NUCLEO DE ENSINO TECNICO - PRÓ TÉCNICO COORDENAÇÃO DE ANÁLISES CLÍNICAS

RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ANÁLISES CLÍNICAS ÁREA DE ATUAÇÃO: ANÁLISES CLÍNICAS

2 Pedreiras – MA 2010 CARLOS EDUARDO MACIEL NINA JOESIA BARBOSA ARAÚJO MARIA DO SOCORRO CORREIA DE SOUSA DELMARIA TEIXEIRA RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ANÁLISES CLÍNICAS ÁREA DE ATUAÇÃO: ANÁLISES CLÍNICAS Relatório apresentado à Coordenação de Técnico em Análises Clínicas do Pró-Técnico. Supervisoras: Adriana Carla Leite Sousa. como parte das exigências para a conclusão do curso de análises clínicas. Dulce Amalia Fonseca Batista . Cleverleide e Silva Brandão. Núcleo de Ensino Técnico.

Pedreiras (Ma). 2010 ______________________________________ Carlos Eduardo Maciel Nina Aluno do Técnico em Análises Clinicas ______________________________________ Joesia Barbosa Araujo Aluna do Técnico em Análises Clinica ______________________________________ Maria do Socorro Correia de Sousa Aluna do Técnico em Analises Clinica ______________________________________ Delmaria Teixeira Aluna do Técnico em Análises Clínica ______________________________________ Thárcila Érika Silva Costa Coordenadora de Estágio . 30 de julho.3 Pedreiras – MA 2010 ENCAMINHAMENTO Encaminhamos o presente Relatório Final de Estágio para que a Coordenação realize a atribuição de nota.

como parte das exigências para a conclusão do curso de análises clínicas. Cleverleide e Silva Brandão. núcleo de ensino técnico.4 CARLOS EDUARDO MACIEL NINA JOESIA BARBOSA ARAÚJO MARIA DO SOCORRO CORREIA DE SOUSA DELMARIA TEIXEIRA RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE ANÁLISES CLÍNICAS ÁREA DE ATUAÇÃO: ANÁLISES CLÍNICAS Relatório apresentado à coordenação de técnico em análises clínicas de Pró-Técnico. Supervisoras: Adriana Carla Leite Sousa. Dulce Amalia Fonseca Batista Aprovado_____/____/____ Nota_______ _______________________________________________ Thárcila Erika Silva Costa Coordenadora de Estágio ______________________________________________ Roberta Maria R. L. de Andrade Coordenadora do Curso .

. Aos nossos professores pela compreensão.5 AGRADECIMENTOS Agradecemos a Deus por mais este desafio. A nossas famílias. Aos nossos amigos. pela tolerância que sempre estiveram ao nosso lado. pela colaboração. Ao Pró Técnico pela oportunidade.

Augusto Cury . mas nem todos desenvolvemos qualitativamente a arte de pensar. Todos pensamos.6 A arte de pensar é a manifestação mais sublime da inteligência.

professores e a todos que contribuíram direto e indiretamente com para a realização desse curso.7 DEDICATÓRIA Dedicamos aos nossos familiares. amigos. RESUMO .

dentre outras. Técnico em Analises Clinica. atividades estas. fezes. sob orientação dos bioquímicos: Cleverleide. Palavras-Chaves: Relatório. Clínica Nossa Senhora das Graças. SUMÁRIO . Labmédica.8 Relatório de Estagio supervisionado. bem como proporcionar o desenvolvimento de habilidades e competências pessoais e profissionais na prática diária em locais conveniados com o Pró Tecnico. por meio de atuação prática. tipagem. Trizidela do Vale – Ma. Dulce e Adriana. no período 26/04 a 14/06. João Alberto. para demonstrar as atividades de estágio desenvolvidas Teve como principal objetivo capacitar o técnico em analises na área de sua atuação. O estágio supervisionado em Analises Clinicas tem por objetivo oportunizar ao aluno o exercício dos conhecimentos adquiridos. urina. Pedreiras – Ma e Laboratório Municipal de Pedreiras (SESAP). estão contidas atividades como: hemograma. Neste. Capacitar. Foi realizado nos laboratórios Dr. apresentado ao curso de Análises Clínicas oferecido pelo Pró-Técnico: núcleo de ensino técnico. Pedreiras – Ma. que são preparadas pelo o técnico em analises clinica dentro do laboratório.

