de menino e uma regata branca que podia
ver atravé s dela.

— Você s precisam comprar alimentos que nã o


engordam tanto. Nã o é à toa que você está tendo tantos
problemas com seu peso Jewell.

A boca de Beth quase caiu aberta em seu comentá rio


malicioso. Jewell lhe lançou um olhar sujo, mas nã o disse
nada. Os outros terminaram o café da manhã e saíram. Beth
ouviu o som de pratos sendo lavados e levantou-se para ir
ajudar. Razer a puxou de volta.
— Há uma lista de tarefa, os trabalhos da casa rodam.
Evie irá colocar o seu nome na lista e você terá a sua vez.

— Você lava pratos? — Beth nã o pode impedir o humor


em sua voz.

— Cerca de duas vezes por mê s. — Razer respondeu


com tristeza.

— Eu trouxe-lhe algumas roupas; Fui a sua casa antes


de voltar para cá .

— Obrigada.

Beth percebeu o escurecimento dos olhos de Evie


quando Sam se inclinou contra Knox’s, sedutoramente
esfregando os seios contra seu braço.

— Para com isso Sam. Eu estou tentando comer. —


Knox’s puxou o braço de distâ ncia.

Sam deu de ombros, inclinando-se para o seu assento.


— Nã o deveria ter lhe dado um boquete antes de você descer
em mim. Agora você nã o quer jogar.

— O problema é que você quer jogar o tempo todo.


Nenhum de nó s pode mantê -la satisfeita por muito tempo. —
Disse Knox’s.

— Oh, eu sei de alguns membros que podem atingir o


ponto certo da primeira vez. Nã o é Razer? Suponho que você
esteja a fim de um pouco de diversã o? A pequena senhorita
perfeita nã o poderia ter conseguido te satisfazer alguma vez.
Eu sei como você gosta de brincar a noite toda. — Sua mã o
foi na direçã o dele para esfregar o braço sobre a mesa.
— Vadia, é melhor você voltar para o inferno! — Evie
disse a Sam, que nã o retirou a mã o. Razer puxou o braço à
distâ ncia.

— Onde estã o suas chaves Evie? Vou pegar a roupa de


Beth. — Ainda com raiva, ela levou a mã o no bolso e tirou as
chaves, entregando-as a Razer.

— Mais tarde. — Knox’s obviamente ansioso para


escapar da ira das mulheres saiu com Razer.

Quando os homens se foram, Sam foi esperta o


suficiente para saber que as mulheres nã o iriam tolerá -la e
sabiamente mudou-se para a mesa de Rider.

— Um dia vou dar uns tapas do inferno nela. —


Afirmou Evie.

— Toda mulher aqui quer essa honra. — Jewell


concordou.

Beth se sentou lá ouvindo, seu estô mago deu um nó ao


ver Samantha com os dedos na virilha do Rider. Tinha que
encontrar alguma maneira de sair daqui antes dela ficar cara
a cara com outro encontro sexual entre Razer e uma das
mulheres.

— Beth ela só faz isso para nos aborrecer. — Evie


tentou consolá -la.

— Eu nã o sei como você pode assistir os homens


tocando outras mulheres.

Evie soltou um longo suspiro e tentou explicar. Ia ser


difícil fazer Beth entendê -la, mas ela tinha que tentar.
— Beth, Sam é uma cadela. Ela faz coisas tentando
fazer as outras mulheres ficarem com raiva. Ela tenta trazer o
ciú me em nossas amizades e há razõ es para tolerarmos ela.
Quando chegar a hora que essas razõ es nã o existam mais,
sua situaçã o vai mudar drasticamente. Até entã o, ela é um
agravamento que você precisa ignorar como nó s tentamos
fazer.

Beth sabia que Evie nã o tinha noçã o que Razer


tinha dito a ela sobre Sam, ainda assim nã o era muito fá cil
suportar. — Agora eu quero abordar algo que você disse. —
Um rubor subiu em seu rosto; Beth sentiu o quã o duro era
para ela falar sobre o assunto. — Knox’s e eu nã o somos um
casal. Eu acho que você está sob o mal-entendido que eu
quero um relacionamento com Knox’s e ele está apenas me
usando. Somos amigos, mas esses sentimentos que você
pensa nã o estã o lá . Nó s gostamos do relacionamento sexual,
um que eu també m compartilho com outros membros do
clube. Você tem que entender que os seus valores e a moral
nã o sã o os nossos e nó s nã o criticamos o seu ponto de vista,
e gostaríamos do mesmo respeito. Geralmente aqueles dentre
nó s que vem para cuidar um do outro procuram moradia em
outro lugar, mantendo ainda a sua adesã o. Ainda nã o
aconteceu muitas vezes, mas isso acontece. Nã o temos casais
na casa atualmente e os membros tê m sexo com quem eles
querem. Podemos ser tã o seletivos quanto nó s queremos e
nas vezes que queremos e isso é o que desfrutamos.

— Eu nã o queria ser crítica Evie. Só porque um modo


de vida nã o é para mim nã o significa que eu nã o sou capaz de
entender isso.

— O que faz você pensar que você nã o caberia nele


Beth?

Beth corou vermelho brilhante. — Eu me conheço.

— Eu acho que você iria encontrar vá rios aspectos da


nossa vida muito excitantes se você se abrir para ele.

Beth sacudiu a cabeça. — Eu sei como você é honesta


Beth. Você nã o pode negar o que aconteceu ontem à noite.
Você estava excitada me olhando com Knox’s? — Beth nã o
disse nada, desviando os olhos para um ponto na mesa.

— O que sei é que achei quente como o inferno assistir


o dedo do Razer foder você e como você jogou com o Rider.
Eu nã o gozei tã o duro em um longo tempo depois que Knox’s
me fodeu contra a parede. — Os olhos de Beth levantaram em
estado de choque para Evie, que estava dando a ela um
sorriso gentil.

— Eu nã o sei por que eu fiz. — Ela confessou.

Jewell invadiu a conversa. — Eu vejo, você estava com


tesã o. Menina, você tem que relaxar e ficar com algué m.

Beth e Evie, ambas desataram a rir.

— O que é tã o engraçado? — Razer perguntou


enquanto caminhava de volta para a sala.

— Conversa de menina. — Beth disse antes que as


duas mulheres pudessem dizer algo escandaloso.

— Eu coloquei a sua mala no meu quarto. Precisa de


alguma coisa? Sade e eu vamos para o bar checar as
filmagens e em seguida, iremos até a cidade para ver se o
xerife tem algo novo.

— Nã o, eu nã o preciso de nada. Acho que vou trabalhar


em um novo calendá rio para Evie e para mim.

Com ordens para ficar dentro de casa, Razer foi em


busca de Sade. Beth passou para o andar de cima só para
recuperar o atraso na papelada que Evie pegou
cuidadosamente para ela. Ela completou planilhas dos
clientes, calculando para a pró xima semana a folha de
pagamento, e estava pensando em organizar arquivos da avó
de Sam que ainda estavam no porta-malas de seu carro
alugado quando ela caiu no sono. Deitada na cama, ela
pensou em tirar um cochilo de gato rá pido. Lá bios em sua
garganta a acordaram.

— Agora, isso é o que um homem quer esperando por


ele quando ele abre a porta de seu quarto. — Beth abriu os
olhos para sorrir sonolenta para Razer.

— Uma mulher nã o acha ruim, ser acordada por um


homem sexy. — Razer sorriu pela resposta.

— Você acha que sou sexy?

— Sim.

— Um homem sempre gosta de sentir que seus bens


sã o apreciados.

— Ahh... Tenho que lhe dizer mais vezes entã o. Nã o


quero que se sinta pouco apreciado.

Seus lá bios passeavam até a curva dos seios; as mã os


puxaram a camisa expondo seus seios cobertos por um sutiã .
Beth ficou imó vel, deixando-o explorar seu corpo.
Ela estava pegando fogo, tinha adormecido lembrando-se da
noite passada e repetindo em sua mente. Suas defesas
estavam baixas e Beth nã o se importava naquele preciso
momento. Ela queria que as chamas ardentes fossem
extintas.
Razer virou ligeiramente para seu corpo; Ele desabotoou o
sutiã , e em seguida, puxou tanto o sutiã e camiseta, jogando-
os no chã o. Ele a levantou na direçã o dele e sugou um
mamilo na boca.

Razer nã o foi fá cil para ela. Ele nã o foi gentil, mas


també m nã o foi duro. Ele brincava com um mamilo com os
dedos e provocava o outro com a boca.

Razer sentou-se tempo suficiente para remover a sua


pró pria camiseta e chutar as botas antes de puxá -la de volta
para ele.

— Você me faz te querer tanto que meu pau até dó i,


Beth. — Beth só poderia ecoar seus sentimentos. Suas mã os
tiraram a calça e calcinha de seu corpo, jogando junto
daqueles que já estavam no chã o. Os lá bios de Razer
cobriram o dela quando percebeu que suas roupas tinham
desaparecido. Sua mã o foi para a boceta, habilmente
encontrando seu clitó ris, esfregando e provocando até que ela
se contorcia abaixo dele, seu quadril tentando ativamente
aumentar a pressã o dos toques provocantes. Um dedo
deslizou dentro dela, deslizando para dentro e para fora, o
que a fez choramingar em sua boca; Espalhando suas pernas
mais amplamente no convite.

— É simples baby, eu nã o quero que você goze ainda.


Meu pau vai estar enterrado em sua boceta apertada em
primeiro lugar. — Suas palavras só aumentaram a sua
excitaçã o. Ningué m tinha falado sujo com ela, a fez se sentir
sexy ouvindo isso de Razer.

Sua boca voltou para seus seios enquanto apertava um


e sugava o outro. Quando ele deslizou outro dedo em sua
vagia molhada, Beth quase gozou, mas Razer sentiu e
rapidamente puxou os dedos e desabotoou a calça jeans.
Sentando-se ele manobrou Beth até que uma perna estava
em cada lado de seus quadris. Indo para o lado, ele abriu sua
gaveta do criado mudo tirando um preservativo. Rasgando ele
deslizou em seu comprimento. Beth observava nã o tendo
certeza se queria terminar o que tinha começado. O corpo
dela estava pronto, mas sua consciê ncia estava travando-a.
Beth nã o tinha certeza se era forte o suficiente para superar a
batalha, a ponto de dar um basta. Razer olhou para ela, à
espera de sua decisã o, lendo a indecisã o no rosto.

Em vez de ficar com raiva, Razer a desafiou. — Se você


nã o tem certeza, eu nã o devo estar fazendo algo certo. Você
sabe o quã o duro eu quero a sua boceta? Eu quis você desde
a primeira vez que te vi.

Beth tentou reunir seus pensamentos com suas


palavras sedutoras. Sua mã o voltou para a sua boceta, mais
uma vez seus dedos começaram a jogar.

— Você nã o se lembra, porque você nã o me viu. — O


tempo todo em que ele falava seus dedos estavam trazendo a
necessidade urgente de volta em seu corpo fazendo-a se
contorcer na cama desarrumada, mas ele a segurou firme,
posicionando seu corpo exatamente onde ele queria.

— Você estava sentada do lado de fora da lanchonete


com Lily. Sade e eu está vamos no estacionamento em frente
onde as nossas motos estavam sendo inspecionadas. Eu nã o
me lembro o que Lily estava comendo; Mas você estava
sentada ao sol lambendo um sorvete de casquinha. Fez-me
lembrar de uma gatinha recebendo seu creme. — As imagens
iam chegando a sua mente enquanto o seus dedos
empurravam, ela continuava arqueando seu quadril, incapaz
de se impedir de querer mais dele.

Razer levou o seu pê nis contra ela em seu convite


molhado, pressionando para dentro.

— Eu quase gozei em minha calça jeans naquele dia


observando você . Senti-me como um idiota quando o xerife
me entregou o selo de vistoria. Eu nem tinha percebido que
ele tinha acabado.

Razer continuou sua histó ria agora, como um meio de


se manter distraído para nã o gozar imediatamente, por causa
do calor apertado sugando-o para dentro.

— Soube entã o que tinha que encontrar uma maneira


de ter meu pau em você — Razer puxou seu quadril para ele,
sua boceta sedosa tomando seus golpes até que ele foi
bloqueado por um fino pedaço de pele.

— Ah... Minha gatinha é uma doce virgenzinha. — Ele


deu um forte empurrã o em seu quadril rompendo a
membrana. Beth deu um pequeno grito de dor, mas Razer
nã o deu tempo para isso ganhar o controle sobre ela.

Suas mã os que estavam segurando seu quadril


deslizaram entre as suas pernas começando a acariciar o seu
clitó ris deixando-a em chamas. Beth se mexeu ainda mais em
seu pau. Razer gemeu com o seu movimento.

— É isso aí. Minha gatinha quer o meu pau, nã o é ?—


Razer levantou seus quadris inclinando-se sobre Beth,
mergulhando seu pau por todo o caminho dentro dela até que
sentiu suas bolas apertadas contra a sua bunda.

— Eu vou deixar você gozar agora gatinha. — Beth


movia seu quadril impotentemente contra o seu; Em busca de
alívio para o orgasmo, ele foi impiedoso guiando nessa
direçã o. Beth freneticamente acenou em acordo.

— Eu vou gozar com você , eu nã o vou ser á spero,


porque pretendo te foder a noite toda e você vai ser uma boa
gatinha e vai me deixar. Ok?

— Sim... Sim... — Beth concordou.

Razer cumpriu suas palavras, quando ela gozou, ele a


seguiu dando impulsos suaves. Razer deixou seu corpo
tremendo se debatendo sobre a borda em seu clímax, em vez
de continuar lhe batendo no colchã o do jeito que ele queria.
Quando ela parou de tremer, Razer saiu dela, removendo o
preservativo e colocando na lata de lixo ao lado da cama.
Beth timidamente se virou, mas Razer puxou-a de volta para
seu peito quando ele se deitou.
Beth estava ofegante em seu peito tentando recuperar o
fô lego. Seus olhos caíram para a ú nica tatuagem que ele
tinha em seu corpo, que estava sobre o seu coraçã o, o que
achava apropriado. O centro tinha um emblema com selo da
marinha embrulhado com uma cobra e objetos ao redor. Os
objetos eram dois revó lveres com uma corrente de metal os
unindo, juntas de bronze, uma mã o de cartas, e uma faca de
lâ mina. Toda a tatuagem tinha um efeito esfumaçado, que ela
pensou que dava uma aparê ncia sinistra. Foi quando Beth
viu a lâ mina da faca que calculou que os objetos
representavam cada um dos oito membros. Beth estudou a
lâ mina da faca de perto, ela tinha vá rias linhas desenhadas
no padrã o de um punho. Em duas linhas havia duas datas
diferentes — Qual é o significado das datas na navalha?

— O dia em que ingressei na Marinha e o dia em que


me juntei aos Last Riders.

— O que a sua tatuagem quer dizer?

— Todo mundo tem que descobrir isso por si mesmo.

— Você só tem essa tatuagem em seu corpo, todos por


aqui tem vá rias.

Razer riu. — Eu nã o gosto de agulhas. Eu nasci


viciado em crack, e os dois primeiros anos quase nã o resisti.
Mé dicos e enfermeiras sempre me cutucavam com agulhas. E
agora nã o os deixo em qualquer lugar perto de mim, mas
queria esta. Tive que ameaçar o filho da puta que me deu
esta para nã o dizer que eu tinha desmaiado.

Beth começou a rir. Razer revirou mais colocando a


mã o sobre a boca para cortar o som.

— Shhh... Todo mundo vai ouvi-la rindo. Eles vã o


pensar que seu riso é do meu pau. — Ele brincou antes de
retirar sua mã o.

— Eu duvido disso. Todo mundo aqui sabe que o seu


pau nã o é de brincadeira.

— Isso mesmo. — Ele se regozijou.

— Claro, eles podem pensar que eu estou rindo de sua


porra.

Beth gritou como uma menina e saiu correndo para o


banheiro com ele correndo atrá s dela.

— Nã o, eles ouviram você gritar quando você gozou.

Razer empurrou-a para o banheiro enquanto ela


tentava fechar a porta. Empurrando em seus braços e
beijando bobo. A risada de Beth morreu quando ele virou o
chuveiro levando-a para o jato quente. Lavaram-se com as
mã os explorando os corpos um do outro. Razer a largou e a
deixou debaixo da á gua.

— Fique aqui.

Ele voltou em poucos minutos, indo para o chuveiro


com ela. No início ela pensou que estava imaginando quando
viu algo brilhando em sua mã o.

— Razer... Isso é sé rio Razer?

— Sim. — Guiando o pé e a colocando sobre a borda no


chuveiro, ele agarrou um pouco de loçã o colocando na
bancada do banheiro.
— Fique quieta.

Ele derramou um pouco da loçã o na palma da mã o e


esfregou-o nos cachos loiros entre suas coxas. Ele levantou a
perna e gentilmente começou a apará -la.

— Pare Razer. Eu posso... — Ela começou a colocar a


perna para baixo.

— Nã o se mova, eu nã o quero cortá -la. — Alertou.

Beth congelou no lugar quando ele a raspou, movendo


a perna mais alto até que ele poderia deslizar nos lados de
sua vagina. Foi definitivamente uma nova experiê ncia e Beth
só podia ficar lá corando furiosamente. Quando ele terminou,
ele pegou a ducha, apontando-a entre suas pernas até que
ela estava limpa.

Entã o ele guardou e pegou outra garrafa derramou


uma loçã o diferente em sua mã o esfregando-o suavemente
em sua pele raspada. Quando ele terminou, eles saíram do
chuveiro e se secaram. Beth se sentou na cama e ligou para
Lily enquanto Razer desceu para trazer um pouco de comida
para eles.

Depois, se sentaram e conversaram sobre a


possibilidade de apocalipses zumbis contra erupçõ es
vulcâ nicas no alto mar trazendo um fim para o mundo.
Quando ela estava rindo, caiu de costas, Razer aproveitou
suas pernas abertas, puxando-a para si.
Beth sabia pelo olhar em seus olhos que ele a queria
novamente e ela o queria muito també m.
— Eu tive o meu jantar, agora quero a minha sobremesa. —
Ele beijou suas coxas, erguendo e separando quando ela
tentou fechá -las quando as suas intençõ es tornaram-se
ó bvias. A luta nã o durou até ele se trancar em seu clitó ris.
Ele tomou seu tempo, determinado a ensinar-lhe o prazer
encontrado em sua cama. Sua língua encontrou sua entrada
lambendo, abrindo os lá bios de sua boceta, provando a
sensaçã o do seu tesouro. A cabeça de Beth caiu de volta para
o travesseiro, as costas arqueadas quando agarrou a
cabeceira da cama. Freneticamente, ela tentou sair para
longe dele, devido à força de seu orgasmo assustador. Razer a
segurou firmemente, com a boca fechada em seu clitó ris até
que seu tremor parou.

— Eu nunca soube que eu poderia gozar tã o duro. —


Ela choramingou.

Razer pegou outro preservativo do criado-mudo e com


uma mã o em sua cintura, virou seu corpo desossado sobre
seu estô mago.

— Agora, o desafio é você me fazer gozar tã o duro.

— Entã o, é um desafio?

— Nã o muito, eu estou quase pronto para gozar. — Sua


mã o forçou seu ombro para a cama, levantando a bunda no
ar. Seu pê nis deslizou dentro dela com uma sé rie de golpes
duros.

— Você está dolorida?

— Nã o.

— Você vai ficar, levei mais fá cil a ú ltima vez. — Suas


mã os nos quadris a empurraram de volta contra ele
duramente. Tapas altos encheram o ar. Beth estendeu as
mã os pressionando novamente, agarrando a cabeceira de
metal para evitar bater a cabeça contra ela. As coxas de Beth
começaram a tremer devido à força que ele estava transando
com ela.

— Razer... Eu nã o sei se posso gozar. — Beth pediu.

— Você vai gozar mais duro do que você gozou da


ú ltima vez. — Beth nã o sabia se seria capaz de levá -lo se
fizesse. Devido à força de suas estocadas, gradualmente foi
reconstruindo o fogo dentro de seu corpo. Ele localizou o
ponto que lhe deixou gemendo, conseguindo encontrá -lo cada
vez que ele entrava em seu interior. Sua vagina começou a
apertar, tentando agarrar seu pê nis. Beth sentiu o seu
clímax; Ela nã o foi capaz de fazer muito mais do que deixar
Razer jogá -la contra as chamas de sensaçõ es e agarrou o
travesseiro para acalmar os gritos rasgando a sua garganta.
O orgasmo de Beth a fez se empurrar de volta para seu pau,
Razer mal conseguiu segurá -la para que ele pudesse acabar
com uma sé rie de impulsos prolongando o prazer que se
construiu em seu pau, incapaz de continuar, ele enterrou-se
profundamente, e gozou com um longo gemido.

— Mulher, você pega tudo o que tenho.

— Razer, eu acho que você é o ú nico a tentar me


matar.
Capítulo 12
Beth ficou surpresa com o quã o rá pido a semana
passou enquanto ela se hospedava na casa de Razer.

Alternando pacientes com Evie tinha feito seus dias


mais curtos, e mais trabalho para Evie. Beth se sentia
culpada, mas pouco podia fazer para mudar a situaçã o até
que eles descobrissem quem havia atirado nela. Felizmente,
na pró xima semana elas planejavam mudar novamente. Evie
poderia voltar a sua programaçã o original, apenas pacientes
diferentes. Sexta-feira foi um dia de luz para ambas com Beth
e Evie vindo para casa cedo. Evie foi capaz de terminar depois
de um paciente. Beth terminou cedo també m, voltando para
casa na hora do almoço, indo para a cozinha para uma
refeiçã o. Rider estava sentado no balcã o, comendo um
sanduíche.

Beth pegou o pã o e começou a passar uma manteiga de


amendoim.

— A casa está tranquila, onde está todo mundo?

Rider sorriu. — É sexta feira. Dia de festa. — Na


levantada de sobrancelha de Beth, ele explicou. — Todo
mundo foi para a cidade para fazer compras. Normalmente,
os caras vã o, mas as meninas foram també m. Os ouvi falando
sobre algo. Eu tento nã o prestar atençã o quando eles estã o
planejando. — Ele estremeceu.
Beth riu. Ela tinha se tornado amiga de vá rios
ocupantes da casa, eles respeitavam seu espaço pessoal e,
quando ela nã o tinha resposta a algumas de suas
insinuaçõ es, tinham recuado com um sorriso. A ú nica coisa
que mais a surpreendeu é o quanto eles nã o eram tímidos
sobre onde ou com quem tinham relaçõ es sexuais, nã o era
tã o constante como ela pensava. Eles trabalharam duro. Beth
tinha escutado as conversas deles na fá brica cedo antes dela
ir trabalhar e trabalhavam até tarde da noite.
Frequentemente, eles viriam exaustos apenas para agarrar
algo para comer antes de ir para a cama.

Por outro lado, eles estavam cheios de energia sexual.


Beth tinha entrado na sala de estar ou na sala de televisã o
vá rias vezes para encontrar membros tendo relaçõ es sexuais.
Nas primeiras duas vezes que ela presenciou saiu da sala
imediatamente, profundamente envergonhada como se ela
saindo da sala, nã o se envergonharia mais ainda. Ela supô s
que estava se tornando insensível. Outros que gostavam de
assistir, muitas vezes participavam se algué m os convidasse.
Aquilo foi o que Beth achou mais difícil de lidar porque sentiu
que era apenas uma questã o de tempo antes que ela
encontrasse Razer envolvido em outro trio. Beth terminou
seu sanduíche e estava bebendo seu leite, pegando o celular
para ligar para Razer e ver o que ele estava fazendo. Ele ainda
estava dormindo quando ela saiu; Ela nã o quis acordá -lo
agora ela estava lamentando perder o sexo da manhã que
tinha se acostumado. Ela estava prestes a discar o seu
nú mero quando a porta da frente se abriu e os homens
vieram trazendo os mantimentos com as meninas se
arrastando atrá s com embalagem de compras de uma das
poucas lojas da Cidade.

Evie levantou sua bolsa. — Beth você perdeu, nó s


esvaziamos essa desculpa chamada loja de departamentos.
Depois que conseguir algo para comer, vamos lá em cima
para usar as nossas roupas novas. Eu mesma, como sua
melhor amiga, peguei alguma coisa para você .

Beth riu, abaixando o telefone quando a cozinha ficou


lotada com os caras guardando os mantimentos e preparando
a carne para colocar na churrasqueira.

— Cuidado, cuidado. — A atençã o de Beth foi atraída


para Natasha cujas mã os estavam cobrindo uma faixa na
curva de seu seio. Beth congelou sabendo em seu intestino o
que estava por baixo. Natasha foi para geladeira tomar um
refrigerante. Ao abri-lo, ela tomou vá rios goles antes de se
sentar no balcã o.

Com a mã o, Beth colocou o telefone de volta no bolso.


Com o rosto branco ela se dirigiu para a porta, querendo sair
da sala o mais rá pido possível. Jewell chamou a atençã o de
todos para ela. — O que está errado Beth, você parece que vai
vomitar?

— Onde está Razer? — A pergunta de Beth saiu em um


sussurro.

— Ele nã o está aqui, ele está com... — nã o esperando


Evie terminar, Beth tentou sair da sala. Evie agarrou seu
braço. — Deixe-me pegar um pano frio.
— Nã o, eu tenho que sair daqui.

— A deixe em paz Evie, ela sabe. — Disse Natasha.

— Sabe o que? — Os olhos confusos de Evie


procuraram os de Beth, depois foram para Natasha.

— Porra, nã o, ele nã o sabe. Era isso que você estava


fazendo enquanto está vamos no shopping?

