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Eleições e Sistemas Políticos em Moçambique

O documento discute conceitos relacionados a eleições, sistemas eleitorais e partidos políticos no contexto da Constituição de Moçambique. O documento define esses conceitos e discute seu enquadramento constitucional, incluindo tipos de eleições e a definição de eleitor. O documento também revisa a literatura sobre esses tópicos.

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Eleições e Sistemas Políticos em Moçambique

O documento discute conceitos relacionados a eleições, sistemas eleitorais e partidos políticos no contexto da Constituição de Moçambique. O documento define esses conceitos e discute seu enquadramento constitucional, incluindo tipos de eleições e a definição de eleitor. O documento também revisa a literatura sobre esses tópicos.

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Índice

1. Introdução..................................................................................................................1
1.1 Objectivos...........................................................................................................2
1.1.1 Geral............................................................................................................2
1.2 Delimitação temática..........................................................................................2
1.3 Metodologia adoptada.........................................................................................2
2. Revisão da literatura focalizada.................................................................................3
2.1 Definição dos conceitos principais.....................................................................3
2.2 Eleições...............................................................................................................3
2.3 Enquadramento das Eleições na Constituição da República de Moçambique.. .4
2.4 Tipos de Eleições................................................................................................5
2.5 Contencioso Eleitoral..........................................................................................5
2.6 Sistemas Eleitorais (artigo 135 da CRM)...........................................................6
2.6.1 Sistema de representação proporcional.......................................................6
2.7 Partidos Políticos................................................................................................7
2.7.1 Conceito de partido político........................................................................7
2.7.2 Tipos de partidos políticos..............................................................................8
2.7.3 O papel dos partidos na representação........................................................9
3. Codireções finais......................................................................................................10
4. Referências bibliográficas........................................................................................11
1.1 Delimitação temática

Ciente da imensidão do manancial bibliográficos e da disponibilidade de diversa


literatura sobre o tema, Eleições, sistemas eleitorais e Partidos Políticos, urge necessário
fazer uma delimitação temática, pois que o mesmo pode ser discutido no âmbito do
estudo de Ciências Políticas assim como na vertente do Direito Constitucional querendo
fazer valer a forma como pode constituir-se o Estado sobretudo no que respeita aos
Direitos, deveres e liberdades fundamentais nomeadamente a liberdade de associação e
liberdade de constituir, participar e aderir a partidos políticos artigos 52 e 53 da
Constituição da Republica de Moçambique, publicado pela Lei nº. 11/2023, de 23 de
Agosto. Em última análise a organização do poder político desde os órgãos de
soberania, princípios gerais do sistema eleitoral e estatuto e eleição do presidente e dos
órgãos de governação descentralizada nos termos do artigo 133, 135, 145 e 268 ambos
da CRM.

1.2 Metodologia adoptada

Sendo um trabalho em grupo de cunho cientifico, lógico foi segmentá-lo em três


momentos: leituras individualizadas dos membros dos grupos, debate em plenária para
melhor filtrar os aspectos chaves a trazer para o trabalho e por fim um confronto da
informação colectada na doutrina, o nosso posicionamento como pesquisador e a
legislacaoi especifica co enfoque na lei eleitoral e a constituição da República de
Moçambique, aprovada e publicada pela Lei nº. 11/2023, de 23 de Agosto.

2. Revisão da literatura focalizada


Zanella (2009) ensina que nos estudos teóricos, inicia-se o processo de leitura e
elaboração das fichas de leituras ou fichamento das informações para depois analisar,
discutir e interpretar os dados que o pesquisador irá colher no terreno, e esta, é uma
actividade fundamental para toda e qualquer tipo de pesquisa de cunho científico.

2.1 Definição dos conceitos principais.


Tal como abordamos na metodologia, apresentamos nesta secção a definição e a
clarificação dos principais conceitos norteadores bem, como teorias e posições
defendidas pelos doutrinadores do Direito Constitucional e das Ciências Políticas bem
como definições ou conceitos material ou legal de acordo com a legislação vigente para

1
melhor entender o papel da Eleições, sistemas eleitorais e os partidos políticos no
ordenamento jurídico moçambicano.