...... 2............................ 1 8 ......................................... 1 3 2..........................................................................................................................................................2...............................................................................................................6 Tipagem sanguínea........................ 2...... 6 1 7 APÊNDICES................ 1 2................................................................................................................... 2 exames solicitados (Hemograma)....................................................................................................................................................... 0 2........................ ATIVIDADES DESENVOLVIDAS..........................................................................................................5 Lavagem das mãos..... 3 1 4 1 4 1 5 REFERENCIAS....................................................................................................................................................................................................... 9 1 1 1 1 1 2 1 2 2................................................................. 5 CONCLUSÃO........................................3 Exame de urina...................................................9 1 INTRODUÇÃO.............................................................. 1 ANEXOS......1 Coleta de sangue..............4 Exame de fezes...... 2...1 Hemograma............................................................................................................................. 2..................

sumário de urina. com o objetivo de obter respostas mais rápidas. muitos exames estão sendo realizados por aparelhos automatizados. Para isso estudamos e estagiamos em laboratórios com a estrutura necessária para o aprendizado prático dos alunos. proteína c reativa. . ou por ainda não estarem com métodos automatizados padronizados. exame parasitológico de fezes. ureia. Entre os exames solicitados com maior frequência temos: hemograma completo. O estágio supervisionado foram realizados: no Laboratório do Centro de Saúde Dr. colesterol total e frações. a fim de otimizar o tempo do profissional. imunologia (teste imunológico de gravidez. banhomaria. Além de coletar o sangue. no Laboratório do Hospital e Maternidade Municipal Dr. estufas. seja por possuir uma menor rotina.10 1 INTRODUÇÃO O Técnico em Análises Clinicas é a pessoa mais próxima do paciente na hora do exame. são eles que tranqüilizam os pacientes e esclarecem as dúvidas sobre a função de cada exame solicitado pelo médico. antibiograma. centrífugas. meios de cultura e kit´s de análises estão à disposição dos alunos sob a orientação dos professores. etc). antiestreptolisina o. hemostasia (coagulograma). culturas bacteriológicas. possibilitando uma intervenção mais ágil. aumentando assim a possibilidade de salvar mais vidas humanas. João Alberto de Freitas. teste luético. continuam a executar sua atividades manualmente. bioquímica do sangue (dosagem de glicose. etc). ácido úrico. Diagnosticar todos os tipos de doença dentro do laboratório de análises clínicas é o objetivo do profissional. Atualmente. Laboratório do Hospita NossaSenhora das Graças e Labmédica. ou material necessário para análise. Pedro Barroso. triglicerídeos. creatinina. Setores como a microbiologia e outros onde existem alguns exames de maior especificidade. Microscópios. Este fato permite uma análise em maior escala e propicia aos clínicos uma resposta mais breve do estado fisiológico do paciente. etc.

foi supervisionado pela bioquímica Cleverleide Silva Brandão no período de 10 a 21 de maio de 2010 e no laboratório do Hospital Municipal Dr. No laboratório da Clínica Nossa Senhora das Graças. supervisionado pela bioquímica Dulce Amália Torres Batista no período de 03 a 07 de maio de 2010. controlar e avaliar as atividades de estágio.11 Para a realização do estágio supervisionado é necessário firmar um convênio entre o Pró Técnico e o local para estágio. de caráter executivo e com a finalidade de orientar. na LabMédica. é elaborado um documento (convênio) que é assinado pelo Núcleo de Ensino técnico e pela unidade convenente. O estágio foi realizado no Laboratório José Carvalho localizado na Rua Ciro Rego n° 77 sob a supervisão da bioquímica Adriana Carla Leite Sousa no período de 05 a 09 de julho de 2010. que se localiza na Travessa Zeca Bayma n°72. definindo o local de estágio. João Alberto foi supervisionado pela bioquímica Adriana Carla Leite no período de 24 a 29 de maio de 2010 . A supervisão de estágio é feita por Comissão Supervisora. Desta forma.