Evie nã o podia acreditar na estupidez do Razer. A


má goa no rosto de Beth era algo que ela nunca mais queria
ver de novo e agora estava diante dela novamente.

— Sim. — Natasha teve culpa escrita por todo o rosto.

— Qual a data você tem ai? — Beth forçou-se a olhar


para Natasha sem expressã o.

— Hoje.

— Parabé ns. — Beth disse se forçando a caminhar


lentamente saindo da cozinha. Ela tinha as chaves no bolso
de sua calça e continuou andando até que ela estava fora da
porta da frente.

Sade estava sentado em sua moto quando viu Beth sair


pela porta. Mesmo de onde ele estava sentado, podia ver a
dor em seu rosto. Rapidamente, ele pegou seu celular, ligando
para o nú mero da Razer.

— Beth está deixando a casa. Pelo seu rosto, eu diria


que ela sabe o que aconteceu esta manhã .

— Mantenha-a ai. Chegarei em cinco. — A linha foi


desconectada.
Desta vez, Beth nã o correu pela casa, se consolou que
pelo menos desta vez ela nã o tinha flagrado Razer na cama
com outra mulher. Nã o, estava tatuado no peito dela à vista
de todos para que cada vez que Beth olhasse para ela iria
saber a data exata que Razer tinha fodido ela.

Quando ela se aproximou de seu carro viu Sade


encostado na porta do motorista, impedindo-a de entrar.

— Oi, Beth.

— Sade.

Beth fez uma pausa, esperando por ele sair do seu


caminho. Quando ele nã o o fez Beth tentou educadamente
fazê -lo andar.

— Desculpe-me, Sade, eu gostaria de entrar em meu


carro.

— Oh, indo para algum lugar? — Como se ela tentando


entrar em seu carro nã o fosse praticamente evidente.

— Sim. Você se importa? — Mais uma vez ela tentou


entrar em seu carro, mas Sade nã o se mexia.

— Na verdade eu me importo. Razer estará aqui em um


minuto. Ele quer que você espere por ele.

— Mas eu nã o quero esperar por Razer. — Beth


argumentou.

— Converse com ele. — Ele deu de ombros.

— Para fazer isso, eu teria que estar aqui, o que eu nã o


quero estar, agora será que você poderia sair do meu
caminho?
— Tarde demais. — Sade deu um aceno para Razer que
parou sua moto deliberadamente bloqueando o carro de Beth.
Sade se afastou quando Razer desceu da sua moto para
enfrentar uma Beth irritada.

— Eu quero sair e eu apreciaria se você movesse a sua


moto.

— Onde você está indo?

— Eu preciso ver um paciente.

— Quem?

Beth pensou rá pido. — Senhora. Rogers.

Razer pegou seu celular. — Qual é o seu nú mero, eu


quero ver qual é a emergê ncia?

Beth nã o poderia pensar tã o rá pido. — Esquece. Eu


nã o tenho que lhe dizer para onde estou indo. Eu só vou, Evie
pode trazer minhas coisas quando ela for trabalhar na
segunda-feira.

— Entã o você nã o está pensando em voltar?

— Nã o, eu nã o estou voltando. — Ela retrucou irritada.

— Por quê ?

— Por quê ? — Beth repetiu.

— Sim, Beth por que você está saindo sabendo que a


sua vida está correndo perigo. — Respondeu Razer.

— Porque eu nã o quero mais ficar aqui.

— Por quê ?

— Nã o é da porra de sua conta. — Disse Beth.


Os olhos de Razer estreitaram com suas palavras. —
Observe a si mesma, Beth.

Beth olhou para trá s. — Vá se foder! — Ela abriu a


porta do carro. Ela iria passar sobre sua moto, se ele nã o a
tirasse. Ela sentiu seus pé s se levantarem e ser jogada sobre
o ombro de Razer.

— Eu acho que nó s precisamos conversar.

— Eu nã o quero falar com você , seu idiota. Esse era o


ponto de estar querendo sair porra! — Beth gritou.

— Eu me pergunto o que o pastor Dean pensaria com o


que está sendo expelido de sua boca?

— Deixe-me ir. — Beth gritou enquanto caminhava em


direçã o a casa.

Razer a ignorou e continuou andando. Beth viu vá rios


pé s quando eles andavam pela casa, mas nenhum deles se
aproximou para ajudar.

Ela parou de lutar enquanto ele subia as escadas,


Nenhum argumento valia um pescoço quebrado. Assim que
ele terminou de subir as escadas ela voltou a lutar.

— Qual é o seu problema? — Beth gritou com ele no


segundo que seus pé s tocaram o chã o do quarto de Razer.

Ele levantou uma sobrancelha sardô nica para ela


quando fechou a porta, se inclinando contra ela para evitar
sua saída antes de terem a chance de falar.
— Eu acho que você é a ú nica com o problema,
obviamente, já que está determinada a me deixar sem uma
explicaçã o.

— Eu certamente nã o te devo nenhuma explicaçã o.

— Você tem deitado naquela cama, fodendo com meu


cé rebro até virar mingau por uma semana mulher. Eu acho
que eu mereço uma explicaçã o.

— Eu sei que você fodeu Natasha. — Beth disse apenas


querendo acabar logo com isso para que ela pudesse sair
antes de começar a chorar na frente de todo mundo.

— Ela disse que eu fodi ela?

— Nã o, mas ela nã o negou.

Razer assentiu. — Isso porque Viper lhe pediu para nã o


falar.

— Viper?

— Sim. Ele estava aqui nesta manhã antes de todo


mundo se levantar. Eu tive uma reuniã o com ele. Ningué m
alé m de Sade, Natasha, eu, e agora você , sabe que o Viper está
na cidade. Ele quer mantê -lo assim por um pouco mais algum
tempo.

— Entã o, Viper e Natasha?

— Viper fodeu Natasha esta manhã e, depois, ela


conseguiu a sua tatuagem. — Beth sentiu alívio. Como se ela
pudesse finalmente respirar de novo.

— Isso nã o significa que eu nã o aproveitei o show. — A


respiraçã o de Beth pegou mais uma vez. Sentindo-se como se
suas pernas estivessem começando a falhar ela caminhou a
curta distâ ncia, e se sentou na extremidade da cama.

— Você assistiu?

— Sim, mas eu nã o toquei ou participei. — Esclareceu


Razer. — Beth, eu disse que nenhuma mulher tem o nome no
meu pau. Isto significa que você també m nã o tem. O que
temos é bom e eu nã o estou pronto para que isso acabe e eu
nã o acho que você també m esteja. — Ele esperou por um
aceno seu antes de continuar. — Dito isto, eu sei que tocar
outra mulher no clube vai alé m do que você possa lidar,
entã o estou dando-lhe a minha palavra que nã o vou tocar,
mas eu nã o vou deixar você cortar minhas bolas també m.
Entã o você vai ter que lidar comigo assistindo e curtindo os
outros jogarem. — Beth nã o sabia como se sentir sobre sua
resposta contundente.

Razer assistiu suas expressõ es faciais e procurou


aliviar seus temores.

— Eu nã o vou fazer merda pelas suas costas. Se eu


assistir Rider foder à Jewell, eu nã o vou fingir que eu nã o fiz.
Mas eu sei que você gosta muito de assistir. Você nã o
exatamente correu para fora da sala no outro dia em que
Knox’s e Natasha estavam fodendo e você com certeza nã o
fechou seus olhos na noite passada quando Bliss deu a Rider
um boquete. Você saiu da sala, mas nã o sem aproveitar o
show e depois quando fomos para a cama na noite passada
você estava tã o excitada que me levou metade da noite para
satisfazê -la e isso significa muito vindo de mim; Que foi o
motivo pelo qual eu ainda estava dormindo quando você saiu.

Beth ficou vermelha. Ele estava certo, ele tirou os


desejos de seu corpo, que ela pensou que nunca apagaria.
Razer lhe deu vá rios orgasmos satisfató rios, o fogo a tinha
incendiado por tê -los assistido. Assim que Beth admitiu para
si mesma, as recriminaçõ es vieram. Ela podia ouvir seu pai
gritando em sua cabeça como doente e pervertida ela era.

— Nã o Beth. — Razer ficou de joelhos diante dela e


puxou as mã os longe de seu rosto.

— Nã o há nada de errado em apreciar o sexo de todas


as maneiras diferentes. Ele existe para ser divertido. Nã o há
um menor de idade aqui, coagidos ou forçados a estar aqui.
Nó s gostamos de sexo e temos um estilo de vida que funciona
para nó s. Mas eu posso ver que vai contra tudo que lhe foi
ensinado a acreditar. Você tem que descobrir o que melhor
lhe convé m e te faz feliz.

Beth respirou fundo. —Eu posso lidar com você


assistindo. Eu simplesmente nã o quero estar preocupada que
você está fodendo outra mulher no minuto que eu sair do seu
lado.

Razer nã o disse que ele nã o iria tocar outra mulher. —


Eu prometo que antes de eu tocar outra mulher, eu vou lhe
dizer. Eu nã o quero você com medo o tempo todo, mas vou
dizer-lhe, sabendo-se que quando o fizer, nó s iremos
terminar porque eu sei que você nã o pode lidar com essa
minha escolha. Está bem?
Isso era tudo o que ela conseguiria. Beth sabia que
teria de se contentar com o que ele era capaz de lhe dar.

— Tudo bem.

— Estamos bem?

Beth sorriu. — Sim.

Razer se inclinou dando-lhe um beijo profundo. Beth


reagiu enrolando seus braços em seu pescoço quando uma
batida na porta os interrompeu.

Razer deixou seus lá bios, levantando-se. Antes de abrir


a porta, ele a advertiu.

— Lembre-se, ningué m deve saber que nã o fui eu quem


votou em Natasha esta manhã . — Com seu aceno Razer abriu
a porta para ver uma Evie de pé , hesitante, pronta para bater
de novo.

— Posso entrar?

Razer abriu a porta mais ampla no convite.

Evie procurou seus rostos antes que um sorriso


iluminasse seu rosto, decidindo que por enquanto o seu
argumento tinha sido vá lido. Levantou a mã o com um saco
na mesma.

— Eu peguei para você uma roupa quando saímos


hoje. Sabia que nã o tinha nada aqui para vestir para a festa
de hoje à noite. Teria ido a sua casa e pego alguma coisa lá ,
mas achei que você nã o tinha nada lá també m. — Ela riu —
Entã o eu tomei o mesmo cuidado como se tivesse comprado
algo novo para mim.
— Você nã o deveria, mas obrigada, eu aprecio que você
escolheu algo para mim.

Evie sorriu, entregando-lhe a bolsa. — Sim, bem, você


provavelmente irá desejar que eu nã o tivesse quando vir o
que eu comprei. Estou saindo, você vai ter que se arrumar
sozinha. Se você nã o se apressar, os caras vã o escolher as
melhores carnes para si mesmos.

— Vou me trocar e descer. — Impulsivamente, Beth


pegou uma Evie assustada, dando-lhe um abraço apertado.

— Garota, você sabe que eu nã o abraço. — Disse ela,


se afastando com um sorriso.

— Eu só queria que você soubesse o quanto sua


amizade significa para mim. — Beth disse, nem um pouco
perturbada.

— Deus, agora ela está ficando mole. Eu


definitivamente tenho que ir. — Beth riu quando Evie
praticamente saiu correndo da sala.

Razer fechou a porta atrá s dela, pegando Beth em seus


braços, enterrando lá bios em seu pescoço.

— Como é que você nunca agiu piegas comigo? — Ele


questionou.

— Porque ao contrá rio de Evie, que saiu correndo do


quarto, você iria desmaiar horrorizado. — Beth riu.

— Experimente. — Disse Razer sedutoramente. — Eu


poderia surpreendê -la.
Beth corou, dando um passo para trá s saindo de seus
braços para pegar a sacola com a roupa que a Evie tinha
dado a ela e uma toalha.

— Eu duvido; Um homem que comanda o completo


domínio sobre onde colocar o pau dele nã o está preparado
para piegas. — No seu riso, Beth deu a língua antes de bater
a porta do banheiro, se escondendo de seu olhar
questionador.

O chuveiro relaxou seus nervos. Beth usou o tempo


para pensar sobre a noite em frente.

Evie tinha advertido que as reuniõ es na sexta-feira


eram usadas para fornecer uma variedade de entretenimento.
Beth se lembrou da primeira noite, que ela veio com Razer e
estava bem consciente do que esperar esta noite.

A parte surpreendente foi que ela nã o sentia medo,


excitaçã o nervosa sim. Beth tinha se familiarizado com os
membros e com as regras do clube. A participaçã o era sempre
voluntá ria, se uma pessoa nã o quisesse participar nã o
haveria nenhuma tentativa de forçá -los. Se uma das
mulheres nã o quiser ter relaçõ es sexuais com um membro
particular nã o seriam obrigadas. Provavelmente é por isso
que o clube funciona tã o bem, por que os desejos de todos
sã o respeitados. Beth se secou e abriu a sacola de roupas que
Evie tinha comprado para ela.

— De jeito nenhum. — Beth começou a colocar as


roupas de volta na bolsa, mas quando se lembrou do rosto de
Evie quando a entregou a fez hesitar. Ela mordeu o lá bio, nã o
sabia o que fazer. Beth nã o queria ferir os sentimentos de
Evie, mas ela certamente nã o poderia usar as roupas.

— Maldiçã o. — Com um suspiro pesado, Beth colocou


as roupas e nervosa se virou para olhar para si mesma no
espelho do banheiro. A saia jeans azul mal cobria sua bunda.
Mas teria que cobrir, Beth assegurou a ela mesma. A saia
tinha manchas pretas de couro que combinava com o top. O
top fez Beth corar. Era um colete de couro preto que cobria os
seios, mas deixava a sua barriga completamente nua.

Ele nã o tinha botõ es, apenas um fecho de metal que


formavam um círculo logo acima de seu umbigo.
Criticamente, Beth olhou para si mesma. O couro agarrava
amorosamente as curvas completas de seus seios, mas eles
nã o estavam expostos. O que estava exposto era sua barriga.

Menor do que um maiô que ela usava ele seria


considerado conservador em relaçã o à s roupas que as outras
garotas usavam. Uma batida forte na porta a assustou de sua
discussã o interna, ela estava pensando em usar uma
camiseta e jeans.

— Vamos, eu estou com fome.

Beth abriu a porta e a reaçã o de Razer resolveu a sua


discussã o. Ao menos ela sabia que ele apreciava pelo jeito
que a olhou. Luxú ria estava clara como dia no seu rosto.

— Estou pronta. — Disse Beth nervosa, alisando a


saia.

— Sim, você está . — Razer acenou com a cabeça e


começou a se aproximar dela.
— Uh nã o; Você disse que estava com fome e eu
també m, pois o meu café da manhã foi interrompido e agora
eu estou morrendo de fome.

— Baby, eu posso satisfazer essa fome logo depois que


eu satisfizer... — Beth sacudiu a cabeça rindo dele.

— Tudo bem entã o, mas você vai me recompensar mais


tarde. — Razer alertou.

— Nã o faço sempre? — Beth brincou. Ela ficou sé ria


quando um rá pido olhar passou pelo rosto de Razer, mas
tinha ido embora antes que ela pudesse decifrá -lo. Pensando
que havia imaginado, Beth se aconchegou contra ele
enquanto colocava um braço ao redor de seus ombros,
levando-a para fora do quarto. Beth continuou andando, mas
Razer a manteve imó vel enquanto ele se virou para trancar a
porta do quarto com uma chave que ele tirou do bolso. Ele
nunca tinha trancado a porta do quarto antes. — Sexta à
noite as camas ficam cheias; Quero ter a certeza que a minha
estará vazia quando eu precisar.

O nervosismo a encheu com o seu lembrete das


atividades que os membros iriam envolver-se à medida que a
noite avançasse. Antes que ela pudesse correr de volta para o
quarto e trocar de roupa, Razer levou-a até as escadas.

A festa estava em pleno andamento. Beth olhou em


volta, percebendo que ela nã o reconhecia vá rias pessoas que
estavam lá . Uma ruiva bonita estava inclinada contra Knox’s
e o balcã o da cozinha.
— Indo ver os bifes. — Razer disse, soltando-a quando
ambos viram Evie e Jewell fazendo uma enorme salada.

— Eu vou ajudar Evie e Jewell. — Razer roubou uma


cerveja do refrigerador colocando em cima da mesa antes de
sair.

Evie deu a Beth um sorriso brilhante quando ela se


aproximou do balcã o.

— Você parece ó tima!

Beth sorriu para sua expressã o ansiosa, feliz que ela


tivesse tomado à decisã o de usar as roupas.

— Você parece fabulosa. — Ela cumprimentou em


troca. Evie usava shorts de couro preto e uma cinta de couro
atada acima, mas foram à s botas altas de couro até as coxas,
que a colocaram na categoria quente. Ela parecia sexy e
confiante, com seu cabelo castanho escuro solto e fluindo ao
redor do seu rosto sensual. Evie se destacava entre as
mulheres que estavam na sala.

Evie notou olhares de Beth e explicou. — Noites de


sexta-feira o clube permite que os membros tragam
forasteiros.

— Forasteiros?

— Mulheres ou homens que querem ficar em torno do


clube para a festa ou fodas. E se nó s gostamos deles e se eles
estiverem interessados, podem vir a se tornar um membro.

— Se eles nã o tiverem interessados?


— Eles ficam como a Sam, só vem para o sexo ou vã o
embora porque nã o é para eles. Nó s nã o fazemos muitos
membros, apenas um ou dois por ano.

— Eles sã o sempre do sexo feminino? — Beth olhou na


direçã o de uma mulher específica que já estava sentada no
colo de Rider, se esfregando contra ele.

Evie riu. — Eu trouxe Knox’s, ele era militar, lotado


onde eu estava. Todos os caras sã o ex-militares e se
conheciam em serviço. É por isso que eles confiam tanto um
no outro.

Beth assentiu, lembrando a tatuagem de Razer.


Pegando o aipo e uma faca, ela começou a cortá -lo e colocá -lo
na tigela de salada que estavam trabalhando para alimentar a
multidã o.

— Os membros femininos nã o ficam com ciú mes com


as novas mulheres aqui nas sextas-feiras? — Beth nã o sabia
como elas conseguiam manter os seus sentimentos
separados.

Evie e Jewell trocaram um olhar. — Nã o, se


sentíssemos ciú mes, nã o iríamos ficar por muito tempo, e
nã o iríamos nos tornar membros. Somos um moto clube que
goza de liberdade sexual. Nã o fazemos isso, colocando
restriçõ es no outro. — Jewell suspirou e pousou a alface que
ela estava cortando. — O que ela está tentando lhe dizer sem
te assustar é que nó s desfrutamos das novas cadelas
també m. É quente como o inferno vê -las sendo fodidas sem
sentido, e até mesmo participar se nó s quisermos. Inferno
menina, esses caras podem foder a noite toda e há muitos
para todo mundo.

— Cale a boca, Jewell.

Antes que Beth pudesse ficar mais envergonhada,


Razer e os caras entraram com uma bandeja enorme de bifes
e hambú rgueres. O pandemô nio começou quando todos
foram para a comida ao mesmo tempo. Ela se esquivou de
vá rias cotoveladas quando ficou fora do caminho da fome da
horda até que a fila tinha sido dizimada.

Ela sorriu quando Razer lhe entregou um prato com


um bife já nele.

— Tenho que cuidar da minha menina; Ela vai precisar


de sua força para mais tarde.

Beth levou seu prato, desviando os olhos dele, nã o


querendo que ele visse o prazer que suas palavras tinham
trazido para a superfície. Ela sabia que ele nã o tinha a
intençã o de falar do jeito que soou, mas Beth nã o podia
ajudar a sua reaçã o. Quando ela olhou para cima, viu Evie
dando-lhe um olhar preocupado. Beth rapidamente se
afastou, colocando uma pequena quantidade de salada no
prato.

Razer pegou duas cadeiras à mesa e comeram devagar.


Evie tinha trazido uma cerveja e eles sentaram e começaram
a conversar com o seu pequeno grupo até que a mú sica da
sala aumentou e vozes chamaram sua atençã o. A escuridã o
no lado de fora mostrou que eles tinham perdido a noçã o do
tempo sentados ali conversando.
— Ouvi dizer que a festa já começou. — Disse Evie com
um sorriso travesso. Razer levou os pratos para a cozinha
enquanto Beth jogou fora as garrafas vazias. Todo mundo
tentou limpar nã o deixando a responsabilidade para qualquer
pessoa depois. Beth nã o pensou que outros clubes faziam
isso, mas admirava-os, pensando que demonstrava respeito
pelo serviço de cada um. Ou, pensou rindo para si mesma, as
mulheres iriam chutar suas bundas se eles as tratassem
como empregadas. O braço do Razer foi ao redor de seus
ombros enquanto ele a guiou para a grande sala de estar.
Desta vez, ela nã o ficou chocada com a cena em seus olhos.
O mobiliá rio tinha sido puxado para trá s agrupados ou
enfileirados contra a parede, deixando o chã o nu.

A á rea vazia estava agora preenchida com casais


dançando e girando entre si. Evie foi pega pela cintura por
Crash enquanto atravessavam a porta. A ú ltima vez que Beth
a viu, suas pernas estavam em volta da cintura dele e eles
estavam tentando ver quem conseguia encontrar as
amígdalas um do outro primeiro.

Jewell foi arrastada para o colo de Knox’s, que já tinha


retirado o top da ruiva. Jewell deu uma risadinha e
rapidamente entrou no jogo retirando a sua camiseta. O
braço de Razer lhe deu um aperto quando ele sentiu seu
enrijecimento ao lado dele. Indo para a pista de dança, com a
mã o cravada em seu traseiro, movendo-a com a batida da
mú sica. A batida da mú sica permitiu a Beth afrouxar o
controle apertado, em que ela havia estado e gradualmente
relaxou seu corpo fluindo e provocante contra o dele. Seus
lá bios encontraram o dela e sua boceta já estava molhada só
de pensar em ir para o seu quarto mais tarde aquela noite.

— Quer uma bebida? — Perguntou Razer apó s a


terceira cançã o.

Beth assentiu com gratidã o. O enorme bar colocado em


um lado da sala estava vazio e Beth foi para trá s para obter
as suas bebidas. Querendo á gua para saciar sua sede pegou
uma á gua gelada e enfiou a mã o no refrigerador encontrando
uma cerveja gelada para Razer. Ela observou quando ele se
inclinou contra o bar ao lado dela bebendo o líquido gelado.
Ficaram ali, pois era o local menos lotado em toda a sala.

De vez em quando algué m vinha pedir uma bebida,


Beth sorriu para Razer enquanto brincava de garçonete.
Razer até entregava para alguns, quando vá rias pessoas
pediam ao mesmo tempo. Se divertindo, Beth tomou um gole
de sua á gua e quase a cuspiu quando ela viu o homem de pé
contra a parede com Bliss, Echo, e Dawn disputando sua a
atençã o. O homem grande com o cabelo louro arenoso estava
ignorando as mulheres. Seus braços cruzados sobre o peito
exibia bíceps volumosos claramente visíveis por sua camiseta
preta justa. As calças de motocicleta preta e botas destacou a
sensualidade que ele exibia sem ter que fazer um movimento.
O que fez Beth engasgar com sua bebida foi que ela o
reconheceu.

Cash Adams tinha sido um membro de sua igreja,


quando ela era mais jovem. Lembrou-se de olhar para ele,
pensando o quã o bonito ele era, e deve ter sido por isso que o
seu pai pregava sobre os pecados da carne. Porque mesmo
mais jovem, ele tinha despertado o seu corpo com agitaçõ es
que ela tinha muita vergonha para reconhecer. Ela nã o
estava sozinha, toda mulher que passava pelo caminho dele
Beth via um olhar faminto em seus olhos. Ele tinha nascido
em uma família que nã o tinha muito, mas para Cash nunca
faltou dinheiro e todo mundo sabia que era do contrabando
de sua avó .

Seus pais, como membros da igreja e tementes a Deus


haviam recusado a sua ajuda, mas nã o tinham sido capazes
de manter Cash de aceitar o dinheiro que a sua avó lhe dava.
Quando ficou mais velho, ele mesmo começou a trabalhar
para ela. Ele se tornou um especialista em fraude nã o só da
polícia, mas també m dos membros masculinos da
comunidade que ficaram irritados com a sua falta de
contençã o de pegar qualquer coisa a disposiçã o. As mulheres
se ofereciam com incrível falta de decoro para ter uma chance
de estar em sua cama.

Depois de uma luta pú blica em que Cash tinha


apanhado de um irmã o irado por ter deflorado sua irmã , que
a cidade inteira ficou sabendo por que a garota estú pida se
gabou para a sua melhor amiga que tinha uma boca grande,
mas pior ainda, foi que Cash tinha desaparecido. Todo
mundo tinha pensado que ele finalmente chateou as pessoas
erradas e tinha sido morto, escondido nas vastas montanhas
que eram tã o boas para esconder corpos. Beth sabia, ela era
a ú nica na cidade que nunca acreditou que ele estivesse
morto.
— Esse é Cash Adams. — Beth nã o poderia manter o
temor de sua voz.

Razer veio por trá s dela que estava atrá s do bar. —


Acho que você o conhece?

— Ele frequentava a minha igreja antes de desaparecer.

— Pelo que ele nos disse, ele deixou a cidade para se


juntar a marinha, que foi o local onde conheceu o Viper e o
resto de nó s. Ele é o tenente do Viper. Ele estava com o Viper
esta manhã . —
— Ele nã o mudou eu vejo. —
— Nã o?

