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História e Importância da Medicina Legal

O documento discute a importância, história e definições da medicina legal. A medicina legal é uma ciência que sistematiza técnicas para determinado objetivo e também uma arte que utiliza valores interpretados de forma diferente em outras áreas. Ela se relaciona com diversas áreas do direito e tem importância para juízes, advogados e promotores. Sua história teve início na Itália em 1525 e passou por desenvolvimentos na França, Inglaterra, EUA e Brasil.

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Adriane Solera
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História e Importância da Medicina Legal

O documento discute a importância, história e definições da medicina legal. A medicina legal é uma ciência que sistematiza técnicas para determinado objetivo e também uma arte que utiliza valores interpretados de forma diferente em outras áreas. Ela se relaciona com diversas áreas do direito e tem importância para juízes, advogados e promotores. Sua história teve início na Itália em 1525 e passou por desenvolvimentos na França, Inglaterra, EUA e Brasil.

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MEDICINA LEGAL – Importância, história e

definições.
Medicina Legal
Ciência: sistematiza técnicas para determinado
objetivo
Arte: Utiliza valores que em outras áreas do
conhecimento não teriam a mesma interpretação da
seqüencia lógica
 Especialidade médica
Definição
Ambroise Parré : “ Arte de fazer relatórios em juízo ¨
Foderé: Arte de aplicar os conhecimentos e preceitos
dos diversos ramos da medicina à composição das leis
e às diversas questões do direito, iluminando-os e
interpretando-os
Relações da Medicina Legal
Medicina
Direito Penal
Direito Civil
Direito Administrativo
Direito Processual Civil e Penal
Direito Constitucional
Direito Trabalhista
Relações da Medicina Legal
Direito Penitenciário: Conselho Penitenciário e
comissões técnicas de classificação criminológica
Direito Ambiental
Direito dos Desportos
Direito Comercial
Direito Canônico
Importância da Medicina Legal
Juízes – formação jurídica, conhecimentos socio-
políticos e legispericiais
Advogados
Promotores
História
Início: Itália, 1525 – Edito della Gran Carta della
Vicania de Nápoli
Séc. XVI – Constitucio criminalis Carolina
1521 – Papa Leão X – necrópsia – envenenamento
1575 – Ambroise Parré – 1º. Tratado – Pai da Medicina
Legal
1602 – Fortunato Fidelis
História
Na França – Mathieu Joseph, 1821 – Toxicologia
Forense
Joseph Bent – Viena – 1º. Instituto Médico-Legal
Inglaterra – Descrédito – coroners
EUA – Exames mais sofisticados – medicina legal
pouco evoluída - coroners
História
Cinco períodos:
Antigo – Pena do Talião – traços de medicina
judiciária
Romano – Imperadores – Numa Pompílio
(histerotomia) – Antístio (feridas de Júlio César)
Médio – Capitulares de Carlos Magno
Canônico – Código Criminal Carolino
Período Moderno – 1602 – Fortunato Fidelis
História
Brasil
Fases:
1ª. Fase: Estrangeira: Influência francesa e Italiana -
toxicologia
2ª. Fase: Agostinho Souza Lima- ensino prático
3ª. Fase: Nacionalização: Nina Rodrigues e Virgílio
Clímaco Damásio
Classificação
Medicina Legal
Geral
Especial
Classificação
Geral:

Diceologia

Deontologia
Classificação
Traumatologia
Asfixiologia
Toxicologia
Sexologia
Tanatologia
 Especial Psiquiatria Forense
Psicologia
Criminalística
Criminologia
Vitimologia
Infortunística
Classificação
Psiquiatria Forense: Doenças mentais, capacidade
civil e responsabilidade penal
Psicologia Forense: Psiquismo normal e causas que
podem deformar a capacidade de entendimento da
testemunha
Criminalística: Investiga indícios materiais,
identifica o criminoso e dinâmica do evento
Criminologia: Dinâmica do crime sob o enfoque da
vítima e do próprio criminoso
Perícias
Conjunto de procedimentos médicos e técnicos que tem
como finalidade o esclarecimento de um fato de interesse
da justiça
Prova: Elemento demonstrativo da veracidade do fato
Sistema de persuasão racional
Materializam-se nos laudos
Atestado fornecido por médico particular não substitui
laudo – exceção lei 9099/95
Sujeitos da prova
Objeto da ação de provar
Corpo de delito
Conjunto de elementos sensíveis do dano deixados
pela ação criminosa
Direto
Indireto
Transeunte
Permanente
Tipos de perícia
Exame de corpo de delito
Exame necroscópico
Exame perinecroscópico
Exame do local de crime
Exumação
Recognição visuográfica do crime
Grafotécnico
Instrumentos do crime
Reconstituição do crime
Tipos de perícia
Exame necroscópico (arts. 162 a 166 – CPP)
 Exame externo e interno (nem sempre)
 6 horas após a morte
 Causas externas (violentas)
 IML ou SVO? Delegado
 Exumação

Exame perinecroscópico (arts. 164,165 e 169)


 Fotografias, esquemas e desenhos
 Preservação do local de crime
Tipos de perícia
Exame de local de crime (arts. 169, 171 e 173)
 Destruição, instrumento, percurso
 Causa e origem do incêndio
Exame grafotécnico (art. 174)
 Crimes contra fé pública, estelionato, lavagem de dinheiro, etc
 Comparação de letras

Exame de instrumentos do crime (art. 172 e 175)


Tipos de perícia
Reconstituição do crime (art. 7º. CPP)
 Prova revestida de certa parcialidade
 Autoridade policial
 Vítima, autor e testemunha

Recognição visuográfica
Exame documental
Peritos
Lei 11690 de 9 de junho de 2008
Pessoas qualificadas ou experientes em certos assuntos
na tarefa de esclarecer fato de interesse da justiça
Perícia criminal:
 Perito Oficial
 Perito Ad hoc
 Assistente técnico

Falsa perícia (Art. 342 – CP)


Perícia contraditória
Peritos
Perícia Civil
1 perito pelo Juiz
Assistentes técnicos 5 dias após nomeação
Prazo de entrega no ato da nomeação
Perícia Trabalhista
Perícia Previdenciária
Perícia Administrativa
Peritos
Escusa e impedimentos
Falta de conhecimento técnico
Motivo íntimo
Processo de que for parte
No qual tenha sido testemunha
Cônjuges, parentes consangüíneos
Gerar danos a si próprios ou parentes
Fatos que deva guardar sigilo profissional
Analfabetos e menores de 21 anos
 ART. 254: (SUSPEIÇÃO)
 I - se for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer deles;
 II - se ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver
respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso
haja controvérsia;
 III - se ele, seu cônjuge, ou parente, consangüíneo, ou afim, até o
terceiro grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a processo
que tenha de ser julgado por qualquer das partes;
 IV - se tiver aconselhado qualquer das partes;
 V - se for credor ou devedor, tutor ou curador, de qualquer das partes;
 VI - se for sócio, acionista ou administrador de sociedade interessada
no processo.
Documentos Médico-Legais
Notificação
Atestado
Laudo
Parecer
Depoimento Oral
Notificação
Comunicações compulsórias pelos médicos à
autoridades competentes de um fato profissional, por
necessidade social ou sanitária
Atestado
Declaração pura e simples de um fato de interesse
médio e suas conseqüências
Declaração x atestado
Oficioso, administrativo e judiciário
Atestado falso, Art. 301 CP
Falsidade ideológica, Art. 299 CP
Relatórios
Descrição minuciosa de perícia médica a fim de
responder à solicitação de autoridade policial ou
judiciária frente ai inquérito
Se este relatório é feito após suas investigações, através
de recursos técnicos e consultas a tratados: laudo
Auto
Pareceres
Opinião técnica, doutrinária e pessoal de um perito
sobre determinada controvérsia, que vale pelo
prestígio e bom conceito usufruído pelo autor
Parecer falso não incorre no crime de falsa perícia
Depoimento oral
Informação oral prestada pelo perito perante
autoridade policial ou judiciária
Partes do laudo
Preâmbulo
Quesitos oficiais
Histórico
Descrição
Discussão
Conclusão
Resposta aos quesitos

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