Com a Medicina Laboratorial atuando em diversas áreas. pois os Exames Laboratoriais são utilizados como ferramenta essencial ao clinico para obter informações na tomada de decisões no diagnóstico e tratamento de várias patologias em seus pacientes.12 2.  Alcool a 70% Procedimento:  Escolha uma veia calibrosa para punção. Toxicologia. 2. a importância da Medicina Preventiva. Bioquímica Clinica. A posição ideal para o paciente é decubito dorsal. Parasitologia. Os materias necessarios:  Seringa/ agulha.1 Coleta de sangue De acordo com Lomba. com ênfase em todas as áreas que compõem o diagnóstico em geral e as analises clínicas. como: Hematologia.  Após prender o garrote fazer assepsia. Enzimologia. (1999) o material é coletado atraves da venupunção. nasce um conceito muito importante na medicina.  Garrote. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS O Laboratório de Análises Clínicas tem que ter uma visão ampla do futuro e generalizada. Microbiologia. Urinálise. Micologia e Citologia. Sorologia.  Algodão. podemos definir que a Medicina Laboratorial é composta por diversas áreas. e acondicionado em recipiente esterilizado e apriado. .

bioquímica do sangue (dosagem de glicose. pois alguns remédios podem interferir nos resultados do exame.  Colocar no tubo de ensaio. Deve-se perguntar ao paciente se faz uso de algum medicamento. Na instituição preparado da seguinte forma: enche o tubo capilar com sangue total é vedado. Após a coleta com seringa descartável. etc). (1995) É um exame para avaliar as tres principais linhagens de celulas do sangue (hemacias. num cartão de leitura de hematocrito de rotida da . exame parasitológico de fezes. ácido úrico. creatinina.1 Hemograma: Seundo Valada.2. A coleta de sangue deve ser feita com o paciente em jejum de pelo menos 12 horas. triglicerídeos. o sangue é transferido para um tubo de ensaio de vidro. etc). 24 horas sem pratica de exercícios físicos e 48 horas sem consumo de bebida alcoólica.  Antes de colocar o sangue certificar-se de que o anticoagulante estar presente no tubo. 2. para ser levado a microcentrifuga e permanece por 5 minutos centrifugando. sumário de urina. leucocitos e plaquetas). etc 2. teste luético. ureia. que deverá ser rotulado. Na instituição a técnica é realizada de acordo com a referida pelo o autor. antiestreptolisina o. hemostasia (coagulograma). proteína c reativa. imunologia (teste imunológico de gravidez.13  Coleta o material aspirando a seringa graduada. colesterol total e fracções.  Termina a coleta retire o garrote remova a agulha num único e delicado movimento verifique se não houve lesão venosa. contendo o nome do paciente e lacrado com tampa.  Identificar o tubo com os dados do cliente e o nome do exame. medido-se a concentração de hemacia. ou se fez uso nas horas antecedentes ao exame. 2 Exames solicitados (Hemograma) Entre os exames solicitados com maior frequência temos: hemograma completo.

 Desprezar o liquido conservando o sedimento.(.  Homogenizar a urina. 2.  Colocar em um tubo conico. Preparavamos lamina de esfregasso adicionando uma gota de sangue total em uma lamina limpa e seca e com o auxilio de outra lamina homogeniza o sangue.  Centrifugar por 5 minutos na macrocentrifuga. Diluição de leucocitos: e um tubo adiciona 400ul do liquido de Turk. o exame rotineiro de urina é um método simples não envasivo capaz de favorecer uma variedade de informaçoes uteis em relação a patologias envolvendo os rins o trato urinario e.3 Exame de urina Lima.). e 20ul de sangue total. depois de seco o sangue é utilizado o Kit de coloração o primeiro é fixante a base de álcool.4 Exame de fezes Técnica de acordo Vallada:  Coloca-se um pouco de água no coletor já numerado. (2008).14 instituição. segundo a eosina e o terceiro azul de metileno..  Verificar com a fita a parte quimica e anotar as possiveis alterações.. Ao término é conduzido ao bioquimico para a leitura. por dados indiretos. espera secar e encaminha para a leitura do bioquimico. Técnica usada no laboratorio:  Coleta da primeira urina do dia do jato médio. 2. Diluição de Plaqueta: adicionamos em um tubo 1ml de formol salina e 20ul de plasma depois de homogenizado é colocado na camara de contagem. .