Beth só poderia acenar com a cabeça sem falar quando


Cash sorriu para ela. Ele disse alguma coisa antes de deixar
as mulheres em pé , esperando como filhotinhos de cachorro
para o regresso de seu mestre.

— Razer. — Razer assentiu. Os olhos de Cash


encontraram a Beth — Você é Beth Cornett, a filha do Pastor
Cornett?

— Sim. — Beth nã o conseguiu esconder a sua surpresa


que ele a reconheceu.

— Você está crescida eu vejo. — Seus olhos passaram


pela clivagem acentuada pelo colete de couro.

— Você també m. — Ela declarou o ó bvio. Seus traços


faciais tinham amadurecido em um rosto que era atraente
para olhar.
Ele sorriu. — Eu ouvi sobre você seu pai e sua mã e,
sinto muito pela sua perda.
— Obrigada.

— Sinto muito que o desgraçado esteja morto, porque


eu gostaria que ele ainda estivesse vivo para que eu pudesse
bater a merda fora dele.

A boca de Beth abriu com a sua franqueza.

Razer pegou uma cerveja para Cash. Cash tomou um


gole antes de continuar. — Ele era um doente e eu era muito
jovem para saber como deixá -lo fora de serviço. Isso nã o seria
o caso hoje.

— Nã o, eu imagino que nã o. — Beth concordou, nã o


sabendo mais o que dizer.

— Bom vê -la novamente. — Ele deu um aceno de


cabeça para Razer e se afastou novamente voltando para as
trê s mulheres.

— Uau.

— Cuidado, eu poderia ficar com ciú mes. — Disse


Razer com um sorriso.

Beth olhou por cima do ombro para ver que ele estava
apenas brincando antes de voltar novamente a olhar para
Cash que voltou a colocar o pé contra a parede, seus olhos
castanhos, examinando a sala, quase como se ele estivesse à
procura de algué m. Ele respondia as mulheres
ocasionalmente para mantê -las pacificadas, mas ele nunca
desviou sua atençã o da sala.
Razer se inclinou contra ela, ajustando-se a ela por
trá s, colocando o seu pê nis contra a sua bunda; deslizando o
braço em volta da cintura. A pressã o de seu corpo forçando-a
contra o balcã o que a segurava no lugar. Beth olhou ao redor
da sala tentando descobrir o que o Cash estava procurando,
mas a tarefa foi esquecida quando a sua atençã o foi
capturada pelas atividades acontecendo na sala. Os membros
estavam abertamente fodendo, acariciando e chupando vá rias
partes dos corpos. Beth tinha ficado tã o surpresa com o
aparecimento de Cash, que tinha deixado de notar as
atividades sexuais na sala.

Stori estava sentada no colo de Memphis, fodendo com


o pê nis dele. Ele estava segurando-a pela cintura e estava
gozando com ela descendo em seu eixo olhando para o rosto
dele, as pernas dela foram empurradas para trá s. Memphis
puxou para cima e para baixo rapidamente em seu pê nis
escorregadio. Beth apenas conseguia ver a cabeça de Stori
caindo para trá s, dando o controle total para Memphis.

— Estou feliz que você gosta de assistir també m. — O


polegar de Razer acariciava o seu mamilo atravé s do couro,
deixando o cerne duro.

Beth nã o disse nada, apenas ficou lá enquanto seu


polegar começou a atormentá -la. — Como você pode deduzir,
Stori é muito á gil. Foi assim que ela ganhou o seu apelido.
Porque cada membro tinha uma histó ria para contar sobre a
posiçã o que conseguia usar com ela.

— Seu apelido? — Disse Beth confusa.


— Sim, os caras apelidam as mulheres. — Sua
mandíbula á spera empurrou a cabeça na direçã o de Evie, que
estava de joelhos no canto chupando Train. Suas mã os
estavam fazendo uma bagunça no cabelo da mulher quando
ele o usava para guiá -la em seu pê nis. — Evie foi dado o
nome dela porque ela é tã o... Tã o... Tentadora.

A mã o de Razer que estava segurando a cerveja gelada


deslizou sob sua saia puxando a sua calcinha de lado
encontrando o já amaciado clitó ris. O toque frio de seus
dedos gelados a fez se afastar no início, mas em seguida,
segundos depois, o guiou em seus movimentos.

Beth sentiu-se autoconsciente momentaneamente, até


que percebeu que ningué m podia ver os movimentos de
Razer atrá s do bar fechado. Sua mã o que tinha atormentado
seu mamilo esquerdo levantou a parte de trá s da saia
mostrando a calcinha que ela usava. O minú sculo tecido rosa
pouco visível entre as suas ná degas cremosas, sua mã o
voltou para o seu umbigo, seu polegar novamente encontrou
o mamilo. Seu quadril pressionado sem o couro liso cobrindo
a sua bunda e seu pê nis ainda coberto de jeans. Ela
inconscientemente se mexeu de costa contra ele enquanto
esfregava e acariciava seu clitó ris escondido da vista do resto
da sala devido à altura da mesa. Nã o sendo possível se
ajudar, sua cabeça cai para trá s sobre seu ombro.

— Ember? — Mais uma vez o rosto a direcionou para a


loira morango que estava sentada junto a Nickel, que bebia
uma cerveja casualmente conversando como se nada
estivesse acontecendo ao seu redor. — Ela é lenta para
começar, mas quando começa a sua boceta é como um
inferno.

Beth estava perto de chegar ao clímax. Razer estava


seduzindo com suas palavras e dedos. Ningué m que olhasse
para eles saberia o que estava acontecendo atrá s do bar. A
ilusã o de privacidade permitiu a Beth participar sem a culpa
das recriminaçõ es a atacando, abafando tudo o que ela
acreditava ser incapaz de fazer.

Sua cabeça se moveu por conta pró pria para Jewell que
estava sentada em Knox’s e a outra mulher. Ela estava
beijando outra mulher enquanto casualmente acariciava o
pê nis de Knox’s atravé s de suas calças. Os trê s estavam em
seu pró prio mundinho. Enquanto ela observava, um por um
se levantaram e caminharam para a escada.

— A Jewell foi dado esse apelido por que... — A mã o em


sua calcinha apertou rudemente contra seu clitó ris antes que
dois dedos fossem pressionados firmemente. Segurando-o em
um fecho firme. Nã o ferindo, mas impedindo de chegar ao
clímax, que é o que ela estava prestes a finalmente conseguir.

— Ela é como um rubi precioso, toda vermelha e


brilhante quando você está de frente a sua boceta.

Um gemido escapou quando ela levantou a mã o


trê mula para agarrar o bar. Quando ela finalmente conseguiu
ganhar o controle momentâ neo seus olhos foram novamente
para Cash e as trê s mulheres. Elas estavam ficando cansadas
de serem ignoradas. Natasha saiu e logo estava no colo de
outro membro. Dawn com um beicinho encontrou um lugar
ao lado de Sam, que por sua vez estava sentada sozinha com
uma garrafa de uísque em suas mã os.

Bliss també m desanimada estava se virando para sair,


mas com um estalar de seu pulso, Cash a puxou de volta.

A pequena mulher foi levantada de seus pé s e em um


piscar de olhos foi pressionada contra a parede e tinha sido
inclinada com as pernas enroladas na cintura dele. Razer de
repente colocou dois dedos dentro dela e ele começou a
empurrar mais duro e ela se levantou para ficar na ponta dos
pé s, enquanto observava as mã os de Cash ajustar suas
calças retirando o seu pê nis endurecido para colocar uma
camisinha antes de empurrar em uma fulminante Bliss, que
estava obviamente tendo problemas de receber o seu grande
pau. A mulher arqueou enquanto ele a fodia duro. Beth
pensou que ele estava sendo muito á spero, considerando a
força que ela estava levando, mas o olhar em seu rosto era de
ê xtase, nã o dor.

— Agora a Bliss, eu nã o posso dar uma opiniã o, mas os


homens dizem que a sua boceta é como morrer e ir para o
cé u. — Como um movimento de tesoura feito com os seus
dedos e passando o polegar contra seu contra clitó ris, ela
gozou. Ela levantou a mã o e se mordeu se impedindo de
gritar e chamar a atençã o para ela. Quando o espasmo de
Beth parou, Razer removeu os dedos suavemente, alisando a
saia antes de se afastar para lavar as mã os na pia atrá s
deles.
Beth pegou seu copo, tomando um longo gole, tentando
acalmar seu corpo.

Uma garrafa meio vazia de uísque estava no balcã o em


frente a ela.

— Vamos Razer, estou entediada, vamos lá para cima e


jogar. Você pode voltar aqui mais tarde.

Ela acenou com a mã o para a Beth. — Ela pode vir


també m, eu vou mostrar-lhe como você realmente gosta
disso.

— Vai embora, Sam. — Disse Razer, voltando da pia.

Sam estreitou os olhos. — Desde quando você diz nã o


para um mé nage à trois? Merda garota precisamos subir e
você pode me mostrar uma coisa ou duas. Todo esse tempo
eu pensei que você fosse uma bundinha virgem e apertada.
Você estava mantendo isso em segredo?

Sam estendeu a mã o para a garrafa de uísque, mas


Razer a pegou, guardando atrá s do balcã o, onde ela nã o
podia alcançar.

— Você conhece as regras, você nã o pode ficar bê bada


ou será levada para casa. Você está pronta para partir?

— Eu nã o estou bê bada. — Com um encolher de


ombros, ela deu um sorriso doce para a Beth que nã o
alcançou seus olhos endurecidos. — Eu posso encontrar
algué m para jogar comigo esta noite, talvez amanhã , Razer?
Eu preciso um pouco de seu trabalho de manutençã o.
— O que ela quer dizer? — Razer deu a Sam um olhar
zangado, mas nã o tentou impedi-la de explicar.

— Nã o me diga que o Razer nã o mostrou sua


habilidade especial com a navalha. Ele manté m todas as
meninas bonitas e arrumadas. Compra loçõ es especiais para
essa finalidade, ele é um especialista nisso, ele nunca
machucou a pele. Sempre faz isso antes de ir para baixo em
você . — Sam podia ver que ela tinha atingido seu alvo com
um grande golpe. — Mais tarde, Razer.

Ambas as mulheres sabiam que Razer estaria de volta


em sua cama, isso era apenas uma questã o de tempo. Beth
tentou arduamente nã o vomitar, trazendo uma mã o trê mula
para cobrir seu rosto até conseguir recuperar o controle.

— Ignore a cadela. — Razer disse calmamente.

— Por favor, nã o me toque. — Beth implorou. Ela tirou


a mã o para ver Cash olhando para ela com preocupaçã o.
Bliss agora coberta, també m estava olhando para ela com um
olhar simpá tico.

Curvando-se, Razer levantou Beth e suas pernas


automaticamente foram em torno de sua cintura, os braços
rodeando o pescoço. Ele a levou para o seu quarto, colocando
- a contra a parede enquanto ele abria a porta. Finalmente
tendo as suas emoçõ es feridas sob controle, ela olhou pelo
corredor e viu vá rias portas abertas.

— Por que as portas estã o abertas?

— Gatinha curiosa?
— Eu só estava me perguntando, por que geralmente
estã o fechadas.

— Isso significa que qualquer um que queira assistir ou


participar é bem-vindo.

— Oh. — Beth escondeu o rosto em seu pescoço. Razer


riu de sua timidez levando-a pela porta.

— Quer que eu deixe a porta aberta? — Ele brincou.

Beth sacudiu a cabeça em seu pescoço. A porta se


fechou com um estalo nítido; Ela foi baixada suavemente
para a cama. — Você sempre vai ser assim tímida?

Beth estudou seu rosto — Isso te incomoda?

— Nã o, isso nã o me incomoda. — Ele assegurou-lhe;


Deixando-a sentada. As mã os do Razer foram para o fecho de
seu top para abri-lo. A mã o dela agarraram as dele para detê -
lo.

— Beth, o que Sam disse nã o era totalmente verdade.


Eu nã o sou um dia no Spa.

— Nem tudo é verdade, mas a maior parte dela. Acho


que estou com raiva de mim mesma, nã o de você . É ó bvio que
você tinha experiê ncia em raspar uma mulher, mas eu
enterrei minha cabeça na areia. Eu faço muito isso com você .
— Ela levantou a mã o quando ele iria interromper. — Por
favor, deixe-me terminar. Eu nã o espero nada de você , exceto
manter a sua promessa de terminar comigo antes de tocar
outra mulher novamente. Eu posso aceitá -lo enquanto durar
e eu sei que sou a ú nica que tem apenas um curto período de
tempo.

— Eu posso fazer isso. — Razer estendeu a mã o


passando o polegar sobre a bochecha pá lida.

— Agora é a minha vez. Eu nã o toquei Sam ou Evie


desde aquela noite. Eu nã o estou dizendo que eu nã o estive
com outras mulheres, apenas nã o aquelas duas. Eu nã o
podia, quando eu percebi o quã o ruim eu te machuquei. Eu
nã o faria isso com você de novo.

Estendendo a mã o, ela cobriu o rosto dele. — Razer, eu


sei que nã o sou tã o boa como as outras mulheres que você
tem ficado, posso tentar mais duro se você me mostrar o
que...

Sua boca silenciou suas palavras tentando tranquilizá -


la sem palavras, mas Beth fugiu para longe dele para sentar-
se no meio da cama de joelhos.

— Venha aqui.

Beth negou com a cabeça novamente, saindo de seu


alcance quando Razer iria alcançá -la. Foi parado por ela
quando se levantou e removeu o top e jogou na cadeira que
estava ao lado da cama. Ela pegou a saia provocativamente,
tirando devagar jogando junto ao top.

— Será que a gatinha quer jogar?— Razer puxou sua


camisa, em seguida, suas botas e calça jeans. Quando ele
estendeu a mã o para ela, ela se esquivou dele, dançando em
frente à cama.
— Mulher, você está pensando em me provocar depois
que eu assisti praticamente todo o clube ver você gozando em
meus dedos? Eu nã o penso assim. — Com um impulso, ele
estendeu a mã o agarrando seus tornozelos enquanto ela
pensou que ele iria agarrar os braços. Seus pé s foram
puxados, Beth sentiu-se caindo suavemente na cama. Com
um empurrã o ele a puxou para si até que a bunda dela
estivesse na borda da cama. Seus dedos agarraram a borda
da cama com medo que fosse cair. Com uma mã o ele trouxe
as duas pernas e jogou-as contra seus ombros. A calcinha
que ela usava foi agarrada à parte, quando ele puxou
bruscamente.

— Eu vou fazer você ronronar, entã o eu vou fazer você


gritar.

Beth estava ficando preocupada que tivesse


abocanhado mais do que pudesse mastigar a partir do olhar
no rosto de Razer. Seus dedos estavam molhados e
escorregadios. Tomando seu pê nis em sua mã o, ele guiou até
sua entrada e mergulhou fundo na buceta dela com um golpe
duro.

Um suspiro escapou dela no prazer que ela sentiu


quando ele começou a empurrar para dentro dela. Antes ele
sempre se controlava, mesmo nã o sendo á spero, esta noite
ele nã o a tratava como se ela fosse quebrar. Beth percebeu
que ele tinha se segurando antes, com medo de assustá -la.
Razer estava tornando mais fá cil para ela, nã o realmente
dando a si mesmo, porque ela era virgem quando eles tinham
tido a primeira relaçã o sexual. Ele nã o tinha desfrutado do
sexo tanto quanto ela se ele estava tentando se conter. Beth
se lembrou do olhar em seu rosto hoje mais cedo. Tirada do
prazer devido aos seus pensamentos, Razer percebeu que ela
nã o estava com ele. Com as suas pernas ainda sobre seu
ombro, ele se inclinou sobre ela, apertando sua boceta em
seu pê nis. Ambos gemeram com a simulaçã o. Os impulsos
dele se tornaram mais curtos, como se ela tivesse se
segurando e ele nã o quisesse deixar ir. — Razer?

— A Gatinha vai ver como Razer gosta de jogar hoje à


noite.

Inclinando-se para trá s, ele pegou suas pernas em suas


mã os e trouxe para ele abrindo e fechando em um movimento
de tesoura. Ele ergueu o quadril fazendo seu pê nis se
aprofundar em uma á rea que ele jamais tinha alcançado
antes.

Seu clímax quando bateu fez a terra tremer, esfregando


seu clitó ris, ele prolongou seu clímax até que ela tremia,
incapaz de parar os espasmos que estava atravessando. As
estocadas do Razer continuaram, suas pernas agora
enroladas na cintura, sua mã o no quadril guiando os
movimentos.

Com um gemido, ela o sentiu empurrando dentro dela,


gozando duro. Quando ele terminou, ele tirou e se virou até
que ela estava no meio da cama. Ela só podia ficar ali,
tentando recuperar o fô lego, Razer estava como muita
dificuldade para conseguir sua respiraçã o de volta ao normal.
Finalmente, ele foi capaz de retirar o preservativo, colocando-
o no lixo.

Ele entrou no banheiro e Beth ouviu a á gua correr


antes de ser desligada. Ele voltou com uma toalha molhada
para sem pudor limpá -la antes de voltar para o banheiro.
Razer deitou-se ao lado dela na cama. Sua mã o massageava
seus ainda trê mulos, mú sculos.

— Ainda sensível?

— Sim. — Corando, ela desviou o olhar, mas Razer


pegou o rosto com um dedo firme. — Nada para se
envergonhar, nã o aproveitou?

— Você sabe que eu sim.

— Assim como eu. Quando foder ficar feio, é porque


entã o alguma coisa nã o está funcionando direito. As
consequê ncias do sexo podem ser tã o sexys como o pró prio
sexo. Eu gosto de ambos. Eu quero que você comece a tomar
pílula, ok? Se vamos ser exclusivos, eu quero gozar em você .

— Eu vou marcar uma consulta na segunda-feira.

— Eu faço teste regularmente, embora sempre use


preservativos, mas eu vou obter um novo antes de eu ir nu.
Combinado?

— Combinado.

Razer apagou a luz, deitando de lado, ele a puxou para


perto, colocando sua mã o em seu peito, a cabeça enterrada
na garganta, ela o sentiu relaxar.

— Razer?
— Sim? — Sua voz já sonolenta.

— Podemos ir para um passeio em sua moto amanhã ?

— Sim gatinha, agora vá dormir.

Ela se aconchegou contra ele já pensando para onde


iriam no dia seguinte.
Capítulo 13
Ela acordou Razer as oito, incapaz de controlar sua
excitaçã o. Beth ignorou o seu mau humor, que desapareceu
quando ela bravamente pulou no chuveiro com ele,
determinada a se tornar a mulher que seria capaz de manter
Razer satisfeito. O olhar em seu rosto valeu o
constrangimento e o orgasmo que ele lhe deu em troca fez
seus esforços valerem a pena. Beth fez ovos e torradas. Ela
estava derramando o café quando Sade entrou pela porta de
trá s e se sentou no banquinho de Razer.

— Ei Sade, onde você estava ontem à noite? Perguntou


Beth.

Sade fez uma pausa, prestes a tomar um gole da xícara


de café que ela tinha feito para Razer que o fulminou com um
olhar.

Beth riu, pegando outra xícara, servindo mais para


Razer.

— Sim Sade, onde você estava na noite passada? —


Razer agravou a sua ressaca com o amigo.
Eu estava visitando um amigo doente. — Ele disse com uma
cara sé ria.

— Como ele está . Precisam de ajuda? Eu poderia vê -lo


antes de irmos para um passeio.
Preocupada Beth ofereceu ajuda, vendo como Sade
estava obviamente cansado.

— Nã o, obrigado. — A resposta de Sade foi


estrangulada.

— Você está bem? Você fala como se fosse algo muito


ruim. A doença do seu amigo é contagiosa?

— Nã o. Se eu precisar de alguma ajuda, eu vou pedir a


Evie, eles se conhecem muito bem.

— Faça isso, Evie vai ficar de olho.

— Sim, ela vai. — Razer vivamente concordou.

Os ombros de Sade caíram. — Por que você acordou tã o


cedo?

Beth abriu um grande sorriso para Sade — Razer está


me levando para um passeio esta manhã .

Razer nã o viu que ele estava comendo o seu café da


manhã que ela tinha feito.

Sade olhou quando ela se sentou diante dele. — Eu pensei


em você estava com fome. — Disse Beth mordendo a pequena
parte que seria o seu café da manhã . Era ó bvio que ela tinha
dado seu café da manhã . Sade começou a virar o prato em
direçã o a ela, mas o olhar decepcionado em seu rosto o fez
pegar o garfo e dar uma cautelosa mordida. Depois de passar
pela festa da noite passada, ele estava indo para a cama quando
entrou no quintal e os viu na cozinha. Vendo Razer em suas
roupas de montar, ficou curioso para saber
para onde eles estavam indo, mas agora ele estava desejando
que seus pé s continuassem andando.

— Para onde?

— Se estiver tudo bem com Razer, eu pensei que nó s


poderíamos montar para ver a minha irmã ?

— Para mim tudo bem. — Disse Razer, terminando seu


café da manhã tendo pena do seu amigo. Ele deslizou o prato
em direçã o a ele que começou a comer sua comida.

— Se importa se eu for junto? — Sade perguntou,


tentando manter a pequena mordida do ovo que ele tinha
forçado a comer a permanecer em seu estô mago palpitante.

— Eu nã o me importo, mas... — Beth franziu a testa.

— O quê ?

— Nã o se surpreenda se a minha irmã ficar um pouco


nervosa perto de você . — Beth disse, nã o querendo ferir os
sentimentos de Sade.

— Qualquer razã o para isso? — Sade sondava.

Uma cortina caiu sobre o rosto de Beth. —


Provavelmente, toda aura motociclista. — Razer acabando de
comer se serviu de outro café . — Termine de comer, para que
possamos pegar a estrada. Lily vai ficar bem, ela precisa se
acostumar com a aura motociclista. Quanto mais cedo
melhor.

Beth pensou em discutir com ele lhe dizendo que a sua


irmã nã o se ajusta bem, mas desistiu. Isso nã o importava e
só iria forçá -la a dar mais explicaçõ es, o que ela realmente
nã o queria fazer.

Foi um belo dia. As motos voaram baixo pela estrada, e


Razer gritou para Sade que eles estavam indo para WFO,
seja lá o que isso significava. Beth apreciou o jeito experiente
de Razer em manipular a sua moto nas estradas sinuosas.
Era ó bvio que ele e Sade tinham montado muitas vezes
juntos, cada um sabendo o que o outro faria de antemã o. No
meio do caminho para a faculdade de Lily, eles pararam para
abastecer. Beth estava de pé , observando os homens
colocarem gasolina quando o rugido de motos encheu o ar.
Cinco motos pararam no posto de gasolina da estrada, os
homens do grupo deram a Razer e Sade olhares duros.
Quando pararam ao lado da loja, quatro mulheres que
estavam na garupa da moto desceram enquanto os homens
acendiam cigarros.

— Eu preciso ir ao banheiro. — Razer lhe deu um breve


aceno de cabeça, desligando a bomba de combustível.

Quando ela saiu do banheiro, Beth se viu cercada pelas


mulheres que estavam com os motociclistas.

— Oi. — Beth sorriu amigavelmente.

As mulheres olharam de volta em confusã o, seus


olhares ameaçadores desaparecendo.

— Você s estã o fazendo um passeio? Lindo dia, nã o é ?


Eu amo sua roupas onde você comprou isso? — O
entusiasmo na voz dela nã o era fingido quando olhou para
jaqueta de couro vermelha e preta que a mulher estava
usando.

— Eu tenho uma rosa, mas nã o é tã o legal quanto a


sua.

— Obrigada. — Aquela vestida de couro finalmente foi


capaz de soltar uma palavra.

— Meu nome é Beth.

— Ela é de verdade? — Perguntou a outra motociclista.

Beth olhou para a pessoa que falou. — Onde você fez o


seu cabelo? Queria o meu cabelo assim para sempre. — Ela
tocou seu pró prio cabelo sedoso fino, olhando com inveja
para a mulher de cabelo vermelho com gloriosos cachos. O
gelo foi quebrado e as mulheres se apresentaram.

— Eu sou Crazy Bitch, Sex PisTom, KillyaMa, e Fat


Louise.— Beth ficou de boca aberta quando cada mulher se
apresentou.

— Você nã o aqueceu as suas costas longas, cadela? —


Falou a que se chamava Sex PisTom.

— Costas longas?

— Você é de verdade?— KillyaMa repetiu a pergunta


que Sex PisTom tinha feito.

Ela estendeu a mã o e cutucou no braço, forçando a


Beth dar um passo para trá s.

— Acalme-se. Nã o queremos problemas. — Disse Fat


Louise.
— Está tudo bem, sem ofensas tomadas. Eu sei que ela
estava apenas brincando. — Beth sorriu de forma
tranquilizadora. Sentindo outro puxã o nas costas, Beth se
virou para ver Sex PisTom.

— Ela é fodidamente de verdade.

— Bem, tem sido um prazer conhecer você . É melhor


eu voltar. Estamos no caminho para ver a minha irmã . Ela
está na faculdade Breckenridge.

— Isso explica tudo.

— Explica o que?

— Nada. É melhor ir andando, seu homem deve estar


te esperando.

Impulsivamente, Beth tirou a caneta e papel que ela


sempre carregava em sua bolsa.

— Mande uma mensagem para mim em algum


momento. Espero que possamos nos conhecer melhor.

Qual é o seu nome do clube?

— Destructors. — Ningué m estendeu a mã o para pegar


o papel com o nú mero de Beth.

— Oh, isso é legal.

— E o do seu homem?

— Os Last Riders. — Mesmo Beth nã o ficou alheia ao


olhar respeitoso que apareceu em seus rostos.