2.2 Eleições
Pasquino (2002) ensina que na maior parte dos regimes políticos, o voto é o acto de
participação politica mais frequente, e muitas vezes o único, da maioria dos cidadãos.

Fernandes (2010) partilha seus conhecimentos ensinado que eleger significa escolher,
contudo, o autor chama atenção que para a que a escolha seja feita em moldes
democráticos e o mais conscientemente possível é preciso por em pratica um conjunto
de processos, actos jurídicos e materiais, cuja a finalidade reside primordialmente a
eleição dos governantes pelos governados, participando assim a população a vida
politica do país.

Todavia, confrontando os ensinamentos dos dois autores fica evidente que eleição é um
processo que têm como finalidade, eleger ou escolher democraticamente os nossos
governantes e para o efeito elas (as eleições) devem ser livres e competitivas, realizadas
com uma periodicidade constitucionalmente consagrada. Dai que o sufrágio universal
ser a forma que o legislador constituinte consagrou no artigo 73 da CRM que o povo
moçambicano exerce o poder politico através do sufrágio universal, directo, igual,
secreto e periódico para a escolha dos seus representantes e seguintes.

Independente dos sistemas eleitorais utilizados, as eleições que não


são livres nem competitivas, longe de se quedarem desprovidas de
interesse politico, pertencem antes a um campo de análise: o dos
instrumentos disponíveis e utilizados pelos regimes não democráticos
para afirmar, exercer e preservar o poder, fazendo, por exemplo, surgir
os opositores para depois os esmagarem. Tudo aquilo que diz respeito
à definição de eleições livres, competitivas, realizadas em prazos pré-
estabelecidos e significativas constitui um aspecto fundamental, talvez
o principal da democraticidade de um regime político (Pasquino,
2008, pp 11-118).
Pasquino (2008), ensina que as eleições são processos institucionalizados para a escolha
de representantes selecionados entre alguns ou todos os membros oficialmente
reconhecidos de uma organização.

Naturalmente, para o presente trabalho da cadeira de Direito Constitucional a


organização mais importante é o próprio sistema político e as eleições mais relevantes
dizem respeito aos cargos executivos (O presidente da República ou Chefe do Estado e

2
do Governo) e os cargos representativos (os deputados da Assembleia da República,
Assembleia Provincial e Assembleia Municipal).

2.3 Enquadramento das Eleições na Constituição da República de


Moçambique
Salta-nos aos olhos logo a prior que é através da eleição ou escolha, que cada indivíduo
participa e manifesta a decisão de influir nos destinos da sua comunidade, quer
sancionando um facto, quer aprovando ou contrariando a designação de alguém para
determinada missão: que nos termos da CRM podem ser a eleição do Presidente da
República, nº. 1, do artigo 146, a Assembleia da República nos termos do nº.1, do artigo
169, Assembleia Provincial nos termos do nº.1, do artigo 278, o Governador de
Província, nos termos do nº.2 do artigo 279.

A pesar do princípio do gradualismo e ainda não estar em vigor em Moçambique,


também estão previstas eleições da Assembleia Distrital e do respetivo Administrador
do Distrito nos termos do nº. 1, do artigo 282 e nº.2, do artigo 283 ambos da CRM.

Outra entidade descentralizada da administração indirecta do Estado são as autarquias


locais que nos termos do artigo 286 da Lei nº. 11/2023, de 23 de Agosto, instrumento de
aprova e Constituição da República de Moçambique são pessoas coletivas públicas,
dotadas de órgãos representativos próprios, que visam a prossecução dos interesses das
populações respectivas, sem prejuízo dos interesses nacionais e da participação do
Estado.