 Com uma gota de lugol mecha com uma lamínula e deixe em cima do sedimento das fezes. 3. 4.6 Tipagem sanguínea: Lima (2008) Os glóbulos vermelhos do paciente colocam-se em contato com Reagente Anti-A. Lavar os punhos de uma mão com o auxílio da outra. demonstra que o grupo é O. friccionando-as por.B monoclonal. as mãos são as principais vias de transmissão de infecção hospitalar e sua adequada lavagem é fundamental para o seu controle. Enxaguar as mãos retirando totalmente o resíduo de sabão. Para a lavagem das mãos deve-se: 1. sem encostar-se a pia.  Aguardar a leitura do bioquímico para a leitura microscópica. Abrir a torneira e molhar as mãos. com os dedos voltados para cima para que a água escorra das mãos para os punhos. adicionando 5gotas de sangue total para 2 ml de cloreto de sódio. De existirem na superfície dos eritrócitos os antígenos correspondentes.5 Lavagem das mãos Segundo Mozachi (2005). se produzirá uma aglutinação visível macroscopicamente. Anti-B ou Anti-A. 2. Na instituição seguíamos o protocolo  Em um tubo fazemos a suspensão de hemácias.15  Homogeniza com o auxilio de um canudo até ficar diluído e é coado numa taça com uma gase e deixa sedimentando. 5. .A ausência de aglutinação em todos os casos. 2. Nos sempre realizávamos este procedimento antes e após as atividades. 2. Enxugar com papel toalha. 6.  Em seguida coloca na lamina com um canudo uma gotinha do sedimento das fezes. aproximadamente 30 segundos. Ensaboar as mãos. Fechar a torneira utilizando o papel-toalha.

pois ficou comprovada a compatibilidade da formação acadêmica oferecida com a prática executada em campo.(Lima. Toda a programação foi realizada a contento. AntiAB. onde foi estabelecido um clima de realização e verificado que o técnico em analises clinica é uma ferramenta indispensável para o bom andamento da organização. centrifuga por um minuto e verifica a aglutinação. A partir do estágio que é uma ferramenta de aperfeiçoamento das técnicas e procedimentos teóricos aprendidos em sala de aula foi-nos concebido um conhecimento impar. 2008) 5 CONCLUSÃO O Estágio Supervisionado em Analises Clinica.16  Identifica 4 tubos com Anti-A anti-B. foi muito importante em nível de conhecimentos e experiência profissional. Anti-D.  Adiciona uma gota em cada um de suspensão de hemácia e uma gota dos respectivos antígenos. .

17 REFERENCIAS Lima.Manual de Exames de Fezes. 1995.Goianea.html .htm http://pt. São Paulo. 1995. Editora ETHENEU. O.P.com. http://www. Vallada. E. AB Leitura e interpretação de exames em Enfermagem.wikipedia. Editora ETHENEU. Vallada E. Manual de Técnicas Hematologicas.Manual de Exames Urina .br/COLUNAS/ml_coluna_105. São Paulo.wikipedia.mundolusiada. Carvalho ed. (2008). Vallada E. São Paulo.P.org/wiki/Exame_laboratorial http://www. Editora ETHENEU. 1995.com/2009/03/check-up-exames-de-sangue.org/wiki/T%C3%A9cnico_de_laborat%C3%B3rio_de_an %C3%A1lises_cl%C3%ADnicas http://pt.mdsaude.P.P.

18 ANEXOS .

19 APÊNDICES .

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