Sex PisTom arrancou o papel da mã o de Beth. —


Nó s vamos manter contato.
Beth sorriu e correu de volta para as motos. —
Desculpe ter demorado tanto Razer.

Ela notou que Sade estava com o lá bio cortado, mas o


barulho das outras motos a deixou distraída para perguntar
se houve problemas, Beth se lembraria de perguntar para
Razer. Depois de uma hora de passeio, eles pararam em
frente ao dormitó rio de Lily. Os homens esperaram
pacientemente do lado de fora enquanto Beth entrava para
surpreender Lily.

Levou vá rios golpes antes Lily abrir a porta,


respondendo apenas depois que Beth chamou seu nome.

— Beth. — Lily se jogou nos braços da irmã .

— Lily, o que está acontecendo? — Preocupada, Beth


levou sua irmã para dentro da sala e se sentou com a sua
irmã na ú nica cadeira no quarto pequeno.

— Nada. — Dando uma resposta mentirosa, ela


explodiu em lá grimas.

— Nã o me diga que nada está errado. Eu quero a


verdade Lily. — Disse Beth firmemente.

— Eu simplesmente nã o me encaixo aqui, Beth. Todas


as meninas me odeiam, e os meninos apenas me encaram,
eles me assustam. Eu queria voltar para casa, mas você disse
que eu nã o podia.

Beth se sentia muito mal. Porque tinha tentado


proteger Lily de quem estava tentando matá -la, ela queria que
Lily ficasse na faculdade até que fosse seguro, mas ela podia
ver que tinha sido uma jogada errada Ela deveria ter vindo e
passar o fim de semana com ela.

Lily tinha que ter estabilidade em sua vida, se alguma


coisa muda, ela se assusta. As regras do pai de Beth tinham
impedido o crescimento emocional de Beth, mas as mesmas
regras tinham sido um salva-vidas para Lily, dando-lhe a
sensaçã o de estar sendo protegida e amada.

Beth cuidadosamente estava trabalhando em afrouxar


o controle de Lily ao mesmo tempo tentando incentivá -la a
abrir suas asas.

Em vez disso, ela tinha feito Lily se sentir perdida e


sozinha em um novo ambiente.

Ela nã o estava florescendo, ela estava se retraindo.

— Bem, eu estou aqui hoje. Vamos sair para almoçar e


fazer um pouco de compras.

O brilhante sorriso de Lily recompensou os seus


esforços.

— Deixe-me pegar minha bolsa. — Lily se jogou nos


braços de Beth, só que desta vez com um lindo sorriso. —
Estou tã o feliz que você veio me ver. Senti tanto a sua falta.
— Quando Lily soltou Beth, ela pegou sua bolsa da
escrivaninha. Beth pegou a mã o de sua irmã .

— Eu nã o vim exatamente sozinha. Dois amigos me


trouxeram.

— Evie? — Lily gostava de Evie, desenvolveram uma


amizade.
— Nã o, Razer e Sade. Você se lembra dos homens que
nos deu uma carona para casa quando fomos liberadas do
hospital?

— Por que os trouxe?

— Bem, eu estou meio que saindo com Razer. Eu


realmente gosto dele Lily e eu quero que você goste dele
també m. Eu juro que nã o vã o fazer nada para te deixar
desconfortá vel ou eu nã o teria deixado que eles viessem. —
Lily confiava na irmã , até mesmo o pensamento de estar
perto dos dois homens a deixou doente. Beth nunca pediu
nada em troca por cuidar dela. Se Beth queria que ela
conhecesse seus amigos, entã o era importante para ela
tentar.

— Entã o eu tenho certeza que vou gostar dele també m.


— Lily apertou a mã o de sua irmã em retorno.

— Bom.

Quando as mulheres caminharam para fora de mã os


dadas, Razer e Sade só podiam olhar. Ainda tã o
impressionados com as suas belezas quando as tinham visto
pela primeira vez juntas. Uma delas era tã o leve e dourada,
seu sorriso tã o brilhante como o sol. Sua natureza amorosa
era ó bvia quando ela segurava a mã o nervosa de sua irmã . A
outra, um enigma escuro, que só baixava a guarda quando
olhava para a irmã . Os estudantes que andavam pela rua
pararam, apreciando a beleza caminhar entre eles. As
estudantes, por outro lado olhavam com despeito.
— Aposto com você um pacote de seis que essas
cadelas odeiam suas entranhas. — Sade murmurou.

Sade deixou seu olhar vagar sobre os vá rios homens e


mulheres e todos eles logo se apressaram para continuar os
seus caminhos, inteligentes o suficiente para saber que eles
estavam fora de sua liga.

Beth sorriu para Razer e Sade.

— Lily, você se lembra do Razer e Sade.

— Olá .

— Eu disse a Lily que poderíamos ir almoçar. Talvez


um pouco de compras, se você s nã o se importarem.

— Sem problemas. Você s meninas subam nas motos.

Beth subiu na garupa da moto de Razer, mas começou


a descer quando percebeu que Lily nã o se moveu. A mã o de
Razer em sua coxa impediu que ela saísse.

— Fique aí.

— Venha aqui, Lily. — Sade ordenou.

O corpo de Lily endureceu e ela jogou um olhar


selvagem para a irmã . Antes que Beth falasse qualquer coisa
Sade jogou seu capacete adicional para ela.

— Suba na moto. Eu estou com fome, mexa essa


bunda doce ou eu vou colocá -la na moto eu mesmo.

Lily subiu na moto, colocando o capacete quando Sade


ligou a moto.
Eles arrancaram num rugido dos motores. O
restaurante era pequeno, com um ambiente familiar, ficaram
sentados e conversando até que a garçonete começou a jogar
para eles olhares de reprovaçã o.

Depois, eles pegaram uma pequena faixa da rua onde


as irmã s andaram em torno de braços dados olhando
vitrines, ocasionalmente, entrando nas pequenas lojas. Razer
e Sade sentaram em suas motos, mantendo os olhos nas
mulheres. Elas saíram de uma loja com vá rias sacolas rindo,
entã o quando viram os rapazes pararam.

— Qual é o problema — Perguntou Razer.

— Como é que vamos conseguir levar as sacolas para o


campus?

Razer e Sade dividiram as sacolas entre eles,


carregando as sacolas de roupa em seus alforjes. Uma sacola
caiu e uma variedade de calcinhas coloridas caíra no meio da
rua.

— Oh. — Lily imediatamente se abaixou, colocando as


roupas apressadamente de volta para dentro da bolsa. Um
par vermelho brilhante caiu nas botas de Sade; Antes que
Lilly pudesse pegá -la, ele tinha o material de seda em suas
mã os, deslizando-as na bolsa que ela tinha na mã o.

Vermelha igual à roupa íntima que ela tinha acabado


de comprar, Lily só podia lhe murmurar um — Obrigada.

— Sem problema. — A resposta de Sade foi


estrangulada.
Com as suas compras concluídas, eles voltaram para
as motos, retornando ao pequeno campus. Os homens
carregaram as sacolas e se despediram.

— Obrigado por trazer Beth. Adeus. — Beth caminhou


de volta para Lily até o seu quarto do dormitó rio, feliz de ver
a cor e a vida de volta em seus olhos.

— Eu vou aparecer no pró ximo sá bado para passar o


dia e noite com você . O que acha disso?

— É maravilhoso. Eu vou te ver, entã o. — Com abraços


e promessas de telefonemas, elas també m se despediram.
Beth ficou feliz que Lily ficaria bem até o pró ximo fim de
semana.

A viagem de volta foi relaxante quando começou a


escurecer. Beth nã o se preocupava com Razer guiando a
moto pelas estradas escuras, quase triste que o dia tivesse
chegado ao fim quando chegou ao bem iluminado clube.

A casa estava cheia novo, mas Beth e Razer estavam


cansados, e foram para o seu quarto. Sade desapareceu na
cozinha sem dizer uma palavra.

Tomaram banho juntos, Razer e Beth lavaram um ao


outro despreocupadamente antes de pegar toalhas.

Razer deitou nu na cama, observando quando ela


colocou uma camiseta e um novo fio dental roxo. Enquanto
escovava os cabelos, ele tinha um vislumbre de sua bunda
cada vez que levantava a mã o para mover a escova pelo
cabelo.
Quando ela foi se deitar na cama, Razer a deteve. —
Venha aqui gatinha. A noite nã o acabou.

— Razer, estou um pouco dolorida por ter montado sua


moto. Eu posso te chupar?

Razer balançou a cabeça. — Tive a sua boceta


pressionada contra mim o dia todo, Agora à noite eu quero
esta boceta. E você vai dar para mim. — A arrogâ ncia estava
derramando dele, mas ele a fez mais molhada com suas
palavras.

Beth rastejou em direçã o a ele, beijando os lá bios com


pequenas mordidas. As mã os de Razer engoliram os seus
seios, massageando-os até que ela tentou sair puxando-o
para trá s e entre as pernas. Seu corpo tinha se acostumado a
ter Razer vá rias vezes ao dia agora olhando para ele era uma
tortura. Ela só queria sentir o prazer de seu pê nis dentro
dela.

— Nã o gatinha, eu disse que ia montar. — Ainda


assim, quando Beth tentou ficar em cima dele, ele a parou e a
colocou de costas para ele, colocando um pé em cada lado de
seu quadril.

— Eu vou ver está boceta tirar tudo de mim. — Sua


mã o trouxe para baixo o seu pê nis. Beth começou a se mover
lentamente para cima e para baixo, deslizando em seu pau
mais e mais fundo dentro dela. Ela olhou para porta, que
tinha um espelho na parte de trá s, dando a Beth uma visã o
do que estava acontecendo na cama. A mã o em suas costas a
inclinava para frente, apoiando as mã os em seus joelhos, ela
continuou a subir e descer no seu grande pau. Impotente
vendo o espelho.

— Eu posso ver todo o creme da minha gatinha desta


forma. Essa bocetinha apertada se esticando com o meu pau.
— Seus dedos se encharcaram do creme que saia dela,
esfregando os polegares nele e levando para seu pequeno
botã o rosa.

— Você é virgem neste pequeno buraco doce aqui? —


Seu polegar foi a sua bunda. Assustada, Beth praticamente
empurrou seu pê nis para fora por causa do seu toque.

Um tapa duro em sua bunda fez seu medo se dissipar e


mais uma vez seu pê nis estava dentro dela.

— Gatinha má . Agora fique parada. — Seu polegar


circulou seu botã o rosa antes dele inserir o polegar que o
apertava tentando mantê -lo fora.

— Foda-me mais forte. — Razer ordenou. O corpo


trê mulo de Beth seguiu seu comando quando mais uma vez
encontrou um ritmo que estava lhe dando o maior prazer.
Gemidos minú sculos estavam escapando dela ao sentir o
polegar empurrando em sua bunda combinando com o ritmo
de seu pau. As mã os dela ameaçaram falhar, mas ela
conseguiu se manter na posiçã o que ele queria.

Outro polegar foi introduzido esticando o seu buraco,


choramingos de Beth aumentaram junto com uma pitada de
dor.

— Agora isso é muito bom gatinha. — Razer cantarolou


enquanto seu polegar começou um movimento de tesoura
apertando a sua bunda. Sua boceta estava apertando o seu
pê nis e seu quadril finalmente começou o impulso dirigindo
seu pê nis duro dentro dela.

Ela estava ligeiramente dolorida antes de começarem a


ter relaçõ es sexuais e com os movimentos de seu pê nis e os
polegares na bunda, a dor virou um estimulo, fazendo seu
corpo se mover para capturar a dor requintada que estava
tirando o fô lego devido a sua busca pelo orgasmo que ela
estava tã o desesperada querendo alcançar.

— Vai ter dificuldade para andar amanhã . Todo mundo


vai saber que eu fodi você duro e longo, hoje à noite. — As
estocadas duras de Razer a estavam deixando louca. — Você
está pronta para gozar?

— Sim. — Beth choramingou.

Razer empurrou seus polegares profundamente em sua


bunda e enfiou-se dentro da boceta dela com seu pau
batendo apenas no ponto certo para mandá -la voar. Suaves
gemidos estavam fugindo dela quando ele puxou os polegares
para fora, tirando o seu pê nis.

— Agora, é a minha vez. — Ele deslizou sobre ela a


deitando de barriga, ele levantou seu quadril deslizando um
travesseiro sob sua pé lvis. O pau deslizou e a penetrou
novamente, batendo nela até que as suas bolas estavam
batendo contra a sua bunda. Seus dedos agarraram os
lençó is da cama segurando como se estivesse agarrando a
sua preciosa vida. Suas mã os puxaram seu quadril para trá s
contra ele, certificando-se que o seu pê nis ia o mais profundo
possível.

Uma sé rie de golpes duros mais tarde o fez gozar com


uma Beth alcançando mais uma vez um orgasmo, desta vez
incapaz de impedir os gritos arrancados de sua garganta.

Razer se livrou do preservativo e gentilmente limpou


Beth. Ele a puxou para ele, deitados na cama desarrumada,
quente demais para suportar as cobertas em cima deles.
Suas pernas entrelaçadas, a mã o de Razer encontrou o seu
lugar de descanso em seu peito.

— Agora eu posso ver por que precisa de duas


mulheres para satisfazê -lo. — Disse Beth cansada. Razer nã o
corrigiu a desinformaçã o. À s vezes ele passava por trê s ou
quatro, dependendo de como energé tico ou incentivado ele
estivesse se sentido. Mas hoje à noite, ele estava
estranhamente contente e satisfeito com apenas Beth.

Nã o querendo pensar sobre isso muito de perto, ele


fechou os olhos e foi dormir, inconscientemente prendendo-a
com uma perna jogada por cima dela.
Capítulo 14
Beth acordou no meio da manhã lamentando que seria
incapaz de ir à igreja novamente no domingo. Era um há bito
que ela tinha, e a igreja era uma parte de sua vida. Razer
estava deitado de bruços, Beth estava tentada a acordá -lo,
mas ele iria trabalhar no turno da manhã na semana que
vem e ela queria que ele recuperasse o atraso em seu sono.

Ela tomou um banho rá pido, e se vestiu em calça jeans


cortadas e uma camiseta que tinha um gato brincando com
um novelo de lã . Sorrindo maliciosamente, ela pensou que
Razer poderia apreciar o humor. Fechando a porta atrá s dela,
ela desceu para a cozinha. A casa estava cheia com os
aromas de café e bacon. Seu estô mago roncou, ela nã o tinha
comido desde ontem com Lily.

Beth iria se certificar de guardar comida suficiente para


Razer, pois ele estaria com mais fome do que ela.

— Melhor maldita noite que já tive. — Natasha estava


dizendo a Jewell, — Ele era uma fodida de uma má quina.

Quando as mulheres viram Beth se aproximando, elas


mudaram de assunto, falando sobre os pratos que estava na
frente deles. Beth tentou nã o deixar isso incomodá -la. Ela
gostava tanto das meninas e tinha pensado que gostavam
dela també m. Beth sorriu para ambas.

— O que tem para o café ?


Beth caminhou até o balcã o servindo-se de um pouco
de café .

— Há alguns ovos e bacon. Evie fez alguns pã es


incríveis de canela. Eles estã o no forno.

Beth foi verificar e viu que tinha sido colocado lá para


ser mantido quente. Tirando um da assadeira, ela foi até o
balcã o e se sentou saboreando o café . O pã o de canela
derretia em sua boca. Lambendo os lá bios, a cobertura de
açú car derretia contra sua língua.

Braços quentes deslizaram ao redor de sua cintura,


uma mã o em seu cabelo a puxou até que a sua cabeça caiu
para trá s em no ombro dele. Lá bios se apertaram contra os
dela, lambendo a cobertura de açú car que haviam se
agarrado aos lá bios.

— Mmm... Delicioso.

Razer a largou e Beth sorriu quando ele foi para o fogã o


para colocar um enorme prato de comida. Colocando dois dos
enormes pã es de canela em seu prato.

— Você vai engordar do jeito que você come. — Beth


brincou.

Os dentes de Razer pegaram um pedaço crocante de


bacon. — Eu pretendo queimar calorias depois do café . — Ele
disse com uma piscadela.

— Nã o, eu tenho trabalho a fazer. Estou determinada a


finalmente pegar umas caixas que Sra. Langley organizou
para hoje. Quando você terminar de comer, você poderia
pegá -las para mim?

— Sim, eu vou fazer isso antes de ir correr. — Disse


Razer, mordendo um rolo de canela e lhe dando um beijo
molhado antes de sair da cozinha.

Evie chegou parecendo como o inferno, Memphis e


Bater vieram atrá s dela e nã o estavam muito melhor.

— Pã es de canela estã o ó timos, Evie.

— Eu os fiz antes de ir para a cama. — Quando Evie


tinha vontade de cozinhar algo, ela fazia isso,
independentemente do tempo. Ningué m sabia quando esse
humor atacava, mas todos eles se beneficiavam quando fazia.
Beth se levantou, agarrando outro antes que todos
desaparecessem, servindo-se de outra xícara de café .

— Vou lá em cima para trabalhar. Quero organizar os


papé is da Sra. Langley e entregá -los amanhã , quando uma de
nó s for a casa dela. Estarei de volta mais tarde, quando você
acordar e vamos dividir o cronograma. — Beth brincou com
Evie.

— Leve o seu tempo. — Disse Evie, batendo a mã o de


Memphis antes que ele roubasse os seus trê s pã es de canela.
— Malditas pessoas, isso deveria ser o suficiente para ter
algumas sobras até amanhã .

Sorrindo, Beth saiu da cozinha com os outros


discutindo de forma amigá vel. Precariamente abriu a porta do
quarto de Razer, tendo o cuidado para nã o derramar o café .

Colocando na mesa de cabeceira, ela foi para as caixas


e as colocou no meio do chã o. Abrindo a primeira caixa ela
trabalhou de forma constante, passando por anos de
registros financeiros que tinham sido armazenados. Ela ficou
surpresa que a Sra. Langley e o genro nã o tinham rasgado.
Ela nã o viu nada de qualquer importâ ncia.

Ela colocou tudo de volta escrevendo na caixa para ser


rasgado. Ela iria confirmar com a Sra. Langley antes de
executar essa tarefa.

Fazendo uma pausa, ela terminou seu café e o pã o de


canela agora frio, debatendo sobre uma pausa, mas ela
estava determinada a terminar a tarefa. Ela usou o banheiro
e sentou-se de pernas cruzadas no chã o mais uma vez. Beth
levou a segunda caixa em direçã o a ela, abrindo-a. Beth
olhou para os papé is, nã o tendo certeza sobre para que ela
estava olhando, em seguida, com um sentimento estranho,
ela esvaziou a caixa, meticulosamente organizando os papé is
até que ela pudesse entender o que tinha encontrado. Depois
de ver tudo, ela colocou com cuidado os papé is de volta na
caixa, fechando o conteú do.

Indo até a cabeceira de Razer, ela pegou o maço de


papé is que ela nã o tinha colocado na caixa e os escondeu
dentro de uma revista na gaveta. Ela tinha acabado de fechar
a gaveta, pegando o seu celular para chamar o xerife quando
ouviu a porta se abrir. Beth pensou que fosse Razer, mas nã o
ficou surpresa ao ver Sam que estava com uma arma
apontada diretamente para ela.

— Eu vejo que você nã o está surpresa em me ver.


— Eu nã o estou. — Beth segurava o celular na mã o.

— Coloque-o para baixo, Beth.

Beth podia dizer pelo olhar frio nos olhos da jovem, que
ela iria matá -la.

Ela colocou o celular na mesa de cabeceira.

— Sam, nã o faça isso. Você nã o está envolvida.

— Cala a boca. Pegue a caixa e vamos embora. — Beth


nã o discutiu pensando que as suas chances seriam melhores
fora do quarto fechado do que com ela dentro. Beth pegou o
caixa e saiu pela porta com Sam a seguindo perto dela.

— Todo mundo está no quintal passando o horá rio de


trabalho. Se você fizer um pio, eu vou atirar em você .

Beth desceu os degraus, tentada jogar a caixa nela. —


Nã o faça isso Beth, eu vou atirar em você , em seguida,
decolar antes que algué m chegue. Se nã o, entã o eu vou atirar
em quem vier.

Beth atravessou a porta, verdadeiramente assustada,


sem saber o que fazer. Sam dirigia um carro esporte branco,
ordenando-lhe para entrar. Mantendo a arma apontada para
ela, ela deu a volta para o outro lado do carro entrando. Sam
ligou o carro, dirigindo para fora do monte indo para a
cidade.

— Samantha, seu pai nã o vale a pena você ir para a


prisã o para o resto de sua vida. O clube vai descobrir isso.
Eles nã o sã o estú pidos, eles vã o saber que algué m da casa
me levou.
— Tenho cobertura. Ningué m vai saber que fui eu; E
nã o, eles nã o vã o descobrir merda nenhuma. Eles nã o sabem
quem matou o irmã o de Viper e precisou de uma cadela
estú pida como você para descobrir que o meu pai foi o
responsá vel.

— Por que os papé is estavam na caixa?

— Filho da puta estú pido escondeu lá . Ele tinha ido à


minha avó para destruí-lo, mas foi interrompido, entã o ele os
escondeu. Ele estava indo para destruí-los, mas percebi que
eles estavam seguros onde estavam nã o esperando que a
funcioná ria idiota fosse realmente levar as caixas. Se meu pai
nã o tivesse sido um bastardo tã o arrogante, ele teria
destruído os papé is. Idiota preguiçoso.

Sam dirigia pela cidade sem parar, indo em direçã o à


saída da cidade.

Beth nã o reconheceu a casa que elas estavam parando


enquanto viajavam por uma longa calçada de terra. Sam
estacionou o carro ao lado de uma BMW cara que já estava
estacionada. — Fique aqui até que eu volte.

Beth seguiu a ordem, terror começando a enchê -la. Ela


estava no meio do nada com ningué m sequer consciente da
sua ausê ncia.

— Pegue a caixa.

— Sam...

— Ande cadela, nã o me faça dizer de novo.

Beth saiu pela porta do carro que Sam tinha aberto,


andando em direçã o a casa. Sam ainda estava segurando a
arma em suas costas enquanto seguia. Ela lentamente subiu
o pequeno lance de escadas, abrindo a porta, enquanto fazia
malabarismos com a caixa.

O pai de Samantha estava esperando dentro da


pequena cozinha, sentado à mesa com uma arma sobre a
mesa diante dele.

— Você demorou. — Ele se virou para Sam, logo que


ela entrou pela porta.

— Eu tive que esperar até que fosse claro. — Explicou


Sam ele se levantou da mesa e pegou a caixa das mã os de
Beth. Colocando sobre a mesa, ele abriu a caixa tirando os
papé is em cima. Cavando mais fundo nã o encontrando o que
ele queria, ele começou a jogar os papé is ao acaso. Quando a
caixa estava vazia, ele com raiva jogou a caixa vazia em Beth.

— Sua idiota, nã o verificou se os documentos estavam


lá ?

— Eu nã o tive tempo. A caixa estava fechada quando


eu entrei no quarto. Como eu deveria saber que ela era
inteligente o suficiente para sumir com os papé is?

— Você verifica! — Vincent Bedford gritou para a filha.

— Eu posso voltar e pegar os papé is. — Sam se virou


para Beth e bateu no rosto dela.

— O que você fez com eles?

A mã o de Beth tocou seu rosto ardendo, recusando-se


a responder.
— Vou atirar no seu joelho. Eu vou atirar se eu tiver
que fazer, mas será mais rá pido e menos doloroso se você me
disser onde eles estã o.

— Eu os coloquei no armá rio. — Beth mentiu,


esperando que Razer fosse encontrá -la vasculhando o seu
armá rio e achasse suspeito.

— Ela está mentindo.

— Nã o merda. — Sam retrucou para o pai.


Furiosamente, ela bateu em Beth novamente dessa vez com a
arma na mã o. A dor surgiu em sua mandíbula, Beth caiu mal
conseguindo se agarrar na extremidade da mesa. Sua mã o
segurou o rosto, dessa vez Beth sentiu a umidade contra seus
dedos.

— Agora, onde estã o os papé is de merda? Esta é a


ú ltima vez que eu vou pedir antes de sair. Se eu procurar no
seu quarto e algué m vier eu vou atirar. Você quer ser
responsá vel que algué m seja ferido? — Beth tentou pensar
em uma melhor opçã o, mas ela nã o conseguia. Ela nã o
queria ningué m ferido, mas Sam estava determinada a
encontrar os papé is, ela obviamente, nã o teria pudores em
ferir algué m. Beth nã o queria pô r Razer em perigo, mas Viper
merecia saber o que aconteceu com seu irmã o, bem como os
outros membros do clube. A mã o á spera de Vincent Bedford
puxou o seu cabelo.

— Diga-me onde você colocou os papé is. Eu vou


colocar uma bala em seu cé rebro se você nã o disser. — Beth
sentiu o metal frio da arma que ele estava segurando
imprensada contra a sua cabeça.

— Eu os coloquei em uma caixa de sapato marrom no


armá rio. —Beth mentiu novamente. Era a ú nica escolha que
ela tinha. Eles estavam indo para matá -la de qualquer
maneira; Bedford nã o iria libertá -la e deixá -la testemunhar
contra ele e Sam por sequestro.