2.4 Tipos de Eleições


Como é obvio, nos termos do nº.1 e 2, do artigo 2 da CRM, a soberania reside no povo e
exercida segundo formas fixadas na Constituição que naturalmente é o sufrágio
universal fica fácil perceber que o poder do sufrágio reside sempre no cidadão com
capacidade eleitoral seja qual for o tipo de eleições.

Nos termos do artigo 10 da Lei n.º 3/2019 de 31 de Maio, É eleitor, o cidadão nacional,
residente na circunscrição territorial da província, que à data da eleição, tenha idade
igual ou superior a dezoito anos, regularmente recenseado e não esteja abrangido por
qualquer incapacidade prevista na lei eleitoral.

3
Relativamente ao tipo de eleições elas podem ser eleições para a escolha:

 do Presidente da República;
 Membros da assembleia da República;
 Do Governador da Província e Assembleia provincial;
 Do Administrador do Distrito e Assembleia Distrital;
 Do Presidente do Conselho autárquico e Assembleia Municipal;
 Eleições sindicais;
 Eleições sociais;
 Eleições Universitárias ou estudantis.

De forma sumaria temos eleições políticas: nacionais e locais. As Nacionais


enquadram-se no quadro do Estado e no quadro das circunscrições territoriais. Já as
locais para o caso de Moçambique enquadram-se no quadro dos municípios.

A de resto são classificadas como eleições especificas a saber as Sindicais, Sociais,


universitárias e estudantis. Mas as que interessam aqui são as que tem dignidade
constitucional e que se caracterizam como políticas.

2.5 Contencioso Eleitoral


Fernandes (2010) ensina que, teoricamente os o controlo dos actos eleitorais reveste-se
de caracter jurídico: visa apenas o aspecto regulamentar das eleições; mas na prática,
torna-se difícil a exclusão de elementos políticos. O Contencioso jurisdicional é o mais
longo, trata-se da realização de um acto que se enquadra nas atribuições normais do juiz
obedecendo uma filosofia de separação de poderes.

Assim a aluz do nº. 1 e 2 do artigo 162 da Lei n.º 3/2019 de 31 de Maio, as


irregularidades ocorridas no decurso da votação e no apuramento parcial, distrital e
provincial podem ser apreciadas em recurso contencioso e da decisão sobre a
reclamação, protesto ou contraprotesto podem recorrer além do reclamante, mandatários
e os partidos políticos ou grupo de cidadãos eleitores proponentes.

Decorre então que nos termos do nº.1 e 2 do artigo 163 da Lei nº. 3/2019, de 31 de Maio
que os tribunais judiciais de distrito durante o período eleitoral que decorre do inicio do
recenseamento até a validação dos resultados eleitorais pelo conselho Constitucional,
atendem e julgam os recursos decorrentes dos contenciosos eleitorais previsto na lei

4
eleitoral com urgência prioridade sobre todo expediente do tribunal e não obstante ainda
ser gratuito todo processo judicial.

2.6 Sistemas Eleitorais (artigo 135 da CRM)


Pasquino (2008) ensina que de forma preliminar pode-se dizer que existe três grandes
categorias de sistemas eleitoras a saber: Sistema eleitorais maioritários a uma volta em
colégios uninominais, Sistemas maioritários a duas voltas em colégios uninominais e
sistemas de representação proporcional.

Fernandes (200) faze uma distinção similar identificando o sistema de escrutínio


maioritário, sistema de representação proporcional e sistema de escrutínio misto.

Pela delimitação do tema, não entraremos em detalhes dos restantes tipos dos sistemas
eleitorais, mas nos ateremos ao sistema adoptado pelo legislador constituinte
moçambicano, tal como consagram os nº. 1 e 2 do artigo 135 da CRM, o sufrágio
universal, directo, igual, secreto, pessoal e periódico constitui regra geral de designação
de Presidente da Republica, dos deputados da Assembleia da Republica, da Província,
das assembleias provinciais, dos governadores de províncias, das assembleias distritais,
dos administradores de Distrito, dos membros das assembleias autárquicas e dos
presidentes dos conselhos autárquicos e seu apuramento obedece ao sistema de
representação proporcional.