Desta vez foi Vincent Bedford, que bateu a arma em


sua cabeça. Beth desmaiou momentaneamente quando ele a
jogou no chã o da cozinha suja. Sua visã o estava embaçada
quando ela lutou para ficar consciente. Uma batida e gritos
passaram pela cabeça dela, mas ela nã o conseguia se
concentrar o suficiente para entender o que estava
acontecendo. A escuridã o estava crescendo, mas com um
ú ltimo esforço ela conseguiu virar a cabeça e ver Cash
prendendo Samantha, que estava lutando como uma gata
selvagem tentando se afastar dele. E Loker James e Beford
lutando, se isso realmente pudesse ser chamado de luta. Ele
tinha duas facas, uma em cada mã o. Ele estava cortando
Bedford em pedaços. O homem mais velho estava coberto de
sangue e foi tentando em vã o se defender, sem sucesso.

Beth sentiu o toque de Razer quando ele moveu o


cabelo de seu rosto. Ela nunca tinha visto esse olhar no rosto
de Razer. Ele tinha sido sempre fá cil ir ou bem humorado.
Este homem à sua frente era um assassino a sangue frio,
furioso por que ela tinha sido ferida.

Ela conseguiu ver que Loker agora estava brincando


com Bedford, correndo até ele pela porta dos fundos quando
ele se virou para fugir. Loker chutou as costas dele, forçando-
o a cair no chã o. O homem tentou rastejar para fugir do
agressor, mas Loker pisou em sua mã o, fazendo-o para de se
rastejar. O grito de agonia a fez estremecer em simpatia,
mesmo que o homem havia ameaçado matá -la.

— Loker, pare. — disse Beth fracamente.

Ele a ignorou, trazendo sua bota para trá s e Beth sabia


que ele estava prestes a plantá -la no rosto do homem
lamentando.

— Por favor, Loker pare. Eu tenho toda a prova que


você precisa para condená -lo, lá na sede do clube. — Desta
vez, ele parou e olhou para ela.

— Cubra-o, — Razer falou com algué m que ela nã o


podia ver.

Razer roçou o polegar contra sua bochecha. — Está


tudo certo querida, a ambulâ ncia está a caminho.

— Como você me achou?

— Loker estava vigiando Bedford quando viu Sam


entrar com você , ele nos chamou.

— Eu tive que fazer, ele ameaçou matar o meu bebê .


Ele nã o me deu escolha. — Sam se pendurou
lamentavelmente nos braços de Cash, toda a luta saiu dela.
— Ele pagou algué m para levar o meu bebê . Eu nem sei se o
meu bebê era um menino ou menina, ele pegou o bebê
enquanto eu estava inconsciente apó s o parto. Ele nã o vai me
dizer onde meu filho está ou com quem. — A sala inteira ficou
em silê ncio, escutando o coraçã o batendo de Sam. — Era o
filho de Gavin.

— Você está mentindo puta. — Loker gritou.

Os sons das sirenes se aproximando deu dor de cabeça


em Beth. Ela tentou mexer a cabeça e o movimento a fez ver
estrelas. A ú ltima coisa que ela se lembrava era da mã o de
Loker em torno da garganta de Sam.

— Razer. — Ela sussurrou quando a escuridã o


esmagou a dor.
Capítulo 15
O sinal sonoro de uma má quina a acordou. Virando a
cabeça, ela viu uma enfermeira mexendo em uma má quina.

— Finalmente acordou. Está vamos começando a ficar


preocupados com você . Vou chamar o mé dico para falar com
você . — Dando à sua mã o um tapinha impessoal, a
enfermeira nã o identificada saiu.

Beth olhou ao redor da pequena sala. Esperando que


ningué m tivesse ligado para Lily; Ela nã o queria preocupá -la.
A porta se abriu e um homem alto, de cabelo vermelho
brilhante entrou.

Seus olhos amigá veis acalmaram os nervos


desgastados de Beth. — Eu estou contente de ver que você
recuperou a consciê ncia. Como você está se sentindo?

— Confusa.

— Isso é normal. Você lembra o que aconteceu?

Beth começou a assentir, mas a dor aguda correndo


atravé s de seu crâ nio parou o movimento.

— Lembro-me da Sam me sequestrando e seu pai


ameaçando me matar.

— Eles quase conseguiram você teve uma concussã o


grave. Você ficou inconsciente por 12 horas.
— Será que algué m avisou a minha irmã ?

— Nã o, o xerife aceitou a responsabilidade. Se você


tivesse ficado inconsciente por muito mais tempo, entã o ele
teria. O xerife disse que você nã o iria querer preocupá -la.

Beth deu um suspiro de alívio. — Obrigada, a minha


irmã teria ficado aterrorizada, eu estou contente que você
tenha aceitado o conselho do xerife.

O doutor deu-lhe garantias de que ela iria se recuperar


rapidamente e ele lhe daria alta em quarenta e oito horas.

— Queremos manter um olhar rigoroso sobre você


para nos certificarmos que está tudo bem antes de liberá -la.

— Obrigada. — O mé dico saiu, dando instruçõ es a


enfermeira para deixá -lo saber se houvesse quaisquer
mudanças na dor. Sono a pegou, Beth entrava e saia do sono
durante todo o dia, apenas acordando com a chegada da
bandeja das refeiçõ es. Beth conseguiu comer uma pequena
quantidade. Esperando que isso fosse ajudar na sensaçã o de
mal estar em seu estô mago. Ela já estava voltando a dormir
quando a enfermeira voltou para pegar a bandeja.

No dia seguinte, Beth se sentiu muito mais lú cida, ela


estava mais forte, saiu da cama com ajuda, para tomar um
banho e lavar o cabelo. Ela estava limpa e vestida secando os
cabelos com uma toalha sentada na cadeira ao lado da janela
com vista para o estacionamento. Esperava que Razer ou Evie
fossem visitá -la, pelo menos para deixá -la saber o que tinha
acontecido depois que ela desmaiou, mas ningué m veio. No
final da tarde o xerife finalmente chegou a seu quarto.
— Olá xerife. — Beth cumprimentou-o quando ele nã o
a viu sentada na cama. Sua carranca preocupada
desapareceu e um sorriso aliviado substituiu.

— Entã o você já está andando?

— Pelo menos até esta cadeira, ainda fico um pouco


Tomta se me mover rá pido demais, mas estou ficando
melhor.

— Bom. — O xerife veio para ficar ao seu lado, olhando


pela janela.

— Quer me dizer o que aconteceu ontem? — Beth disse


a ele sobre o que encontrou nas caixas e terminou
informando o local onde tinha escondido os papé is
incriminadores. — Será que Razer encontrou os papeis?

— Sim. Ele os encontrou quando voltou para o quarto.


Sam disse a ele que você tinha encontrado e onde eles
estavam. Ela contou tudo o que sabia tentando se salvar.
Bedford continuava dizendo a ela para calar a boca.

— Ele ia me matar. Ele está na cadeia?

— Nã o, ele está no hospital també m. Em muito mau


estado, mas ele vai viver e ser julgado por assassinato e o seu
sequestro.

— Entã o é verdade que ele levou o bebê de Sam?

— Parece que sim. Temos que esperar as provas para


saber sem dú vidas.

— Pobre Samantha.

O xerife olhou para ela com espanto. — Pobre


Samantha, ela sequestrou você , deu coronhadas em sua
cabeça, e ia deixar o pai dela te matar e você sente pena dela?

— Sim, você protege a família. Sempre.

O xerife balançou a cabeça para a mulher sentada à


sua frente. Ele nunca havia encontrado uma pessoa como
ela. Sua alma estava mais cheia com a preocupaçã o pelos
outros do que por ela mesma. Ela sempre foi assim, até
mesmo quando era uma menina. Nã o havia ningué m, homem
ou mulher, que ele respeitasse mais do que ela.

— Pelo menos eu nã o preciso me preocupar com


algué m tentando me matar agora que o misté rio está
resolvido.

O xerife hesitou: — Sim, está tudo acabado. Você pode


voltar à sua vida normal.

Um pensamento atingiu-a, qual seria a explicaçã o de


Razer por nã o ter ido visitá -la.

— Será que Razer ficou em apuros por ferir o Sr.


Bedford? Ele só estava tentando me proteger... Foi realmente
Loker James que o bateu tã o forte.

O xerife levantou a mã o, parando sua explicaçã o. —


Eu nã o o prendi nem à James. A maneira que eu escrevi
isso foi em legítima defesa. Cash confirmou a sua histó ria.

— Oh... Bem, isso é um alívio. — Beth mordeu o lá bio.

— O mé dico disse que terá alta amanhã . Minha esposa


planeja passar por aqui e ajudá -la até se sentir melhor.

— Nã o, eu vou ficar bem...

— Você sabe que Rachel nã o vai aceitar um nã o como


resposta, entã o nã o adianta discutir. Eu trouxe seu carro
para você , está no estacionamento. — Pegando as chaves do
bolso, ele entregou a ela. — Rachel pediu para te dizer que ela
iria lhe dar paz por algumas horas antes dela chegar.

— Obrigada xerife, eu aprecio sua ajuda.

— Sempre Beth. — O xerife ficou até a enfermeira


entrar para pegar os seus sinais vitais, mas Beth mal prestou
atençã o à s questõ es da enfermeira. Ela tinha ficado
atordoada quando o xerife lhe entregou as chaves do seu
carro. Ela tinha deixado estacionado na casa do clube. Era
Razer que teria de lhe entregar as chaves. No entanto, ele nã o
tinha enviado nenhuma mensagem, nem Evie. Beth se
esforçou para nã o se magoar, mas nã o pode ajudar o
sentimento de ser ignorada pelas pessoas que ela tinha vindo
a se preocupar.
Capítulo 16
Beth foi liberada no dia seguinte depois que o mé dico
tinha feito um exame final. Sentindo-se muito melhor, Beth
assinou os papé is da alta. Uma vez fora, ela nã o teve
problemas para encontrar o seu carro e chegar a uma decisã o
que a levou para a casa do clube. Ela iria descobrir por que
ningué m tinha vindo para o hospital para ver como estava ou
mesmo fazer uma ligaçã o.

Todo o caminho até lá , Beth tentou desistir da sua


decisã o. Um pressentimento veio sobre ela, lembrando-a que
ela deveria ir para a sua pró pria casa, mas pela primeira vez
ela nã o ouviu a voz da razã o em sua cabeça que continuava
dizendo para lhes dar uns dois dias. Quando ela estacionou
na casa do clube, o quintal e varanda estavam preenchidos
com motos e nenhuma delas ela reconheceu. Enquanto
caminhava para a porta da frente, foram lançados a ela
muitos olhares curiosos, mas ningué m disse nada.
Caminhando até a casa viu imediatamente Razer e Bliss que
estava sentada em seu colo com um short preto de couro e
um colete preto completamente aberto expondo seus seios.
Razer estava jogando com seu mamilo. Em outro tempo Beth
teria se virado e fugido, incapaz de enfrentar a dor e o ciú me
que surgiria ao vê -lo com outra mulher. Evie estava sentada
no colo de Cash e foi a primeira a vê -la e ficou de boca aberta,
antes de uma cuidada expressã o fechada vir sobre o rosto.

Razer se virou para ver o que a tinha assustado e


també m viu Beth. Ele nã o removeu a sua mã o, mas o sorriso
que ele tinha desapareceu em um flash. Beth sentiu as
pernas a transportarem atravé s da sala

— Oi Razer, Evie. Eu pensei em parar e ver se todos


estavam bem. Eu esperei que você s viessem ao hospital para
me ver. A voz de Beth estava hesitante quando ela
deliberadamente manteve os olhos no rosto de Razer
enquanto as suas mã os acariciavam os seios de Bliss.

— Nã o precisava, o xerife nos disse que você estava


bem. — Razer deu um negligente encolher de ombros. —
Desde que descobrimos o responsá vel por roubar o dinheiro,
podemos abrir a fá brica. Os outros membros vieram de Ohio,
entã o temos estado ocupados comemorando.

— Eu vejo isso.

— Na verdade, estou feliz que você apareceu. — Evie se


levantou do colo de Cash e abriu o armá rio, arrastando a
mala de Beth e um grande saco de lona. Levando para Beth.
— Eu estava levando isso para a sua casa mais tarde hoje.
Uma vez que a fá brica vai abrir em tempo integral, eu nã o
preciso do trabalho extra. Minhas pastas e chaves estã o no
saco. Crash você poderia levar isso para o carro de Beth?
Crash se levantou da cadeira, pegando a mala e o saco saindo
da sala.

Seu olhar dizendo que ele estava feliz por escapar do


pró ximo confronto. Beth queria escapar com seu orgulho
també m, mas estava determinada a vê -lo até o amargo fim.

— Posso falar com você em particular por alguns


minutos? — Perguntou a Razer.

— Nã o há necessidade, nã o há nenhuma razã o para


fazer isso Beth. Eu deixei você dormir aqui enquanto você
estava em perigo, mas agora acabou. Nó s dois tivemos um
bom tempo, mas eu preciso do meu espaço de volta. Meio que
preciso do meu quarto. — Sua mã o caiu para mergulhar
entre as coxas de Bliss. Sua cabeça caiu em seu ombro, suas
coxas se espalharam mais amplas.

Beth fechou os olhos. — Por favor, Razer, eu posso... —


disse suplicante, olhos azuis olharam para ela sem emoçã o.

— Ouça puta, eu nã o sei quanto mais contundente eu


tenho que ser, mas aqui vai. Nó s nos divertimos, mas eu nã o
quero ou preciso de um companheiro de quarto permanente.
Eu gosto da variedade das minhas bocetas e eu posso ver a
maneira como você olha para mim, que você está ficando
muito presa a mim. Eu nã o quero anexos, o que eu quero
mais uma vez, é boceta. Eu ofereci um lugar para ficar que
era seguro enquanto você precisava disso, você nã o precisa
mais dele. O bandido está na cadeia, você está segura. Você
pode ir para casa e eu posso ter o meu quarto de volta.

Razer se levantou, segurando Bliss que envolveu as


pernas ao redor de sua cintura.

— Agora, se você vai nos desculpar, eu estou indo para


o meu quarto e ver se essa boceta é tã o apertada como a sua
quando explodi a sua cereja. — Com essas ú ltimas palavras
de corte, Razer deu-lhe as costas, levando uma Bliss
agarrada a ele para as escadas. Beth ficou por alguns
segundos depois que ouviu a porta se fechar. Forçando a
ná usea em sua garganta para baixo, e vá rias respiraçõ es
profundas posteriores; Ela colou um sorriso falso em seu
rosto e deixou a casa com todos na sala testemunhando a
sua humilhaçã o. Em seu carro, ela ficou ciente de vá rios
olhos a observando de dentro da casa, mas cuidadosamente
foi para casa. Beth nã o se lembrava de como chegou, apenas
percebeu o que estava fazendo quando se sentou no sofá . Ela
nã o sabia quanto tempo ficou lá antes de uma batida a trazer
de volta a consciê ncia. Automaticamente, ela abriu a porta
para encontrar a esposa do xerife.

— Beth, você está horrível. Eu nã o posso acreditar que


eles te liberaram tã o cedo. Se eu tivesse percebido que você
parecia tã o ruim, eu teria vindo aqui imediatamente.

— Estou bem. Eu fui em uma missã o antes de vir para


casa. Eu só exagerei; Assim que eu descansar um pouco eu
vou ficar boa de novo.

O olhar afiado da mulher a estudou por vá rios


segundos antes de levá -la para o quarto, ajudando-a a tomar
banho, e, em seguida, colocando-a na cama como uma
criança.

Puxando as cobertas sobre ela, se inclinou e roçou um


pequeno beijo no rosto machucado de Beth.

— Nã o se preocupe querida, tudo sempre fica melhor


no dia seguinte. — Rachel se virou e apagou as luzes
lembrando-a apenas para chamar se precisasse de alguma
coisa. Ela ficaria hospedada a noite no quarto de Lily. Beth
queria discutir com ela, mas a exaustã o e má goa a detiveram.
Ela estava cansada demais para discutir.
Capítulo 17
Rachel estava errada, tudo nã o ficou melhor no dia
seguinte. Beth se arrastou para sair da cama cedo
determinada a voltar ao trabalho. Seus clientes dependiam
dela e ela nã o iria deixá -los na mã o.

A esposa do xerife discutiu com ela sobre voltar a


trabalhar tã o cedo, mas Beth foi firme em sua insistê ncia de
que era o melhor. Finalmente a mulher de bom coraçã o a
deixou em paz, dizendo que iria ligar para ela naquela noite.

Beth fez suas rondas com os clientes. Foi difícil desde


que Evie havia saído. Conseguiu atender a todos os pacientes
e estava literalmente tremendo quando, em casa, entrou em
colapso no sofá . Enrolada em uma bola, ela agarrou o
telefone, ligando para Rachel para lhe dizer que estava indo
para a cama e nã o precisaria de sua ajuda essa noite. Ao
ouvir a dor na voz da mulher, Beth quase desistiu, mas
endureceu e disse boa noite. Beth adormeceu corrigindo as
vá rias horas que esteve acordada, ela mesma fez uma sopa e
comeu sem apetite, sabendo que tinha que comer para
manter as forças. Os ú ltimos dois dias da semana foram
iguais. Beth trabalhou duro e comeu o que ela poderia forçar
para baixo em sua garganta, o tempo todo consciente que o
seu coraçã o estava quebrado. Imaginar Razer com as
diferentes mulheres na sede do clube era como exibir um
filme em sua mente. A imagem de Razer acariciando Bliss
ficou gravada em sua memó ria e a atormentava
constantemente.

No sá bado, ela foi ver Lily. A irmã dela deu uma olhada
em seu rosto machucado e os olhos com o coraçã o partido e
estendeu os braços abertos. Beth e Lily deitaram na cama
pequena quando ela foi finalmente capaz de deixar ir,
chorando sua misé ria no ombro de sua irmã . Lily deitou ao
lado dela, acariciando suas costas, murmurando perguntas,
dando-lhe amor incondicional para acalmar seu ego
quebrado.

— Eu o odeio. — Beth soluçou.

— Eu també m. — Lily sussurrou seu acordo.

— Eu sinto falta dele tanto. Eu nã o acho que eu possa


fazer isso Lily. Talvez se eu falar com ele?

— Você acha que isso faria diferença?

— Nã o.

— Entã o, isso responde a sua pergunta.

— Eu o amo Lily.

— Eu sei, mas você nã o pode tê -lo. Você tem que deixá -


lo ir.

— Eu nã o sei se eu posso. — Beth admitiu,


envergonhada por ser tã o fraca.

Entã o, vamos lá . — Lily se levantou. — Podemos sair


agora e estar lá em duas horas. — Beth també m se levantou,
pegou suas chaves e bolsa. Ela realmente foi até a porta
antes de parar. Sua testa tocou a porta quando ela começou
a chorar de novo; Ela nã o resistiu quando Lily a levou de
volta para a cama.

— Acabou.

— Sim Beth, o que quer que você tenha compartilhado


com Razer acabou. — Com essas palavras, Beth aceitou o que
ela sabia desde a primeira vez que ela tinha visto Razer na
frente da delegacia de polícia com a sua moto, que, dada meia
chance ele iria quebrar o seu coraçã o.
Capítulo 18
A festa estava morrendo e os que nã o tinham tido a
sorte de encontrar uma cama para a noite estavam
espalhados em qualquer mobiliá rio disponível capaz de
manter o seu peso. Vá rios tinham se prevenido, trazendo um
saco de dormir e encontrado um pedaço aberto de chã o para
dormir.

Lentamente, metodicamente, ele desceu os degraus,


cuidadoso, para nã o fazer um som. Ele nã o queria acordar
ningué m. Ele havia planejado tudo com detalhes,
determinado que nenhum membro bê bado iria estragar seus
planos no ú ltimo minuto. Com o polegar sobre o deTomador,
ele se dirigiu para a porta. A sú bita explosã o de luz vinda
sobre ele o cegou por um segundo. Assustado, ele se virou
para ver Viper, Razer, e Cash em pé ao lado da porta.

— Ei, cara, você está indo para acordar todos. Abaixe


as luzes.

— Todo mundo já está acordado, o que você está


fazendo acordado? A ú ltima vez que vi você estava no andar
de cima com a Evie.

Memphis deu de ombros. — Ela está dormindo. Pensei


em dar um passeio.

— Parece bom, podemos nos juntar a você ? — Viper


perguntou.

— Estou querendo algum tempo sozinho. — Memphis


começou a se mover, mas os trê s homens bloquearam seu
caminho.

— Nã o concordamos. — Memphis se virou para sair


pela porta dos fundos, mas encontrou seu caminho
bloqueado pelos membros que ele pensou que estavam
dormindo. Em menor nú mero, ele tentou seu descaramento
final.

— O que foi Viper, desde quando eu dar um passeio se


tornou negó cios clube?

— Torna-se o nosso negó cio quando você está


pensando em nos explodir em pedacinhos em seu passeio
solitá rio.

— Eu nã o sei o que diabos você está falando.

— Reviste ele Razer. — Viper ordenou. Razer deu um


passo adiante. Memphis tentou parar ele. Ele tentou se forçar
atravé s dos homens que bloqueavam a porta, mas encontrou-
se com o rosto empurrado contra a parede e os braços presos
por trá s das costas. Quando ele tentou lutar para ficar livre,
Viper bateu o seu rosto na parede usando o seu cabelo.

— Fique porra quieto. — Memphis sentiu as mã os dele


passando pelos bolsos.

— Bem, olha o que eu encontrei. — Cash puxou o


deTomador do bolso, levantando para que todos os membros
pudessem vê -lo. Razer o tirou da parede, jogando-o para o
outro lado da sala. Knox’s segurou-o, atirando-o para baixo
no sofá .

— Levou trê s malditos anos de minha vida para


descobrir quem traiu meu irmã o. Seu pedaço de merda o
matou por cinquenta mil. Eu teria dado a você a porra do
dinheiro se você tivesse pedido, seu filho da puta.

Memphis sabia que ele era um homem morto sabia que


mentir apenas tornaria mais doloroso.

— Eu teria feito de graça. — Memphis deu de ombros.


Viper investiu contra ele, mas Razer e Cash o seguraram.

— Ele está apenas tentando te chatear assim você vai


matá -lo mais rá pido. Descubra as suas respostas em
primeiro lugar. — Razer falou.

— Em primeiro lugar responda a minha pergunta,


entã o eu vou responder a sua. Como você finalmente
descobriu?

— Sam, pediu proteçã o e nem um tempo na prisã o, ela


nos disse que seu pai te pagou para matar meu irmã o.

— Ela nã o sabia. Bedford jurou que nã o iria dizer. Ele


estava com medo o suficiente de mim para manter a boca
fechada.

— Sam seguiu o pai uma vez para uma das suas


reuniõ es. Ela reconheceu você quando ela começou a ficar na
casa.

— Maldita prostituta.

— Eu respondi a sua pergunta, agora responda a


nossa.

— Eu matei Gavin porque ele era um pé no saco. Eu


estava traficando drogas ele ia lhe contar na pró xima reuniã o.
Eu estaria fora. Eu nã o poderia perder. Eu tive um plano e
estava indo para cumpri-lo, nã o importa o que acontecesse e
ele sendo morto iria distrair a todos. Transferi um monte de
patentes para o meu nome, com o dinheiro que consegui
antes e da apó lice de seguro de todos você s, eu teria sido um
homem rico.

As apó lices de seguro tinham sido feitas pelos oito


amigos quando tinham começado seus negó cios de
sobrevivê ncia. Dessa forma, se algué m fosse morto, o negó cio
nã o seria afetado. O seguro foi feito para o grupo sobreviver.
A bomba que ele tinha plantado e planejava deTomar teria
matado um grande nú mero deles, especialmente aqueles que
possuíam os pedaços maiores do estoque.

— O que você fez com o corpo do meu irmã o? — Viper


se preparou para a resposta de Memphis.

— Eu enterrei atrá s da sede do clube Road Demons. —


Quando Viper bateu em Memphis, ningué m tentou impedi-lo.
Memphis ainda estava vivo quando Viper puxou de volta com
um soco final na sua mandíbula. Memphis estava deitado no
chã o gemendo enrolado em uma bola.

— Amanhã vou pedir um encontro com o Road Demons


para tentar obter o corpo de Gavin de volta. Se nã o estiver
lá …

— Eu estou falando a verdade. O que você vai fazer


comigo?

— Mantê -lo vivo por tempo suficiente para trazer Gavin


para casa. Depois o clube vai lidar com você , um por um.

Memphis esperava uma morte rá pida, mas Viper tinha


tirado a esperança com as suas palavras. Cada um dos
membros originais estaria num círculo com ele em pé no
meio, os membros iriam, cada um lhes dar um golpe mortal.
Isso nã o importa ele estaria morto apó s o primeiro a ser
escolhido começar. Neste caso, porque era o irmã o, Viper
seria autorizado ao primeiro ataque.

Apó s cada um ter a sua vez, ele iria ser descartado


como ele havia descartado Gavin. A ú nica diferença era que
Gavin estaria voltando para casa para um enterro adequado.

— Nó s vamos mostrar-lhe a mesma misericó rdia que


você mostrou ao meu irmã o.

A promessa de Viper foi mortalmente precisa.


Capítulo 19
Beth saiu do restaurante, seus saltos clicando no
pavimento. Pastor Dean pediu para conversar. Tinha sido
difícil sentar no restaurante, pois trazia de volta lembranças
dos encontros que tinham compartilhado pensando o que
poderia ter acontecido se ela nã o tivesse sido tã o atraída por
Razer desde o momento em que o viu. Felizmente, Beth
percebeu que um relacionamento com Dean nunca teria
funcionado. A química sexual que ela havia compartilhado
com Razer estava ausente com Dean. O encontro nã o durou
muito tempo. Ele estava descontente com o jeito que ela
estava parecendo. Beth tinha que admitir, ela perdeu um
pouco de peso desde que Razer tinha terminado com ela. A
palidez de seu rosto e cabelo sem brilho deu-lhe uma
aparê ncia doente. Beth tinha garantido que ela estava bem,
mas ela podia ver a descrença em seus olhos.

— Obrigada por sua preocupaçã o, mas eu estou bem.


— Beth colocou a mã o em cima da sua. — Nã o é todos os
dias que uma garota é sequestrada e leva coronhadas na
cabeça. — Ela deu um auto- depreciativo sorriso. — Talvez eu
devesse ter aceitado aquela viagem a Las Vegas. — Beth
havia devolvido o presente, nã o querendo ir sozinha. Ela nã o
tinha ningué m que pudesse suportar passar um tempo agora
que Lily estava ocupada com a faculdade.
— Eu poderia programá -lo para você .

— Nã o, obrigada, eu nã o tenho ningué m para cobrir


meus pacientes agora. Talvez no verã o, quando Lily estiver de
fé rias. Eu tenho algumas entrevistas na pró xima semana
para contratar algué m para substituir Evie. — Dean viu o
brilho de dor que Beth foi incapaz de esconder. Sem perceber,
começaram a discutir negó cios da igreja, oferecendo para
organizar um bazar para um membro que sofreu um incê ndio
e teve os seus pertences destruídos. Dean se inclinou para
trá s em sua cadeira olhando para ela escolher sua comida
enquanto falava, percebendo a mensagem que os membros
da Last Riders nã o estavam em discussã o.

Beth deixou Dean sentado com dois membros da igreja


que haviam parado em sua mesa para oferecerem seus
serviços. Com um sorriso, Beth escapou usando a desculpa
de um dia de trabalho antes de sair das garras de Dean. Lá
fora, estava ficando escuro quando ouviu os motores
barulhentos das motos. Beth nã o hesitou em seus passos
pelo estacionamento, nem virou a cabeça para ver os
motoqueiros que passavam.

Ela nã o prestou atençã o ao som crescente dos motores


se aproximando e foi só quando ela quase se bateu na moto
de Razer que ela levantou a cabeça. Outra moto parou atrá s
dela prendendo-a entre as duas motos. Sade e Evie cada um
lhe deu um aceno de cabeça quando os motores de Razer e
Sade foram desligados. O sú bito silê ncio foi um alívio.

— Beth.
— Razer.

— Como você tem estado?

— Bem. — Beth nã o iria perguntar como ele estava, ela


nã o se importava. Pelo menos foi o que ela disse a si mesma.

— Você nã o parece tã o bem.

Beth deu de ombros. — As aparê ncias podem enganar.


— Razer assentiu. Beth olhou para o carro dela pelas costas
de Razer para nã o olhar para ele. Razer pigarreou, chamando
sua atençã o para ele. Beth olhou para seus ó culos
espelhados para evitar olhar para ele em sua moto. Seu
cabelo estava um pouco maior desde a ú ltima vez que o viu.
Vestindo calças de couro e uma camiseta preta com uma
jaqueta de couro, ela queria pular na garupa de sua moto e
esquecer tudo o que tinha acontecido. Um sorriso irô nico
tocou seus lá bios em imaginar a reaçã o horrorizada de Razer
se o fizesse.

— Sim, elas podem e é por isso que eu quero falar com


você . Podemos ir para algum lugar para conversar? Eu
gostaria de explicar algumas coisas para você .

— Nenhuma explicaçã o é necessá ria, você fez a sua


mensagem com clareza a ú ltima vez que te vi.

Beth deu um passo tentando chegar ao seu carro.

— Beth deixe-o explicar. Eu quero explicar o quanto


estou triste pela forma como as coisas aconteceram. Se você
quisesse ouvir...

Beth parou e virou encontrando os olhos de Evie. Evie


se encolheu com a dor que Beth nã o tentou esconder.

— Eu nã o preciso de explicaçõ es, Evie. Eu te dei o


emprego até que a fá brica fosse aberta. Nã o é sua culpa que
eu interpretei mal e pensei que é ramos amigas.

— Nó s é ramos amigas... Nã o somos amigas. Beth me


escute...

Com um sorriso triste, Beth sacudiu a cabeça.

— Nã o Evie, você nã o é minha amiga. Você me deixou


naquele hospital para acordar sozinha, sem saber o que tinha
acontecido e assustada. Eu ficava pensando que você iria me
levar algumas revistas ou algumas coisas que eu pudesse ter
usado. Você nunca o fez. Entã o, quando eu fui para o clube e
fui humilhada na frente de todos, por um homem que eu me
importava, o que a minha amiga fez por mim? Nada, ela me
ignorou e me cortou no momento em que eu mais precisava
dela. Será que a minha amiga passou por aqui e veio me ver
para me deixar chorar em seu ombro? Nã o, você nã o fez. Uma
amiga teria ficado lá pra mim. Eu teria ficado lá por você .

Beth terminou com uma voz suave. Evie parecia


chocada quando Beth terminou. Mais uma vez Beth deu um
passo, determinada desta vez a sair.

— Beth, espere eu posso explicar. — A mã o de Razer


pegou o braço dela, impedindo-a de sair. Beth respirou fundo
e deixou Razer ter sua peça també m.

— Razer, as explicaçõ es nã o sã o necessá rias pela


simples razã o que nã o vai fazer diferença em como me sinto
sobre você . Você estava errado naquela noite em sua casa. Eu
nã o estava começando a me ligar em você , eu tinha me
apaixonado por você . Eu sabia que você nã o sentia o mesmo
e eu deixei que isso acontecesse de qualquer maneira. Eu tive
algumas semanas ruins desde entã o, mas estou te
esquecendo. Se as explicaçõ es que você quer me dar
terminarem com você querendo ser amigo, isso nã o vai
funcionar para mim. Seria muito doloroso vê -lo com outras
mulheres e nã o tocá -lo.

Quando Razer iria falar, Beth levantou a mã o para detê -


lo. — Deixe-me terminar. Por outro lado, se você está
esperando que estas explicaçõ es nos junte novamente, isso
nã o é uma opçã o, você é incapaz de me dar o relacionamento
que eu preciso para ser feliz, que envolve confiança,
fidelidade e amor. Porque mesmo que você jurasse fazer
todos os trê s, eu nunca mais iria acreditar em você .

Desta vez, quando Beth deu um passo adiante, a mã o


de Razer caiu do braço dela. Ambas as motos ficaram imó veis
quando Beth manobrou cuidadosamente seu SUV ao redor
delas, indo para a estrada sem olhar para trá s.

— Estamos fodidos. — A cabeça de Evie caiu nas


costas de Sade.

— Mais como caiu e queimou. — Disse Dean, saindo de


trá s de uma van estacionada.

— Afaste-se Dean. Você nã o tem alguma espionagem


empresarial.

— Eu tenho todo o direito, eu entreguei-lhe a garota em


uma bandeja de prata e o que você fez? Você ferrou-a, entã o
agora nã o só eu nã o a tenho, mas você també m nã o a tem, e
está parecendo que você nunca terá . — Dean
impiedosamente jogou as palavras de Beth de volta na cara
de Razer.

— Ela virá por aí, ela vai me perdoar. A garota é


incapaz de guardar rancor.

— Será que você mesmo fez uma tentativa em conhecê -


la? — Perguntou Dean em descrença.

— O que isso significa?

— Isso significa que ela nã o vai perdoá -lo. Você a


machucou muito, ela nã o vai se colocar nessa posiçã o
vulnerá vel novamente, com qualquer um de você s. — A
simpatia na voz de Dean fez Razer sentir medo pela primeira
vez. Ele pensou que Beth iria entender uma vez que ele
explicasse. Ele nunca duvidou uma ú nica vez que ela nã o
fosse entender as coisas que aconteceram e que ela iria
retomar de onde pararam. Agora pelo olhar de Dean, ele
sentiu que havia superestimado a capacidade de Beth para
perdoar, se nã o esquecer.

— Venha comigo. — Dean saiu do estacionamento,


caminhando em direçã o à igreja do outro lado da rua.

— Você s dois vã o para o clube. — Sade assentiu com


a cabeça e saiu com Evie à s suas costas.

Razer andava de moto em frente ao estacionamento do


hotel, antes de ir para dentro da igreja para encontrar Dean
que estava esperando em seu escritó rio. Havia um armá rio e
ele estava pegando uma chave para destravá -lo quando Razer
entrou.

Razer viu quando ele pegou uma caixa de tamanho


mé dio e lhe entregou. — Vá para casa e assista uns dois
desses. Quando você terminar, destrua. Eu perdi o conteú do
do meu estô mago assistindo uns dois deles, mas eu acho que
você precisa ver o que você está lutando contra.

— Por que você está me ajudando? Você já pagou seu


favor.

— Isto nã o é sobre você Razer. Isso é sobre um pastor


fazendo o que é melhor para um membro da sua congregaçã o
que ele colocou em perigo. — Razer recebeu as palavras como
um soco no estô mago. Dean sentiu como se ele tivesse
machucado Beth dando a Razer uma chance com ela.

Razer saiu sem uma palavra. Ele prendeu a caixa


pesada na parte traseira de sua moto e foi para o clube. Uma
vez lá , com a caixa em suas mã os, ele procurou uma sala
privada com uma televisã o.

Nã o encontrando nada, ele acabou na sala principal e a


encontrando vazia, ligou a fita que Dean tinha lhe dado.
Abrindo a caixa, Razer encontrou as fitas ordenadamente
datadas e o título do sermã o que o pai da Beth havia gravado.

Razer começou pela data mais pró xima.

Colocando para rodar Razer se sentou no sofá e


assistia quando o filme distorcido veio à vida. Um homem
magro e alto com ó culos de arame moldado dava um sermã o
atrá s do pú lpito. Foi uma coisa de encolher as bolas de um
homem adulto. Com inferno e condenaçã o como ameaças, ele
deu um sermã o que teria colocado o temor de Deus em um
homem adulto, muito menos a pequena menina sentada no
banco da frente junto com uma mulher rigidamente sentada
que assentia com a cabeça em concordâ ncia com cada frase
que saia da boca do pregador. Razer reconheceu Beth,
imediatamente um sorriso tocou seus lá bios ao vê -la sentada
tã o tranquila e ouvindo todo o sermã o. Nã o que Razer
escutava os sermõ es, ele rapidamente passava atravé s de
muitos e quando estava prestes a parar um movimento do pai
de Beth chamou sua atençã o e ele pressionou o filme mais
uma vez. O pai de Beth fez um gesto para ficar em frente da
grande congregaçã o.

— Agora chegamos à parte do serviço onde eu dou a


todos uma chance de se arrepender de seus pecados e ter sua
puniçã o para que assim seja lavado por seus pecados. Minha
filha vai começar. Beth?

Beth olhou para frente enquanto ela estava em pé


diante da congregaçã o. Razer apertou os olhos, era o mesmo
olhar que ela lhe tinha dado mais cedo naquela noite.

— Eu estou pedindo perdã o do meu Senhor, para


perdoar meu atraso para jantar duas vezes esta semana.
Minha mã e trabalha duro para fazer a refeiçã o e meu pai
trabalha duro para fornecê -la. Eu deveria ser mais sensível,
mostrando o meu respeito estando na hora.

— Beth, você se arrepende de seus pecados?

— Sim, Pastor Saulo.

— Entã o se ajoelhe e leve a sua puniçã o.


Beth ficou de joelhos. Seu pai estava atrá s dela
carregando um cinto de couro.

— Arrependei-vos. — Ele gritou e bateu na menina nas


costas. Os membros da igreja gritaram de volta. —
Arrependei-vos.

Mais trê s vezes o couro encontrou as suas costas antes


que o pai dela permitisse retomar seu assento. Razer nã o
tinha conhecimento que Sade e Evie entraram na sala e estavam
de pé atrá s do sofá assistindo. Desajeitado, Razer removeu a fita
e colocou a pró xima. Razer observou as pró ximas seis fitas,
cada uma com Beth sendo castigada por pouco ou nenhum
motivo. Razer notou que nenhum dos outros membros da
congregaçã o se ofereceu para se arrependerem de seus pecados,
mas cada um sentou negligentemente enquanto Beth levou
surra apó s surra. A sala começou a encher quando membro
apó s membro veio para o jantar e ele se tornou absorto nas
fitas. Cash ficou trê mulo atrá s do sofá quando uma fita em
particular começou. Ele se lembrava bem. Na verdade, ele ainda
tinha pesadelos por causa disso. Ele havia feito dois passeios
com os selos e nenhuma visã o que ele presenciou o tinha afetado
tanto quanto a fita trazendo de volta à vida a sua memoria.

Nã o era uma reuniã o regular da igreja, em vez disso,


parecia que eles estavam em uma igreja menor e os
paroquianos estavam ao redor cantando. Razer nã o sabia o
que eles estavam fazendo ou dizendo.

Eles estavam dançando no lugar e cantando em uma


língua que ele nunca tinha ouvido falar antes. Um grande
homem barbudo foi atrá s do pó dio e tirou uma cobra. Beth
estava entrando lentamente atrá s de seus pais que a
empurraram para frente quando a serpente foi tirada para
fora.

Beth nã o falou, mas continuou em movimento,


estendendo os braços frá geis. A cobra deslizou até seu
antebraço, pá lida e assustada, obviamente, ela nã o poderia
ter nove anos. Um olhar de dor e um gemido escapou dela
quando a cobra recuou e a golpeou no braço. — Louve a
Deus. — O homem arrancou os dentes da cobra do braço
dela, ela caiu no chã o chorando quando os paroquianos
circularam em torno da criança choramingando. De repente,
a fita terminou como se a má quina de gravaçã o tivesse caído
no chã o.

— Eu me lembro desse dia. Eu tentei chegar até ela e


bati na câ mera gravando.

— Que diabos foi isso? — Disse Jewell em estado de


choque.

— Cobra de manipulaçã o. Seu bastardo de um pai nos


levava para as montanhas uma vez por ano para uma igreja
irmã . Todos os anos eu assisti a mesma cena. Beth nã o te
contou quando você viu as cicatrizes em seus braços?

— Nã o. — A repugnâ ncia estava comendo Razer por


que ele nã o tinha tentado conhecê -la.

— Será que eles a levaram ao hospital? Por que


ningué m chamava o serviço social? — Bliss questionava.
— Nã o eles nunca a levaram para o hospital. A prova
da fé é quando ela nã o morre. Assim, nã o há nenhum
tratamento mé dico, ningué m denunciou ao serviço social, e o
xerife na é poca era um membro da congregaçã o. A
congregaçã o orou por ela toda a noite. Seu pequeno corpo
sacudiu com dor até a manhã seguinte. Essa foi a ú ltima vez
que eu orei.

— No ano seguinte, Isso nã o aconteceu novamente nã o


é ? — Viper perguntou.

— Até onde eu sei, pelo o que a minha avó me disse,


sim. Por algumas vezes ela tinha ficado por um triz, mas
sobreviveu. Os membros tomaram isso como um sinal de sua
fé , mas eu diria que era mais prová vel que ela construiu
imunidade ao veneno. Eu nã o sei, deixei a cidade no dia
seguinte e me alistei na Marinha. Nunca mais voltei a essa
igreja.

Razer foi para a pró xima caixa e pegou uma fita de dois
anos mais tarde. Beth teria de cerca de onze anos, ele
pensou. Foi mais do mesmo, exceto que os castigos se
tornaram piores. Razer notou um desvio, ela implorou o
perdã o de Deus, nunca enfrentou o pai nã o importa quantas
vezes a golpeasse com couro nas costas.

A pró xima fita teve a primeira apariçã o de Lily. A


pequena criança abaixo do peso foi mostrada por eles
explicando a caridade que tinham feito ao dar a uma criança
em desespero o lar que ela precisava. Nenhuma mençã o foi
feita de onde ela veio. Vá rias fitas foram passando antes de o
ministro ordenar a Lily para ir para frente para receber a
puniçã o. Quando ela estava indo Beth se adiantou, puxou-a
de volta, explicando que era culpa dela que Lily tinha
cometido o que eles consideravam pecado. O pastor frustrado
em seu desejo por novas vítimas ficou com a expressã o em
branco enfrentando Beth. Isto continuou até uma fita de
quando o pastor exigiu que Lily fosse para frente e quando
Beth foi se adiantar, foi negada.

— Você vai sentar-se Beth, Lily vai receber o castigo


por deixar você influenciá -la e depois vou puni-la por sua
parte. É tempo que Lily deve aprender a nã o deixar você
forçá -la a sair do caminho da justiça.

A parte estranha era que Lily nã o parecia assustada.


Um olhar de paz veio e ela, juntou as mã os na frente dela.
Seu cabelo preto de seda caindo quando ela se arrependia
com uma voz forte. Quando o couro a atingiu, ela nã o vacilou
ou se moveu, a sua voz calma da mesma forma de antes.

— Eu vou vomitar. — Natasha advertiu.

Sade andou em direçã o a TV e puxou a fita do vídeo


cassete, jogando-a na televisã o, estourando-a com faíscas
voando e nenhum membro o repreendeu.

— Será que essa merda continuou até que o bastardo


foi morto? — Perguntou Razer para Cash.

— Nã o, até quando o novo xerife estava na cidade, foi o


que a minha avó me escreveu, ele tinha ouvido falar o que
estava acontecendo, mas ningué m pode confirmar. Beth e
Lily foram educadas em casa, entã o ele nã o poderia obter as
meninas sozinhas para falar com elas. No dia seguinte, Beth
desapareceu durante uma tarde. Os pais procuraram por ela
e a encontraram no restaurante em frente ao xerife, sentados
comendo um sundae. A minha vô escreveu que ela ficou com
medo que Beth fosse castigada no domingo seguinte, mas o
novo xerife apareceu antes do sermã o e teve uma conversa
com o pastor Saulo. Depois o xerife estava lá na igreja a cada
reuniã o, faça chuva ou faça sol. As meninas entraram na
escola no pró ximo ano letivo també m.

— O xerife provavelmente ameaçou-os com serviços


sociais. — Bliss adivinhou.

Cash deu um sorriso maligno. — Aposto que ele


ameaçou matá -lo se ele as tocasse mais uma vez.

— Ela nã o vai me perdoar nã o depois do que eu fiz. Eu


a humilhei na frente de todos, assim como ele fez. Ela estava
machucada e eu a ignorei, assim como aquelas pessoas
estavam ao redor e nã o fizeram absolutamente nada. — Suas
mã os se apertaram em punhos. — Ela me pediu para falar
com ela em particular... — Razer nã o poderia continuar.
Soluços sufocados das mulheres podiam ser ouvidos no
silê ncio da sala. Os homens se moveram para ficar com o seu
irmã o, que ficou olhando cegamente para uma televisã o
quebrada, sem nenhuma esperança em seu coraçã o que ele
fosse ficar com a garota e fizeram o que eles sempre faziam,
apoiaram o seu irmã o a elaborar um plano de açã o. Porque
esta missã o seria um resgate longo e cansativo.
Capítulo 20
A semana acabou se tornando um pesadelo para Beth.
Seus clientes pareciam estar anormalmente exigentes e no
fim de semana ela estava desgastada. Enquanto dirigia para
casa, se recusou a se deixar pensar em Razer e a habitual
sexta-feira em sua casa. Quando chegou em casa, tomou
banho, mas estava impaciente, nã o conseguindo sossegar.
Determinada a obter Razer e suas atividades fora da sua
mente, ela mandou uma mensagem as garotas que conheceu
no posto de gasolina no caminho para visitar Lily.

Ela tinha sido surpreendida quando tinham mandado a


primeira mensagem e a conversa foi adiante. Vá rias vezes se
perguntou se elas estavam tentando obter informaçõ es sobre
os Last Riders, mas quando nã o tinha respondido à s suas
perguntas, as conversas se transformaram em conversas de
garotas.

As mulheres estavam tã o entediadas com suas vidas


como ela estava com a dela. Elas se viram algumas vezes, iam
ao cinema ou saiam para jantar. Ambas à s vezes Beth teve
que dirigir para sua cidade. Hoje à noite elas estavam vindo
para Treepont e iriam se encontrar-se no Pink Slipper, uma
boate na periferia da cidade. Era o oposto do Mick com caras
normais que queriam se envolver. Beth nunca tinha ido lá
antes, mas as suas novas amigas queriam celebrar por que a
Sex PisTom abriu o seu pró prio salã o de beleza.
Beth estava usando um vestido preto com um decote
que complementava seus peitos cheios. O vestido ia até
abaixo dos joelhos, mas a sensaçã o sedosa a fez se sentir
sedutora. Ela calçou os saltos pretos e as joias e estava
pronta para sair.

Ela estava quase fora da porta antes de voltar e mudar


os sapatos para um salto alto roxo escuro. Agora, sentindo-se
como se estivesse saindo para se divertir em vez de um
funeral, Beth foi se encontrar com as suas amigas. Ela
esperou na porta até as meninas aparecerem em um
Chevrolet verde de quatro portas brilhante que estacionou e
elas saíram, vestidas como cadelas motociclistas. Com saias
de couro ou calças que levantavam a bunda e camisetas
pretas mostrando seios maiores, elas fizeram Beth se sentir
velha e pronta para se aposentar.

— Ei garota estava esperando há muito tempo? Teria


chegado aqui antes, mas tive que parar para T.A para mijar.

— Nã o me culpe você dirige como minha avó . — a


gozaçã o de brincadeira continuou até muito tempo depois
que elas estavam sentadas em uma grande mesa.

— Ok, vamos pedir algumas bebidas e começar a festa.


— Killyama fez o pedido para a garçonete trazer bebidas, e
em seguida sentou e começou a flertar descaradamente com
um homem louro de boa aparê ncia no bar.

— Estamos pensando em ficar com algum cara de


merda em sua casa. Você ficaria bem com isso? — Perguntou
Crazy Bitch.
Beth sorriu. — Sim, vai ser divertido. Nó s podemos ter
uma noite de garotas.

Crazy Bitch apenas olhou para ela. — Menina, eu nã o


vim ficar longe do meu old man para ter uma noite de
garotas. Eu pretendo encontrar um homem que possa me dar
um orgasmo real.

Beth murchou; Ela nã o sabia como se sentia sobre sua


casa ser usada como um lugar para as mulheres foderem.

— Minha casa nã o é muito grande.

— Tem um quarto vago?

— O quarto da minha irmã .

— Ela está lá ?

— Nã o.

— Entã o, está tudo bem. Nó s podemos revezar para


usar o quarto. — Beth tomou um gole da sua bebida que a
garçonete estava colocando diante dela. Ela estava esperando
que as mulheres desistissem, mas se nã o o fizessem, ela iria
refazer o quarto de Lily e comprar-lhe um colchã o novo. Beth
estava começando a se preocupar se a noite nã o ia ser tã o
livre de preocupaçõ es como ela esperava.

Isso foi provado alguns minutos mais tarde, quando ela


casualmente estava analisando os outros clientes do bar e
seus olhos encontraram os de Winter Simmons. Sua mã e era
uma das suas clientes antigas, ela teve câ ncer de mama, e
depois de uma longa batalha feroz, ela faleceu no ano
anterior. Winter era tã o formal e adequada, sendo uma
professora na escola dominical, ela també m era a diretora da
escola secundá ria local. A mesa estava cheia de dois
membros da associaçã o de pais, Beth estava curiosa para
saber por que elas estariam em uma boate nesta noite.

Crazy Bitch soltou um grito quando um homem de boa


aparê ncia perguntou se Killyama queria dançar. Beth queria
se afundar no chã o, mas tirando o constrangimento, sorriu
para a Winter antes de voltar sua atençã o para as mulheres
em sua pró pria mesa.

— Entã o, quando é a grande abertura?

— Segunda-feira. Você vai vir e me deixar fazer o seu


cabelo?

— O que há de errado com meu cabelo?

— Nada — seu tom desmentia as suas palavras. — Eu


posso deixá -lo melhor. Você sabe mais sexy, como o nosso.

Beth olhou para os cabelos esmiuçados e torturados.


Parecendo muito diferente de como estava na primeira vez
que se conheceram.

— Estou ocupada na pró xima semana. Eu nã o


contratei ningué m ainda para substituir Evie. Tenho vá rias
entrevistas para fazer també m. Espero que um deles funcione
e seja capaz de começar imediatamente.

Sex PisTom deu de ombros. — Você tem tesoura na sua


casa?

Beth sabia aonde isso ia e tentou cortar o mal pela raiz.


— Nã o.
Sex PisTom tomou um grande gole de sua bebida. —
Está bem. Vou parar em uma loja de conveniê ncia e comprar
tesouras.

Beth sabia quando ela ia comprar. —Ligarei na


segunda-feira e marcarei uma hora.

A Sex PisTom trabalhando só bria em seu cabelo seria


melhor do que uma Sex PisTom bê bada.

— Essa é minha garota.

Beth observou enquanto uma por uma, as mulheres


foram convidadas a dançar. Mesmo Beth ficou surpresa ao
ser convidada e estava voltando apó s duas danças quando
olhou para a porta e experimentou um dé jà vu. A diferença
desta vez era que nã o tinha sido o clube de moto de Razer,
mas os Destructors. Beth ouviu Crazy Bitch, que estava
sentada ao lado dela murmurar. — Isso nã o vai ser bom.

Beth engoliu um grande gole de sua pró pria bebida,


pela primeira vez, deu uma boa olhada para os motoqueiros
á speros e concordou plenamente.
Capítulo 21
Razer foi até seu quarto sozinho, era cedo, mas ele nã o
estava no clima para festejar esta noite.

Nã o que os outros estivessem també m com estado de


espírito. Os membros estavam principalmente jogando sinuca
ou assistindo a nova televisã o que Sade tinha levado para
casa naquela tarde.

O seu celular tocando o deteve no meio do caminho.

— Razer.