2.6.1 Sistema de representação proporcional


É mister entendermos de forma resumida em que consiste o sistema de representação
proporcional enquanto um mecanismo de apuramento dos resultados das eleições. Não
nos ateremos as fórmulas, mas sim me perceber o seu fundamento e filosofia de
representação.

A ideia de representação proporcional é garantir uma correspondência percentual entre


os votos obtidos pelos diversos partidos políticos que concorrem nas eleições e os
mandatos que lhes são atribuídos. Assim o nº.2 do artigo 169 da CRM consagra que a
Assembleia da República é constituída por duzentos e cinquenta deputados. Assim é
sobre estes duzentos e cinquenta e mandatos que incidir e fazer-se a correspondência
entes os votos obtidos por um partido político e o numero total de mandatos ou assentos
na assembleia.

5
Ralativamente aos cargos do presidente da República nos termos do nº.1, do artigo 147
da CRM, é eleito o candidato que reúna, mais de metade dos votos expressos e em caso
de nenhum candidato obter a maioria absoluta há uma segunda volta, na qual participam
os dois candidatos mais votados.

Portanto para os órgãos de governação descentralizada, Governador de Província,


Assembleia Municipal, Administrador do Distrito e a Assembleia Distrital (em caos de
eleição) e Presidente do Conselho Autárquico e a respetiva Assembleia Municipal a
eleição é com base numa lista apresentada pelos partidos políticos, da coligação de
partidos políticos ou de grupo de cidadão eleitores que obtiverem maioria de votos nas
eleições para as respectivas assembleias nos termos do nº. 2 do artigo 279, nº.2 do artigo
283 ambos da CRM.

2.7 Partidos Políticos


Pasquino (2008) ensina que, pode-se começar da origem dos partidos políticos quando a
politica moderna se configura em termos de participação eleitoral e alargada, quando se
torna competitiva e quando os cargos de representação e de governo passam a ser
atribuídos através da consulta eleitoral.

Os partidos políticos existem para exercer poder politico. Este é único objectivo dos
partidos políticos. Eles para alem de pretenderem exercer o poder politico, tem como
função facilitar os diversos grupos sociais apresentarem seus questionamentos e por
outro lado influenciar nas tomadas de decisões, quer seja dos grupos sociais, quer seja
das massas.

2.7.1 Conceito de partido político


A doutrina reconhece que não fácil de encontrar uma definição própria e autentica de
partido pelo facto de muitas organizações comportarem como partidos políticos mas
recusam-se reconhecer-se como partidos preferindo definir-se como movimentos,
formações politicas, ligas, alianças ou agrupamentos.

Pasquino (2008) enina que a definição mais clássica remota de Max Weber que
considera partidos sendo, na sua mais intima essência, organizações livremente criadas
e que pretendem fazer recrutamento e o seu fim é sempre a procura de votos em eleições
para cargos políticos.

6
Sartori (1976, citado em Pasquino, 2008) entende que, a definição mais contemporânea
e mais sintética de partidos políticos é a qui conceitua-o como qualquer grupo político
identificado por uma designação oficial que se apresenta às eleições e é capaz de
colocar, através de eleições (livres ou não), candidatos em cargos públicos.

Dai podemos tirar os seguintes requisitos para se considerar um partido politico:

 Seja dotada de estrutura que permitam a participação dos seus inscritos;


 Esteja em condições de formular um programa de politicas publicas;
 Possa perdurar para além de um acto eleitoral.

À partir dos elementos que devem caracterizar a definição de um partido politico


entende-se a definição do legislador constituintes moçambicano ao vincar que os
partidos políticos expressam o pluralismo político, concorram a manifestação e vontade
popular e são fundamental para a participação democrática dos cidadão na governação
do pais.

2.7.2 Tipos de partidos políticos


A doutrina reconhece dois tipos fundamentais de partido que separa de forma distintiva:
Partido dos quadros ou notáveis e partidos das massas.

Pasquino (20208) os partidos de quadro tem em vista reunir notáveis – importa-lhes


mais a qualidade de membros do que a quantidade. Estes notáveis são procurados quer
seu pelo sei prestigio que confere um influencia moral, quer pela sai fortuna, que
permite ajudar a cobri com as despesas das campanhas eleitorais e os organismos
centrais dos partidos tem pouca influencia sobre eles.

Fernandes (2010) que também comunga a tipificação apresentada por Pasquino entende
que o é partido de massa foi inventada pelos partidos socialistas que corresponderam
aos imperativos financeiros para fazer face às despesas da propaganda eleitoral de
candidatos socialistas que então não podiam contar com fundos atribuídos pelas
empresas privadas ou pelas pessoas abastadas fazendo com que se inscreve-se
diretamente num partido a maior massa possível de aderentes.

Fernandes (2010) ensina que as campanhas políticas são alimentadas por uma multidão
de pequenos óbulos (cotas do partido) regulares concedidos pelos simples cidadãos. E a
outra razão da criação de paridos das massas foi a necessidade de dar educação politica

7
à classe operaria para dar uma educação cívica às massas populares e a permitir-lhes o
exercício pleno dos seus direitos.

2.7.3 O papel dos partidos na representação


Pasquino (2002) ensina que os partidos políticos desempenham um duplo papel na
representação política. Por um lado, enquadram os eleitores, isto é, os representados. E
por outro enquadra os eleitos, isto é, os representantes. São uma espécie de mediadores
entre eleitos e eleitores.

Enquadramento dos eleitores:

 O enquadramento dos eleitores é feito através do desenvolvimento de


consciência política (o elemento ideológico) dos cidadãos e permite explicar
claramente as opções políticas e por outro lado seleciona os candidatos ente os
quais se desenrola a competição eleitoral;
 Na seleção dos candidatos aos cargos políticos públicos os partidos é que
escolhem e propõem aos eleitores o candidato. A maior parte os candidatos
eleitos são apresentados pelos partidos políticos e a escolha dos candidatos é
pois assegurada apenas por uma oligarquia restrita, que pratica uma espécie de
cooptação.

Enquadramento dos eleitos:

Os partidos políticos asseguram simultaneamente o contacto permanente entre os eleitos


e os eleitores e o contacto dos eleitos entre si.

 Contacto permanente entre eleitos e os eleitores para assegurara a sua reeleição,


por isso em princípios os deputados descem as bases para auscultar os problemas
dos seus eleitores e leva-los para o debate em plenária da assembleia da
República.
 A concepção comunitária de representação reencontra-se ao nível dos eleitos
criando assim grupos parlamentares.

3. Considerações finais

Ficou evidente que em regimes democráticos, o sufrágio, ou seja, o voto é o acto de


participação política mais frequente, e muitas vezes o único, da maioria dos cidadãos. E
que esta participação dos cidadãos é garantida pelos partidos políticos. A doutrina

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ensina que existem três principais sistemas eleitorais dos quais nos termos do nº.2, do
artigo 135 da Constituição da Republica, Moçambique usa o sistema de representação
proporcional.

4. Referências bibliográficas
Cervo, A.L. & Bervian, A. (2002). Pesquisa em ciências humanas e Sociais. (5ª ed).
São Paulo: Cortez

Zanella; L.C.H. (2009). Metodologia de Estudo e de Pesquisa em Administração. s/ed.


Florianópolis-Brasília. UAB

Pasquino. G. (2008). Curso de Ciência Politica. (1ª ed). Portugal: principia

Fernandes; A.J. (2010). Introdução à Ciência Politica: teorias, métodos e temáticas.


(3ª ed). Portugal: Porto Editora.

Legislação aplicável

Lei nº. 11/2023, de 23 de Agosto, instrumento de aprova e Constituição da República


de Moçambique

Lei n.º 3/2019 de 31 de Maio, instrumento que aprova a lei eleitoral

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