— Razer, aqui é o Mick. Você está em casa?

— Sim. Por quê ?

— Pensei que você gostaria de saber que temos uns


caras que estã o no Pink Slipper. Liguei porque alguns
motoqueiros entraram e começaram a discutir com as suas
cadelas.

— Por que eu me importaria? Nó s nã o queremos uma


guerra de territó rios sobre Pink Slipper. Eles podem ter
qualquer boceta que estiver no bar.

— Nã o pensei que você ficaria preocupado sobre o


territó rio, pensei que você poderia se preocupar por sua
mulher estar parada no meio.

— Eu nã o... Razer começou a falar até que a


compreensã o lhe atingiu. — Beth está ai?

— Isso é o que estou dizendo. Ela estava lá com as


cadelas e os homens apareceram uma hora depois. Parece
familiar?

— Isso é uma porra de uma armaçã o.

— Sim.

Razer ainda no telefone com o Mick desceu os degraus.


Os membros na sala observaram curiosamente enquanto ele
foi até o armá rio e pegou a jaqueta de couro do clube.

— Indo a algum lugar? — Perguntou Sade.

— Indo para o Pink Slipper.

— Para fazer o que porra?

— Pegar algo que me pertence. — Ele respondeu


severamente, colocando o seu couro.

Razer assumiu a liderança, havia trinta membros do


clube em suas costas quando ele virou para o bar de boceta
para encontrar muitas motos já estacionadas. Razer e seus
irmã os entraram no bar. Nã o demorou muito para localizar
Beth. Ela estava sentada em uma grande mesa com quatro
garotas motociclistas que estavam sentadas perto dela,
enquanto o resto da mesa e cadeiras estavam preenchidas
com motociclistas, que bloqueavam a mesa. Beth nã o
conseguia esconder a sua expressã o assustada enquanto as
mulheres estavam discutindo com os homens.

Razer estava com Viper, Sade, Cash, Knox’s, e Rider ao


seu lado quando foram para a mesa. O resto dos Last Riders
seguiu atrá s. Os clientes do bar começaram a pedir a
garçonete as suas contas, a outra metade foi pegando
dinheiro das bolsas e carteiras jogando em cima da mesa sem
esperar as suas contas. A ameaça proveniente de ambos os
grupos de motoqueiros estavam dando avisos letais uns com
os outros.

Os olhos de Beth se arregalaram quando viu a ameaça


Razer se aproximando.

— Beth.

— Razer?

— Vamos.

— A cadela nã o está indo a lugar nenhum com você ou


seus homens. — Seus olhos foram para o homem sentado ao
lado dela na mesa.

— Você s dois precisam voltar as suas má quinas e nos


deixar com a nossa diversã o. — Uma cadela com cabelos
esmiuçados e olhos loucos respondeu por Beth.

— Beth vamos, eu nã o vou repetir novamente. — Os


olhos de Beth se estreitaram em raiva.

— Você nã o tem o direito de me dizer merda nenhuma.


Crazy Bitch está certa, você s precisam nos deixar em paz.
Nó s está vamos cuidando de nó s mesmas até que todos
interferiram.

— Cuidando das calças daqueles bocetas que estavam


dançando com você s quando chegamos suas cadelas. —
Razer nã o o reconheceu do posto de gasolina, mas pelo jeito
como ele falou e agiu estava certo que ele era o líder.

— Nã o importa o que você pensa Ace. Nó s viemos para


celebrar a inauguraçã o da minha loja segunda-feira. A
mesma que você , e os outros cuzõ es nã o queriam ajudar com
a pintura ou em outras merdas que precisamos. Entã o nã o
quero você s aqui hoje à noite, você s nã o merecem fazer parte
da nossa festa.

— Nã o vi aquele babaca que você estava com a sua


língua na garganta dando qualquer ajuda lá .

— Sim, bem, ele ia fazer muito mais tarde esta noite. —


Sex PisTom provocou.

— Foi ele, ou foram eles? — Ele sacudiu a cabeça em


direçã o do clube do Razer. — Será que você está pensando
em bater o seu clube depois? — perguntou Ace com uma voz
carregada de ameaça.

— Você esta brincando comigo? Nó s está vamos


querendo foder, nã o trair o clube. Se nó s fossemos fazer isso,
teríamos escolhido um que valesse a puniçã o por quebrar as
regras.

— Ela acabou de nos insultar? — Perguntou Knox’s.

— Sim, ela fez idiota. — Sex PisTom zombou.

Evie, Dawn, Jewell, e Natasha se empurraram para


frente dos homens, em pé atrá s dos só cios do clube.

— Que porra você s estã o fazendo aqui?— Viper


perguntou.

— Loker James? — Beth questionava nã o tendo a


certeza que o homem de pé em sua frente e ao lado do Razer
era de fato o filho de Tom. Ele nã o tinha nenhuma
semelhança, até mesmo suas características faciais, haviam
mudado. Suas feiçõ es já endurecidas eram uma má scara
inexpressiva. Ele nã o estava vestindo um terno, mas as
calças de couro apertadas, botas, e uma camiseta com um
colete de couro. Um suspiro de uma mesa pró xima fez com
que todos se voltassem para mesa de Winter Simmons onde
ela estava sentada com membros da associaçã o de pais,
avidamente ouvindo cada palavra sendo pronunciada.

— Ele é Viper. — Explicou Evie, agora que Vincent


Bedford foi preso, nã o há mais qualquer necessidade de
esconder sua identidade. Beth se sentou sem saber o que
pensar. Completamente alheia à ameaça irradiando entre os
dois grupos de motoqueiros.

— Bem, isso nã o é da minha conta, é ? — Beth disse


pegando sua bebida com a mã o trê mula.

— Para responder à sua pergunta, se Beth estava com


problemas tínhamos que vir aqui para ajudar. — Evie
respondeu à pergunta de Viper e ignorou Beth.

— Quem diabos é você ? — Perguntou Killyama.

— Evie. — Respondeu ela em sua voz mais dura.

— Você é a filha da puta que deixou a Beth sozinha?


Maldita garota, você teve coragem de aparecer, depois que
fodeu o homem dela e, em seguida, o assistiu foder estas
outras putas.

O outro clube estava começando a olhar para os


membros do Last Rider com expressã o admirada.

— Como você gerencia isso homem, minha cadela


cortaria as minhas bolas enquanto dormisse se tocasse outra
cadela.

— Nó s fizemos isso para protegê -la. Nó s tínhamos um


irmã o que era uma porra louca, e a ú nica maneira que
poderíamos protegê -la era colocando espaço entre nó s. —
Respondeu Razer.

— Sim, era sua mã o imaginá ria que estava brincando


com as tetas dela? Qualquer um desses fodidos que fizesse
isso com uma dessas cadelas eu cortaria a mã o. — Killyama
acreditava estar dando um aviso justo. Ela se recostou em
sua cadeira quando os Destructors perderam suas
expressõ es de admiraçã o.

Evie tentou ganhar algum terreno perdido. Ela estava


perdendo para essas cadelas motoqueiras e estava ficando
cada vez mais irritada.

— Nã o, nã o era imaginá ria, Razer tinha que provar que


ela nã o significava nada para ele. Memphis já havia tentado
matá -la duas vezes. Nó s tivemos que fazê -lo acreditar que ele
estava limpo depois que Bedford foi preso ou ele nunca teria
feito um movimento claro contra nó s. Tínhamos que ter
provas que ele traiu o clube. Nó s nã o poderíamos acreditar
nas palavras de algué m de fora do clube como prova sem as
provas concretas. — Explicou Evie na frente de todos.
Falando sobre os negó cios do clube na frente dos outros
quebrando uma das regras, mas eles deviam a Beth uma
explicaçã o, e ela nã o iria dar-lhes uma oportunidade e
sinceramente, Evie nã o podia culpá -la.

— Entã o, você traiu a Beth. Ela nã o é do clube entã o


ela nã o importava. — Killyama jogou a explicaçã o de volta no
rosto de Evie.

— Ela importa. — Desta vez foi o Razer quem falou.

— Nã o é suficiente. — Crazy Bitch respondeu. — Mas


eu tenho uma pergunta que eu preciso fazer.

Virando-se para Beth perguntou a ela. — Aquele com


todas as tatuagens, foi ele quem te machucou porque meus
dedos estã o morrendo de vontade para ver o quã o longe
podemos ver essas tatuagens irem.

Sade apenas ficou lá ignorando a mulher, mantendo sua


expressã o branda. Beth poderia jurar que viu um traço de
preocupaçã o fugazmente nos olhos dele.

Beth foi incapaz de parar a si mesma. — Nã o, ele é o


melhor do grupo. Nunca o vi colocando as mã os sobre as
mulheres. Nunca bê bado, nã o o vi em festas. Eu nã o tenho
nenhum problema com o Sade. — Beth lhe deu um sorriso
doce. Ela havia lhe dito que ele pagaria por impedi-la de sair
de casa naquele dia. Tinha levado um tempo, mas ela tinha
começado a sua vingança. O Last Riders estava de boca
aberta para o homem e a mulher. Embora eles soubessem
que ela estava jogando Sade debaixo do ô nibus, eles poderiam
dizer que ela acreditava no que estava dizendo.

Natasha nã o podia evitar o riso borbulhando em sua


garganta, outras mulheres do clube começaram a rir
també m. — Você está falando sé rio? Ele é o... — Sua voz foi
cortada imediatamente.

— Cale-se. — Disse Sade, prometendo represá lias se


uma mulher falasse outra palavra.

— Porra, você tinha que explodir e mandar ela para


cala a boca. Nã o deixe que ele fale com você desse jeito
cadela. Ainda assim, se você foder tã o bem como parece, eu
poderia sempre manter a boca fechada.

— Você nã o vai tocar em nada sua cadela. Leve a sua


bunda na garupa da minha moto, estamos indo embora. —
Um motoqueiro atrá s de Ace gritou.

— Eu nã o vou a lugar nenhum com você Joker. Nó s


estamos indo para a casa de Beth depois que terminarmos
aqui. Sex PisTom vai cortar seu cabelo.

— Nã o, ela nã o vai. — Razer e Beth falaram ao mesmo


tempo.

Jogando um olhar sujo para Razer, lembrou a suas


amigas. — Eu marquei com você s na pró xima semana se
lembra?

— Eu estou lhe poupando a viagem. — Disse Sex


PisTom. Batendo a sua bebida na mesa, fazendo uns pingos
serem derramados do copo.

— Ela vai para casa comigo. Você nã o está tocando seu


cabelo. — Advertiu Razer.

— Eu nã o estou indo para casa com você . — Beth


argumentou.
— Sim, você está . — Disse Razer entre os dentes
apertados.

— Nã o eu nã o estou.

— Beth nã o vai a lugar nenhum com você . — Crazy


Bitch colocou o braço no encosto da cadeira de Beth. O resto
das cadelas motociclistas també m colocaram suas cadeiras
mais perto de Beth.

— Cai fora. — Evie advertiu.

— Ouça a cadela. — Crazy Bitch insultou os homens.

— Eu estava falando com você ; — Disse Evie, dando


um passo mais perto da mulher, praticamente sentada no
colo de Beth.

— Evie. — Natasha tentou puxar a Evie.

— Quem é você ? — Perguntou Sex PisTom

— Natasha.

— Que tipo de nome é esse?

— Eu realmente nã o ganhei um apelido ainda.

— Você é o novo membro que o Viper fodeu há duas


semanas, e você deixou a Beth pensar que foi Razer?

Natasha corou, deixando o braço de Evie.

— Viper nã o queria que ningué m soubesse que ele


estava na cidade.

— Em vez disso, foi mais fá cil enfiar uma faca nas


costas de Beth. Eu posso pensar em vá rios nomes para você .
Mas primeiro há algo que eu quero saber, me perguntei uma
vez que entraram pela porta. Ele fode tã o bem como ele
parece? — Ela apontou para o Viper.

Natasha riu. — Melhor.

— Droga.

— Nã o importa como ele fode, nenhuma de você s,


vadias vã o descobrir. Inferno, ele está mantendo seu pró prio
clube de bocetas quentes, ele nã o está recebendo o meu.
Agora comecem a caminhar para a porra das motos! — O
rosto de Ace virou um vermelho vivo.

Agora foi a vez dos Last Riders olhar para o outro clube
com simpatia quando as mulheres apenas se sentaram à
mesa ignorando os homens.

— Já chega. — Ace virou-se para frente para agarrar


Sex PisTom, que jogou seu copo de bebida nele. Quando ele
se esquivou, ele acidentalmente empurrou Knox’s, que o
empurrou para trá s.

Tomando-o como um movimento agressivo, um dos


homens de Ace deu um soco em Knox’s. A partir daí um
pandemô nio total e absoluto começou. Beth se sentou à mesa
com espanto quando os dois clubes começaram a lutar,
jogando as suas frustraçõ es com as mulheres entre si.

Beth foi quase expulsa de sua cadeira quando Evie


empurrou o braço de Crazy Bitch para longe dela; As duas
mulheres começaram a lutar. Beth pulou da mesa quando
Sex PisTom agarrou Natasha pelos cabelos e bateu o rosto na
mesa.
— Qual dessas cadelas é a Bliss, eu vou cuidar dela
hoje à noite també m. — Sex PisTom perguntou.

— Uh. Eu nã o acho que ela esteja aqui. — Respondeu


Beth, procurando atravé s da multidã o.

— Cadela de sorte. Vou ter que lidar com ela mais


tarde entã o. — Beth assistiu impotente quando ela levantou
Natasha por seu cabelo e bateu no rosto dela novamente.

— Sex PisTom, eu acho que você a está machucando. —


Beth finalmente fez uma tentativa de parar ela.

— A deixe em paz Beth. Vamos lidar com isso. — Disse


TA estrangulando Jewell.

— Pare. Eu nã o quero prejudicá -los. — O bar estava


agora envolto em luta entre ambos os sexos. Corpos estavam
voando; Mó veis sendo quebrados e os gritos eram tã o altos
quanto à mú sica aos berros.

— Merda, nã o vamos machucá -las muito, apenas


ensinando a nã o mexer com você ou elas irã o lidar com a
gente. — TA respondeu, balançando uma Jewel atordoada.

— O que ela fez?

— Uh... Nada? — Beth nã o conseguia pensar com


todos os corpos voando em torno do bar. Antes que Beth
pudesse dizer outra palavra, Razer a pegou pela cintura e a
jogou por cima do ombro. Os Last Riders fizeram um caminho
para ele até a porta simplesmente jogando os Destructors
para fora do caminho.

— Ponha-me no chã o.
— Traga-a de volta — Killyama gritou sobre o enorme
barulho.

Beth mal era capaz de se levantar, a ú ltima coisa que


ela viu foi o bar completamente destruído. Evie tinha perdido
a vantagem sobre Sex PisTom e estava no chã o de barriga
para baixo de costas com os braços puxando para trá s.
Natasha levantava um vaso que estava sobre a mesa e usou-o
para bater em Sex PisTom para soltá -la.

Lá fora, Razer viu o carro onde Evie deve ter


estacionado as pressas. Ele estava bloqueando as motos. Ela
nunca fazia isso, mas sabia que ela devia estar preocupada
com Beth para cometer um erro tã o estú pido.

As pequenas mã os de Beth batendo em suas costas lhe


trouxe a compreensã o que ele nã o ia andar com ela lutando
em sua moto. Abrindo a porta do motorista, ele a empurrou
sobre o banco e entrou ao lado do motorista. Vendo que Evie
tinha sido inteligente o suficiente para deixar as chaves na
igniçã o, ele ligou o carro e começou a sair do local quando os
xerifes e dois carros dos seus homens estavam chegando.

— Deixe-me sair! — Beth gritou.

— Sente-se. Estou te levando para casa.

Beth sentou-se num acesso de raiva. Cruzando os


braços sobre o peito, ela ficou em um desdenhoso silê ncio até
o momento que Razer desviou e se dirigiu obviamente para
casa dele.

— Obviamente você passou da minha casa. Pare e


deixe-me sair. Eu posso ir para casa.
— Você nã o está indo para a sua casa. Essa cadela
louca nã o vai chegar perto de seu cabelo.

— Crazy Bitch nã o ia cortar meu cabelo. Sex PisTom


ia, ela é um estilista de cabelo.

— Uma dessas cadelas é realmente chamada de Crazy


Bitch?

— Sim.

— Qual delas?

— A ú nica sentada ao meu lado com o braço em volta


dos meus ombros.

— Figuras.

— O que isso significa?

— Isso significa que eu sei como ela conseguiu seu


apelido. Por que porra você iria sair com algué m chamada
Crazy Bitch e Sex PisTom?

— Oh, eu nã o sei, provavelmente a mesma maneira que


eu deixei um cara chamado Razer me foder. — disse Beth
sarcasticamente.

— Eu nã o podia foda-se. Eu protegi você . Nó s


decidimos que era a melhor maneira de mantê -la segura.

— Nó s?

— Os oito membros originais. Eles estabelecem as


regras para o clube.

— Eu vejo, o clube decidiu que eu precisava de


proteçã o de Memphis, e você e a porra da Bliss iriam enviar a
mensagem. Bem, Memphis acreditou, por que estou sentada
aqui sã e salva. Missã o cumprida. Trabalho bem feito. Por
que é seguro me dizer isso agora?

— Memphis fez o seu movimento. Ele tentou explodir a


fá brica e a casa. Isso nos deu todas as provas que
precisá vamos.

— Ele tentou matar todo mundo?

— Sim.

— Mas por quê ?

— O dinheiro do seguro.

— Bem, eu estou feliz que você s foram capazes de detê -


lo antes que algué m ficasse ferido. Eu tenho que dizer ao
xerife, tenho que prestar queixa sobre ele por adulterar os
meus freios e ferir Lily.

— Nã o precisa envolver o xerife. O clube lidou com isso.

Beth engoliu a seco, ela nã o queria saber como o clube


tratou a traiçã o de Memphis.

Razer avistou a entrada da casa e estacionou o carro


suavemente em seu lugar normal. Saindo do carro, abriu a
porta do passageiro. Ele pegou o braço de Beth tentando
puxar seu corpo resiste para fora do carro.

— Eu nã o vou entrar naquela casa nunca mais. Leve-


me para a minha casa. — Beth deu um tapa em sua mã o e viu-
se sem esforço, ser retirada do carro e mais uma vez seu
estô mago estava no ombro dele. Ignorando seus pedidos,
Razer levou-a para dentro da casa caminhando até o lance de
escadas entrando no quarto. Lá dentro, ele acendeu o
interruptor de luz antes de colocar Beth de costas no colchã o
macio. Beth tentou fugir saindo do colchã o, mas encontrou
seu tornozelo puxado com firmeza e inexplicavelmente ele
estava de pé ao lado da cama. Seu tornozelo foi levantado
para seu ombro, e a sua boceta estava em frente a sua calça
jeans. O comprimento duro dele envolto por sua calça jeans
deixou sua calcinha molhada, nã o ouvindo as recriminaçõ es
de sua mente que estava exigindo que ela freasse o seu
desejo.

— Pare de mexer ou eu nã o vou ser capaz de esperar.

— Eu nã o estou fazendo isso Razer.

Movimentos frené ticos de Beth aumentaram e ele


sentiu as pernas ao redor de sua cintura enquanto se
inclinava para frente, cobrindo seu corpo com o dela parando
tempo suficiente para tirar a camisa. Seus lá bios suavemente
cobriram os dela. Parando de lutar Beth desacelerou. Razer
explorou sua boca como se nunca a tivesse beijado antes.
Seus lá bios se abriram inconscientemente sob sua orientaçã o
sutil. A língua quente em sua boca, criando o calor que
estava começando a derreter o gelo que ela mesma tinha se
envolvido quando o tinha visto segurando Bliss.

Com as lembranças, a luta de Beth encontrou uma


nova vida e ela tirou os lá bios dele. Razer nã o aceitou a
derrota e traçou a sua mandíbula com a ponta da sua língua,
ele se aninhou em seu pescoço com beijos mordiscando e
quando isso nã o funcionou, ele sugou um pequeno pedaço de
carne na boca para deixar uma marca.

Uma lá grima deslizou de seu rosto caindo na curva de


seu pescoço. Razer levantou a cabeça para vê -la chorando,
sentindo que o desejo a rasgava e ela estava tentando lutar
contra ele.

Ele se inclinou para trá s, sentando de joelhos ao lado


da cama, puxando Beth em uma posiçã o vertical com as
pernas em cada lado do seu corpo. Com cuidado, sua mã o foi
para a parte de baixo do vestido que estava em volta da
cintura dela por causa da luta. Puxando-o para cima, ele
tirou de seu corpo com luta. Beth se sentou diante dele em
um sutiã preto rendado e uma minú scula calcinha
combinando. Suas mã os levantaram para pegar seu vestido e
Razer o jogou no chã o.

— Eu nã o vou foder você Razer. Você nã o pode me


obrigar. — Ela disse desafiadoramente. Razer escondeu o
sorriso, observando que os seus mamilos duros estavam
claramente visíveis atravé s de seu sutiã fino e mesmo atravé s
do material escuro de sua calcinha, ele podia ver que ela
estava molhada por ele.

Mas Razer nã o queria ferir seu orgulho. Ele tinha feito


isso pela ú ltima vez. Era hora de seu orgulho aguentar a
pancada e Razer nã o tentou tornar mais fá cil para si mesmo.
Ele pegou as mã os dela, ajeitando-as e virando até que ele
pudesse ver as marcas em ambos os lados de seus braços.
Ná useas afogando o desejo em suas bolas. Tocando com
cuidado, ele contou as pequenas cicatrizes em seus braços.
Ele contou seis conjuntos de feridas.

— Gatinha. — Ele disse atravé s de uma voz grossa.

— Razer? — Ignorando-a, ele se levantou e a puxou


diante dele, virando desfez suavemente seu sutiã enquanto
ignorava que ela estava agarrando e segurando para cobrir os
seios. Como ele nunca tinha notado ele nã o sabia. Sentindo-
se envergonhado, ele abaixou a cabeça e beijou as cicatrizes
prateadas e desbotadas que traçavam suas costas de forma
intermitente. Quando ele virou as costas para frente dele, ele
a empurrou de volta para baixo em uma posiçã o sentada ao
lado da cama. Nã o tentando tirar o sutiã , Razer fez uma
busca total em seu corpo e estava prestes a parar, pensando
que tinha encontrado todas as cicatrizes que o seu bastardo
doente de um pai lhe infligira, quando um pensamento lhe
ocorreu. Ele levantou seus pé s e vendo a carne suave, ele
começou a colocá -los de volta no chã o, mas a textura á spera
o deteve. Levantando-os, Beth caiu de costas na cama em
seus cotovelos.

— Doce, doce, gatinha. — Razer piscou para conter as


lá grimas que estavam agrupadas em seus olhos. A sola de
seus pé s era uma bagunça. Havia tantas cicatrizes que nã o
tinha começo e nem fim.

Misturando-se uns aos outros as horas de tortura que


ela havia resistido estavam bem visíveis sobre a pele de seus
pé s.

— Em que ele fazia você pisar?

— Razer?
— No que ele fez você pisar? — Ele rosnou.

Beth suspirou — Pregos. Ele disse que Deus suportou


a dor pelos pecados da humanidade. Eu poderia suportá -lo
pelos pecados que cometi.

— Se ele nã o estivesse morto, Deus é minha


testemunha, eu iria matá -lo.

— Foi há muito tempo. Quem lhe contou, foi Cash? Ele


sabia sobre as mordidas, e o cinto, mas ele nã o sabia sobre
os pregos. Ningué m sabia, ele só começou a fazer apó s o
xerife o ameaçar. Ele se gabava que o xerife nã o pensaria em
olhar ai.

— Por que você nã o foi para o xerife e lhe contou. Você


foi para ele quando seu pai batia em Lily. Por que nã o,
quando ele começou a fazer isso?

— Porque ele nã o fazia isso em Lily. Eu lhe disse que


contaria. Ele deixou Lily sozinha alé m de ser excessivamente
rigoroso.

— Por que nã o o impediu de te machucar, e nã o


apenas Lily.

— Porque eles teriam nos tirado de meus pais. Eu nã o


podia fazer isso com Lily. Ela amou nossos pais. Eles deram a
ela o que ela nunca tinha tido antes e eu nã o podia perder
minha irmã . Eu a amei Razer, desde o momento em que a
trouxeram para casa. Eu a amo, e eu faria qualquer coisa por
ela.

— Eu sei gatinha. — Ele a puxou para seus braços


abraçando-a. Sua mã o deslizando pelo seu cabelo sedoso até
que ela estava olhando em seus olhos.

— Será que você o perdoou?

— Eu nã o quero falar mais sobre ele. — Beth tentou


virar a cabeça, mas ele a segurou imó vel.

— Responda-me, você o perdoou. — Razer já sabia a


resposta. Beth tinha um coraçã o amoroso e era incapaz de
guardar rancor, as marcas em seu corpo provavam isso. Essa
era a esperança que tinha que se agarrar.

— Sim, eu o perdoei, mas isso nã o significa que eu sou


um capacho e vou perdoar você . — Beth começou a lutar
contra ele de novo, tentando fugir do corpo duro segurando-a
perto. — Você mentiu para mim. Você me fez acreditar que
você nã o tocaria em outra mulher sem me dizer e terminaria
comigo primeiro. Em vez disso, você fez Bliss gozar na minha
cara.

Levou toda a força de Razer para segurá -la. — Eu nã o


menti para você . Eu nã o fodi a Bliss naquela noite ou
qualquer uma das outras garotas desde o dia que almocei
com você no restaurante. Toquei Bliss naquele dia, mas eu fiz
isso para fazer um show para Memphis e para fazê -la gozar.
Ela gozou, mas eu nã o estava nem mesmo duro. Eu estava
muito doente com o olhar em seu rosto. Eu nã o vou mentir
apenas para fazer você se sentir melhor. Bliss nã o foi à ú nica
que eu toquei para desviar Memphis, mas eu nã o as fodia. Eu
nem estava tentado a fodê -las.

Beth nã o acreditou nele. Ele tinha levado Bliss ao seu


quarto naquela noite e Razer tinha dito a ela que ele nunca
tinha se afastado de uma boceta e ela sabia, sem dú vida em
sua mente que Bliss teria usado todas as suas habilidades à
sua disposiçã o para tentá -lo uma vez em seu quarto.

— Eu posso ver que você nã o acredita em mim, mas eu


estou te dizendo à verdade. Eu acho que eu vou ter que
provar isso para você . Eu posso ser fiel a você a partir de
agora e eu vou. Estas ú ltimas semanas foram um inferno
para mim à espera de Memphis fazer a sua jogada e sabendo
o quã o forte eu te machuquei no processo.

— Nã o é apenas com as mulheres que eu nã o confio em


você Razer. Você deixou o clube decidir o que era melhor para
nó s. Você deveria ter me dito e eu poderia ter pelo menos ter
sido preparada, mas você me jogou fora em vez disso.

— Nã o gatinha, eu nunca te joguei fora. Eu pensei que


era a melhor maneira, sua reaçã o fez isso crível. Viper e o
clube esperaram trê s anos por vingança, eu nã o podia tirar
isso deles, ele era meu irmã o també m.

Beth compreendia. Ele estava dividido entre o clube


que ele amava e uma mulher que ele nã o tinha estado há
muito tempo. Razer podia ver compreensã o a partir de suas
características, mas nã o tirou a má goa ainda em seus olhos.
Razer sabia que precisava de tempo para curar as feridas que
ele tinha infligido intencionalmente e ele estava bem com
isso. Ela valia a pena esperar. Ele puxou o sutiã que Beth
ainda tinha agarrado firmemente em sua mã o. Jogando nã o
se importando aonde iria parar. Seus lá bios cobriram um
coral em seu peito enquanto os dedos torciam outro. Quando
ela finalmente começou a se contorcer debaixo dele para
chegar mais perto, ele soltou o cerne duro agora brilhante.

— Agora eu vou transar com você pelo que resta da


noite. Quando nó s acordarmos de manhã e depois que eu te
foder de novo, vou pegar o carro emprestado e vamos
conduzir para a sua casa e você pode arrumar suas malas e
mudar o seu rabo de volta para o meu quarto.

Quando Beth ia discutir novamente, seus lá bios


voltaram para o seu mamilo ao mesmo tempo a outra mã o
acariciou sua boceta aveludada. Depois de vá rios minutos
quando sentiu que ela estava perto de gozar, ele parou de
novo, deixando-a pendurada.

— Eu nã o posso viver em sua casa. Eu estaria muito


enjaulado. E isso nã o vai funcionar entre nó s, você vivendo lá
e eu aqui. Você iria começar a ter dú vidas sobre mim quando
eu estiver aqui e você estiver lá . Mesmo eu te dizendo que nã o
vou tocar ou deixar as mulheres tocarem em mim, porque eu
sei que é o que você quer.

— Eu nã o posso Razer, Lily.

— O fim de semana que Lily vier para casa, e nas


fé rias, mesmo no verã o, eu vou morar com você . — admitiu
Razer.

— Você vai?

— Sim. Mas sextas-feiras durante as fé rias, estamos


aqui. Podemos ir para casa depois, mas nó s voltaremos para
a festa. Vou precisar relaxar depois de ser bom durante a
semana.

— Está bom para mim.

— Estamos indo para tirar o melhor de ambos os


nossos mundos e fazer o nosso pró prio mundo.

Desta vez, quando Razer chupou seu mamilo em sua


boca, ele mordeu e enfiou os dedos profundamente dentro de
sua boceta molhada. Beth arqueou em sua boca; A pequena
mordida de dor em seu peito mostrava a umidade em seus
dedos, permitindo-o empurrar outro dentro dela. Razer
mudou-se para o seu lado e tocou o corpo dela até que seus
pé s estavam firmemente plantados no colchã o e ela estava
empurrando seu quadril enquanto ele brincava com seus
seios. Quando seu corpo arqueou e levantou os seios, ele se
inclinou e tomou o mamilo na boca.

A mã o de Beth foi para os ombros de Razer e a pele


suave aumentou seu desejo. Ela adorava tocá -lo; Á s vezes
apenas um simples toque de mã o fazia a Beth quere-lo. Ela
nã o ia dizer nã o a ele, nã o podia. Seu pai tinha torturado e
abusado dela durante a sua infâ ncia, torturas que ela e Lily
nunca falariam, mas nada tinha machucado tã o duro quanto
ficar sem Razer. Ele tinha perdido peso també m, as mã os
vasculhando seu corpo, perceberam. O quê a tinha
convencido nã o foram suas palavras, mas seu rosto. Razer
sempre foi uma espé cie gozador, brincando sem levar nada a
sé rio. Agora, havia algo diferente nele, a tristeza em seus
olhos, mas uma determinaçã o quando ele olhava para ela,
que nã o tinha estado lá antes. Beth sabia que eles tinham
uma longa jornada pela frente, mas era uma viagem que
tinha de tomar.

Beth gemeu quando Razer deslizou pelo corpo dela,


beijando-a ao longo do caminho. Quando ele alcançou seu
umbigo, ele brincou com o pequeno diamante brilhando.

— Isso é sexy como o inferno, gatinha. Isso faz o meu


pau duro quando eu vejo atravé s de sua roupa. Dizendo-me o
quã o impertinente você é .

A mã o de Beth deslocou por seu cabelo suave quando


seus lá bios deslizaram ainda mais para baixo e suas mã os
puxaram a calcinha, deixando-a nua para seu olhar. Beth
corou consciente do que ele estava olhando.

— Ele coça quando volta a crescer, era mais fá cil tirá -


los… — Beth tentou explicar.

— Gatinha. — Razer beijou seu monte nu. Uma parte


dele ficou aliviada, fazendo-o pensar que Beth nunca tinha
perdido a esperança de que eles iriam voltar a ficar juntos.
Ningué m nunca se importou o suficiente para sentir falta
dele. Criado em lares adotivos, ele tinha entrado no serviço
militar, quando se formou no colegial. Razer nunca tinha tido
uma família até que ele se juntou aos Last Riders. As
mulheres que tinham ido e vindo em sua vida sempre
quiseram uma coisa dele, o sexo, e ele havia se tornado bom
em executar. Ele usou seu corpo para tomar e dar prazer,
mas emocionalmente ele nunca tinha se dado.

Desde o primeiro momento em que colocou os olhos em


Beth, algo tinha vindo à vida dentro dele, por nunca ter tido
isso, ele nã o sabia o que era. Era amor. Como uma
aprendizagem de criança, ele tinha tomado como certo, usou-
a, esmagou-a, em seguida, quase destruiu a emoçã o que
crescia. A emoçã o que tinha ganhado vida nele era como
Beth, forte e resistente.

Razer estava apaixonado por Beth, finalmente admitiu


para si mesmo no dia em que visitou Lily em sua faculdade.
Quando ela tinha ido ao banheiro e aquelas cadelas
motoqueiras a tinham seguido; Ele quase perdeu a cabeça.
Ele teria ido atrá s dela quando os motoqueiros os desafiaram.
Felizmente, foi rapidamente controlado com Sade lá , os
motoqueiros ineptos contra dois antigos fuzileiros da
marinha. Beth tinha retornado minutos mais tarde,
ignorando o que tinha acontecido durante a sua ausê ncia.

O corpo de Beth torceu debaixo dele quando sua boca


encontrou sua boceta. Ele separou a carne encontrando o
pequeno botã o e chupou-o. Razer brincou com o feixe de
nervos com pequenas mordidas e muita atençã o, as pernas
de Beth se espalharam ainda mais lhe dando maior acesso.
Um dedo espalhou a umidade que encontrou antes de
afundar profundamente em seu canal quente. Razer estava
usando todas as habilidades à sua disposiçã o para tê -la
tensa e pronta para explodir.

— Minha gatinha quer gozar? — Perguntou Razer,


colocando outro dedo dentro dela.

— Sim... Sim... — Beth gemia. Seu quadril subiu,


tentando manobrar seus dedos para o ponto certo que a
permitisse gozar.

— Ainda nã o... Vamos brincar por um tempo... — Razer


brincava com seu corpo, atormentando-a até que ela estava
coberta com uma camada de suor e seu frustrado
choramingo o deixou louco. Ainda assim, ele negou-lhe o
clímax. Quando ela se afastou dele, incapaz de tomar mais,
ele a arrastou de volta.

— Tem certeza que você me quer gatinha?

— Sim. — A boca de Razer apertou e desta vez sua


língua encontrou seu clitó ris e dando a pressã o que ela
precisava para finalmente gozar. Beth quase perdeu a
consciê ncia, com o alívio tã o grande.

Beth estava flá cida na cama. Razer estava debruçado


sobre ela, esfregando sua mã o no estô mago, desfrutando ao
assistir ela se recuperar.

— Idiota. — Razer sorriu da forma como a deixou.

— Você realmente quer me insultar? — Ele levantou


uma sobrancelha enquanto seus dedos voltaram a sua boceta
ú mida.

— Nã o, eu nã o quero. — Beth nã o era tola, mas ela


acreditava em vingança.

Ela se pô s de joelhos com um sorriso travesso. Abrindo


a calça jeans dele, ela puxou-os para baixo enquanto ele
estava deitado de volta com os braços cruzados atrá s da
cabeça. Depois de puxar o jeans, saiu da cama e voltou para
Razer que estava olhando para ela. Rastejou a seu lado, ela
se sentou de joelhos incapaz de acreditar em seus olhos.
Piscando os olhos furiosamente para evitar as lá grimas que
estava ameaçando cair.

— Você colocou meu nome em seu pau.

— Nã o é bem assim, mas o mais perto que ele poderia


chegar.

Beth olhou com admiraçã o a tatuagem ligeiramente


acima do seu pau. Estava na horizontal com uma fita roxa
com o nome dela. Parecia a letra dela.

— Eu peguei um pedaço do papel que você deixou para


trá s com a sua assinatura. O tatuador a usou como modelo.
Montei a dois estados de distâ ncia para fazê -lo.

— Será que você desmaiou?

— Nã o, mas cheguei perto. — Beth nã o pode deixar de


rir. Ela nunca tinha visto Razer envergonhado.

— Quã o perto?

— Eu vomitei.

Beth procurou os olhos dele, vendo o que ele estava


tentando dizer a ela. Seu dedo traçou a tatuagem.

— É lindo. — Seus lá bios baixaram para traçar a


tatuagem com a língua. — Quando você conseguiu isso?

— Quando você estava no hospital. Eu nã o poderia


ficar em Treepoint enquanto você estava lá e eu nã o podia
estar lá com você . Desde que eu tive que sair, eu fiz a
tatuagem enquanto você estava ausente; Eu só voltei duas
horas antes da sua alta.
A mã o de Razer foi para seu cabelo e usou-a para
levantar a cabeça. — Evie estava indo levar a mala e dizer-lhe
para ficar longe. Nó s pensamos que seria a melhor maneira
de tirá -la da jogada, mas você veio para o clube e tivemos que
fazer isso na frente do Memphis. Sinto muito, gatinha.

— Eu nã o quero mais falar sobre isso. Está bem?

— Ok. — Razer sabia que levaria um tempo para essa


dor se curar, ela sentiu como se todo mundo a tivesse traído.
De certa maneira eles tinham, tinham colocado Memphis à
frente de Beth, porque ele era um membro e Beth nã o. Ele ia
ter que resolver isso. Razer amava seus irmã os e Beth. Ele
precisava de ambos. Havia apenas uma maneira para isso
acontecer, Beth tinha que se tornar um membro.

A boca de Beth chupou seu pê nis em sua boca quente,


a língua traçando o comprimento dele antes de explorar a
cabeça de seu pê nis e encontrar os nervos sensíveis por
baixo. O quadril de Razer subia, tentando fazê -la levá -lo mais
dele dentro de sua boca. Em vez disso, ela o tirou
completamente, soprando sobre ele. Beth deu-lhe um sorriso
inocente. Os olhos de Razer se estreitaram, ele tinha
esquecido uma coisa enquanto ele tinha jogado com ela sem
piedade, que ela era uma crente firme em vingança.

Os dedos de Beth encontraram suas bolas, explorando


seu corpo, como se fosse tímida demais para fazer antes.
Sugando uma de suas bolas em sua boca, Razer quase saiu
da cama surpreendido. Beth mostrou-lhe que ela era mestre
no jogo, desta vez era ele que estava coberto de suor antes
dela tomar seu pê nis profundamente dentro da garganta
apertada, estabelecendo um ritmo enquanto ele agarrava sua
cabeça empurrando totalmente fora de controle com o prazer
apertando as suas bolas até que ele gozou com um gemido
alto.

Beth se inclinou em seus joelhos. Razer só conseguia


olhar para ela com espanto enquanto tentava recuperar o
fô lego. Ela estava indo para ser um bom jogo para ele. Ele
nã o tinha pensado nisso antes, a melhor parte do sexo que
ele sempre gostou foi o jogo, e os gatos adoravam jogar...
Capítulo 22
Razer e Beth desceram para café da manhã tardio e
perceberam a tranquilidade incomum e a falta dos aromas
vindo da cozinha que feriu por sua ausê ncia. A esta hora do
dia, algué m deveria estar preparando o almoço. Dando um ao
outro olhares preocupados, eles entraram na cozinha,
chegando a uma parada sú bita.

Todo mundo estava na enorme cozinha e sala de jantar


anexa. Todos os espaços disponíveis estavam ocupados por
um membro com vá rios estados de lesõ es. Evie estava
sentada no banco com as mã os em uma bacia de gelo, Jewell
estava segurando um bloco de gelo na parte de trá s do
pescoço dela, Natasha colocou um saco de legumes
congelados ao lado de seu rosto inchado. Ember e Dawn (que
Beth nã o sabia que estavam mesmo no bar) estavam
esfregando á lcool em vá rios arranhõ es. Isso eram apenas as
mulheres. Os homens estavam em situaçã o ainda pior; Viper
e Sade pareciam estar piores. Sem as suas camisas dava para
ver os conjuntos de costelas que estavam machucadas. Seus
rostos estavam agredidos com lá bios cortados; Viper tinha
um pedaço de fita mé dica em seu nariz inchado e Sade tinha
um olho roxo. Cada um estava segurando filé s congelados
contra seus rostos.
Olhos de Beth varreram o quarto. Os outros membros
nã o estavam muito melhores. Cash, Rider, e Knox’s pareciam
ter as menores lesõ es com os nó s dos dedos machucados,
lá bios cortados, e os rostos machucados. Cada um deles
estava segurando legumes congelados em seus rostos. Train,
que tinha dois olhos negros, estava segurando outro bife em
sua cara. Bliss, a ú nica ilesa, estava passando em torno com
cerveja e ibuprofeno.

Todos os olhos se voltaram para eles enquanto Beth e


Razer avaliavam os danos.

— Acho que é melhor encomendar pizza. — Disse Beth


a Razer, vendo todos os alimentos em uso.

— Será que os Destructors parecem pior? — Perguntou


Razer.

— Os homens sim. — Disse Viper, pegando uma


cerveja de Bliss.

— As mulheres? — Perguntou Beth hesitante, torcendo


as mã os.

— Nó s nã o sabemos, elas estavam sentadas bebendo


quando o xerife e os seus homens entraram no bar e nos
prenderam. — Sade disse, olhando para Beth.

— Você foi levado para a cadeia? — Perguntou Razer


em surpresa, olhando para Viper.

— Nó s todos fomos detidos até que a fiança foi paga


uma hora atrá s. Tentei te ligar, mas você nã o estava
respondendo. — Sade declarou entre os dentes.
— Achei que você estava meio ocupado. — Disse Evie
com um sorriso hesitante.

— Onde estava Bliss?

— Nã o pudemos chamá -la. As novas melhores amigas


de Beth estavam esperando do lado de fora do gabinete do
xerife por ela aparecer. — Sade disse.

— O xerife achou melhor e para a segurança de todos,


que ficá ssemos aqui — Viper cortou.

— Ela poderia ter passado a mensagem para mim. —


Razer nem sabia onde estava o seu telefone atualmente.
Provavelmente enterrado na pilha de roupas no chã o do seu
quarto.

— Elas queriam você també m, nã o ficaram muito


felizes com o jeito que você levou Beth da Pink Slipper.

— Por que o xerife nã o as prendeu?

— Ele só tem duas celas. Ele nos colocou em uma e os


Destructors na outra. Nem foi uma opçã o viá vel, tivemos
outra luta.

— Entã o, quem pagou a fiança?

— Uma parte imparcial.

— Uma parte imparcial? Quem?

— Pastor Dean. O xerife percebeu que nã o iríamos


atacar um homem de batina.

Sade pegou outra cerveja de Bliss com a mã o trê mula.


— Aquela louca pediu o nú mero dele.
— Crazy Bitch? — Perguntou Beth, satisfeita.

A garrafa que Sade estava levando a sua boca congelou.


— Esse é o nome dela?

— Sim. — Beth assentiu.

— E você fez amiza... — Razer cortou.

— Nã o vá lá , você nã o vai gostar da resposta.

Sade tomou um longo gole de sua cerveja antes de


colocar a garrafa cuidadosamente sobre o balcã o com uma
mã o ainda tremendo. Todos os olhos estavam sobre ele,
tensos esperando, exceto Beth, que estava distribuindo papel
toalha para limpar o sangue do seu nariz pingando.

— Eu estou indo para a cama.

Beth assentiu. — Eu tenho certeza que você vai se


sentir muito melhor depois de dormir um pouco.

Os lá bios de Sade apertaram em uma linha fina.


Mancando lentamente até a porta, ele parou perto de Beth,
que olhou para cima quando estava colocando pressã o sobre
o nariz de Train. Razer, Cash, e Knox’s deslocaram
discretamente para mais perto de Beth.

— A sua irmã é como você ? — Perguntou Sade.

Confusa com a sua pergunta, Beth respondeu


honestamente. — Nã o, somos completamente o oposto uma
da outra.

— Bom. — Ele continuou até a porta.

— É isso mesmo, como você sabia? Todo mundo


sempre achou que eu era a encrenqueira, mas eu era a ú nica
que sempre tive de tirar Lily de alguns problemas. Ela
conseguiu alguns antes de ir para a faculdade. Na verdade
ela longe está me dando uma pausa, é claro que eu nunca
iria admitir isso para ela.

Os ombros de Sade caíram parando perto do balcã o cheio


de garrafas de uísque que foram usadas para reabastecer o
bar, pegou uma garrafa de uísque antes de sair. Beth foi para
Evie, verificando os nó s dos dedos machucados.
— Espero que nã o doa muito — Ela entregou-lhe um pano de
prato que tirou da gaveta.

Tristemente, Evie pegou a toalha, envolvendo um


pouco de gelo nele para colocar em sua mã o. — Em
comparaçã o com ao quanto você foi ferida, eu mereci o que
aconteceu. Essas mulheres se levantaram por você quando
nã o fizemos. Eu realmente sinto muito pela forma como nó s
tratamos você . Nó s todos sentimos por sua causa, fomos
capazes de provar quem matou Gavin. Memphis traiu o clube,
enquanto você estava deixando Bedford atirar em você para
proteger o clube.

— Nó s decidimos que a melhor maneira para te pagar


seria fazendo de você um membro. — Viper invadiu a
conversa das mulheres.

Beth imediatamente sacudiu a cabeça. — Obrigada,


mas eu nã o vou fazer sexo para conseguir os votos.

— Você já tem os votos. Todos os oito, a primeira vez


na histó ria que isso aconteceu no clube.
— Como?

— Bem — Viper disse maliciosamente. — Alguns dos


votos você ganhou da maneira usual, Knox’s, Rider, e Razer.
Eu te dei o meu no hospital quando Lily estava machucada,
meu favor é meu voto. Cash e Train deram-lhe o seu voto,
porque eles estavam no serviço com Gavin. — Viper levou um
minuto antes de continuar. — Por sua causa fomos capazes
de recuperar seu corpo e lhe dar um enterro adequado. Os
dois ú ltimos membros esperam reembolso ao crité rio do
Razer. Que eu acredito que ele vai concordar.

Razer assentiu, aliviado que o clube tinha reconhecido


a importâ ncia de Beth tanto para ele quanto para os Last
Riders.

— Vamos pegar a sua tatuagem — Disse Natasha, seu


sorriso brilhante, ansiosamente querendo retomar a sua
amizade. De repente Beth sacudiu a cabeça. — Nã o hoje,
quero que algumas meninas venham e eu acho que algumas
de você s nã o estã o bem. — Virando-se para Razer. — Você
pode ir? Eu sei que você nã o está ansioso para ir a uma loja
de tatuagem depois que você fez uma nova, mas se importa?

— Você tem uma nova tatuagem? Por que você nã o nos


mostra? Onde é que está ? Suas costas? Deixe nos ver. Disse
Bliss.

Beth viu os rostos expectantes na sala. — Ningué m viu


a tatuagem? — Os membros nã o entenderam e balançaram a
cabeça.

— Por que nã o? Você fez uma tatuagem boceta? —


Rider perguntou incré dulo. Razer ficou vermelho brilhante,
tomando uma Beth chorando em seus braços.

— Rider, posso garantir que você nunca vai saber. —


Prometeu Razer.
Capítulo 23
Penni ouviu as letras distintas do toque seu celular
enquanto estava deitada em sua cama lendo um livro. A
identificaçã o de chamada trouxe um sorriso aos lá bios. Com
um golpe do seu dedo, ela respondeu.

— Ei Mano, o que está acontecendo?

— Por que tem que estar acontecendo alguma coisa


para eu te ligar? Nã o posso ligar e verificar a minha
irmã zinha? — Um bufo soou claramente atravé s da linha.

— Como está a faculdade?

— Bom, teria sido melhor se a mã e e o pai tivessem na


verdade me deixado ir para uma sem que eu precisasse viver
em casa. — Penni nã o tinha sido capaz de chegar a um vá lido
argumento para sair de casa quando eles viviam dentro de
algumas milhas da universidade de Ohio.

— Eu poderia ajudar a convencê -los a deixá -la ir para


uma faculdade fora do estado.

— Qual é o problema? — Suspeita em sua voz.

— Tem que ser a faculdade de minha escolha.

— Qual é o nome da faculdade? — Penni estava quase


saltando de emoçã o.

— A faculdade Breckenridge.

— Nã o reconheço o nome. Deixe-me dar uma olhada na


internet. Espere.

Antes que ela pudesse protestar, o telefone foi


desligado. Nã o demorou muito para voltar na linha.

— Nã o, obrigada. — Toda a excitaçã o havia


desaparecido de sua voz.

— Vamos lá , dê -lhe uma chance.

— Nã o. — Seu bufo podia ser ouvido sobre a linha


neste momento.

— O que vai me custar?

— Carro; Um subsídio generoso, e um período de fé rias


da minha escolha a cada verã o.

— Está bem. Vou fazer a sua inscriçã o; Eu vou falar


com os nossos pais.

— Isso nã o é tudo. — Ela nã o tinha terminado.

— Penni... — Ele alertou.

— Uma razã o?

O silê ncio durante vá rios minutos conheceu sua


pergunta.

— Algué m precisa de um amigo.

O que ela poderia fazer. — Combinado.

Sade desligou o telefone quando Beth e Lily se


aproximaram da mesa de piquenique que ele estava sentado
esperando para que todos retornassem do Buffet.

— Onde está Razer? — Perguntou Beth.


— Pegando as bebidas.

As duas mulheres se sentaram de um lado da mesa


com pratos cheios. O piquenique da igreja estava preenchido
pela congregaçã o e os Last Riders; Celebrando o quatro de
julho. Era um belo dia com todo mundo rindo e se divertindo.

Todos, exceto Lily, que tinha passado a ú ltima hora


tentando sem sucesso convencer a irmã a deixa-la sair da
faculdade. Razer colocou as bebidas na frente de todo mundo
antes de se sentar ao lado de Beth que prontamente deu-lhe
o ombro.

— Quanto tempo você vai ficar chateada? — Ele


perguntou pegando seu hambú rguer.

— Pelo menos até passar a data que você tatuou.

— Ainda nã o consigo entender por que você está tã o


chateada. Eu pensei que faria você feliz. — Razer disse em
sua pró pria defesa.

— A maioria das mulheres fica noiva com um jantar


româ ntico e um anel, nã o apontando para uma tatuagem, em
seguida, dizendo — Vamos fazê -lo.

— Nã o há sentido espalha-lo, com um bolo no forno. —


Razer deu de ombros.

Beth se engasgou com seu pró prio hambú rguer.

— Eu nã o estou grá vida. — Ela disse para Lily, que


estava rindo do argumento do casal.

— Você estará se perdermos essa data. — Razer


ameaçou. — Tome uma bebida antes de você sufocar até a
morte.

Com raiva Beth levou o copo de papel para os lá bios


olhando com espanto o diamante brilhando para ela do fundo
do copo vazio.

Beth tremulamente levou a mã o para dentro do copo,


tirando o anel bonito. Razer pegou dela, deslizando-o em seu
dedo e dando-lhe um beijo carinhoso.

— Isso é româ ntico o suficiente? — Ele perguntou


limpando a lá grima de sua bochecha com o seu polegar.

— É perfeito.

Você também pode gostar